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1
CÉLULAS DO 
DO SISTEMA NERVOSO
Profa. Dra. Maria Isabel Morgan Martins
morganmartins@terra.com.br
ULBRA
Estudos em FISIOLOGIA HUMANA
Aspectos 
Fisiológicos, 
Transmissão do 
Estímulo e 
SINAPSE
2
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
4
5
http://www.afh.bio.br/nervoso/nervoso2.asp#neurotransmissores
=== NEURÔNIOS===
NEURÔNIO AFERENTE
Conduz o impulso nervoso do 
receptor para o SNC.
Responsável por levar 
informações da superfície do 
corpo para o interior. 
Relaciona o meio interno com o 
meio externo.
NEURÔNIO EFERENTE
Conduz o impulso nervoso do 
SNC ao efetuador (músculo ou 
glândula).
NEURÔNIO 
INTERNUNCIAL OU DE 
ASSOCIAÇÃO
Faz a união entre os dois tipos 
anteriores. O corpo celular deste 
está sempre dentro do SNC.
Quanto à posição
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
Table 9.01 Neurolglia in the CNS and PNS
6
Um único oligodendrócito contribui para
a formação de mielina de vários
neurônios (no sistema nervoso
periférico, cada célula de Schwann
mieliniza apenas um único axônio).
Os ASTRÓCITOS são as maiores células
da neuróglia e estão associados à
sustentação e à nutrição dos
neurônios. Preenchem os espaços
entre os neurônios, regulam a
concentração de diversas substâncias
com potencial para interferir nas
funções neuronais normais (exemplo
as concentrações extracelulares de
potássio), regulam os
neurotransmissores (possuem
proteínas especiais em suas
membranas que removem os
neurotransmissores da fenda
sináptica).
A micróglia é constituída por
células fagocitárias, análogas
aos macrófagos e que
participam da defesa do sistema
nervoso.
Formação do líquido
cerebro espinhal (líquor)
8
CÉLULAS DA GLIA
• São células lábeis capazes de exercer uma importância vital aos
neurônios, sendo a principal função a Nutrição.
• Não produzem potencial de ação.
ASTRÓCITOS ....................... Nutrição e metabolismo
MACRÓGLIA
CÉLULAS EPENDIMÁRIAS ........Revestimento dos
Ventrículos cerebrais e do canal espinal
OLIGODENDRÓLIA .................. Síntese de mielina
MICRÓGLIA
HORTEGÁGLIA .................. Células de limpeza
9
http://www.afh.bio.br/nervoso/nervoso2.asp#neurotransmissores
CÉLULAS DA GLIA
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
ESTRUTURA DE UM NEURÔNIO
Corpo celular ou soma:
 núcleo
 nucléolo
 grânulos de Nissl
 retículo endoplasmático rugoso
 aparelho de Golgi
 mitocôndrias
 neurofilamentos
 microtúbulos
 lguns contêm pigmento de melanina
Dendritos:
grânulos de Nissi ( próximo do corpo)
parte do aparelho de Golgi
neurofilamentos
microtúbulos
Axônio: (surge do corpo ou do dendrito) 
Retículo Endoplasmático Liso
Amielínicos (não apresentam bainha)
Mielínicos (envoltório em espiral de múltiplas camadas de membrana da célula de 
Schwann, denominada bainha de mielina)
PRINCIPAL FUNÇÃO DO AXÔNIO CONSISTE NA TRANSMISSÃO DA INFORMAÇÃO (SINAPSE).
10
ESTRUTURAS DO NEURÔNIO
AXÔNIO DO NEURÔNIO pode apresentar:
 Grandes fibras mielínicas
 Pequenas fibras amielínicas.
No AXÔNIO (membrana condutiva) o seu axoplasma apresenta a
BAINHA DE MIELINA. A CÉLULA DE SCHWANN é responsável
pela produção da bainha de mielina que envolve várias vezes
o axônio. Esta bainha é uma substância lipídica conhecida
como ESFIGOMIELA. A esfigomielina isola eletricamente a
membrana do axônio e com isso reduz os vazamentos iônicos
(de mangueira) e impede o influxo iônico. Nos espaços, ao
longo do axônio que não estão preenchidos com a bainha de
mielina chamamos de NODO DE RANVIER, é neste local onde
ocorre o influxo de íons.
