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09/03/2018 1 MÉTODOS DE CÁLCULO • PROJETO ESTRUTURAL ✓Garante a segurança da estrutura: evita o colapso; ✓Garante o bom desempenho da estrutura: evita a ocorrência de grandes deslocamentos, vibrações, etc. Dimensionamento: ✓Critérios e garantia de segurança; ✓Definição de níveis de carga e situação mais desfavorável; ✓Limites de tolerância para imperfeições; ✓Etc • ESTADOS LIMITES ➢Estado limite último –cargas excessivas e consequente colapso da estrutura: perda do equilíbrio como um corpo rígido, plastificação total do elemento ou seção, ruptura de ligação, flambagem, ruptura por fadiga, esmagamento do material. ➢Estado limite de utilização – cargas em serviço: deformações excessivas, vibrações excessivas, corrosão, fissuração. AÇÕESAULA 2 MÉTODOS DE CÁLCULO • MÉTODO DAS TENSÕES ADMISSÍVEIS A máxima tensão solicitante σ em cada seção é inferior a uma tensão resistente reduzida por um coeficiente de segurança 𝛾. 𝜎𝑚𝑎𝑥 < ത𝜎 = 𝑓𝑦𝑘 𝛾 ത𝜎 = tensão admissível 𝑓𝑦𝑘=tensão de escoamento 𝛾 = coeficiente de segurança Incertezas: ✓Magnitude e distribuição do carregamento; ✓Características mecânicas do material; ✓Modelagem estrutural ✓Imperfeições na execução da estrutura. Limitações: ✓Único coeficiente de segurança para expressar todo tipo de incertezas; ✓Trabalha com o regime elástico, não considerando reservas de resistência existente no início da plastificação. AÇÕESAULA 2 09/03/2018 2 MÉTODOS DE CÁLCULO • MÉTODO DOS ESTADOS LIMITES 𝑆𝑑 = 𝑆(𝛾𝑓𝑖𝐹𝑖) < 𝑅𝑑 = 𝑅 𝑓𝑘 𝛾𝑚 Onde: 𝑆𝑑 - solicitação de projeto 𝑆 – solicitação 𝛾𝑓𝑖 - coeficiente de majoração 𝐹𝑖 - combinação das ações 𝑅𝑑 - resistência de projeto 𝑅 − resistência 𝑓𝑘 - resistência característica do material 𝛾𝑚 – coeficiente de minoração M=R-S M- margem de segurança AÇÕESAULA 2 As ações que atuam na estrutura podem ser classificadas de acordo com 3 classes: • Permanentes (G) – peso próprio, peso dos elementos componentes da construção: pisos, paredes, revestimentos, instalações e equipamentos fixos. • Variáveis (Q) – sobrecargas decorrentes do uso e da ocupação da edificação: divisórias, móveis, empuxo de terra, vento, variação de temperatura. • Excepcionais (E) – ações de grande intensidade e baixa probabilidade de ocorrência: explosões, choques de veículos, efeitos sísmicos. AULA 1 • AÇÕES AÇÕESAULA 2 09/03/2018 3 Combinação das ações ▪ Combinações últimas: normal, especial, de construção e excepcional ▪ Combinações de serviço: quase permanente de serviço, frequentes de serviço, raras de serviço. ▪ Combinações últimas ✓ Combinações últimas normais (para o uso da edificação) AÇÕESAULA 2 Combinação das ações ▪ Combinações últimas: normal, especial, de construção e excepcional ▪ Combinações de serviço: quase permanente de serviço, frequentes de serviço, raras de serviço. ▪ Combinações últimas ✓ Combinações últimas especiais (ações variáveis de natureza ou intensidade especial) AÇÕESAULA 2 09/03/2018 4 SEGURANÇA