Prévia do material em texto
NUCA Protuberância occipital externa- limite superior Processo proeminente: divide- dorso e nuca→ processo espinhoso da sétima vértebra cervical- limite inferior Limites laterais: margens do couro cabeludo ➔ Doenças do tórax e doenças da cabeça podem afetar a nuca. ➔ Pacientes, vítimas de trauma, deve ser colocado o colar cervical e examinado. Úlceras de decúbitos → superfícies palpáveis (pacientes imóveis), superfícies ósseas salientes → pneumonia; mal-nutridos → susceptíveis a infecção → pouco cuidado com o doente. Nível de implantação de cabelo pode indicar algumas síndromes ( dissecação se inicia acima do nível de implantação dos cabelos). ➔ As saliências que são observadas são provocadas por osso ou por músculos. ➔ Saliência de um lado e do outro pode indicar ausência do músculo. 1-Pele grossa, evoluiu para proteção, pouca mobilidade, normalmente são movimentos de extensão → mais rica em colágeno. Principalmente na parte superior existem vasos e nervos que se exteriorizam, perfuram os músculos e se exteriorizam na base do crânio → pedículo posterior neuro-vascular da irrigação do couro cabeludo (occipital menor, occipital maior, artéria occipital) Palpar: 1- Protuberância occipital externa 2- Processos espinhosos 3- Base do crânio 4- Couro cabeludo 5- Margens musculares 2-Tecido subcutâneo 3-Músculo mais superficial que se fixa na linha nucal superior→ TRAPÉZIO Existe a parte carnosa do músculo e existe a fixação dele através de uma aponeurose que se junta com o contralateral e se fixa em cima. Ajuda formar as margens mais laterais da nuca. 4- Profundamente ao trapézio encontra-se → ESPLÊNICO Fibras com fibras que na parte superior consegue-se evidenciar totalmente o esplênico e na parte inferior é possível verificar dois outros músculos. 5-Dois músculos que vão unir a margem medial da escápula aos processos espinhosos das vértebras torácicas mais superiores e cervicais mais inferiores → ROMBÓIDES MAIOR E MENOR (menor superior ao maior). 6-Profundo ao esplênico encontra-se → SEMI-ESPINAL 7-Profundo ao semi-espinal→ TRÍGONO SUBOCCIPITAL: OBLÍQUO SUPERIOR DA CABEÇA; RETO POSTERIOR MAIOR; OBLÍQUO INFERIOR DA CABEÇA. 8-Arco do atlas (C1)- ARTÉRIA OCCIPITAL → dois músculos paralelos em relação a linha medial do corpo (verticais/retilíneos)→ RETO MENOR (mais medial) E RETO MAIOR. Importância do trígono: veias profundas, nervos occipital maior→ trauma rompe músculos e todas as outras estruturas → palpar consistência alterada, pode ser tumor, mas como houve trauma sempre suspeitar de sangramento. 9-MEMBRANA ATLANTO-OCCIPITAL→ é furada pela ARTÉRIA VERTEBRAL 10-Couro cabeludo é único local do corpo onde corta-se uma artéria e ela não parar de sangrar. Pele muito aderido ao tecido subcutâneo onde estão os vasos e existe saindo sa superfície profunda da pele septo de tecido conjuntivo denso que vão para parte profunda segura os vasos de um lado para o outro, então o vaso cortado não consegue se contrair. Pedículos vasculares → trata o sangramento profundo (comprimir a artéria occipital na linha nucal→ diminui o volume de sangue) ➔ Vai até o esternocleidomastóideo a dissecação. 11- NERVO OCCIPITAL MAIOR ➔ Todo nervo espinal que se exterioriza são mistos. ➔ Nervos não se anastomosam, eles trocam fibras, se juntam. ➔ Sistema venoso profundo. ➔ Artéria vertebral perfura a membrana occipital, entra pelo forame magno, se junto com a contralateral e forma a artéria basilar ➔ Em alguns músculos há porção tendínea no meio. DORSO Limite superior do dorso: linha horizontal que passa pelo limite inferior da nuca. Protuberância de C7 (processo espinhoso de C7). Limite inferior: linha horizontal que passa pela margem inferior do processo espinhoso de t12. Relevos musculares: deltóides, trapézio, latíssimo e redondos maior e menor Obs: lesão de faringe não é cirúrgica (altura de C5), se for em C6, já é o esôfago e é cirúrgica. Região delimitada pelas margens mediais da escápula é a projeção do dorso da área cardíaca (aréa de Sauer Murdock) (anterior se chama área de Ziedler). Ao traçar uma linha abaixo do ângulo inferior da escápula→ ainda tem gradil costal e é chamada região toraco lombar → lesões abaixo dessa linha é necessário explorar o abdome→ diafragma (região anterior, linha abaixo do mamilo). 1-Pele grossa, mas não tão grossa como na nuca → tecido celular subcutâneo significativo → LATÍSSIMO DO DORSO e TRAPÉZIO com suas respectivas aponeuroses→ transição músculo tendínea→ ocasionalmente se vê os cutâneos dorsais e nervos intercostais. 2-TRAPÉZIO: duas regiões adjacentes, com fibras musculares direcionadas diferencialmente (3 funções diferentes, extensão do membro superior, extensão do ombro e fibras superiores flexão lateral da coluna/cabeça) 3- Logo abaixo do trapézio encontra-se os ROMBÓIDE MAIOR E ROMBÓIDE MENOR (superior)→ margem medial da escápula aos processos espinhosos da vértebras torácicas superiores e cervicais inferiores. 4- Abaixo do trapézio→ LEVANTADOR DA ESCÁPULA. 5- Abaixo dos rombóides→ SUPRA-ESPINAL 6-Margem medial da escápula→ INFRA-ESPINHAL → Espinha da escápula → SUPRA-ESPINAL 7-Importante via de circulação colateral do membro superior→ segunda porção da ARTÉRIA SUBCLÁVIA que circula anteriormente→ ARTÉRIA ESCAPULAR DORSAL DESCENDENTE, passa pelo trapézio e rombóides e se anastomosa com ARTÉRIA CIRCUNFLEXA DA ESCÁPULA → Anastomose em torno da escápula (fratura da escápula→ sangramento). 8- Escápula é articulada com: úmero→ Fratura de escápula- trauma de alta energia- paciente grave → o mesmo acontece com fratura de pelve. 9-Ao rebater o latíssimo do dorso→ SERRÁTIL PÓSTERO INFERIOR e SUPERIOR → ERETORES DA ESPINHA Fratura de costelas inferiores- pode ocorrer lesão de rim Trígono da ausculta- não tem músculo→ melhor lugar de ausculta (margem superior do latíssimo do dorso, margem medial da escápula e margem lateral inferior do trapézio). 10- Ao rebater a fáscia sobre o infra-espinal→ INFRA-ESPINAL, REDONDO MAIOR e REDONDO MENOR. 11- NERVO ESCAPULAR DORSAL DESCENDENTE e ARTÉRIA DORSAL DESCENDENTE. 12- Infra-espinal, rombóide→ movimentação com escápula (sentido pendular). OBS: sempre retirar a fáscia da porção superficial da espinha e deixar a profunda para o músculo não abrir e existe tecido conjuntivo frouxo entre músculos para permitir o deslizamento e não desgastar.