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FACULDADE CENECISTA DE CAPIVARI - FACECAP 
 CURSO ADMINISTRAÇÃO 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO FINAL 
DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 
 
 
 
 
 
 
 
JÉSSICA UVINI BORTOLANÇA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CAPIVARI 
2010 
 
 
 
FACULDADE CENECISTA DE CAPIVARI - FACECAP 
 CURSO ADMINISTRAÇÃO 
 
 
 
 
RELATÓRIO FINAL 
DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 
 
 
 
JÉSSICA UVINI BORTOLANÇA 
 
 
 
 
 
 RELÁTORIO DE ESTÁGIO 
 APRESENTADO À FACECAP COMO 
 UM DOS PRÉ-REQUISITOS PARA 
 OBTENÇÃO DO GRAU DE 
 BACHAREL EM ADMINISTRAÇÃO. 
 
 
 
 
 
CAPIVARI 
2010 
 
 
 FACULDADE CENECISTA DE CAPIVARI - FACECAP 
 CURSO ADMINISTRAÇÃO 
 
PÁGINA DOS EXAMINADORES 
 
 
 
PROFESSOR COORDENADOR: MARCO ANTONIO ARMELIN 
 
 
 
 
 
PROFESSOR ORIENTADOR: MARCELO MADER DE MELO 
 
 
 
 
SUPERVISOR NA EMPRESA: MARCELO MADER DE MELO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
AGRADECIMENTOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Agradeço primeiramente a Deus 
pelo dom da vida, por ter-me 
dado está oportunidade, a minha 
família que sempre estiveram ao 
meu lado acreditando em mim e 
me incentivando, ao coordenador 
de Estágio Supervisionado Marco 
Antonio Armelin, ao meu 
orientador Marcelo Mader de 
Melo que me ajudaram na 
realização deste estágio. 
SUMÁRIO 
 
CAPÍTULO 1 – CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA ...................... 01 
1.1-Identificação do Estagiário ........................................................................................ 01 
1.2- Identificação da Empresa ......................................................................................... 01 
1.3 Histórico da CNEC .................................................................................................... 02 
 1.3.1- CNEC Nacional ........................................................................................... 02 
 1.3.2- CNEC Capivari ............................................................................................ 04 
1.4– Principais Serviços Oferecidos ................................................................................ 06 
 1.4.1- FACECAP – Faculdade Cenecista de Capivari ........................................... 08 
 1.4.1.1- Curso de Administração (Bacharelado) .................................................... 08 
 1.4.1.2- Curso de Pedagogia (Licenciatura) ........................................................... 09 
 1.4.1.3- Curso de Sistema de Informação (Bacharelado)....................................... 10 
 1.4.1.4- Curso de Ciências Contábeis (Bacharelado) ............................................. 11 
 1.4.2- Educação Básica .......................................................................................... 13 
 1.4.2.1- Educação Infantil ................................................................................ 13 
 1.4.2.2- Ensino Fundamental ........................................................................... 14 
 1.4.2.3- Ensino Médio ...................................................................................... 15 
 1.4.3- Educação Profissionalizante ........................................................................ 15 
 1.4.3.1- Técnico em Química ........................................................................... 16 
 1.4.3.2- Técnico em Logística .......................................................................... 19 
 1.4.4- FACETI – Faculdade Cenecista da Terceira Idade ..................................... 21 
 1.4.5- Pós Graduação Latu Sensu .......................................................................... 21 
 1.4.5.1-Gestão Escolar ..................................................................................... 22 
 1.4.5.2- Gestão Estratégica de Negócios .......................................................... 22 
 1.4.5.3- Pós Psicopedagogia Institucional ....................................................... 23 
 1.4.6- Tecnologia de Informação ........................................................................... 24 
 1.4.7- Recursos Disponíveis aos alunos ................................................................. 25 
 1.4.8- Processo Seletivo Unificado ........................................................................ 25 
1.5- Níveis de Produção .................................................................................................. 26 
1.6- Tendências Futuras da Empresa ............................................................................... 26 
1.7- Tendências Futuras do Setor .................................................................................... 27 
1.8- Organograma Geral da CNEC Capivari ................................................................... 28 
CAPÍTULO 2 – ANÁLISE DA ORGANIZAÇÃO ................................ 31 
2.1- Missão da Empresa .................................................................................................. 31 
2.2- Visão da Empresa ..................................................................................................... 31 
2.3- Crenças e Valores ..................................................................................................... 31 
2.4- Negócios ................................................................................................................... 31 
2.5- Setor Econômico ...................................................................................................... 32 
2.6- Segmento de Mercado .............................................................................................. 32 
2.7- Concorrência ............................................................................................................ 33 
2.8- Fornecedores ............................................................................................................ 34 
2.9- Clientes ..................................................................................................................... 35 
2.10- Influências Externas ............................................................................................... 36 
2.11- Ambiente Interno.................................................................................................... 37 
2.12- Tecnologias Empregadas ....................................................................................... 38 
CAPÍTULO 3 – CARACTERÍSTICAS DA ÁREA ............................... 39 
3.1- Organograma Geral da Área .................................................................................... 39 
3.2- Organograma Detalhado da Área ............................................................................. 40 
3.3- Funcionograma da Área ........................................................................................... 40 
3.4- Estrutura da Área ...................................................................................................... 41 
3.5- Layout da Área ......................................................................................................... 42 
3.6- Contribuição da Área para a Missãoda Empresa .................................................... 42 
3.7- Áreas Correlacionadas.............................................................................................. 43 
 3.7.1- Departamento de Recursos Humanos e Diretoria ........................................ 43 
 3.7.2- Departamento de Recursos Humanos e Contabilidade e Controladoria ..... 43 
 3.7.3- Departamento de Recursos Humanos e Secretaria ...................................... 44 
 3.7.4- Departamento de Recursos Humanos e Coordenações de Cursos .............. 44 
CAPÍTULO 4 – ATIVIDADES DESENVOLVIDAS ............................ 45 
4.1- Processo de Seleção ................................................................................................. 45 
4.2- Departamento Pessoal/RH ....................................................................................... 46 
4.3- Convenção Coletiva de Trabalho ............................................................................. 47 
4.4- Folha de Pagamento ................................................................................................. 48 
4.5- Processo de Desligamento ........................................................................................ 49 
4.6- Fluxograma .............................................................................................................. 51 
CAPÍTULO 5 – DIAGNÓSTICOS DOS PRINCIPAIS PROBLEMAS E 
SUGESTÕES DE MELHORIAS............................................................. 52 
5.1- Processo de seleção .................................................................................................. 52 
 5.1.1- Finalidade..................................................................................................... 52 
 5.1.2- Problemas Identificados ............................................................................... 52 
 5.1.3- Sugestões de Melhorias ............................................................................... 53 
5.2- Folha de Pagamento ................................................................................................. 53 
 5.2.1- Finalidade..................................................................................................... 53 
 5.2.2- Problemas Identificados ............................................................................... 54 
 5.2.3- Sugestões de Melhorias ............................................................................... 54 
5.3- Departamento Pessoal/RH ....................................................................................... 55 
 5.3.1- Finalidade..................................................................................................... 55 
 5.3.2- Problemas Identificados ............................................................................... 55 
 5.3.3- Sugestões de Melhorias ............................................................................... 56 
5.4- Convenção Coletiva de Trabalho ............................................................................. 56 
 5.4.1- Finalidade..................................................................................................... 56 
 5.4.2- Problemas Identificados ............................................................................... 57 
 5.4.3- Sugestões de Melhorias ............................................................................... 57 
5.5- Processo de Desligamento ........................................................................................ 58 
 5.5.1- Finalidade..................................................................................................... 58 
 5.5.2- Problemas Identificados ............................................................................... 58 
 5.5.3- Sugestões de Melhorias ............................................................................... 59 
 
CAPÍTULO 6 – CONCLUSÃO ................................................................................ 60 
Referências Bibliográficas 
Anexos 
 
 
 
 
 
 
 
FACULDADE CENECISTA DE CAPIVARI - FACECAP 
Rua Barão do Rio Branco, 374 – Capivari/SP – CEP: 13.360-000 
Telefone: (19) 3492-8888 - CNPJ: 33.621.384/0587-02 
 
 
CARTA DE CONCLUSÃO DE ESTÁGIO 
 
Ilmo. Sr. 
Prof. Marco Antonio Armelin 
Coordenador de Estágio Supervisionado do Curso de Administração da FACECAP 
 
Prezado Senhor 
Ref. Conclusão de estágio de: 
Jéssica Uvini Bortolança 
 
RA: 08266900 
Orientado pelo Professor: Marcelo Mader de Melo 
 
De acordo com determinação do Regulamento de Estágio da FACECAP, vimos informar a 
V. As. , por meio desta, que o (a) aluno (a) acima concluiu seu estágio nesta empresa. 
 
 
 
Nome do Supervisor na Empresa: Marcelo Mader de Melo 
Área onde se Realizou o Estágio: Recursos Humanos 
Início do Estágio: 01/02/2010 Término: 31/07/2010 
Realizado em 6 meses e 300 horas efetivas. 
 
 
 
 
 
 
__________________________ 
Nome e Assinatura do Supervisor 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1 
 
CAPÍTULO 1- CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA 
 
1.1 IDENTIFICAÇÃO DO ESTAGIÁRIO 
NOME: Jéssica Uvini Bortolança 
ANO: 2010 
PERÍODO: 5º Semestre 
CURSO: Administração 
 
1.2. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 
NOME: Campanha Nacional de Escolas da Comunidade – CNEC Capivari 
ENDEREÇO: Rua Barão do Rio Branco, 374 - Centro 
CIDADE: Capivari UF: SP CEP: 13360-000 
TELEFONE: (19) 3492-8888 FAX: (19) 3492-8880 
E-MAIL: cnec@cneccapivari.br 
RAMO DE ATIVIDADE: Ensino e Educação 
 
OBJETIVO EMPRESARIAL: “Ser reconhecida regionalmente, como instituição 
educacional de excelência”. 
 
PORTE DA EMPRESA: Médio 
 
Nº DE EMPREGADOS: 90 funcionários 
 
FATURAMENTO ANUAL: X 
 
CAPITAL SOCIAL: X 
2 
 
SETOR ONDE REALIZOU O ESTÁGIO: Departamento de Recursos Humanos 
 
DISCIPLINAS CORRELATAS: Gestão de Pessoas 
 
 
1.3 HISTÓRICO DA CNEC 
 
 A Campanha Nacional de Escolas da Comunidade faz parte da maior rede de 
ensino a nível comunitário do país. A CNEC Capivari é uma das 250 unidades que estão 
espalhadas por todo Brasil, a seguir veremos um breve histórico da CNEC Brasil e CNEC 
Capivari, onde veremos sobre a fundação e evolução da instituição e alguns fatos 
importantes. 
 
1.3.1 CNEC NACIONAL 
 
A Campanha Nacional de Escolas da Comunidade - CNEC, no aspecto 
institucional, e conforme seu Estatuto é uma sociedade civil sem fins lucrativos, que tem 
como missão precípua, despertar e coordenar esforços das comunidades para ações 
educativas em todos os níveis, através da oferta de serviços e produtos educacionais. 
Para atingir estes objetivos, a CNEC está legalmente habilitada a implantar e 
administrar unidades de produção, comercialização, comunicação, assistência social, 
turismo, pesquisa e incentivo a práticas desportivas, cujos resultados serão destinados 
exclusivamente à sua manutenção. 
Nasceu voltada para a educação, a partir dos movimentos comunitários, entretanto 
logo se direcionou para a satisfação de outras necessidades básicas das comunidades em 
que atua. Encontra-se com 230 escolas, e 20 faculdades, congregando em seus quadros 
cerca de 11.000 colaboradores e 110.000 alunos. 
A CNEC é uma organização democraticamente estruturada, que permite fluir as 
aspirações das bases para a cúpula e, ao mesmo tempo, contempla essas bases com um 
nível amplo de participação, indicando os grandes projetos em favor da comunidade. Em 
sua organização destaca-se o Conselho Comunitário Cenecista, integrado à escola, célula 
3 
 
vital da CNEC em cada comunidade. É através dele quea comunidade participa e se 
envolve visceralmente com as instâncias do saber. 
A partir dele florescem empresa júnior, artesanato, folclore, teatro, bandas de 
música, escolas, creches, clubes desportivos, clubes da melhor idade (terceira idade), 
unidades de formação e qualificação de mão-de-obra, e ainda, atendimento a outras 
demandas da comunidade 
A escola da CNEC se coloca em um nicho especial, nem público, nem privado, 
onde o Conselho Federal de Educação em seu Parecer nº 3987/75, fixa bem essa idéia, a de 
uma escola que oferece ensino, buscando prioritariamente o estudante sem recursos, 
oferecendo-lhe condições educacionais para sua formação profissional. 
A Campanha Nacional de Escolas da Comunidade - CNEC é o mais expressivo 
movimento de educação comunitária existente na América Latina. Surgiu em 29 de julho 
de 1943, no Recife - PE, do ideal de um grupo de estudantes universitários, liderados por 
Felipe Tiago Gomes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Naquela época, constatando ser a escola privilégio dos ricos, esse grupo 
universitário resolveu oferecer ensino gratuito aos pobres, nascendo assim a primeira 
unidade do sistema, o Ginásio Castro Alves. Os alunos de pés descalços, roupas rasgadas, 
mas sedentos de saber, recebiam os ensinamentos de seus primeiros mestres que, 
voluntariamente, sem nada receber, dividiam o que sabiam com quem tinha vontade de 
aprender. 
4 
 
O sonho desse grupo de jovens transformou-se numa pregação cívica, em bandeira 
de luta pela democratização do ensino no País e, Felipe Tiago Gomes, encorajado com o 
sucesso da criação da primeira escola, partiu para uma verdadeira cruzada nacional em 
favor do ensino gratuito, mostrando que as comunidades pobres também poderiam ter 
acesso ao saber, desde que nelas alguém assumisse a causa da educação dos humildes 
como dever de cidadania e de fraternidade cristã. Nesta empreitada os estudantes 
universitários foram seus maiores aliados, pois, ouvindo nos congressos as narrativas de 
Felipe sobre a vitoriosa experiência no Recife, voltavam inflamados para seus estados, 
desejosos de repetir a façanha deste extraordinário paraibano, nascido em Picuí/PB. 
Em pouco tempo, Felipe Tiago Gomes criou uma sociedade educacional, sem fins 
lucrativos, a que denominou Campanha do Ginasiano Pobre para abrigar os muitos pedidos 
de ajuda e orientação na criação de outras unidades nos moldes do Ginásio Castro Alves. 
Os brasileiros idealistas foram despertados e, em torno de Felipe, puderam oferecer às suas 
comunidades uma casa de ensino. Hoje a Campanha Nacional de Escolas da Comunidade, 
como passou a chamar-se, possui unidades de ensino em todo o Brasil. 
 
