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1 Aula 9 – Clostrídios e Bacilos Universidade de Brasília Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária Disciplina de Microbiologia Veterinária - Código: 161837 Prof. Fabrício Campos Abril 2016 2 Fonte: http://www.cnpgl.embrapa.br/sistemaproducao/410221-carb%C3%BAnculo-sintom%C3%A1tico 3 Fonte: http://correiodopovo.com.br/Noticias/390199/Problema-na-vacinacao-teria-causado-morte-de-43-bovinos-em-Sao-Gabriel • Apresentar as características biológicas e fatores de virulência dos gêneros Clostridium e Bacillus Clostridium Bacillus Objetivo da aula 4 Escopo da aula • Gênero Clostridium • Gênero Bacillus 5 Histotóxicos C. difficile Enterotoxigênicos Neurotóxicos B. Anthracis B. cereus B. subtilis B. thuringiensis Escopo da aula • Gênero Clostridium • Gênero Bacillus 6 Histotóxicos C. difficile Enterotoxigênicos Neurotóxicos B. Anthracis B. cereus B. subtilis B. thuringiensis Clostrídios • Bastonetes Gram positivos, esporulados, alguns são móveis, filo Firmicutes, anaeróbicos • Mais de 200 espécies, sendo 50 delas patogênicas 7 Fonte: http://ghn.thegraychannel.com/uncategorized/heal-type-2-diabetes-with-a-probiotic/ e https://pt.wikipedia.org/wiki/Clostridium Clostrídios • Estão no ambiente, principalmente no solo • Sobrevivem na forma de esporos • Liberam exotoxinas extremamente tóxicas • Infecções e necroses (carbúnculo sintomático e gangrenas gasosas), tétano e até a morte • Controle baseado na prevenção (vacinas) 8 • Necessidade de O²: Anaeróbios estritos (baixo potencial de óxido-redução) • Propriedades biológicas e fisiológicas: fermentadores, oxidase negativos, catalase negativos, mesófilos • Alguns apresentam hemólise: C. perfringens, C. tetani, C. botulinum, C. haemolyticum 9 Clostrídios • Meios de cultura: Agar sangue, Agar Colúmbia • Uso da jarra de GasPak para crescimento 10 Clostrídios Fonte: http://equipamientocientifico.com/417-large_default/jarra-de-anaerobiosis-sistema-gas-pak-100.jpg e http://www.monografias.com/trabajos73/bacteriologia-anaerobica-practica/image009.jpg • Habitat: Trato intestinal e solo • Odor: odor característico devido ao catabolismo de peptídeos (rançoso) • Divididos em: Histotóxicos, Enterotoxigênicos, Neurotóxicos, Produtores de doença entérica induzida por antibióticos 11 Clostrídios Escopo da aula • Gênero Clostridium • Gênero Bacillus 12 Histotóxicos C. difficile Enterotoxigênicos Neurotóxicos B. Anthracis B. cereus B. subtilis B. thuringiensis Clostrídios histotóxicos 13 Clostrídios histotóxicos C. perfringens C. novyi C. haemolyticum C. septicum C. chauvoei C. sordellii Clostridium perfringens • Transmissão por via inoculação profunda, encapsulado, imóvel, tipo histotóxico: A • Tipo A: infecções em feridas, causando celulite anaeróbica e gangrena gasosa: toxinas alfa (fosfolipase C ou lecitinase C, atacam membranas celulares), teta (hemolítica), capa (colagenase), mu (hialuronidase) e nu (DNAse) • Provoca mionecrose com edema, hemorragia enfisema, toxemia febril e morte 14 Clostridium perfringens 15 Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Gangrena_gasosa Clostridium perfringens 16 Fonte: http://slideshare.net e http://brasilescola.uol.com.br/upload/e/gangrena-gasosa-be(2).png Clostridium novyi • Desprovido de cápsula, móvel • 3 tipos: tipo A (comum no solo), A e B no fígado e intestino de herbívoros • Infecções através da ingestão ou por meio de feridas 17 • Tipo A: toxina alfa, gangrena gasosa em humanos; infecções em feridas de animais: “cabeça grande dos carneiros” => lesões endoteliais tóxicas produzem edema na