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Universidade Federal Rural do Semi-Árido
Centro de Engenharias
Polímeros
Química aplicada a engenharia
Mossoró, outubro de 2017
O que são polímeros?
Materiais formados por estruturas moleculares que apresentam cadeias
grandes;
"Mero” - grego (parte)
Um único mero – monômero Muitos meros – polímero
A maioria dos polímeros são compostos formados por carbono, hidrogênio e
outros elementos não metálicos (O2, N2).
Figura 1. Macromolécula
• Materiais poliméricos encontrados na natureza, derivados de plantas e
animais, têm sido usados durante muitos séculos.
Exemplos: madeira, borracha, algodão, lã, couro e seda.
• Com os avanços da tecnologia, foi possível determinar as estruturas
moleculares dos polímeros, permitindo o desenvolvimento de polímeros
sintéticos.
• Polímeros sintéticos – propriedades são projetadas de acordo com as
necessidades particulares.
Introdução
• Muitos objetos de plásticos, borrachas e fibras, são fabricados por polímeros
sintéticos;
• Em algumas situações, peças de metal e de madeira foram substituídas por
plásticos, que têm propriedades satisfatórias e podem ser produzidos a um
custo mais baixo.
Introdução
• Os polímeros, em sua maioria, são formados por hidrocarbonetos;
• Cada átomo de carbono tem 4 elétrons que podem participar em ligação
covalente, enquanto que cada átomo de hidrogênio tem apenas 1 elétron de
ligação.
Tipos de ligações entre o carbono:
• Ligações simples
• Ligações duplas
• Ligações triplas
Moléculas de hidrocarbonetos
• Ligações simples – cada átomo de C e H que se ligam contribui com um
elétron.
Moléculas de hidrocarbonetos
C
H
H
H H
• Ligações duplas – envolve uma ligação entre 2 átomos de carbono, os quais
compartilham dois pares de elétrons.
Exemplo: etileno (gás à
temperatura e pressão ambientes)
• Ligações triplas – envolve uma ligação entre 2 átomos de carbono, os quais
compartilham três pares de elétrons;
Moléculas de hidrocarbonetos
Exemplo: acetileno
• Moléculas com ligações simples - o átomo de carbono está ligado ao
número máximo de átomos são denominadas saturadas;
• Moléculas com duplas ou triplas ligações covalentes - denominadas
insaturadas.
Características físicas de um polímero dependem:
a) Massa molecular;
b) Diferenças na estrutura das cadeias moleculares.
• Técnicas de síntese de polímeros permitem considerável controle sobre várias
possibilidades estruturais.
Estrutura molecular
Estrutura molecular
Classificação de polímeros
Polímeros
Origem
Estrutura
química
Método de
preparação
Comportamento
térmico e mecânico
Devido ao grande número de polímeros existentes para atender as mais
diversas áreas de aplicações, sentiu-se a necessidade de classificá-los.
Quanto a origem
• Polímeros naturais - foram utilizados como padrões para a busca de
polímeros similares sintéticos, durante o desenvolvimento da química
de polímeros, no início da década de 50.
• Polímeros sintéticos - desenvolvidos de acordo com a necessidade
do mercado, sempre buscando obter propriedades desejáveis.
Classificação de polímeros
Estruturas
moleculares
Linear
Ramificada
Ligação
cruzada
Em rede
Estrutura molecular
Classificação de polímeros
Os polímeros podem ter
mais de um tipo de
estrutura molecular.
Polímeros Lineares - os meros encontram-se
ligados entre si em cadeias únicas e flexíveis;
Exemplos:
Polietileno (PEBD) – sacolas de supermercado
Polietileno (PEAD) – frascos para shampoo;
Cloreto de polivinila;
Poliestireno (copos descartáveis);
Poliamidas - nailon
Estrutura molecular
Polímeros Ramificados – possuem cadeias
principais ligadas a ramificações laterais;
• As ramificações, consideradas como
parte da molécula da cadeia principal,
resultam a partir de reações que ocorrem
durante a síntese do polímero;
• A formação de cadeias laterais, diminui a
eficiência de empacotamento da cadeia,
resultando numa diminuição da densidade
do polímero.
