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Materiais Sistemas e Instalações de Água e Esgoto

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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ
CAMPUS-ITAITUBA
	
CURSO DE TECNÓLOGO EM SANEAMENTO AMBIENTAL
DISCIPLINA: MATERIAIS PARA SISTEMAS E INSTALAÇÕES DE ÁGUA E ESGOTO.
TURMAS: TSA- 2º Ano
PROFº: FRANCISCO RENDEIRO.
_______________________________________________________________
1ª AULA:
ASSUNTO: RECEBIMENTO E ACEITAÇÃO DOS MATERIAIS.
RECEBIMENTOS E ACEITAÇÃO DOS MATERIAIS:
1.1.Transporte:
A escolha do material a empregar (tipo de tubulação) nas redes coletoras de esgotos sanitários é função das características dos esgotos, das condições locais e dos métodos construtivos, mas os seguintes aspectos normalmente devem ser considerados.
Os tubos deverão ser calçados lateralmente e nas extremidades, de maneira a impedir qualquer deslocamento.
As tubulações com diâmetros nominais iguais ou superiores ao DN (diâmetro nominal) 60 mm deverão ser apoiadas em fôrmas de apoio (berços).
Os tubos deverão ser armazenados com segurança.
Os materiais entregues na obra deverão ser inspecionados quanto ao seu estado, no ato do seu recebimento, cabendo a recusa pela Fiscalização e Empreiteira no caso de eventuais defeitos que impeçam a sua montagem. Caberá, neste caso, ao fornecedor a obrigação de repor todo material que posteriormente for avariado ou recusado.
	
	
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Os tubos entregues no canteiro de obras deverão ser ensaiados, inspecionados ou certificados na fábrica. 
Em cada unidade deverão ser marcados claramente: 
- Diâmetro; 
- Classe; 
- Data de fabricação; 
- Nome ou marca do fabricante. 
Para a descarga dos tubos, deverão ser utilizados dispositivos de levantamento adequado, içados em posição horizontal, guiando-os no início e final da manobra. Evitar balanço, choques com as laterais do veículo ou com outros tubos.
Nunca se deve: 
- Arrastar os tubos no chão. 
- Atirar os tubos no chão, mesmo em cima de pneus ou areia. 
A figura abaixo mostra o método correto de içamento dos tubos:
Independentemente do método de manuseio dos tubos, a Empreiteira deverá tomar as devidas precauções para evitar danos aos tubos e para assegurar que os mesmos estejam sendo manuseados com segurança.
	
	
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As tubulações utilizadas poderão ser moldadas no local ou pré-moldadas. As tubulações moldadas no local são normalmente de concreto armado, e as tubulações pré-moldadas podem ser de vários materiais.
1.2. MATERIAIS EMPREGADOS NAS REDES DE ESGOTOS SANITÁRIOS.
A escolha do material a empregar (tipo de tubulação) nas redes coletoras de esgotos sanitários é função das características dos esgotos, das condições locais e dos métodos construtivos, mas os seguintes aspectos normalmente devem ser considerados:
- Condições de escoamento.
- Resistência a cargas internas e externas, resistência à abrasão, resistência à ação de substâncias agressivas.
- Condições de impermeabilidade e juntas adequadas.
- Disponibilidade de diâmetros necessários.
- Facilidade de transporte, assentamento e instalação de equipamentos e acessórios.
- Custos (material, transporte e assentamento).
2.0. INSTRUÇÕES PARA MANUSEIO E ESTOCAGEM:
2.1. TUBOS:
2.1.2. CARREGAMENTO E TRANSPORTE:
Em virtude do maior diâmetro das bolsas, deve-se alterar a colocação das pontas e bolsas nas várias camadas. Antes da colocação da primeira camada no caminhão não se esquecer de colocar berços de madeira apropriados atravessados na carroceria, espaçados 1,5 m para compensar a altura das bolsas. Caso a carroceria seja baixa, não deixe de colocar caibros em pé, como mostra o desenho, utilizando cordas para garantir uma carga uniforme e bem amarrada. Nos pontos de atrito entre corda e tubo, proteja com papelão.
	
