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FACULDADE CENECISTA DE CAPIVARI - FACECAP CURSO ADMINISTRAÇÃO RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO JÉSSICA UVINI BORTOLANÇA CAPIVARI 2010 FACULDADE CENECISTA DE CAPIVARI - FACECAP CURSO ADMINISTRAÇÃO RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO JÉSSICA UVINI BORTOLANÇA RELÁTORIO DE ESTÁGIO APRESENTADO À FACECAP COMO UM DOS PRÉ-REQUISITOS PARA OBTENÇÃO DO GRAU DE BACHAREL EM ADMINISTRAÇÃO. CAPIVARI 2010 FACULDADE CENECISTA DE CAPIVARI - FACECAP CURSO ADMINISTRAÇÃO PÁGINA DOS EXAMINADORES PROFESSOR COORDENADOR: MARCO ANTONIO ARMELIN PROFESSOR ORIENTADOR: MARCELO MADER DE MELO SUPERVISOR NA EMPRESA: MARCELO MADER DE MELO AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente a Deus pelo dom da vida, por ter-me dado está oportunidade, a minha família que sempre estiveram ao meu lado acreditando em mim e me incentivando, ao coordenador de Estágio Supervisionado Marco Antonio Armelin, ao meu orientador Marcelo Mader de Melo que me ajudaram na realização deste estágio. SUMÁRIO CAPÍTULO 1 – CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA ...................... 01 1.1-Identificação do Estagiário ........................................................................................ 01 1.2- Identificação da Empresa ......................................................................................... 01 1.3 Histórico da CNEC .................................................................................................... 02 1.3.1- CNEC Nacional ........................................................................................... 02 1.3.2- CNEC Capivari ............................................................................................ 04 1.4– Principais Serviços Oferecidos ................................................................................ 06 1.4.1- FACECAP – Faculdade Cenecista de Capivari ........................................... 08 1.4.1.1- Curso de Administração (Bacharelado) .................................................... 08 1.4.1.2- Curso de Pedagogia (Licenciatura) ........................................................... 09 1.4.1.3- Curso de Sistema de Informação (Bacharelado)....................................... 10 1.4.1.4- Curso de Ciências Contábeis (Bacharelado) ............................................. 11 1.4.2- Educação Básica .......................................................................................... 13 1.4.2.1- Educação Infantil ................................................................................ 13 1.4.2.2- Ensino Fundamental ........................................................................... 14 1.4.2.3- Ensino Médio ...................................................................................... 15 1.4.3- Educação Profissionalizante ........................................................................ 15 1.4.3.1- Técnico em Química ........................................................................... 16 1.4.3.2- Técnico em Logística .......................................................................... 19 1.4.4- FACETI – Faculdade Cenecista da Terceira Idade ..................................... 21 1.4.5- Pós Graduação Latu Sensu .......................................................................... 21 1.4.5.1-Gestão Escolar ..................................................................................... 22 1.4.5.2- Gestão Estratégica de Negócios .......................................................... 22 1.4.5.3- Pós Psicopedagogia Institucional ....................................................... 23 1.4.6- Tecnologia de Informação ........................................................................... 24 1.4.7- Recursos Disponíveis aos alunos ................................................................. 25 1.4.8- Processo Seletivo Unificado ........................................................................ 25 1.5- Níveis de Produção .................................................................................................. 26 1.6- Tendências Futuras da Empresa ............................................................................... 26 1.7- Tendências Futuras do Setor .................................................................................... 27 1.8- Organograma Geral da CNEC Capivari ................................................................... 28 CAPÍTULO 2 – ANÁLISE DA ORGANIZAÇÃO ................................ 31 2.1- Missão da Empresa .................................................................................................. 31 2.2- Visão da Empresa ..................................................................................................... 31 2.3- Crenças e Valores ..................................................................................................... 31 2.4- Negócios ................................................................................................................... 31 2.5- Setor Econômico ...................................................................................................... 32 2.6- Segmento de Mercado .............................................................................................. 32 2.7- Concorrência ............................................................................................................ 33 2.8- Fornecedores ............................................................................................................ 34 2.9- Clientes ..................................................................................................................... 35 2.10- Influências Externas ............................................................................................... 36 2.11- Ambiente Interno.................................................................................................... 37 2.12- Tecnologias Empregadas ....................................................................................... 38 CAPÍTULO 3 – CARACTERÍSTICAS DA ÁREA ............................... 39 3.1- Organograma Geral da Área .................................................................................... 39 3.2- Organograma Detalhado da Área ............................................................................. 40 3.3- Funcionograma da Área ........................................................................................... 40 3.4- Estrutura da Área ...................................................................................................... 41 3.5- Layout da Área ......................................................................................................... 42 3.6- Contribuição da Área para a Missãoda Empresa .................................................... 42 3.7- Áreas Correlacionadas.............................................................................................. 43 3.7.1- Departamento de Recursos Humanos e Diretoria ........................................ 43 3.7.2- Departamento de Recursos Humanos e Contabilidade e Controladoria ..... 43 3.7.3- Departamento de Recursos Humanos e Secretaria ...................................... 44 3.7.4- Departamento de Recursos Humanos e Coordenações de Cursos .............. 44 CAPÍTULO 4 – ATIVIDADES DESENVOLVIDAS ............................ 45 4.1- Processo de Seleção ................................................................................................. 45 4.2- Departamento Pessoal/RH ....................................................................................... 46 4.3- Convenção Coletiva de Trabalho ............................................................................. 47 4.4- Folha de Pagamento ................................................................................................. 48 4.5- Processo de Desligamento ........................................................................................ 49 4.6- Fluxograma .............................................................................................................. 51 CAPÍTULO 5 – DIAGNÓSTICOS DOS PRINCIPAIS PROBLEMAS E SUGESTÕES DE MELHORIAS............................................................. 52 5.1- Processo de seleção .................................................................................................. 52 5.1.1- Finalidade..................................................................................................... 52 5.1.2- Problemas Identificados ............................................................................... 52 5.1.3- Sugestões de Melhorias ............................................................................... 53 5.2- Folha de Pagamento ................................................................................................. 53 5.2.1- Finalidade..................................................................................................... 53 5.2.2- Problemas Identificados ............................................................................... 54 5.2.3- Sugestões de Melhorias ............................................................................... 54 5.3- Departamento Pessoal/RH ....................................................................................... 55 5.3.1- Finalidade..................................................................................................... 55 5.3.2- Problemas Identificados ............................................................................... 55 5.3.3- Sugestões de Melhorias ............................................................................... 56 5.4- Convenção Coletiva de Trabalho ............................................................................. 56 5.4.1- Finalidade..................................................................................................... 56 5.4.2- Problemas Identificados ............................................................................... 57 5.4.3- Sugestões de Melhorias ............................................................................... 57 5.5- Processo de Desligamento ........................................................................................ 58 5.5.1- Finalidade..................................................................................................... 58 5.5.2- Problemas Identificados ............................................................................... 58 5.5.3- Sugestões de Melhorias ............................................................................... 59 CAPÍTULO 6 – CONCLUSÃO ................................................................................ 60 Referências Bibliográficas Anexos FACULDADE CENECISTA DE CAPIVARI - FACECAP Rua Barão do Rio Branco, 374 – Capivari/SP – CEP: 13.360-000 Telefone: (19) 3492-8888 - CNPJ: 33.621.384/0587-02 CARTA DE CONCLUSÃO DE ESTÁGIO Ilmo. Sr. Prof. Marco Antonio Armelin Coordenador de Estágio Supervisionado do Curso de Administração da FACECAP Prezado Senhor Ref. Conclusão de estágio de: Jéssica Uvini Bortolança RA: 08266900 Orientado pelo Professor: Marcelo Mader de Melo De acordo com determinação do Regulamento de Estágio da FACECAP, vimos informar a V. As. , por meio desta, que o (a) aluno (a) acima concluiu seu estágio nesta empresa. Nome do Supervisor na Empresa: Marcelo Mader de Melo Área onde se Realizou o Estágio: Recursos Humanos Início do Estágio: 01/02/2010 Término: 31/07/2010 Realizado em 6 meses e 300 horas efetivas. __________________________ Nome e Assinatura do Supervisor 1 CAPÍTULO 1- CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA 1.1 IDENTIFICAÇÃO DO ESTAGIÁRIO NOME: Jéssica Uvini Bortolança ANO: 2010 PERÍODO: 5º Semestre CURSO: Administração 1.2. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA NOME: Campanha Nacional de Escolas da Comunidade – CNEC Capivari ENDEREÇO: Rua Barão do Rio Branco, 374 - Centro CIDADE: Capivari UF: SP CEP: 13360-000 TELEFONE: (19) 3492-8888 FAX: (19) 3492-8880 E-MAIL: cnec@cneccapivari.br RAMO DE ATIVIDADE: Ensino e Educação OBJETIVO EMPRESARIAL: “Ser reconhecida regionalmente, como instituição educacional de excelência”. PORTE DA EMPRESA: Médio Nº DE EMPREGADOS: 90 funcionários FATURAMENTO ANUAL: X CAPITAL SOCIAL: X 2 SETOR ONDE REALIZOU O ESTÁGIO: Departamento de Recursos Humanos DISCIPLINAS CORRELATAS: Gestão de Pessoas 1.3 HISTÓRICO DA CNEC A Campanha Nacional de Escolas da Comunidade faz parte da maior rede de ensino a nível comunitário do país. A CNEC Capivari é uma das 250 unidades que estão espalhadas por todo Brasil, a seguir veremos um breve histórico da CNEC Brasil e CNEC Capivari, onde veremos sobre a fundação e evolução da instituição e alguns fatos importantes. 