 
1.3.2 CNEC CAPIVARI 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Por meio da Associação Comercial e Industrial de Capivari, com idealização e 
liderança do senhor Bichara Miguel Maluf, a história da CNEC Capivari teve início no ano 
de 1946, com a criação do curso Técnico em Contabilidade. 
5 
 
No ano de 1958, sob a direção do prof. Dirceu Ortolani Stein, iniciou-se o Curso 
Básico da Escola Técnica de Comércio e em 1960, sob a direção de Radamés Assad, a 
Escola se integrou à Campanha Nacional de Escolas da Comunidade. 
Em 26 de janeiro de 1960, em sessão solene presidida pelo Dr. Salvador Julianelli, 
foi eleita e empossada a primeira Diretoria do Setor Local de Capivari, tendo como 
presidente o mestre Dr. Carlos Lopes de Mattos. 
Em 1969, também por iniciativa de Bichara Miguel Maluf, teve início o movimento 
para criação da Faculdade de Administração, contando com ativa participação de Radamés 
Assad, Norberto Raimundo de Góes e Miguel Simão Neto. 
Em 04 de fevereiro de 1972 iniciou-se o Curso de Bacharelado em Administração, 
por meio de aula magna proferida por João Eduardo Miguel e no dia 30 de setembro de 
1976, a Faculdade foi reconhecida pelo Governo Federal. 
Em abril de 1999, o Professor Luís Donisete Campaci foi nomeado Diretor da 
Faculdade e da Escola Técnica, e por conseqüência assumiu a Presidência do Conselho 
Superior local. 
Em 2000 a CNEC encerrou o curso Técnico em Contabilidade e implantou o Curso 
Técnico de Informática, que também rendeu cursos básicos especiais. 
No ano de 2001, o Instituto Superior de Educação Cenecista de Capivari substituiu 
a FAC - Faculdade de Administração de Capivari. Foram implantados os cursos de Letras 
e Pedagogia e houve a aprovação do curso Normal Superior. 
Neste mesmo ano foi criada a Escola Premium Cenecista com implantação do 
Ensino Fundamental. 
Em 2002 foi implantado o Ensino Médio e em 2003 o curso superior de Sistemas de 
Informação. 
Em abril de 2006, a Professora Mestre Ana Maria Reginato assumiu a Direção 
Geral da CNEC Capivari, sendo que na gestão anterior exercia a função de Diretora 
Adjunta. 
Ainda neste ano, a CNEC Capivari reconheceu os cursos superiores Normal 
Superior e Sistemas de Informação e na educação básica criou uma coordenação da 
educação infantil até a 4ª série do ensino fundamental e outra coordenação a partir da 5ª 
série do ensino fundamental até o ensino médio. 
6 
 
A CNEC Capivari mantém os principais projetos da gestão anterior e ainda 
oportuniza a FACETI (Faculdade Cenecista da Terceira Idade) para toda a comunidade da 
melhor idade, por meio da transformação desta em Projeto de Assistência Social (PAS). 
A continuidade da história da CNEC Capivari prevê, para os próximos anos, a 
ampliação planejada e responsável de todas as suas atividades educacionais, culturais, 
artísticas e esportivas, além de fortalecer o seu compromisso social. 
A partir de janeiro de 2010 a Faculdade Cenecista de Capivari (FACECAP) oferece 
um novo curso de graduação, Bacharelado em Ciências Contábeis, onde podemos afirmar 
que um dos destaques deste curso será a excelência das suas atividades, visando formar um 
profissional emancipado para atuar nesta área do conhecimento. 
 
 
1.4 PRINCIPAIS SERVIÇOS OFERECIDOS 
 
 Os principais serviços oferecidos pela CNEC Capivari são os diversos cursos e os 
serviços de manutenção e tecnologia prestados a comunidade. Estes estão distribuídos 
através das seguintes divisões: 
 
FACECAP – Faculdade Cenecista de Capivari: 
� Bacharelado em Administração 
� Licenciatura em Pedagogia 
� Bacharelado em Sistemas de Informação 
� Bacharelado em Ciências Contábeis 
 
EDUCAÇÃO BÁSICA 
� Educação Infantil (do maternal até a pré-escola) 
� Ensino Fundamental de 9 anos (da 1º ano a 4º ano) 
� Ensino Fundamental de 8 anos (4ª série a 8ª série) 
� Ensino Médio (do 1ª até a 3ª série) 
 
 
7 
 
EDUCAÇÃO PROFISSIONALIZANTE 
� Técnico em Química 
� Técnico em Logística 
 
FACETI – Faculdade Cenecista da Terceira Idade 
 
 
PÓS-GRADUAÇÃO LATU SENSU 
� Gestão Escolar 
� Gestão Estratégica de Negócios 
� Psicopedagogia Institucional 
 
TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO 
� Sala de Aula Virtual 
� Wed Mail 
�3 laboratórios de Softwares mais 1 laboratório da Biblioteca 
�Provedor de Internet 
 
BIBLIOTECA 
 � Periódicos 
 � Revistas 
 � Jornais 
 � Livros 
 � Sala de Leitura 
 � Computadores com acesso à Internet 
 
SERVIÇOS TERCERIZADOS 
 � Cantina 
 �Serviço de Cópias 
 
8 
 
 Veremos a seguir os diversos cursos e serviços oferecidos por cada divisão. 
 
1.4.1 FACECAP – FACULDADE CENECISTA DE 
CAPIVARI 
 
 A FACECAP possui mais de 30 anos de experiência em Ensino Superior e oferece 
os seguintes cursos de graduação: o Curso de Administração, o Curso de Pedagogia, Curso 
de Sistemas de Informação e o Curso de Ciências Contábeis, os quais serão abordados nos 
próximostópicos. 
 
 
1.4.1.1 Curso de Administração (Bacharelado) 
 
Este curso foi Autorizado Pelo Decreto N° 70123, 04/02/1972 e reconhecido pelo 
MEC pelo Decreto n.º 82779 de 30/11/1978. Com um corpo docente de altíssimo nível de 
qualidade formado com aproximadamente 80 % de Mestres e Doutores. 
Estudar Administração é propor-se a um processo crescente e contínuo, uma vez 
que cabe ao administrador, conduzir as relações entre empresa e empregados, participar 
desde os processos de seleção, admissão e demissão de funcionários. É ele quem 
programas planos de carreira e programas de benefícios. Cabe-lhe ainda, coordenar os 
recursos materiais da empresa, prover a compra de matérias-prima e insumos e controlando 
sua estocagem, qualidade e reposição. 
O administrador atual, multiqualificado, polivalente, generalista, deve exercer 
funções muito mais abstratas e intelectuais, implicando cada vez menos trabalho manual. 
Exige-se deste Administrador capacidade de diagnóstico, de solução de problemas, de 
intervir no processo de trabalho, de trabalhar em equipe, auto organizar-se e enfrentar 
situações de constantes mudanças. Visando a formação de profissionais empreendedores 
voltados à gerência e direção de empresas e negócios, com capacidade de planejar, 
organizar e controlar o funcionamento administrativo de qualquer empresa- pública ou 
particular- tendo como objetivos aumentar a produtividade, rentabilidade e controle dos 
resultados. O curso propicia competências necessárias para a formação de profissionais de 
alto desempenho com habilidades empreendedoras por meio da integração das disciplinas 
9 
 
com atividades de estágio e orientação da prática profissional realizada através da Empresa 
Júnior. 
É um curso semestral com duração de oito semestres (4 anos) totalizando 3.000 
horas noturno, além do Estágio Supervisionado de 300 horas e o TCC (Trabalho de 
Conclusão de Curso). São oferecidas 120 vagas anuais, constituindo uma turma de 100 
alunos, onde o processo seletivo é feito somente no inicio do ano. 
 
 
1.4.1.2 Curso de Pedagogia (Licenciatura) 
 
O Curso de Pedagogia, licenciatura, com formação para o exercício da docência na 
Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, nos cursos de Ensino Médio, 
na modalidade Normal, e em cursos de Educação Profissional na área de serviços e apoio 
escolar, bem como em outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos 
e, formação de profissionais da educação para a administração, planejamento, inspeção, 
supervisão e orientação educacional em escolas e órgãos dos sistemas de ensino da 
Educação Básica está fundamentado na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, nº 
9.394 de 20 de dezembro de 1996 e respeita as normas nacionais instituídas pelo 
Ministério da Educação, em colaboração com o Conselho Nacional de Educação e em 
especial a Resolução CNE/CP Nº 1, de 15 de maio de 2006 que institui as Diretrizes 
Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia. O atual Curso de 
Pedagogia, cujo processo de reconhecimento está em andamento no MEC, é resultante da 
transformação do Curso Normal Superior pela PORTARIA Nº 942, de 22 de novembro de 
2006, retificada pelo DOU de 27 de maio de 2008, pg 14, Seção 1. O Curso Normal 
Superior foi reconhecido pela Portaria nº. 387 de 08.05.2007, publicada no D.O.U. de 
09.05.2007. 
O Curso de Pedagogia procura capacitar o futuro profissional para o domínio das 
técnicas e do conhecimento indispensáveis ao trabalho docente que se configura nas suas 
atribuições, que vão desde o trabalho específico em sala de aula, como o implemento para 
a aprendizagem, até ações mais amplas de trabalho coletivo para o desenvolvimento da 
escola, em termos de sua estrutura, funcionamento e manifestações culturais e benefício da 
10 
 
comunidade em que está inserida por considerarmos a docência como construção 
fundamentada em relações sociais, étnico-raciais e produtivas. 
Também, é central capacitar para a participação na gestão de processos educativos, 
na organização e funcionamento de sistemas e de instituições de ensino, com vistas a uma 
organização democrática, em que a co-responsabilidade e a colaboração são os 
constituintes maiores das relações de trabalho e do poder coletivo e institucional, visando 
garantir iguais direitos, respeitando a diversidade presente na sociedade, assegurando 
comunicação, discussão, crítica, propostas dos diferentes segmentos das instituições 
educacionais escolares e não-escolares. 
Nesse sentido, a integração teoria-prática, a pesquisa educacional, o trabalho de 
campo e os trabalhos práticos têm grande importância no desenvolvimento do senso 
crítico, técnico e prático necessário à formação de profissionais que a instituição objetiva 
formar. 
São oferecidas anualmente 120 vagas constituindo uma turma em média de 40 
alunos, onde o processo seletivo é feito no final do ano anterior e no início do ano letivo. 
O curso é semestral e no período noturno, tendo a duração de seis semestres (3 
anos) com 3.200 horas incluindo o Estágio Supervisionado que serão realizados em escolas 
e instituições que oferecem a Educação Básica. 
 
 
1.4.1.3 Curso de Sistemas de Informação (Bacharelado) 
 
Anteriormente denominado “Analista de Sistemas”, o Bacharel em Sistemas de 
Informação é um profissional com formação em nível superior, capaz de responder aos 
desafios das organizações de uma forma geral, que a cada dia necessitam mais de acessos a 
informações corretas, confiáveis e em tempo hábil, de maneira a auxiliar os processos de 
controle e tomada de decisão. 
Nas organizações, esse profissional atuará no planejamento, desenvolvimento, 
implantação, implementação e gerenciamento da infra-estrutura de Tecnologias de 
Informação e de Sistemas de Informação (automação de sistemas de informação). 
O estudo de Sistemas de Informação bem como o seu desenvolvimento envolve 
múltiplos aspectos e conhecimentos multidisciplinares que incluem diversos campos de 
11 
 
conhecimento como: ciência da computação, ciência comportamental, ciência da decisão, 
ciências gerenciais etc. 
O objetivo do curso é formar profissionais e cidadãos capazes de responder aos 
desafios da sociedade em contínua transformação e que atuem profissionalmente na área de 
sistemas de informação, com ênfase na tecnologia da informação e suas aplicações. 
Nas organizações, sua atuação será no desenvolvimento, implantação, 
implementação e gerenciamento da infra-estrutura de tecnologia de informação. De uma 
forma geral, sua atuação é no sentido de intervir na realidade, de forma empreendedora e 
criativa, ampliando os campos de atuação profissional, no sentido de 
desencadear/maximizar processos de desenvolvimento de sistemas de informação para o 
desenvolvimento de organizações, bem como de prestar serviços especializados na área de 
tecnologia de informação, ampliando assim os campos de atuação profissional. 
O curso de Sistemas de Informação foi autorizado pela Portaria No. 2.241 de 
15/10/2001, publicada no D.O.U. em 16/10/2001 e foi reconhecido pela Portaria No. 481 
de 04/07/2008, publicada no D.O.U. em 07/07/2008. Mas o curso só foi implantado na 
FACECAP no início de 2003 com a primeira turma de 40 alunos. 
São oferecidas anualmente 40 vagas sendo apenas uma turma de 40 alunos, a 
duração do curso é de oito semestres (4 anos) com uma carga horária de 3.000 horas com 
aulas prática e teóricas incluindo também nesta carga horária o Estágio Supervisionado de 
300 horas. 
 