	
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2.1.3. DESCARREGAMENTO:
Não jogue o tubo no chão, descarregue um a um, manualmente, ou com auxílio de equipamento mecânico:
 
Não recomendado Recomendado com corda Grossa
2.1.4. ESTOCAGEM:
Para o empilhamento, adotar camadas cruzadas, nas quais os tubos são dispostos com as pontas e bolsas alternadas.
 
Calce com cunha de madeira 
 
Os tubos são fornecidos em barras de 3 m ou 6 m de comprimento, amarrados entre si com fitas próprias. Para estocagem dos tubos devem-se procurar locais sombreados, livres da ação direta ou de exposição contínua ao sol. 
	
	
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Os tubos devem ser empilhados com as pontas e as bolsas alternadas. 
A primeira camada de tubos tem que estar totalmente apoiada, ficando livres apenas as bolsas.
Para se conseguir esse apoio contínuo, pode ser utilizado um tablado de madeira ou caibros (em nível) distanciados de 1,50 metros, colocados transversalmente à pilha de tubos.
Admite-se um empilhamento com altura máxima de 1,50 metros, independente da bitola ou espessura dos tubos.
No caso de tubos amarrados em feixes, consideram-se cada feixe como sendo um tubo individual. Porém, recomenda-se evitar esse tipo de empilhamento para estocagens prolongadas.
Outra alternativa de empilhamento, é fazer camadas cruzadas, na qual os tubos são dispostos com as pontas e as bolsas alternadas, porém, em camadas transversais.
	
	
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2.2. CONEXÕES:
As conexões podem ser transportadas sem embalagem, porém, com todos os cuidados para um perfeito acomodamento e proteção do produto. O empilhamento de conexões avulsas é desaconselhável, pois podem ocorrer quedas.
2.3. ANEL DE BORRACHA E PASTA LUBRIFICANTE: Devem ser estocados adequadamente.
3.0. TUBULAÇÕES MAIS UTILIZADAS EM REDES COLETORAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS.
- Tubos Cerâmicos;
- Tubos de Concreto;
- Tubos Plásticos;
- Tubos de Ferro Fundido;
- Tubos de Aço.
3.1.1.TUBOS CERÂMICOS - MANILHAS DE BARRO. 
Os tubos cerâmicos, hoje, ainda apresentam uma grande aceitação para a construção de redes coletoras de esgotos sanitários. Os tubos cerâmicos são fabricados com argila cozida a elevadas temperaturas e são vidrados internamente e externamente. 
3.1.2. A indústria nacional produz tubos cerâmicos variando de:
- 75 mm a 600 mm;
- Com comprimento nominal de 600 mm, 800 mm, 1000 mm, 1250 mm, 1500 mm e 2000 mm.
	
	
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3.1.3. Os tubos cerâmicos apresentam as seguintes características:
- Baixa rugosidade.
- Resistência à cargas provocadas por aterros comuns.
- Resistentes à ácidos e outras substâncias químicas (não atacado p/ácido sulfúrico).
- Apresentam boa impermeabilidade.
- Apresentam baixo custo.
- Apresentam facilidade de quebra.
Os tubos cerâmicos são fabricados com ponta e bolsa e as especificações e métodos relativos aos ensaios são fixados pela ABNT:
NBR 5645/1989:
Fixa as condições exigíveis para aceitação e/ou recebimento de tubos cerâmicos de juntas não elásticas empregados na canalização de águas pluviais, de esgotos sanitários e de despejos industriais, que operam sob a ação da gravidade.
3.1.4. Existem Três tipos de juntas disponíveis no mercado:
- Junta de Argamassa de Cimento e Areia (1:3):
É uma junta rígida que por apresentar alguns inconvenientes não é muitoutilizada (cuidados especiais durante a execução, possibilidade de agressão pelo esgoto, possibilita a penetração de raízes para o interior da canalização).
- Junta com Betume:
É uma junta semirrígida com betume quente após o estopeamento (cordão de estopa entre a ponta e a bolsa). È um tipo de junta muito utilizada em tubo cerâmico.
	