13
======= NEURÔNIO ======
===== MIELINA===== 
14
http://www.afh.bio.br/nervoso/nervoso1.asp
======= NEURÔNIO ======
Estrutura => Corpo celular, prolongamentos axônio e dendritos 
(maior e menores)
15
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
BOTÕES SINÁPTICOS: extremidades ovais dos dendritos 
terminais que está separado da célula pós-sináptica 
por uma fenda sináptica (espaço intersticial).
INTERIOR DO BOTÃO CONTÉM:
- Contém muitas mitocôndrias – o processo requer muita 
energia;
- Contém muitas vesículas ou grânulos contendo o 
transmissor químico, variando morfologicamente de 
acordo com o tipo de transmissor.
BOTÃO DO AXÔNIO TERMINAL
17
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
BOTÃO TERMINAL DO NEURÔNIO
18
Sinapse
Sinapses nervosas são os pontos onde as extremidades dos
neurônios vizinhos se encontram e o estímulo passa de um
neurônio para o seguinte por meio de mediadores químicos, os
neurotransmissores.
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
19
20
SINAPSES
São pontos de união entre as células nervosas e entre estas e as células 
efetoras (Músculo ou Glândula).
JUNÇÃO NEUROANATÔMICA ENTRE DOIS NEURÔNIOS EM 
QUE A ATIVIDADE DE UM NEURÔNIO EXCITA OU INIBE A 
ATIVIDADE DE OUTRO NEURÔNIO.
A sinapse neuronal é química.
http://www.afh.bio.br/nervoso/nervoso2.asp#neurotransmissores
http://www.afh.bio.br/nervoso/nervoso2.asp#neurotransmissores
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
22
Elementos das sinápses:
• a célula pré-sináptica (neurônio pré-sináptica)
• a célula pós-sináptica (neurônio pós-sináptico)
• a zona de aposição entre as duas – fenda 
sináptica.
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
23
ANATOMIA FUNCIONAL:
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
ANATOMIA FUNCIONAL:
1) Terminal pré-sináptico: Botões terminais ou botão 
sinápticos (dendritos e soma) contém numerosas 
mitocôndrias e vesículas (contém o 
neurotransmissor).
2) Fenda sináptica ou juncional (30 a 50 nm): material 
rico em carboidratos.
3) Membrana pós-sináptico: membrana do neurônio 
que contém os receptores, onde se ligaram os 
neurotransmissores, densidades subsinápticas.
24
Elementos das sinapses:
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
A transmissão do impulso através de uma 
sinapse química envolve 4 passos principais:
1. Síntese e armazenamento do NT
2. Libertação do NT
3. Ligação NT aos receptores
4. Inactivação do NT:
Noradrenalina: (MAO:MONOAMINAOXIDASE; 
COMT:CATECOLORTOMETILTRANSFERASE)
ACETILCOLINA (Ach): ACETILCOLINESTERASE 
SINAPSE QUÍMICA
25
Canais dependentes de ligantes versus canais 
dependentes de voltagem
• Conceito de junção:
– Sinapse: entre dois neurônios
– Junções neuro-glandulares: entre célula nervosa e 
glandular 
– Junções neuro-musculares: entre motoneurônios e 
fibra muscular.
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
26
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
CONDUÇÃO DO ESTÍMULO É 
UNIDIRECIONAL: 
Condução do estímulo apresenta sempre
um Sentido certo – ALVO CERTO –
receptor específico. Mediador químico
localizado nos neurônios pré-sinápticos.
28
29
======= NEURÔNIO ======
===== direção do impulso nervoso ======
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
LOCAIS DE SINAPSES NO NEURÔNIO
Existem 3 tipos de sinapses químicas de acordo com a estrutura pós-
sináptica: 
1. AXODENDRÍTICA (normalmente excitatória, entre o terminal axonal e 
dendrites ou suas dilatações chamadas espinhas dendríticas), 
2.AXOSSOMÁTICA
3.AXOAXONAL (normalmente inibitórias).
