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2ª SEMANA DO DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO Ainda não há atraso menstrual. Término da implantação/ apoptose das células endometriais (fonte de nutrição do embrião, pois ainda não há placenta, nem cordão umbilical. Apoptose/degeneração que nutre o embrião.) Formação da cavidade amniótica Fluídos e substancias do endométrio vão sendo liberadas conforme o embrião vai escovando e entrando no embrioblasto. Ele vai expandir e empurrar para a cavidade. Cavidade amniótica (âmnio) tem que ter tecido de revestimento, formado por amnioblastos. Formação do disco embrionário bilaminar Epiblasto + Hipoblasto = Disco bilaminar. O epiblasto (células maiores e cilíndricas) representam o chão da cavidade amniótica. O hipoblasto (células menores e cubicas) representam o chão da cavidade exocelômica. (ANTES DE TER O DISCO ERA CAVIDADE BLASTOCÍSTICA) Formação do saco vitelínico (vesícula umbilical) Hipoblasto + parede da cavidade exocelômica = saco vitelínico Também há formação do mesoderma extraembrionário (produzido pelas células da antiga cavidade exocelômica ) que agora são da vesícula umbilical. Formação do celoma extra-embrionário Dentro do mesoderma se formarão vários espaços celômicos que irão se juntar e formar o celoma extra-embrionário, que vai dividir o mesoderma em: somático extra-embrionário (que reveste o trofoblasto e cobre o âmnion) e o esplâncnico ( que envolve a vesícula umbilical/saco vitelínico) Formação do saco vitelínico secundário O crescimento do celoma extraembrionário leva ao estrangulamento do saco vitelínico. A cavidade que fica é o secundário. O saco vitelínico secundário tem papel na transferência seletiva de nutrientes e é sitio de origem de células germinativas primordiais. Formação do saco coriônico Surgimento das vilosidades coriônicas primárias (projeções primárias saindo do citotrofoblasto para o sinciciotrofoblasto). Mesoderma somático extra-embrionário + 2 camadas de trofoblasto = córion. (Embrião fica suspenso nessa cavidade. Parede do saco coriônico) Formação da placa precordal ( evento que marca o término da 2ª semana) Células do Hipoblasto tornam-se colunares (formando a placa precordal) – Toda a parte do encéfalo, boca, face..) 3ª semana do desenvolvimento embrionário A terceira semana do desenvolvimento embrionário coincide com a primeira semana de ausência da menstruação, que se considera um importante sinal de uma possível gravidez. Vale ressaltar que, nem sempre a ausência de menstruação, chamada menorreia é causada por uma gravidez, essa ausência pode ser resultado de outros fatores fisiológicos, como por exemplo, distúrbios hormonais. É nesta semana que ocorrem três processos críticos para a continuação do desenvolvimento do embrião. São eles: gastrulação, formação da notocorda e neurulação. GASTRULAÇÃO A gastrulação define o início da morfogênese, que é o período no qual o corpo começa a se desenvolver. Durante este processo ocorre a transformação do disco embrionário bilaminar, formado por epiblasto e hipoblasto, em um disco embrionário trilaminar, composto pelo ectoderma, mesoderma intra-embrionário e endoderma, podendo o embrião ser chamado de gástrula. Cada uma destas três camadas germinativas dará origem a tecidos e órgãos específicos (Fig. 1): ECTODERMA EMBRIONÁRIO: Origina a epiderme, sistema nervoso central e periférico, olhos, orelhas internas, células das cristas neurais e muitos tecidos conjuntivos da cabeça. MESODERMA INTRA-EMBRIONÁRIO: Origina as camadas musculares lisas viscerais e todos os músculos esqueléticos; é fonte de células do sangue, da medula óssea e ao revestimento dos vasos sanguíneos; dá origem aos revestimentos serosos de todas as cavidades do corpo; ductos e órgãos dos sistemas reprodutor e excretor e a maior parte do