	
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OBS: 
Betume: 
É a mistura sólida, pastosa ou mesmo líquida de compostos químicos (hidrocarbonetos) que pode aparecer na Natureza ou obtida em processo de destilação do petróleo. 
Sinônimo: pez mineral.
Substância facilmente inflamável, de cor escura e pegajosa. 
É constituído de carbono e hidrogênio, dentre outras substâncias.
Do betume são obtidos vernizes, massas de revestimento, bases para pintura. 
Para a pavimentação de ruas é utilizado o betume formado de resíduos do petróleo destilado.
O betume é popularmente conhecido como piche.
Junta Elástica: 
É uma junta que utiliza um anel de borracha entre a ponta e a bolsa de um tubo ou conexão cerâmica. 
Obs.: NBR 14208/1989: 
Fixa as condições exigíveis para aceitação e/ou recebimento de tubos cerâmicos com junta elástica empregados em canalizações de águas pluviais, de esgotos sanitários e de despejos industriais, que operam sob a ação da gravidade.
3.2.1. TUBOS DE CONCRETO.
Estas tubulações podem ser de concreto simples (ponta e bolsa) ou de concreto armado (moldados no local ou pré-moldados).
Os tubos de concreto estão sujeitos ao ataque químico (corrosão por ácido sulfúrico), o ácido sulfúrico ataca o cimento enfraquecendo a tubulação (diminuindo a resistência da tubulação) e proporcionando o rompimento da canalização. 
	
	
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O ácido sulfúrico: É proveniente de compostos originados da decomposição anaeróbica do esgoto.
- Os tubos de Concreto Simples:
Apresentam o diâmetro variando de 200 mm a 1.000 mm (NBR- 8889/1989: classe S-1 e S-2).
- Os tubos de Concreto Armado:
Apresentam o diâmetro variando de 400 mm a 2.000 mm (NBR- 8890/1989: classe A-2 e A-3).
3.2.2. Os tubos de concreto apresentam baixa rugosidade e são utilizados principalmente nas seguintes situações:
- Em canalizações a partir de 400 mm:
Para as quais não são normalmente oferecidos tubos cerâmicos - coletores tronco, interceptores e emissários.
- Em canalizações que exigem Resistência acima da oferecida:
Porque a resistência da tubulação pode variar com a espessura e com a armadura utilizada. 
Para as canalizações de esgotos sanitários normalmente se empregam tubos de ponta e bolsa com anel de borracha (concreto simples e concreto armado), mas as tubulações poderão ser também de pontas lisas para luvas ou de encaixe a meia espessura.
4.0. Os tubos de concreto bem como os anéis de borracha para a junta elástica devem ser submetidos a ensaios normalizados pela ABNT, como:
- Resistência à compressão diametral;
- Verificação da permeabilidade;
-Estanqueidade e índice de absorção de água / dureza, tração, deformação, envelhecimento e determinação da absorção de água.
	
	
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DISCIPLINA: MATERIAIS PARA SISTEMAS E INSTALAÇÕES DE ÁGUA E ESGOTO.
TURMAS: TSA- 2º Ano
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2ª AULA:
ASSUNTO: TUBULAÇÕES E MATERIAIS UTILIZADOS.
Tubos Hidráulicos: 
Graças à tecnologia, existe no mercado uma vasta opção de tubos para o transporte de água fria, de água quente e de esgoto.
Para a escolha, deve-se optar pelo material que alie características como longa vida útil (durabilidade), redução de procedimentos de manutenção e resistência à pressão de serviço.
Para água quente, deve ser escolhido um material que suporte temperaturas elevadas.
Existem vários tipos de tubos no mercado. 
Os tubos de PVC - Policloreto de Vinila:
São encontrados em duas linhas distintas: 
Linha Hidráulica:
Para conduzir água fria;
	
