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Francisco Eunivanes Cálculo e Administração de medicamentos Apoio: anhanguera Realização: Importância A administração segura e precisa de medicamentos é uma das mais importantes responsabilidades do profissional de enfermagem. O profissional é responsável pela compreensão dos efeitos de uma droga, pelo preparo e administração correta, pela monitorização da resposta do paciente e pelo auxílio ao paciente na auto-administração correta. Atenção! A administração de medicamentos é uma responsabilidade do enfermeiro, mesmo que esteja sendo executada por outro membro da equipe de enfermagem, conforme o Decreto lei 94.406/87 que regulamenta a lei do exercício da Enfermagem. Resoluções do Cofen 225/ 2000 Art. 1º- É vedado ao Profissional de Enfermagem aceitar, praticar, cumprir ou executar prescrições medicamentosas/terapêuticas, oriundas de qualquer Profissional da Área de Saúde, através de rádio, telefonia ou meios eletrônicos, onde não conste a assinatura dos mesmos. Art. 2º - Não se aplica ao artigo anterior as situações de urgência, na qual, efetivamente, haja iminente e grave risco de vida do cliente. 311/ 2007 Art. 37 – (direito)Recusar-se a executar prescrição medicamentosa e terapêutica, onde não conste a assinatura e o número de registro do profissional, exceto em situações de urgência e emergência. Parágrafo único - O profissional de enfermagem poderá recusar-se a executar prescrição medicamentosa e terapêutica em caso de identificação de erro ou ilegibilidade. 281/ 2003 Art. 1º - É vedado a qualquer Profissional de Enfermagem executar a repetição de prescrição de medicamentos, por mais de 24 horas, salvo quando a mesma é validada nos termos legais. Parágrafo único: A situação de exceção prevista no caput, deverá estar especificada por escrito, pelo profissional responsável pela prescrição ou substituto, sendo vedada autorização verbal, observando-se as situações expostas na Resolução COFEN nº. 225/2000. Art. 2º - Quando completar-se 24horas da prescrição efetivada, e não haver comparecimento para renovação/reavaliação da mesma, pelo profissional responsável, deverá o profissional de Enfermagem adotar as providências para denunciar a situação ao responsável técnico da Instituição ou plantonista, relatando todo o ocorrido. Resoluções do Cofen Classificação Indica o seu efeito no organismo Os efeitos desejados Os sintomas que são aliviados Ex: anti-histamínico, antidepressivos, hipoglicemiante, anti-inflamatórios, analgésicos, antibióticos e etc. Aspirina: analgésica, antipirética e antiinflamatória (POTTER e PERRY, 2005, p. 869) Formas Descrição Drágea Forma de dosagem sólida para o uso oral. Formato de cápsula e revestimento para facilitar a deglutição. Cápsula Forma de dosagem sólida para o uso oral. O medicamento encontra-se como pó, óleo ou líquido dentro de uma concha de gelatina. Elixir Fluído claro contendo água ou álcool. Uso oral. Adoçado. Comprimido de revestimento entérico De uso oral revestido com materiais que não dissolvem no estômago; os revestimentos são dissolvidos no intestino, onde os fármacos são absorvidos. Extrato Forma concentrada da droga, feita pela separação da porção ativa de uma droga de seus outros componentes; por exemplo, o extrato líquido é uma droga transformada em solução a partir de uma fonte vegetal. Disco intra-ocular Disco pequeno e flexível que ao contato com fluído ocular libera o medicamento por até uma semana. Loção Medicamento