sistema cardiovascular. No tronco, é fonte de todos os tecidos conjuntivos, incluindo a cartilagem, os ossos, os tendões, os ligamentos, a derme e o estroma dos órgãos internos. ENDODERMA EMBRIONÁRIO: Origina os revestimentos epiteliais dos tratos respiratórias e gastrointestinal, incluindo as glândulas que se abrem no trato gastrointestinal e às células glandulares dos órgãos associados, tais como o fígado e pâncreas. Formação da linha primitiva O primeiro sinal morfológico da gastrulação é a formação da linha primitiva na superfície do epiblasto do disco embrionário bilaminar. (Fig. 2). O surgimento da linha primitiva permite a identificação, no embrião, do eixo craniocaudal, das extremidades cefálica e caudal, das superfícies dorsal e ventral e dos lados direito e esquerdo. A formação da linha primitiva ocorre na região caudal do embrião, por proliferação e migração de células do epiblasto, para o plano mediando do disco embrionário. À medida que a linha primitiva vai se alongando pela adição de células na região caudal, a região cefálica sofre proliferação, surgindo assim o nó primitivo. Ao longo da linha primitiva, forma-se uma depressão chamada de sulco primitivo, que é contínuo com uma pequena depressão no nó primitivo, a fosseta primitiva. Tanto o sulco primitivo quanto a fosseta primitiva são formados pela invaginação das células do epiblasto.(Fig. 3) Durante esse processo, algumas células do sulco primitivo da linha primitiva no epiblasto invaginam (Fig. 4) e deslocam o hipoblasto, criando o endoderma embrionário. Outras, irão ficar entre o epiblasto e o endoderma recém-criado dando origem inicialmente ao mesoblasto, para posteriormente se diferenciar e formar o mesoderma intra-embrionário, e as células remanescentes do epiblasto formarão, então, o ectoderma. Desta forma, podemos observar que o epiblasto durante a gastrulação é a fonte de todas as camadas germinativas, e as células destas camadas darão origem a todos os tecidos e órgãos do embrião (Fig. 5). A linha primitiva forma ativamente o mesoderma intra-embrionário até o início da quarta semana. Depois disso, há uma desaceleração na produção do mesoderma, e a linha primitiva sofre mudanças degenerativas, diminuindo assim de tamanho, tornando-se uma estrutura insignificante na região sacrococcígea do embrião. Normalmente, a linha primitiva desaparece no final da quarta semana do desenvolvimento. Neurulação: formação do tubo neural A neurulação é induzida pela formação da notocorda, ocorre no ectoderma, e resulta na formação do tubo neural e de pares de cristas neurais, dando início a formação do sistema nervoso central. A notocorda induz um espessamento nas células do ectoderma sobrejacente a ela, formando, desta forma, a placa neural, alongada de células epiteliais espessadas (fig. 12-A). As células da placa formam o neuroectoderma que origina o sistema nervoso central e algumas outras estruturas, como a retina. A placa neural se invagina ao longo do seu eixo central formando uma depressão chamada de sulco neural, e consequentemente ao lado desta depressão, serão formadas elevações denominadas de pregas neurais (fig. 12-B). Gradualmente, a placa neural se dobra, aproximando as pregas neurais que irão se fundir, formando o tubo neural. O tubo neural logo se separa do ectoderma de superfície à medida que as pregas neurais se encontram (fig. 13). Até a fusão do tubo neural estar completada, as extremidades cefálica e caudal do tubo neural comunicam-se com a cavidade amniótica por meio dos neuroporos anterior (cranial) e posterior (caudal), respectivamente (fig. 19). O fechamento do neuroporo anterior ocorre em aproximadamente 25 dias do desenvolvimento, enquanto o neuroporo posterior se fecha com 28 dias. A neurulação então é completada e o sistema nervoso central é representado pelo