	
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Linha Sanitária:
Para sistemas de esgoto, ventilação e captação de água pluvial.
São os mais empregados nos sistemas hidrossanitários devido à facilidade de instalação, leveza, boa resistência à pressão, durabilidade quase ilimitada, menor perda de carga (bom desempenho) e baixo custo.
Os Tubos de CPVC - Policloreto de Vinila Clorado:
Possuem as mesmas propriedades dos tubos de PVC, mas são próprios para condução de água quente. 
O CPVC é um plástico que permite a passagem de água quente a uma temperatura máxima de 80º C.
Os Tubos de Cobre:
São utilizados para a condução de água fria ou quente e de gás. Uma importante característica do cobre é sua resistência a elevadas temperaturas, sem sofrer rompimento ou deformações.
O cobre é bactericida, fungicida e algicida, ou seja, inibe o crescimento de bactérias, fungos e algas no interior das tubulações.
Os tubos de Ferro Fundido:
São indicados para instalações prediais de esgoto sanitário e águas pluviais. Apresentam alta resistência mecânica e segurança contra incêndio.
As tubulações em Aço Galvanizado:
 Geralmente são utilizadas para condução de gás e água de combate a incêndio, no abastecimento de hidrantes e sprinklers (sistema de “chuveiros” automáticos de combate a incêndio). 
O material possui boa resistência mecânica e à pressão, mas não deve ser utilizado embutido (interno) em alvenarias.
	
	
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MATERIAIS UTILIZADOS.
Louças e Metais:
A linha hidrossanitária é muito ampla, engloba desde as louças e metais para banheiro até os registros e válvulas de descarga.
Vaso sanitário:
 
O sistema de descarga é composto pela bacia sanitária (vaso sanitário) e pelo aparelho hidráulico de descarga, que é utilizado para liberação da água para a limpeza dos dejetos na bacia. Pode ser uma válvula de descarga, caixa acoplada ou caixa suspensa.
Válvula de descarga.
	
	
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DIMENSÕES DE UMA TUBULAÇÃO:
	Bitolas Comerciais de Tubos e Conexões
	Linha Soldável (mm)
	Linha Roscável (Pol)
	Diâmetro nominal
	20
	½ “
	15
	25
	¾ “
	20
	32
	1”
	25
	40
	1¼ “
	32
	50
	1½ “
	40
	60
	2”
	50
	75
	2½”
	60
	85
	3”
	75
	110
	4”
	100
OBS: 
O tubo da linha soldável de 32 mm equivale ao de 1 polegada da linha roscável, só que o primeiro utiliza solda e o segundo utiliza rosca para unir tubulações.
Porem as duas bitolas tem o mesmo DN, ou seja, diâmetro interno de 25 mm
As bacias sanitárias e as válvulas de Descarga:
São por excelência os focos de projetos de racionalização de consumo. O dispositivo de descarga deve liberar a quantidade de água necessária para que a bacia sanitária faça o arraste dos dejetos pela tubulação.
As bacias convencionais faziam o arraste com, no mínimo, 9 litros de água, podendo chegar a mais de 12 litros por descarga.
Desde janeiro de 2003, um convênio firmado entre as empresas fabricantes do setor e o Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade (PBQP) determinou que as bacias sanitárias nacionais devessem ser projetadas para consumir no máximo 6 litros, independente do sistema de descarga adotado e que devem manter uma eficiente capacidade de sifonagem da peça. 
	
	
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Recente feira internacional de instalações sanitárias, realizada em Frankfurt (Alemanha), em 2003, apresentou vasos sanitários que funcionam apenas com 3 litros de água.
Torneira de fechamento automático de água:
Torneira automática por sensor:
Arejador para torneira
Tubo Série Normal 3 Metros.
	
 
Tubo Série Normal 6 Metros
	
	
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Curva 45º Longa 
Curva 90º Curta.
 
Curva 90º Longa. 
 
Curva R 45º
	
	
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Joelho 45º.
Joelho 90º.
Joelho 90º com Anel.				 Joelho 90º com Visita.
 
Junção Dupla.						
 				 