em suspensão líquida aplicada externamente para proteger a pele. Formas Descrição Pílula Forma sólida contendo um ou mais fármacos. Com forma de glóbulos, ovóides ou oblongos; as pílulas autênticas raramente são usada desde que foram substituídas por comprimidos. Solução Preparado líquido que pode ser usado via oral, parenteral ou externamente, também pode ser instilado para dentro de um órgão ou cavidade do corpo (por exemplo, irrigação da bexiga); contém água com um ou mais componentes dissolvidos; deve ser estéril se o uso for parenteral. Supositório Forma sólida misturada com gelatina, desfaz quando atinge a temperatura do corpo, liberando a droga para absorção. Xarope Medicação dissolvida em solução concentrada de açúcar; pode conter aromatizante para tornar a droga mais palatável. 8 Formas Descrição Tintura Solução da droga em álcool ou álcool hidratado. Disco transdérmico Adesivos em forma de disco ou não, são semipermeáveis, pois permitem que o fármaco seja absorvido pela pele por longo tempo. Pastilha Fármaco sólido, plano e arredondado. Dissolve na boca para liberar o medicamento. Pasta Preparado semi-sólido mais espesso, mais denso e absorvido mais lento através da pele que a pomada. Comprimido Dosagem pulverizada e comprimida na forma de disco ou cilindros rígidos. Além da droga primária eles podemconter substâncias ligantes (que mantêm o pó aderido), desintegrantes (que facilitam a dissolução), lubrificantes (para facilitar manufatura) e excipientes (para conferir o tamanho adequado ao comprimido). Farmacocinética Ação no organismo Absorção: refere-se à passagem das moléculas do fármaco do seu local de administração para o sangue. Distribuição: após ser absorvido o fármaco é distribuído dentro do organismo para os tecidos e os órgãos e finalmente para o seu local de ação específica. Metabolismo: transformados em formas menos ativa ou inativa – biotransformação. Excreção: através dos rins, fígado, intestino, pulmões e glândulas exócrinas. Via, fluxo, capacidade de dissolver, lipossolubilidade, área de superfície Circulação, permeab. membrana e ligação as proteínas (POTTER e PERRY, 2005, p. 871) Tipos de ações dos fármacos Paciente Efeitos terapêuticos: resposta esperada Efeitos colaterais São não intensionais Inofensivos ou prejudiciais Efeito Adversos Interromper o uso Efeito tóxico uso prolongado ou prejuízo no metabolismo ou da excreção Reações Idiossincrásicas Reação exacerbada ou diminuída ≠ do esperado Reações Alérgicas Sensibilidade imunológica Leve à grave (POTTER e PERRY, 2005, p. 875) Interação medicamentosa Um fármaco modifica a ação de outro Podem ↑potencializar ou ↓reduzir a ação Incompatibilidade medicamentosa Na mistura de duas ou mais substância, elas reagem entre si, produzindo um terceiro composto que não tem mais a mesma natureza química, característica física ou valor terapêutico. (POTTER e PERRY, 2005, p. 876) Resposta às doses do medicamento Esquema usual de administração de dosagens Concentração/ pico/ meia-vida sérica/ platô terapêutico. Horas Concentração plasmática do fármaco Medicamentos administrado intravenoso oral Esquema de dosagem Abreviatura Antes das refeições AR Duas vezes ao dia 2 x dia As 8 h 8h Na hora de dormir Após refeições AR Quando necessário S/N Todas as manhãs, a cada manhã M Todos os dias, diariamente De hora em hora H em H A cada 2 horas A cada 2h Dias alternados DIA IMPAR/PAR Administrar imediatamente Agora A critério médico ACM Infusão contínua em bomba BIC (POTTER e PERRY, 2005, p. 877) Hospital Universitário Medicamento Aprazamento 1. Dieta oral livre 2. SF 0,9% 1000ml Nacl 20ml 24h KCl 10ml 3. Vancomicina 500mg, EV 6/6h 4. Fluconazol 200mg, EV, 2x ao dia 5. Hemoglucoteste 4 x ao dia, antes das refeições. 