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UNIP ED - 2018

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ensino não deve ser responsabilidade do Estado e mostra-se a favor da privatização das
escolas públicas, que atualmente apresentam péssima qualidade.
É correto o que se afirma somente em
 
A)
I.
 
B)
I e II.
 
C)
III.
 
D)
II e III.
 
E)
II.
 
O aluno respondeu e acertou. Alternativa(E)
Comentários:
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E) A alternativa correta é 2, visto que a educação ainda carece de materiais físicos e de capital
humano. 
Exercício 29:
Leia a charge e o trecho da notícia.
Disponível em: <https://www.facebook.com/LinguagemGeografica/photos/a.462181793864622.1073741828.462133257202809/1412524115497047/?
type=3&theater>. Acesso em 03 jul. 2017.
Brasil é o 10º país mais desigual do mundo 
País apresenta mais disparidades que vizinhos como Chile e México 
Marcelo Corrêa (21/03/2017) 
O Brasil é o décimo país mais desigual do mundo, segundo dados divulgados no Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH),
elaborado pelas Nações Unidas. O levantamento usa como referência o chamado Índice de Gini, uma forma de calcular a
disparidade de renda. O indicador varia de 0 a 1 — quanto menor, melhor. No Brasil, ficou em 0,515 em 2015, mesmo número
registrado pela Suazilândia, e maior do que vizinhos da América Latina, como Chile (0,505) e México (0,482). O ranking é liderado
pela África do Sul, a nação mais desigual, com Gini de 0,634. Namíbia, com 0,610, e Haiti, com 0,608, completam o top 3. Todos
esses três países têm Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) considerados baixos ou médios. O Brasil, que ficou estagnado
em 2015, tem IDH de 0,754, considerado alto. 
A Ucrânia destaca-se como país menos desigual, com Gini de 0,241. Slovênia (0,256) e Noruega (0,259) completam a lista das
economias com menores disparidades de renda. 
A desigualdade social é apontada como um dos principais problemas do Brasil. Há vários anos, o ranking de desenvolvimento
humano mostra como o país seria prejudicado por esse desequilíbrio, caso as disparidades fossem consideradas para calcular o
IDH. No relatório mais recente, o Brasil perderia 19 posições no ranking, com os ajustes pela desigualdade. 
Disponível em: <https://oglobo.globo.com/economia/brasil-o-10-pais-mais-desigual-do-mundo-21094828#ixzz4oN96HYQB>. Acesso em: 17 jul. 2017.
(Adaptado) 
Com base na leitura, analise as afirmativas.
I A charge tem o objetivo de mostrar que o cidadão necessita de aparatos de segurança, como muros altos e com arame, pois a
criminalidade provocada pela desigualdade social é alta. 
II O Índice de Gini do Brasil revela que a desigualdade social é grande, mas a situação do país é melhor do que a situação de
outros países, como o Chile e o México. 
III A grande concentração de renda não impede que o Brasil apresente alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
É correto o que se afirma apenas em
 
A)
I.
 
B)
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II.
 
C)
III.
 
D)
I e III.
 
E)
II e III.
 
