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AVALIAÇÃO CINÉTICO FUNCIONAL
Exame Físico dos MMSS 
(Ombro)
Anatomia e biomecânica
Movimenta• -se nos três planos
Ossos: úmero, escápula e clavícula•
Quatro articulações: •
- acromioclavicular
- escapulotorácica
- glenoumeral
- esternoclavicular
CINTURA ESCAPULAR
Constituição geral
Porção mais elevada do membro superior.
Composta pela ESCÁPULA (ou omoplata) e CLAVÍCULA, ligados entre si por meio de ligamentos.
FUNÇÕES 
Contribui na transferência de carga para a coluna. 
Auxilia no movimento do ombro. 
CINTURA ESCAPULAR
Movimentos da escápula
Abdução
Protração
Adução
Retração
Elevação Depressão Rotação para 
baixo
Rotação para 
cima
ARTICULAÇÃO ACROMIOCLAVICULAR Une o Acrômio (escápula) à
extremidade externa da Clavícula.
Articulação sinovial com cápsula
reforçada.
Ligamento acromioclavicular.
Articulação plana (deslizamento).
CINTURA ESCAPULAR
Articulação Acromioclavicular
CINTURA ESCAPULAR
Articulação Esterno-clavicular
ARTICULAÇÃO ESTERNOCLAVICULAR Une a parte superior do Esterno 
(manúbrio) à Clavícula. 
É a única conexão articular da cintura 
escapular com o tronco.
Permite grande amplitude de
Movimento do ombro.
Causa de grande instabilidade
da articulação.
CINTURA ESCAPULAR
Articulação Glenoumeral
ARTICULAÇÃO GLENOUMERAL ARTICULAÇÃO GLENOUMERAL
Articulação com maiores amplitudes do corpo
humano com 180º na flexão e adução
Articulação com grande instabilidade derivado do
pouco contato entre as superfícies articulares.
Possui grande reforço muscular.
Articulação Sinovial
Esferóide/bola-cavidade
Triaxial
Movimentos nos 3 planos:
Plano sagital: flexão, extensão e hiperextensão
Plano frontal: abdução e adução
Plano transverso: rotação interna e externa,
abdução e adução horizontal.
Circundação
MÚSCULOS
MANGUITO ROTADOR
• SUPRA-ESPINHOSO
• INFRA-ESPINHOSO
• REDONDO MENOR
• SUBESCAPULAR
Função
Manter a cabeça do úmero contra a cavidade glenóide, reforçar a cápsula articular
e resistir ativamente e deslocamentos indesejáveis da cabeça do úmero em
direção anterior, posterior e superior.
• Histórico “padrão” ordenado (identificação, anamnse, HPMA, exames
complementares).
• Qual é a idade do paciente?
• O paciente sustenta o membro superior em uma posição protegida?
• Se houve uma lesão, qual foi o seu mecanismo?
• Movimentos que causam dor? Qual o comportamento da dor?
• Há quaisquer atividades que causem ou aumentem a dor?
HISTÓRIA CLÍNICA 
• O que o paciente é capaz de fazer funcionalmente?
• Há quanto tempo o problema vem perturbando o paciente?
• Há qualquer indicação de espasmo muscular, deformidade, atrofia, parestesia?
• O paciente se queixa de uma sensação de fraqueza e peso no membro depois da
atividade?
• Há qualquer indicação de lesão nervosa?
• Qual das mãos é dominante?
HISTÓRIA CLÍNICA 
• Avaliação geral para determinar que procedimentos específicos de avaliação
estão indicados.
• Exame das outras articulações adjacentes, acrescentando uma avaliação
postural global.
• Observação Geral: evidência de dano tecidual, edema, temperatura,
hipersensibilidade, estalido ou crepitação.
OBSERVAÇÃO E TRIAGEM 
A. clavícula; B. articulação esternoclavicular; C. músculo esternocleidomastóideo; D. articulação
acromioclavicular; E. acrômio; F. processo coracóide; G. músculo peitoral maior; H. músculo deltóide; I.
tuberosidade deltóidea; J. músculo bíceps braquial; K. fossa supraclavicular.
Reider, O Exame Físico em Ortopedia – Guanabara Koogan -2001 
INSPEÇÃO – VISTA ANTERIOR
A. acrômio; B. m. deltóide; C. tuberosidade deltóidea; D. músculo bíceps braquial; E. músculo tríceps
braquial
INSPEÇÃO – VISTA LATERAL
A. espinha da escápula; B. borda medial da escápula; C. músculo supraespinhoso; D. músculo
infraespinhoso; E. músculo redondo menor; F. músculo trapézio; G. borda lateral da escápula; H.
músculos rombóides; I. músculo elevador da escápula; J. porção posterior do úsculo deltoide; K.
músculo grande dorsal; L. músculo tríceps braquial; M. área mole.
