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INTRODUÇÃO A SISTEMÁTICA 
VEGETAL E FILOGENÉTICA
PROF. MARCOS JOSÉ DA SILVA
PRINCÍPIOS DE CLASSIFICAÇÃO: TAXONOMIA E SISTEMÁTICA
TAXONOMIA SISTEMÁTICA
ELABORA AS LEIS DA 
CLASSIFICAÇÃO CLASSIFICAÇÃO 
DOS SERES VIVOS
IDENTIFICAÇÃO
NOMENCLATURA
CLASSIFICAÇÃO
ORDENAÇÃO DAS PLANTAS EM UM TÁXON
ATRIBUIÇÃO DE NOMES, CONFORME NORMAS 
ESTABELECIDAS PELO CINB.
Comparação com materiais de herbários
Envio a especialistas
Uso de chaves dicotômicas
RECONHECER COMO IGUAL OU SEMELHANTE A ALGO 
JÁ CONHECIDO.
A NOMENCLATURA BOTÂNICA ESTÁ BASEADA EM 6 PRINCÍPIOS:
1. A Nomenclatura Botânica é independente da Zoológica.
2. A aplicação de nomes é determinada por meio de tipos nomenclaturais*
3. A nomenclatura de um grupo taxonômico baseia-se na prioridade de publicação.
4. Cada táxon tem apenas um nome válido. 
5. Independentemente de sua origem os nomes dos táxons são tratados como nomes 
latinos.
6. As regras de nomenclatura são retroativas, exceto quando claramente limitadas. 
O CÓDIGO INTERNACIONAL DE NOMENCLATURA BOTÂNICA
UNIVERSALIDADE E ESTABILIDADE
PRÍNCIPIOS, REGRAS E RECOMENDAÇÕES
NOMENCLATURA BASEADA NO SISTEMA BINOMIAL - LINNAEUS 1753
(SPECIES PLANTARUM)
UM NOME DE UMA PLANTA É UMA COMBINAÇÃO BINÁRIA:
1° NOME = NOME DO GÊNERO
2° NOME = EPÍTETO ESPECÍFICO
1° + 2° NOME = NOME DA ESPÉCIE
REGRAS ESTABELECIDAS PELO CÓDIGO INTERNACIONAL DE 
NOMECLATURA BOTÂNICA:
Todo nome deve ser acompanhado pelo nome do 
autor da espécie e deve ser destacado no texto:
Phyllanthus niruri L.
GÊNERO EPÍTETO ESPECÍFICO AUTOR
ESPÉCIE
CATEGORIAS TAXONÔMICAS
REINO = PLANTAE
DIVISÃO = MAGNOLIOPHYTA (ANGIOSPERMAE) OPHYTA 
CLASSE = MAGNOLIOPSIDA OPSIDA
SUBCLASSE = ROSIDAE IDAE
ORDEM = FABALES ALES
FAMÍLIA = FABACEAE ACEAE
SUBFAMÍLIA = PAPILIONOIDEAE OIDEAE
TRIBO = MILETTIEAE EAE
GÊNERO = LONCHOCARPUS
Subgênero = LONCHOCARPUS
Secçãoões = PUNCTATI
ESPÉCIE= Lonchocarpus punctatus Kunth
Subespécie = L. punctatus subsp. berriozabalensis M. Sousa
Variedades =
Obs: 1 - Categorias em vermelho não são obrigatórias 
2 - Acima da categoria gênero existem terminações peculiares paras as 
categorias taxonômicas.
TIPIFICAÇÃO
TYPUS: espécime conservado num herbário no qual foi baseado a diagnose original.
HOLOTYPUS: Exemplar escolhido pelo autor como modelo para descrição da espécie e
mencionado por ele na descrição original.
ISOTYPUS : Duplicata do holotypus
PARATYPUS: Qualquer exemplar citado ao lado do holotypus numa descrição original,
mas que não seja da mesma série dele.
SYNTYPUS: Qualquer exemplar de uma série de exemplares citados pelo autor, sem
especificação do holotypus.
LECTOTYPUS: Syntypus escolhido como holotypus, quando o autor deixou de
mencionar o holotypus.
NEOTYPUS: Tipo criado quando o holotypus ou coleções associadas foram perdidas
Processo de designação de um tipo nomenclatural.
Tipo nomenclatural é o elemento ao qual o nome de um táxon está permanentemente ligado.
PROBLEMÁTICA
Uma mesma espécie pode ter mais que um nome vernacular
Várias espécies podem ter a mesma denominação vernacular.
Nomes vernaculares não indicam categoria taxonômica.
Fabales
Fabaceae
Caesalpinioideae
Caesalpinia
Caesalpinia echinata Lam.
