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Curso Intensivo SLC500 
 
 
 
 
 SMALL 
 LOGIC 
CONTROLLER 
 
 
 
 
 
 
 
 
Rev. 2 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
INTRODUÇÃO: ............................................................................................................................... 6 
1. CONCEITOS INICIAIS: .......................................................................................................... 8 
1.1 - CARACTERÍSTICAS DE UM CLP: ..........................................................................................8 
1.2 - TIPOS DE CPU'S: ...........................................................................................................................8 
1.3 - MEMÓRIA DO CLP .....................................................................................................................9 
1.4 - CICLO DE OPERAÇÃO. ...........................................................................................................10 
1.5 - FONTE DE ALIMENTAÇÃO. .................................................................................................10 
1.6 - VELOCIDADE. ............................................................................................................................10 
1.7 - TIPOS DE ENTRADAS E SAÍDAS: ...........................................................................................10 
1.8 - COMUNICAÇÃO DE DADOS: ..................................................................................................14 
1.8.1 Redes do tipo Origem-destino. ............................................................................................................ 14 
1.8.2 - Redes Produtor- Consumidor.............................................................................................................. 14 
1.8.3 - COMUNICAÇÃO MASTER-SLAVE: ............................................................................................... 15 
1.8.4 - COMUNICAÇÃO MULTIMESTRE. ................................................................................................. 16 
1.8.5 - COMUNICAÇÃO PEER TO PEER ................................................................................................... 16 
1.8.6 - MULTICAST: ..................................................................................................................................... 17 
1.8.7 - TOKEN PASS: .................................................................................................................................... 17 
1.8.8 - MÉTODOS DE TROCA DE DADOS: ............................................................................................. 17 
1.8.8.1 - Cíclica: ........................................................................................................................................ 17 
1.8.8.2 - Mudança de estado. ................................................................................................................ 18 
1.8.8.3 - Polling. ........................................................................................................................................ 18 
1.8.9 - MODOS DE COMUNICAÇÃO: ...................................................................................................... 19 
1.8.9.1 - Modo de comunicação System. .......................................................................................... 19 
1.8.9.2 - Modo de comunicação user. ................................................................................................ 19 
1.8.10 - PROTOCOLOS: .................................................................................................................................. 19 
1.8.10.1 - DF1 : ........................................................................................................................................... 19 
1.8.10.2 - DH485: ........................................................................................................................................ 19 
1.8.10.3 - REMOTE I/O : .......................................................................................................................... 20 
1.8.10.4 - DH + : .......................................................................................................................................... 20 
1.8.10.5 - CONTROL NET : ..................................................................................................................... 20 
1.8.10.6 - DEVICE NET: .......................................................................................................................... 20 
- ETHERNET: .................................................................................................................................................. 21 
1.8.11 - SOFTWARE DE PROGRAMAÇÃO: .............................................................................................. 21 
1.8.12 - Software de programação do PLC: .................................................................................................. 22 
1.8.13 - SISTEMAS DE SUPERVISÃO E ATUAÇÃO NO PROCESSO: ................................................... 22 
1.8.14 - INTERFACES HOMEM - MÁQUINA: ............................................................................................. 22 
2. SLC500 .................................................................................................................................... 23 
2.1 - INTRODUÇÃO: ...........................................................................................................................23 
2.2 - ARQUITETURA FIXA: "SHOEBOX" ........................................................................................23 
2.3 - ARQUITETURA MODULAR ....................................................................................................24 
2.4 - TIPOS DE CHASSIS: ...................................................................................................................25 
2.5 - FONTES: ......................................................................................................................................25 
2.6 - CPU'S: ...........................................................................................................................................25 
Índice. 
 
 
2.6.1 - Chave Rotativa da CPU: ...................................................................................................................... 25 
2.6.2 - Modelos de CPU's: ............................................................................................................................ 26 
2.6.3 - Led's de diagnóstico:......................................................................................................................... 27 
2.7 - MÓDULOS DE ENTRADA E SAÍDA: ......................................................................................27 
2.7.1 MÓDULOS DE E/S DISCRETA: ...................................................................................................... 27 
2.7.2 MÓDULOS ANALÓGICOS: ............................................................................................................... 29 
2.7.3 MÓDULOS ESPECIAIS: ..................................................................................................................... 30 
2.8 - Configurações em Rede e ligações ponto a ponto: .....................................................................33 
2.8.1 - PROGRAMAÇÃO PONTO A PONTO ( DF1 FULL DUPLEX) : .................................................33 
2.8.2 - CONFIGURAÇÃO EM REDE DH485 ............................................................................................... 34 
2.8.3 - CONFIGURAÇÃO EM REDE ETHERNET / DH+ / DH485: ......................................................... 35 
2.8.4 - CONTROL NET:................................................................................................................................ 36 
2.8.5 - DEVICE NET: .................................................................................................................................... 36 
3. - ENDEREÇAMENTOS ......................................................................................................... 38 
3.1 - ENDEREÇOS DE ENTRADAS E SAÍDAS. ...............................................................................38 
3.1.1 - SLC 500 FIXO:.................................................................................................................................. 38 
3.1.2 - SLC 500 MODULAR RACK LOCAL ............................................................................................ 38 
3.1.3 - SLC500 MODULAR : RACK REMOTO. ................................................................................... 39 
3.1.3.1 - ENDEREÇAMENTO DE 1/2 SLOT ........................................................................................... 39 
3.1.3.2 - ENDEREÇAMENTO DE 1 SLOT .......................................................................................... 39 
3.1.3.3 - ENDEREÇAMENTO DE 2 SLOT ........................................................................................ 40 
3.1.3.4 - ARQUIVO “G” ................................................................................................................................. 41 
3.1.3.5 - TIPOS DE ENDEREÇAMENTOS - módulo SN. ..................................................................... 42 
3.2 - TIPOS DE ARQUIVOS:.............................................................................................................45 
3.2.1 ARQUIVOS DE PROGRAMA: ............................................................................................................ 45 
3.2.2 ARQUIVOS DE DADOS-TABELA DE DADOS: ............................................................................. 45 
3.3 - ENDEREÇAMENTO DE ARQUIVOS (PILHAS). ..............................................................47 
3.4 - ENDEREÇAMENTO INDIRETO: ..............................................................................................48 
3.5 - ENDEREÇAMENTO COMPLEMENTAR. ...............................................................................48 
3.6 - ENDEREÇAMENTO INDEXADO: ...........................................................................................48 
4. - INSTRUÇÕES: ....................................................................................................................... 49 
4.1 INSTRUÇÕES DO TIPO RELÊ .....................................................................................................49 
4.1.1 - Generalidades: ..................................................................................................................................... 49 
4.1.2 - Instruções “Examinar”: ....................................................................................................................... 49 
4.1.2.1 - Examinar se Energizado ( XIC ): ............................................................................................ 50 
4.1.2.2 - Examinar se Desenergizado ( XIO ): ..................................................................................... 50 
4.1.3 - Instruções Energizar/Desenergizar Saída: ........................................................................................... 50 
4.1.3.1 - Energizar saída ( OTE ) ........................................................................................................... 51 
4.1.3.2 - Energizar Saída com Retenção ( OTL ) e desenergizar Saída com Retenção ( OTU ): 51 
4.1.4 - Monoestável Sensível à Borda de Subida: .............................................................................52 
4.1.4.1 Parâmetros da Instrução OSR: ................................................................................................. 52 
4.2 - Instruções de temporizador e contador ........................................................................................54 
4.2.1 - Generalidades: ..................................................................................................................................... 54 
4.2.2 - Descrição: ............................................................................................................................................ 54 
4.2.3 - Instruções de Temporizador ................................................................................................................. 55 
4.2.3.1 Bits de Estado .............................................................................................................................. 55 
4.2.3.2 Base de Tempo ........................................................................................................................... 55 
4.2.3.3 Precisão ........................................................................................................................................ 55 
4.2.3.4 - Temporizador de Energização ( TON ) ................................................................................. 56 
4.2.3.5 - Temporizador na Desenergização ( TOF ) ........................................................................... 57 
4.2.3.6 - Temporizador Retentivo ( RTO ) ............................................................................................ 58 
4.2.3.7 - Instruções de Contador Crescente/Decrescente ( CTU e CTD ): ..................................... 59 
 
 
4.2.3.8 - Instrução de Rearme de Temporizador/Contador ( RES ) ................................................. 61 
4.3 . Instruções de Mensagem comunicação de E/S: ............................................................................62 
4.3.1 - Generalidades: ..................................................................................................................................... 62 
4.3.2 - Instrução de MSG: ............................................................................................................................... 62 
4.3.3 - Parâmetros da Instrução MSG: ............................................................................................................ 64 
4.3.4 Bits de Estado da Instrução MSG .......................................................................................................... 66 
4.4 - Instruções de Comparação ...........................................................................................................68 
4.4.1 - Generalidades: ..................................................................................................................................... 68 
4.4.2 - Igual a ( EQU ) .................................................................................................................................... 68 
4.4.3 - Diferente ( NEQ ) ................................................................................................................................ 69 
4.4.4 - Menor que ( LES ) ............................................................................................................................... 69 
4.4.5 - Menor ou igual a ( LEQ )..................................................................................................................... 70 
4.4.6 - Maior que ( GRT ) ............................................................................................................................... 70 
4.4.7 - Maior ou igual a ( GEQ ) .....................................................................................................................71 
4.4.8 - Igual Mascarada ( MEQ ) .................................................................................................................... 71 
4.4.9 - Teste limite ( LIM ) ............................................................................................................................. 72 
4.5 - Instruções Matemáticas ................................................................................................................74 
4.5.1 - Generalidades: ..................................................................................................................................... 74 
4.5.2 - Adição ( ADD ) ................................................................................................................................... 75 
4.5.3 - Subtração ( SUB ) ................................................................................................................................ 75 
4.5.4 - Multiplicação ( MUL ) ......................................................................................................................... 76 
4.5.5 - Divisão ( DIV ) .................................................................................................................................... 77 
4.5.6 - Negação ( NEG ) ................................................................................................................................. 77 
4.5.7 - Zeramento ( CLR )............................................................................................................................... 78 
4.5.8 - Raiz Quadrada ( SQR ) ........................................................................................................................ 78 
4.6 - Instruções Lógicas e de movimentação .........................................................................................79 
4.6.1 - Generalidades: ..................................................................................................................................... 79 
4.6.2 - Movimentação ( MOV ) ...................................................................................................................... 80 
4.6.3 - Movimento com Máscara ( MVM ) ..................................................................................................... 81 
4.6.4 - E ( AND ) ............................................................................................................................................ 82 
4.6.5 - Ou ( OR ) ............................................................................................................................................. 82 
4.6.6 - Ou Exclusivo ( XOR ) ......................................................................................................................... 83 
4.6.7 - Complementação NOT ........................................................................................................................ 83 
4.7 - Instruções de cópia e preenchimento de arquivo ........................................................................85 
4.7.1 - Generalidades: ......................................................................................................................85 
4.7.2 - Cópia Arquivo ( COP ) ..........................................................................................................85 
4.7.3 - Preenchimento de Arquivo ( FLL ) ........................................................................................86 
4.8 . Instrução de Deslocamento de Bit, FIFO e LIFO ..........................................................................87 
4.8.1 - Generalidades: .......................................................................................................................87 
4.8.2 - Instruções de Deslocamento de Bit à Esquerda ( BSL ) e à Direita ( BSR ). ...............87 
4.8.2.1 - Deslocamento de Bit à Esquerda: .............................................................................89 
4.8.2.2 - Deslocamento de Bit à Direita: ................................................................................89 
4.8.3 - CARGA E DESCARGA FFL E FFU. ......................................................................90 
4.8.4 - Carga e descarga LIFO: ........................................................................................................92 
4.9 - Instruções de sequenciador: ..........................................................................................................93 
4.9.1 - SQO: ......................................................................................................................................94 
4.10 - INSTRUÇÃO DE SALTO PARA SUBROTINA: .......................................................................95 
4.11 - INSTRUÇÃO PID: ......................................................................................................................96 
4.11.1 - FUNÇÃO PID: ................................................................................................................................... 96 
4.11.2 - INSTRUÇÃO PID: ............................................................................................................................ 97 
4.12 - Instruções de E/S imediatas: ....................................................................................................102 
4.13 - Manutenção & LOCALIZAÇÃO DE FALHAS ......................................................................103 
 
 
4.13.1 - Generalidades: ................................................................................................................................... 103 
4.13.2 - Limpando as Falhas ........................................................................................................................... 103 
4.13.3 - Descrição de Código de Erro e Ação Recomendada ......................................................................... 104 
5 - Software de Comunicação Rslinx. .................................................................................. 117 
5.1 - Acessando o software:.................................................................................................................117 
5.2 - Configurando drivers. ................................................................................................................117 
6. Software de programação Rslogix500. ......................................................................... 120 
7. - Exercícios Aplicativos : .................................................................................................... 133 
8. - GLOSSÁRIO ..................................................................................................................... 137 
9. Referências bibliograficas. .................................................................................................. 141 
10. ANEXOS: ........................................................................................................................... 141 
10.1 - Indentificando componentes do controlador. ...........................................................................143 
10.2 - Instalando componentes de Hardware: .....................................................................................144 
10.3 - Procedimentos para interligação das redes: .......................................................................145 
10.4 - Recomendação para fiação de Dispositivos de Entradas e saídas. .........................................146 
10.5 - Manutenção do sistema de controle. .......................................................................................147 
10.6 - Localização de falhas pelos Leds de Diagnóstico ..................................................................148 
10.7 - Instalando Redes DH485...........................................................................................................14910.8 - Instalando Redes DH+ ..............................................................................................................150 
10.9 - Interfaces de Comunicação RS232. ......................................................................................151 
10.10 - Consumo dos módulos e processadores. .............................................................................152 
10.11 - Comunicação de dispositivos em Ethernet. .......................................................................153 
10.12 - Arquivo de Status dos Controladores. ............................................................................154 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
INTRODUÇÃO: 
 Em vista da variedade de aplicações deste equipamento, e considerando 
sua distinta diferença com relação aos equipamentos eletromecânicos, deverá 
ser verificada a aplicabilidade para cada caso em específico. 
As instruções, gráficos e exemplos de configuração que aparecem neste 
descritivo têm por finalidade auxiliar no entendimento do texto. 
As instruções de programa presentes neste descritivo são as de maior 
aplicação, para maiores detalhes deverá ser consultado o manual de 
instruções do software aplicativo corresponde ao tipo de CLP. Devido às 
muitas variáveis e exigências associadas com qualquer instalação em 
particular, a Microsis não assumirá responsabilidade pelo uso real baseado 
em ilustrações de aplicações. 
A cada dia que passa os equipamentos elétricos vão dando lugar aos 
microprocessadores. Tanto na vida profissional como na cotidiana estamos 
sendo envolvidos por microprocessadores e computadores. Na indústria, 
estas máquinas estão sendo empregadas para otimizar os processos, reduzir 
os custos e aumentar a produtividade e a qualidade dos produtos, estamos 
passando por um momento de automação dos processos ou Automação 
Industrial. 
Um microprocessador pode por exemplo tomar decisões no controle de uma 
maquina, ligá-la, desligá-la, movimentá-la, sinalizar defeitos e até gerar 
relatórios operacionais. Mas detrás destas decisões, está a orientação do 
microprocessador, pois elas são baseadas em linhas de programação(códigos 
de máquina). 
AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL. 
Automação Industrial é um conjunto de técnicas destinadas a tornar 
automáticos vários processos numa indústria: o comando numérico, os 
controladores programáveis, o controle de processos e os sistema 
CAD/CAM (computer aided design manufacturing - projetos e manufatura 
apoiados em computador). 
CONTROLADOR PROGRAMÁVEL. 
Um sistema de controle de estado sólido, com memória programável para 
armazenamento de instruções para o controle lógico, pode executar funções 
equivalentes as de um painel de relês ou de um sistema de controle 
analógico. É ideal para aplicações em sistemas de controle de relês e 
contatores, os quais se utilizam principalmente de fiação,dificultando desta 
forma, o acesso a possíveis modificações e ampliações do circuito de 
controle existente. O controlador programável monitora o estado das 
entradas e saídas, em resposta às instruções programadas na memória do 
usuário, e energiza, desenergiza, ou faz um controle proporcional das saídas 
dependendo do resultado conseguido com as instruções do programa. Na 
automação industrial, as máquinas substituem tarefas tipicamente 
mentais,tais como memorizações,cálculos e supervisões. 
 
 
 Os controladores programáveis dominam os dispositivos pneumáticos, 
hidráulicos, mecânicos e eletromecânicos. Os Controladores Programáveis 
substituem a ação do homem como sistema de controle,e podem controlar 
grandezas tais como vazão, temperatura, pressão, nível, torque, densidade, 
rotação, tensão e corrente elétrica (variáveis de controle). 
 
SLC500 - ALLEN BRADLEY. 
 
Família de controladores programáveis para aplicações de pequeno e médio 
porte, instruções avançadas de programação, módulos para aplicativos 
distintos,comunicação por redes proprietárias (DH +, DH485 , Remote I/O) e 
redes abertas Control Net,Device Net e Ethernet. 
Antes de se começar a abordagem da família SLC500 alguns conceitos em 
Automação Industrial devem ser observados. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1. CONCEITOS INICIAIS: 
1.1 - CARACTERÍSTICAS DE UM CLP: 
Na escolha do CLP alguns aspectos devem ser abordados são eles o tipo de 
processador ou CPU, Tipos de Entradas e saídas, possibilidades de 
comunicação,versatilidade do software de programação, sistemas de 
supervisão e atuação no processo, interfaces homem-máquina existentes e 
suporte técnico dado pelo fabricante de CLP. 
 ESQUEMA GERAL DE UM CLP: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1.2 TIPOS DE CPU'S: 
 Define a memória de programação, recursos avançados de programação, 
canais de comunicação existentes e os tempos de execução das instruções e 
de varredura das entradas e atualização das saídas (tempo de scan). 
A Função da CPU consiste em se ler entradas executar a lógica segundo o 
programa aplicativo e acionar ou controlar proporcionalmente as saídas. 
 
 C 
 I 
 R 
 C 
 U 
 I 
 T 
 O 
 S 
 
 DE 
 
EN 
TRA 
DAS 
 C 
 I 
 R 
 C 
 U 
 I 
 T 
 O 
 S 
 
 DE 
 
 S 
 AI 
DAS 
 
 
 UNIDADE 
 CENTRAL 
 DE 
 PROCESSAMENTO 
 DISPOSITIVOS DE PROGRAMAÇÃO 
 E COMUNICAÇÃO. 
 MEMÓRIA 
 PROGRAMA E DADOS 
 FONTE DE ALIMENTAÇÃO 
 ISOLAMENTO 
Acoplamento ótico Acoplamento ótico 
 
 
1.3 - MEMÓRIA DO CLP 
A memória do CLP divide-se em memória de aplicação, memória do 
usuário e programa executável ou memória do sistema. 
MEMÓRIA DE APLICAÇÃO. 
Onde são armazenados os arquivos de programa ou seja o programa 
aplicativo em diagrama Ladder. 
Existem dois tipos: Volátil e não-volátil. 
VOLÁTIL. 
Pode ser alterada ou apagada (gravar ou ler), se ocorrer uma queda de 
alimentação perde-se o programa, são usadas baterias e capacitores para 
resguardar o programa. 
O exemplo amplamente utilizado é a memória RAM ( memória de acesso 
aleatório ). 
NÃO - VOLÁTIL. 
Possui a mesma flexibilidade da memória RAM e retém o programa mesmo 
com a queda da alimentação. 
Exemplo: EEPROM ( Memória de leitura eletricamente apagável e 
programável ). 
MEMÓRIA DO USUÁRIO. 
 Constituida de bit's que são localizaões discretas dentro da pastilha de 
silício, pode ser submetido a tensão, portanto lido como “1” ou não 
submetido à tensão lido como “0” . 
 Os dados são padrões de cargas elétricas que representam um valor 
numérico. 
 A cada conjunto de 16 Bit`s denomina-se palavra, estas palavras possuem 
uma localização na memória chamada endereço ou registro. Onde são 
armazenados valores referentes aos Arquivos de Dados, que são valores 
associados ao programa tais como: status de E/S, valores Pré-selecionados e 
acumulados de temporizadores e contadores e outras constantes e variáveis. 
 
PROGRAMA EXECUTÁVEL OU MEMÓRIA DO SISTEMA. 
Direciona e realiza as atividades de operação, tais como: Execução do 
programa do usuário e coordenação das varreduras das entradas e 
atualização das saídas, programada pelo fabricante e não pode ser acessada 
pela usuário. 
 
 
 
 
1.4 - CICLO DE OPERAÇÃO. 
O ciclo de operação do CLP consiste no modo com que o CLP examina as 
instruções do programa , usa o estado armazenado na tabela Imagem das 
entradas para determinar se uma saída será ou não energizada. O resultado 
é armazenado numa região da memória chamado de tabela imagem das 
saídas. 
1.5 - FONTE DE ALIMENTAÇÃO. 
Encarregada de fornecer alimentação ao barramento do CLP, em 5VCC ou 
24 VCC. Protegeos componentes contra picos de tensão, garante a operação 
normal com flutuações de 10 à 15%, estas flutuações podem ser provocadas 
por quedas na rede, partidas e paradas de equipamentos pesados. Em 
condições instáveis de tensão deve-se instalar estabilizador. 
Suporta perdas rápidas de alimentação permitindo ao controlador salvar os 
dados e o programa do usuário. 
Se o painel onde está instalado o CLP for susceptível à interferência 
eletromagnética ou ruído elétrico aconselha-se a instalação de um 
transformador de isolação. 
 
1.6 - VELOCIDADE. 
 
A velocidade que um CLP genérico executa o seu ciclo de operação fica 
em torno de 1 à 25 mseg para 1024 instruções do programa aplicativo, cada 
instrução possui o seu tempo de processamento. Na soma do tempo total de 
processamento ou ciclo de operação devem ser considerados: Tempo para o 
dispositivo de campo acionar a entrada,Tempo para o CLP detectar o 
sinal,Tempo para a varredura da entrada, Tempo para varredura do programa 
, Tempo para a varredura da saída, Tempo para o acionamento do circuito de 
saída ,Tempo para o acionamento do dispositivo de campo, Tempos para os 
canais de comunicação. 
 
1.7 - TIPOS DE ENTRADAS E SAÍDAS: 
As entradas e saídas podem estar acopladas a CPU, ou, podem ser cartões 
para os CLP'S que são divididos em módulos (Modulares). 
ENTRADAS. 
São denominadas entradas os dispositivos de campo que são conectados ao 
CLP como botões,chaves thumbwhell,chaves limite,chaves 
seletoras,sensores de proximidade e sensores fotoelétricos. 
Os circuitos de entrada filtram os sinais de tensão para classificá-los como 
válidos, determinam a validade de um sinal pela sua duração ou seja 
 
 
esperam para poder confirmar se o sinal é uma ruído elétrico ou uma 
referência de um dispositivo de entrada. Este tempo de filtragem varia em 
torno de 8mseg. mas, pode ser ajustado através do software de programação. 
Quanto maior o tempo de resposta melhor será a filtragem do sinal, um 
menor tempo de resposta é usado em aplicações que requerem uma maior 
velocidade de resposta como interrupções e contagens. 
 
SAÍDAS. 
São exemplos de saídas para o CLP: Solenóides, relês, contatores, partidas 
de motores, luzes indicadoras, válvulas e alarmes. As CPU’s utilizam como 
circuitos de saída: Relês, Transistores e Triacs. 
Os Relês funcionam tanto em CA como CC, resistem à cargas de até 2,5 A e 
suportam melhor os picos de tensão pois possuem uma camada de ar entre os 
os seus contatos o que elimina a possibilidade de corrente de fuga. Mas, são 
lentos e desgastam com o tempo. 
Os Transistores, são silenciosos chaveiam corrente contínua e não tem peças 
móveis sujeitas ao desgaste , são rápidos e reduzem o tempo de resposta . 
Mas suportam cargas de no máximo 0,5A. 
Os Triacs, possuem características semelhantes aos transistores, 
diferenciando no aspecto de que os mesmos chaveiam Corrente alternada. 
As saídas de estado sólido ( transistores e triacs ) podem ser mais facilmente 
danificadas por sobretensão ou sobrecorrente que as à relê. 
LIGAÇÕES. 
Nos cartões de E/S DC deve ser observada a polaridade dos mesmos, 
sabendo-se que em sensores do tipo PNP ( + ) são usadas com cartões do 
tipo Sink e sensores NPN ( - ) são usados em cartões do tipo source. 
 
LIGAÇÃO PARA CARTÕES DE ENTRADA SINKING: 
Quando o dispositivo de campo está ativo ele fornece corrente ao circuito de 
entrada. ver figura abaixo: 
 I I 
 
 
 + 
 
 _ I DC .com 
 
 
 
 FONTE 
 DC 
 DISPOSITI- 
 VO DE 
 CAMPO 
CIRCUI
_ 
 TO DE 
 
ENTRA_ 
DA DC 
 
 
LIGAÇÃO PARA CARTÕES DE ENTRADA SOURCING: 
Quando o dispositivo de campo está ativo a corrente sai dos módulos de 
entrada para o dispositivo , ver figura abaixo: 
 
 I I 
 
 
 _ 
 
 + I VDC 
 
 
 
 
LIGAÇÃO PARA CARTÕES DE SAÍDA SINK 
O dispositivo de campo está conectado no positivo da fonte de alimentação e 
o negativo é fechado no módulo de saída do CLP. ver figura abaixo: 
 
 VDC 
 
 I 
 + 
 
 _ 
 
 
 DC COM 
 
 
 
 
 
 
 
 
 FONTE 
 DC 
 FONTE 
 DC 
 DISPOSITI- 
 VO DE 
 CAMPO 
 DISPOSITI- 
 VO DE 
 CAMPO 
CIRCUI
_ 
 TO DE 
 
ENTRA_ 
DA DC 
CIRCUI
_ 
 TO DE 
 SAÍDA 
 DC 
 
 
LIGAÇÃO PARA CARTÕES DE SAÍDA SOURCE 
Quando a saída fornece a corrente da fonte ao dispositivo de campo. ver 
figura abaixo: 
 
 
 VDC 
 
 I 
 + 
 
 _ 
 
 
 DC COM 
 
 
 
 
 ENTRADAS E SAÍDAS DIGITAIS: 
São definidas como sinais discretos em níveis lógicos 1 ou 0, sendo que 1 
corresponde a um nível alto de tensão que pode ser 100/120/200/240/24 
VAC (tensão alternada) ou 24 VDC,30-55 VDC (tensão contínua) , 0 
corresponde a um nível baixo de tensão que pode ser Neutro (corrente 
alternada) ou DC COMUM ( corrente contínua). 
 
