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1.0 Introdução As novelas têm um papel bastante interessante em relação a sociedade isso porque elas estão presentes do dia a dia de praticamente todos os brasileiros. Mesmo quem não gosta de novelas sempre acaba assistindo um capítulo ou outro. Geralmente as histórias apresentam o cotidiano de diversos personagens que muitas das vezes acabam sendo bastante parecidos com a vida do povo brasileiro em geral. No Brasil, ao contrário do que se pensa, os homens também são um público fiel das novelas. A mulheres predominam na frente das tv’s e este acabou virando um dos passatempos preferidos de entretenimento para o público brasileiro, tanto homens quanto mulheres. Hoje as novelas têm um público fiel e que geralmente se encantam com as histórias exibidas todos os dias. Desta maneira quando o telespectador se identifica com algum personagem acaba tentando adotar os estilos bastante parecidos com a sua vida, sem se dar conta que tudo não passa de uma ficção interpretada por um ator. Além do Brasil, outros países tem um público fiel que sempre acaba conquistando uma afinidade com uma determinada novela se tornando uma ótima opção de lazer para o público. Com aumento das audiências as emissoras acabam investindo cada vez mais na produção de novelas como acontece com a Globo, SBT e Rede Record. Desta maneira é possível melhorar o retorno financeiro através dos anunciantes investindo cada vez mais em tramas inéditas para entreter o público. Embora as novelas sejam muitos criticados no Brasil elas ainda são uma excelente opção de entretenimento para o telespectador. Uma outra realidade sobre as atuais novelas no Brasil e na sociedade como um todo é que nos últimos anos o público vem diminuindo isso porque, além de novelas, hoje em dia o telespectador ainda tem acesso a outros tipos de mídias como a internet e canais pagos de televisão. Mesmo assim as novelas ainda continuam com um público bastante fiel e que está querendo constantemente ficar atualizado sobre as novas tramas e o que está para vir nas telinhas. 2.0 Psicologia social A autora do livro; O que é psicologia social, Silvia T. Maurer Lane, define que psicologia é a ciência que estuda o comportamento, principalmente, do ser humano, se preocupando com o comportamento que individualiza as pessoas, como também os comportamentos decorrentes de aprendizado determinado pela sociedade, sendo que o comportamento é toda ação reflexa, os comportamentos conscientes e inconscientes, deste modo, a psicologia social estuda as relações fundamentais entre o homem e a sociedade, se preocupando em conhecer como indivíduo se torna agente da história. A autora considera que todos os seres humanos caracterizam por conviver em grupos, pois são necessários para a sua sobrevivência, e cada indivíduo pertence a um contexto histórico e em cada grupo social há normas que determinam as relações sociais. A identidade social é um conjunto de papeis que desempenham visando a manutenção das relações sociais no nível ideológico e da ação, permitindo que as relações de dominação se estabeleçam através da exploração da força de trabalho, e somente quando o indivíduo tiver consciência de si e questionar a sua condição, é que ele poderá alterar a sua identidade social, pois a condição individual do homem só existe quando ele obtiver a consciência social. ( MAURER, Silvia T. Lane, O que é psicologia social). 3.0 Novela A teoria da novela é um dos temas dos estudos literários mais negligenciados até hoje. Num breve e despretensioso apanhado da bibliografia sobre o assunto, pudemos perceber a incapacidade de os autores encontrarem termos comuns para definir tal gênero textual, o que gera a questão: se a pureza dos gêneros literários não é mais exigida, por que os autores seguem nomeando seus textos ainda? Mesmo assim, evidencia-se certo preconceito quanto à qualidade desse gênero, uma vez que os autores destacam sua suposta superficialidade em relação ao conto e ao romance, opinião expressa pelo crítico brasileiro que mais atenção deu ao gênero, Massaud Moysés.