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Família Psychodidae: morfologia e 
importância. Subfamílias 
Psychodinae e Phlebotominae. 
Leishmaniose tegumentar e visceral 
 Posição taxonômica 
Família CULICIDAE
Subfamília PHLEBOTOMINAE
Família PSYCHODIDAE
Subordem NEMATOCERA
Ordem DIPTERA
Classe INSECTA
mosquitos 
flebotomineos psicodineos 
Subfamília Psychodinae = moscas de 
banheiro 
• As larvas são marrons, 
delicadas com cerca de 
10 mm de comprimento 
• Adultos: pilosos e veias 
das asas paralelas 
• Pseudomiíases 
– Urogenital 
– Intestinal 
Phlebotominae 
(Flebotomíneos) 
frebóti, asa branca, cangalhinha 
NÃO SOU MOSQUITO!!! 
Subfamília Phlebotominae 
Gênero: Lutzomyia 
• 2 a 3 mm 
• Cobertos com espessa 
pilosidade 
• Tórax arqueado 
dando ao inseto uma 
aparência de corcunda 
• Nervuras das asas são 
paralelas. 
 
• Os machos apresentam, 
na extremidade 
posterior, terminália 
constituída de apêndices 
em forma de ganchos 
• As fêmeas apresentam a 
extremidade posterior 
do abdome romba 
Vetor das leishmanioses 
 
Leishmaniose tegumentar (LTA) 
 
Leishmaniose cutânea Leishmaniose cutâneo mucosa Leishmaniose difusa 
Úlcera de Bauru, Ferida Brava ou Nariz de Tapir. 
 
 
Existem aproximadamente 500 
espécies de flebotomíneos na 
América Latina, 60 suspeitas de 
veicularem a Leishmania. 
 
Transmissores das leishmanioses: FLEBOTOMÍNEOS 
(Lutzomyia sp.) 
Lutzomyia sp 
Requisitos para uma espécie de 
flebotomíneo ser vetora: 
 
• Deve ser antrofílica e zoofilíca; 
• Deve estar parasitada; 
• Deve estar parasitada com a mesma espécie 
de parasito que a do homem; 
• Deve ter distribuição geográfica igual ao do 
parasito; 
• Deve transmitir o protozoário pela picada; 
• Deve ser abundante na natureza; 
Principais espécies de Lutzomyia 
envolvidas na trasmissão da LTA 
Leishmaniose Visceral 
• Agente: Leishmania 
• Vetores: 
– Lutzomyia longipalpis 
(Américas) 
– Lutzomyia cruzi (Mato 
Grosso) 
– Lutzomyia evansi (Colômbia, 
Venezuela) 
 
Calazar, Barriga D’Agua, Febre Dumdun, Doença do Cachorro 
Ciclo Biológico dos Flebotomíneos 
Ovo 
Larvas 
L1 – L4 
Pupa 
Adulto 
10 - 30 dias 
(40 a 70 por ♀) 
20 – 30 dias 
7 –15 dias 
30 dias 
Eclosão das larvas de Lutzomyia: 
Foto cedida pelo Laboratório de entomologia/ IEC Belém 
Larvas de L. longipalpis: 
Foto cedida pelo Laboratório de entomologia/ IEC Belém 
Fotos cedidas pelo Prof. Nelder Gontijo/UFMG 
FILME 
Pupa de L. longipalpis 
Apêndices em formação (pernas, 
antenas, palpos, etc.) 
exúvia 
Fotos cedidas pelo Laboratório de entomologia/ IEC Belém 
Pupa jovem de L. longipalpis 
Pupa de L. longipalpis 
Emergência de Lutzomyia: 
Foto cedida pelo Laboratório de entomologia/ IEC Belém 
FILME 
Criadouros dos flebotomíneos? 
Locais em que foram 
encontrados: 
• sob pedras ou folhas, 
• terra próxima de 
raízes, 
• em estábulos e ocos 
de árvores 
•galinheiros 
Flebotomíneos - Biologia 
Alimentação dos machos e fêmeas: substâncias açucaradas 
(nectar e “honeydew” - produzidas por pulgões). Fêmeas: 
sangue 
 