INSPEÇÃO – VISTA POSTERIOR
AVALIAÇÃO POSTURAL
Anatomia de superfície (Anterior)
Clavícula •
Art. esternoclavicular •
Processo acromial•
Art. acromioclavicular •
Deltóide •
Processo coracóide •
Peitoral maior •
Trapézio •
Bíceps •
PALPAÇÃO
Anatomia de Superfície (Posterior) 
• Espinha escapular 
• Processo acromio 
• Supraespinhoso 
• Infraespinhoso 
• Deltóide 
• Trapézio 
• “Latissumus dorsi” 
• Escapula 
• Ângulo inferior 
• Borda medial 
PALPAÇÃO
SÍNDROMES DE DISFUNÇÃO DE MOVIMENTOS 
DA CINTURA ESCAPULAR
FRATURAS
FRATURAS
LUXAÇÃO ACROMIOCLAVICULAR
REPARAÇÃO ARTIFICIAL GRAUS DE LUXAÇÃO
LUXAÇÃO GLENOUMERAL
Mecanismo lesional
Anterior: abdução e rotação externa
Posterior: adução e rotação interna
Verificar a luxação recidivante do ombro
Sentado ou em pé, ombro ABD em 90º,cotovelo fletido em posição neutra
Fisio segura no antebraço e na região posterior ombro
Realizar uma ABD horizontal do ombro com rot. externa empurrando o ombro para
anterior
Sinal +: se o braço estiver preste a deslocar o paciente apresentará expressão
apreensiva
TESTE DE APREENSÃO PARA DESLOCAMENTO 
DO OMBRO
TESTES PARA INSTABILIDADE ANTERIOR E POSTERIOR DO OMBRO 
Sentado.
Fixa a espinha da escápula.
Desvio anterior e posterior do úmero.
TESTE DE CARGA E DESVIO
SÍNDROME DO IMPACTO
• Patologia inflamatória e degenerativa.
• Impactação no espaço umerocoracoacromial
- Tendão supraespinhal
- Tendão da cabeça longa do bíceps
- Bursa subacromial
- Articulação acromioclavicular
Determina a síndrome do impacto.
Paciente sentado ou em pé, com escápula estabilizada.
Elevação passiva do membro superior em rotação interna.
Sinal +: Dor no ombro ou no braço
Teste de levantamento brusco do braco̧
TESTE DE NEER
Determinar a síndrome do arco doloroso.
Braço ao longo do corpo.
Pede para realizar abdução ativa.
Sinal +: O paciente sente dor quando estiver numa determinada amplitude (40º a 110º).
– “Com a diminuição do espaço comprime as estruturas da bursa subacromial e o
tendão do supra espinhoso.”
TESTE DE ABDUÇÃO ATIVA
TESTE DE HAWKINS
Paciente com o braço a 90º de flexão do
ombro mais a rotação interna, o
examinador impõe força para a rotação
interna contra a resistência do paciente, a
resposta (+) é decorrente da presença de
dor ou desconforto devido ao atrito das
estruturas subacromiais contra o arco
coracoacromial.
TENDINOPATIA
Gama de manifestações dolorosas decorrentes da solicitação excessiva do tendão.
Possíveis causas:
- Impactação mecânica compressão do manguito pelas estruturas anatômicas vizinhas.
- Lesão da face anterior dos músculos do manguito.
- Soliticação abusiva do músculo durante o movimento. 
Afecções mais comuns do manguito rotador.•
• Inflamação no tendão ou na inserção do supraespinhoso com depósitos de sais de cálcio 
associados.
• A calcificação ocorre por alterações bioquímicas musculares.
Origem Indefinida.•
TENDINITE CALCÁRIA
TESTE DE JOBE OU DA LATA VAZIA
Paciente em pé com o braço ao longo do
corpo, o examinador segura na região
distal dos antebraços no sentido de baixar
os braços do paciente contra resistência,
o resultado (+) se relaciona a força do
supraespinhoso, ou seja, diminuição de
força (ruptura), dor (inflamação).
