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alienação parental

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5.0 Postura do psicólogo na avaliação da Alienação Parental
	A Alienação Parental é uma situação de litígio judicial entre os genitores, que normamente se inicia antes da acusação de um abuso, é diivergêntes á regulamentação de visitas, pensão alimetícia. A acusação do abuso sexual vem em último caso, de quem tenha interesse de dá a "cartada final", e assim, afastar a criança definitivamente do acusado.
	Quando o caso é real, vítima quer esquecer o ocorrido, quando ocorre falar de memória é devido ao choque emocional e trauma, já a acusação quando não é verdadeira, a "vítima" quer falar o máximo possível, ela acredita que, quanto mais denunciar, estará contribuindo para a "punição" do suposto "agressor", pois, o interesse é em afasta-lo do convívio e destruir o vínculo que tem como genitor. Quando a criança é realmente abusada, ela sabe relatar o que realmente ocorreu, não é necessário a " ajuda" para lembrar o que " houve", quando ocorre de ter outras crianças envolvidas, como por exemplo, irmão, a história tem credibilidade tanto coletiva como individualmente; ao contrário da criança que não passou por nada disso, ela apresenta relatos inconsistente e contraditório.
	Quando acontece o abuso sexual, os pais se chocam, pois não acreditam e preferem não acreditar em tal situação onde seus filhos forão feridos, preferem estar enganados com suas suspeitas e percepções, até mesmo quando acontece de ter dados concretos que comproveo ato; no caso falso, quando acontece o abuso sexual, quanto mais expor tal situação melhor, não perdem uma oportunidade de falar com terceiros sobre o ocorrido.
	O psicológo tem como a atitude de acolher e ter uma aproximação com a criança ou adolescente, pois ajudará que ele partilhe dos problemas. Não cabe ao psicológo ficar tentando "descobrir coisas", os limites tanto da criança como do adolescente devem ser respeitados.
	Se as afirmações da equipe profissional CNRVV forem veridicas sobre a acusação do abuso, mais cuidado e cautela deverá ter o psicológo clínico ou jurídico ao manusear as supostas acusações sobre o abuso.
	A partir do momento em que os psicológos passam a trabalhar só ou em unidades de assistência infantil, tiveram um maior conhecimento sobre a Alienação Parental, seus conceitos, causas, efeitos, objetivo e de recurso utilizado pelo alienador para acabar com uma relação importantes da criança, e isso inclui a supostamente falsa acusação de abuso sexual, e o profissional terá que ter uma posição mais crítica e direcionada a conter os problemas causado pela alienação. 
	Os profissionais da psicológia deve estar atentos a todos os relatos, tanto a verbalização e a não verbalização, as demostrações de sentimentos, faciais, nervosismo e diferentes sinais, pois, são muito relevantes. Com tudo, devem ter o máximo de cuidado com os desenhos, testes/brincadeiras, jogos e etc. É de suma importância que o psicológo tenha um cuidado em analisar o contexto familiar, até mesmo, que é o que o juiz vai leva em conta, pois, eles confiam na opinião dos profissionais peritos. 
	Como diz no artigo 5º da Lei nº 12.318/2010, quando o juiz detecta ao prever indícios de ocorrência de Alienação Parental, de fato deverá determinar uma perícia psicológica ou psicossocial. O laudo perícial precisa ser juntado com no máximo 90 dias.
 
6.0 Sanções penais
	A Alienação PArental tem como Lei nº 12.318/2010, e diz que, não se pode induzir ou colocar a criança contra os pais depois do divórcio, caso isso venha acontecer, pode sofrer penas que variam de advertência, multa, pode aumentar o afastamento da criança com o pai/mãe e pode acontecer até de perder a guarda ou até mesmo a perda da autoridade parental. Ela é aplicada aos avós também ou alguma outra pessoa que seja responsavel pela criação do menor. De acordo com o artigo 6] da Lei, se for comprovada a Alienação PArental o juiz pode aumentar o processo de convivência familiar em favor do genitor alienado e o alienador por pagar multa e para acompanhar a criança, será determinado o acompanhamento psicológico ou alterar a guarda do menor.
	Vale salientar que isso não se trata de "castigo" ao guardião, as sanções têm um aindole muito mais educativo e isso não descaracteriz a ferida na onipotência narcísica de algumas mães alienadoras, que tem como pensamento que pode fazer aquilo que idealizam o certo e o que der na " telha", que não sofre ameaças de perder a guarda de seus filhos. 
7.0 ESTUDO DA LEI 12.318/2010 – ALIENAÇÃO PARENTAL
	Diante de tudo exposto e estudado, foi criada em 26 de agosto de 2010 a Lei nº 12.318, que diz respeito da AP no Brasil. A lei mostra o sentido do ato, a interpretação, trás os genitores, onde um deles pode ser responsavel por tal ato e mostra que tal atituda não depende exclusivamente dos pais, mas, que pode ocorrer de avós, tios ou pessoas próximas que detenha da guarda da criança.
	O art. 2º consdera AP quando interfere na formação psicológica do menor ou do adolescente, que venha ser induzida a cometer prejuízo ao vínculo da criança com a alienado. 
	Art. 3.º O ato de praticar a AP mexe com a cabeça da criança e fere o direito fundamental de convivência familiar saudável, interfere no convivio e afeto nas relações com o genitor e com o a família.
	Para que ocorra a Alienação parental, basta ser praticado qualquer um dos atos descritos, que desqualifique a imagem do outro, onde um júiz sabe por meio de uma pericia: Manifestar quais quer tipo de desqualificação da conduta do genitor no exercicio da paternidade ou maternidade; dificultar a atividade da autoridade parental; proibir ou dificultar o contato da criança com o genitor; proibir ou dificultar as atividades regulamentada de convivio familiar; omitir informações que diz respeito a criança contra o genitor; informar noticias falsas contra genitor, família deste ou contra avós; mudar de endereço para local distante e não informar, onde acarrete a dificuldade de convivência com a criança ou adolescente com o outro genitor.