Princípio da razoável duração do processo e da Primazia do julgamento do mérito - Resumo
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Princípio da razoável duração do processo e da Primazia do julgamento do mérito - Resumo

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Processo Civil - Resumo
PRINCÍPIO DA DURAÇÃO RAZOÁVEL DO
PROCESSO E DA PRIMAZIA DO
JULGAMENTO DO MÉRITO
Está previst o no art. 5º, LXXVIII, da CF , a garantia d a razoável duração do
processo a t odos, tanto n o âmbito admi nistrativo q uanto n o judicial, bem como os
meios que g arantam a cele ridade da tr amitação. Processo dev ido é o pro cesso
tempestivo, capaz de oferece r, a tempo e mod o, a tutela juris dicional adeq uada ao
caso concre to.
Esse princíp io foi posi tivado no a rt. 4º, do C PC, que tam bém consagrou o
princípio da p rimazia do ju lgamento do m érito, o qu al prevê que o julgador de ve,
sempre que possível, pri orizar o jul gamento do méri to, superand o ou viabiliza ndo a
correção dos vícios proces suais e apr oveitando t odos os atos d o processo. Outros
dispositivos do CPC tamb ém traduzem es se princípio: a rt. 6º; art. 2 82; art. 317; art.
352; art. 488 ; art. 932, p arágrafo único; e art . 1.029, par ágrafo 3º.
Salienta-se que a celeridade p rocessual não p ode ser lev ada a extre mos. Há
procedimen tos e atos que necessari amente deve m ser obse rvados (cont raditório,
ampla defe sa, produçã o de provas, recursos) que inevitave lmente imp edem a rápid a
solução do litígio. Dess e modo, a celeridade não t em valor abs oluto, deve ndo ser
aplicada se mpre em conju nto com os demais preceit os que regem o processo.