cabeça, pescoço e porção cranial do tórax 18 Fonte: http://www.vettimes.co.uk/archives/vt08/VT3803002201F102.jpg Clostridium novyi • Tipo B: hepatite necrótica infecciosa, (doença negra de ovinos e caprinos), esporos permanecem nas células de Kupffer 19 Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/File:Foetite_grangreneuse_berbis_foete.jpg Clostridium novyi • Tipo C: osteomielite em búfalos • Tipo D: hemoglobinúria em bovinos e doença do fígado necrótico em ovinos Clostridium haemolyticum • Juntamente C. Novyi (tipo D) causa a hemoglobinúria bacilar • TGI (fígado) de ruminantes e solo • Transmissão por ingestão => colonização do fígado => lesão hepática com a germinação dos esporos => produção da toxina beta (fosfolipase C) => crise hemolítica • Lesões características: focos de necrose hepática 20 Clostridium septicum • Edema maligno em equinos, bovinos, ovinos e suínos • Produz DNAse, hialuronidase, neuraminidase, hemaglutinina e toxinas hemolíticas => leucotóxica, necrosante e fatal • Solo, contaminação de feridas ou ingestão • Gangrena gasosa, carbúnculo sintomático nos suínos e dermatite gangrenosa nas aves 21 Clostridium septicum • Edema hemorrágico e crepitante em ovinos: “braxy” (lesões na parede • abdominal) e “navel-ill” em cordeiros • Porta de entrada: feridas durante tosquia, caudectomia, colocação de brincos, infecções genitais pós parto e injeções 22 Fonte: http://www.granny-miller.com/wp-content/uploads/2012/11/Undipped-Navel.jpg Clostridium chauvoei • Carbúnculo sintomático ou manqueira • Miosite necrosante enfisematosa devido a toxinas • Toxinas alfa (lecitinase => hemolítica, necrotizante e letal) e beta (DNAses) • Centros das lesões: secos, escuros e enfisematosos • Habita o intestino e o fígado 23 Carbúnculo sintomático ou manqueira 24 • Infecção “endógena” não contagiosa produzida pelo C. chauvoei • Febre alta, anorexia, depressão, claudicação com lesões crepitantes e morte súbita Fonte: http://www.ufrgs.br/labacvet/files/G%C3%AAnero%20Clostridium%204-2013-1.pdf e http://www.diadecampo.com.br/ Clostridium chauvoei • Características de cultivo: hemolítico, não fermenta salicina e não cresce a 44 ºC • A cultura produz odor rançoso • Controle: vacinação entre 3 a 6 meses de idade e depois anualmente • Ovelhas gestantes são vacinadas 3 semanas antes do parto 25 Clostridium sordellii • Miosite fatal e doença hepática em ruminantes e equinos • Agente importante no intestino de bovinos acometidos da síndrome de morte súbita • As toxinas hemorrágicas e letais são antigênica e funcionalmente semelhantes às toxinas A e B do C. difficile 26 Escopo da aula • Gênero Clostridium • Gênero Bacillus 27 Histotóxicos C. difficile Enterotoxigênicos Neurotóxicos B. Anthracis B. cereus B. subtilis B. thuringiensis Clostrídios produtores de doença entérica induzidas por antibióticos • Clostridium difficile • Habita o intestino • Diarréia aguda => toxinas: A e B => quebra do citoesqueleto de actina das células epiteliais do intestino grosso => citólise • Colite pseudo-membranosa, megacólon tóxico, diarréia crônica • Uso de ATB de amplo espectro 28 Clostridium difficile • Diagnóstico: Pesquisa das toxinas A e B nas fezes Colonoscopia Meio seletivo: agar ciclosserina-cefoxitina – frutose • Tratamento: metronidazol, vancomicina, probióticos e transplante de fezes 29 30 Fonte: http://superbacterias.tumblr.com/Clostridium difficile 31 Fonte: http://journal.frontiersin.org/article/10.3389/fmicb.2014.00184/full Clostridium difficile - fagoterapia Escopo da aula • Gênero Clostridium • Gênero Bacillus 32 Histotóxicos C. difficile