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AVALIANDO O APRENDIZADO DIR PROC PENAL III 4

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Questões resolvidas

Em blitz de rotina realizada em uma rodovia, policiais federais pararam um motorista que dirigia acima da velocidade permitida. Os documentos apresentados pelo motorista tinham indícios de falsidade. Ao fazerem uma busca no veículo, os policiais encontraram escondida, embaixo do banco, uma mala contendo dez quilos de cocaína. Os policiais levaram o motorista até o posto rodoviário e, em conversa informal, obtiveram uma confissão do motorista, que também informou quem era o dono da droga. A conversa foi gravada sem o conhecimento do motorista, que não havia sido informado de seu direito de permanecer calado. Logo após, os policiais conduziram o motorista à delegacia de polícia mais próxima, para lavratura do auto de prisão em flagrante. Interrogado pela autoridade policial, o motorista não confirmou seu depoimento, passando a negar que soubesse que estava conduzindo a droga, pois o carro era emprestado.
Com base nesse caso, é CORRETO afirmar que a gravação da confissão do motorista é
prova ilícita, pois ele não foi informado do seu direito de permanecer calado;
prova lícita, pois ele não pode invocar seu direito de privacidade, já que estava cometendo um crime;
prova lícita e válida para condená-lo, mas não é válida para condenar a pessoa que ele delatou;
prova lícita, pois o interesse público na apuração da verdade real se sobrepõe ao exercício do direito de defesa no caso.
prova ilícita, em função de não ter sido colhida pelo Ministério Público;

Qual o prazo máximo para o juiz marcar audiência de instrução e julgamento no procedimento comum ordinário:
45 dias
60 dias
15 dias
90 dias
30 dias

José foi absolvido em 1ª instância após ser denunciado pela prática de um crime de extorsão em face de Marina. O Ministério Público interpôs recurso de apelação, sendo a sentença de primeiro grau reformada pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina para condenar o réu à pena de 05 anos, sendo certo que o acórdão transitou em julgado. Sete anos depois da condenação, já tendo cumprido integralmente a pena, José vem a falecer. Posteriormente, Caio, filho de José, encontrou um vídeo no qual foi gravada uma conversa de José e Marina, onde esta admite que mentiu ao dizer que foi vítima do crime pelo qual José foi condenado, mas que a atitude foi tomada por ciúmes. Caio, então, procura o advogado da família.
Diante da situação narrada, é correto afirmar que Caio, através de seu advogado,
não poderá apresentar revisão criminal, pois o acusado, que é quem teria legitimidade, já é falecido.
poderá apresentar revisão criminal, sendo competente para julgamento o Superior Tribunal de Justiça.
poderá apresentar revisão criminal, sendo competente para julgamento o Tribunal de Justiça de Santa Catarina.
não poderá apresentar revisão criminal, pois a pena de José já havia sido extinta pelo cumprimento.
não poderá apresentar revisão criminal, pois o prazo prescricional dessa ação é de 5 (cinco) anos.

O tribunal do júri condenou à pena de sete anos de reclusão em regime fechado réu acusado da prática de homicídio simples. Em apelação, o tribunal de justiça negou provimento ao recurso apresentado pela defesa. A condenação transitou em julgado. Ainda inconformado, o condenado pediu o ajuizamento de revisão criminal em seu favor, requerendo sua absolvição, sob o argumento de que a sentença condenatória contrariou a evidência dos autos.
Com base na lei processual penal e na jurisprudência dominante dos tribunais superiores, assinale a opção correta acerca da situação hipotética apresentada e de aspectos a ela relacionados.
Em respeito ao princípio constitucional da soberania dos veredictos, decisão na referida revisão criminal não poderá absolver o condenado: a absolvição contrariaria a decisão dos jurados.
Se o acórdão da revisão criminal reconhecer que a sentença condenatória foi contrária à evidência dos autos, deverá ser realizado novo julgamento do condenado pelo tribunal do júri.
Nos processos oriundos do tribunal do júri, não é admitida revisão criminal com fundamento na contrariedade da sentença à evidência dos autos, uma vez que os jurados decidem conforme suas consciências.
O acórdão na referida revisão criminal poderá alterar a decisão dos jurados e determinar a absolvição do condenado caso a sentença condenatória tenha sido, de fato, contrária à evidência dos autos.
Eventual decisão favorável na referida revisão criminal poderá apenas reduzir a pena aplicada e alterar o regime inicial de seu cumprimento, que são aspectos definidos pelo juiz na sentença.