1.3.1 CNEC NACIONAL A Campanha Nacional de Escolas da Comunidade - CNEC, no aspecto institucional, e conforme seu Estatuto é uma sociedade civil sem fins lucrativos, que tem como missão precípua, despertar e coordenar esforços das comunidades para ações educativas em todos os níveis, através da oferta de serviços e produtos educacionais. Para atingir estes objetivos, a CNEC está legalmente habilitada a implantar e administrar unidades de produção, comercialização, comunicação, assistência social, turismo, pesquisa e incentivo a práticas desportivas, cujos resultados serão destinados exclusivamente à sua manutenção. Nasceu voltada para a educação, a partir dos movimentos comunitários, entretanto logo se direcionou para a satisfação de outras necessidades básicas das comunidades em que atua. Encontra-se com 230 escolas, e 20 faculdades, congregando em seus quadros cerca de 11.000 colaboradores e 110.000 alunos. A CNEC é uma organização democraticamente estruturada, que permite fluir as aspirações das bases para a cúpula e, ao mesmo tempo, contempla essas bases com um nível amplo de participação, indicando os grandes projetos em favor da comunidade. Em sua organização destaca-se o Conselho Comunitário Cenecista, integrado à escola, célula 3 vital da CNEC em cada comunidade. É através dele quea comunidade participa e se envolve visceralmente com as instâncias do saber. A partir dele florescem empresa júnior, artesanato, folclore, teatro, bandas de música, escolas, creches, clubes desportivos, clubes da melhor idade (terceira idade), unidades de formação e qualificação de mão-de-obra, e ainda, atendimento a outras demandas da comunidade A escola da CNEC se coloca em um nicho especial, nem público, nem privado, onde o Conselho Federal de Educação em seu Parecer nº 3987/75, fixa bem essa idéia, a de uma escola que oferece ensino, buscando prioritariamente o estudante sem recursos, oferecendo-lhe condições educacionais para sua formação profissional. A Campanha Nacional de Escolas da Comunidade - CNEC é o mais expressivo movimento de educação comunitária existente na América Latina. Surgiu em 29 de julho de 1943, no Recife - PE, do ideal de um grupo de estudantes universitários, liderados por Felipe Tiago Gomes. Naquela época, constatando ser a escola privilégio dos ricos, esse grupo universitário resolveu oferecer ensino gratuito aos pobres, nascendo assim a primeira unidade do sistema, o Ginásio Castro Alves. Os alunos de pés descalços, roupas rasgadas, mas sedentos de saber, recebiam os ensinamentos de seus primeiros mestres que, voluntariamente, sem nada receber, dividiam o que sabiam com quem tinha vontade de aprender. 4 O sonho desse grupo de jovens transformou-se numa pregação cívica, em bandeira de luta pela democratização do ensino no País e, Felipe Tiago Gomes, encorajado com o sucesso da criação da primeira escola, partiu para uma verdadeira cruzada nacional em favor do ensino gratuito, mostrando que as comunidades pobres também poderiam ter acesso ao saber, desde que nelas alguém assumisse a causa da educação dos humildes como dever de cidadania e de fraternidade cristã. Nesta empreitada os estudantes universitários foram seus maiores aliados, pois, ouvindo nos congressos as narrativas de Felipe sobre a vitoriosa experiência no Recife, voltavam inflamados para seus estados, desejosos de repetir a façanha deste extraordinário paraibano, nascido em Picuí/PB. Em pouco tempo, Felipe Tiago Gomes criou uma sociedade educacional, sem fins lucrativos, a que denominou Campanha do Ginasiano Pobre para abrigar os muitos pedidos de ajuda e orientação na criação de outras unidades nos moldes do Ginásio Castro Alves. Os brasileiros idealistas foram despertados e, em torno de Felipe, puderam oferecer às suas comunidades uma casa de ensino. Hoje a Campanha Nacional de Escolas da Comunidade, como passou a chamar-se, possui unidades de ensino em todo o Brasil. 1.3.2 CNEC CAPIVARI Por meio da Associação Comercial e Industrial de Capivari, com idealização e liderança do senhor Bichara Miguel Maluf, a história da CNEC Capivari teve início no ano de 1946, com a criação do curso Técnico em Contabilidade. 5 No ano de 1958, sob a direção do prof. Dirceu Ortolani Stein, iniciou-se o Curso Básico da Escola Técnica de Comércio e em 1960, sob a direção de Radamés Assad, a Escola se integrou à Campanha Nacional de Escolas da Comunidade. Em 26 de janeiro de 1960, em sessão solene presidida pelo Dr. Salvador Julianelli, foi eleita e empossada a primeira Diretoria do Setor Local de Capivari, tendo como presidente o mestre Dr. Carlos Lopes de Mattos. Em 1969, também por iniciativa de Bichara Miguel Maluf, teve início o movimento para criação da Faculdade de Administração, contando com ativa participação de Radamés Assad, Norberto Raimundo de Góes e Miguel Simão Neto. Em 04 de fevereiro de 1972 iniciou-se o Curso de Bacharelado em Administração, por meio de aula magna proferida por João Eduardo Miguel e no dia 30 de setembro de 1976, a Faculdade foi reconhecida pelo Governo Federal. Em abril de 1999, o Professor Luís Donisete Campaci foi nomeado Diretor da Faculdade e da Escola Técnica, e por conseqüência assumiu a Presidência do Conselho Superior local. Em 2000 a CNEC encerrou o curso Técnico em Contabilidade e implantou o Curso Técnico de Informática, que também rendeu cursos básicos especiais. No ano de 2001, o Instituto Superior de Educação Cenecista de Capivari substituiu a FAC - Faculdade de Administração de Capivari. Foram implantados os cursos de Letras e Pedagogia e houve a aprovação do curso Normal Superior. Neste mesmo ano foi criada a Escola Premium Cenecista com implantação do Ensino Fundamental. Em 2002 foi implantado o Ensino Médio e em 2003 o curso superior de Sistemas de Informação. Em abril de 2006, a Professora Mestre Ana Maria Reginato assumiu a Direção Geral da CNEC Capivari, sendo que na gestão anterior exercia a função de Diretora Adjunta. Ainda neste ano, a CNEC Capivari reconheceu os cursos superiores Normal Superior e Sistemas de Informação e na educação básica criou uma coordenação da educação infantil até a 4ª série do ensino fundamental e outra coordenação a partir da 5ª série do ensino fundamental até o ensino médio. 6 A CNEC Capivari mantém os principais projetos da gestão anterior e ainda oportuniza a FACETI (Faculdade Cenecista da Terceira Idade) para toda a comunidade da melhor idade, por meio da transformação desta em Projeto de Assistência Social (PAS). A continuidade da história da CNEC Capivari prevê, para os próximos anos, a ampliação planejada e responsável de todas as suas atividades educacionais, culturais, artísticas e esportivas, além de fortalecer o seu compromisso social. A partir de janeiro de 2010 a Faculdade Cenecista de Capivari (FACECAP) oferece um novo curso de graduação, Bacharelado em Ciências Contábeis, onde podemos afirmar que um dos destaques deste curso será a excelência das suas atividades, visando formar um profissional emancipado para atuar nesta área do conhecimento. 1.4 PRINCIPAIS SERVIÇOS OFERECIDOS Os principais serviços oferecidos pela CNEC Capivari são os diversos cursos e os serviços de manutenção e tecnologia prestados a comunidade. Estes estão distribuídos através das seguintes divisões: FACECAP – Faculdade Cenecista de Capivari: � Bacharelado em Administração � Licenciatura em Pedagogia � Bacharelado em Sistemas de Informação � Bacharelado em Ciências Contábeis EDUCAÇÃO BÁSICA � Educação Infantil (do maternal até a pré-escola) � Ensino Fundamental de 9 anos (da 1º ano a 4º ano) � Ensino Fundamental de 8 anos (4ª série a 8ª série) � Ensino Médio (do 1ª até a 3ª série) 7 EDUCAÇÃO PROFISSIONALIZANTE � Técnico em Química � Técnico em Logística FACETI – Faculdade Cenecista da Terceira Idade PÓS-GRADUAÇÃO LATU SENSU � Gestão Escolar � Gestão Estratégica de Negócios � Psicopedagogia Institucional TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO � Sala de Aula Virtual � Wed Mail �3 laboratórios de Softwares mais 1 laboratório da Biblioteca �Provedor de Internet BIBLIOTECA � Periódicos � Revistas � Jornais � Livros � Sala de Leitura � Computadores com acesso à Internet SERVIÇOS TERCERIZADOS � Cantina �Serviço de Cópias 8 Veremos a seguir os diversos cursos e serviços oferecidos por cada divisão. 1.4.1 FACECAP – FACULDADE CENECISTA DE CAPIVARI A FACECAP possui mais de 30 anos de experiência em Ensino Superior e oferece os seguintes cursos de graduação: o Curso de Administração, o Curso de Pedagogia, Curso de Sistemas de Informação e o Curso de Ciências Contábeis, os quais serão abordados nos próximostópicos. 1.4.1.1 Curso de Administração (Bacharelado) Este curso foi Autorizado Pelo Decreto N° 70123, 04/02/1972 e reconhecido pelo MEC pelo Decreto n.º 82779 de 30/11/1978. Com um corpo docente de altíssimo nível de qualidade formado com aproximadamente 80 % de Mestres e Doutores. Estudar Administração é propor-se a um processo crescente e contínuo, uma vez que cabe ao administrador, conduzir as relações entre empresa e empregados, participar desde os processos de seleção, admissão e demissão de funcionários. É ele quem programas planos de carreira e programas de benefícios. Cabe-lhe ainda, coordenar os recursos materiais da empresa, prover a compra de matérias-prima e insumos e controlando sua estocagem, qualidade e reposição. O administrador atual, multiqualificado, polivalente, generalista, deve exercer funções muito mais abstratas e intelectuais, implicando cada vez menos trabalho manual. Exige-se deste Administrador capacidade de diagnóstico, de solução de problemas, de intervir no processo de trabalho, de trabalhar em equipe, auto organizar-se e enfrentar situações de constantes mudanças. Visando a formação de profissionais empreendedores voltados à gerência e direção de empresas e negócios, com capacidade de planejar, organizar e controlar o funcionamento administrativo de qualquer empresa- pública ou particular- tendo como objetivos aumentar a produtividade, rentabilidade e controle dos resultados. O curso propicia competências necessárias para a formação de profissionais de alto desempenho com habilidades empreendedoras por meio da integração das disciplinas 9 com atividades de estágio e orientação da prática profissional realizada através da Empresa Júnior. É um curso semestral com duração de oito semestres (4 anos) totalizando 3.000 horas noturno, além do Estágio Supervisionado de 300 horas e o TCC (Trabalho de Conclusão de Curso). São oferecidas 120 vagas anuais, constituindo uma turma de 100 alunos, onde o processo seletivo é feito somente no inicio do ano. 1.4.1.2 Curso de Pedagogia (Licenciatura) O Curso de Pedagogia, licenciatura, com formação para o exercício da docência na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos de Ensino Médio, na modalidade Normal, e em cursos de Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar, bem como em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos e, formação de profissionais da educação para a administração, planejamento, inspeção, supervisão e orientação educacional em escolas e órgãos dos sistemas de ensino da Educação Básica está fundamentado na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996 e respeita as normas nacionais instituídas pelo Ministério da Educação, em colaboração com o Conselho Nacional de Educação e em especial a Resolução CNE/CP Nº 1, de 15 de maio de 2006 que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia. O atual Curso de Pedagogia, cujo processo de reconhecimento está em andamento no MEC, é resultante da transformação do Curso Normal Superior pela PORTARIA Nº 942, de 22 de novembro de 2006, retificada pelo DOU de 27 de maio de 2008, pg 14, Seção 1. O Curso Normal Superior foi reconhecido pela Portaria nº. 387 de 08.05.2007, publicada no D.O.U. de 09.05.2007. O Curso de Pedagogia procura capacitar o futuro profissional para o domínio das técnicas e do conhecimento indispensáveis ao trabalho docente que se configura nas suas atribuições, que vão desde o trabalho específico em sala de aula, como o implemento para a aprendizagem, até ações mais amplas de trabalho coletivo para o desenvolvimento da escola, em termos de sua estrutura, funcionamento e manifestações culturais e benefício da 10 comunidade em que está inserida por considerarmos a docência como construção fundamentada em relações sociais, étnico-raciais e produtivas. Também, é central capacitar para a participação na gestão de processos educativos, na organização e funcionamento de sistemas e de instituições de ensino, com vistas a uma organização democrática, em que a co-responsabilidade e a colaboração são os constituintes maiores das relações de trabalho e do poder coletivo e institucional, visando garantir iguais direitos, respeitando a diversidade presente na sociedade, assegurando comunicação, discussão, crítica, propostas dos diferentes segmentos das instituições educacionais escolares e não-escolares. Nesse sentido, a integração teoria-prática, a pesquisa educacional, o trabalho de campo e os trabalhos práticos têm grande importância no desenvolvimento do senso crítico, técnico e prático necessário à formação de profissionais que a instituição objetiva formar. São oferecidas anualmente 120 vagas constituindo uma turma em média de 40 alunos, onde o processo seletivo é feito no final do ano anterior e no início do ano letivo. O curso é semestral e no período noturno, tendo a duração de seis semestres (3 anos) com 3.200 horas incluindo o Estágio Supervisionado que serão realizados em escolas e instituições que oferecem a Educação Básica. 