TESTE DE GERBER
Paciente com a palma da mão colocada
nas costas de encontro a mão do
examinador, solicita ao paciente a
empurrar a mão do examinador, o
resultado (+) se relaciona a força do
subescapular, ou seja, diminuição de
força (ruptura), dor (inflamação).TESTE DE PATTE (TROMPETISTA)
Paciente com o ombro abduzido a 90º
com cotovelo fletido, solicita ao paciente
que realize a rotação externa, o resultado
(+) se relaciona a força do infraespinhoso,
ou seja, diminuição de força (ruptura), dor
(inflamação).
TESTE DE SPEED
Paciente sentado com o ombro flexionado
com o cotovelo em extensão e antebraço
supinado, o examinador posiciona a sua
mão na goteira bicipital e impõe uma
resistência para a flexão de ombro, o
resultado (+) é decorrente a presença de
dor na região do ombro devido a tendinite
bicipital.
Paciente em pé com ombro aduzido e
fletido a 90º, e o examinador puxa o
cotovelo para baixo e realiza uma rotação
externa, sendo (+) se o mesmo referir dor
ao ressalto do tendão do bíceps ao se
testar a estabilidade da porção longa do
bíceps braquial.
TESTE DE YERGSON
TESTE DE APLEY
Avalia a tendinite do manguito rotador
através do estiramento do manguito e da
bolsa subacromial, obtida pela rotação
externa e abdução do ombro. Pede-se
para o paciente alcançar, por trás da
cabeça, o ângulo médio superior da
escápula contralateral.
CAPSULITE ADESIVA
Doença que causa inflamação na cápsula
articular do ombro e gera dor seguida de
limitação dos movimentos do ombro.
Fases: inflamatória, rigidez ou congelamento e
descongelamento.
MANGUITO ROTADOR
Objetivo:
Detectar a ruptura da bainha rotatória ou manguito rotatório (principalmente do supraespinhoso).
Posição do paciente:
Em pé ou sentado com o braço ao longo do corpo.
Posição do Fisioterapeuta:
Assistindo o paciente com o comando verbal.
Realizar uma abdução do braço a 90º;
Retornar a posição inicial vagarosamente.
Sinal + → o paciente não controla a descida do braço, ou seja, não realiza a contração
excêntrica do supra espinhoso
TESTE DA QUEDA DO BRAÇO (CODMAN)
TESTE DE TRAVAMENTO (CHAVE DE 
BRAÇO)
Teste de Travamento (chave do braço): Paciente em decúbito dorsal com ombro e cotovelo fletido
e o fisioterapeuta coloca a sua mão direita abaixo da escápula e a outra sobre o cotovelo para
realizar o movimento de abdução máxima. Sinal +: presença de dor ou limitação da amplitude de
movimento devido a compressão das inserções do manguito rotador no espaço subacromial.
DISFUNÇÕES POR ENCURTAMENTO 
MUSCULAR
• Peitoral Menor pode interferir na rotação superior ocasionando 
inclinação anterior da escápula
Síndrome do impacto
Síndrome do desfilateiro torácico
Quadro clínico devido à compressão do plexo
braquial, artéria e veia subclávia na região
designada desfiladeiro torácico.
Dois espaços:
Escalenos e primeira costela
Espaço costoclavicular
SÍNDROME DO DESFILADEIRO TORÁCICO
Manobra de Éden (Teste costoclavicular)
Alongar o MS, abaixar a cintura escapular (retropulsão +
abaixamento clavícula + apnéia inspiratória
Sinal +: diminuição do pulso radial ou desaparecimento do
pulso.
SÍNDROME DO DESFILADEIRO TORÁCICO
Pesquisa o pulso radial (antes de todas as manobras)
Teste de Adson (teste do escaleno anterior)
Pac. sentado, rosto voltado p/ o lado comprometido, 
inspiração forçada. 
Sinal +: pulso radial diminui ou desaparece.
Teste de Wright (teste p/ peitoral menor)
Cabeca̧ voltada p/ o lado oposto ao comprometido
com abdução do ombro e rotação externa.
Sinal +: desaparecimento do pulso radial.
SÍNDROME DO DESFILADEIRO TORÁCICO
Teste de Allen (sinal de Roos): paciente em pé, com os braços
abduzidos a 90º e com o cotovelo fletido a 90º. O terapeuta instrui
o paciente para realizar rapidamente o movimento de abrir e
fechar os dedos, por no mínimo por 30 segundos.
Sinal +: paciente começa o movimento, mas não consegue
permanecer por muito tempo. O terapeuta irá observar a queda do
membro ou a inabilidade do paciente para continuar executando a
ação. Esse teste demonstra que o feixe neurovascular está sendo
comprimido no defiladeiro torácico.
SÍNDROME DO DESFILADEIRO TORÁCICO

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