Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA
MATERIAIS CONSTRUÇÃO – CCE3006
Professora: THAIS HELENA DE LIMA NUNES
	CURSO
	ENGENHARIA CIVIL
	TURMA
	3022
	DATA
	16/08/2018
	Aluno/Grupo
	
Henrique Lopes Barbosa, matrícula: 201502464837
	TÍTULO
	
Determinação de materiais pulverulentos
	
	
	OBJETIVOS DO EXPERIMENTO
	Determinar o material fino que passa através da peneira 75 µm, por lavagem 
	MATERIAIS UTILIZADOS
	Água.
Agregado.
Balança com precisão.
Bacias.
Colher de pedreiro.
Peneiras de 0,075 mm.
Recipiente para agitação do material. 
Estufa capaz de manter a temperatura no intervalo de 100 a 110 °C. 
Cinco béqueres de vidro transparente. 
 
Imagem 1 – Materiais (agregado graúdo) e equipamentos utilizados
	INTRODUÇÃO
	
	O excesso do material pulverulento em agregados graúdos e miúdos prejudica a aderência entre a pasta de cimento e a argamassa, aumenta o consumo de água devido à alta superfície específica, acarretando retração e diminuição da resistência de concretos e argamassa.
	As partículas de argila e outros materiais que se dispersam por lavagem, assim como materiais solúveis em água foram removidos do agregado durante o ensaio.
	A Norma supracitada inclui dois procedimentos, um deles usando apenas água para a operação de lavagem e, o outro, incluindo um agente umectante para facilitar a liberação do material mais fino que 75 µm, aderido ao material mais grosso. Neste ensaio foi empregado apenas o procedimento que usa apenas água. 
	Este ensaio teve por objetivo, a determinação do material fino que passa através da peneira 75 µm, por lavagem, em agregados, fundamentado na Norma MERCOSUL NBR NM 46.
	PROCEDIMENTO DA EXPERIÊNCIA
	Primeiro passo pegou a amostra com a colher de pedreiro colocou na bacia. Em seguida realizou a pesagem na balança digita já tarada e encontrou o peso de 1250g.
Figura 1 amostra pesada
Segundo passo a peneira deve estar seca, limpa e encaixada no fundo transferiu a amostra para a peneira 75 µm, colocando 1250g de areia sobre a tela da peneira. 
Terceiro passo realizado a lavagem do material utilizando a água abundante até a agua sair transparente.
Figura 2 adicionando água
Quarto passo após adicionar a água realizava o movimento com a colher de pau para ajudar na limpeza do material, foi realizado várias fezes o mesmo passo até a agua ficar transparente.
Figura 3 Manipulação da amostra
Quinto passo pegou a amostra e colocou na estufa 
Figura 4 amostra na estufa
APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS:
Realizados todos os procedimentos de execução de ensaio, foram obtidos os resultados a seguir:
Calculou-se a quantidade de material que passa pela peneira 75 µm por lavagem como segue:
onde: 
m é a porcentagem de material mais fino que a peneira de 75 µm por lavagem;
mi é a massa original da amostra seca; em gramas; 
mf é a massa da amostra seca após a lavagem, em gramas.
M= 
Resultados:
mi = 1250g
mf = 1092,80g
Portanto m = 12,58 %
	CONCLUSÃO
	O ensaio de determinação do percentual do material mais fino que peneira 75 µm de materiais pulverulentos no agregado graúdo e miúdo – neste caso da areia – ressalta-se a grande importância do mesmo para que não venha comprometer a qualidade do concreto. Os materiais pulverulentos em alto teor diminuem a aderência do agregado a pasta ou argamassa prejudicando de forma direta a resistência mecânica e a trabalhabilidade do concreto. A norma estabelece para o agregado miúdo um teor máximo de 3,0% para concreto sujeito ao desgaste superficial, e 5,0% para outros concretos; com isso afirmamos que o material utilizado registrou-se a porcentagem de 12,58% por lavagem do material mais fino que a peneira de 75 µm, acima do limite permitido pela norma.
Conforme item 10.2, o resultado deve ser a média aritmética de duas determinações. Como realizou-se apenas uma determinação, este foi o apresentado acima.
	REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:
	ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR NM 46: Agregados - Determinação do material fino que passa através da peneira 75 µm, por lavagem. Rio de Janeiro, p. 6. 2003.
	
	RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA
MATERIAIS CONSTRUÇÃO – CCE3006
Professora: THAIS HELENA DE LIMA NUNES
	CURSO
	ENGENHARIA CIVIL
	TURMA
	3022
	DATA
	16/08/2018
	Aluno/Grupo
	
Henrique Lopes Barbosa, matrícula: 201502464837
	TÍTULO
	
Slump Test
	
	
	OBJETIVOS DO EXPERIMENTO
	Mobilidade da massa; 
Coesão entre seus componentes.
Determinação da consistência pelo abatimento do tronco de cone
	MATERIAIS UTILIZADOS
	Água;
Agregado miúdo;
Agregado graúdo;
Bacias;
Colher de pedreiro;
Betoneira;
Haste de metal;
Proveta;
Tronco de cone;
	INTRODUÇÃO
	O Slump Test verifica o abatimento do concreto, seja usinado, seja rodado na obra.
Ele é responsável por verificar a trabalhabilidade do concreto e sua unidade de medida é o centímetro (cm). Diferente do que muitos pensam, não existe nenhuma relação direta entre a resistência do concreto e seu Slump.
Para concreto usinado, a verificação do Slump é realizada assim que o caminhão betoneira chega na obra, e ele tem uma tolerância indicada, para mais ou para menos. Por exemplo, um concreto com Slump 10 +/- 2, significa que o Slump desse concreto pode variar de 8cm a 12cm.
Concretos para estacas Hélice Contínua, são concretos mais fluidos, possuem Slump de 25 +/- 3, ou seja, o Slump pode variar de 22cm a 28cm.
Esta instrução estabelece método de ensaio para determinação da consistência dos concretos, de forma a possibilitar seu emprego compatível com o processo de lançamento conforme o que preconiza a norma da ABNT NM-67.
Figura 1 passo a passo do slump test.
	PROCEDIMENTO DA EXPERIÊNCIA
		Primeiro passo separar o quantitativo de amostra a ser utilizado. 
	Segundo passo traço para produção do concreto destinado ao ensaio do “SLUMP TEST” e preenchimento de dois corpos de prova cilíndrico de 0,15cmx30cm de altura.
Material
Peso do material (kg)
Dobrar o material
Peso do material (kg)
Cimento
1,716
X2
3,432
Areia
4,29
X2
8,58
Brita
6,01
X2
12,02
Água
0,858
X2
1,716
Tabela 1 quantitativo de matérias.
	Terceiro passo depois de separado a amostra para realização do slump test. Pegamos a brita derramamos na betoneira e com um pouco de água realizamos o ligamento da mesma.
Em seguida colocamos o cimento, ligamos a betoneira e adicionamos a areia e foi acrescentado aos a água até o material ficar homogêneo.
Quarto passo umedecer o molde e a placa de base e colocar o molde sobre a placa de base. Durante o preenchimento do molde com o concreto de ensaio, o operador deve se posicionar com os pés sobre suas aletas, de forma a mantê-lo estável. Encher rapidamente o molde com o concreto coletado, em três camadas, cada uma com aproximadamente um terço da altura do molde compactado.
	Quarto passo a placa de base deve ser colocada sobre uma superfície rígida, plana, horizontal e livre de vibrações
	Quinto passo compactar cada camada com 25 golpes da haste de socamento. Distribuir uniformemente os golpes sobre a seção de cada camada. Para a compactação da camada inferior, é necessário inclinar levemente a haste e efetuar cerca de metade dos golpes em forma de espiral até o centro. Compactar a camada inferior em toda a sua espessura. Compactar a segunda camada e a camada superior, cada uma através de toda sua espessura e de forma que os golpes apenas penetrem na camada anterior. No preenchimento e na compactação da camada superior, acumular o concreto sobre o molde, antes de iniciar o adensamento. Se, durante a operação de compactação, a superfície do concreto ficar abaixo da borda do molde, adicionar mais concreto para manter um excesso sobre a superfície do molde durante toda a operação da camada superior, rasar a superfície do concreto com uma colher de pedreiro e com movimentos rolantes da haste de compactação.Sexto passo limpar a placa de base e retirar o molde do concreto, levantando-o cuidadosamente na direção vertical. A operação de retirar o molde deve ser realizada em 5 s a 10 s, com um movimento constante para cima, sem submeter o concreto a movimentos de torção lateral.
A operação completa, desde o início de preenchimento do molde com concreto até sua retirada, deve ser realizada sem interrupções e completar-se em um intervalo de 150 s.
	Sétimo passo imediatamente após a retirada do molde, medir o abatimento do concreto, determinando a diferença entre a altura do molde e a altura do eixo do corpo-de-prova, que corresponde à altura média do corpo-de-prova desmoldado, aproximando aos 5 mm mais próximos.
 