ENTRADAS E SAÍDAS ANALÓGICAS: 
São definidos como sinais variantes no tempo podem ser : 4 à 20 mA, 0 à 10 
volts, -20 à +20mA , -10 à +10 volts. ver figuras abaixo: 
v , I V.I 
 
 
 
 
 Tempo tempo 
 Sinais Digitais Sinais analógicos 
 FONTE 
 DC 
 DISPOSITI- 
 VO DE 
 CAMPO 
 
 
 
 
 
 
 
CIRCUI
_ 
 TO DE 
 
SAÍDA 
 DC 
 
 
1.8 - COMUNICAÇÃO DE DADOS: 
 Os tipos de comunicação dos dados entre os CLP'S ou entre Terminal de 
programação/Supervisão e CLP devem ser definidos, existem CLP'S que se 
comunicam em redes abertas (tipo de rede utilizada por diferentes 
fabricantes ) ou redes proprietárias (tipo de rede do fabricante do CLP). 
Definimos dois modelos de redes: descritas como origem / destino e 
produtor / consumidor. 
EXEMPLOS DE MODELOS DE REDES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1.8.1 Redes do tipo Origem-destino. 
 Nestes tipos de configurações os dados são transmitidos/recebidos do 
 nó fonte para um destino específico. 
 
 
 
 
 
 AA aaççããoo ssiinnccrroonniizzaaddaa eennttrree ooss nnóóss éé mmuuiittoo ddiiffiicciill uummaa vveezz qquuee ooss ddaaddooss cchheeggaamm 
aaooss nnóóss eemm mmoommeennttooss ddiiffeerreenntteess eexxiiaassttee oo ddeessppeerrddíícciioo ddee rreeccuurrssooss eemm ffuunnççããoo ddaa 
rreeppeettiiççããoo ddooss mmeessmmooss ddaaddooss qquuaannddoo aappeennaass oo ddeessttiinnoo éé ddiiffeerreennttee 
 
 
1.8.2 - Redes Produtor- ConsumidorNestes tipos de configurações os dados são transmitidos/recebidos do 
 nó fonte para todos os nós da rede simultaneamente. 
 Numa mesma rede podem trafegar dados de controle de E/S ( BTR- BTW) 
e dados de configuração (MSG). Pode-se priorizar os dados de E/S. Estes 
sistemas podem ser Mestre/escravo, Multimestre ou Peer-to-peer para E/S e 
mensagens. A troca de dados pode ser do tipo cíclica ou seja dispositivos 
produzem dados a uma taxa configurada pelo usuário. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ORIGEM / DESTINO 
 MESTRE/ESCRAVO MULTIMESTRE 
 
 RIO 
 DH 485 
 DH+ 
 
 PRODUTOR CONSUMIDOR 
 
 DEVICE NET 
 CONTROL NET 
 
 
 
Em uma rede produtor- consumidor as mensagens são identificadas pelo 
conteúdo e não pelo origem/destino. O cabeçalho da mensagem diz,esta é a 
mensagem 75. Os dispositivos que precisam destes dados “consomen” a 
mensagem. 
Esta nova Tecnologia de redes permite que os dados síncronos (I/O) sejam 
adquiridos em intervalos específicos e que dados não síncronos como “up-
Loads”, “down-Loads” configuração, programação sejam transferidos em 
intervalos não programados. Estes dois tipos de tráfego são suportados pela 
rede sem que um tipo venha interferir sobre o outro. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1.8.3 - COMUNICAÇÃO MASTER-SLAVE: 
 ( MESTRE - ESCRAVO ) 
Neste tipo de topologia a estação mestre é fixa e somente ela é capaz de 
iniciar as mensagen. Dispositivos escravos trocam dados apenas com o 
mestre. Um mestre e múltiplos escravos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CCTTLL
RR11 HHMMII 
SSeennss
oorr 
CCTTLL
RR22 
ALLEN-BRADLEY
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1.8.4 - COMUNICAÇÃO MULTIMESTRE. 
Pode-se ter mais de um mestre e cada mestre tem o seu próprio conjunto de 
escravos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1.8.5 - COMUNICAÇÃO PEER TO PEER 
 Um par de estações toma o controle da rede por vez não há necessidade de 
polling ( forma de se controlar uma linha de comunicação com o envio de 
um sinal para uma estação a fim de verificar se a mesma possui mensagens a 
transmitir). 
 Dispositivos podem trocar dados com mais de um dispositivo ou múltiplas 
trocas com o mesmo dispositivo 
 
 
ALLEN-BRADLEY
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-
-
 
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F8
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P a n e l V i e w 5 5 0
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v
 
 
1.8.6 - MULTICAST: 
 
 Dados são transmitidos simultaneamente a todos os nós. 
 
 
1.8.7 - TOKEN PASS: 
 
 A cada instante uma estação está no controle da rede envia e recebe seus 
dados e envia o polling para o próxima a fim de saber se a mesma esta 
pronta para receber o controle, se a mesma estiver esta passará a ter o 
controle da rede. 
 
 
1.8.8 - MÉTODOS DE TROCA DE DADOS: 
1.8.8.1 - Cíclica: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 NNeessttee ttiippoo ddee mmééttooddoo ooss ddiissppoossiittiivvooss pprroodduuzzeemm ddaaddooss aa uummaa ttaaxxaa ccoonnffiigguurraaddaa ppeelloo uussuuáárriioo 
eessttaa ttrraannssffeerrêênncciiaa ccíícclliiccaa éé eeffiicciieennttee ddeevviiddoo aaoo ffaattoo ddee qquuee ooss ddaaddooss ssããoo ttrraannssffeerriiddooss nnuummaa ttaaxxaa 
aaddeeqquuaaddaa aaoo ddiissppoossiittiivvoo//aapplliiccaaççããoo.. CCoomm iissttoo rreeccuurrssooss ppooddeemm sseerr pprreesseerrvvaaddooss pp// ddiissppoossiittiivvooss ccoomm 
aallttaa vvaarriiaaççããoo ee mmeellhhoorr ddeetteerrmmiinniissmmoo.. 
 
 
 
 
 
 CCoommppaattíívveell ccoomm MMeessttrree//EEssccrraavvoo,, MMuullttiimmeessttrree,, ““ppeeeerr--ttoo--ppeeeerr”” ee MMuullttiiccaasstt 
 
 
 
 
 
 
 
 
aannaalloo
gg II//OO 
aa ccaaddaa 
110000mmss 
aa ccaaddaa 
22000000mmss 
aa ccaaddaa 
55mmss 
ALLEN-BRADLEY
7 8 9
4 5 6
1 2 3
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1.8.8.2 - Mudança de estado. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 NNeessttee ttiippoo ddee ttrrooccaa ddee ddaaddooss ooss ddiissppoossiittiivvooss pprroodduuzzeemm ddaaddooss aappeennaass qquuaannddoo tteemm sseeuu eessttaaddoo 
aalltteerraaddoo.. UUmm ssiinnaall eemm sseegguunnddoo ppllaannoo éé ttrraannssmmiittiiddoo cciicclliiccaammeennttee ppaarraa ccoonnffiirrmmaarr qquuee oo ddiissppoossiittiivvoo 
eessttáá ookk.. AA MMuuddaannççaa ddee eessttaaddoo éé eeffiicciieennttee ddeevviiddoo aaoo ffaattoo ddee qquuee ssee rreedduuzz ssiiggnniiffiiccaattiivvaammeennttee oo 
ttrrááffeeggoo ddaa rreeddee ee rreeccuurrssooss nnããoo ssããoo ddeessppeerrddiiççaaddooss pprroocceessssaannddoo--ssee ddaaddooss aannttiiggooss.. 
 
1.8.8.3 - Polling. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 OO PPoolllliimmgg éé uumm ssiinnaall eennvviiaaddoo nnaa rreeddee qquuaannddoo ooss ddiissppoossiittiivvooss rreecceebbeemm ddaaddooss ((nnoorrmmaallmmeennttee 
ssaaííddaass)) iimmeeddiiaattaammeennttee eennvviiaamm sseeuuss ddaaddooss ((nnoorrmmaallmmeennttee eennttrraaddaass)) 
UUttiilliizzaaddoo eemm ssiisstteemmaass MMeessttrree//EEssccrraavvoo && MMuullttiimmeessttrree.. 
 
 
 
 
ddiiggiittaa
ll II//OO 
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v
 
 
 
1.8.9 - Modos de Comunicação: 
1.8.9.1 - Modo de comunicação System. 
 O CLP está em comunicação com dispositivos do sistema do seu 
fabricante. 
1.8.9.2 - Modo de comunicação user. 
 O CLP está em comunicação com equipamentos dedicados. 
 
1.8.10 - Protocolos: 
Conjunto de regras, requisitos e procedimentos que devem ser obedecidos 
para que se possa transmitir uma informação em uma rede de comunicação 
de dados digital, é o idioma utilizado na rede ou seja o dispositivo 
transmissor necessita ser compreendido pelo receptor e cada fabricante tem 
seus próprios padrões 
1.8.10.1 - DF1 : 
Protocolo proprietário usado para comunicação ponto - a - ponto (conexão 
direta) ou remota através de modens. 
Considera-se dois tipos: 
 DF1 FULL-DUPLEX : Transmissão se dá nas duas direções, 
recebe-se e transmite-se simultaneamente. 
 DF1 HALF-DUPLEX : Transmissão emambos os sentidos porém não 
simultaneamente. 
1.8.10.2 - DH485: 
 Rede "Token Pass" com topologia em barramento, de comprimento de 
cabo até 1.219 metros, com Baud rate: 1200, 2400, 9600, 19.200. 
Possibilidade de até 32 dispositivos. 
 Exclusiva para CLP's da família SLC500,Micrologix e dispositivos Homem 
- máquina e softwares de supervisão. 
 
 
 
 
1.8.10.3 - REMOTE I/O : 
Rede de entradas, saídas e dispositivos físicos remotos. A quantidade de 
dispositivos acoplados na mesma depende da CPU utilizada. A extensão 
máxima dos cabos depende da velocidade de transmissão e pode ir até 3000 
metros. Presente nos processadores PLC5 e cartão Scanner do SLC500. 
1.8.10.4 - DH + : 
Rede proprietária da Allen Bradley de maior performance possui uma maior 
quantidade de Drivers para comunicação. Possui uma taxa de comunicação 
de 57,6 Kbps, comprimento do cabo da rede até 3.000 metros e do cabo da 
rede secundária 30 metros. Pode-se ter até 64 estações na rede. Presente em 
todos os CLP's família 5 e SLC500-5/04. 
 
1.8.10.5 - CONTROL NET : 
 Este tipo de protocolo garante a opção de meio físico redundante,é uma 
rede baseada no modelo "PRODUTOR CONSUMIDOR", posssui taxa de 5 
Mbps. , conexão por cabo coaxial , até 99 estações na rede, distância de 3Km 
no tronco principal,usando repetidores pode-se extender em até 30Km, e até 
500m no secundário, é uma rede determinística na qual pode-se Ter dados de 
I/O e dados entre CPU's trafegando na mesma rede. 
 
1.8.10.6 - DEVICE NET: 
 É uma rede complemente aberta de dispositivos de campo, com 
possibilidade de cada Scanner poder endereçar até 63 estações, com 
distância de até 500m com velocidade de 125K baud. Possui possibilidade 
de interligação de diferentes fornecedores, suporta comunicação produtor 
consumidor. Os dados de I/O e configuração trafegam no mesmo meio físico 
sem interferências. Neste modelo pode-se trafegar os dados a todos que 
necessitam ao mesmo tempo. Baseada no protocolo CAN ( Controller Area 
Network ),desenvolvido pela Bosch para industria automobilística,o que 
garante a sua robustez em ambientes ruidosos. Pode-se fazer a remoção de 
nós sem afetar a integridade da rede, possui sinal e alimentação de 24 VCC 
no mesmo cabo. Cabo de rede constituído por dois pares trançados: Um par 
“sinal” e um par “alimentação” até 8 A com blindagem. 
 
 
 
 
 
 
1.8.10.7 - ETHERNET: 
 Rede de comunicação de dados local com taxa de comunicação de 10Mbit/s 
presente nos controladores da família 5: 5/20E, 5/40E , 5/80E e SLC500 5/05. 
Esta rede possui grande versatilidade (inúmeros fabricantes à acessão), grande 
estabilidade e velocidade de processamento dos dados. Com uma rede 
Ethernet você tem recursos de rede quase ilimitados,pois pode maximizar a 
comunicação entre a grande variedade de equipamentos oferecidos por varios 
fornecedores. 
 
COMPARANDO REDES: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1.8.11 - SOFTWARE DE PROGRAMAÇÃO: 
 
 INTERBUS-S PROFIBUS DEVICE NET 
 
 * Todas as interfaces * Interfaces desenvolvidas * Comunicação Produtor-con- 
 desenvolvidas pela pela Bosh,Siemens e Klockner sumidor. 
 Phoenix Contact. Moeler. * Dados de I/O e configuração no 
 * Participantes predo- * Participantes Europeus. mesmo meio físico sem interfe- 
 minante Europeus. * Possui 03 opções de protocolo rência. 
 * Taxa de velocidade * Baixa documentação,desem- * Constituido de uma linha tronco 
 500Kpbs (2 palavras) penho,alto custo por nó instala- + derivações. 
 * Cada “byte”de da- do. * Remoção de nós sem afetar in- 
dos adicional requer * Pequeno alcance (100m) a tegridade da rede. 
um ciclo de rede adi- 12Mbps,Lenta para 24 KM * Até 64 nós endereçados. 
cional . 9K. * Sinal e alimentação 24VCC no 
 * Usuário necessita * Requer o uso de repetidores mesmo cabo. 
mapear “manualmen- * Taxas selecionáveis com a dis- 
te os dispositivos da ASI tancia. 
rede no CLP. * Baixo custo meio físico. * Terminações de 121 ΩΩΩΩ em am- 
 * Sistema Origem- * Fácil de instalar (conectores bos os extremos. 
 destino: apenas um vampiro). * Rede constituida por dois pares 
mestre. * Alimentação pela rede. trançados. 
 * Dispositivos não * Limitada a dispositivos sim- * Qualquer nó pode acessar o 
são alimentados pela ples. barramento quando disponível. 
rede. * Alcance ( 300 m c/repetidores) * Como na Ethernet cada nó tenta 
 * Não se pode remo- * Velocidade ( 167 Kbps ) transmitir quando o barramento 
ver um dispositivo da * Mestre / Escravo ( apenas 01 está livre ,ao contrario da Ethernet. 
rede. mestre ) . 
* Topologia em anel * Não hà limitação quanto a quant. 
c/ derivações. de dispositivos ,a base de dados de 
 cada um dos 64 dispositvos 
 independe dos demais. 
 * Baseada no protocolo CAN,o que 
 garante uma boa imunidade a ruidos 
 
 
 
1.8.12 - Software de programação do PLC: 
 
 Cada tipo de fabricante de CLP possui o seu software de programação, cuja 
linguagem de programação pode ser: ladder, CSF(diagrama lógico), ou SFC 
(linguagem em Grafcet). Através do qual o usuário desenvolve o seu 
aplicativo. 
 Os CLP'S ALLEN BRADLEY utilizam linguagem em ladder e SFC 
(PLC5), as instruções lógicas são incorporadas no ladder. 
 
1.8.13 - SISTEMAS DE SUPERVISÃO E ATUAÇÃO NO 
PROCESSO: 
 
Basicamente existem dois tipos de sistemas de controle: 
SISTEMAS SCADA: Sistemas de Controle e Aquisição de Dados. 
Este controle e aquisição de dados pode ser feito por uma interface homem-
máquina ou por um software de supervisão. Se caracterizam por suas 
unidades remotas fazerem somente a aquisição dos dados 
SDCD : Sistema Digital de Controle Distribuído: 
Sistema de controle no qual as suas unidades remotas além de realizarem 
aquisição de dados também atuam no processo. O controle da planta fica 
distribuído nas diversas etapas. 
 
1.8.14 - INTERFACES HOMEM - MÁQUINA: 
 
Dispositivos de controle com os quais é possível monitoração e atuação no 
processo e geração de relatórios de Alarmes (Dtam Plus, Panel View - Allen 
Bradley). 
 
 
 
 
 
 
 
 
2. SLC500 
2.1 - INTRODUÇÃO: 
Família de controladores para aplicações na indísstria de máquinas e 
pequenos e médios processos industriais. 
Apresenta-se sobre duas versões: Arquitetura fixa e Arquiteturamodular. 
Desenvolve-se a seguir uma apresentação das diversas características destes 
dois tipos de arquiteturas. 
 
2.2 - ARQUITETURA FIXA: "SHOEBOX" 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Unidade compacta contendo CPU, entradas, saídas e fonte, possui versões 
com 20, 30 ou 40 pontos e 24 tipos de combinações diferentes de acordo 
com os níveis de tensão de entrada e os tipos de saídas. 
TIPOS DE UNIDADES: 
1747-L20 : 12E + 8 S 
1747-L30 : 18E + 12S 
1747-L40 : 24E + 16S 
Possui um chassi para expansão com duas ranhuras para que possam ser 
acoplados mais dois cartões digitais ou analógicos ou algum módulo de 
comunicação compatíveis* (consultar System Overview pg.55). 
Velocidade de varredura (Tempo de Scan ) 8ms/K instrução. 
 
UNIDADE FIXA 
RACK 
A2 C/02 
Cartões 
 
 
1747 - 
 PIC 
 
 
Capacidade de Memória : 1k instruções = 4k palavras = 8k bytes. Esta 
memória tem backup por capacitor que retém o programa por menos 2 
semanas, ainda possui uma bateria opcional e módulos de memória 
EEPROM e UVPROM. 
Canal de comunicação com a rede DH485, mas não há a possibilidade de 
enviar dados na mesma, o CLP Fixo somente recebe dados de outros 
processadores. Para a alteração da tabela de dados no mesmo há a 
possibilidade de se interligar um dispositivo da família DTAM ao mesmo. 
Para se programá-lo utiliza-se o conversor DH485 para RS232, (1747 PIC ). 
Nos processadores de 24 Vcc a entrada 0 é configurável como um contador 
de freqüências de até 8Khz. 
Possui uma fonte 24Vcc para o usuário com capacidade de até 200 mA, nos 
modelos com alimentação de 110/220 Vca. 
Suporta todas as instruções das família SLC 500 exceto PID e MSG. 
2.3 - ARQUITETURA MODULAR 
Engloba chassis, fontes, CPU'S, módulos de E/S, módulos de Comunicação, 
módulos especiais e cabos para interligação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FONTE 
UMA P/ 
CADA 
CHASSI 
C 
P 
U 
ou 
A 
S 
B 
MÓDULOS 
 
 
CABO C7 ou C9 
A PARTIR DO 2º 
CHASSI A 1º 
RANHURA É 
UTIL 
 
 
2.4 - TIPOS DE CHASSIS: 
Quatro tamanhos: 1746 A4,A7, A10,A13 com respectivamente 4,7,10 e 13 
ranhuras. 
Cada CPU ou ASB pode endereçar até 30 Slot's (ranhura ou trilho), a CPU 
ou ASB ocupa a primeira ranhura do primeiro chassi nos demais chassis a 
primeira ranhura é disponível para um módulo de E/S, a ligação entre os 
chassis é feita através de um simples cabo paralelo 1747-C7 ou C9 e 
quantidade de chassis é limitada a 03 por CPU ou ASB. 
 
2.5 - FONTES: 
 
 Existem 4 tipos de fontes para SLC500: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2.6 - CPU'S: 
2.6.1 - Chave Rotativa da CPU: 
Permite ao operador localmente alterar o modo de operação do controlador, 
existem três modos: Remoto,programação e operação. 
• Programação-PROG: Nesta posição o processador não atualiza os pontos 
de E/S e permite alterar a tabela de dados do PLC. O led de PROC fica 
apagado. 
• Operação-RUN: Nesta posição o processador executa o programa e 
atualiza os pontos de E/S e permite-se também alterar a tabela de dados 
do PLC. O led de PROC fica verde. 
• Remoto - REM: Nesta posição o processador permite uma alteração do 
modo remotamente através de um terminal de programação. 
 1746-P1 
 1746-P2 
 1746-P3 
 1746-P4 
Tensão de 
 Entrada 
 Corrente 
em 5 vcc 
 Corrente em 
24 Vcc 
Corrente em 
24Vcc p/Usu 
 110/220Vca 
 110/220Vca 
 24 Vcc 
 110/220Vca 
 2,0 A 
 5,0 A 
 3,6 A 
 10 A 
 0,46 A 
 0,96 A 
 0,87 A 
 2,88A 
 200 mA 
 200mA 
 
 1A 
 1746-P5 90-146 Vcc 5 A 0.96A 200 mA 
 
 
• Remoto Programação- REM PROG. Nesta posição o processador não 
atualiza os pontos de E/S e permite alterar a tabela de dados do PLC. O 
led de PROC fica apagado. 
• Remoto Operação-REM RUN. Nesta posição o processador atualiza os 
pontos de E/S . O led de PROC fica verde. 
Nota: Os modos de teste são possíveis através do software de programação. 
 
2.6.2 - Modelos de CPU's: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 CÓDIGO DE 
CATÁLAGO 
 
 MEMÓRIA 
 
 E/S LOCAL 
 E/S REM. 
 SCAN TÍP. 
 Temp.Exec.xic 
 
 5/05 
 
 5/02 
 
 5/03 
 
 5/04 
 1747 - L551 
 1747 - L552 
 1747 - L553 
 16K 
 32K 
 64K 
 960 
 32 palavras E 
 32 palavras S 
 
 
 0.9 ms/K 
 
 0.37us 
 
 1747 - L524 
 
 4K 
 480 
 32 palavras E 
 32 palavras S 
 
 4.8 ms/K 
 2.4 us 
 16K 
 32K 
 64K 
 1747 - L541 
 1747 - L542 
 1747 - L543 
 1747 - L531 
 1747- L532 
 
 
 8 K 
 16K 
 960 960 
 32 palavras E 
 32 palavras S 
 32 palavras E 
 32 palavras S 
 
 1ms/K 
 
 0.9 ms/K 
 0.44us 0.37us 
 
 
 
2.6.3 - Led's de diagnóstico: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2.7 - MÓDULOS DE ENTRADA E SAÍDA: 
 Recomendações para fiação dos dispositivos de E/S se encontram nos 
anexos. 
2.7.1 MÓDULOS DE E/S DISCRETA: 
 Existem 34 módulos de 4,8,16 ou 32 pontos ou combinados ( Módulos de 4 
ou 8 pontos não têm borneira destacável), isolação para placa de fundo de 
1500 V e potência de saída limitada a 1440 VA por módulo. 
Módulos de saídas se apresentam sobre três tipos: saídas à relê, à Triac, à 
transistor. As saídas à relê podem ser usadas em AC ou DC, a desvantagem 
deste tipo de saída é chaveamento mais lento que o triac e a grande 
vantagem é uma maior potência e maior qualidade no chaveamento. As 
Saídas á triac garantem um chaveamento mais rápido,mas são usadas 
somente em corrente alternada. 
As saídas à transistor são aplicadas em sistemas com tensão CC e baixa 
potência. 
Módulos de 32 pontos de entrada: IB32, IV32; Faixa de operação: 18 à 30 
VDC a 50ºC, 18 a 26,4 VDC à 60ºC. Consumo = 106 mA. 
P R O G
SL C 5/03
R U N
F L T
B A TT
F O R C E
R S 232
D H 485
R U N R E M
EN ET
 
CANAL 1 : Pode ser 
DH485,DH+,e 
ETHERNET TCP/IP 
CANAL 0 : RS232 
PODE SER DF1 , 
DH485 ,ASCII 
LED'S DE DIAGNÓSTICO 
O ESTADO DOS LED'S SE 
ENCONTRAM NOS ANEXOS 
 
 
Módulos de 32 pontos de saída: OB32 , OV32: Faixa de operação: 5 à 50 
VDC a 60º C. Consumo = 452 mA. 
Módulos de 32 pontos incluem Kit (conector + contatos) para montagem de 
cabo (1746 N3), possui também cabo pronto opcional e terminal para 
montagem em trilho DIN ( 1746 - C15 + 1492-RCM40). 
Códigos de catálago: 
* Módulos de Entrada. 1746 - I _ _ _ 
- A = 100/120 VAC. 
- C = 48 VDC I/P 
- M = 200/240 VAC. 
- N = 24 VAC/VDC(sink). 
- B = 24 VDC (sink). 
- V = 24 VDC (source). 
- TB = 24 VDC (sink),resposta rápida on-0,3 ms/ off-0,5 ms (tempo para 
reconhecer o nível lógico). 
- G = 5VDC (display TTL) 
* Módulos de Saída. 1746 - O_ _ _ 
- A = 120/240 VAC 
- AP12 = 120/240VAC 1A 
- B = 24 VDC (source),tensão de operação de 10 à 50 volts. 
- BP = 20.4 - 26.4 VDC (source) 
- BP8 = 24VDC 2A O/P 
- V = 24 VDC (sink) 
- VP = 20.4 - 26.4 VDC (sink) 
- G = 5 VDC (display) 
- W = VAC/VDC (Relê) 
- X = VAC/VDC (Relê) individualmente isolados. 
Módulos Digitais de saída de alta corrente* 
- OAP12 = 85 - 265VAC, Corrente por ponto 2A à 30º C, corrente de pico 
por ponto: 17A por 25mseg. 
- OBP8 = 20,4 - 26,4VDC , 8 pontos tipo sourcing ( 4 comuns ),corrente por 
ponto 2A à 60º C , corrente de pico 4 A por 10mseg. 
- OAP16 ( sourcing ) e OVP16 ( sinking ) = 20,4 - 26,4 VDC , 16 pontos por 
comun / módulo, corrente por ponto: 1,5 A à 30ºC , corrente de pico por 
ponto 4,0 A por 10mseg. 
- OC16 ( sinking ) = 30 - 55VDC 60ºC, 16 pontos por comum. 
 