30
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
Tipos de sinapses interneuronais:
A. Sinapse Axodendrítica
B. Sinapse Axoaxônica
C. Sinapse Axossomática
31
LOCAIS DE SINAPSES NO NEURÔNIO
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
VELOCIDADE DE CONDUÇÃO:
DEPENDE:
1. Quanto maior o diâmetro mais rápido a será
a propagação do estímulo Potencial de Ação
(PA).
2. Fibras Mielinizadas, apresentam maior velocidade
de condução do estímulo 130 m/s e as fibras
Amielinizadas a velocidade de condução é baixa
0,5m/s.
DESENVOLVIMENTO SINÁPTICO
(sinais químicos)
ALVOS CORRETOS 
SINAPSES CERTAS
32
CONDUÇÃO DO ESTÍMULO PODE SER: 
SALTATÓRIA OU NODO A NODO
A condução se dá de Nodo de Ranvier a Nodo de
Ranvier, por isso é chamado de CONDUÇÃO SALTATÓRIA.
A corrente elétrica flui do Líquido Extracelular (LEC) para o
axoplasma – Nodo A Nodo – salta. Somente os nodos
despolarizam. Isto se deve ao EFEITO DA MIELINIZAÇÃO
SOBRE A VELOCIDADE DE CONDUÇÃO, torna mais rápida
e econômica a sinapse.
 Aumenta a velocidade da transmissão nervosa nas fibras
musculares.
 Conserva energia para o axônio.
33
Os cátions à esquerda, dentro da célula, são conseguidos a partir de um 
potencial de ação. Passivamente, eles se difundem para outro nódulo de 
Ranvier, onde gerarão um novo potencial de ação. 
34
35
======NÓDULOS DE RANVIER======
http://www.afh.bio.br/nervoso/nervoso2.asp#neur
otransmissores
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
CONDUÇÃO DO PA DO TIPO PONTO A PONTO 
NO NEURÔNIO
O Estímulo vai atuar nas regiões adjacentes ao
ponto gerador do Potencial de Ação (PA).
36
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
.
37
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
.
PROPAGAÇÃO DO POTENCIAL DE AÇÃO NA FIBRA 
NERVOSA
38
TIPOS DE SINAPSE
1. ELÉTRICA
2. QUÍMICA
3. MECÂNICA:
Percepção, esmagamento, pressão, picada,... gera PA.
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
39
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
TIPOS SINAPSES
1. ELÉTRICA: Ocorre quando duas células excitáveis
comunicam-se pela passagem direta de corrente elétrica
entre elas. Trata-se da transmissão efática ou eletrotônica.
As junções abertas ou gap junctions ligam células
eletrotonicamente acopladas e fornecem vias de baixa
resistência para passagem direta do fluxo de corrente entre
elas.
 Corrente Positiva (+) gera no interior uma Resposta negativa
(-) ANÓDIO (INIBIR – Potencial Ação -PA).
 Corrente Negativa (-) gera no interior uma resposta positiva
(+) CATÓDICA (EXCITA -– Potencial Ação- PA).
Em algumas das junções temos sinapses conjugadas, (elétrica e 
química ao mesmo tempo).
40
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
TIPOS DE JUNÇÃO:
 Junção Fechada: fusão de parte das membranas.
 Junção Aberta: a posição muito mais próxima que a
de uma fenda sináptica.
41
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
ESTRUTURA DAS JUNÇÕES ABERTAS:
As junções abertas são estruturas
semelhantes a placas, que estão acopladas
muito próximas. Estas partículas protéicas
intermembranosas consistem em seis
subunidades (conexon) que circundam um
canal central acessível à água.
Ca++ e H+ bloqueiam este canal.
42
Citoplasma da 
Célula 1
Citoplasma da 
Célula 2 Íons e 
pequen
as
molécul
as.
Canais
formados por
poros em 
cada
membrana. 