Joaquim foi denunciado pela prática de estelionato.
Diante disso, se
A denúncia for recebida, caberá apelação no prazo de 5 dias.
Joaquim for absolvido sumariamente, em razão de o fato narrado evidentemente não constituir crime, caberá apelação.
A denúncia for rejeitada por ser manifestamente inepta, caberá apelação no prazo de 5 dias.
A denúncia for rejeitada por falta de justa causa para o exercício da ação penal, caberá apelação.
A denúncia for recebida, caberá recurso em sentido estrito.

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Questões resolvidas

Em blitz de rotina realizada em uma rodovia, policiais federais pararam um motorista que dirigia acima da velocidade permitida. Os documentos apresentados pelo motorista tinham indícios de falsidade. Ao fazerem uma busca no veículo, os policiais encontraram escondida, embaixo do banco, uma mala contendo dez quilos de cocaína. Os policiais levaram o motorista até o posto rodoviário e, em conversa informal, obtiveram uma confissão do motorista, que também informou quem era o dono da droga. A conversa foi gravada sem o conhecimento do motorista, que não havia sido informado de seu direito de permanecer calado. Logo após, os policiais conduziram o motorista à delegacia de polícia mais próxima, para lavratura do auto de prisão em flagrante. Interrogado pela autoridade policial, o motorista não confirmou seu depoimento, passando a negar que soubesse que estava conduzindo a droga, pois o carro era emprestado.
Com base nesse caso, é CORRETO afirmar que a gravação da confissão do motorista é
prova ilícita, pois ele não foi informado do seu direito de permanecer calado;
prova lícita, pois ele não pode invocar seu direito de privacidade, já que estava cometendo um crime;
prova lícita e válida para condená-lo, mas não é válida para condenar a pessoa que ele delatou;
prova lícita, pois o interesse público na apuração da verdade real se sobrepõe ao exercício do direito de defesa no caso.
prova ilícita, em função de não ter sido colhida pelo Ministério Público;

Qual o prazo máximo para o juiz marcar audiência de instrução e julgamento no procedimento comum ordinário:
45 dias
60 dias
15 dias
90 dias
30 dias

José foi absolvido em 1ª instância após ser denunciado pela prática de um crime de extorsão em face de Marina. O Ministério Público interpôs recurso de apelação, sendo a sentença de primeiro grau reformada pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina para condenar o réu à pena de 05 anos, sendo certo que o acórdão transitou em julgado. Sete anos depois da condenação, já tendo cumprido integralmente a pena, José vem a falecer. Posteriormente, Caio, filho de José, encontrou um vídeo no qual foi gravada uma conversa de José e Marina, onde esta admite que mentiu ao dizer que foi vítima do crime pelo qual José foi condenado, mas que a atitude foi tomada por ciúmes. Caio, então, procura o advogado da família.
Diante da situação narrada, é correto afirmar que Caio, através de seu advogado,
não poderá apresentar revisão criminal, pois o acusado, que é quem teria legitimidade, já é falecido.
poderá apresentar revisão criminal, sendo competente para julgamento o Superior Tribunal de Justiça.
poderá apresentar revisão criminal, sendo competente para julgamento o Tribunal de Justiça de Santa Catarina.
não poderá apresentar revisão criminal, pois a pena de José já havia sido extinta pelo cumprimento.
não poderá apresentar revisão criminal, pois o prazo prescricional dessa ação é de 5 (cinco) anos.