E ESTADOS LIMITES ▪ Critérios de Segurança Baseados da NBR8681 - Ações e segurança nas estruturas - Procedimento ▪ Estados Limites • Estado Limite Último (ELU): relacionado com a segurança da estrutura sujeita às combinações mais desfavoráveis de ações previstas em toda vida útil da estrutura, durante a construção ou sob efeito de uma ação especial ou excepcional. • Estado Limite de Serviço (ELS): relacionado com o desempenho da estrutura sob condições normais de utilização. AULA 2 AÇÕESAULA 2 AÇÕES ▪ PERMANENTES: valores constantes durante toda a vida da construção (peso próprio) ▪ VARIÁVEIS: valores variáveis causados pelo uso e ocupação da edificação. (sobrecargas de móveis, equipamentos, vento, variação de temperatura) ▪ EXCEPCIONAIS: duração curta e probabilidade baixa de ocorrência. (explosões, choque, incêndios) Valores das ações: • Valores característicos: Fgk (ações permanentes), Fqk(ações variáveis) São estabelecidos em função da variabilidade de sua intensidade. • Valores característicos nominais Para ações que não tem sua variabilidade adequadamente expressa por distribuições de probabilidade, os valores característicos são substituídos por valores característicos nominais. • Valores representativos: Fr Podem ser os valores característicos ou característicos nominais, valores convencionais excepcionais, ou valores reduzidos. • Valores de cálculo: Fr . 𝛾𝑓 AÇÕESAULA 2 09/03/2018 5 AÇÕES Coeficiente de ponderação das ações As ações devem ser ponderadas pelos coeficientes: 𝜸𝒇= 𝜸𝒇𝟏. 𝜸𝒇𝟐 . 𝜸𝒇𝟑 • Para o ELU: os valores bases para verificação são apresentados nas Tabelas 1 e 2 , para 𝛾𝑓1. 𝛾𝑓2 e para 𝛾𝑓3, respectivamente. O produto de 𝛾𝑓1. 𝛾𝑓2 é representado por 𝛾𝑔ou 𝛾𝑞 . Já 𝛾𝑓2é igual ao fator de combinação de 𝜓𝑜. • Para o ELS: em geral 𝛾𝑓 igual a 1. Nas combinações de serviço são usados 𝜓1 e 𝜓2, para a obtenção dos valores frequentes e quase permanentes das ações variáveis, respectivamente. AÇÕESAULA 2 Valores característicos nominais Coeficiente de ponderação AÇÕESAULA 2 09/03/2018 6 Valores característicos nominais Coeficiente de ponderação AULA 2 AÇÕESAULA 2 Valores característicos nominais AULA 2 AÇÕESAULA 2 09/03/2018 7 Combinação das ações ▪ Combinações últimas: normal, especial, de construção e excepcional ▪ Combinações de serviço: quase permanente de serviço, frequentes de serviço, raras de serviço. ▪ Combinações últimas ✓ Combinações últimas normais (para o uso da edificação) AULA 2 AÇÕESAULA 2 Combinação das ações ▪ Combinações últimas: normal, especial, de construção e excepcional ▪ Combinações de serviço: quase permanente de serviço, frequentes de serviço, raras de serviço. ▪ Combinações últimas ✓ Combinações últimas especiais (ações variáveis de natureza ou intensidade especial) AÇÕESAULA 2 09/03/2018 8 Combinação das ações ▪ Combinações últimas: normal, especial, de construção e excepcional ▪ Combinações de serviço: quase permanente de serviço, frequentes de serviço, raras