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Prévia do material em texto

Francisco Eunivanes
Cálculo e Administração de medicamentos
Apoio: anhanguera
Realização:
Importância
 	A administração segura e precisa de medicamentos é uma das mais importantes responsabilidades do profissional de enfermagem. 
	O profissional é responsável pela compreensão dos efeitos de uma droga, pelo preparo e administração correta, pela monitorização da resposta do paciente e pelo auxílio ao paciente na auto-administração correta.
Atenção!
A administração de medicamentos é uma responsabilidade do enfermeiro, mesmo que esteja sendo executada por outro membro da equipe de enfermagem, conforme o Decreto lei 94.406/87 que regulamenta a lei do exercício da Enfermagem.
Resoluções do Cofen
 225/ 2000
Art. 1º- É vedado ao Profissional de Enfermagem aceitar, praticar, cumprir ou executar prescrições medicamentosas/terapêuticas, oriundas de qualquer Profissional da Área de Saúde, através de rádio, telefonia ou meios eletrônicos, onde não conste a assinatura dos mesmos.
Art. 2º - Não se aplica ao artigo anterior as situações de urgência, na qual, efetivamente, haja iminente e grave risco de vida do cliente.
 311/ 2007
Art. 37 – (direito)Recusar-se a executar prescrição medicamentosa e terapêutica, onde não conste a assinatura e o número de registro do profissional, exceto em situações de urgência e emergência.
Parágrafo único - O profissional de enfermagem poderá recusar-se a executar prescrição medicamentosa e terapêutica em caso de identificação de erro ou ilegibilidade.
 281/ 2003
Art. 1º - É vedado a qualquer Profissional de Enfermagem executar a repetição de prescrição de medicamentos, por mais de 24 horas, salvo quando a mesma é validada nos termos legais.
Parágrafo único: A situação de exceção prevista no caput, deverá estar especificada por escrito, pelo profissional responsável pela prescrição ou substituto, sendo vedada autorização verbal, observando-se as situações expostas na Resolução COFEN nº. 225/2000.
Art. 2º - Quando completar-se 24horas da prescrição efetivada, e não haver comparecimento para renovação/reavaliação da mesma, pelo profissional responsável, deverá o profissional de Enfermagem adotar as providências para denunciar a situação ao responsável técnico da Instituição ou plantonista, relatando todo o ocorrido.
Resoluções do Cofen
Classificação
Indica o seu efeito no organismo
Os efeitos desejados
Os sintomas que são aliviados
Ex: anti-histamínico, antidepressivos, hipoglicemiante, anti-inflamatórios, analgésicos, antibióticos e etc.
Aspirina: analgésica, antipirética e antiinflamatória
(POTTER e PERRY, 2005, p. 869)
Formas
Descrição
Drágea
Forma de dosagem sólida para o uso oral. Formato de cápsula e revestimento para facilitar a deglutição.
Cápsula
Forma de dosagem sólida para o uso oral. O medicamento encontra-se como pó, óleo ou líquido dentro de uma concha de gelatina.
Elixir
Fluído claro contendo água ou álcool. Uso oral. Adoçado.
Comprimido de revestimento entérico
De uso oral revestido com materiais que não dissolvem no estômago; os revestimentos são dissolvidos no intestino, onde os fármacos são absorvidos.
Extrato
Forma concentrada da droga, feita pela separação da porção ativa de uma droga de seus outros componentes; por exemplo, o extrato líquido é uma droga transformada em solução a partir de uma fonte vegetal.
Disco intra-ocular
Disco pequeno e flexível que ao contato com fluído ocular libera o medicamento por até uma semana.
Loção
Medicamento em suspensão líquida aplicada externamente para proteger a pele.
Formas
Descrição
Pílula
Forma sólida contendo um ou mais fármacos. Com forma de glóbulos, ovóides ou oblongos; as pílulas autênticas raramente são usada desde que foram substituídas por comprimidos.
Solução
Preparado líquido que pode ser usado via oral, parenteral ou externamente, também pode ser instilado para dentro de um órgão ou cavidade do corpo (por exemplo, irrigação da bexiga); contém água com um ou mais componentes dissolvidos; deve ser estéril se o uso for parenteral.
Supositório
Forma sólida misturada com gelatina, desfaz quando atinge a temperatura do corpo, liberando a droga para absorção.
Xarope
Medicação dissolvida em solução concentrada de açúcar; pode conter aromatizante para tornar a droga mais palatável.
8
Formas
Descrição
Tintura
Solução da droga em álcool ou álcool hidratado.
Disco transdérmico
Adesivos em forma de disco ou não, são semipermeáveis, pois permitem que o fármaco seja absorvido pela pele por longo tempo.
Pastilha
Fármaco sólido, plano e arredondado. Dissolve na boca para liberar o medicamento.
Pasta
Preparado semi-sólido mais espesso, mais denso e absorvido mais lento através da pele que a pomada.
Comprimido
Dosagem pulverizada e comprimida na forma de disco ou cilindros rígidos. Além da droga primária eles podemconter substâncias ligantes (que mantêm o pó aderido), desintegrantes (que facilitam a dissolução), lubrificantes (para facilitar manufatura) e excipientes (para conferir o tamanho adequado ao comprimido).
Farmacocinética Ação no organismo
Absorção: refere-se à passagem das moléculas do fármaco do seu local de administração para o sangue.
Distribuição: após ser absorvido o fármaco é distribuído dentro do organismo para os tecidos e os órgãos e finalmente para o seu local de ação específica.
Metabolismo: transformados em formas menos ativa ou inativa – biotransformação.
Excreção: através dos rins, fígado, intestino, pulmões e glândulas exócrinas.
Via, fluxo, capacidade de dissolver, lipossolubilidade, área de superfície
Circulação, permeab. membrana e ligação as proteínas
(POTTER e PERRY, 2005, p. 871)
Tipos de ações dos fármacos
Paciente
Efeitos terapêuticos:
resposta esperada
Efeitos colaterais
São não intensionais
Inofensivos ou 
prejudiciais
Efeito Adversos
Interromper o uso 
Efeito tóxico
 uso prolongado
 ou prejuízo no
 metabolismo ou
 da excreção
Reações
Idiossincrásicas
Reação exacerbada
ou diminuída
 ≠ do esperado
 Reações
Alérgicas
Sensibilidade
imunológica
Leve à grave
(POTTER e PERRY, 2005, p. 875)
Interação medicamentosa
Um fármaco modifica a ação de outro
Podem ↑potencializar ou ↓reduzir a ação
Incompatibilidade medicamentosa
Na mistura de duas ou mais substância, elas reagem entre si, produzindo um terceiro composto que não tem mais a mesma natureza química, característica física ou valor terapêutico.
(POTTER e PERRY, 2005, p. 876)
Resposta às doses do medicamento
Esquema usual de administração de dosagens
Concentração/ pico/ meia-vida sérica/ platô terapêutico.
Horas
Concentração plasmática do fármaco 
Medicamentos administrado
intravenoso
oral
Esquema de dosagem
Abreviatura
Antes das refeições
AR
Duas vezes ao dia
2 x dia
As 8 h
8h
Na hora de dormir
Após refeições
AR
Quando necessário
S/N
Todas as manhãs, a cada manhã
M
Todos os dias, diariamente
De hora em hora
H em H
A cada 2 horas
A cada 2h
Dias alternados
DIA IMPAR/PAR
Administrar imediatamente
Agora
A critério médico
ACM
Infusão contínua em bomba
BIC
(POTTER e PERRY, 2005, p. 877)
Hospital Universitário 
Medicamento
Aprazamento
1. Dieta oral livre
2. SF 0,9% 1000ml
Nacl 20ml 24h
KCl 10ml
3. Vancomicina 500mg, EV 6/6h
4. Fluconazol 200mg, EV, 2x ao dia
5. Hemoglucoteste 4 x ao dia, antes das refeições.
6. Esquema de insulina regular SC:
0-140=0 141-159=2UI 150-169=4UI
Avisar se <80 e >170mg/dl
7. Capoten 25mg, VO, 3x ao dia
8. Dipirona 2ml, EV,S/N
9. Plasil 2ml, EV, ACM
Paciente: A L Prontuário:373494 UI: Cardiologia Data: ___/___/___
Prescrição Médica
Jr
Médico
CRM/MS 88890
Ex.: uma solução de glicose com 5g de glicose (soluto) dissolvida em 100 ml de água (solvente) é uma solução com concentração de 5%. 
 Isso significa que a concentração é obtida pela divisão da massa (g) pelo volume, e é expressa em % ou g/L.
 	Concentração: 5% ou 5/100Regra de três
Numa relação de grandezas proporcionais, se três valores são conhecidos, é possível determinar o quarto termo.
Ex.: 1ml de morfina há 10 mg. 
 Quantos mg haverá em 2ml da mesma droga?
	1ml.10mg	 1X = 2 x 10	x=20	 =20mg
	2ml. Xmg					 
(POTTER e PERRY, 2005, p. 883)
Nº gotas/min= V(ml) x nº gotas/ml = V x 20(gotas) = V ( ml) 
 Nº horas x nº min/h T x 60 (min) T(h) x 3
VOLUME= V ( mililitros – ml)
TEMPO= (horas) Gotejamento
1ML = 20 MACROGOTAS ( equipo padrão)
1ML = 60 MICROGOTAS( 	equipo padrão)
1 GOTA = 3 MICROGOTAS
Gotejamento
Nº microgotas/min= V(ml) x nº mcgts/ml = V x 60(mcgts) = V ( ml)
 Nº horas x nº min/h T x 60 (min) T(h)
 Quantas gotas deverão correr em um minuto para administrarmos 3.000ml de SG a 5% em 24 horas?
Nº gotas= 3.000 ml = 3.000 ml = 41,6 = 42 gotas
 24x3 72
Cálculo de Heparina
PRESCRIÇÃO: 3.500 UI, EV em 24h
Frasco de heparina com 5ml = 5.000 UI/ml
5.000_______1 ml 
3.500_______ x ml
5.000 x = 3.500
X= 3.500 / 5.000
X= 0,7ml
9 CERTOS (ANVISA, 2013)
Paciente certo (utilizar dois identificadores para cada paciente)
Medicamento certo (confirmar o medicamento com a prescrição e conferir três vezes o rótulo)
Dose certa
Via certa
Hora certa 
Compatibilidade medicamentosa
orientação ao paciente certa
direito a recusar o medicamento 
Anotação certa.
Exemplos de erros e situação facilitadora no acometimento de erros:
Medicação sem identificação,
Ausência de protocolos de preparo de todas as soluções injetáveis,
Não separar as medicações individualmente,
Não confirmar a ordem verbal antes de administrar o medicamento,
Não prepara medicação conforme protocolo pré-estabelecido,
Não identificar o medicamento corretamente,
Não prepara o medicamento com a prescrição ao lado,
Não chamar o paciente pelo nome,
Não explicar o procedimento ao paciente.
Vias de administração
Oral
Sublingual
Bucal
Ocular
Intraóssea
Intraperitonial
Epidural
Intratecal
Intracardíaco
Intra-articular
Intrapleural
Intra-arterial
Tópica
Nasal/ Inalatória
Auricular/ Otológico
Mucosa retal
Mucosa vaginal
Parenteral
Intradérmico (ID)
Subcutâneo (SC)
Intramuscular (IM)
Intravenoso (IV)
(POTTER e PERRY, 2005, p. 879)
Agulhas
Constituída por três partes: base, haste e bisel.
Material: aço inoxidável 
É descartável.
Comprimento variável: 40 x 12 (40mm)
Diâmetro: é medido em calibre. 
Biosegurança: 
Descarte em coletor de pérfuro-cortante. 
Não desconectar da seringa para descartar.
21,00 x 14,00 x 12,00 cm R$ 3,00 
(POTTER e PERRY, 2005, p. 922)
Apresentação da solução injetável
Ampola
Frasco 
Diluente: SF 0,9% ou água destilada.
(POTTER e PERRY, 2005, p. 925)
Preparo de soluções injetáveis
Lavar as mãos e organizar o material em uma bancada limpa e seca.
Local de preparo: beira do leito x bancada
Realizar desinfecção da bandeja com álcool a 70%, em sentido único.
A medicação deverá ser preparada com a prescrição ao seu lado.
Uso de luva? 
Uso de máscara?
?
?
Características da via endovenosa
Soluções estéreis, isentas de substâncias pirogênicas.
Material utilizado na aplicação estéril e descartável.
Considerar o diluente: preferencialmente SF0,9%. Água pura causa ruptura da parede das hemácias.
Acesso venoso:	
Punção endovenosa
Cateterização periférica e profunda
(POTTER e PERRY, 2005, p. 943)
Endovenoso
Locais de aplicação 
Cateter endovenoso/ intravenoso
Cateter intravenoso periférico de curta duração: escalpes (agulhas curtas de aço com asas tipo borboleta feitas de material plástico que têm a finalidade de facilitar o manuseio), indicadas para infusões de curta duração. Até 24 horas.
Cateter intravenoso periférico de média duração: cateteres plásticos curtos são indicados para punções periféricas (jelco/abocath). Até 72 a 96 horas.
Cateter intravenoso profundo de longa duração
Dispositivos de infusão
Equipo de soro
Microgotas
Macrogotas 
Extensor 
Multivias
Torneirinhas
Bureta 
Cuidados
Datar o dispositivo
Trocar conforme validade
24 h p/ parenteral
72 h p/ parenteral contínua
12 h p/ solução lipídica
Dieta parenteral até o término
Integridade
Manter fechado
Desinfecção com álcool 70% antes de abrir o sistema venoso.
Complicações da infusão endovenosa periférica
Dor devido rompimento da pele
Infecções
Flebite
Tromboflebite
Infiltrações
Hematomas/ equimoses 
Fenômenos alérgicos
Má absorção das drogas/ Interação medicamentosa/ Incompatibilidade 
Equimose
Extravasamento / necrose
Infiltração
Via Subcutânea (SC)
Solução introduzida na tela subcutânea
 (tecido adiposo).
Para solução que não necessitem de absorção rápida mas sim contínua, segura, para que passe horas absorvendo.
Volume: 0,5 a 1ml de soluções hidrossolúvel.
Indicada para a aplicação de vacinas, adrenalina, analgésicos, insulina, heparina e alguns hormônios.
Tamanho da agulha: 13 x 3,8 ou 13 x 4,5
Seringa: 1ml (para insulina) ou 3ml.
O subcutâneo tem receptores de dor e o paciente pode sentir desconforto.
Via Subcutânea (SC)
Face anterior da coxa;
Parede abdominal, delimitar a região demarcando um círculo de 4cm de diâmetro ao redor do umbigo que nunca deverá ser puncionada;
Região lombar e glútea;
Face externa anterior e posterior do braço.
Via Subcutânea (SC)
Localização
Intramuscular (IM)
A administração IM, deposita o medicamento 
no tecido muscular.
Ricamente vascularizado.
A musculatura deve dispor do seguinte conjunto de características: ser desenvolvido, de fácil acesso e não conter grandes vasos e nervos em nível superficial. 
O músculo deve estar relaxado para injetar o medicamento.
Músculo utilizados:
Deltóide
Vasto lateral
Glúteo máximo 
Gluteo médio
Intramuscular (IM)
(POTTER e PERRY, 2005, p. 938)
Locais de aplicação IM
Região Deltoidiana - Músculo Deltoíde, 2 a 4 cm abaixo do processo acromial. 
Região Ventro-glútea - Músculo Glúteo Médio. 
Região Dorso-glúteo - Músculo Glúteo Máximo (Quadrante Superior Externo).
Região da Face Ântero-lateral da Coxa – Músculo vasto lateral.
Intramuscular (IM) 
Complicações locais 
Fibrose
Lesão de nervo
Abscessos 
Necrose tecidual
Contração muscular
Gangrena 
Região Deltóide
Região Deltóide
Intramuscular (IM)
(POTTER e PERRY, 2005, p. 940)
Região dorsoglútea
Intramuscular (IM)
(POTTER e PERRY, 2005, p. 940)
Indicação
Adolescentes, adultos e idosos. 
Excepcionalmente, crianças com mais de um ano de deambulação, pois sugere um bom desenvolvimento do glúteo máximo. 
Volume máximo no adulto de 4 ml.
Crianças a partir de 3 anos com volume de 1,0 ml, de 6 a 12 anos 1,5 a 2,0 ml e adolescente de 2,0 a 2,5ml.
Intramuscular
Região dorsoglútea
Intramuscular (IM)
Região face ântero-lateral da coxa
(POTTER e PERRY, 2005, p. 940)
Indicação
Região face ântero-lateral da coxa
Volume máximo no adulto de 4 ml.
Prematuros e neonatos volume de 0,5 ml e lactentes 1,0 ml.
Crianças a partir de 3 anos com volume de 1,5 ml, de 6 a 12 anos 1,5 ml e adolescente de 2,0 a 2,5ml.
Intramuscular (IM)
Região face ântero-lateral da coxa
Intradérmica (ID)
(POTTER e PERRY, 2005, p. 942)
Intradérmica (ID)
Mais lenta;
Solução introduzida na derme, onde o suprimento sangüíneo está reduzido e a absorção do medicamento ocorre lentamente.
Via preferencial para a realização de testes de sensibilidade e reações de hipersensibilidade, como:
Prova de Mantoux ou PPD (derivado protéico purificado) —teste com finalidade de identificar o indivíduo infectado com o bacilo da tuberculose;
Aplicação de vacina contra a tuberculose — BCG ( Bacilo de Calmett e Guerin; Mitsuda para Hanseniase).
Quantidade aconselhável,no máximo de 0,5 ml e o ideal de 0,1 ml, do tipo cristalina e isotônica. 
Ângulo de 15º com bisel para cima.
Intradérmica 
Aplicação
CÁLCULO DE MEDICAÇÃO
50
Exercícios
Aplicada: 2013 Banca: FUNDEP Órgão: IPSEMG Prova: Técnico - Enfermagem
 Durante a internação de um paciente adulto, foram-lhe prescritos 125 mg (EV) do medicamento Ampicilina a ser administrado de 6 em 6 horas. A farmácia disponibilizou frasco ampola de 1 g, em 10 ml. Considerando a informação anterior, calcule quantos ml deverão ser administrados para que a dose em cada horário seja de 125 mg?
 
 
1000mg _______ 10ml
 125 mg ________ x
1000x=10.125
X= 1250
 1000
 x= 1,25 ml
R: Serão necessários 1,25 ml do medicamento prescrito
1g=1000mg
Exercícios
	Aplicada: 2015 Banca: AOCP Órgão: EBSERH Prova: Técnico em Enfermagem.
 Um paciente, internado na clínica cirúrgica, recebe prescrição de 40 gotas de dipirona por via oral. Sabendo-se que na unidade tem-se disponíveis frascos de 500mg/ml, quantos gramas do analgésico o paciente irá receber?
 
 
20 gotas ________ 1ml
40 gotas ________ x
20x=40.1
X= 40
 20
 x= 2 ml
500mg ________ 1ml
 x _______2ml
x=500.2
X=1000
1
 x= 1000 mg
R: O paciente receberá 1g do analgésico
Exercícios
Aplicada: 2013 Banca: FUNDEP Órgão: IPSEMG Prova: Técnico – Enfermagem
Foram prescritas para um paciente adulto 20 UI de insulina regular (100 UI/ml). No momento da aplicação, no posto de enfermagem, só havia seringa de 3,0 ml. Qual a quantidade de ml deverá ser administrada para que a dose seja a prescrita?
 
 
100 UI _______ 1ml
 20 UI ________ x
100x=1.20
X= 20
 100
 x= 0,2 ml
R: Serão necessários 0,2 ml da Insulina
Exercícios
 Na prescrição de um paciente internado na clinica médica, Lê-se :
Soro fisiológico 0,9%- 2000 ml
 KCl 10% -20 ml
 Sulfato de Magnésio 50%- 4 ml
 O resultado do cálculo do gotejamento dessa solução em microgotas por minuto é igual a:
EV em 24 horas
	O cálculo e a precisão de volume infundido, são de fundamental importância tanto para o controle do balanço hídrico do paciente como da administração correta de medicamentos. Assim, quantas gotas por minuto deverão correr na prescrição a seguir para que seja infundida em 6 horas.
SG 5% - 400 ml
Vit C – 1º%  - 5 ml
NaCl a 20% - 15 ml
Complex o B – 2 ml
KCl a 19% - 10 ml
	A prescrição e de 300 ml de SG 5% para correr em 20 gotas/min , Quantas horas serão necessário para administrar esse soro?
	Quantas gotas existem em 150 ml de soro fisiológico a 0,9% ?
	A prescrição é de 1 mg de dexametasona , tenho frasco-ampola de 4mg/ml. Quanto devo administrar?
	Foi  prescrito 50 mg de aminofilina, Tenho ampola  de 250mg/10ml. Quanto devo aplicar:
	Se em 1 ml contém 20 gotas, quantas gotas há em 28 ml?
	Ao paciente grave, sob ventilação mecânica, foi prescrito:
Soro Glicosado 5%- 150 ml
Midazolan – 5 ampolas de -10 ml EV / 24 horas
Fentanil – 50 ml
O resultado do cálculo do gotejamento em microgotas por minuto é igual a:
	A prescrição é Penicilina Benzatina 800.000 UI, IM , as 10 horas. Na unidade encontra-se frasco de 1.200.000 UI, diluído em 3 ml de água destilada, quantos ml do referido medicamento deve-se retirar do frasco para administra a dose prescrita.
	Administrando-se 50 ml de um volume total de 200 ml, qual a porcentagem administrada?
	Devo aplicar 125 mg de ESTREPTOMICINA , usando frasco de 0,5 g diluído em 8 ml de água destilada, como proceder?
	Quantas gramas de glicose há em SG5% 20 ml?
	Quantas gramas de glicose e cloreto de sódio há em um soro glicofisiológico de 750 ml, respectivamente:
	Prescrita SF 0,9% 90 ml em 30 minuto. Quantas gotas serão infundidas por minuto?
	Prescrito SF 0,9% 100 ml em 1 hora e 10 minutos. Quantas gotas por minuto serão infundidas:
Exercícios
 Aplicada: 2015 Banca: IBFC Órgão: CEP 28 Prova: Técnico de Enfermagem
 	O Sr. Antonio da Silva está internado na enfermaria de Clinica Médica e foi prescrito um Soro Glicosado (SG) 8% de 500ml para correr em 8h, e instalar agora. Temos na enfermaria SG 5% de 500ml e ampolas de glicose 50% - 10 ml. Qual a quantidade de ampolas de glicose que serão necessárias para transformar o soro glicosado de 5% para 8% .		 
			 DISPONÍVEL PRESCRITO 
 
5g _______100ml
 x________500ml
100x=500.5
 x=2500
 100
 x=25g
8g _______100ml
 x________500ml
100x=500.8
 x=4000
 100
 x=40g
50g_______100ml
 x ________ 10ml
 100x=50.10
 100x=500
 x=500
 100
 x=5g
QUANTIDADE DE GLICOSE NA AMPOLA
 5g_______10ml
15g _______ x
 5x=15.10
 5x=150
 x=150
 5
 x=30 ml
5g_______100ml
 x _______ 30ml
 100x=5.30
 100x=150
 x=150
 100
 x=1,5g
 50g_______100ml
1,5g _______ x
 50x=100.1,5
 50x=150
 x=150
 50
 x= 3ml
QUANTIDADE EM ML DE GLICOSE NECESSÁRIA PARA TRANSFORMAÇÃO
QUANTIDADE EM ML NECESSÁRIA PARA MANTER O SORO NO VOLUME CORRETO
QUANTIDADE EM ML QUE SERÁ REPOSTA NO SORO
Resposta:
Qual a quantidade de ampolas de glicose que serão necessárias para transformar o soro glicosado de 5% para 8%.
 R: Serão necessários 33 ml de Glicose a 50% , desprezando 30 ml do SG 5% 500 ml
Referência Bibliográfica
POTTER, P. A.; PERRY, A. G. Fundamentos de enfermagem. 6 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. cap.34.
Referência complementar
CARVALHO, V.T.; CASSIANI, SHB; CHIERICATO, C. Erros mais comuns e fatores de risco na administração de medicamentos em unidades básicas de saúde. Rev.latino-am.enfermagem, Ribeirão Preto, v. 7, n. 5, p. 67-75, dezembro 1999.
FIGUEIREDO, N. M. A. (organizadora). Administração de medicamentos: revisando uma prática de enfermagem. São Paulo: Yendis, 2006.
FAKIH, F. T. Manual de diluição e administração de medicamentos injetáveis. Rio de Janeiro: Reichamann & Affonso Ed., 2000. 
MOZACHI, N.; SOUZA, V. H. S.; MARTINS, N.; NISHIMURAi, S. E. F.; AMÉRICO, K. C. Administração de medicamentos. In: SOUZA, V. H. S. e MOZACHI, N. O hospital: manual do ambiente hospitalar. 8 ed. Manual Real: Curitiba, 2007. cap.5.
OBRIGADO!
Realização:
Apoio: Anhanguera

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