1. ELÉTRICA:
SINAPSES ELÉTRICA
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
SINAPSES ELÉTRICA
1. ELÉTRICA:
NÃO-RETIFICADORAS: passagem da
corrente iônica nos dois sentidos.
RETIFICADORAS: quando a corrente pode
atravessar a região sináptica em uma direção
com maior facilidade que na oposta.
44
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
SINAPSES ELÉTRICA
CARACTERÍSTICASAS DAS SINAPSES ELÉCTRICAS :
1) podem conduzir o impulso bidireccionalmente, embora algumas 
conduzam-no preferencialmente num sentido (retificação);
2) podem fechar em resposta a um aumento de Ca2+ ou H+ intracelulares 
ou à despolarização de uma das células; 
3) não sofrem atraso sináptico pelo que são particularmente úteis em 
vias de reflexos quando é necessária uma resposta rápida ou quando é 
necessária uma resposta síncrona de vários neurónios;
4) estão presentes em múltiplas células não nervosas como p.e 
hepatócitos, cardiomiócitos, células musculares lisas intestinais e células 
do epitélio do cristalino. 
45
FILMES IMPORTANTES
SINAPSE.
• http://www.youtube.com/watch?v=KdFSdOrBRiM
• https://www.youtube.com/watch?v=Kn5YajvxA2w
• https://www.youtube.com/watch?v=VoDjmSRkYyk – junção neuromuscular.
• https://www.youtube.com/watch?v=iqUl3nOPxFA
• http://www.youtube.com/watch?v=c964BwL1P8I&feature=related
• Bomba de Sódio e Potássio Prof. Dr. Ricardo Zanuto
• http://www.youtube.com/watch?v=J9F3guYdKhM&feature=related
• Bomba sodio-potassio-ATPase
• http://www.youtube.com/watch?v=klKjPklhvPA&feature=related
• impulso nervoso 
• http://www.youtube.com/watch?v=hz0XQqT-GEc&feature=related
• Impulso Nervoso 
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
46
http://www.youtube.com/watch?v=M9GTOogu
dsE&feature=share
http://www.youtube.com/watch?v=qpMU0SrLG
kw&feature=related
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
47
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
SINAPSE QUÍMICA
48
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
BOTÕES SINÁPTICOS: extremidades ovais – está 
separado da célula pós-sináptica por uma fenda 
sináptica.
INTERIOR DO BOTÃO CONTÉM:
- Contém muitas mitocôndrias – o processo 
requer muita energia;
- Contém muitas vesículas ou grânulos contendo 
o transmissor químico, variando 
morfologicamente de acordo com o tipo de 
transmissor.
SINAPSE QUÍMICA
50
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
SINAPSE QUÍMICA
2. QUÍMICA: O neurônio pré-sináptico libera uma substância transmissora 
(NEUROTRANSMISSORES) como conseqüência de um potencial de ação. 
O neurotransmissor difunde-se através da fenda sináptica extracelular e 
ligam-se aos receptores sobre a membrana pós-sináptica modificando 
suas propriedades elétricas. Características da Sinapse Química:
 Lenta:Retardo sináptico
 Transmissão unidirecional
 Caso envolva 2° mensageiro é mais lenta
51
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
RETARDO SINÁPTICO
Tempo para que o mediador químico seja 
liberado e atue sobre a membrana pós-
sináptica (tempo mínimo 0.5 ms).
52
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
As sinapses químicas, mais numerosas, a transmissão do impulso envolve a 
libertação por uma célula pré-sináptica de uma substância química 
chamada NEUROTRANSMISSOR (NT) que após ligar-se à célula pós-
sináptica vai alterar o seu potencial de membrana. 
As sinapses químicas têm algumas diferenças importantes relativamente às 
eléctricas:
1) a condução é unidireccional, sempre da célula pré-sináptica para a 
célula pós-sináptica; 
2) sofrem um atraso sináptico de pelo menos 0,5 ms que corresponde ao 
tempo necessário para a libertação do NT e sua actuação na célula pós-
sináptica;
3) permitem a comunicação dos neurónios entre si e com outras células 
nomeadamente musculares e endócrinas:
• SINAPSE NEURONAL: NEURÔNIO COM NEURÔNIO.
