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deverá ser mensurado levando-se em consideração a quantidade de crimes praticados e não o iter criminis percorrido em cada um deles.
Somente a III está correta.
Somente a II está correta.
Somente a I está correta.
Somente as proposições II e III estão corretas.
Todas as proposições estão incorretas.
7) Assinale a alternativa CORRETA após analisar as proposições a seguir:
I – A qualificadora do motivo torpe no crime de homicídio (art. 121, § 2º, I), determina a elevação do quantum de pena privativa de liberdade, na terceira fase de sua aplicação. As qualificadoras servem para modificar a pena base do crime e não para determinar a elevação do quantum de pena privativa de liberdade, como mencionou a assertiva. Exemplo: No homicídio simples, a pena é de 06 a 20 anos (Art. 121 do CP), porém se ocorrer por motivo torpe (Art. 121, §2º, I do CP) será hipótese de crime de homicídio qualificado e, por isso, haverá uma majoração da pena base que passará de 06 a 20 anos para 12 a 30 anos. 
Dessa forma, diferentemente do que diz a afirmativa, a qualificadora não é aplicada na terceira fase da dosimetria da pena, mas sim na pena base. OBS: Na terceira fase da pena serão analisadas as causas especiais de aumento ou de diminuição.
II – No caso de réu reincidente em crime doloso, porém com as circunstâncias judiciais inteiramente favoráveis, a pena base deve ser aplicada no mínimo legal.
III – Para estabelecimento do quantum de pena privativa de liberdade no critério trifásico de aplicação da pena, a reincidência deve ser considerada em fase posterior à tentativa.
 A assertiva está errada, pois a reincidência deve ser considerada em fase ANTERIOR à tentativa, pois a tentativa é uma causa especial de diminuição prevista pelo art. 14 do CP, que deve ser analisada na 3ª fase do cálculo da pena.
Somente a III está correta.
Somente a II está correta.
Somente a I está correta.
Somente as proposições II e III estão corretas.
Todas as proposições estão incorretas.
8) Assinale a alternativa CORRETA após analisar as proposições a seguir:
I – A circunstância judicial da culpabilidade como quantidade de reprovação do sujeito, mensurável na pena-base (Código Penal, art. 59), não se confunde com a culpabilidade como qualidade do conceito de fato punível.
II – As circunstâncias judiciais da culpabilidade, antecedentes, personalidade, conduta social e motivos constituem elementos de aferição relativos ao sujeito ativo do crime, diferentemente das demais circunstâncias judiciais previstas no art. 59 do Código Penal.
III – O quantum final da pena privativa de liberdade poderá ser obtido a partir de fundamentos extraíveis apenas na 1ª fase de aplicação da pena, desde que inexistentes quaisquer circunstâncias modificadoras nas fases subsequentes. 
Somente a III está correta.
Somente a II está correta.
Somente a I está correta.
Somente as proposições II e III estão corretas.
Todas as proposições estão corretas.
9) Assinale a alternativa CORRETA após analisar as proposições a seguir:
I – Se o autor pratica homicídio impelido por motivo de relevante valor social ou moral, e também por motivo definível como torpe, é possível o reconhecimento da figura do homicídio qualificado-privilegiado, em face da compatibilidade entre as circunstâncias subjetivas respectivas. 
II – Se o autor pratica homicídio objetivando assegurar a ocultação de outro crime, responde por homicídio simples, com a agravante específica respectiva, prevista no rol do art. 61 do Código Penal.
III – O perdão judicial, como causa de extinção da punibilidade, é admissível, entre outros crimes, para o homicídio negligente.
Somente a III está correta.
Somente a II está correta.
Somente a I está correta.
Somente as proposições II e III estão corretas.
Todas as proposições estão corretas.
GABARITO DEFINITIVO DAS QUESTÕES OBJETIVAS
	QUESTÃO 5
	QUESTÃO 6
	QUESTÃO 7
	QUESTÃO 8
	QUESTÃO 9
	A
	E
	B
	D
	B