Síndromes, Deficiências e Transtornos	 do Desenvolvimento
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Síndromes, Deficiências e Transtornos do Desenvolvimento

Disciplina:1 ºaula Definições e Conceitos2 materiais1 seguidores
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Musicoterapia	
  nas	
  Síndromes,
Deficiências e	
  Transtornos	
  do	
  	
  

Desenvolvimento

Rita	
  de	
  Cássia	
  dos	
  Reis	
  Moura

1

Objetivos

• Objetivos	
  Gerais:	
  
• Apresentar	
  as	
  disfunções,	
  síndromes,	
  deficiências	
  e	
  transtornos	
  do	
  
desenvolvimento;

• Relacionar	
  as	
  síndromes,	
  deficiências	
  e	
  transtornos	
  com	
  o	
  desenvolvimento	
  
infantil;

• Relacionar	
  às	
  afecções	
  possíveis	
  abordagens	
  terapêuticas	
  dentro	
  do	
  âmbito	
  da	
  
musicoterapia	
  

•
• Objetivos	
  Específicos:
• Identificar	
  as	
  principais	
  estruturas	
  anatômicas	
  acometidas	
  dentro	
  de	
  cada	
  
afecção;

• Relacionar	
  possíveis	
  consequências	
  e	
  causas	
  no	
  desenvolvimento	
  infantil;	
  	
  	
  	
  	
  	
  	
  	
  	
  	
  	
  	
  	
  	
  	
  	
  	
  	
  	
  	
  	
  
• Identificar	
  estruturas	
  anatômicas	
  através	
  de	
  exames	
  neurológicos	
  e	
  de	
  imagem	
  e	
  
possíveis	
  abordagens	
  e	
  prognóstico	
  dentro	
  de	
  cada	
  afecção.	
  

2

Bibliografia

1
NITRINI	
  R	
  &	
  BACHESCHI	
  A.	
  A	
  Neurologia	
  que	
  todo	
  Médico	
  Deve	
  Saber.	
  São
Paulo,	
  Atheneu,	
  2004 Básica

2 GREENBERG.	
  Neurologia	
  Clínica,	
  Biomédica,	
  1996 Básica

3 MERRIT.	
  Tratado	
  de	
  neurologia,	
  Roland.	
  Ed.	
  Granabara Koogan,	
  2002 Básica

4
BERTOLUCCI	
  P,	
  FERRAZ	
  HB,	
  BARSOTTINI	
  OGP	
  e	
  PEDROSO	
  JL.	
  Neurologia	
  – diagnóstico	
  e	
  
tratamento,	
  São	
  Paulo,	
  ed Manole,	
  2016 Comp[lementar

5
MUTARELLI,	
  E.	
  G.	
  Propedêutica	
  neurológica	
  -­‐ do	
  sintoma	
  ao	
  diagnóstico.	
  São	
  Paulo:	
  Sarvier,	
  
2000 Complementar

6 LENT,	
  R.	
  Cem	
  Bilhões	
  de	
  Neurônios.	
  	
  2ª	
  	
  ed.	
  São	
  Paulo:	
  Atheneu,	
  2010. Complementar

7
KANDEL, E. R.; SCHWARTZ, J. H.; JESSELL, T. M. Fundamentos da
Neurociência e do Comportamento. Rio de Janeiro: Prentice-­‐Hall, 1997 Complementar

8
Tortora, GJ., Grabowski SR. Corpo humano: fundamentos de anatomia e

fisiologia. 10ed Artmed, 2016. Complementar

9
Bear MF. Neurociências: desvendando o sistema nervoso. 4ª ed. Artmed,

2017. Complementar

3

Deficiência	
  e	
  Incapacidade

• OMS:	
  2	
  classificações:	
  
• CID	
  10:	
  Classificação	
  Estatística	
  Internacional	
  de	
  Doenças	
  e	
  Problemas	
  
Relacionados	
  à	
  Saúde,	
  que	
  corresponde	
  à	
  décima	
  revisão	
  da	
  Classificação	
  
Internacional	
  de	
  Doenças;

• CIF:	
  Classificação	
  Internacional	
  de	
  Funcionalidade,	
  Incapacidade	
  e	
  Saúde.	
  

• A	
  utilização	
  da	
  CIF	
  vem	
  sendo	
  aguardada	
  com	
  grande	
  expectativa	
  pelas	
  
organizações	
  de	
  pessoas	
  com	
  deficiências	
  e	
  instituições	
  relacionadas.	
  

• A	
  falta	
  de	
  definição	
  clara	
  de	
  "deficiência"	
  ou	
  "incapacidade"	
  tem	
  sido	
  
apontada	
  como	
  um	
  impedimento	
  para	
  a	
  promoção	
  de	
  saúde	
  de	
  pessoas	
  com	
  
deficiência.	
  

• É	
  importante	
  que	
  essas	
  definições,	
  especialmente	
  no	
  âmbito	
  legislativo	
  e	
  
regulamentar,	
  sejam	
  consistentes	
  e	
  se	
  fundamentem	
  num	
  modelo	
  coerente	
  
sobre	
  o	
  processo	
  que	
  origina	
  as	
  situações	
  de	
  incapacidade.	
  (Brunow	
  2008)

4

Definição

• A	
  falta	
  de	
  uma	
  definição	
  clara	
  de	
  "deficiência	
  ou	
  incapacidade"	
  tem	
  sido	
  
apresentada	
  como	
  um	
  impedimento	
  para	
  a	
  promoção	
  da	
  saúde	
  de	
  
pessoas	
  com	
  deficiência.	
  