 
* Permitem uma maior abrangência de aplicações nas linhas automotivas, 
empacotamento, manuseio de materiais pelo fato de controlar diretamente 
solenóides, contatores, motores etc. 
Com corrente contínua entre 1 e 2 A à 60ºC. 
Módulos com proteção por fusível e diagnóstico de fusível queimado. 
Módulos de saída AC tem 2 fusíveis removíveis( um para cada comun ) com 
proteção contra curtos. 
Tempo de desligamento para cargas indutivas com módulos 1746-OBP16 e 
OVP-16 foram reduzidos em 70% em relação aos outros módulos. 
 
Módulos Combinados: 
1746 - IO4 - 2 entradas 120 Vac / 2 saídas à relê. 
1746 - IO8 - 4 entradas 120 Vac / 4 saídas à relê. 
1746 - IO12 - 6 entradas 120 Vac / 6 saídas à relê. 
 
2.7.2 MÓDULOS ANALÓGICOS: 
Existem 7 módulos analógicos com 4 pontos de E/S diferenciais, resolução 
de 16 bits para as entradas e 14 bits para as saídas. 
Todos os módulos possuem isolação para placa de fundo = 500 V 
Módulos de entrada 
Módulos de entrada para corrente ou tensão selecionáveis por ponto,módulos 
para termopar/mV e RTD. 
NI4 - 4 entradas diferenciais de V/I 
NI8 - 8 entradas diferenciais de V/I 
NT4 - 4 entradas para termopar. 
NR4 RTD - 4 entradas para resistência. 
Módulos Combinados 
NIO4I - 2 entradas de V/I, 2 saídas de corrente. 
NIO4V- 2 entradas de V/I, 2 saídas de tensão. 
Módulos de saída 
NO4I - 4 saídas de corrente 
NO4V- 4 saídas de tensão 
SLC FAST ANALOG * 
Entradas Analógicas de alta velocidade 
FIO4V - Tem saídas de 0-10v 
FIO41 - Tem saídas de 0 a 20mA 
 
 
* Entradas analógicas de alta velocidade ( 7khz , 3dB ), 2 Entradas e 2 saídas 
, outros cartões de entrada analógica são para 10 Hz. 
 
2.7.3 - MÓDULOS ESPECIAIS: 
 
1746 - HSCE: 
É um módulo contador de alta velocidade com 1 canal, freqüência de até 50 
KHz, possui entradas para encoders de quadratura, pulso + direção ou pulso 
up/down. É compatível com SLC 5/02 ou maior. 
1746 - DCM: 
É um módulo para ligar o SLC á Remote I/O aberta por um CLP 5. 
1746 - BAS : MÓDULO BASIC. 
Módulo usado para fazer a interface com computadores, modens, 
impressoras, balanças e outros equipamentos, é programável em basic, 
protocolo DF1 incorporado, possui capacidade de cálculo de funções 
trigonométricas e ponto flutuante e relógio de tempo real, portas RS 232, 
422, 423, 485 e DH485. Memória de 24KRAM. 
1747- KE: 
É um módulo para interface DF1/DH485. Se conecta ao SLC através do cabo 
C13, usado para aplicações SCADA em programação e supervisão. 
1747 - DSN 
É um módulo scanner para block I/O. 
1770 - KF3 
Interface DH485 / DF1, conecta o micro a rede DH485 utilizando protocolo 
aberto DF1 sem sobrecarregar o micro e sem ocupar um slot no chassi. 
Usado para programação e supervisão (SCADA). 
1746 - HSTP1: 
Módulo Controlador de motor de passos, fornece controle para um eixo para 
aplicações micro-passos. Este módulo de ranhura simples opera com uma 
ampla variedade de controladores SLC500 e encoders compatíveis. O 
usuário pode programar o módulo para movimentos tanto incrementais 
quanto absolutos, dependendo da aplicação, o módulo é programado com o 
software de programação do SLC500. 
1746 - HS 
O sistema de controle de movimento IMC110 é um módulo de servo 
posicionamento de malha fechada mono-eixo que se conecta em uma ranhura 
simples do SLC500. Quando utilizado com servo acionadores, motores e 
encoders, o IMC110 torna-se componente chave de um eficiente sistema de 
controle de movimento de baixo custo. A Linguagem de gerenciamento de 
movimento (MML) e a Linguagem Gráfica de Controle de Movimento 
 
 
(GML), fornecem duas ferramentas de programação offline de fácil uso, as 
quais auxiliam na depuração e interface gráfica. O IMC 110 substitui 
métodos mecânicos de controle de velocidade e posicionamento de 
máquinas. O IMC110 orienta o movimento de um mono-eixo,ou haste,por 
meio de um sequenciador pré-programado, enquanto monitora um encoder 
para realimentação de posição. 
1761 NET- AIC: 
Módulo Stand Alone responsável pela conexão do CLP Micrologix 1000 
na rede DH485, usado também quando se necessita comunicar o SLC500 5 
/04 na rede DH485, pode ser interface de programação para CLP’s 
conectados em rede DH485 ou acesso à mesma através de modem. 
1747 - SN: 
Cria um Link de Remote I/O no SLC500 (5/02 ou maior), funciona em 57.6 
Kbps( 3.000m), 115.2Kbps (1.500m) e 230.4 Kbps (750m). Suporta 4 Rack’s 
lógicos numerados de 0 à 3. O módulo SN série B realiza funções do tipo 
“block transfer” e suporta endereçamento complementar. 
 
TABELA IMAGEM 
 1747 - SN RACK LÓGICO GRUPO 
 LOGICO 
 
 
 
 
 
 
 
 
1747 ASB : 
Módulo adaptador de Entradas e saídas remotas, funcionalidade baseada na 
serie C do Módulo 1771 - ASB , pemite que os processadores SLC & PLC5 
controlem módulos da família 1746. 
Suporta endereçamento de 1/2, 1 e 2 Slot's e módulos discretos e especiais, 
parâmetros de operação configurados através de DIP switches de oito posições 
cada. Cada módulo ASB pode controlar até 30 módulos de qualquer tipo 
utilizando cabo C7 ou C9 operando a 57.6, 115.2, e 230.4 Kbaud. Suporta I/O 
complementar. 
Através das chaves miniseletoras pode-se definir: número do rack, número do 
grupo lógico inicial, velocidade de transmissão, definicão de chassis primário ou 
 
 RACK 
 LOGICO 0 
 RACK 
 LOGICO 1 
 RACK 
 LOGICO 2 
 RACK 
 LOGICO 3 
 
 Grupo lógico 1 
 Grupo lógico 2 
 Grupo lógico 3 
 Grupo lógico 4 
 Grupo lógico 5 
 Grupo logico 0 
 Grupo lógico 6 
 Grupo lógico 7 
 16 bits 16 bits 
 Palavra de 
 Entrada 
 Palavra de 
 Saída 
 
 
complementar, se não estiver sendo utilizado chassi complementar, todos os 
módulos 1747- ASB deverão ser configurados como complementar. 
Mini Seletoras. 
SW1 : Mini seletoras de 0 à 6 , Rack lógico inicial . 
 7 e 8 , Grupo lógico inicial. 
SW2 : Miniseletoras 1,2 - Baud Rate ( velocidade de acordo com o tamnho 
 3 - Chassi primário ou complementar. 
 4,5,6,7,8 : Total de grupos lógicos. 
SW3 : 1 , Saídas permanecem no ultimo estado quando alguma falha 
 ocorrer. 
 2 , Reset automático da rede. 
 3 , Tempo de resposta de comunicação. 
 4 , Estabelece o ultimo chassi. 
 5 , 6 : Tipo de endereçamento 1 Slot, 2 Slot , ½ Slot. 
 7 , Endereçamento Discreto ou Block Transfer ( Módulos especiais 
 e analógicos ). 
OBS: Para maiores informações sobre configuração das mini-seletoras utilize 
o manual Remote I/O Adapter Module, publicação: 1747-NU002, cap 4. 
 
1784 KR: 
Placa compatível com IBM-PC para colocação do micro na rede DH485 
 
1794 Flex I/O: 
Equipamento Allen Bradley que possibilita a alocação das remotas junto ao 
processo, economizando cabos para transmissão dos dados. Possibilita a 
diminuição do tamanho do painel e do custo de instalação devido ao seu 
tamanho reduzido. Montado em trilho DIN é composto de um módulo de 
acoplamento de remotas "ASB" que é alimentado em 24 VDC,uma base 
onde são instaladas as E/S discretas e analógicas. A cada ASB podem ser 
conectadosaté 8 módulos, devido ao custo do ASB deve-se ligar o máximo 
de módulos ao mesmo. Este equipamento tem a possibilidade de se poder 
trocar os módulos com a processador energizado. 
 
 
 
 
 
 
 
2.8 - Configurações em Rede e ligações ponto a ponto: 
 
 A seguir apresentamos algumas configurações típicas da família SLC500. 
 Os procedimentos para interligação das redes bem como dispositivos se 
encontram nos anexos. 
 
2.8.1 - Programação Ponto A Ponto ( Df1 Full Duplex) : 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 PIC 
RS232 
CANAL 0 
RS232 
COM1 
COM2 
5/03 
 
 
2.8.2 CONFIGURAÇÃO EM REDE DH485 
 
REDE DH485 
 
 
 
 
 DTAM-E 
 DTAM-MICRO 
 DATAM-PLUS SLC FIXO 
 1747L20 
 5/03 (Canal 1-DH485) 
 
 
 
 
 
 
 Canal 0 (RS 232 ) 
 
 
 
 
 
 
 
 
MODEM OU RADIO MODEM 
 
 
 
 
 5/02 OU SUPERIOR 
 
 
 SN 
 REMOTE I/O 
 
ASB + I/O REMOTOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PIC 
 1747 AIC 1747 AIC 1747 AIC 
 1747 AIC 
 PANELVIEW 550 
 PANELVIEW 900 
 PANELVEIW 1200 
 PANELVIEW 1400 
 VERSÃO R/IO 
Cabo CD 
 Cabo C10 
 Cabo CP3 
 Cabo C10 
 Cabo CR 
 Cabo C10 
 Cabo C10 
 Cabo C10 
 
 
 
NET 
AIC 
 
 
MICROLOGIX 
1000 
 Cabo 
CBLHM02 
 
 
2.8.3 CONFIGURAÇÃO EM REDE ETHERNET / DH+ / DH485: 
 
 
REDE ETHERNET 
 
 PLC5 - 5/40E 
 
 
 
 
 
 REDE DH+ 
 
 
 5/04. 
 
 
 
 
 
 
1747-AIC 
 DH485 5/20B. 
 
 
 
 PANELVIEW 550 
5/02 PROCESSOR OU SUPERIOR 
COM MÓDULO 1747-SN 1771 ASB + I/O 1771 ( PLC5) 
 
REMOTE I/0 
 
 
 
 
 
NET 
AIC 
 
 
 
 
 
 
5/05 
CABO 
1761 CBL 
PM02 
 1761 - NET AIC 
SN 
 
 
 
Placa NE2000 
ou Similar. 
 
 SUPERVISÓRIO 
Cabo CR 
 Cabo C10 
 Cabo C10 
Cabo CD 
Cabo CD 
 
Transciever 
 
 
2.8.4 - CONTROL NET: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2.8.5 - Device Net: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
EXERCÍCIO APLICATIVO: 
Elaborar uma configuração para um sistema composto por 4 tipos de processos. 
Nos processos 1 & 2 já têm-se controlando-os repectivamente um PLC 5/80E e 
um SLC500 5/03. Todos os processos são dependentes. 
No processo 3: Têm-se 45 entradas e 18 saídas digitais, há a necessidade de se 
alterar valores nos tempos em que serão acionadas algumas bombas e o 
operador terá de saber qual a bomba esta funcionando. 
No processo 4: Têm-se 182 entradas e 18 saídas digitais que deverão estar 
localizadas em um painel na sala de controle e 32 entradas digitais, 10 entradas 
analógicas, 8 saídas digitais e 6 saídas analógicas em um painel distante 200 
metros da sala de controle. Neste processo necessita-se que o operador tenha 
acesso a visualização dos estados dos equipamentos bem como emtrar com um 
valor de setpoint para um controle de temperatura, e o supervisor geral precisa 
ter um acesso ao estado da planta em seu escritório localizado a 800m do 
procesoo, e os técnicos de manutenção deverão ter acesso ao programa do CLP 
em suas residencias. 
OBS: 
- Tensões : considerar E/S = 110 VCA. 
- E/S Analógicas : considerar sinais de 4 a 20 mA. 
- Os processos 1 e 2 já estão implantados e não há necessidade de especificá-los 
. 
Especificar todos os equipamentos Allen Bradley, interligações, módulos e 
cabos e desenhar a configuração do sistema proposto para minimizar custos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3. - ENDEREÇAMENTOS 
3.1 - ENDEREÇOS DE ENTRADAS E SAÍDAS. 
 Define-se como sendo CHASSI, o compartimento físico. Solta ranhura ou 
trilho onde serão conectados os módulos e a CPU (sempre no slot 0). RACK 
LÓGICO OU GAVETA ao conjunto de 8 grupos lógicos e um GRUPO 
LÓGICO pode conter até 16 terminais de entrada e 16 terminais de saída ( 1 
palavra de entrada e uma palavra de saída ). RACK FÍSICO é o chassi onde 
serão encaixados os módulos e CPU. 
Considera-se ainda, k = Nº inteiro igual a 1024. Uma palavra é igual a 16 
bits. 
 
3.1.1 SLC 500 FIXO: 
Os endereços de I/O para o "SHOEBOX" são fixos e dependem do modelo 
utilizado por exemplo: 
para a L20 : Entradas - I:0/00 à I:0/11 
 Saídas - O:0/00 à O:0/07 
Os endereços encontram-se discriminados no chassi do CLP. 
Para se endereçar o chassi de expansão: I:1 /__ ou O:1/__ 
 
 
 
3.1.2 - SLC 500 MODULAR RACK LOCAL 
 
 I : 1 / 01 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Nº SLOT 
1 ou 2 
NºdoBIT 
00 à 15 
 Tipo 
 I - Entrada 
 O - Saída 
Nº SLOT 
01 à 30 
Nº BIT 
00 à 15 
 
 
3.1.3 - SLC500 MODULAR : RACK REMOTO. 
 Para configuração do módulo ASB considera-se 3 tipos de endereçamentos de 
1 slot ( cada slot corresponde a um grupo), 2 slot's (cada 02 Slot's correspondem 
a um grupo) e 1/2 Slot (cada 1/2 Slot é um grupo . utilizado em módulos de 32 
pontos). 
3.1.3.1 - ENDEREÇAMENTO DE 1/2 SLOT 
A cada 1/2 Slot contém um grupo lógico. 
Este tipo de endereçamento é utilizado com cartões de 32 pontos. 
 CPU CARTÕES CHASSI - 1771 A4B 
 
 
 0 1 2 3 4 5 6 7 01 23 45 67 01 23 45 67 01 23 45 67 
 0 1 2 3 
3.1.3.2 ENDEREÇAMENTO DE 1 SLOT 
 A cada 1 Slot contém um grupo lógico. 
Este tipo de endereçamento é utilizado com cartões de 16 pontos. 
 CPU CARTÕES CHASSI - 1771 A4B 
 
 
 0 1 2 3 4 5 6 7 0 1 2 3 4 5 6 7 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
0 1 
 
 
3.1.3.3 ENDEREÇAMENTO DE 2 SLOT 
 A cada 2 Slot contém um grupo lógico. 
Este tipo de endereçamento é utilizado com cartões de 8 pontos. 
 CPU CARTÕESCHASSI - 1771 A4B 
 
 
 0 1 2 3 4 5 6 7 
 Rack 0 
 
 _______ : ______ ______ _____ / ____ ____ 
O: Saída Rack Lógico Grupo Bit 00 à 07 / 10 à 17. 
I: Entrada 
 
No módulo SN , considera-se dois tipos de endereçamentos. discreto e block 
transfer. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 PROCESSADOR 
 SLC 
 
 
 
 
1747 RIO SCANNER 
 
 M FILES 
 I/O IMAGE 
 
 
 
 
 
 
. 
. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3.1.3.4 ARQUIVO “G” 
Quando se utiliza o módulo SN deve-se configurar o arquivo G, este é baseado 
nos dispositivos que você tem em sua rede remote I/O . Neste arquivo 
configura-se o endereço de partida do dispositivo,o tamanho imagem do 
dispositivo e o endereço fisico do dispositivo no adaptador. 
Não pode-se programar o arquivo “G” ON-LINE. Faz-se as mudanças em OFF 
LINE e em seguida descarrega-se para ON-LINE Este arquivo consta de 5 
palavras: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
S
N 
A 
S 
B 
A 
S 
B 
FONTE 
1746 NI4 
1746NO4I 
 M1 : 1 . 101 = 4 
 M1 : 1.102 =001 
 MO : 1 .101 = 4 
 MO : 1 .102 = 052 
 EXEMPLO: 
 
 
Word 0 :Setada automaticamente e não pode ser alterada. 
Word 1:Endereço Lógico do dispositivo,consiste do rack lógico (0,1,2 ou 3) 
e grupo lógico inicial (0,2,4 ou 6 ). 
Word 2: Tamanho imagem do dispositivo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Word 3: Endereço Lógico do dispositivo ultilizando I/O Complementar 
,consiste do rack lógico (0,1,2 ou 3)e grupo lógico inicial (0,2,4 ou 6 ). 
Word 4: Tamanho imagem do dispositivo no I/O complementar. 
No software RSLogix pode-se configurar automaticamente o arquivo G. 
3.1.3.5 TIPOS DE ENDEREÇAMENTOS - módulo SN. 
3.1.3.5.1 - Modo Discreto. (Módulos discretos) 
 
 
 
 
 
e: número do slot do módulo SN. 
 
 
 
 
 
 
 ENTRADAS 
I : e . 0 atè I : e. 31 
 
 SAIDAS 
O : e . 0 atè O : e. 31 
 
 1 1 
 1 1 1 1 
 1 
 0 1 1 0 
 1 1 1 0 
 ¼ Rack. 
 Rack Completo 
 ½ Rack 
 ¾ Rack. 
 
 
3.1.3.5.2 - Modo Block Transfer. ( Módulos Especiais e 
analógicos ) 
 O módulo RIO SCANNER realiza transferências de block transfer direto 
e aloca nos arquivos M0 e M1 do módulo SN. 
Para BTW’s o M0 BT Buffer contém dados de controle da BTW e dados da 
BTW enquanto que a correspondente M1 BT Buffer contém somente 
informações de STATUS da BTW. 
Para BTR’s,o M0 BT Buffer cotém somente dados de controle da 
BTR,enquanto uma correspondente M1 BT Buffer contém informações de 
STATUS da BTR e dados da BTR . Os Block Transfer ocorrem assíncronos 
as transferências discretas. 
Existem um total de 32 Block Transfer de controle e Status no M0 (saídas / 
Controle ) e 32 Block Transfer de saídas e controle. 
O Buffer de block Transfer consiste de: 
* 3 BT, palavras de controle em um buffer de BT no arquivo MO. 
* 4 BT, palavras de Status em um Buffer de BT no arquivo M1. 
* 64 BT, palavras de BTW no arquivo M0 e 64 palavras de BTR no arquivo 
M1. 
Usa-se o arquivo M0, buffer de controle de BT para iniciar a block transfer 
e o correspondente arquivo M1 para mostrar o Status da Block Transfer. 
Os Buffers de BT consistem de 100 palavras nos arquivos M0 e M1 partindo 
da palavra 100. 
Por exemplo: BT Buffer 1 está no M0:e.100 e M1:e.100 ; o BT Buffer 2 
está localizado no M0:e.200 e M1:e.200. 
Todos os buffers de block transfer são zerados quando do inicio do ciclo de 
ligação do CLP. 
ARQUIVO M0: BLOCK TRANSFER OUTPUT / CONTROL BUFFERS. 
Existem 32 Buffer de BT alocados no arquivo M0, estes buffers contém 
informações de controle de BTR/BTW e saídas de dados da instrução 
BTW. 
 M0 : e . x 00 
 e = numero de slot do módulo SN. 
 x = numero da BT. ( 1 À 32 ) 
- M0 : e . X 00 => BIT’S DE CONTROLE. 
- M0 : e . X 01 => TAMANHO DA BT. 0 À 64. 
- M0 : e . X 02 => ENDEREÇO ( RACK,GRUPO,SLOT ). 
- M0 : e . X 03 => ATÉ 09 RESERVADO. 
- MO : e . 10 ATÈ MO : e X 73 => LOCALIZAÇÃO DOS DADOS. 
 
 
 
ARQUIVO M1: BLOCK TRANSFER IMPUT / STATUS BUFFERS. 
Existem 32 Buffer de BT alocados no arquivo M1, estes buffers contém 
informações de STATUS de BTR/BTW e ENTRADAS de dados da 
instrução BTR. 
 M1 : e . x 00 
 e = numero de slot do módulo SN. 
 x = numero da BT. ( 1 À 32 ) 
- M1 : e . X 00 => BIT’S DE CONTROLE. 
- M1 : e . X 01 => TAMANHO DA BT. 0 À 64. 
- M1 : e . X 02 => ENDEREÇO ( RACK,GRUPO,SLOT ). 
- M1 : e . X 03 => ATÉ 09 RESERVADO. 
- M1 : e . 10 ATÈ M1 : e X 73 => LOCALIZAÇÃO DOS DADOS. 
 ( 0 À 63 ). 
Para informações mais detalhadas favor consultar o manual do 
módulo SN publicação - 1747 - 6.6 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3.2 - TIPOS DE ARQUIVOS: 
 
3.2.1 ARQUIVOS DE PROGRAMA: 
 Arquivos onde são armazenadas as subrotinas do programa aplicativo,pode-se 
ter de 0 à 255 arquivos de programa. Os arquivos 0 e 1 são arquivos 
reservados , o arquivo 2 é o arquivo principal, o processador "varre" este arquivo 
e a partir dele faz a leitura dos demais, portanto se o usuário quiser que os 
outros arquivos sejam varridos deverá usar uma instrução de salto para 
subrotina neste arquivo 2. 
Do arquivo 3 ao 255 são arquivos utilizados pelo usuário. 
Este arquivos são visualizados na tela de diretório de programa do software 
APS. 
 
3.2.2 ARQUIVOS DE DADOS-TABELA DE DADOS: 
 
São os endereços presentes na memória do CLP. 
 
Nº do Arquivo: Tipo: NºElementos NºW. 
 0 -------------------- Saídas. ( O ) P/El. 
 1 --------------------- Entradas. ( I ) 
 2 ------------------------- Status ( S2 ) 
 3 -------------------- Bit ( B3) B3:0 ------ B3:255 01 
 4 ---------------------Temporizador ( T4 ) T4:0 -------- T4:255 03 
 5 -------------------- Contador ( C5 ) C5:0 -------- C5:255 03 
 6 -------------------- Controle ( R6 ) R6:0 -------- R6:255 01 
 7 -------------------- Nº inteiro ( N7 ) N7:0 -------- N7:255 01 
 8 -------------------- Ponto flutuante ( F8 ) F8:0 --------- F8:255 02 * 
 9 ----- 255 configuráveis pelo usuário. 
* presente no 5/03 série C em diante e 5/04. Armazenam valores na faixa de 
 ± 1,754944 x 10 ^-38 à ± 3,4028 x 10 ^ +38 . 
 
 
 
 
 
 
 
 
 ARQUIVOS DE ENTRADA: 
 Identificados pela letra "I" ,correspondem aos endereços das entradas na 
memória do CLP. 
 
ARQUIVOS DE SAÍDA: 
 Identificados pela letra "O", correspondem aos endereços das saídas na 
memória do CLP. 
 
ARQUIVOS DE STATUS "S2": 
 São arquivos onde são armazenados valores relativos ao status do 
processador tais como relógio de tempo real, falhas ocorridas, habilitação 
dos Slot’s, situações decorrentes da execução do programa,funcionalidade da 
memória,modos de operação, tempos de varredura,taxas de 
transmissão,estadodas chaves miniseletoras e outras informações. 
Descricão das palavras do arquivo de Status se encontram nos anexos. 
ARQUIVO DE BIT "B3": 
 São arquivos onde são armazenados valores usados pelo programa 
aplicativo: Cada arquivo possui 256 elementos B3:0 à B3:255 e cada 
elemento pode armazenar valores de 0 à 32767, com cerca de 16 bits. 
O SLC 500 possui 4096 bits internos no arquivo B3. Cada bit desses pode 
por exemplo armazenar o estado de um equipamento ou significar uma etapa 
de processo etc. 
 
