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1 FIS 191 INTRODUÇÃO A MECÂNICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE FÍSICA 2 ÍNDICE REVISÃO DE MATEMÁTICA BÁSICA ----------------------------------------------------------------------- 03 EQUÇÃO DO SEGUNDO GRAU--------------------------------------------------------------------------------------- 03 TRIÃNGULO RETÂNGULO--------------------------------------------------------------------------------------------- 04 CAPÍTULO 1- VETORES ---------------------------------------------------------------------------------------- 06 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS ------------------------------------------------------------------------------------------ 06 EXERCÍCIOS PROPOSTOS------------------------------------------------------------------------------------------- 10 CAPÍTULO 2- MOVIMENTO RETILÍNEO ------------------------------------------------------------------- 12 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS ------------------------------------------------------------------------------------------ 12 EXERCÍCIOS PROPOSTOS------------------------------------------------------------------------------------------- 23 CAPÍTULO 3- MOVIMENTO EM DUAS OU TRÊS DIMENSÒES------------------------------------- 28 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS ------------------------------------------------------------------------------------------ 28 EXERCÍCIOS PROPOSTOS------------------------------------------------------------------------------------------- 39 CAPÍTULO 4- LEIS DE NEWTON DO MOVIMENTO ---------------------------------------------------- 41 CAPÍTULO 5- APLICAÇÕES DASLEIS DE NEWTON -------------------------------------------------- 41 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS ------------------------------------------------------------------------------------------ 41 EXERCÍCIOS PROPOSTOS------------------------------------------------------------------------------------------- 62 CAPÍTULO 6- TRABALHO E ENERGIA CINÉTICA ------------------------------------------------------ 69 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS ------------------------------------------------------------------------------------------ 69 EXERCÍCIOS PROPOSTOS------------------------------------------------------------------------------------------- 74 CAPÍTULO 7- ENERGIA POTENCIAL E CONSERVAÇÃO DA ENERGIA ------------------------ 76 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS ------------------------------------------------------------------------------------------ 76 EXERCÍCIOS PROPOSTOS------------------------------------------------------------------------------------------- 85 CAPÍTULO 8- MOMENTO LINEAR, IMPULSO E COLISÕES ----------------------------------------- 88 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS ------------------------------------------------------------------------------------------ 88 EXERCÍCIOS PROPOSTOS------------------------------------------------------------------------------------------- 99 CAPÍTULO 11- EQUILÍBRIO ------------------------------------------------------------------------------------ 101 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS ------------------------------------------------------------------------------------------ 101 EXERCÍCIOS PROPOSTOS------------------------------------------------------------------------------------------- 114 3 1. Equação do Segundo Grau: Uma equação quadrática ou equação do segundo grau é uma equação polinomial de grau dois. A forma geral deste tipo de equação é: , onde x é uma variável, sendo a, b e c constantes, com a ≠ 0 (caso contrário, a equação torna-se linear). As constantes a, b e c, são chamadas respectivamente de coeficiente quadrático, coeficiente linear e coeficiente constante ou termo livre. A variável x representa um valor a ser determinado, e também é chamada de incógnita. A equação quadrática é, antes de tudo, um polinômio do segundo grau, isto é, tem como termo de maior grau (valor do expoente mais alto) um termo de expoente 2. A definição "a diferente de zero (a ≠ 0)" é o que caracteriza a equação de segundo grau, visto que a incógnita é diretamente multiplicada pelo coeficiente a, e portanto se a fosse igual a zero, anular-se-ia o e assim a equação passaria a ser linear. Para a resolução de uma equação do segundo grau completa ou incompleta, podemos recorrer à fórmula geral de resolução: Esta fórmula também é conhecida como fórmula de Bhaskara. Na fórmula acima, a expressão que aparece sob a raiz quadrada é chamada de discriminante da equação quadrática, e é comumente denotada pela letra grega delta maiúsculo: Dessa forma, pode-se reescrever a fórmula resumidamente como: Uma equação quadrática com coeficientes reais tem duas raízes reais, ou então duas raízes complexas. O discriminante da equação determina o número e a natureza das raízes. Há apenas três possibilidades: (Lembrando que todo polinômio de grau n, tem n raízes; Como uma equação do 2º grau é de grau 2, logo ela possui duas raízes.) Se a equação tem duas raízes reais distintas. No caso de equações quadráticas com coeficientes inteiros, se o discriminante for um quadrado perfeito, então as raízes são números racionais — em outros casos eles podem ser irracionais. Se a equação tem duas raízes reais e iguais, ou popularmente "uma única raiz", algumas vezes chamada de raiz dupla: Se a equação não possui qualquer raiz real. Em vez disso, ela possui duas raízes complexas distintas, que são conjugadas uma da outra: e onde i é a unidade imaginária. REVISÃO DE MATEMÁTICA BÁSICA 4 Assim as raízes são distintas se e somente se o discriminante é não nulo, e são reais se e somente se o discriminante é não-negativo. Exemplo de resolução de uma equação do segundo grau: 1) Encontre as raízes da equação: 2x2 - 6x - 56 = 0 Aplicando a fórmula geral de resolução à equação temos: Observe que temos duas raízes reais distintas, o que já era de se esperar, pois apuramos para ∆ o valor 484, que é maior que zero. Logo: As raízes da equação 2x2 - 6x - 56 = 0 são: -4 e 7. Fonte de pesquisa: http://pt.wikipedia.org/wiki/Equa%C3%A7%C3%A3o_quadr%C3%A1tica http://www.matematicadidatica.com.br/EquacaoSegundoGrau.aspx 2. Triângulo retângulo: Triângulo retângulo, em geometria, é um triângulo que possui um ângulo reto (90°) e outros dois ângulos agudos, e (Figura 1), e a soma dos três ângulos internos é igual a um ângulo raso (180°). É uma figura geométrica muito usada na matemática, no cálculo de áreas, volumes e no cálculo algébrico. Em um triângulo retângulo, sabendo-se as medidas de dois lados ou a medida de um lado mais a medida de um ângulo agudo, é possível calcular a medida dos demais lados e ângulos. A área de um triângulo retângulo é dada pela metade do produto dos menores lados (ab/2). A relação entre os lados e ângulos de um triângulo retângulo é a base da trigonometria. 2.1 . Teorema de Pitágoras: O Teorema de Pitágoras diz que: A soma dos quadrados dos catetos é igual ao quadrado da hipotenusa. — Pitágoras ou, em linguagem matemática, baseado na Figura 1: hipotenusa (c)² = cateto (a)² + cateto (b)² Figura 1: Exemplo de um triângulo retângulo. 5 2.2 . Relações trigonométricas do triângulo retângulo: Outra maneira de calcular a medida dos lados de um triângulo retângulo é através da medida de um ângulo e um lado, usando a Trigonometria. As principais relações trigonométricas são: Seno, Cosseno e Tangente. 2.2.1. Seno deum ângulo É dado pela razão entre os lados que formam o outro ângulo agudo, dado pela ordem: Exemplo: Para o triângulo retângulo da Figura 1, teríamos: c asenθ e c bsen 2.2.2. Cosseno de um ângulo É a razão entre a medida do cateto adjacente e a medida da hipotenusa e é dado pela razão entre os lados que formam o próprio ângulo agudo, dado pela ordem: Exemplo: Para o triângulo retângulo da Figura 1, teríamos: c bcosθ e c acos 2.2.3. Tangente de um ângulo É dada pela razão entre o Seno e o Cosseno de um ângulo, ou entre os catetos, dado pela seguinte ordem: Exemplo: Para o triângulo retângulo da Figura 1, teríamos: b atgθ e a btg Fonte de pesquisa: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tri%C3%A2ngulo_ret%C3%A2ngulo 6 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS CAPÍTULO 1- VETORES 1. 2. 3. 7 4. 5. 8 6. 7. 9 8. 10 EXERCÍCIOS PROPOSTOS 1. Um arco circular é centrado no ponto de coordenadas .0,0 yx (a) Uma estudante caminha ao longo desse arco da posição 0,5 ymx até uma posição final .5,0 myx Determine o vetor deslocamento da estudante. (b) Uma segunda estudante caminha da mesma posição inicial ao longo do eixo x para a origem e, em seguida, ao longo do eixo y para .05 xemy Qual é o vetor deslocamento da segunda estudante? 2. Para os dois vetores A e B mostrados na figura abaixo, cujos módulos são iguais a 2 m, determine o vetor resultante de: (a) BA , (b) BA , (c) BA 2 , (d) AB , (e) AB 2 . 3. Um vetor A possui módulo de 8 m e faz um ângulo de 37º acima do eixo x positivo; o vetor jˆ(5m) -iˆ3m)(B ; o vetor jˆ(3m)iˆ)6(C m . Determine os seguintes vetores: (a) CAD , (b) ABE , (c) BAF 2 , (d) um vetor G tal que GCABG 32 . 4. Uma roda de raio igual a 45,0 cm rola sem deslizar ao longo de um plano horizontal (Figura abaixo). No instante t1, o ponto P pintado na borda da roda está no ponto de contato entre a roda e o piso. Em um instante posterior t2, a roda girou meia volta. Quais são o módulo e a orientação do vetor deslocamento do ponto P durante este intervalo de tempo? 5. Um barco a vela navega 2 km para o leste, em seguida 4 km para o sudoeste e, então, navega uma distância adicional em uma direção desconhecida. A sua posição final é a 5 km diretamente a leste do ponto de partida. Determine o vetor deslocamento do trecho desconhecido. 6. Um explorador de cavernas anda ao longo de uma passagem de 100 m em direção ao leste, em seguida 50 m em uma direção a 37º a oeste do norte e, enfim, 150 m a 53º a oeste do sul. Após um quarto deslocamento não medido, ele se encontra no lugar onde iniciou o percurso. Determine o quarto vetor deslocamento. 45º 30º A (2m) B (2m) x y P P No instante t1 No instante t2 11 7. Três vetores A , B e C possuem as seguintes componentes nas direções x e y: Ax = 6 m, Ay = – 3 m; Bx = – 3 m, By = 4 m; Cx = 2 m, Cy = 5 m. (a) Expresse os vetores A , B e C em termos de vetores unitários i e j . (b) Determine o vetor resultante CBAR . (c) Determine o módulo do vetor resultante. (d) Determine a orientação do vetor resultante. 8. Determine o módulo, a direção e o sentido dos seguintes vetores: (a) jiA ˆ3ˆ5 , (b) jiB ˆ7ˆ10 , (c) jiC ˆ7ˆ4 . RESPOSTAS 1. a) jir ˆ5ˆ5 NoroesteOrientação mrr ,º45: 07,7 b) jir ˆ5ˆ5 NoroesteOrientação mrr ,º45: 07,7 2. a) lestedonorteaOrientação mBA jiBA º5,7: 173,3 ˆ414,0ˆ146,3 b) oestedonorteaOrientação mBA jiBA º5,82: 435,2 ˆ414,2ˆ318,0 c) lestedonorteaOrientação mBA jiBA º4,21: 913,42 ˆ828,1ˆ56,42 d) lestedosulaOrientação mAB jiAB º5,82: 435,2 ˆ414,2ˆ318,0 e) lestedosulaOrientação mAB jiAB º59: 982,32 ˆ414,3ˆ05,22 3.a) lestedonorteaOrientaçãomD jiD º1,87:81,7 ˆ8,7ˆ4,0 b) oestedosulaOrientaçãomE jiE º9,70:4,10 ˆ8,9ˆ4,3 c) lestedonorteaOrientaçãomF jiF º5,88:81,14 ˆ8,14ˆ4,0 d) lestedosulaOrientaçãomG jiG º9,65:18,3 ˆ9,2ˆ3,1 4. jcmicmr ˆ)90(ˆ)3,141( lestedonorteaOrientaçãocmrr º5,32:5,167 5. lestedonorteaOrientaçãokmC jiC º9,25:48,6 ˆ83,2ˆ83,5 6. nordesteOrientaçãomD jiD ,º45:7,70 ˆ50ˆ50 7. a) jiC jiB jiA ˆ5ˆ2 ˆ4ˆ3 ˆ3ˆ6 b) jiR ˆ6ˆ5 c) mR 81,7 d) lestedonorteaOrientação º2,50: 8. oestedosulaOrientaçãoCc lestedosulaOrientaçãoBb lestedonorteaOrientaçãoAa º3,60:06,8) º35:21,12) º31:83,5) 12 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1. Dois carros A e B, movem-se no mesmo sentido. No instante t = 0, suas respectivas velocidades são v0 e 3v0 e suas respectivas acelerações são 2a e a. Se no instante t = 0 o carro A está uma distância D à frente do carro B, determine o(s) instante(s) em que eles estarão lado a lado. Expresse sua(s) resposta(s) em função de v0, a e D. CAPÍTULO 2- MOVIMENTO RETILÍNEO 0 0 XA XB D Carro A x0 (A) = D v0 (A) = v0 aA = 2a Carro B x0 (B) = 0 v0 (B) =3v0 aB = a A posição de uma partícula em movimento retilíneo com aceleração constante é dada por: 2 00 2 1 attvxx Para o carro A temos: 20 attvDxA , e para o carro B, 22103 attvxB . No(s) instante(s) em que os carros A e B estiverem lado a lado, xA = xB. 024 02 3 0 2 0 2 2 1 2 2 1 0 2 0 Dtvat Dtvat attvattvD As raízes da equação acima fornecerão os possíveis instantes em que os móveis estarão lado a lado. 024 0 2 Dtvat a aDvv a aDvv t a aDvv a aDvv t 242 2 2424 2 )2(84 2 8164 2 00 2 00 2 00 2 00 Para os casos em que 2042 vaD haverá dois instantes possíveis, t1 e t2, iguais a: a aDvv t a aDvv t 242 e 242 200 2 2 00 1 Para o caso em que 2042 vaD , o encontro ocorrerá no instante: a v t 0 2 . 13 2. Do alto do terraço de um edifício de altura H um objeto é arremessado verticalmente para cima, num local onde a aceleração da gravidade possui módulo g. Na descida ele passa rente ao edifício atingindo o solo com uma velocidade cujo módulo é v1. Determine, em função de v1, g e H, (a) a velocidade de lançamento do objeto; (b) o instante em que o objeto atinge o solo e (c) a velocidade do objeto no instante em que passa por um ponto localizado na metade da altura do edifício. 3. Um objeto é arremessado verticalmente para cima com velocidade de módulo 0v , num local onde a aceleração da gravidade possui um módulo igual a g. Determine (a) a posição e (b) os instantes em que a velocidade do objeto tem seu módulo reduzido à metade. Expresse suas respostas em termos de v0 e g. + x H v 0v 1v 0Considerando a origem do eixo x no solo e o sentido do movimento para cima como positivo podemos escrever: )3()(2 )2( )1( 2 1 2 0 2 0 2 0 Hxgvv gtvv gttvHx (a) Sabendo que o objeto atinge o solo (x = 0) com velocidade v = -v1 , usando a eq. (3) temos: gHvv gHvv gHvv Hgvv 2 2 2 )0(2)( 2 10 2 1 2 0 2 0 2 1 2 0 2 1 (b) Calculada a velocidade de lançamento e sabendo que o objeto atinge o solo com velocidade v = -v1, usando a eq. (2): 121 2 11 21 2 vgHv g t gtgHvv (c) Quando o objeto passa por um ponto localizado na metade da altura do edifício, x = H/2. Usando a eq. (3): gHvv gHvgHgHvv HHggHvv 2 1 2 1 2 1 2 2 2 1 2 2 2 22 0 + y 0v 1v 2v )3(2 )2( )1( 2 1 2 0 2 0 2 ygvv gtvv gttvy o 21 yyH (a) A velocidade do objeto terá o seu módulo reduzido a 2 0v nos instantes em que passar pela posição y1 = y2 = H, primeiramente subindo jvv ˆ 2 0 1 e, posteriormente, descendo )ˆ( 2 0 2 j vv . Substituindo v1 e v2 na equação (3), gyvv 220 2 temos: 2 0 2 0 2 0 2 0 2 0 4 3 4 122 2 vvvgHgHv v de tal forma que: g v H 8 3 20 (b) No primeiro instante t1, 2 0 1 vv e no instante t2, 2 0 2 vv . Substituindo v1 e v2 na equação (2), gtvv 0 , temos: g vtgtvv 22 0 110 0 e g vtgtvv 2 3 2 0 220 0 14 4. (a) Na Terra, onde a aceleração da gravidade é g, um objeto solto do repouso de uma certa altura, atinge o solo após um tempo t. Quanto tempo, um objeto solto do repouso num Planeta Z, onde o valor da aceleração da gravidade corresponde à metade do valor na Terra, gastaria para atingir o solo, tendo caído da mesma altura? Expresse sua resposta em termos de t. (b) Se o objeto solto na Terra atinge o solo com uma velocidade, cujo módulo é v, com que velocidade (em termos de v) o objeto solto no Planeta Z atinge o solo? g HtgtH attvyy 2 2 1 2 1 2 2 00 5. Uma pedra é arremessada verticalmente para cima, do alto de um edifício de altura H. A pedra atinge o solo no instante t1 após o lançamento. A aceleração da gravidade local vale g. (Dados: H, t1 e g). a) Determine a velocidade de lançamento da pedra. 00 v v + y g Terra 00 v zv + y g 2 1 Planeta Z 0 0 H H t tz gtv atvv 0 tt g HttgH attvyy z zz 2 22 2 1 2 1 2 1 2 2 00 vvtgv atvv zz 2 22 2 1 0 (b) (a) 0 H 0v g +x A posição x da pedra em um instante t é dada por: 2 0 2 1 gttvHx Em t = t1 a posição da pedra é x = 0. 1 10 2 110 2 110 2 1 2 1 2 10 t Hgtv Hgttv gttvH 15 b) Determine a velocidade com que a pedra atinge o chão. c) um esboço dos gráficos tx , tv e ta referentes ao movimento da pedra desde o instante em que é arremessada até atingir o chão. 6. Uma bola é arremessada verticalmente de cima para baixo com uma velocidade de módulo 0v , do alto de um edifício cuja altura, acima do solo, é H. O módulo da aceleração da gravidade local é g. Determine: (a) o instante após o arremesso que a bola atinge o solo; (b) a velocidade com que a bola atinge o solo. (c) Se a bola tivesse sido arremessada de baixo para cima, do mesmo local, com a mesma velocidade inicial 0v qual seria a sua velocidade ao atingir o solo? Em todos os itens, (a), (b) e (c) dê suas respostas em termos das grandezas H, g e 0v que se fizerem necessárias. Use o sistema de coordenadas convencionado abaixo. t x v a t t A velocidade da pedra em um instante t é dada por: gtvv 0 No instante t = t1 a velocidade da pedra será: 1 1 1 1 1 1 1 2 1 2 1 2 1 t Hgtv t Hgtv gt t Hgtv H t1 v0 t1 t1 -g 0 + x chão H 0v 1v t = 0 t1 Equações do movimento: )(2 2 1 2 0 2 0 2 0 Hxgvv gtvv gttvHx 16 7. Uma bola é arremessada verticalmente para cima, do alto de um edifício cuja altura, acima do solo, é H. O módulo da aceleração da gravidade local é g. Na descida ela passa rente ao edifício por um ponto localizado a uma altura H/2 acima do solo no instante t1 após ter sido lançada. Determine: (a) o módulo da velocidade de lançamento (em função de H, g e t1); (b) a velocidade com que a bola atinge o solo (em função de H, g e t1). Use o sistema de coordenadas convencionado abaixo. (a) Em 0,1 xtt g vgHv t g gHvv t g gHvv t g gHvv t Htvgt gttvH gttvH gttvHx 0 2 0 1 2 00 1 2 00 1 2 00 1 10 2 1 2 110 2 110 2 0 2 0 2 2 )2(42 2 842 022 220 2 10 2 1 (b) Em 1,0 vvx gHvv gHvv Hgvv Hxgvv 2 2 )0(2 )(2 2 01 2 0 2 1 2 0 2 1 2 0 2 (c) Da mesma forma que no item (b) a velocidade da bola em função da posição x da mesma será: )(220 2 Hxgvv Assim, ao chegar ao chão (x = 0) sua velocidade v2 também será: gHvv gHvv Hgvv Hxgvv 2 2 )0(2 )(2 2 02 2 0 2 2 2 0 2 2 2 0 2 0 + x chão H t = 0 Equações do movimento: ga v Hx ?0 0 )()( )( )( 32 2 1 2 1 2 0 2 0 2 0 Hxgvv gtvv gttvHx a) Em t = t1, x = H/2. Pela equação (1): 1 10 2 1 1 0 2 110 2 110 2 110 2 0 2 1 2 1 2 1 2 2 1 2 2 1 2 2 1 t Hgtv Hgt t v gtHtv gtHHtv gttvHH gttvHx b) Para x = 0, v = ? Pela equação (3): gH t Hgtv gH t Hgtv Hgvv Hxgvv 2 2 1 2 2 1 02 2 2 1 1 2 1 1 2 2 0 2 2 0 2 )( )( 17 8. Uma bola é arremessada verticalmente para cima, do alto de um edifício cuja altura, acima do solo, é H. O módulo da aceleração da gravidade local é g. Na descida ela passa rente ao edifício por um ponto localizado a uma altura H/2 acima do solo no instante t1 após ter sido lançada. Determine: (a) o módulo da velocidade de lançamento (em função de H, g e t1); (b) a velocidade com que a bola atinge o solo (em função de H, g e t1). Use o sistema de coordenadas convencionado abaixo. 