de serviço. ▪ Combinações últimas ✓ Combinações últimas de construção: AULA 2 AÇÕESAULA 2 Combinação das ações ▪ Combinações últimas: normal, especial, de construção e excepcional ▪ Combinações de serviço: quase permanente de serviço, frequentes de serviço, raras de serviço. ▪ Combinações últimas excepcionais AULA 2 AÇÕESAULA 2 09/03/2018 9 ▪ Combinações de serviço: Combinação das ações ▪ Combinações últimas: normal, especial, de construção e excepcional ▪ Combinações de serviço: quase permanente de serviço, frequentes de serviço, raras de serviço. ✓ Quase permanentes ✓ Frequentes ✓ Raras AULA 2 AÇÕESAULA 2 Resistências ▪ Valores de Cálculo Resistência de cálculo: AULA 2 AÇÕESAULA 2 09/03/2018 10 Resistências ▪ Valores de Cálculo Resistência de cálculo no ELU: AULA 2 AÇÕESAULA 2 Resistências ▪ Valores de Cálculo Resistência de cálculo no ELS: AULA 2 AÇÕESAULA 2 09/03/2018 11 ➢ APLICAÇÃO Exemplo 1 Uma viga de edifício comercial está sujeita a momentos fletores oriundos de diferentes cargas: - peso próprio de estrutura metálica: Mg1 = 10 kNm - peso de outros componentes não-metálicos permanentes: Mg2 = 50 kNm - ocupação da estrutura: Mq = 30 kNm - Vento: Mv = 20 kNm Calcular o momento fletor solicitante de projeto Md. Solução: As solicitações Mg1 e Mg2 são permanentes e devem figurar em todas as combinações de esforços. As solicitações Mq e Mv são variáveis e devem ser consideradas, uma de cada vez, como dominantes nas combinações. AÇÕESAULA 2 Exemplo 1 Uma viga de edifício comercial está sujeita a momentos fletores oriundos de diferentescargas: - peso próprio de estrutura metálica: Mg1 = 10 kNm - peso de outros componentes não-metálicos permanentes: Mg2 = 50 kNm - ocupação da estrutura: Mq = 30 kNm - Vento: Mv = 20 kNm Calcular o momento fletor solicitante de projeto Md. Solução: As solicitações Mg1 e Mg2 são permanentes e devem figurar em todas as combinações de esforços. As solicitações Mq e Mv são variáveis e devem ser consideradas, uma de cada vez, como dominantes nas combinações. Têm-se então as seguintes combinações: 1,25 Mg1 + 1,5 Mg2 + 1,5 Mq + 1,4 x 0,6 Mv (1,25x10)+(1,5x50)+(1,5x30)+(1,4x0,6x20) = 149,3 kNm 1,25 Mg1 + 1,5 Mg2 + 1,4 Mv + 1,5 x 0,65 Mq (1,25x10)+(1,5x50)+(1,4x20)+(1,5x0,65x30) = 144,75 kNm O momento fletor solicitante de projeto é então Md = 149,3 kNm. AULA 2 AÇÕESAULA 2 09/03/2018 12 ➢ APLICAÇÃO Exemplo 2: Uma diagonal de uma treliça de telhado, utilizada na cobertura de um galpão industrial, está sujeito à solicitação axial, oriunda as seguintes cargas, com seus respectivos valores: - peso próprio da treliça e cobertura metálicas: Ng = 1 kN - Vento de sobrepressão: Nv1 = 1,5 kN - Vento de sucção: Nv2=-3kN - sobrecarga de manutenção do telhado (variável): Nq = 0,5 kN Calcular a solicitação axial de projeto Nd. AULA 2 AÇÕESAULA 2 Exemplo 2: Uma diagonal de uma treliça de telhado, utilizada na cobertura de um galpão industrial, está sujeito à solicitação axial, oriunda as seguintes cargas, com seus respectivos valores: - peso próprio da treliça e cobertura metálicas: Ng = 1 kN - Vento de sobrepressão: Nv1 = 1,5 kN - Vento de sucção: Nv2=-3kN - sobrecarga de manutenção do telhado (variável): Nq = 0,5 kN Calcular a solicitação axial de projeto Nd. Solução: As cargas Nv1 e Nv2 não podem ocorrer simultaneamente, logo não entram na mesma combinação. 