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Centro: Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN).
Unidade: Instituto de Física.
Turma: FÍSICA-IV [TURMA 1 (9922) & TURMA 2 (9925)]
Professor: Bruno de Moura Escher
(coordenador)
Sala: A318-4
e-mail: bmescher@if.ufrj.br
2018/1
Aula 15: Relatividade Restrita.
• Dilatação do tempo, tempo próprio e fator de Lorentz.
Paradoxo dos gêmeos;
• Contração do espaço: comprimentos paralelo e perpendicular
ao movimento. Comprimento próprio e Paradoxo do Celeiro;
• Eventos no espaço-tempo vistos em diferentes referenciais
inerciais. Transformações de Lorentz para as coordenadas;
• Transformações de Lorentz para a velocidade;
• Efeito Doppler para Ondas Eletromagnéticas.
Aula 15: Relatividade Restrita.
• Dilatação do tempo, tempo próprio e fator de Lorentz.
Paradoxo dos gêmeos;
• Contração do espaço: comprimentos paralelo e perpendicular
ao movimento. Comprimento próprio e Paradoxo do Celeiro;
• Eventos no espaço-tempo vistos em diferentes referenciais
inerciais. Transformações de Lorentz para as coordenadas;
• Transformações de Lorentz para a velocidade;
• Efeito Doppler para Ondas Eletromagnéticas.
Aula 15: Relatividade Restrita.
Aula 15: Relatividade Restrita.
O tempo é uma quantidade que depende do referencial. O efeito
da dilatação do tempo é dado pela equação:
ATENÇÃO (CUIDADO!): pode-se falar em TEMPO PRÓPRIO
apenas na situação onde dois eventos ocorrem em instantes
distintos e em posições iguais.
Aula 15: Relatividade Restrita.
O tempo é uma quantidade que depende do referencial. O efeito
da dilatação do tempo é dado pela equação:
Aula 15: Relatividade Restrita.
Exemplo. Considere um relógio que se move com velocidade v em
relação a um referencial inercial. Num dado instante, o relógio em
movimento é zerado. Após se deslocar uma distância L, verifica-
se que o relógio atrasou x segundos. Determine L.
Aula 15: Relatividade Restrita.
Exemplo. Considere um relógio que se move com velocidade v em
relação a um referencial inercial. Num dado instante, o relógio em
movimento é zerado. Após se deslocar uma distância L, verifica-
se que o relógio atrasou x segundos. Determine L.
�t =
L
v
Aula 15: Relatividade Restrita.
Exemplo. Considere um relógio que se move com velocidade v em
relação a um referencial inercial. Num dado instante, o relógio em
movimento é zerado. Após se deslocar uma distância L, verifica-
se que o relógio atrasou x segundos. Determine L.
�t =
L
v
�t =
�t0p
1� v2/c2
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Exemplo. Considere um relógio que se move com velocidade v em
relação a um referencial inercial. Num dado instante, o relógio em
movimento é zerado. Após se deslocar uma distância L, verifica-
se que o relógio atrasou x segundos. Determine L.
�t =
L
v
�t =
�t0p
1� v2/c2
�t =
�t� xp
1� v2/c2
Aula 15: Relatividade Restrita.
Exemplo. Considere um relógio que se move com velocidade v em
relação a um referencial inercial. Num dado instante, o relógio em
movimento é zerado. Após se deslocar uma distância L, verifica-
se que o relógio atrasou x segundos. Determine L.
�t =
L
v
�t =
�t0p
1� v2/c2
�t =
�t� xp
1� v2/c2
�t =
x
1�p1� v2/c2
Aula 15: Relatividade Restrita.
Exemplo. Considere um relógio que se move com velocidade v em
relação a um referencial inercial. Num dado instante, o relógio em
movimento é zerado. Após se deslocar uma distância L, verifica-
se que o relógio atrasou x segundos. Determine L.
�t =
L
v
�t =
�t0p
1� v2/c2
�t =
�t� xp
1� v2/c2
�t =
x
1�p1� v2/c2
L =
xv
1�p1� v2/c2
Aula 15: Relatividade Restrita.
Considere duas astronautas gammas, Terrana e Austriana. A
astronauta Terrana permanece na Terra enquanto sua irmã gêmea
Austriana faz uma viagem com velocidade muito elevada,
percorrendo diversos astros. Por causa da dilatação do tempo
relativístico, para Terrana, a Austriana deve envelhecer mais
devagar. Assim, ao retornar para a Terra, Austriana deve
apresentar mais nova que Terrana. Agora surge o paradoxo: Se
todos os referenciais inerciais são equivalentes, Terrana não
deveria apresentar mais nova que Austriana, do ponto de vista da
Austriana?