O aluno respondeu e acertou. Alternativa(C)
Comentários:
C) De acordo com texto o Brasil esta entre os 10 paises com maior desigualdade, mesmo tendo
indice de desenvolvimento razoavel. 
Exercício 30:
Leia o texto.
País registra 10 estupros coletivos por dia; notificações dobram em 5 anos 
Cláudia Collucci (20/08/2017) 
Em cinco anos, mais do que dobrou o número de estupros coletivos no país registrados por hospitais que atenderam as vítimas.
Dados inéditos do Ministério da Saúde obtidos pela Folha apontam que as notificações pularam de 1.570 em 2011 para 3.526, em
2016. São, em média, dez casos de estupro coletivo por dia.
Os números são os primeiros a captar a evolução desse tipo de violência sexual no país. Na polícia, os registros do crime
praticado por mais de um agressor não são contabilizados em separado dos demais casos de estupro. 
Desde 2011, dados sobre violência sexual se tornaram de notificação obrigatória pelos serviços públicos e privados de saúde e
são agrupados em um sistema de informações do Ministério, o Sinan. 
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Acre, Tocantins e Distrito Federal lideram as taxas de estupro coletivo por cem mil habitantes – com 4,41, 4,31 e 4,23,
respectivamente. Esse tipo de crime representa hoje 15% dos casos de estupro atendidos pelos hospitais – total de 22.804 em
2016. 
Os números representam só uma parcela dos casos: a violência sexual é historicamente subnotificada (nem todas as vítimas
procuram hospitais ou a polícia) e 30% dos municípios ainda não fornecem dados ao Sinan. Estudos feitos pelo Ipea mostram
que apenas 10% do total de estupros são notificados. Considerando que há 50 mil casos registrados por ano (na polícia e nos
hospitais), o país teria 450 mil ocorrências ainda "escondidas". 
Estupro coletivo 
Segundo a socióloga Wânia Pasinato, os dados da saúde sobre estupro coletivo mostram que o problema existe há muito tempo,
mas só agora está vindo à tona a partir de casos que ganharam destaque na imprensa nacional. "O estupro coletivo é um
problema muito maior e que permanecia invisível. Há uma dificuldade da polícia e da Justiça em responder a essa violência", diz
Wânia. 
Para a antropóloga Debora Diniz, professora da Universidade de Brasília, o aumento de casos de estupro coletivo é impactante.
"É um crime de bando, de um grupo de homens que violenta uma mulher. Essa característica coletiva denuncia o caráter cultural
do estupro". 
"É a festa do machismo, de colocar a mulher como objeto. O interesse não é o ato sexual, mas sim ostentar o controle sobre o
corpo da mulher", diz Cerqueira, do Ipea. 
O pesquisador é um dos autores de estudo sobre a evolução dos estupros nos registros de saúde. Nele, há breve menção ao
crime cometido por dois ou mais homens. Crianças respondiam por 40% das vítimas, 24% eram adolescentes e 36% eram
adultas. 
Outro fato que tem chamado a atenção em algumas das ocorrências de estupros coletivos é a gravação e a divulgação de
imagens do crime. A Folha pesquisou 51 casos noticiados pela imprensa nos últimos três anos. Em pelo menos 14, foram
publicados vídeos em redes sociais. 
"É perturbadora essa necessidade que os agressores têm de filmar a violência. É como se fosse um souvenir da conquista", diz
Debora Diniz. 
Para Wânia, do USP Mulheres, essa prática parece ter caráter ritualístico. "É o estupro sendo mostrado como troféu", afirma. 
Disponível em: <http://m.folha.uol.com.br/cotidiano/2017/08/1911346-pais-registra-10-estupros-coletivos-por-dia-notificacoes-dobram-em-5-
anos.shtml>. Acesso em: 20 ago. 2017. (Adaptado)
Com base na leitura, analise as afirmativas.
I Crianças e adolescentes têm sido vítimas de estupro coletivo no Brasil, crime que apresentou crescimento, no país, de 2011
para 2016. 
II As taxas de estupro coletivo são maiores nas regiões Norte e Centro-Oeste. 
III O fato de os criminosos divulgarem vídeos com o estupro revela um aspecto preocupante da sociedade brasileira, pois o
registro do crime torna-se uma forma para que eles se vangloriem do ato; no entanto, essa é a única maneira de a polícia
identificar os estupradores. 
IV O número de vítimas no Acre foi aproximadamente três vezes maior do que o número de vítimas no Rio de Janeiro, em 2016.
É correto o que se afirma em
 
A)
I, II, III e IV.
 
B)
I, II e IV, apenas.
 
C)
I, III e IV, apenas.
 
D)
II e III, apenas.
 
E)
I e II, apenas.
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