9. A posição de uma partícula varia com o tempo de acordo com a equação abaixo: 242020 ttx , ondex é medido em metros e t em segundos. (a) Determine a velocidade média da partícula entre os instantes t = 0 e t = 2s. m)4(-220202)(t 20m0)(t 2 442 x x s/mv t xv 12 2 2044 (b) Determine a velocidade da partícula nos instantes t = 0 e t = 2s. 0 + x chão H t = 0 Equações do movimento: ga v Hx ?0 0 )3()(2 )2( )1( 2 1 2 0 2 0 2 0 Hxgvv gtvv gttvHx b) Em t = t1, x = H/2. Pela equação (1): 1 10 2 1 1 0 2 110 2 110 2 110 2 0 2 1 2 1 2 1 2 2 1 2 2 1 2 2 1 t Hgtv Hgt t v gtHtv gtHHtv gttvHH gttvHx c) Para x = 0, v = ? Pela equação (3): gH t Hgtv gH t Hgtv Hgvv Hxgvv 2 2 1 2 2 1 )0(2 )(2 2 1 1 2 1 1 2 2 0 2 2 0 2 18 tv tt dt d dt dxv 820 42020 2 )( (c) Determine a aceleração média da partícula entre os instantes t = 0 e t = 2s. 2 02 8 2 204 s/ma t vv t va (d) Faça um esboço dos gráficos tx , tv e ta referentes ao movimento da partícula, do instante t = 0 até a partícula chegar à origem de sua trajetória. s/mtv s/mtv 428202 200 )( )( + a (m/s2) t(s) + x (m) t (s) t(s) + v (m/s) 20 20 -8 242020 ttx tv 820 28 sma / 19 10. O gráfico abaixo representa aproximadamente a velocidade de um atleta em função do tempo em uma competição olímpica. (a) Faça um esboço do gráfico Posição x Tempo. Em t = 0, x0 = 0. 11. Em certo planeta Z, no qual se pode desprezar a resistência do ar, um astronauta mede o tempo t1 que uma pedra leva para atingir o solo, após ser arremessada verticalmente para cima da borda de um precipício com velocidade cujo módulo é v0. Sabendo que o módulo da velocidade da pedra ao atingir o solo é o dobro da velocidade de lançamento determine: (a) o módulo da aceleração da gravidade no planeta Z e (b) a altura do precipício. (c) Faça um esboço do gráfico da posição x tempo desde o instante do lançamento até o instante em que a pedra toca o solo. (Dados: t1 e v0). 0 + x x t 0v (c) 02v t = t1 t = 0 H H t1 0 (b) Em que intervalo de tempo o módulo da aceleração tem o menor valor? Determine-o. O menor valor da aceleração ocorre no intervalo de tempo de 6 a 16 s. Não há variação da velocidade, portanto, a aceleração é nula. (c) Em que intervalo de tempo o módulo da aceleração é máximo? Determine-o. A maior variação de velocidade por unidade de tempo ocorre no intervalo de tempo de 0 a 6 s. 2/2 06 012 sm t va (d) Qual é o deslocamento do atleta durante os 18s? mxxxÁreax 178 2 2)1210(1210 2 126"" (e) Qual a velocidade média do atleta durante a competição? sm s m t xv /89,9 18 178 0 2 4 6 8 10 12 14 0 2 4 6 8 10 12 14 16 20 Tempo (s) Ve lo ci da de (m /s ) 18 P os iç ão (m ) Tempo (s) 6 16 18 20 Equações do movimento: )3()(2 )2( 2 1 )1( 2 0 2 2 0 0 Hxavv tatvHx tavv Z Z Z No instante t = t1 , v = – 2v0. Pela Equação (1): 1 0 01 100 3 3 2 t va vta tavv Z Z Z No instante t = t1 , x = 0. Pela equação (2): 10 1010 1010 2 1 1 0 10 2 1 2 3 2 3 3 2 10 tvH tvtvH tvtvH t t v tvH 12. (a) A afirmativa a seguir faz sentido? “A velocidade média de um veículo às 9h da manhã era de 60 km/h.”. Explique. NÃO. Quando se refere a velocidade média isso compreende um determinado intervalo de tempo e não um instante como na afirmativa acima. (b) “É possível um corpo possuir ao mesmo tempo velocidade nula e aceleração não nula?” Explique. SIM. Como exemplo, um objeto em queda livre vertical, quando se encontra no ponto mais alto da trajetória possui velocidade nula e aceleração diferente de zero (a = -g). (c) “É possível um objeto reduzir a velocidade enquanto o módulo de sua aceleração cresce?” Explique. SIM. Desde que a aceleração seja contrária à velocidade. (d) “É possível um carro ter uma velocidade orientada para o oeste e uma aceleração orientada para o leste?” Explique. SIM. Neste caso o carro estaria freando. (e) “É possível ter deslocamento nulo e velocidade média diferente de zero?” Explique. NÃO. A velocidade média é definida como a razão entre o deslocamento e o intervalo de tempo gasto para deslocar. Sendo o deslocamento nulo, a velocidade média também será. 21 13. Considere o gráfico da velocidade de um objeto, em movimento retilíneo, mostrado na figura abaixo. Admitindo que em t = 0, x = 0. (c) Determine a velocidade média no intervalo de 0 a 10 s. 0)0( 0400400)10(410.40)10( 440 2 2 tx stx ttx 0 10 00 010 010 xx t xvm (d) Faça os gráficos a x t e x x t para o intervalo de 0 a 10 s. (a) Determine a aceleração do objeto. 2 0 /8 1080 10.4040 sma a a atvv (b) Escreva as equações do movimento, x (t) e v(t). 2 00 /8,/40,0 smasmvx 2 2 00 440 2 1 ttx attvxx tv atvv 840 0 v (m/s) t (s) 40 - 40 10 0 a (m/s2) x (m) t (s) t (s) -8 10 10 0 0 100 5 22 14. Para medir a aceleração da gravidade em um planeta W, uma pesquisadora atira uma pedra, da superfície do planeta, de baixo para cima, com uma velocidade de 8 m/s. A pedra atinge uma altura máxima de 16 m. Desprezando a influência da atmosfera do planeta sobre o movimento da pedra determine: (a) a aceleração da gravidade no planeta W; (b) o tempo que a pedra gasta para retornar à superfície e (c) a velocidade da pedra ao atingir a superfície do planeta. (a) v = 0 em x = 16 m v2 = 64 – 2gWx 0 = 64 – 2gW(16) 32gW = 64 gW = 64/32 = 2 m/s2 st t t tv 4 82 280 28 Tempo total de movimento tTotal = 2t tTotal = 2 x 4 tTotal = 8 s smv v tv /8 8.28 28 Equações do movimento: Wgasmvx ,/8,0 00 xgv tgv tgtx W W W 264 8 2 18 2 2 + x 0 0v v = 0 Hmáx (b) Tempo para atingir a altura máxima (c) Velocidade ao retornar à superfície do planeta 23 EXERCÍCIOS PROPOSTOS Quando necessário use g = 10 m/s². 1. Um automóvel se desloca com velocidade constantede 23 m/s. Suponha que o motorista feche os olhos (ou que olhe para o lado) durante 2 s. Calcule o deslocamento do veículo do automóvel neste intervalo de tempo. 2. Não confunda velocidade média com a média de um conjunto de velocidades (média das velocidades). Calcule a velocidade média de uma atleta nos seguintes casos: (a) A atleta anda 150 m com velocidade de 1,5 m/s e depois corre 100 m com velocidade de 4 m/s ao longo de uma pista retilínea. (b) A atleta anda 2 minutos com velocidade de 1,5 m/s e a seguir corre durante 3 minutos com velocidade de 4,5 m/s ao longo de um caminho em linha reta. 3. O limite de velocidade numa rodovia é alterado de 100 km/h para 80 km/h. Se um automóvel levava um tempo t para deslocar uma distância x com velocidade constante de 100 km/h, quanto tempo levará o automóvel para deslocar a mesma distância x com velocidade constante de 80 km/h? 4. Um trem se desloca com velocidade constante, de oeste para leste, sendo o módulo do vetor velocidade igual a 60 km/h durante 50 minutos. A seguir toma uma direção nordeste, com a velocidade de mesmo módulo da anterior, durante 30 minutos. Finalmente, mantendo a velocidade constante em módulo, segue para o oeste, durante 10 minutos. Determine o vetor velocidade média do trem durante todo o percurso. 5. Um automóvel se desloca numa estrada retilínea e sua velocidade aumenta de 5 m/s até 15 m/s num intervalo de tempo de 20 s. A seguir sua velocidade passa de 15 m/s para 35 m/s num intervalo de tempo de 80 s. Calcule o módulo da aceleração média: (a) na primeira etapa do percurso, (b) na segunda etapa do percurso. (c) Calcule a média aritmética das acelerações obtidas nos itens anteriores. (d) Calcule a aceleração média do percurso total, isto é, desde o momento inicial (v0 = 5 m/s) até o instante final (v = 35 m/s). 6. As figuras (a) e (b) abaixo mostram gráficos da posição x em função do tempo t para uma partícula em movimento retilíneo. (a) Em que ponto ou pontos existe mudança brusca do valor da velocidade? (b) Indique, para cada intervalo, se a velocidade é (+), (–) ou zero e se a aceleração é (+), (–) ou zero. 7. A figura abaixo mostra o gráfico da posição x em função do tempo t para uma partícula em movimento retilíneo. Esboce os gráficos da velocidade e da aceleração em função do tempo. 24 8. Um veículo é impulsionado por um foguete e desliza sobre um trilho retilíneo. Este veículo é usado para verificação experimental dos efeitos fisiológicos das grandes acelerações sobre seres vivos. Partindo do repouso, este veículo pode atingir uma velocidade de 1800 km/h em 2 segundos. (a) Admita que a aceleração seja constante e compare o valor número desta aceleração com o valor da aceleração da gravidade g. (b) Calcule o deslocamento do veículo neste intervalo de tempo. 9. Duas estações de trem estão separadas por uma distância de 3,6 km. Um trem, partindo do repouso de uma das estações, sofre uma aceleração constante de 1,0 m/s² até atingir 2/3 do percurso entre as estações. A seguir o trem desacelera até atingir a outra estação com velocidade nula. Determine: (a) a velocidade máxima do trem atingida na primeira etapa do percurso, (b) o módulo da desaceleração durante a diminuição da velocidade na segunda etapa do percurso, (c) o tempo total gasto durante o percurso entre as duas estações. (d) Faça os gráficos da posição x tempo, velocidade x tempo e aceleração x tempo para o movimento do trem, do início ao fim do percurso. 10. Suponha que um advogado contrate você para opinar sobre um problema relacionado com a física, surgido em um dos seus casos. A questão seria saber se um motorista excedeu ou não a velocidade limite de 60 km/h, antes de fazer uma parada de emergência ao aplicar os freios do veículo. As marcas do pneu na estrada, produzidas pelo deslizamento das rodas, tinham um comprimento de 8,0 m. O inspetor fez o cálculo da velocidade do automóvel levando em consideração que a desaceleração produzida pelos freios não poderia exceder, em módulo, o valor local da aceleração da gravidade g e deteve o motorista por excesso de velocidade. Refaça os cálculos do inspetor e verifique se estes cálculos estavam corretos ou não. Com base na hipótese de que a desaceleração era igual a g, qual seria a velocidade do automóvel no momento da aplicação dos freios. 11. Um automóvel faz uma ultrapassagem a 120 km/h. Entretanto, um outro automóvel vem em sentido contrário a 100 km/h. Suponha que os dois motoristas acionem simultaneamente os freios e os dois automóveis passem a sofrer uma desaceleração constante de módulo igual a 6 m/s². Determine a distância mínima entre os automóveis no início da freada para que não haja colisão entre os veículos. 12. Um trem parte do repouso e se desloca com aceleração constante. Num dado instante sua velocidade era de 10 m/s e a 60 m adiante sua velocidade passa para 17 m/s. Determine: (a) a aceleração, (b) o tempo necessário para deslocar os 60 m, (c) o tempo necessário para atingir a velocidade de 10 m/s, (d) o deslocamento do trem desde o repouso até atingir a velocidade de 10 m/s. 13. No momento em que um sinal de tráfego acende a luz verde, um automóvel parte do repouso com aceleração constante de 2 m/s². No mesmo instante um ônibus, deslocando- se com velocidade constante de 54 km/h ultrapassa o automóvel. (a) A que distância do seu ponto de partida o automóvel ultrapassará o ônibus? (b) Calcule a velocidade do automóvel neste instante. (c) Em um mesmo diagrama, faça os gráficos posição x tempo e velocidade x tempo do automóvel e do ônibus desde o início do movimento até o momento da ultrapassagem. 14. Um automóvel viajando em linha reta a 120 km/h está a 60 m de uma barreira quando o motorista aperta os freios. Três segundos após o carro colide com a barreira. (a) Determine o módulo da desaceleração do carro. (b) Que velocidade desenvolvia o automóvel no momento do impacto? (c) Qual deveria ser a desaceleração mínima do automóvel para que não ocorresse a colisão? 15. Uma pessoa debruçada sobre um muro de uma passarela deixa cair uma bola exatamente quando a dianteira de um caminhão passa bem abaixo do muro. Se o veículo está se movendo a 12 m/s e tem 10 m de comprimento, determine: (a) a altura da passarela em relação ao caminhão para que a bola atinja a traseira do caminhão, (b) a trajetória descrita 25 pela bola em relação a um observador situado na passarela, (c) a trajetória descrita pela bola em relação a um observador situado no caminhão. 16. Um balão sobe com velocidade de 15 m/s e está a 100 m acima do solo quando dele se deixa cair um saco de areia. Determine: (a) o tempo que o saco de areia demora para atingir o solo e (b) a velocidade com que o saco de areia atinge o solo. (c) Faça os gráficos da posição x tempo, velocidade x tempo e aceleração x tempo para o movimento do saco de areia, desde o instante em que ele é solto até atingir o solo. 17. Uma pedra é largada de uma ponte a 50 m acima do nível da água. Uma segunda pedra é arremessada verticalmente para baixo 1,5 s após a primeira pedra ter sido largada. Ambas atingem a água ao mesmo tempo. (a) Determine a velocidade de arremesso da segunda pedra. (b) Determine as velocidades com que as pedras atingem a água. (c) Faça os gráficos da posição x tempo e velocidade x tempo para cada pedra, considerando t = 0 o instante em que a primeira pedra foi largada. 18. Dois corpos são largados com um intervalo de tempo de 1,5 s, de uma mesma altura. Quanto tempo depois do primeiro começar a cair estarão os dois corpos separados por 15 m. 19. Um moleque atira uma pedra para cima na direção vertical, com uma velocidade inicial de 12 m/s do telhado de um edifício,30 m acima do chão. (a) Quanto tempo a pedra leva para atingir o chão. (b) Com que velocidade a pedra atinge o solo. (c) Em que (quais) instante(s) a pedra estará 5 m acima do ponto de lançamento e qual a sua velocidade nesse(s) instante(s)? 20. Um corpo cai da altura de 50m, partindo do repouso. Quanto ele percorre no último segundo da queda? RESPOSTAS 1. .46mx 2. (a) ./2 smv (b) ./3,3 smv 3. tt .25,12 4. . º19: /2,43 ˆ1,14ˆ8,40 lestedonortea Orientação hkmv jiv 5. (a) ²./5,01 sma (b) ²/25,02 sma (c) ²./375,0 2 21 smaa (d) ²/3,0 sma 6. Figura (a): (a) Ponto C (b) 6. Figura (b): (a) Em nenhum ponto. (b) 7. 0A AB BC CD v + + 0 - a 0 - 0 + 0A AB BC CD v + 0 + + a - 0 + 0 t v t a 26 8. (a) ga 5,25 (b) mx 500 9. (a) smv /3,69 (b) ²/2 sma (c) st 104 9. (d) 10. hkmv erradosCálculos /45 . 0 11. md 9,156 12. (a) ²/575,1 sma (b) st 44,4 (c) st 35,6 (d) mx 75,31 13. (a) mxA 225 (b) smvA /30 13. c) 14. (a) ²/, sma 98 (b) hkmsmv //, 2476 (c) ²/, sma 39 15. (a) mh 43, (b) (c) 16. (a) st 26, t (s) x (m) 2400 69,3 104 3600 t (s) v (m/s) 69,3 69,3 104 t (s) a (m/s²) 1,0 69,3 104 - 2,0 t (s) x (m) 225 15 Ônibus Automóvel t (s) v (m/s) 30 15 Ônibus Automóvel 15 27 (b) smv /47 (c) 17. (a) smv /8,210 (b) smvesmv /4,38/6,31 21 (c) 18. st 7511 , 19. (a) st 933, (b) smv /,327 (c) smvst smvst /,;, /,;, 66861 66540 22 11 20. md 626, 0 20 40 60 80 100 120 0 2 4 6 8 Tempo (s) P os iç ão (m ) -60 -50 -40 -30 -20 -10 0 10 20 0,0 2,0 4,0 6,0 8,0 Tempo (s) Ve lo ci da de (m /s ) -10 0 0 2 4 6 8 Tempo (s) Ac el er aç ão (m /s ²) -31,6 1,5 3,16 t (s) v (m/s) 0,0 -38,4 -21,8 50 1,5 3,16 t (s) x (m) 0,0 28 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1. Uma partícula move-se no plano xy com aceleração constante ja ˆβ , ( 0). No instante t = 0, passa pela origem do sistema de coordenadas com velocidade jiv ˆ2ˆ0 , ( 0). (a) Descreva os movimentos horizontal e vertical da partícula, faça um esboço de sua trajetória e represente no diagrama os dados iniciais do problema. Determine, em função de , e dos vetores unitários que se fizerem necessários, (b) o vetor posição ( r ) no instante em que ocorre inversão no movimento vertical da partícula e (c) o vetor velocidade ( v ) no instante posterior no qual a partícula cruzará a coordenada y = 0. x y (b) A inversão no movimento vertical ocorrerá quando vy = 0. Neste instante, a partícula estará localizada em: O vetor posição no referido instante será: iˆ jˆ ja jiv r ˆ ˆ2ˆ 0 0 0 β Mov. Horizontal x xx vtx avx 00 00 Movimento Vertical yv tvtty avy y yy 24 2 2 12 20 22 2 00 (a) Uma vez que a aceleração horizontal da partícula é nula, sua velocidade será constante, e o movimento horizontal será retilíneo e uniforme. No movimento vertical a aceleração é constante, positiva e a velocidade inicial negativa, de tal forma que, inicialmente, a partícula irá desacelerar até atingir uma velocidade vertical nula e a partir de então terá um movimento 0v a (0,0) 2 20 2 t t tvy 22 2. x x tx 222 2 2 224 2 2 122 2 12 y y tty )ˆ(2ˆ2 22 jir (c) A coordenada y será nula em t = 0 em um instante posterior t igual a: 4 2 12 2 12 2 2 t tt tty As componentes do vetor velocidade neste instante serão: 2 42e y yx v vv O vetor velocidade no referido instante será: jiv ˆ2ˆ e CAPÍTULO 3- MOVIMENTO EM DUAS OU TRÊS DIMENSÕES 29 2. Um rifle está apontado horizontalmente para uma parede localizada a uma distância D da saída do mesmo. O projétil atinge a parede a uma distância d abaixo do ponto visado. A aceleração da gravidade local tem módulo g. Determine em função das grandezas D, d, g e dos vetores unitários que se fizerem necessários, (a) o tempo de percurso do projétil, (b) o vetor velocidade do projétil ao sair do rifle e (c) o vetor velocidade do projétil ao atingir a parede. Equações do movimento Movimento Horizontal x0 = 0 v0x = vo ax = 0 0 0 vv tvx x Movimento Vertical y0 = 0 v0y = 0 ay = -g gyv gtv gty y y 2 2 1 2 2 (b) Sabendo que tvx 0 i d gDv d gDv g dvD g dtemDx 2 2 2 2 0 0 0 (a) O tempo de percurso do projétil corresponde ao instante em que o mesmo atinge a posição x = D e y = - d. g dt gtd gtyquevezUma 2 2 1 2 1 2 2 (c) A componente x da velocidade com que o projétil atinge a parede é: d gDvvv xx 200 A componente y da velocidade com que o projétil atinge a parede pode ser determinada por: gdv dyPara gyv y y 2 22 jgdi d gDv 2 2 iˆ jˆ (0,0) ?v ?0 v 30 3. Um projétil é lançado a partir da origem de um sistema de coordenadas com velocidade inicial de módulo vo, fazendo um ângulo acima da horizontal. A origem do sistema de coordenadas está localizada na base de uma rampa cuja inclinação é (veja figura abaixo). Considerando o módulo da aceleração da gravidade local igual a g, determine o instante que o projétil atinge a rampa. Expresse sua resposta em função de vo, g, e . 0v y x t = ? x(t) y(t) A posição do projétil num instante t, a partir do lançamento é dada por: Posição horizontal tvtx tatvxtx xx .cos)( )( 0 2 2 1 00 Posição vertical 2 2 1 0 2 2 1 00 .)