1,25Ng+1,4Nv1+1,5x05Nq 1,25.1+1,4.1,5+1,5.0,5.0,5=3,725kN 1,0Ng+1,4Nv2 1,0.1+1,4.(-3) =-3,20kN 1,25Ng+1,5Nq+1,4x0,6Nv1 1,25.1+1,5.0,5+1,4.0,6.1,5=3,26kN A diagonal deverá ser projetada para suportar os esforços normais: Nd=3,725kN (tração) e Nd=- 3,20kN (compressão). AULA 2 AÇÕESAULA 2 09/03/2018 13 1.2 Peças Tracionadas ➢Tipos de peças ➢Critérios de Dimensionamento AULA 2 TRAÇÃOAULA 2 ➢Tipos de peças tracionadas ✓ Tirantes ou pendurais; ✓ Contraventamento de torres (estais); ✓ Travamento de vigas ou colunas (geralmente composto por dois tirantes em forma de X); ✓ Tirantes de vigas armadas; ✓ Barras tracionadas de treliças. AULA 2 TRAÇÃOAULA 2 09/03/2018 14 ➢Tipos de peças As ligações das extremidades das peças tracionadas podem ser : ▪ Soldadas; ▪ Conectores aplicados em furos; ▪ Rosca e porca. AULA 2 TRAÇÃOAULA 2 ➢Critérios de Dimensionamento Distribuição de tensões normais na seção: ✓ Regime elástico: as tensões não são uniformes. Tensões mais elevadas nas proximidades dos furos; ✓ Estado limite: as tensões atuam uniformemente em toda seção. (Tensões normais somam-se às tensões residuais) *tensões residuais - tensões oriundas do processo de fabricação, devido ao resfriamento desigual do perfil laminado ou ao processo de soldagem de um perfil soldado. Estados limites últimos e esforços normais resistentes Determina-se a resistência a tração de uma peça por: ✓ Ruptura da seção com furos; ✓ Escoamento da barra AULA 2 TRAÇÃOAULA 2 09/03/2018 15 ➢Critérios de Dimensionamento 𝑵𝒕,𝑺𝒅 ≤ 𝑵𝒕,𝑹𝒅 Onde: 𝑁𝑡,𝑆𝑑 - força axial de tração solicitante de cálculo 𝑁𝑡,𝑅𝑑 - força axial de tração resistente de cálculo ▪ FORÇA AXIAL RESISTENTE DE CÁLCULO Para calcular a força axial de tração resistente de cálculo (𝑁𝑡,𝑅𝑑): Menor dos valores: a) Para escoamento da seção bruta: 𝑵𝒕,𝑹𝒅 = 𝑨𝒈.𝒇𝒚 𝜸𝒂𝟏 = 𝟎, 𝟗. 𝑨𝒈. 𝒇𝒚 b) Para ruptura da seção líquida: 𝑵𝒕,𝑹𝒅 = 𝑨𝒆.𝒇𝒖 𝜸𝒂𝟐 = 𝟎, 𝟕𝟓. 𝑨𝒆. 𝒇𝒖 𝐴𝑔 - área bruta da seção transversal da barra 𝐴𝑒 - área líquida efetiva da seção transversal da barra 𝑓𝑦 - resistência ao escoamento do aço 𝑓𝑢 - resistência à ruptura do aço 𝛾𝑎1 =1,10 (tabela NBR 8800 – valores dos coeficientes 𝛾𝑚 parcial de segurança, aplicado às resistências) 𝛾𝑎2= 1,35 (tabela NBR 8800 – valores dos coeficientes 𝛾𝑚 parcial de segurança, aplicado às resistências) TRAÇÃOAULA 2 ➢Critérios de Dimensionamento ▪ ÁREA LÍQUIDA EFETIVA (𝐴𝑒) 𝑨𝒆 = 𝑪𝒕. 𝑨𝒏 𝐶𝑡 - coeficiente de redução da área líquida 𝐴𝑛 - área líquida da barra ▪ ÁREA LÍQUIDA (𝐴𝑛) Sem furos: 𝑨𝒏= 𝑨𝒈 = 𝒃𝒈. 