1.4.1.4 Curso de Ciências Contábeis (Bacharelado) 
 
O Curso de Ciências Contábeis da CNEC visa à formação de um profissional 
altamente qualificado quantoàs questões técnico-científicas da Contabilidade e, ainda, com 
habilidade nas relações humanas que propiciam o eficiente encaminhamento nas 
resoluções dos problemas pertinentes às diversas corporações. Atentos ao perfil de 
profissional idealizado pelos mais variados segmentos da economia, procurando atender as 
exigências do mundo globalizado e suas novas tendências, inserindo no mercado 
profissional com habilidades múltiplas em contabilidade, controladoria e outras 
especificidades, que possibilitam ao egresso atuar em organizações de diferentes 
12 
 
características, tamanhos, localizações e configurações. Vale ressaltar que o curso adaptará 
o perfil de seu egresso em consonância com as inovações ocorridas nos níveis global, 
nacional e regional. 
O Curso tem por objetivo formar profissionais éticos, comprometidos e capacitados 
a compreender as questões científicas, técnicas, sociais, econômicas e financeiras em 
âmbito nacional e internacional, revelando conhecimentos adequados às funções de 
contador, analista e especialista na área contábil diante de um cenário econômico e 
financeiro nacional e internacional, em harmonia com os padrões e normas internacionais 
de Contabilidade. Assim, em atendimento a este novo perfil traçado pelas Diretrizes 
Curriculares e considerando as tendências nacionais e internacionais da profissão de 
Contador, o Bacharel em Ciências Contábeis formado pela FACECAP deve estar apto 
para: 
• formular suas idéias com clareza e defendê-las com conhecimento, racionalidade, 
lógica e tenacidade, sem perder a abertura às novas idéias; 
• entender, analisar e acompanhar as questões contábeis, e ainda, saber se 
pronunciar sobre tais assuntos; 
• elaborar e colocar em execução projetos contábeis, bem como proceder à análise 
de empresas, quer em seu aspecto contábil e financeiro, quer em seu confronto com o 
mercado de produtor e consumidor; 
• ter uma visão contábil diante da globalização da economia; 
• ter consciência pela precisão, senso de oportunidade e a consciência da relação 
custo/benefício; 
• saber fazer a utilização adequada de dados estatísticos e de informações; 
• usar a tecnologia da informação para racionalizar o trabalho; 
• ter habilidade de cooperação, de realização e de integração profissional; 
• ter domínio das funções contábeis e saber aplicar a legislação pertinente; 
• desenvolver, analisar e implantar sistemas de informação contábil e de controle 
gerencial; 
• compreender os fundamentos, conceitos, métodos e técnicas relativos às funções 
contábeis e atuariais; 
 O Bacharelado em Ciências Contábeis foi autorizado pela Portaria Nº 513 de 
07/04/2009, publicada no D.O.U. (Diário Oficial da União) em 08/04/2009. 
13 
 
Onde são oferecidas anualmente 120 vagas, iniciando uma turma de 40 alunos, o 
curso é semestral com duração de oito semestres (4 anos) totalizando 3.000 horas noturno, 
além do Estágio Supervisionado de 300 horas. 
 
 
1.4.2 EDUCAÇÃO BÁSICA 
 
A Educação Básica abrange a Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino 
Médio. 
Ciente que seus alunos são pessoas com uma multiplicidade de inteligências, que 
articuladas entre si, são responsáveis por habilidades que lhes permitam tomar decisões e 
resolver problemas com convicção e segurança, a Escola Premium possui um Projeto 
Político Pedagógico inovador que proporciona a seus alunos a construção e aquisição de 
novos conhecimentos. 
 
1.4.2.1 Educação Infantil 
 
A Educação Infantil foi implantada na CNEC Capivari a partir do ano de 2004, é 
considerada a primeira etapa da Educação Básica e tem como finalidade o 
desenvolvimento integral da criança até cinco anos de idade. Educar e Cuidar nesse 
período são funções integradas e estão associadas a padrões de qualidade que garantem o 
desenvolvimento integral da criança. 
A proposta da Escola de Educação Infantil Cenecista de Capivari é norteada pelas 
Diretrizes Curriculares Nacionais, pelos Referenciais Curriculares que são embasados na 
Constituição Federal (1988), no Estatuto da Criança e do Adolescente (1990) e na Lei de 
Diretrizes e Bases da Educação Nacional (1996). 
A estrutura curricular contempla a formação pessoal e social e o conhecimento de 
mundo que são constituídos pelos seguintes eixos de trabalho: 
Identidade e Autonomia, Movimento, Artes, Música, Linguagem Oral e Escrita, 
Natureza e Sociedade e Matemática e as atividades de enriquecimento: Inglês, Informática, 
Teatro, Passeio, Modalidades Esportivas e outros. 
14 
 
A Escola de Educação Infantil Cenecista de Capivari tem uma gestão participativa 
onde, além da gerência administrativa e pedagógica, há também os Colegiados que 
contribuem de forma atuante na construção de uma escola de qualidade, garantindo o 
processo de melhorias contínuas. As decisões são tomadas de forma coletiva. 
A Escola de Educação Infantil Cenecista de Capivari respeita as especificidades 
afetivas, emocionais, sociais e cognitivas das crianças direcionadas por um projeto 
pedagógico que contribui para o exercício da cidadania embasado nos seguintes princípios: 
� Respeito à dignidade e aos direitos da criança; 
� Direito a brincar como forma particular de expressão, pensamento, interação e 
comunicação; 
� Acesso aos bens socioculturais disponíveis; 
� Socialização por meio da participação e inserção nas mais diversificadas 
práticas sociais sem nenhuma discriminação; 
� Atendimento aos cuidados essenciais associados à sobrevivência e ao 
desenvolvimento de sua identidade; 
� Direito de vivenciar experiências práticas e prazerosas. 
 
 
1.4.2.2 Ensino Fundamental 
 
O Ensino Fundamental foi instituído em 2001 na CNEC Capivari e contam hoje 
com recursos didáticos modernos, tecnologia de informações disponíveis, docentes 
experientes e em contínua capacitação e atendimento individualizado ao aluno, tendo como 
fio o condutor o trabalho com Projetos, o que garante a possibilidade do desenvolvimento 
das diferentes inteligências e das diversas competências, em especial a competência leitora 
e escritora. 
O projeto pedagógico inovador proposto pela Cnec, alicerçado nos princípios de 
igualdade, ética, profissionalismo, qualidade, melhorias contínuas e gestão democrática faz 
da Escola Premium uma escola diferenciada. 
15 
 
Além dos componentes curriculares da Base Nacional Comum e da parte 
diversificada, a Escola Premium oferece outras diversas atividades esportivas, intelectuais 
e culturais que são responsáveis pelo desenvolvimento dos aspectos cognitivos do aluno. 
 
1.4.2.3 Ensino Médio 
 
A Proposta Pedagógica do Ensino Médio visa um aprendizado de alta qualidade, em 
que os alunos além de uma formação integral têm oportunidade de receber uma preparação 
consistente e adequada que facilita o prosseguimento de estudos, inclusive o ingresso nas 
melhores Universidades. Com uma organização curricular formada por um conjunto de 
conhecimentos envolvendo diferentes áreas e amparada por uma adequada infra-estrutura 
de apoio, o aluno cenecista desenvolve habilidades e competências que favorecem sua 
formação integral e o torna apto para prosseguimento nos estudos. A forma 
contextualizada e interdisciplinar como é constituído o conhecimento, incentiva o 
raciocínio, desenvolve a capacidade de aprender e instrumentaliza o aluno para ser capaz 
de interagir com os outros de forma construtiva e solidária. O uso das novas tecnologias e 
o acompanhamento das constantes mudanças que ocorrem na sociedade possibilita a 
integração e a articulação de ações educativas que contribuem para o desenvolvimento do 
indivíduo e a formação da cidadania. 
 
1.4.3 EDUCAÇÃO PROFISSIONALIZANTEA CNEC oferece para a comunidade cursos técnicos, que visam aprimorar os 
conhecimentos de cada um. 
A Educação profissional da CNEC o aluno se prepara para um mercado de trabalho 
cada vez mais exigente e competitivo. A formação proporcionada pelos nossos cursos 
mantém perfeita sincronia com a dinâmica do mundo atual. A metodologia de ensino visa 
ao desenvolvimento da capacidade de apropriação de novos conhecimentos, de forma 
contínua e à luz de um senso crítico e apurado. Alguns dos principais aspectos valorizados 
pela instituição, visando a atingir os objetivos planejados, a proximidade na relação 
professor-aluno e a permanente renovação dos métodos de ensino e aprendizagem. 
16 
 
1.4.3.1 Técnico em Química 
 
O curso Técnico em Química visa preparar profissionais para atuarem nas 
atividades de química de análise e operação de processos industriais químicos e nos mais 
diversos e amplos espaços de abrangência da área química: 
• indústrias químicas, petroquímicas, têxteis, alimentícias e farmacêuticas; 
• laboratórios de controle de qualidade industrial (físicos, químicos, 
microbiológicos e de produção), laboratórios de centros de pesquisa; 
• destilarias de álcool e usina de açúcar; 
• unidades de tratamento de água e de tratamento de efluentes; 
• farmácias de manipulação. 
Tendo como base à evolução tecnológica, a flexibilidade de acesso, as tendências 
do mercado e o pleno exercício consciente da cidadania. Desse modo, proporcionar ao 
trabalhador constante aperfeiçoamento profissional, mantendo-o apto a permanecer no 
mercado de trabalho, atendendo às exigências do processo de modernização da produção e 
a evolução dos meios utilizados na prestação de serviços com competências básicas à 
iniciativa, à liderança, a multifuncional idade, à capacidade do trabalho em equipe e ao 
espírito empreendedor. 
Este curso foi desenvolvido em quatro módulos (cada módulo com duração de seis 
meses), num total de 1200 horas, com duração de 2 anos. 
É um curso reconhecido pela DE e foi autorizado pela portaria do Dirigente 
Regional de Ensino de 03/12/2003, publicada no Diário Oficial Estadual de 04/12/2003 
Ao concluir o Curso Técnico em Química Industrial, no conjunto do módulo 
introdutório (fundamentos tecnológicos), mais os módulos profissionalizantes, o aluno 
receberá o diploma de Técnico em Química Industrial desde que adquira todas as 
competências definidas em todos os módulos que compõem a habilitação. 
Ao egresso que apresentar o conjunto de competências que permitam a sua atuação 
na área da indústria, respeitando as atribuições legais e atendendo as exigências no mundo 
do trabalho que requer uma sólida base de conhecimentos tecnológicos, aliados ao 
desempenho com competência, vocação para qualidade, custo e segurança. Ao Técnico em 
Química Industrial são requeridas capacidade de criatividade, adaptação às novas situações 
e as seguintes habilidades: 
17 
 
Coletar amostras de matérias-primas, produtos intermediários e finais, águas e 
fluentes. 
Transportar e armazenar materiais e produtos. 
• supervisionar a entrada de matérias-primas, amostras, reagentes e similares. 
• caracterização preliminar da matéria-prima. 
• selecionar, avaliar, otimizar e adequar métodos analíticos de controle da 
qualidade. 
• preparar amostras, instrumentos e reagentes para análises. 
• efetuar análises físicas, químicas e microbiológicas. 
• interpretar resultados de análises. 
• avaliar desempenho de equipamentos. 
• realizar cálculos para obtenção de resultados de análises. 
• elaborar laudos e relatórios técnicos. 
• purificar substâncias utilizando técnicas bioquímicas. 
• observar, comunicar e registrar anormalidades de equipamentos e instrumentos. 
• preparar equipamentos para a manutenção. 
• inspecionar e efetuar pequenas manutenções em instrumentos, equipamentos, 
sistemas eletro-eletrônicos, tubulações e acessórios. 
• operar reatores, bombas e separadores. 
• fazer leitura de instrumentos. 
• monitorar e corrigir variáveis de processo na planta piloto. 
• operar sistemas de controle e instrumentos de análise. 
• ler e interpretar variáveis de processo em sistemas de controle analógicos e 
digitais. 
• ler e interpretar carta de controle e as folhas de dados de equipamentos e 
instrumentos de controle. 
• identificar equipamentos e acessórios. 
• calcular dados básicos para a otimização da produção. 
• selecionar, avaliar, otimizar e adequar métodos de análises microbiológicas. 
• preparar amostras, instrumentos e reagentes para análises microbiológicas. 
• calibrar e aferir instrumentos e equipamentos utilizados para análises. 
• efetuar análises microbiológicas 
18 
 