( )( gttsenvty tatvyty yy 0,0 Movimento horizontal (x) 0 cos 0 00 0 x x a vv x Movimento vertical (y) ga senvv y x y 00 0 0 No instante t considerado, )( )(tan tx ty . Assim: )tan.cos( 2 )tan.cos(2 tan.cos tan.cos cos tan .cos . tan 0 0 002 1 2 1 00 0 2 1 0 0 2 2 1 0 sen g vt senvgt vsenvgt gtsenvvv gtsenv tv gttsenv 31 4. De um avião, mergulhando em um ângulo 0 com a vertical e a uma altura H, é abandonada uma bomba que bate no solo após um intervalo de tempo t. Determine, para o projétil, os vetores velocidade (a) ao deixar o avião, (b) ao atingir o solo e (c) o vetor deslocamento total. Escreva suas respostas em termos das variáveis 0, H, t e g, e dos vetores unitários do sistema de coordenadas abaixo, que se fizerem necessários. Represente no gráfico os dados pertinentes (vetores, trajetória, ângulo etc.). Suponha o referencial do observador imediatamente abaixo do ponto de lançamento. Utilize g para a aceleração da gravidade. Dados: 0 , H, t, e g Representação gráfica: Em ti = t0 = 0, x0 = 0 (1), y0 = H (2) e 000 sen vv x (3) e 000 cos vv y (4) (a) Cálculo do módulo da velocidade inicial: Na vertical, temos: 2 00 2 1 tgtvyy y (5) Como ao atingir o solo y = 0 , substituindo (2) e (4) em (5), obtém-se cos 1 20 tg t Hv . (6) Finalmente, valendo-se de (3), (4) e (6), o vetor velocidade inicial pode ser escrito nas formas: jvivvvv yxyx ˆˆ 00000 , ou, )ˆcosˆ( jisenvv 0000 , ou ainda )ˆˆ(tan jitg t Hv 00 2 . (7) (b) Cálculo do vetor velocidade do projétil ao atingir o solo: jvivvvv yxyx ˆˆ (8) Na horizontal (M.U. vx = cte. e ax = 0). Assim, tan 2 sen0 tg t Hvv xx , (9) já obtido em (a) (vide equação 7). Na vertical [MUV )( jgga y ]. tgvv yy 0 2 tg t Hv y (10) Substituindo (9) e (10) em (8), obtém-se: jtg t Hitg t Hv ˆ 2 ˆtan 2 0 (11) (d) Cálculo do vetor deslocamento total , r . yxr (12) ou )ˆ()ˆ( jyixr (13) ou ainda )ˆ()ˆ( jyixr (14) HHyyy 00 (15) tvxxxx x00 0 (16) De (14), (9), (16) e (15), tem-se: jHitgHr ˆˆtan 2 2 1 (17) o g 0v v Hy 0 x r y 0,0 32 5. No instante em que um foguete atinge o ponto mais alto da trajetória explode e lança verticalmente, em sentidos opostos, duas partículas com velocidades iniciais numericamente iguais a v0 (= 15 m/s). Sendo g (= 10 m/s2) a aceleração da gravidade, determine o intervalo de tempo decorrido entre os instantes em que as duas partículas chegam ao solo. Despreze o atrito com o ar. (Resposta numérica: 3 s). Dados: v1 = v2 = v0, e g. Ilustração: Gráfico de espaço versus tempo. Ao chegar ao solo as equações das posições das partículas serão: 2 11111 2 1 ffif tgtvyy (1) 2 22222 2 1 ffif tgtvyy (2) Como, para ambas, o módulo das velocidades iniciais são iguais (v1 = v2 = v0) e as posições iniciais e finais também, igualando (1) e (2), tem-se 2 220 2 110 2 1 2 1 ffff tgtvtgtv )( 2 1)( 22 2 1210 ffff ttgttv ))(()( 2 212121 0 ffffff ttttttg v g v ttt ff 0 21 2 )( (3) Outra solução mais simples seria: A partícula 1 irá subir, atingindo o ponto de altura máxima com velocidade nula. Em seguida retornará ao ponto de partida com velocidade idêntica em módulo, direção e sentido que a partícula 2. Desse modo, fica óbvio que ambas levam o mesmo tempo deste ponto até o solo. Portanto, o intervalo de tempo decorrido entre os instantes em que as duas partículas chegam ao solo será o tempo que a partícula 1 levará para retornar ao ponto de partida. Ou seja, 2''' 1 ' 1 ' 1 )(2 1 tgtvyy fif 2'' 011 )(2 10 tgtvyy ii g vtt 02 ' +y 1v 2v g ti = 0 t’ = 2v0/g t tempo (t) t1f t2f 33 6. Um projétil é disparado do alto de um barranco que está a uma altura H acima do nível de um vale, com velocidade inicial de módulo v0 inclinada de um ângulo acima da horizontal. Desprezando a resistência do ar e considerando a aceleração da gravidade local igual a g, determine: (a) a altura máxima acima do barranco atingida pelo projétil; (b) o vetor velocidade e o vetor aceleração do projétil no ponto mais alto; (c) o deslocamento do projétil desde o lançamento até atingir o solo; (d) o vetor velocidade com que a o projétil atinge o solo v . Expresse suas respostas em termos das grandezas H, v0, e g que se fizerem necessárias e dos vetores unitários mostrados abaixo. iˆ jˆ g + y + x (0,0) 0v H Hmáx Movimento Horizontal θcos θ.cos 0 0 vv tvx x Movimento Vertical gtvv gttvHy y -θsen 2 1-θ.sen 0 2 0 (a) θsen 2 2-θsen 0 2-θsen 2 2 0 máx 22 0 22 0 2 g vH gHv ygvv máx y (b) jga g ivv vvv yx ˆ a0a ˆθcos 0θcos yx 0 0 (c) g gHvv t g gHvv t g gHvv t Htvgt gttH tvx Hy o o o 2θsensenθ 0 2θsensenθ 2 8θsen4senθ2 02-θ.sen2 2 1-θ.senv- θ.cos. 22 0 22 0 22 0 0 2 2 0 0 jHi g gHvv vr jyixr o ˆˆ2θsensenθθcos ˆˆ 22 0 0 (d) jgHvvv gHvv gHvv Hgvv vv y y y x ˆ2θseniˆθcos 2θsen 2θsen )(-2-θsen θcos 22 00 22 0 22 0 2 22 0 2 0 r v 34 7. Um estudante atira uma bolinha de papel em uma lixeira cilíndrica (diâmetro D e altura 2D). A parte inferior da lixeira está no mesmo nível do ponto em que a bolinha foi arremessada e a uma distância horizontal 6D do ponto de lançamento. A bolinha é arremessada com um ângulo de 45º acima da horizontal (veja figura abaixo). Determine o valor máximo e o valor mínimo da velocidade de lançamento ( 0v ) para que a bolinha entre pela parte superior da lixeira. Despreze a resistência do ar e expresse suas respostas em termos de g e D. x 2 24545 oosen cos 6D 2D D y ?0 v 45º (0,0) Movimento Horizontal o xx o x o x cosvvv tcosvx acosvvx 45 45 0,45,0 00 0 000 Movimento Vertical ygsenvvegtsenvv gttsenvy gasenvvy o y o y o y o y 24545 2 145 ,45,0 22 0 2 0 2 0 000 Equação da trajetória: yx gxve yx gxvqueformatalde v gxx v xgxysejaou cosv xg cosv xsenvy cosv xtteinsNo gttsenvyetcosvx oo o o oo 2 0 2 2 0 2 0 2 2 2 0 2 22 0 2 0 0 0 2 00 : , 2 22 1: 452 1 45 45 45 tan 2 14545 O valor mínimo de v0 é aquele que permitirá que a bolinha atinja a lixeira em x = 6D e y = 2D. gDv D Dgv DD Dgv 3 4 36 26 6 0 2 0 2 0 O valor máximo de v0 é aquele que permitirá que a bolinha atinja a lixeira em x = 7D e y = 2D. 5 7 5 49 27 7 0 2 0 2 0 gDv D Dgv DD Dgv 35 8. Uma pedra é arremessada paracima, do alto de um edifício de altura H, com velocidade de módulo 0v , inclinada de um ângulo acima da horizontal. A aceleração da gravidade local vale g. (Dados: H, v0, e g). a) Determine o instante após o arremesso que a pedra atinge o solo, em função de v0, , g e H. b) Determine o módulo da velocidade com que a pedra atinge o chão, em função de v0, g e H. 9. Um jogador de basquete arremessa uma bola com um ângulo 45°. A bola sai das mãos do jogador de uma altura h acima do solo. A cesta encontra-se a uma distância horizontal D das mãos do jogador e a uma altura H acima do solo. A aceleração da gravidade local vale g. Determine (a) o módulo da velocidade de arremesso para que ele consiga acertar a cesta e (b) o módulo da velocidade da bola ao atingir a cesta. Dados: g, h, H e D. 0 H 0v g +y +x Hyx gaa senvv vv yx y x 00 00 00 0 0 cos g gHsenvsenv t g gHsenvsenv t g gHsenvsenv t g gHsenvsenv t Htsenvgt gttsenvH gttsenvHy 2 0 2 2 )2(42 2 842 022 0 22 00 22 00 22 00 22 00 0 2 2 2 1 0 2 2 1 0 Por conservação da energia mecânica, considerando o nível de referência no solo, temos: gHvv vvgH mvmvmgH 2 2 2 1 2 1 2 0 22 0 22 0 sen 45° = cos 45° = 2 2 Equações do movimento: )hy(gsenvv gtsenvv cosvv gtt.senvhy t.cosvx y y x 2 2 1 22 0 2 0 0 2 0 0 h D H 45° x y (0,0) 36 10. Uma bola é arremessada de cima para baixo com uma velocidade de módulo 0v , inclinada de um ângulo 0 em relação à horizontal, do alto de um edifício cuja altura, acima do solo é H, conforme figura abaixo. O módulo da aceleração da gravidade local é g. Determine: (a) o instante após o arremesso que a bola atinge o solo e (b) as componentes horizontal e vertical da velocidade com que a bola atinge o solo. Dê suas respostas em termos das grandezas H, g, 0 e 0v que se fizerem necessárias. Use o sistema de coordenadas convencionado abaixo. (b) Em 0,1 ytt g senvgHsenv t g gHsenvsenv t g gHsenvsenv t g gHsenvsenv t Htsenvgt gttsenvH gttsenvH gttsenvHy 000 22 0 1 0 22 000 1 0 22 000 1 0 22 000 1 100 2 1 2 1100 2 1100 2 00 2 0 2 2 242 2 842 022 220 2 10 2 1 )( 0,0 + y H 0v + x 0 )( Hygsenvv gtsenvv gttsenvHy y y 2 2 1 0 22 0 2 00 2 00 00 00 cos cos vv tvx x Equações do movimento (c) Cálculo da componente vertical: Em yy vvy 1,0 gHsenvv gHsenvv Hgsenvv Hygsenvv y y y y 2 2 02 2 0 22 01 0 22 0 2 1 0 22 0 2 1 0 22 0 2 )( )( Cálculo da componente horizontal: 001 cosvvv xx t1 xv1 yv1 (a) Em x = D, y = H cosv Dt t.cosvx 0 0 HhD gDv HhD v gD v gDDhH v Dg v DsenvhH 2 0 2 0 2 2 0 2 22 0 2 0 0 2 1 coscos (b) Por conservação da energia mecânica, tomando o solo como nível de referência: )( )( ).().( hHg HhD gDv hHgvv gHvghv vgHvgh mvmgHmvmgh EE fMeciMec 2 2 22 22 2 1 2 1 2 2 0 2 2 0 2 22 0 22 0 37 11. Uma pedra presa a um cordão de comprimento L é girada por um menino, fazendo um círculo horizontal a uma altura H acima do solo. A pedra dá N voltas em um intervalo de tempo t e, durante o movimento, o módulo da velocidade permanece constante. Ao passar pelo ponto A o cordão arrebenta e a pedra é arremessada ao solo. Determine: (a) o módulo da aceleração centrípeta da pedra durante o movimento circular; (b) o vetor velocidade da pedra ao atingir o solo e (c) o vetor deslocamento da pedra desde o instante em que ela é arremessada até o instante em que atinge o solo Expresse suas respostas em termos das grandezas L, N, t , H, g e dos vetores unitários que se fizerem necessários. iˆ jˆ H L (a) A aceleração centrípeta da pedra em MCU é dada por: R va 2 0 . O raio da trajetória é L e, uma vez que a pedra executa N rotações em um intervalo de tempo t a velocidade de rotação será: t LNv 2.0 . Assim: 2 222222 )( 4)/(4 t LN L tLNa (b) No momento em que o cordão arrebentar a pedra será arremessada horizontalmente, em queda livre, com velocidade de módulo v0 (calculado no item a). gaevHy aevvx yy xx 0, 0,0 00 000 Para o movimento de queda livre da pedra temos: Hygvegtvevv gtHyetvx yyx 2 2 1 2 0 2 0 Quando a pedra atinge o solo sua velocidade será: gHvsejaou gHHgve t LNvv y yx 2: 2022. 20 Assim, jgHi t NLv ˆ2ˆ2 0v 0 + y (c) O vetor deslocamento da pedra desde o instante em que é arremessada até atingir o solo será: yxr Cálculo do tempo de queda: g HtHgt gtH gtHy 2 2 1 2 10 2 1 2 2 2 jHi g H t NLrAssim HHy e g H t NLtvx ˆˆ22: 0 22 0 38 12. Uma carabina é apontada na horizontal para um alvo localizado a uma distância D. A bala acerta o alvo em um ponto localizado a uma altura h abaixo do ponto visado. A aceleração da gravidade local vale g. Determine (a) o tempo de vôo da bala e (b) o módulo da velocidade da bala ao sair da carabina. Expresse suas respostas em função de D, h e g. tvx avvx tatvxx xx xx 0 000 2 00 00 2 1 ,, (a) g ht gth gth gty gavy tatvyy yy yy 2 2 2 1 2 1 00 2 1 2 2 2 00 2 00 ,, (b) h gDv g hvDtvD 2 2 0 00 ?0 v h D x y 39 EXERCÍCIOS PROPOSTOS Quando necessário use g = 10 m/s². 1. (a) Em uma competição de salto à distância tem alguma importância quão alto é o salto? Quais os fatores que determinam o alcance do salto? Explique. (b) Em que ponto de sua trajetória um projétil alcança a sua velocidade mínima? E a máxima? (c) No mesmo instante em que a bala sai horizontalmente do cano de uma arma, você larga um corpo da mesma altura do cano. Desprezando a resistência do ar, qual dos dois chegará primeiro ao solo? Explique. (d) Um projétil é disparado de baixo para cima, a um ângulo acima da horizontal com velocidade inicial v0, num local a gravidade é g. Na sua altura máxima,determine o seu vetor velocidade e seu vetor aceleração. 2. A partícula A se move ao longo da reta y = 30 m com velocidade constante v de módulo igual a 3,0 m/s na direção paralela ao eixo x positivo. Uma partícula B parte da origem com velocidade nula e aceleração constante a de módulo igual a 0,40 m/s², no mesmo instante em que a partícula A passa pelo eixo y. Que ângulo entre a e o eixo y positivo resultaria em um choque entre as duas partículas. 3. Uma partícula parte da origem com uma velocidade inicial smiv /)ˆ00,3( e uma aceleração constante 2/)ˆ500,0ˆ00,1( smjia . Quando a partícula atinge a sua coordenada x máxima, quais são (a) a sua velocidade e (b) o seu vetor posição. 4. Uma arma localizada a 40 m acima de uma planície horizontal, dispara horizontalmente um projétil com uma velocidade inicial de 300 m/s. (a) Quanto tempo o projétil permanece no ar? (b) A que distância horizontal ele atinge o solo? (c) Qual o o vetor velocidade do projétil quando ele atinge o solo? 5. Um rifle tem velocidade de disparo de 460 m/s e atira uma bala num alvo situado a 46 m. A que altura acima do alvo o rifle deve apontar para que a bala acerte nele? 6. Uma bola rola para fora de uma mesa de 1,0 m de altura. A bola atinge o solo em um ponto 1,2 m horizontalmente distante da borda da mesa. Determine: (a) a velocidade da bola no instante em que saiu da mesa; (b) a velocidade da bola no instante em que toca o solo. 7. Uma bola é atirada do chão para o ar. Quando ela atinge uma altura de 9,0 m, a velocidade é dada por: jiv ˆ3ˆ6 , em m/s. (a) Até que altura a bola subirá? (b) Qual será a distância horizontal total percorrida pela bola. (c) Qual é a velocidade da bola no instante em que ela toca o chão? 8. Uma bola de futebol é chutada com velocidade inicial 0v e com um ângulo de inclinação de 45º acima da horizontal. Qual deve ser o valor de 0v para que a bola atinja a linha de gol, situada a 80 m do local do chute? 9. De um bombardeiro, mergulhando em um ângulo de 60º com a vertical, solta-se uma bomba a uma altitude de 700 m. A bomba atinge o solo 5,0 s após ser solta. (a) Qual é a velocidade do bombardeiro? (b) Qual a distância que a bomba percorre horizontalmente durante o seu trajeto? (c) Qual o vetor velocidade da bomba no instante em que atinge o solo? 10. A velocidade de lançamento de um certo projétil é cinco vezes a velocidade que ele possui na sua altura máxima. Calcule o ângulo de lançamento. x y A B v a 40 11. Dois segundos após ser projetado do nível do chão, um projétil se deslocou 40 m na horizontal e 53 m na vertical acima do seu ponto de lançamento. (a) Quais são as componentes horizontal e vertical da velocidade de lançamento do projétil? (b) No instante em que o projétil alcança a sua altura máxima acima do nível do solo, qual a distância percorrida na horizontal a partir do ponto de lançamento? 12. Um astronauta é colocado para girar em uma centrífuga horizontal em um raio de 5,0 m. (a) Qual o módulo de sua velocidade linear se a aceleração centrípeta possui um módulo de 7,0g. (b) Quantas rotações por minuto são necessárias para produzir esta aceleração? (c) Qual é o período do movimento? 13. As pás de um ventilador completam 1200 voltas por minuto. Considere a ponta de uma pá, que está em uma raio de 0,15 m. (a) Que distância a ponta da pá percorre em uma volta? Quais são os módulos (b) da velocidade e (c) da aceleração da ponta? (d) Qual o período do movimento? RESPOSTAS 1. .............................................. 8. smv /,3280 2. = 60º 9. a) smv /2300 b) mx 996 c) smjiv /)ˆˆ( 165199 3. a) smjv /)ˆ,( 51 b) mjir )ˆ,ˆ,( 25254 10. º,578 4. a) st 832, b) md 5848, c) smjiv /)ˆ,ˆ( 328300 11. a) smv smv y x /, ;/ 536 20 0 0 b) mx 73 5. mh 50, 12. a) smv /,718 b) rpmf 36 c) sT 671, 6. a) smiv /)ˆ,( 720 b) smjiv /)ˆ,ˆ,( 5472 13. a) ms 9420, b) smv /,8418 c) ²/ smac 2366 d) sT 050, 7. a) mH 459, b) mx 516, c) smjiv /)ˆ,ˆ( 8136 41 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1. Uma caixa de peso P é arrastada para cima, em um plano inclinado de graus com a horizontal, por uma força horizontal constante de módulo F, conforme ilustrado abaixo. O coeficiente de atrito entre a caixa e o plano vale c. Em função das grandezas fornecidas obtenha, em termos de c, P e , uma expressão para o módulo da força F que fará com que a caixa suba o plano com velocidade constante. CAPÍTULO 4- LEIS DE NEWTON DO MOVIMENTO CAPÍTULO 5- APLICAÇÕES DAS LEIS DE NEWTON F Uma vez que a caixa é arrastada plano acima com velocidade constante, podemos concluir que: 00 yx FeF FsenPcosN FPNF yyy 0 A força de atrito cinético é dada por: )(. FsenPcosNf ccc P y cf N xP yP F x yF xF cosPPePsenP yx FsenFeFF yx cos sencos PcosPsen F PcosPsensencosF PcosPsenFsenFcos FsenPcosPsenFcos fPFF c c cc cc c cxxy )( 0)( 0 42 2. Dado o sistema em equilíbrio ilustrado abaixo, determine a tensão em cada uma das cordas T1, T2 e T3. 3. Imagine que você esteja sustentando um livro de 4 N em repouso sobre a palma da sua mão. Complete as seguintes sentenças: a) Uma força de cima para baixo de módulo igual a 4 N é exercida sobre o livro pela Terra. b) Uma força de baixo para cima de módulo 4 N é exercida sobre o livro pela palma da sua mão. c) É a força de baixo para cima do item (b) a reação da força de cima para baixo do item (a)? Não. sen 37º = cos 53º = 0,6 sen 53º = cos 37º = 0,8 37° 53° P=500N T2 T3 T1 37° 53° y P 3T 1T 2T ' 1T x xT3 yT3 xT2 yT2 Uma vez que o sistema se encontra em equilíbrio, temos, para o objeto suspenso: 500NTT '11 NPT PTFy 500 0 ' 1 ' 1 2323 23 2323 3 4 60 80 3753 0 TTTT cosTcosT TTTTF xxxxx , , 400NT 300NT 3 2 300 3 4 3 4 1500050 150001832 50006 3 48 500068 5006080 3753 0 23 2 22 22 23 23 123 123 TT T TT TT TT TT TsenTsenT TTTF yyy ,, 43 d) A reação da força do item (a) é a força de módulo 4 N exercida sobre a Terra pelo livro. Seu sentido é para cima. e) A reação da força do item (b) é a força de módulo 4 N exercida sobre a mão pelo livro. f) As forças dos itens (a) e (b) são iguais e opostas em virtude da Primeira Lei de Newton. g) As forças dos itens (b) e (e) são iguais e opostas em virtude da Terceira Lei de Newton. Suponha agora que você exerça sobre o livro uma força de baixo para cima de módulo igual a 5 N. h) O livro permanece em equilíbrio? Não. i) É a força exercida pela suamão igual e oposta à força exercida sobre o livro pela Terra? Não. j) É a força exercida sobre o livro pela Terra igual e oposta à força exercida sobre a Terra pelo livro? Sim. k) É a força exercida sobre o livro pela sua mão igual e oposta à força exercida sobre sua mão pelo livro? Sim. Finalmente, suponha que você retire subitamente sua mão enquanto o livro se move para cima? l) Quantas forças atuam agora sobre o livro? Uma (a força gravitacional). m) O livro está em equilíbrio? Não. 4. Um bloco A, de massa igual a 3m, desliza sobre um plano, inclinado de um ângulo em relação à horizontal, com velocidade constante, enquanto a prancha B, de massa m, permanece em repouso sobre A. A prancha está ligada por um fio ao topo do plano. a) Faça um diagrama de todas as forças que atuam sobre o bloco A e sobre a prancha B, identificando-as. b) Determine o coeficiente de atrito estático entre A e B e entre A e a superfície do plano inclinado, sabendo que ambos são iguais. A )(SAcf SN BAN )(BAc f AP B ABN )( ABcf BP T AdePeso: AblocooeplanoentreoatritodeForça: AblocooeBpranchaaentreatritodeForça: AblocoosobreBpranchadanormalReação: AblocoosobreplanodonormalReação: )( )( A BAS BAc BA S P f f N N BdePeso: fionoTração: AblocooeBpranchaaentreatritodeForça: BpranchaasobreAblocodonormalReação: )( A ABc AB P T f N B ABN )( ABcf BP T xBP yBP A )(SAcf SN BAN )(BAc f AP xAP yAP Uma vez que, o bloco A desce o plano inclinado com velocidade constante e a prancha B permanece em repouso, pela 1ª Lei de Newton, para ambos os corpos, o .0F Temos ainda que: )()( 3 BAcABc ABBA BA ff NN mgPemgP A B 44 5. Os blocos A, B e C são dispostos como indicado na figura ao lado e ligados por cordas de massas desprezíveis. As massas de A e B são iguais a M e o coeficiente de atrito cinético entre cada bloco e a superfície é c. O bloco C desce com velocidade constante. Determine a massa do bloco C (em termos de c, e M). Corpo A 0 yF mgcosθN mgcosθmgcosθN mgcosθNN PNNF S S BAS yABASy 4 3 3 0 mgcosθf Nf cSAc ScSAc 4)( )( Corpo A 0 xF tan 5 3 5 3 53 043 0)()( c c c cc SAcBAcxAx mgcosθ mgsenθ mgcosθmgsenθ mgcosθmgcosθmgsenθ ffPF Corpo B mgcosθPN PNF yBAB yBABy 0 mgcosθf Nf cABc ABcABc )( )( A B C CT CP C A AT P )( Acf AN CT AT P B )( Bcf BN MgPNF MgfTF Ay cACAx 0 0 )( θ θ senθ cos cos )( )( Mgf MgNF MgfTTF cBc By BcACx 0 0 gmPTF CCCy 0 θcos1θsen θ)cosθsen( θcosθsen. θsen. θsen. e )()( )( Mm Mm MgMgMggm fMgfgm fMgTTgm C ccC ccC BcAcC BcACC 45 6. Uma caixa de massa M é arrastada sobre uma superfície horizontal através de uma corda inclinada de um ângulo acima da horizontal. O coeficiente de atrito cinético entre a caixa e a superfície é c e o módulo da aceleração da gravidade local é g. Determine o módulo da força exercida pela corda sobre a caixa de tal forma que a mesma desloque com velocidade constante, em função de M, g, c e . 