• Dificuldade	
  para	
  identificar	
  as	
  pessoas	
  que	
  deveriam	
  ser	
  incluídas	
  nesta	
  
definição.	
  (Lollar,	
  2002)

• Termos:	
  queixas	
  médicas,	
  moléstia,	
  enfermidade,	
  doença	
  crônica,	
  
distúrbio,	
  limitações	
  funcionais,	
  deficiência	
  e	
  incapacidade	
  para	
  o	
  
trabalho.Representam	
  fenômenos	
  complexos	
  e	
  mal	
  definidos.	
  

• A	
  deficiência	
  muitas	
  vezes	
  não	
  pode	
  ser	
  observada	
  diretamente,	
  mas	
  
pode	
  ser	
  inferida	
  a	
  partir	
  de	
  causas	
  presumidas	
  (prejuízos,	
  danos)	
  com	
  
suas	
  distintas	
  conseqüências,	
  isto	
  é,	
  uma	
  restrição	
  ou	
  incapacidade	
  para	
  
desempenhar	
  normalmente	
  vários	
  papéis,	
  principalmente	
  de	
  trabalho.	
  

5

• Introdução:	
  Necessidade	
  de parâmetros	
  bem	
  organizados	
  e	
  	
  sistematizados	
  
claros	
  e	
  objetivos.

• Objetivo: Ferramenta	
  de	
  análise	
  -­‐ Modificar	
  a	
  intervenção,	
  visando	
  alcançar	
  
melhores	
  resultados	
  terapêuticos,	
  necessidade	
  de	
  instrumentos	
  de	
  
mensuração	
  fidedignos	
  para	
  analisar	
  quantitativa	
  (com	
  escores)	
  e	
  ou	
  
qualitativamente	
  (descritivamente)	
  a	
  observação	
  das	
  diversas	
  condições	
  dos	
  
pacientes	
  antes	
  e	
  após	
  a	
  intervenção	
  aplicada,	
  bem	
  como	
  doenças	
  
prevalentes	
  e	
  adequada	
  política	
  de	
  saúde.	
  	
  

• Aplicabilidade: Fisioterapeutas,	
  médicos,	
  enfermeiros,	
  fonoaudiólogos,	
  
psicólogos	
  e	
  outros	
  profissionais	
  relacionados	
  à	
  área	
  de	
  saúde	
  
(administradores,	
  auditores	
  envolvidos	
  no	
  controle	
  de	
  qualidade	
  de	
  serviços	
  
da	
  saúde	
  e	
  etc.),	
  bem	
  como	
  pacientes	
  e	
  familiares

6

Avaliação

Índices	
  e	
  Escalas	
  

• Definição: São	
  processos	
  de	
  mensuração	
  organizados	
  como	
  um	
  
sistema	
  de	
  medidas,	
  que	
  têm	
  como	
  objetivo	
  auxiliar	
  na	
  determinação	
  
do	
  grau	
  e	
  amplitude	
  de	
  comprometimento	
  do	
  paciente	
  nos	
  mais	
  
diversos	
  âmbitos:	
  físico,	
  cognitivo,	
  emocional,	
  psicológico,	
  social	
  e	
  
econômico	
  sendo,	
  importante	
  tanto	
  na	
  clínica,	
  como	
  na	
  pesquisa	
  em	
  
todas	
  as	
  áreas	
  da	
  neurologia.	
  

• Função: Ferramenta	
  estatística,	
  registro	
  e	
  coleta	
  de	
  dados,	
  
ferramenta	
  de	
  pesquisa	
  e	
  registros	
  de	
  medidas	
  e	
  ferramenta	
  clínica	
  
e/ou	
  educacional.

7

Avaliação

• Classificação	
  do	
  estado	
  geral	
  dos	
  pacientes;

• Linguagem	
  padronizada,	
  unificada	
  e	
  estruturada;

• Premissas:	
  organização,	
  qualificação	
  e	
  quantificação	
  de	
  todos	
  os	
  dados	
  
pertinentes	
  às	
  condições	
  de	
  saúde	
  do	
  paciente	
  associadas	
  ou	
  não	
  às	
  
doenças;

• Promover	
  bases	
  científicas	
  para	
  estudo	
  e	
  o	
  entendimento	
  sobre	
  os	
  
mecanismos	
  de	
  evolução	
  da	
  doença;

• Devem	
  possibilitar	
  comparações	
  dos	
  dados	
  entre	
  países,	
  áreas	
  de	
  atuação,	
  
serviços	
  de	
  saúde	
  e	
  sistemas	
  de	
  informações	
  sobre	
  saúde.

• Uniformizar	
  as	
  informações	
  sobre	
  saúde,	
  análise	
  de	
  prevalência	
  de	
  doenças	
  
e	
  cuidados	
  oferecidos	
  à	
  população.

8

Escolha	
  do	
  Instrumento
• Abranger	
  qualquer	
  distúrbio	
  do	
  estado	
  funcional,	
  levando	
  em	
  conta	
  tanto	
  
os	
  déficits	
  específicos	
  (medidas	
  isoladas),