fechamento da estrutura tubular em formação com uma região cefálica muito larga, caracterizada por várias dilatações, as vesículas encefálicas, e uma estreita porção caudal, a medula espinhal. Concomitantemente ao fechamento do tubo neural, algumas células neuroectodérmicas situadas ao longo da margem interna de cada prega neural formam um grupo celular diferenciado chamado de cristaneural (fig. 14-A). Essas células perdem a sua afinidade epitelial e se ligam às células vizinhas (fig. 14-B e C). Conforme o tubo neural se destaca do ectoderma de superfície, as células da crista neural formam uma massa achatada entre o tubo neural e o ectoderma sobrejacente, dando origem a crista neural (fig. 14-D). Logo, a crista se separa em duas partes, direita e esquerda, que se deslocam para os aspectos dorsolaterais do tubo neural, onde se subdividirão em pares de cristas neurais (fig.14-E). Neste local, elas darão origem aos gânglios sensoriais dos nervos espinhais e cranianos (fig. 15). Os derivados da crista neural encontram-se no quadro abaixo. Diferenciação do Mesoderma intra-embrionário Inicialmente, as células da camada germinativa mesodérmica se arranjam formando uma fina camada de tecido frouxo de cada lado da notocorda. Próximo ao 17º dia do desenvolvimento embrionário, as células mais próximas à notocorda proliferam e formam uma placa espessada denominada como mesoderma paraxial. Esta placa de mesoderma paraxial é contínua lateralmente ao mesoderma intermediário, que gradualmente se estreita em uma camada de mesoderma lateral. O mesoderma lateral é contínuo com o mesoderma extraembrionário somático, que reveste o âmnio, e com o mesoderma extraembrionário esplâncnico que reveste a vesícula umbilical (fig. 16). Desenvolvimento dos somitos Próximo ao fim da terceira semana do desenvolvimento, o mesoderma intra-embrionário paraxial se diferencia, condensa-se e começa a se dividir em corpos cuboides pareados, os somitos, que se formam em uma sequência cefalocaudal, estão localizados em cada lado do tubo neural em desenvolvimento, e darão origem à maior parte do esqueleto axial e à musculatura associada, assim como a derme da pele adjacente. O primeiro par de somitos tem origem na região occipital do embrião. Daí, novos somitos aparecem em uma velocidade de aproximadamente três pares por dia, até que, no final da quinta semana, 42 a 44 pares de somitos estão presentes. Existem quatro pares occipitais, oito cervicais, doze torácicos, cinco lombares e oito a 10 coccígeos. O primeiro par occipital e os últimos cinco a sete pares de somitos desaparecem mais tarde, enquanto os remanescentes formam o esqueleto axial. Cada somito se diferencia em duas partes: A parte ventromedial é denominada de esclerótomo – suas células formam as vértebras e as costelas (fig.20-C). A parte dorsolateral é denominada de dermomiótomos (fig. 20-C) – as células provenientes do miótomo formam mioblastos (células musculares primordiais), enquanto aquelas provenientes do dermátomo formam a derme (fibroblastos) (fig.20-E). Desenvolvimento do celoma intra-embrionário Seu primórdio surge na forma de espaços celômicos isolados no mesoderma lateral e no mesoderma cardiogênico (fig. 16). Esses espaços se unem formando o celoma intraembrionário, que divide o mesoderma lateral nas camadas visceral (ou esplâncnica, que cobre o saco vitelino) e parietal (ou somática, que cobre o âmnio) (fig. 17-B). A união do mesoderma somático com o ectoderma sobrejacente forma a somatopleura (parede do corpo do embrião), enquanto a união do mesoderma esplâncnico com o endoderma subjacente forma a esplancnopleura (intestino do embrião) (fig. 17 e 21). Durante o segundo mês, o celoma intraembrionário é dividido em três cavidades do corpo: cavidade pericárdica, cavidades pleurais e cavidade peritoneal. NOTOCORDA – Formação