[1: Massaud Moysés (São Paulo, 9 de abril de 1928 - São Paulo, 11 de abril de 2018) foi um professor brasileiro, titular da Universidade de São Paulo (USP), de 1973 a 1995, ano em que se aposentou.] Quem se aventurar em pesquisas sobre as características do gênero novela certamente irá notar o quão pouco o assunto é abordado pelos teóricos da literatura, se comparado com os inúmeros estudos, muitos já clássicos, sobre romance ou o conto. Na maior parte dos casos, as diferenças são estabelecidas entre romance e conto; geralmente quando aludem à novela, referem-se às novelas de cavalaria os principais manuais de teoria literária estendem-se longamente ao tratar do romance e do conto; se da novela falam, resumem-se a breves comentários de cunho geral. Nessa perspectiva, a novela seria tida então como um gênero menor. Podemos pensar também que o motivo desse aparente menosprezo talvez se deva justamente pela complexidade do problema, que começa, aliás, já na etimologia da palavra “novela”. Na contracorrente dos estudos literários sobre gêneros, encontramos um estudo do crítico Massaud Moisés, cuja abordagem da novela é feita de forma bastante sistemática, abrangendo aspectos históricos, conceituais, estruturais, que na maioria das vezes aparecem misturados a avaliações de natureza subjetiva, julgamentos que focalizam a beleza do texto, a originalidade, a complexidade da visão de mundo instaurada pelo gênero novela. Moisés oscila, assim, em sua análise entre dois pontos de vista: de um lado, busca os elementos constitutivos desse gênero; de outro, tece críticas severas quanto à sua excelência artística se o compararmos com o romance ou o conto. Como será visto mais adiante, a impressão do leitor é de que este crítico, não parece disposto a acreditar na dignidade literária desse gênero, associando-o sempre que pode ao baixo nível cultural do público a que ele se destinaria. Mesmo assim, a análise que esse autor faz do gênero novela é a mais cuidadosa já realizada por um autor brasileiro, o que o torna de suma importância para a elaboração de nosso estudo. 3.1 Terminologia Ao definir novela, Moisés inicia uma discussão sobre a etimologia da palavra que pareceria ocioso retomar aqui, não fosse por uma observação importante: em outras línguas, a palavra usada como sinônimo de novela pode gerar uma confusão considerável. Etimologicamente a palavra nasce no latim novellus, a, um, adjetivo diminutivo do substantivo novus, a, um, o qual significa novo, jovem; o adjetivo novellus passou a significar muitas coisas, desde chiste e gracejo até os sentidos de enredo e narrativa enovelada . Na língua portuguesa, a palavra novela derivou do italiano novella, significando relato, comunicação, notícia, novidade. A nosso ver, a análise da estrutura novelesca feita por Moisés abarca tanto a questão da novidade quanto a presença do enovelamento do enredo como peças fundamentais da constituição desse gênero. Ao que parece, em outras línguas, a origem latina é preservada. Se nos mantivéssemos apenas na língua portuguesa, não haveria aparentemente nenhuma confusão entre as três formas mais conhecidas de textos narrativos – romance, novela e conto; todavia, quando acompanhamos o percurso histórico-etimológico da palavra novela em outras línguas, essa divisão tripartite já não é tão pacífica. É o caso do inglês. Nessa língua, segundo Moisés, o termo short-story, na maior parte das vezes, é usado como sinônimo de conto, mas também pode ser aplicado no sentido de novela. Gotlib , entretanto, aponta a existência de um termo específico para denominar a novela: long short story, sugerindo assim uma distinção mais efetiva entre o conto e a novela nos países anglófonos. [2: long short story: uma história curta de duração maior que a média: uma narrativa em prosa intermediária entre um conto e um romance curto.][3: Anglófonos: é o conjunto de identidades culturais existentes em países falantes dalíngua inglesa, como África do Sul (falado por uma pequena minoria como língua materna), Austrália, Canadá (exceto Quebeque), Estados Unidos da América, Grã-Bretanha, Irlanda, Nova Zelândia e Jamaica e por diversas pessoas e comunidades em todo o mundo.] 