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As normas de direito internacional peremptório (jus cogens): R: pressupõe uma ordem pública internacional não disponível para os estados individualmente. Assinale a opção correta, com relação as fontes do direito internacional nos termos previstos no estatuto da corte de Haia: R: A corte de Haia pode decidir um litígio Ex aequo et bono. - Considera-se aperfeiçoado e obrigatório o tratado internacional multilateral: R: Quando se atinge o quórum de ratificações previsto no tratado. Considera-se o tratado incorporado no direito brasileiro: R: com o decreto do presidente que promulga o tratado. Conforme jurisprudência do STF, tratados de direitos humanos anteriores a EC nº 45/2003 possuem, no direito brasileiro, status hierárquico: R: Supralegal. Essas normas não tem o mesmo grau de atribuição de capacidades, nem são tão importantes quanto as normas restritivas, mas os estados comprometem-se a cooperar e a respeitar acordos realizados, sem submeter-se, no entanto, a obrigações jurídicas (Marcelo Varela. Direito internacional público. São Paulo: Saraiva, 2009, p.62). O fragmento do texto citado acima refere-se a: R: Soft norms. Julgue em V ou F cada assertiva e, em seguida, marque a alternativa correta. R: V-F-F-V. O aforismo par in parem non habt judicium dá fundamento à norma de direito internacional que dispõe acerca de: R: imunidade de jurisdição estatal. Pedro, cidadão brasileiro, presta serviços como cozinheiro na embaixada do estado no Brasil. Após constatar que vários dos direitos trabalhistas previstos na CLT estavam sendo desrespeitados, Pedro decidiu ajuizar ação na justiça do trabalho brasileira. Com base nessa situação hipotética, assinale a opção correta. R: Em matéria trabalhista, não há imunidade de jurisdição do estado estrangeiro no Brasil. Quando um estado faz reserva a cláusula de tratado. R: está declarando que não quer se vincular a esta cláusula. Tradicionalmente o direito internacional concebeu duas teorias com referência à entre os ordenamentos jurídicos nacionais e internacionais: o dualismo e o monismo. Para esta última: R: Não se aceita a existência de duas ordens jurídicas autônomas, independentes e não derivadas, defendendo-se, por vezes, a primazia do direito interno e por vezes a primazia do direito internacional.