do processo notocordal A notocorda é formada por sinais indutores, vindos da região da linha primitiva, que induzem as células precursoras notocordais a formá-la. A notocorda tem como funções definir o eixo do embrião, serve de base para a formação do esqueleto axial, e é o futuro local dos corpos das vértebras. O desenvolvimento da notocorda queima 48 horas tem início com a formação do processo notocordal, que tem origem na invaginação e migração de células diferenciadas do nó primitivo, formando um bastão celular que aumenta de tamanho em direção à placa pré-cordal (células endodérmicas aderidas a ectodérmicas que irão formar a membrana bucofaríngea, futura boca). Este bastão celular apresenta um canal central denominado canal notocordal (Fig. 6). O processo notocordal migra lateral e cefalicamente, no meio de outras células mesodérmicas, entre o ectoderma e o endoderma até alcançarem as queima 48 horas margens do disco embrionário e a placa pré-cordal. O assoalho do processo notocordal se funde com o endoderma embrionário subjacente (Fig. 7). Essas camadas fundidas sofrem uma degeneração gradual por apoptose, colocando o canal notocordal em contato com a vesícula umbilical (Fig. 8-A). Desta queima 48 horas forma, no local da fosseta primitiva, forma-se o canal neuroentérico, que comunica temporariamente a cavidade amniótica e a vesícula umbilical (Fig. 8-B). A parte do processo notocordal que não sofreu apoptose forma a placa notocordal, que irá se dobrar, aproximando as suas extremidades, (fig.9 – A eB), fusionando-as, e queima 48 horas formando então a notocorda (fig. 10). Este processo se dá da extremidade cefálica – placa pré-cordal – em direção à extremidade caudal – nó primitivo (Fig. 9-C). notocorda se desprende do endoderma da vesícula umbilical, que mais uma vez se queima 48 horas torna contínuo. Quando o desenvolvimento da notocorda está completo, temos o fechamento do canal neuroentérico. A notocorda desaparece com a formação dos corpos vertebrais, porém persiste como núcleo pulposo de cada disco intervertebral. Durante seu desenvolvimento, a notocorda induz o ectoderma sobrejacente a espessar-se, formando a placa neural, primórdio do sistema nervoso central (Fig.10). Alantoide Surge por volta do 16º dia como uma pequena evaginação da parede caudal queima 48 horas da vesícula umbilical (saco vitelino) que se estende para o pedículo de conexão (pedículo do embrião) (fig. 6-B e Fig. 7, A e B). Em humanos, o alantoide permanece pequeno, mas o o mesoderma do alantoide se expande para baixo do córion e formará as artérias umbilicais que servirão à placenta (Fig.11). DA QUARTA À OITAVA SEMANA DO DESENVOLVIMENTO (ORGANOGÊNESE) Organogênese Todas as principais estruturas se estabelecem da 4ª à 8ª semana de desenvolvimento; No final deste período os principais sistemas começam a se desenvolver, entretanto o funcionamento é mínimo (exceto o sistema cardiovascular); A exposição a teratógenos pode causar malformações. 1-Fases do desenvolvimento embrionário Crescimento: envolve divisão celular e a elaboração de produtos celulares. Morfogênese: representa a fase do desenvolvimento da forma e do tamanho. Diferenciação: representa a maturação dos processos fisiológicos e resulta na formação de órgãos capazes de executar funções especializadas. 2-Dobramento do embrião É um importante acontecimento no estabelecimento da forma do corpo do embrião; É o dobramento do disco embrionário trilaminar em um embrião “cilíndrico”; O dobramento ocorre nos planos mediano e horizontal em função do rápido crescimento do embrião. 