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MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
 DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br I 
 
 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
 DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br II 
PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA 
CNPJ 06.554.860/0003-64 
 Praça Marechal Deodoro, nº 860- Palácio da Cidade Teresina ● 64001-070 
Teresina - PI ● Tel. (86) 3215 7512 
 
 
FIRMINO DA SILVEIRA SOARES FILHO 
Prefeito Municipal 
 
RONNEY WELLINGTON MARQUES LUSTOSA 
Vice-Prefeito Municipal 
 
WASHINGTON BONFIM 
Secretário Municipal de Planejamento 
 
ERICK ELYSIO REIS AMORIM 
Diretor Presidente do Serviço Municipal de Águas e Esgotos 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Secrem
Realce
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
 DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br III 
CONSULTORIA CONTRATADA 
 
DRZ GEOTECNOLOGIA E CONSULTORIA S/S LTDA. 
CNPJ: 04.915.134/0001-93 • CREA-PR Nº 41972 
Avenida Higienópolis, 32,4° andar, Centro. 
Tel.: 43 3026 4065 - CEP 86020-080 - Londrina-PR 
Home: www.drz.com.br • e-mail: drz@drz.com.br 
 
DIRETORIA: 
 
Agostinho de Rezende - Diretor Geral 
Rubens Menoli - Diretor Institucional 
José Roberto Hoffmann - Eng. Civil e Diretor Técnico 
 
RESPONSÁVEIS TÉCNICOS: 
 
José Roberto Hoffmann - Engenheiro Civil - CREA-PR 6125/D 
Wagner Delano Hawthorne - Engenheiro Civil - CREA-PR 24572/D 
 
EQUIPE TÉCNICA MULTIDISCIPLINAR: 
 
Agenor Martins Junior - Arquiteto e Urbanista – CAU-RNP 33.181-3 (Coordenador) 
Antônio Carlos Picolo Furlan – Engenheiro Civil – CREA-PR 15962/D 
Claudia Leocadio – Assistente Social 
Demétrius Coelho de Souza – Advogado 
Letícia Leal Ferreira – Engenheira Ambiental – CREA/PR 132809/D 
Leandro Frassato Pereira – Advogado – OAB-PR 27275 
Paulo Roberto Santana Borges – Economista – CORECON-PR 3192 
Carla Maria do Prado Machado - Educadora Ambiental – Educação Ambiental 
Virginia Maria Dias – Contadora – CRC-PR 064.554/O-3 
 
 
 
 
Agostinho de Rezende 
Sócio Administrador 
CRA-PR 6.459 
Wagner Delano Hawthorne 
Engenheiro Civil 
CREA-PR 24572/D 
 
 
 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
 DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br IV 
SUMÁRIO 
 