O tribunal do júri condenou à pena de sete anos de reclusão em regime fechado réu acusado da prática de homicídio simples. Em apelação, o tribunal de justiça negou provimento ao recurso apresentado pela defesa. A condenação transitou em julgado. Ainda inconformado, o condenado pediu o ajuizamento de revisão criminal em seu favor, requerendo sua absolvição, sob o argumento de que a sentença condenatória contrariou a evidência dos autos.
Com base na lei processual penal e na jurisprudência dominante dos tribunais superiores, assinale a opção correta acerca da situação hipotética apresentada e de aspectos a ela relacionados.
Em respeito ao princípio constitucional da soberania dos veredictos, decisão na referida revisão criminal não poderá absolver o condenado: a absolvição contrariaria a decisão dos jurados.
Se o acórdão da revisão criminal reconhecer que a sentença condenatória foi contrária à evidência dos autos, deverá ser realizado novo julgamento do condenado pelo tribunal do júri.
Nos processos oriundos do tribunal do júri, não é admitida revisão criminal com fundamento na contrariedade da sentença à evidência dos autos, uma vez que os jurados decidem conforme suas consciências.
O acórdão na referida revisão criminal poderá alterar a decisão dos jurados e determinar a absolvição do condenado caso a sentença condenatória tenha sido, de fato, contrária à evidência dos autos.
Eventual decisão favorável na referida revisão criminal poderá apenas reduzir a pena aplicada e alterar o regime inicial de seu cumprimento, que são aspectos definidos pelo juiz na sentença.

Joaquim foi denunciado pela prática de estelionato.
Diante disso, se
A denúncia for recebida, caberá apelação no prazo de 5 dias.
Joaquim for absolvido sumariamente, em razão de o fato narrado evidentemente não constituir crime, caberá apelação.
A denúncia for rejeitada por ser manifestamente inepta, caberá apelação no prazo de 5 dias.
A denúncia for rejeitada por falta de justa causa para o exercício da ação penal, caberá apelação.
A denúncia for recebida, caberá recurso em sentido estrito.

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02/06/2018 EPS: Alunos
http://simulado.estacio.br/alunos/ 1/2
Avaliando Aprend.: CCJ0041_SM_201502275449 V.1 
Aluno(a): WENDELL SANTOS SODRE Matrícula: 201502275449
Desemp.: 0,5 de 0,5 02/06/2018 17:05:18 (Finalizada)
 
1a Questão (Ref.:201503301992) Pontos: 0,1 / 0,1 
Em blitz de rotina realizada em uma rodovia, policiais federais pararam um motorista que dirigia acima da velocidade
permitida. Os documentos apresentados pelo motorista tinham indícios de falsidade. Ao fazerem uma busca no veículo, os
policiais encontraram escondida, embaixo do banco, uma mala contendo dez quilos de cocaína. Os policiais levaram o
motorista até o posto rodoviário e, em conversa informal, obtiveram uma confissão do motorista, que também informou
quem era o dono da droga. A conversa foi gravada sem o conhecimento do motorista, que não havia sido informado de
seu direito de permanecer calado. Logo após, os policiais conduziram o motorista à delegacia de polícia mais próxima,
para lavratura do auto de prisão em flagrante. Interrogado pela autoridade policial, o motorista não confirmou seu
depoimento, passando a negar que soubesse que estava conduzindo a droga, pois o carro era emprestado. Com base
nesse caso, é CORRETO afirmar que a gravação da confissão do motorista é
prova lícita, pois o interesse público na apuração da verdade real se sobrepõe ao exercício do direito de defesa no
caso.
prova ilícita, em função de não ter sido colhida pelo Ministério Público;
prova lícita, pois ele não pode invocar seu direito de privacidade, já que estava cometendo um crime;
 prova ilícita, pois ele não foi informado do seu direito de permanecer calado;
prova lícita e válida para condená-lo , mas não é válida para condenar a pessoa que ele delatou;
 
2a Questão (Ref.:201503294529) Pontos: 0,1 / 0,1 
Qual o prazo máximo para o juiz marcar audiência de instrução e julgamento no procedimento comum ordinário:
45 dias
 60 dias
15 dias
90 dias
30 dias
 