ARQUIVO TEMPORIZADOR "T4": 
 São arquivos onde são armazenados os dados referentes às instruções de 
temporizadores. 
 
ARQUIVO CONTADOR "C5". 
 São arquivos onde são armazenados os dados referentes às instruções de 
contadores. 
ARQUIVO DE CONTROLE "R6". 
 São arquivos onde são armazenados endereços de controle de determinadas 
instruções, estes endereços são o status da instrução ou seja como ela esta se 
comportando durante a execução do programa aplicativo. 
 
 
 
 
 
 
ARQUIVO DE NUMERO INTEIRO "N7" 
 Este arquivo armazena valores de números inteiros a serem usados pelo 
programa aplicativo. Este arquivo possui 256 elementos ( N7:0 à N7:255) e 
gasta 01 palavra por elemento. 
Armazena valores na faixa de -32768 à 32767. 
 
ARQUIVO DE PONTO FLUTUANTE "F8". 
 Este arquivo armazena valores numéricos decimais, possui 256 elementos e 
gasta 02 palavras por elemento, trabalha com valores na faixa de 
 ± 1,754944 x 10 ^-38 à ± 3,4028 x 10 ^ +38. 
 
ARQUIVOS PARA USO ALEATÓRIO DE 9 À 255. 
 Estes arquivos podem representar qualquer um dos arquivos anteriores , pode-
se criar um arquivo N10 , T11, C200, no entanto se criado o arquivo 10 ,por 
exemplo, não pode-se associar mais nenhum endereço a ele ou seja se você o 
criou N10 não poderá criar, por exemplo, um C10. 
3.3 - ENDEREÇAMENTO DE ARQUIVOS (PILHAS). 
 
 Neste tipo de endereçamento usado em algumas instruções,pode-se definir 
índices de pilhas de dados ou seja você pode endereçar blocos de memória. 
Define-se o caractere # para configurar estes blocos. Por exemplo se temos 
# N7:0 , isto significa que temos uma pilha de dados começando em N7:0 
cujo tamanho o usuário define na sua instrução. 
 
 
 N7:0 # N7:0 
 N7:1 Lenght: 6 
 N7:2 
 N7:3 
 N7:4 
 N7:5 
 
 
 
 
 
 
3.4 - ENDEREÇAMENTO INDIRETO: 
 
Neste tipo de endereçamento o usuário poderá especificar um endereço como 
indireto através da troca do numero de arquivo,número de elemento ou sub-
elemento com o símbolo "[ Xf:e.s ]" . A parte interna do colchete será então 
preenchida por um valor. Esse valor poderá corresponder a um endereço de 
arquivo,elemento ou sub- elemento. 
ex. Endereçamento indireto : B3:[ N10:2 ] 
 SE ........... N10:2 = 5 
 Então ....... B3: [ N10:2 ] indicará o endereço B3:5 
N[ N7:0 ] : [ N7:1 ] 
 
3.5 - ENDEREÇAMENTO COMPLEMENTAR. 
 É utilizado quando se deseja obter a capacidade máxima dos pontos de 
Entrada e Saída do processador para tanto um rack deverá conter cartas que 
sejam simétricas às do chassi complementar. Por exemplo se tem na R I/O 
um módulo ASB e configura-se como complementar e no grupo 1 contêm 
um cartão de entrada , no Grupo 1 do cartão complementar terá de ser 
inserido um cartão de saída, pois sabe-se que um grupo pode conter até 16 
terminais de entrada e 16 terminais de saída. Deste modo obtêm-se a 
capacidade máxima do processado 
3.6 - ENDEREÇAMENTO INDEXADO: 
 
 Define-se um apontador de pilhas de dados , o valor em S:24, será o valor 
atual do elemento do endereço posterior à instrução designada pelo #. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 MOV 
 
 SOURCE: C5:0.ACC 
 
 
 DEST S:24 
 ADD 
 
 SOURCE A: N7:10 
 SOURCE B: # N7:50 
 DEST N32:20 
 
 
 
4. - INSTRUÇÕES: 
4.1 INSTRUÇÕES DO TIPO RELÊ 
4.1.1 - Generalidades: 
- Examinar se Energizado ( XIC ) 
- Examinar se Desenergizado ( XIO ) 
- Energizar Saída ( OTE ) 
- Energizar Saída com Retenção ( OTL ) 
- Desenergizar Saída com Retenção ( OTU ) 
- Monoestável Sensível à Borda de Subida ( OSR ) 
 Essas instruções são utilizadas em um único bit de dado, o qual pode ser 
endereçado sempre que necessário. Durante a operação, o controlador pode 
energizar ou desenergizar o bit, baseado na continuidade lógica das linhas do 
programa de aplicação. 
Os seguintes arquivos de dados utilizam as instruções de bit: 
- Arquivos de entrada e saída. As instruções representam entradas e saídas 
externas. 
- Arquivos de status. 
- Arquivo de bit. As instruções são utilizadas para a lógica de relê interna do 
programa. 
- Arquivos de temporizador, contador e controle. As instruções utilizam os 
vários bits de controle. 
- Arquivo de inteiro. As instruções são utilizadas ( a nível de bit ) á medida 
que são necessárias ao programa de aplicação. 
4.1.2 - Instruções “Examinar”: 
- Examinar se Energizado ( XIC ) 
- Examinar se Desenergizado ( XIO ) 
Essas instruções permitem que o controlador verifique o estado 
energizado/desenergizado de um endereço específico de bit na memória. 
“Um” ou “Zero”, armazenado no, endereço do bit, pode representar o estado 
real energizado ou desenergizado de um único dispositivo de E/S. 
 
 
 
 
 
 
4.1.2.1 - Examinar se Energizado ( XIC ): 
 
 
 Quando um dispositivo de entrada fecha seu circuito, o terminal de entrada 
conectado ao mesmo indica um estado energizado, que é refletido no bit 
correspondente do arquivo de entrada. 
Quando o controlador localiza uma instrução com o mesmo endereço, ele 
determina que o dispositivo de entrada está energizado, ou fechado, e ajusta 
a lógica da instrução para verdadeira. 
Quando o dispositivo de entrada não mais fecha seu circuito, o controlador 
verifica que o bit está desenergizado e ajusta a lógica dessa instrução para 
falsa ( tabela 1.A ). 
 
4.1.2.2 - Examinar se Desenergizado ( XIO ): 
 
 
 
Quando um dispositivo de entrada não é acionado, o terminal de entrada 
conectado a ele indica um estado desenergizado, que é refletido no bit 
correspondente do arquivo de entrada. Ao localizar uma instrução XIO com 
o mesmo endereço, o controlador determina que a entrada está desenergizada 
e ajusta a lógica da instrução para verdadeira. Quando o dispositivo é 
acionado, o controlador ajusta a lógica dessa instrução para falsa. 
 
4.1.3 - Instruções Energizar/Desenergizar Saída: 
Essas instruções são as seguintes: 
- Energizar Saída ( OTE ) 
- Energizar Saída com Retenção ( OTL ) 
-Desenergizar Saída com Retenção ( OTU ) 
 
 
 
 
 
 
 
 
4.1.3.1 - Energizar saída ( OTE ): ( ) 
 O estado de um terminal de saída é indicado através de um bit específico 
do arquivo de saída. Ao ser estabelecida uma lógica verdadeira na linha de 
programa que contém a instrução OTE, o controlador energiza o respectivo 
bit, fazendo com que o terminal seja acionado. Caso essa lógica verdadeira 
não seja estabelecida, o controlador desenergiza o bit, a instrução OTE é 
desabilitada e o dispositivo de saída associado é desenergizado. 
A instrução OTE é não-retentiva e a mesma é desabilitada quando: 
- O controlador for alterado para o modo Operação ou teste, ou quando a 
alimentação é restaurada; 
- Ocorrer um erro grave; 
- A instrução OTE for programada dentro de uma zona MCR falsa. 
Deve-se observar que uma instrução OTE habilitada em uma área de 
subrotina permanecerá habilitada até que haja uma nova varredurana área de 
subrotina. 
4.1.3.2 - Energizar Saída com Retenção ( OTL ) e desenergizar 
Saída com Retenção ( OTU ): 
Essas instruções são instruções de saída retentiva e, geralmente, são 
utilizadas aos pares para qualquer bit da tabela de dados controlado pelas 
mesmas. Também podem ser empregadas para inicializar valores de dados a 
nível de bit. 
 
 ( L ) ( U ) 
 
 Quando se determina um endereço para a instrução OTL que corresponde 
ao endereço de um terminal do módulo de saída, o dispositivo de saída 
conectado a este terminal será energizado assim que o bit na memória for 
energizado. O estado habilitado deste bit é determinado pela lógica da linha 
anterior às instruções OTL e OTU. 
 Caso a lógica verdadeira seja estabelecida com instruções de entrada, a 
instrução OTL é habilitada. Se a mesma não for estabelecida e o bit 
correspondente na memória não tiver sido energizado previamente, a 
instrução OTL não será habilitada. Entretanto, se a lógica verdadeira foi 
estabelecida previamente, o bit na memória será retido energizado, assim 
permanecerá, mesmo após as condições da linha terem se tornado falsas. 
 Uma instrução OTU com o mesmo endereço da instrução OTL rearma ( 
desabilita ou desenergiza ) o bit na memória. Quando uma lógica verdadeira 
é estabelecida, a instrução OTU desenergiza seu bit correspondente na 
memória. 
 
 
 Quando o controlador passa do modo Operação para programação., ou na 
queda de alimentação ( desde que haja uma bateria de back-up instalada ou 
um capacitor ), a última instrução verdadeira de Energizar ou Desenergizar 
Saída com Retenção continua a controlar o bit na memória. O dispositivo da 
saída energiza com retenção é energizado mesmo que a condição na linha, 
que controla a instrução de energizar saída com retenção, passe a falsa. 
 Ao retornar ao modo Operação ou no caso da alimentação ser restaurada, o 
controlador inicialmente varre todas as linhas como se fossem falsas. As 
instruções retentivas mantêm o seu estado. 
 O programa de aplicação pode examinar um bit controlado pelas instruções 
OTL e OTU sempre que necessário. 
4.1.4 - Monoestável Sensível à Borda de Subida: 
 Esta instrução torna a linha verdadeira durante uma varredura com uma 
transição de falsa para verdadeira da condição anterior à atual da linha. 
As aplicações para esta instrução incluem iniciar eventos acionados por um 
botão de comando, como por exemplo, “congelar” valores exibidos muito 
rapidamente ( LED ). 
As figuras 1.6, 1.7 e 1.8, ilustradas a seguir, exibem a utilização da instrução 
ONS. 
 
 I:1/0 B3/0 O:0001/00 
 [OSR ] ( ) 
Figura 1.6 
Na figura 1.6, quando a instrução de entrada passa de falsa para verdadeira, 
a instrução OSR condiciona a linha de forma que a saída fique verdadeira 
durante uma varredura do programa. A saída passa a falsa e assim 
permanece durante várias varreduras até que a entrada realize uma nova 
transição de falsa para verdadeira. 
Importante: As condições de entrada não devem ser posicionadas depois da 
instrução OSR em uma linha. Caso contrário, operação imprevista pode 
ocorrer. 
4.1.4.1 Parâmetros da Instrução OSR: 
Deve-se utilizar um endereço de bit de arquivo de bit ou do arquivo de 
inteiro. Esse bit endereçado é energizado á medida que as condições 
anteriores à instrução OSR são verdadeiras e o mesmo é desenergizado 
quando as condições anteriores à instrução OSR são falsas. 
 
 
O endereço do bit utilizado para esta instrução deve ser específico, ou seja, 
não deve ser empregado em nenhuma outra parte do programa de aplicação. 
No PLC5 têm ainda a instrução de monestável sensível a borda de descida. 
Importante: Recomenda-se não utilizar um endereço de entrada ou saída 
juntamente com a instrução OSR. 
 
Exercícios Aplicativos: 
 
1 - Energizar uma lâmpada quando uma chave fim de curso fechar no 
campo. 
 
 
 2 - Acionar uma sirene quando um pressostato (NF) atuar no campo. 
 
 
 3 - Desenvolver o programa aplicativo para uma partida direta de um motor 
com sinalização de ligado,desligado e sobrecarga. 
 
 
 DESL. (NF) 
 
 NF ( T ) C1 
 C2 T 
 
 
NA 
LIGA C1 
 
 
 L1 L2 L3 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4.2 - Instruções de temporizador e contador 
4.2.1 - Generalidades: 
-Temporizador na Energização ( TON ): conta intervalos de bases de tempo 
quando a instrução é verdadeira. A base de tempo é selecionada entre 0,01s 
ou 1,0s 
- Temporizador na Desenergização ( TOF ): conta intervalos de base de 
tempo quando a instrução é falsa. A base de tempo é selecionada entre 0,01s 
ou 1,0s . 
- Temporizador Retentivo ( RTO ): este temporizador retém o seu valor 
acumulado quando a instrução se torna falsa. 
- Contador Crescente ( CTU ): a contagem é incrementada a cada transição 
de falso para verdadeiro. - Contador Decrescente ( CTD ): a contagem é 
decrementada a cada transição de falso para verdadeiro. 
- Rearme de Temporizador/Contador ( RES ): esta instrução zera o valor 
acumulado e os bits de estado de um contador ou temporizador, sendo que a 
mesma não pode ser utilizada com uma instrução TOF. 
4.2.2 - Descrição: 
As instruções de temporizador e contador requerem três palavras do arquivo 
de dados. A palavra 0 é a palavra de controle que contém os bits de estado 
da instrução. A palavra 1 é o valor pré-selecionado. A palavra 2 corresponde 
ao valor acumulado. 
Para os temporizadores, o valor acumulado é o número atual de intervalos 
temporizados que transcorreram; para contadores, é o número de transições 
de falso para verdadeiro que ocorreram. O valor pré-selecionado é o valor 
inserido para controlar a temporização ou contagem da instrução. 
Quando o valor cumulado for igual ou maior que o valor pré-selecionado, o 
bit de estado será energizado. Pode-se utilizar este bit para controlar um 
dispositivo de saída. 
Os valores pré-selecionado e acumulado para temporizadores variam de 0 a 
+ 32.767 e os valores para contadores variam de -32.768 a + 32.767. 
Se o valor acumulado ou pré-selecionado do temporizador for um número 
negativo, ocorrerá um erro de run-time, causando falha no controlador. 
 
 
 
 
 
 
 
4.2.3 - Instruções de Temporizador 
- Temporizador na Energização ( TON ) 
- Temporizador na Desenergização ( TOF ) 
- Temporizador Retentivo ( RTO ) 
Essas instruções encontram-se descritas nas seções a seguir. 
4.2.3.1 Bits de Estado 
Os dados da palavra de controle para as instruções de Temporizadores 
incluem ( figura 2.2 ): 
- Três bits de estado do temporizador 
- Oito bits utilizados internamente para precisão da instrução de 
temporizador ( não é possível acessar esses bits a partir do dispositivo de 
programação ). 
Figura 2.1 
 15 14 13 
 
 
 
 
 
4.2.3.2 Base de Tempo 
- 1,0 segundos 
- 0,01 segundo ( 10 milisegundos ) 
4.2.3.3 Precisão 
 
A precisão de temporização está entre - 0,01 a 0 segundos com uma 
varredura de programa de até 2,5 segundos. 
A precisão aqui descrita se refere apenas à duração de tempo entre o 
momento que uma instrução de temporizador é habilitada ( bit de habilitação 
é energizado ) e o momento que o intervalo temporizado é completo ( bit de 
executado é energizado ). A imprecisão causadapela varredura do programa 
 EN TT DN 
 Valor Pré-selecionado 
 Valor Acumulado 
 
 
pode ser maior que a base de tempo do temporizador. Deve-se também 
considerar o tempo necessário para energizar o dispositivo de saída. 
Os resultados do temporizador podem ser imprecisos se as instruções 
JMP/LBL ou JSR/SBR fizerem com que o programa pule a linha que contém 
a instrução de temporizador, enquanto o temporizador está registrando o 
tempo. Se a linha ficar 2,5 segundos sem ser varrida, não haverá perda de 
tempo, porém, se o tempo exceder 2,5 segundos, um erro de temporização 
não detectável irá ocorrer. 
4.2.3.4 - Temporizador de Energização ( TON ) 
Figura 2.2 
Formato da Instrução ( TON ) 
 ( EN) 
 
 (DN) 
 
 
 
 A instrução de Temporizador na Energização ( TON ) inicia a contagem 
dos intervalos da base de tempo quando a condição da linha se torna 
verdadeira. À medida que a condição da linha permanece verdadeira, o 
temporizador incrementa seu valor acumulado ( ACC ) a cada varredura até 
atingir o valor pré-selecionado ( PRE ). O valor acumulado é zerado quando 
a condição da linha for falsa independente do temporizador ter ou não 
completado a temporização. O bit de executado ( DN ) é energizado quando 
o valor acumulado é igual ao valor pré-selecionado e é desenergizado 
quando a condição da linha se torna falsa. O bit de temporizador ( TT ) do 
temporizador é energizado quando a condição da linha é verdadeira e o valor 
acumulado é menor que o valor pré-selecionado. Quando o bit de executado 
é energizado ou a condição da linha é falsa, esse bit é desenergizado. O bit 
de habilitação ( EN ) do temporizador é energizado quando a condição da 
linha é verdadeira. Caso contrário, esse bit é desenergizado. Se o controlador 
for passado do modo Operação ou Teste para Programação, ou então, se a 
alimentação for perdida enquanto uma instrução TON está contando o tempo 
sem ainda ter atingido o valor pré-selecionado, ocorre o seguinte: 
- os bits de habilitação e temporizados permanecem energizados; 
- o valor acumulado permanece o mesmo. 
Quando o controlador retorna ao modo Operação ou Teste, pode acontecer o 
seguinte: 
 TON 
 Timer on delay 
 
 Timer: 
 Time Base: 
 Preset: 
 Accum 
 
 
- se a linha for verdadeira, o valor acumulado é zerado e os bits de 
habilitação e temporizado permanecem energizados. 
- se a linha for falsa, o valor acumulado é zerado e os bits de controle são 
desenergizados. 
4.2.3.5 - Temporizador na Desenergização ( TOF ) 
A instrução de temporizador na desenergização ( TOF ) inicia a contagem 
dos intervalos da base de tempo quando a linha realiza uma transição 
verdadeira para falsa. À medida que a condição da linha permanece falsa, o 
temporizador incrementa o seu valor acumulado 
( ACC ) a cada varredura até atingir o valor pré-selecionado ( PRE ). O valor 
acumulado é zerado quando a condição da linha for verdadeira, independente 
do temporizador ter realizado a temporização. 
O bit de executado ( DN ) é desenergizado quando o valor acumulado é igual 
ao valor pré-selecionado e o mesmo é energizado quando a condição da linha 
se torna verdadeira. 
O bit de temporizado ( TT ) é energizado quando a condição da linha é falsa 
e o valor acumulado é inferior ao valor pré-selecionado. Esse bit é 
desenergizado quando a condição for verdadeira ou quando o bit de 
executado for desenergizado. 
O bit de habilitação ( EN ) é energizado quando a condição da linha é 
verdadeira. Caso contrário, esse bit é desenergizado. 
Se o controlador foi passado do modo Teste ou Operação para Programação, 
ou então, se a alimentação for perdida enquanto uma instrução TOF estiver 
contando o tempo, sem ter atingido o valor pré-selecionado, ocorre o 
seguinte: 
- o bit de habilitação permanece desenergizado; 
- os bits de executado e temporizado permanecem energizados; 
- o valor acumulado permanece o mesmo. 
Quando o controlador retorna ao modo Operação ou Teste, pode acontecer o 
seguinte: 
- se a linha for verdadeira, o valor acumulado é zerado, o bit de temporizado 
é desenergizado, o bit de habilitação é energizado e o bit de executado 
permanece energizado. 
- se a linha for falsa, o valor acumulado e ajustado conforme especificado no 
valor pré-selecionado e os bits de controle serão desenergizados. 
A instrução RES de contador/temporizador não deve ser empregada com a 
instrução TOF. 
 
 
4.2.3.6 - Temporizador Retentivo ( RTO ) 
A instrução RTO inicia a contagem dos intervalos da base de tempo quando 
a condição da linha se torna verdadeira. À medida que a condição da linha 
permanece verdadeira, o temporizador incrementa o seu valor acumulado ( 
ACC ) a cada varredura até atingir o valor pré-selecionado( PRE ). O valor 
acumulado é retido quando: 
- a condição da linha se torna falsa; 
- o controlador é alterado de Operação ou Teste para Programação; 
- o controlador perde a alimentação ( desde que seja mantida a bateria de 
back up ); 
- ocorre uma falha. 
Quando o controlador retorna ao modo Operação ou Teste e/ou a condição 
da linha passa a verdadeira, a temporização continua a partir do valor 
acumulado retido. Ao reter o seu valor acumulado, o temporizador retentivo 
mede o período em que a condição da linha está verdadeira. Pode-se utilizar 
esta instrução para energizar ou desenergizar uma saída dependendo da 
lógica do programa. 
Os bits de estado da instrução RTO operam como descrito a seguir: 
- o bit executado ( DN ) é energizado quando o valor acumulado é igual ao 
valor pré-selecionado. No entanto, esse bit não é desenergizado quando a 
condição da linha se torna falsa; ele só é desenergizado quando a instrução 
RES é habilitada. 
- o bit de temporizado ( TT ) da instrução de Temporizador Retentivo é 
energizado quando a condição da linha é verdadeira e o valor acumulado é 
menor que o valor pré-selecionado. Quando a condição da linha passa a 
falsa ou quando o bit de executado é energizado, o bit de temporizado é 
desenergizado. 
- o bit de habilitação (EN ) é energizado quando a condição da linha é 
verdadeira e é desenergizado quando a condição se torna falsa. 
O valor acumulado deve ser zerado pela instrução RES. Quando essa 
instrução com o mesmo endereço da instrução RTO for habilitada, o valor 
acumulado e os bits de controle são desenergizados. 
Quando o controlador é passado do modo Operação ou Teste para 
Programação ou Falha, ou então quando a alimentação é perdida enquanto o 
temporizador está registrando o tempo sem ainda ter atingido o valor pré-
selecionado, o bit de habilitação e o de temporizado permanecem 
energizados e o valor acumulado permanece o mesmo. 
Quando se retorna ao modo Operação ou Teste ou a alimentação é 
restaurada, se a linha for verdadeira. O valor acumulado permanecerá o 
mesmo e continuará registrando o tempo a partir de onde parou, e o bit de 
temporizado e de habilitação permanecerão energizados. Se a linha for falsa, 
o valor acumulado permanecerá o mesmo e os bits de temporizado e 
 
 
habilitação serão desenergizados e o bit de executado permanecerá em seu 
último estado. 
4.2.3.7 - Instruções de Contador Crescente/Decrescente ( CTU e CTD ): 
Figura 2.5 
Formato das Instruções CTU e CTD 
 
 (CU ) 
 
 ( DN) 
 
As instruções de Contador Crescente ( CTU ) e Contador Decrescente(CTD ) 
contam as transições de falsa para verdadeira, as quais podem ser causadas 
por eventos que ocorremno programa, tais como peças que passam por um 
detetor. 
Cada contagem é retida quando as condições da linha se tornam falsas e, 
assim permanece até que uma instrução RES, com o mesmo endereço da 
instrução de contador, seja habilitada. 
Cada instrução de contador possui um valor pré-selecionado e acumulado, e 
uma palavra de controle associada. 
A palavra de controle para as instruções de contador incluem seis bits de 
estado, conforme ilustra a figura 2. 
 
Figura 2.6 
Palavra de Controle da Instrução de Contador 
 15 14 13 12 11 10 
 
 
 
 
Os valores acumulado e pré-selecionado são armazenados como números 
 
 Quando as condições da linha para uma instrução CTU passam de falsa 
para verdadeira, o valor acumulado é incrementado de um, desde que haja 
uma varredura entre essas transições. Quando isto ocorre sucessivamente até 
 CTU 
 
 Count Up. 
 Counter: 
 Preset: 
 Accum 
 CU CD DN OV UN UA Não Utilizada 
 Valor Pré-selecionado 
 Valor Acunulado 
 
 
que o valor acumulado se torne igual ao valor pré-selecionado, o bit de 
executado é energizado, permanecendo neste estado se o valor acumulado 
exceder o valor pré-selecionado. 
O bit 15 da palavra de controle da instrução de Contador é o bit de 
habilitação de Contador Crescente ( CU ). Esse bit é energizado quando a 
condição da linha é verdadeira e desenergizado quando a condição da linha 
se torna falsa ou uma instrução RES, com o mesmo endereço da instrução 
CTU, é habilitada. 
A instrução CTU pode contar além de seu valor pré-selecionado. Quando a 
contagem ultrapassa o valor pré-selecionado e atinge ( 32.767+1 ), ocorre 
uma condição de overflow. Isso é indicado quando o bit 12, bit de overflow ( 
OV ), é energizado. 
Pode-se desenergizar o bit de overflow habilitando-se uma instrução RES 
com o mesmo endereço da instrução CTU. Também é possível desenergizá-
lo, decrementando a contagem para um valor menor ou igual a 32.767 com 
uma instrução CTD. 
Quando o bit de overflow ( OV ) é energizado, o valor acumulado atinge -
32.768 e continua a contagem crescente a partir daí. 
As instruções CTD também contam as transições da linha de falsa para 
verdadeira. O valor acumulado do contador é decrementado a cada transição 
de falsa para verdadeira. Quando ocorrer um número suficiente de contagens 
e o valor acumulado se tornar menor que o valor pré-selecionado, o bit de 
executado ( bit 13 ) do contador é desenergizado. 
O bit 14 da palavra de controle da instrução de contador é o bit de 
habilitação de contador crescente ( CD ). Esse bit é energizado quando a 
condição da linha é verdadeira e é desenergizado quando a condição da linha 
se torna falsa ( contador decrescente desabilitado ) ou a instrução apropriada 
de desenergização é habilitada. 
Quando a instrução CTD conta além do seu valor pré-selecionado e atinge ( - 
32.768 - 1 ), o bit de underflow ( bit 11 ) é energizado. Pode-se desenergizar 
esse bit, habilitando-se a instrução RES apropriada. Pode-se também 
desenergizá-lo, incrementando a contagem para um valor maior ou igual a - 
32.768 com uma instrução CTU com o mesmo endereço da instrução CTD. 
Quando o bit de underflow ( UN ) é energizado, o valor acumulado atinge + 
32.767 e continua a contagem decrescente a partir daí. 
As instruções CTU e CTD são retentivas. O valor acumulado é retido depois 
que a instrução CTU ou CTD passa a falsa e quando a alimentação do 
controlador é removida e, a seguir, restaurada. 
Os estados energizado ou desenergizado dos bits de executado, overflow e 
onderflow também são retentivos. Esses bits de controle e o valor acumulado 
são zerados quando a instrução RES é habilitada. 
O bit 10 da palavra de controle da instrução de contador é o bit de 
atualização de acumulador ( UA ) utilizado para o contador de alta 
 
 
velocidade ( HSC ) nos controladores de E/S fixa. Quando esse bit é 
energizado, o valor acumulado no registrador interno do controlador é lido e 
armazenado no valor acumulado da instrução. A seguir, o bit de atualização 
do acumulador ( UA ) é desenergizado. 
4.2.3.8 - Instrução de Rearme de Temporizador/Contador ( RES ) 
Figura 2.8 
Formato da Instrução RES 
 ( RES ) 
 
 Utiliza-se uma instrução RES para zerar instruções de Contador e 
Temporizador. Quando a instrução RES é habilitada, ela zera a instrução de 
Temporizador, Contador Crescente ou Contador Decrescente com o mesmo 
endereço da instrução RES. 
Em uma instrução de Temporizador, quando uma instrução RES é habilitada, 
são zerados o valor acumulado, o bit de executado, o bit de temporizado e o 
bit de habilitação. 
Já em uma instrução de Contador Crescente ou Decrescente são zeradas o 
valor acumulado, os bits de overflow ou underflow, o bit de executado e o 
bit de habilitação. 
Se a linha do contador for habilitada, o bit CU ou CD será desenergizado 
assim que a instrução RES for habilitada. 
Caso o valor pré-selecionado seja negativo, a instrução RES coloca o valor 
acumulado em zero. Isto, então, leva o bit de executado a ser energizado pela 
instrução de contador crescente ou decrescente. 
Atenção: Já que a instrução zera o valor acumulado, o bit de executado e o 
bit de temporizado de uma instrução de temporizador, não utilize-a para 
zerar uma instrução TOF. 
Exercício Aplicativo: 
Programar um relógio que conte horas,minutos e segundos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
4.3 . Instruções de Mensagem comunicação de E/S: 
4.3.1 - Generalidades: 
Instruções utilizadas com controladores com estrutura de E/S fixa, 
controladores SLC - 5/01 e SLC - 5/02, em diante. 
 
- Mensagem ( MSG ) 
- Executa Comunicação ( SVC ) 
 
4.3.2 - INSTRUÇÃO DE MSG: 
 
 Utilizada fazer uma escrita ou leitura de mensagens na rede ou em um 
canal do CLP. A instrução não pode ser programada no "shoebox" ou 5/01. 
Os dados são enviadas ao final de cada varredura . A instrução é executada a 
qualquer momento ou pode ficar aguardando para serem executadas em uma 
ordem seqüencial. 
 
 
 
 
 
 
 Endereço do bloco de controle 
 instrução. 
 
 
 Tamanho do bloco de controle. 
 
 Esta é uma instrução de saída que permite a transferência de dados de uma 
estação para outra na rede de comunicação DH-485. A instrução de 
mensagem pode ser programada para realizar uma escrita ou leitura de 
mensagem. 
 A estação destino pode ser um outro controlador SLC 500 da rede, ou 
qualquer outro dispositivo diferente do SLC 500 ( utilizando o arquivo de 
dados 9 nos Controladores SLC 500 ). 
 
 MESSAGE 
 
 READ/WRITE 
 
 TARGET DEVICE 
 
 CONTROL BLOCK 
 
 CONTROL BLOCK 
LENGHT 
 Read: controlador local está recebendo os 
 dados. 
 Write: controlador está enviando os dados. 
 Estação destino: 485 CIF - dispositivo na rede 
 DH485. 
 500CPU - Uma cpu SLC500 na rede. 
 
 
Quando a estação destino é o SLC 500, a comunicação pode ocorrer entre 
dois Controladores ou entre um controlador e um controlador com estrutura 
fixa ou controlador SLC - 5/01. ( A instrução não pode ser programada no 
controlador com estrutura fixa ou no controlador SLC - 5/01 ). 
Os dados associados a uma instrução de escrita de mensagem não são 
enviadas ao habilitar a instrução. Preferencialmente, esses dados são 
enviados ao final da varredura ou quando uma instrução SVC ou REF do 
programa de aplicação for habilitada. Em alguns casos, é necessário 
armazenar dados no seu programa de aplicação.O controlador pode executar uma instrução de mensagem a qualquer 
momento, mas pode manter várias mensagens “habilitadas e aguardando”. 
As mensagens que estão aguardando são executadas uma de cada vez em 
uma ordem seqüencial ( a primeira a entrar é a primeira a sair ). 
Três bits do arquivo de estado referem-se á instrução MSG: 
Bit S:2/5 Envio de Resposta Pendente na Rede DH - 485. 
Somente leitura. Este bit é energizado quando o controlador determina que 
uma outra estação da rede DH - 485 solicitou informações. Esse bit pode ser 
energizado a qualquer momento e o mesmo é desenergizado quando o 
controlador executa a solicitação ( ou comando ). Pode-se utilizar este bit 
como condição de uma instrução SVC para melhorar a capacidade das 
comunicações de seu controlador. 
Bit S:2/6 Resposta de Mensagem Pendente na Rede DH - 485 
Somente leitura. Este bit é energizado quando uma outra estação da rede DH 
- 485 forneceu as informações solicitadas na instrução MSG do controlador. 
Este bit é desenergizado quando o controlador armazena a informação e 
atualiza a instrução MSG. Pode-se utilizar este bit como condição de uma 
instrução SVC para melhorar o desempenho das comunicações de 
controlador. 
Bit S:2/7 Comando de Envio de Mensagem Pendente 
Somente leitura. Este bit é energizado quando uma ou mais mensagens no 
programa são habilitadas e estão aguardando mas nenhuma mensagem está 
sendo transmitida no momento. Assim que é iniciada a transmissão de uma 
mensagem, o bit é desenergizado. Ao término da transmissão, o bit é 
novamente energizado se houver mais mensagens aguardando, ou permanece 
desenergizado se não tiver mais nenhuma mensagem aguardando. 
Esse bit pode ser utilizado como uma condição da instrução SVC para 
melhorar o desempenho das comunicações do controlador. 
Deve-se considerar a condição dos bits do arquivo de estado S:2/15, 
( “Bit de Seleção de Execução de Comunicação DH - 485” ) e S:2/8 ( “Modo 
de Endereçamento CIF” ), sendo que para maiores informações, consulte o 
capítulo 12. 
 
 
 
 
 
 
4.3.3 - PARÂMETROS DA INSTRUÇÃO MSG: 
Depois de introduzir a instrução MSG na linha, deve-se especificar se a 
mensagem será lida ou escrita. A seguir, deve-se especificar a estação 
destino e o bloco de controle para a instrução MSG. 
- Read/Write ( Leitura/Escrita ) - A leitura indica que o controlador local ( 
controlador em que a instrução se encontra localizada ) está recebendo 
dados; a escrita indica que o controlador está enviando dados. 
- Target Device ( Estação Destino ) - A estação destino pode ser um 
controlador com estrutura de E/S fixa, um controlador SLC - 5/01 ou SLC - 
5/02 ( 500 CPU ) ou um outro dispositivo diferente do SLC 500 ( 485 CIF ). 
Para instruções de leitura de mensagem, a estação destino é o controlador 
que está enviando os dados. 
- Control Block ( Bloco de Controle ) - Este é um endereço de arquivo 
inteiro introduzido pelo usuário. É um arquivo de 7 elementos que contém os 
bits de estado, endereço do arquivo destino e outros dados associados com a 
instrução de mensagem. 
 
 - Control Block Lengh ( Tamanho do Bloco de Controle ) - Esse parâmetro 
é fixo em 7 elementos e o mesmo não pode ser alterado. 
 
 
Assim que o endereço do bloco de controle foi introduzido, o software de 
programação RSLOGIX exibirá a tela da figura abaixo. 
Figura 3.2 
Tela de Introdução de Dados 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Na tela da figura 3.2, a coluna à esquerda apresenta os dados que já foram 
introduzidos para os parâmetros Read/Write, Target Device e Control Block. 
 No caso da instrução de leitura de mensagem ( Read ), o parâmetro 
configurado por esta tecla de função corresponde ao endereço no controlador 
local que irá receber os dados ( Local Destination File Address ). Se for uma 
instrução de escrita de mensagem ( Write ), este parâmetro corresponde ao 
endereço no controlador local que irá enviar os dados ( Local Source File 
Address ). Os tipos de arquivos válidos são S, B, T , C E N. 
 Permite introduzir o número da estação do controlador que irá se 
comunicar com o controlador local. 
 Se a estação destino for um 500 CPU, este parâmetro corresponde ao 
endereço do arquivo destino ou fonte no controlador destino. Os tipos de 
arquivos válidos são S, B, T, C, R e N. Se a estação destino for um 485 CIF, 
este é o valor da primeira palavra do arquivo de interface comum. 
 Essa tecla corresponde ao tamanho da mensagem ( em elementos ). Os 
elementos de uma palavra são limitados em um tamanho máximo de 42. 
 
 
 
 Os elementos de três palavras ( T, C, R ) são limitadas em um tamanho 
máximo de 13. 
 O tipo de arquivo destino determina o número de palavras transferidas. 
Exemplos: uma instrução de leitura de mensagem que especifique o arquivo 
origem do tipo C ( Contador ), um arquivo destino do tipo N ( inteiro ) e 
tamanho com valor 1 irá transferir uma palavra de informação. Uma 
instrução de leitura de mensagem que especifique um arquivo origem do tipo 
N, um arquivo destino do tipo C e um comprimento com valor 1 irá 
transferir 3 palavras. 
4.3.4 BITS DE ESTADO DA INSTRUÇÃO MSG 
 Na tela da figura, a coluna a direita ilustra os vários bits de estado 
associados à instrução MSG. 
- EN - Bit de Habilitação - Este bit é energizado quando a estação da linha 
passa a verdadeira e a instrução está sendo executada. O bit EN permanece 
energizado até que a transmissão da mensagem seja completada e a linha 
passe a falsa. 
- EW - Bit de Habilitado e Aguardando - Este bit é energizado assim que o 
bit de habilitação é energizado e indica que uma mensagem está aguardando 
para ser enviada. 
- ST - Bit de Partida - Este bit é energizado quando o controlador recebe a 
confirmação da estação destino. O bit ST é desenergizado quando o bit de 
executado ( DN ) ou bit de erro ( ER ) é energizado. 
- DN - Bit de Executado - Este bit é energizado quando a mensagem é 
transmitida com sucesso. O bit DN é desenergizado na próxima vez que a 
linha associada a instrução passar de falsa para verdadeira. 
- NR - Bit de Resposta Não Recebida - Este bit é energizado se o 
controlador destino não responder à primeira solicitação de mensagem. O bit 
NR é desenergizado quando o bit de erro ( ER ) ou o bit de executado ( DN ) 
é energizado. 
- ER - Bit de Erro - Este bit é energizado quando a falha na transição da 
mensagem. O bit ER é desenergizado na próxima vez que a linha associada 
passa de falsa para verdadeira. 
- TO - Bit de Timeout ( limite de tempo excedido ) - Pode-se energizar este 
bit para remover uma instrução de mensagem ativa do controlador. O 
programa de aplicação deve fornecer o seu próprio valor do timeout. 
 
 
 
 
 
 
 
Bloco de Controle 
A figura 3.3 ilustra o bloco de controle quando um controlador com estrutura 
de E/S fixa ou um SLC - 5/01 ou SLC - 5/02 ( 500 CPU ) for selecionado 
como estação destino. 
Figura 3.3 
Bloco de Controle ( 500 CPU ) 
 
 15 14 13 12 11 10 09 08 07 06 05 04 03 02 01 00 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A figura 3.4 ilustra o bloco de controle quando um dispositivo diferente 
do SLC 500 ( 485 CIF ) for selecionado como estação destino. 
Figura 3.4 
Bloco de Controle ( 485 CIF ) 
 
 15 14 13 12 11 10 09 08 07 06 05 04 03 02 01 00 
 
 
 
 
A figura 3.4 ilustra o bloco de controle quand500 ( 485 CIF 
 
 
 EN ST DN ER EW NR TO 
 CODIGO DE ERRO 
 EN ST DN ER EW NR TO 
 CODIGO DE ERRONumero do Nó 
 Numero do Nó 
 Reservado para tamanho em palavras 
 Reservado para tamanho em palavras 
 Número do arquivo 
 Palavra offset 
 Tipo de Arquivo 
 Não Utilizada 
 Numero do elemento 
 
 
 Reservado 
 
 
4.4 - Instruções de Comparação 
4.4.1 - Generalidades: 
Instruções utilizadas em controladores PLC5 
- Igual a ( EQU ); 
- Diferente ( NEQ ); 
- Menor que ( LES ); 
- Menor ou igual a ( LEQ ); 
- Maior que ( GRT ); 
- Maior ou igual a ( GEQ ); 
- Igual mascarada ( MEQ ). 
- Teste limite ( LIM ) 
 
4.4.2 - Igual a ( EQU ) 
Figura 4.1 
Formato da instrução EQU 
 
 
 ( ) 
 
 
 
Quando os valores dos parâmetros Source A ( Fonte A ) e Source B ( Fonte 
B ) forem iguais, esta instrução será logicamente verdadeira. Se estes valores 
não forem iguais, a instrução será falsa. 
 
Parâmetros da Instrução EQU 
Deve-se introduzir um endereço de palavra para Source A. Pode-se 
introduzir uma constante de programa ou um endereço de palavra Source B. 
 
 
 
 
 
 EQU 
 
 EQUAL 
 
 SOURCE A: 
 
 SOURCE B: 
 
 
 
4.4.3 - Diferente ( NEQ ) 
Figura 4.2 
Formato da instrução NEQ 
 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 
Quando os valores dos parâmetros Source A e Source B não forem iguais, 
esta instrução será logicamente verdadeira. Se esses dois valores forem 
iguais, esta instrução será falsa. 
Parâmetros da Instrução NEQ 
Deve-se introduzir um endereço de palavra para o parâmetro Source A. 
Pode-se introduzir uma constante de programa ou um endereço de palavra 
para Source B. 
4.4.4 - Menor que ( LES ) 
Figura 4.3 
Formato da instrução LES 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 Quando o valor do parâmetro Source A for menor que o valor de Source B, 
esta instrução será logicamente verdadeira. Se o valor de Source A for 
menor ou igual ao valor de Source B, esta instrução será falsa. 
 
 
 
 NEQ 
 
 NOT EQUAL 
 
 SOURCE A: 
 
 SOURCE B: 
 
 LES 
 
 LESS THAM 
 
 SOURCE A: 
 
 SOURCE B: 
 
 
 
Parâmetros da instrução LES 
Deve-se introduzir um endereço de palavra para o parâmetro Source A. 
Pode-se introduzir uma constante de programa ou endereço de palavra para 
Source B. Números inteiros com sinal são armazenados na forma de 
complemento de 2. 
4.4.5 - Menor ou igual a ( LEQ ) 
Figura 4.4 
Formato da instrução LEQ 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
Quando o valor do parâmetro de Source A for menor ou igual ao valor de 
Source B, esta instrução será logicamente verdadeira. Se o valor de Source A 
for maior que o valor de Source B, esta instrução será falsa. 
 
Parâmetros da instrução LES 
Deve-se introduzir um endereço de palavra para o parâmetro Source A. 
Pode-se introduzir uma constante de programa ou um endereço de palavra 
para Source B. Números inteiros com sinal são armazenados na forma de 
complemento de 2. 
4.4.6 - Maior que ( GRT ) 
Figura 4.5 
Formato da instrução GRT 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 LES 
 
 LESS THAM 
 
 SOURCE A: 
 
 SOURCE B: 
 
 GRT 
 
 GREATER THAM 
 
 SOURCE A: 
 
 SOURCE B: 
 
 
 
Quando o valor do parâmetro Source A for maior que o valor de Source B, 
esta instrução será logicamente verdadeira. Se o valor de Source A for 
menor ou igual ao valor de Source B, esta instrução será falsa. 
Parâmetros da instrução GRT 
Deve-se introduzir um endereço de palavra para o parâmetro Source A. 
Pode-se introduzir uma constante de programa ou um endereço de palavra 
para Source B. Números inteiros com sinal são armazenados na forma de 
complemento de 2. 
4.4.7 - Maior ou igual a ( GEQ ) 
Figura 4.6 
Formato da instrução GEQ 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
Quando o valor do parâmetro de Source A for maior ou igual ao valor de 
Source B, esta instrução será logicamente verdadeira. 
Parâmetros da instrução GEQ 
Deve-se introduzir um endereço de palavra para o parâmetro Source A. 
Pode-se introduzir uma constante de programa ou um endereço de palavra 
para Source B. 
4.4.8 - Igual Mascarada ( MEQ ) 
Figura 4.7 
Formato da instrução 4.7 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
 GEQ 
 
 GRTR THAN OR EQUAL 
 
 SOURCE A: 
 
 SOURCE B: 
 
 MEQ 
 
 MASKED EQUAL 
 
 SOURCE : 
 
 MASK: 
 
 COMPARE: 
 
 
Esta instrução de entrada, compara dados de um endereço fonte com dados 
de um endereço de referência, permitindo que parte desses dados sejam 
mascaradas através de uma palavra. 
Parâmetros da instrução MEQ 
Os parâmetros da instrução MEQ são os seguintes: 
- Source - endereço fonte do valor que se deseja comparar; 
- Mask - endereço da máscara através da qual a instrução movimenta os 
dados ou um valor hexadecimal; 
- Compare - valor inteiro ou endereço de referência para a comparação. 
Se os 16 bits de dados de um endereço fonte forem iguais aos 16 bits de 
dados do endereço de referência ( exceto os bits mascarados ), a instrução é 
verdadeira. A instrução é verdadeira. Os bits da palavra de máscara iguais a 
0 mascaram os dados, já os bits iguais a 1 permitem que seja realizada a 
comparação. 
 
 
 
 
 
4.4.9 - Teste limite ( LIM ) 
Figura 4.8 
Formato da instrução LIM 
 
 
 ( ) 
 
 
 
 
Esta instrução de entrada testa os valores dentro ou fora de uma faixa 
específica, dependendo de como foram ajustados os limites. 
Parâmetros da instrução LIM 
Os valores dos parâmetros identificados por Low Limit, Test e High Limit 
podem ser programados com endereços de palavra ou constantes do 
programa, observando-se as seguintes restrições: 
 LIM 
 
 LIMIT TEST 
 
 LOW LIM: 
 
 TEST: 
 
 HIGH LIM: 
 
 
 
 
- se o parâmetro Test for uma constante do programa, tanto o Low Limit 
como o High Limit devem ter endereços de palavra; 
- se o parâmetro Test for um endereço de palavra, o Low Limit e o High 
Limit podem ser constante de programa ou um endereço de palavra. 
Estado Verdadeiro/Falso da Instrução 
Se o Low Limit ( limite inferior ) possuir um valor menor que High Limit ( 
limite superior ), a instrução será verdadeira quando o valor estiver entre os 
limites ou for igual a um dos limites. Se o valor de Test estiver fora dos 
limites, a instrução será falsa. 
Se o Low Limit possui um valor maior que o High Limit, a instrução será 
falsa quando o valor do parâmetro Test estiver entre os limites. Se o valor de 
Test for igual a um dos limites ou estiver fora dos limites, a instrução será 
verdadeira. 
Exercícios aplicativos: 
1 ) - Energizar uma lâmpada quando o valor de um tanque armazenado em 
N7:6 for igual à 100 metros. 
 
 
2 ) - Acionar uma sirene quando a temperatura de um forno armazenada em 
N7:10 estiver entre 1000° C e 1500° C. 
 
 
3) - Desejamos supervisionar a rotação de um tambor. Se a rotação cair de 
20 % deverá desligar o motor que aciona este tambor . A rotação é de 60 
RPM. Neste tambor está instalado um sensor que a cada rotação energiza à 
entrada 0 de CLP 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 TAMBOR 
 MOTOR 
SENSOR 
 
 
4.5- Instruções Matemáticas 
4.5.1 - Generalidades: 
 
- Adição ( ADD ); 
- Subtração ( SUB ); 
- Multiplicação ( MUL ); 
- Divisão ( DIV ); 
- Dupla Divisão ( DDV ); 
- Negação ( NEG ); 
- Zeramento ( CLR ); 
- Decodificação ( DCD ). 
- Raiz quadrada ( SQR ); 
Parâmetros das Instruções 
- Source - endereço (s) do (s) valor (res) em que a operação matemática será 
executada; pode ser endereço (s) de palavra ou constante (s) de programa. Se 
a instrução tiver dois operandos Source, não é possível introduzir constantes 
de programas nos dois operandos. 
- Dest - endereço destino referente ao resultado da operação. 
Bits de Estado Aritméticos 
Depois que uma instrução for executada, os bits de estado aritméticos ( C, V, 
Z e S ) do arquivo de estado são atualizados. 
- Carry (C), S:0/0 - Energizado se for gerado um carry ( vai 1 ); caso 
contrário, desenergizado; 
- Overflow (V), S:0/1 - Indica que o resultado de uma instrução matemática 
é muito grande para o destino; 
- Zero (Z), S:0/2 - Indica um valor 0 depois de uma instrução matemática, 
movimentação ou lógica; 
- Sinal (S), S:0/3 - Indica um valor negativo ( menor que 0 ) após uma 
instrução matemática, movimentação ou lógica. 
 
 
 
 
 
 
 
4.5.2 - Adição ( ADD ) 
Figura 5.1 
Formato da instrução ADD 
 
 
 
 
 
 
 
 
O valor de Source A é somado ao valor de Source B e, então, armazenado no 
destino. 
Bits de Estado Aritméticos S:0 
 
C - energizado se for gerado um carry ( vai 1 ); caso contrário, 
desenergizado. 
V - energizado se for detectado overflow no destino; caso contrário, 
desenergizado. Em overflow, o bit de erro de overflow também é energizado. 
O valor -32.768 ou 32.767 é introduzido no destino. 
Z - energizado se o resultado for zero; caso contrário, desenergizado. 
S - energizado se o resultado for um valor negativo; caso contrário, 
desenergizado. 
4.5.3 - Subtração ( SUB ) 
Figura 5.2 
Formato da Instrução SUB 
 
 
 
 
 
 
O valor do parâmetro Source B é subtraído do valor de Source A e, então, 
armazenado no destino. 
 ADD 
 
 SOURCE A: 
 
 SOURCE B: 
 
 DEST: 
 
 SUB 
 
 SOURCE A: 
 
 SOURCE B: 
 
 DEST: 
 
 
 
Bits de Estado Aritméticos 
C - energizado se for gerado um borrow ( vem 1 ); caso contrário, 
desenergizado. 
V - energizado se for detectado underflow; caso contrário, desenergizado. 
Em underflow, o bit de erro de overflow também é energizado, e o valor -
32.768 ou 32.767 é colocado no destino. 
Z - energizado se o resultado for zero; caso contrário, é desenergizado. 
S - energizado se o resultado for negativo; caso contrário é desenergizado. 
4.5.4 - Multiplicação ( MUL ) 
Figura 5.4 
Formato da Instrução MUL 
 
 
 
 
 
 
 
O valor do parâmetro Source A é multiplicado pelo valor de Source B e, 
então, armazenado no destino. 
Bits de Estado Aritméticos 
C - sempre desenergizado; 
V - energizado se um overflow for detectado no destino; caso contrário, será 
desenergizado. Em overflow, o bit de erro de overflow também é energizado. 
O valor 32.767 ou -32.768 é introduzido no destino. 
Z - energizado se o resultado for zero; caso contrário, é desenergizado. 
S - energizado se o resultado for um valor negativo; caso contrário, é 
desenergizado. 
 
 
 
 
 
 
 MUL 
 
 SOURCE A: 
 
 SOURCE B: 
 
 DEST: 
 
 
 
4.5.5 - Divisão ( DIV ) 
Figura 5.5 
Formato da Instrução DIV 
 
 
 
 
 
 
 
 O valor do parâmetro Source A é dividido pelo valor de Source B com o 
quociente arredondado sendo armazenado no destino. O quociente não 
arredondado é armazenado na palavra mais significativa do registrador 
matemático. O resto é colocado na palavra menos significativa do 
registrador matemático. 
Bits de Estado Aritméticos 
C - sempre desenergizado; 
V - energizado no caso de divisão por zero ou overflow; caso contrário, 
desenergizado. Em overflow, o bit de erro de overflow é energizado. O valor 
32.767 é colocado no destino. 
Z - energizado se o resultado for zero; caso contrário, é desenergizado; 
indefinido se o bit de overflow estiver energizado. 
S - energizado se o resultado for um valor negativo; caso contrário, será 
desenergizado; indefinido se o bit de overflow estiver energizado. 
4.5.6 - NEGAÇÃO ( NEG ) 
Figura 5.7 
Formato de Instrução NEG 
 
 
 
 
 
 
O valor do parâmetro Source é subtraído de 0 e armazenado no destino. 
 
 DIV 
 
 SOURCE A: 
 
 SOURCE B: 
 
 DEST: 
 
 NEG 
 
 SOURCE: 
 
 DEST: 
 
 
 
 
Bits de Estado Aritméticos 
C - desenergizado se 0 ou overflow; caso contrário, será energizado; 
V - energizado se overflow; caso contrário, desenergizado. Em overflow, o 
bit de erro de overflow também é energizado. O valor 35.767 é colocado no 
destino. 
Z - energizado se o resultado for zero; caso contrário, será desenergizado. 
S - energizado se o resultado for um valor negativo; caso contrário, será 
desenergizado. 
4.5.7 - ZERAMENTO ( CLR ) 
Figura 5.8 
Formato de Instrução CLR 
 
 
 
 
 
 
 
O valor destino é zerado. 
4.5.8 - RAIZ QUADRADA ( SQR ) 
 
A figura 5.17 apresenta o formato da Instrução de Raiz Quadrada ( SQR ). 
Figura 5.17 
Formato da instrução SQR 
 
 
 
 
 
 
 
 
 CLR 
 
 DEST 
 
 
 SQR 
 
 SQUARE ROAT: 
 
 SOURCE : 
 
 DEST: 
 
 
 
Quando esta instrução é verdadeira, a raiz quadrada do valor absoluto da 
fonte é calculada e o resultado arredondado é colocado no destino. 
A instrução irá calcular a raiz quadrada de um número negativo sem 
apresente overflow ou falhas. Nas aplicações onde o valor do endereço fonte 
pode ser negativo, deve-se utilizar uma instrução de comparação para avaliar 
esse valor a fim de determinar se o destino pode ser um número não-válido. 
Bits de Estado Aritméticos 
C - reservado; 
V - sempre desenergizado; 
Z - energizado quando o valor destino é zero; caso contrário, desenergizado; 
S - sempre desenergizado. 
 
4.6 - Instruções Lógicas e de movimentação 
 
4.6.1 - GENERALIDADES: 
As instruções de saída utilizadas com os Controladores, permitem realizar as 
operações lógicas e de movimentação. Essas instruções são as seguintes: 
- Movimentação ( MOV ); 
- Movimento com Máscara ( MVM ); 
- E ( AND ); 
- Ou ( OR ); 
- Ou Exclusivo ( XOR ); 
- Complementação ( NOT ). 
Parâmetros das Instruções 
- Source - Este é o endereço fonte referente ao valor onde a operação lógica 
ou de movimentação é executada. Pode ser um endereço de palavra ou uma 
constante de programa. Se a instrução tiver dois operandos fonte, não é 
possível introduzir constantes de programa nos dois operandos. 
- Dest - Este é o endereço destino referente ao resultado da operação lógica 
ou de movimentação. Deve ser um endereço de palavra. 
Bits de Estado Aritméticos 
Depois que uma instrução for executada, os bits de estado aritméticos ( 
C, V, Z e S ) do arquivo de estado são atualizados. 
- Carry (C), - Energizado se for gerado um carry ( vai 1 ); caso contrário, 
desenergizado; 
- Overflow (V), - Indica que o resultado de uma instrução matemática é 
muito grande para o destino; 
 
 
- Zero (Z), - Indica um valor 0 depois de uma instrução matemática, 
movimentação ou lógica; 
- Sinal (S), S- Indica um valor negativo ( menor que 0 ) após uma instrução 
matemática, movimentação ou lógica. 
Bit de Erro de Overflow ( S:5/0 ) 
Bit de falha de advertência energizado na detecção de um overflow ou 
divisão por 0. Se este bit estiver energizado na execução da declaração de 
fim de programa ( END ) ou uma instrução TND, uma falha grave será 
indicada. 
Registrador Matemático ( S:13 e S:14 ) 
As instruções lógicas e de movimentação não afetamo registrador 
matemático. 
4.6.2 - MOVIMENTAÇÃO ( MOV ) 
 Figura 6.1 
Formato de instrução MOV 
 
 
 
 
 
 
 
 
O controlador move o valor da fonte ( Source ) para o destino ( Dest ). 
Parâmetros da Instrução MOV 
- Source - endereço fonte do dado que se deseja mover; 
- Dest - endereço destino para onde a instrução move o dado. 
Bits de Estado Aritméticos 
C - sempre desenergizado; 
V - sempre desenergizado; 
Z - energizado se o resultado for zero; 
S - energizado se o resultado for um valor negativo ( bit mais significativo é 
energizado ); caso contrário, será desenergizado. 
 
 MOV 
 MOVE 
 
 SOURCE : 
 
 DEST: 
 
 
 
 
4.6.3 - MOVIMENTO COM MÁSCARA ( MVM ) 
Figura 6.2 
Formato da Instrução MVM 
 
 
 
 
 
 
 
 
A instrução de movimento com máscara é uma instrução de palavra que 
move os dados de uma localização fonte para um destino e permite que 
partes desses dados sejam mascarados por uma palavra. 
Parâmetros da Instrução MVM 
- Source - endereço fonte dos dados que se deseja movimentar; 
- Mask - endereço da máscara através do qual a instrução movimenta os 
dados ( pode ser um valor em hexa ). 
- Dest - endereço destino para onde a instrução move os dados. 
Bits de estado Aritméticos 
C - sempre desenergizado; 
V - sempre desenergizado; 
Z - energizado se o resultado for zero; 
S - energizado se o resultado for uma valor negativo; caso contrário, será 
desenergizado. 
Operação da Instrução MVM 
Quando a condição da linha que contém esta instrução for verdadeira, os 
dados no endereço fonte passam através da máscara para o endereço destino 
. Enquanto a linha permanecer verdadeira, a instrução movimenta os mesmos 
dados a cada varredura. 
Os dados são mascarados quando os bits da palavra de máscara estão 
desenergizados e são transferidos quando os bits da palavra de máscara estão 
energizados. Os bits da palavra de máscara podem ser fixados utilizando-se 
um valor constante ou podem ser alterados atribuindo à máscara um 
endereço direto. Os bits da palavra de destino, palavra correspondente aos 
zeros da palavra de máscara, não são alterados. 
 MVM 
 MASKED MOVE 
 
 SOURCE : 
 MASK 
 DEST: 
 
 
 
 
4.6.4 - E ( AND ) 
Figura 6.4 
Formato da instrução AND 
 
 
 
 
 
 
 
 
É executado um AND, bit a bit, entre o valor do parâmetro Source A e o 
valor de Source B e, então, armazenado no destino. 
Bits de Estado Aritméticos 
C - sempre desenergizado; 
V - sempre desenergizado; 
Z - energizado se o resultado for zero; 
S - energizado se o bit mais significativo estiver energizado; caso contrário, 
será desenergizado. 
4.6.5 - OU ( OR ) 
Figura 6.5 
Formato da Instrução OR 
 
 
 
 
 
 
 
 
É executado um OR, bit a bit, entre o valor do parâmetro Source A e o valor 
de Source B e, então, armazenado no destino. 
 
 AND 
 
 BITWISE AND: 
 
 SOURCE A: 
 SOURCE B: 
 
 DEST: 
 
 OR 
 
 BITWISE INCLUSIVE OR 
 
 SOURCE A: 
 SOURCE B: 
 
 DEST: 
 
 1 1 
 1 
 1 X 
 1 
 
 
Bits de Estado Aritméticos 
C - sempre desenergizado; 
V - sempre desenergizado; 
Z - energizado se o resultado for zero; caso contrário, será desenergizado; 
S - energizado se o resultado for um valor negativo ( bit mais significativo é 
energizado ); caso contrário, será desenergizado. 
4.6.6 - OU EXCLUSIVO ( XOR ) 
Figura 6.6 
Formato da Instrução XOR 
 
 
 
 
 
 
 
É executado um XOR, bit a bit, entre o valor do parâmetro Source A e o 
valor de Source B e, então, armazenado no destino. 
Bits de Estado Aritméticos 
C - sempre desenergizado; 
V - sempre desenergizado; 
Z - energizado se o resultado for zero; caso contrário, será desenergizado; 
S - energizado se o resultado for um valor negativo ( bit mais significativo é 
energizado ); caso contrário, será desenergizado. 
 
4.6.7 - COMPLEMENTAÇÃO NOT 
Figura 6.7 
Formato da Instrução NOT 
 
 
 
 
 
 OR 
 
 BITWISE EXCLUSIVE OR 
 
 SOURCE A: 
 SOURCE B: 
 
 DEST: 
 
 NOT 
 
 
 SOURCE 
 
 DEST: 
 
 
 = 0 
 # 1 
 
 
O valor na fonte é complementado bit a bit e armazenado no destino. 
 
Bits de Estado Aritméticos 
C - sempre desenergizado; 
V - sempre desenergizado; 
Z - energizado se o resultado for zero; caso contrário, será desenergizado; 
S - energizado se o resultado for um valor negativo ( bit mais significativo é 
energizado ); caso contrário, será desenergizado. 
Exercício Aplicativo: 
Programar um conjunto de contadores ( 1 CTU e 1 CTD ) para realizar as 
seguintes comparações : 
1 - ACC1=20 
2 - ACC2 == 30 
3 - ACC1 + ACC2 < 15 
4 - ACC2 >= 45 
5 - ACC2 / ACC1 ENTRE 62 E 70 
6 - ACC2 > 72 
Energizar uma lâmpada a cada comparação. 
Mostrar o valor acumulado dos contadores nos endereço N7:0 e N7:1 
Resetar automaticamente os contadores quando o acumulado for igual a 100. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4.7 - Instruções de cópia e preenchimento de arquivo 
4.7.1 - GENERALIDADES: 
Este capítulo descreve as instruções de Cópia ( COP ) e Preenchimento de 
arquivo ( FLL ). 
 
A figura 7.1 apresenta o formato da instruções COP e FLL. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O tipo de arquivo do parâmetro destino ( Dest ) determina o número de 
palavras que a instrução transfere. Por exemplo, se o arquivo destino ( Dest ) 
é do tipo contador e o arquivo fonte ( Source ) inteiro, três palavras inteiras 
são transferidas para cada elemento no arquivo do tipo contador. 
4.7.2 - CÓPIA ARQUIVO ( COP ) 
Esta instrução copia dados de um local para outro e não utiliza bits de 
estado. Caso seja necessário um bit de habilitação, pode-se programar uma 
saída paralela utilizando-se um endereço de armazenamento. 
Os parâmetros a serem introduzidos na instrução COP são os seguintes: 
- Source - é o endereço fonte referente ao arquivo que se deseja copiar. 
Deve-se utilizar o símbolo indicador de arquivo # no endereço. 
- Dest - é o endereço destino referente ao arquivo em que a instrução 
armazena a cópia. Deve-se introduzir o símbolo indicador de arquivo # no 
endereço. 
- Length - é o número de elementos do arquivo que se deseja copiar. Se o 
tipo de arquivo destino é de três palavras por elemento, pode-se especificar 
um comprimento máximo de 42 elementos. Se o tipo de arquivo destino é 
uma palavra por elemento, pode-se especificar um comprimento máximo de 
128. 
Os elementos são copiados do arquivo fonte para o arquivo destino a cada 
varredura em que a linha é verdadeira e são copiados em ordem crescente 
sem transformação dos dados. Os elementos são copiados até totalizarem o 
valor especificado no campo length ou até que o último elemento do arquivo 
destino seja atingido. 
 COP 
 
 COP FILE 
 
 SOURCE 
 DEST 
 
 LENGHT 
 
 FLL 
 
 FILL FILE 
 
 SOURCE 
 DEST 
 
 LENGHT 
 
 
 
Se o destino for um temporizador, contador ou arquivo de controle, 
certifique-se que as palavras do arquivo fonte corresponde às palavras de 
estado do arquivo destino contenham zeros. 
Certifique-se que o endereço da primeira palavra do arquivo e o 
comprimento do bloco que se está copiando sejam devidamente 
especificados. A instrução não irá escrever fora do limite do arquivo ( 
como, por exemplo, entre os arquivos N16 e N17 ) no destino. 
Nota: Caso haja uma tentativa de escrever fora do limite do arquivo, 
ocorrerá um erro. 
O deslocamento de arquivo pode ser realizado especificando-se, dentro do 
arquivo, o endereço do elemento fonte, maior que o endereço do elemento 
destino. Deste modo,os dados são deslocados para o endereço menor. 
4.7.3 - PREENCHIMENTO DE ARQUIVO ( FLL ) 
Esta instrução carrega elementos de um arquivo com uma constante de 
programa ou com um valor de um endereço de elemento. Os parâmetros de 
FLL são os seguintes: 
- Source - é a constante de programa ou endereço de elemento. ( O símbolo 
indicador de arquivo # não é necessário para um endereço de elemento ). 
- Dest - é o endereço do arquivo que se deseja preencher. Deve-se utilizar o 
símbolo indicador de arquivo # no endereço. 
- Length - é o número de elementos no arquivo a ser preenchido. Se o tipo 
de arquivo destino é de 3 palavras por elemento, pode-se especificar um 
comprimento máximo de 42 elementos. Se o tipo de arquivo destino é uma 
palavra por elemento, pode-se especificar um comprimento máximo de 128. 
Os elementos do valor fonte ( constante de programa ) preenchem o arquivo 
destino a cada varredura em que a linha é verdadeira. Os elementos são 
preenchidos na ordem crescente até que o número de elementos ( 
comprimento inserido ) seja atingido. 
 
Nota: Caso haja uma tentativa de escrever fora do limite do arquivo, 
ocorrerá um erro. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4.8 . Instrução de Deslocamento de Bit, FIFO e LIFO 
4.8.1 - GENERALIDADES: 
 
Este capítulo descreve as seguintes funções de saída: 
- Deslocamento de Bit à Esquerda ( BSL ); 
- Deslocamento de Bit à Direita ( BSR ). 
Essas instruções de saída são utilizadas para construir e manipular um 
registro de deslocamento síncrono de bit. Os dados são deslocados através 
do registro e descarregados um bit de cada vez. 
- Carga e Descarga FIFO ( FLL e FFU ) 
- Carga e Descarga LIFO ( LFL e LFU ) 
As instruções FIFO são utilizadas em conjunto para construir um registro de 
deslocamento assíncrono de palavras. Eles permitem transferir palavras para 
um arquivo e retirá-las na mesma ordem em que foram introduzidas. O termo 
FIFO se refere à expressão “first in first out ” ( 10 a entrar e 10 a sair ). 
As aplicações das instruções FIFO e LIFO incluem as linhas de transferência 
ou montagem, controle de inventário e diagnóstico do sistema. 
 
4.8.2 - INSTRUÇÕES DE DESLOCAMENTO DE BIT À ESQUERDA ( BSL ) 
E À DIREITA ( BSR ). 
Figura 8.1 
Formato da Instrução BSL e BSR 
 
 
 ( EN ) 
 
 ( DN ) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 BSL 
 
 BIT SHIFT LEFT 
 
 FILE 
 CONTROL 
 
 BIT ADRESS: 
 
 LENGHT 
 
 
 
 ( EN ) 
 
 ( DN ) 
 
 
 
 
 
Parâmetros das Instruções 
- File - é o endereço da série de bits que se deseja manipular. Deve-se 
utilizar o símbolo indicador de arquivo # no endereço da série de bits. 
- Control - é o endereço da instrução e o elemento de controle que 
armazena o byte de estado da mesma, o tamanho da série ( em número de 
bits ) e o apontador de bit ( figura 8.2 ). 
Figura 8.2 
Elemento de Controle da Instrução de Deslocamento de Bit 
 15 13 11 10 00 
 
 
 
 
 
ATENÇÃO: O endereço de controle não deve ser utilizado para nenhuma 
outra instrução, pois pode ocorrer operação imprevista de máquina 
resultando em possíveis avarias ao equipamentos e/ou danos pessoais. 
 
O byte de estado indica o estado da instrução, conforme o seguinte: 
- EN ( bit 15 ) - bit de habilitação. É energizado na transição da linha de 
falsa para verdadeira e indica que a instrução foi habilitada. 
- DN ( bit 13 ) - bit de executado. Quando energizado, indica que a série de 
bits deslocou uma posição. 
- ER ( bit 11 ) - bit de erro. Quando energizado, indica que a instrução 
detectou um erro, tal como inserção de um número negativo para o 
 BSR 
 
 BIT SHIFT RIGHT 
 
 FILE 
 CONTROL 
 
 BIT ADRESS: 
 
 LENGHT 
 EN DN ER UL NÃO ULTILIZADO 
 
 
 
 
comprimento ou posição. Quando este bit estiver energizado, deve-se evitar 
a utilização do bit de saída. 
- UL ( bit 10 ) - bit de descarga. Armazena o estado do bit retirado da série 
cada vez que a instrução é habilitada. Depois de cada deslocamento de bit, 
quando a condição de entrada passa a falsa, esse bit é resetado. ( os 
bits de habilitação ( EN 15 ), executado ( DN 13 ) e erro ( ER 11 ) também 
são resetados ). A instrução invalida todos os bits que ultrapassem o último 
bit na série, até o próximo limite de palavra. 
- Bit Address - é o endereço do bit fonte que a instrução insere no local do 
primeiro bit da série BSL ou do último bit da série BSR. 
- Lenght - é o número de bits na série, até 2047 bits. O valor 0 faz com que 
o bit de entrada seja transferido para o bit UL. 
Um valor que ultrapasse o fim do arquivo de programa faz com que ocorra 
uma falha grave de run-time. Se o valor do comprimento for alterado pelo 
programa de aplicação, certifique-se que este valor seja válido. 
4.8.2.1 - Deslocamento de Bit à Esquerda: 
Quando a condição da linha passa de falsa para verdadeira, o bit de 
habilitação (EN 15) é energizado e o bloco de dados é deslocado ( para um 
número de bit mais elevado ) uma posição à esquerda. o bit especificado no 
bit fonte é deslocado para a posição do primeiro bit. O último bit é 
deslocado para fora da série e armazenado no bit de descarga 
(UL 10 ) no byte de estado do elemento de controle. O deslocamento é 
completado em uma varredura. Em operações cíclicas, deve-se ajustar a 
posição do bit fonte para o ultimo bit da série ou para o bit fonte para último 
bit da série ou para o bit UL. 
4.8.2.2 - Deslocamento de Bit à Direita: 
Quando a condição da linha passa de falsa para verdadeira, o bit de 
habilitação (EN 15) é energizado e o bloco de dados é deslocado ( para um 
número de bit mais baixo ) uma posição à direita. o bit especificado no bit 
fonte é deslocado para a posição do ultimo bit. O primeiro bit é deslocado 
para fora da série e armazenado no bit de descarga (UL 10 ) no byte de 
estado do elemento de controle. O deslocamento é completado em uma 
varredura. Em operações cíclicas, deve-se ajustar a posição do bit fonte para 
o primeiro bit da série ou para o bit fonte para primeiro bit da série ou para o 
bit UL. 
 
 
 
 
 
4.8.3 - CARGA E DESCARGA FFL E FFU. 
 
Formato da instrução: 
 
 
 ( EN ) 
 ( DN ) 
 ( EM ) 
 
 
 
 
 
 
 
 ( EN ) 
 ( DN ) 
 ( EM ) 
 
 
 
 
 
 As instruções FFL e FFU são utilizadas em conjunto. A instrução FFL 
transfere as palavras para um arquivo criado pelo usuário e denominado 
pilha FIFO. A instrução FFU descarrega palavras do arquivo FIFO na 
mesma ordem em que foram introduzidas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 FFL 
 
 FIFO LOAD 
 
 SOURCE 
 FIFO 
 CONTROL 
 LENGHT 
 POSITION 
 FFU 
 
 FIFO UNLOAD 
 
 FIFO 
 DEST 
 CONTROL 
 LENGHT 
 POSITION 
 
 
N7:2# N7:12 
 Length: 11 
 Position: 7 
 
 
 
 
 
 
 
 
Quando a condição da linha passar de falsa para verdadeira o conteúdo do 
parâmetro especificado em Source é carregado na posição determinada pelo 
parâmetro Position à cada transição na entrada da instrução o conteúdo X é 
transferido para uma posição mais baixa na pilha FIFO em direção à 
posição 0 quando este conteúdo X é carregado no parâmetro especificado 
em DEST . 
 
Palavra de controle: 
 15 14 13 12... 00 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 EN EU DN EM 
 
 Tamanho 
 Posição 
 
 X 
 X 
 
 
 
 
 
Bits de Estado: 
 
. EN ( bit 15 ) : Bit de habilitação da instrução FFL. Esse bit é energizado 
em uma transição de falsa para verdadeira da condição da linha (FFL) e é 
desenergizado em uma transição de verdadeiro para falsa. 
- EU ( bit 14 ) : Bit de habilitação da instrução FFU. Esse bit é energizado 
em uma transição de falsa para verdadeira da condição da linha (FFU) e é 
desenergizado numa transição de verdadeira para falsa. 
- DN ( bit 13 ) : Bit de executado. É energizado pela instrução FFL para 
indicar que a pilha está cheia e inibe a carga da pilha. 
- EM ( bit 12 ) : Bit de vazio. É energizado pela instrução FFU para indicar 
que a pilha esta vazia. 
 
4.8.4 - CARGA E DESCARGA LIFO: 
 
 
 ( EN ) 
 ( DN ) 
 ( EM ) 
 
 
 
 
 
 ( EN ) 
 ( DN ) 
 ( EM ) 
 
 
 
Essas instruções são idênticas ás instruções de carga e descarga FIFO com 
exceção de que o último dado introduzido é o primeiro dado a ser retirado 
 
 
 
 
 LFL 
 
 LIFO LOAD 
 
 SOURCE 
 LIFO 
 CONTROL 
 LENGHT 
 POSITION 
 LFU 
 
 LIFO UNLOAD 
 
 LIFO 
 DEST 
 CONTROL 
 LENGHT 
 POSITION 
 
 
 
 
N7:2 
 
 
 
 
 
# N7:12 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Os dados são descarregados do ultimo elemento transferido para a linha e o 
valor da posição é então diminuído. Portanto a cada transição de falsa para 
verdadeira LFL carrega o conteúdo do elemento source na pilha na posição 
indicada pelo parâmetro Position. Esta posição (“n” ) é então decrementada ( 
“n - 1” ) com o valor X sendo deslocado para ela. O conteúdo da posição 
atual ( “n - 1” ) será transferido para o destino quando ocorrer uma transição 
de falsa para verdadeira da condição de linha da instrução LFU. 
4.9 - Instruções de sequenciador: 
SQO : Saída de sequenciador. Transfere dados de 16 bits para endereços de 
palavra a fim de controlar operações sequenciais de maquina. 
SQC : Sequenciador de Comparação. Compara dados de 16 bits com dados 
armazenados para monitorar as condições de operação da máquina ou para 
fins de diagnóstico . Compara dados de uma palavra ou arquivo com uma 
referência se o estado do bits for igual o bit de encontrado da instrução 
é energizado (FD). 
SQL : Carga de sequenciador. Carrega dados de 16 bits em um arquivo a 
cada etapa de operação do sequenciador. Carrega o conteúdo de um 
endereço especificado no parâmetro source em um arquivo especificado por 
 
 
 
 
 
 
 X 
 X 
 
 
 
 
 
 
 
FILE. A cada transição de falsa para verdadeira da condição da linha a 
posição é incrementada e o conteúdo de source é armazenado nesta. 
4.9.1 - SQO: 
 
 ( EN ) 
 ( DN ) 
 
 
 
 
 
File : indica a pilha de dados ( # ) onde serão inseridos os passos para a 
seqüência, ou seja qual os bits da palavra especificada em dest deverão ser 
acionados em cada passo. 
Mask: Código em Hexadecimal ou endereço do código por onde se 
movimenta os dados ou pode-se bloquear determinados bit’s durante a 
movimentação. 
Dest : Endereço para onde deverão ser enviados os dados referentes a cada 
passo. 
Control : Endereço de controle da instrução. 
OPERAÇÃO: 
A cada transição de falsa para verdadeira da condição da linha os elementos 
especificados em File são transferidos para o parâmetro dest, e a posição na 
pilha é incrementada. 
• TRANSFERE OS PASSOS DE 1 À 10. 
Exercício de Aplicação: 
1- Num sistema têm-se um valor de vazão (totalizado) que deverá ser 
coletado de 3 em 3 seg. no endereço N7:0 estes valores deverão ser 
armazenados em N7:10 até N7:20 e descarregados em N7:30. 
2 - Este mesmo programa deverá fazer uma seqüência de acionamentos em 
um sistema de válvulas conforme descrito abaixo: 
1 ) - Ligar V1,V2,V3,V4,V11 
2 ) - Ligar V3,V5,V12,V13,V15 
3 ) - Ligar V3,V6,V7,V13 
5 ) - Ligar V1,V4,V6,V10 
Estes acionamentos deverão ocorrer de 5 em 5 seg, e uma botoeira retentiva 
deverá acioná-los. 
 SQO 
 
 SEQUENCER OUTPUT 
 
 FILE 
 MASK 
 DEST 
 CONTROL 
 LENGTH 
 POSITION 
 
 
4.10 INSTRUÇÃO DE SALTO PARA SUBROTINA: 
- 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4.11 - INSTRUÇÃO PID: 
4.11.1 - FUNÇÃO PID: 
 Consiste no controle de uma variável vindo do processo com a comparação 
com um valor ideal (Set point) da mesma,gerando um sinal que fará com que 
esta variável atinja este valor ideal de acordo com um algoritmo 
proporcional,integral e derivativo. A diferença entre este valor real e valor 
ideal da variável é chamado de Erro, no inicio do ajuste este erro é chamado 
de Erro em regime transitório (ert) e após Erro em regime permanente (erp). 
O objetivo do algoritmo PID é diminuir este tempo em que ocorre o "ert" e 
anular o "erp". Para tanto a parte proporcional (Kc) irá atuar na variação do 
erro, a derivativa ( rate ) na velocidade com que o algoritmo irá atuar no 
processo, e a integral (reset) atuará eliminando o erro em regime 
permanente. 
 
