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Química Experimental Dez 2012

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de algarismos significativos, obedecendo às 
seguintes regras: 
 
-se o algarismo a ser cortado for maior que 5, soma-se 1 ao algarismo anterior, 
-se o algarismo a ser cortado for menor que 5, o algarismo anterior mantém-se inalterado, 
-se o algarismo a ser cortado for igual a 5, soma-se 1 ao anterior se ele for ímpar, mantendo-o 
inalterado se for par. 
 
 
 
 
 
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4. PRINCIPAIS MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE LABORATÓRIO 
 
Objetivo 
Associar o nome de cada material/ equipamento com seu uso específico 
 
 
Fig. 1: Béquer – aquecimento 
de líquidos, dissolução de 
sólidos, etc. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 2: Erlenmeyer – 
aquecimento de líquidos, 
titulação, cultivos de 
microrganismos, etc. 
 
 
 
 
 
Fig. 3: Proveta – medidas 
aproximadas de volumes fixos 
de líquidos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 4: Funil comum – 
transferência de líquidos e 
filtração por gravidade. 
 
 
 
 
 
 
Fig. 5: Pipeta 
graduada – medir 
volumes variáveis de 
líquidos. 
 
 
 
 
 
 
Fig. 6: Pipetas 
volumétricas – 
medir volumes fixos 
de líquidos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 7 :Tubo de ensaio – 
reações químicas e bioquímicas, 
cultivos de microrganismos. 
 
 
 
Fig. 8: Tela de 
amianto – distribuir 
uniformemente o 
calor em 
aquecimentos. 
 
 
 
Fig. 9: Cadinho de 
porcelana – aquecimento à 
seco (calcinações) no bico 
de Bunsen e mufla. 
 
 
 
 
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Fig. 10: Bico de Bunsen 
– aquecimentos em 
laboratório. 
 
 
 
 
Fig. 11: Estante para 
tubos de ensaio – 
suporte para tubos de 
ensaio. 
 
 
 
Fig. 12: Tripé de ferro – 
sustentar a tela de 
amianto. 
 
 
 
 
Fig. 13: Funil de 
decantação – separação de 
líquidos imiscíveis 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 14: Placa de Petri – 
fins diversos 
 
 
 
 
Fig. 15: Pisseta – frasco 
lavador 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 16: Dessecador – 
esfriar substâncias em 
ausência de umidade. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 17: Balão volumétrico 
– preparar e diluir soluções 
 
 
 
 
 
 
Fig. 18: Anel para funil – sustentação 
 
 
 
 
Fig. 19: Garra metálica – 
sustentação 
 
Fig. 20: Suporte universal - 
Fig. 21: Bureta – 
análises volumétricas 
 
 
 
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Figura 22. Bomba a vácuo - Utilizado para 
aplicação de vácuo e ar comprimido. Para vácuo, 
tem utilização em evaporadores rotativos, estufas 
a vácuo, dessecadores e filtrações etc 
 
 
Figura 23. Centrífuga - Acelera a sedimentação 
(decantação) de sólidos em suspensão em 
líquidos. 
 
 
 
Figura 24. Estufa bacteriológica - 
Equipamento utilizado para incubação de 
meios de cultura inoculados e 
monitoramento de crescimento 
microbiano. 
 
 
 
 
Figura 25. Estufa de secagem e esterilização - 
Utilizada para secagem e esterilização de material 
e vidrarias em geral. 
 
 
 
Figura 26. Destilador de Água - Utilizado no 
processo de purificação da água. 
 
 
Figura 27. Incubadora refrigerada com agitação 
orbital - Utilizada para incubação de amostras que 
necessitem de agitação orbital e temperatura 
controlada; como meios de cultura para 
crescimento de microrganismos. 
 