3a Questão (Ref.:201503465789) Pontos: 0,1 / 0,1 
1. (OAB ¿ XX Exame ¿ Modificada) José foi absolvido em 1ª instância após ser denunciado pela prática de um crime de
extorsão em face de Marina. O Ministério Público interpôs recurso de apelação, sendo a sentença de primeiro grau
reformada pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina para condenar o réu à pena de 05 anos, sendo certo que o acórdão
transitou em julgado. Sete anos depois da condenação, já tendo cumprido integralmente a pena, José vem a falecer.
Posteriormente, Caio, filho de José, encontrou um vídeo no qual foi gravada uma conversa de José e Marina, onde esta
admite que mentiu ao dizer que foi vítima do crime pelo qual José foi condenado, mas que a atitude foi tomada por
ciúmes. Caio, então, procura o advogado da família. Diante da situação narrada, é correto afirmar que Caio, através de
seu advogado,
não poderá apresentar revisão criminal, pois o acusado, que é quem teria legitimidade, já é falecido.
poderá apresentar revisão criminal, sendo competente para julgamento o Superior Tribunal de Justiça.
 poderá apresentar revisão criminal, sendo competente para julgamento o Tribunal de Justiça de Santa Catarina.
não poderá apresentar revisão criminal, pois a pena de José já havia sido extinta pelo cumprimento.
não poderá apresentar revisão criminal, pois o prazo prescricional dessa ação é de 5 (cinco) anos.
 
4a Questão (Ref.:201503411734) Pontos: 0,1 / 0,1 
O tribunal do júri condenou à pena de sete anos de reclusão em regime fechado réu acusado da prática de homicídio
simples. Em apelação, o tribunal de justiça negou provimento ao recurso apresentado pela defesa. A condenação transitou
em julgado. Ainda inconformado, o condenado pediu o ajuizamento de revisão criminal em seu favor, requerendo sua
absolvição, sob o argumento de que a sentença condenatória contrariou a evidência dos autos. Com base na lei
processual penal e na jurisprudência dominante dos tribunais superiores, assinale a opção correta acerca da situação
hipotética apresentada e de aspectos a ela relacionados.
Em respeito ao princípio constitucional da soberania dos veredictos, decisão na referida revisão criminal não
poderá absolver o condenado: a absolvição contrariaria a decisão dos jurados.
Se o acórdão da revisão criminal reconhecer que a sentença condenatória foi contrária à evidência dos autos,
deverá ser realizado novo julgamento do condenado pelo tribunal do júri.
02/06/2018 EPS: Alunos
http://simulado.estacio.br/alunos/ 2/2
Nos processos oriundos do tribunal do júri, não é admitida revisão criminal com fundamento na contrariedade da
sentença à evidência dos autos, uma vez que os jurados decidem conforme suas consciências.
 O acórdão na referida revisão criminal poderá alterar a decisão dos jurados e determinar a absolvição do
condenado caso a sentença condenatória tenha sido, de fato, contrária à evidência dos autos.
Eventual decisão favorável na referida revisão criminal poderá apenas reduzir a pena aplicada e alterar o regime
inicial de seu cumprimento, que são aspectos definidos pelo juiz na sentença.
 
5a Questão (Ref.:201503467105) Pontos: 0,1 / 0,1 
(FCC/2014 ¿ DPE/CE ¿ Defensor Público) Joaquim foi denunciado pela prática de estelionato. Diante disso, se
A denúncia for recebida, caberá apelação no prazo de 5 dias.
 Joaquim for absolvido sumariamente, em razão de o fato narrado evidentemente não constituir crime, caberá
apelação.
A denúncia for rejeitada por ser manifestamente inepta, caberá apelação no prazo de 5 dias.
A denúncia for rejeitada por falta de justa causa para o exercício da ação penal, caberá apelação.
A denúncia for recebida, caberá recurso em sentido estrito.

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