Aula 15: Relatividade Restrita.
Considere duas astronautas gammas, Terrana e Austriana. A
astronauta Terrana permanece na Terra enquanto sua irmã gêmea
Austriana faz uma viagem com velocidade muito elevada,
percorrendo diversos astros. Por causa da dilatação do tempo
relativístico, para Terrana, a Austriana deve envelhecer mais
devagar. Assim, ao retornar para a Terra, Austriana deve
apresentar mais nova que Terrana. Agora surge o paradoxo: Se
todos os referenciais inerciais são equivalentes, Terrana não
deveria apresentar mais nova que Austriana, do ponto de vista da
Austriana?
Solução: Uma das duas não pode estar num referencial inercial. A
equação da dilatação vale para um ref. inercial.
Aula 15: Relatividade Restrita.
Considere duas astronautas gammas, Terrana e Austriana. A
astronauta Terrana permanece na Terra enquanto sua irmã gêmea
Austriana faz uma viagem com velocidade muito elevada,
percorrendo diversos astros. Por causa da dilatação do tempo
relativístico, para Terrana, a Austriana deve envelhecer mais
devagar. Assim, ao retornar para a Terra, Austriana deve
apresentar mais nova que Terrana. Agora surge o paradoxo: Se
todos os referenciais inerciais são equivalentes, Terrana não
deveria apresentar mais nova que Austriana, do ponto de vista da
Austriana?
Solução: Uma das duas não pode estar num referencial inercial. A
equação da dilatação vale para um ref. inercial.
Em realidade, a gravidade também altera o tempo. Assim, o
paradoxo dos gêmeos é resolvido completamente na rel. geral.
• Dilatação do tempo, tempo próprio e fator de Lorentz.
Paradoxo dos gêmeos;
• Contração do espaço: comprimentos paralelo e perpendicular
ao movimento. Comprimento próprio e Paradoxo do Celeiro;
• Eventos no espaço-tempo vistos em diferentes referenciais
inerciais. Transformações de Lorentz para as coordenadas;
• Transformações de Lorentz para a velocidade;
• Efeito Doppler para Ondas Eletromagnéticas.
Aula 15: Relatividade Restrita.
Aula 15: Relatividade Restrita.
O comprimento é uma quantidade que depende do referencial. O
efeito da contração do comprimento (paralelo) é dado pela
equação:
Aula 15: Relatividade Restrita.
O comprimento é uma quantidade que depende do referencial. O
efeito da contração do comprimento (paralelo) é dado pela
equação:
Aula 15: Relatividade Restrita.
O comprimento é uma quantidade que depende do referencial. O
efeito da contração do comprimento (paralelo) é dado pela
equação:
ATENÇÃO (CUIDADO!): pode-se falar em COMPRIMENTO
PRÓPRIO apenas na situação onde dois eventos ocorrem em
posições diferentes e em tempos iguais.
Aula 15: Relatividade Restrita.
Considere uma nave de comprimento natural 2L que viaja com
velocidade v=c (15/16)^(1/2). Uma caixa aberta de comprimento L
está no caminho da nave, conforme a figura.
Note que o tamanho da nave para o referencial da caixa é L/2,
enquanto o comprimento da caixa para o referencial da nave é L/
4. Assim, para a caixa, a nave cabe dentro da caixa. Para a nave, a
caixa não tem tamanho suficiente.
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Considere uma nave de comprimento natural 2L que viaja com
velocidade v=c (15/16)^(1/2). Uma caixa aberta de comprimento L
está no caminho da nave, conforme a figura.
Solução: A conclusão de “caber" ou “não caber” envolve o conceito
de simultaneidade, que é um conceito relativo. Assim, não existe
conflito com a teoria da relatividade.
Note que o tamanho da nave para o referencial da caixa é L/2,
enquanto o comprimento da caixa para o referencial da naveé L/
4. Assim, para a caixa, a nave cabe dentro da caixa. Para a nave, a
caixa não tem tamanho suficiente.
• Dilatação do tempo, tempo próprio e fator de Lorentz.
Paradoxo dos gêmeos;
• Contração do espaço: comprimentos paralelo e perpendicular
ao movimento. Comprimento próprio e Paradoxo do Celeiro;
• Eventos no espaço-tempo vistos em diferentes referenciais
inerciais. Transformações de Lorentz para as coordenadas;
• Transformações de Lorentz para a velocidade;
• Efeito Doppler para Ondas Eletromagnéticas.
