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2/23/2018
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Vesículas Embrionárias
Profa. MSc. Carla Gomez
Sistema Nervoso (SN)Sistema Nervoso (SN)Sistema Nervoso (SN)Sistema Nervoso (SN)
• SN: 22º dia após a fecundação
(processo de neurulação)
• Placa neural:
(endoderma, mesoderma e 
ectoderma)
• Tubo neural: sistema nervoso 
central (SNC) - constituídos por 
células neuroepiteliais.
Tubo NeuralTubo NeuralTubo NeuralTubo Neural
• O tubo neural fecha primeiramente na região medial do embrião.
• As extremidades ainda abertas são denominadas neuroporos.
• O neuroporo rostral (abertura anterior) fecha 25º dia; e a abertura caudal,
o neuroporo caudal fecha dois dias mais tarde.
• Antes do fechamento do neuroporos, a cavidade do tubo neural
é preenchida por líquido amniótico.
• A crista neural se forma até no mínimo quatro semanas e meia,
no encéfalo, e durante muito mais tempo na medula espinhal.
2/23/2018
2
2/23/2018
3
O sistema nervoso é dividido em:O sistema nervoso é dividido em:O sistema nervoso é dividido em:O sistema nervoso é dividido em:
• Sistema Nervoso Central (SNC): derivado do tubo neural; consiste em 
encéfalo e medula espinhal
• Sistema Nervoso Periférico (SNP): derivado da crista neural; consiste em 
neurônios fora do SNC e nervos cranianos e espinhais, que unem o encéfalo 
e a medula espinhal às estruturas periférica
• Sistema Nervoso Autônomo: possui partes tanto do SNC como do SNP, 
consiste em neurônios que inervam músculo liso, músculo cardíaco ou 
glândulas; dividido em dois componentes: Simpático e Parassimpático.
DesenvolvimentoDesenvolvimentoDesenvolvimentoDesenvolvimento dadadada MedulaMedulaMedulaMedula EspinhalEspinhalEspinhalEspinhal
• Tubo neural fechado, as células neuroepiteliais dão origem as 
células nervosas primitivas ou neuroblastos,
• Camada manto forma a camada marginal.
• Por volta de oito a dez semanas, a medula espinhal é parecida com 
a do adulto.
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Placas Alares e BasaisPlacas Alares e BasaisPlacas Alares e BasaisPlacas Alares e Basais
• Espessamento das paredes laterais da medula = placas alares e basais, dorsais e 
ventrais, respectivamente.
• Placas alares: formam os cornos dorsais cinzentos (funções aferentes)
Função AFERENTE: Responsável por levar informações da superfície do corpo para 
o interior. Relaciona o meio interno com o meio externo. 
• Placas basais: formam os cornos cinzentos ventrais e laterais (funções eferentes)
Função EFERENTE: Conduzir o impulso nervoso do SNC ao efetuador (músculo ou 
glândula).
• Corno Intermediário: localizado nas porções torácica e lombar superior da 
medula espinhal = neurônios da parte simpática do SN autônomo
Estão entre um neurônio aferente e eferente. 
DesenvolvimentoDesenvolvimentoDesenvolvimentoDesenvolvimento dosdosdosdos GângliosGângliosGângliosGânglios EspinhaisEspinhaisEspinhaisEspinhais
• Os neurônios unipolares nos gânglios espinhais derivam de células da
crista neural.
• O prolongamento periférico das células do gânglio espinhal vão
através dos nervos espinhais para terminações nervosas sensoriais em
estruturas somáticas ou viscerais.
• Os prolongamentos centrais penetram a medula espinhal e
constituem as raízes dorsais dos nervos espinhais.
Gânglios espinhaisGânglios espinhaisGânglios espinhaisGânglios espinhais
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MeningesMeningesMeningesMeninges
Dura-máter:
circunda o tubo neural
Pia-máter/aracnóide:
derivadas das células da 
crista neural. 