6. Esquema de insulina regular SC: 0-140=0 141-159=2UI 150-169=4UI Avisar se <80 e >170mg/dl 7. Capoten 25mg, VO, 3x ao dia 8. Dipirona 2ml, EV,S/N 9. Plasil 2ml, EV, ACM Paciente: A L Prontuário:373494 UI: Cardiologia Data: ___/___/___ Prescrição Médica Jr Médico CRM/MS 88890 Ex.: uma solução de glicose com 5g de glicose (soluto) dissolvida em 100 ml de água (solvente) é uma solução com concentração de 5%. Isso significa que a concentração é obtida pela divisão da massa (g) pelo volume, e é expressa em % ou g/L. Concentração: 5% ou 5/100Regra de três Numa relação de grandezas proporcionais, se três valores são conhecidos, é possível determinar o quarto termo. Ex.: 1ml de morfina há 10 mg. Quantos mg haverá em 2ml da mesma droga? 1ml.10mg 1X = 2 x 10 x=20 =20mg 2ml. Xmg (POTTER e PERRY, 2005, p. 883) Nº gotas/min= V(ml) x nº gotas/ml = V x 20(gotas) = V ( ml) Nº horas x nº min/h T x 60 (min) T(h) x 3 VOLUME= V ( mililitros – ml) TEMPO= (horas) Gotejamento 1ML = 20 MACROGOTAS ( equipo padrão) 1ML = 60 MICROGOTAS( equipo padrão) 1 GOTA = 3 MICROGOTAS Gotejamento Nº microgotas/min= V(ml) x nº mcgts/ml = V x 60(mcgts) = V ( ml) Nº horas x nº min/h T x 60 (min) T(h) Quantas gotas deverão correr em um minuto para administrarmos 3.000ml de SG a 5% em 24 horas? Nº gotas= 3.000 ml = 3.000 ml = 41,6 = 42 gotas 24x3 72 Cálculo de Heparina PRESCRIÇÃO: 3.500 UI, EV em 24h Frasco de heparina com 5ml = 5.000 UI/ml 5.000_______1 ml 3.500_______ x ml 5.000 x = 3.500 X= 3.500 / 5.000 X= 0,7ml 9 CERTOS (ANVISA, 2013) Paciente certo (utilizar dois identificadores para cada paciente) Medicamento certo (confirmar o medicamento com a prescrição e conferir três vezes o rótulo) Dose certa Via certa Hora certa Compatibilidade medicamentosa orientação ao paciente certa direito a recusar o medicamento Anotação certa. Exemplos de erros e situação facilitadora no acometimento de erros: Medicação sem identificação, Ausência de protocolos de preparo de todas as soluções injetáveis, Não separar as medicações individualmente, Não confirmar a ordem verbal antes de administrar o medicamento, Não prepara medicação conforme protocolo pré-estabelecido, Não identificar o medicamento corretamente, Não prepara o medicamento com a prescrição ao lado, Não chamar o paciente pelo nome, Não explicar o procedimento ao paciente. Vias de administração Oral Sublingual Bucal Ocular Intraóssea Intraperitonial Epidural Intratecal Intracardíaco Intra-articular Intrapleural Intra-arterial Tópica Nasal/ Inalatória Auricular/ Otológico Mucosa retal Mucosa vaginal Parenteral Intradérmico (ID) Subcutâneo (SC) Intramuscular (IM) Intravenoso (IV) (POTTER e PERRY, 2005, p. 879) Agulhas Constituída por três partes: base, haste e bisel. Material: aço inoxidável É descartável. Comprimento variável: 40 x 12 (40mm) Diâmetro: é medido em calibre. Biosegurança: Descarte em coletor de pérfuro-cortante. Não desconectar da seringa para descartar. 