 
SET POINT + ERRO Variável 
SP CV 
 + Controlada 
 PV 
 Variável 
 de processo 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 EQUAÇÃO PIDC(t) 
 t 
 TA TS 
 Set 
point 
 
 
4.11.2 - INSTRUÇÃO PID: 
 
Devem ser configurados parâmetros neste instrução: 
Control Block : Endereço do bloco de controle da instrução . 
Process Variable : Variável de processo coletada no campo. A entrada da 
PID recebe valores na faixa de 0 à 4095. 
Control Variable : saída controlada. 
Control block length: Tamanho do bloco de controle: 80 Words. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 PID 
 Proporcional Integral Derivativo 
 
 Control Block 
 Process Variable 
 Control Variable 
 Control Block Length 23 
 
 
 
 
 
Palavra de controle: 
 
15 14 13 12 11 10 09 08 07 06 05 04 03 02 01 00 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 EN DN PV SP LL UL DB TF SC OL CM AM TM 
 Rearme Ti 
 Feed Forwad Bias 
 Zona Morta 
 Saída Min 
 Erro de escala SE 
 Codigo de Erro da Subrotina PID 
 Ganho Kc 
 Referência Max (Smax) 
 Saída Max 
 Atualização da Malha 
 Saída de controle (0 - 100 %) 
 Referência SP 
 Taxa Td 
 Referência Min (Smin) 
 Uso interno 
 Variável do processo em escala 
 
 
 
 
 Uso interno 
 0 
 1 
 2 
 3 
 4 
 5 
 6 
 7 
 8 
 9 
10 
11 
12 
13 
14 
15 
16 
 
17 
 
 
 
 ao 
 
 
 
 
 
 
 
 
22 
 
 
 
Devem ser configurados parâmetros neste instrução: 
Control Block : Endereço do bloco de controle da instrução . 
Process Variable : Variável de processo coletada no campo. A entrada da 
PID recebe valores na faixa de 0 à 16384. Portanto deve-se converter a 
entrada analógica para este range. 
Control Variable : saída controlada. 
Control block length: Tamanho do bloco de controle 
 
 
Na Tela da instrução configura-se: 
( X / Y ) : X = PALAVRA DO BLOCO DE CONTROLE 
 Y = BIT DA PALAVRA 
 
 
AUTO/MANUAL ( 0/1 ): Em Auto a PID está atuando no processo e 
controlando a saída. Em Manual pode-se alterar o valor da saída CV. 
MODE ( 0/0 ) : Timed : PID atualiza a sua saída de acordo com a 
atualização da malha. 
STI : PID é colocada na subrotina STI ,que deverá ter um tempo (S:11) 
igual ao da atualização da malha ( Loop update ) 
CONTROL ( 0/2 ) : Seleciona a ação de controle de controle usada: 
Direta: Ocorre quando têm-se uma variável de processo com tendência 
a ser inferior ao valor de set point - E = SP - PV : CV aumenta se 
PV < SP. ( Ex: um processo de aquecimento ). 
Reversa: Ocorre quando têm-se uma variável de processo com tendência 
a ser superior ao valor de set point - E = PV - SP : CV aumenta se 
PV > SP. ( Ex: aplicação de resfriamento ). 
SET POINT SP: ( WORD 2 ) , Valor ideal para variável de processo de ( 0 
à 16383 ). 
SCALED PROCESS , PV , ( WORD 14 ) : Somente para exibição . 
SCALED ERROR ( WORD 15 ) : Erro em scala , para exibição 
DEAD BAND ( WORD 9 ) : Zona Morta, Seleciona-se uma faixa abaixo e 
acima da referência ( Set point ) . 
OUTPUT CV ( WORD 10 ) : No modo AUTO este parâmetro é somente 
para exibição; no modo MANUAL ,pode-se introduzir a porcentagem de 
saída desejada. ( 0 à 100 ). 
 
 
LOOP UPDATE: ( WORD 13 ) : Intervalo de tempo entre os cálculos 
PID, introduzir um tempo 5 ou 10 vezes o período natural da carga (Fazer 
reset e rate igual à 0 e aumentar o ganho ate à saída começar a oscilar ). 
Kc,GANHO PROPORCIONAL ( WORD 3 ) Ganho ajustado para a 
metade do valor necessário para fazer com que a saída oscile quando os 
termos reset e rate são ajustados em zero. ( 1 à 255 ) 
RESET TI ( WORD 4 ) TEMPO INTEGRAL ,ajustado igual ao período 
natural medido na calibração do ganho. Responsável pela eliminação do 
erro. ( 1 à 255 ) 
RATE TD ( WORD 5 ) TEMPO DERIVATIVO ,ajustado para 1/8 do 
tempo integral ( 1 à 255 ) atua no tempo em que a variável leva para se 
estabilizar. 
MIN SCALED SMIN ( WORD 8 ) Valor mínimo da escala interna da 
PID para a variável de processo. 
MAX SCALED SMAX ( WORD 9 ) Valor máximo da escala interna da 
PID para a variável de processo. 
BITS INTERNOS DA PALAVRA 0: 
0 - TM : modo timed =1, modo STI =0. 
1 - AUTO =0 , MANUAL= 1 
2 - CM = 1 ( AÇÃO DE CONTROLE DIRETA) , CM = 0 ( AÇÃO DE 
CONTROLE REVERSA ) 
3 - OL = 1 ( LIMITA A VARIÁVEL DE CONTROLE ) 
5 - SC = 1 , SC= 0 ( QUANDO FOR ESPECIFICADO O VALOR DA 
ESCALA DE REFERENCIA ) 
6 - TF = 0 , TF = 1 ( Tempo de atualização da malha não pode ser 
alcançado pelo programa fornecido,devido a limitações no tempo de 
varredura ,procurar atualizar a PID em uma velocidade mais lenta ou 
programar em STI 
8 - DB= 1 , Variável de processo está dentro da faixa de zona morta. 
9 - UL = 1 , Ocorre quando a saída de controle CV, calculada exceder o 
limite superior de CV. 
10 - LL = 1 , Saída de controle CV,calculada exceder o limite inferior de 
CV. 
11 - SP = 1 , Bit energizado quando a referência exceder o valor máximo de 
escala ou o valor mínimo . 
12 - PV =1 Quando PV > 16383 
13 - DN = 1 , Durante as varreduras que o PID é computado. 
15 - EN = 1 , Segue a linha da PID 
 
 
 
OBS: 
- Faixas de E/S: * Inserir um valor de SET POINT multiplicado por 100 
e ajustar Smáx e Smin também multiplicado por 100,para facilitar 
ajustes da PID. 
- Deve-se escalonar o variável de processo para valores de 0 à 16.383 , 
que é faixa interna de variação da PID. 
- Com a zona morta a saída não é alterada enquanto o erro permanecer 
dentro desta faixa, durante o tempo em que a PID permanece na zona 
morta a instrução considera o valor de erro igual a zero ou seja a PID não 
atua no processo. 
- Pode-se limitar a saída ,para tanto basta energizar o bit de habilitação 
de limite ( 3 ) 
- No Modo Manual Pode-se inserir um valor de CV de 0 à 100 % . 
Este valor é convertido em um número de o à 16383 e escrito no endereço 
da variável de controle. 
- FEEDFORWARD: Valor que será adicionado à saída para evitar 
distúrbios. 
- Quando se utilizar válvula reversa na saída,pode-se subtrair o valor 
máximo 16.384 do valor de CV. 
- Pode-se estabelecer limites para as saídas de 0 à 100%. 
- Um aumento de Kc, pode gerar instabilidade no sistema. 
- Geralmente usa-se o termo derivativo para controles de temperatura e 
controles de Pressão e Vazão usa-se controlador PI, Proporcional e 
Integral. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4.12 - Instruções de E/S imediatas: 
• IIMIIMIIMIIM 
 Busca o ultimo dados de entrada e o deixa disponível para as instruções 
que se seguem . Configurando o slot no qual o módulo se encontra. 
• IOMIOMIOMIOM 
Atualiza as saídas de acordo com a lógica precedente. Configurando o slot 
no qual o módulo se encontra. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• Slot: Localização do módulo na ranhura. 
 
• Mask: Pode-se desabilitar alguns Bit's. 
 
• Length: Quantidade de palavras por módulo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 IIM ou IOM 
Slot 
Mask 
Length 
 
 
4.13 - Manutenção & LOCALIZAÇÃO DE FALHAS 
 
4.13.1 - GENERALIDADES: 
 Existem dois modos de se localizar falhas: através dos Led's de 
diagnóstico (se encontram nos Anexos) e através do arquivo de status 
cujos códigos de falha de erro grave, as prováveis causas das falhas e a 
recomendação sobre a ação corretivaencontram-se descritos neste capítulo. 
 A descrição das Palavras do arquivo se Status dos controladores se 
encontram nos anexos bem como manutenção do siatema de controle. 
 Os códigos de falhas descritos a seguir se referem aos controladores 
5\01,5\02,5\03,5\04,5\05 e shoebox, sendo que do 5\03 em diante existem 
outros códigos que se referem a aplicações mais complexas e que se 
encontram no manual do produto. 
4.13.2 - LIMPANDO AS FALHAS 
Pode-se limpar uma falha sem a utilização da rotina de erro do usuário, 
através dos seguintes métodos: 
• Desenergizando-se manualmente o bit de falha grave S:1/13 no arquivo de 
status, através do dispositivo de programação ou DTAM. O controlador 
então entra no modo Programação para que a condição que causa a falha 
seja corrigida e, a seguir, o controlador entra no modo de Operação ou 
Teste. 
• Energizando-se o bit de Falha na Energização (Fault Override) S:1/8 no 
arquivo de status, a fim de que a falha seja limpa quando a alimentação 
for aplicada, presumindo-se que o programa de aplicação não está 
corrompido. 
• Energizando-se um dos bits de autocarga S:1/10, S:1/11 ou S:1/12 no 
arquivo de status do programa numa EEPROM, para automaticamente 
transferir um novo programa sem falha do módulo de memória para 
RAM, quando a alimentação for aplicada. 
Nota de Aplicação: A falha grave específica de uma aplicação pode ser 
determinada pelo usuário, escrevendo-se seu valor único para S:6 e então 
energizando-se S:1/13. 
Utilização da Rotina de Erro do Usuário - Apenas Controladores SLC-
5/02 e demais SLC’s 
Ao designar um arquivo de sub-rotina de erro do usuário, a ocorrência de 
falhas do usuário, recuperáveis ou não recuperáveis, fará com que a sub-
rotina indicada seja executada em uma varredura. Se a falha for recuperável, 
a sub-rotina pode ser usada para solucionar o problema e limpar o bit de 
falha S:1/13. O controlador então continuará no modo Operação. Se a falha 
for não recuperável, a sub-rotina pode ser empregada para enviar uma 
mensagem através da instrução de mensagem para outro nó da rede DH-485 
com informação do código de erro e/ou efetuar uma parada do processo. 
 
 
A sub-rotina só é executada nas falhas referentes ao usuário 
4.13.3 - DESCRIÇÃO DE CÓDIGO DE ERRO E AÇÃO RECOMENDADA 
As tabelas a seguir contêm a descrição, a causa prováveis e a ação 
recomendada para a correção dos seguintes tipos de erros: 
• Erros na Energização (tabela 0.A) 
• Erros na Operação (tabela 0.B) 
• Erros de Run-time (tabela 0.C) 
• Erros da Instrução de Programa do Usuário (tabela 0.D) 
• Erros de E/S (tabela 0.E) 
Tabela 0.A 
Erros na Energização 
Cód. 
Erro 
(Hex) 
 
Descrição 
 
Causa Provável 
 
Ação Recomendada 
0001 Erro de NVRAM • Ruído 
• Raio 
• Aterramento inadequado 
• Falta de supressão de surto 
nas saídas com cargas 
indutivas 
• Fonte de alimentação com 
potência inadequada 
• Perda de back-up de 
bateria ou capacitor 
Solucionar o problema, 
recarregar o programa e 
colocar o controlador em 
Operação. Pode ser usada a 
característica de autocarga 
com um módulo de memória 
p/ automaticamente recarregar 
o programa e introduzir o 
modo Operação. 
0002 Tempo de Watchdog 
inesperado 
• Ruído 
• Raio 
• Aterramento inadequado 
• Falta de supressão de surto 
nas saídas c/cargas 
indutivas 
• Fonte de alimentação com 
potência inadequada 
Solucionar o problema, 
recarregar o programa e 
colocar o controlador em 
Operação. Pode ser usada a 
característica de autocarga 
com um módulo de memória 
p/ automaticamente recarregar 
o programa e introduzir o 
modo Operação. 
0003 Erro na memória do módulo 
de memória 
A memória do módulo de 
memória está corrompida 
Reprogramar o módulo de 
memória. Se o erro persistir, 
substituir o módulo de 
memória. 
0004 Erro de memória ocorreu 
durante o modo Operação 
• Ruído 
• Raio 
• Aterramento inadequado 
• Falta de supressão de surto 
nas saídas com cargas 
indutivas 
• Fonte de alimentação com 
potência inadequada 
Solucionar o problema, 
recarregar o programa e 
colocar o controlador em 
Operação. Pode ser usada a 
característica de autocarga 
com um módulo de memória 
p/ automaticamente recarregar 
o programa e introduzir o 
modo Operação. 
 
 
Tabela 0.B 
Erros na Operação 
Cód. 
Erro 
(Hex) 
 
Descrição 
 
Causa Provável 
 
Ação Recomendada 
0010 O controlador não está na 
revisão adequada 
A revisão do controlador não 
é compatível com o nível de 
revisão para o qual o 
programa foi desenvolvido. 
Consultar a Allen-Bradley. 
0011 O arquivo executável 
número 2 está ausente 
Programa incompatível ou 
corrompido 
Recarregar o programa ou 
reprogramar com Software 
APS da Allen-Bradley. 
0012 O programa de aplicação 
tem um erro de memória 
• Ruído 
• Raio 
• Aterramento inadequado 
• Falta de supressão de surto 
nas saídas com cargas 
indutivas 
Solucionar o problema, 
recarregar o programa e 
colocar o controlador em 
Operação. Se o erro persistir, 
assegurar que seja usado o 
Software de Programação 
APS da Allen-Bradley para 
desenvolver e carregar o 
programa. 
0013 • O módulo de memória 
necessário não está 
instalado, ou 
• S:1/10 ou S:1/11 não está 
energizado como 
requerido pelo programa 
• Um dos bits de status está 
energizado no programa 
mas o módulos de 
memória requerido não 
está instalado. 
• Bit de status S:1/10 ou 
S:1/11 não está energizado 
no programa armazenado 
no módulo de memória, 
mas está energizado no 
programa do SLC 500. 
• Instalar um módulo de 
memória no controlador, 
ou 
• carregar o programa do 
controlador p/ o módulo de 
memória. 
0014 Erro no arquivo interno • Ruído 
• Raio 
• Aterramento inadequado 
• Falta de supressão de surto 
nas saídas c/ cargas 
indutivas 
• Fonte de alimentação c/ 
potência inadequada 
Solucionar o problema, 
recarregar o programa e 
colocar o controlador em 
Operação. Se o erro persistir, 
assegurar que seja usado o 
Software de Programação 
APS da Allen-Bradley para 
desenvolver e carregar o 
programa. 
0015 Erro no arquivo de 
configuração 
• Ruído 
• Raio 
• Aterramento inadequado 
• Falta de supressão de 
surtos nas saídas com 
cargas indutivas 
• Fonte de alimentação com 
potência inadequada 
Solucionar o problema, 
recarregar o programa e 
colocar o controlador no 
modo Operação. Se o erro 
persistir, assegurar que seja 
usado o Software APS da 
Allen-Bradley para 
desenvolver e carregar o 
programa. 
 
 
Cód. 
Erro 
(Hex) 
 
Descrição 
 
Causa Provável 
 
Ação Recomendada 
0016 Proteção na inicialização 
após perda de alimentação. 
A condição de erro existe na 
energização quando o bit 
S:1/9 está energizado e na 
ocorrência de perda de 
alimentação durante a 
operação. 
Bit de status S:1/9 foi 
energizado pelo programa do 
usuário. 
• Reenergizar o bit S:1/9 se 
isto for consistente com os 
requisitos de aplicação, e 
alterar o modo para voltar 
à operação, ou 
• apagar S:1/13, bit de falha 
grave, antes que o fim da 
primeira varredura de 
programa seja atingido. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Tabela 0.C 
Erros de Run-time 
Cód. 
Erro 
(Hex) 
 
Descrição 
 
Causa Provável 
 
Ação Recomendada 
0020 Um bit de erro de 
advertência está energizado 
no final da varredura 
• Ocorrência de overflow 
em uma instrução 
matemática ou FRD 
• Detecção de erro na 
instrução de sequenciador 
ou registro de 
deslocamento. 
• Um erro grave foi 
detectado enquanto 
executando uma rotina de 
falha do usuário. 
• Endereçosde arquivo MO-
M1 foram refereciado no 
programa do usuário para 
uma ranhura desabilitada. 
Solucionar o problema de 
programação, recarregar o 
programa e entrar no modo 
Operação. 
0021 Ocorreu uma falha na 
alimentação de uma gaveta de 
expansão de E/S. 
 
Nota: Um sistema modular 
que encontra uma condição de 
sobretensão ou sobrecorrente, 
em alguma de suas fontes de 
alimentação, pode produzir 
qualquer dos códigos de erros 
listados na tabela 0.E (em vez 
de cód. 0021). O LED da 
fonte de alimentação estando 
desligado é indicação de 
condição de sobretensão ou 
sobre corrente. 
Controladores com estrutura 
de E/S fixa e SLC-5/01 FRN 
1-4: Alimentação foi 
removida ou a alimentação 
caiu baixo da especificação 
para uma gaveta de expansão. 
 
Controladores SLC-5/02 e 
Controladores SLC-5/01 FRN 
5: Este código de erro está 
presente somente enquanto 
não for aplicada alimentação a 
uma gaveta de expansão. Este 
é o único código de erro de 
auto-apagamento. Quando a 
alimentação for reaplicada à 
gaveta de expansão a falha 
será apagada. 
Controladores com estrutura 
de E/S fixa e SLC-5/01 FRN 
1-4: Aplicar alimentação à 
gaveta local. 
 
Controladores SLC-5/02 e 
Controladores SLC-5/01 FRN 
5: reaplicar alimentação à 
gaveta de expansão. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Cód. 
Erro 
(Hex) 
 
Descrição 
 
Causa Provável 
 
Ação Recomendada 
0021 Atenção: Controladores com 
estrutura fixa e Controladores 
SLC-5/01 FRN 1-4 - Se 
ocorreu a falha na 
alimentação remota enquanto 
o controlador estava no modo 
Operação, o erro 0021 fará 
com que o bit de erro de 
advertência do bit de erro 
grave (S:1/13) seja 
desenergizado na próxima 
energização da gaveta local. 
Controladores SLC-5/02 e 
Controladores SLC-5/01 FRN 
1 a 4 - A alimentação à gaveta 
local não precisa ser reciclada 
para retornar ao modo 
operação. Assim que a gaveta 
remota for realimentada, a 
CPU irá reiniciar o sistema. 
 
0022 O tempo de varredura de 
Watchdog foi excedido. 
• O tempo de watchdog para 
o programa do usuário está 
fixado muito baixo. 
• O programa do usuário foi 
apanhado num loop. 
• Aumentar o tempo de 
watchdog no arquivo de 
status (S:38), ou 
• solucionar o problema do 
programa do usuário. 
0023 Arquivo de interrupção STI 
inválido ou inexistente 
• No arquivo de status foi 
designado um número de 
arquivo STI, mas não foi 
criado o arquivo de sub-
rotina. 
• O número de arquivo de 
STI designado foi 0, 1 ou 
2. 
• Desabilitar o valor de 
referência (S:30) de 
Interrupção de STI e o 
número de arquivo (S:31) 
no arquivo de status, ou 
• criar um arquivo de sub-
rotina de interrupção STI 
para o número de arquivo 
designado no arquivo 
status (S:31). O número de 
arquivo não deve ser 0, 1 
ou 2. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Cód. 
Erro 
(Hex) 
 
Descrição 
 
Causa Provável 
 
Ação Recomendada 
0024 Intervalo de interrupção STI 
inválido 
O valor de referência de STI 
está fora da faixa (superior a 
2550ms, ou negativo). 
• Desabilitar o valor de 
referência (S:30) de 
Interrupção de STI e o 
número de arquivo (S:31) 
no arquivo de status, ou 
• criar uma rotina de 
interrupção STI para o 
número de arquivo 
designado no arquivo 
status (S:31). O número de 
arquivo não deve ser 0, 1 
ou 2. 
0025 Tamanho da pilha em 
excesso/JSR chama por 
rotina STI. 
Uma instrução JSR está 
chamando um número de 
arquivo designado para uma 
rotina de STI. 
Corrigir o programa do 
usuário para satisfazer os 
requisitos e restrições da 
instrução JSR. Recarregar o 
programa e iniciar a 
operação. 
0026 Tamanho da pilha em 
excesso/JSR chama por 
rotina de interrupção de E/S. 
Uma instrução JSR está 
chamando um número de 
arquivo designado para uma 
rotina de interrupção de E/S. 
Corrigir o programa do 
usuário para satisfazer os 
requisitos e restrições da 
instrução JSR. Recarregar o 
programa e iniciar a 
operação. 
0027 Tamanho da pilha em 
excesso/JSR chama por 
rotina de falha do usuário. 
Uma instrução JSR está 
chamando um número de 
arquivo designado para uma 
rotina de falha do usuário. 
Corrigir o programa do 
usuário para satisfazer os 
requisitos e restrições da 
instrução JSR. Recarregar o 
programa e iniciar a 
operação. 
0028 Valor do arquivo de rotina 
de falha "proteção na 
energização" inválido ou 
inexistente. 
• Um número de arquivo de 
rotina de falha foi criado 
no arquivo de status, mas o 
arquivo não foi criado 
fisicamente. 
• O número de arquivo 
criado foi 0, 1 ou 2. 
• Desabilitar o número 
(S:29) de arquivo de rotina 
de falha no arquivo de 
status, ou 
• Criar uma rotina de falha 
para o número de arquivo 
referenciado no arquivo 
status (S:29). O número de 
arquivo não deve ser 0, 1 
ou 2. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
002A 
 
Referência de endereço 
indexado está além do 
arquivo de dados específico 
referenciado. 
Referência de endereço 
indexado está fora do espaço 
de arquivo de dados. 
 
Por meio de endereçamento 
indexado, o programa está 
referenciando um elemento 
situado além do limite de 
um arquivo. 
Por meio de endereçamento 
indexado, o programa está 
referenciado um elemento 
situado além da faixa 
permitida. A faixa vai de 
B3:0 ao último elemento do 
último arquivo de dados 
criado pelo usuário 
 
Corrigir o programa do 
usuário, alocar mais espaço 
de dados usando o mapa de 
memória ou salvar 
novamente o programa 
permitindo ultrapassagem 
dos limites de arquivo. 
Recarregar o programa do 
usuário. Este problema não 
pode ser solucionado 
escrevendo-se no registro de 
índice (S:24). 
 
Tabela 0.D 
Erros de instrução do Programa 
Cód. 
Erro 
(Hex) 
 
Descrição 
 
Causa Provável 
 
Ação Recomendada 
0030 Foi feita uma tentativa para 
pular para um dos arquivos 
de sub-rotina encadeada. 
Este código pode também 
significar que um programa 
tem rotinas potencialmente 
recursivas. 
• Mais do que no máximo 4 
(8 se estiver usando o 
Controlador SLC-5/02) 
níveis de sub-rotinas 
encadeadas são chamadas 
no programa do usuário. 
• Sub-rotinas encadeadas 
estão chamando sub-
rotinas de um nível 
anterior. 
Corrigir o programa do 
usuário para satisfazer os 
requisitos e restrições para a 
instrução JSR, então 
recarregar o programa e 
iniciar a operação. 
0031 Foi detectada uma referência 
de instrução não suportada. 
O tipo ou nível de série do 
Controlador SLC-500 não 
suporta uma instrução que 
está no programa do usuário. 
• Substituir o SLC-500 por 
um que suporte o 
programa do usuário, ou 
• modificar o programa de 
maneira que todas as 
instruções sejam 
suportadas pelo SLC-500, 
recarregar o programa e 
iniciar a operação. 
0032 Um parâmetro de 
comprimento/posição de 
instrução de sequenciador 
ultrapassa o fim de um 
arquivo de dados. 
O programa está 
referenciando um elemento 
que excede um limite de 
arquivo estabelecido pela 
instrução de sequenciador. 
Corrigir o programa do 
usuário ou alocar mais espaço 
de arquivo de dados usando o 
mapa de memória, recarregar 
e iniciar a operação. 
 
 
 
 
 
 
0033 
 
O parâmetro de 
comprimento de uma 
instrução LFU, LFL, FFU, 
FFL, BSL ou BSR 
ultrapassa o fim de um 
arquivo de dados. 
 
O programa está 
referenciando um elemento 
que ultrapassa o limite de 
arquivo definido pela 
instrução. 
Corrigir o programa do 
usuário ou alocar mais espaço 
de arquivo de dados, usando o 
mapa de memória, recarregar 
e iniciar a operação. 
 