Estrutura molecular
Polímeros com Ligações Cruzadas - as
cadeias lineares adjacentes se juntam, em
várias posições, por ligações covalentes;
• As ligações cruzadas são originadas
durante a síntese do polímero.
• Alguns materiais de borracha possuem
ligações cruzadas.
Estrutura molecular
Polímeros em Rede - possuem unidades
de mero, formando redes tridimensionais;
• Estes materiais têm distintivas
propriedades mecânicas e térmicas;
• Exemplos: epóxis e fenolformaldeídos.
Estrutura molecular
• Copolímero - composto de 2 unidades de meros diferentes representados
por:
• Materiais que podem ser sintetizados com o objetivo de obter melhorias nas
suas propriedades;
• Dependendo do processo de polimerização e das frações destes tipos de
meros, diferentes arranjos de sequência ao longo das cadeias de polímeros
são possíveis.
Copolímeros
• Copolímero randômico - as 2
diferentes unidades de meros
estão randomicamente dispersas
ao longo da cadeia;
• Copolímero alternante -- as 2
diferentes unidades de meros se
alternam nas posições da
cadeia.
Copolímeros
• Copolímero em bloco - os meros
idênticos estão na forma de blocos
ao longo da cadeia.
• Copolímero enxertado - ramos
laterais de homopolímeros podem
ser enxertados às cadeias
principais de homopolímeros
compostas de um diferente mero.
Copolímeros
Quanto ao comportamento térmico
Termoplásticos
Considerados fusíveis e solúveis. Amolecem quando aquecidos e endurecem
quando resfriados, podendo ser fundidos várias vezes e solubilizados por
vários solventes;
À temperatura ambiente, podem ser de maleáveis a rígidos;
Podem ser: termoplásticos amorfos e termoplásticos semi-cristalinos.
Classificação de polímeros
Termoplásticos - representam a maior parcela dos polímeros e são
normalmente fabricados pela aplicação simultânea de calor e pressão;
Polímeros lineares e com estrutura um pouco ramificada pertencem a
esse grupo.
Exemplos:
polietileno, polipropileno, poli (cloreto de vinila), etileno-acetato de vinila
(EVA).
Classificação de polímeros
Classificação de polímeros
Termorrígidos
• Possuem, através do aquecimento,
estrutura reticulada, com ligações
covalentes cruzadas, tornando-se
infusíveis e totalmente insolúveis em
quaisquer solventes;
• São, em todas as direções,
estreitamente encadeados, resistindo
aos movimentos vibracional e rotacional
da cadeia a altas temperaturas.
Classificação de polímeros
Com o aumento da
reticulação, a estrutura torna-
se mais rígida.
• Uma vez moldados e curados, os termorrígidos não são mais reutilizados,
pois, quando aquecidos, as ligações covalentes se quebram e o polímero é
destruído sem atingir o estágio de amolecimento.
Exemplos:
• resina fenólica;
• resina melamínica;
• poliéster insaturado;
• resina epóxi
Classificação de polímeros
Classificação de polímeros
Ao ser descoberta, a baquelite foi
bastante utilizada na produção de
discos musicais, tomadas,
interruptores,cabos de panelas,
telefones, bolas de bilhar, câmeras
fotográficas, carapaças de
eletrodomésticos, peças de
automóveis entre outros.
Baquelite (polifenol)
Classificação de polímeros
Quanto ao comportamento mecânico
Plásticos
Elastômeros
Fibras
Plásticos
• Materiais orgânicos poliméricos
sintéticos, que apresentam grande
maleabilidade, são facilmente
transformáveis mediante o emprego de
calor e pressão.