1. INTRODUÇÃO ...................................................................................................... 53 
2. PLANO DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL ................................................................... 54 
2.1 OBJETIVO GERAL....................................................................................................... 54 
2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ......................................................................................... 54 
2.3 - METAS ...................................................................................................................... 54 
2.4 METODOLOGIA ........................................................................................................... 55 
2.4.1 ESTRUTURAÇÃO ...................................................................................................... 55 
2.5 ETAPAS ....................................................................................................................... 58 
2.6 - AGENDAS E CRÔNOGRAMAS ................................................................................ 62 
2.7 ATIVIDADES ................................................................................................................ 65 
2.7.1 REUNIÃO COM O COMITÊ DE COORDENAÇÃO E EQUIPE MUNICIPAL ............... 65 
2.7.2 ATA: REUNIÃO TÉCNICA .......................................................................................... 66 
2.7.3 SEMINÁRIO MUNICIPAL DE SENSIBILIZAÇÃO ........................................................ 69 
2.7.4 FÓRUNS REGIONAIS ................................................................................................ 79 
2.7.5 FÓRUM MUNICIPAL DO PMSB ................................................................................. 84 
2.7.6 CONSULTAS PÚBLICAS ........................................................................................... 86 
2.7.7 PRIMEIRA CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO ...................... 87 
2.7.8 AUDIÊNCIA PÚBLICA ................................................................................................ 88 
2.8 ATORES SOCIAIS ENVOLVIDOS ............................................................................... 89 
2.9 - DIVULGAÇÃO ............................................................................................................ 90 
2.10 - DIVULGAÇÃO DOS EVENTOS ........................................................................... 91 
2.10.1 - MODELOS PARA A DIVULGAÇÃO ....................................................................... 93 
2.11 DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS ................................................................... 101 
3. PLANO DE TRABALHO..................................................................................... 101 
3.1 - OBJETIVOS ............................................................................................................. 101 
3.2 METODOLOGIA E ETAPAS DE TRABALHO ............................................................ 104 
3.3 - ABRANGÊNCIA DO TRABALHO ............................................................................ 107 
3.4 - DESCRIÇÕES DAS ETAPAS PREVISTAS PARA O PLANO ................................. 111 
3.4.1 ETAPA 1 – PLANO MOBILIZAÇÃO SOCIAL ............................................................ 111 
3.4.2 ETAPA 2 - DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO LOCAL DO SANEAMENTO BÁSICO ... 113 
3.4.3 ETAPA 3 - PROGNÓSTICOS E ALTERNATIVAS PARA A UNIVERSALIZAÇÃO DOS 
SERVIÇOS, CONDICIONANTES, DIRETRIZES, OBJETIVOS E METAS ......................... 114 
3.4.4 ETAPA 4 - CONCEPÇÃO DE PROGRAMAS, PROJETOS E AÇÕES NECESSÁRIAS 
PARA ATINGIR OS OBJETIVOS E METAS PARA A UNIVERSALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS. 
DEFINIÇÃO DAS AÇÕES PARA EMERGÊNCIA E CONTINGÊNCIA ............................... 116 
3.4.5 ETAPA 5 - MECANISMOS E PROCEDIMENTOS PARA A AVALIAÇÃO SISTEMÁTICA 
DA EFICIÊNCIA, EFICÁCIA E EFETIVIDADE DAS AÇÕES DO PMSB ............................ 117 
3.4.6 ETAPA 6 - RELATÓRIO FINAL DO PMSB ............................................................... 117 
3.5 CRÔNOGRAMA FÍSICO E FINANCEIRO .................................................................. 118 
3.6 EQUIPE ...................................................................................................................... 120 
4. DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO DO SANEAMENTO BÁSICO. ........................ 129 
4.1 OBJETIVO GERAL..................................................................................................... 129 
4.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ....................................................................................... 129 
4.3 DIRETRIZES GERAIS ADOTADAS ........................................................................... 130 
4.4 DIRETRIZES GERAIS ................................................................................................ 130 
4.5 DIRETRIZES DO ABASTECIMENTO DE ÁGUA ....................................................... 131 
4.6 DIRETRIZES DOESGOTAMENTO SANITÁRIO ....................................................... 132 
4.7 DIRETRIZES DA LIMPEZA URBANA E MANEJO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS ........ 133 
4.8 DIRETRIZES DA DRENAGEM E MANEJO DE ÁGUAS PLUVIAIS ........................... 134 
4.9 METODOLOGIA ......................................................................................................... 134 
4.10 CARACTERIZAÇÃO GERAL DO MUNICÍPIO, ASPECTOS SOCIOECONÔMICOS, 
CULTURAIS E AMBIENTAIS ............................................................................................ 136 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
 DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br V 
4.10.1 LOCALIZAÇÃO, PERFIS SOCIOECONÔMICOS, SOLO, CLIMA, POPULAÇÃO... 136 
4.10.1.1. Caracterização da área de planejamento ........................................................ 136 
4.10.1.2. Demografia ..................................................................................................... 139 
4.10.1.2.1. População ................................................................................................... 139 
4.10.1.1.2 Demografia por gênero e faixa etária ................................................................. 142 
4.10.1.1.3 Fluxo migratório ................................................................................................. 143 
4.10.1.1.4 Densidade Demográfica ..................................................................................... 145 
4.10.1.1.5 - Saneamento .................................................................................................... 145 
4.10.1.1.6 Projeção de crescimento populacional ............................................................... 146 
4.10.1.3. Acessos .......................................................................................................... 151 
4.10.1.4. Perfil Socioeconômico .................................................................................... 152 
4.10.1.4.1. Economia .................................................................................................... 152 
4.10.1.4.2. Produto Interno Bruto – PIB ........................................................................ 152 
4.10.1.4.3. Emprego e Renda ....................................................................................... 153 
4.10.1.4.4. Setores da Economia .................................................................................. 155 
4.10.1.4.4.1. Setor primário .............................................................................. 155 
4.10.1.4.4.2. Setor Secundário ......................................................................... 155 
4.10.1.4.4.3. Expansão industrial e saneamento básico ................................... 156 
4.10.1.4.4.4. Setor Terciário ............................................................................. 157 
4.10.1.4.5. - Oportunidades do Futuro .......................................................................... 160 
4.10.1.4.6. - Renda Familiar ......................................................................................... 161 
4.10.1.4.7. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM .............................. 161 
4.10.1.5. Clima .............................................................................................................. 162 
4.10.1.5.1. Temperatura do ar ...................................................................................... 162 
4.10.1.5.2. Meteorologia ............................................................................................... 163 
4.10.1.5.3. Séries Históricas de Dados Meteorológicos e Pluviométricos, com médias 
anuais e ocorrências de precipitações intensas e estiagens prolongadas .......................... 164 
4.10.1.5.3.1. Precipitação média mensal e anual em Teresina ......................... 164 
4.10.1.5.3.2. Umidade relativa do ar de Teresina ............................................. 166 
4.10.1.5.3.3. Balanço hídrico ............................................................................ 167 
4.10.1.5.3.4. Curva de Intensidade versus Período de Recorrência ................. 170 
4.10.1.5.3.5. Descrição de fatores especiais de influência sobre o clima ......... 173 
4.10.1.6. Topografia, Hidrologia e Geologia ................................................................... 173 
4.10.1.7. Descrição dos sistemas públicos existentes ................................................... 177 
4.10.1.7.1. - Saúde ....................................................................................................... 177 
4.10.1.7.1.1. Infraestrutura de Saúde ............................................................... 178 
4.10.1.7.1.2. Indicadores de Saúde .................................................................. 179 
4.10.1.7.1.3. Cobertura Vacinal ........................................................................ 181 
4.10.1.7.2. Educação .................................................................................................... 181 
4.10.1.7.2.1. Ensino Superior ........................................................................... 183 
4.10.1.7.2.2. Instituições de Ensino Superior Pública ....................................... 183 
4.10.1.7.2.3. Instituições de Ensino Superior Privada ...................................... 183 
4.10.1.7.3. - Sistema Público de Saneamento Básico ................................................... 184 
4.10.1.7.4. - Esgotamento Sanitário .............................................................................. 186 
4.10.1.7.5. Coleta e Disposição de Resíduos Sólidos ................................................... 186 
4.10.1.7.6. Pavimentação ............................................................................................. 187 
4.10.1.7.7. Energia Elétrica ........................................................................................... 188 
4.10.1.7.8. Transporte .................................................................................................. 189 
4.10.1.7.8.1. Transporte Coletivo – Ônibus ...................................................... 189 
4.10.1.7.8.2. Transporte Coletivo - Pré Metrô ................................................... 189 
4.10.1.7.8.3. Transporte Ferroviário ................................................................. 189 
4.10.1.7.8.4. Transporte Aéreo ......................................................................... 190 
4.10.1.7.9. Habitação .................................................................................................... 190 
4.10.1.7.10. Telefonia ..................................................................................................... 191 
Secrem
Nota
4.10.1.2.2null4.10.1.2.3null4.10.1.2.4null4.10.1.2.5null4.10.1.2.6null
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
 DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br VI 
4.10.1.7.11. Comunicação .............................................................................................. 191 
4.10.1.7.12. Segurança .................................................................................................. 192 
4.10.1.8. Condições Sanitárias ...................................................................................... 194 
4.10.1.8.1. Ocorrência de doenças de veiculação hídrica ............................................. 197 
4.10.1.8.2. Problemas relacionados com o saneamento básico ................................... 199 
4.10.1.8.3. Séries históricas de indicadoressobre número de óbitos de 0 a 5 anos de Idade 
e Taxa de Mortalidade Infantil causados por falta de saneamento adequado .................... 200 
4.10.1.9. Identificação e descrição da infraestrutura social da comunidade ................... 200 
4.10.1.9.1. Postos de Saúde ......................................................................................... 200 
4.10.1.9.2. Igrejas ......................................................................................................... 201 
4.10.1.9.3. Escolas ....................................................................................................... 201 
4.10.1.9.4. Associações ................................................................................................ 202 
4.10.1.9.5. Cemitério .................................................................................................... 202 
4.10.1.10. Identificação e descrição da organização social da comunidade .................... 203 
4.10.1.11. Descrição de práticas de saúde e saneamento ............................................... 207 
4.10.1.11.1. Práticas de Saúde ....................................................................................... 207 
4.10.1.11.2. Práticas de Saneamento ............................................................................. 209 
4.10.1.12. Identificação das principais carências de planejamento físico territorial que 
resultaram em problemas evidentes de ocupação territorial desordenada ......................... 210 
4.10.1.13. Informações sobre a dinâmica social onde serão identificados e integrados os 
elementos básicos que permitirão a compreensão da estrutura de organização da sociedade 
e a identificação de atores e segmentos setoriais estratégicos, a serem envolvidos no 
processo de mobilização social para a elaboração e a implementação do plano ............... 210 
4.10.1.13.1. Instituições Públicas Federais ..................................................................... 211 
4.10.1.13.2. Instituições Públicas Estaduais ................................................................... 211 
4.10.1.13.3. Instituições Públicas Municipais .................................................................. 212 
4.10.1.13.4. Instituições Privadas ................................................................................... 212 
4.10.1.13.5. Sociedade civil organizada ......................................................................... 212 
4.10.1.13.6. Sociedade Interessada ............................................................................... 212 
4.10.1.14. Descrição dos indicadores de educação e do nível educacional da população, por 
faixa etária 212 
4.10.1.14.1. Indicadores da Educação ............................................................................ 212 
4.10.1.14.2. Matrículas ................................................................................................... 213 
4.10.1.14.3. Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) ............................ 215 
4.10.1.14.4. Indicadores Educacionais do MEC .............................................................. 216 
4.10.1.14.5. Nível educacional da população, por faixa etária ........................................ 217 
4.10.1.15. Identificação e avaliação da capacidade do sistema educacional, formal e 
informal, em apoiar a promoção da saúde, qualidade de vida da comunidade e salubridade do 
município 218 
4.10.1.16. - Identificação das áreas de proteção ambiental e identificação de áreas de 
fragilidade sujeitas à inundação ou deslizamento .............................................................. 220 
4.10.1.16.1. Identificação das áreas de proteção ambiental: .......................................... 220 
4.10.1.16.2. Praças ........................................................................................................ 226 
4.10.1.17. Identificação de áreas de fragilidade sujeitas à inundação ou deslizamento: .. 227 
4.10.1.17.1. Inundação ................................................................................................... 227 
4.10.1.17.2. Deslizamento .............................................................................................. 232 
4.10.1.18. Identificação e avaliação do sistema de comunicação local ............................ 234 
4.10.2. CARACTERÍSTICAS URBANAS, TENDÊNCIAS DE EXPANSÃO, PERFIS 
INDUSTRIAIS .................................................................................................................... 235 
4.11. ASPECTOS INSTITUCIONAIS ............................................................................ 237 
4.11.1. LEGISLAÇÃO, ESTRUTURA ORGANIZACIONAL, NORMAS DE REGULAÇÃO, E 
PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL .................................................................... 237 
4.11.1.1. Compilação da legislação vigente ................................................................... 237 
4.11.1.1.1Comentário ......................................................................................................... 237 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
 DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br VII 
4.11.1.2. Legislação Federal ............................................................................................. 237 
4.11.1.2.1. Legislação Estadual .................................................................................... 240 
4.11.1.2.2. Legislação Municipal ................................................................................... 240 
4.11.1.3. Identificação de programas locais de interesse do saneamento básico .......... 241 
4.11.1.4. Identificação das redes, órgãos e estruturas de educação formal e não formal e 
avaliação da capacidade de apoiar projetos e ações de educação ambiental combinados com 
os programas de saneamento básico................................................................................. 242 
4.11.1.5. Identificação e avaliação do sistema de comunicação local e sua capacidade de 
difusão das informações e mobilização sobre o PMSB ...................................................... 243 
4.11.2. ESTUDOS, PLANOS E PROJETOS E AVALIAÇÃO DOS SISTEMAS ................... 245 
4.11.2.1. Procedimentos para a avaliação sistemática de efetividade, eficiência e eficácia 
dos serviços prestados ...................................................................................................... 245 
4.11.3. INSTRUMENTOS E MECANISMOS DE PARTICIPAÇÃO ..................................... 247 
4.12. DESENVOLVIMENTO URBANO E HABITAÇÃO ............................................... 249 
4.12.1. DESENVOLVIMENTO URBANO ............................................................................ 249 
4.12.1.1. Parâmetros de uso e ocupação do solo .......................................................... 250 
4.12.1.1.1. - Uso do solo ............................................................................................... 250 
4.12.1.1.2. - Ocupação do Solo .................................................................................... 252 
4.12.1.2. Definição do Perímetro Urbano da sede e dos distritos do Município ............. 252 
4.12.1.2.1. - As Zonas Residenciais ............................................................................. 253 
4.12.1.2.2. - As Zonas Comerciais ................................................................................ 255 
4.12.1.2.3. A Zona de Serviço ...................................................................................... 257 
4.12.1.2.4. As Zonas Industriais ................................................................................... 258 
4.12.1.2.5. As Zonas Especiais ....................................................................................259 
4.12.1.2.6. - As Zonas de Preservação ......................................................................... 261 
4.12.1.2.7. Definição das Zonas Especiais de Interesse Social – ZEIS......................... 262 
4.12.1.3. Identificação da ocupação irregular em Áreas de Preservação Permanente – 
APPs 264 
4.12.1.4. Definições de zoneamento como: áreas de aplicação dos instrumentos de 
parcelamento e edificação compulsórios e áreas para investimento em habitação de interesse 
social e por meio do mercado imobiliário. .......................................................................... 264 
4.12.1.4.1. - A Aplicação das Leis de Uso, Parcelamento e Ocupação do Solo ............ 265 
4.12.1.5. Identificação da situação fundiária e eixos de desenvolvimento da cidade, bem 
como de projetos de parcelamento e/ou urbanização ........................................................ 266 
4.12.2. - HABITAÇÃO ......................................................................................................... 268 
4.12.2.1. Organização institucional e objetivos do Plano e seus programas e ações ..... 268 
4.12.2.1.1. - Marcos legais............................................................................................ 268 
4.12.2.2. Estrutura administrativa .................................................................................. 269 
4.12.2.3. Assentamentos precários e informais ............................................................. 269 
4.12.2.4. Quadro da oferta de áreas para o uso habitacional ........................................ 271 
4.12.2.5. Quadro da demanda habitacional ................................................................... 272 
4.13. MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS ...................................................... 274 
4.13.1. BACIAS HIDROGRÁFICAS .................................................................................... 274 
4.13.1.1. Uso e oferta da água ...................................................................................... 284 
4.13.2. DEGRADAÇÃO AMBIENTAL, CONDIÇÕES DE GESTÃO DOS RECURSOS 
HÍDRICOS E USO DA ÁGUA ............................................................................................ 287 
4.13.2.1. Condições de gestão dos recursos hídricos .................................................... 287 
4.13.2.1.1. Recursos Ambientais e Sociedade Local .................................................... 289 
4.14. SAÚDE................................................................................................................. 291 
4.14.1. SITUAÇÃO DE SAÚDE DA POPULAÇÃO NA PERSPECTIVA DO SANEAMENTO
 291 
4.14.1.1. Morbidade de doenças relacionadas com a falta de saneamento básico, mais 
especificamente, doenças infecciosas e parasitárias. ........................................................ 291 
4.14.1.1.1. Indicadores de Saúde ................................................................................. 293 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
 DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br VIII 
4.14.1.1.2. Morbidade ................................................................................................... 294 
4.14.1.1.3. Mortalidade ................................................................................................. 295 
4.14.1.2. Existência e análise do Programa Saúde na Família. ..................................... 297 
4.14.1.3. Identificação dos fatores causais das enfermidades e as relações com as 
deficiências na prestação dos serviços de saneamento básico, bem como as suas 
consequências para o desenvolvimento econômico e social. ............................................. 299 
4.14.2. DAS POLÍTICAS E PLANOS LOCAIS DE SAÚDE ................................................. 304 
4.14.2.1. Programas Especiais de Saúde no Município ................................................. 304 
4.14.2.2. Aprimoramento do polo de saúde ................................................................... 305 
4.15. DIAGNÓSTICO DOS SERVIÇOS DE SANEAMENTO BÁSICO.......................... 307 
4.15.1. CARACTERÍSTICAS GERAIS SOBRE O PRESTADOR DE SERVIÇOS DE ÁGUA 
E ESGOTO ........................................................................................................................ 307 
4.15.2. ORGANOGRAMA DA AGESPISA – ESTRUTURA ORGANIZACIONAL ................ 308 
4.15.3. ANÁLISE FINANCEIRA .......................................................................................... 309 
4.15.4. REGULAÇÃO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA ............................ 311 
4.15.5. OUTORGA ............................................................................................................. 312 
4.15.6. TARIFAS ................................................................................................................ 317 
4.15.6.1. Composição da tarifa praticada pela Agespisa ............................................... 317 
4.15.2. DIAGNÓSTICO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA ...................... 321 
4.15.2.1. HISTÓRICO ....................................................................................................... 322 
4.15.2.2. CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA ............. 324 
4.15.3. INDICADORES DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA ................................................. 326 
4.15.3.1. População Atendida ........................................................................................ 328 
4.15.3.2. Ligações e economias .................................................................................... 335 
4.15.3.3. Volume de água tratada, consumida, faturada, micromedida e macromedida 337 
4.15.3.4. Perdas de água, consumo médio per capita de água e demanda futura ......... 338 
4.15.3.5. Situação atual de Teresina ............................................................................. 342 
4.15.4. QUALIDADE DA ÁGUA .......................................................................................... 342 
4.15.4.1. Qualidade da água bruta e tratada .................................................................. 345 
4.15.5. AVALIAÇÃO DOS SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA .......................... 359 
4.15.5.1. Captação ........................................................................................................ 377 
4.15.5.2. Coagulação .................................................................................................... 379 
4.15.5.3. Floculação ...................................................................................................... 380 
4.15.5.4. Decantação .................................................................................................... 381 
4.15.5.5. Filtração .......................................................................................................... 382 
4.15.5.6. Desinfecção, Fluoretação e Ajuste de ph ........................................................ 383 
4.15.5.7. Estações Elevatórias de Água Tratada ........................................................... 384 
4.15.5.8. Reservação e Distribuição .............................................................................. 386 
4.15.5.9. Centro de Reservação Parque Piauí ............................................................... 389 
4.15.5.10. Sistema de Reservação Irmã Dulce ................................................................ 392 
4.15.5.11. Centro de Reservação Dirceu Arcoverde ........................................................ 394 
4.15.5.12. Centro de Reservação do Jóquei Club ........................................................... 394 
4.15.5.13. Centro de Reservação Planalto Uruguai .........................................................396 
4.15.5.14. Centro de Reservação Parque da Cidade ....................................................... 396 
4.15.5.14.1. SAA Integrado Teresina/Demerval Lobão ................................................... 397 
4.15.6. OPINIÃO PÚBLICA ................................................................................................ 404 
4.15.6.1. Apresentação dos problemas identificados pela população nas reuniões 
regionalizadas .................................................................................................................... 404 
4.15.6.2. Pesquisa de opinião pública ........................................................................... 414 
4.15.7. NECESSIDADE DE INVESTIMENTO PARA ATENDIMENTO DA DEMANDA 
POPULACIONAL ATUAL E FUTURA ................................................................................ 431 
4.15.8. INVESTIMENTOS ATUAIS ..................................................................................... 435 
4.15.9. CONSIDERAÇÕES GERAIS DO ABASTECIMENTO DE ÁGUA ............................ 437 
4.16. DIAGNÓSTICO DO SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO ...................... 442 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
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4.16.2. CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS SISTEMAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO
 443 
4.16.3. REDE COLETORA ................................................................................................. 448 
4.16.4. ESTAÇÃO ELEVATÓRIA DE ESGOTO (EEE) ....................................................... 449 
4.16.5. INTERCEPTORES E EMISSÁRIOS ....................................................................... 451 
4.16.6. ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO – ETE .............................................. 451 
4.16.6.1. Estação de Tratamento de Esgoto Leste (ETE Leste) .................................... 454 
4.16.6.2. Estação de Tratamento Norte Pirajá (ETE Pirajá) ........................................... 464 
4.16.6.3. Estação de Tratamento de Esgoto Alegria (ETE Alegria) ................................ 468 
4.16.7. SISTEMAS INDIVIDUAIS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO ................................. 471 
4.16.8. BALANÇO DA GERAÇÃO DE ESGOTO NO MUNICÍPIO ...................................... 481 
4.16.9. TARIFAS ................................................................................................................ 484 
4.16.10. CLASSIFICAÇÃO DOS CORPOS HÍDRICOS PARA LANÇAMENTOS DOS 
EFLUENTES ...................................................................................................................... 484 
4.16.11. APRESENTAÇÃO DOS PROBLEMAS IDENTIFICADOS PELA POPULAÇÃO NAS 
REUNIÕES REGIONALIZADAS ........................................................................................ 493 
4.16.12. INVESTIMENTOS ATUAIS EM ESGOTO ............................................................ 504 
4.16.12.1. Instalação ETE SACI ...................................................................................... 504 
4.16.12.2. Ampliação da ETE Pirajá ................................................................................ 504 
4.16.12.3. Atualização Geral do Sistema existente .......................................................... 505 
4.16.13. CONSIDERAÇÕES GERAIS DO ESGOTAMENTO SANITÁRIO ......................... 506 
4.17. DIAGNÓSTICO DO SISTEMA DE LIMPEZA URBANA E MANEJO DOS RESÍDUOS 
SÓLIDOS 509 
4.17.2. CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS ....................................................................... 510 
4.17.3. GERAÇÃO DE RSU - RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS – RESÍDUOS 
DOMICILIARES MAIS RESÍDUOS DE LIMPEZA PÚBLICA .............................................. 512 
4.17.4. CARACTERIZAÇÃO DOS RESÍDUOS DOMICILIARES ........................................ 515 
4.17.5. CRESCIMENTO POPULACIONAL E GERAÇÃO PER CAPITA DE RESÍDUOS 
SÓLIDOS DOMICILIARES ................................................................................................. 516 
4.17.6. COLETA CONVENCIONAL .................................................................................... 517 
4.17.6.1. Periodicidade e frequência .............................................................................. 519 
4.17.6.2. Análise das rotas executadas ......................................................................... 522 
4.17.6.3. Equipe e equipamentos disponíveis ................................................................ 531 
4.17.6.4. Inclusão Social – O Trabalho dos carroceiros na Coleta Convencional........... 534 
4.17.7. ÁREAS DE DISPOSIÇÃO IRREGULAR ................................................................. 534 
4.17.8. COLETA DE PENAS E VÍSCERAS ........................................................................ 539 
4.17.9. COLETA SELETIVA ............................................................................................... 541 
4.17.10. PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ...................................................... 551 
4.17.11. COMPOSTAGEM ................................................................................................. 552 
4.17.12. GRANDES GERADORES DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS ................................... 553 
4.17.13. RESÍDUOS ESPECIAIS ....................................................................................... 554 
4.17.13.1. Pilhas e baterias: ............................................................................................ 554 
4.17.13.2. Lâmpadas Fluorescentes: ............................................................................... 554 
4.17.13.3. Óleos Lubrificantes: ........................................................................................ 555 
4.17.13.4. Pneus: ............................................................................................................ 555 
4.17.13.5. Embalagens de Agrotóxicos: .......................................................................... 556 
4.17.14. LIMPEZA URBANA .............................................................................................. 557 
4.17.14.1. Varrição .......................................................................................................... 557 
4.17.14.2. Capina e roçagem .......................................................................................... 559 
4.17.14.3. Poda e corte de árvores .................................................................................. 561 
4.17.14.4. Entulhos de grande volume ............................................................................ 561 
4.17.14.5. Limpeza das bocas de lobo e galerias ............................................................ 562 
4.17.14.6. Limpeza de Parques ....................................................................................... 562 
4.17.14.7. Total de gastos com limpeza pública .............................................................. 564 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
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4.17.14.8. Considerações a respeito dos serviços de limpeza pública............................. 564 
4.17.14.8.1. Serviços de Varrição ................................................................................... 564 
4.17.14.8.2. Serviços de Capina e Roçagem, Limpeza de bocas de lobo e galerias ...... 567 
4.17.15. RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL ................................................................. 568 
4.17.16. RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE ............................................................ 570 
4.17.17. SISTEMA DE COLETA NA ÁREA RURAL ...........................................................582 
4.17.18. DESTINAÇÃO FINAL DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS ............................ 587 
4.17.18.1. Aterro Sanitário ............................................................................................... 591 
4.17.19. DEMONSTRATIVO FINANCEIRO COM A LIMPEZA PÚBLICA ........................... 596 
4.17.20. ÓRGÃO MUNICIPAL RESPONSÁVEL PELA GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS 
–SEMDUH 598 
4.17.20.1. Organograma – Estrutura Organizacional ....................................................... 598 
4.17.20.2. Descrição dos colaboradores .......................................................................... 599 
4.17.21. PROJETOS EM ANDAMENTO ............................................................................ 601 
4.17.22. CONSIDERAÇÕES GERAIS DE LIMPEZA URBANA E MANEJO DOS RESÍDUOS 
SÓLIDOS 605 
4.18. DIAGNÓSTICO DA DRENAGEM E MANEJO DAS ÁGUAS PLUVIAIS .............. 607 
4.18.2. LEI DE ZONEAMENTO, USO E OCUPAÇÃO DO SOLO URBANO ....................... 609 
4.18.3. DRENAGEM NATURAL ......................................................................................... 609 
4.18.4. ANÁLISE MORFOMÉTRICA DAS MICROBACIAS E BACIAS HIDROGRÁFICAS NA 
ÁREA RURAL .................................................................................................................... 619 
4.18.5. MACROBACIAS DA ÁREA URBANA ..................................................................... 620 
4.18.6. MICROBACIAS SUJEITAS À INUNDAÇÃO ........................................................... 621 
4.18.7. BACIAS HIDROGRÁFICAS ÁREA RURAL ............................................................ 622 
4.18.8. ANÁLISE LINEAR ................................................................................................... 623 
4.18.9. ANÁLISE AREAL .................................................................................................... 624 
4.18.10. ANÁLISE HIPSOMÉTRICA .................................................................................. 626 
4.18.11. ESTUDOS HIDROLÓGICOS ............................................................................... 630 
4.18.11.1. Índices Físicos ................................................................................................ 630 
4.18.12. PERMEABILIDADE DOS SOLOS ........................................................................ 632 
4.18.12.1. Erosão e fator de erodibilidade ....................................................................... 633 
4.18.13. USO E OCUPAÇÃO DO SOLO URBANO – ÁREAS PERMEÁVEIS .................... 637 
4.18.14. ANÁLISE DAS VAZÕES ...................................................................................... 645 
4.18.14.1. Método para vazão de pico ............................................................................. 649 
4.18.14.2. Chuvas Intensas ............................................................................................. 654 
4.18.15. INDICADORES DE DRENAGEM ......................................................................... 656 
4.18.16. SISTEMAS URBANOS DE DRENAGEM PLUVIAL .............................................. 657 
4.18.17. ANÁLISE DE ESTUDOS E PROJETOS TÉCNICOS ANTERIORES .................... 662 
4.18.17.1. Projetos em andamento .................................................................................. 664 
4.18.17.2. Critérios de prioridade ..................................................................................... 667 
4.18.17.3. Valores previstos para execução dos projetos ................................................ 670 
4.18.18. APRESENTAÇÃO DOS PROBLEMAS IDENTIFICADOS PELA POPULAÇÃO NAS 
REUNIÕES REGIONALIZADAS ........................................................................................ 671 
4.18.19. ANÁLISE DAS DEFICIÊNCIAS NO SISTEMA DE DRENAGEM DAS ÁGUAS 
PLUVIAIS DE TERESINA .................................................................................................. 681 
4.18.19.1. Área urbana .................................................................................................... 682 
4.18.19.2. Área rural ........................................................................................................ 682 
5. PROGNÓSTICO E ALTERNATIVAS PARA UNIVERSALIZAÇÃO DOS 
SERVIÇOS DE SANEAMENTO BÁSICO E OBJETIVOS E METAS. .................... 683 
5.1. FUNDAMENTOS TÉCNICOS ..................................................................................... 683 
5.2. FASES E HORIZONTES DE PLANEJAMENTO ........................................................ 684 
5.3. - PRINCIPAIS INDICADORES E INTERFACES COM O SANEAMENTO .................. 684 
5.4. MODELO DE GESTÃO DOS SERVIÇOS DE SANEAMENTO BÁSICO .................... 685 
 