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Aula 15: Relatividade Restrita.
Considere o acontecimento de um dado evento. Para o referencial
S, o evento ocorreu no ponto (x,y,z) e no tempo t, enquanto para o
referencial S’ o evento se passou nas coordenadas (x’,y’,z’) e t’.
Qual a conexão entre essas coordenadas (x,y,z,t) e (x’,y’,z’,t’)?
Aula 15: Relatividade Restrita.
Considere o acontecimento de um dado evento. Para o referencial
S, o evento ocorreu no ponto (x,y,z) e no tempo t, enquanto para o
referencial S’ o evento se passou nas coordenadas (x’,y’,z’) e t’.
Qual a conexão entre essas coordenadas (x,y,z,t) e (x’,y’,z’,t’)?
Para cada referencial, o espaço
é homogêneo, isotrópico e o
tempo flui da mesma forma,
independente da posição:
x = f1x
0
+ f2y
0
+ f3z
0
+ f4t
0
+ f5
y = g1x
0
+ g2y
0
+ g3z
0
+ g4t
0
+ g5
z = h1x
0
+ h2y
0
+ h3z
0
+ h4t
0
+ h5
t = l1x
0
+ l2y
0
+ l3z
0
+ l4t
0
+ l5
x = f1x
0
+ f4t
0
y = y
0
z = z
0
t = h1x
0
+ h4t
0
Aula 15: Relatividade Restrita.
Considere o acontecimento de um dado evento. Para o referencial
S, o evento ocorreu no ponto (x,y,z) e no tempo t, enquanto para o
referencial S’ o evento se passou nas coordenadas (x’,y’,z’) e t’.
Qual a conexão entre essas coordenadas (x,y,z,t) e (x’,y’,z’,t’)?
Para cada referencial, o espaço
é homogêneo, isotrópico e o
tempo flui da mesma forma,
independente da posição:
Aula 15: Relatividade Restrita.
Considere o acontecimento de um dado evento. Para o referencial
S, o evento ocorreu no ponto (x,y,z) e no tempo t, enquanto para o
referencial S’ o evento se passou nas coordenadas (x’,y’,z’) e t’.
Qual a conexão entre essas coordenadas (x,y,z,t) e (x’,y’,z’,t’)?
Pelo gráfico, temos que: x = ut+ L
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Considere o acontecimento de um dado evento. Para o referencial
S, o evento ocorreu no ponto (x,y,z) e no tempo t, enquanto para o
referencial S’ o evento se passou nas coordenadas (x’,y’,z’) e t’.
Qual a conexão entre essas coordenadas (x,y,z,t) e (x’,y’,z’,t’)?
Pelo gráfico, temos que: x = ut+ L = ut+
p
1 + (u/c)2x
0
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Considere o acontecimento de um dado evento. Para o referencial
S, o evento ocorreu no ponto (x,y,z) e no tempo t, enquanto para o
referencial S’ o evento se passou nas coordenadas (x’,y’,z’) e t’.
Qual a conexão entre essas coordenadas (x,y,z,t) e (x’,y’,z’,t’)?
Pelo gráfico, temos que: x = ut+ L = ut+
p
1 + (u/c)2x
0
E o resultado ao rearranjar os
termos é:
Aula 15: Relatividade Restrita.
Considere o acontecimento de um dado evento. Para o referencial
S, o evento ocorreu no ponto (x,y,z) e no tempo t, enquanto para o
referencial S’ o evento se passou nas coordenadas (x’,y’,z’) e t’.
Qual a conexão entre essas coordenadas (x,y,z,t) e (x’,y’,z’,t’)?
Pelo gráfico, temos que: x = ut+ L = ut+
p
1 + (u/c)2x
0
E o resultado ao rearranjar os
termos é: x
0
=
x� utp
1� (u/c)2
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Considere o acontecimento de um dado evento. Para o referencial
S, o evento ocorreu no ponto (x,y,z) e no tempo t, enquanto para o
referencial S’ o evento se passou nas coordenadas (x’,y’,z’) e t’.
Qual a conexão entre essas coordenadas (x,y,z,t) e (x’,y’,z’,t’)?
Os referenciais S e S’ são
equivalentes do ponto de vista
físico, assim, vale a igualdade:
x =
x
0 � ut0p
1� (u/c)2
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Portanto, dado um evento que ocorreu nas coordenadas espaço-
temporais do referencial S (x,y,z,t), esse mesmo evento será
visto pelo referencial S’ nas coordenadas (x’,y’,z’,t’) dadas por:
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Portanto, dado um evento que ocorreu nas coordenadas espaço-
temporais do referencial S (x,y,z,t), esse mesmo evento será
visto pelo referencial S’ nas coordenadas (x’,y’,z’,t’) dadas por:
• Dilatação do tempo, tempo próprio e fator de Lorentz.