Mudanças de Posição da Medula EspinhalMudanças de Posição da Medula EspinhalMudanças de Posição da Medula EspinhalMudanças de Posição da Medula Espinhal
• Embrião: estende-se por todo o comprimento do canal vertebral, 
coloca-se gradualmente em níveis relativamente mais altos.
• Recém-nascido: a medula termina na vértebra L3;
• Adulto: na borda inferior da primeira vértebra lombar. Abaixo de 
L2, e se fixa ao periósteo da primeira vértebra coccígea. (Cone 
medular, formam um feixe de raízes nervosas, a cauda equina. A dura-
máter continua fixada à coluna vertebral até o cóccix.
Feto 8 semanas Feto 24 semanas RN Adulto
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Espinha bífida ocultaEspinha bífida ocultaEspinha bífida ocultaEspinha bífida oculta
Espinha bífida cística (Espinha bífida cística (Espinha bífida cística (Espinha bífida cística (mielosquisemielosquisemielosquisemielosquise))))
Desenvolvimento do EncéfaloDesenvolvimento do EncéfaloDesenvolvimento do EncéfaloDesenvolvimento do Encéfalo
A junção do encéfalo posterior com o encéfalo médio.
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Vesícula encefálica primária e secundária (Vesícula encefálica primária e secundária (Vesícula encefálica primária e secundária (Vesícula encefálica primária e secundária (figfigfigfig 1)1)1)1)
Prosencéfalo
Mesencéfalo
Rombencéfalo
Primárias
Secundárias
Telencéfalo
Diencéfalo
Mesencéfalo
Metencéfalo
Mielencéfalo
Pendículo óptico
Vesícula encefálica primária (Vesícula encefálica primária (Vesícula encefálica primária (Vesícula encefálica primária (figfigfigfig 2)2)2)2)
Vesícula encefálica secundária (Vesícula encefálica secundária (Vesícula encefálica secundária (Vesícula encefálica secundária (figfigfigfig 3)3)3)3)
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Vesícula encefálica primária e secundária (Vesícula encefálica primária e secundária (Vesícula encefálica primária e secundária (Vesícula encefálica primária e secundária (figfigfigfig 4)4)4)4)
Importante saber...
• Telencéfalo: diferenciam os hemisférios cerebrais. (direito e esquerdo)
• Diencéfalo: tálamo, hipotálamo, epitálamo e subtálamo, todas relacionadas com o III 
ventrículo.
• Tálamo: transmissão de sinais motores e sensitivos para o córtex, além da regulação da consciência, 
sono e estado de alerta.
• Hipotálamo: onde se encontram numerosos centros do sistema nervoso simpático e parassimpático 
(reguladores do sono, do apetite, da temperatura corporal etc.).
• Subtálamo: relaciona-se com funções motoras. 
• III ventrículo: cavidade localizada na linha média do cérebro, situada entre o tálamo direito e o 
esquerdo. O fluido cerebroespinhal entra no 3º ventrículo vindo dos dois ventrículos laterais, pelo 
forame de Monro.
• Mesencéfalo (pendúculo cerebral): situada entre os hemisférios cerebrais e a ponte, 
onde passam todos os estímulos que saem e vão para o cérebro, além de conter diversas 
estruturas que controlam a postura e ativação do córtex
• Metencéfalo: ponte e cerebelo, controlam a coordenação dos movimentos e o 
equilíbrio.
• Mielencéfalo: Bulbo, controla o sinais vitais, FR, FC (circulação), digestão e excreção. 
FlexurasFlexurasFlexurasFlexuras EncefálicasEncefálicasEncefálicasEncefálicas
• Surgem entre a quarta e oitava semanas.
1) Flexura mesencefálica: na região do mesencéfalo; direcionada ventralmente.
2) Flexura cervical: na junção do rombencéfalo com
a medula espinhal; direcionada ventralmente.
3) Flexura pontina: entre o metencéfalo e
o mielencéfalo; direção oposta das duas anteriores.