• interpretar os resultados das análises 
• efetuar observações ao microscópio. 
• esterilizar materiais e meios de cultura. 
• identificar microscopicamente os diferentes tipos de microrganismos. 
• elaborar protocolos procedimentos e metodologias analíticas. 
• utilizar técnicas de manipulação assépticas de culturas microbianas. 
• operar equipamentos de processos. 
• purificar substâncias utilizando técnicas bioquímicas. 
• inspecionar recipientes de estocagem. 
• receber, verificar e identificar materiais e produtos. 
• armazenar, preparar e transferir produtos. 
• efetuar e controlar inventários de produtos estocados. 
• inspecionar, carregar, medir e expedir produtos finais. 
• preparar equipamentos para a manutenção. 
• operar equipamentos de sistemas de utilidades. 
• monitorar e corrigir variáveis operacionais dos sistemas de utilidades. 
• operar painéis de controle em sistemas de utilidades 
• interpretar fluxogramas de sistemas de utilidades. 
• calcular dados básicos para a otimização dos sistemas de utilidades. 
• estimar e controlar efeitos ambientais das operações efetuadas. 
• atuar no programas de higiene industrial e de prevenção de acidentes. 
• atuar em emergências operacionais. 
• operar sistemas de tratamento de efluentes. 
• utilizar os dispositivos e equipamentos de segurança de acordo com as normas 
vigentes. 
• tratar, reciclar e descartar resíduos de laboratório 
• aplicar ferramentas da qualidade. 
 • trabalhar em equipe. 
• comunicar-se de forma clara e concisa e exercer liderança. 
• atuar de acordo com os princípios da ética profissional. 
• difundir conhecimentos adquiridos. 
• administrar recursos materiais. 
19 
 
• realizar análises de custos e perdas. 
• identificar as interfaces dos processos industriais na cadeia de produção. 
• racionalizar o uso da energia. 
 
1.4.3.2 Técnico em Logística 
 
Logística é uma ferramenta essencial no mundo dos negócios. Atualmente a 
logística vem sendo reconhecida como a nova fronteira do conhecimento gerencial, pela 
capacidade de alcançar simultaneamente objetivos aparentemente conflitantes. No mercado 
globalizado, onde a tecnologia da informação está disseminada em todo o planeta e onde a 
comunicação on-line permite a ligação simultânea em toda a cadeia do comércio 
internacional, não se concebe mais às empresas a ausência da logística em suas operações. 
Quem não tiver um eficiente sistema de logística está perdendo em competitividade nos 
mercados, especialmente quando se trata de vendas para o exterior. 
Este curso tem uma duração de 1 ano e meio, distribuídos em 3 módulos, com uma 
carga horária total de 900 horas. 
É um curso reconhecido pela DE e foi autorizado pela portaria do Dirigente 
Regional de Ensino de 09/03/2010, publicada no Diário Oficial Estadual de 10/03/2010. 
O curso Técnico em Logística tem objetivos de: 
• Fornecer ao educando fundamentação em conceitos, valores e teorias que lhe 
permitam a análise comparativaao seu comportamento como Técnico em Logística, 
proporcionando conhecimentos básicos para possíveis respostas aos desafios da função no 
seu dia-a-dia. 
• Dar subsídios para que ele possa avaliar e resolver situações através da 
ponderação conceitual. 
• Buscar maior produtividade com menor custo. 
• Produzir conhecimento para o desenvolvimento de um sistema integrado para 
gerenciar qualidade, meio ambiente e segurança no trabalho, com foco em minimização de 
custos e otimização dos recursos disponíveis. 
• Analisar problemas gerenciais, atuar em equipes e interpretar resultados de 
estudos de mercado, econômicos ou tecnológicos, utilizando-os no processo de gestão. 
20 
 
• Dar subsídios para que ele possa avaliar e resolver situações através da 
fundamentação teórica. Fornecer, ainda, um conjunto de ferramentas para a coleta e 
organização de dados numéricos, visando análise crítica dos processos técnicos e 
administrativos, para viabilizar as tomadas de decisões. 
• Oferecer ao educando oportunidades práticas e teóricas de conhecimento e de 
ambientes de trabalhos logísticos, suas técnicas, ferramentas e experiências. 
• Desenvolver a capacidade empreendedora. Conhecimento e utilização das técnicas 
de negociação. Realização de análise de mercado. Conhecimento dos princípios de 
importação e exportação. Elaboração do planejamento administrativo de produção e de 
materiais. Conhecimentos dos princípios básicos de comércio exterior. 
• Oportunizar através de visitas a empresas e de palestras específicas proferidas por 
profissionais da área, o enriquecimento do aluno com estudos de casos e conhecimento de 
experiências de sucesso, ou não. 
• O estágio também oportunizará a complementação da formação do aluno, 
possibilitando que ele utilize e/ou acompanhem na prática os resultados de ações 
desenvolvidas a partir de conhecimentos teóricos adquiridos, oferecendo a oportunidade de 
ampliação do conhecimento da administração, através da constatação, pesquisa, testes e 
análise de situações adversas em ambientes diferenciados da empresa. Capacitar pessoas 
para o desenvolvimento de atividades técnicas e administrativas de gerenciamento junto às 
empresas e entidades, estimulando a assimilação de uma cultura empreendedora. 
• Oferecer ao estudante uma visão global dos principais ramos do direito, com o 
desenvolvimento de conteúdo jurídico acerca dos direitos e deveres na sociedade. 
• Prover o aluno dos conhecimentos necessários para desenvolver as funções 
técnicas relativas a encontrar respostas e soluções aos problemas das operações 
empresariais inseridas no ambiente de trabalho. 
• Apresentação de “cases”, com a utilização destes conceitos dentro das empresas. 
• Oferecer a oportunidade de debates entre os participantes. 
Ao egresso que apresentar o conjunto de competências que permitam a sua atuação 
na área de Gestão e Negócios, no seguimento de Logística, respeitando as atribuições 
legais e atendendo as exigências no mundo do trabalho que requer uma sólida base de 
conhecimentos tecnológicos, aliados ao desempenho com competência, vocação para 
qualidade, custo e segurança. 
21 
 
1.4.4 FACETI – FACULDADE CENECISTA DA 
TERCEIRA IDADE. 
 
 A FACETI foi criada em agosto de 2003 e tem um caráter permanente e 
multidisciplinar. Tem como sua meta principal uma educação de qualidade voltada para 
atualização e socialização, fundamentada num ensino participativo, auxiliando adultos a 
enfrentar a velhice, que muitas vezes pode ser prejudicial e marcada pela vulnerabilidade. 
 As aulas são oferecidas sempre às terças e quintas feiras das 14h às 17h. O ano 
letivo é dividido em 04 (quatro) bimestres. 
 As disciplinas são programadas por bimestre para que os alunos estejam sempre em 
contato com assuntos novos e variados evitando assim o desinteresse e a acomodação. 
 Todo bimestre é constituído por duas aulas teóricas com temas distintos e muito 
aplicáveis ao cotidiano dos idosos e, duas vivências que se caracterizam por aulas práticas. 
 Durante um ano letivo os alunos terão oportunidade de freqüentar aulas de diversas 
áreas do conhecimento humano: psicologia e relações sociais; saúde, qualidade de vida e 
atividade física; economia e política; educação, cultura e cidadania; humanidade e 
atualidades. 
 Além das disciplinas bimestrais faz parte do programa palestras ministradas por 
profissionais renomados em diferentes áreas de atuação com temas voltados para a terceira 
idade. 
 1.4.5 PÓS GRADUAÇÃO LATU SENSU 
 
A FACECAP oferece para os graduados o curso de pós graduação, que visam 
aprimorar os conhecimentos de cada um. 
 
 
22 
 
1.4.5.1 Gestão Escolar 
 
O Curso de Pós-Graduação em Gestão Escolar qualifica e titula os profissionais da 
educação para atuarem na gestão escolar e na pesquisa, tornando- os capazes de produzir e 
implementar os projetos educacionais que demandam conhecimentos e práticas inovadoras. 
Formar gestores que exercitam no cotidiano escolar uma gestão democrática de 
participação, autonomia e responsabilidade com partilhada, contribuindo para o 
crescimento de uma educação emancipa tória como requer o mundo atua 
É devidamente autorizado pelo Conselho Estadual de Educação (Parecer 322/03 e 
reafirmado pelo Parecer 152/04) para habilitar gestores escolares, que capacita e habilita 
profissionais da educação ao exercício de atividades (cargo ou função) de administração 
(diretor ou gestor de escola), de planejamento, inspeção, supervisão e orientação 
educacional de educação básica, é autorizado pelo Parecer CEE 322/03, publicado no 
D.O.E. São Paulo em 22 de agosto de 2003, Seção I, pg. 16. A elaboração do curso se deu 
conforme Deliberação CEE nº 26/02, na forma indicada pelo Artigo 64 da Lei 9394/96 - 
LDB. 
 
1.4.5.2 Gestão Estratégica de Negócios 
 
Resultantes das rápidas transformações que estão ocorrendo no mundo, os desafios 
enfrentados hoje pelas organizações questionam os modelos tradicionais de gestão das 
empresas. O problema da competitividade e da busca incessante da qualidade com preços 
mais baixos é uma realidade. A internacionalização das economias, fruto principalmente 
das mudanças políticas e tecnológicas, está derrubando algumas barreiras até pouco tempo 
desconsideradas pelas organizações. Aqueles que subestimam a importância e a magnitude 
destas transformações correm o risco de se transformarem em autênticos dinossauros da 
época moderna. A proposta de um curso de especialização em gestão empresarial, em nível 
de pós-graduação, com a denominação de MBA Gestão Estratégica de Negócios, sinaliza 
claramente a preocupação do Curso de Administração da FACECAP (Faculdade Cenecista 
de Capivari) em criar um espaço para a discussão dos grandes temas da gestão empresarial 
das organizações brasileiras. Pretende-se com este programa trazer para o ambiente da 
23 
 
Faculdade a primazia da discussão de temas que estão na fronteira do conhecimento dos 
diferentes campos da Gestão Estratégica de Negócios. 
Tem como objetivos: 
- Desenvolver nos participantes a habilidade de pensar e agir estrategicamente, 
voltada para a obtenção de resultados, nas empresas. 
- Fornecer aos participantes a aplicação de conceitos da Gestão de Negócios 
moderna, em situações reais do ambiente das empresas, visando maior qualidade, 
criatividade e posicionamento de suas ações. 
- Fornecer ainda, uma visão sistêmica e abrangente das atividades e funções básicas 
da organização, em nível empresarial. 
 
 
1.4.5.3 Psicopedagogia Institucional 
 
O curso de Psicopedagogia Institucional é uma ciência que problematiza os estudosreferentes às dificuldades de aprendizagem dos alunos, buscando formas de intervenção 
que levem à superação dos problemas de aprendizagem encontrados durante os anos de 
vida escolar. 
Atualmente, os profissionais da educação se deparam com vários problemas dentro 
das escolas, que muitas vezes interferem nos processos de aprendizagem dos alunos, sejam 
eles: culturais, sociais, metodológicos, cognitivos, emocionais e psicológicos. 
 Nesse sentido, saber identificar e conduzir os problemas de aprendizagem 
encontrados, bem como preveni-los dentro da instituição escolar se torna um dos objetivos 
fundamentais da educação nos dias atuais, haja vista o grande número de alunos que 
possuem dificuldades de aquisição da leitura e da escrita, dentro dos espaços escolares. 
Pensar nos problemas de aprendizagem dos alunos significa também, pensar nos 
processos que envolvem as práticas de ensinar e de aprender e consequentemente na 
formação do profissional que atua em sala de aula (o professor) e fora dela, como é o caso 
do orientador educacional, do coordenador pedagógico e do diretor de escola que 
necessitam de conhecimentos especializados para poder intervir frente às dificuldades 
apresentadas pelos professores em como ensinar e pelos alunos em como aprender. 
24 
 
Dentro desse contexto, esse curso oferece conhecimentos para o profissional da área 
da educação atuar dentro da instituição escolar na prevenção ou minimização dos 
problemas de aprendizagem, no sentido de intervir no processo de ensino-aprendizagem, 
entendendo os diferentes modos de aprender da criança nas várias áreas do conhecimento 
escolar, contribuindo assim, para a diminuição dos índices de fracasso escolar, auxiliando 
para que todos que participam da escola entendam “como” e “por que” transformá-la num 
lugar de construção de saberes. 
 O curso tem como objetivo geral capacitar profissionais de nível superior 
comprometidos com a prevenção e o tratamento de problemas de aprendizagem e de 
ensino, para atuar no campo específico da Psicopedagogia em espaço escolar e não-escolar, 
nas esferas públicas e/ou particular, considerando a realidade educacional. Para tanto, o 
curso irá estudar, refletir, discutir e vivenciar questões educacionais que dizem respeito 
direta ou indiretamente às dificuldades de aprendizagem e à problemática do fracasso 
escolar de crianças, adolescentes e adultos. Sua duração é de 18 meses com carga horária 
de 360 horas. 
 