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5.5. - APLICABILIDADE DAS MODALIDADES DE GESTÃO PARA PRESTAÇÃO DOS 
SERVIÇOS ........................................................................................................................ 687 
5.5.1. EXECUÇÃO DIRETA ................................................................................................ 687 
5.5.1.1. Centralizada ......................................................................................................... 687 
5.5.1.2. Descentralizada .................................................................................................... 688 
5.5.1.2.1. Autarquia municipal ............................................................................................ 688 
5.5.1.2.2. Empresa pública ................................................................................................ 688 
5.5.1.2.3. Sociedade de economia mista ........................................................................... 689 
5.5.2. EXECUÇÃO INDIRETA ............................................................................................ 689 
5.5.2.1. Concessão Comum .............................................................................................. 689 
5.5.2.2. Permissão ............................................................................................................ 690 
5.5.2.3. PPP – Parceria Público Privada ........................................................................... 691 
5.5.2.4. Gestão Associada ................................................................................................ 692 
5.5.2.5. Subconcessão ...................................................................................................... 693 
5.6. - PROJEÇÃO DE DEMANDA DE SERVIÇOS PÚBLICOS DE SANEAMENTO BÁSICO
 693 
5.6.1. PROJEÇÕES DE DEMANDA PARA O SETOR DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA .. 693 
5.6.2. PROJEÇÕES DE DEMANDA O SETOR DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO ............ 697 
5.6.3. PROJEÇÕES DE DEMANDA PARA O SETOR DE RESÍDUOS SÓLIDOS .............. 699 
5.7. - MODELO DE FISCALIZAÇÃO E REGULAÇÃO OS SERVIÇOS LOCAIS DE 
SANEAMENTO BÁSICO ................................................................................................... 701 
5.8. - ESTIMATIVA DAS DEMANDAS POR SERVIÇOS DE SANEAMENTO BÁSICO PARA 
TODO O PERÍODO DO PMSB .......................................................................................... 702 
5.8.1. ESTIMATIVA PARA OS SERVIÇOS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA ................... 703 
5.8.2. ESTIMATIVA PARA OS SERVIÇOS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO .................. 710 
5.8.3. ESTIMATIVA PARA OS SERVIÇOS DE COLETA E MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS
 711 
5.8.4. ESTIMATIVA PARA OS SERVIÇOS DE DRENAGEM DAS ÁGUAS PLUVIAIS ....... 712 
5.9. DEFINIÇÃO DE RESPONSABILIDADES DOS SERVIÇOS DE SANEAMENTO BÁSICO 
TRATADOS NO PMSB ..................................................................................................... 7145.10. ALTERNATIVAS PARA O ATENDIMENTO DAS DEMANDAS DOS 4 EIXOS DOS 
SERVIÇOS DE SANEAMENTO BÁSICO PARA ATENDIMENTO DAS CARÊNCIAS 
EXISTENTES, DE ACORDO COM A LEI Nº. 11.445/2007; .............................................. 717 
5.10.1. ALTERNATIVA PARA O ATENDIMENTO DA DEMANDA PARA OS SERVIÇOS DE 
ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO ........................................ 717 
5.10.2. ALTERNATIVA PARA O ATENDIMENTO DA DEMANDA PARA OS SERVIÇOS DE 
COLETA E MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS ............................................................... 721 
5.10.3. ALTERNATIVA PARA O ATENDIMENTO DA DEMANDA PARA OS SERVIÇOS DE 
DRENAGEM DAS ÁGUAS DAS CHUVAS ......................................................................... 726 
5.11. OBJETIVOS E METAS PRETENDIDAS COM A IMPLANTAÇÃO DO PMSB ..... 726 
5.12. - DESCRIÇÃO DOS OBJETIVOS E METAS PARA O SETOR DE 
ABASTECIMENTO DE ÁGUA........................................................................................... 727 
5.12.1. OBJETIVO GERAL: ................................................................................................ 727 
5.12.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: .................................................................................. 728 
5.13. DESCRIÇÃO DOS OBJETIVOS E METAS PARA O SETOR DE COLETA E 
TRATAMENTO DO ESGOTAMENTO SANITÁRIO ........................................................... 739 
5.13.1. - OBJETIVO GERAL: .............................................................................................. 739 
5.13.2. - OBJETIVOS ESPECÍFICOS: ................................................................................ 739 
5.14. DESCRIÇÃO DOS OBJETIVOS E METAS PARA O SETOR DE DRENAGEM DAS 
ÁGUAS PLUVIAIS ............................................................................................................. 747 
5.14.1. OBJETIVO GERAL: ................................................................................................ 747 
5.14.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: .................................................................................. 747 
5.15. DESCRIÇÃO DOS OBJETIVOS E METAS PARA LIMPEZA PÚBLICA E MANEJO 
DE RESÍDUOS SÓLIDOS ................................................................................................. 755 
 
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5.15.1. TRATAMENTO E DISPOSIÇÃO FINAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS ........................ 755 
5.15.1.1. Identificação de áreas favoráveis para à disposição final ambientalmente 
adequada 755 
5.15.1.2. Quanto a área com obras em andamento: ...................................................... 759 
5.15.1.3. Quanto a possíveis areas para instalação de aterro sanitário: ........................ 763 
5.15.1.4. Identificação das possibilidades de implantação de soluções consorciadas ou 
compartilhadas com outros municípios, considerando nos critérios de economia de escala, a 
proximidade dos locais estabelecidos e as formas de prevenção dos riscos ambientais ... 765 
5.15.2. - METAS DE REDUÇÃO, REUTILIZAÇÃO, COLETA SELETIVA E RECICLAGEM, 
ENTRE OUTRAS, COM VISTAS A REDUZIR A QUANTIDADE DE REJEITOS 
ENCAMINHADOS PARA DISPOSIÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA ........... 769 
5.15.3. - RESPECTIVAS MEDIDAS SANEADORAS PARA OS PASSIVOS AMBIENTAIS 
RELACIONADOS AOS RESÍDUOS SÓLIDOS, INCLUINDO ÁREAS CONTAMINADAS .. 770 
5.15.4. - IDENTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS SUJEITOS AO PGRS E 
DIFERENCIAÇÃO DO PEQUENO E DO GRANDE GERADOR. ....................................... 773 
5.15.5. - LOGÍSTICA REVERSA ........................................................................................ 774 
5.15.6. PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS E ESPECIFICAÇÕES MÍNIMAS A SEREM 
ADOTADAS NOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE LIMPEZA URBANA E DE MANEJO DE 
RESÍDUOS SÓLIDOS. ...................................................................................................... 777 
5.15.6.1. Procedimentos de Responsabilidade do Poder Público .................................. 777 
5.15.6.1.1. - Coleta Convencional ................................................................................. 777 
5.15.6.1.1.1. Frequência da coleta ................................................................... 777 
5.15.6.1.1.2. Dimensionamento da frota e da equipe de trabalho ..................... 778 
5.15.6.1.1.3. Número de motoristas: ................................................................ 779 
5.15.6.1.1.4. Número de agentes de limpeza: .................................................. 780 
5.15.6.1.2. - Considerações quanto a coleta convencional ........................................... 780 
5.15.6.1.2.1. Área urbana ................................................................................. 780 
5.15.6.1.2.2. Área Rural ................................................................................... 781 
5.15.6.1.3. - Coleta Seletiva .......................................................................................... 783 
5.15.6.1.3.1. CENÁRIO 1 ................................................................................. 790 
5.15.6.1.3.2. CENÁRIO 2 ................................................................................. 791 
5.15.6.1.3.3. CENÁRIO 3 ................................................................................. 792 
5.15.6.1.3.4. COOPERATIVA DE CATADORES .............................................. 795 
5.15.6.1.4. Limpeza Pública .......................................................................................... 801 
5.15.6.1.5. Equipamentos de proteção ......................................................................... 805 
5.15.7. PROCEDIMENTOS DE RESPONSABILIDADE PRIVADA ..................................... 807 
5.15.7.1. Resíduos Industriais ....................................................................................... 807 
5.15.7.2. Demais Recomendações: ............................................................................... 808 
5.15.7.2.1. Segregação e armazenamento ................................................................... 808 
5.15.7.2.2. Transporte .................................................................................................. 809 
5.15.7.3. Resíduos de Saúde ........................................................................................ 809 
5.15.7.3.1. Coleta, transporte e destinação final ........................................................... 809 
5.15.7.3.2. Locais adequados para armazenamento .................................................... 809 
5.15.7.3.3. Lixeiras e contêineres adequados ............................................................... 810 
5.15.7.3.4. Monitoramento ............................................................................................ 810 
5.15.7.3.5. Treinamento e segurança dos funcionários ................................................. 810 
5.15.7.4. Resíduos de Construção Civil ......................................................................... 810 
5.15.7.4.1. Destinação final .......................................................................................... 811 
5.15.7.4.2. Unidades de reciclagem .............................................................................. 812 
5.15.7.4.3. - Legislação e gestão municipal .................................................................. 813 
5.15.7.5. Resíduos Especiais ........................................................................................ 815 
5.15.7.5.1. Pilhas e Baterias ......................................................................................... 815 
5.15.7.5.2. Lâmpadas Fluorescentes ............................................................................816 
5.15.7.5.3. Óleos Lubrificantes e Graxas ...................................................................... 816 
 