• SINAPSE:
– JUNÇÃO NEUROMUSCULAR: NEURÔNIO COM MÚSCULO
– NEUROGLANDULAR: NEURONÔNIO COM GLÂNDULA.
SINAPSE QUÍMICA
53
Neurotransmissores – Tipos 
• Aminas: dopamina, noradrenalina, 
serotonina, histamina.
• Aminoácidos: glutamato, glicina, 
aspartato, GABA.
• Neuropeptídeos: Substância P, 
endorfinas, encefalinas, vasopresina.
• Acetilcolina
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
55
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
NEUROTRANSMISSORES
Mediadores químicos que influenciam os neurônios pós-sináptico.
 ACETILCOLINA.
 NORADRENALINA.
 ADRENALINA.
 GABA (ÁCIDO GAMA-AMINOBUTÍRICO).
 SEROTONINA
 DOPAMINA
 HISTAMINA
 GLUTAMATO
 GLICINA
 ÓXIDO NITRICO (NO)
 NEUROPEPTÍDEOS
 PURINAS
 HORMÔNIOS OU AGENTES PARÁCRINOS.
 SUBSTÂNCIAS AGONISTAS E ANTAGONISTAS
56
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
EVENTOS PARA LIBERAÇÃO 
DO NEUROTRANSMISSOR:
57
59
Potencial de ação de despolarização do terminal pré-sináptico
Abertura dos canais de Ca++
Entrada de Ca++ no terminal pré-sináptico, liga-se as vesículas
As vesículasse movem em direção a membrana pré-sináptica
Liberação dos neurotransmissores das vesículas na fenda sináptica
Combinação do neurotransmissor ao receptor da membrana pós-sináptica
Canal Iônico Formação do 2° mensageiro
Canal Iônico
Aumento da permeabilidade da membrana
Noradrenalina
Acetilcolina
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
TRANSMISSÃO SINÁPTICA - QUÍMICA
SINAPSE QUÍMICA
60
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
Um impulso chegando no terminal pré-sináptico provoca a liberação do 
neurotransmissor.
A. As moléculas ligam-se aos canais de íon, cuja abertura é controlada pelo 
transmissor, na membrana pós-sináptica. Se o Na+ entra na célula pós-sináptica 
através dos canais abertos, a membrana se tornará despolarizada.
B. As moléculas ligam-se aos canais de íon, cuja abertura é controlada pelo pelo 
transmissor, na membrana pós-sináptica. Se o Cl- entra a célula pós-sináptica, 
através dos canais abertos, a membrana se tornará hiperpolarizada. A mudança 
resultante no potencial da membrana, conforme registrado através de um 
microeletrodo na célula é visto na figura abaixo (Geração de um EPSP e IPSP).
61
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
SÍNTESE DOS NEUROPEPTÍDEOS:
Sintetizados em terminações nervosas
(Botão Terminal) por vias nas quais
participam enzimas solúveis e
precursores simples.
Síntese no corpo celular.
Codificados pelo DNA e transcritos em
RNAmensageiro.
62
ACETILCOLINA (ACh)
É sintetizada nas terminações nervosas das 
fibras colinérgicas, no axoplasma, fora das 
vesículas.
DESTRUIÇÃO: uma vez secretada é degradada 
em íon acetato e em colina pela enzima 
acetilcolinesterase.
ACETILCOLINESTERASE
Acetil-coa + Colina Acetilcolina
Acetato
+
Colina
63
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
64
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
NORADRENALINA:
DESTRUIÇÃO: 
Recaptação pela própria terminação nervosa - Difusão
Destruição por enzimas: - Monoaminaoxidase (MAO): botão terminal.
- catecolortometiltransferase (COMT): fenda.