							
	
	
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Junção Invertida
Junção Simples.
Tê.							 Tê de Inspeção	
					
Cruzeta SN					 Plug Série Normal
				
	
	
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Prolongamento para Válvula de Retenção Redução Excêntrica
					
Terminal de Ventilação				 Válvula de Retenção
					
Adaptador para Saída de Vaso Sanitário	 Bucha de Redução Longa
					
Cap 					 Anel de Borracha
					
	
	
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Pés de Coluna
Nos pés de coluna, onde podem ocorrer impactos provocados pela queda de resíduos sólidos, normalmente lançados nos esgotos, devem ser utilizadas conexões reforçadas.
Luva de Correr Luva Simples
								
	
	
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Retorno de Esgoto
A Válvula de Retenção de Esgoto:
É projetada para evitar retorno nas instalações prediais de esgoto e águas pluviais, principalmente nos casos de inundações, enchentes, refluxo das marés, entupimentos ou ainda vazões elevadas nos períodos de fortes chuvas.
Ela possui um anel de borracha para vedação da tampa, o que impede a liberação de mau cheiro, e pode trabalhar a uma temperatura de 45°C em regime não contínuo.
Caixas e Ralos;
 
	
	
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Caixas sifonadas com fecho hídrico de 50 mm, com exceção da caixa de 100 x 100 x 50mm;
Caixas Sifonadas e Ralos:
É fabricada de PVC, tendo a função de conectar os ramais de descarga aos ramais de esgoto, ou ainda para a coleta de águas de piso (no caso dos ralos). 
Para uso em áreas de serviços, banheiros, terraços e outros pontos.
Caixa Sifonada				Caixa Sifonada DN 100 X 100 X 50
					
Caixa Sifonada DN 150 X 150 X 50 Caixa Sifonada DN 100 X 150 X 50
				
	
	
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Caixa Sifonada DN 150 X 185 X 75		 Corpo Caixa Sifonada
					
Ralo Cônico					 Ralo Quadrado
				
Ralo Sifonado Cilíndrico			Grelha Quadrada Branca
				
Grelha Quadrada Cromada		Grelha Quadrada de Alumínio
			
	
	
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- A caixa sifonada (CS):
Que recebe a água servida dos lavatórios e dos chuveiros, é dotada de fecho hídrico (camada líquida que veda a passagem de gases), destinada a receber efluentes da instalação secundária de esgotos
Grelha Redonda Branca			Grelha Redonda Cromada
				
Grelha Redonda de Alumínio			
 Porta Grelha Quadrado para Grelha Redonda
				
Porta Tampa para Caixa Sifonada Tampa Cega Quadrada Branca
				
	
	
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RALOS:
Os Ralos foram projetados para captar as águas provenientes de chuveiros e de lavagem de pisos. Quando existir a possibilidade de retorno dos gases do esgoto para o interior da residência, originando o mau cheiro característico, indica-se conectar este ralo a uma Caixa Sifonada, para que esta promova a vedação contra o mau cheiro. 
Por sua vez, as tubulações de esgoto devem ser conectadas aos tubos de ventilação.
RALOS SECOS:
Também projetados para captação da água de pisos, os ralos secos diferem dos ralos por não possuírem o sifão de proteção interna. Por não serem sifonados, não ocorre acúmulo de água no seu interior, o que facilita a sua utilização para a coleta de águas de terraço ou áreas de serviço, permitindo um rápido escoamento da água.
Luva Simples com Fixadores.
Antiespuma.
	
	
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Quando a espuma começa a ser escoada pela tubulação de entrada das caixas e ralos e tenta passar pela grelha, a borracha interna do antiespuma dobra e impede a sua passagem.
Caixas de Inspeção de Esgoto.
Caixa que recebe o esgoto dos ramais e sub coletores das edificações, conduzindo ao destino final. 
Deve ser instalada sempre que houver mudanças de direção na rede, e a cada 25 metros de rede, no máximo.
- A Caixa de Inspeção (CI):
É um recipiente que permite a inspeção, limpeza e desobstrução das tubulações de esgoto, antes da rede pública ou do seu destino final, como a fossa séptica. 
- Elas são usadas na junção de duas redes ou quando o comprimento da tubulação ultrapassar 12 metros. 
- Em geral, são feitas de alvenaria ou de concreto pré-moldado. 
- O formato geralmente é retangular, com dimensões de 60 x 60 cm e profundidade de até 1 metro. 
- O fundo deverá assegurar rápido escoamento e evitar formação de depósito. 
- As tampas deverão ser facilmente removidas, permitindo perfeita vedação.
	