 
 
0034 Foi introduzido um valornegativo para o valor 
acumulado ou pré-
selecionado de 
temporizador. 
O valor acumulado ou pré-
selecionado de um 
temporizador no programa 
do usuário foi detectado 
como sendo negativo. 
Se o programa do usuário está 
transferindo valores para o 
acumulado ou pré-selecionado 
de um temporizador, 
assegurar que esses valores 
não sejam negativos. Corrigir 
o programa do usuário, 
recarregar e iniciar a 
operação. 
0034 
(HSC) 
Um valor pré-selecionado de 
HSC negativo ou zero foi 
detectado numa instrução 
HSC. 
O valor pré-selecionado para 
a instrução HSC está fora da 
faixa válida. 
Faixa válida é 1-32767. 
Se o programa do usuário está 
transferindo valores para a 
palavra pré-selecionada de 
HSC, assegurar que estes 
estejam dentro da faixa válida. 
Corrigir o programa do 
usuário, recarregar e iniciar a 
operação. 
0035 Uma instrução TND, SVC 
ou REF é chamada dentro de 
uma rotina de falha do 
usuário ou interrupção. 
Uma instrução TND, SVC 
ou REF está sendo usada 
numa rotina de falha do 
usuário ou interrupção, o 
que não é permitido. 
Corrigir o programa do 
usuário, recarregar e iniciar 
a operação. 
0036 Um valor inválido está 
sendo usado para um 
parâmetro de instrução PID. 
Um valor inválido foi 
carregado em uma instrução 
PID pelo programa, ou pelo 
usuário através da função de 
monitoração de dados desta 
instrução. 
 
0038 Uma instrução RET foi 
detectada em um arquivo 
que não é de sub-rotina. 
Uma instrução RET reside 
no programa principal. 
Corrigir o programa do 
usuário, recarregar e iniciar 
a operação. 
 
 
 
 
 
 
Tabela 0.E 
Erros de E/S 
 
Códigos de Erro: Os caracteres xx nos seguintes códigos representam o número de ranhura (em 
hexa). Os caracteres xx se tornam 1F se a ranhura exata não puder ser determinada. 
Falhas de E/S Recuperáveis (somente Controladores SLC-5/02): Muitas falhas de E/S são 
recuperáveis. Para recuperar, deve-se desabilitar a ranhura específica, xx, na rotina de falha do 
usuário. Se não desabitar a ranhura xx, o controlador irá falhar no final da varredura. 
 
Número da Ranhura (xx) em Hexadecimal 
 
 
 00 
 
 
 
 
 
 
 
Cód. 
Erro 
(Hex) 
 
Descrição 
 
Causa Provável 
 
Ação Recomendada 
xx50 Foi detectado um erro de 
dados na gaveta. 
• Ruído 
• Raio 
• Aterramento inadequado 
• Falta de supressão de surto 
em saídas com cargas 
indutivas 
• Fonte de alimentação com 
potência inadequada 
Solucionar o problema, 
apagar a falha e reintroduzir 
o modo Operação. 
xx51 Foi detectado um erro de 
run-time de impedimento de 
continuidade ("stuck" run-
time error) em um módulo 
de E/S. 
Se for um módulo de E/S 
discreta, o problema é de 
ruído. Se for um módulo 
especial de E/S, consultar o 
respectivo manual. 
Aplicar alimentação ao 
sistema. Se o problema não 
for solucionado, substituir o 
módulo. 
 
 
 
 
Ranhura xx 
 
 0 00 
 1 01 
 2 02 
 3 03 
 4 04 
 5 05 
 6 06 
 7 07 
Ranhura xx 
 
 0 00 
 1 01 
 2 02 
 3 03 
 4 04 
 5 05 
 6 06 
 7 07 
 
 
Cód. 
Erro 
(Hex) 
 
Descrição 
 
Causa Provável 
 
Ação Recomendada 
xx52 Um módulo necessário para 
o programa de aplicação foi 
detectado como ausente ou 
removido. 
Um módulo de E/S 
configurado para uma 
ranhura específica está 
faltando ou foi removida. 
• Desabilitar a ranhura no 
arquivo de status (S:11 e 
S:12), ou 
• inserir na ranhura o 
módulo requerido. 
xx53 Ao ir para Operação, um 
programa declara uma ranhura 
como não utilizada, e essa 
ranhura é detectada como 
tendo um módulo de E/S 
inserido. Este código pode 
também significar que um 
módulo de E/S foi auto-
reinicializado. 
• A ranhura de E/S não está 
configurada para um 
módulo, mas um módulo 
está presente. 
• O módulo de E/S se 
reinicializou. 
• Desabilitar a ranhura no 
arquivo de status (S:11 e 
S:12), apagar a falha e 
iniciar a operação, ou 
• remover o módulo, 
eliminar a falha e iniciar a 
operação ou 
• modificar a configuração 
de E/S para incluir o 
módulo, recarregar o 
programa e iniciar a 
operação. 
• se o módulo se 
reinicializou, eliminar a 
falha e iniciar a operação. 
xx54 Um módulo necessário para o 
programa de aplicação é 
detectado como sendo o tipo 
errado. 
Um módulo de E/S numa 
ranhura específica é de tipo 
diferente da configuração feita 
pelo usuário para essa 
ranhura. 
• Substituir o módulo 
diferente pelo módulo 
correto, eliminar a falha e 
iniciar a operação, ou 
• alterar a configuração de 
E/S para a ranhura, 
recarregar o programa e 
iniciar a operação. 
xx55 Um módulo de E/S discreta, 
necessário para o programa do 
usuário, foi detectado como 
tendo o contador de E/S ou o 
driver de E/S errado. Este 
código pode também 
significar que o driver de 
placa especial está incorreto. 
• Se este é um módulo de 
E/S discreta, a contagem 
de E/S está diferente da 
selecionada na 
configuração de E/S. 
• Se este é um módulo 
especial de E/S, o driver da 
placa está incorreto. 
• Se este é um módulo de 
E/S discreta deve-se 
substituí-lo por outro que 
tenha o contador de E/S 
selecionado na 
configuração de E/S. 
Eliminar a falha e iniciar a 
operação, ou 
• alterar a configuração de 
E/S para corresponder ao 
módulo existente, então 
recarregar o programa e 
iniciar a operação. 
• Se este módulo de E/S 
especial, deve-se consultar 
o respectivo manual. 
 
 
 
 
 
 
Cód. 
Erro 
(Hex) 
 
Descrição 
 
Causa Provável 
 
Ação Recomendada 
xx56 A configuração da gaveta 
está incorreta. 
A configuração de gaveta 
especificada pelo usuário não 
corresponde ao hardware. 
Corrigir a configuração de 
gaveta, recarregar o programa 
e iniciar a operação. 
xx57 Um módulo especial de E/S 
não respondeu a um comando 
de Memória de Bloqueio 
Compartilhado dentro do 
limite de tempo requerido. 
O módulo especial de E/S 
não está respondendo ao 
controlador no tempo 
permitido. 
Reciclar a alimentação na 
gaveta. Se isto não solucionar 
o problema, consultar o 
respectivo manual do módulo 
especial de E/S. Se 
necessário, substitua o 
módulo. 
xx58 Um módulo especial de E/S 
gerou uma falha genérica. O 
bit de falha do módulo é 
energizado (1) no byte de 
status do módulo. 
Consultar o manual do 
usuário para o módulo 
especial de E/S. 
Reciclar a alimentação na 
gaveta. Se isto não solucionar 
o problema, consultar o 
respectivo manual do módulo 
especial de E/S. Se 
necessário, substitua o 
módulo. 
xx59 Um módulo especial de E/S 
nào respondeu a um comando 
que tinha sido completado 
dentro do limite de tempo 
solicitado. 
Um módulo especial de E/S 
não completou um comando 
de um controlador. 
Consultar o manual do 
usuário do módulo especial de 
E/S. Se necessário, substitua o 
módulo. 
xx5A Problema de interrupção no 
hardware ("stuck"). 
No caso de um módulo de 
E/S discreta, este é um 
problema de ruído. Se este é 
um módulo especial de E/S, 
deve-se consultar o 
respectivo manual. 
Reciclar a alimentação na 
gaveta. Verificar o problema 
de ruído e assegurar que 
foram adotadas práticas de 
aterramento adequadas. Se 
este é um módulo especial de 
E/S, consultar o respectivo 
manual. Pode ser necessário 
substituir o módulo. 
xx5B Erro deconfiguração no 
arquivo G - tamanho do 
arquivo G do programa de 
aplicação excede a capacidade 
do módulo. 
Arquivo G está incorreto 
para o módulo nesta 
ranhura. 
Consultar o manual do 
módulo especial de E/S. 
Reconfigurar o arquivo G 
como descrito no manual. 
Recarregar e iniciar a 
operação. 
xx5C Erro de configuração de 
arquivo M0-M1 - O tamanho 
do arquivo M0-M1 do 
programa excede a capacidade 
do módulo. 
Arquivos M0-M1 estão 
incorretos para o módulo 
nesta ranhura. 
Consultar o manual do 
usuário para o módulo 
especial de E/S. Reconfigurar 
o arquivo M0-M1 como 
descrito no manual. 
Recarregar e iniciar a 
operação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
xx5D Interrupção solicitada não é 
suportada pelo controlador. 
O módulo especial de E/S 
solicitou serviço que o 
controlador não suporta. 
Consultar o respectivo manual 
do módulo para determinar 
quais controladores suportam 
o módulo. Trocar o 
controlador por um que 
suporte o módulo. 
 
Cód. 
Erro 
(Hex) 
 
Descrição 
 
Causa Provável 
 
Ação Recomendada 
xx5E Erro no driver de E/S do 
controlador (software). 
O software do driver de E/S 
do controlador está 
corrompido. 
Recarregar o programa 
usando o Software APS da 
Allen-Bradley. 
xx60 
a 
xx6F 
Identifica um erro grave 
recuperável no módulo de E/S 
específico. Consultar o 
manual do usuário para 
detalhes sobre o módulo 
especial. 
 
 
_______ 
 
 
_______ 
xx60 
a 
xx6F 
Identifica um erro grave não 
recuperável em um módulo de 
E/S específico. Consultar o 
manual do usuário para 
detalhes sobre o módulo 
especial. 
 
 
_______ 
 
 
_______ 
xx90 Problema de interrupção 
numa ranhura desabilitada. 
Um módulo especial de E/S 
solicitou o serviço enquanto 
uma ranhura estava 
desabilitada. 
Consultar o respectivo manual 
do módulo especial de E/S. Se 
necessário, substitua o 
módulo. 
xx91 Uma ranhura desabilitada 
apresentou falha. 
Um módulo especial de E/S 
numa ranhura desabilitada 
apresentou falha. 
Reciclar a alimentação na 
gaveta. Se isto não solucionar 
o problema, consultar o 
manual do módulo especial de 
E/S. Se necessário, substitua o 
módulo. 
xx92 Arquivo (ISR) de sub-rotina 
de interrupção de módulo é 
inválido ou inexistente. 
Estão incorretas as 
informações de configurações 
de E/S/arquivo ISR para um 
módulo especial de E/S. 
Corrigir as informações de 
configuração de E/S/arquivo 
ISR para o módulo especial. 
Consultar o respectivo manual 
para informações corretas de 
arquivo ISR. Recarregar o 
programa e iniciar a operação. 
xx93 Erro grave específico não 
suportado no módulo de E/S. 
O controlador não reconhece 
o código de erro de um 
módulo especial de E/S. 
Consultar o respectivo manual 
do módulo especial de E/S. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
xx94 No modo Teste ou Operação, 
um módulo foi detectado 
como sendo inserido sob 
energização. Esse código 
pode também significar que 
um módulo de E/S se 
reinicializou. 
O módulo foi inserido na 
gaveta energizada, ou o 
módulo se reinicializou. 
Nenhum módulo deve ser 
inserido em uma gaveta que 
estiver recebendo 
alimentação. Se isto ocorrer e 
o módulo não for danificado, 
deve-se: 
• remover o módulo, apagar 
a falha e iniciar a 
operação, ou 
• adicionar o módulo à 
configuração de E/S, 
referenciar o módulo no 
programa usuário, 
recarregar o programa e 
iniciar a operação. 
 
 
 
5. - SOFTWARE DE COMUNICAÇÃO RSLINX. 
5.1 - Acessando o software: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5.2 configurando drivers. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Comunicação através 
Do canal serial do 
CLP 
Utilizando cartão KTC 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Acione a 
configuração 
Automática 
 
Selecione as configurações 
constantes no hardware da placa 
KTC 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Drivers Ativos no PC 
Clicar duas 
Vezes para 
visualizar os 
dispositivos 
ativos 
Após certificar-se que os dispositivos estão ativos minimizar 
o RSLinx e abrir o RSLogix 
 
 
6. SOFTWARE DE PROGRAMAÇÃO RSLOGIX500. 
Após acessar o software vamos criar um novo programa. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Selecione o tipo 
de CPU utilizada 
Criar um novo 
programa 
Aceitar as 
Escolhas 
Seleciona-se o driver 
Para comunicação 
 
 
Ler a configuração dos 
cartões se você estiver 
Com o driver ativo 
Configurar 
Os cartões de 
I/O chassis e 
fontes 
Configurar 
automaticamente 
Selecione Chassis 
utilizados 
Selecione oos módulos e 
arraste-os até o chassi 
 
 
 
Selecione os módulos 
Arraste e após feche 
esta tela 
Configurando Canais de comunicação 
MENU 
CONFIGURAÇÃO 
DOS CANAIS 
 
 
 
 
 
ENDEREÇO DA CPU 
NA REDE ETHERNET 
 
 
 
Inserindo comentarios às rungs e endereços 
Configurando o Canal 
Serial do controlador 
 
Inserido comentarios 
e simbolos à base de 
dados. 
 
 
 
 
ALTERANDO PROPRIEDADES DO CONTROLADOR: 
 
 
 
 
ACESSANDO O 
ARQUIVO DE 
STATUS DO 
CONTROLADOR 
 
Através desta 
tela pode-se habilitar e 
desabilitar os slots 
Impedindo que o 
Processador execute a 
varredura dos mesmos 
Após verificar qual erro 
ocorreu apagar a falha 
através da tecla indicada 
 
 
 
Altera-se data e hora do 
controlador. 
Através do editor de 
Multipoint pode-se 
supervisionar endereços 
do controlador 
 
 
 
CRIANDO ARQUIVOS DE PROGRAMA OU SUBROTINAS DO USUÁRIO 
 
Imprimindo programa aplicativo 
 
 
Exibindo um preview 
Da impressão 
Configurando página para 
impressão 
 
ACESSANDO O PLC ON-LINE 
 
 
 
Selecione o driver 
A ser utilizado 
Verifica quais são as CPU's 
Que estão ON-line 
Acessa "On-Line" a 
CPU selecionada em 
"Processor Node" 
Grava o programa do 
micro para o CLP 
Grava o programa do 
CLP para o Micro 
 
Através deste 
submenu pode-se 
forçar pontos de 
De E/S 
Habilita-se 
os forces 
Inserindo forces ao programa aplicativo 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Clicar e arrastar 
o contato ou digitar 
a linha. 
Após digitada 
A linha aceitá-la 
Escolha as 
instruções 
 
Escolha o paralelo arraste 
Para linha e solte no ponto 
verde 
Algumas Instruções 
necessitam configurações 
Determinadas na tela de 
setup "clicar duas vezes" 
neste ponto. 
Editando uma linha de programação. 
 
 
Comando de procura e troca de endereços 
 
 
Utilizando o Help 
Este comando lhe permite 
Obter informações sobre todas 
as instruções do CLP bem 
como dúvidas sobre a 
utilização dos recursos do 
software7. - EXERCÍCIOS APLICATIVOS : 
Desenvolver os Exercícios apresentados para melhor Desenvolver os Exercícios apresentados para melhor Desenvolver os Exercícios apresentados para melhor Desenvolver os Exercícios apresentados para melhor 
fixação do aprendizado.fixação do aprendizado.fixação do aprendizado.fixação do aprendizado. 
 
EXERCÍCIO1: 
 
Um tanque pode conter dois tipos de misturas diferentes dependendo da 
seqüência e do tempo que as bombas A,B e C são ligadas. o tipo de mistura 
poderá ser acionada mediante uma chave ou botão na entrada do PLC. 
Considerando que a bomba A bombeia 10 litros do produto por segundo 
mostrar em um endereço N7;10 o total do produto de "A" descarregado 
após algumas operações. E após o final de cada mistura informar qual a 
mistura foi executada. O total do produto de A deverá ser convertido para 
o rangue de 0 à 32767 para que possa ser coletado por um sistema 
supervisório no endereço N7:10. 
 MISTURA 1 MISTURA 2 
Seqüência : A B C B C A 
Tempos(seg) 6 8 4 8 6 4 
 
EXERCÍCIO 2 : 
As figuras apresentadas na próxima página se referem a um sistema 
industrial de maquina de extrusão saem tubos a uma velocidade"v" e em 
caso de defeito o operador desliga a maquina. 
O sistema de corte se processa quando o carrinmho se encontra na posição 
C2 e o tubo alcança a chave fim de curso C1 . o carrinho através de um 
acionamento atinge a velocidade "v" em C3 ,quando a morsa fecha e a serra 
circular baixa serrando o tubo (a serra circular funciona constantemente) . 
O carrinho retorna à sua posição inicial e antes de alcançar esta posição o 
seu acionamento é desligado por C7 . atingindo por inércia a chave C2. 
C1 - Posicionamento do tubo 
C2 - Posição inicial do carrinho 
C3 - Sincronismo do carrinho com o tubo 
C6 - fechar a morsa 
C4 - Baixar a serra 
C5 - Subir a serra 
C7 - retornar carrinho 
 
 
 
 
Algoritmo. 
1 - Posicionamento do tubo em C1 e posição do carrinho em C2 
2- Acionar carrinho para frente 
3- Sincronizar carrinho com o tubo - Chave C3 
4- Desligar carrinho para frente 
5- Fechar morsa até C6 
6- Descer Serra até C4 
7- Subir serra até C5 
8- Abrir morsa 
9- Tempo de espera para reversão 
10- ligar retorno do carrinho 
11- Desligar retorno do carrrinho C7 
Fluxograma: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 INICIO 
 POSICIONAR C1 ,C2 
 ACIONAR CARRO 
SINCRONIZAR C3 
 FECHAR MORSA 
1 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Desenvolver um programa aplicativo para o exercício proposto. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
C6 
C5 
C4 VISTA FR0NTAL 
C1 
C7 C3 
C2 
VISTA 
LATERAL 
 
 
 
 
 
Exercício 3 - Observe o processo abaixo: 
Motor Baixa rotação 
 4 À 20 
 mA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Elaborar um programa aplicativo para CLP que irá fazer o controle de nível 
e de temperatura para o tanque descrito acima sabendo-se que temperatura 
ideal é de 80 ºC e que o nível deverá ser mantido entre nível mínimo ( A ) e 
nível 1 ( B ). Quando o nível estiver entre A e B e a temperatura estiver 
entre 80 e 85 º C pode-se retirar o liquido através de V2 e B2 
 
 
 
 M 
 F1 B1 
 F2 B2 
 AQUECEDOR 
NIVEL EMERGENCIA 
NIVEL 1 
 
 TRANSMISSOR 
 Termopar 
 Nível Mínimo A 
 B 
 V2 
 V1 
 
 
8. - GLOSSÁRIO 
ATENÇÃO! Este glossário visa somente a tradução, para o português, de algumas palavras que 
aparecem nas teclas de funções do software. Temos assim a intenção de facilitar o aprendizado 
e a manipulação do software. Para esclarecer qualquer dúvida com relação ao objeto de cada 
função, deve ser consultado o manual do software de programação. 
 
 
 A 
 
ACTIVE - Ativo 
ADDRESS COMENT - Comentários de endereço 
ALL - Todos 
APPEND - Acrescentar 
 
 B 
 
BEGIN OPER.. - Começa operação 
 
 C 
 
CANCEL EDITS - Cancela edição 
CHANGE FILE NAME - Mudo o nome do arquivo 
CHANGE MODE - Muda o modo 
CHANGE PASSWORD - Muda a senha 
CLEAR MEMORY - Apaga a memória 
COMPARE - Comparação 
CONFIG DISPLAY - Configuração de tela 
CONFIG. DOCUMENT - Configura a documentação 
CONNECT TYPE - Tipo de conexão 
COPY - Copiar 
CREAT REPORTS - Criar relatórios 
CREAT - Criar 
CREAT FILE - Criar arquivo 
CREAT LADDER FILE - Criar arquivo ladder 
 
 D 
 
DATA MONITOR - Monitora dados 
DEFINE DIR. - Define diretório 
DELETE FILE - Apaga arquivo 
DELETE - Apagar 
DESTINATION - Destino 
DISABLE - Desabilita 
DISCARD - Descartar 
DOCUMENT - Documentação 
 
 
 
 
 
 
 E 
 
EDIT DBASE - Editar base de dados (símbolos) 
EDIT - Editar 
ENABLE - Habilita 
EXIT SYSTEM - Sai do sistema 
EXIT TO DOS - Sai para o DOS 
EXIT - Sair 
 
 F 
 
FILE UTILS - Utilitários de arquivo 
FORCE - Forçar 
FUNCTION - Função 
 
 G 
 
GENERAL OPTIONS - Opções gerais 
GENERAL UTILITY - Utilitários gerais 
 
 I 
 
INACTIVE - Inativo 
INSERT - Inserir 
INSTRUCT. COMMENT - Comentários de instrução 
 
 K 
 
KEY - Chave 
 
 L 
 
LIST - Lista 
 
 M 
 
MEMORY MAP - Mapa de memória 
MODIFY - Modificar 
MONITOR FILE - Monitorar arquivos 
MONITOR INPUTS - Monitorar entradas 
MONITOR OUTPUTS - Monitorar saídas 
MULT - Vários 
MUT. RUNG - Múltiplas linhas 
 
 
 
 
 
 
 
 
 N 
 
NAME - Nome 
NO - Não 
NUMBER - Número 
 
 O 
 
OFF - Desligar 
OFF-LINE PROG. - Programação em OFF-LINE 
OFF-LINE CONFIG. - Configuração em OFF-LINE 
OFF-LINE REPORTS - Gerar relatórios em OFF-LINE 
ON - Ligar 
ON-LINE CONFIG. - Configuração em ON-LINE 
ON-LINE PROG. - Programação em ON-LINE 
 
 P 
 
PAGE LENGTH - Altura da página 
PAGE WIDTH - Largura da página 
PLC ADRESS - Endereço do PLC 
PORT NUMBER - Número da porta 
PRESS - Pressionar 
PRINTER CONFIG. - Configuração da impressora 
PRINTER TYPE - Tipo de impressora 
PRINT/VIEW - Imprimir / observar 
PROC. FUNCTIONS - Funções do processador 
PROC. STATUS - Estado do processador 
PROGRAM DIRECTORY - Diretório do programa 
 
 R 
REMOVE - Remover 
RENAME PROC. - Renomear o processador 
RENAME - Renomear 
REPORTS - Gerar relatórios 
RESET REPORTS - Desmarca relatórios para impressão 
RESTAURE - Restaurar 
RETURN TO MENU - Retornar para o menu 
RUNG COMMENT - Comentários de linha 
RUNG -Linha 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 S 
 
SAVE CONFIG. - Salvar configuração 
SAVE - Salva 
SEARCH -Procura 
SELECT ALL - Seleciona todos 
SELECT DEVICE - Seleciona dispositivo 
SELECT NAME - Seleciona nome 
SELECT RUNG - Seleciona linha 
SELECT - Seleciona 
SINGLE RUNG - Linha simples 
SINGLE - Único 
SOFWTARE CONFIG. - Configuração do software 
SPECIFY BIT -Especifica um bit 
SUPPRESS - Suprime 
SYMBOL - Símbolo 
 
 T 
 
TERM. ADRESS - Endereço do terminal 
TITLE - Título 
TOGGLE REPORTS - Marca relatórios para impressão 
TO/FROM FLOPPY - Para / do disquete 
 
 U 
 
UNDELETE - Recuperar 
 
 W 
 
WHO - Quem 
 
 Y 
 
YES - Sim 
 
 
 
 
9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS. 
 
1 . SLC 500 Family of Small Programmable controllers - System 
Overview - 1.995 Allen BradleyCompany 
2 . Advanced Programing Software - 1747 PA2E User Manual - 
Publication IC-942 Dated August 1992 Allen Bradley Company 
3 - NATALE, FERDINANDO - Automação Industrial - Editora Erica: 
São Paulo 1.995. 
4 - SLC 500 Modular Hardware Style - Installation and Operation Manual , 
March 1.993 Allen Bradley Company. 
5 - OLIVEIRA,JÚLIO CÉSAR P. - Controlador programável . São Paulo. 
Makron Books, 1.993. 
6 - Micro mentor , Entendendo e utilizando os microcontroladores 
programáveis. Allen Bradley Company, Inc. 1.996. 
7- 1785-2.36BR - PLC5 - Visão Geral do sistema - Rockwell Automation, 
outubro 1.996. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10. ANEXOS: 
 
 
 
 
 
 
10.1 - Indentificando componentes do controlador. 
 
 
 
10.2 - Instalando componentes de Hardware: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10.3 - Procedimentos para interligação das redes: 
 
 
 
 
10.4 - Recomendação para fiação de Dispositivos de Entradas e saídas. 
 
 
 
 
10.5 - Manutenção do sistema de controle. 
 
 
 
10.6 - Localização de falhas pelos Leds de Diagnóstico 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10.7 - Instalando Redes DH485 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10.8 - Instalando Redes DH+ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10.9 - Interfaces de Comunicação RS232. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10.10 - Consumo dos módulos e processadores. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10.11 - Comunicação de dispositivos em Ethernet. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10.12 - Arquivo de Status dos Controladores.

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