2.1-Dobramento do embrião no plano mediano O dobramento ventral do embrião produz pregas cefálica e caudal; Prega cefálica - O encéfalo em desenvolvimento se projeta dorsalmente na cavidade amniótica; - Posteriormente, cresce em direção cefálica, além da membrana bucofaríngea e coloca-se sobreo coração em desenvolvimento; - Durante este dobramento, parte do endoderma do saco vitelino é incorporada no embrião, formando o intestino anterior; - O intestino anterior situa-se entre o encéfalo e o coração, e a membrana bucofaríngea separa o intestino anterior do estomodeu; - O intestino anterior forma a faringe primitiva, o sistema respiratório inferior, esôfago, estômago, parte do duodeno e glândulas anexas ao sistema digestório. Prega caudal O dobramento caudal resulta basicamente do crescimento da parte distal do tubo neural–primórdio da medula espinhal; - Como crescimento do embrião, a região da cauda se projeta sobre a membrana cloacal(futura região do ânus); - Duranteo dobramento parte do endoderma é incorporada ao embrião formando o intestino posterior; - A porção terminal do intestino logo se dilata e forma a cloaca (primórdio da bexiga e do reto); - O intestino posterior forma parte do intestino grosso, reto, canal anal, epitélio da bexiga e parte da uretra. 2.2-Dobramento do embrião no plano horizontal Pregas laterais - O dobramento lateral do embrião leva à formação das pregas laterais, direita e esquerda; - O dobramento lateral é resultado do rápido crescimento da medula espinhal e somitos; - Com a formação das paredes abdominais, parte da camada germinativa endodérmica é incorporada ao embrião, formando o intestino médio; - O intestino médio forma quase todo intestino delgado e parte do intestino grosso. DA NONA SEMANA DO DESENVOLVIMENTO AO NASCIMENTO (PERÍODO FETAL) Período Fetal 1- Principais características - O embrião tornou-se um ser humano reconhecível; - Já se formaram todos os sistemas importantes; - Ocorre um rápido crescimento do corpo; - Ocorre a diminuição relativa do crescimento da cabeça em comparação ao resto do corpo. - Ocorrem períodos de crescimento e períodos de intervalos (ausência de crescimento). 6- Fatores que influenciam o crescimento fetal Gases e nutrientes (oxigênio, glicose, aminoácidos); Tabagismo; Gravidez múltipla; Álcool e drogas ilícitas; Fluxo sanguíneo uteroplacentário e feto placentário deficiente; Fatores genéticos e retardo do crescimento. PLACENTA - É o local básico das trocas de nutrientes e gases entre a mãe e o feto. - Apresenta um componente materno e um fetal. Funções - Proteção - Nutrição - Respiração - Excreção - Produção de hormônios - Progesterona Componentes É um órgão materno-fetal constituído por dois componentes: Decídua basal – porção materna Córion viloso (frondoso) – porção fetal Decídua: É a camada funcional do endométrio de uma mulher grávida. É dividida em três regiões: - Decídua basal - Decídua capsular - Decídua parietal Desenvolvimento da placenta As vilosidades coriônicas cobrem o saco coriônico até o início da 8ª semana. Posteriormente as vilosidades associadas a decídua capsular degeneram. Forma-se uma área nua, relativamente avascular, o córion liso. Com o crescimento do concepto, a decídua capsular se funde com a decídua parietal. Forma-se a membrana amniocoriônica que se rompe na hora do parto Circulação placentária - Circulação materno-fetal sangue materno (rico em nutrientes e oxigênio) → artérias endometriais → que se abrem diretamente na capa citotrofoblástica → este sangue sob pressão chega nos espaços intervilosos → é captado pelas vilosidades coriônicas → transportado até a placa coriônica → saindo da placenta através da veia umbilical - Circulação feto-maternal sangue pouco oxigenado e rico em excretas → deixa o feto pelas 2 artérias umbilicais → estas artérias se se ramificam na placa coriônica → da placa coriônica chegam às vilosidades coriônicas → das vilosidades, este sangue passa para o espaço interviloso → será captado pelas veias endometriais da mãe → chegam na capa citotrofoblástica → o organismo materno.