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AULA 2 NOMENCLATURA E NORMAS

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INSTALAÇÕES 
PREDIAIS 
ELÉTRICAS –
CCE0225
AULA 2
NOMENCLATURA E NORMAS 
ETAPAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS – BAIXA TENSÃO
CURSO: ARQUITETURA E URBANISMO
DOCENTE: LEILA FERREIRA FIGUEIREDO
OBJETIVO
Etapas para a elaboração de um projeto de 
instalações elétricas residenciais de baixa 
tensão, conforme prescrições da NBR 
5410:2004.
NORMALIZAÇÃO TÉCNICA
Instalações elétricas de média 
tensão de 1,0 kV a 36,2 kV 
Instalações elétricas de 
baixa tensão
NORMALIZAÇÃO TÉCNICA
� Normas Regulamentadoras 10 – NR 10 - SEGURANÇA EM
INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE / 2004
� “NR-10 em 10.1.2 : “Esta NR se aplica às fases de geração,
transmissão, distribuição e consumo, incluindo as etapas de
projeto, construção, montagem, operação, manutenção das
instalações elétricas e quaisquer trabalhos realizados nas suas
proximidades, observando-se as normas técnicas oficiais
estabelecidas pelos órgãos competentes e, na ausência ou
omissão destas, as normas internacionais cabíveis.”
NORMALIZAÇÃO TÉCNICA
� Portaria nº 456/00 - ANEEL/MME
� Efetivado o pedido de fornecimento à
concessionária, esta cientificará o interessado
quanto à obrigatoriedade de observância, nas
instalações elétricas da unidade consumidora, das
normas e padrões da concessionária.
NORMALIZAÇÃO TÉCNICA –
NBR 5410
� NBR 5410 - Instalações elétricas de baixa tensão < 1.000 V em corrente
alternada (Vca):
� Condições que devem satisfazer as instalações elétricas de baixa
tensão, a fim de garantir a segurança de pessoas e animais, o
funcionamento adequado da instalação e a conservação dos bens.
� Aplica-se:
1. Instalações elétricas de edificações (residencial, comercial, público,
industrial, de serviços, agropecuário, hortigranjeiro, etc.), incluindo as
pré-fabricadas.
2. Áreas descobertas das propriedades, externas às edificações, reboques
de acampamento (trailers), locais de acampamento (campings),
marinas e instalações análogas, canteiros de obra, feiras, exposições e
outras instalações temporárias.
NORMALIZAÇÃO TÉCNICA 
NBR 5410
� Não se aplica:
a) instalações de tração elétrica;
b) instalações elétricas de veículos automotores;
c) instalações elétricas de embarcações e aeronaves;
d) equipamentos para supressão de perturbações radioelétricas, na
medida que não comprometam a segurança das instalações;
e) instalações de iluminação pública;
f) redes públicas de distribuição de energia elétrica;
g) instalações de proteção contra quedas diretas de raios;
h) instalações em minas;
i) instalações de cercas eletrificadas (ver IEC 60335-2-76).
NORMALIZAÇÃO TÉCNICA 
ENEL
� https://www.eneldistribuicao.com.br/rj/NormasTecnicas.aspx
SISTEMAS E INSTALAÇÕES 
ELÉTRICAS
� Instalação elétrica: componentes elétricos (condutos, caixas e
estruturas de suporte) que não conduzem corrente, mais que são
essenciais ao seu funcionamento. É o sistema elétrico físico, ou
seja, é o conjunto de componentes elétricos associados e
coordenados entre si, composto por um fim específico.
� Cada instalação elétrica corresponde a um sistema elétrico.
INSTALAÇÃO ELÉTRICA
INSTALAÇÃO ELÉTRICA
DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA
� Documentos da instalação exigidos conforme NBR 5410 (item 
6.1.8.1):
• Plantas;
• Esquemas unifilares e outros, quando aplicáveis;
• Detalhes de montagem, quando necessários;
• Memorial descritivo da instalação;
• Especificação dos componentes (descrição, características nominais 
e normas que devem atender);
• Parâmetros de projeto (correntes de curto-circuito, queda de 
tensão, fatores de demanda classificação das influências externas, 
etc).
DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA
Conteúdo Mínimo
1.1 Plantas baixas dos pavimentos (escala 1/50)
1.2 Legendas
1.3 Esquemas verticais (sem escala)
1.4 Diagramas trifilares e quadros de carga
1.5 Memória de Cálculo (dimensionamento).
1.6 Especificação dos materiais e equipamentos (memorial descritivo 
do projeto)
1.7 Levantamento quantitativo
DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA
� A NBR 5410, no seu item 6.1.8.3, estabelece a necessidade
de elaborar um "manual do usuário" (principalmente para
as unidades residenciais e pequenos locais comerciais, ou
seja, predomínio de pessoal BA1 - leigos), que contenha, no
mínimo, os seguintes elementos:
• esquema(s) do(s) quadro(s) de distribuição com indicação
dos circuitos e respectivas finalidades, incluindo relação dos
pontos alimentados, no caso de circuitos terminais;
• potências máximas que podem ser ligadas em cada circuito
terminal efetivamente disponível;
• potências máximas previstas nos circuitos terminais
deixados como reserva, quando for o caso;
• recomendação explícita para que não sejam trocados, por
tipos com características diferentes, os dispositivos de
proteção existentes no(s) quadro(s).
O PROJETO E SUAS ETAPAS
� PROJETAR: selecionar, dimensionar e localizar os 
equipamentos.
� As principais etapas num projeto de instalações elétricas
(residencial, comercial ou industrial) são:
1. Análise inicial;
2. Fornecimento de energia normal;
3. Quantificação da instalação;
4. Esquema básico da instalação;
5. Seleção e dimensionamento dos componentes;
6. Especificações e contagem dos componentes.
1. ANÁLISE INICIAL
� Etapa preliminar do projeto de instalações elétricas de
qualquer edificação. Fornece os dados básicos que orientarão
a execução do projeto. Como:
• PLANTAS, CORTES E DETALHES DE ARQUITETURA
• FINALIDADE DA INSTALAÇÃO
• RECURSOS DISPONÍVEIS
• LOCALIZAÇÃO DA REDE MAIS PRÓXIMA
• CARACTERÍSTICAS ELÉTRICA DA REDE (AÉREA OU SUBTERRÂNEA,
TENSÃO ENTRE FASES OU FASE-NEUTRO, ETC)
• CONTATO COM CONSULTORES/PROJETISTAS DE OUTROS SISTEMAS A
SEREM IMPLANTADOS NO LOCAL (HIDRÁULICOS, TUBULAÇÕES, AR
CONDICIONADO, ETC.);
• CRONOGRAMA DA OBRA.
1. ANÁLISE INICIAL
1.1 - DETERMINAR
� Uso previsto para todas as áreas da edificação; limitações físicas à 
instalação;
� Arranjo (“lay-out”) dos equipamentos de utilização previstos;
� Características elétricas dos equipamentos de utilização previstos;
� Classificação de todas as áreas da edificação quanto às influências 
externas;
� Tipos de linhas elétricas a utilizar;
� Setores/equipamentos que necessitam de energia de substituição 
(“no-breaks”);
� Setores que necessitam de iluminação de segurança;
� Estimativa preliminar da potência instalada;
� Localização preferencial de entrada de energia.
1. ANÁLISE INICIAL
1.2 – DOCUMENTOS GERADOS
� Tabela(s)/planta(s) com a classificação de todas as áreas quanto 
as influências externas;
2. FORNECIMENTO DE 
ENERGIA NORMAL
� Alimentação: rede de distribuição pública (de
baixa ou média tensão), de propriedade de
uma concessionária.
2. FORNECIMENTO DE 
ENERGIA NORMAL
2.1 – ELEMENTOS NECESSÁRIOS
� Dados obtidos na análise inicial;
� Regulamento da concessionária;
� Contato com a concessionária.
2. FORNECIMENTO DE 
ENERGIA NORMAL
2.2 – DETERMINAR
� Modalidade e tensões de fornecimento; tipo de 
entrada;
� Ponto de entrega e localização da entrada de 
energia;
� Padrão de entrada a utilizar;
� Nível de curto-circuito no ponto de entrega;
� Esquema(s) de aterramento a utilizar.