1.4.6 TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO 
 
O setor de Tecnologia da CNEC oferece a Comunidade Cenecista e Comunidade 
Geral serviços variados no setor de tecnologias da Informação. O setor trouxe para a 
CNEC várias parcerias, uma delas foi se tornar um provedor autorizado pela tendência a 
fornecer serviço de hospedagem de sites. 
O setor conta com uma equipe qualificada e especializada na área de Tecnologia de 
Informação, onde não atende apenas as necessidades internas da instituição, mais também 
é gerador de renda, pois presta serviços a diversas empresas da região. Oferecendo 
múltiplas ferramentas, como servidores para os alunos poderem acessar a internet. 
Também presta consultoria a empresas parcerias. 
 
 
 
25 
 
1.4.7 RECURSOS DISPONÍVEIS AOS ALUNOS 
 
Para todos os cursos são oferecidos: 
•Professores qualificados e atualizados; 
•Biblioteca atualizada com um acervo completo para os cursos; 
•Laboratórios de informática; 
•Acesso a Internet 24 horas por dia para todos os alunos; 
•Oficinas pedagógicas 
• Salas de aula com TV, Vídeo e Computador; 
•Retroprojetor; 
•Data show. 
 
 
1.4.8 PROCESSO SELETIVO UNIFICADO 
 
A divulgação do Processo Seletivo Unificado para os cursos superiores inicia no 
mês de agosto em nível regional e as inscrições começam geralmente em setembro 
terminando em janeiro. 
As inscrições são feitas na própria faculdade ou acessando o site da CNEC em 
qualquer lugar do mundo, o aluno entra com seus dados, escolhe um dos cursos oferecidos 
e automaticamente é gerado um boleto onde é cobrada uma taxa de inscrição, para efetivar 
a inscrição o aluno obrigatoriamente tem que pagar esse boleto e são exigidos alguns 
documentos do candidato para serem entregues na faculdade. 
A sistemática de avaliação dos candidatos ocorre de duas formas, 50% das vagas 
são pelo ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio), o que conta é a participação no 
ENEM o que isenta o aluno do vestibular, e a outra forma, é feita através do desempenho 
apresentado nas Provas do Processo Seletivo de acordo com os critérios de avaliação. 
Todo o sistema de correção é informatizado, e em poucas horas o candidato já pode 
ver seu desempenho na internet. 
 
 
26 
 
1.5 NÍVEIS DE PRODUÇÃO 
 
A CNEC é uma empresa prestadora de serviços e não de produtos industrializados, 
seus níveis de Produção se relacionam à alunos matriculados em cada curso oferecido. 
Divididos em quatro grupos de ensino, como da Educação Básica, Educação Profissional, 
Educação Superior e os Cursos de Especialização. 
O Demonstrativo de alunos desses últimos quatro anos: 
 
Grupos 2006 2007 2008 2009 
Educação Básica 331 293 301 324 
Educação Profissional 44 105 96 43 
Ensino Superior 634 551 581 507 
Especialização 44 12 14 14 
Total de Alunos 1053 961 992 888 
 
 
1.6 TENDÊNCIAS FUTURAS DA EMPRESA 
 
Uma das tendências da CNEC é o aumento dos Cursos Técnicos, pois vivemos num 
mundo muito competitivo, com isso as empresas estão exigindo cada vez mais de mão-de-
obra especializada. 
A CNEC esta sempre buscando melhorias para a educação de seus alunos, pois tem 
diversos cursos oferecidos, trabalhando com ótimos profissionais. 
Para ter um bom ensino a CNEC vem trabalhando com seus funcionários na 
redução de custos, buscando sempre a melhoria contínua no ensino e investindo na 
tecnologia, buscando sempre ter uma competitividade em relação aos preços diante das 
outras Instituições de Ensino. 
 
27 
 
1.7 TENDÊNCIAS FUTURAS DO SETOR 
 
A tendência do setor econômico da educação é de se ter mais vagas do que 
matrículas efetuadas, o que ocasiona um aviamento ainda maior na concorrência entre as 
Instituições de Ensino. 
De acordo com o INEP – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais 
Anísio Teixeira, a Educação Superior teve um aumento em 2003, de 222 novas Instituições 
de Educação Superior, num total de 1.859 existentes no país, sendo que destas, 98 novas 
Instituições foram criadas na região sudeste, dentre elas 94 privadas e 4 públicas. Foram 
criados 2.054 novos cursos de graduação, em relação ao ano anterior, sendo 1.643 novos 
cursos em Instituições privadas e 411 em públicas, o que significa que foram criados em 
média 5,6 novos cursos por dia, totalizando 16.453 cursos de graduação no país. Dos 
3.887.022 alunos matriculados na Educação Superior, 564.681 matriculados somente no 
curso de Administração, cerca de 15%, um ponto positivo para a FACECAP, que possui 
como carro chefe, o seu curso de Bacharelado em Administração, existente desde 1972. 
Esses dados demonstram que a Educação Superior continuará em crescimento, 
ocasionando também o crescimento da concorrência nesse setor econômico. 
Ainda, segundo o Censo da Educação realizado em 2004 pelo INEP, a Educação 
Básica, que compreende pré-escolas, ensino fundamental de 1ª a 4ª séries e ensino médio, 
no Estado de São Paulo, foram realizadas 9.300.044 matrículas em dependências 
administrativas municipal, estadual e privadas. Só em Capivari foram efetuadas 10.621 
matrículas, sendo destas, 1.336 no setor privado, onde a CNEC Capivari compõe 33% 
desse total das matrículas e 4% do total em todas as dependências administrativas. 
No EnsinoTécnico Profissionalizante, foram realizadas 258.721 matrículas no 
Estado de São Paulo. Em Capivari, foram 84 matrículas, um domínio total da CNEC 
Capivari, que em 2005 já teve um crescimento de 116% em relação ao ano anterior, um 
fator positivo para o crescimento da CNEC em nível local e regional, onde a tendência 
nesse segmento de educação é aumentar, sendo que na região, existem cursos técnicos 
profissionalizantes em Monte Mor e Rio das Pedras, mas somente em dependências 
administrativa municipal e estadual.. 
 
28 
 
1.8 ORGANOGRAMA CNEC GERAL 
 
 
 
Vice Diretor
(Clever Ed. Zuin 
Lobo)
Diretora Geral
(Ana Maria Reginato)
Ouvidoria
(Rita de Cássia 
Cristofoleti)
Conselho 
Superior
Superintendência 
Nacional
Superintendência 
Regional
CPA
(Erick Lamas)
Organograma Geral
CNEC – Unidade de Capivari/SP
1 2
 
 
 
 
 
 
29 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
30 
 
Gerente 
Educação 
Profissional
(José Renato 
Paviotti)
Gerente de 
Tecnologias e 
Inovações
(Paulo Cesar 
Elias)
Agente de Planejamento e 
Desenvolvimento de Cursos/
Central de Documentação
(Kátia R. Bragalda)
Gestão de 
Pessoas (RH)
(Marcelo Mader 
de Mello)
Agente de Relações 
Públicas/Assessoria de 
Comunicação
(Osmair Moreira de 
Souza)
Coordenação 
Técnico em 
química
(Edivaldo Antônio 
de Jesus 
Fabiano)
Coordenação 
Técnico em 
Logística
Sistemas de 
Informação e 
Gestão Interna
Redes e Internet
Provedor
Telefonia
Portaria
(Elizabete da 
Silva)
Operadoras de 
Serviço de Apoio
(Benedita I. 
Salvador Mota)
Estagiários
2
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
31 
 
2. ANÁLISE DA ORGANIZAÇÃO 
 
2.1. MISSÃO DA EMPRESA 
 Através da missão a empresa indica o papel ou função que a organização pretende 
cumprir na sociedade e o tipo de negócio no qual pretende concentrar-se, sendo um tipo 
particular de objetivo. Portanto a CNEC Capivari, tem por missão: 
 “Promover a formação integral das pessoas, oferecendo-lhes educação de 
excelência com compromisso social.”. 
 
2.2 VISÃO DA EMPRESA 
 “Consolidar- se até 2014 como rede educacional de excelência.” 
 
2.3 CRENÇAS E VALORES 
 Excelência, Ética, Valorização do Ser Humano, Competência, Compromisso, 
Honestidade. 
 
2.4 NEGÓCIOS 
 Educação, Assistência Social e Serviços Afins. 
 
 
 
32 
 
2.5 SETOR ECONÔMICO 
 
 A Campanha Nacional de Escolas da Comunidade atua no terceiro setor, visando a 
crescente procura das pessoas a educação de qualidade. Conforme os últimos Censos que 
nitidamente mostram que: 
1. O número de bagas na educação superior foi maior que o número de concluintes do 
ensino médio. 
2. O número de candidatos à educação superior é mais que o dobro que o número de vagas 
oferecidas pelo mercado. 
3. A educação superior brasileira segue sendo majoritariamente noturno, e se expande 
principalmente no setor privado, tornando este setor a principal oportunidade de acesso ao 
aluno trabalhador. 
 Nota-se claramente que área da Educação está em constante expansão. Também é 
um dos setores econômicos que mais cresce no país, o que ocasionando um grande índice 
de concorrência e de oferta de vagas, onde somente consegue conquistar novos alunos 
quem oferece educação com preços acessíveis e com ótima qualidade, além da 
classificação na disposição dos cursos. 
 
2.6 SEGMENTO DE MERCADO 
 
 Como a CNEC Capivari compõe o setor econômico de Ensino/Educação, têm como 
segmento de mercado a educação básica (educação infantil, ensino fundamental e ensino 
médio), educação profissional (cursos em níveis técnicos e cursos básicos em informática), 
educação superior, especialização latu-sensu e terceira idade. Isso mostra que a CNEC 
Capivari presta serviços educacionais para pessoas com faixa etária entre 2 e 90 anos, 
dando diversas opções para a comunidade de Capivari e região. 
 
 
33 
 
2.7 CONCORRÊNCIA 
 
 A concorrência teve nos últimos tempos um forte crescimento, portanto a CNEC 
vem enfrentando fortes desafios, por isso precisam estar identificando suas estratégias e 
objetivos, suas forças e fraquezas e quais serão as reações perante os concorrentes. Será 
necessário desenvolver um sistema de inteligência eficaz e definir os concorrentes que 
deverá atacar. 
 Os concorrentes mais diretos de uma empresa sempre são aqueles que procuram 
satisfazer os mesmos consumidores. Mas a empresa deve também sempre estar atenta em 
relação a seus concorrentes latentes que são aqueles que procuram oferecer novas e outras 
maneiras para satisfazer as mesmas necessidades de seus clientes. 
 Os concorrentes emergentes mais fortes da CNEC em relação à educação infantil 
são Alegria de Crescer (EAC), Anglo Junior, Sonho de Criança e Girassol. Na Educação 
Básica e no Ensino Médio os concorrentes diretos são as escolas privadas de Capivari 
como o Anglo, a EAC (Escola Alegria de Crescer). Nos Cursos Profissionalizantes temos 
as escolas técnicas da região e as escolas e Informática de Capivari entre estas o 
concorrente mais forte é a Microcamp. 
 No Ensino Superior os concorrentes mais fortes e diretos estão localizados nas 
cidades da Região, são eles: UNIMEP (Piracicaba), Unisal e Uni’Santana (Salto), 
Faculdade Nossa Senhora do Patrocínio (Itu), FAM (Faculdade de Americana), e as demais 
faculdades que estão localizadas em Campinas, Piracicaba e Unip. E na Faculdade da 
Terceira Idade a concorrente direta mais próxima é a UNIMEP. 
 A CNEC Capivari precisa de um monitoramento constante para controlar a ação 
das concorrentes e se inserir na região de forma mais rápida e inteligente para ser 
reconhecida como uma instituição de ensino de confiança. 
 
 
34 
 
2.8 FORNECEDORES 
 
Os principais fornecedores da CNEC Capivari são: 
- Papelarias Still e Natuvida: Fornece os matériais de consumo e expediente (lápis, 
canetas, pastas para documentos, folhas sulfite, pincéis para quadros brancos...) 
 Fornecedores de Produtos Informática: 
- K.S. Laser: cartuchos para as impressoras, toner. 
- Set Informática e Xtreme Informática: Periféricos para manutenção dos computadores. 
- J & Parafusos e Carravero: Manutenção predial e mobiliaria 
- Spacebr e Sansung: Compra dos computadores. 
Fornecedores de Sistemas de Informações: 
 O Sistema SAGE usado para todos os cadastros de alunos e para os vários tipos de 
consultas, entre outras funções, foi criado pelo próprio departamento de T.I da CNEC 
Capivari. 
 O serviço terceirizado e que não inclui neste sistema é a Folha de Pagamento, 
fornecido pelo Set Informática. E a Contabilidade que usa o Sistema SISPRO – Serviços e 
Tecnologia. 
 Outro sistema usado é o PERSEUS, fornecido pela PERSEUS- Tecnologia da 
Informação S.A, é um sistema semelhante ao SAGE só que com mais recursos, está sendo 
padronizado pela rede CNEC, onde é dividido em dois sistemas: 
*PERSEUS I- School (Gestão de Escolas), usado para a Educação Básica. 
*PERSEUS Athens (Ensino Superior). 
 
35 
 
 Inicialmente está sendo usado o sistema PERSEUS I-School, a previsão para o uso 
do PERSEUS Athens é daqui 1 ano, onde será migrado as informações do SAGE. 
 