	Oitavo passo caso ocorra um desmoronamento ou deslizamento da massa de concreto ao realizar o desmolde e esse desmoronamento impeça a medição do assentamento, o ensaio deve ser desconsiderado e deve ser realizada nova determinação sobre outra porção de concreto da amostra.
Caso nos dois ensaios consecutivos definidos ocorra um desmoronamento ou deslizamento, o concreto não é necessariamente plástico e coeso para a aplicação do ensaio de abatimento.
Figura 2 todo o procedimento a ser realizado no slump test
Figura 3 procedimento realizado
Procedimento 1 Concreto usinado com Slump MENOR que o indicado no traço pode ser acrescido de água, desde que o traço tenha água retida na usina e seja preservado o A/C (fator água/cimento).
Procedimento 2 Concreto usinado com Slump MAIOR que o indicado no traço NÃO devem ser aplicados porque podem ter um fator A/C maior que o traço de projeto e não atingir a resistência de projeto aos 28 dias de cura.
Procedimento 3 Caminhões com o Slump 1cm a mais, exemplo, slump do traço é 10 +/-2, e o caminhão está com slump de 13cm. Deixe o caminhão “bater” o concreto por uns cinco minutos e depois refaça o Slump Test. É bem provável que dê o slump necessário. 
Esses 03 procedimentos são muito importantes para obras grandes e que tem uma fiscalização de campo rígida. Com esse conhecimento, você não vai devolver caminhão de concreto sem necessidade!
	CONCLUSÃO
	Conclui-se que o slump test está adequado para o procedimento
	REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:
	ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR NM 67:1998: Concreto - Determinação da consistência pelo abatimento do tronco de cone . Rio de Janeiro, p. 8. 1998.
	
	RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA
MATERIAIS CONSTRUÇÃO – CCE3006
Professora: THAIS HELENA DE LIMA NUNES
	CURSO
	ENGENHARIA CIVIL
	TURMA
	3022
	DATA
	16/08/2018
	Aluno/Grupo
	
Henrique Lopes Barbosa, matrícula: 201502464837
	TÍTULO
	
Corpo de prova
	
	
	OBJETIVOS DO EXPERIMENTO
	
	MATERIAIS UTILIZADOS
	Água;
Agregado miúdo;
Agregado graúdo;
Bacias;
Colher de pedreiro;
Betoneira;
Haste de metal;
Proveta;
Tronco de cone;
	INTRODUÇÃO
		Para realizar os testes com o corpo de prova é necessário contratar um laboratório que possua acreditação, como Inmetro. Responsáveis por todo o processo de retirada de corpos de prova, o engenheiro da Sim Engenharia orienta que seja preparado um funcionário da equipe para acompanhar esse serviço feito pelo laboratório.
	Esse profissional deve ter conhecimento técnico de cada passo para se certificar de que as retiradas estão sendo feitas de maneira correta. “O profissional da minha equipe tem conhecimento e verifica se o moldador está seguindo a norma técnica”, afirma.
	É necessário também dedicar um local da obra fechado e arejado para moldagem e armazenamento dos corpos de prova até que sejam levados para o laboratório. Entre as verificações que o engenheiro da construtora deve fazer no trabalho do moldador, uma das premissas é estar atento para que ele retire a quantidade de amostra que a norma preconiza.
	Outro ponto importante é verificar se a fôrma destinada ao molde não está danificada ou com as dimensões incorretas, porque isso pode afetar o resultado do material coletado.
	A Norma também aponta que, para lubrificar a fôrma, é preciso passar uma fina camada de óleo mineral. Se esse óleo for passado em excesso, pode se misturar ao concreto e prejudicar o resultado do teste. O armazenamento desses moldes deve ser realizado em uma casa, não podendo ser exposto ao sol ou a chuva, nem as vibrações que podem ocorrer na obra. É necessário proteger os moldes de pancadas ou acidentes.
	 “Além disso, desses 6 corpos de prova que tiramos para resistência a compressão, o laboratório retira os 4 primeiros que são para as idades de 28 dias e esse último par que seria para 91 dias, fica retido em obra, armazenado em um tanque de cura, prescrito conforme norma”. Dessa maneira, se houver alguma falha de transporte ou de recebimento, a construtora terá o concreto daquele lote armazenado em obra.
	