𝒕 Com furos: 𝑨𝒏= soma dos produtos da espessura pela largura líquida de cada elemento, calculada da seguinte forma: a) Largura dos furos = dimensão máxima +2mm; TRAÇÃOAULA 2 09/03/2018 16 ➢Critérios de Dimensionamento b) No caso de furação enviesada é necessário verificar o percurso que dê o menor valor de seção líquida, uma vez que a peça pode romper segundo qualquer um desses percursos. c) Largura líquida crítica – cadeia de furos que produza a menor das larguras líquidas, considerando as diversas linhas de ruptura. d) Para cantoneiras, o gabarito g dos furos em abas opostas deve ser considerado igual à soma dos gabaritos, medidos a partir da aresta da cantoneira, subtraída de sua espessura. e) Desprezar a área do metal da solda, caso a seção compreenda soldas de tampão ou solda de filete. AULA 2 TRAÇÃOAULA 2 ➢ Critérios de Dimensionamento COEFICIENTE DE REDUÇÃO (𝐶𝑡) a) Quando a força de tração for transmitida diretamente para cada um dos elementos da seção transversal da barra, por soldas ou parafusos: 𝐶𝑡 = 1,0; b) Quando a força de tração for transmitida somente por soldas transversais: 𝐶𝑡 = 𝐴𝑐 𝐴𝑔 , onde 𝐴𝑐 é a área da seção transversal dos elementos conectados; c) Nas barras com seções transversais abertas, quando a força de tração for transmitida somente por parafusos ou somente por soldas longitudinais ou ainda por uma combinação de soldas longitudinais e transversais para alguns (não todos) elementos da seção transversal (devendo no entanto ser utilizado valor entre 0,60 e 0,90); 𝐶𝑡 = 1 − 𝑒𝑐 𝑙𝑐 , onde 𝑒𝑐 é a excentricidade da ligação e 𝑙𝑐 é o comprimento efetivo da ligação. TRAÇÃOAULA 2 09/03/2018 17 ➢ Critérios de Dimensionamento COEFICIENTE DE REDUÇÃO (𝐶𝑡) d) Nas chapas planas, quando a força de tração for transmitida somente por soldas longitudinais ao longo de ambas as suas bordas: AULA 2 TRAÇÃOAULA 2 ➢ Critérios de Dimensionamento BARRAS LIGADAS POR PINOS É o menor valor, considerando: a) Escoamento da seção bruta: 𝑵𝒕,𝑹𝒅 = 𝑨𝒈.𝒇𝒚 𝜸𝒂𝟏 b) Resistência à pressão de contato na área projetada do pino 𝑭𝒄,𝑹𝒅 = 𝟏,𝟖 𝑨 𝒇𝒚 𝜸𝒂𝟐 em superfícies usinadas; A – área de contato (área projetada no caso dos pinos) 𝑓𝑦 - menor resistência de escoamento das partes em contato AULA 2 TRAÇÃOAULA 2 09/03/2018 18 ➢ Critérios de Dimensionamento BARRAS REDONDAS COM EXTREMIDADES ROSQUEADAS A força axial de tração resistente de cálculo (𝑵𝒕,𝑹𝒅) é o menor dos valores: a) Estados limites últimos de escoamento da seção bruta: 𝑵𝒕,𝑹𝒅 = 𝑨𝒈.𝒇𝒚 𝜸𝒂𝟏 ; b) Ruptura da parte rosqueada: 𝑭𝒕,𝑹𝒅 = 𝑨𝒃𝒆.𝒇𝒖𝒃 𝜸𝒂𝟐 ; 𝑭𝒕,𝑹𝒅 - força axial de tração resistente de cálculo; 𝑨𝒃𝒆 - área efetiva; 𝒇𝒖𝒃 - resistência a ruptura do material da barra rosqueada. AULA 2 TRAÇÃOAULA 2 AULA 2 TRAÇÃOAULA 2 09/03/2018 19 ➢ QUADROS TRAÇÃOAULA 2 ➢ APLICAÇÃO AULA 2 TRAÇÃOAULA 2 Calcular a espessura necessária de uma chapa de 100mm de largura, sujeita a um esforço axial de 100kN. Admitir o aço MR250 utilizando o método dos estados limites. 09/03/2018 20 ➢ APLICAÇÃOAULA 2 TRAÇÃOAULA 2 AULA 2 TRAÇÃOAULA 2 09/03/2018 21 ➢APLICAÇÃOAULA 2 TRAÇÃOAULA 2 AULA 2 TRAÇÃOAULA2