1.4.1.3 Curso de Sistemas de Informação (Bacharelado) Anteriormente denominado “Analista de Sistemas”, o Bacharel em Sistemas de Informação é um profissional com formação em nível superior, capaz de responder aos desafios das organizações de uma forma geral, que a cada dia necessitam mais de acessos a informações corretas, confiáveis e em tempo hábil, de maneira a auxiliar os processos de controle e tomada de decisão. Nas organizações, esse profissional atuará no planejamento, desenvolvimento, implantação, implementação e gerenciamento da infra-estrutura de Tecnologias de Informação e de Sistemas de Informação (automação de sistemas de informação). O estudo de Sistemas de Informação bem como o seu desenvolvimento envolve múltiplos aspectos e conhecimentos multidisciplinares que incluem diversos campos de 11 conhecimento como: ciência da computação, ciência comportamental, ciência da decisão, ciências gerenciais etc. O objetivo do curso é formar profissionais e cidadãos capazes de responder aos desafios da sociedade em contínua transformação e que atuem profissionalmente na área de sistemas de informação, com ênfase na tecnologia da informação e suas aplicações. Nas organizações, sua atuação será no desenvolvimento, implantação, implementação e gerenciamento da infra-estrutura de tecnologia de informação. De uma forma geral, sua atuação é no sentido de intervir na realidade, de forma empreendedora e criativa, ampliando os campos de atuação profissional, no sentido de desencadear/maximizar processos de desenvolvimento de sistemas de informação para o desenvolvimento de organizações, bem como de prestar serviços especializados na área de tecnologia de informação, ampliando assim os campos de atuação profissional. O curso de Sistemas de Informação foi autorizado pela Portaria No. 2.241 de 15/10/2001, publicada no D.O.U. em 16/10/2001 e foi reconhecido pela Portaria No. 481 de 04/07/2008, publicada no D.O.U. em 07/07/2008. Mas o curso só foi implantado na FACECAP no início de 2003 com a primeira turma de 40 alunos. São oferecidas anualmente 40 vagas sendo apenas uma turma de 40 alunos, a duração do curso é de oito semestres (4 anos) com uma carga horária de 3.000 horas com aulas prática e teóricas incluindo também nesta carga horária o Estágio Supervisionado de 300 horas. 1.4.1.4 Curso de Ciências Contábeis (Bacharelado) O Curso de Ciências Contábeis da CNEC visa à formação de um profissional altamente qualificado quantoàs questões técnico-científicas da Contabilidade e, ainda, com habilidade nas relações humanas que propiciam o eficiente encaminhamento nas resoluções dos problemas pertinentes às diversas corporações. Atentos ao perfil de profissional idealizado pelos mais variados segmentos da economia, procurando atender as exigências do mundo globalizado e suas novas tendências, inserindo no mercado profissional com habilidades múltiplas em contabilidade, controladoria e outras especificidades, que possibilitam ao egresso atuar em organizações de diferentes 12 características, tamanhos, localizações e configurações. Vale ressaltar que o curso adaptará o perfil de seu egresso em consonância com as inovações ocorridas nos níveis global, nacional e regional. O Curso tem por objetivo formar profissionais éticos, comprometidos e capacitados a compreender as questões científicas, técnicas, sociais, econômicas e financeiras em âmbito nacional e internacional, revelando conhecimentos adequados às funções de contador, analista e especialista na área contábil diante de um cenário econômico e financeiro nacional e internacional, em harmonia com os padrões e normas internacionais de Contabilidade. Assim, em atendimento a este novo perfil traçado pelas Diretrizes Curriculares e considerando as tendências nacionais e internacionais da profissão de Contador, o Bacharel em Ciências Contábeis formado pela FACECAP deve estar apto para: • formular suas idéias com clareza e defendê-las com conhecimento, racionalidade, lógica e tenacidade, sem perder a abertura às novas idéias; • entender, analisar e acompanhar as questões contábeis, e ainda, saber se pronunciar sobre tais assuntos; • elaborar e colocar em execução projetos contábeis, bem como proceder à análise de empresas, quer em seu aspecto contábil e financeiro, quer em seu confronto com o mercado de produtor e consumidor; • ter uma visão contábil diante da globalização da economia; • ter consciência pela precisão, senso de oportunidade e a consciência da relação custo/benefício; • saber fazer a utilização adequada de dados estatísticos e de informações; • usar a tecnologia da informação para racionalizar o trabalho; • ter habilidade de cooperação, de realização e de integração profissional; • ter domínio das funções contábeis e saber aplicar a legislação pertinente; • desenvolver, analisar e implantar sistemas de informação contábil e de controle gerencial; • compreender os fundamentos, conceitos, métodos e técnicas relativos às funções contábeis e atuariais; O Bacharelado em Ciências Contábeis foi autorizado pela Portaria Nº 513 de 07/04/2009, publicada no D.O.U. (Diário Oficial da União) em 08/04/2009. 13 Onde são oferecidas anualmente 120 vagas, iniciando uma turma de 40 alunos, o curso é semestral com duração de oito semestres (4 anos) totalizando 3.000 horas noturno, além do Estágio Supervisionado de 300 horas. 1.4.2 EDUCAÇÃO BÁSICA A Educação Básica abrange a Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio. Ciente que seus alunos são pessoas com uma multiplicidade de inteligências, que articuladas entre si, são responsáveis por habilidades que lhes permitam tomar decisões e resolver problemas com convicção e segurança, a Escola Premium possui um Projeto Político Pedagógico inovador que proporciona a seus alunos a construção e aquisição de novos conhecimentos. 1.4.2.1 Educação Infantil A Educação Infantil foi implantada na CNEC Capivari a partir do ano de 2004, é considerada a primeira etapa da Educação Básica e tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até cinco anos de idade. Educar e Cuidar nesse período são funções integradas e estão associadas a padrões de qualidade que garantem o desenvolvimento integral da criança. A proposta da Escola de Educação Infantil Cenecista de Capivari é norteada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais, pelos Referenciais Curriculares que são embasados na Constituição Federal (1988), no Estatuto da Criança e do Adolescente (1990) e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (1996). A estrutura curricular contempla a formação pessoal e social e o conhecimento de mundo que são constituídos pelos seguintes eixos de trabalho: Identidade e Autonomia, Movimento, Artes, Música, Linguagem Oral e Escrita, Natureza e Sociedade e Matemática e as atividades de enriquecimento: Inglês, Informática, Teatro, Passeio, Modalidades Esportivas e outros. 14 A Escola de Educação Infantil Cenecista de Capivari tem uma gestão participativa onde, além da gerência administrativa e pedagógica, há também os Colegiados que contribuem de forma atuante na construção de uma escola de qualidade, garantindo o processo de melhorias contínuas. As decisões são tomadas de forma coletiva. A Escola de Educação Infantil Cenecista de Capivari respeita as especificidades afetivas, emocionais, sociais e cognitivas das crianças direcionadas por um projeto pedagógico que contribui para o exercício da cidadania embasado nos seguintes princípios: � Respeito à dignidade e aos direitos da criança; � Direito a brincar como forma particular de expressão, pensamento, interação e comunicação; � Acesso aos bens socioculturais disponíveis; � Socialização por meio da participação e inserção nas mais diversificadas práticas sociais sem nenhuma discriminação; � Atendimento aos cuidados essenciais associados à sobrevivência e ao desenvolvimento de sua identidade; � Direito de vivenciar experiências práticas e prazerosas. 1.4.2.2 Ensino Fundamental O Ensino Fundamental foi instituído em 2001 na CNEC Capivari e contam hoje com recursos didáticos modernos, tecnologia de informações disponíveis, docentes experientes e em contínua capacitação e atendimento individualizado ao aluno, tendo como fio o condutor o trabalho com Projetos, o que garante a possibilidade do desenvolvimento das diferentes inteligências e das diversas competências, em especial a competência leitora e escritora. O projeto pedagógico inovador proposto pela Cnec, alicerçado nos princípios de igualdade, ética, profissionalismo, qualidade, melhorias contínuas e gestão democrática faz da Escola Premium uma escola diferenciada. 15 Além dos componentes curriculares da Base Nacional Comum e da parte diversificada, a Escola Premium oferece outras diversas atividades esportivas, intelectuais e culturais que são responsáveis pelo desenvolvimento dos aspectos cognitivos do aluno. 1.4.2.3 Ensino Médio A Proposta Pedagógica do Ensino Médio visa um aprendizado de alta qualidade, em que os alunos além de uma formação integral têm oportunidade de receber uma preparação consistente e adequada que facilita o prosseguimento de estudos, inclusive o ingresso nas melhores Universidades. Com uma organização curricular formada por um conjunto de conhecimentos envolvendo diferentes áreas e amparada por uma adequada infra-estrutura de apoio, o aluno cenecista desenvolve habilidades e competências que favorecem sua formação integral e o torna apto para prosseguimento nos estudos. A forma contextualizada e interdisciplinar como é constituído o conhecimento, incentiva o raciocínio, desenvolve a capacidade de aprender e instrumentaliza o aluno para ser capaz de interagir com os outros de forma construtiva e solidária. O uso das novas tecnologias e o acompanhamento das constantes mudanças que ocorrem na sociedade possibilita a integração e a articulação de ações educativas que contribuem para o desenvolvimento do indivíduo e a formação da cidadania. 1.4.3 EDUCAÇÃO PROFISSIONALIZANTEA CNEC oferece para a comunidade cursos técnicos, que visam aprimorar os conhecimentos de cada um. A Educação profissional da CNEC o aluno se prepara para um mercado de trabalho cada vez mais exigente e competitivo. A formação proporcionada pelos nossos cursos mantém perfeita sincronia com a dinâmica do mundo atual. A metodologia de ensino visa ao desenvolvimento da capacidade de apropriação de novos conhecimentos, de forma contínua e à luz de um senso crítico e apurado. Alguns dos principais aspectos valorizados pela instituição, visando a atingir os objetivos planejados, a proximidade na relação professor-aluno e a permanente renovação dos métodos de ensino e aprendizagem. 16 1.4.3.1 Técnico em Química O curso Técnico em Química visa preparar profissionais para atuarem nas atividades de química de análise e operação de processos industriais químicos e nos mais diversos e amplos espaços de abrangência da área química: • indústrias químicas, petroquímicas, têxteis, alimentícias e farmacêuticas; • laboratórios de controle de qualidade industrial (físicos, químicos, microbiológicos e de produção), laboratórios de centros de pesquisa; • destilarias de álcool e usina de açúcar; • unidades de tratamento de água e de tratamento de efluentes; • farmácias de manipulação. Tendo como base à evolução tecnológica, a flexibilidade de acesso, as tendências do mercado e o pleno exercício consciente da cidadania. Desse modo, proporcionar ao trabalhador constante aperfeiçoamento profissional, mantendo-o apto a permanecer no mercado de trabalho, atendendo às exigências do processo de modernização da produção e a evolução dos meios utilizados na prestação de serviços com competências básicas à iniciativa, à liderança, a multifuncional idade, à capacidade do trabalho em equipe e ao espírito empreendedor. Este curso foi desenvolvido em quatro módulos (cada módulo com duração de seis meses), num total de 1200 horas, com duração de 2 anos. É um curso reconhecido pela DE e foi autorizado pela portaria do Dirigente Regional de Ensino de 03/12/2003, publicada no Diário Oficial Estadual de 04/12/2003 Ao concluir o Curso Técnico em Química Industrial, no conjunto do módulo introdutório (fundamentos tecnológicos), mais os módulos profissionalizantes, o aluno receberá o diploma de Técnico em Química Industrial desde que adquira todas as competências definidas em todos os módulos que compõem a habilitação. Ao egresso que apresentar o conjunto de competências que permitam a sua atuação na área da indústria, respeitando as atribuições legais e atendendo as exigências no mundo do trabalho que requer uma sólida base de conhecimentos tecnológicos, aliados ao desempenho com competência, vocação para qualidade, custo e segurança. Ao Técnico em Química Industrial são requeridas capacidade de criatividade, adaptação às novas situações e as seguintes habilidades: 17 Coletar amostras de matérias-primas, produtos intermediários e finais, águas e fluentes. Transportar e armazenar materiais e produtos. • supervisionar a entrada de matérias-primas, amostras, reagentes e similares. • caracterização preliminar da matéria-prima. • selecionar, avaliar, otimizar e adequar métodos analíticos de controle da qualidade. • preparar amostras, instrumentos e reagentes para análises. • efetuar análises físicas, químicas e microbiológicas. • interpretar resultados de análises. • avaliar desempenho de equipamentos. • realizar cálculos para obtenção de resultados de análises. • elaborar laudos e relatórios técnicos. • purificar substâncias utilizando técnicas bioquímicas. • observar, comunicar e registrar anormalidades de equipamentos e instrumentos. • preparar equipamentos para a manutenção. • inspecionar e efetuar pequenas manutenções em instrumentos, equipamentos, sistemas eletro-eletrônicos, tubulações e acessórios. • operar reatores, bombas e separadores. • fazer leitura de instrumentos. • monitorar e corrigir variáveis de processo na planta piloto. • operar sistemas de controle e instrumentos de análise. • ler e interpretar variáveis de processo em sistemas de controle analógicos e digitais. • ler e interpretar carta de controle e as folhas de dados de equipamentos e instrumentos de controle. • identificar equipamentos e acessórios. • calcular dados básicos para a otimização da produção. • selecionar, avaliar, otimizar e adequar métodos de análises microbiológicas. • preparar amostras, instrumentos e reagentes para análises microbiológicas. • calibrar e aferir instrumentos e equipamentos utilizados para análises. • efetuar análises microbiológicas 18 • interpretar os resultados das análises • efetuar observações ao microscópio. • esterilizar materiais e meios de cultura. • identificar microscopicamente os diferentes tipos de microrganismos. • elaborar protocolos procedimentos e metodologias analíticas. • utilizar técnicas de manipulação assépticas de culturas microbianas. • operar equipamentos de processos. • purificar substâncias utilizando técnicas bioquímicas. • inspecionar recipientes de estocagem. • receber, verificar e identificar materiais e produtos. • armazenar, preparar e transferir produtos. • efetuar e controlar inventários de produtos estocados. • inspecionar, carregar, medir e expedir produtos finais. • preparar equipamentos para a manutenção. • operar equipamentos de sistemas de utilidades. • monitorar e corrigir variáveis operacionais dos sistemas de utilidades. • operar painéis de controle em sistemas de utilidades • interpretar fluxogramas de sistemas de utilidades. • calcular dados básicos para a otimização dos sistemas de utilidades. • estimar e controlar efeitos ambientais das operações efetuadas. • atuar no programas de higiene industrial e de prevenção de acidentes. • atuar em emergências operacionais. • operar sistemas de tratamento de efluentes. • utilizar os dispositivos e equipamentos de segurança de acordo com as normas vigentes. • tratar, reciclar e descartar resíduos de laboratório • aplicar ferramentas da qualidade. • trabalhar em equipe. • comunicar-se de forma clara e concisa e exercer liderança. • atuar de acordo com os princípios da ética profissional. • difundir conhecimentos adquiridos. • administrar recursos materiais. 19 • realizar análises de custos e perdas. • identificar as interfaces dos processos industriais na cadeia de produção. • racionalizar o uso da energia. 1.4.3.2 Técnico em Logística Logística é uma ferramenta essencial no mundo dos negócios. Atualmente a logística vem sendo reconhecida como a nova fronteira do conhecimento gerencial, pela capacidade de alcançar simultaneamente objetivos aparentemente conflitantes. No mercado globalizado, onde a tecnologia da informação está disseminada em todo o planeta e onde a comunicação on-line permite a ligação simultânea em toda a cadeia do comércio internacional, não se concebe mais às empresas a ausência da logística em suas operações. Quem não tiver um eficiente sistema de logística está perdendo em competitividade nos mercados, especialmente quando se trata de vendas para o exterior. Este curso tem uma duração de 1 ano e meio, distribuídos em 3 módulos, com uma carga horária total de 900 horas. É um curso reconhecido pela DE e foi autorizado pela portaria do Dirigente Regional de Ensino de 09/03/2010, publicada no Diário Oficial Estadual de 10/03/2010. O curso Técnico em Logística tem objetivos de: • Fornecer ao educando fundamentação em conceitos, valores e teorias que lhe permitam a análise comparativaao seu comportamento como Técnico em Logística, proporcionando conhecimentos básicos para possíveis respostas aos desafios da função no seu dia-a-dia. • Dar subsídios para que ele possa avaliar e resolver situações através da ponderação conceitual. • Buscar maior produtividade com menor custo. • Produzir conhecimento para o desenvolvimento de um sistema integrado para gerenciar qualidade, meio ambiente e segurança no trabalho, com foco em minimização de custos e otimização dos recursos disponíveis. • Analisar problemas gerenciais, atuar em equipes e interpretar resultados de estudos de mercado, econômicos ou tecnológicos, utilizando-os no processo de gestão. 20 • Dar subsídios para que ele possa avaliar e resolver situações através da fundamentação teórica. Fornecer, ainda, um conjunto de ferramentas para a coleta e organização de dados numéricos, visando análise crítica dos processos técnicos e administrativos, para viabilizar as tomadas de decisões. • Oferecer ao educando oportunidades práticas e teóricas de conhecimento e de ambientes de trabalhos logísticos, suas técnicas, ferramentas e experiências. • Desenvolver a capacidade empreendedora. Conhecimento e utilização das técnicas de negociação. Realização de análise de mercado. Conhecimento dos princípios de importação e exportação. Elaboração do planejamento administrativo de produção e de materiais. Conhecimentos dos princípios básicos de comércio exterior. • Oportunizar através de visitas a empresas e de palestras específicas proferidas por profissionais da área, o enriquecimento do aluno com estudos de casos e conhecimento de experiências de sucesso, ou não. • O estágio também oportunizará a complementação da formação do aluno, possibilitando que ele utilize e/ou acompanhem na prática os resultados de ações desenvolvidas a partir de conhecimentos teóricos adquiridos, oferecendo a oportunidade de ampliação do conhecimento da administração, através da constatação, pesquisa, testes e análise de situações adversas em ambientes diferenciados da empresa. Capacitar pessoas para o desenvolvimento de atividades técnicas e administrativas de gerenciamento junto às empresas e entidades, estimulando a assimilação de uma cultura empreendedora. • Oferecer ao estudante uma visão global dos principais ramos do direito, com o desenvolvimento de conteúdo jurídico acerca dos direitos e deveres na sociedade. • Prover o aluno dos conhecimentos necessários para desenvolver as funções técnicas relativas a encontrar respostas e soluções aos problemas das operações empresariais inseridas no ambiente de trabalho. • Apresentação de “cases”, com a utilização destes conceitos dentro das empresas. • Oferecer a oportunidade de debates entre os participantes. Ao egresso que apresentar o conjunto de competências que permitam a sua atuação na área de Gestão e Negócios, no seguimento de Logística, respeitando as atribuições legais e atendendo as exigências no mundo do trabalho que requer uma sólida base de conhecimentos tecnológicos, aliados ao desempenho com competência, vocação para qualidade, custo e segurança. 21 1.4.4 FACETI – FACULDADE CENECISTA DA TERCEIRA IDADE. A FACETI foi criada em agosto de 2003 e tem um caráter permanente e multidisciplinar. Tem como sua meta principal uma educação de qualidade voltada para atualização e socialização, fundamentada num ensino participativo, auxiliando adultos a enfrentar a velhice, que muitas vezes pode ser prejudicial e marcada pela vulnerabilidade. As aulas são oferecidas sempre às terças e quintas feiras das 14h às 17h. O ano letivo é dividido em 04 (quatro) bimestres. As disciplinas são programadas por bimestre para que os alunos estejam sempre em contato com assuntos novos e variados evitando assim o desinteresse e a acomodação. Todo bimestre é constituído por duas aulas teóricas com temas distintos e muito aplicáveis ao cotidiano dos idosos e, duas vivências que se caracterizam por aulas práticas. Durante um ano letivo os alunos terão oportunidade de freqüentar aulas de diversas áreas do conhecimento humano: psicologia e relações sociais; saúde, qualidade de vida e atividade física; economia e política; educação, cultura e cidadania; humanidade e atualidades. Além das disciplinas bimestrais faz parte do programa palestras ministradas por profissionais renomados em diferentes áreas de atuação com temas voltados para a terceira idade. 1.4.5 PÓS GRADUAÇÃO LATU SENSU A FACECAP oferece para os graduados o curso de pós graduação, que visam aprimorar os conhecimentos de cada um. 22 1.4.5.1 Gestão Escolar O Curso de Pós-Graduação em Gestão Escolar qualifica e titula os profissionais da educação para atuarem na gestão escolar e na pesquisa, tornando- os capazes de produzir e implementar os projetos educacionais que demandam conhecimentos e práticas inovadoras. Formar gestores que exercitam no cotidiano escolar uma gestão democrática de participação, autonomia e responsabilidade com partilhada, contribuindo para o crescimento de uma educação emancipa tória como requer o mundo atua É devidamente autorizado pelo Conselho Estadual de Educação (Parecer 322/03 e reafirmado pelo Parecer 152/04) para habilitar gestores escolares, que capacita e habilita profissionais da educação ao exercício de atividades (cargo ou função) de administração (diretor ou gestor de escola), de planejamento, inspeção, supervisão e orientação educacional de educação básica, é autorizado pelo Parecer CEE 322/03, publicado no D.O.E. São Paulo em 22 de agosto de 2003, Seção I, pg. 16. A elaboração do curso se deu conforme Deliberação CEE nº 26/02, na forma indicada pelo Artigo 64 da Lei 9394/96 - LDB. 1.4.5.2 Gestão Estratégica de Negócios Resultantes das rápidas transformações que estão ocorrendo no mundo, os desafios enfrentados hoje pelas organizações questionam os modelos tradicionais de gestão das empresas. O problema da competitividade e da busca incessante da qualidade com preços mais baixos é uma realidade. A internacionalização das economias, fruto principalmente das mudanças políticas e tecnológicas, está derrubando algumas barreiras até pouco tempo desconsideradas pelas organizações. Aqueles que subestimam a importância e a magnitude destas transformações correm o risco de se transformarem em autênticos dinossauros da época moderna. A proposta de um curso de especialização em gestão empresarial, em nível de pós-graduação, com a denominação de MBA Gestão Estratégica de Negócios, sinaliza claramente a preocupação do Curso de Administração da FACECAP (Faculdade Cenecista de Capivari) em criar um espaço para a discussão dos grandes temas da gestão empresarial das organizações brasileiras. Pretende-se com este programa trazer para o ambiente da 23 Faculdade a primazia da discussão de temas que estão na fronteira do conhecimento dos diferentes campos da Gestão Estratégica de Negócios. Tem como objetivos: - Desenvolver nos participantes a habilidade de pensar e agir estrategicamente, voltada para a obtenção de resultados, nas empresas. - Fornecer aos participantes a aplicação de conceitos da Gestão de Negócios moderna, em situações reais do ambiente das empresas, visando maior qualidade, criatividade e posicionamento de suas ações. - Fornecer ainda, uma visão sistêmica e abrangente das atividades e funções básicas da organização, em nível empresarial. 