Horário de atividade (noite / crepúsculo) 
 
Preferência por hospedeiros (especialistas X oportunistas) 
 
 
Padrões de distribuição das espécies de 
flebotomíneos transmissoras de leishmanioses 
Clássico – rural 
 
Recente - urbano 
Espécies transmissoras de leishmaniose tegumentar 
Espécie transmissora de leishmaniose visceral (L. longipalpis) 
Bem adaptada ao ambiente urbano 
Espécies 
exclusivamente 
silvestres e espécies 
que transitam entre 
os dois ambientes. 
 
Lutzomyia 
longipalpis – 
cada vez mais 
encontrada em 
ambientes 
urbanos 
1) Pulverização de casas e abrigos de 
animais - adultos 
Métodos de Controle 
2) Coleiras 
impregnadas com 
inseticidas - cães 
3) Proteção individual: 
repelentes; mosquiteiros 
4) Afastar chiqueiros e 
galinheiros da casa 
Ordem Diptera 
Muscomorpha = Moscas 
• Irritação 
• Contaminação de alimentos 
• Transmissão de microrganismos 
• Miíases 
• Sinantropia 
Escapo 
Pedicelo 
Flagelo 
FAMÍLIA MUSCIDAE: 
Musca domestica 
Musca domestica 
• Saúde pública 
– transmissão mecânica 
de helmintos (50), 
protozoários (60), 
fungos (29), vírus (64) 
e bactérias (112) 
• Sinantropia 
• Criadouros: 
qualquer matéria 
orgânica em 
decomposição 
Controle de Musca domestica 
• Manejo dos criadouros 
– coleta e tratamento de lixo urbano 
– uso de esterqueiras 
– remoção de resíduos alimentares, carcaças, etc 
• Uso de inseticidas 
– local de pouso dos adultos 
– criadouros 
– no hospedeiro 
• Reguladores de crescimento 
• Controle biológico 
 
 
MIÍASES 
• DEFINIÇÃO 
• CLASSIFICAÇÃO 
– Obrigatórias - requerem tecido vivo 
– Facultativas - tecido necrosado 
– Pseudo-miíases 
Família Calliphoridae: 
Cochiomyia hominivorax 
• Varejeira 
• Homem e animais domésticos 
• Sul dos EUA até Argentina 
• Miíase obrigatória 
Morfologia 
Ciclo biológico 
4 a 8 dias 
8 dias- verão 
2 meses - inverno 
12 a 20 hs 
Tratamento 
• Limpar a ferida 
• Anestesiar a área 
• Retirar as larvas com pinça 
• Bacteriostático local ou antibioticoterapia 
 
Família Oestridae - 
Dermatobia hominis 
• Mosca do berne 
• Penetração pelo tecido 
íntegro 
• Permanece no tecido 
subcutâneo 
• Hospedeiros: animais 
domésticos e humanos 
 
 
 
CICLO BIOLÓGICO 
Foréticos: 
 Sarcopromusca pruna 
Stomoxys calcitrans 
Musca domestica 
Haematobia Irritans 
Culicídeos 
Amblyomma cajennense 
Ciclo biológico 
Período larvário: 35 a 40 dias 
Ciclo biológico 
Período pupal 
30 a 60 dias – verão 
120 dias - inverno 
Tratamento do 
berne 
• Tricotomia 
• Fixar 
esparadrapo 
• Deixa 1 hora 
• Retirar o berne 
• Bacteriostático 
local 
Miíases secundárias 
• Família Calliphoridae 
– Cochliomyia macellaria 
– Lucilia = Phaenicia 
– Chrysomya 
– Transmissão de patógenos 
• Família Sarcophagidae

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