7. O bloco A da figura abaixo possui peso P. O coeficiente de atrito estático entre o bloco e a superfície na qual ele repousa vale 1/3. Determine o máximo valor do peso do bloco B (em função de P) para o qual o sistema permanece em repouso. A B Dados: sen = 3/5 cos = 4/5 B A AP AT AT BT BT CT CxT CyT BP N ef Para que o sistema permaneça em repouso: PT NT fT eA eA máxeA .)( sen PT senTPTT B C CBBB tan PT cos sen PT cosTT B A B A CA PP PP PP PtanP P tan PTT máximoB B B cB e B AA 4 1 4 1 4 3 3 1 )( 4 3 4 5 5 3 tan tan N F P cf xF yF x y FsenF FcosF MgP y x FsenMgf Nf FsenMgN MgFsenN PFNF cc cc yy 0 0 sencos Mg F Mg)sencos(F FsenMgFcos )FsenMg(Fcos fFF c c cc cc c cxx 0 0 0 46 8. Duas cordas A e B suportam um corpo de peso P conforme mostrado na figura abaixo. A corda B passa por uma polia de inércia desprezível e sem atrito. Os pontos extremos da corda B estão unidos à corda A e à corda que suporta o corpo no ponto O. Determine as tensões nas cordas A e B, sabendo que o sistema está em repouso. Respostas em função do peso P. A B B O 5 4cos 5 3cos sen sen BT O yBT AT P yAT xBT BT xAT yBT BB ByBBxB ByBBxB AyAAxA TT senTTcosTT senTTcosTT senTTcosTT Aplicando a 1ª condição de equilíbrio: 1 4 7 443 5 4 5 4 5 3 0 0 0 BA ABB ABB ABB xAxBxB x TT TTT TTT cosTcosTcosT TTT F xB T PT PT PTTT PTTT TTdoSubstituin PTTT PTTT PsenTsenTsenT PTTT F B B BBB BBB BA ABB ABB ABB yAyByB y 49 20 2049 20211216 45 4 7334 4 7: 5334 5 5 3 5 3 5 4 0 0 PT PT TT A A BA 49 35 49 20 4 7 4 7 47 9. Um corpo A, de peso 4P, está sobre um plano inclinado de um ângulo e preso por um fio que passa por uma pequena roldana sem atrito no qual se encontra suspenso um outro corpo (B) de peso variável, conforme a figura abaixo. O coeficiente de atrito estático entre o corpo A e o plano é 4 1 . Determine (a) o maior valor do peso de B e (b) o menor valor do peso de B para que o sistema permaneça em repouso. A B 5 3 5 4cos sen BP P 4 yP 4 xP 4 N T T )(máxef Para o bloco A: PPf Pcosf Nf PcosN F máxe emáxe emáxe y 5 4 5 44 4 1 4 4 0 )( )( )( BP P 4 yP 4 xP 4 N T T )(máxef Se: PB 4Px PB(máximo) PPPP PPP fPsenT F B B máxe x 5 16 5 4 5 34 5 4 5 34 4 0 )( Se: PB 4Px PB(mínimo) PPPP PPP PsenfT F B B máxe x 5 8 5 4 5 34 5 34 5 4 4 0 )( Para o bloco B, qualquer que seja a situação: BPT F 0 48 10. A massa do bloco A na figura ao lado é M e a massa do bloco B é 2M. O coeficiente de atrito cinético entre o bloco A e a mesa é 0,50. Os blocos são ligados por um fio de massa desprezível e os atritos na roldana e entre o bloco B e o plano inclinado podem ser desprezados. A aceleração da gravidade local tem módulo g. Determine (a) a tensão no fio e (b) a aceleração dos blocos. Aplicando as Leis de Newton aos movimentos dos blocos A e B temos: Bloco A MgMaT MafT MaF MgNf MgPNF c x Acc AAy 50,0 50,0. 0 Bloco B MaTP MaF MgPNF xB x yBBy 2 2 º30cos0 (b) ga MaMg MaMgMaMg MaTP xB 6 1 350,0 250,0 2 (a) MgT MggMT MgMaT 3 2 2 1 6 1 50,0 A B 30º 866,030cos50,030sen oo e aaa TT MgP MgMgP AB yB xB º30cos2 º30sen2 A B 30º AP BP yBP xBP BN AN cf T T Aa Ba 49 11. Uma caixa de massa m desliza para baixo, apoiada em uma superfície inclinada de um ângulo com a horizontal, empurrada por uma força horizontal cujo módulo é F. O coeficiente de atrito cinético entre a caixa e a superfície é c e o módulo da aceleração da gravidade local é g. (a) Faça um diagrama de corpo isolado para a caixa. Determine (b) a força de atrito cinético sobre a caixa; (c) a aceleração da caixa e (d) o módulo da força F para que a caixa deslize para baixo com velocidade constante. (b) 0 NPFF yyy cosmgFsenN PFN yy )cos( mgFsenNf ccc (c) xx maF )cos()(cos )cos()(cos )cos(cos cc cc c cxx sengsen m Fa masenmgsenF mamgFsenmgsenF mafPF (d) Para que a caixa deslize com velocidade constante, a aceleração deverá ser igual a zero. )cos( )cos( )cos()(cos )cos()(cos 0)cos()(cos 0)cos()(cos sen sen mgF sengsen m F sengsen m F sengsen m F sengsen m Fa c c cc cc cc cc (a) xP F N P cf xF yF yP cos cos mgPmgsenP FsenFFF yx yx y x 0 yx aaa F 50 12. Um trenó cheio de estudantes em férias (massa total M) escorrega para baixo numa encosta de montanha cujo ângulo de inclinação é . Determine, em função dos vetores unitários que se fizerem necessários, o vetor aceleração do trenó quando: Faça uso de ilustrações, eixos cartesianos de referência, e represente os dados pertinentes. Faça o diagrama do corpo isolado para cada situação. Utilize g para a aceleração da gravidade. (a) a montanha está coberta de gelo (supor c = 0); Dados: M, e c = 0 (fc = 0) Representação gráfica: mgP (1) cosmgPy (2) senmgPx (3) Como não há atrito ao longo do declive, 0 Nf cc , a análise a seguir, da resultante das forças ao longo do eixo y, que fornecerá o valor da normal (N), torna-se dispensável. Em y: 0 yy PNF (4) cosmgN (5) Em x: xxx maPF (6) xmamg sen (7) sengax ou )ˆ(sen iga (8) (b) a montanha está coberta de neve (c > 0). Dados: M, e c > 0 (fc > 0) Representação gráfica: vide figura acima. De modo similar ao item (a), tem-se: mgP (1) cosmgPy (2) senmgPx (3) Nf cc (4) Em y: 0 yy PNF (5) cosmgN (6) Em x: xcxx mafPF (7) Usando (3), (4) e (6) em (7), obtém-se xe mamg )cos(sen (8) )cos(sen ex ga ou )ˆ()cos(sen iga e (8) x y g P N yP cf xP sentido do movimento 51 +y +x ef 31 PP )( 31 PPN 1T 1 +y +x cf 1P 1PN 1T 1 1a +y 2P 22 PT 2 +y 2P 2T 2 2a 13. Os blocos 1 e 2 da figura ao lado têm massas m1 e m2, respectivamente. Considere que o fio seja inextensível, que não haja atrito na polia e que as massas do fio e da polia sejam desprezíveis. Sejam e e c os coeficientes de atrito estático e cinético entre o bloco 1 e a mesa, respectivamente. a) Determine a massa mínima do bloco 3 (m3) para impedir que o bloco 1 deslize. b) Determine a aceleração do bloco 2, quando o bloco 3 é removido subitamente de cima do bloco 1. Resolução: Dados: m1 , m2 , e , c e g Ilustração: Diagrama do corpo livre. (a) Bloco 1: P = mg (1) Em y: 0 yF 0)( 31 PPN 31 PPN (2) Como Nf ee )( 31max PPNf eee (3) Em x: 0 xF 01 efT )( 311 PPfT ee (4) Bloco 2: Em y: 0 yF 022 PT 22 PT (5) Mas 21 TT , então, de (4) e (5), obtém-se 1 2 3 P PP e 1 2 3 m mm e (6) (b) Bloco 1: Em y: 0 yF 01 PN gmPN 11 (7) Então gmNf ccc 1 (8) Em x: 11amFx 111 amfT c )( 111 agmT c (9) Bloco 2: Em y: 22amFy 2222 amPT )( 222 agmT (10) Mas 21 TT e 21 aa , então, de (4) e (5), tem-se g mm mma e 21 12 (11) m1 m2 m3 52 14. Os blocos A e B são dispostos sobre superfícies sem atrito, como indicado na figura ao lado e ligados por cordas de massas desprezíveis. As massas de A e B são iguais a M. Determine a aceleração dos blocos e a tensão na corda que os une. Expresse suas respostas em termos das grandezas M, g e que se fizerem necessárias. 15. Uma pilha de 3 blocos iguais, de mesma massa m, encontra-se apoiada sobre o pisode um elevador, como representado na figura ao lado. O elevador está subindo em movimento uniformemente retardado com uma aceleração de módulo a. Determine o módulo da força que o bloco 1 exerce sobre o bloco 2. Considere g o módulo da aceleração da gravidade local. Diagrama de corpo livre dos blocos 1, 2 e 3: Bloco B θcos0 MgNF By Ma-θsen θsen MgT MaTMgmaF xx Bloco A MaTmaF xx θsen 2 1 θsen2-θsen ga MgMaMaMaMg θsen 2 1θsen 2 1 MggMTMaT A B TTT AB A AT P AN BT P B BN a 3 2 1 a Aplicando a 2ª Lei de Newton ao movimento dos blocos temos: Bloco 3 mamgN maNP 3 3 Bloco 2 )(2 22 2 2 2 32 23 agmN mamgN mamamgmgN maNmgN maNNP 3 2 1 P P P 1N 2N 2N 3N 3N (+) a Pela 3ª Lei de Newton: 3322 NNeNN 53 16. Um bloco A, de massa igual a M é colocado sobre um bloco B, de massa igual a 2M. Este, por sua vez é colocado sobre o bloco C, de massa igual a 3M, que se encontra apoiado sobre o piso de um elevador (figura abaixo). Sabendo que o módulo da aceleração da gravidade local vale g e que o elevador está subindo com aceleração igual a 0,5g, calcule o módulo da força que o piso do elevador exerce sobre o bloco C. (Dados: M e g). 17. Um bloco A de massa 2M está apoiado em um plano, inclinado de 30° com a horizontal. Um segundo bloco (B) de massa 4M está ligado ao primeiro por uma corda que passa por uma polia. O coeficiente de atrito cinético entre o bloco e o plano inclinado vale 3 3 . A corda é leve e o atrito com a polia é desprezível. A aceleração da gravidade é g. a) Indique na figura o sentido da aceleração de cada bloco. Explique. b) Determine a aceleração dos blocos em função de g. aA B C 30° 2M 4M A B 2 330 2 130 cossen N AP BP CP a Considerando o sistema constituído pelos três blocos: MggMN ggMN gaMN MaMgN ammmPPPN amF CBACBA sistsist 9 2 36 ) 2 1(6 )(6 66 )()( .. 30° BP BT AT AP yAP xAP N cf Para o bloco A: MgMgN MgcosNFy 32 32 0302 Assim: MgMgNf cc 3.3 3 MgMgsenP xA 302 y Uma vez que: cxAB fPP , o bloco A moverá para cima e o bloco B para baixo, com aceleração de módulo a. x a a 54 c) Determine a tração na corda em função de M e g. Pela equação (1) ou (2) podemos calcular o valor da tração na corda: 18. No sistema ilustrado abaixo, três blocos são ligados por cordas leves. As massas de A, B e C são, respectivamente, 2M, 3M e 5M. Os blocos descem em movimento acelerado, com uma aceleração cujo módulo é 0,1g, onde g é o módulo da aceleração da gravidade local. Determine: (a) o módulo da força F aplicada sobre o bloco A e (b) as tensões nas cordas que unem os blocos A e B e os blocos B e C. Apresente suas respostas em função das grandezas M e g. Aplicando a 2ª Lei de Newton para os movimentos dos blocos A e B temos: Bloco A: )1(22 2 MaMgT MaMgMgT amPfTF A A AAxAcAx Bloco B: )2(44 44 MaMgT MaTMg amTPF B B BBBBB Uma vez que TB = TA, igualando as equações (1) e (2): ga MgMa MaMgMaMg 3 1 26 4422 MgT MgMgT gMMgT MaMgTEq A A A A 3 8 3 22 3 122 22:)1.( Ou: MgT MgMgT gMMgT MaMgTEq B B B B 3 8 3 44 3 144 24:)2.( F C A B C F A B BCT ABT BAT CBT BP AP CP ga 1,0 ga 1,0 ga 1,0 Para o bloco A: )1(8,1 )1,0(22 22 )( 1 1 1 1 MgTF gMTMgF MaTMgF amTPF amF AA A Para o bloco B: )2(7,2 )1,0(33 33 )( 21 21 21 21 MgTT gMTMgT MaTMgT amTPT amF BB B Para o bloco C: )3(5,4 )1,0(55 55 )( 2 2 2 2 MgT gMMgT MaMgT amPT amF CC C 1TTT BAAB 2TTT CBBC 55 19. Dois corpos A e B, ligados por uma corda que passa por uma pequena roldana sem atrito, estão sobre superfícies inclinadas, sem atrito, conforme ilustrado abaixo. As massas de A e B são, respectivamente, M e 2M e o módulo da aceleração da gravidade local é g. (a) Em que sentido o sistema se move? Explique. (b) Determine a aceleração dos corpos e (c) a tensão na corda que os une. Dê suas respostas em função das grandezas M e g que se fizerem necessárias. A B 30° 53° Use, se necessário: cos30° = 0,87 e sen30° = 0,50 cos53° = 0,60 e sen53° = 0,80 Pela equação (3): MgTTT CBBC 5,42 Pela equação (2): MgTTT MgT MgMgT MgTT BAAB 2,7 2,7 7,25,4 7,2 1 1 1 21 Pela equação (1): MgF MgMgF MgTF 0,9 8,12,7 2,21 BN AB 30° 53° 30° AP BP 53° BxP ByP AyP AxP AN B T AT a a MgMgsenPP MgsenPP TTT BBx AAx BA 0,150,0.230 80,0.53 (a) Uma vez que PBx PAx os corps A e B se moverão para a esquerda com aceleração constante de módulo igual a a. (Veja no diagrama de forças). Para o corpo A: )1(80,0 80,0 MgMaT MaMgT amPTF AAxx Para o corpo B: )2(20,1 20,1 MaMgT MaTMg amTPF BBxx (a) Igualando as equações (1 e (2): ggga MgMa MaMgMgMa 067,0 15 1 3 20,0 20,03 20,180,0 (b) Substituindo o valor de a em (1): MgMgMgT MggMT MgMaT 867,0 15 13 3 6,2 80,0 3 20,0 80,0 56 20. Um pequeno bloco é solto do repouso em um plano inclinado de um ângulo com a horizontal. Após descer uma distância L ao longo do plano, com aceleração constante, o módulo de sua velocidade é Lg 5 4 , onde g é o módulo da aceleração da gravidade local. Determine (a) o módulo da aceleração do bloco (em função de g) e (b) o valor do coeficiente de atrito cinético entre o bloco e a superfície do plano. 4 3 4 5 5 3 tan tan L Dados: sen = 3/5 cos = 4/5 yP P xP cf N +x +y a) Cálculo da aceleração do bloco. ga aLLg aLLg xavv 5 2 2 5 4 2 5 4 2 2 2 0 2 b) Cálculo do coeficientede atrito cinético. 4 1 4 2 4 3 5 4 5 2 4 3 0 c c c c c cx x ccc y y g g gcos atan gcos agsen gcosagsen MaMgcosMgsen MafP MaF MgcosNf MgcosPN F 57 21. Dois blocos A e B estão ligados por uma corda que passa por roldanas sem atrito. O bloco A encontra-se sobre uma superfície sem atrito, inclinada de um ângulo com a horizontal e o bloco B sobre uma superfície horizontal também sem atrito. As massas de A e B são, respectivamente, 4M e 2M e o módulo da aceleração da gravidade local é g. Determine (a) a aceleração dos blocos (em função de g) e (b) a tensão na corda que os une (em função de M e g). Dê suas respostas em função das grandezas M e g que se fizerem necessárias. A B Dados: sen = 21 cos = 23 T BP AP AxP AyP AN BN T MgsencosPP MgsensenPP AAy AAx 4 4 Aplicando a 2ª Lei de Newton aos movimentos dos blocos A e B: Bloco A )1(44 44 MaMgsenT MaTMgsen amTPF AAxx Bloco B )2(2MaT amTF Bx a) Uma vez que T = T’, igualando as equações (1) e (2): ga ga gsena MaMgsen MaMaMgsen 3 1 2 1 3 2 3 2 64 244 b) Substituindo a na equação (2): MgT gMT MaT 3 2 3 12 2 58 22. Um bloco (1) de massa igual a M está preso a um fio, de comprimento L1, que está fixo na outra extremidade. Um segundo bloco (2), de massa 2M, está ligado ao primeiro por um fio de comprimento L2 (L2 = L1 = L), Os blocos giram num círculo horizontal sobre uma mesa sem atrito. O módulo da velocidade do bloco 1 é v e o módulo da velocidade do bloco 2 é 2v. Determine, em função de M, v e L, (a) a tensão no fio de comprimento L1 e (b) a tensão no fio de comprimento L2. m1 = M v1 = v R1 = L1 = L (a) Aplicando a 2ª Lei de Newton ao movimento do bloco 1 temos: )1( 2 21 1 2 1 121 L vMTT R vmTT maF xx Uma vez que 22 TT , substituindo (2) em (1): L vMT L vM L vMT 2 1 22 1 5 4 m2 = 2M v2 = 2v R2 = L1 + L2 = 2L (b) Aplicando a 2ª Lei de Newton ao movimento do bloco 2 temos: )2(4 2 42 2 22 2 2 2 2 2 2 2 2 2 22 L vMT L vMT L vMT R vmT maF xx 1 2 L1 L2 2T 2T 1T 2P 2N 1P 1N 59 23. Um objeto de massa m preso a um fio de comprimento L é posto para girar em um círculo vertical. O módulo da velocidade do objeto ao passar pelo ponto A é v e ao passar pelo ponto B é 3v. Sabendo que o módulo da aceleração da gravidade local é g determine a diferença entre as tensões no fio nos pontos B e A (TB – TA). No ponto A, o fio forma um ângulo com a vertical. (Faça o diagrama de corpo livre do objeto nos pontos A e B; expresse sua resposta em termos de v, m, , L e g). Av Bv A B L BT A B L P AT P LR vv vv B A 3 No ponto A: cos cos cos 2 2 2 g L vmT L mvmgT R mv PTF A A A Ac A força centrípeta nos pontos A e B é a resultante das forças que atuam na direção do centro. No ponto B: g L vmT L vmmgT L vmmgT R mv PTF B B B B Bc 2 2 2 2 9 9 )3( A diferença entre TB e TA será, portanto: )cos1(8 )cos1(8 cos9 cos9 2 2 22 22 g L vmTT mg L vmTT mg L vmmg L vmTT g L vmg L vmTT AB AB AB AB 60 sT syT sxT ixT iT iyT P +y +x g 24. Uma esfera de peso P é presa a uma barra vertical por meio de duas cordas. Quando o sistema gira em torno da barra, as cordas se distendem conforme indicado na figura. Determine (a) o módulo da tração na corda inferior (Ti) e (b) a velocidade de rotação, v, para que o módulo da tensão na corda superior seja Ts = 2P. A aceleração da gravidade é g. Resp.: LgP 99,0; 4 3 Resolução: Dados: P, Ts = 2P e g Ilustração: Diagrama do corpo livre. Baseando na figura fornecida no enunciado e no diagrama acima, tem-se: 8,08,0 L Lsen (1) 6,01cos 2 sen (2) PPTT ssx 2,1)6,02(cos (3) PPsenTT ssy 6,1)8,02( (4) iiix TTT 6,0cos (5) iiiy TsenTT 8,0 (6) (a) Em y: 0 yF 0 PTT iysy (7) Substituindo (4) e (6) em (7), obtém-se PPTi 4 3 8,0 )0,16,1( (8) (b) Em x: cx maF r v g PTT ixsx 2 , (9) sendo LLr 6,0cos (10) Substituindo (4), (6), (8) e (10) em (9), obtém-se )6,0()6,0 4 32,1(2 L P gPv Lgv 99,0 (11) 1,6 L L L 61 25. Um pequeno objeto, abandonado do repouso no ponto P, desliza ao longo de um “loop” sem atrito, de raio R. No ponto mais alto do “loop” (ponto A) a velocidade do objeto é v = Rg2 . No ponto C a velocidade do objeto é v2 e no ponto mais baixo (ponto B) a velocidade vale v3 . Determine a razão entre as forças exercidas sobre o objeto pela parede do “loop” (a) nos pontos C e A (NC/NA) e (b) nos pontos B e A (NB/NA). R A B C P Diagramas de forças Ponto C Ponto A Ponto B AN CN BN P P P mgmg R RgmN R vmmgNmaF A A Acy 2 2 mg R RgmN R v mNmaF C C Ccx 44 2 Ponto C Ponto A Ponto B mgmg R RgmN R vmmgNmaF B B Bcy 76 2 (a) 44 mg mg N N A C (b) 77 mg mg N N A B 62 EXERCÍCIOS PROPOSTOS Quando necessário use g = 10 m/s². 1. Dois homens e um rapaz desejam empurrar um caixote na direção marcada x conforme ilustrado na figura abaixo. Os dois homens empurram com forças 1F e 2F , cujas intensidades e direções são indicadas na figura. Achar a intensidade e a orientação da força mínima que o rapaz deve exercer. 2. Pendura-se um quadro em uma parede, por meio de dois fios presos aos cantos superiores. Se os dois fios fazem o mesmo ângulo () com a vertical, qual deve ser este ângulo para que a tração em cada fio seja igual ao peso do quadro? 3. Achar as trações em cada corda da figura abaixo, caso o peso do bloco suspenso seja de200 N. 4. O bloco A da figura Ao lado pesa 100 N. O coeficiente de atrito estático entre o bloco e a superfície na qual ele repousa é de 0,30. O peso do bloco B é de 20 N e o sistema está em equilíbrio.