1.4.5.3 Psicopedagogia Institucional O curso de Psicopedagogia Institucional é uma ciência que problematiza os estudosreferentes às dificuldades de aprendizagem dos alunos, buscando formas de intervenção que levem à superação dos problemas de aprendizagem encontrados durante os anos de vida escolar. Atualmente, os profissionais da educação se deparam com vários problemas dentro das escolas, que muitas vezes interferem nos processos de aprendizagem dos alunos, sejam eles: culturais, sociais, metodológicos, cognitivos, emocionais e psicológicos. Nesse sentido, saber identificar e conduzir os problemas de aprendizagem encontrados, bem como preveni-los dentro da instituição escolar se torna um dos objetivos fundamentais da educação nos dias atuais, haja vista o grande número de alunos que possuem dificuldades de aquisição da leitura e da escrita, dentro dos espaços escolares. Pensar nos problemas de aprendizagem dos alunos significa também, pensar nos processos que envolvem as práticas de ensinar e de aprender e consequentemente na formação do profissional que atua em sala de aula (o professor) e fora dela, como é o caso do orientador educacional, do coordenador pedagógico e do diretor de escola que necessitam de conhecimentos especializados para poder intervir frente às dificuldades apresentadas pelos professores em como ensinar e pelos alunos em como aprender. 24 Dentro desse contexto, esse curso oferece conhecimentos para o profissional da área da educação atuar dentro da instituição escolar na prevenção ou minimização dos problemas de aprendizagem, no sentido de intervir no processo de ensino-aprendizagem, entendendo os diferentes modos de aprender da criança nas várias áreas do conhecimento escolar, contribuindo assim, para a diminuição dos índices de fracasso escolar, auxiliando para que todos que participam da escola entendam “como” e “por que” transformá-la num lugar de construção de saberes. O curso tem como objetivo geral capacitar profissionais de nível superior comprometidos com a prevenção e o tratamento de problemas de aprendizagem e de ensino, para atuar no campo específico da Psicopedagogia em espaço escolar e não-escolar, nas esferas públicas e/ou particular, considerando a realidade educacional. Para tanto, o curso irá estudar, refletir, discutir e vivenciar questões educacionais que dizem respeito direta ou indiretamente às dificuldades de aprendizagem e à problemática do fracasso escolar de crianças, adolescentes e adultos. Sua duração é de 18 meses com carga horária de 360 horas. 1.4.6 TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO O setor de Tecnologia da CNEC oferece a Comunidade Cenecista e Comunidade Geral serviços variados no setor de tecnologias da Informação. O setor trouxe para a CNEC várias parcerias, uma delas foi se tornar um provedor autorizado pela tendência a fornecer serviço de hospedagem de sites. O setor conta com uma equipe qualificada e especializada na área de Tecnologia de Informação, onde não atende apenas as necessidades internas da instituição, mais também é gerador de renda, pois presta serviços a diversas empresas da região. Oferecendo múltiplas ferramentas, como servidores para os alunos poderem acessar a internet. Também presta consultoria a empresas parcerias. 25 1.4.7 RECURSOS DISPONÍVEIS AOS ALUNOS Para todos os cursos são oferecidos: •Professores qualificados e atualizados; •Biblioteca atualizada com um acervo completo para os cursos; •Laboratórios de informática; •Acesso a Internet 24 horas por dia para todos os alunos; •Oficinas pedagógicas • Salas de aula com TV, Vídeo e Computador; •Retroprojetor; •Data show. 1.4.8 PROCESSO SELETIVO UNIFICADO A divulgação do Processo Seletivo Unificado para os cursos superiores inicia no mês de agosto em nível regional e as inscrições começam geralmente em setembro terminando em janeiro. As inscrições são feitas na própria faculdade ou acessando o site da CNEC em qualquer lugar do mundo, o aluno entra com seus dados, escolhe um dos cursos oferecidos e automaticamente é gerado um boleto onde é cobrada uma taxa de inscrição, para efetivar a inscrição o aluno obrigatoriamente tem que pagar esse boleto e são exigidos alguns documentos do candidato para serem entregues na faculdade. A sistemática de avaliação dos candidatos ocorre de duas formas, 50% das vagas são pelo ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio), o que conta é a participação no ENEM o que isenta o aluno do vestibular, e a outra forma, é feita através do desempenho apresentado nas Provas do Processo Seletivo de acordo com os critérios de avaliação. Todo o sistema de correção é informatizado, e em poucas horas o candidato já pode ver seu desempenho na internet. 26 1.5 NÍVEIS DE PRODUÇÃO A CNEC é uma empresa prestadora de serviços e não de produtos industrializados, seus níveis de Produção se relacionam à alunos matriculados em cada curso oferecido. Divididos em quatro grupos de ensino, como da Educação Básica, Educação Profissional, Educação Superior e os Cursos de Especialização. O Demonstrativo de alunos desses últimos quatro anos: Grupos 2006 2007 2008 2009 Educação Básica 331 293 301 324 Educação Profissional 44 105 96 43 Ensino Superior 634 551 581 507 Especialização 44 12 14 14 Total de Alunos 1053 961 992 888 1.6 TENDÊNCIAS FUTURAS DA EMPRESA Uma das tendências da CNEC é o aumento dos Cursos Técnicos, pois vivemos num mundo muito competitivo, com isso as empresas estão exigindo cada vez mais de mão-de- obra especializada. A CNEC esta sempre buscando melhorias para a educação de seus alunos, pois tem diversos cursos oferecidos, trabalhando com ótimos profissionais. Para ter um bom ensino a CNEC vem trabalhando com seus funcionários na redução de custos, buscando sempre a melhoria contínua no ensino e investindo na tecnologia, buscando sempre ter uma competitividade em relação aos preços diante das outras Instituições de Ensino. 27 1.7 TENDÊNCIAS FUTURAS DO SETOR A tendência do setor econômico da educação é de se ter mais vagas do que matrículas efetuadas, o que ocasiona um aviamento ainda maior na concorrência entre as Instituições de Ensino. De acordo com o INEP – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, a Educação Superior teve um aumento em 2003, de 222 novas Instituições de Educação Superior, num total de 1.859 existentes no país, sendo que destas, 98 novas Instituições foram criadas na região sudeste, dentre elas 94 privadas e 4 públicas. Foram criados 2.054 novos cursos de graduação, em relação ao ano anterior, sendo 1.643 novos cursos em Instituições privadas e 411 em públicas, o que significa que foram criados em média 5,6 novos cursos por dia, totalizando 16.453 cursos de graduação no país. Dos 3.887.022 alunos matriculados na Educação Superior, 564.681 matriculados somente no curso de Administração, cerca de 15%, um ponto positivo para a FACECAP, que possui como carro chefe, o seu curso de Bacharelado em Administração, existente desde 1972. Esses dados demonstram que a Educação Superior continuará em crescimento, ocasionando também o crescimento da concorrência nesse setor econômico. Ainda, segundo o Censo da Educação realizado em 2004 pelo INEP, a Educação Básica, que compreende pré-escolas, ensino fundamental de 1ª a 4ª séries e ensino médio, no Estado de São Paulo, foram realizadas 9.300.044 matrículas em dependências administrativas municipal, estadual e privadas. Só em Capivari foram efetuadas 10.621 matrículas, sendo destas, 1.336 no setor privado, onde a CNEC Capivari compõe 33% desse total das matrículas e 4% do total em todas as dependências administrativas. No EnsinoTécnico Profissionalizante, foram realizadas 258.721 matrículas no Estado de São Paulo. Em Capivari, foram 84 matrículas, um domínio total da CNEC Capivari, que em 2005 já teve um crescimento de 116% em relação ao ano anterior, um fator positivo para o crescimento da CNEC em nível local e regional, onde a tendência nesse segmento de educação é aumentar, sendo que na região, existem cursos técnicos profissionalizantes em Monte Mor e Rio das Pedras, mas somente em dependências administrativa municipal e estadual.. 28 1.8 ORGANOGRAMA CNEC GERAL Vice Diretor (Clever Ed. Zuin Lobo) Diretora Geral (Ana Maria Reginato) Ouvidoria (Rita de Cássia Cristofoleti) Conselho Superior Superintendência Nacional Superintendência Regional CPA (Erick Lamas) Organograma Geral CNEC – Unidade de Capivari/SP 1 2 29 30 Gerente Educação Profissional (José Renato Paviotti) Gerente de Tecnologias e Inovações (Paulo Cesar Elias) Agente de Planejamento e Desenvolvimento de Cursos/ Central de Documentação (Kátia R. Bragalda) Gestão de Pessoas (RH) (Marcelo Mader de Mello) Agente de Relações Públicas/Assessoria de Comunicação (Osmair Moreira de Souza) Coordenação Técnico em química (Edivaldo Antônio de Jesus Fabiano) Coordenação Técnico em Logística Sistemas de Informação e Gestão Interna Redes e Internet Provedor Telefonia Portaria (Elizabete da Silva) Operadoras de Serviço de Apoio (Benedita I. Salvador Mota) Estagiários 2 31 2. ANÁLISE DA ORGANIZAÇÃO 2.1. MISSÃO DA EMPRESA Através da missão a empresa indica o papel ou função que a organização pretende cumprir na sociedade e o tipo de negócio no qual pretende concentrar-se, sendo um tipo particular de objetivo. Portanto a CNEC Capivari, tem por missão: “Promover a formação integral das pessoas, oferecendo-lhes educação de excelência com compromisso social.”. 2.2 VISÃO DA EMPRESA “Consolidar- se até 2014 como rede educacional de excelência.” 2.3 CRENÇAS E VALORES Excelência, Ética, Valorização do Ser Humano, Competência, Compromisso, Honestidade. 2.4 NEGÓCIOS Educação, Assistência Social e Serviços Afins. 32 2.5 SETOR ECONÔMICO A Campanha Nacional de Escolas da Comunidade atua no terceiro setor, visando a crescente procura das pessoas a educação de qualidade. Conforme os últimos Censos que nitidamente mostram que: 1. O número de bagas na educação superior foi maior que o número de concluintes do ensino médio. 2. O número de candidatos à educação superior é mais que o dobro que o número de vagas oferecidas pelo mercado. 3. A educação superior brasileira segue sendo majoritariamente noturno, e se expande principalmente no setor privado, tornando este setor a principal oportunidade de acesso ao aluno trabalhador. Nota-se claramente que área da Educação está em constante expansão. Também é um dos setores econômicos que mais cresce no país, o que ocasionando um grande índice de concorrência e de oferta de vagas, onde somente consegue conquistar novos alunos quem oferece educação com preços acessíveis e com ótima qualidade, além da classificação na disposição dos cursos. 2.6 SEGMENTO DE MERCADO Como a CNEC Capivari compõe o setor econômico de Ensino/Educação, têm como segmento de mercado a educação básica (educação infantil, ensino fundamental e ensino médio), educação profissional (cursos em níveis técnicos e cursos básicos em informática), educação superior, especialização latu-sensu e terceira idade. Isso mostra que a CNEC Capivari presta serviços educacionais para pessoas com faixa etária entre 2 e 90 anos, dando diversas opções para a comunidade de Capivari e região. 33 2.7 CONCORRÊNCIA A concorrência teve nos últimos tempos um forte crescimento, portanto a CNEC vem enfrentando fortes desafios, por isso precisam estar identificando suas estratégias e objetivos, suas forças e fraquezas e quais serão as reações perante os concorrentes. Será necessário desenvolver um sistema de inteligência eficaz e definir os concorrentes que deverá atacar. Os concorrentes mais diretos de uma empresa sempre são aqueles que procuram satisfazer os mesmos consumidores. Mas a empresa deve também sempre estar atenta em relação a seus concorrentes latentes que são aqueles que procuram oferecer novas e outras maneiras para satisfazer as mesmas necessidades de seus clientes. Os concorrentes emergentes mais fortes da CNEC em relação à educação infantil são Alegria de Crescer (EAC), Anglo Junior, Sonho de Criança e Girassol. Na Educação Básica e no Ensino Médio os concorrentes diretos são as escolas privadas de Capivari como o Anglo, a EAC (Escola Alegria de Crescer). Nos Cursos Profissionalizantes temos as escolas técnicas da região e as escolas e Informática de Capivari entre estas o concorrente mais forte é a Microcamp. No Ensino Superior os concorrentes mais fortes e diretos estão localizados nas cidades da Região, são eles: UNIMEP (Piracicaba), Unisal e Uni’Santana (Salto), Faculdade Nossa Senhora do Patrocínio (Itu), FAM (Faculdade de Americana), e as demais faculdades que estão localizadas em Campinas, Piracicaba e Unip. E na Faculdade da Terceira Idade a concorrente direta mais próxima é a UNIMEP. A CNEC Capivari precisa de um monitoramento constante para controlar a ação das concorrentes e se inserir na região de forma mais rápida e inteligente para ser reconhecida como uma instituição de ensino de confiança. 