21,00 x 14,00 x 12,00 cm R$ 3,00 (POTTER e PERRY, 2005, p. 922) Apresentação da solução injetável Ampola Frasco Diluente: SF 0,9% ou água destilada. (POTTER e PERRY, 2005, p. 925) Preparo de soluções injetáveis Lavar as mãos e organizar o material em uma bancada limpa e seca. Local de preparo: beira do leito x bancada Realizar desinfecção da bandeja com álcool a 70%, em sentido único. A medicação deverá ser preparada com a prescrição ao seu lado. Uso de luva? Uso de máscara? ? ? Características da via endovenosa Soluções estéreis, isentas de substâncias pirogênicas. Material utilizado na aplicação estéril e descartável. Considerar o diluente: preferencialmente SF0,9%. Água pura causa ruptura da parede das hemácias. Acesso venoso: Punção endovenosa Cateterização periférica e profunda (POTTER e PERRY, 2005, p. 943) Endovenoso Locais de aplicação Cateter endovenoso/ intravenoso Cateter intravenoso periférico de curta duração: escalpes (agulhas curtas de aço com asas tipo borboleta feitas de material plástico que têm a finalidade de facilitar o manuseio), indicadas para infusões de curta duração. Até 24 horas. Cateter intravenoso periférico de média duração: cateteres plásticos curtos são indicados para punções periféricas (jelco/abocath). Até 72 a 96 horas. Cateter intravenoso profundo de longa duração Dispositivos de infusão Equipo de soro Microgotas Macrogotas Extensor Multivias Torneirinhas Bureta Cuidados Datar o dispositivo Trocar conforme validade 24 h p/ parenteral 72 h p/ parenteral contínua 12 h p/ solução lipídica Dieta parenteral até o término Integridade Manter fechado Desinfecção com álcool 70% antes de abrir o sistema venoso. Complicações da infusão endovenosa periférica Dor devido rompimento da pele Infecções Flebite Tromboflebite Infiltrações Hematomas/ equimoses Fenômenos alérgicos Má absorção das drogas/ Interação medicamentosa/ Incompatibilidade Equimose Extravasamento / necrose Infiltração Via Subcutânea (SC) Solução introduzida na tela subcutânea (tecido adiposo). Para solução que não necessitem de absorção rápida mas sim contínua, segura, para que passe horas absorvendo. Volume: 0,5 a 1ml de soluções hidrossolúvel. Indicada para a aplicação de vacinas, adrenalina, analgésicos, insulina, heparina e alguns hormônios. Tamanho da agulha: 13 x 3,8 ou 13 x 4,5 Seringa: 1ml (para insulina) ou 3ml. O subcutâneo tem receptores de dor e o paciente pode sentir desconforto. Via Subcutânea (SC) Face anterior da coxa; Parede abdominal, delimitar a região demarcando um círculo de 4cm de diâmetro ao redor do umbigo que nunca deverá ser puncionada; Região lombar e glútea; Face externa anterior e posterior do braço. Via Subcutânea (SC) Localização Intramuscular (IM) A administração IM, deposita o medicamento no tecido muscular. Ricamente vascularizado. A musculatura deve dispor do seguinte conjunto de características: ser desenvolvido, de fácil acesso e não conter grandes vasos e nervos em nível superficial. O músculo deve estar relaxado para injetar o medicamento. Músculo utilizados: Deltóide Vasto lateral Glúteo máximo Gluteo médio Intramuscular (IM) (POTTER e PERRY, 2005, p. 938) Locais de aplicação IM Região Deltoidiana - Músculo Deltoíde, 2 a 4 cm abaixo do processo acromial. Região Ventro-glútea - Músculo Glúteo Médio. Região Dorso-glúteo - Músculo Glúteo Máximo (Quadrante Superior Externo). Região da Face Ântero-lateral da Coxa – Músculo vasto lateral. Intramuscular (IM) Complicações locais Fibrose Lesão de nervo Abscessos Necrose tecidual Contração muscular Gangrena Região Deltóide Região Deltóide Intramuscular (IM) (POTTER e PERRY, 2005, p. 940) Região dorsoglútea Intramuscular (IM) (POTTER e PERRY, 2005, p. 940) Indicação Adolescentes, adultos e idosos. Excepcionalmente, crianças com mais de um ano de deambulação, pois sugere um bom desenvolvimento do glúteo máximo. Volume máximo no adulto de 4 ml. Crianças a partir de 3 anos com volume de 1,0 ml, de 6 a 12 anos 1,5 a 2,0 ml e adolescente de 2,0 a 2,5ml. Intramuscular Região dorsoglútea Intramuscular (IM) Região face ântero-lateral da coxa (POTTER e PERRY, 2005, p. 940) Indicação Região face ântero-lateral da coxa Volume máximo no adulto de 4 ml. Prematuros e neonatos volume de 0,5 ml e lactentes 1,0 ml. Crianças a partir de 3 anos com volume de 1,5 ml, de 6 a 12 anos 1,5 ml e adolescente de 2,0 a 2,5ml. Intramuscular (IM) Região face ântero-lateral da coxa Intradérmica (ID) (POTTER e PERRY, 2005, p. 942) Intradérmica (ID) Mais lenta; Solução introduzida na derme, onde o suprimento sangüíneo está reduzido e a absorção do medicamento ocorre lentamente. Via preferencial para a realização de testes de sensibilidade e reações de hipersensibilidade, como: Prova de Mantoux ou PPD (derivado protéico purificado) —teste com finalidade de identificar o indivíduo infectado com o bacilo da tuberculose; Aplicação de vacina contra a tuberculose — BCG ( Bacilo de Calmett e Guerin; Mitsuda para Hanseniase). Quantidade aconselhável,no máximo de 0,5 ml e o ideal de 0,1 ml, do tipo cristalina e isotônica. Ângulo de 15º com bisel para cima. Intradérmica Aplicação CÁLCULO DE MEDICAÇÃO 50 Exercícios Aplicada: 2013 Banca: FUNDEP Órgão: IPSEMG Prova: Técnico - Enfermagem Durante a internação de um paciente adulto, foram-lhe prescritos 125 mg (EV) do medicamento Ampicilina a ser administrado de 6 em 6 horas. A farmácia disponibilizou frasco ampola de 1 g, em 10 ml. Considerando a informação anterior, calcule quantos ml deverão ser administrados para que a dose em cada horário seja de 125 mg? 1000mg _______ 10ml 125 mg ________ x 1000x=10.125 X= 1250 1000 x= 1,25 ml R: Serão necessários 1,25 ml do medicamento prescrito 1g=1000mg Exercícios Aplicada: 2015 Banca: AOCP Órgão: EBSERH Prova: Técnico em Enfermagem. Um paciente, internado na clínica cirúrgica, recebe prescrição de 40 gotas de dipirona por via oral. Sabendo-se que na unidade tem-se disponíveis frascos de 500mg/ml, quantos gramas do analgésico o paciente irá receber? 20 gotas ________ 1ml 40 gotas ________ x 20x=40.1 X= 40 20 x= 2 ml 500mg ________ 1ml x _______2ml x=500.2 X=1000 1 x= 1000 mg R: O paciente receberá 1g do analgésico Exercícios Aplicada: 2013 Banca: FUNDEP Órgão: IPSEMG Prova: Técnico – Enfermagem Foram prescritas para um paciente adulto 20 UI de insulina regular (100 UI/ml). No momento da aplicação, no posto de enfermagem, só havia seringa de 3,0 ml. Qual a quantidade de ml deverá ser administrada para que a dose seja a prescrita? 100 UI _______ 1ml 20 UI ________ x 100x=1.20 X= 20 100 x= 0,2 ml R: Serão necessários 0,2 ml da Insulina Exercícios Na prescrição de um paciente internado na clinica médica, Lê-se : Soro fisiológico 0,9%- 2000 ml KCl 10% -20 ml Sulfato de Magnésio 50%- 4 ml O resultado do cálculo do gotejamento dessa solução em microgotas por minuto é igual a: EV em 24 horas O cálculo e a precisão de volume infundido, são de fundamental importância tanto para o controle do balanço hídrico do paciente como da administração correta de medicamentos. Assim, quantas gotas por minuto deverão correr na prescrição a seguir para que seja infundida em 6 horas. SG 5% - 400 ml Vit C – 1º% - 5 ml NaCl a 20% - 15 ml Complex o B – 2 ml KCl a 19% - 10 ml A prescrição e de 300 ml de SG 5% para correr em 20 gotas/min , Quantas horas serão necessário para administrar esse soro? Quantas gotas existem em 150 ml de soro fisiológico a 0,9% ? A prescrição é de 1 mg de dexametasona , tenho frasco-ampola de 4mg/ml. Quanto devo administrar? Foi prescrito 50 mg de aminofilina, Tenho ampola de 250mg/10ml. Quanto devo aplicar: Se em 1 ml contém 20 gotas, quantas gotas há em 28 ml? Ao paciente grave, sob ventilação mecânica, foi prescrito: Soro Glicosado 5%- 150 ml Midazolan – 5 ampolas de -10 ml EV / 24 horas Fentanil – 50 ml O resultado do cálculo do gotejamento em microgotas por minuto é igual a: A prescrição é Penicilina Benzatina 800.000 UI, IM , as 10 horas. Na unidade encontra-se frasco de 1.200.000 UI, diluído em 3 ml de água destilada, quantos ml do referido medicamento deve-se retirar do frasco para administra a dose prescrita. Administrando-se 50 ml de um volume total de 200 ml, qual a porcentagem administrada? Devo aplicar 125 mg de ESTREPTOMICINA , usando frasco de 0,5 g diluído em 8 ml de água destilada, como proceder? Quantas gramas de glicose há em SG5% 20 ml? Quantas gramas de glicose e cloreto de sódio há em um soro glicofisiológico de 750 ml, respectivamente: Prescrita SF 0,9% 90 ml em 30 minuto. Quantas gotas serão infundidas por minuto? Prescrito SF 0,9% 100 ml em 1 hora e 10 minutos. Quantas gotas por minuto serão infundidas: Exercícios Aplicada: 2015 Banca: IBFC Órgão: CEP 28 Prova: Técnico de Enfermagem O Sr. Antonio da Silva está internado na enfermaria de Clinica Médica e foi prescrito um Soro Glicosado (SG) 8% de 500ml para correr em 8h, e instalar agora. Temos na enfermaria SG 5% de 500ml e ampolas de glicose 50% - 10 ml. Qual a quantidade de ampolas de glicose que serão necessárias para transformar o soro glicosado de 5% para 8% . DISPONÍVEL PRESCRITO 5g _______100ml x________500ml 100x=500.5 x=2500 100 x=25g 8g _______100ml x________500ml 100x=500.8 x=4000 100 x=40g 50g_______100ml x ________ 10ml 100x=50.10 100x=500 x=500 100 x=5g QUANTIDADE DE GLICOSE NA AMPOLA 5g_______10ml 15g _______ x 5x=15.10 5x=150 x=150 5 x=30 ml 5g_______100ml x _______ 30ml 100x=5.30 100x=150 x=150 100 x=1,5g 50g_______100ml 1,5g _______ x 50x=100.1,5 50x=150 x=150 50 x= 3ml QUANTIDADE EM ML DE GLICOSE NECESSÁRIA PARA TRANSFORMAÇÃO QUANTIDADE EM ML NECESSÁRIA PARA MANTER O SORO NO VOLUME CORRETO QUANTIDADE EM ML QUE SERÁ REPOSTA NO SORO Resposta: Qual a quantidade de ampolas de glicose que serão necessárias para transformar o soro glicosado de 5% para 8%. R: Serão necessários 33 ml de Glicose a 50% , desprezando 30 ml do SG 5% 500 ml Referência Bibliográfica POTTER, P. A.; PERRY, A. G. Fundamentos de enfermagem. 6 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. cap.34. Referência complementar CARVALHO, V.T.; CASSIANI, SHB; CHIERICATO, C. Erros mais comuns e fatores de risco na administração de medicamentos em unidades básicas de saúde. Rev.latino-am.enfermagem, Ribeirão Preto, v. 7, n. 5, p. 67-75, dezembro 1999. FIGUEIREDO, N. M. A. (organizadora). Administração de medicamentos: revisando uma prática de enfermagem. São Paulo: Yendis, 2006. FAKIH, F. T. Manual de diluição e administração de medicamentos injetáveis. Rio de Janeiro: Reichamann & Affonso Ed., 2000. MOZACHI, N.; SOUZA, V. H. S.; MARTINS, N.; NISHIMURAi, S. E. F.; AMÉRICO, K. C. Administração de medicamentos. In: SOUZA, V. H. S. e MOZACHI, N. O hospital: manual do ambiente hospitalar. 8 ed. Manual Real: Curitiba, 2007. cap.5. OBRIGADO! Realização: Apoio: Anhanguera