2.9 CLIENTES 
 
 A CNEC hoje está enquadrada numa constante situação de transição para 
acompanhar o ritmo acelerado do mercado. Anualmente são lançados novos cursos quevisam atender as necessidades dos clientes de forma a buscar a satisfação. 
 Os clientes da CNEC hoje são seus alunos que estão divididos nos mais diferentes 
cursos da instituição e de diferentes classes sociais. E também os afins, que são clientes 
que setor de Tecnologia d Informação da CNEC presta seus serviços. 
 A faixa etária varia de 2 a 90 anos de idade, pois não tem um público alvo 
específico, ela diversifica seus esforços visando atender toda a demanda de mercado, por 
isso é que se diz que ”CNEC educação para toda vida”. 
 Na Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio os pais e responsáveis 
se preocupam com a educação de seus filhos e a qualidade de ensino da escola em relação 
as demais escolas da região. 
 No Ensino Superior e Profissionalizante a maioria dos alunos já trabalha e estuda 
ou estudaram em escolas de Educação Básica, e procuram os cursos da CNEC para 
adquirir uma qualificação profissional garantindo-se no mercado de trabalho. 
 Já na Faculdade para a terceira idade os alunos procuram para garantir o bem estar 
social e aprender a valorização do ser humano na terceira idade. 
 A instituição de uma forma em geral vem se expandido regionalmente, trazendo 
alunos das diversas cidades vizinhas como Piracicaba, Rio das Pedras, Mombuca, Rafard, 
Tietê, Elias Fausto e Monte Mor, mas com objetivo de trazer ainda mais alunos das cidades 
da Região. Afinal em algumas cidades os clientes ainda são poucos devido a distância e o 
deslocamento destas cidades até Capivari. 
36 
 
2.10 INFLUÊNCIAS EXTERNAS 
 
 As influências que o Ambiente Externo pode exercer sobre a CNEC Capivari são 
classificadas como Oportunidades e Ameaças: 
Oportunidades: 
1. Cidade de Capivari: Se a cidade tiver um desenvolvimento econômico e social terá mais 
chances de abrigar grandes empresas fazendo baixar o índice de desemprego, aumentando 
a procura pela formação acadêmica e profissional; 
2. Concorrência: O MEC está exigindo muito mais em relação à abertura de novas 
faculdades, evitando o aumento da concorrência, isto é, o Ministério da Educação está 
tornando cada vez mais burocrático a aprovação de novas faculdades, fazendo da educação 
particular um verdadeiro comércio; 
3. Inflação: Se a inflação for baixa pode influenciar na decisão do brasileiro quanto à 
procura de um bom colégio para os filhos, e um aumento pela procura pelo ensino superior 
e profissional, pois com a economia estável, a comunidade tende a procurar uma melhor 
qualificação; 
4. Eleições presidenciais e governamentais: Se continuar o atual Presidente, teremos uma 
certa previsão do que ocorrerá nos anos subseqüentes, já que o brasileiro já conhece o 
modo de governar do candidato; 
5. Eleições Municipais: Se permanecer o atual Prefeito temos a oportunidade de manter as 
parcerias com relação aos esportes e o apoio da prefeitura nos vários eventos promovidos; 
Ameaças: 
1. Cidade de Capivari: Se a cidade não tiver um bom desenvolvimento econômico e social, 
poderá se desestabilizar ou até aumentar o índice de desemprego afetando assim a 
economia da cidade, provocando a saída de alunos da educação particular, além de 
diminuir a procura pelo ensino acadêmico e profissional; 
37 
 
2. Concorrência: Abertura de novos cursos em faculdades já existentes na região ou mesmo 
de autorização de funcionamento de novas faculdades, apesar de toda burocracia existente, 
ainda surgem muitos novos cursos e faculdades; 
3. Inflação: Se a inflação aumentar, influenciará negativamente quanto aos gastos com os 
estudos dos filhos, aumentando também os custos e despesas da escola, como a folha de 
pagamento, já que uma das exigências do MEC é de ter um percentual de professores com 
grau acadêmico elevado, acarretando um possível aumento nos preços das mensalidades; 
4. Eleições presidenciais e governamentais: Se continuar o atual Presidente, correremos o 
risco de não melhorar os índices de perspectiva dos brasileiros fazendo assim com que a 
economia do país se torne agitada e instável; 
5. Eleições Municipais: Com a entrada de novo Prefeito temos fortes chances de não 
crescermos em relação ao mercado atual; 
 
2.11 AMBIENTE EXTERNO 
 
 O ambiente interno vem demonstrando um grande crescimento entre os 
funcionários e os docentes, ambos vêm apresentando um notável crescimento profissional, 
além dos estagiários que em sua maioria são alunos que trabalham em troca de bolsas 
escolares e universitárias estão tornando excelentes profissionais com grandes chances para 
o futuro. 
 Todos os funcionários estão sendo incentivados e motivados através de cursos, 
treinamentos, e-mails, reuniões, melhorando o relacionamento profissional e colaborando 
para melhorias contínuas no sistema de endomarketing da escola e principalmente no 
atendimento aos clientes. 
 A instituição tem demonstrado um ambiente familiar entre os funcionários e 
estagiários, o que tem influenciado muito na motivação para o trabalho proporcionando 
assim qualidade no trabalho. 
38 
 
2.12 TECNOLOGIAS EMPREGADAS 
 
 Nos últimos anos a CNEC vem investindo consideravelmente no melhoramento 
tecnológico, tanto voltado para os clientes quanto para agilização de processos 
administrativos. 
 Hoje todos os clientes têm acesso a computadores conectados a rede mundial de 
altíssima velocidade, para realizar pesquisas e divulgar seus trabalhos na internet. 
 A CNEC oferece ferramentas via internet para seus alunos que são usadas por 
grandes centros acadêmicos. Um exemplo disso é a Sala de aula virtual onde os alunos 
podem consultar os trabalhos disponibilizados pelos professores e também participar de 
fóruns de discussão. 
 A Biblioteca além do seu excelente acervo oferece também aos alunos 
computadores e terminais de consultas. A também a opção do aluno de sua própria casa 
verificar se o livro que ele procura encontra-se disponível para locação, esse processo 
fantástico, pois permitira que futuramente aluno possa fazer a reserva/renovação do livro 
em qualquer lugar do mundo. 
 A CNEC criou o Web diário, que permite que professores lancem suas notas e 
chamadas na internet. Isso veio a contribuir, pois tornou possível o aluno consultar notas e 
faltas das suas matérias, tanto nos terminais espalhados dentro da instituição ou pelo 
próprio site da CNEC Capivari. 
 Mas o objetivo da CNEC é investir ainda mais em recursos tecnológicos e 
equipamentos de altíssima qualidade para oferecer os serviços a seus clientes e 
comunidade em geral. 
 
 
 
39 
 
CAPÍTULO 3. CARACTERÍSTICAS DA ÁREA 
 
3.1 ORGANOGRAMA GERAL DA ÁREA 
 
 
3.2 ORGANOGRAMA DET 
 
 
 
 
 
 
 
 
Diretor Geral 
Gerente Financeiro e 
Contábil 
Recursos 
Humanos 
Contabilidade e 
Controladoria 
Financeiro 
Fonte Cnec Capivari 
40 
 
3.2 ORGANOGRAMA DETALHADO DA ÁREA 
 
 
 
Fonte Cnec Capivari 
 
3.3 FUNCIONOGRAMA DA ÁREA 
 Departamento de Recursos Humanos da CNEC Capivari executa diversos 
processos e funções que são de sua responsabilidade, tais como: 
 � Admissão e registro de novos funcionários e/ou de estagiários, 
deacordo com a legislação vigente; 
 � Controle dos benefícios oferecidos pela CNEC Capivari ou que são 
exigidos pelas CCT’s que regem a Instituição;� Levantamento dos apontamentos junto aos demais departamentos 
para a apuração e cálculo da folha de pagamento dos funcionários e estagiários; 
Diretor Geral 
Gerente 
Financeiro e 
Contábil 
Recursos 
Humanos 
Contabilidade e 
Serviço 
Social 
Relações do 
Trabalho 
Benefícios 
Departamento 
pessoal 
Folha de 
Pagamento 
Contratação 
Financeiro 
41 
 
 � Cálculo dos encargos sobre a folha de pagamento e prazos para 
pagamento; 
 � Alimentação e manutenção de sistemas informatizados que servem 
de informações para seu próprio departamento como para outros da Instituição; 
 � Emissão de relatórios para uso de outros departamentos como a 
Contabilidade e Controladoria; 
 � Controle e emissão de aviso e recibo de férias dos funcionários; 
 � Informações aos órgãos públicos através do CAGED (Cadastro 
Geral de Empregados e Desempregados), RAIS (Relação Anual de Informações 
Sociais) e DIRF (Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte); 
 � rescisão de contrato de trabalho e os procedimentos a serem 
seguidos. 
 No capítulo 4 desse relatório de estágio supervisionado, serão feitas 
descrições detalhadas de todos os processos e funções descritas acima, que são 
executadas pelo Departamento de Recursos Humanos da CNEC Capivari. 
 
3.4 ESTRUTURA DA ÁREA 
 
� Um Encarregado de Gestão de Pessoas em período integral 
� Duas mesas 
� Duas cadeiras 
� Uma escrivaninha para micro computador 
� Um micro computador 
� Uma impressora 
� Uma linha telefônica 
42 
 
� Um armário 
� Três arquivos para pastas suspensas 
� Área da sala de Aproximadamente 8 m2 
 
3.5 LAYOUT DA ÁREA 
 
2
5
0
0
m
m
A
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C
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o
rt
a
 
 
3.6 CONTRIBUIÇÃO DA ÁREA PARA A MISSÃO DA 
EMPRESA 
 
 O Departamento de Recursos Humanos contribui para a Missão da Empresa através 
do relacionamento da Instituição entre os funcionários, buscando sempre os melhores 
profissionais, através do recrutamento e seleção em conjunto com os demais 
departamentos. Também oferece oportunidades de trabalho ou estágio para alunos da 
própria Instituição. 
 
43 
 
3.7 ÁREAS CORRELACIONADAS 
 
 
 
3.7.1 DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS E 
DIRETORIA 
 
 A Diretoria solicita todos os meses o valor da folha de pagamento e dos encargos 
sociais, pois a Diretoria envia relatórios para a superintendência estadual e analisa a folha 
de pagamento para ver se podem assinar novos contratos ou rescisões apóiam o 
departamento na tomada de decisões. 
 
3.7.2 DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS E 
CONTABILIDADE E CONTROLADORIA 
 
 A Contabilidade e Controladoria solicitam os valores a serem pagos da folha de 
pagamento para a realização do fluxo de caixa, relatórios da evolução do número de 
 
Recursos Humanos 
Secretaria Coordenações dos 
Cursos 
Diretoria Contabilidade e 
Controladoria 
44 
 
funcionários e estagiários, requisições para pagamentos de estagiários e todos os valores de 
encargos e benefícios. 
 
3.7.3 DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS E 
SECRETARIA 
 
 A Secretaria solicita que sejam emitidos relatórios de contatos dos funcionários, 
principalmente dos docentes e que seus contratos estejam sempre atualizados. O 
departamento de Recursos Humanos também conta com o apoio das secretarias para 
contatos com professores para solicitação ou entrega de documentos. 
 
3.7.4 DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS E 
COORDENAÇÕES DOS CURSOS 
 
 O Departamento de Recursos Humanos solicita mensalmente que os 
Coordenadores de Curso enviem os apontamentos dos professores para serem pagos na 
folha de pagamentos. Cada Coordenador do curso é responsável para manter o setor de 
Recursos Humanos se teve alguma mudança a respeito a carga horária, admissões de novos 
docentes ou as demissões. 
 
 
 
 
 
 
 
45 
 
CAPÍTULO 4 - ATIVIDADES DESENVOLVIDAS 
 
4.1 PROCESSO DE SELEÇÃO 
 O processo de seleção da CNEC Capivari tem como objetivo escolher, dentre os 
candidatos, aqueles com maior potencial de sucesso, sejam eles administrativos ou 
docentes. Apesar da aparente simplicidade, o processo de seleção é altamente complexo, 
principalmente, porque, nesse caso, o conceito de sucesso é relativo. 
 Cada processo possui suas especificidades, as quais são decorrentes das decisões 
tomadas durante a modelagem e o planejamento da instituição. Dentre estas decisões pode-
se destacar a definição da missão, da visão, dos objetivos, do foco, do modelo e do 
propósito pela qual o entrevistado foi selecionado. 
 Dentro deste contexto, o processo de seleção deve estar em sintonia com o 
ambiente interno e externo. Adicionalmente, é importante que o processo de seleção 
permita a escolha de pessoas que contribuam para melhorar os indicadores, sempre em 
busca do sucesso institucional. 
Fases: 
Anúncio – É uma declaração pública de uma empresa indicando a necessidade de contratar 
um profissional para atuar em um cargo específico. Esta declaração acontece de forma 
direcionada – jornal, internet, fontes – visando atingir especificamente o perfil desejado 
nesta vaga, considerando uma verba de divulgação previamente estabelecida. A questão 
aqui é o melhor custo benefício afim de garantir um número relativamente pequeno de 
candidatos e cada um tenha exatamente o perfil desejado. 
Fonte – São empresas ou base de dados que podem disponibilizar os currículos do 
profissional com o perfil ideal que a empresa busca. Os bancos de currículos podem ser da 
própria empresa, dos sites de empregos ou instituições de ensino. Normalmente eles são 
muito padronizados e solicitaram exatamente o que é fundamental para identificar os 
melhores perfis, ainda considerando o custo benefício. 
46 
 
Triagem – É a análise dos currículos. O objetivo é escolher os melhores perfis analisando 
os históricos escolares, de empregos anteriores, identificar as habilidades necessárias. 
Normalmente, esta triagem agrupa de 5 a 10 profissionais que são contatados por telefone 
para uma verificação inicial das características. Considerando o risco de ser descartado 
sem uma entrevista formal, recomendo extremo cuidado neste primeiro contato. Você tem 
apenas um minuto para “encantar” o selecionador. 
Entrevista – É realizada com quem passou pelo processo de triagem que reduziu o número 
de candidatos pela metade. A entrevista visa aprofundar as informações do currículo e 
entender as aspirações do candidato. Este contato pode ocorrer com o RH da própria 
empresa ou de uma empresa de seleção e recrutamento contratado para tal. O próximo 
passo é uma entrevista com seu líder direto. 
 