3. QUANTIFICAÇÃO DA 
INSTALAÇÃO
Determinar: as potências instaladas e as potências de
alimentação. Necessário conhecer todos os pontos de utilização ou
estimar, via de regra, comparando o sistema elétrico com
instalações semelhantes, obviamente sujeitos a revisões
posteriores.
3. QUANTIFICAÇÃO DA 
INSTALAÇÃO
3.1 – DETERMINAR
� Iluminação de todas as áreas; marcação dos pontos de luz em planta;
� Tomadas de corrente e outros pontos de utilização em todas as áreas; 
marcação em planta;
� Divisão da instalação em setores/subsetores;
� Localização dos centrosde carga dos setores/subsetores para instalação 
dos quadros de distribuição;
� Potências instaladas e de alimentação dos setores/subsetores e global;
� Localização/características da(s) fonte(s) de substituição; marcação em 
planta;
� Tensões de distribuição e utilização.
4. ESQUEMA BÁSICO DE 
INSTALAÇÃO
� Esquema unifilar inicial: indicações dos componentes
principais da instalação e suas interligações principais.
� Escolher o sistema de distribuição adequado às condições da
instalação.
� O esquema básico pode ser concebido, inicialmente, como
um diagrama de blocos, onde são indicados as subestações e
os quadros de distribuição. A implementação do esquema
básico, através do dimensionamento de todos os
componentes, resultará no esquema unifilar final da
instalação.
5. SELEÇÃO E 
DIMENSIONAMENTO
� Etapa importante: escolher e dimensionar todos os 
componentes da instalação do projeto elétrico.
5. SELEÇÃO E 
DIMENSIONAMENTO
5.1 – DETERMINAR
� Seleção e dimensionamento dos componentes da 
entrada, subestações (para plantas industriais), linhas 
elétricas (condutores e condutos elétricos), quadros de 
distribuição, componentes dos aterramentos funcionais 
e de proteção, componentes do(s) sistema(s) de 
proteção contra descargas atmosféricas;
� Cálculos de curto-circuito;
� Verificação da coordenação seletiva das proteções;
� Revisão dos desenhos/verificação de interferências.
6. DEFINIÇÃO E CONTAGEM 
DOS COMPONENTES
� Especificação e número de componentes necessários 
para a execução do projeto elétrico.
SISTEMA ELÉTRICO
SISTEMA ELÉTRICO
TENSÃO ELÉTRICA
Unidade de medida: volt (V)
� Nos materiais condutores (fios), existem partículas chamadas
elétrons livres, que estão em constante movimento de forma
desordenada.
� Para que estes elétrons livres passem a se movimentar de
forma ordenada nos fios, é necessário ter uma força (tensão
elétrica - U) que os empurre em uma mesma direção.
� A diferença de potencial (tensão) faz com que os elétrons se
movimentem entre dois pontos no fio, ou seja, uma diferença
entre as concentrações de elétrons (carga elétrica).
CORRENTE ELÉTRICA
Unidade de medida: ampère (A)
� Movimento ordenado dos elétrons, provocado pela ação 
da diferença de potencial (tensão), forma uma corrente 
de elétrons chamada de corrente elétrica (I).
TENSÃO E CORRENTE 
CONTÍNUA E ALTERNADA
CONDUTORES 
(FASES + NEUTROS)
� U = tensão de linha (fase-fase)
� U0 = tensão de fase (fase-neutro)
TENSÕES SECUNDÁRIAS NO 
BRASIL
TENSÕES SECUNDÁRIAS NO 
BRASIL - ENEL
POTÊNCIA ELÉTRICA
Para haver potência elétrica, é necessário haver TENSÃO E 
CORRENTE.
P (VA) = U (V) . I (A)
Potência aparente (VA) = potência ativa (W) + potência reativa (VAr)
POTÊNCIA ATIVA
� A potência ativa (P) quantifica o 
trabalho útil produzido pelo 
circuito (exemplo: mecânico, nos 
liquidificadores; térmico, nos 
aquecedores; luminoso, nas 
lâmpadas etc.).
� Unidade: watt [W].
