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- CIV -
Corrente Interferencial Vetorial
INTRODUÇÃO
O uso da corrente interferencial vetorial (CIV) baseia-se em duas correntes sinusoidais de media frequência (2000 ou 4000 Hz), moduladas em baixa frequência (0-250 Hz), ou seja, 4000 a 4250 Hz, que se alternam e por isso conseguem atingir tecidos mais profundos de forma mais agradável.
Sendo 2000Hz utilizado para casos crônicos
e 4000Hz para agudos.
Sendo uma “Frequência portadora” (FP) e a outra “Moduladora” (FM)
Aplicação
Frequência de Modulação de Amplitude (AMF) ou Frequência Moduladora
A1 – Fixo – 1-150Hz 
A2 – Variável – 1-40Hz (Crônico)
A3 – Variável – 40-90Hz (Subagudo)
A4 – Variável – 90-150Hz (Agudo)
A5 – Variável – 1-150Hz (Subagudos ou Crônicos, mas não é recomendado/utilizado, pois varia em alta e baixa frequência)
Aplicação
∆F (Variação da Frequência)
Metade da AMF (Valor automático em certos aparelhos)
Slope (Tempo de Variação da Frequência)
1/1 Crônico
1/5/1 Sub Agudo
6/6 Agudo
- Sendo o tempo de aplicação da CIV de 15 a 30 minutos.
Colocação de Eletrodos:
Bipolar (Utilizado para pequenas áreas e paciente localiza a dor);
Tetrapolar (Utilizado para grandes e áreas e paciente localiza a dor);
Vetor automático (Varredura de área, usado para quando paciente não sabe localizar a dor).
Fisiologia da dor:
Indicações:
Analgesia;
Cicatrização;
Contração muscular.
Cautelas:
Grávidas;
Marca passo;
Neoplasias;
Irritações cutâneas.
ARAÚJO B. G., FILIPIN K. M., PASQUALLI T., et al.; Effect of inerferential current of diferente amplitude-modulated frequencies, on threshold and number of accommodations on healthy painless individuals. Revista Dor, v. 15, n. 4, p. 245-247, 2014.
ARTIOLI D. P., BERTOLINI G. R. F.; Corrente interferencial vetorial: aplicação, parâmetros e resultados. Revista Brasileira Clinica Medica, v. 10, n.1, p. 51-56, 2012. 
KARVAT J., ANTUNES J. S., BERTOLINI G. R. F.; Corrente interferencial como forma de tratamento em pacientes com dor lombar. Biologicas, v.22, n. 1, p.7-13, 2016
OLIVEIRA V. R.; GUERRA R. L. S., Estudo comparativo do uso de corrente interferêncial em modo tetrapolar e bipolar em pacientes com lombalgia. Intellectus, n.9, p. 57-62, 2010 
PEREIRA D. S. L., Eletrotermofototerapia. Rio de Janeiro: SESES, 2017.
Referências: