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motilidade digestorio 17

Resumo sobre o aparelho digestório: funções (ingestão, mastigação, deglutição, digestão, absorção, eliminação), estrutura (tubo digestivo e glândulas anexas) e detalhamento da mastigação e das fases e reflexos da deglutição (oral, faríngea, esofágica).

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Sistema digestório
DIGESTÓRIO
 Funções
 Ingestão: introdução do alimento na boca
 Mastigação: reduz o tamanho do alimento e realiza a
mistura com a saliva
 Deglutição: ato de engolir o alimento, levando-o à
faringe e ao esôfago
 Digestão: quebra mecânica e química do alimento
para ser absorvido
 Absorção: passagem das moléculas do alimento do
intestino delgado para o sangue
 Eliminação: remoção dos resíduos indigestos do trato
gastrointestinal
APARELHO DIGESTÓRIO
 Tubo digestivo
 Glândulas anexas
O alimento deve ser processado para que o corpo absorva e 
utilize seus nutrientes. Ele passa através do corpo e é 
transformado em seus componentes básicos por enzimas. O 
excesso não digerido é excretado. 
É voluntária, porém contém componentes reflexos.
Exige controle coordenado dos músculos da orofaringe, da 
posição dos lábios, bochechas e língua.
Envolve várias estruturas do Sistema Nervoso.
MASTIGAÇÃO
 
mistura para deglutição
redução em partículas 
menores para a digestão
satisfação para comer
- Necessária para transformar sólidos em uma massa do tamanho, 
formato e consistência adequados para seu transporte pelo TGI. 
- Importante também porque permite ao indivíduo saborear o 
alimento, contribuindo assim, para a decisão de se e quando 
ocorrerá a deglutição.
- Requer uma complexa variação na força e velocidade 
dos movimentos da mandíbula, segurando 
e triturando o sólido com o auxílio dos dentes.
- Durante a mastigação, os lábios, as bochechas 
e a língua têm a função de posicionar o sólido 
sobre as superfícies trituradoras. 
- A língua também ajuda a reduzir sólidos macios e solúveis 
esmagando-os contra as estruturas ósseas da cavidade oral, 
misturando-os aos elementos líquidos do conteúdo ingerido e à 
saliva que dissolvem e lubrificam o bolo alimentar.
MASTIGAÇÃO
O ciclo mastigatório
 
Movimentos do TGI
Não apenas a direção da condução do alimento é 
importante (oral-anal) para uma adequada digestão e 
absorção mas também o tempo durante o qual o 
alimento permanece em cada segmento do TGI. 
Daí a importância do conhecimento dos fenômenos 
motores do tubo digestório 
Funções da deglutição
As fases da deglutição: 
oral, faríngea e esofágica
Regulação da deglutição
Deglutição
Funções
transporte de substâncias, nutrientes e água da cavidade oral para 
o estômago
limpeza da cavidade oral por remoção constante da saliva e de 
restos alimentares. 
Lubrificação da orofaringe e do esôfago.
Remoção de ácido presente no esôfago devido a eventuais 
refluxos gastro-esofágicos.
Deglutição
O início da deglutição (na cavidade oral) está sob 
controle voluntário mas os fenômenos motores da 
faringe e do esôfago são involuntários ou reflexos.
Isto significa que, uma vez transmitidos os sinais ao 
SNC, as fases faríngea e esofágica são deflagradas 
reflexamente.
Deglutição
Principais 
eventos que 
participam do 
reflexo da 
deglutição:
http://www.hopkins-gi.org/GDL_Disease.aspx?SS=&CurrentUDV=31&GDL_Cat_ID=BB532D8A-43CB-416C-9FD2-
A07AC6426961&GDL_Disease_ID=0E11DE8C-7FB7-47AE-BC76-766AC830F7BA - Veja a Figura 6 e a animação on-line relacionada à deglutição .
Principais 
eventos que 
participam do 
reflexo da 
deglutição:
fase voluntária
Fase oral ou voluntária: a língua separa parte ou todo o bolo 
alimentar (BA) e o comprime para cima contra o palato duro e 
para trás (palato mole) em direção ao istmo das fauces..., 
forçando-o contra a faringe, o estímulos tácteis iniciam o 
reflexo da deglutição.
http://www.hopkins-gi.org/GDL_Disease.aspx?SS=&CurrentUDV=31&GDL_Cat_ID=BB532D8A-43CB-416C-9FD2-
A07AC6426961&GDL_Disease_ID=0E11DE8C-7FB7-47AE-BC76-766AC830F7BA - Veja a Figura 6 e a animação on-line relacionada à deglutição .
Fase oral ou voluntária: a língua separa parte ou todo o bolo 
alimentar (BA) e o comprime para cima contra o palato duro e 
para trás (palato mole) em direção ao istmo das fauces..., 
forçando-o contra a faringe, onde estímulos tácteis iniciam o 
reflexo da deglutição.
Principais 
eventos que 
participam do 
reflexo da 
deglutição:
fase voluntária
http://www.hopkins-gi.org/GDL_Disease.aspx?SS=&CurrentUDV=31&GDL_Cat_ID=BB532D8A-43CB-416C-9FD2-
A07AC6426961&GDL_Disease_ID=0E11DE8C-7FB7-47AE-BC76-766AC830F7BA - Veja a Figura 6 e a animação on-line relacionada à deglutição .
Principais 
eventos que 
participam do 
reflexo da 
deglutição:
fase involuntária
Fase faríngea: fechamento das pregas vocais, da epiglote,
levantamento da faringe e abertura do esfíncter esofágico
superior (EES) com simultânea inibição da respiração.
Logo após a passagem do bolo alimentar pela orofaringe,
abrem-se as pregas vocais, a epiglote relaxa, o EES se fecha
e é reiniciada a respiração.
http://www.hopkins-gi.org/GDL_Disease.aspx?SS=&CurrentUDV=31&GDL_Cat_ID=BB532D8A-43CB-416C-9FD2-
A07AC6426961&GDL_Disease_ID=0E11DE8C-7FB7-47AE-BC76-766AC830F7BA - Veja a Figura 6 e a animação on-line relacionada à deglutição .
Fase faríngea: fechamento das pregas vocais, da epiglote,
levantamento da faringe e abertura do esfíncter esofágico
superior (EES) com simultânea inibição da respiração.
Logo após a passagem do bolo alimentar pela orofaringe,
abrem-se as pregas vocais, a epiglote relaxa, o EES se fecha
e é reiniciada a respiração.
Principais 
eventos que 
participam do 
reflexo da 
deglutição:
fase involuntária
http://www.hopkins-gi.org/GDL_Disease.aspx?SS=&CurrentUDV=31&GDL_Cat_ID=BB532D8A-43CB-416C-9FD2-
A07AC6426961&GDL_Disease_ID=0E11DE8C-7FB7-47AE-BC76-766AC830F7BA - Veja a Figura 6 e a animação on-line relacionada à deglutição .
Principais 
eventos que 
participam do 
reflexo da 
deglutição:
fase involuntária
Fase esofágica: podemos considerar a motilidade esofágica
como sendo a continuação da deglutição: uma onda
peristáltica começa logo abaixo do EES que desloca-se até o
esfíncter esofágico inferior (EEI), relaxando-o e permitindo a
entrada do bolo alimentar no estômago (relaxamento
receptivo).
http://www.hopkins-gi.org/GDL_Disease.aspx?SS=&CurrentUDV=31&GDL_Cat_ID=BB532D8A-43CB-416C-9FD2-
A07AC6426961&GDL_Disease_ID=0E11DE8C-7FB7-47AE-BC76-766AC830F7BA - Veja a Figura 6 e a animação on-line relacionada à deglutição .
Principais 
eventos que 
participam do 
reflexo da 
deglutição:
fase involuntária
http://www.hopkins-gi.org/GDL_Disease.aspx?SS=&CurrentUDV=31&GDL_Cat_ID=BB532D8A-43CB-416C-9FD2-
A07AC6426961&GDL_Disease_ID=0E11DE8C-7FB7-47AE-BC76-766AC830F7BA - Veja a Figura 6 e a animação on-line relacionada à deglutição .
Principais 
eventos que 
participam do 
reflexo da 
deglutição:
fase involuntária
http://www.hopkins-gi.org/GDL_Disease.aspx?SS=&CurrentUDV=31&GDL_Cat_ID=BB532D8A-43CB-416C-9FD2-
A07AC6426961&GDL_Disease_ID=0E11DE8C-7FB7-47AE-BC76-766AC830F7BA - Veja a Figura 6 e a animação on-line relacionada à deglutição .
Principais 
eventos que 
participam do 
reflexo da 
deglutição:
fase involuntária
http://www.hopkins-gi.org/GDL_Disease.aspx?SS=&CurrentUDV=31&GDL_Cat_ID=BB532D8A-43CB-416C-9FD2-A07AC6426961&GDL_Disease_ID=0E11DE8C-
7FB7-47AE-BC76-766AC830F7BA - Veja a Figura 6, animação e vídeos on-line relacionados à deglutição .
Parede gastrintestinal
Camadas gastrointestinais
• Camada Mucosa- camada mais interna :
• Epitélió-reveste o lumen do TGI 
• lamina própria –rica em vários tipos de glândulas, 
contem linfonodos e capilares
• muscular da mucosa-camada mais fina e mais 
interna de músculo liso (dobras e pregas)
Camada Submucosa
• altamentevascularizada
• Onde se encontram os troncos nervosos e os 
vasos sanguíneos 
Camada Muscular
• responsável pelas contrações segmentares e 
peristálticas (circular interna e longitudinal 
externa)
Camada Serosa-
• mais externa, camada de união e proteção
 Funções: 
• Armazenar e Digerir 
• Secreção de suco gástrico
 lipase  digestão dos lipídeos
 pepsina  hidrólise de proteínas
• Secreção de hormônios 
• Regular padrão de digestão
• Absorção de pequenas quantidades de água e 
substâncias dissolvidas 
ESTÔMAGO
 Regiões: 
• Cárdia
• Fundo
• Corpo
• Região Pilórica
O estômago pode ser dividido em:
Reservatório 
gástrico:
contrações
tônicas
Bomba
gástrica:
contrações
fásicas
Fundo
Corpo
Antro
Piloro
3 regiões anatômicas 2 regiões funcionais
website original: http://www.wzw.tum.de/humanbiology/data/motility/34/?alt=english
http://www.wzw.tum.de/humanbiology/data/motility/35/?alt=english
O estômago como reservatório
Relaxamento gástrico é regulado principalmente por reflexos.
Três tipos de relaxamento podem ser observados:
receptivo, adaptivo e relaxamento por feedback
Fibra vagal 
inibitória
Relaxamento 
do 
reservatório 
gástrico
ACH
Centro 
vagal
NO + VIP (SNE)
http://www.wzw.tum.de/humanbiology/data/motility/35/?alt=english
1.Relaxamento 
receptivo
Estímulo 
mecânico 
na faringe
O estômago como reservatório
Relaxamento gástrico é regulado principalmente por reflexos.
2. Relax amento 
adaptat ivo
Receptores 
de tensão
Nutrientes
CCK
3.Relaxamento 
por feedback
Nutrientes
Distensão
Três tipos de relaxamento podem ser observados:
receptivo, adaptivo e relaxamento por feedback
http://www.wzw.tum.de/humanbiology/data/motility/35/?alt=english
Movimentos gástricos de mistura
O deslocamento do alimento do reservatório para 
o antro propicia a mistura e simultaneamente, o 
esvaziamento gástrico.
B
Fundus
Corpus
Antrum
Pylorus
A
Bomba gástrica
contrações 
fásicas
Reservatório 
gástrico 
contrações
tônicas
Graças às contrações tônicas e ondas peristálticas na região do 
corpo gástrico, parte do conteúdo gástrico é deslocado para o antro
Contração 
tonica
Ondas 
peristálticas 
(bomba pilórica)
Antro proximal 
Fluxo retrógrado do antro e fluxo para o 
reservatório
Piloro
Acúmulo 
do quimo
website original: http://www.wzw.tum.de/humanbiology/data/motility/34/?alt=english
Movimentos gástricos de mistura
A função da bomba antral pode ser diferenciada em 3 fases: 
A: fase de propulsão, B: fase de esvaziamento, C: fase de retropulsão
A Fase de propulsão
Contração do antro proximal (PA)
B Fase de esvaziamento
Contração do antro medial (MA)
Propulsão do quimo para o antro 
proximal relaxado+ contração 
duodenal
Fluxo transpilórico e retrógrado
+ relaxamento duodenal 
C Fase de retropulsão
Contração do antro terminal(TA)
Fluxo retrógrado em jato
+ contração duodenal
fases
A B C
10 sec
antro
proximal
antro 
medial
antro
terminal 
Piloro
Duodeno
Pylorus
PA
fechado
aberto
MA
TA
website original: http://www.wzw.tum.de/humanbiology/data/motility/34/?alt=english
Regulação
• Intrínseca: neurônios sensitivos intrínsecos do 
sistema nervoso entérico.(plexos submucoso e 
mioentérico)
• Extrínseca: simpático e parassimpático (vago) 
inervam o músculo liso e o Hormônios 
gastrointestinais tb contribuem
Sistema nervoso entérico
Plexo mioentérico: responsável pelos movimentos intestinais
1-Aumentando tônus da parede do intestino;
2-Aumento da intensidade das contrações;
3-Ligeiro aumento na freqüência da contração;
4-Maior velocidade de condução das ondas excitatórias
5-Poucas ações inibitórias (inibição músculos esfincters)
Plexo submucoso:relacionado com controle da função no interior
da parede do intestino, auxiliando no controle da secreção intestinal
Local, absorção e contração do músculo submucoso
Neurotransmissores
Acetilcolina: excita atividade intestinal
Norepinefrina e epinefrina: inibe atividade intestinal
Outros neurotransmissores como serotonina e dopamina, CCK entre
outros são agentes excitatórios e inibitórios porém suas funções
específicas não estão claras
Controle autonômico do TGI
Parassimpático aumenta atividade do SNE 
Simpático: inibe atividade do TGI 
Agindo diretamente no músculo liso do TGI e inibindo
Neurônios do SNE podendo até bloquear o transito do 
alimento
Controle Hormonal
CCK: aumenta contratilidade da visícula biliar e inibe 
Moderadamente a motilidade do estômago e seu esvaziamento
Secretina: ligeiro efeito inibidor sobre a motilidade do TGI
Peptídeo inibidor gástrico: leve efeito em diminuir atividade
Motora do estômago reduzindo o esvaziamento
O esvaziamento gástrico é controlado apenas em grau moderado por
fatores gástricos como o grau de enchimento do estômago e efeito 
excitatório da gastrina sobre o peristaltismo gástrico
O Controle mais importante do esvaziamento gástrico são os sinais
inibitórios de feedback provenientes do duodeno (reflexos nervosos
e hormonais) 
Redução da velocidade do esvaziamento gástrico
1- quando já existe quantidade excessiva de quimo no intestino 
delgado;
2-o quimo é excessivamente ácido, contém muita proteína ou 
gordura não processada, é hipo ou hipertônico ou irritante.
0bs: velocidade de esvaziamento gástrico é limitada à quantidade
de quimo que pode ser processada pelo intestino delgado
1
2
3
4
5
6
7
8
Motilidade gástrica
• Acidez:diminui intensidade/velocidade de esvaziamento,
desencadeando reflexo neural e liberação de secretina
• Hipertonicidade: diminui intensidade/velocidade de
esvaziamento, desencadeando reflexo neural
• Gordura AGCL: diminui intensidade/velocidade de
esvaziamento,
• aumentando a secreção de CCK no duodeno e jejuno e
contraindo piloro
• Peptídeo inibidor gástrico (GIP) limita esvaziamento
Motilidade Gástrica:
mistura (no corpo) e ondas peristálticas (desde o corpo e 
antro até o piloro (“bomba pilórica”)
Digestive System (Vander, Sherman & Luciano, 2002, McGraw-Hilll)– WEBsite original enquanto disponível: http://www.biocourse.com
Motilidade no Intestino Delgado
MOVIMENTOS DE MISTURA
• Estiramento da parede intestinal
• Freqüência máxima: 
Duodeno = 11-12/minuto
Ileo = 8-9/minuto
PERISTALTISMO
• Velocidade = 0,5 a 2 cm/segundo ( intestino proximal)
• Baixa intensidade (distâncias curtas)
• Função adicional de espalhar o quimo sobre a mucosa 
intestinal
• Estímulos:
Chegada de quimo ao duodeno
Reflexo gastroentérico
Fatores hormonais (gastrina, CCK)
Motilidade no Intestino Delgado
Segmentação
Controle adicional pelo plexo mioentérico
Peristalse
Reflexo local
Estiramento causa relaxamento distal e contração 
proximal (Reflexo intestino-intestinal)
Controle Neural da Motilidade Intestinal
• Após absorção de nutrientes:
– Início da peristalse 
– Material não digerido e absorvido, bactérias e restos 
celulares seguem para o IG
• Válvula Ileocecal
- Controla entrada do quimo para o ceco
- Impede fluxo retrógrado
• Esfíncter Ileocecal
- Habitualmente permanece ligeiramente contraído
- Reflexo gastroileal: peristaltismo ileal intensificado
Motilidade no Intestino Delgado
Atividades reflexas ajudam a coordenar motilidade 
intestinal:
Intestino –intestinal: distensão de um segmento relaxa os 
demais
Ileogástrico – distensão do íleo diminui motilidade 
gástrica
Gastroíleal – distensãodo estômago aumenta movimento 
de material para fora do íleo
Gastrocólico – distensão do estômago aumenta movimento 
de material para fora do cólon (recém- nascido)
Controle Reflexo da Atividade Intestinal
Distensão estômago

 Atividade ID
Distensão 

Mov massa cólon
Distensão gástrica

 Atividade íleo terminal
Distensão íleo

 Motilidade gástricaDilatação de uma porção 
do intestino

Relaxamento do restante
do intestino
Motilidade no Intestino Grosso
500-1500 ml quimo/dia
50-100 ml água/dia
Presença de alimento no estômago:
– Ativação do reflexo gastrocólico
– Inicia peristalse
Reflexos Entero-entéricos
– Reflexo Gastrocólico
– Reflexo Colonocolônico
Motilidade no Intestino Grosso
Motilidade no Intestino Grosso
REFLEXOS
Reflexo
Colonocolonico
Distensão de uma 
porção do cólon
Relaxamento de 
outras partes do 
cólon
Reflexo
Gastrocólico
Ceco distendido
Presença de irritantes no íleo
 contração esfíncter íleocecal
Inibição do peristaltismo ileal
Retardamento do 
esvaziamento adicional de 
quimo proveniente do íleo
• Reflexos mediados 
pelo plexo mioentérico
• Controle da inervação 
extrínseca
REFLEXO
COLONOILEAL
Motilidade no Intestino Grosso
• Movimentos no IG/Funções:
Absorção de água e eletrólitos
Armazenamento de material fecal
• Tipos de movimentos:
Movimentos de mistura / Haustrações
Movimentos propulsivos / Movimentos de Massa
Motilidade no Intestino Grosso
• HAUSTRAÇÕES
Grandes constrições circulares no IG
Ceco e cólon ascendente até transverso
Intensidade máxima em  30 segundos;
duração  60 segundos
Amassam conteúdo fecal facilitando a absorção do 
restante dos sais minerais e água.
Motilidade no Intestino Grosso
MOVIMENTOS DE MASSA
A partir do cólon transverso ao sigmóide
Duração: 10 – 30 minutos 
(reincidência após 12 a 24h)
Conteúdo do lúmen movimentado por maiores distâncias
Massa de fezes empurrada para o reto  defecação 
Motilidade no Intestino Grosso
Cólon
Funções: absorção de água e eletrólitos , armazenamento da
matéria fecal até que a mesma seja expelida. 
Movimentos de mistura (haustrações)
Movimentos propulsivos - movimentos de massa (1 a 3/dia)
Vômito
• Reflexo controlado e coordenado 
pelo centro de vômito (bulbo)
• Impulsos provenientes de várias 
partes do corpo são transmitidos 
por aferentes vagais e simpáticos 
até o centro do vômito
Figure 1. The vomiting center
The initiation of the vomiting reflex occurs 
in the vomiting center (VC). Input from 
higher centers in the brain, the 
chemoreceptor trigger zone (CTZ), or the 
peripheral gastrointestinal tract through 
the vagus nerve modulates the vomiting 
reflex.
Vômito
• Estímulos:
Excesso de distensão ou irritação no 
estômago e duodeno
Fatores psíquicos
Estimulação da zona de gatilho 
quimioreceptora para o vômito
• Zona de gatilho quimioreceptora para o vômito:
Estímulo direto por alguns fármacos (morfina, alguns digitálicos)
Resposta bloqueada pela eliminação desta área
Reflexo mantido para estímulos GIs
Centro do Vômito 
Distensão ou irritação 
no duodeno
Estímulo tátil da parte 
posterior da garganta
Onda de peristalse 
reversa ID → estômago
Mecanoreceptores e 
quimioreceptores no 
estômago e duodeno
Receptores 
labirínticos
Hormônios (ex. 
na gravidez)
Zona de gatilho 
quimioreceptora
Medicamentos
Sequência de eventos no vômito:
1. Salivação estimulada
2. Inspiração forçada;  pressão 
intratorácica
3. Contração dos múscs abdominais –
 da pressão intra-abdominal
4. Glote fechada, laringe elevada 
5. Palato mole elevado 
6. Aumento da pressão intragástrica 
contra EEI fechado
7. EEI relaxado, conteúdo gástrico 
expelido
Mecanorecepto 
res na garganta
Vômito
• Peristaltismo inverso começa no meio do I.D.
• Esfíncter pilórico e estômago se relaxam
• Inspiração forçada com glote fechada (valsalva)
• diminui pressão intratoráxica
• Contração forçada dos músculos abdominais
• Aumenta pressão intra-abdominal
• Esfíncter esofágico inferior relaxa
• Piloro e antro se contraem
Exemplo de antiperistalse: o vômito
Modificado de Berne & Levy, 1993/Cristina, 1998

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