• Constittuem a maior diversidade dentre
os materiais poliméricos
Plásticos
Características:
• Podem ser rígidos e frágeis;
• Flexíveis, exibindo deformações plásticas quando tensionados;
• Podem ter estruturas moleculares (linear, ramificada, cruzada, em rede);
• Quanto ao comportamento térmico, podem ser termoplásticos ou
termorrígidos.
Plásticos
polietileno, polipropileno
Cloreto de polivinila, poliestireno
fluorocarbonos, poliésteres
epóxis, fenólicos
Plásticos
Moldagem por compressão e transferência
Moldagem por injeção
Moldagem por sopro
Extrusão
Fundição
Técnicas de conformação
Plásticos
Vantagens na utilização dos plásticos
Menor consumo de energia na sua produção
Leves quando comparados a outros materiais
Duráveis (resistentes a corrosão)
Baixa densidade
Bons isolantes térmicos
Preço baixo
Recicláveis numa quantidade elevada
Projetados para um tempo de vida limitado
(biodegradáveis)
Plásticos
Polímeros com cadeias e cristais
orientados, de maneira forçada, durante o
processo de fiação, aumentando a
resistência mecânica desses materiais,
tornando possível sua utilização na forma
de fios.
Fibras
Características e aplicações
• Os polímeros em fibras são capazes de ser estirados em longos filamentos
tendo pelo menos uma razão 100:1 (comprimento:diâmetro);
• Muitas fibras comerciais são utilizados na indústria têxtil, sendo trançadas
em forma de tecido;
• Para ser útil como um material têxtil, a fibra deve atender a um conjunto de
características físicas e químicas bastante restritivas.
Fibras
• Quando em uso, as fibras podem ser submetidas a uma variedade de
deformações mecânicas - estiramento, retorcimento, cizalhamento e abrasão;
• As fibras devem ter estabilidade química a presença de ácidos, bases,
alvejantes, solventes de lavagem a seco e à luz do sol.
Fibras
Técnicas de Conformação
• Conformadas num processo denominado de fiação ("spinning");
• A resistência mecânica de fibras é melhorada por um processo de
estiramento, que tem por objetivo o alongamento mecânico da fibra;
• Durante o estiramento, as cadeias moleculares tornam-se orientadas de
maneira que há uma melhoria da resistência à tração, módulo de elasticidade.
Fibras
• Polímeros que na temperatura
ambiente, podem sofrer
deformações de no mínimo duas
vezes o seu comprimento inicial,
retornando ao comprimento
original após retirado o esforço.
Possuem cadeias reticuladas, porém com uma baixa densidade de ligação
cruzada, tornando possível sua elasticidade.
Elastômeros
Borracha de Estireno-Butadieno (SBR)
Copolímero randômico
Vulcanização
• Processo que consiste na formação de ligação cruzada na estrutura
molecular, sendo tais ligações, um requisito para o comportamento do
elastômero;
• Na vulcanização, compostos de enxofre são adicionados ao elastômero
aquecido, onde os átomos de enxofre se ligam com as cadeias adjacentes
formando ligações cruzadas.
Elastômeros
• Borracha não-vulcanizada - caracteriza-se por ser macia, pegajosa e com
baixa resistência à abrasão;
• Borracha vulcanizada – caracteriza-se pelo aumento da resistência à tração
e resistência à degradação por oxidação;
• Na vulcanização, as borrachas devem conter de 1 a 5 % de enxofre. O
aumento do teor de enxofre além desta proporção endurece a borracha;
• As propriedades de um elastômero depende do grau de vulcanização e de ter
sido usado algum reforço neste elastômero.
Elastômeros
Tipos elastoméricos
• Borracha natural
• Borracha de estireno-butadieno (SBR)
• Borrachas de silicone
Elastômeros
• Para muitas aplicações, as propriedades mecânicas de borrachas
vulcanizadas ainda não são satisfatórias em termos de resistência à
tração, abrasão e resistência ao rasgamento, e rigidez, sendo necessário
a inclusão de aditivos.