	PROCEDIMENTO DA EXPERIÊNCIA
		A dimensão básica do corpo-de-prova deve ser no mínimo quatro vezes maior que a dimensão nominal máxima do agregado graúdo do concreto. As partículas de dimensão superior à máxima nominal, que ocasionalmente sejam encontradas na moldagem dos corpos-de-prova, devem ser eliminadas por peneiramento do concreto, de acordo com a NBR NM 36. 
	NOTA - Alternativamente, desde que conste no relatório do ensaio, a medida básica do corpo-de-prova pode ser no mínimo três vezes maior que a dimensão nominal máxima do agregado graúdo do concreto.
	Antes de proceder à moldagem dos corpos-de-prova, os moldes e suas bases devem ser convenientemente revestidos internamente com uma fina camada de óleo mineral.
	A superfície de apoio dos moldes deve ser rígida, horizontal, livre de vibrações e outras perturbações que possam modificar a forma e as propriedades do concreto dos corpos-de-prova durante sua moldagem e início de pega.
Proceder a uma prévia remistura da amostra para garantir a sua uniformidade e colocar o concreto dentro dos moldes em número de camadas que corresponda ao que determina a tabela 1, utilizando uma concha de seção U.
	Ao introduzir o concreto, deslocar a concha ao redor da borda do molde, de forma a assegurar uma distribuição simétrica e, imediatamente, com a haste em movimento circular, nivelar o concreto antes de iniciar seu adensamento
	Deve ser feita em função do abatimento do concreto, determinado de acordo com a NBR NM 67, e das seguintes condições: a) os concretos com abatimento compreendido entre 10 mm e 30 mm devem ser adensados por vibração; b) os concretos com abatimento compreendido entre 30 mm e 150 mm podem ser adensados com a haste (adensamento manual) ou por vibração; c) os concretos com abatimento superior a 150 mm devem ser adensados com a haste (adensamento manual). 
	NOTA - Para concretos especiais, o procedimento de moldagem pode ser modificado de modo a simular o adensamento a ser empregado na obra, de acordo com o responsável pela obra.
	A primeira camada deve ser atravessada em toda a sua espessura, quando adensada com a haste, evitando-se golpear a base do molde. Os golpes devem ser distribuídos uniformemente em toda a seção transversal do molde. Cada uma das camadas seguintes também deve ser adensada em toda sua espessura, fazendo com que a haste penetre aproximadamente 20 mm na camada anterior.
	Se a haste de adensamento criar vazios na massa de concreto, deve-se bater levemente na face externa do molde, até o fechamento destes.
	A última camada deve ser moldada com quantidade em excesso de concreto, de forma que ao ser adensada complete todo o volume do molde e seja possível proceder ao seu rasamento, eliminando o material em excesso. Em nenhum caso é aceito completar o volume do molde com concreto após o adensamento da última camada.
	Independentemente do método de adensamento utilizado, após o adensamento da última camada deve ser feito o rasamento da superfície com a borda do molde, empregando para isso uma régua metálica ou uma colher de pedreiro adequada.
	Os corpos-de-prova a serem ensaiados a partir de um dia de idade, moldados coma finalidade de verificar a qualidade e a uniformidade do concreto utilizado em obra ou para decidir sobre sua aceitação, devem ser desmoldados 24 h após o momento de moldagem, no caso de corpos-de-prova cilíndricos, ou após 48 h, para corpos-de-prova prismáticos. 	NOTA - Em casos especiais, os corpos-de-prova podem ser desmoldados em idades mais recentes e esse fato deve constar no relatório do ensaio.
	Antes de serem armazenados, os corpos-de-prova devem ser identificados.
3 Imediatamente após sua identificação, os corpos-de-prova devem ser armazenados até o momento do ensaio em solução saturada de hidróxido de cálcio a (23 ± 2)°C ou em câmara úmida à temperatura de (23 ± 2)°C e umidade relativa do ar superior a 95%. Os corpos-de-prova não devem ficar expostos ao gotejamento nem à ação de água em movimento.
�� INCLUDEPICTURE "http://www.borrachasaopaulo.com.br/images/disco-neoprene.jpg" \* MERGEFORMATINET 
�� INCLUDEPICTURE "https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQksmoTsOoTLHSfO9HBbsmUDSSF0TZbklgqjNVZFhW6LuLNvgnEmw" \* MERGEFORMATINET figuras do corpo de prova
	CONCLUSÃO
	Conclui-se que ao realizar o teste no corpo de prova 24hs após, 7dias, 14 dias, 21 dias e 28 dias, se não estiver dentro das normas, terá que retirar todos o quantitativo de concreto utilizado na obra.
	REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:
	ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 5738: Concreto - Procedimento para moldagem e cura de corpos-de-prova. Rio de Janeiro, p. 6. 2003.

Mais conteúdos dessa disciplina