	
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Caixas de Gordura.
- A caixa de gordura (CG):
É o recipiente destinado a receber despejos gordurosos de pias de cozinha, da cantina, de restaurantes, etc. e encaminhá-los para as caixas de inspeção.
Além da tubulação de ventilação, todo aparelho sanitário deverá ser protegido por caixa sifonada com grelha ou sifão sanitário
DIMENSIONAMENTO DAS CAIXAS DE GORDURA: 
As caixas de gordura são dimensionadas em função do número de cozinhas por elas atendidas. Desta forma, assim procede-se:
- Para a coleta de apenas uma pia de cozinha pode ser usada à caixa de gordura pequena;
- Para a coleta de uma ou mais cozinhas deve ser usada, pelo menos, a caixa de gordura simples;
- Para a coleta de duas a doze cozinhas deve ser usada, pelo menos, a caixa de gordura dupla;
- Para a coleta de mais de doze cozinhas, ou ainda, para cozinhas de restaurantes, escolas, hospitais, quartéis, etc. devem ser previstas caixas de gordura especiaisSERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
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3.1. MATERIAIS MAIS UTILIZADOS:
- Cerâmica
- Concreto
- PVC
- PEAD
- Ferro Fundido
- Aço
- Fibra de vidro
Tubo Cerâmico:
•Não resiste a cargas externas elevadas.
•Não resiste a pressões internas.
•Geralmente utilizado em escoamento livre.
•Alta resistência a meios ácidos e corrosão.
•Frágil (quebra facilmente)
Tubos tipo ponta e bolsa DN (Diâmetro Nominal): 
- 75,100,150,200,250,300,350,375,400,450,500e600mm.
Comprimento Nominal: CN
- 600, 800,1. 000,1. 250,1. 500 e 2.000mm.
 	
JUNÇÃO “T “ VITRIFICADO DE 400 mm
 
 	
	
	
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Concreto Armado:
Resiste a cargas externas moderadas.
•Não resiste a pressões internas.
•Grande peso.
•Geralmente utilizado em escoamento livre.
•Utilizado para grandes diâmetros.
Utilizado para coletores de esgoto com diâmetro igual ou maior que 400 mm, principalmente nos: Coletores troncos; Interceptores e Emissários
 
Redes de Esgotos podem ser utilizados:
- Tubos de concreto Simples:
NBR- 8889 prevê duas classes de tubos (S-1 e S-2) e diâmetros de 200 a1000mm.
- Tubos de concreto Armado:
NBR- 8890 prevê duas classes de tubos (A-2 e A-3) e diâmetros de 400 a 2000mm
Cloreto de Polivinil (PVC):
- Leve
- Boas condições de escoamento.
- Longa durabilidade (sem exposição ao sol)
- Baixo custo.
- Facilidade de assentamento e conexão.
- moderada resistência a pressões internas elevadas.
	
	
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- moderada resistência a cargas externas.
- Baixa resistência a choques.
- Altamente resistentes a corrosão.
Tubos tipo ponta e bolsa DN (diâmetro nominal):
100, 150, 200, 250, 300, 350, 400 mm.
Comprimento Nominal: CN
Todos com comprimento de 6,0m.
 
Polietileno de Alta Densidade (PEAD):
-Termo plástico derivado do Eteno.
- Elevada resistência à abrasão e compressão.
- Alta resistência ao impacto. 
- Boa resistência contra agentes químicos.
- Leve.
- Boas condições de escoamento 
OBS: Tem sido utilizado em ligações prediais de água e em emissários de esgoto terrestres e aquáticos.
	
	
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Polietileno de Alta Densidade (PEAD)
									
									
Ferro Fundido (FºFº):
•Elevada resistência a pressões internas.
•Elevada resistência a pressões externas.
•Sensíveis a corrosão.
•Peso elevado.
•Utilizado sem linhas de recalque,passagem sob rios,etc.
•Facilidade de assentamento e conexão.
•Pode ter revestimento interno com concreto, e outros materiais especiais.
•Pode ter revestimento externo.
•Rugosidade baixa.
•Envelhecimento provoca incrustações ou corrosão.
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