Elastômeros
• Os polímeros comercialmente utilizados são sintetizados a partir de um
processo denominado de polimerização;
• Durante o processamento de polímeros, suas propriedades podem ser
modificadas e melhoradas pela inclusão de materiais aditivos.
Processamento de polímeros
Polimerização
Processo pelo qual unidades monoméricas são unidas entre si e sobre o
produto da junção anterior, formando grandes moléculas.
Polimerização
Polimerização
Polimerização
Adição
Iniciação Propagação Terminação
Condensação
Processo pelo qual unidades monoméricas são adicionadas
uma de cada vez para formar uma macromolécula linear.
Polimerização por adição (reação de cadeia)
• Iniciação - durante a etapa inicial, um centro ativo capaz de propagação é
formado pela reação entre uma espécie iniciadora (ou catalisadora) e a
unidade monomérica.
Polimerização por adição (reação de cadeia)
R - representa o iniciador ativo;
. representa um elétron não empareado.
• Propagação - envolve o crescimento linear da molécula à medida em
que unidades monoméricas vão sendo anexadas umas às outras em
sucessão para produzir a molécula de cadeia.
Polimerização por adição (reação de cadeia)
Molécula do polietileno
Terminação
A propagação pode terminar de diferentes maneiras:
a) As extremidades ativas de duas cadeias em propagação podem reagir entre
si formando uma molécula não reativa, como se segue:
Polimerização por adição (reação de cadeia)
Término do crescimento da cadeia
Terminação
b) Uma extremidade ativa de cadeia pode reagir com um iniciador ou
outras espécies químicas que tem uma única ligação ativa, como segue:
Polimerização por adição (reação de cadeia)
Finalização do crescimento da cadeia.
• A massa molecular do polímero dependerá das etapas de iniciação,
propagação e terminação;
Exemplos de polimerização por adição:
a) polietileno;
b) polipropileno;
c) poliestireno.
Polimerização por adição (reação de cadeia)
• Compreende a formação de polímeros por reações químicas em etapas
que normalmente envolvem mais de uma espécie monomérica;
• Geralmente há eliminação de um sub-produto de pequena massa
molecular, como a água.
Polimerização por condensação (Reação em etapas)
Etileno-glicol Ácido tereftálico
Polimerização por condensação (Reação em etapas)
Formação do poliéster a partir da reação entre etileno-glicol e o ácido tereftálico.
Poliéster
• Os tempos de reação por condensação são geralmente mais longos.
• Para produzir polímeros com grandes massas moleculares, é essencial que
os tempos de reação sejam longos e a conversão dos monômeros reagentes
seja completa.
• Na polimerização por condensação também são produzidos vários
comprimentos de cadeia, fornecendo uma distribuição de massa molecular.
Exemplos:
a) poliésterestermorrígidos e fenolformaldeídos;
b) Nailons e policarbonatos
Polimerização por condensação (Reação em etapas)
• Quando há necessidade de modificar as propriedades mecânicas, químicas
e físicas de um polímero, num grau muito maior do que é possível pela
simples alteração da estrutura molecular fundamental, pode-se utilizar
aditivos na formulação desse polímero.
Aditivos de polimeros
Substâncias intencionalmente introduzidas para melhorar ou
modificar as propriedades mecânicas, químicas e físicas de um
polímero conferindo ao mesmo uma maior utilidade.
Aditivos de polimeros
Aditivos
A
d
it
iv
o
s
Enchedores
Plastificantes
Estabilizadores
Corantes
Retardantes
de chama
Aditivos de polímeros
Enchedores
• Adicionados aos polímeros para
melhorar a resistência à tração e à
compressão, tenacidade,
estabilidade dimensional e térmica.
• Os enchedores reduzem o custo
do produto final, uma vez que
substituem parcialmente o volume
do polímero e são considerados de
baixo preço.