4.2 DEPARTAMENTO PESSOAL/RH 
 
 Na CNEC CAPIVARI normalmente existe o Departamento Pessoal, pois as 
atividades são normalmente supridas internamente na própria instituição. 
 Basicamente o Departamento Pessoal, é constituído por três setores: Admissão, 
Compensação e Desligamento. 
 O setor de Admissão de Pessoal tem por atribuição cuidar de todo o processo de 
integração do indivíduo na empresa, dentro dos critérios administrativos e jurídicos. Tem 
início na busca do profissional no mercado de trabalho, adequar nas funções do cargo e 
efetuar o registro de acordo com as conformidades da legislação do trabalho. 
 O setor de Compensação de Pessoal tem por atribuiçãocuidar de todo processo de 
controle de freqüência, pagamento de salários e benefícios, bem como de pagamentos de 
taxas, impostos e contribuições. A partir da integração dos empregados na empresa, tem 
início no controle do fluxo de freqüência ao trabalho, elaboração da folha de pagamento, 
controle de benefícios e finaliza em cálculos de tributos. 
47 
 
 O Setor de Desligamento de Pessoal tem por atribuição cuidar de todo processo de 
desligamento e quitação do contrato de trabalho, estendendo-se na representação da 
empresa junto aos órgãos oficiais (DRT, Sindicato, Justiça do Trabalho, etc.) e cuidar de 
toda rotina de fiscalização. Tem início a partir do desligamento do empregado e termina 
quando da sua efetiva quitação do contrato de trabalho. 
 Assim, podemos organizar da seguinte maneira devido o porte da instituição: 
Setor de Admissão 
Setor de Compensação 
Setor de Desligamento 
 Sendo assim na CNEC Capivari o departamento de pessoal tem as seguintes 
atribuições: 
-Executar as principais tarefas envolvidas na rotina de um departamento de pessoal; 
-Trabalhar de acordo com as principais fontes do Direito do Trabalho; 
- Elaborar contratos de trabalho e admissões de empregados das mais diversas categorias; 
-Fazer rescisões trabalhistas; 
-Realizar corretamente os pagamentos de férias e 13º salário; 
- Cumprir com as principais obrigações trabalhistas e muito mais; 
 
4.3 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 
 
 Na CNEC Capivari normalmente trabalhamos com Convenções Coletivas de 
Trabalho (CCT) que são acordos entre sindicatos de trabalhadores e empregadores que 
devem ocorrer uma vez por ano, na data-base. Nesta data, reajustes, pisos salariais, 
benefícios, direitos e deveres de empregadores e trabalhadores serão objeto de 
negociações. Se os sindicatos estiverem de acordo com as condições estipuladas na 
negociação assinam a Convenção Coletiva de Trabalho, o documento que deverá ser 
registrado e homologado no órgão regional do Ministério do Trabalho (DRT). A 
48 
 
Convenção Coletiva entra em vigor três dias após a data de entrega (protocolo) no DRT, 
conforme determina o parágrafo 1o. do art. 614 da Consolidação das Leis do Trabalho 
(CLT). Pelo fato da CNEC possuir os mais diversos níveis de Ensino desde a Educação 
Básica até o Ensino Superior ela possui várias categorias que são envolvidas nessas 
negociações (Auxiliares de Administração Escolar e Professores). 
 A empresa é obrigada a elaborar mensalmente a folha de pagamento da 
remuneração paga devida ou creditada a todos os segurados a seu serviço, devendo manter 
em cada estabelecimento, uma via da respectiva folha e recibos de pagamento (art. 225 do 
Decreto 3048/1999). 
 
4.4 FOLHA DE PAGAMENTO 
 
 Por se tratar de uma instituição de ensino existem vários critérios a serem 
abordados na hora de se elaborar a folha de pagamento aos funcionários. 
 Primeiro critério o pagamento dos mensalistas, segundo dos horistas e terceiro dos 
docentes que recebem de maneira diferenciada de acordo com a CCT. 
 Na folha de pagamento, deverão estar discriminados: 
O nome do funcionário. 
O nome da empresa pagadora. 
Descrição da remuneração. 
Parcelam não integrantes da remuneração (diárias, ajuda de custo, etc.). 
Os descontos legais. 
No caso dos docentes o nº de horas aulas ministradas, o DSR e a Hora Atividade. 
 
49 
 
4.5 PROCESSO DE DESLIGAMENTO 
 
 Na CNEC Capivari quando ocorre um processo de desligamento seguimos os 
seguintes critérios: 
1. Ter certeza da decisão. Após a comunicação ao funcionário, não existe mais volta atrás. 
Avalie se a decisão está baseada em fatos concretos, se não deve dar mais uma 
oportunidade ao funcionário ou se existem alternativas. 
2. O funcionário não pode ter uma enorme surpresa ao ser comunicado da decisão. Nas 
últimas semanas ou meses, o seu chefe direto o deve ter alertado sobre seu fraco 
desempenho e necessidade de melhoria. Se os processos de avaliação de funcionários da 
empresa são eficientes, o funcionário já sabe que está deixando a desejar e a demissão não 
será totalmente inesperada. Se o funcionário ficou muito surpreendido, a gerência deve 
revisar seus métodos de gestão. 
3. Preparar toda a documentação necessária e garanta que não fiquem lacunas que 
permitirão processos trabalhistas no futuro. Esta é uma tarefa que deve ser coordenada pelo 
departamento de Recursos Humanos. Para a reunião de demissão, tenha em mãos 
documentos que suportem a decisão, como avaliações de desempenho e atas 
administrativas. 
4. Definir os detalhes. Temas como: último salário, equipamentos que estão com o 
funcionário, se ele poderá ficar até o final do dia ou semana, assistência que será oferecida 
pela empresa, como ele voltará para casa (caso use o transporte da empresa), etc. Isto 
agilizará o processo. 
5. Projetar a informação. Faça um back-up de todos os arquivos do funcionário antes de 
comunicar a demissão. Isto não é excesso de desconfiança, é segurança do patrimônio 
intelectual da organização. 
6. Evitar o excesso de confiança. Você pode achar que conhece o funcionário bem e que 
não precisa tomar todos os cuidados no processo de demissão, mas na realidade nunca 
passou por um momento tão forte com este funcionário, e não sabe realmente como será 
50 
 
sua reação. Lembre-se da pressão e stress que ele terá quando receber a notícia, e isso pode 
alterar o comportamento de qualquer um. 
7. Não deixar a informação vazar. Somente devem saber da demissão as pessoas 
estritamente necessárias. A empresa deve ter processos que garantam a confidencialidade 
deste tipo de informação e a punição dos que a quebrarem. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
51 
 
4.6 FLUXOGRAMA 
 
 
 
Departamento
Pessoal
Processo
de Seleção
Admissão
Convenção
Coletiva
Processo
de 
Desligamento
Anúncio
Fonte
Triagem
Entrevista
Compensação
Desligamento
Representantes
dos 
Trabalhadores 
Representantes 
dos 
Empregadores
Certeza da 
Decisão
Funcionário 
Ciente do seu 
Desempenho
Documentação 
Necessária em 
Ordem
Definir Detalhes
Projetar a 
Informação
Evitar excesso 
de Confiança
Não vazar 
Informações
 
 
 
52 
 
CAPÍTULO 5 – DIAGNÓSTICO DOS PRINCIPAIS 
PROBLEMAS E SUGESTÕES DE MELHORIA 
 
5.1 PROCESSO DE SELEÇÃO 
 
5.1.1 Finalidade 
 Selecionar junto ao mercado profissionais para fazerem parte do quadro de 
funcionários da instituição, desde que o perfil atenda as necessidades da instituição. 
Segundo Chiavenato, 
 
 ‘é a escolha do homem certo para o cargo certo, ou mais amplamente, entre os 
candidatos recrutados aqueles mais adequados aos cargos existentes na 
empresa, visando manter ou aumentar a eficiência e desempenho do pessoal’. 
Chiavenato (1983, Ed. Completa) 
 
5.1.2 Problemas Identificados 
 A baixa especificação funcional que o mercado brasileiro oferece as empresas, na 
sua maioria uma baixa qualificação, falta de treinamentos, falta de desenvolvimento 
pessoal e principalmente falta de oportunidade de desenvolver-se uma vez que as 
oportunidades estão cada vez mais escassas, fazendo com que as pessoas percam o foco da 
escolha. 
 A forma de falar do profissional candidato que por ler muito pouco e estudar o 
mínimo necessário da língua portuguesa, até porque será contratado por uma instituição de 
ensino onde terá que ser exemplo e referência para outros colegas e principalmente para a 
comunidade.Num mundo globalizado, a falta de conhecimento a nível intermediário de um 
segundo ou terceiro idioma é um fator que dificulta o processo seletivo. 
 A péssima formação profissional que o candidato se impõe. 
 
53 
 
5.1.3 Sugestões de Melhorias 
 É importante que a empresa invista mais em treinamento e desenvolvimento para o 
setor de RH de tempo em tempo, onde terá mais condições de escolher, identificar e 
selecionar os candidatos potenciais para as futuras entrevistas de seleção, como é definido 
por Chiavenato: 
 
“Treinamento empresarial é um processo educacional que leva o indivíduo a 
adquirir competências para exercer um cargo ou função em uma organização. 
Segundo ele, “o treinamento envolve a transmissão de conhecimentos 
específicos relativos ao trabalho, atitudes frente a aspectos da organização, da 
tarefa e do ambiente e desenvolvimento das habilidades” 
(Chiavenato, 1994, p.102) 
 
 Investir na divulgação de vagas específicas (ex: Docentes) em meios de 
comunicação, jornais, revistas, mídia em geral para que a vaga oferecida tenha mais êxito 
na escolha, fazendo com que o processo de seleção seja mais seguro e confiável. Esse 
processo pode ser aberto, fechado ou semi - aberto. 
 
5.2 FOLHA DE PAGAMENTO 
 
5.2.1 Finalidade 
 Segundo o autor Chiavenato, 
‘remuneração é a função de RH que lida com as recompensas que as pessoas 
recebem em troca do desempenho das tarefas organizacionais. ’ 
(Chiavenato, 1999, p 223 e 224.) 
 Levantar os apontamentos de cada funcionário e calcular os proventos e descontos 
com referência ao mês trabalhado, para cumprir as exigências legais. 
 
54 
 
5.2.2 Problemas Identificados 
 Por ser um Sistema Informatizado ultrapassado, a digitação dos proventos de cada 
funcionário se torna um pouco demorada; 
 Também devido ao sistema, exige-se um trabalho manual muito grande, fazendo 
com que as informações a primeiro momento não sejam de total confiança, necessitando de 
conferência entre as informações recebidas com as digitadas no sistema; 
 Os Demonstrativos de Pagamento que são entregues aos funcionários não são 
lacrados e também ocasionam em um trabalho manual muito grande; 
 O Departamento de Recursos Humanos da Cnec Capivari deve enviar uma cópia da 
Folha de Pagamento ao Departamento Financeiro, devido à falta de um sistema de 
informação integrado mais atual e confiável. 
 
5.2.3 Sugestões de Melhorias 
 Implantar um Sistema de Informação integrado entre as áreas administrativas mais 
atualizadas e confiáveis, onde o sistema de ponto digital já calculasse automaticamente as 
horas de cada funcionário, tornando as informações mais precisas, exigindo também uma 
disciplina maior por parte dos funcionários no cumprimento de suas obrigações; 
 Através do mesmo sistema, os demonstrativos de pagamentos seriam elaborados 
de forma mais sigilosa, ou podendo também ser elaborado por alguma empresa 
especializada neste tipo de trabalho, extinguindo-se assim a necessidade e assinatura por 
parte dos funcionários; 
 Com um sistema de informação mais confiável, o Departamento Financeiro 
consultaria no sistema as informações necessárias, tornando desnecessário o envio dos 
relatórios pelo Departamento de Recursos Humanos. 
 