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5.15.7.5.4. Pneus ......................................................................................................... 817 
5.15.7.5.5. Embalagens de agrotóxicos ........................................................................ 818 
5.15.7.5.6. Eletroeletrônicos ......................................................................................... 819 
5.15.8. INDICADORES DE DESEMPENHO OPERACIONAL E AMBIENTAL .................... 823 
5.15.9. - PROGRAMAS E AÇÕES DE CAPACITAÇÃO TÉCNICA ..................................... 823 
5.15.10. - PROGRAMAS E AÇÕES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ................................... 826 
5.15.11. PERIODICIDADE NA REVISÃO DO PLANO MUNICIPAL DE GESTÃO INTEGRADA 
DE RESÍDUOS SÓLIDOS .................................................................................................. 834 
5.15.11.1. Definição dos Objetivos e metas para os serviços de limpeza pública e manejo de 
resíduos sólidos ................................................................................................................. 834 
5.15.11.1.1. Objetivo Geral: ............................................................................................ 834 
5.15.11.1.2. Objetivos Específicos: ................................................................................. 834 
5.16. ÁREAS DE INTERVENÇÃO PRIORITÁRIAS ...................................................... 840 
5.17. CENÁRIOS DE REFERÊNCIA ............................................................................ 848 
5.18. ANÁLISE DA VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA-FINANCEIRA DA 
PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS CONSIDERANDO OS CENÁRIOS DOS OBJETIVOS, 
METAS, PROGRAMAS, PROJETOS E AÇÕES ............................................................... 853 
5.19. SETOR DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO...... 854 
5.20. SETOR DE COLETA E MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS .............................. 864 
5.21. SETOR DE DRENAGEM DAS ÁGUAS PLUVIAIS .............................................. 867 
5.22. FONTES ESTRATÉGICAS PARA FINANCIAMENTOS ...................................... 867 
5.23. MECANISMOS DE ARTICULAÇÃO E INTEGRAÇÃO COM DEMAIS 
INSTRUMENTOS DE POLÍTICAS PÚBLICAS INCLUINDO PROJETOS DE SAÚDE, 
HABITAÇÃO, MEIO AMBIENTE, RECURSOS HÍDRICOS E EDUCAÇÃO ...................... 873 
5.23.1. - MECANISMOS DE ARTICULAÇÃO ..................................................................... 875 
5.23.1.1. Gestão para integração .................................................................................. 875 
5.23.1.2. Setor de saúde e saneamento básico ............................................................. 875 
5.23.1.3. Setor de educação e saneamento básico ....................................................... 875 
5.23.1.4. Setor de habitação e saneamento básico ....................................................... 876 
5.23.1.5. Setor de meio ambiente e saneamento básico ............................................... 876 
5.24. CONSIDERAÇÕES DO DIAGNÓSTICO. ............................................................. 876 
6. – CONCEPÇÃO DE PROGRAMAS PROJETOS E AÇÕES NECESSÁRIAS 
PARA ATINGIR OS OBJETIVOS E AS METAS DO PMSB .................................. 878 
6.1. DEFINIÇÃO DOS PROGRAMAS, PROJETOS E AÇÕES COM ESTIMATIVAS DE 
CUSTOS, BASEADAS NOS RESULTADOS DOS ESTUDOS “PROGNÓSTICOS E 
ALTERNATIVAS” QUE DEEM SOLUÇÃO DE CONTINUIDADE E CONSEQUÊNCIA ÀS 
AÇÕES FORMULADAS; ................................................................................................... 878 
6.1.1. PROGRAMAÇÃO DAS AÇÕES IMEDIATAS E PRIORITÁRIAS .............................. 884 
6.1.2. PROGRAMAÇÃO E CRONOGRAMA DAS AÇÕES DO PMSB – CURTO, MÉDIO E 
LONGO PRAZOS .............................................................................................................. 891 
6.2. - HIERARQUIZAÇÃO E PRIORIZAÇÃO DOS PROGRAMAS, PROJETOS E 
AÇÕES E SEUS RESPECTIVOS INVESTIMENTOS, COMPATIBILIZAÇÃO COM O 
ORÇAMENTO E AS METAS ESTABELECIDAS;.......................................................... 892 
6.3. - CONCEPÇÃO TÉCNICA DE PROJETOS EXISTENTES E/OU ANDAMENTO . 893 
6.3.1. SÍNTESE DOS INVESTIMENTOS PARA OS SERVIÇOS DE ABASTECIMENTO DE 
ÁGUA 893 
6.3.2. PROGRAMA DE UNIVERSALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ABASTECIMENTO DE 
ÁGUA (SAA) ..................................................................................................................... 898 
6.3.2.1. Construção da ETA Santa Maria da CODIPI considerando melhorias e adequações 
no sistema atual ................................................................................................................. 898 
6.3.2.1.1. Síntese do projeto proposto: .............................................................................. 898 
6.3.2.2. - Implantação do sistema simplificado de abastecimento de água na área rural e 
instalação e construção de poços; ..................................................................................... 902 
 
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6.3.3. - IMPLANTAÇÃO DE SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA VILA DA 
PAZ 911 
6.3.3.1. Síntese do projeto proposto demonstrado na Vila da Paz: ................................... 911 
6.3.4. - ELABORAÇÃO DO PROJETO DE AMPLIAÇÃO E MELHORIA DO SISTEMA DE 
ABASTECIMENTO DE ÁGUA - "PROJETO PARA UNIVERSALIZAÇÃO DO SAA - 
AGESPISA" 914 
6.3.4.1. Ações nº. 1.4 e 1.8 e 1.9 do programa de melhorias operacionais e de qualidade do 
serviço - ações elencadas na Tabela 5. ............................................................................. 914 
6.3.5. SÍNTESE DE AMPLIAÇÃO DO SISTEMA: .......................................................... 916 
6.3.5.1. Proograma de Melhorias Operacionais e de qualidade do serviograma de Melhorias 
Operacionais e de qualidade do serviço ............................................................................. 918 
6.3.5.1.1. Implantação de Reforço de Anel (macrodistribuição) ......................................... 918 
6.4. - IMPLEMENTAÇÃO DE PROJETOS E AÇÕES SOCIOAMBIENTAIS ..................... 925 
6.5. - PROJETO DE TRABALHO SOCIAL PRELIMINAR (PTS-P) ................................... 926 
6.6. - PROJETO DE TRABALHO SOCIAL (PTS) .............................................................. 927 
6.7. PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIOTERRITORIAL (PDST) ............................ 930 
6.8. SUBSTITUIÇÃO/ADEQUAÇÕES DAS TUBULAÇÕES E MELHORIA NA ENTRADA E 
SAÍDA DO RESERVATÓRIO DO PARQUE DA CIDADE ................................................. 932 
6.9. TROCA DO PARQUE DE HIDROMETRAÇÃO .......................................................... 934 
6.9.1. TIPOS DE MATERIAIS A SEREM ADOTADOS: ................................................ 935 
6.9.2. CRITÉRIOS DE DIMENSIONAMENTO: .............................................................. 935 
6.9.2.1. Aspectos construtivos: .......................................................................................... 936 
6.9.2.1.1. Considerações de instalação ............................................................................. 937 
6.10. . REALIZAR A SETORIZAÇÃO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA – 
MUNICÍPIO ........................................................................................................................ 937 
6.10.1.1. - Educação Ambiental..................................................................................... 939 
6.11. MANUTENÇÃO E MONITORAMENTO DA QUALIDADE DA ÁGUA .................. 941 
6.12. ELABORAR ESTUDO DE VIABILIZAÇÃO PARA ADEQUAÇÃO E/OU 
IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS DE CONTROLE E PREVENÇÃO DE INCÊNDIOS, COM 
HIDRANTES E RESERVATÓRIOS ................................................................................... 946 
AÇÃO: ESTUDO SISTEMA DE CONTROLE DE INCÊNDIO COM HIDRANTES E 
RESERVATÓRIOS .......................................................................................................... 947 
6.13. MONITORAMENTO DA QUALIDADE DA ÁGUA – ÁREA RURAL .................... 947 
6.14. - PROGRAMA DE REGULARIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ABASTECIMENTO DE 
ÁGUA 948 
6.15. - SÍNTESE DOS INVESTIMENTOS PARA OS SERVIÇOS DE COLETA E 
TRATAMENTO DE ESGOTO .......................................................................................... 950 
6.16. - PROGRAMA DE UNIVERSALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ESGOTAMENTO 
SANITÁRIO (SEE) ........................................................................................................... 953 
6.16.1. - ELABORAÇÃO DO PROJETO DE AMPLIAÇÃO E MELHORIA DO SISTEMA DE 
ESGOTAMENTO SANITÁRIO - PROJETO PARA UNIVERSALIZAÇÃO DO SES - 
AGESPISA 953 
6.16.1.1. Implantação de fossas sépticas na área rural ................................................. 958 
6.16.1.2. Implantação de rede de esgoto nas comunidades rurais mais adensadas e 
implantação de estações compactas para tratamento ........................................................ 959 
6.17. PROGRAMA DE MELHORIAS OPERACIONAIS E DE QUALIDADE DOS 
SERVIÇOS SES ............................................................................................................... 960 
6.17.1. INSTALAÇÃO DE INFRAESTRUTURA: REDE COLETORA E INTERCEPTORES, 
ESTAÇÕES DE RECALQUE, LINHAS DE RECALQUE, REQUALIFICAÇÃO DA ETE 
PIRAJÁ 960 
6.17.2. INSTALAÇÃO DE LABORATÓRIOS PARA ANÁLISES DE EFLUENTES ........ 964 
6.18. PROGRAMA DE MONITORAMENTO PARA OS CORPOS RECEPTORES DE 
EFLUENTES..................................................................................................................... 972 
6.18.1. - PROJETOS E AÇÕES SOCIOAMBIENTAIS .................................................... 972 
 
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6.18.2. - AMPLIAR PROGRAMA DE COMBATE A LIGAÇÕES IRREGULARES NA REDE 
DE ESGOTO E CADASTRO E MAPEAMENTO GEORREFERENCIADO DA REDE DE 
ESGOTO SANITÁRIO ...................................................................................................... 973 
6.19. SÍNTESE DOS INVESTIMENTOS PARA O SERVIÇO DE DRENAGEM DAS 
ÁGUAS PLUVIAIS ........................................................................................................... 975 
6.19.1. PROGRAMA DE UNIVERSALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE DRENAGEM DAS 
ÁGUAS PLUVIAIS ............................................................................................................ 979 
6.19.1.1. Elaboração de projetos de engenharia para manejo das águas pluviais ......... 979 
6.20. IMPLANTAÇÃO DE GALERIAS PLUVIAIS NA VILA DA PAZ ...................... 982 
6.20.1. - SÍNTESE DO PROJETO: ................................................................................... 982 
6.21. IMPLANTAÇÃO DE GALERIAS PLUVIAIS NA SUB-BACIA ZONA LESTE 
PD12 984 
6.22. CONSTRUÇÃO DE GALERIAS MAIS MANUTENÇÃO. SUB- BACIAS PE31, 
PD02, PD06, PD07, PD12, PD14, P10 E P11 E P12 ..................................................... 984 
6.23. CONSTRUÇÃO DE GALERIAS MAIS MANUTENÇÃO. SUB- BACIAS PE02, 
PE03, PE04, PE08, PE09, PE11, PE12, PE13, PE14, PE19, PE20, PE21, PE22, PE23, 
PE28, PE29, PD04, PD05, PD08, PD09, PD15, P01, P02, P05, P13, P14 ................... 988 
6.24. CONSTRUÇÃO DE GALERIAS MAIS MANUTENÇÃO. SUB- BACIAS PE01, 
PE05, PE06, PE07, PE010 PE11, PE15, PE16, PE17, PE18, PE24, PE25, PE26, PE27, 
PE30, PE32, PD01, PD03, PD10, PD11, PD13, PD16, P03, P04, P06, P07, P08, P09, 
P12, P15, P16, P17, P18, P19, P20 ................................................................................ 993 
6.25. PROGRAMA DE MELHORIAS OPERACIONAIS E DE QUALIDADE DOS 
SERVIÇOS DE DRU E PRESERVAÇÃO AMBIENTAL .............................................. 1011 
6.25.1. INTERLIGAÇÕES DE LAGOAS, LIMPEZA DE LAGOAS, IMPLANTAÇÃO DE 
COMPORTAS, RECOMPOSIÇÃO TOPOGRÁFICA .................................................... 1011 
6.26. DESOBSTRUÇÃO DE GALERIAS COM REQUALIFICAÇÃO URBANA .... 1017 
6.26.1. COMPRA DE EQUIPAMENTOS PARA MANUTENÇÃO E LIMPEZA ............. 1018 
6.27. REALIZAR ESTUDO DE DESAPROPRIAÇÃO DE CASAS LOCALIZADAS EM 
ÁREA DE RISCO ........................................................................................................... 1019 
6.28. ESTRUTURA DE DEPARTAMENTO ESPECÍFICO PARA MANUTENÇÃO E 
FISCALIZAÇÃO DOS SISTEMAS DE DRENAGEM URBANA .................................. 1020 
6.29. REVISÃO DO PDDRU COM PREVISÃO DE MAPEAMENTO E 
CADASTRAMENTO DO SISTEMA DE DRENAGEM.................................................. 1021 
6.30. RECUPERAÇÃO DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE. ....... 1022 
6.31. PROGRAMA DE REQUALIFICAÇÃO DE DRENAGEM PARA AS ÁREAS 
RURAIS 1025 
6.31.1. ESTUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES TOPOGRÁFICAS E HIDROLÓGICAS 
PARA ANÁLISE E PLANEJAMENTO DE DRENAGEM DAS ÁGUAS PLUVIAIS....... 1025 
6.32. LEVANTAMENTO DE LEITOS DE RIOS QUE ESTEJAM OBSTRUÍDOS .. 1027 
6.32.1. ELABORAÇÃO DE DIAGNÓSTICO AMBIENTAL – PROPOSTA DE 
ZONEAMENTO .............................................................................................................. 1027 
6.32.2. DESOBSTRUÇÃO DE LEITOS .......................................................................... 1030 
6.33. SÍNTESE DOS INVESTIMENTOS PARA O SERVIÇO DE LIMPEZA PÚBLICA 
E MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS ......................................................................... 1031 
6.34. PROGRAMA DE UNIVERSALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE CLP .............. 1035 
6.34.1. AMPLIAR E AJUSTAR PERIODICIDADE DA COLETA CONVENCIONAL ..... 1035 
6.34.2. IMPLANTAR 57 PONTOS DE ENTREGA VOLUNTÁRIA PARA RECICLÁVEIS NA 
ÁREA RURAL ................................................................................................................. 1036 
6.34.3. PROGRAMA DE UNIVERSALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE CLP + PROGRAMA 
DE INCLUSÃO E DE CAPACITAÇÃO E AUXÍLIO TÉCNICO ..................................... 1038 
6.35. - PARCERIA PÚBLICO PRIVADA ................................................................. 1039 
6.36. - SUBPROGRAMA TERESINA CONSCIENTE ............................................. 1039 
6.36.1. IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ....................... 1039 
 
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6.36.2. IMPLANTAR PONTOS DE ENTREGA VOLUNTÁRIAS EM PONTOS 
ESTRATÉGICOS – PRÉDIOS PÚBLICOS ................................................................... 1041 
6.37. IMPLANTAÇÃO E ADEQUAÇÃO DO ATERRO SANITÁRIO ...................... 1043 
6.37.1. PROJETO DE ENCERRAMENTO DO ATERRO MUNICIPAL ......................... 1044 
6.38. PROGRAMA DE REGULARIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE CRS ................. 1045 
6.38.1. - IMPLANTAR SISTEMA DE INFORMAÇÃO CADASTRAL DE INDUSTRIAS 
PARA CONTROLE E MONITORAMENTO DA GESTÃO DOS RESÍDUOS INDUSTRIAIS
 1045 
6.39. ESTUDO PARA AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES POSSÍVEIS PARA 
DISPOSIÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS. AVALIAR CONDIÇÕES DO ATERRO 
MUNICIPAL E/OU ALTERNATIVAS ............................................................................1046 
6.39.1. ELABORAR PMGRCC E PMGRSS ................................................................... 1047 
6.39.2. TRANSFERÊNCIA ADMINISTRATIVA E DE FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS 
DE COLETA CONVENCIONAL DA ÁREA RURAL PARA SEMDUH .......................... 1048 
6.40. RESÍDUOS ESPECIAIS - LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA ................................ 1049 
6.41. CRIAR REGULAMENTO DEFININDO FORMA DE RECOLHIMENTO 
ADEQUANDO A TAXA DE COLETA DE LIXO NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA NO 
CASO DE GRANDES GERADORES ........................................................................... 1050 
6.42. SUBPROGRAMA TERESINA CONSCIENTE – SERVIÇO DE LIMPEZA 
PÚBLICA E MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS ....................................................... 1050 
6.42.1. PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ................................................... 1050 
6.43. MECANISMOS PARA AVALIAÇÃO SISTEMÁTICA DA EFICÁCIA, 
EFICIÊNCIA E EFETIVIDADE DAS AÇÕES PROGRAMADAS ................................. 1051 
6.44. ESTRUTURAÇÃO DO SISTEMA DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO 1052 
6.44.1. - MONITORAMENTO .......................................................................................... 1052 
6.44.2. - AVALIAÇÃO ...................................................................................................... 1053 
6.45. BASE DE DADOS PARA MONITORAMENTO DOS OBJETIVOS PROPOSTOS 
– MONITORAMENTO DA EFICIÊNCIA, EFICACIA E EFETIVIDADE. ...................... 1054 
6.46. ATENDIMENTO DAS DEMANDAS TEMPORÁRIAS E OPERAÇÃO EM 
SITUAÇÕES CRÍTICAS ................................................................................................ 1071 
6.46.1. EMERGÊNCIA E CONTINGÊNCIA ................................................................... 1071 
6.46.1.1. Ações de Emergência e Contingência Para o Sistema de Abastecimento de Água
 1071 
6.46.1.2. Ações de Emergência e Contingência para o Sistema de Esgotamento Sanitário
 1076 
6.46.1.3. Ações de Emergência e Contingência para o Sistema de Drenagem Urbana
 1079 
6.46.1.4. Ações de Emergência e Contingência para o Sistema de Gerenciamento dos 
Resíduos Sólidos Urbanos ............................................................................................... 1080 
6.47. PLANEJAMENTO PARA ELABORAÇÃO DOS PLANOS DE RISCOS PARA 
GARANTIA DA SEGURANÇA DA ÁGUA ................................................................... 1084 
6.47.1. ASPECTOS GERAIS A SEREM CONSIDERADOS: ........................................ 1087 
6.47.2. PLANEJAMENTO E GESTÃO ........................................................................... 1087 
6.47.3. DIRETRIZES PARA ARTICULAÇÃO COM NORMATIVAS E INSTRUÇÕES . 1088 
6.47.3.1. - Instalação de hidrante urbano na rede pública ......................................... 1089 
6.48. FORMAÇÃO DA EQUIPE PARA ELABORAÇÃO DO PSA. ........................ 1090 
6.48.1. AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA (SAA) ............. 1091 
6.48.2. IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS......................................................................... 1092 
6.48.3. CARACTERIZAÇÃO DE RISCOS ...................................................................... 1094 
6.48.4. DEFINIÇÃO DE PONTOS CRÍTICOS: .............................................................. 1095 
6.48.5. PROCEDIMENTO PARA AVALIAÇÃO DAS MEDIDAS DE CONTROLE........ 1096 
6.48.6. - MEDIDAS DE CONTROLE .............................................................................. 1098 
6.48.7. MONITORAMENTO ............................................................................................ 1099 
6.48.8. GESTÃO E COMUNICAÇÃO ............................................................................. 1099 
 
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6.49. GESTÃO DOS RESÍDUOS SOLIDOS ............................................................ 1100 
6.49.1. PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS E ESPECIFICAÇÕES MÍNIMAS A SEREM 
ADOTADOS NOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE LIMPEZA URBANA E DE MANEJO DE 
RESÍDUOS SÓLIDOS, INCLUÍDA A DISPOSIÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE 
ADEQUADA DOS REJEITOS E OBSERVADAS A LEI Nº.11.445/2007. .................... 1100 
6.49.2. - REGRAS PARA TRANSPORTE E OUTRAS ETAPAS DO GERENCIAMENTO 
DE RESÍDUOS SÓLIDOS DE QUE TRATA O ART. 20, OBSERVADAS AS NORMAS 
ESTABELECIDAS PELOS ÓRGÃOS DO SISNAMA E DO SNVS E DEMAIS 
DISPOSIÇÕES PERTINENTES A LEGISLAÇÃO FEDERAL E ESTADUAL .............. 1104 
6.49.2.1. - NBR 13.221/1994 - Transporte terrestre de resíduos ............................... 1104 
6.49.2.1.1. Requisitos ................................................................................................. 1104 
6.49.2.1.2. Resíduos perigosos .................................................................................. 1104 
6.49.3. - PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS E ESPECIFICAÇÕES MÍNIMAS PARA O 
SERVIÇO DE COLETA SELETIVA ............................................................................... 1105 
6.49.3.1. - NBR 11.174/1990 - Armazenamento de resíduos classe II – não inertes e classe 
III - inertes 1107 
6.49.3.1.1. Definições ................................................................................................. 1107 
6.49.3.1.1.1. Resíduos Classe II-não inertes .................................................. 1107 
6.49.3.1.1.2. Resíduos Classe III-inertes ........................................................ 1107 
6.49.3.1.1.3. Condições específicas ............................................................... 1107 
6.49.3.1.1.4. Armazenamento ........................................................................ 1108 
6.49.3.1.1.5. Acondicionamento de resíduos .................................................. 1108 
6.49.3.1.1.6. Execução e operação das instalações ....................................... 1108 
6.49.3.1.1.7. Isolamento e sinalização ........................................................... 1108 
6.49.3.1.1.8. Acesso à área ........................................................................... 1108 
6.49.3.1.1.9. Controle da poluição do ar ......................................................... 1109 
6.49.3.1.1.10. Controle da poluição do solo e das águas ............................... 1109 
6.49.3.2. - NBR 12.809/1993 - Manuseio dos Resíduos de Serviços de Saúde .......... 1109 
6.49.3.2.1. - Definições ............................................................................................... 1109 
6.49.3.2.2. Condições gerais ...................................................................................... 1109 
6.49.3.2.2.1. Geração e segregação .............................................................. 1110 
6.49.3.2.2.2. Manuseio e acondicionamento .................................................. 1110 
6.49.3.2.3. Coleta interna I.......................................................................................... 1110 
6.49.3.2.3.1. Armazenamento interno ............................................................ 1111 
6.49.3.2.4. Coleta interna II ......................................................................................... 1112 
6.49.3.2.5. Armazenamento externo ........................................................................... 1112 
6.49.3.2.5.1. Forma de armazenamento ........................................................ 1112 
6.49.3.2.5.2. Abrigo de resíduo ...................................................................... 1112 
6.49.3.2.5.3. Abrigo reduzido ......................................................................... 1113 
6.49.3.2.5.4. Higienização do abrigo de resíduo............................................. 1114 
6.49.3.2.6. Condições específicas ..............................................................................1114 
6.49.3.2.6.1. Geração e segregação .............................................................. 1114 
6.49.3.2.6.2. Manuseio ................................................................................... 1115 
6.49.3.2.6.3. Armazenamento interno ............................................................ 1116 
6.49.3.2.7. Armazenamento externo ........................................................................... 1116 
6.49.3.2.7.1. Forma de armazenamento ........................................................ 1116 
6.49.3.3. - NBR 15.112/2004 - áreas de transbordo e triagem de resíduos de construção 
civil 1116 
6.49.3.3.1. Definições ................................................................................................. 1116 
6.49.3.3.2. Condições de Implantação ........................................................................ 1117 
6.49.3.3.2.1. Isolamento ................................................................................. 1117 
6.49.3.3.2.2. Identificação .............................................................................. 1117 
6.49.3.3.2.3. Sistemas de proteção ambiental ................................................ 1117 
6.49.3.3.3. Condições de operação ............................................................................ 1118 
 
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6.49.3.3.3.1. Controle de recebimento de veículos ......................................... 1118 
6.49.3.3.3.2. Diretrizes gerais de operação .................................................... 1118 
6.49.3.4. - NBR 12.235/1992 - Armazenamento de Resíduos Perigosos ................... 1118 
6.49.3.4.1. Definições ................................................................................................. 1118 
6.49.3.4.1.1. Armazenamento de resíduos ..................................................... 1118 
6.49.3.4.1.2. Bacia de contenção de resíduos ................................................ 1119 
6.49.3.4.1.3. Contêiner de resíduos ............................................................... 1119 
6.49.3.4.1.4. Condições gerais ....................................................................... 1119 
6.49.3.4.1.5. Acondicionamento de resíduos .................................................. 1119 
6.49.3.4.1.6. Armazenamento de contêineres e/ou tambores......................... 1119 
6.49.3.4.1.7. Armazenamento em tanques ..................................................... 1120 
6.49.3.4.1.8. Armazenamento a granel .......................................................... 1120 
6.49.3.4.1.9. Critérios de localização .............................................................. 1121 
6.49.3.4.1.10. Isolamento e sinalização ......................................................... 1122 
6.49.3.4.1.11. Iluminação e força ................................................................... 1122 
6.49.3.4.1.12. Comunicação .......................................................................... 1122 
6.49.3.4.1.13. Acessos ................................................................................... 1122 
6.49.3.4.1.14. Manuseio ................................................................................. 1122 
6.49.3.4.1.15. Armazenamento em contêineres e/ou tambores...................... 1122 
6.49.3.4.1.16. Condições especiais para resíduos reativos e incompatíveis .. 1123 
6.49.3.4.1.17. Armazenamento em tanques ................................................... 1124 
6.49.3.4.1.18. Armazenamento de resíduos a granel ..................................... 1124 
6.49.3.4.1.19. Projeto e operação .................................................................. 1125 
6.49.3.4.1.20. Condições especiais para resíduos reativos e incompatíveis .. 1125 
6.50. - DEFINIÇÃO DAS RESPONSABILIDADES QUANTO A SUA 
IMPLEMENTAÇÃO E OPERACIONALIZAÇÃO, INCLUÍDAS AS ETAPAS DO PLANO 
DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS A QUE SE REFERE O ART. 20 A 
CARGO DO PODER PÚBLICO. ...................................................................................... 1126 
6.50.1. PRÉDIOS PÚBLICOS ......................................................................................... 1127 
6.51. - PROGRAMAS E AÇÕES DE CAPACITAÇÃO TÉCNICA VOLTADOS PARA 
SUA IMPLEMENTAÇÃO E OPERACIONALIZAÇÃO E PROGRAMAS E AÇÕES DE 
EDUCAÇÃO AMBIENTAL QUE PROMOVAM A NÃO GERAÇÃO, A REDUÇÃO, A 
REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DE RESÍDUOS SÓLIDOS ................................ 1129 
6.52. - PROGRAMAS E AÇÕES PARA A PARTICIPAÇÃO DOS GRUPOS 
INTERESSADOS, EM ESPECIAL DAS COOPERATIVAS OU OUTRAS FORMAS DE 
ASSOCIAÇÃO DE CATADORES DE MATERIAIS REUTILIZÁVEIS E RECICLÁVEIS 
FORMADAS POR PESSOAS FÍSICAS DE BAIXA RENDA, SE HOUVER;.............. 1131 
6.53. MECANISMOS PARA CRIAÇÃO DE FONTES DE NEGÓCIOS, EMPREGO E 
RENDA, MEDIANTE A VALORIZAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS; DESCRIÇÃO DAS 
FORMAS E DOS LIMITES DE PARTICIPAÇÃO DO PODER PÚBLICO LOCAL NA 
COLETA SELETIVA E NA LOGÍSTICA REVERSA, RESPEITANDO O DISPOSTO NO 
ART.33 E DE OUTRAS AÇÕES RELATIVAS À RESPONSABILIDADE 
COMPARTILHADA PELO CICLO DE VIDA DOS PRODUTOS; ................................ 1132 
6.54. MEIOS A SEREM UTILIZADOS PARA O CONTROLE E A FISCALIZAÇÃO, NO 
ÂMBITO LOCAL, DA IMPLEMENTAÇÃO E OPERACIONALIZAÇÃO DOS PLANOS DE 
GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DE QUE TRATA O ART. 20 E DOS 
SISTEMAS DE LOGÍSTICA REVERSA PREVISTOS NO ART. 33; .......................... 1134 
6.55. AÇÕES PREVENTIVAS E CORRETIVAS A SEREM PRATICADAS, INCLUINDO 
PROGRAMA DE MONITORAMENTO; ............................................................................ 1134 
6.56. CONSIDERAÇÕES FINAIS ............................................................................... 1144 
7. INDICADORES DE INTERESSE ...................................................................... 1146 
7.1. PROCEDIMENTOS PARA MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DOS OBJETIVOS E 
METAS 1146 
 