34 2.8 FORNECEDORES Os principais fornecedores da CNEC Capivari são: - Papelarias Still e Natuvida: Fornece os matériais de consumo e expediente (lápis, canetas, pastas para documentos, folhas sulfite, pincéis para quadros brancos...) Fornecedores de Produtos Informática: - K.S. Laser: cartuchos para as impressoras, toner. - Set Informática e Xtreme Informática: Periféricos para manutenção dos computadores. - J & Parafusos e Carravero: Manutenção predial e mobiliaria - Spacebr e Sansung: Compra dos computadores. Fornecedores de Sistemas de Informações: O Sistema SAGE usado para todos os cadastros de alunos e para os vários tipos de consultas, entre outras funções, foi criado pelo próprio departamento de T.I da CNEC Capivari. O serviço terceirizado e que não inclui neste sistema é a Folha de Pagamento, fornecido pelo Set Informática. E a Contabilidade que usa o Sistema SISPRO – Serviços e Tecnologia. Outro sistema usado é o PERSEUS, fornecido pela PERSEUS- Tecnologia da Informação S.A, é um sistema semelhante ao SAGE só que com mais recursos, está sendo padronizado pela rede CNEC, onde é dividido em dois sistemas: *PERSEUS I- School (Gestão de Escolas), usado para a Educação Básica. *PERSEUS Athens (Ensino Superior). 35 Inicialmente está sendo usado o sistema PERSEUS I-School, a previsão para o uso do PERSEUS Athens é daqui 1 ano, onde será migrado as informações do SAGE. 2.9 CLIENTES A CNEC hoje está enquadrada numa constante situação de transição para acompanhar o ritmo acelerado do mercado. Anualmente são lançados novos cursos quevisam atender as necessidades dos clientes de forma a buscar a satisfação. Os clientes da CNEC hoje são seus alunos que estão divididos nos mais diferentes cursos da instituição e de diferentes classes sociais. E também os afins, que são clientes que setor de Tecnologia d Informação da CNEC presta seus serviços. A faixa etária varia de 2 a 90 anos de idade, pois não tem um público alvo específico, ela diversifica seus esforços visando atender toda a demanda de mercado, por isso é que se diz que ”CNEC educação para toda vida”. Na Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio os pais e responsáveis se preocupam com a educação de seus filhos e a qualidade de ensino da escola em relação as demais escolas da região. No Ensino Superior e Profissionalizante a maioria dos alunos já trabalha e estuda ou estudaram em escolas de Educação Básica, e procuram os cursos da CNEC para adquirir uma qualificação profissional garantindo-se no mercado de trabalho. Já na Faculdade para a terceira idade os alunos procuram para garantir o bem estar social e aprender a valorização do ser humano na terceira idade. A instituição de uma forma em geral vem se expandido regionalmente, trazendo alunos das diversas cidades vizinhas como Piracicaba, Rio das Pedras, Mombuca, Rafard, Tietê, Elias Fausto e Monte Mor, mas com objetivo de trazer ainda mais alunos das cidades da Região. Afinal em algumas cidades os clientes ainda são poucos devido a distância e o deslocamento destas cidades até Capivari. 36 2.10 INFLUÊNCIAS EXTERNAS As influências que o Ambiente Externo pode exercer sobre a CNEC Capivari são classificadas como Oportunidades e Ameaças: Oportunidades: 1. Cidade de Capivari: Se a cidade tiver um desenvolvimento econômico e social terá mais chances de abrigar grandes empresas fazendo baixar o índice de desemprego, aumentando a procura pela formação acadêmica e profissional; 2. Concorrência: O MEC está exigindo muito mais em relação à abertura de novas faculdades, evitando o aumento da concorrência, isto é, o Ministério da Educação está tornando cada vez mais burocrático a aprovação de novas faculdades, fazendo da educação particular um verdadeiro comércio; 3. Inflação: Se a inflação for baixa pode influenciar na decisão do brasileiro quanto à procura de um bom colégio para os filhos, e um aumento pela procura pelo ensino superior e profissional, pois com a economia estável, a comunidade tende a procurar uma melhor qualificação; 4. Eleições presidenciais e governamentais: Se continuar o atual Presidente, teremos uma certa previsão do que ocorrerá nos anos subseqüentes, já que o brasileiro já conhece o modo de governar do candidato; 5. Eleições Municipais: Se permanecer o atual Prefeito temos a oportunidade de manter as parcerias com relação aos esportes e o apoio da prefeitura nos vários eventos promovidos; Ameaças: 1. Cidade de Capivari: Se a cidade não tiver um bom desenvolvimento econômico e social, poderá se desestabilizar ou até aumentar o índice de desemprego afetando assim a economia da cidade, provocando a saída de alunos da educação particular, além de diminuir a procura pelo ensino acadêmico e profissional; 37 2. Concorrência: Abertura de novos cursos em faculdades já existentes na região ou mesmo de autorização de funcionamento de novas faculdades, apesar de toda burocracia existente, ainda surgem muitos novos cursos e faculdades; 3. Inflação: Se a inflação aumentar, influenciará negativamente quanto aos gastos com os estudos dos filhos, aumentando também os custos e despesas da escola, como a folha de pagamento, já que uma das exigências do MEC é de ter um percentual de professores com grau acadêmico elevado, acarretando um possível aumento nos preços das mensalidades; 4. Eleições presidenciais e governamentais: Se continuar o atual Presidente, correremos o risco de não melhorar os índices de perspectiva dos brasileiros fazendo assim com que a economia do país se torne agitada e instável; 5. Eleições Municipais: Com a entrada de novo Prefeito temos fortes chances de não crescermos em relação ao mercado atual; 2.11 AMBIENTE EXTERNO O ambiente interno vem demonstrando um grande crescimento entre os funcionários e os docentes, ambos vêm apresentando um notável crescimento profissional, além dos estagiários que em sua maioria são alunos que trabalham em troca de bolsas escolares e universitárias estão tornando excelentes profissionais com grandes chances para o futuro. Todos os funcionários estão sendo incentivados e motivados através de cursos, treinamentos, e-mails, reuniões, melhorando o relacionamento profissional e colaborando para melhorias contínuas no sistema de endomarketing da escola e principalmente no atendimento aos clientes. A instituição tem demonstrado um ambiente familiar entre os funcionários e estagiários, o que tem influenciado muito na motivação para o trabalho proporcionando assim qualidade no trabalho. 38 2.12 TECNOLOGIAS EMPREGADAS Nos últimos anos a CNEC vem investindo consideravelmente no melhoramento tecnológico, tanto voltado para os clientes quanto para agilização de processos administrativos. Hoje todos os clientes têm acesso a computadores conectados a rede mundial de altíssima velocidade, para realizar pesquisas e divulgar seus trabalhos na internet. A CNEC oferece ferramentas via internet para seus alunos que são usadas por grandes centros acadêmicos. Um exemplo disso é a Sala de aula virtual onde os alunos podem consultar os trabalhos disponibilizados pelos professores e também participar de fóruns de discussão. A Biblioteca além do seu excelente acervo oferece também aos alunos computadores e terminais de consultas. A também a opção do aluno de sua própria casa verificar se o livro que ele procura encontra-se disponível para locação, esse processo fantástico, pois permitira que futuramente aluno possa fazer a reserva/renovação do livro em qualquer lugar do mundo. A CNEC criou o Web diário, que permite que professores lancem suas notas e chamadas na internet. Isso veio a contribuir, pois tornou possível o aluno consultar notas e faltas das suas matérias, tanto nos terminais espalhados dentro da instituição ou pelo próprio site da CNEC Capivari. Mas o objetivo da CNEC é investir ainda mais em recursos tecnológicos e equipamentos de altíssima qualidade para oferecer os serviços a seus clientes e comunidade em geral. 39 CAPÍTULO 3. CARACTERÍSTICAS DA ÁREA 3.1 ORGANOGRAMA GERAL DA ÁREA 3.2 ORGANOGRAMA DET Diretor Geral Gerente Financeiro e Contábil Recursos Humanos Contabilidade e Controladoria Financeiro Fonte Cnec Capivari 40 3.2 ORGANOGRAMA DETALHADO DA ÁREA Fonte Cnec Capivari 3.3 FUNCIONOGRAMA DA ÁREA Departamento de Recursos Humanos da CNEC Capivari executa diversos processos e funções que são de sua responsabilidade, tais como: � Admissão e registro de novos funcionários e/ou de estagiários, deacordo com a legislação vigente; � Controle dos benefícios oferecidos pela CNEC Capivari ou que são exigidos pelas CCT’s que regem a Instituição;� Levantamento dos apontamentos junto aos demais departamentos para a apuração e cálculo da folha de pagamento dos funcionários e estagiários; Diretor Geral Gerente Financeiro e Contábil Recursos Humanos Contabilidade e Serviço Social Relações do Trabalho Benefícios Departamento pessoal Folha de Pagamento Contratação Financeiro 41 � Cálculo dos encargos sobre a folha de pagamento e prazos para pagamento; � Alimentação e manutenção de sistemas informatizados que servem de informações para seu próprio departamento como para outros da Instituição; � Emissão de relatórios para uso de outros departamentos como a Contabilidade e Controladoria; � Controle e emissão de aviso e recibo de férias dos funcionários; � Informações aos órgãos públicos através do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) e DIRF (Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte); � rescisão de contrato de trabalho e os procedimentos a serem seguidos. No capítulo 4 desse relatório de estágio supervisionado, serão feitas descrições detalhadas de todos os processos e funções descritas acima, que são executadas pelo Departamento de Recursos Humanos da CNEC Capivari. 3.4 ESTRUTURA DA ÁREA � Um Encarregado de Gestão de Pessoas em período integral � Duas mesas � Duas cadeiras � Uma escrivaninha para micro computador � Um micro computador � Uma impressora � Uma linha telefônica 42 � Um armário � Três arquivos para pastas suspensas � Área da sala de Aproximadamente 8 m2 3.5 LAYOUT DA ÁREA 2 5 0 0 m m A rq u iv o s C a d e ir a C a d e ir a C P U M o n it o r T e c la d o 1 2 5 0 m m J a n e la 7 5 0 m m P o rt a 3.6 CONTRIBUIÇÃO DA ÁREA PARA A MISSÃO DA EMPRESA O Departamento de Recursos Humanos contribui para a Missão da Empresa através do relacionamento da Instituição entre os funcionários, buscando sempre os melhores profissionais, através do recrutamento e seleção em conjunto com os demais departamentos. Também oferece oportunidades de trabalho ou estágio para alunos da própria Instituição. 43 3.7 ÁREAS CORRELACIONADAS 3.7.1 DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS E DIRETORIA A Diretoria solicita todos os meses o valor da folha de pagamento e dos encargos sociais, pois a Diretoria envia relatórios para a superintendência estadual e analisa a folha de pagamento para ver se podem assinar novos contratos ou rescisões apóiam o departamento na tomada de decisões. 3.7.2 DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS E CONTABILIDADE E CONTROLADORIA A Contabilidade e Controladoria solicitam os valores a serem pagos da folha de pagamento para a realização do fluxo de caixa, relatórios da evolução do número de Recursos Humanos Secretaria Coordenações dos Cursos Diretoria Contabilidade e Controladoria 44 funcionários e estagiários, requisições para pagamentos de estagiários e todos os valores de encargos e benefícios. 3.7.3 DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS E SECRETARIA A Secretaria solicita que sejam emitidos relatórios de contatos dos funcionários, principalmente dos docentes e que seus contratos estejam sempre atualizados. O departamento de Recursos Humanos também conta com o apoio das secretarias para contatos com professores para solicitação ou entrega de documentos. 3.7.4 DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS E COORDENAÇÕES DOS CURSOS O Departamento de Recursos Humanos solicita mensalmente que os Coordenadores de Curso enviem os apontamentos dos professores para serem pagos na folha de pagamentos. Cada Coordenador do curso é responsável para manter o setor de Recursos Humanos se teve alguma mudança a respeito a carga horária, admissões de novos docentes ou as demissões. 