(a) Achar a força de atrito exercida sobre o bloco A. (b) Achar o peso máximo de B para o qual o sistema permanece em equilíbrio. x 30o 60o )80(2 NF )100(1 NF 45o 60o A B C 45o A B C (a) (b) B A 45o 63 5. Um bloco A pesando 30 N é puxado a velocidade constante em um plano inclinado sem atrito por meio de um peso B de 10 N dependurado numa corda ligada ao bloco e passando por uma roldana sem atrito, colocada no topo do plano, conforme figura abaixo. Achar (a) o ângulo de inclinação do plano (); (b) a tração na corda; (c) a força normal exercida pelo plano sobre o bloco. 6. Os blocos A e B da figura abaixo, pesam 4 N e 8 N. O coeficiente de atrito cinético entre todas as superfícies é de 0,25. Achar a intensidade da força F necessária para arrastar o bloco B para a esquerda com velocidade constante: (a) se A repousa sobre o bloco B e move-se com ele; (b) se A é mantido em repouso; (c) se A e B são ligados por um fio leve passando em torno de uma roldana fixa sem atrito. 7. O bloco A da figura abaixo de peso igual a P desliza para baixo ao longo de um plano inclinado S de inclinação de 37o, a velocidade constante, enquanto o bloco B, também de peso P, repousa sobre A. B é ligado por uma corda no topo do plano. (a) Fazer o diagrama de todas as forças que atuam em A e em B. (b) Determinar o valor do coeficiente de atrito cinético considerando que ele é o mesmo entre A e B e entre A e S. (c) Determinar a tração na corda. 8. Na figura ao lado um garoto de 49 kg está escalando uma “chaminé” entre duas paredes de rocha. O coeficiente de atrito estático entre seus sapatos e a pedra é de 1,2 e entre suas costas e a pedra é de 0,80. Ele reduziu a força com que empurrava a pedra até que suas costas e seus sapatos estivessem na iminência de deslizar. (a) Desenhe um diagrama de corpo livre para o garoto. (b) Qual a força com que ele empurra a pedra? (c) Que fração do seu peso é suportada pela força de atrito nos seus sapatos? A A A B B B F F F (a) (b) (c) A B S 37o A B 64 9. Um trenó, carregado de pingüins, pesando 80 N está em repouso sobre um plano inclinado de 20º em relação à horizontal. Entre o trenó e o plano inclinado, o coeficiente de atrito estático é de 0,25 e o cinético é de 0,15. (a) Qual a intensidade mínima da força F , paralela ao plano, que poderá evitar que o trenó deslize para baixo do plano? (b) Qual a intensidade mínima da força F , paralela ao plano para iniciar o movimento do trenó para cima do plano? (c) Qual o valor de F necessário para mover o trenó para cima do plano, com velocidade constante? 10. Um bloco pesando 200 N repousa sobre uma superfície horizontal. O coeficiente de atrito estático entre o bloco e a superfície vale 0,60 e o cinético 0,40. (a) Determine a força de atrito sobre o bloco. (Estático ou cinético?) (b) Determine a força de atrito sobre o bloco se o mesmo for empurrado para a direita por uma força horizontal F de intensidade 100 N. (Estático ou cinético?) (c) Determine a força de atrito sobre o bloco se o mesmo for empurrado para a direita por uma força horizontal F de intensidade 150 N. (Estático ou cinético?) (d) Determine a força de atrito sobre o bloco se o mesmo for empurrado para a direita por uma força horizontal F de intensidade 200 N. (Estático ou cinético?) 11. No sistema da figura ao lado os pesos dos blocos 1 e 2 são, respectivamente, P1 = 200 N e P2 = 400 N. Sabendo que o sistema está em equilíbrio e desprezando-se os atritos determine: (a) a tração no fio que une 1 e 2, (b) a tração no fio que une 2 e 3 e (c) o peso do bloco 3 (P3). 12. Uma bala de rifle, movendo-se a 360 m/s, atinge um bloco de madeira macia, no qual penetra 10 cm. A massa da bala é de 1,8 g. Suponha que a força que se opõe à penetração seja constante. (a) Quanto tempo a bala gasta para parar? (b) Qual a intensidade da força desaceleradora exercida pela madeira sobre a bala? 13. Um corpo de 10 kg de massa move-se com velocidade constante de 5 m/s numa superfície horizontal. O coeficiente de atrito cinético entre o corpo e a superfície é 0,20. (a) Qual a força horizontal necessária para manter o movimento? (b) Se a força for removida, quanto tempo levará o corpo para atingir o repouso? 14. Um disco de hóquei deixa o bastão de um jogador com a velocidade de 10 m/s e desliza 40 m antes de parar. Ache o coeficiente de atrito cinético entre o disco e o gelo. 15. Um elevador com massa igual a 2000 kg sobe acelerando a uma taxa de 1 m/s². Determine a tração no cabo de sustentação. 16. Um homem de 80 kg está em pé sobre uma balança num elevador. Quando este inicia o movimento, a balança acusa 100 kg. (a) Achar a aceleração do elevador (intensidade e orientação). (b) Qual a aceleração, se a balança indicar 60 kg? (c) Se a balança indicar zero, o homem deverá preocupar-se? Explique. 1 2 3 37º 53º 60,0º37º53 80,0º53º37 sencos sencos F 20º 65 17. Um bloco pesando 50 N é sustentado por um cordão que pode ser movido para cima e para baixo. Que conclusões se podem tirar em relação ao sentido de movimento do bloco e aos módulos e sentidos da aceleração quando a tração no cordão for: (a) 25 N, (b) 50 N, (c) 75 N. 18. Uma mala de 40 kg está sobre o piso de um caminhão que se move para a direita. O coeficiente de atrito estático entre a mala e o piso do caminhão é 0,30 e o cinético é 0,20. Determinar a intensidade e o sentido da força de atrito que surge quando (a) o caminhão está sendo acelerado a 2 m/s², (b) está sendo retardado a 4 m/s². 19. Uma caixa de 20 kg é arrastada ao longo de uma superfície horizontal rugosa, com coeficiente de atrito cinético igual a 0,3, puxada por uma corda que faz um ângulo de 30o acima da horizontal com uma força de 80 N. Determine (a) a força normal, (b) a força de atrito cinético, (c) a aceleração da caixa. (d) Se a força for reduzida até que a aceleração se anule, qual a tração na corda? 20. Uma caixa de massa m é empurrada para cima ao longo de uma rampa com inclinação de um ângulo com a horizontal, com um coeficiente de atrito cinético c, por uma força horizontal de módulo F. Em termos das grandezas m, , c, F e g, que se fizerem necessárias, achar expressões para: (a) a força normal, (b) a força de atrito, (c) a aceleração da caixa, (d) a força necessária para empurrar a caixa com velocidade constante. 21. Um bloco de 3,5 kg é empurrado sobre uma superfície horizontal por uma força F de intensidade igual a 15 N que faz um ângulo de 40o com a horizontal conforme figura abaixo. O coeficiente de atrito cinético entre o bloco e o piso é de 0,25. Calcule a intensidade (a) da força de atrito que o piso exerce sobre o bloco e (b) a aceleração do bloco. (c) Qual a intensidade da força F que fará com que o bloco se mova com velocidade constante? 22. Os dois blocos A e B, da figura ao lado, com massas iguais a 16 kg e 88 kg, respectivamente, não estão presos um ao outro. O coeficiente de atrito estático entre os blocos é 0,38, mas a superfície embaixo do bloco B é lisa. Qual é a menor intensidade da força horizontal F necessária para evitar que o bloco A escorregue parabaixo do bloco B? 23. Dois blocos estão em contato sobre uma mesa plana sem atrito. Uma força horizontal F cuja intensidade é 6 N é aplicada a um dos blocos conforme indicado abaixo. (a) Se m1 = 3,0 kg e m2 = 2,0 kg, ache a força de contato entre os blocos. (b) Se a mesma força F for aplicada agora a m2 qual será a força de contato entre eles? A B F m1 m2 F 40o )15( NF 66 24. Três blocos estão conectados como mostra a figura abaixo, sobre uma mesa horizontal sem atrito e são puxados para a direita com uma força F cuja intensidade é 100 N. Considerando as massas m1 = 10 kg, m2 = 15 kg e m3 = 25 kg, determine: (a) a aceleração dos blocos, (b) a tração no fio que une m1 e m2 e (c) a tração no fio que une m2 e m3. 25. Um bloco de massa m1 = 50 kg está apoiado sobre um plano inclinado liso que forma um ângulo de 30o com a horizontal, conforme indicado abaixo. Este corpo é ligado a outro de massa m2 através de um fio ideal que passa por uma roldana sem atrito. Considere m2 = 30 kg. (a) Calcule a aceleração de cada corpo. (b) Determine a tração no fio. 26. Um bloco de 6 kg desliza, descendo um plano inclinado de 37º. O coeficiente de atrito cinético entre o bloco e a superfície vale 0,25. (a) Determine a aceleração do bloco. (b) Considerando que o bloco tenha uma velocidade inicial de 2 m/s, determine a velocidade do bloco após deslizar 2 m plano abaixo. 27. Uma curva circular de raio R é projetada para uma velocidade máxima de 60 km/h. (a) Se o raio da curva for R = 140 m, qual deve ser o ângulo correto de inclinação da estrada da curva? (b) Caso a curva não seja inclinada, qual deve ser o menor coeficiente de atrito estático entre os pneus e a estrada para evitar a derrapagem para a velocidade de 60 km/h? 28. Um estudante possui massa de 65 kg. Ao andar numa roda-gigante que gira com velocidade constante possui um peso aparente de 530 N, no ponto mais alto da trajetória da roda-gigante. (a) Calcule o seu peso aparente no ponto mais baixo da trajetória. (b) Qual seria o seu peso aparente no ponto mais alto da trajetória, se a velocidade da roda gigante dobrasse de valor? 29. Uma atração muito popular nos circos é o Globo da Morte, que consiste numa gaiola de forma esférica no interior da qual se movimenta uma pessoa, pilotando uma motocicleta. Considere um globo de raio R = 3,6 m. (a) Faça um diagrama das forças que atuam sobre a motocicleta nos pontos A, B, C e D indicados na figura, sem incluir as forças de atrito. Para efeitos práticos, considere o conjunto piloto + motocicleta como sendo um ponto material. (b) Qual a velocidade mínima que a motocicleta deve ter no ponto C para não perder o contato com o interior do globo? m1 m2 m3 F m1 m2 30o 37º 60,0º3780,0º37 sencos 67 30. Na figura ao lado a massa m está apoiada sobre a mesa sem atrito. Um fio de massa desprezível liga a massa m com a massa M. Determine a velocidade angular de m para que a massa M permaneça em repouso. 31. Uma bola de 1,5 kg é ligada a uma haste vertical rígida conforme indicado na figura ao lado. Cada cordão que liga a massa à haste possui comprimento de 1,0 m e massa desprezível. A distância entre os pontos de conexão dos cordões com a haste é de 1,0 m. O sistema gira em torno do eixo da haste com velocidade angular constante e ficam esticados formando um triângulo equilátero com a haste. O módulo da tração no cordão superior vale 30 N. (a) Faça um diagrama de todas as forças que atuam sobre a bola. (b) Calcule a tração no cordão inferior. (c) Qual é neste caso, a força resultante sobre a bola? (d) Qual é a velocidade da bola? 32. A figura representa a seção vertical de um trecho de rodovia. Os raios de curvatura dos pontos A e B são iguais e valem 100 m e o trecho que contém o ponto C é horizontal. Um automóvel de massa 2 x 103 kg percorre a rodovia com velocidade escalar constante de 36 km/h. Sendo AN , BN e CN a reação normal da rodovia sobre o carro nos pontos A, B e C, respectivamente, determine suas intensidades. 33. Rotor é um brinquedo que pode ser visto em parques de diversões. Consiste em um grande cilindro de raio R que pode girar em torno de seu eixo vertical central. Após a entrada das pessoas no rotor, elas se encostam nas suas paredes e este começa a girar. O rotor aumenta sua velocidade de rotação até que as pessoas atinjam uma velocidade v, quando, então, o piso é retirado. As pessoas ficam suspensas, como se estivessem “ligadas” à parede interna do cilindro enquanto o mesmo está girando, sem nenhum apoio debaixo dos pés e vendo um buraco abaixo delas. Determine o coeficiente de atrito estático mínimo necessário para evitar a queda. m 68 RESPOSTAS 1. )ˆ(6,463 jNF 9. NFc NFb NFa 7,38) 2,46) 6,8) 18. )ˆ)(80)( ˆ)80)( iNb iNa 27. 2,0) º2,11) cb a 2. = 60º 10. Nfd Nfc Nfb fa c c e e 80) 80) 100) 0) 19. NTd smac Nfb NNa c 59) ²/1,1) 48) 160) 28. NNb NNa 170) 770) 11. NP NT NT 450 360 120 3 3,2 2,1 20. sen sen mgFd sengsen m Fac Fsenmgfb FsenmgNa c c cc cc cos cos ) )cos()(cos) )cos() cos) 29. hkmsmvb /6,21/6) 3.a) NT NT NT C B A 200 283 200 b) NT NT NT C B A 200 4,668 4,546 12. NFb sta ³1017,1) 106,5) 4 21. NFc smab Nfa c 45,14) ²/083,0) 2,11) 30. mr Mg 4. NPb Nfa B e 30) 20) 13. stb NFa 5,2) 20) 22. NF 6,497 31. smvc NRb Ta i /9,3) 26) 0) 5. NNc NTb a 3,28) 10) º5,19) 14. 125,0c 23. NFb NFa 6,3) 4,2) 2,1 2,1 32. NN NN NN C B A ³1020 ³1022 ³1018 6. NFc NFb NFa 5) 4) 3) 15. NT ³1022 24. NTc NTb smaa 50) 20) ²/2) 3,2 2,1 33. 2v Rg e 7. PTc b c 8,0) 25,0) 16. jac jab jaa ˆ8,9) ˆ5,2) ˆ5,2) 25. NTb smaa 25,281) ²/625,0) 8. %60) 245) b NNa 17. ²/5) 0) ²/5) smac ab smaa 26. a) a = 4m/s² b) v = 4,47 m/s 69 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1. Uma caixa de massa m é empurrada para cima deslocando-se uma distância d, sobre um plano, cuja inclinação é acima da horizontal, por uma força paralela ao plano inclinado. A caixa parte do repouso e sobe com aceleração constante a = 0,2 g. O coeficiente de atrito cinético entre a caixa e o plano é c e a aceleração da gravidade é g. Determine em função das grandezas (m, d, , c e g) que se fizerem necessárias, (a) o trabalho realizado sobre a caixa pela força que a empurra; (b) o trabalho realizado sobre a caixa pela força de atrito; (c) o trabalho realizado sobre a caixa pelo seu próprio peso; (d) a energia cinética da caixa, ao fim do deslocamento d. Faça uso de ilustrações, eixos cartesianos de referência, e represente os dados pertinentes. Faça o diagrama do corpo isolado. CAPÍTULO 6- TRABALHO E ENERGIA CINÉTICA d F cf N P F cos cos0 MgNf MgNF ccc y )sencos( sencos sencos 0,2mgF m0,2gmgmgF mamgmgFmaF c c cx 0,2mgdW dFdFW cF F sencos .0cos.. 0a) dmgW dfdfW cF ccfc .cos .180cos 0 b) h senmgdmghUW gP c) mgdK Kdma KdR KKW KKKW f f f ifR ifTotal 2,0 . 0cos. 0 0 d) 70 L L A B 2. Na figura ao lado os blocos A e B estão ligados por um fio ideal que passa por uma polia de massa desprezível. Inicialmente, o bloco A (massa 4m) está se deslocando para a direita e o bloco B (massa m) está se deslocando para baixo, ambos com velocidade v0. A partir de então, devido ao atrito entre o bloco A e a mesa, ambos são levados ao repouso após percorrerem uma distância L. Use o teorema do trabalho-energia para calcular o coeficiente de atrito cinético entre o bloco A e a mesa. Dê sua resposta em termos de v0 , L e g. 3. O bloco de massa M, indicado na figura abaixo, está preso a uma mola cuja constante elástica é k. No instante inicial (A) sua posição é tal que a mola não exerce força sobre ele e, neste instante, sua velocidade tem módulo v0 e é dirigida para a direita. O coeficiente de atrito entre o bloco e a superfície é c e o módulo da aceleração da gravidade é g. O bloco percorre uma distância L para a direita antes de atingir o repouso na posição indicada (B). Determine, no deslocamento L, o trabalho realizado sobre o bloco (a) pela força elástica e (b) pela força de atrito. (c) Use o teorema do trabalho-energia para encontrar uma expressão para o valor de L em função de M, v0, c, g e k. 0v M B A L 2 2 2 1 0 2 1 kLW kLW UW Fe Fe eFe MgLW NLW LfW cf cf cf c c c 180cos.. k MgkMvMg L k kMvMgMg L k kMvMgMg L MvMgLkL MvMgLkL MvMgLkL KW cc cc cc c c c Total 2 0 2 2 0 2 2 0 2 2 0 2 2 0 2 2 0 2 0 2 422 02 2 2 10 2 1 (c) (a) (b) Para o bloco A: 2 2 24 4 2 10 AAc ATf mvLTmgL mvWW Ac Para o bloco B: 2 2 2 1 2 10 BB BTP mvLTmgL mvWW BB Uma vez que: 0vvv TTT BA BA B BP BT A AP AT N cf Bloco A: mgf mgPNF cc Ay 4 40 Pelo teorema do trabalho-energia: KWTotal gL v vgLgL mvmgLmgL mvTLmgL emvTLmgL c c c c 2 0 2 0 2 0 2 0 2 0 8 5 4 1 2 54 2 54 2 1 24 71 4. Um pequeno objeto é impulsionado no ponto A de tal forma que adquire uma velocidade cujo módulo é v0. A partir daí ele desliza com atrito nos dois trechos planos (AB e DE) e sem atrito no trecho correspondente à depressão (BD), até parar no ponto E. Conhecidas as grandezas que aparecem da figura abaixo (L, h1 e h2), sabendo que o coeficiente de atrito é o mesmo nos trechos AB e DE e que o módulo da aceleração da gravidade é g, determine: (a) o coeficiente de atrito entre o objeto e as superfícies planas e (b) a velocidade do objeto ao passar pelo ponto mais baixo da trajetória (ponto C). (a) Durante o deslocamento do objeto, desde o ponto A até o ponto E, as forças que realizam trabalho sobre ele são: a força de atrito cinético (nos trechos AB e DE) e a força peso (no trecho BCD). Assim, pelo teorema do trabalho-energia podemos afirmar que: ) )()( )()( ()( .. 1 2 0 02 102 mghmvmgL UKmgLmgL KULfLf KWWW KW c gcc gDEcABc gDEfABf Total cc L h Lg v Lg ghv ghvgL ghvgL c c c 244 2 24 24 1 2 01 2 0 1 2 0 1 2 0 (b) Durante o deslocamento do objeto, desde o ponto A até o ponto C, as forças que realizam trabalho sobre ele são: a força de atrito cinético (no trecho AB) e a força peso (no trecho BC). Assim, pelo teorema do trabalho-energia podemos afirmar que: 2 42 2 22 2 24 22 22 22 0 2 1 2 1 21 2 0 21 2 0 1 2 0 21 2 0 2 1 2 0 21 2 0 2 21 2 0 2 21 2 0 2 21 2 0 2 )( )( )( )( )( ]([)( .)( )( hhgv v ghgh v gh v hhgvv gL L h Lg v hhgvv gLhhgvv hhgvvgL hhmgmvmvmgL UKmgL KULf KWW KW C C C cC Cc Cc gc gABc gABf Total c h1 0v L L h2 C A B D E NR (a) NR (b) 72 5. Um bloco de massa M é arremessado sobre uma superfície horizontal com velocidade de módulo v0. A partir daí desliza uma distância L sobre a superfície quando colide com uma mola de constante elástica k, comprimindo-a de uma distância d (veja figura abaixo). O módulo da aceleração da gravidade local vale g. Sabendo que há atrito do início ao fim do movimento do bloco, determine: a) O coeficiente de atrito cinético entre o bloco e a superfície (em função de M, k, L, d, v0 e g). b) Caso não houvesse atrito entre o bloco e a superfície qual seria a máxima compressão da mola? 6. Uma caixa de massa M é arrastada com velocidade constante sobre uma superfície horizontal através de uma corda inclinada de um ângulo acima da horizontal. O coeficiente de atrito cinético entre a caixa e a superfície é c e o módulo da aceleração da gravidade local é g. Considerando que a caixa deslocou horizontalmente uma distância L, determine: (a) o trabalho realizado pela força exercida pela corda sobre a caixa em função de M, g, , c e L; (b) o trabalho realizado pela força de atrito em função de M, g, , c e L e (c) o trabalho total realizado sobre a caixa. L 0v M k d )( )( )( )( . .. dLMg kdMv kdMvdLMg MvkddLMg MvkddLMg EW KUW KUW KWW c c c c Mecf ef ef ElástFf c c c c 2 2 2 2 1 2 1 22 0 22 0 2 0 2 2 0 2 Na equação obtida anteriormente, fazendo c = 0, temos: 0 2 0 2 22 0 22 0 0 0 )(2 v k Md Mvkd kdMv dLMg kdMv c L 73 sencos Mg F MgsencosF FsenMgFcos FsenMgFcos fFF FsenMgf Nf FsenMgN MgFsenN PFNF c c cc cc c cxx cc cc yy )( 0 0)( 0 0 0 7. Um pequeno bloco de massa M é solto do repouso em um plano inclinado de um ângulo com a horizontal. O coeficiente de atrito cinético entre o bloco e a superfície do plano vale 1/4.O módulo da aceleração da gravidade local é g. O bloco desce ao longo do plano uma distância L. Determine, no deslocamento AB (a) o trabalho realizado pelo atrito; (b) o trabalho realizado pela força gravitacional e (c) a velocidade do bloco no ponto B. (a) )tan1( cos.. )(cos c c F c c F MgL W L sen Mg W (c) 0 Total cTotal W v EW constante (b) 0TotalW FfFf WWWW cc 0 )tan1( cos.. )(cos c c c c f MgL L sen Mg W c Dados: sen = 3/5 cos = 4/5 L B A yP P xP cf N +x +y 0 ccc y y MgcosNf MgcosPN F (a) Trabalho da força de atrito cinético: MgLL.MgW L.cosMgW cos.d.fW c c c f cf cf 5 1 5 4 4 1 180 (b) Trabalho da força gravitacional: MgLLMgW L.MgsenW cos.d.PW Peso Peso xPeso 5 3 5 3 0 (c) Pelo Teorema do Trabalho-Energia: Lgv vLg MvMgLMgL MvMvWW EW B B B ABfPeso cTotal c 5 4 2 1 5 2 2 1 5 1 5 3 2 1 2 1 2 2 22 74 EXERCÍCIOS PROPOSTOS Quando necessário use g = 10 m/s². 1. Um bloco pesando 800 N é arrastado por 6 m sobre um piso horizontal, à velocidade constante, por uma força que faz um ângulo de 30° abaixo da horizontal. O coeficiente de atrito entre o bloco e o piso é 0,25. Quantos joules de trabalho são realizados (a) pela força? (b) Pelo atrito? 