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Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
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7.2. DEFINIÇÃO DE INDICADORES TÉCNICOS, OPERACIONAIS E FINANCEIROS DE 
PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SANEAMENTO A SEREM SEGUIDOS PELOS 
PRESTADORES DE SERVIÇOS; ................................................................................... 1147 
7.2.1. INDICADORES TÉCNICOS E OPERACIONAIS ............................................... 1147 
7.2.1.1. Indicadores de desempenho operacional e ambiental dos serviços públicos de 
limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos; ................................................................. 1152 
7.2.2. INDICADORES FINANCEIROS .............................................................................. 1154 
7.3. DETERMINAÇÃO DOS VALORES DOS INDICADORES E DEFINIÇÃO DOS PADRÕES 
E NÍVEIS DE QUALIDADE E EFICIÊNCIA A SEREM SEGUIDOS PELOS PRESTADORES 
DE SERVIÇOS; ............................................................................................................... 1162 
7.3.1. SETOR DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA ............................................................. 1162 
7.3.2. ESGOTAMENTO SANITÁRIO: ............................................................................... 1164 
7.3.3. RESÍDUOS SÓLIDOS E LIMPEZA PÚBLICA: ........................................................ 1165 
7.3.4. MANEJO DAS ÁGUAS PLUVIAIS: ......................................................................... 1165 
7.4. DEFINIÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS, MATERIAIS, TECNOLÓGICOS E 
ADMINISTRATIVOS NECESSÁRIOS A EXECUÇÃO, AVALIAÇÃO, FISCALIZAÇÃOE 
MONITORAMENTO DO PLANO; .................................................................................... 1166 
7.4.1. ESTRUTURA, COMPOSIÇÃO E SUBORDINAÇÃO HIERÁRQUICA ..................... 1166 
7.4.2. ATRIBUIÇÕES DOS GRUPOS ............................................................................... 1168 
7.4.3. RECURSOS MATERIAIS E TECNOLÓGICOS ....................................................... 1169 
7.5. INDICADORES SANITÁRIOS, EPIDEMIOLÓGICOS, AMBIENTAIS E 
SOCIOECONÔMICOS; DEFINIÇÃO DE INDICADORES DO ACESSO, DA QUALIDADE E 
DA RELAÇÃO COM OUTRAS POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO URBANO; E 
INDICADORES NA QUALIDADE DE VIDA, SAÚDE E NOS RECURSOS NATURAIS E 
SALUBRIDADE AMBIENTAL ......................................................................................... 1169 
7.6. INDICADORES ESPECÍFICOS PARA AVALIAÇÃO DAS AÇÕES PROPOSTAS POR 
EIXOS DO SANEAMENTO ............................................................................................. 1175 
7.6.1. INDICADORES SANITÁRIOS, AMBIENTAIS E SOCIOECONÔMICOS; DEFINIÇÃO DE 
INDICADORES DO ACESSO, DA QUALIDADE E DA RELAÇÃO COM OUTRAS POLÍTICAS 
DE DESENVOLVIMENTO URBANO; .............................................................................. 1175 
7.7. CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DO PMSB E SUAS AÇÕES
 1193 
7.7.1. INSTRUMENTOS DE GESTÃO PARA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DAS AÇÕES
 1193 
7.7.2. PERIODICIDADE DE SUA REVISÃO, OBSERVADO PRIORITARIAMENTE O 
PERÍODO DE VIGÊNCIA DO PLANO PLURIANUAL MUNICIPAL; ................................. 1197 
7.7.3. ADOÇÃO DE DIRETRIZES PARA O PROCESSO DE REVISÃO DO PLANO A CADA 4 
ANOS 1198 
7.8. DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS DE CONTROLE SOCIAL E DE TRANSPARÊNCIA E 
DIVULGAÇÃO DAS AÇÕES ........................................................................................... 1201 
7.8.1. MECANISMOS DE REPRESENTAÇÃO DA SOCIEDADE PARA O 
ACOMPANHAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DO PMSB; ......................... 1201 
7.9. DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DE INDICADORES DE 
DESEMPENHO ............................................................................................................... 1207 
7.10. ESTABELECER OS PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DE IMPACTOS, 
BENEFÍCIOS E AFERIÇÃO DE RESULTADOS ............................................................. 1207 
7.11. ESTRUTURAÇÃO LOCAL DA FISCALIZAÇÃO E DA REGULAÇÃO NO ÂMBITO 
DA POLITICA DE SANEAMENTO BÁSICO, BEM COMO PARA ACOMPANHAMENTO DA 
AÇÕES DO PMSB ........................................................................................................... 1210 
7.12. MECANISMOS PARA A DIVULGAÇÃO DO PLANO NO MUNICÍPIO, 
ASSEGURANDO PLENO CONHECIMENTO DA POPULAÇÃO; ................................... 1210 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
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REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS ..................................................................... 1212 
ANEXOS ............................................................................................................... 1225 
CONSIDERAÇÕES SOB O DIAGNÓSTICO: INFORMAÇÕES DE RELEVÂNCIA 
DO PONTO DE VISTA TÉCNICO ......................................................................... 1225 
RESULTADO - ÁREAS PRIORITÁRIAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO – 
RELAÇÃO NUMÉRICA. ÁREAS EM PORCENTAGEM POR CLASSES. ........... 1228 
 
 
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LISTA DE FIGURAS 
Figura 2-1 – Fluxograma das atividades do Plano de Mobilização Social ............................ 60 
Figura 2-2 - Reunião técnica dia 21/06/2013 do Plano Municipal de Saneamento Básico e 
Plano Municipal de Mobilização Social de Teresina, PI ........................................................ 67 
Figura 2-3 – Lista de presença da Reunião Técnica dia 21/06/2013 .................................... 68 
Figura 2-4– Memória de Reunião – Reunião Técnica dia 21/06/2013 .................................. 69 
Figura 2-5 - Modelo de apresentação do Seminário Municipal de Sensibilização ................ 70 
Figura 2-6 – Localização do município de Teresina em contexto regional. ........................... 78 
Figura 2-7– Áreas estimadas para realização dos Fóruns Regionais – Zona Urbana - Etapas 
2 e 4 ..................................................................................................................................... 81 
Figura 2-8- Áreas estimadas para realização dos Fóruns Regionais – Zona Rural - Etapas 2 e 
4 ........................................................................................................................................... 82 
Figura 2-9- Modelo de banner para a divulgação dos fóruns regionais do PMSB de Teresina, 
por região ............................................................................................................................. 93 
Figura 2-10 - Modelo de Cartaz para a divulgação dos fóruns regionais do PMSB de Teresina, 
por região ............................................................................................................................. 94 
Figura 2-11 - Modelo de folder para a divulgação dos fóruns regionais do PMSB de Teresina
............................................................................................................................................. 95 
Figura 2-12 - Modelo de texto para divulgação em Carro de Som dos fóruns regionais do 
PMSB de Teresina ............................................................................................................... 96 
Figura 2-13 - Modelo de texto para divulgação em Jornal da Primeira Conferência Municipal 
de Saneamento Básico de Teresina .................................................................................... 97 
Figura 2-14 - Modelo de texto para divulgação em Rádio dos fóruns regionais do PMSB de 
Teresina ............................................................................................................................... 98 
Figura 2-15 - Modelo de lista de presença dos fóruns regionais do PMSB de Teresina ....... 99 
Figura 2-16 - Modelo das propostas ................................................................................... 100 
Figura 2-17 - Modelo de crachá ......................................................................................... 101 
Figura 3-1 - Fluxograma simplificado das principais atividades a serem desenvolvidas ..... 104 
Figura 3-2- Fluxograma para elaboração do Plano de Saneamento Básico ....................... 106 
Figura 3-3 – Àrea de estudo e municipios limítrofes ........................................................... 108 
Figura 3-4 – Sub-bacia do Rio Parnaíba que compoem a área Limítrofe de Teresina. ....... 109 
Figura 4-1 - Mapa de localização de Teresina e municípios limítrofes................................ 137 
Figura 4-2- Localização das regiões administrativas de Teresina. ..................................... 138 
Figura 4-3 - Mapa topográfico de Teresina ........................................................................ 175 
Figura 4-4 - Pressões Sobre a Qualidade das Águas – Região Hidrográfica do Parnaíba. 195 
 
