Logo Passei Direto

A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
94 pág.
apostila geotecnia

Pré-visualização | Página 4 de 25

– Aberto.......... 22 
Foto 2.38 – Execução de sondagem. Avanço por lavagem. ................................................................ 25 
Foto 2.39 – Execução de sondagem SPT. ........................................................................................... 25 
Foto 2.40 – Material da lavagem do furo de sondagem. ..................................................................... 26 
Foto 2.41 – Limpeza do furo de sondagem com o balde. .................................................................... 26 
Foto 2.42 - Limpeza do furo de sondagem com o balde. .................................................................... 26 
Foto 2.43 – Material da lavagem retirado do furo de sondagem. ....................................................... 26 
Foto 2.44 – Solo recuperado no amostrador da sondagem. ................................................................ 26 
Foto 2.45 – Solo recuperado no amostrador da sondagem. ................................................................ 26 
 
 
 
 
 
Rideci Farias. Haroldo Paranhos. Mylane Viana Hortegal. 
Engenheiro Civil e Geotécnico, D.Sc. Engenheiro Civil e Geotécnico, M.Sc. Engenheira Civil e Geotécnica, M.Sc. 
CREA/ PA 9736 – D. CREA/DF 9649 – D. CREA/DF 19403 – D. 
Geotecnia Experimental - 2º semestre 2012 7 
AULA 01 
1.1. INTRODUÇÃO 
Esta apostila foi elaborada para os alunos de graduação em Engenharia Civil na disciplina Geotecnia 
Experimental do Instituto de Ensino Superior Planalto (IESPLAN) com o objetivo de familiarizar os 
futuros Engenheiros com os ensaios comumente utilizados em Mecânica dos Solos. Entretanto, este 
material pode ser utilizado por qualquer outra Faculdade, desde que seja para fins educacionais, sem 
consulta prévia aos autores. 
O material que serviu de base para a elaboração desta apostila foi: 
a) Experiências dos professores Rideci Farias, Haroldo Paranhos e Mylane Hortegal com os ensaios 
de laboratório; 
b) Normas ABNT/ NBR; Normas ASTM; Normas DNIT; etc.; 
c) Livro de “Ensaios de Laboratório em Mecânica dos Solos” da Universidade de São Paulo – 
Escola de Engenharia de São Carlos - Departamento de Geotecnia. (Autores: Gene Stancati, João 
Baptista Nogueira e Orêncio Monje Vilar - 1981); 
d) Livro de Mecânica dos Solos “Ensaios de Laboratório” (Autor: João Baptis ta Nogueira - São 
Carlos, 1985); 
e) Apostila para “Roteiro de Ensaios de Laboratório” do Laboratório de Geotecnia da Universidade 
Federal da Bahia (UFBA); 
f) Curso Básico de Mecânica dos Solos (Autor: Carlos de Sousa Pinto, 2000); 
g) “Sites” diversos consultados na “Internet”, tais como: www.contenco.com.br; 
www.solotest.com.br; www.damascopenna.com.br, entre outros. 
Rideci Farias. Haroldo Paranhos. Mylane Viana Hortegal. 
Engenheiro Civil e Geotécnico, D.Sc. Engenheiro Civil e Geotécnico, M.Sc. Engenheira Civil e Geotécnica, M.Sc. 
CREA/ PA 9736 – D. CREA/DF 9649 – D. CREA/DF 19403 – D. 
Geotecnia Experimental - 2º semestre 2012 8 
1.2. OBJETIVOS DA EXPERIMENTAÇÃO LABORATORIAL 
O solo é um dos materiais cujas propriedades são estudadas ao longo do curso de Engenharia Civil, 
assim como, o aço e o concreto. Enquanto estes (aço e concreto) podem ser considerados materiais 
homogêneos, em face de um processo de fabricação que permite controlar tanto a qualidade quanto à 
quantidade de seus componentes, o solo é um material heterogêneo, pois que, nenhum processo de 
controle ocorre durante a sua formação. Devido a essa não homogeneidade é que se pode afirmar que 