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FlexurasFlexurasFlexurasFlexuras EncefálicasEncefálicasEncefálicasEncefálicas
TelencéfaloTelencéfaloTelencéfaloTelencéfalo
• Vesículas telencefálicas: surgem
após ao diencéfalo (vesículas
ópticas)
• Início dos hemisférios cerebrais
e as cavidades formam os
ventrículos laterais
• Gradualmente origina o polo 
frontal, temporal e occipital
SNC
A) telencéfalo cresce na direção posterior e se superpõe às 
outras vesículas telencefálicas (embrião de cerca de 35 dias)
B) crescimento de todas as vesículas encefálicas, as setas 
representam a direção de crescimento. A seta pontilhada 
mostra o crescimento das vias aferentes e eferentes sobre a 
área insular até a medula espinhal (embrião de cerca de 44 
dias).
C) vesículas telencefálicas se transformaram no córtex 
cerebral (a seta demonstra a direção do seu crecimento), 
alguns sulcos já estãose formando (feto de cerca de 6 meses) 
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Vista medial 
do desenvolvimento do sistema nervoso central.
• crescimento do telencéfalo sobre o diencéfalo,
• formação dos sulcos e giros,
• crescimento do corpo caloso em direção posterior.
• Cérebro de cerca de 37 dias,
• 44 dias e cérebro adulto, respectivamente. 
NoNoNoNo períodoperíodoperíodoperíodo fetal ocorrem várias mudanças, as fetal ocorrem várias mudanças, as fetal ocorrem várias mudanças, as fetal ocorrem várias mudanças, as 
mais perceptíveis são:mais perceptíveis são:mais perceptíveis são:mais perceptíveis são:
1) União dos hemisférios cerebelares, com a visualização do verme na parte
mediana;
2) Os hemisférios continuam seu crescimento, cobrindo, gradualmente, o
diencéfalo e o mesencéfalo, e posteriormente uma parte do cerebelo;
3) Os pólos frontal e temporal vão se unindo, cobrindo a ínsula, assim no
nascimento, só uma fossa lateral indica sua presença;
4) Sulcos aparecem na superfície dos hemisférios;
5) As flexuras cervival, pontina e mesencefálica tornam-se evidentes;
6) Os hemisférios acabam se encontrando na linha média, achatando suas
superfícies mediais. Portanto, no feto, ocorre a diferenciação das principais partes
do encéfalo em um grande crecimento deste (aumento de várias centenas de vezes
em volume)
Desenvolvimento encefálicoDesenvolvimento encefálicoDesenvolvimento encefálicoDesenvolvimento encefálico
• Dobra de tamanho até aos 9 meses de vida;
• 6 anos de idade atinge 90% do peso do adulto;
• Ocorre devido a produção de células da glia, formação de dentritos e 
mielinização dos axônios
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Hemisférios cerebraisHemisférios cerebraisHemisférios cerebraisHemisférios cerebrais
• Parede dos hemisférios cerebrais – composta de 4 camadas:
1. Ventricular
2. Subventricular
3. Intermediária
4. Marginal 
(fibras aferentes e neurônios dispersos
Desenvolvimento do TelencéfaloDesenvolvimento do TelencéfaloDesenvolvimento do TelencéfaloDesenvolvimento do Telencéfalo
• No início - a superfície dos hemisférios cerebrais é lisa;
• O crecimento – surgem os sulcos e giros;
• Aumento da superfíce do cortex (sem aumento do tamanho do 
crânio)
• Os sulcos são:
• Cingulo
• Hipocampo do cótex límbico
• Calcariano do córtex visual
• Central das áreas motoras e sensorias
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Esquema ilustrativo do desenvolvimento dos sulcos e giros do córtex cerebral
Esquema ilustrativo do desenvolvimento dos Esquema ilustrativo do desenvolvimento dos Esquema ilustrativo do desenvolvimento dos Esquema ilustrativo do desenvolvimento dos 
sulcos e giros no córtex cerebral. sulcos e giros no córtex cerebral. sulcos e giros no córtex cerebral. sulcos e giros no córtex cerebral. 