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Figura 4-5 - Área verde de Teresina -Zoobotânico, EMBRAPA, Centro de Ciências Agrárias 
e Jardim Botânico. ............................................................................................................. 221 
Figura 4-6 - Teresina – Parques Ambientais na cidade. ..................................................... 222 
Figura 4-7 - Áreas de risco de inundação identificada pela Defesa Civil em 2008. ............. 228 
Figura 4-8 - Bairros de Teresina vulneráveis a inundação devido às cheias dos Rios Poti e 
Parnaíba. ........................................................................................................................... 229 
Figura 4-9 - Pontos de inundação da cidade e setores censitários classificados segundo a 
vulnerabilidade ambiental, sob o indicador cobertura de esgoto. ....................................... 231 
Figura 4-10 - Graus de suscetibilidade à erosão das sub-bacias urbana de Teresina. ....... 233 
Figura 4-11 - Modelo de divulgação dos fóruns municipais e participação popular em Teresina.
........................................................................................................................................... 244 
Figura 4-12 - Região Hidrográfica do Parnaíba. ................................................................. 277 
Figura 4-13– Macrobacias de Teresina. ............................................................................. 282 
Figura 4-14- Outorga concedida à Agespisa. ..................................................................... 314 
Figura 4-15– Cadastro da rede de abastecimento da área urbana de Teresina ................. 330 
Figura 4-16 -Laboratório de controle operacional. .............................................................. 344 
Figura 4-17 - Laboratório físico-químico. ........................................................................... 345 
Figura 4-18 - Laboratório Bacteriológico. ........................................................................... 345 
Figura 4-19 – Qualidade da água tratada em ETA. ............................................................ 354 
Figura 4-20 - Qualidade da água dos poços tubulares do Bairro Cerâmica Cil – 2011. ...... 355 
Figura 4-21 - Qualidade da água dos poços tubulares do Bairro Deus Quer – 2011. ......... 356 
Figura 4-22 - Qualidade da água dos poços tubulares do Bairro Parque Brasil – 2011. ..... 357 
Figura 4-23 - Qualidade da água dos poços tubulares do Bairro Santa Maria da Codipi – 2011.
........................................................................................................................................... 358 
Figura 4-24 – Localização ETA -Teresina. ......................................................................... 360 
Figura 4-25 – Complexo ETA. ............................................................................................ 361 
Figura 4-26 - Localização dos poços de responsabilidade da AGESPISA ......................... 376 
Figura 4-27 - Captação de água no Rio Parnaíba. ............................................................. 378 
Figura 4-28– Bombas (conjuntos elevatórios de água bruta). ............................................ 378 
Figura 4-29 - Estação elevatória de água bruta (vertedores de alimentação de água bruta).
........................................................................................................................................... 379 
Figura 4-30 -Canal de distribuição de água bruta. .............................................................. 379 
Figura 4-31-Tanque para pré cloração ou pré dosagem de cal. ......................................... 380 
Figura 4-32 - Coagulação. .................................................................................................. 380 
Figura 4-33 – Floculação ETA IV. ...................................................................................... 381 
Figura 4-34 –Tanque de decantação ETA IV. .................................................................... 382 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
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Figura 4-35 – Filtros ETA I. ................................................................................................ 382 
Figura 4-36 – Sala de dosagem de cloro. ........................................................................... 383 
Figura 4-37 - Sala de armazenagem de cloro. ................................................................... 384 
Figura 4-38 - Estocagem de cal. ........................................................................................ 384 
Figura 4-39 - Estação de Bombeamento de Água Tratada da ETA I .................................. 386 
Figura 4-40 - Estação Elevatória de Água Tratada da ETA IV. ........................................... 386 
Figura 4-41 - Fluxograma de distribuição da água tratada. .............................................. 388 
Figura 4-42 - Centro de Reservação Parque Piaui ............................................................. 390 
Figura 4-43 – Alguns reservatórios abastecidos pelo RN-1A. ............................................ 391 
Figura 4-44 – Reservatórios Porto Alegre .......................................................................... 392 
Figura 4-45 – Sistema de Reservação Irmã Dulce ............................................................. 393 
Figura 4-46 – Reservatório Irmã Dulce ............................................................................... 393 
Figura 4-47 - Centro de Reservação Dirceu Arcoverde ...................................................... 394 
Figura 4-48 – Mapa com localização dos principais reservatórios e adutoras. ................... 403 
Figura 4-49-Tipo de abastecimento de água da residência. ............................................... 415 
Figura 4-50 – Comparação do serviço de abastecimento de água com um ano atrás. ....... 416 
Figura 4-51 – Grau de satisfação dos usuários com o serviço de abastecimento de água 
prestado pela Agespisa. ..................................................................................................... 416 
Figura 4-52 – Ocorrência de troca/ instalação de hidrômetros, nos últimos 12 meses. ...... 417 
Figura 4-53 – Ocorrência de falta de água na residência, nos últimos 30 dias. .................. 417 
Figura 4-54 – Quantidade de vezes que faltou água nos últimos 30 dias. .......................... 418 
Figura 4-55 – Recebimento de um aviso com antecedência sobre a falta de água. ........... 418 
Figura 4-56 – Quantidade de horas que antecedeu o recebimento do aviso. ..................... 419 
Figura 4-57 – Meio pelo qual recebeu o aviso sobre a falta d’agua. ................................... 419 
Figura 4-58 – Quantidade de horas, em média, que ficam sem água. ............................... 420 
Figura 4-59 –Turno que costuma faltar água...................................................................... 420 
Figura 4-60 – Grau de satisfação, quanto à pressão da água nas torneiras. ...................... 421 
Figura 4-61 – Grau de satisfação com a qualidade da água recebida. ............................... 421 
Figura 4-62 –Confiança no serviço de leitura do consumo de água. .................................. 422 
Figura 4-63 - Percepção da melhoria da qualidade da água da Agespisa. ......................... 422 
Figura 4-64 – Necessidade de recorrer a algum serviço de assistência da Agespisa e grau de 
satisfação. .......................................................................................................................... 423 
Figura 4-65 – Confiança nos serviços da Agespisa............................................................ 423 
Figura 4-66 – Conhecimento sobre o Estudo do Governo do Estado para contratar empresa 
privada para fornecimento de água e esgoto. .................................................................... 424 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
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Figura 4-67 – Grau de concordância com a contratação de empresa privada para fornecimento 
de água e esgoto. .............................................................................................................. 424 
Figura 4-68 – Opinião sobre a medida servir para melhorar o serviço de abastecimento de 
água. .................................................................................................................................. 425 
Figura 4-69 – Opinião sobre o preço da água, em relação às facilidades, confortos. ......... 425 
Figura 4-70 –Opinião sobre o preço da água, de acordo com a qualidade do fornecimento.
........................................................................................................................................... 426 
Figura 4-71 – Opinião sobre o preço da água, de acordo com a forma de atendimento ao 
consumidor. ....................................................................................................................... 426 
Figura 4-72 – Hábito de procurar a Agespisa para fazer reclamação e o meio utilizado. ... 427 
Figura 4-73 –Tipo de reclamação que costuma fazer na Agespisa. ................................... 427 
Figura 4-74 – Grau de satisfação com o tempo gasto para ser atendido pela Agespisa, no ato 
da reclamação. .................................................................................................................. 428 
Figura 4-75 – Grau de satisfação com a solução dada ao problema. ................................. 428 
Figura 4-76 – Opinião sobre a quantidade de água consumida na residência. ................... 429 
Figura 4-77 – Percepção na melhoria dos serviços de abastecimento de água nos últimos 12 
meses. ............................................................................................................................... 429 
Figura 4-78 –Percepção na melhoria dos serviços de abastecimento d’água, nos últimos 12 
meses, por justificativa (SIM). ............................................................................................ 430 
Figura 4-79 - Percepção na melhoria dos serviços de abastecimento d’água, nos últimos 12 
meses, por justificativa (NÂO). ........................................................................................... 430 
Figura 4-80 –Existência de caixa d’água na residência. ..................................................... 431 
Figura 4-81 –Frequência de ocorrência de vazamento na rede de água da residência. ..... 431 
Figura 4-82 - Lixo no entorno do Reservatório One Way ................................................... 438 
Figura 4-83 - Falta de organização no interior do Centro de Reservação Parque Piauí ..... 438 
Figura 4-84 - Ausência de manutenção na sala de dosagem da ETA ................................ 439 
Figura 4-85 - Recipiente inadequados para coleta e armazenamento de água .................. 439 
Figura 4-86 - Recipientes inadequados para coleta de água .............................................. 440 
Figura 4-87 - Falta de proteção em estrutura do Centro de Reservação Parque Paiuí ....... 440 
Figura 4-88 – Estações Elevatórias de Esgoto ................................................................... 450 
Figura 4-89 – Estações de tratamento de esgoto e área de abrangência. .......................... 453 
Figura 4-90 - Localização da ETE Leste. .......................................................................... 455 
Figura 4-91 – Esquema do Sistema de Esgotamento da ETE Leste. ................................. 455 
Figura 4-92– ETE Leste. .................................................................................................... 456 
Figura 4-93 - Estação Elevatória da ETE Leste .................................................................. 457 
Figura 4-94 - Cortina de eucaliptos. ................................................................................... 458 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
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Figura 4-95 - Sistema de gradeamento. ............................................................................. 459 
Figura 4-96-Tanque de desarenação. ................................................................................ 459 
Figura 4-97-Lagoa facultativa aerada. ................................................................................ 460 
Figura 4-98 - Uma das lagoas facultativas. ........................................................................ 461 
Figura 4-99 - Lagoas de maturação. .................................................................................. 461 
Figura 4-100 - Laboratório físico-químico. .......................................................................... 462 
Figura 4-101 - Produção de espuma. ................................................................................. 463 
Figura 4-102-Tanques de desenvolvimento de peixes e cultivo de milho e feijão. .............. 463 
Figura 4-103 - Localização da ETE Pirajá. ......................................................................... 464 
Figura 4-104 - Estação Elevatória ...................................................................................... 465 
Figura 4-105 – Sistema de Esgotamento da ETE Pirajá .................................................... 466 
Figura 4-106 - Lagoa facultativa aerada. ............................................................................ 467 
Figura 4-107-Lagoa de maturação. .................................................................................... 467 
Figura 4-108 - Baldes com óleo na ETE Pirajá ................................................................... 468 
Figura 4-109 - Localização da ETE Alegria. ....................................................................... 469 
Figura 4-110 - Sistema de esgotamento da ETE Alegria. ................................................... 469 
Figura 4-111 - Lagoa facultativa aerada. ............................................................................ 470 
Figura 4-112- Lagoa facultativa. ......................................................................................... 470 
Figura 4-113 - Lagoa de maturação. .................................................................................. 471 
Figura 4-114 – Sistema de Fossa Séptica .......................................................................... 472 
Figura 4-115 - Sistema de fossas sépticas. ........................................................................ 473 
Figura 4-116 - Sistema de valas de infiltração. ................................................................... 473 
Figura 4-117 - Sistema de sumidouro. ............................................................................... 474 
Figura 4-118 - Sistema Fossa/Filtro ................................................................................... 475 
Figura 4-119 – Esgoto a céu aberto na área urbana: Bairro Irmã Dulce - zona Sul. ........... 479 
Figura 4-120 - Esgoto a céu aberto na área rural: Povoado Santa Teresa. ........................480 
Figura 4-121– Pontos de lançamento de efluente das estações de tratamento. ................. 486 
Figura 4-122 - Assoreamento nas lagoas da ETE Pirajá .................................................... 507 
Figura 4-123 - Assoreamento nas lagoas da ETE Leste .................................................... 508 
Figura 4-124 - Presença de lodo nas lagoas ...................................................................... 508 
Figura 4-125 - Toneladas totais de resíduos sólidos domiciliares coletados em Teresina .. 513 
Figura 4-126 - Toneladas totais de resíduos de limpeza pública coletados em Teresina ... 514 
Figura 4-127 - Frequência de Coleta Convencional ........................................................... 521 
Figura 4-128 – Modelo Racional de Rota para coleta de resíduos sólidos ......................... 522 
Figura 4-129 - Trecho 0101 - Conjunto Renascença II, Redonda, Parque Progresso e Parque 
do Sol. ................................................................................................................................ 525 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
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Figura 4-130 - Trecho 0103 - Alto da Ressurreição e Loteamento Frei Damião. ............... 526 
Figura 4-131 - Trecho 0103 - Alto da Ressurreição e Loteamento Frei Damião – aproximado.
........................................................................................................................................... 526 
Figura 4-132 - Trecho – 0105 - Vila Santa Barbara, Vila Teresa Brito, Res. Sigefredo Pacheco 
e Residencial Árvores Verdes. ........................................................................................... 527 
Figura 4-133 - Trecho – 0105 - Vila Santa Barbara, Vila Teresa Brito, Res. Sigefredo Pacheco 
e Residencial Árvores Verdes – aproximado. ..................................................................... 527 
Figura 4-134 - Trecho 0107 - Piçarreira, Novo Jockey e Vila Samaritana. ......................... 528 
Figura 4-135 - Trecho 0202 - Angelim, Parque Eliana, Res. Mario Covas, Res. João Paulo II, 
Res. Dignidade, Vila Vitória, Conj. Jose Ribeiro, Conj. Justina Ribeiro. ............................. 528 
Figura 4-136 - Trecho – 0204 - Vila Irmã Dulce, Conj. Esplanada e Lot. Sete Estrelas. ..... 529 
Figura 4-137 - Trecho – 0204 - Vila Irmã Dulce, Conj. Esplanada e Lot. Sete Estrelas – 
aproximado. ....................................................................................................................... 529 
Figura 4-138 - Trecho - 0301 - Vila Mocambinho II e III, Loteamento Mocambinho, Residencial 
São Jose, parte do Conjunto Mocambinho, Vila Firmino Filho. .......................................... 530 
Figura 4-139 - Trecho 0601 - Morada Nova, Grandes Geradores. ..................................... 530 
Figura 4-140 - Veículos compactadores utilizados para coleta domiciliar ........................... 532 
Figura 4-141 - Funcionários em atividade de coleta ........................................................... 534 
Figura 4-142 - Áreas de transbordo do município .............................................................. 536 
Figura 4-143 - Área de transbordo na Zona Sul do município ............................................ 537 
Figura 4-144 - Demais pontos de transbordo registrados pela SEMDUH ........................... 538 
Figura 4-145 - Registro da presença de urubus no aterro e áreas adjacentes ................... 540 
Figura 4-146 - Material de divulgação do programa de coleta seletiva ............................... 542 
Figura 4-147 - Localização dos PEV's no município ........................................................... 543 
Figura 4-148 - Fotos dos PEV's instalados ......................................................................... 544 
Figura 4-149 - Mapa de localização das empresas privadas de reciclagem ....................... 550 
Figura 4-150 - Localização da unidade de recebimento de embalagens de agrotóxicos em 
Teresina ............................................................................................................................. 557 
Figura 4-151 - Funcionários da limpeza pública ................................................................. 558 
Figura 4-152 - Áreas de disposição irregular de resíduos .................................................. 562 
Figura 4-153 – Zona de comércio conforme Lei de Zoneamento Urbano de Teresina. ...... 567 
Figura 4-154 - Área de disposição irregular de resíduos de construção civil ...................... 570 
Figura 4-155 – Hospital Promorar - Ponto amostral de armazenamento de RSS (unidade 
pública de saúde) e coleta pela empresa terceirizada ........................................................ 581 
Figura 4-156 - Periodicidade de Coleta na área rural - regiões Norte e Leste .................... 585 
Figura 4-157 - Periodicidade de Coleta na área rural - regiões Sul e Sudeste .................. 586 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
 DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XXVII 
Figura 4-158 - Localização do Aterro Municipal ................................................................. 588 
Figura 4-159 - Aterro Controlado - Destaque aos catadores informais e à lagoa de coleta do 
chorume ............................................................................................................................. 589 
Figura 4-160 - Aterro Sanitário. Área em processo de adequação ..................................... 592 
Figura 4-161 - Organograma SEMDUH ............................................................................. 598 
Figura 4-162 - Organograma da Coordenação Especial de Limpeza Pública..................... 599 
Figura 4-163 – Pontos de coletas regulares e irregulares. ................................................. 602 
Figura 4-164 – Pontos de Coleta regulares. ....................................................................... 603 
Figura 4-165 – Divulgação dos Pontos de coleta. .............................................................. 604 
Figura 4-166 - Macrobacias de drenagem de Teresina ...................................................... 611 
Figura 4-167 - Microbacias mais suscetíveis à inundação.................................................. 616 
Figura 4-168– Mapa de localização dos diques instalados. ................................................ 618 
Figura 4-169 - Diques de proteção Mocambinho e Boa Esperança .................................... 619 
Figura 4-170 - Grupos de solos existentes no município. ................................................... 633 
Figura 4-171 – Fator K – Taxa de perdas de solos ............................................................ 636 
Figura 4-172 - Uso do solo - Município de Teresina e região ............................................. 638 
Figura 4-173 – Curva número calculada para as bacias e microbacias. ............................. 648 
Figura 4-174 - Características do hidrograma unitário proposto pelo SCS. ........................ 650 
Figura 4-175- Hidrograma unitário curvilíneo – SCS .......................................................... 651 
Figura 4-176 - Sistema de drenagem urbana no município – bueiros e redes coletoras .... 658 
Figura 4-177 - Inundações registradas em Teresina - 2008 e 2009 ................................... 659 
Figura 4-178 - Drenagem - Canalização ............................................................................661 
Figura 4-179 – Microbacias previstas nas licitações ........................................................... 665 
Figura 5-1 – Modelos de Gestão para os serviços de saneamento básico ......................... 687 
Figura 5-2 – Modelos de Gestão do tipo concessão. .......................................................... 690 
Figura 5-3 – Modelos de Gestão do tipo PPP – Parceria Público Privada .......................... 691 
Figura 5-4 – Modelos de Gestão do tipo Gestão Associada ............................................... 692 
Figura 5-5 – Cenário de atendimento da área B pelo município através da SEMAE .......... 720 
Figura 5-6 - Modelos de Gestão Pública para o setor de resíduos sólidos ......................... 722 
Figura 5-7 - Aterro Municipal – destaque para antiga área de disposição e a área escolhida 
para ampliação e adequação. ............................................................................................ 758 
Figura 5-8 - Análise – área do aterro municipal destaque para as classes de declividade . 761 
Figura 5-9 – Análise. Área do aterro municipal - destaque para as áreas urbanizadas ...... 762 
Figura 5-10 - Resultado de análise. Possíveis áreas para instalação de aterros sanitários 764 
Figura 5-11 - Análise de viabilidade para ações consorciadas ........................................... 768 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
 DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XXVIII 
Figura 5-12 - Locais caracterizados por passivos ambientais – Aterro Municipal e área de 
disposição irregular ............................................................................................................ 771 
Figura 5-13 - Esquema – recuperação de áreas degradadas. ............................................ 772 
Figura 5-14 - Sistema de Logística Reversa - atribuição e responsabilidades .................... 776 
Figura 5-15 - Modelo de veículos para coleta de resíduos convencionais .......................... 778 
Figura 5-16 – Sistema de Coleta Convencional, adequações necessárias para área rural 782 
Figura 5-17 – Sistema de Coleta Convencional, adequações necessárias para área urbana
........................................................................................................................................... 783 
Figura 5-18 - Padrão internacional da coleta seletiva. ..................................................... 785 
Figura 5-19 - Modelo de Pontos de entrega voluntária para resíduos. ............................... 789 
Figura 5-20 - Fluxograma de implantação do sistema de coleta seletiva ............................ 790 
Figura 5-21 - Cenário 1 planejamento para implantação de sistema de coleta seletiva ...... 791 
Figura 5-22 - Cenário 2 planejamento para implantação de sistema de coleta seletiva ...... 792 
Figura 5-23 - Cenário 3 - planejamento para implantação de sistema de coleta seletiva ... 793 
Figura 5-24 - Proposta de locais para instalação de PEVs na área rural ........................... 795 
Figura 5-25 - Cenários de ampliação para o serviço de varrição ........................................ 804 
Figura 5-26 – Modelo de equipamentos para capina e roçagem e servidores executando o 
serviço. .............................................................................................................................. 805 
Figura 5-27 - Modelos de uniformes para coleta e equipamentos de proteção ................... 807 
Figura 5-28 - Fluxograma de Gestão - Resíduos de Construção Civil ................................ 814 
Figura 5-29 - Fluxograma - método da tríplice lavagem ..................................................... 819 
Figura 5-30 - Áreas prioritárias para ampliação de atendimento com abastecimento de água
........................................................................................................................................... 841 
Figura 5-31 - Áreas prioritárias para ampliação de atendimento com esgotamento sanitário
........................................................................................................................................... 844 
Figura 5-32 - Áreas prioritárias para ampliação de serviços de limpeza urbana e manejo de 
resíduos sólidos ................................................................................................................. 845 
Figura 5-33 - Áreas prioritárias para ampliação do serviço de drenagem urbana e manejo 
de águas pluviais ............................................................................................................. 847 
Figura 5-34 - Fluxograma da Construção de Cenários ....................................................... 849 
Figura 6-1- Síntese dos valores totais para investimentos do PMSB de THE. .............. 891 
Figura 6-2– Hierarquia de prioridades das ações ............................................................ 892 
Figura 6-3 -– Concepção do sistema de abastecimento de água Santa Maria da CODIPI
........................................................................................................................................... 901 
Figura 6-4– Concepção do sistema de abastecimento de água Vila da Paz ................. 913 
Figura 6-5– Concepção de ampliação do sistema de abastecimento de água .............. 917 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
 DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XXIX 
Figura 6-6- Projeto de reforço da rede de distribuição. Dimensionamento dos anéis 
principais. .......................................................................................................................... 919 
Figura 6-7- Projeto de reforço da rede de distribuição. Dimensionamento dos anéis 
principais ........................................................................................................................... 920 
Figura 6-8- Projeto de reforço da rede de distribuição. Dimensionamento dos anéis 
principais ........................................................................................................................... 921 
Figura 6-9- Projeto de reforço da rede de distribuição. Dimensionamento dos anéis 
principais ........................................................................................................................... 922 
Figura 6-10– Projeto de reforço da rede de distribuição. Dimensionamento dos anéis 
principais ........................................................................................................................... 923 
Figura 6-11 - Projeto de reforço da rede de distribuição. Dimensionamento dos anéis 
principais ........................................................................................................................... 924 
Figura 6-12 – Área de abrangência da ação ................................................................ 933 
Figura 6-13 Esquema de instalação do hidrômetro ......................................................... 936 
Figura 6-14– Planta da Instalação do Hidrômetro em Tubulação Existente ................... 937 
Figura 6-15– Concepção de ampliação do sistema de esgotamento sanitário .............. 957 
Figura 6-16 - Área de abrangência do projeto .............................................................. 962 
Figura 6-17– Micro bacias com projetos de engenharia em fase de elaboração ........... 981 
Figura 6-18 - – Sistema de drenagem e registro de obras executadas – Vila da Paz ...983 
Figura 6-19– Localização das sub-bacias PE31, PD02, PD06, PD07, PD12, PD14, P10 
e P11 e P12. ..................................................................................................................... 987 
Figura 6-20- Localização das sub-bacias PE02, PE03, PE04, PE08, PE09, PE11, PE12, 
PE13, PE14, PE19, PE20, PE21, PE22, PE23, PE28, PE29, PD04, PD05, PD08, PD09, 
PD15, P01, P02, P05, P13, P14 ....................................................................................... 992 
Figura 6-21– área de intervenção Programa Lagoas do Norte ............................... 1013 
Figura 6-22- Visão esquemática da contribuição das bacias nas lagoas interligadas
......................................................................................................................................... 1015 
Figura 6-23 Delimitação das áreas de preservação permanente na área urbana* 1024 
Figura 6-24- Localização da Cerâmica Cil ..................................................................... 1026 
Figura 6-25 - Memorial de cálculo da ação de levantamento de leitos de rios 
obstruídos. .................................................................................................................... 1027 
Figura 6-26- Delimitação das macrobacias da área rural. ........................................ 1029 
Figura 6-27 - Proposta de adequação da coleta convencional na área urbana e na área 
rural ................................................................................................................................ 1036 
Figura 6-28 - Proposta para instalação dos pontos de entrega voluntária ................... 1037 
Figura 6-29 - Fluxograma de análise cíclica do PMSB de Teresina ............................. 1052 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
 DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XXX 
Figura 6-30 - Os conceitos de Eficiência, Eficácia e Efetividade .................................. 1054 
Figura 6-31 - – Etapas de implementação do PSA – Plano de Segurança da Água
......................................................................................................................................... 1088 
Figura 6-32 - Modelo de Check List para avaliação de riscos ....................................... 1092 
Figura 6-33 - Modelo de árvore de decisão .................................................................... 1096 
Figura 7-1 – Modelo de avaliação para metas e objetivos propostos ............................... 1147 
Figura 7-2 – Organograma proposto para Diretoria Técnica do saneamento ................... 1167 
Figura 7-3 - Vertentes para a maximização de uma gestão eficaz. .................................. 1196 
Figura 7-4 - Gerenciamento pelo ciclo PDCA. .................................................................. 1210 
 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
 DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XXXI 
LISTA DE GRÁFICOS 
 