2. (a) Calcular a energia cinética de um automóvel de 1200 kg viajando a 36 km/h. (b) Quantas vezes esta energia se torna maior se a velocidade for dobrada? 3. Um corpo cuja massa é 2 kg está inicialmente em repouso sobre uma superfície horizontal sem atrito. Ele é puxado ao longo de 4 m por uma força horizontal constante de 25 N. (a) Use a relação trabalho-energia para determinar a velocidade final do corpo. (b) Suponha que o corpo tenha uma velocidade inicial de 10 m/s, calcule a sua velocidade final. 4. Um corpo cuja massa é 8 kg move-se em linha reta sobre uma superfície horizontal sem atrito. Num ponto de sua trajetória sua velocidade é de 4 m/s e depois que ele percorreu 3 m a velocidade é de 5 m/s, na mesma direção. Use a relação trabalho-energia para determinar a força que atua no corpo, supondo-a constante e atuando na mesma direção e sentido do deslocamento. 5. A força em newtons requerida para esticar certa mola de uma distância x além de seu comprimento normal é dada por . (a) Qual a força necessária para distender a mola 0,1 m? 0,2 m? 0,4 m (b) Quanto trabalho é necessário para distendê-la 0,1 m? 0,2 m? 0,4 m? 6. Um bloco de 80 N é erguido verticalmente a uma velocidade constante de 3 m/s através de uma altura de 6 m. (a) Qual a intensidade da força necessária para isto? (b) Qual o trabalho realizado? O que ocorre com este trabalho? 7. O sistema na figura ao lado é liberado do repouso com o bloco de 12 kg a uma altura de 3 m acima do solo. Usar o princípio de conservação da energia para determinar a velocidade com que o bloco atinge o solo. Despreze o atrito e a inércia da roldana. 8. A mola de uma pistola de mola tem uma constante elástica de 500 N/m. Comprime-se 5 cm a mola e contra ela coloca-se uma bola de 0,1 kg. (a) Calcular a velocidade máxima adquirida pela bola. (b) Determinar a velocidade máxima se uma força resistiva constante de 10 N atua sobre a bola. 9. Na figura ao lado, um bloco desce uma distância de 5,0 m em plano inclinado do ponto A até o ponto B, sendo empurrado por uma força F que é paralela à rampa e cuja intensidade é de 2,0 N. A intensidade da força de atrito que atua sobre o bloco é de 10 N. Se a energia cinética do bloco aumenta de 35 J entre A e B, quanto trabalho foi realizado pela força gravitacional sobre o bloco ao se deslocar de A para B? 10. Um fardo de 4,0 kg começa a subir um plano inclinado de 30º com uma energia cinética de 128 J. Até que distância ele conseguirá deslizar para cima do plano inclinado, se o coeficiente de atrito cinético entre o fardo e o plano for de 0,30? 3 m 12 kg 4 kg 75 RESPOSTAS 1. JWb JWa 4,402.1) 4,402.1) 9. JWg 75 2. vezesb JEca 4) 60000) 10. md 2,4 3. smvb smva /1,14) /10) 4. NF 12 5. JJJWb NNNFa 8,2,5,0) 40,20,10) 6. JWb NFa 480) 80) 7. smv /48,5 8. smvb smva /58,1) /54,3) 76 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1. Um bloco de massa m, partindo do repouso, desliza, sem atrito, até atingir a base de uma rampa. A partir de então, desliza numa superfície horizontal, onde o coeficiente de atrito cinético é c, percorrendo uma distância d até atingir uma mola, comprimindo-a de x (deformação máxima). A aceleração da gravidade é g. Determine a constante elástica da mola em termos de m, g, c e x, sabendo que H = 10x e d = 4x. 2. Um projétil de massa m é disparado do alto de um barranco que está a uma altura H acima do nível de um vale, com velocidade inicial de módulo v0 inclinada de um ângulo acima da horizontal. Desprezando a resistência do ar, considerando a aceleração da gravidade local igual a g e usando o teorema do trabalho-energia, determine: (a) a altura máxima (em relação ao solo) atingida pelo projétil; (b) o módulo da velocidade com que a o projétil atinge o solo e (c) o trabalho realizado pela força gravitacional desde o lançamento até o projétil atingir o solo. Expresse suas respostas em termos das grandezas m, H, v0 , e g que se fizerem necessárias. (Indique qual foi o nível de referência usado para a energia potencial gravitacional nula). CAPÍTULO 7- ENERGIAPOTENCIAL E CONSERVAÇÃO DA ENERGIA H d x )2(10 .1020 20.10 10)5(.2 2 1)(. 2 1)( 2 2 2 c c c c c c Mecf x mgk mgmgkx mgkxmg xmgkxxmg mgHkxxdmg mgHkxxdf EW c Nível de Referência h = 0 (UG = 0) 0 H y Hmáx 0v xv v No ponto mais alto da trajetória: vy = 0 e v = vx = vox = vocos Desde o lançamento até atingir o solo, a única força que realiza trabalho sobre o objeto é a força gravitacional. 77 3. Um carro em um parque de diversões se desloca sem atrito ao longo do trilho indicado na figura abaixo. Ele parte do repouso no ponto A situado a uma altura H acima da base do círculo. Despreze as dimensões do carro e do trilho. (a) Qual é o menor valor de H (em função de R) para que o carro consiga dar uma volta completa? (b) Se H = 3,5 R, qual será a velocidade do carro (em função de R e g) no ponto C. (a) Pelo teorema do trabalho-energia: KWTotal θ θ2 θ2 θ2 2θ θ 2 2 0 22 0 22 0 22 0 2 0 2 0 22 0 2 0 2 0 2 2 12 2 2 2 1 2 1 0 0 sen g v HH senvgHgH vgHgH vvgHgH vgHvgH mvmgHvmmgH EE E UK KU KW máx máx máx máx máx máx iMecfMec Mec G G Grav . . . . . . ... . cos cos cos )cos( (b) Pelo teorema do trabalho-energia: KWTotal 2 0 2 0 2 2 0 2 .. . . 2 2 2 1 2 1 0 0 vgHv vgHv mvmgHmv EE E UK KU KW iMecfMec Mec G G Grav mgHW mgHW UW Grav Grav gGrav . . . )0( (c) R mvmgN maF B B cN 2 Ponto B H A B C BN P (a) Tomando a base que sustenta o trilho como nível de referência o carro terá, ao ser solto do repouso no ponto A, apenas energia potencial gravitacional. No topo do trilho (ponto B), o carro terá energia potencial gravitacional e um mínimo de energia cinética que lhe permitirá completar a volta. NR (b) Conforme descrito em (a), a energia mecânica do carro será conservada durante todo o movimento. Rgv mvmgRmgR mvmgRRmg EE C C C AC 5 27 2 1 2 7 2 2 A velocidade no ponto B será mínima se NB = 0. Rgv R mvmg B B 2 :Assim 78 4. Um objeto de massa m é abandonado do repouso, a uma altura H acima do centro de uma colina redonda de raio R. O atrito é desprezível e o módulo da aceleração da gravidade local é g. (a) Determine a força exercida pela colina sobre o objeto quando este estiver no ponto mais alto da colina, considerando que H = R. (b) Determine o valor máximo de H para que o objeto não perca o contato com a colina no ponto mais alto da mesma. a. Cálculo da velocidade do objeto no ponto mais alto da colina considerando que H = R . Pela conservação da energia mecânica temos que: 0 2 1 0 2 1 2 1 2 2 2 B B B B BA v mv mvmgRmgR mvmgRmgH EE No ponto B, yy maF . mgN Nmg R v mNmg B 0 2 b. Para que o objeto não perca contato com a colina no ponto mais alto a força normal exercida pela colina sobre o objeto deverá ser maior ou igual a zero. RgvRgv Rgv R v mmg R v mmgN R v mNmgF máxBB B B B B y )( 2 2 2 2 0 A altura máxima (Hmáx) de onde o objeto poderá ser abandonado sem que perca contato com a colina no ponto mais alto corresponderá àquela para a qual a velocidade em B será máxima. Pela conservação da energia mecânica temos que: RH RRH mRgmgRmgH vmmgRmgH máx máx máx máxBmáx 2 3 2 1 2 1 2 1 2 )( H R m P N B A 79 5. Um pequeno objeto é liberado a partir do repouso de uma altura h acima do nível do solo (ponto A) e desliza sem atrito em uma pista que termina em um “loop” de raio r, conforme representado na figura. Determine o ângulo θ relativo à vertical e ao ponto em que o objeto perde o contato com a pista (ponto B). Expresse sua resposta como função da altura h, do raio r e do módulo da aceleração da gravidade g. (Sugestão: A força normal é nula quando o objeto perde o contato com a pista e a aceleração centrípeta é dada por r v 2 .) No ponto onde o objeto perde o contato com a pista a reação normal da pista sobre o objeto é nula. Assim, a força centrípeta sobre o objeto será a componente do peso na direção do centro de curvatura da pista. Cálculo da velocidade do objeto no ponto onde perde o contato com a pista. Pelo Princípio de Conservação da Energia Mecânica: )1(2 )1(2 )1(22 2)1(2 )( 2 1 2 2 2 2 )()( ).().( cosθrhgv cosθrhgv cosθgrghv ghcosθgrv mghrcosθrmgmv UUK EE B B B B B AgBgB AMecBMec 1 3 2 1 3 2 3 )(2 )(23 222 2)1(2 )1(22 )1(2 1 2 r hcos r h r rhcosθ rhrcosθ rhrcosθrcosθ hcosθrrcosθ cosθrhrcosθ cosθrhg r mmgcosθ r mvF Bcentrípeta rcos r Ug = 0 P r A B r h r Ug = 0 80 6. Um pequeno objeto de massa M é preso à extremidade de uma haste de comprimento L e de massa desprezível. A outra extremidade da haste é fixada em um eixo de rotação (ponto O). O objeto é posicionado verticalmente acima do eixo de rotação e impulsionado de tal forma que é arremessado com velocidade de módulo v0 como mostrado na figura ao lado. O módulo da aceleração da gravidade local é g. a) Determine o módulo da velocidade do objeto ao passar pelo ponto mais baixo da trajetória (em função de v0, L e g). b) Determine a tensão na haste no ponto mais baixo da trajetória (em função de M, v0, L e g). 7. Um bloco de massa m parte do repouso, descendo uma distância L até atingir a base de um plano inclinado cujo ângulo de inclinação é , em relação à horizontal. O coeficiente de atrito cinético entre o bloco e o plano é c e a aceleração da gravidade é g. Determine (a) a velocidade do bloco na base do plano em termos de c, L, g e e (b) a máxima distância d percorrida pelo bloco em uma superfície horizontal semelhante (mesmo c), depois de atingir a base do plano, em termos de c, L e . (A solução deverá envolver as relações de Trabalho e Energia). L O 0v N.R A B Bv Pela conservação da energia mecânica: EA = EB Lgvv Lgvv MvMgLMv MvLMgMv B B B B 4 4 4 2 12 2 1 2 0 2 0 2 22 0 22 0 B Bv O y L v gMT L v MMgT L v MMgMgT Lgv L MMgT L v MMgT MaPT maF B .cent yy 2 0 2 0 2 0 2 0 2 5 5 4 4 P T L L d 81 )cos(sen2 cos2sen2 sen2.cos.2 sen 2 1.. 2 1. ) 2 2 2 2 c c c c c Mecf gLv glgLv mgLmvLmg mgLmvLN mgHmvdf EWa c )cos( )cos(. )cos(2.2 2 1.. 2 10. ) 2 2 c c cc cc c c f senLd senLd sengLmmgd mvdN mvdf KWb c 8. Um objeto de massa M está preso à extremidade de um fio de comprimento L e a outra extremidade do fio é mantida fixa no ponto O. Esticando-se o fio, o objeto é mantido horizontalmente e a seguir liberado a partir do repouso. O módulo da aceleração da gravidade local vale g. Determine (a) a velocidade do objeto no ponto inferior de sua trajetória e (b) a tensão no fio nesse ponto. Use em suas respostas apenas as grandezas M, L e g que se fizerem necessárias. (b) Cálculo da Tensão no fio: (a) Pela conservação da energia mecânica: EA = EB Lgv Lgv MvMgL MvMgL B B B B 2 2 2 2 1 2 2 2 M L O B A N.R Bv L L O B Bv L P T 82 9. Um bloco de massa M é encostado em uma mola de constante elástica k, comprimindo-a de uma distância x desconhecida. Uma vez liberado do repouso (ponto A), desliza, sem atrito,até atingir o ponto B. A partir de então, desliza sobre uma superfície horizontal de comprimento d = h, em que o coeficiente de atrito cinético entre o bloco e a superfície é c = 2/3 (trecho BC). Do ponto C desliza sem atrito até o ponto D onde o bloco novamente atinge, momentaneamente, o repouso. A aceleração da gravidade local vale g. Determine: (a) O módulo da velocidade do bloco no ponto C em função de g e h. (b) A compressão x da mola em função de M, k, g e h. h D M B A d = h x = ? C N.R. (b) Do ponto C ao ponto D há conservação da energia mecânica: ghv ghv mghmv C C C 2 2 2 1 2 2 (a) Do ponto A ao ponto C há dissipação de energia pela força de atrito cinético no trecho BC: k Mghx Mghkx MghMghkx kxghMMgh kxMvMgh EEW EWE EWW EW Cc PECf CfPE CfFe C)CA(Total c c c 3 10 3 5 2 1 3 2 2 1 2 12 2 1 3 2 2 100 2 1 2 2 2 22 83 10. Um pequeno objeto de massa M, abandonado do repouso no ponto P, desliza ao longo de um trilho sem atrito que possui um “loop” circular, de raio R. O ponto P está localizado a uma altura 4R acima da base do trilho. O objeto não perde o contato com o trilho em ponto algum. O módulo da aceleração da gravidade local é g. (a) Represente as forças que atuam sobre o objeto nos pontos A e B. Determine a força exercida pelo trilho sobre o objeto (b) no ponto A e (c) no ponto B. R A B P 4R N.R. (a) Diagramas de forças Ponto B Ponto A AN BN P P (b) Por conservação da energia mecânica do ponto P ao ponto A: Rgv Rgv MgRMv RMgMvRMg EE A A A A )P.(Mec)A.(Mec 2 4 2 2 1 4 2 12 2 2 2 MgN R RgMMgN R vMF A A A radiais 3 4 2 (c) Por conservação da energia mecânica do ponto P ao ponto A: Rgv Rgv MgRMv RMgMvMgR EE B B B B )P.(Mec)B.(Mec 6 6 3 2 1 4 2 1 2 2 2 MgN R RgMN R vMF B B B radiais 6 6 2 84 11. Um bloco de massa M é arremessado sobre uma superfície horizontal com velocidade de módulo v0, que desliza sem atrito até chegar ao ponto A. A partir daí desliza sobre uma superfície onde o coeficiente de atrito cinético vale c até o ponto B, percorrendo uma distância L. Em B, o bloco colide com uma mola de constante elástica k. O módulo da aceleração da gravidade local vale g e a diferença de nível entre os dois trechos planos é H. Determine a máxima compressão da mola em função de v0, M, g, H, L, c e k. (A partir de B não há atrito entre o bloco e a superfície). k LggHvM x k LggHvM x MgLMgHMvkx MgHMvkxMgL MgHMvkxMgL EW EEEW EEEW EWWW EW c c c c c Mecf cPGPEf cPGPEf cPesoElástFf cTotal c c c c )22( )22( 22 )2(2 ) 2 1( 2 1 2 0 2 02 2 0 2 2 0 2 2 0 2 . .. L 0v M k A B H 85 EXERCÍCIOS PROPOSTOS Quando necessário use g = 10 m/s². 1. Um bloco pesando 10 N é forçado contra uma mola horizontal de massa desprezível, comprimindo- a de 15 cm. Quando liberado, o bloco percorre numa superfície horizontal uma distância de 60 cm antes de alcançar o repouso. A constante de força da mola vale 133 N/m. Determine o coeficiente de atrito cinético entre o bloco e a mesa. 2. Um bloco de 2,0 kg é solto de uma altura de 40 cm sobre uma mola cuja constante de força vale 2000 N/m. Determine o valor da compressão máxima da mola. 3. Um projétil de 8,0 kg é atirado de um canhão com velocidade inicial de 245 m/s e elevação de 45°. Em seguida, outro projétil idêntico ao primeiro é atirado com a mesma velocidade inicial, mas a 90°. (a) Determinar as alturas máximas alcançadas pelos projéteis. (b) Mostrar que a energia total no topo da trajetória é a mesma nos dois casos. (c) Usando o princípio de conservação da energia, calcular a altura máxima alcançada por um projétil idêntico, atirado com a elevação de 30°. 4. Uma bola é presa a uma corda e colocada em rotação num círculo vertical. Provar que a tração na corda no ponto mais baixo excede à tração na corda no ponto mais alto de uma quantidade igual a seis vezes o peso da bola. 5. Um pequeno corpo de massa m escorrega sem atrito sobre o dispositivo em laço, mostrado na figura abaixo. Ele parte do repouso de um ponto A a uma altura 3R acima da base do laço. Quando atinge o ponto B na extremidade do diâmetro horizontal do laço, calcular: (a) a aceleração radial e (b) a força normal sobre o corpo. 6. Um bloco de 5 kg é empurrado para cima, em um plano inclinado, sem atrito, fazendo um ângulo de 30º com a horizontal. Ele é empurrado ao longo de 2 m sobre o plano por uma força constante, paralela ao plano, cuja intensidade é de 100 N. Se a sua velocidade no início era de 2 m/s, (a) qual será sua velocidade no final dos 2 m. (b) Considerando que o coeficiente de atrito cinético entre o bloco e o plano seja 0,10 qual será a velocidade no final dos 2 m? 7. Um helicóptero eleva uma astronauta de 72 kg verticalmente por 15 m a partir do oceano por meio de um cabo. A aceleração da astronauta é g/10. Quanto trabalho é realizado sobre a astronauta (a) pela força do helicóptero e (b) pela força gravitacional agindo sobre ela? Quais são (c) a energia cinética e (d) a velocidade da astronauta imediatamente antes de alcançar o helicóptero? 15 cm 60 cm 86 8. Uma corda é usada para abaixar verticalmente um bloco de massa M, inicialmente em repouso, com uma aceleração constante para baixo de módulo g/4. Quando o bloco tiver caído uma distância d, encontre (a) o trabalho realizado pela força que da corda sobre o bloco, (b) o trabalho realizado pela força gravitacional sobre o bloco, (c) a energia cinética do bloco e (d) a velocidade do bloco. 9. Um bloco de 3,6 kg é arrastado por uma corda por 4 m com velocidade constante sobre um piso horizontal. A força que a corda exerce sobre o bloco possui uma intensidade de 8 N e está na direção 15° acima da horizontal. Quais são (a) o trabalho realizado pela força da corda, (b) o trabalho realizado pela força de atrito cinético entre o bloco e o piso e (c) o coeficiente de atrito cinético entre o bloco e o piso? 10. Uma bala de 30 g, com uma velocidade horizontal de 500 m/s, chega ao repouso após penetrar 12 cm em uma parede sólida. (a) Qual a variação de sua energia mecânica? (b) Que intensidade da força média exercida pela parede leva a bala ao repouso? 11. Dois picos cobertos de neve estão a 850 m e 750 m acima do vale que os separa. Uma pista de esqui desce do cume do pico mais alto e depois volta a subir até o cume do pico mais baixo, com comprimento total de 3,2 km e uma inclinação média de 30º. (a) Um esquiador parte do repouso no cume do pico mais elevado. Com que velocidade ele chegará ao cume do pico mais baixo esquiando sem usar os bastões de esqui? Ignore o atrito. (b) Aproximadamente que coeficiente de atrito cinético entre a neve e os esquis fariacom que o esquiador parasse bem no cume do pico mais baixo? 