Após o nascimentoApós o nascimentoApós o nascimentoApós o nascimento
• Dificilmente surgem novas células neurais.
• As células já existentes desenvolvem mais prolongamentos, 
estabelecendo sinapses com outras células - responsável pela grande 
capacidade de aprendizagem do cérebro.
• Durante o 1º ano de vida - neurônio cortical estabelece cerca de 100 
mil sinapses com outros neurônios.
• Formação de bainha de mielina das fibras nervosas facilita a 
condução do impulso nervoso.
• O processo de mielinização não está totalmente completado até os 20 
anos.
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Atividade funcional do cérebroAtividade funcional do cérebroAtividade funcional do cérebroAtividade funcional do cérebro
• Os primeiros indícios são percebidos com 5ª ou 6ª semanas e 
consistem em movimentos de extensão ou flexão do colo e da região 
torácica
• Progridem gradualmente, sendo que todos os padrões motores 
parecem estar presentes no início do segundo trimestre.
DiencéfaloDiencéfaloDiencéfaloDiencéfalo
• Fechamento do neuroporo rostral – duas evaginações laterias, de 
cada lado do encéfalo anterior.
• Vesículas ópticas - origem as retinas e aos nervos ópticos.
• Característica marcante do diencéfalo é o Tálamo dorsal.
• Diencéfalo = epitálamo, tálamo e hipotálamo.
• Tálamo: separado do epitálamo e pelo sulco epitalâmico, e do 
hipotálamo pelo sulco hipotalâmico.
Desenvolvimento do diencéfalo
C,D e E = Tálamo, hipotálamo e 
epitálamo
D = glândula pienal, dorsalmente.
A = embrião no final da 5 semana
B e C = embrião de 7 semanas
D = embrião de 8 semanas
E = secção transvesal do 
diencéfalo.
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Tálamo, hipotálamo e epitálamoTálamo, hipotálamo e epitálamoTálamo, hipotálamo e epitálamoTálamo, hipotálamo e epitálamo
• Tálamo: encontra e funde na linha mediana que cruza o 3º ventrículo 
(adesão intertalâmica)
• Hipotálamo: contém os cortos mamilares.
• Epitálamo: formado pela glândula pienal.
* A cavidade do diencéfalo é o 3º ventrículo.
Mesencéfalo (Mesencéfalo (Mesencéfalo (Mesencéfalo (pendúculopendúculopendúculopendúculo cerebral)cerebral)cerebral)cerebral)
• Parte do encéfalo que sofre as menores modificações durante o 
desenvolvimento.
• Parte Ventral (tegmento) - formação reticular - continuação da 
estrutura rombencefálica,
• Parte Dorsal – constituída pelos colículos superiores e inferiores -
continuação das regiões prosencefálicas.
• Colículos - laminas alares (superiores = reflexos visuais) e (inferiores = 
reflexos auditivos).
• Tefmento – laminas basais (contém os núcleos do 3o nervo craniano.
Esquema ilustrativo do 
desenvolvimento do 
mesencéfalo.
A) Embrião de 5 semanas;
B) Feto de 11 semanas.
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No período fetalNo período fetalNo período fetalNo período fetal
• Forma-se grande massa de fibras descendentes na região ventral, 
constituindo o pendúnculo da base. Essas fibras são 
corticoespinhais (piramidais) e corticonucleares.
• Pendúculo da base juntamente com a susbtâncua negra e o 
tegmento, formam os penduculos cerebrais direito e esquerdo.
• Cavidade: arqueduto cerebral (liga o 3º ao 4º ventrículo).
MetencéfaloMetencéfaloMetencéfaloMetencéfalo
• As paredes do metencéfalo formam:
• Cerebelo
• Ponte
• E sua cavidade forma a parte superior do 4º ventrículo.
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CerebeloCerebeloCerebeloCerebelo
• Origina-se de espessamentos dorsais das placas alares do 
metencéfalo.