Enterotoxigênicos Neurotóxicos B. Anthracis B. cereus B. subtilis B. thuringiensis Clostrídios enterotoxigênicos 33 Clostrídios enterotoxigênicos C. colinum C. spiroforme C. perfringens C. piliforme Clostrídios enterotoxigênicos • Clostridium colinum: enterite ulcerativa em codornas, perus e galinhas • Clostridium spiroforme: enterite juvenil de coelhos: enterotoxemia espontânea ou induzida por antimicrobianos • Clostridium perfringens: gangrena gasosa no homem e animais Solos e trato alimentar dos animais 34 35 Clostridium perfringens Fonte: https://youtu.be/LUzl5sro95k e http://web.mst.edu/~microbio/bio221_2007/C_perfingens_3.htm Clostridium perfringens • Tipo A: icterícia enterotoxigênica dos ruminantes • Tipo B: disenteria dos cordeiros em neonatos • Tipo C: enterotoxemia hemorrágica em bezerros, potros, leitões e cordeiros • Tipo D: enterotoxemia da superalimentação e doença dos rins friáveis 36 Clostridium perfringens • Toxina épsilon => ativada por proteases intestinais => aumenta a permeabilidade intestinal => absorvida pela circulação => lesão no endotélio vascular => diarréia, necrose 37 Clostridium perfringens 38 Fonte: http://www.ufrgs.br/labacvet/files/G%C3%AAnero%20Clostridium%204-2013-1.pdf 39 Clostridium perfringens Fonte: http://www.ufrgs.br/labacvet/files/G%C3%AAnero%20Clostridium%204-2013-1.pdf 40 Clostridium perfringens Fonte: https://youtu.be/LUzl5sro95k Clostridium piliforme • Doença de Tizzer Diarréia aguda em camundongos associada a necrose hepática focal com disseminação feco oral e transplacentária Associada a estresse, irradiação, administração de esteróides 41 Fonte: https://microbewiki.kenyon.edu/index.php/Clostridium_piliforme Escopo da aula • Gênero Clostridium • Gênero Bacillus 42 Histotóxicos C. difficile Enterotoxigênicos Neurotóxicos B. Anthracis B. cereus B. subtilis B. thuringiensis Clostrídios neurotóxicos 43 Clostrídios neurotóxicos C. botulinum C. tetani Clostridium botulinum • Toxina botulínica: 1 mg é letal • Ingestão de esporos ou da toxina pronta 44 Fonte: http://www.pathologyoutlines.com/topic/coloncbotulinum.html • Classificados de acordo com a toxina produzida: tipos A a G • Toxinas C e D => bacteriófagos • Toxinas são endopeptidases => interferem na liberação da acetil colina das junções neurais => impede a fusão da vesícula contendo neurotransmissores com a membrana que demarca a fenda sináptica 45 Clostridium botulinum Fonte: http://www.uwyo.edu/vetsci 46 Clostridium botulinum • A e B: presentes em todos os solos • C, D, E e F: em ambientes úmidos • C e D predominam nas intoxicações animais • A doença ocorre por ingestão de toxina pré formada, do esporo pelos lactentes ou pela contaminação de feridas 47 Clostridium botulinum 48 Clostridium botulinum Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-20611997000200017 • Aguadas com cadáveres ou vegetação apodrecida, regiões pobres em fósforo (levando à osteofagia nos animais) e em alimentos em conserva • As toxinas podem ser inativadas por 80ºC por 20 minutos ou pH alcalino • Enterrar animais mortos na propriedade 49 Clostridium botulinum 50 Clostridium botulinum Fonte: http://wm.agripoint.com.br/portais/noticias/foto.aspx?idFoto=11635 • Paralisia muscular acomete a deglutição e mastigação, respiração => decúbito lateral => coma e morte • Tétano: produção da exotoxina denominada tetanoespasmina • Tetanolisina ñ tem significado patogênico • Neurotoxina codificada por plasmídeo (conjugação) • Age pré sinapticamente nos neurônios motores sobre as fibras inibidoras aferentes no corno ventral da medula espinhal 51 Clostridium tetani • Toxina => impede liberação de glicina e ácido gama-aminobutirico => músculos inervados permanecem em espasmos clônicos ou tônicos 52 Clostridium tetani Fonte: http://en.citizendium.org/images/thumb/8/8d/SoldierTetanus.gif/400px-SoldierTetanus.gif "Opisthotonus." (Tetanus), c.1809. Sir Charles Bell's portrait of a soldier dying of tetanus. • Ação da toxina tetânica 53 Clostridium tetani • 10 tipos sorológicos diferentes baseados em antígenos flagelares • Animais mais sensíveis: equinos e o homem • Porta de entrada: feridas, ferimentos penetrantes nas unhas, castração, caudectomia, infecções uterinas pós parto, infecções umbilicais e por armadilhas 54 Clostridium tetani 55 Clostridium tetani https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/f5/Tetanosse_vatche_co%C3%BBtcheye.jpg e https://i.ytimg.com/vi/aInTH5DW-S8/hqdefault.jpg http://www.anda.jor.br/21/04/2014/tutor-de-egua-que-morreu-de-tetano-em-lages-sc-nega-maus-tratos Isolamento e identificação das clostridioses • Histotóxicos: enviar blocos de tecido de 4 cm³ imergido em parafina ou a canela dos animais para realizar cultivo • Enterotoxigênicos: enviar conteúdo estomacal • Tétano: cultivo do agente • Classificação do cultivo inclui a caracterização bioquímica do agente 56 • Botulismo: soro, conteúdo estomacal e alimento suspeito para teste biológico • Soro: coleta de sangue nos primeiros dias da doença até sete dias após o início dos sintomas • Volume: 10 ml ou 2ml (diagnóstico presuntivo) • Coletar antes da administração do soro antibotulínico 57 Isolamento e identificação das clostridioses • Conteúdo estomacal: coletar 15 g ou 15 ml • O trânsito intestinal acelerado aumenta a velocidade de eliminação da toxina pelas fezes • Diarreia: amostras coletadas imediatamente após a suspeição clínica de botulismo (até 72h) • Constipação intestinal: lavado intestinal pode ser realizada até seis dias depois do início dos sintomas Lavado intestinal realizado com solução fisiológica a 0,9% 58 Isolamento e identificação das clostridioses Prevenção e tratamento das clostridioses: • Vacinação • Uso de antitoxinas • Cuidados com assepsia • Cuidados com alimentos • Botulismo em bovinos: introdução de sal; eliminação de carcaças do pasto; limpeza das aguadas 59 Escopo da aula • Gênero Clostridium • Gênero Bacillus 61 Histotóxicos C. difficile Enterotoxigênicos Neurotóxicos B. Anthracis B. cereus B. subtilis B. thuringiensis Bacillus • Bastonetes Gram positivos • Aeróbios • Esporos centrais • Hemolíticos (maioria) 62 Fonte: http://textbookofbacteriology.net/B.anthracis1.jpeg Bacillus 63 Bacillus B. anthracis B. cereus B. subtilis B. thuringiensis Escopo da aula • Gênero Clostridium • Gênero Bacillus 64 Histotóxicos C. difficile Enterotoxigênicos Neurotóxicos B. Anthracis B. cereus B. subtilis B. thuringiensis Bacillus anthracis • Cápsula composta de ácido glutâmico 65 • Colônias redondas com aspecto de vidro lapidado • Liquefaz o ágar e seu crescimento no meio lembra um pinheiro invertidoBacillus anthracis 66 Bacillus anthracis • Plasmídeo pXO1 ( genes das toxinas) • Plasmídeo pXO2 (genes da cápsula) • Antígeno de Proteção (PA) • Fator letal (LF): zinco metalo-protease => lisa e induz a apoptose de macrófagos => inibição de produção de citocinas => apoptose das células endoteliais => supressão da inflamação 67 • Fator edema (EF): adenilato ciclase calmodulina dependente => aumenta a concentração de AMPc nas células => altera a permeabilidade => inibindo a fagocitose em neutrófilos => estimulando a liberação de FNT α e e interleucina 1 (edema) 68 Bacillus anthracis 69 Bacillus anthracis Fonte: https://science.nichd.nih.gov/confluence/pages/viewpage.action?pageId=73040204 70 Bacillus anthracis Fonte: http://www.galorenews.com/wp-content/uploads/2016/03/weird-Anthrax.jpg e http://bacillusanthracis.org/bacillus_anthracis.jpg • Esporos: arma biológica • Animais em decomposição (reservatório) Anthrax em grego = carvão • Antrax ou antraz, carbúnculo hemático, pústula maligna • Esporo: até 200 anos no ambiente • Presentes no solo e ingeridos por herbívoros • Risco de carne contaminada => endósporos continuam se multiplicando => esporos 71 Bacillus anthracis • Risco para o veterinário!!! • Bovinos, ovinos e equinos • Febre, depressão, debilidade, corrimentos hemorrágicos em diferentes orifícios; tumefações subcutâneas edematosas • Necropsia não indicada!!! 72 Carbúnculo hemático = zoonose • Diagnóstico: bacterioscopia do sangue e de lesões de pele ou escarro Cultura e identificação bioquímica • Controle e prevenção: Soro anticarbúnculo para neutralizar toxinas Antibioticoterapia: penicilina 73 Bacillus anthracis • Notificação das autoridades • Cremação dos cadáveres • Isolamento das áreas contaminadas • Desinfecção, queima fomitês contaminados • Drenagem de áreas pantanosas • Vacinação 74 Bacillus anthracis - controle Escopo da aula • Gênero Clostridium • Gênero Bacillus 75 Histotóxicos C. difficile Enterotoxigênicos Neurotóxicos B. Anthracis B. cereus B. subtilis B. thuringiensis Bacillus cereus • Intoxicação alimentar (emese ou diarréia) • Arroz (manutenção esporos) => toxinas • Necessita concentração igual ou maior que 105 bactérias na amostra de alimentos • Fatores virulência: cereolisina e fosfolipase C • Presente no solo, poeira, ar, esgoto 76 Bacillus thuringiensis • Bactéria do solo (esporos) • Utilizada como inseticida biológico => produz protéinas com efeito inseticida • Proteínas cristal (denominada Cry) • Controle de mosquitos – Aedes aegypti 77 Bacillus subtilis • Comum do solo e da água • Esporos • Não patogênico • Devido a sua termofilia é utilizado no monitoramento / validação de ciclos de esterilização por calor seco e óxido de etileno 78 Mensagens principais • Lesão com gangrena? • Causador de miosite necrosante? • Doença entérica por ATB? • Enterotoxemia pela toxina épsilon? • Paralisia muscular com morte? • Animal com membros esticados? 79 Mensagens principais • 1 mg é letal? • Toxina C e D em bacteriófago? • Causador e controle do carbúnculo sintomático e do carbúnculo hemático? • Toxina e capsula em plasmídeo? • Fatores de virulência Bacillus antracis? 80 81 Fonte: http://www.google.com/imghp Sugestões de leitura 82 • Livros: – MADIGAN, M.T.; MARTINKO, J.M.; PARKER, J. 2004. Microbiologia de Brook, 10a ed. São Paulo, Brasil: Prentice Hall, 608p. – OLIVEIRA, S.J. Guia bacteriológico prático: microbiologia veterinária. Ed. Ulbra, 2000, 240p. – ROSENTHAL, K.S., PFALLER, M.A., MURRAY, P.R. 2009. Microbiologia Médica - 6ª Ed Rio de Janeiro: Editora Elsevier, 960p. – TORTORA, G.J. FUNKE, B.R., CASE.C.L. Microbiologia, 10ºed. 2012. 967p. – VERMELHO, A.B.; BASTOS, M.C.F., BRANQUINHA DE SÁ, M.H. 2008. Bacteriologia Geral. Guanabara Koogan, 604p. • Artigos: – AMSTALDEN, V.C.J., SERRANO, A.M., MANHANI, M.R. 1997. Avaliação da toxigênese de c. botulinum em mortadela e presunto. Food Science and Technology, 17:154-159. – NESTOROVICH, E.M., BEZRUKOV, S.M. 2012. Obstructing toxin pathways by targeted pore blockage. Chemical Reviews, 112:6388-6430. • Sites: – http://superbacterias.tumblr.com/ – http://textbookofbacteriology.net/ – www.cdc.gov – www.ufrgs.br Sugestões de leitura camposvet@unb.br Grato pela atenção!!! 83