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TUDO JUNTO

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da costela: Situado na junção do colo e do corpo, possui uma face articular lisa que se articula com o 
processo transverso da vértebra correspondente e uma face não articular rugosa é o local de fixação do 
ligamento costotransversário. 
❖ Corpo da costela (diáfise): fino, plano e curvo, principalmente no ângulo da costela, onde a costela faz uma curva 
anterolateral. A face interna côncava do corpo exibe um sulco da costela, paralelo à margem inferior da costela, que 
oferece alguma proteção para o nervo e os vasos intercostais. 
✓ Costelas atípicas (I, II e X a XII): 
❖ A costela I é a mais larga, mais curta e mais curva das sete costelas verdadeiras. Tem uma única face articular em 
sua cabeça para articulação apenas com a vértebra T I e dois sulcos transversais na face superior para os vasos 
subclávios, os sulcos são separados pelo tubérculo do músculo escaleno anterior. 
❖ A costela II tem um corpo mais fino, menos curvo e é bem mais longa do que a costela I. A cabeça tem duas faces para 
articulação com os corpos das vértebras T I e T II, sua principal característica atípica é uma área rugosa na face 
superior, a tuberosidade do músculo serrátil anterior. 
❖ As costelas X a XII, como a costela I, têm apenas uma face articular em suas cabeças e articulam-se apenas com 
uma vértebra. 
 Ddd COMPOSIÇÃO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
❖ A costelas XI a XII são curtas e não têm colo nem tubérculo. 
• As cartilagens costais prolongam as costelas anteriormente e contribuem para a elasticidade da parede torácica, garantindo uma 
fixação flexível para suas extremidades anteriores. 
• Os espaços intercostais separam as costelas e suas cartilagens costais umas das outras. São denominados de acordo com a costela 
que forma a margem superior do espaço 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
▪ 
▪ ntêm os tecidos são então levados a um micrótomo (Figura 1.1), onde são seccionados por uma lâmina de aço ou de vidro, de modo 
a fornecer cortes de 1 a 10 micrômetros de espessura. Lembre-se de que: um micrômetro (1 µm) = 0,001 mm= l0-6 m; um 
nanômetro (1nm) =0,001 µm = l0-6 mm = l0-9 m. Após serem seccionados, os cortes são colocados para flutuar sobre uma 
superfície de água aquecida e, depois, sobre lâminas de vidro, onde aderem e serão, em seguida, corados. 
▪ • 
 
3) 
 
 
 
 Ddd MÚSCULOS INTERCOSTAIS 
• Os músculos intercostais ocupam os espaços intercostais. A camada superficial é formada pelos músculos intercostais externos 
e a camada interna, pelos intercostais internos. As fibras mais profundas desses últimos, situadas internamente aos vasos 
intercostais, são designadas de forma um pouco artificial como um músculo separado, os intercostais íntimos. 
• que forma a margem superior do espaço 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Ddd NA VIDA REAL... 
▪ Os músculos intercostais externos (11 pares) ocupam os espaços intercostais desde os tubérculos das costelas 
posteriormente até as junções costocondrais anteriormente. Cada músculo tem fixação superior à margem inferior da costela 
acima e inferior à margem superior da costela abaixo. Os músculos intercostais externos são mais ativos durante a inspiração. 
▪ Os músculos intercostais internos (11 pares) seguem profundamente e perpendiculares aos intercostais externos. Eles fixam-
se aos corpos das costelas e a suas cartilagens costais, desde o esterno anteriormente até os ângulos das costelas 
posteriormente. Esses músculos, mais fracos do que os intercostais externos, são mais ativos durante a expiração. 
▪ Os músculos intercostais íntimos são semelhantes aos intercostais internos e são, na realidade, suas partes mais profundas. 
Os músculos intercostais íntimos são separados dos intercostais internos pelos nervos e vasos intercostais. 
✓ Toracocentese: Às vezes é necessário introduzir uma agulha hipodérmica na cavidade pleural, através de um espaço 
intercostal (toracocentese), para colher uma amostra de líquido ou para retirar sangue ou pus. Para evitar lesão do nervo 
e dos vasos intercostais, a agulha é introduzida superiormente à costela, em posição suficientemente alta para evitar 
os ramos colaterais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
▪ 
▪ ntêm os tecidos são então levados a um micrótomo (Figura 1.1), onde são seccionados por uma lâmina de aço ou de vidro, de modo 
a fornecer cortes de 1 a 10 micrômetros de espessura. Lembre-se de que: um micrômetro (1 µm) = 0,001 mm= l0-6 m; um 
nanômetro (1nm) =0,001 µm = l0-6 mm = l0-9 m. Após serem seccionados, os cortes são colocados para flutuar sobre uma 
superfície de água aquecida e, depois, sobre lâminas de vidro, onde aderem e serão, em seguida, corados. 
▪ • 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 Ddd ÓRBITAS 
OLHOS E AFINS 
 
• Função: As órbitas contêm o bulbo do olho e as estruturas acessórias da visão. 
• Localização: A região orbital é a área da face sobre a órbita e o bulbo do olho que inclui as pálpebras superior e inferior, além do 
aparelho lacrimal. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 A DESCRIÇÃO 
 A COMPOSIÇÃO 
• Todo espaço dentro das órbitas não ocupado por essas estruturas é preenchido pelo corpo adiposo da órbita, assim, forma a matriz 
na qual estão inseridas as estruturas da órbita. 
• A órbita tem uma base, quatro paredes e um ápice. 
▪ A base da órbita é delimitada pela margem orbital que circunda o ádito orbital. Ela oferece fixação para o septo orbital, uma 
membrana fibrosa que se estende até as pálpebras. 
▪ As quatro paredes são constituídas por sete ossos que se articulam em: parede lateral (zigomático, esfenoide e frontal), 
parede medial (maxilar superior, lacrimal, etmoide e esfenoide), parede superior ou teto (frontal e esfenoide) e parede 
inferior ou assoalho (zigomático, maxilar superior e palatino). 
▪ O ápice da órbita situa-se no canal óptico na asa menor do esfenoide. 
• Os ossos que formam a órbita são revestidos pela periórbita, o periósteo da órbita. 
• Fissuras e forames orbitais: 
▪ O canal óptico situa-se no ápice, e dá passagem ao nervo óptico e à artéria oftálmica. 
▪ A fissura orbital superior é a fenda entre as asas maior e menor do osso esfenoide e transmite os nervos oculomotor, 
troclear e abducente, ramos do nervo oftálmico e as veias oftálmicas. 
▪ A fissura orbital inferior situa-se entre o osso esfenoide e a maxila e transmite os ramos infraorbital e zigomático do nervo 
maxilar e vasos acompanhantes, ramos orbitais do gânglio pterigopalatino e uma conexão entre a veia oftálmica inferior 
e o plexo venoso pterigóideo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Ddd PÁLPEBRAS 
 A DESCRIÇÃO 
• Função: As pálpebras são duas pregas de pele modificada que cobrem a superfície anterior do olho. Pelo seu fechamento reflexo, 
realizado pela contração do músculo orbicular do olho, elas protegem o olho de lesão e defendem os olhos de luz excessiva. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 A COMPOSIÇÃO 
• A pálpebra superior é maior e mais móvel do que a pálpebra inferior, e contém