1. TIROSINA DOPA
2. DOPA DOPAMINA
3. TRANSPORTE DE DOPAMINA PARA DENTRO DAS VESÍCULAS
4. DOPAMINA NORADRENALINA
5. NORADRENALINA ADRENALINA
HIDROXILAÇÃO
DESCARBOXILAÇÃO
METILAÇÃO
HIDROXILAÇÃO MAO
COMT
A síntese começa no axoplasma e é completada no interior das vesículas. Nas fibras nervosas.
Derivada da tirosina (aminoácido não essencial).
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
66
67
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
Profa. Maria Isabel Morgan Martins.
68
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
CIRCUITOS CONVERGENTES E DIVERGENTES
- Convergente: vários neurônios pré-sináptico dirigem-se para
um único neurônio pós-sináptico. Três células pré-sinápticas
convergem sobre o mesmo corpo celular pós-sináptico.
- Divergente: os axônios da maioria dos neurônios pré-sináptico
divergem sobre diversos neurônios pós-sinápticos. Um
neurônio faz sinapse com duas células pós-sinápticas que,
por sua vez, fazem sinapse com quatro neurônios efetores.
- Circuito Reverberativo: nunca para, sempre está funcionando –
MEMÓRIA – VIDA VEGETATIVA.
69
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
RESPOSTA DOS POTENCIAS PÓS-SINÁPTICOS:
 Os potencias pós-sinápticos são graduados e não são propagados.
 O grau em que uma sinapse pode afetar a atividade elétrica da célula pós-
sináptica depende da distância entre a sinapse e a membrana
eletricamente excitável do corpo celular.
 Somação Espacial: é o resultado da geração de dois ou mais Potenciais Pós-
sinápticos (PPS), simultaneamente, em diferentes sinapses sobre a região
receptiva da célula. Atividade está presente em mais de um botão sináptico ao
mesmo tempo.
 Somação Temporal: ocorre quando dois ou mais potenciais de ação chegam a um
terminal pré-sináptico a intervalo muito pequeno. Estímulos aferentes repetidos
antes que o PPSE termine (pare).
 Facilitação: quando um axônio pré-sináptico recebe estímulos repetidos, a
resposta pós-sinápticos pode aumentar a cada estimulação.
71
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
IMPULSO GERADO PODE SER EXCITATÓRIO (PPSE) 
OU INIBITÓRIO (PPSI) – PÓS-SINÁPTICOS (PPS):
PPSE (Potencial Pós Sináptico Excitatório): a
despolarização é gerada pela somação dos botões
ativos – Potencial de Ação (PA) – ocorre a ligação
entre o mediador e a célula receptora.
PPSI (Potencial Pós Sináptico Inibitório): reduz a
probabilidade de ocorrer o PA, por aumentar o efluxo
de K+ e/ou influxo de Cl-. Os potenciais Inibitórios
podem ser temporais e espaciais.
72
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
76
JUNÇÃO NEUROMUSCULAR
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
77
JUNÇÃO NEUROMUSCULAR
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
Visão global de uma junção 
neuromuscular: 
1 – Axônio
2 - Junção 
3 - Fibra muscular
4 - Miofibrila 
Visão detalhada de uma junção 
neuromuscular:
1 - Elemento pré-sinaptico 
2 - Retículo sarcoplasmático 
3 - Vesículas sinápticas
4 - Receptor nicotínico 
78
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
79
Figure 8.07 
Summary of 
Events of 
Contraction and 
Relaxation
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
80
Figure 1 
Neuromuscular 
Junction
(Tortora,2006)
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
81
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
82
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
83
Figure 2 
Organization of 
Skeletal Muscle 
and its Connective 
Tissue Coverings 
(Tortora, 2006)
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
84
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
85
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
86
ESTRUTURA DO MÚSCULO ESQUELÉTICO
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
87
Figure 8.02 Organization 
of Skeletal Muscle from 
Gross to Molecular 
Levels
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
88
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
89
Figure 8.04 Sliding-
Filament Mechanism 
of Muscle Contraction
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
90
Figure 8.06 The Contraction Cycle 
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
91
Profa. Maria Isabel Morgan 
Martins.
92
Vamos nos superar!
Profa. Maria Isabel Morgan Martins 93

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