12. Na figura abaixo, um bloco de 2,5 kg desliza de encontro a uma mola cuja constante de força é igual a 320 N/m. Quando o bloco pára, a mola fica comprimida de 7,5 cm. O coeficiente de atrito cinético entre o bloco e a superfície horizontal é igual a 0,25. Enquanto o bloco está em contato com a mola e sendo levado ao repouso, (a) qual o trabalho realizado pela força da mola e (b) qual o trabalho da força de atrito? (c) Qual a velocidade do bloco no instante em que o atinge a mola? 13. Na figura abaixo, um bloco desliza ao longo de uma pista indo de um certo nível para um nível mais elevado, atravessando um vale intermediário. A pista possui atrito desprezível até que o bloco atinja o nível mais alto. Daí por diante, uma força de atrito faz com que o bloco pare em uma distância d. Ache d sabendo que a velocidade inicial do bloco 0v tem módulo igual a 6,0 m/s, que a diferença de altura h é igual a 1,1 m e que o coeficiente de atrito cinético c é igual a 0,60. 87 14. Um trabalhador de uma fábrica solta sem querer um caixote de 180 kg que estava sendo mantido em repouso no alto de uma rampa de 3,7 m inclinada de 39º em relação à horizontal. O coeficiente de atrito cinético entre o caixote e a rampa e entre o caixote e o piso horizontal da fábrica é igual a 0,28. (a) Com que velocidade o caixote estará se movendo ao atingir a parte mais baixa da rampa? (b) Que distância ele irá deslizar sobre o piso da fábrica após alcançar a parte mais baixa da rampa? (c) As respostas para os itens (a) e (b) aumentarão, diminuirão ou permanecerão as mesmas se a massa do caixote for reduzida à metade? RESPOSTAS 1. 25,0c 9. NFb JEa 4 3 1013,3) 1075,3) 2. mx 1,0 10. 036,0) /7,44) cb smva 3. mHc mH mHa 750) 3000 ,1500) 11. smvc JWb JWa /05,1) 469,0) 9,0) 4. mgNb gaa c .4) .4) 12. md 17,1 5. smvb smva /8,7) /8) 13. Nãoc mdb smva ) 44,5) /52,5) 6. smvd JEcc JWb JWa /53,5) 101,1) 101,1) 102,1) 3 4 4 14. WP 51074,2 7. 2) 4) ) 4 3) gdvd MgdEcc MgdWb MgdWa 8. 23,0) 9,30) 9,30) cc JWb JWa 88 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1. Uma bola de aço de massa igual a m é largada de uma altura H sobre uma barra de aço horizontal. A bola permanece em contato com a barra por um intervalo de tempo t e é rebatida até uma altura 4H/9. Determine a força média (vetor) exercida sobre a bola, durante a colisão, em função de m, g, H, t e dos vetores unitários que se fizerem necessários. Pelo Teorema do Impulso-Momento Linear temos: jgHm t F jgHjgHmvmvmtF PJ if 2 3 5 2(2 3 2. 2. Um projétil de massa m atinge e se engasta num bloco de madeira de massa M que está em repouso numa superfície horizontal, preso a uma mola em espiral cuja constante elástica é k. O impacto produz uma compressão máxima na mola igual a x. O coeficiente de atrito cinético entre o bloco e a superfície é c. Determine (a) a velocidade do bloco imediatamente após a colisão e (b) a velocidade inicial do projétil. Expresse suas respostas em termos das grandezas m, M, g , c , k e x que se fizerem necessárias. CAPÍTULO 8- MOMENTO LINEAR, IMPULSO E COLISÕES Pela conservação da energia mecânica, a velocidade da bola ao atingir a barra será: jgHvgHvmvmgH iii 22 2 1 2 Após colidir com a barra a bola retornará, com velocidade fv que lhe permitirá atingir uma altura 4H/9. Pela conservação da energia mecânica: jgHvgHvHmgmv fff 2 3 22 3 29/4 2 1 2 +y +x iv H fv 4H/9 x m M 89 3. Duas esferas A (massa m) e B (massa 2m), suspensas por fios de mesmo comprimento L, são abandonadas das posições indicadas na figura abaixo. Após a colisão A e B permanecem unidas. A aceleração da gravidade é g. Determine: (a) o vetor velocidade das esferas imediatamente após a colisão, em função de L, g, e dos vetores unitários que se fizerem necessários; (b) a fração da energia cinética inicial que se mantém após a colisão. (a) Após a bala se engastar no bloco, o sistema bala-bloco terá uma velocidade, vf , que lhe permitirá deslizar uma distância x, produzindo uma compressão x na mola. Pelo Teorema do trabalho-energia: KWTotal Assim, 2 22 22 22 . )( 2 )( 2 2 1)()( 2 1 )( 2 10 2 1)( x Mm kgxv x Mm kgxv kxgxMmvMm vMmkxgxMm KKWW cf cf cf fc ifFElástfc (b) Antes da colisão a velocidade da bala é vi e a velocidade do bloco é nula. Após a colisão o sistema bala-bloco terá uma velocidade, vf . Uma vez que, durante a colisão, 0. dtPdFext , o momento linear do sistema bala- bloco será conservado. Assim, 2 )( 2)( )( x Mm kgx m Mmv vMmmv PP ci fi DepoisAntes +y +x L L B A H H = L – L(cos) H = L(1 – cos) 90 (a) As esferas A e B são abandonadas de uma mesma altura inicial, portanto, terão no momento da colisão a mesma velocidade inicial (módulo). Pela Conservação da Energia Mecânica: )(cos )(cos : cos igLv eigLv Assim gLgHv mgHmv Bi Ai 12 12 122 2 1 2 )cos()cos(..)( )cos()cos(.)cos( 1 3 112 9 13 2 1 2 1 13122 2 112 2 1 2 1 2 1 2 22 mgLgLmvmmK mgLgLmgLmvmvmK fBADepois BiBAiAAntes 9 1 3 3/1 Antes Depois K K 4. A carreta A é empurrada com uma velocidade de módulo 5v0 em direção à carreta B que inicialmente está em repouso. Após a colisão, A recua com velocidade v0, enquanto que B move-se para a direita com velocidade de 3v0. Num segundo experimento, A é carregada com uma massa M e empurrada contra B (em repouso) com velocidade de 5v0. Após a colisão, A permanece em repouso, enquanto que B move-se para a direita com velocidade de 5v0. Determine a massa de cada carreta, em função de M. A B A B M mB mA mB Am 1° Experimento )( .)(. 12 36 35 00 000 AB BA BAA BfBAfAAiA depoisantes mm vmvm vmvmvm vmvmvm PP 2° Experimento )( .).( 2 55 00 Mmm vmvMm vmvmvm PP AB BA BfBAfAAiA depoisantes Substituindo (1) em (2): Mm Mmm A AA 2 e, MmB 2 Pela conservação do momento linear (colisão perfeitamente inelástica): )()cos1(2 3 1)cos1(2 3 1 3)cos1(22)cos1(2. )(.. igLigLv vmigLmigLm vmmvmvm f f fBABiBAiA (b) 91 5. Os discos A (massa m e velocidade de módulo 3 v), B (massa 1,5 m e velocidade de módulo v) e C (massa 2,5 m) se aproximam da origem deslizando sobre uma mesa de ar sem atrito. Todos os discos atingem a origem no mesmo instante. (a) Determine o vetor velocidadeinicial do disco C (em função de v) para que os três discos unidos se desloquem com velocidade de módulo v no sentido positivo do eixo x após a colisão. (b) Determine a variação de energia cinética do sistema constituído pelos três discos (em função de m e v) ocasionada pela colisão. + y + x A B C sen = 0,80 e cos = 0,60 Dados: Antes da colisão )()( 2 5 )(8,0)(6,0 )(sen)(cos 2 3 )(3 jvivvmm jvivv jvivvmm ivvmm yCxCiCC iB iBB iAA Depois da colisão )(ivvvvv ffCfBfA (a) Considerando o sistema constituído pelos discos A, B e C, durante a colisão o externasF é nulo, de tal forma que o momento linear do sistema é conservado. )(,)(, ,,)(,)(,)]()([ )()]()([)(,)(,)( )()]()([)](,)(,[)]([ )( jvivv vvevvjvivjviv ivjvivjviviv imvjvivmjvivmivm vmmmvmvmvm PP iC yCxCyCxC yCxC yCxC fCBAiCCiBBiAA DepoisAntes 480563 4805632198 2 5 5 2 521903 5 2 58060 2 33 (b) A energia cinética inicial do sistema é: 22222 7521480563 2 5 2 1 2 3 2 13 2 1 mvvvmvmvmKi ,]),(),[()( A energia cinética do sistema após a colisão é: 22 525 2 1 mvvmKi ,)( A variação de energia cinética, portanto será: 222 2519752152 mvmvmvK ,,, 92 6. Um objeto de massa M desloca-se horizontalmente para a direita sobre uma superfície sem atrito, com uma velocidade v0 (em relação à Terra). Num determinado instante o objeto explode em dois fragmentos de massas iguais. Devido a explosão o fragmento 1 adquire uma velocidade relativa ao fragmento 2 para a direita de módulo 2v0. Determine, em função das grandezas M e v0 que se fizerem necessárias, (a) a velocidade do fragmento 2 em relação à Terra e (b) o acréscimo de energia ao sistema devido a explosão. a) Inicialmente, o objeto desloca-se horizontalmente, para a direita, com velocidade 0v em relação à Terra. O momento linear inicial do mesmo, em relação à Terra é: 0MvPinicial Na explosão, 0).( dtdPF xext . De tal forma que o momento linear do sistema constituído pelos dois fragmentos, em relação à Terra, permanece o mesmo de antes da explosão. 0 222 2 2 )( 2 ,2 0,20 0,2,22,1 0,2,22,1 0,22,11 T T TT TT TT inicialfinal v vvv vvvv MvvMvvM Mvvmvm PP b) A energia cinética inicial é: 2 02 1 MvK Antes Após a explosão a energia cinética dos fragmentos passa a ser: 2 0 2 0 2 2,1 2 ,22,1 2 ,1 )2( 4 )( 4 )( 4 22 1 MvK vMK vMK vvMK vMK Depois Depois Depois TDepois TDepois A variação de energia cinética do sistema é: 2 0 2 0 2 0 2 1 2 1 MvMvMvK Assim a energia cinética acrescida ao sistema na explosão é: 2 02 1 MvK acrescida 12M 0 v x(+) 93 7. Um projétil de massa m que se desloca em direção horizontal com velocidade vi, atinge um bloco de madeira de massa M, inicialmente em repouso sobre uma superfície horizontal. O projétil após atravessar o bloco tem sua velocidade reduzida para 2 iv . O bloco desliza uma distância d sobre a superfície, a partir de sua posição inicial, até retornar novamente ao repouso. Determine (a) o coeficiente de atrito cinético entre o bloco e a superfície e (b) a energia cinética perdida durante a colisão. a. Para se determinar o coeficiente de atrito cinético entre o bloco e a superfície precisamos, primeiramente, determinar a velocidade do bloco imediatamente após a colisão. Pela conservação do momento linear do sistema projétil-bloco temos: i i ii i i DepoisAntes v M mv mvvM vMmvmv vMvmmv PP 2 2 22 2 Durante o movimento do bloco a única força que realiza trabalho sobre o mesmo é a força de atrito cinético, assim: 2 c 2 c 2 c 8 1μ 22 1μ 2 10μ i i f v M m gd v M mgd vMMgd KW c b. A energia cinética antes da colisão é: 2 2 1 iAntes mvK Imediatamente depois da colisão a energia cinética do sistema é: M MmmvK v M mMmvK vMvmK iDepois iiDepois i Depois 2 2 2 2 2 8 1 22 1 8 1 2 1 22 1 A variação de energia cinética do sistema projétil- bloco foi de: M mMmvK M MmmvK M MMmmvK M MmmvK mv M MmmvK i i i i ii 8 3 8 3 4 8 1 4 8 1 2 1 8 1 2 2 2 2 22 iv d v = 0 v Imediatamente antes v 2 iv Imediatamente depois 94 8. Um bloco de massa m1 = M movendo-se para a direita sobre uma superfície horizontal sem atrito, com velocidade de módulo v0 colide frontalmente com outro bloco de massa desconhecida (m2), inicialmente em repouso. Após a colisão o bloco de massa m1 recua com a velocidade reduzida para 2 0v e o bloco de massa desconhecida adquire uma velocidade 2 0v . (a) Determine a massa m2 em função de M. (b) Verifique se a colisão foi perfeitamente elástica. 9. Uma bala de massa m e velocidade v0 passa através de um bloco de massa M, de um pêndulo balístico cujo fio possui comprimento L, e emerge do bloco com a velocidade reduzida para 2 0v . O módulo da aceleração da gravidade local vale g. (a) Determine a velocidade do bloco, imediatamente após ser atravessado pela bala (em função de m, M e v0) e, (b) sabendo que o bloco, após ser atravessado pela bala subiu até a posição B, determine o valor de v0 (em função de m, M, L e g). a) Pela conservação do momento linear: Mm vmMv vmvMMv vmvMMv vmvmvmvm ffii 3 22 3 22 22 0 2 0 20 0 2 0 0 0 2 0 0 22112211 b) Cálculo da energia cinética do sistema m1 e m2, antes e após a colisão 2 0 2 0 2 0)( 2 0 2 0 )( 2 22 2 11)( 2 0 2 22 2 11)( 2 1 8 3 8 1 2 3 2 1 22 1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 1 MvMvMvE v M v ME vmvmE MvvmvmE DepoisC DepoisC ffDepoisC iiAntesC Uma vez que a EC(Antes) = EC(Depois), a colisão é perfeitamente elástica. m1 m2 0v 2 0v 2 0v m1 m2 L 2 0v 0v L B NR L 95 10. Um corpo A de massa M desloca-se para a direita com velocidade constante, de módulo 6v0 e faz uma colisão frontal, perfeitamente elástica, com um corpo B de massa 2M inicialmente em repouso. Determine o impulso exercido, devido a colisão, (a) sobre o corpo A e (b) sobre o corpo B. (Dados: M e v0). a) Pela conservação do momento linear: 0 0 0 0 0 022112211 2 2 1 2 2 0 v M mv vMmv vM v mmv vM v mmv vmvmvmvm ffii b) Após ser atravessado pela bala o bloco adquire uma velocidade v’ que lhe permite subir até a posição B. Pela conservação da energia mecânica: Lg m MLg m Mv m MLgv Lgv M m MgLv M mM MgLvM 228 8 2 4 22 1 2 1 0 2 2 2 0 2 02 2 2 0 2 + x A B 06v Pela conservação do momento linear: )1(62 26 26. 0 0 0 vvv vvv MvMvvM vmvmvmvm BfAf BfAf BfAf BfBAfABiBAiA Uma vez que a colisão é elástica podemos usar o fato de que ocorre inversão na velocidade relativa após a colisão. 0 0 6 6 vvv vvv vvvv BfAf AfBf AfBfBiAi Resolvendo o sistema de equações (1) e (2): 0 0 0 0 0 0 0 0 4 6 2 63 1222 62 )2(6 62 vv vvv vv vv vvv vvv vvv vvv Bf AfBf Af Af BfAf BfAf BfAf BfAf Assim, o impulso exercido sobre o corpo A é: 0 00 8 62 MvJ vvMvvMpJ A AiAfAA Uma vez que, na colisão, o impulso total é igual a zero: 08MvJJ AB 96 11. Uma bola de borracha com massa m é liberada do repouso a uma altura h acima do solo. Após o primeiro quique, ela sobe a 90% da sua altura original. Determine qual impulso (módulo, direção e sentido) o solo exerce sobre essa bola durante o seu primeiro quique. Expresse sua resposta em termos das variáveis m, g e h. 12. Um vagão de estrada de ferro (A) , de massa 2M, está freado no topo de uma ladeira, a uma altura H1 em relação ao solo. Quando ele é solto, rola pela ladeira e se engata com um outro vagão (B), de massa M, que está parado, livre, na base da ladeira. Os dois, engatados, sobem até a altura H. Determine (a) a altura H e (b) a energia mecânica perdida na colisão. Cálculo da velocidade antes da colisão com o solo (v1): ghv mvmgH 2 2 1 1 2 1 Cálculo da velocidade após a colisão com o solo (v2): ghv hmgmv 80,1 90,0 2 1 2 2 2 Cálculo do Impulso exercido pelo solo sobre a bola: ghghmJ ghghmJ vvmJ mvmvJ pJ 280,1 )280,1 )( 12 12 Direção: Vertical Sentido: Para cima h 1v 2v 0,90 h v0 = 0 v = 0 + y H1 H = ? A B A colisão entre os vagões será perfeitamente inelástica uma vez que os dois vagões permanecerão engatados e, assim sendo, terão a mesma velocidade após a colisão. fBfAf vvv NR (Ug = 0) 97 a. Cálculo da velocidade de A imediatamente antes da colisão Durante a descida de A, a única força que realiza trabalho é a força gravitacional, assim: 1 2 1 2 2 2 12 gHv MvMgH EE Ai Ai finalinicial Pela Lei de Conservação do Momento Linear: 123 2 )2(2 gHv vMMMv PP f fAi DepoisAntes Uma vez que, durante a subida dos vagões, novamente, a única força que realiza trabalho é a força gravitacional, temos: 1 1 2 9 4 2 9 4 2 1 33 2 1 HH gHgH MgHMv EE f finalinicial b. Considerando o nível de referência (h = 0) na base da ladeira, a Energia Mecânica inicial do sistema constituído pelos dois vagões será: 12MgHEinicial E, a Energia Mecânica final do sistema constituído pelos dois vagões será: 1 1 3 4 9 433 MgHE HMgMgHE final final Assim, a variação de energia mecânica do sistema em virtude da colisão ocorrida será: 1 11 3 2 2 3 4 MgHE MgHMgHE A energia mecânica perdida na colisão é, portanto: 13 2 MgHEPerdida 13. Um bloco A de massa mA = 1 kg move-se com uma velocidade vA = 3 m/s num plano horizontal liso, colidindo com uma esfera B de massa mB = 5 kg. A esfera estava inicialmente parada e suspensa por um fio, como mostra a figura ao lado. Após a colisão, a esfera atinge uma altura h = 0,05m. a) Qual o módulo e o sentido da velocidade do bloco A após a colisão? Pela conservação do momento linear: 2m/sv Af 1.53 .53 53 513.1 . Af BfAf BfAf BfAf BfBAfAAA DepoisAntes v vv vv vv vmvmvm PP Pela conservação da energia mecânica da esfera após a colisão: smv hgv hgv hgmvm EE Bf Bf Bf BBfB finalinicial /1 05,0.10.2..2 ..2 ... 2 1 2 2 BA h = 0,05 mAv + x 98 b) A colisão foi perfeitamente elástica? Justifique sua resposta. 14. Um bloco de massa m1 = 3 kg movendo-se para a direita com velocidade v1i = 6 m/s sofre uma colisão perfeitamente elástica com um bloco de massa m2 = 6 kg que se movimenta também para a direita com velocidade v2i = 3 m/s. (a) Determine as velocidades finais dos blocos após a colisão. (b) Considerando que a colisão tenha durado 0,002 s, determine a força média exercida por m1 sobre m2. A energia cinética antes da colisão é: JE E vmE antesC antesC iAAantesC 5,4 3.1 2 1 2 1 )( 2 )( 2 )( Imediatamente depois da colisão a energia cinética do sistema é: JE E vmvmE depoisC depoisC BfBAfAdepoisC 5,45,22 )²1.(5 2 1)²2.(1 2 1 2 1 2 1 )( )( 2 2 2 )( Uma vez que a energia cinética foi conservada, a colisão é perfeitamente elástica. (a) Pela conservação do momento linear: 1.212 )3(6336 633.66.3 .... 21 21 21 12212211 Eqvv vv vv vmvmvmvm PP ff ff ff ffii DepoisAntes Uma vez que a colisão é perfeitamente elástica podemos usar o fato de que ocorre inversão na velocidade relativa após a colisão. 2.3 36 12 12 1221 Eqvv vv vvvv ff ff ffii 5m/sv2f 153 3 122 2 21 21 f ff ff v vv vv 2m/sv1f 35 3 1 21 f ff v vv m2 6 kg m1 3 kg smv i /61 smv i /32 b) 22 pJ 6000NF 002,0 )35(6 )(002,0. .. 222 2222 F vvmF vmvmtF if if 99 EXERCÍCIOS PROPOSTOS Quando necessário use g = 10 m/s². 1. (a) Qual é o módulo do momento linear de um caminhão de 10000 kg que se desloca com velocidade de 12 m/s? (b) Qual o impulso necessário para retirá-lo do repouso e imprimir-lhe a velocidade de 12 m/s? Qual deve ser a velocidade de um carro esportivo de 2000 kg para que ele tenha (c) o mesmo momento linear do caminhão? (d) a mesma energia cinética do caminhão? 2. Dois blocos A e B de mesma massa (m = 2 kg), movem-se sobre uma superfície horizontal e sofrem uma colisão elástica. Inicialmente o bloco A se desloca para a direita com velocidade de módulo igual a 2 m/s e o bloco B para a esquerda com velocidade de módulo igual a 4 m/s. Determine a variação de momento linear do bloco A e do bloco B. 3. Uma partícula de 12 g move-sea 3 m/s, para a direita na direção de uma outra que tem 6 g e uma velocidade de 7,5 m/s para a esquerda. Determine a variação de momento linear de cada partícula após ter ocorrido uma colisão frontal, perfeitamente elástica. 4. Uma bala de 5,0 g movendo-se a 670 m/s atinge um bloco de madeira de 500 g, inicialmente em repouso sobre uma superfície sem atrito. A bala atravessa o bloco e emerge, viajando no mesmo sentido, com sua velocidade reduzida a 420 m/s. (a) Qual é a velocidade final do bloco ? (b) Qual é a porcentagem de energia perdida na colisão? 5. Um carrinho de massa igual a 340 g movendo-se sobre um trilho de ar linear a uma velocidade inicial de 1,2 m/s sofre uma colisão elástica com outro carrinho inicialmente em repouso de massa desconhecida. Após a colisão, o primeiro carrinho continua no seu sentido original com 0,60 m/s. (a) Qual é a velocidade do segundo carrinho após a colisão? (b) Qual a massa do segundo carrinho? 6. Duas esferas de titânio se aproximam com velocidades de mesmo módulo e sofre uma colisão elástica frontal. Após a colisão, uma das esferas, cuja massa é de 300 g, permanece em repouso. Determine a massa da outra esfera. 