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FACID – Faculdade Integral Diferencial / WIDEN Alunos (as): Armando Martins Danielle Pierote Francisca Isabella Mesquita Lígia Lages Maria de Oliveira Soares Disciplina: Imunologia Clínica Bloco: III PROTEÍNA C REATIVA INTRODUÇÃO A infecção caracteriza um quadro de invasão do organismo por microrganismos estrangeiros, que se esforçam para tomar conta deste espaço, usando para isso os próprios meios encontrados no corpo prestes a ser colonizado. Isto pode trazer consequências muito negativas para o hospedeiro, que vê seu mecanismo de funcionamento afetado pela presença destes agentes, os quais podem provocar inúmeras enfermidades. Normalmente a área atingida responde com um processo inflamatório. A infecção se comporta de diversas formas. Ela pode se restringir a um único local do organismo, assumir uma feição subclínica e efêmera se o sistema imunológico agir com eficiência, ou permanecer no hospedeiro e se multiplicar para se transformar em um caso clínico ou em enfermidade aguda – grave, mas de curta duração -, subaguda ou crônica - persistente. Pode também ser uma mera infecção localizada invadir o sistema orgânico se encontrar de uma passagem. O fígado é o órgão responsável pela síntese das proteínas que circulam na corrente sanguínea. Em estados de estresse para o organismo, como nos casos de infecções ou lesões de órgãos e tecidos, o fígado aumenta a produção das chamadas proteínas de fase aguda. Essas proteínas possuem atividade anti-inflamatória e ajudam o sistema imunológico a combater germes invasores. Dentre as várias proteínas de fase aguda existentes, a proteína C reativa é uma das que mais se destaca. A proteína C reativa, também conhecida pela sigla PCR, é uma proteína cuja concentração sanguínea se eleva radicalmente quando há um processo inflamatório em curso, como infecções, neoplasias, doenças reumáticas ou traumatismos. OBJETIVOS GERAIS Realizar o exame da PCR para fazer uma simples análise de sangue, que aquele consiste na dosagem da concentração sanguínea da proteína C reativa e ajudar no diagnóstico de doenças inflamatórias/infecciosas e para o acompanhamento da eficácia do seu tratamento. Procedimentos experimentais Materiais utilizados: REAGENTES; Látex PCR Controle Positivo Controle Negativo Placa de fundo escuro Espátulas Pipetas Utilizar soro Método qualitativo, que indica a presença ou ausência de PCR através da técnica de aglutinação em látex, executada manualmente com a aglutinação detectada pela observação visual da formação de grumos Método semi-quantitativo pela diluição seriada do soro e o título resultante do teste é transformado em mg/L. Em cada círculo da placa colocar: Círculo Nº 1 Controle Positivo 25 Ml + Reagente Látex PCR 25 ml Círculo Nº 2 Círculo Negativo 25 mL + Reagente Látex PCR 25 mL Nº 3 Controle Amostra 25 mL + Reagente Látex PCR 25mL Homogeneizar com o auxílio de uma espátula, utilizando toda a extensão de cada círculo da lâmina. Logo após, agitar a lâmina com movimentos circulares por dois minutos PROVA SEMI QUANTITATIVA 1- Realizar diluições da amostra com salina, a partir da amostra inicial (1:2, 1:4, 1:8, 1:16, 1:32 etc); Seguir o processo descrito na prova qualitativa para cada uma das diluições RESULTADO Uma aglutinação clara indica a presença de Proteína C Reativa numa concentração igual ou superior a 6 mg/L. Neste caso, foi realizada a prova semi-quantitativa. Foi considerado como título a maior diluição do soro que apresentar aglutinação. No caso 1/4. Resultado: 24 mg/L. Positivo: Nítida aglutinação. Negativo: Ausência de aglutinação (suspensão homogênea).