45 CAPÍTULO 4 - ATIVIDADES DESENVOLVIDAS 4.1 PROCESSO DE SELEÇÃO O processo de seleção da CNEC Capivari tem como objetivo escolher, dentre os candidatos, aqueles com maior potencial de sucesso, sejam eles administrativos ou docentes. Apesar da aparente simplicidade, o processo de seleção é altamente complexo, principalmente, porque, nesse caso, o conceito de sucesso é relativo. Cada processo possui suas especificidades, as quais são decorrentes das decisões tomadas durante a modelagem e o planejamento da instituição. Dentre estas decisões pode- se destacar a definição da missão, da visão, dos objetivos, do foco, do modelo e do propósito pela qual o entrevistado foi selecionado. Dentro deste contexto, o processo de seleção deve estar em sintonia com o ambiente interno e externo. Adicionalmente, é importante que o processo de seleção permita a escolha de pessoas que contribuam para melhorar os indicadores, sempre em busca do sucesso institucional. Fases: Anúncio – É uma declaração pública de uma empresa indicando a necessidade de contratar um profissional para atuar em um cargo específico. Esta declaração acontece de forma direcionada – jornal, internet, fontes – visando atingir especificamente o perfil desejado nesta vaga, considerando uma verba de divulgação previamente estabelecida. A questão aqui é o melhor custo benefício afim de garantir um número relativamente pequeno de candidatos e cada um tenha exatamente o perfil desejado. Fonte – São empresas ou base de dados que podem disponibilizar os currículos do profissional com o perfil ideal que a empresa busca. Os bancos de currículos podem ser da própria empresa, dos sites de empregos ou instituições de ensino. Normalmente eles são muito padronizados e solicitaram exatamente o que é fundamental para identificar os melhores perfis, ainda considerando o custo benefício. 46 Triagem – É a análise dos currículos. O objetivo é escolher os melhores perfis analisando os históricos escolares, de empregos anteriores, identificar as habilidades necessárias. Normalmente, esta triagem agrupa de 5 a 10 profissionais que são contatados por telefone para uma verificação inicial das características. Considerando o risco de ser descartado sem uma entrevista formal, recomendo extremo cuidado neste primeiro contato. Você tem apenas um minuto para “encantar” o selecionador. Entrevista – É realizada com quem passou pelo processo de triagem que reduziu o número de candidatos pela metade. A entrevista visa aprofundar as informações do currículo e entender as aspirações do candidato. Este contato pode ocorrer com o RH da própria empresa ou de uma empresa de seleção e recrutamento contratado para tal. O próximo passo é uma entrevista com seu líder direto. 4.2 DEPARTAMENTO PESSOAL/RH Na CNEC CAPIVARI normalmente existe o Departamento Pessoal, pois as atividades são normalmente supridas internamente na própria instituição. Basicamente o Departamento Pessoal, é constituído por três setores: Admissão, Compensação e Desligamento. O setor de Admissão de Pessoal tem por atribuição cuidar de todo o processo de integração do indivíduo na empresa, dentro dos critérios administrativos e jurídicos. Tem início na busca do profissional no mercado de trabalho, adequar nas funções do cargo e efetuar o registro de acordo com as conformidades da legislação do trabalho. O setor de Compensação de Pessoal tem por atribuiçãocuidar de todo processo de controle de freqüência, pagamento de salários e benefícios, bem como de pagamentos de taxas, impostos e contribuições. A partir da integração dos empregados na empresa, tem início no controle do fluxo de freqüência ao trabalho, elaboração da folha de pagamento, controle de benefícios e finaliza em cálculos de tributos. 47 O Setor de Desligamento de Pessoal tem por atribuição cuidar de todo processo de desligamento e quitação do contrato de trabalho, estendendo-se na representação da empresa junto aos órgãos oficiais (DRT, Sindicato, Justiça do Trabalho, etc.) e cuidar de toda rotina de fiscalização. Tem início a partir do desligamento do empregado e termina quando da sua efetiva quitação do contrato de trabalho. Assim, podemos organizar da seguinte maneira devido o porte da instituição: Setor de Admissão Setor de Compensação Setor de Desligamento Sendo assim na CNEC Capivari o departamento de pessoal tem as seguintes atribuições: -Executar as principais tarefas envolvidas na rotina de um departamento de pessoal; -Trabalhar de acordo com as principais fontes do Direito do Trabalho; - Elaborar contratos de trabalho e admissões de empregados das mais diversas categorias; -Fazer rescisões trabalhistas; -Realizar corretamente os pagamentos de férias e 13º salário; - Cumprir com as principais obrigações trabalhistas e muito mais; 4.3 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO Na CNEC Capivari normalmente trabalhamos com Convenções Coletivas de Trabalho (CCT) que são acordos entre sindicatos de trabalhadores e empregadores que devem ocorrer uma vez por ano, na data-base. Nesta data, reajustes, pisos salariais, benefícios, direitos e deveres de empregadores e trabalhadores serão objeto de negociações. Se os sindicatos estiverem de acordo com as condições estipuladas na negociação assinam a Convenção Coletiva de Trabalho, o documento que deverá ser registrado e homologado no órgão regional do Ministério do Trabalho (DRT). A 48 Convenção Coletiva entra em vigor três dias após a data de entrega (protocolo) no DRT, conforme determina o parágrafo 1o. do art. 614 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Pelo fato da CNEC possuir os mais diversos níveis de Ensino desde a Educação Básica até o Ensino Superior ela possui várias categorias que são envolvidas nessas negociações (Auxiliares de Administração Escolar e Professores). A empresa é obrigada a elaborar mensalmente a folha de pagamento da remuneração paga devida ou creditada a todos os segurados a seu serviço, devendo manter em cada estabelecimento, uma via da respectiva folha e recibos de pagamento (art. 225 do Decreto 3048/1999). 4.4 FOLHA DE PAGAMENTO Por se tratar de uma instituição de ensino existem vários critérios a serem abordados na hora de se elaborar a folha de pagamento aos funcionários. Primeiro critério o pagamento dos mensalistas, segundo dos horistas e terceiro dos docentes que recebem de maneira diferenciada de acordo com a CCT. Na folha de pagamento, deverão estar discriminados: O nome do funcionário. O nome da empresa pagadora. Descrição da remuneração. Parcelam não integrantes da remuneração (diárias, ajuda de custo, etc.). Os descontos legais. No caso dos docentes o nº de horas aulas ministradas, o DSR e a Hora Atividade. 49 4.5 PROCESSO DE DESLIGAMENTO Na CNEC Capivari quando ocorre um processo de desligamento seguimos os seguintes critérios: 1. Ter certeza da decisão. Após a comunicação ao funcionário, não existe mais volta atrás. Avalie se a decisão está baseada em fatos concretos, se não deve dar mais uma oportunidade ao funcionário ou se existem alternativas. 2. O funcionário não pode ter uma enorme surpresa ao ser comunicado da decisão. Nas últimas semanas ou meses, o seu chefe direto o deve ter alertado sobre seu fraco desempenho e necessidade de melhoria. Se os processos de avaliação de funcionários da empresa são eficientes, o funcionário já sabe que está deixando a desejar e a demissão não será totalmente inesperada. Se o funcionário ficou muito surpreendido, a gerência deve revisar seus métodos de gestão. 3. Preparar toda a documentação necessária e garanta que não fiquem lacunas que permitirão processos trabalhistas no futuro. Esta é uma tarefa que deve ser coordenada pelo departamento de Recursos Humanos. Para a reunião de demissão, tenha em mãos documentos que suportem a decisão, como avaliações de desempenho e atas administrativas. 4. Definir os detalhes. Temas como: último salário, equipamentos que estão com o funcionário, se ele poderá ficar até o final do dia ou semana, assistência que será oferecida pela empresa, como ele voltará para casa (caso use o transporte da empresa), etc. Isto agilizará o processo. 5. Projetar a informação. Faça um back-up de todos os arquivos do funcionário antes de comunicar a demissão. Isto não é excesso de desconfiança, é segurança do patrimônio intelectual da organização. 6. Evitar o excesso de confiança. Você pode achar que conhece o funcionário bem e que não precisa tomar todos os cuidados no processo de demissão, mas na realidade nunca passou por um momento tão forte com este funcionário, e não sabe realmente como será 50 sua reação. Lembre-se da pressão e stress que ele terá quando receber a notícia, e isso pode alterar o comportamento de qualquer um. 7. Não deixar a informação vazar. Somente devem saber da demissão as pessoas estritamente necessárias. A empresa deve ter processos que garantam a confidencialidade deste tipo de informação e a punição dos que a quebrarem. 51 4.6 FLUXOGRAMA Departamento Pessoal Processo de Seleção Admissão Convenção Coletiva Processo de Desligamento Anúncio Fonte Triagem Entrevista Compensação Desligamento Representantes dos Trabalhadores Representantes dos Empregadores Certeza da Decisão Funcionário Ciente do seu Desempenho Documentação Necessária em Ordem Definir Detalhes Projetar a Informação Evitar excesso de Confiança Não vazar Informações 52 CAPÍTULO 5 – DIAGNÓSTICO DOS PRINCIPAIS PROBLEMAS E SUGESTÕES DE MELHORIA 5.1 PROCESSO DE SELEÇÃO 5.1.1 Finalidade Selecionar junto ao mercado profissionais para fazerem parte do quadro de funcionários da instituição, desde que o perfil atenda as necessidades da instituição. Segundo Chiavenato, ‘é a escolha do homem certo para o cargo certo, ou mais amplamente, entre os candidatos recrutados aqueles mais adequados aos cargos existentes na empresa, visando manter ou aumentar a eficiência e desempenho do pessoal’. Chiavenato (1983, Ed. Completa) 5.1.2 Problemas Identificados A baixa especificação funcional que o mercado brasileiro oferece as empresas, na sua maioria uma baixa qualificação, falta de treinamentos, falta de desenvolvimento pessoal e principalmente falta de oportunidade de desenvolver-se uma vez que as oportunidades estão cada vez mais escassas, fazendo com que as pessoas percam o foco da escolha. A forma de falar do profissional candidato que por ler muito pouco e estudar o mínimo necessário da língua portuguesa, até porque será contratado por uma instituição de ensino onde terá que ser exemplo e referência para outros colegas e principalmente para a comunidade.Num mundo globalizado, a falta de conhecimento a nível intermediário de um segundo ou terceiro idioma é um fator que dificulta o processo seletivo. A péssima formação profissional que o candidato se impõe. 53 5.1.3 Sugestões de Melhorias É importante que a empresa invista mais em treinamento e desenvolvimento para o setor de RH de tempo em tempo, onde terá mais condições de escolher, identificar e selecionar os candidatos potenciais para as futuras entrevistas de seleção, como é definido por Chiavenato: “Treinamento empresarial é um processo educacional que leva o indivíduo a adquirir competências para exercer um cargo ou função em uma organização. Segundo ele, “o treinamento envolve a transmissão de conhecimentos específicos relativos ao trabalho, atitudes frente a aspectos da organização, da tarefa e do ambiente e desenvolvimento das habilidades” (Chiavenato, 1994, p.102) Investir na divulgação de vagas específicas (ex: Docentes) em meios de comunicação, jornais, revistas, mídia em geral para que a vaga oferecida tenha mais êxito na escolha, fazendo com que o processo de seleção seja mais seguro e confiável. Esse processo pode ser aberto, fechado ou semi - aberto. 5.2 FOLHA DE PAGAMENTO 5.2.1 Finalidade Segundo o autor Chiavenato, ‘remuneração é a função de RH que lida com as recompensas que as pessoas recebem em troca do desempenho das tarefas organizacionais. ’ (Chiavenato, 1999, p 223 e 224.) Levantar os apontamentos de cada funcionário e calcular os proventos e descontos com referência ao mês trabalhado, para cumprir as exigências legais. 54 5.2.2 Problemas Identificados Por ser um Sistema Informatizado ultrapassado, a digitação dos proventos de cada funcionário se torna um pouco demorada; Também devido ao sistema, exige-se um trabalho manual muito grande, fazendo com que as informações a primeiro momento não sejam de total confiança, necessitando de conferência entre as informações recebidas com as digitadas no sistema; Os Demonstrativos de Pagamento que são entregues aos funcionários não são lacrados e também ocasionam em um trabalho manual muito grande; O Departamento de Recursos Humanos da Cnec Capivari deve enviar uma cópia da Folha de Pagamento ao Departamento Financeiro, devido à falta de um sistema de informação integrado mais atual e confiável. 