os solos são materiais pontualmente diferentes originando disso a importância dos resultados de 
ensaios, tanto in situ (no campo) quanto em laboratório, e o reconhecimento de que a mecânica dos 
solos é uma ciência cujos dados devem ser obtidos, de preferência, experimentalmente. 
A caracterização de um solo pode ser realizada através de ensaios in situ ou em laboratório, cada 
um deles apresentando vantagens e desvantagens. Assim, em um ensaio in situ o resultado leva em 
consideração as características estruturais do solo, suas eventuais descontinuidades, o que pode não 
acontecer em um ensaio de laboratório em face às dimensões reduzidas dos corpos de prova. Por 
outro lado, no laboratório pode-se ter um maior controle das condições limites do ensaio, do 
material a ser ensaiado e da precisão das medidas realizadas, além da possibilidade de se repetir os 
ensaios cujos resultados forem considerados não satisfatórios. Outro fator a ser levado em 
consideração é o econômico, com os ensaios in situ sendo mais caros que os correspondentes 
ensaios de laboratório, mesmo com o custo adicional de obtenção das amostras indeformadas. 
Para que o tempo dispensado na realização de ensaios não possa ser considerado perdido é preciso 
ter em mente as recomendações quanto aos cuidados com as amostras, com os equipamentos, com as 
medidas realizadas e obediência à norma vigente de cada ensaio, bem como, evitar os erros 
acidentais ou os sistemáticos durante a realização das medidas. 
1.3. APRESENTAÇÃO DO LABORATÓRIO 
Neste item o aluno é levado a conhecer o Laboratório de Geotecnia e os cuidados que devem ser 
tomados no manuseio dos equipamentos e acessórios comumente utilizados na execução dos ensaios. 
Rideci Farias. Haroldo Paranhos. Mylane Viana Hortegal. 
Engenheiro Civil e Geotécnico, D.Sc. Engenheiro Civil e Geotécnico, M.Sc. Engenheira Civil e Geotécnica, M.Sc. 
CREA/ PA 9736 – D. CREA/DF 9649 – D. CREA/DF 19403 – D. 
Geotecnia Experimental - 2º semestre 2012 9 
AULA 02 
1.4. INVESTIGAÇÃO E AMOSTRAGEM DE SOLOS 
1.4.1. Retirada de amostras 
A caracterização de um solo, através de parâmetros obtidos em ensaios de laboratório, depende, 
simultaneamente, da qualidade da amostra e do procedimento dos ensaios. Tanto para a amostragem 
quanto para os ensaios existem normas, brasileiras e estrangeiras, que regem o assunto e que , 
portanto devem ser obedecidas. 
Em qualquer laboratório de geotecnia, dois tipos de amostras são usuais na realização desses 
ensaios. Tais amostras são deformadas e indeformadas 
A amostra deformada, uma porção de solo desagregado, deve ser representativa do solo que está 
sendo investigado, apenas, quanto à textura e constituição mineral. Ela é usada na identificação táctil 
e visual, nos ensaios de classificação (granulometria, limites de consistência e massa específica dos 
sólidos), no ensaio de compactação e na preparação de corpos de prova para ensaios de 
permeabilidade, compressibilidade e resistência ao cisalhamento. Essas amostras, até mais ou menos 
um metro abaixo da superfície do terreno, poderão, usualmente, ser obtidas através de ferramentas 
simples (pás, enxadas, picaretas e outras mais apropriadas a cada caso), enquanto que para uma 
profundidade maior é necessário o uso de ferramentas especiais (trados ou um amostrador de parede 
grossa). 
A amostra indeformada, geralmente de forma cúbica ou cilíndrica, deve ser representativa da 
estrutura e teor de umidade do solo, na data de sua retirada, além da textura e composição mineral.
Página123456789...25