AVALIANDO   ADMINISTRATIVO II
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AVALIANDO ADMINISTRATIVO II


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22/05/2018 EPS
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MARIA TAIZA PEREIRA ALVES
201401328521 MOREIRA CAMPOS
 
 DIREITO ADMINISTRATIVO II
 
Avaliando Aprend.: CCJ0011_SM_201401328521 V.1 
Aluno(a): MARIA TAIZA PEREIRA ALVES Matrícula: 201401328521
Desemp.: 0,4 de 0,5 22/05/2018 14:04:49 (Finalizada)
 
1a Questão (Ref.:201401444748) Pontos: 0,0 / 0,1 
(OAB) A respeito do instituto da servidão administrativa, assinale a opção correta.
Somente mediante lei pode ser extinta uma servidão administrativa
 A servidão administrativa dispensa, em sua instituição, autorização legal.
Cabe direito a indenização em qualquer das hipóteses de servidão administrativa.
 As servidões administrativas podem decorrer diretamente da lei, de acordo ou de sentença judicial.
 
2a Questão (Ref.:201402112888) Pontos: 0,1 / 0,1 
Considerando a responsabilidade Civil do Estado e a aplicação da
Responsabilidade objetiva, é correto afirmar:
 As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviço público responderão
pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, independentemente de prova de culpa
no cometimento da lesão
A culpa da vítima, mesmo que exclusiva, não exclui a responsabilidade civil do Estado, porque essa é objetiva
O Estado só responderá por danos causado pelos seus agentes a terceiros, se provado que aqueles agiram
com dolo ou culpa.
O Estado só responderá por danos causados a terceiros se decorrentes de fenômenos da natureza ou
provocados por terceiros, porque a responsabilidade civil é objetiva.
 
3a Questão (Ref.:201401444750) Pontos: 0,1 / 0,1 
(OAB) Quanto às características da intervenção do Estado na propriedade privada, podemos afirmar que:
A servidão administrativa é uma forma de expressão do poder de policia do Estado.
A propriedade é um direito fundamental consagrado na Constituição. Neste sentido, as modalidades de
intervenção do Estado que objetivem restringir este direito são consideradas inconstitucionais, admitindo-se,
apenas, caso haja acordo entre os Estado e o particular.
A função social da propriedade, a supremacia do interesse público e o direito incondicional à propriedade,
fundamentam as diversas formas de intervenção do Estado.
 Além do poder de policia, as modalidades restritivas de intervenção do Estado na propriedade privada são
consideradas impositivas, cabendo ao particular apenas o dever de tolerância.
A servidão administrativa corresponde a um direito de natureza pessoal.
 
4a Questão (Ref.:201401444693) Pontos: 0,1 / 0,1 
(OAB /CESPE)- Acerca da desapropriação, assinale a opção correta.
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 Desapropriação indireta é o fato administrativo por meio do qual o Estado se apropria de bem particular, sem
a observância dos requisitos da declaração e da indenização prévia.
Na desapropriação por interesse social para fins de reforma agrária, serão indenizadas por título da dívida
pública não apenas a terra nua, mas também as benfeitorias úteis e necessárias, sendo que as voluptuosas
não serão indenizadas.
Na desapropriação por zona, devem ser incluídos os imóveis contíguos ao imóvel desapropriado, necessários
ao desenvolvimento da obra a que se destina.
Os bens públicos não podem ser desapropriados.
 
5a Questão (Ref.:201401932854) Pontos: 0,1 / 0,1 
Genivaldo, ingressou em um ônibus de uma concessionária prestadora de serviço de transporte coletivo urbano com a
finalidade de chegar em tempo em seu trabalho. No meio do percurso, o condutor foi obrigado a aplicar frenagem
brusca, pois chovia bastante e fortes ventos causaram a queda de uma mangueira em frente ao veículo. Com a
frenagem, Genivaldo sofreu fratura de fêmur e entorse no tornozelo, sendo necessário o atendimento emergencial em
hospital particular, que estava mais próximo do local do acidente, obrigando a vítima a desembolsar quantia
considerável pelo atendimento. Inconformado com o acidente e com a necessidade de gastar seu dinheiro com
atendimento de saúde, Genivaldo ingressou com ação de reparação de danos contra a concessionária. Com base no
relato anterior assinale a alternativa correta.
 A concessionária responde objetivamente, porém, em sua defesa poderá alegar caso de força maior com base
na Teoria do Risco Administrativo.
O condutor será acionado pela concessionária para recompor os gastos com a indenização, pois, a
comprovação do dolo e da culpa é desnecessária para a responsabilização objetiva do agente.
A concessionária e o condutor responderão subjetivamente, havendo a necessidade de comprovação de dolo
ou culpa de ambos.
A concessionária será responsabilizada de forma objetiva com fundamento na Teoria do Risco Integral.