 
 
55 
 
5.3 DEPARTAMENTO PESSOAL / RH 
 
5.3.1 Finalidade 
 Realizar as atividades de responsabilidade do departamento de pessoal, legislação 
trabalhista e previdenciária, tendo como objetivo cumprir os dispositivos e regulamentos 
legais referentes à pessoal e relações no trabalho. Como diz o autor Fischer, 
 
‘Entende-se por modelo de gestão de pessoas a maneira pelo qual uma empresa 
se organiza para gerenciar e orientar o comportamento humano no trabalho. 
Para isso, a empresa se estrutura definindo princípios, estratégias, políticas, e 
práticas ou processo de gestão. Através desses mecanismos, implementa 
diretrizes e orienta os estilos de atuação dos gestores em sua relação com 
aqueles que nela trabalham.’ 
(Fischer, André Luis, 2002, p12) 
 
 Estabelecer, garantir e otimizar os procedimentos pertinentes, agindo em 
conformidade com os preceitos legais e objetivos da empresa, compatibilizando os 
interesses empresa/colaboradores; folha de pagamento dos colaboradores. Assegurar o 
cumprimento das obrigações fiscais, previdenciárias, elaborando e preparando guias para o 
recolhimento dos tributos (FGTS, INSS, IRRF) originados da folha de pagamento, 
cadastros gerais sobre a movimentação de pessoal (Caged). Apoiar à assessoria jurídica 
preparando a documentação necessária a instrução de processos trabalhistas caso estes 
apareçam para a empresa. 
 
 5.3.2 Problemas Identificados 
 Sistema desatualizado da Folha de Pagamento, o qual torna a inserção e 
conferência das informações em tarefas manuais, tornando o processo mais propício a 
erros, além de ter uma interface de difícil forma de acesso. 
56 
 
 Falta de um sistema integrado entre folha de pagamento, controle de ponto dos 
funcionários, cadastro geral dos funcionários para a utilização de outros departamentos 
como a secretaria. 
 
5.3.3 Sugestões de Melhorias 
 A CNEC Nacional esta empenhada em um novo processo de qualificação e inovação 
dos sistemas de gestão, especialmente na área de DP/RH onde com isso possibilitará a 
instalação de um novo Sistema Integrado de Gestão entre os departamentos administrativos 
que tenham permissões de acessos diferentes, tornando a realização dos procedimentos 
mais ágeis e eficientes, padronizando os relatórios emitidos e tornando as informações 
mais confiáveis e facilitando os acessos às informações mais fáceis através de uma 
interface mais agradável e de fácil utilização; 
 Através deste novo Sistema integrado de Gestão, tornaria mais fácil ao 
Departamento de Recursos Humanos o Controle de Ponto, por conseqüência a realização 
da Folha de Pagamento e a emissão das guias de recolhimento, tornando as informações 
mais confiáveis. 
 
5.4 CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 
 
 
5.4.1 Finalidade 
 Convenção Coletiva de Trabalho é fruto de negociação entre as partes, através de 
respectivas comissões de negociação, que são escolhidas e tem o poder de negociação 
outorgados em assembléias convocadas para esta finalidade. 
 Nesta data, reajustes, pisos salariais, benefícios, direitos e deveres de empregadores 
e trabalhadores serão objeto de negociações. Se os sindicatos estiverem de acordo com as 
condições estipuladas na negociação. Segundo Costa, 
57 
 
‘Sindicatos somente poderão celebrar convenção ou acordos coletivos mediante 
autorização de sua assembléia geral, que deverá ser convocada especialmente 
com essa finalidade. Nela deverão votar no mínimo dois terços dos associados 
em primeira convocação e um terço em segunda convocação no caso de 
convenção coletiva. Se for acordo coletivo o quórum de comparecimento é o 
mesmo, apenas considerando- se o total dos interessados no acordo, isto é, dos 
trabalhadores da (s) empresa (s) envolvida (s), e não dos associados do 
sindicato.’ 
(Costa, 2002, p 523.) 
 
5.4.2Problemas Identificados 
Na CNEC Capivari/SP enfrentamos os seguintes problemas: 
• Temos uma CCT para a Educação Infantil, Educação Básica, Educação 
Profissional; 
• Temos uma CCT para o Ensino Superior; 
• Divergências entre negociações das respectivas categorias dentro de uma mesma 
instituição; 
• Docentes que atuam tanto na EducaçãoBásica como no Ensino Superior. 
 
5.4.3 Sugestões de Melhorias 
 Apesar de aumentar os custos com pessoal o certo seria contratar as pessoas nos 
respectivos CNPJ quem for trabalhar no Colégio atuar somente nele e quem for trabalhar 
na Faculdade somente nela, mas como a instituição é de pequeno porte isso é totalmente 
inviável, fazendo com que a instituição aproveite o potencial de seu profissional nos mais 
diversos níveis de atuação. Sendo assim, a solução seria cada um pertencer a sua categoria 
de base (sindicato). 
 
 
 
58 
 
5.5 PROCESSO DE DESLIGAMENTO 
 
5.5.1Finalidade 
Segundo Cordeiro, 
 
‘Entende-se por desligamento o afastamento de um funcionário do quadro de 
pessoal de qualquer empresa ou organização, o que pode ocorrer por diferentes 
razões: o desligamento pode se dar por morte, aposentadoria, demissão pedida 
ou demissão pela empresa empregadora.’ 
(Cordeiro, 2002, p. 33) 
 Efetuar o desligamento dos funcionários seja eles de livre e espontânea vontade ou 
por motivos de força maior, onde o DP/RH é o responsável por emitir a carta de dispensa, 
calcular e preparar toda a documentação necessária ao desligamento, bem como efetuar a 
liberação do FGTS do funcionário (em caso de dispensa). A empresa tem 10 dias para 
efetuar o pagamento da rescisão de contrato, sendo que, se o funcionário tem mais de 01 
ano de casa, ele obrigatoriamente receberá no sindicato da categoria ou no Ministério do 
Trabalho, caso não haja representatividade sindical na localidade da empresa 
 
5.5.2Problemas Identificados 
 Por ser uma instituição de ensino a maioria dos desligamentos, principalmente de 
docentes é feito pelo próprio Coordenador do Curso onde ele informa o funcionário em 
questão. Quando o funcionário é administrativo o próprio DP/RH informa da situação. O 
problema maior é a falta de preparo das pessoas nas conversas com o pessoal, ocasionando 
um desconforto na hora do acerto final. A falta de informação entre os setores envolvidos 
faz com que às vezes ocasionem comentários sem saber o que esta acontecendo entre as 
partes envolvidas, gerando boatos e desconfortos para o ambiente de trabalho. 
 
59 
 
5.5.3 Sugestões de Melhorias 
 Centralizar todo processo de desligamento no setor de DP/RH. 
 Fazer com que as pessoas envolvidas no processo de desligamento participem junto 
com o DP/RH da conversa final. 
 Efetuar uma entrevista de desligamento com as pessoas. 
 Valorizar as pessoas no processo de desligamento, dando a elas a real importância 
que merecem. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
60 
 
CAPÍTULO 6 – CONCLUSÃO 
 
 Com o Estágio Supervisionado realizado na Cnec Capivari, tive a oportunidade de 
colocar em prática o que foi aprendido teoricamente na faculdade, podendo adquirir alguns 
conhecimentos, sabendo mais sobre a história da empresa, sua missão, sua política, seus 
serviços oferecidos, pesquisando seu mercado de trabalho quem são seus clientes, e seus 
concorrentes. 
 O Estágio foi realizado no departamento de Recursos Humanos, onde pude aprender 
seu real funcionamento e importância dentro da Instituição. Constatei que as empresas que 
contam com um departamento de RH, agregam valor e demonstram mais status e confiança 
para seu cliente, tendo em vista que contam com um departamento específico para cuidar, 
supervisionar e motivar os seus funcionários. 
 O Departamento de Recursos Humanos da Cnec Capivari, é o setor que liga a 
diretoria e os seus funcionários, é responsável pelas atividades de recrutamento, 
estruturação, treinamento, admissão, folha de pagamento, benefícios, demissão dos 
funcionários, recolhimento dos encargos trabalhistas, entre outras, onde tudo esteja dentro 
da legislação. 
 Foram identificados alguns problemas e sugerido melhorias, como a necessidade de 
um Sistema Informatizado mais atual, com isso o departamento poderia melhorar em muito 
seu nível de serviço. 
 Concluindo, o Estágio Supervisionado realizado na Cnec Capivari foi de grande 
proveito, tendo aperfeiçoamento nos conhecimentos e aprendendo na prática as exigências 
do dia-a-dia do mercado de trabalho. 
 
 
 
 
 
 
Referências Bibliográficas 
 
DA COSTA, Cláudio Lacerda, Manual de Gestão de Pessoas e Equipes Vol. II. Ed. Gente, 
2002/SP. 
 
 
 
 FISCHER, André Luiz, As Pessoas na Organização. Ed. Gente, 1º Ed. 2002 
 
 
 
CHIAVENATO, Idalberto, Gestão de Pessoas (o Novo Papel dos Recursos Humanos na 
Organização).Ed.Campus.1999 
 
 
 
 CHIAVENATO, Idalberto, Introdução à Teoria Geral da Administração. 3ª Edição. 1983. 
S. Paulo: McGraw-Hill do Brasil. 
 
CHIAVENATO, I. Recursos Humanos. Ed. Compacta. 3ªed. São Paulo: Atlas, 1994. 
 
Site da Cnec Capivari: www.cneccapivari.br 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FACULDADE CENECISTA DE CAPIVARI - FACECAP 
Rua Barão do Rio Branco, 374 – Capivari/SP – CEP: 13.360-000 
Telefone: (19) 3492-8888 - CNPJ: 33.621.384/0587-02 
 
AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 
 
Nome do Aluno: Jéssica Uvini Bortolança 
 
Empresa em que efetuou o Estágio: Campanha Nacional de Escolas da Comunidade - CNEC 
Área em que efetuou o Estágio: Departamento Pessoal / Recursos Humanos 
Início do Estágio: 01/02/2010 Término do Estagio: 31/07/2010 
Total de meses: 6 Total de Horas: 300 
 
QUESTÕES 
 Sim Não 
Objetivando sua ambientação houve Apresentação aos demais funcionários ? X 
Durante o estágio desenvolveu entrevistas com gerências ? X 
Procedeu visitas às instalações ? X 
Participou de reuniões para exposições de atividades, organização e produtos da 
empresa ? 
 X 
Desenvolveu tarefas especificas ? X 
Encontrou dificuldades na sua execução ? X 
Caso tenha respondido afirmativamente a questão acima, como resolveu suas 
 
 
dificuldades ? 
 
 
Contou com assistência de supervisor ? X 
Desenvolveu relatórios de estágio ? X 
Apresentou a empresa seus(s) relatórios ? X 
 
 
 
 
 
 
_____________________ 
 Assinatura do aluno(a) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FACULDADE CENECISTA DE CAPIVARI - FACECAP 
Rua Barão do Rio Branco, 374 – Capivari/SP – CEP: 13.360-000 
Telefone: (19) 3492-8888 - CNPJ: 33.621.384/0587-02 
 
 
AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 
 
Empresa: Campanha Nacional de Escolas da Comunidade - CNEC 
Ramo de Atividade: Educação 
Área onde se Realizou o Estágio: Departamento Pessoal / Recursos Humanos 
Nome do Supervisor: Marcelo Mader de Melo 
Nome do Estagiário: Jéssica Uvini Bortolança 
Período de Realização do Estágio: de 01/02/2010 a 31/07/2010 
Total de Horas: 300 
Jornada: Integral ( ) Parcial ( X ) 
 
1. Favor assinalar com um X as atividades efetivamente desenvolvidas pelo estagiário 
Planejamento X Pesquisas X Organiz., Métodos e Sistemas 
Laboratório Desenvolv. de Processos Desenvolv. de Produtos 
Desenvolv. de Serviços Projetos Técnicos Controle de Qualidade 
Manutenção Produção Suprimentos 
Compras Comercialização Auditoria 
Finanças Custos Distribuição 
Controladoria Estatística Administração de Pessoal X
 
 
Jurídico Contabilidade Almoxarifado 
Benefícios X Encargos X Processamento de Dados 
 
Outras: 
_________________________________________________________________________ 
 
2. O nível de preparoprofissional do estagiário foi : 
 
Ótimo ( X ) Bom ( ) Regular ( ) 
Observações que a empresa julga conveniente: 
 
3.Com referência ao nível de integração entre o estagiário e a empresa, assinalar : 
Houve treinamento para adaptação? Sim ( ) Não ( X ) 
Houve adaptação espontânea? Sim ( X ) Não ( ) 
O relacionamento do estagiário com o supervisor foi: 
Bom ( X ) Regular ( ) Ruim ( ) 
O relacionamento do estagiário com os colegas foi : 
 Bom ( X ) Regular ( ) Ruim ( ) 
Observações que a empresa julga convenientes: 
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________ 
 
4. Com referência ao aproveitamento do estágio pelo estagiário, assinalar: 
Aprendizagem obtida Boa ( X ) Regular ( ) Ruim ( ) 
Interesse demonstrado Bom ( X ) Regular ( ) Ruim ( ) 
Autonomia Boa ( X ) Regular ( ) Ruim ( ) 
Criatividade Boa ( X ) Regular ( ) Ruim ( ) 
 
 
Envolvimento Bom ( X ) Regular ( ) Ruim ( ) 
5. No que se refere à utilidade do estágio, favor assinalar : 
Utilidade do estágio para a empresa foi: 
Muito Significativa ( X ) Parcial ( ) Pouco Expressiva ( ) 
Utilidade do estágio para o aluno estagiário, foi : 
Muito Significativa ( X ) Parcial ( ) Pouco Expressiva ( ) 
Sugestões da Empresa: 
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________ 
 
Data : _____/_____/_____ Carimbo da Empresa 
 
 
 Assinatura do Supervisor

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