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1 INTRODUÇÃO Segundo a Norma ABNT- NR 13133, o levantamento topográfico é um conjunto de métodos e processos que, através da medição de ângulos horizontais e verticais, de distâncias horizontais, verticais e inclinadas, com instrumental adequado a precisão à exatidão pretendida, primordialmente, implanta e materializa pontos de apoio no terreno, determinando suas coordenadas topográficas. A estes pontos se relacionam os pontos de detalhes visando a sua exata representação planimétrica numa escala predeterminada e à sua representação altimétrica por intermédio de curvas de nível. Ainda levando em consideração a norma, levantamento topográfico planimétrico cadastral é o levantamento planimétrico acrescido da determinação planimétrica da posição de certos detalhes visíveis ao nível e acima do solo e de interesse à sua finalidade, tais como: limites de vegetação, cercas internas, edificações, posteamento, arvores isoladas, barrancos, valas, etc. OBJETIVO O presente documento tem por objetivo relatar um levantamento topográfico planimétrico realizado em uma área localizada entre o muro de arrimo e a faixada do bloco A do Centro Universitário do Vale do Ipojuca (UNIFAVIP) no município de Caruaru - PE. Onde era desejado determinar a área especifica e a posição exata desta, dos pontos internos e externos desta área, também como todos os elementos constantes dentro e fora da área respectiva, a fim de fornecer informações para a realização deste relatório. METODOLOGIA 3.1 MÉTODO DE LEVANTAMENTO. Foi utilizado o método da poligonal, que consiste em uma série de linhas consecutivas onde são conhecidos os comprimentos e direções, obtidos através de medições em campo, no caso a poligonal fechada, que parte de um ponto com coordenadas conhecidas e retorna ao mesmo ponto. Sua principal vantagem é permitir a verificação de erro de fechamento angular e linear. 3.2 EQUIPAMENTOS. Para a realização deste levantamento foram utilizados os seguintes Equipamentos: Balizas; Trena de fibra de vidro (30 metros); Trena de fita metálica (5 metros); Teodolito; Estacas ou piquetes; Caderneta de campo; Bússola; Calculadora científica. 3.3 PROCEDIMENTOS. O levantamento foi realizado em duas etapas, onde na primeira etapa foi feito o reconhecimento do terreno a ser levantado, foram recolhidas as dimensões do muro, da faixada e das janelas, assim como foi definida a posição da poligonal e a quantidade de pontos da mesma. Na segunda etapa foi levado o teodolito para a área, onde o mesmo foi posicionado em cada ponto da poligonal e então foram visados pontos nas colunas do bloco A, no muro de arrimo e nas arvores existentes no local e todos os dados foram registrados na caderneta de campo, e ao mesmo tempo foi feito o croquis da planta topográfica. Após ter os dados obtidos do levantamento em campo, foram realizados os cálculos, determinados e corrigidos os erros e então feito o desenho da planta topográfica. RESULTADOS OBTIDOS. PLANILHAS DE CAMPO. Quadro 01 – Levantamento Planimétrico – Excel. 4.2 CROQUIS. O croquis foi feito durante o levantamento, e informa um esboço da planta, assim como os pontos usados na poligonal e visados no terreno. Este irá em anexo no fim deste relatório. PLANTAS TOPOGRÁFICA. Está no final deste relatório em anexos. 4.4 PLANILHA DE CÁLCULOS. 4.5 MEMORIAL DESCRITIVO. Local: Centro Universitário do Vale do Ipojuca - UNIFAVIP Município: Caruaru Estado: Pernambuco Confrontações A poligonal tem início no ponto E1, localizado a 13 m e com rumo de 58°44'33" NE do ponto P1 que fica no início do bloco A da UNIFAVIP, percorre 15,5 m com rumo de 82°29' SW até o ponto E2, segue com o rumo de 71°31' SW e percorre 15,56m até o ponto E3, segue com o rumo de 73°5'57" SW e percorre 10,84 m, até o ponto E4, segue com o rumo de 16°45'03" SE e percorre 3,6m, até o ponto E5, segue com o rumo de 73°19'57" NE e percorre 10,7 m, até o ponto E6, segue com o rumo de 74°26'43" NE e percorre 15,9 m, até o ponto E7, segue com o rumo de 67°41'03" NE” e percorre 15,38 m, até o ponto de partida E1 e assim fechar a poligonal. CONCLUSÃO. O levantamento realizado, apesar de não ter sido a nível de um serviço prestado por profissionais da topografia, nos proporcionou uma vivência prática, onde conseguimos transpor os conhecimentos teóricos da aula para a realidade. Com este contato com a pratica em campo foi possível identificar as dificuldades de um levantamento, identificar as possíveis situações de erro, identificar a melhor maneira de se iniciar o trabalho, foi possível também realizar uma maior interação com os colegas de equipe, assim como sentir a influência e o cansaço causados pelo fator climático, pois os trabalhos foram realizados tantos em dias ensolarados, quanto em dias chuvosos. Sendo assim, fica clara a importância de atividades deste tipo, pois a prática sem dúvida é, o melhor dos caminhos para comprovar a teoria. Além disso é uma ótima forma de avaliação dos conhecimentos adquiridos. REFERÊNCIAS. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13133: Execução de levantamento topográfico: procedimento. Rio de Janeiro, 2002. ANEXOS Croquis original. Planta topográfica. Caruaru-PE Maio de 2014