 
 
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5. PRECISÃO E EXATIDÃO 
 
Precisão 
 
 A precisão descreve a reprodutibilidade 
das medidas, isto é, a proximidade entre os 
resultados que foram obtidos exatamente da 
mesma forma. Geralmente, a precisão de uma 
medida é prontamente determinada simplesmente 
pela repetição da medida em réplicas da amostra. 
Três termos são amplamente empregados para 
descrever a precisão de um conjunto de dados de 
réplicas: desvio padrão, variância e coeficiente de 
variação. Estes três termos são uma função de 
quanto um resultado individual xi difere da média, 
o que é denominado desvio em relação à média, 
di. 
 
 
 
 Observe que os desvios em relação à 
média são calculados desconsiderando-se o sinal. 
 Valores muito próximos entre si indicam 
uma precisão em suas medidas. Para medir a 
precisão pode-se utilizar o cálculo do desvio 
padrão: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Onde: 
 
 s: desvio padrão da amostra 
 x1: primeiro valor medido 
 x2: segundo valor medido 
 xn: último valor medido 
 : valor médio 
 N: número de valores medidos 
 N -1: graus de liberdade. O número de graus 
de liberdade indica o número de resultados 
independentes que fazem parte do cálculo do 
desvio padrão. 
Um desvio padrão pode ser considerado 
grande ou pequeno dependendo da ordem de 
grandeza da variável. Uma maneira de se 
expressar a variabilidade dos dados tirando a 
influência da ordem de grandeza da variável é 
através do coeficiente de variação (CV), definido 
por: 
 
 
 e também conhecido como 
desvio padrão relativo em termos percentuais 
(DPR%) 
O CV é: 
 interpretado como a variabilidade dos 
dados em relação à média. Quanto menor 
o CV mais homogêneo é o conjunto de 
dados. 
 adimensional, isto é, um número puro, que 
será positivo se a média for positiva; será 
zero quando não houver variabilidade 
entre os dados, ou seja, o desvio padrão é 
zero. 
 usualmente expresso em porcentagem, 
indicando o percentual que o desvio 
padrão é menor ou maior do que a média. 
Um CV é considerado baixo (indicando um 
conjunto de dados razoavelmente homogêneo) 
quando for menor ou igual a 25%. Entretanto, esse 
padrão varia de acordo com a aplicação. 
Exatidão 
 
 A exatidão indica a proximidade da medida 
do valor verdadeiro, ou aceito, e é expressa pelo 
erro. A exatidão mede a concordância entre um 
resultado e o valor aceito e a precisão descreve a 
concordância entre os vários resultados obtidos da 
mesma forma. A precisão pode ser determinada 
medindo as réplicas da amostra. A exatidão é com 
freqüência mais difícil de ser determinada porque 
o valor verdadeiro é geralmente desconhecido. A 
exatidão é expressa em termos do erro absoluto ou 
erro relativo. 
 O erro absoluto E, na medida de uma 
quantidade x, é dado pela equação 
 
 
 
 Onde xv é o valor verdadeiro, ou aceito, da 
quantidade. Observe que se mantém o sinal no 
erro absoluto. O sinal negativo indica que o 
resultado experimental é menor que o valor aceito, 
enquanto que o sinal positivo, indica que o 
resultado experimental é maior que o valor aceito. 
 Em geral, o erro relativo é uma quantidade 
mais útil que o erro absoluto. O erro relativo 
percentual é dado pela expressão: 
 
 
 
 
10 
 
 
 
 
 
 
 
 Quanto menor for o erro relativo (ER), mais 
exata é a medida. 
 As análises químicas são afetadas por pelo 
menos dois tipos de erros. Um tipo, chamado erro 
aleatório (ou indeterminado), faz que os dados se 
distribuam de forma mais ou menos simétrica em 
torno do valor médio e afetam a precisão dos 
resultados. Um segundo tipo de erro, denominado 
de erro sistemático (ou determinado), faz que a 
média de um conjunto de dados seja diferente do 
valor aceito. Geralmente, os erros sistemáticos 
presente em uma série de réplicas de medidas 
fazem com que os resultados sejam muito baixos 
ou muito altos. 
 
 
6. TRABALHANDO COM UM EDITOR 
GRÁFICO 
 
 A construção de gráficos e os cálculos de 
precisão e de exatidão serão realizados no