Paradoxo dos gêmeos;
• Contração do espaço: comprimentos paralelo e perpendicular
ao movimento. Comprimento próprio e Paradoxo do Celeiro;
• Eventos no espaço-tempo vistos em diferentes referenciais
inerciais. Transformações de Lorentz para as coordenadas;
• Transformações de Lorentz para a velocidade;
• Efeito Doppler para Ondas Eletromagnéticas.
Aula 15: Relatividade Restrita.
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Agora podemos calcular como a velocidade de um dado objeto se
transforma entre os referenciais inerciais.
Para o referencial S, a componente x da velocidade de um dado
objeto é calculada como:
(x0 +�x, t0 +�t)
(x0, t0)
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Agora podemos calcular como a velocidade de um dado objeto se
transforma entre os referenciais inerciais.
Para o referencial S, a componente x da velocidade de um dado
objeto é calculada como:
(x0 +�x, t0 +�t)
(x0, t0) {
Aula 15: Relatividade Restrita.
Agora podemos calcular como a velocidade de um dado objeto se
transforma entre os referenciais inerciais.
Para o referencial S, a componente x da velocidade de um dado
objeto é calculada como:
(x0 +�x, t0 +�t)
(x0, t0) { vx = �x�t
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Agora podemos calcular como a velocidade de um dado objeto se
transforma entre os referenciais inerciais.
Para o referencial S, a componente x da velocidade de um dado
objeto é calculada como:
(x0 +�x, t0 +�t)
(x0, t0)
(x
0
0, t
0
0)
{ vx = �x�t
Aula 15: Relatividade Restrita.
Agora podemos calcular como a velocidade de um dado objeto se
transforma entre os referenciais inerciais.
Para o referencial S, a componente x da velocidade de um dado
objeto é calculada como:
(x0 +�x, t0 +�t)
(x0, t0)
(x
0
0 +�x
0
, t
0
0 +�t
0
)
(x
0
0, t
0
0)
{ vx = �x�t
Aula 15: Relatividade Restrita.
Agora podemos calcular como a velocidade de um dado objeto se
transforma entre os referenciais inerciais.
Para o referencial S, a componente x da velocidade de um dado
objeto é calculada como:
(x0 +�x, t0 +�t)
(x0, t0)
(x
0
0 +�x
0
, t
0
0 +�t
0
)
(x
0
0, t
0
0)
{ vx = �x�t
{
Aula 15: Relatividade Restrita.
Agora podemos calcular como a velocidade de um dado objeto se
transforma entre os referenciais inerciais.
Para o referencial S, a componente x da velocidade de um dado
objeto é calculada como:
(x0 +�x, t0 +�t)
(x0, t0)
(x
0
0 +�x
0
, t
0
0 +�t
0
)
(x
0
0, t
0
0)
{ vx = �x�t
{ v0x = �x0�t0 = �(�x� u�t)�(�t� u�x/c2)
Aula 15: Relatividade Restrita.
Agora podemos calcular como a velocidade de um dado objeto se
transforma entre os referenciais inerciais.
Para o referencial S, a componente x da velocidade de um dado
objeto é calculada como:
(x0 +�x, t0 +�t)
(x0, t0)
(x
0
0 +�x
0
, t
0
0 +�t
0
)
(x
0
0, t
0
0)
{ vx = �x�t
{ v0x = �x0�t0 = �(�x� u�t)�(�t� u�x/c2)
v
0
x =
vx � u
1� uvx/c2
Aula 15: Relatividade Restrita.
Agora podemos calcular como a velocidade de um dado objeto se
transforma entre os referenciais inerciais.
Para o referencial S, a componente x da velocidade de um dado
objeto é calculada como:
(x0 +�x, t0 +�t)
(x0, t0)
(x
0
0 +�x
0
, t
0
0+�t
0
)
(x
0
0, t
0
0)
{ vx = �x�t
{ v0x = �x0�t0 = �(�x� u�t)�(�t� u�x/c2)
v
0
x =
vx � u
1� uvx/c2
Demonstre o seguinte resultado
para a componente y (z):
Aula 15: Relatividade Restrita.
Agora podemos calcular como a velocidade de um dado objeto se
transforma entre os referenciais inerciais.