7. Um próton-projétil com uma velocidade de 500 m/s colide elasticamente com um próton-alvo, inicialmente em repouso. Os dois prótons se movem, então, ao longo de trajetórias perpendiculares, com a trajetória do projétil a 60 graus em relação ao sentido inicial. Após a colisão, quais são as velocidades (a) do próton-alvo e (b) do próton-projétil? 8. Um objeto de massa m1 = 2M desloca-se horizontalmente para a direita, sobre uma superfície sem atrito, com uma velocidade cujo módulo é 3v0 indo colidir com um objeto de massa m2 = M, inicialmente em repouso na mesma superfície. Após a colisão o bloco de massa m2 passa a se mover com velocidade de módulo 4v0. Determine em função das grandezas M e v0 que se fizerem necessárias: (a) a velocidade do objeto 1 após a colisão, (b) e a força média (módulo, direção e sentido) exercida sobre o corpo de massa m2, pelo corpo de massa m1 durante a colisão, sabendo que a mesma durou um tempo t. (c) A colisão é perfeitamente elástica? Explique. 2M m1 m2 03v + x M 100 9. Uma bala de massa m é disparada contra um bloco de madeira de massa M que se encontra em repouso, na base de um plano inclinado de um ângulo . A bala fica encravada no bloco e, o conjunto bala-bloco desliza uma distância L sobre o plano inclinado até parar no ponto B. O coeficiente de atrito entre o bloco e o plano inclinado vale 2 1 . O módulo da aceleração da gravidade local é g. Determine o módulo da velocidade inicial do projétil (v0) em função de m, M, L e g. 10. Uma esfera de aço de massa M e uma corda de massa desprezível de 2m de comprimento formam um pêndulo simples que oscila sem atrito em torno do ponto O, conforme mostrado na figura abaixo. Esse pêndulo é solto a partir do repouso na posição horizontal, e quando a esfera atinge sua posição mais baixa ela sofre uma colisão perfeitamente elástica com um bloco, também de massa M, que se encontra em repouso sobre uma superfície horizontal. O coeficiente de atrito cinético entre o bloco e a superfície horizontal vale 0,10. Considere g = 10m/s2. Determine: (a) A velocidade do bloco imediatamente após a colisão. (b) A distância percorrida pelo bloco até que ele atinja novamente o repouso. RESPOSTAS 1. smvd smvc smkgIb smkgPa /8,26) /60) /.102,1) /.102,1) 5 5 5. gmb smva f 3,113) /8,1) 2 2 9. Lg m Mmv 2)(0 2. smkgP smkgP B A /.12 /.12 6. gm 1002 10. mdb smv f 20) /32,62 3. smkgP smkgP B A /.104,8 /.104,8 2 2 7. smvb smva projétil alvo /250) /433) 4. %)6,60(7,679) /5,2) )( 2 JEb smva perdidac fr 8. 2 0)()( 0 01 9.) ,4) ) MvEESimc direitaaparahorizontal t MvFb vva antescdepoisc f 5 4 5 3 cos sen m L M M m 0v A B m2 = M 101 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 1. Uma viga de alumínio com 9,00 de comprimento, pesando 300 N, repousa simetricamente sobre dois suportes separados por uma distância de 5,00 m. Um adolescente pesando 600 N parte do ponto A e caminha para a direita. a) Em um mesmo diagrama, construa dois gráficos mostrando as forças de baixo para cima FA e FB exercidas sobre a viga nos pontos A e B, em função da coordenada x do adolescente. (b) Pelo diagrama, até que distância à direita do ponto B ele pode caminhar sem que a viga tombe? c) Qual será a distância máxima até a extremidade direita da viga que o ponto de suporte B pode ser colocado para que o adolescente possa atingir essa extremidade sem que comece a tombar? a) b) Pelo diagrama percebe-se que FA = 0 quando x = 6,25 m de tal forma que o adolescente poderá percorrer 1,25 m além do ponto B. c) Considere que o adolescente chegou à extremidade direita no instante em que FA = 0 e FB, portanto, é igual a 900 N. Tomando-se o Somatório dos torques em relação à nova posição do suporte B, temos: md d dd ddB 5,1 35,4 02)5,4( 0600)5,4.(300' xF xFexF xF xF FF F A AB B B A BA y 120750 )150120(900150120 7506005 0.6005,2.3005. 0 900 0 x x 0 A B d CAPÍTULO 11- EQUILÍBRIO 102 2. A barra da figura abaixo é homogênea, pesa 500 N e está em equilíbrio na posição indicada na figura abaixo. O peso do objeto suspenso é 50 N. Determine a tração na corda e a força que o suporte exerce sobre a barra. 3. Um disco circular de raio R pode girar, sem atrito em torno de um eixo horizontal que passa pelo seu centro. Um fio é enrolado na periferia do disco e em sua extremidade está pendurado um objeto de massa 10M. Um eixo uniforme de comprimento L (= 10R) e massa 2M está amarrado ao disco com uma das extremidades no centro do disco. Quando se coloca na outra extremidade do eixo um objeto de massa M o conjunto fica em equilíbrio na posição indicada abaixo. Determine o ângulo . 50 N corda suporte 1 m 1 m c.g. M 10M c.g. Aplicando as condições de equilíbrio para a barra: 450 500 50 0 2 1 21 TF NP NT PTFTF S Sy 2T 1 T P SF Tomando-se o eixo de rotação no ponto de apoio: NF F TF e NT T T TPT S S S 250 200450 450 200 16008 083.5002.50 08.3.2. 0 2 2 2 2 21 0 O 103 Uma vez que o sistema (eixo + disco) está em equilíbrio: º60 2 1cos cos2010 cos10.cos5.2.10 0cos10.cos5.2º90sen.10 00 PRPR RPRPRP RPRPRP 4. Uma escada uniforme de comprimento L e peso P está encostada em uma parede lisa. Sua extremidade superior está situada a uma distância 0,80L acima do solo como mostra a figura abaixo. Um homem de peso 2P sobe pela escada. Determine o coeficiente de atrito estáticomínimo entre o solo e a base da escada, de tal forma que o homem possa subir até o centro da escada sem que a mesma escorregue. La La LaL 60,0 )64,000,1( )80,0( 22 222 )1( 0 )( )( Pmáxe Pmáxex Nf NfF )2(3 03 PN PNF S Sy )3( 8 9 80,0 .90,0 .90,080,0. 0 2 60,0.380,0. P L PLN PLLN LPLN P P Poz Substituindo (2) e (3) em (1): 8 3 8 93. 8 9. )( ee Se Pmáxe PP PN Nf x 0,80L L PN )(máxef SN P 3 a O y P 10 P P 2 0 R F 104 5. Uma barra homogênea de peso P é presa a uma parede por meio de uma dobradiça (A). Na outra extremidade encontra-se suspensa uma carga de peso 2P. A barra é mantida na horizontal por meio de um fio preso à parede e ao centro de gravidade da mesma. Determine: (a) o módulo da tensão no fio e (b) a força exercida pela dobradiça sobre a barra em termos dos vetores unitários i e j . i j sen 45° = cos 45° = 2 2 45° A P P 2 H V T xT yT 45° Diagrama de forças para a barra Aplicando as condições de equilíbrio para a barra temos: 220 TTHHTF xxx (1) PVTPVTF yyy 303 (2) PTaPT PT TP TPP LTLPPL y y y yA 25)(5 2 2 )3(5 22 5 22 2 0 22 2 Substituindo (3) em (2): PV PVP 2 35 Portanto, a força vertical está no sentido contrário daquele convencionado. Substituindo o valor de T na equação (1): PPH 5 2 225 (b) )(2)(5 jPiPF 105 6. A extremidade A da barra AB da figura abaixo repousa sobre uma superfície horizontal sem atrito, e a extremidade B está articulada. A barra é homogênea e possui peso P . Uma força horizontal F é aplicada à barra na extremidade A, sendo F = 2P. Determine, em função de P, e dos vetores unitários que se fizerem necessários, (a) a força exercida sobre a barra pela superfície horizontal e (b) a força exercida sobre a barra pela articulação. Aplicando as condições de equilíbrio: 00 OeF PFF FF F H H x 2 0 0 V V y FPN FPN F 0 0 F i j k B A HF VF F N P O (eixo de rotação) F = 2P tan tantan cos cos cos cos 4 22 2 2 2 0 2 2 0 2 2 0 2 0 PPPF PsenPsenF PsensenFP senLPLsenFPL senLPLsenFLF V V V V VH O tan4 tan2tan 2 2 2tan 2 PPPN PPPN Assim: )(tan4 tan2 )(2)( )(tan4 tan2 )( . j PiPFb jPNFa Art SH 106 7. Na figura ao lado, sejam P e P’ (= 3P) os pesos do caixote e da baliza, respectivamente, e o ângulo que o eixo imaginário que passa pelo centro da baliza faz com a horizontal. A baliza está ligada a um pivô sem atrito à sua extremidade inferior. A baliza não é uniforme, sendo a distância entre o seu centro de gravidade e o pivô igual a um terço do seu comprimento total. Despreze a massa do fio e o atrito nas roldanas. c. Determine a tensão no fio de sustentação superior e as componentes horizontal e vertical da força exercida sobre a baliza em sua parte inferior. d. Determine o ângulo que a força resultante que atua na extremidade inferior da baliza faz com a horizontal. Dados: P , P’ = 3P e . Ilustração: = 90° = 90° sen = cos a) Determinação de FV : 03 PPFF Vy PFV 4 (1) Determinação de T : 0)3( 3 1 PLPLTLoz 0)cos2sen( PTL tan 2PT (2) Determinação de FH : 0TFF Hx TFH (3) b) Determinação de : tan2 2 tan)4(tan P P F F H V )tan2arctan( (4) 8. A barra AB da figura ao lado é uniforme, pesa 2P, e tem comprimento L. A barra é articulada na extremidade A e, a uma distância L4 3 desta extremidade encontra-se suspenso um objeto de peso P. A barra é mantida em equilíbrio, presa à parede por um cabo de sustentação. Determine: (a) A tração no cabo de sustentação e (b) as componentes vertical e horizontal da força que a articulação exerce sobre a barra. Fio de sustentação Baliza Pivô HF VF P 'P L T P L 4 3 L4 1 A B cabo de sustentação 107 9. Uma escada para fuga de incêndio de comprimento é L e peso P encontra-se em equilíbrio, apoiada em uma calçada e o seu topo é mantido preso a um pivô. O atrito entre a base da escada e a calçada é desprezível. O centro de gravidade da escada coincide com o seu centro geométrico. A uma distância 3 L da base da escada encontra-se um bombeiro de peso 3P. A escada faz um ângulo com a horizontal. Determine o módulo, a direção e o sentido da força exercida sobre a escada (a) pela calçada e (b) pelo pivô. P 3 L pivô O A B VF P P 2 T yT xT HF TsenT TcosT y x Aplicando as condições de equilíbrio para a barra AB temos: )1( 0 TcosF TcosFF H Hx )2(3 03 PTsenF PTsenFF V VY )( 4 7 4 7 0 4 3 0 4 3 2 2. a sen PT PTsen PPTsen LPLPLTsenA (b) Substituindo T em (1) e (2): tan PF cos sen PF H H 4 7 4 7 O 3 L P N VF P 3 Lcos cosL 3 2 cosL 2 O VF N P 108 10. Uma trave uniforme de peso P e de comprimento igual a L está presa a um pino na extremidade inferior e sofre a ação de uma força F de intensidade 2P, na sua parte superior. A trave é mantida na vertical por um cabo que faz um ângulo com o solo. Determine, em função de P, (a) a tensão no cabo e (b) as componentes horizontal e vertical da força que o pino exerce sobre a trave. F 2 L 2 L 5 3 5 4 sen cos Aplicando as condições de equilíbrio para a escada temos: )1(4 04 0 PNF PNFF F V Vy x jˆ 2 5 2 5 2 2 02 2 0 3 23 20 PNPN PPN PPN cosLPcosLPNLcos Vertical, para cima.Substituindo o valor de N na equação (1): jˆPFPF PPF PPF VV V V 2 3 2 3 2 54 4 2 5 Vertical, para cima. 109 11. Uma placa quadrada uniforme, de peso P e lado 2L, está pendurada numa haste de comprimento 3L e massa desprezível. Um cabo está preso à extremidade da haste e a um ponto na parede situado a uma distância 4L acima do ponto onde a haste é fixada à parede, conforme mostra a figura. Determine, em função de P, (a) a tensão no cabo; (b) as componentes horizontal e vertical da força exercida pela parede sobre a haste. Use caneta para a resposta. 0 2 L 2 L xT yT T P F HF VF )1(2 5 4 5 4 0 PTF FTF TcosFF TFF F H H H xH x )2( 5 3 0 TPF TsenPF TPF F V V yV y a) )3(5 4 5 4 4 2 0 2 0 PT PT PTcos FT FLLT x x O b) Substituindo (3) em (1): PF PPF PTF H H H 2 25 5 4 2 5 4 Substituindo (3) em (2): PF PPF TPF V V V 4 5 5 3 5 3 Boas Férias! 2L 4L 2L L3 2L L3 O xT T HF VF yT P Diagrama de corpo livre )1( 5 3 5 3 0 TF TF TcosF TF F H H H xH x )2( 5 4 0 TPF PTsenF PTF F V V yV y Diagrama de corpo livre L3 4L D = 5L 110 12. Uma porteira tem comprimento igual a 2L, altura L e peso P. Os centros geométrico e de gravidade coincidem e as dobradiças ficam em A e B. Para reduzir o esforço na dobradiça superior colocou-se um cabo CD, cuja tensão foi ajustada de modo que a força horizontal exercida pela dobradiça A sobre a porteira seja metade da força horizontal exercida pela dobradiça B AB HH 2 . Na figura já estão representadas as componentes horizontais e verticais das forças exercidas pelas dobradiças A e B. Determine: (a) a tensão no cabo; (b) as componentes horizontais (HÁ e HB) das forças exercidas pelas dobradiças A e B sobre a porteira. (c) Determine a força vertical conjunta (VÁ + VB) exercida pelas dobradiças A e B. Respostas em função de P. LD LD LLD 5 25 )3()4( 22 222 5 3 5 3 5 4 5 4 L Lcos L Lsen a) )3( 6 5 3 2 5 4 3 2 3 2 023 0 PT PT PTsen PT LPLT y y O b) Substituindo (3) em (1): PF PF TF H H H 2 1 6 5 5 3 5 3 Substituindo (3) em (2): PF PPF PPF TPF V V V V 3 1 3 2 6 5 5 4 5 4 L 2L A B BV AH BH AV D C 5 4cos 5 3 sen P T yT xT TTsenT TTcosT y x 5 3 5 4 AB HH 2 111 13. A escora da figura abaixo é uniforme e tem peso igual a P. A escora é articulada em uma das extremidades e na outra extremidade está suspenso um objeto de peso igual a 2P. Um cabo prende a escora à parede. Determine: (a) a tração no cabo e (b) as componentes horizontal e vertical da força exercida sobre a escora pela articulação. Respostas em função de P. Aplicando as condições de equilíbrio para a porteira, temos: )1( 5 4 2 5 4 0 TH HHT HHTF A AA BAxx )2( 5 3 5 3 0 TPVV PVVT PVVTF BA BA BAyy )( ... 3 14 5 5 14 5 42 5 32 2 020 PTPT PTT PHT LPLHLT By ByA Substituindo (3) em (1) e (2): PHH PPH AB A 7 42 7 2 14 5 5 4 PVV PPVV PPVV BA BA BA 14 11 14 3 14 5 5 3 O V P P 2 H T 5 4cos 5 3 sen 112 14. Uma prancha homogênea de 12 m de comprimento com peso igual 90 N repousa sobre dois apoios A e B, cada um a 1 m da extremidade mais próxima. Um bloco de 360 N é colocado sobre a prancha, a 3 m da extremidade direita, como mostrado na figura abaixo. Determine a força exercida por cada apoio sobre a prancha. Aplicando as condições de equilíbrio para a escora, temos: )1( 00 TH THFx )2(3 020 PV PPVFy HPTPT PT PTsen PPTsen LPPLTLsen LPPLTLsen O 3 10 6 20 5 45 5 32 cos52 0coscos42 0cos 2 cos2 0cos 2 cos2 0 O Lcos cosL 2 Lsen PV PH PT 3 3 10 3 10 1 m1 m 10 m B 3 m A BA )90( NPP )360( NPB BF AF 10 m 5 m 8 m 113 Aplicando as condições de equilíbrio para a barra: )1(450 36090 0 BA BA BPBAy FF FF PPFFF Tomando-se o eixo de rotação no ponto onde se encontra o apoio A: 333NFB 3330.10 10.2880450 010.8.3605.90 010.8.5. 00 B B B BBP F F F FPP Substituindo FB na equação (1): 117NFA 450333AF 114 EXERCÍCIOS PROPOSTOS Quando necessário use g = 10 m/s². 1. Um mergulhador de peso igual a 480 N está de pé sobre a extremidade de um trampolim de 4,5 m e peso desprezível. O trampolim está preso a dois pedestais que distam 1,5 m entre si, conforme a figura ao lado. Determine o módulo, a direção e o sentido das forças exercidas sobre o trampolim (a) pelo pedestal da direita D e (b) pelo pedestal da esquerda E. 2. A escora da figura ao lado é uma haste fina, uniforme e tem massa m. Um cabo liga um corpo de massa M à escora, e o outro, liga esta última a uma parede. A escora é presa ao chão por uma articulação e faz um ângulo com a horizontal. Desprezando as massas dos cabos e o atrito na articulação, determine: (a) a tensão no cabo que liga a escora à parede; (b) as componentes horizontal e vertical da força aplicada pelo chão na articulação da escora; (c) o ângulo formado entre a força resultante na articulação e a escora. 3. Romeu, cujo peso é 700 N, pega uma escada uniforme de 10 m de comprimento que pesa 200 N e a encosta em uma parede lisa (sem atrito) da residência de Julieta. O pé da escada está sobre o solo a 2,8 m da parede. Após Romeu subir 7 m ao longo da escada, esta fica na iminência de deslizar. Determine o coeficiente de atrito estático entre o solo e o pé da escada. M m 2,8 m 10 m 1,5 m 4,5 m E D 115 4. A figura mostra uma barra de 50 cm de comprimento e massa desprezível, suspensa por uma corda OQ, sustentando um peso P de 3000 N no ponto indicado. Sabendo que a barra está em equilíbrio e se apóia sem atrito nas paredes do vão, determine a razão entre a tensão na corda e a reação normal na parede no ponto S. 5. Um objeto de 360 N está pendurado em um fio preso a uma barra de peso desprezível de 15 m de comprimento, articulada em uma parede vertical e sustentada por um cabo, conforme figura ao lado. Determine a tração no cabo e as componentes horizontal e vertical da força exercida sobre a barra pela articulação. 6. A extremidade de um poste de peso P e altura h está apoiada sobre uma superfície horizontal. A extremidade superior do poste está sustentada por uma corda amarrada à superfície horizontal, fazendo um ângulo com o poste. Uma força horizontal F é aplicada no centro do poste. Sabendo que o coeficiente de atrito estático entre a base do poste e a superfície horizontal é e, determine o módulo máximo de F para que o poste não comece a deslizar. Dê sua resposta em função de P, e e. 7. Uma barra uniforme de peso P está presa por uma dobradiça a uma parede e apoiada numa superfície cujo atrito é desprezível. A barra é empurrada por uma força F horizontal, num ponto onde se localiza o centro de gravidade da barra e cuja intensidade é o dobro do seu peso. A barra forma com a horizontal um ângulo . Determine, em termos de , P e dos vetores unitários que se fizerem necessários: a) a força exercida pela superfície; b) a força exercida pela dobradiça sobre a barra. 10 cm 30 cm 20 cm O Q R S P 333666000 NNN 10 m 5 m 15 m 60º F F 116 8. Na figura ao lado, seja PB o peso do bloco, o ângulo que o fio faz com a barra horizontal e L e PL o comprimento e o peso da barra, respectivamente. O fio pode suportar uma tensão máxima T. (a) Determine a maior distância x para que o fio não se rompa. (b) Para o bloco nesta posição x, determine as componentes vertical e horizontal da força exercida pelo pino sobre a barra. 9. Na figura ao lado, uma esfera uniforme de peso P e raio R é mantida em repouso, apoiada em uma parede, presa à parede por um fio, a uma altura 3R do centro da mesma. Determine: (a) o módulo da tensão no fio e (b) o vetor força (em termos de vetores unitários) que a parede exerce na esfera. 10. Na estrutura em equilíbrio mostrada na figura ao lado, a barra AB tem peso desprezível e o bloco P pesa 40 N. Determine: a) O módulo da tensão T na corda BC. b) Os módulos das componentes horizontal e vertical da força que a articulação exerce sobre a barra. RESPOSTAS 1. jFb jFa E D 960) 1440) 4. 3 SN T 7. jPiPFb PNa D 2 1tan2) tan 2 1) 9. a) PT 3 5 b) jPiPF 3 1 3 1 2. tan 2( )(2tan) )( )2( tan2 ) )2( tan2 ) 1 Mm Mmc gMmF MmgFb MmgTa V H 5. baixoparaNF direitaaparaNF NT V H 450 6,467 3,935 8. TsenPPF TFb P LPTsenxa LBV H B L cos) 2 ) 10. a) T = 50 N b) FH = 40 N e FV = 10 N 3. 2,0e 6. )(tan tan2 e e máx PF x L 3R R 1 m 3 m 3 m B A C P = 40 N Exemplo de resolução de uma equação do segundo grau: 2.1 . Teorema de Pitágoras: 2.2 . Relações trigonométricas do triângulo retângulo: Equações do movimento Movimento Horizontal Movimento Vertical (b) Sabendo que (a) O tempo de percurso do projétil corresponde ao instante em que o mesmo atinge a posição x = D e y = - d. (c) A componente x da velocidade com que o projétil atinge a parede é: Bloco A Bloco B