3.2 A novela e seu papel social A telenovela há mais de 40 anos foi consolidando uma intimidade com o brasileiro que talvez em outro país não tenha tanta, pois todos nós, nos assuntos do dia-a-dia, mesmo não assistindo somos capazes de dialogar sobre temas novelescos mesmo sem assistir um capítulo. Por isso muitos estudiosos afirmam que as novelas já fazem parte da nossa identidade cultural. [4: Telenovela: substantivo feminino tv novela escrita diretamente ou adaptada (de obra literária, peça teatral etc.) para a televisão e ger. apresentada sob a forma de capítulos diários.][5: Identidade cultural é o sentimento de identidade de um grupo, cultura ou indivíduo, na medida em que este é influenciado pela cultura do grupo a que pertença.] Por ter ganhado este posto de importância a telenovela adquiriu uma função social de formar e informar às pessoas sobre os mais diversos assuntos que permeiam a realidade da sociedade brasileira, de forma que, o conceito mershandising social ganhou espaço nos meios acadêmicos e agora também nas redes sociais, como tema de discussão sobre o real objetivo de sua aplicação. Se seria para fins benéficos à sociedade ou uma forma de atrair mais espectadores para elevar o índice de audiência, com o interesse especificamente mercadológico, sendo uma estratégia para atrair patrocinadores. [6: Merchandising social a inserção – intencional, sistemática e com propósitos educativos bem definidos - de questões sociais e mensagens educativas nas tramas e enredos das telenovelas, minisséries e outros programas de TV. ] Além disso, temos a hipótese de agendamento ou agenda-setting : sua base está fundamentada na ideia de que os vários meios de comunicação determinam a agenda para a opinião pública definir relações de maior ou menor importância sobre determinados assuntos pautados pela mídia. Dessa forma, essa hipótese comprova que as telenovelas possuem relevância quando se trata de interferir na sociedade de modo que ela reflita sobre aquilo que possa beneficiar as pessoas de alguma maneira. Por isso, os temas sociais ao serem abordados, acabam descortinando um véu de preconceito e ignorância, deixando à mostra a compreensão das informações que são transmitidas com o intuito de informar e formar sobre determinado assunto. [7: A Hipótese do Agendamento ou Agenda-setting theory, no original, em inglês, foi formulada por Maxwell McCombs e Donald Shaw na década de 1970. ... E se preocupa com a agenda dos meios de notícia e a agenda da sociedade, e como são colocadas as notícias em termos de idéias e opiniões que tentam persuadir o público.] Desse modo, podemos dizer que a telenovela ao longo dos anos ocupa espaço na casa de várias famílias brasileiras, que, mergulhando nas histórias de amor, nos romances, nas injustiças sofridas pelos personagens, acabaram se identificando com a ficção. Além disso, os hábitos e modismos exibidos pelos personagens vividos nas tramas, são copiados e incorporados pelo povo, ou seja, a novela se tornou uma vitrine de consumo dos mais variados produtos como roupas, utensílios, casas, carros, estilos de vida etc. Embora a influência do mercado capitalista para o consumo nas telenovelas não seja visto com bons olhos por alguns, existe o outro lado da moeda em que a novela se tornou um painel de temas sociais. Dessa forma, percebe-se que a telenovela adquiriu grande importância para a indústria televisiva brasileira, visto que pessoas de todos os segmentos sociais, pobres, ricos, homens, mulheres, jovens, crianças, com maior, menor ou sem escolaridade, residentes nas mais diferentes regiões do país discutem a temática social pautada pela telenovela. Sem contar que até mesmo outros meios de comunicação como o rádio, jornais e revistas abrem espaço para abordar e discutir tal temática. Fonte: http://novelasetemassociais.blogspot.com.br/ Atualmente, como exemplo notório de agenda setting, a revista Veja (edição 2243) de 16 de novembro de 2011, estampou em sua capa a foto da personagem protagonista, da mais nova novela da Rede Globo. A matéria chama atenção por falar que a personagem representa a ascensão da nova classe média brasileira, a chamada classe “C”, e que está, segundo a revista, ansiava por ser representada na televisão. A personagem denota características como honestidade e firmeza na educação dos filhos, conquistando a admiração de muitos telespectadores. Fonte:http://novelasetemassociais.blogspot.com.br/2011/11/novela-e-o-seu-papel-social.html 3.3 A homossexualidade na novela O tema homossexualidade é assunto social e de agendamento recorrente das telenovelas brasileiras e por isso falarei especificamente de algumas recentes, exibidas entre 2010 e 2011 na Rede Globo de Televisão, que intensificaram suas produções em torno deste tema: a remontagem de Ti-ti-ti, de Cassiano Gabus Mendes e reescrita por Maria Adelaide Amaral, Morde & Assopra de Walcyr Carrasco e Insensato Coração de Gilberto Braga. A primeira novela, que foi exibida no horário das 19 horas, tratou do assunto com muita seriedade, o que não é normal no que se refere a novelas das sete. Contou a história de um homossexual que perdeu o namorado em um acidente de carro, mas depois acaba alimentando um amor platônico pelo melhor amigo heterossexual. Desiludido com o amor não correspondido é surpreendido por um outro personagem que declara abertamente estar apaixonado por ele. Este personagem foi inserido na metade da novela, e, até então, nem o público e nem personagens sabiam qual era sua orientação sexual, que foi sendo revelada de forma sutil e gradual. Na sua primeira versão, que foi exibida no mesmo horário, no ano de 1985-6, a trama ficava centrada nos protagonistas Ariclenes Almeida (Victor Valentim) interpretado pelo ator Luiz Gustavo e André Spina (Jacques Leclair) interpretado por Reginaldo Faria. A história do personagem Julinho (André Arteche), contada na segunda versão, não existiu na primeira novela escrita por Cassiano Gabus Mendes. Isso demonstra como as telenovelas aumentaram os seus enredos, com histórias mais complexas, com maiores problematizações, personagens secundários com maior relevância em que várias temáticas são destacadas. A segunda novela citada Morde & Assopra destacou o assunto de forma descontraída e cômica. O ator André Gonçalves encarnou o personagem Áureo, que era apaixonado pelo caipira Josué (Joaquim Lopes), que, no último capítulo, abandona a noiva no altar da igreja para ficar com o rapaz. A novela terminou com o Áureo travestido de Drag Queen apresentando um show para o elenco da novela e para o autor, que logo depois sobe no palco. De maneira leve e divertida, a novela levou informação ao público sobre esse tema, pois as pessoas passaram a conhecer um pouco mais o universo dos gays.[8: Drag Quenn: locução substantivo:homem que se veste com roupas extravagantes de mulher e imita voz e trejeitos tipificadamente femininos, ger. apresentando-se como artista em shows etc.] É importante lembrar que o ator André Gonçalves em 1995 interpretou o personagem Sandrinho na novela A Próxima Vítima. Na trama, o personagem revela ser gay e apaixonado pelo amigo. Foi a primeira vez que a homossexualidade foi apresentada ao público de forma direta, revelando a aceitação de um jovem da sua condição em ser gay. Na época, a história teve tanta repercussão que o ator foi agredido fisicamente em um shopping, por um grupo de telespectadores que não admitiam a situação que ele vivia na ficção. Isso denota que nem sempre a repercussão sobre um tema ocorre de forma positiva. Por outro lado, foi o primeiro casal gay com boa aceitação do público, terminando juntos no final da novela. Sabe-se que a homossexualidade nas décadas anteriores a 1990 era assunto tabu, mas, quando era falado,percebia-se uma carga preconceituosa, uma vez que os personagens apresentados nas novelas e programas de TV eram caracterizados com estereótipos, caricaturas e trejeitos depreciativos, contribuindo ainda mais para afirmar o preconceito com o homossexual, visto de forma generalizada como alguém possuidor de uma doença. O que pode explicar o preconceito em torno dessa temática é o conservadorismo da nossa sociedade, herdeira de uma tradição lusitana, pautada na moral e nos bons costumes da família, apregoada pela igreja católica apostólica romana e pelo Estado. Os meios de comunicação, no que se refere ao produto telenovela, contribuem para desmistificar o preconceito contra o homossexual, uma vez que o tema é tratado de forma ampla, com mais naturalidade e o enredo das personagens é desenvolvido detalhadamente, diferente dos personagens gays das novelas da década de 80 e 90 do século passado. A novela Insensato Coração, exibida no horário das 21 horas, do autor Gilberto Braga, é o maior exemplo da atualidade em se tratando desta temática. A trama abordou vários assuntos referentes ao tema, como também de vários personagens gays com características e estereótipos diferentes. No total foram sete, a saber: Roni (Leonardo Miggiorin), Eduardo (Rodrigo Andrade), Nelson (Edson Fieschi), Hugo (Marcos Damigo), Xicão (Wendel Bendelack), Gilvan (Miguel Roncato) que surgiu já no final da novela e Araci (Cristiana Oliveira), a única lésbica. Todos estes personagens contribuíram para que o autor pudesse abordar temas como a prática de violência das pessoas que tem homofobia, a intolerância de famílias que expulsam os filhos de casa quando assumem sua condição sexual e a união civil entre homossexuais. A temática ficou tão em voga que outros assuntos relativos também foram agendados na nossa sociedade, como o respeito à diversidade sexual e a adoção de crianças por casais gays. Até mesmo na Internet, atualmente um termômetro de pesquisa para saber quais temas são mais falados nas redes sociais, a homossexualidade se tornou assunto corriqueiro.[9: Homofobia: substantivo feminino rejeição ou aversão a homossexual e à homossexualidade] Essa novela foi ao ar durante os oito primeiros meses de 2011. No mês de maio estava tramitando no Supremo Tribunal Federal um projeto de lei, no qual foi aprovada a união civil entre homossexuais, que passaram a ter o mesmo direito dos heterossexuais com relação aos bens patrimoniais do seu parceiro. Essa é uma prova de que assuntos transmitidos pela mídia, com o tempo ganham relevância e acabam refletindo positivamente em ações que possam mudar a sociedade. Conclusão: A disciplina Psicologia Social aborda as relações entre os membros de um grupo social, portanto se encontra na fronteira entre a psicologia e a sociologia. Ela busca compreender como o homem se comporta nas suas interações sociais, portanto é fato que a novela se tornou um painel de temas sociais que consegui interferir na sociedade de modo que ela reflita sobre diversos temas abordados no dia-a-dia. E a discriminação contra homossexuais continuam sendo forças poderosas na sociedade contemporânea, os casais de homossexuais não possuem os mesmos direitos e proteções disponíveis para os heterossexuais. Exemplos de discriminação incluem os homossexuais barrados na carreira militar e a exclusão de adolescentes Homossexuais. Na pior das hipóteses, a antipatia contra os homossexuais resulta em ataques diretos e crimes por ódio Percebe-se que nem sempre determinados assuntos refletem positivamente na sociedade, visto como exemplos, no ano de 2011 foram divulgados na imprensa dois episódios de práticas homofóbicas ocorridas no Estado de São Paulo. O primeiro caso ocorreu em 19 de julho de 2011, quando pai e filho foram agredidos na cidade de São João da Boa Vista. Os dois foram confundidos por um grupo de rapazes que acharam que fossem um casal homossexual, pelo simples fato de estarem andando abraçados. O segundo caso ocorreu uma semana depois que a novela terminou (19/08/2011), na Avenida Paulista, em São Paulo, dois amigos foram atacados por um grupo de sete rapazes que acharam que eles eram homossexuais. Outro detalhe bastante presente nas novelas é que geralmente todas abordam temas sociais. Constantemente são abordados em novelas temas como sexualidade, racismo, violência contra mulheres, alcoolismo, dependência química entre outros diversos temas bastante comuns na sociedade e que é um grande problema para a população. Portanto, com o passar do tempo, podemos ver que as novelas ainda continuam tendo bastante poder em relação a sociedade como um todo tanto no público adulto, quanto no jovem e até nas crianças já que o SBT é uma das emissoras que tem apostado bastante na produção de novelas infantis e que tem dado muito certo. Não há como negar a influência que as novelas exercem na vida dos brasileiros sejam na forma de pensar, de abordar assunto e até mesmo na nossa maneira de vestir. A novela tem sua participação social ativa na sociedade, pois alimenta diariamente os telespectadores com abordagens contemporâneas e se assemelham ao convívio particular de cada indivíduo. Bibliografia: www.revistas.univerciencia.org/index.php/comeduc/article/.../3934 Narrativa Ficcional de Televisão: Encontro com os Temas Sociais.www.revcom.portcom.intercom.org.br/index.php/Comedu/article/.../3933 www.seer.ufms.br/index.php/AlbRHis/article/download/3940/3144 http://novelasetemassociais.blogspot.com.br/2011/11/novela-e-o-seu-papel-social.html http://novelasetemassociais.blogspot.com.br/ www.jornal.usp.br https://www.infoescola.com/psicologia/psicologia-social/ http://juventude.gov.br/adrianecastro/blog/a-influencia-das-novelas-na-sociedade-brasileira#content