Para o referencial S, a componente x da velocidade de um dado
objeto é calculada como:
(x0 +�x, t0 +�t)
(x0, t0)
(x
0
0 +�x
0
, t
0
0 +�t
0
)
(x
0
0, t
0
0)
{ vx = �x�t
{ v0x = �x0�t0 = �(�x� u�t)�(�t� u�x/c2)
v
0
x =
vx � u
1� uvx/c2
Demonstre o seguinte resultado
para a componente y (z):
v
0
y =
vy
�(1� uvx/c2)
Aula 15: Relatividade Restrita.
A relação entre as componentes x das velocidades é:
Aula 15: Relatividade Restrita.
A relação entre as componentes x das velocidades é:
Aula 15: Relatividade Restrita.
Exemplo. Dado que um feixe de luz se propaga com velocidade
vx=c para um dado referencial, determine a velocidade no
referencial S’.
Aula 15: Relatividade Restrita.
Exemplo. a) Uma espaçonave que se afasta da Terra com uma
velocidade igual a 0,900c dispara uma sonda espacial com um robô
com uma velocidade igual a 0,700c em relação à espaçonave em
sua mesma direção e sentido. Qual é a velocidade da sonda
espacial em relação à Terra? b) Um ônibus espacial tenta alcançar
a espaçonave se deslocando com velocidade igual a 0,950c em
relação à Terra. Qual a velocidade do ônibus em relação à
espaçonave?
• Dilatação do tempo, tempo próprio e fator de Lorentz.
Paradoxo dos gêmeos;
• Contração do espaço: comprimentos paralelo e perpendicular
ao movimento. Comprimento próprio e Paradoxo do Celeiro;
• Eventos no espaço-tempo vistos em diferentes referenciais
inerciais. Transformações de Lorentz para as coordenadas;
• Transformações de Lorentz para a velocidade;
• Efeito Doppler para Ondas Eletromagnéticas.
Aula 15: Relatividade Restrita.
Aula 15: Relatividade Restrita.
A velocidade da Luz é a mesma para todos os referenciais
inerciais. O que ocorre com o comprimento de onda e a frequência
da luz emitida quando a fonte se move em relação ao receptor?
Temos assim o EFEITO DOPPLER RELATIVÍSTICO para ondas
eletromagnéticas.
Aula 15: Relatividade Restrita.
A velocidade da Luz é a mesma para todos os referenciais
inerciais. O que ocorre com o comprimento de onda e a frequência
da luz emitida quando a fonte se move em relação ao receptor?
Temos assim o EFEITO DOPPLER RELATIVÍSTICO para ondas
eletromagnéticas.
f =
c
(c� u)T
Aula 15: Relatividade Restrita.
A velocidade da Luz é a mesma para todos os referenciais
inerciais. O que ocorre com o comprimento de onda e a frequência
da luz emitida quando a fonte se move em relação ao receptor?
Temos assim o EFEITO DOPPLER RELATIVÍSTICO para ondas
eletromagnéticas.
f =
c
(c� u)T T =
T0p
1� (u/c)2
Aula 15: Relatividade Restrita.
A velocidade da Luz é a mesma para todos os referenciais
inerciais. O que ocorre com o comprimento de onda e a frequência
da luz emitida quando a fonte se move em relação ao receptor?
Temos assim o EFEITO DOPPLER RELATIVÍSTICO para ondas
eletromagnéticas.
f =
c
(c� u)T T =
T0p
1� (u/c)2 f =
r
c+ u
c� uf0
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A velocidade da Luz é a mesma para todos os referenciais
inerciais. O que ocorre com o comprimento de onda e a frequência
da luz emitida quando a fonte se move em relação ao receptor?
Temos assim o EFEITO DOPPLER RELATIVÍSTICO para ondas
eletromagnéticas.
f =
c
(c� u)T T =
T0p
1� (u/c)2 f =
r
c+ u
c� uf0
Aula 15: Relatividade Restrita.
A velocidade da Luz é a mesma para todos os referenciais
inerciais. O que ocorre com o comprimento de onda e a frequência
da luz emitida quando a fonte se move em relação ao receptor?
Temos assim o EFEITO DOPPLER RELATIVÍSTICO para ondas
eletromagnéticas.
f =
c
(c� u)T T =
T0p
1� (u/c)2 f =
r
c+ u
c� uf0
Aula 15: Relatividade Restrita.
Exemplo. A luz azul que vemos saindo do jato da figura anterior
possui frequência de 6,66.10^14Hz, mas no sistema de referência
da matéria possui frequência de 5,55.10^13Hz. Com que
velocidade o jato se move em nossa direção?