NOMES VERNACULARES X NOMES CIENTÍFICOS
N.V. pau-brasil
DEFINIÇÕES GERAIS
1. NOME: termo geral usado para designar um grupo taxonômico.
2. EPÍTETO: qualquer palavra subseqüente ao nome genérico.
3. PUBLICAÇÃO EFETIVA: aquela feita mediante publicação e distribuição em
matéria impressa à biblioteca de instituições públicas.
4. PUBLICAÇÃO VÁLIDA: três aspectos: 1. ser efetivamente publicada; 2.
apresentar diagnose ou descrição em latim; 3. conter indicação do tipo
nomenclatural.
5. NOME LEGÍTIMO: todo nome publicado de acordo com as regras de
nomenclatura botânica, destacando-se a publicação válida e o princípio de
prioridade.
PARA QUE CONHECER A DIVERSIDADE 
DIVERSIDADE BIOLÓGICA?
COMPREENSÃO DO MUNDO QUE O CERCA:
USUFRUTO OU MANIPULAÇÃO:
PRIMÓRDIOS DA HUMANIDADE
HOMEM: DESCOBERTA DA UTILIDADE DAS ESPÉCIES:
ALIMENTAÇÃO, CURA DE DOENÇAS, COMBUSTÍVEL, 
VENENO.
CLASSIFICAÇÃO
NATURAL
- Afinidade 
natural das 
plantas
ARTIFICIAL
- um único 
caráter
FILOGENÉTICO
- Relações 
filogenéticas
1. TIPOS DE SISTEMAS DE CLASSIFICAÇÃO
pragmática, baseada em poucos 
caracteres * baseada em conjuntos de caracteres
* busca refletir a idéia de um autor 
acerca da natureza (evolutivas ou não)
* baseada no método cladístico
* Agrupamento por descendência e ancestralidade
Os “sistemas“ de classificação podem ser organizados na seguinte ordem 
cronológica:
BOTÂNICA CLÁSSICA (370 a.c. a 1582)
1a. Fase: Primeiras classificações
2a. Fase: Herbalistas
BOTÂNICA FUNDAMENTAL (1583 a 1883)
3a. Fase: Primeiras classificações taxonômicas
4a. Fase: Classificações Pós-Lineanas
Carolus Linnaeus (1753)
BOTÂNICA MODERNA (1884 –
presente)
5a. Fase: Classificações Pós-Darwinianas 
6a. Fase: Classificações modernas
7a. Fase: Classificações filogenéticas
Charles Darwin (1869)
APG (1993, 1998, 2003)
Willi Hennig (1950, 1966)
2. Histórico da sistemática vegetal
1ª fase: classificações clássicas
- criação de grupos baseados no hábito e no tipo de 
inflorescência
- descreveu ca. 500 plantas
- De Historia plantarum: gêneros Daucus e Narcissus
Pedanios Dioscorides (1º século d.C.):
- Materia Medica
- ca. 600 plantas de interesse medicinal
-- Obra de referência durante 16 séculos !
Theophrastus (372 a 287 a.C.): “Pai da Botânica”
SYSTEMA NATURAE (1735)
- base para classificação de vegetais, animais e 
minerais
- reconhecimento de sexo nas plantas
Carolus Linnaeus (1707-1778):
“pai da taxonomia animal e vegetal” 
-Hortus Uplandicus
(1730)
4ª fase: Lineu e seus discípulos
Carolus Linnaeus (1707 - 1778) – Considerado o
fundador da taxonomia moderna, botânica e
zoológica, criador do sistema de nomenclatura
utilizado até hoje.
CAROLUS LINNAEUS
(1707-1778)
Arthur Cronquist (1919-1992):
- An integrated system of 
classification of flowering plants
(1981)
Magnoliopsida
LiliopsidaDicotiledôneas: 64 ordens e 318 famílias
Monocotiledôneas: 19 ordens e 65 famílias
● Caracteres anatômicos, endosperma, 
química, morfologia órgãos reprodutores, etc.
8ª fase: sistemas de classificação contemporâneos
- subclasses: idae
Willi Hennig (entomologista) 1950: 
elaborou a cladística
O que é a cladística?
No que se baseia a cladística?
Qual é o princípio da cladística?
1- Cladística – Método sistemático -
sistema natural - grupos monofiléticos -
critério de parcimônia
2- mudanças nos estados de caracteres ao 
longo da evolução, fundamentalmente nas 
novidades evolutivas. 
3 - provar que a relação filogenética entre
diferentes táxons é fornecida somente
quando eles compartilham os mesmos
caracteres derivados, isto é, sinapomorfias
E
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Monocotiledôneas
Eumagnoliideae
Sistemas de Classificação
- Função prática e sintética 
de um SISTEMA DE 
CLASSIFICAÇÃO ?
Fornecer uma classificação que 
expresse tanto quanto possível as 
relações naturais entre os organismos.
Refletir a história evolutiva dos 
grupos.
Fornecer um método para a 
identificação e comunicação, ou seja, 
chaves de identificação e descrições 
dos táxons.