Cos φ = fator de potência
POTÊNCIA REATIVA
� A potência reativa (Q) representa 
quanto da potência aparente foi 
transformada em campo 
magnético (ao circular, por 
exemplo, através de motores de 
indução e reatores).
� Unidade: volt.ampère-reativo
[VAr].
sen φ = fator reativo
TRIÂNGULO DE POTÊNCIAS
(VAr)
(W)
(VA)
FATOR DE POTÊNCIA
� Grandeza adimensional, até a unidade.
� Quanto da potência aparente produziu trabalho.
FATOR DE POTÊNCIA
� Potência aparente (VA) = potência ativa (W) + potência reativa (VAr)
S = P + Q
� EXEMPLOS:
1. Potência aparente de iluminação (VA) = S = 660 VA 
���� � � �
�
�
→ � � �
Potência ativa de iluminação (W) = 660 VA x 1 = 660 W
2. Potência aparente de tomada de uso geral (VA) = S = 7300 VA 
���� � 
, � �
�
�
→ � � 
, �
�
Potência ativa de tomada de uso geral (W) = 7300 VA x 0,8 = 5840 W
FATOR DE POTÊNCIA
Quando o fator de potência = 1:
� Significa que a potência aparente é transformada em
potência ativa. O que acontece nos equipamentos que
só possuem resistência, tais como: chuveiro elétrico,
torneira elétrica, lâmpadas incandescentes, fogão
elétrico, etc.
Quando o fator de potência < 1:
� Significa que apenas parte da potência aparente foi
transformada em ativa ou, melhor, em trabalho em
virtude de haver no circuito equipamentos com
resistência e reatância, como motores de indução e
reatores de lâmpadas fluorescentes, por exemplo.
Na instalação elétrica deseja-se que o fator de potência fique 
próximo da unidade.
FATOR DE POTÊNCIA
� Carga entre duas fases, sob tensão de 220V e com potência 
ativa de 10kW:
Quando o fator de potência = 0,5:
���� � 
, � �
�
�
→ � �
�
, �
� �
��� � �
. 
��
S = U x I → � �
�
�
�
��.���
���
= 90,9A
Quando o fator de potência = 1:
���� � � �
�
�
→ � �
�
�
� �
��� � �
. 
��
S = U x I → � �
�
�
�
��.���
���
= 45,5A
Corrente 
menor o 
custo de 
implantação 
do circuito
será menor.
FATOR DE POTÊNCIA
As principais causas de baixo fator de potência nas
instalações elétricas residenciais são:
� lâmpadas fluorescentes com reatores de baixo fator de
potência;
� grande quantidade de aparelhos de ar condicionado
e/ou de motores de indução de pequena potência;
� motores de indução superdimensionados.
FATOR DE POTÊNCIA
� As concessionárias multam os consumidores cujas instalações
apresentem fator de potência inferior a 0,92.
� Razão:
� os medidores de energia só registram potência ativa,
enquanto, na verdade, o consumidor recebe potência
aparente, composta, como já sabemos, de uma parcela ativa
e outra reativa.
� Como fatores de potência inferiores a 1 significam haver
potência reativa na instalação, a concessionária não é
ressarcida por esta parte do fornecimento, compensando-se,
portanto, através da multa.
RENDIMENTO
� Transformar energia de uma forma para outra, ou seja,
a quantidade de energia obtida na transformação é
sempre menor que a quantidade original.
RENDIMENTO
� Determinados Equipamentos, como motores de indução 
e reatores de lâmpadas fluorescentes, a potência 
indicada é a fornecida. 
� Nestes casos, para se conhecer a potência absorvida, é 
preciso dividí-la pelo rendimento.
RENDIMENTO
EXEMPLO:
� Luminária com 2 lâmpadas fluorescentes de 65W e
um reator duplo (fator de potência = 0,92) num
circuito sob tensão de 220 V e uma corrente de
0,72 A.
Pabsorvida = U x I x cos ϕ = 220 x 0,72 x 0,92 = 145,7 W
Pfornecida = 2 x 65 = 130 W
Rendimento = 
���
���,�
=0,89
Perda = 145,7 – 130 = 15,7 W
Fim
Obrigada!

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