5.2.3 Sugestões de Melhorias Implantar um Sistema de Informação integrado entre as áreas administrativas mais atualizadas e confiáveis, onde o sistema de ponto digital já calculasse automaticamente as horas de cada funcionário, tornando as informações mais precisas, exigindo também uma disciplina maior por parte dos funcionários no cumprimento de suas obrigações; Através do mesmo sistema, os demonstrativos de pagamentos seriam elaborados de forma mais sigilosa, ou podendo também ser elaborado por alguma empresa especializada neste tipo de trabalho, extinguindo-se assim a necessidade e assinatura por parte dos funcionários; Com um sistema de informação mais confiável, o Departamento Financeiro consultaria no sistema as informações necessárias, tornando desnecessário o envio dos relatórios pelo Departamento de Recursos Humanos. 55 5.3 DEPARTAMENTO PESSOAL / RH 5.3.1 Finalidade Realizar as atividades de responsabilidade do departamento de pessoal, legislação trabalhista e previdenciária, tendo como objetivo cumprir os dispositivos e regulamentos legais referentes à pessoal e relações no trabalho. Como diz o autor Fischer, ‘Entende-se por modelo de gestão de pessoas a maneira pelo qual uma empresa se organiza para gerenciar e orientar o comportamento humano no trabalho. Para isso, a empresa se estrutura definindo princípios, estratégias, políticas, e práticas ou processo de gestão. Através desses mecanismos, implementa diretrizes e orienta os estilos de atuação dos gestores em sua relação com aqueles que nela trabalham.’ (Fischer, André Luis, 2002, p12) Estabelecer, garantir e otimizar os procedimentos pertinentes, agindo em conformidade com os preceitos legais e objetivos da empresa, compatibilizando os interesses empresa/colaboradores; folha de pagamento dos colaboradores. Assegurar o cumprimento das obrigações fiscais, previdenciárias, elaborando e preparando guias para o recolhimento dos tributos (FGTS, INSS, IRRF) originados da folha de pagamento, cadastros gerais sobre a movimentação de pessoal (Caged). Apoiar à assessoria jurídica preparando a documentação necessária a instrução de processos trabalhistas caso estes apareçam para a empresa. 5.3.2 Problemas Identificados Sistema desatualizado da Folha de Pagamento, o qual torna a inserção e conferência das informações em tarefas manuais, tornando o processo mais propício a erros, além de ter uma interface de difícil forma de acesso. 56 Falta de um sistema integrado entre folha de pagamento, controle de ponto dos funcionários, cadastro geral dos funcionários para a utilização de outros departamentos como a secretaria. 5.3.3 Sugestões de Melhorias A CNEC Nacional esta empenhada em um novo processo de qualificação e inovação dos sistemas de gestão, especialmente na área de DP/RH onde com isso possibilitará a instalação de um novo Sistema Integrado de Gestão entre os departamentos administrativos que tenham permissões de acessos diferentes, tornando a realização dos procedimentos mais ágeis e eficientes, padronizando os relatórios emitidos e tornando as informações mais confiáveis e facilitando os acessos às informações mais fáceis através de uma interface mais agradável e de fácil utilização; Através deste novo Sistema integrado de Gestão, tornaria mais fácil ao Departamento de Recursos Humanos o Controle de Ponto, por conseqüência a realização da Folha de Pagamento e a emissão das guias de recolhimento, tornando as informações mais confiáveis. 5.4 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 5.4.1 Finalidade Convenção Coletiva de Trabalho é fruto de negociação entre as partes, através de respectivas comissões de negociação, que são escolhidas e tem o poder de negociação outorgados em assembléias convocadas para esta finalidade. Nesta data, reajustes, pisos salariais, benefícios, direitos e deveres de empregadores e trabalhadores serão objeto de negociações. Se os sindicatos estiverem de acordo com as condições estipuladas na negociação. Segundo Costa, 57 ‘Sindicatos somente poderão celebrar convenção ou acordos coletivos mediante autorização de sua assembléia geral, que deverá ser convocada especialmente com essa finalidade. Nela deverão votar no mínimo dois terços dos associados em primeira convocação e um terço em segunda convocação no caso de convenção coletiva. Se for acordo coletivo o quórum de comparecimento é o mesmo, apenas considerando- se o total dos interessados no acordo, isto é, dos trabalhadores da (s) empresa (s) envolvida (s), e não dos associados do sindicato.’ (Costa, 2002, p 523.) 5.4.2Problemas Identificados Na CNEC Capivari/SP enfrentamos os seguintes problemas: • Temos uma CCT para a Educação Infantil, Educação Básica, Educação Profissional; • Temos uma CCT para o Ensino Superior; • Divergências entre negociações das respectivas categorias dentro de uma mesma instituição; • Docentes que atuam tanto na EducaçãoBásica como no Ensino Superior. 5.4.3 Sugestões de Melhorias Apesar de aumentar os custos com pessoal o certo seria contratar as pessoas nos respectivos CNPJ quem for trabalhar no Colégio atuar somente nele e quem for trabalhar na Faculdade somente nela, mas como a instituição é de pequeno porte isso é totalmente inviável, fazendo com que a instituição aproveite o potencial de seu profissional nos mais diversos níveis de atuação. Sendo assim, a solução seria cada um pertencer a sua categoria de base (sindicato). 58 5.5 PROCESSO DE DESLIGAMENTO 5.5.1Finalidade Segundo Cordeiro, ‘Entende-se por desligamento o afastamento de um funcionário do quadro de pessoal de qualquer empresa ou organização, o que pode ocorrer por diferentes razões: o desligamento pode se dar por morte, aposentadoria, demissão pedida ou demissão pela empresa empregadora.’ (Cordeiro, 2002, p. 33) Efetuar o desligamento dos funcionários seja eles de livre e espontânea vontade ou por motivos de força maior, onde o DP/RH é o responsável por emitir a carta de dispensa, calcular e preparar toda a documentação necessária ao desligamento, bem como efetuar a liberação do FGTS do funcionário (em caso de dispensa). A empresa tem 10 dias para efetuar o pagamento da rescisão de contrato, sendo que, se o funcionário tem mais de 01 ano de casa, ele obrigatoriamente receberá no sindicato da categoria ou no Ministério do Trabalho, caso não haja representatividade sindical na localidade da empresa 5.5.2Problemas Identificados Por ser uma instituição de ensino a maioria dos desligamentos, principalmente de docentes é feito pelo próprio Coordenador do Curso onde ele informa o funcionário em questão. Quando o funcionário é administrativo o próprio DP/RH informa da situação. O problema maior é a falta de preparo das pessoas nas conversas com o pessoal, ocasionando um desconforto na hora do acerto final. A falta de informação entre os setores envolvidos faz com que às vezes ocasionem comentários sem saber o que esta acontecendo entre as partes envolvidas, gerando boatos e desconfortos para o ambiente de trabalho. 59 5.5.3 Sugestões de Melhorias Centralizar todo processo de desligamento no setor de DP/RH. Fazer com que as pessoas envolvidas no processo de desligamento participem junto com o DP/RH da conversa final. Efetuar uma entrevista de desligamento com as pessoas. Valorizar as pessoas no processo de desligamento, dando a elas a real importância que merecem. 60 CAPÍTULO 6 – CONCLUSÃO Com o Estágio Supervisionado realizado na Cnec Capivari, tive a oportunidade de colocar em prática o que foi aprendido teoricamente na faculdade, podendo adquirir alguns conhecimentos, sabendo mais sobre a história da empresa, sua missão, sua política, seus serviços oferecidos, pesquisando seu mercado de trabalho quem são seus clientes, e seus concorrentes. O Estágio foi realizado no departamento de Recursos Humanos, onde pude aprender seu real funcionamento e importância dentro da Instituição. Constatei que as empresas que contam com um departamento de RH, agregam valor e demonstram mais status e confiança para seu cliente, tendo em vista que contam com um departamento específico para cuidar, supervisionar e motivar os seus funcionários. O Departamento de Recursos Humanos da Cnec Capivari, é o setor que liga a diretoria e os seus funcionários, é responsável pelas atividades de recrutamento, estruturação, treinamento, admissão, folha de pagamento, benefícios, demissão dos funcionários, recolhimento dos encargos trabalhistas, entre outras, onde tudo esteja dentro da legislação. Foram identificados alguns problemas e sugerido melhorias, como a necessidade de um Sistema Informatizado mais atual, com isso o departamento poderia melhorar em muito seu nível de serviço. Concluindo, o Estágio Supervisionado realizado na Cnec Capivari foi de grande proveito, tendo aperfeiçoamento nos conhecimentos e aprendendo na prática as exigências do dia-a-dia do mercado de trabalho. Referências Bibliográficas DA COSTA, Cláudio Lacerda, Manual de Gestão de Pessoas e Equipes Vol. II. Ed. Gente, 2002/SP. FISCHER, André Luiz, As Pessoas na Organização. Ed. Gente, 1º Ed. 2002 CHIAVENATO, Idalberto, Gestão de Pessoas (o Novo Papel dos Recursos Humanos na Organização).Ed.Campus.1999 CHIAVENATO, Idalberto, Introdução à Teoria Geral da Administração. 3ª Edição. 1983. S. Paulo: McGraw-Hill do Brasil. CHIAVENATO, I. Recursos Humanos. Ed. Compacta. 3ªed. São Paulo: Atlas, 1994. Site da Cnec Capivari: www.cneccapivari.br FACULDADE CENECISTA DE CAPIVARI - FACECAP Rua Barão do Rio Branco, 374 – Capivari/SP – CEP: 13.360-000 Telefone: (19) 3492-8888 - CNPJ: 33.621.384/0587-02 AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Nome do Aluno: Jéssica Uvini Bortolança Empresa em que efetuou o Estágio: Campanha Nacional de Escolas da Comunidade - CNEC Área em que efetuou o Estágio: Departamento Pessoal / Recursos Humanos Início do Estágio: 01/02/2010 Término do Estagio: 31/07/2010 Total de meses: 6 Total de Horas: 300 QUESTÕES Sim Não Objetivando sua ambientação houve Apresentação aos demais funcionários ? X Durante o estágio desenvolveu entrevistas com gerências ? X Procedeu visitas às instalações ? X Participou de reuniões para exposições de atividades, organização e produtos da empresa ? X Desenvolveu tarefas especificas ? X Encontrou dificuldades na sua execução ? X Caso tenha respondido afirmativamente a questão acima, como resolveu suas dificuldades ? Contou com assistência de supervisor ? X Desenvolveu relatórios de estágio ? X Apresentou a empresa seus(s) relatórios ? X _____________________ Assinatura do aluno(a) FACULDADE CENECISTA DE CAPIVARI - FACECAP Rua Barão do Rio Branco, 374 – Capivari/SP – CEP: 13.360-000 Telefone: (19) 3492-8888 - CNPJ: 33.621.384/0587-02 AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Empresa: Campanha Nacional de Escolas da Comunidade - CNEC Ramo de Atividade: Educação Área onde se Realizou o Estágio: Departamento Pessoal / Recursos Humanos Nome do Supervisor: Marcelo Mader de Melo Nome do Estagiário: Jéssica Uvini Bortolança Período de Realização do Estágio: de 01/02/2010 a 31/07/2010 Total de Horas: 300 Jornada: Integral ( ) Parcial ( X ) 1. Favor assinalar com um X as atividades efetivamente desenvolvidas pelo estagiário Planejamento X Pesquisas X Organiz., Métodos e Sistemas Laboratório Desenvolv. de Processos Desenvolv. de Produtos Desenvolv. de Serviços Projetos Técnicos Controle de Qualidade Manutenção Produção Suprimentos Compras Comercialização Auditoria Finanças Custos Distribuição Controladoria Estatística Administração de Pessoal X Jurídico Contabilidade Almoxarifado Benefícios X Encargos X Processamento de Dados Outras: _________________________________________________________________________ 2. O nível de preparoprofissional do estagiário foi : Ótimo ( X ) Bom ( ) Regular ( ) Observações que a empresa julga conveniente: 3.Com referência ao nível de integração entre o estagiário e a empresa, assinalar : Houve treinamento para adaptação? Sim ( ) Não ( X ) Houve adaptação espontânea? Sim ( X ) Não ( ) O relacionamento do estagiário com o supervisor foi: Bom ( X ) Regular ( ) Ruim ( ) O relacionamento do estagiário com os colegas foi : Bom ( X ) Regular ( ) Ruim ( ) Observações que a empresa julga convenientes: _________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ 4. Com referência ao aproveitamento do estágio pelo estagiário, assinalar: Aprendizagem obtida Boa ( X ) Regular ( ) Ruim ( ) Interesse demonstrado Bom ( X ) Regular ( ) Ruim ( ) Autonomia Boa ( X ) Regular ( ) Ruim ( ) Criatividade Boa ( X ) Regular ( ) Ruim ( ) Envolvimento Bom ( X ) Regular ( ) Ruim ( ) 5. No que se refere à utilidade do estágio, favor assinalar : Utilidade do estágio para a empresa foi: Muito Significativa ( X ) Parcial ( ) Pouco Expressiva ( ) Utilidade do estágio para o aluno estagiário, foi : Muito Significativa ( X ) Parcial ( ) Pouco Expressiva ( ) Sugestões da Empresa: _________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ Data : _____/_____/_____ Carimbo da Empresa Assinatura do Supervisor