Aditivos de polímeros
Enchedores
Pó de serra
Vidro
Sílica
Talco
Alguns polímeros
sintéticos
calcário
Pó de serra e argila
Talco – mineral filossilicatos
(silicatos em folha)
Aditivos de polímeros
Plastificantes
• Objetivo - melhorar a flexibilidade e a ductilidade de polímeros, reduzindo a
dureza e rigidez do material polimérico;
• São geralmente líquidos e apresentam pequenas massas moleculares;
• São comumente adicionados em polímeros que são frágeis à temperatura
ambiente.
Aditivos de polímeros
Plastificantes
• Diminuem a temperatura de transição vítrea, permitindo que nas condições
ambiente os polímeros sejam usados em aplicações que requerem algum
grau de flexibilidade e ductilidade (filmes, capas de chuva e cortinas).
Exemplo:
Baseados em ftalatos (compostos químicos derivados do ácido ftalico)
Aditivos de polímeros
Corantes
• Conferem cor específica ao polímero.
Podem ser adicionados na forma de
tinta ou pigmentos;
• As moléculas constituintes de uma tinta
se dissolvem e se tornam parte da
estrutura molecular do polímero.
Aditivos de polímeros
Retardantes de chama
• A flamabilidade de materiais poliméricos é uma grande preocupação,
especialmente na fabricação de tecidos e brinquedos.
• Os retardantes de chama, aumentam a resistência dos polímeros à
inflamação;
• Objetivo - interferem no processo de combustão iniciando uma reação
química que causa um resfriamento da região de combustão e finalização
da queima.
Exemplos: cloro e o bromo e compostos fosforados
Aditivos de polímeros
Retardantes de chama
Resíduos gerados na queima:
a) Gás (gera a chama);
b) Parte sólida carbonizada.
• Quando se tenta criar um plástico que não queima, o objetivo é gerar a
maior quantidade possível de resíduo carbonizado, obtendo menos chamas
e menos volateis liberados na atmosfera.
Aditivos de polímeros
Aplicações miscelânias
Revestimentos
Adesivos
Filmes
Espumas
Revestimentos
• Aplicados às superfícies de materiais com os seguintes objetivos:
1) Proteger o objeto contra reações corrosivas e deteriorativas;
2) Melhorar a aparência dos objetos;
3) Suprir isolamento elétrico.
Exemplos: tintas, vernizes, esmaltes
Aplicações miscelânias
Adesivos
• Substâncias usadas para unir superfícies de dois materiais sólidos, tais como:
metal - metal, metal - plástico, metal - cerâmica;
• Materiais poliméricos como termoplásticos, resinas termorrígidas, compostos
elastoméricos e adesivos naturais (caseína, amido) podem ter funções
adesivas.
• Exemplo: poli (acetato de vinila) - vendido como uma emulsão, em água, como
adesivo para materiais porosos como a madeira.
Aplicações miscelânias
Filmes
• Materiais poliméricos têm sido utilizados na forma de filmes finos;
• Filmes muito finos são fabricados e usados principalmente como sacolas
para embalagens de produtos alimentares;
Exemplos:
• polietileno, polipropileno, celofane e acetato de celulose.
Aplicações miscelânias
Características dos filmes:
Alto grau de flexibilidade;
Alta resistência à tração e ao rasgamento;
Resistência ao ataque pela umidade e outros produtos químicos
Baixa permeabilidade a alguns gases, especialmente vapor de água.
Aplicações miscelânias
Espumas
• Materiais plásticos muito porosos produzidos num processo chamado
"espumação“;
• No processo, bolhas de gás são geradas através da massa polimérica
que surge como poros durante o resfriamento e dão origem a uma
estrutura esponjosa.
Aplicações miscelânias
Exemplos de polímeros espumados
• Poliuretano;
• Poliestireno expandido - isopor
• Espumas são comumente usadas na fabricação de colchões, em
automóveis, móveis, bem como em embalagem e isolamento térmico.
Aplicações miscelânias
Poliuretano
• CALLISTER, William D. Jr. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma
Introdução. 5a ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. 612 p.
• www.tudosobreplasticos.com. Acesso em: 02 de dezembro de 2015.
Referências bibliográficas