É o centro para controle do equilíbrio e da postura.
Feto 3 meses Feto 5 meses
Corte cerebelo
Esquema ilustrativo do desenvolvimento da ponte e do cerebelo
A) Embrião no 
final da quinta 
semana
B) Secção 
transversal do 
metencéfalo 
(ponte e 
cerebelo)
C) Embrião de 6 
semanas
D) Feto de 17 
semanas
PontePontePontePonte
• Reenvia sinais que ligam a medula espinhal e o córtex cerebral com o 
cerelebo
• Contém núcleos pontinos, colcleares e vestibulares, núcleos 
sensitivos do nervo trigêmio e facial.
• Cavidade: 4º ventrículo.
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MielencéfaloMielencéfaloMielencéfaloMielencéfalo
• Paredes do mielencéfalo formam o bulbo, enquanto que sua cavidade forma a 
parte inferior do 4º ventrículo.
A) embrião no
fim da 5ª semana
B, C e D)
4º ventrículo adquire a 
forma rombóide, a disposição
das placas alares e basais e 
a localização das pirâmides e 
dos núcleos grácil e
cuneiforme. 
BulboBulboBulboBulbo
• Porção do encéfalo de maior semelhança com a medula espinhal.
• Cavidade: porção inferior do 4 ventrículo, possuindo a forma 
rombóide.
• Possui áreas isoladas de substância cinzenta, formadas devido à 
migração dos neuroblastos das placas alares para zona marginal
• Contém: área ventral; fibras do trato corticoespinhal, centros e redes 
de nervos que regulam a respiração, batimentos cardíacos, 
movimentos reflexos e outras funções.
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BulboBulboBulboBulbo
Anomalias do encéfaloAnomalias do encéfaloAnomalias do encéfaloAnomalias do encéfalo
1) Holoprosencefalia: há perda de estruturas da linha média levandoa
malformações encefálicas e faciais. 
As causas envolvem fatores genéticos e ambientais (diabetes materna, consumo
materno de álcool na gestação).
Anomalias do encéfaloAnomalias do encéfaloAnomalias do encéfaloAnomalias do encéfalo
2) Crânio Bífido: causado por um defeito na ossificação dos ossos do 
crânio, sendo o mais frequentemente atingido a parte escamosa do 
occipital. Se o defeito é pequeno somente as meninges herniam
(meningocele); se ocorre herniação das meninges e parte do encéfalo, 
a anomalia se denomina meningoencefalocele; se a parte do encéfalo
que hernia contém partes do sistema vestibular, denomina-se 
meningoidrocenfalocele.
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CrânioCrânioCrânioCrânio BífidoBífidoBífidoBífido
Anomalias do encéfaloAnomalias do encéfaloAnomalias do encéfaloAnomalias do encéfalo
3) Exencefalia: exposição do encéfalo devido ao não fechamento das 
partes cefálica do tubo neural, com consequente não formação da 
abóbada craniana. O encéfalo exposto posteriormente se degenera, 
originando a encefalia. O tronco encefálico pode permanecer intacto. 
Ocorre em 1 a cada 1000 nascimento, sendo 2 a 4 vezes mais frequente
em mulheres, A prevenção como na espinha bífida é o uso de ácido
fólico na gestação.
ExencefaliaExencefaliaExencefaliaExencefalia
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Anomalias do encéfaloAnomalias do encéfaloAnomalias do encéfaloAnomalias do encéfalo
4) Microencefalia: abóbada craniana menor do que a normal, com face de 
tamanho normal. Acompanhada de grave retardo mental. Multifatorial, envolvendo
fatores genéticos e ambientes (exposição ao vírus da rubéola, citalomegalovírus, 
radiação ionizante, alcoolismo materno.
Anomalias do encéfalo
5) Malformação de Arnold Chiari: deslocamento caudal e herniação de partes do 
cerebelo pelo forame magno. Ocorre em quase todos os casos de espinha bífida
cística. E está associada com frequência a hidrocefalia.

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