Predição
D
V
W
X
Y
ZA
B
C
E
Filogenia
- Diagrama que ilustra a 
história evolutiva dos 
vários organismos
- Pode ser reconstruída 
com base em vários tipos 
de caracteres 
(especialmente 
morfológicos e 
moleculares)
- Uma série de utilidades: 
sistemática, evolução, 
ecologia, biogeografia e 
conservação
Grado: grupo não-monofilético, constituído por um ancestral mas não por 
todos os seus descendentes
Terminologia das árvores
Taxon C
Taxon B
Taxon A
Ramos
Comprimento do ramo
Nó
NÓ: Uma unidade taxonômica (“OTU: operational taxonomic unit”) 
• Pode ser uma espécie, uma população, um indivíduo ou um gene
• Nós externos representam táxons existentes
• Nós internos representam táxons ancestrais (inferidos)
RAMO: Uma linha que define o parentesco entre os táxons em
termos dos seus ancestrais e dos seus respectivos descendentes
COMPRIMENTO DO RAMO: Representa a quantidade de mudanças
que ocorreram ao longo de um ramo
Terminologia das árvores
Taxon C
Taxon B
Taxon A
Clado
Raiz
CLADO: Um grupo que contém um ancestral comum e todos os seus 
descendentes
RAIZ: O ancestral comum de todos os táxons na árvore
TOPOLOGIA: O padrão de ramificação geral da árvore
D
V
W
X
Y
Z
A
B
C
E
Grupo
Monofilético
Inclui um ancestral e 
todos os seus 
descendentes
D
V
W
X
Y
Z
A
B
C
E
Grupo
Parafilético
Inclui um ancestral e 
alguns dos seus 
descendentes 
(mas não todos)
D
V
W
X
Y
Z
A
B
C
E
Grupo
Polifilético
Um grupo derivado a 
partir de mais de um 
ancestral comum
Um grupo que não 
comparte o ancestral 
comum mais recente
“DICOTILEDÔNEAS” 
SÃO PARAFILÉTICAS.
AS 
EU DICOTILEDÔNEAS 
SÃO MONOFILÉTICAS
“PIPERALES + 
ROSALES FORMAM 
UM GRUPO 
POLIFILÉTICO
Apomorfia: estado de caráter derivado
Plesiomorfia: estado de caráter ancestral
Sinapomorfia: estado de caráter derivado compartilhado
Simplesiomorfia: estado de caráter ancestral compartilhado
Homoplasia:
Paralelismo: 
Reversão: 
similaridade que surgiu por paralelismo ou reversão
estado de caráter derivado que volta ao estado de caráter 
ancestral
origem diferente de um estado caráter em dois ou mais organismos
ALGUNS TERMOS IMPORTANTES EM SISTEMÁTICA FILOGENÉTICA
GRUPOS IRMÃOS: Cada uma de duas linhagens que compartilham de um 
ancestral comum
= CARACTERÍSTICA DERIVADA (NOVA)
ESPORÓFILO ------------------------------> CARPELO
(CARACTERÍSTICA ANCESTRAL) (APOMORFIA)
APOMORFIA
óvulos
PRESENÇA DE CARPELOS - UMA APOMORFIA PARA AS ANGIOSPERMAS.
Folha carpelar com óvulos = esporófilo Carpelo
PLESIOMORFIA APOMORFIA
GINECEU APOCÁRPICO
Condição comum entre as 
Angiospermas basais
GINECEU SINCÁRPICO
Condição predominante entre 
as eudicotiledôneas
FUSÃO DOS CARPELOS
SINAPOMORFIA
ESTADO DE CARÁTER DERIVADO COMPARTILHADO
AUTAPOMORFIA
NOVIDADE EVOLUTIVA DE ÚNICA LINHAGEM
HOMOPLASIA: PARALELISMO
CACTACEAE EUPHORBIACEAE
SIMILARIDADE NÃO HERDADA A PARTIR DE UM MESMO ANCESTRAL
CONVERGÊNCIA EVOLUTIVA
HOMOPLASIA: REVERSÃO CARÁTER APARECE, DESAPARECE E 
RE E APARECE
ANGIOS BASAIS 
NYMPHACEAE
Limnocharitaceae 
- Monocots
Menyanthaceae 
Eudicots
Asterídeas
Linhagens terrestres
Linhagens terrestres
Linhagens terrestres
HOMOLOGIA
Similaridade devido à ascestralidade comum
FLORES NAS ANGIOSPERMAS
REVERSÃO – Perda do perianto em Lemna e Wolffia
GRUPOS IRMÃOS
monophyletic 
group 
A B C D E F 
TIME 
Cladogram or Phylogenetic Tree 
TAXA 
common ancestor 
(of taxon A & taxa B-F) 
common ancestor 
(of taxon D, E, & F) 
Cladograma ou árvore filogenética
RESUMO - CLADOGRAMA

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