Gráfico 3-1- Taxa de Crescimento anual da população entre 2000 e 2010 ....................... 110 
Gráfico 3-2– População residente no Município por faixa etária, entre 2000 e 2010 ......... 111 
Gráfico 4-1- População de Teresina, nos quatro últimos censos ....................................... 139 
Gráfico 4-2- Estrutura etária de Teresina .......................................................................... 140 
Gráfico 4-3- Evolução populacional, urbana e rural. .......................................................... 141 
Gráfico 4-4- Evolução das taxas de crescimento populacional de Teresina ...................... 142 
Gráfico 4-5- Distribuição percentual das populações urbana e rural de Teresina, por grupos 
de idade ............................................................................................................................. 143 
Gráfico 4-6 - Linhas de Tendência .................................................................................... 147 
Gráfico 4-7 Crescimento populacional do Município de Teresina ...................................... 151 
Gráfico 4-8- PIB Teresina: Estratificação por Setor. ......................................................... 153 
Gráfico 4-9 - Teresina: Número de Empreendimentos Econômicos Solidários .................. 160 
Gráfico 4-10 - Teresina: temperaturas máximas, médias e mínimas mensal ..................... 163 
Gráfico 4-11 - Teresina: temperatura média anual - período de 1914 a 2009. ................... 163 
Gráfico 4-12 - Teresina: precipitação média mensal no período de 1914 a 2009 .............. 164 
Gráfico 4-13 - Teresina: Precipitação total e média anual – período: 1914-2009 .............. 165 
Gráfico 4-14 - Umidade relativa média mensal e anual em Teresina. ............................... 167 
Gráfico 4-15 - Balanço Hídrico Mensal de Teresina - período de 1961 a 1990. ................. 170 
Gráfico 4-16 - Teresina: precipitação em 24 horas em relação ao período de retorno. ..... 171 
Gráfico 4-17 - TERESINA: Curvas de Intensidade-Duração-Frequência (IDF). ................. 172 
Gráfico 4-18 - Usos consuntivos da Região Hidrográfica do Parnaíba .............................. 275 
Gráfico 4-19 - Teresina: Total de Óbitos por DRSAI. ......................................................... 293 
Gráfico 4-20 - Óbitos por residência, segundo capitulo CID-10 em Teresina, no período de 
2009 a 2011. ...................................................................................................................... 296 
Gráfico 4-21 - Número de Equipes do Programa Saúde da Família .................................. 298 
Gráfico 4-22 - Número de agentes da Saúde Bucal .......................................................... 298 
Gráfico 4-23 - Percentual populacional coberto pelo PSF ................................................. 299 
Gráfico 4-24– Receitas e Despesas Agespisa – SNIS (2010). .......................................... 309 
Gráfico 4-25 - Receitas líquidas da Agespisa por grupo de consumidor - 2010 a 2012. .... 311 
Gráfico 4-26 - População atendida com abastecimento de água em Teresina - 1997 a 2010.
........................................................................................................................................... 328 
Gráfico 4-27 - Perdas na distribuição de água Agespisa - 2003 a 2010. ........................... 339 
Gráfico 4-28- Famílias atendidas por poços por região da Zona Rural de Teresina .......... 375 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
 DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XXXII 
Gráfico 4-29– Propostas recebidas - 1º Fórum Regional – área urbana. Centro de Formação 
Prof. Odilon Nunes ............................................................................................................. 405 
Gráfico 4-30 - Propostas recebidas - 2º Fórum Regional – área rural. Escola Municipal 
Hermelinda de Castro Povoado São Vicente. .................................................................... 407 
Gráfico 4-31 - Propostas recebidas - 3º Fórum Regional – área urbana. Teatro João Paulo II 
no Bairro Dirceu Arco Verde .............................................................................................. 408 
Gráfico 4-32- Propostas recebidas - 4ºFórum Regional – área rural. E.M. Tomaz de Oliveira 
Lopes - Povoado Formosa. ................................................................................................ 409 
Gráfico 4-33- Propostas recebidas - 5º Fórum Regional – área urbana. ........................... 410 
Gráfico 4-34 Propostas recebidas - 6º Fórum Regional – área rural. Escola Municipal Nossa 
Senhora do Perpétuo Socorro - Povoado Cerâmica Cil ..................................................... 411 
Gráfico 4-35 - - Propostas recebidas - 7º Fórum Regional – área rural. Escola Municipal Nossa 
Santa Teresa - Povoado Santa Teresa .............................................................................. 412 
Gráfico 4-36- Propostas recebidas para o serviço de abastecimento de água. 8º Fórum 
Regional – área urbana. Centro Social Cristo Rei .............................................................. 413 
Gráfico 4-37 - População atendida com esgotamento sanitário em Teresina 2001-2010. . 445 
Gráfico 4-38- Índices de atendimento e tratamento de esgoto ..................................... 447 
Gráfico 4-39– Propostas recebidas no 1° Fórum Regional – Área Urbana. Local: Centro de 
Formação Professor Odilon Nunes Marquês. ..................................................................... 494 
Gráfico 4-40 - Propostas recebidas no 2° Fórum Regional – Área Rural. Local: Escola 
Municipal Hermelinda de Castro – Povoado São Vicente. .................................................. 496 
Gráfico 4-41 Propostas recebidas no 3° Fórum Regional – Área Urbana. Local: Teatro João 
Paulo II no bairro Dirceu Arco Verde .................................................................................. 497 
Gráfico 4-42- Propostas recebidas no 4° Fórum Regional – Área Rural. Local: Escola 
Municipal Tomaz de Oliveira Lopes - Povoado Formosa ................................................... 498 
Gráfico 4-43- Propostas recebidas no 5° Fórum Regional – Área Urbana. Local: Paróquia 
Nossa Senhora de Fátima. ................................................................................................. 499 
Gráfico 4-44 - Propostas recebidas no 6° Fórum Regional – Área Rural. Local: Escola 
Municipal Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Povoado Cerâmica Cil ........................... 500 
Gráfico 4-45 - - Propostas recebidas no 7° Fórum Regional – Área Rural. Local: Escola 
Municipal Nossa Santa Teresa - Povoado Santa Teresa. .................................................. 501 
Gráfico 4-46- Propostas recebidas no 8° Fórum Regional – Área Urbana. Local: Centro Social 
Cristo Rei. .......................................................................................................................... 502 
Gráfico 4-47- Grau de satisfação com o serviço de esgoto da Agespisa. .......................... 503 
Gráfico 4-48- Tipo de esgotamento sanitário da residência. .............................................. 503 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
 DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XXXIII 
Gráfico 4-49- Média em toneladas de resíduos provenientes de limpeza de parques – 2010 a 
2013 ................................................................................................................................... 563 
Gráfico 4-50 - Total de resíduos domiciliares dispostos no Aterro Controlado ................... 590 
Gráfico 4-51- Relação de Tempo de Duração x Intensidade. ........................................... 656 
Gráfico 4-52 - Propostas recebidas no 1° Fórum Regional – Área Urbana. Centro de 
Formação Odilon Nunes. ................................................................................................... 673 
Gráfico 4-53 - - Propostas recebidas no 2° Fórum Regional – Área Rural. Escola Municipal 
Hermelinda de Castro – Povoado São Vicente. ................................................................. 674 
Gráfico 4-54 - Propostas recebidas no 3° Fórum Regional – Área Urbana. Teatro João Paulo 
II – Bairro Dirceu Arco Verde. ............................................................................................ 675 
Gráfico 4-55- Propostas recebidas no 4° Fórum Regional – Área Rural. Escola Municipal 
Tomaz de Oliveira Lopes – Povoado Formosa. .................................................................. 676 
Gráfico 4-56- Propostas recebidas no 5° Fórum Regional – Área Urbana. Paróquia Nossa 
Senhora de Fátima............................................................................................................. 678 
Gráfico 4-57- Propostas recebidas no 6° Fórum Regional – Área Rural. Escola Municipal 
Nossa Senhora do Perpétuo Socorro – Ceramica Cil ......................................................... 679 
Gráfico 4-58- Propostas recebidas no 7° Fórum Regional – Área Rural. Escola Municipal 
Santa Teresa- Povoado Santa Teresa ............................................................................... 680 
Gráfico 4-59 Propostas recebidas no 8° Fórum Regional – Área Urbana. Centro Social Cristo 
Rei. .................................................................................................................................... 681 
Gráfico 5-1- Gráfico do total de água produzido com perdas menos a demanda para consumo 
de 140l/hab.dia. ................................................................................................................. 697 
Gráfico 5-2- Gráfico do total de água produzido com perdas menos a demanda para consumo 
de 110l/hab.dia. ................................................................................................................. 704 
Gráfico 5-3- Total de água produzido sem perdas menos a demanda para consumo de 
110l/hab.dia. ...................................................................................................................... 705 
Gráfico 5-4- Relação entre a produção e a demanda com e sem perdas no sistema para o 
consumo de 110l/hab.dia. .................................................................................................. 706 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
 DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XXXIV 
 
LISTA DE TABELAS 
 
Tabela 2-1 - Principais eventos a serem realizados em cada etapa ..................................... 55 
Tabela 2-2 – Agenda Geral das Atividades do PMS ............................................................. 62 
Tabela 2-3 - Cronograma geral das atividades do PMS ....................................................... 63 
Tabela 2-4 - Cronograma das atividades do PMS ................................................................ 64 
Tabela 2-5 – Reunião com o Comitê de Coordenação e Equipe Municipal – Etapa 1 .......... 65 
Tabela 2-6 – Seminário Municipal de Sensibilização – Etapa 2............................................ 70 
Tabela 2-7– Fóruns Regionais – Etapa 2 ............................................................................. 83 
Tabela 2-8- Fóruns Regionais – Etapa 4 .............................................................................. 84 
Tabela 2-9 - Fórum Municipal do PMSB - Etapa 2 ............................................................... 85 
Tabela 2-10- Fórum Municipal do PMSB – Etapa 4.............................................................. 86 
Tabela 2-11 - Consulta Pública através de página na internet – Etapa 3 e 5........................87 
Tabela 2-12 – Conferência Municipal de Saneamento Básico – Etapa 6 ............................. 87 
Tabela 2-13 - Audiência Pública – Etapa 6 .......................................................................... 88 
Tabela 3-1 - Cronograma Físico e Financeiro .................................................................... 119 
Tabela 3-2 -Relação de profissionais para execução do Plano .......................................... 120 
Tabela 3-3 – Demonstrativo de alocação de custo com pessoal e total. ............................ 126 
Tabela 4-1 - Distância de Teresina em Relação às Cidades de sua área metropolitana. ... 139 
Tabela 4-2 - População urbana e rural de Teresina entre os anos 1960 e 2013. ............... 141 
Tabela 4-3 - Evolução das taxas de crescimento populacional de Teresina nas últimas 
décadas. ............................................................................................................................ 142 
Tabela 4-4 - Teresina: Proporção da População Urbana e Rural por Gênero. ................... 143 
Tabela 4-5 - Migração Teresina - População residente por lugar de nascimento em 2010. 144 
Tabela 4-6 - Migração Teresina - População residente por lugar nacionalidade em 2010. . 144 
Tabela 4-7 - Densidade Demográfica de Teresina entre 1960 – 2010................................ 145 
Tabela 4-8 – Estudo Populacional de Teresina – PI ........................................................... 150 
Tabela 4-9 - PIB Teresina / PIB Piauí: Período 2000-2010. ............................................... 152 
Tabela 4-10 - PIB Teresina: Dados Comparativos. ............................................................ 153 
Tabela 4-11- Teresina: Flutuação do Emprego por Setor de Atividade Econômica (2010 - 
2013¹) ................................................................................................................................ 154 
Tabela 4-12 - Consumo médio de água por tipo de prédio. ................................................ 157 
Tabela 4-13 - Teresina: Estatísticas do cadastro central de empresas. .............................. 158 
Tabela 4-14 - Dificuldades e oportunidades ....................................................................... 160 
Tabela 4-15 - Renda Familiar Mensal por Faixa de Salário Mínimo ................................... 161 
Tabela 4-16 - IDHM – Teresina .......................................................................................... 162 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
 DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XXXV 
Tabela 4-17 - Resultados do Balanço Hídrico para Teresina. ............................................ 168 
Tabela 4-18 - Teresina: intensidades das chuvas máximas (mm/h), conforme tempos de 
retorno e durações, calculadas pela equação IDF (eq. 11), obtida com dados de pluviômetro 
- período: 1914 a 2009. ...................................................................................................... 172 
Tabela 4-19 - Teresina: Unidades de Atendimento da Rede Pública e Privada com Número de 
Leitos ................................................................................................................................. 178 
Tabela 4-20 - Teresina: Rede Municipal de Saúde - Período: 2005 – 2010........................ 179 
Tabela 4-21 - Teresina: Rede Privada de Saúde - Ano: 2010. ........................................... 179 
Tabela 4-22 - Teresina: Número de Internações Conforme Origem e Ano - Período de 2000 – 
Outubro/2011. .................................................................................................................... 180 
Tabela 4-23 - Número de partos realizados no Hospital Maternidade Evangelina Rosa .... 180 
Tabela 4-24 - Teresina: óbitos infantis. .............................................................................. 180 
Tabela 4-25 - Teresina: Doenças Registradas - Período: 2000 – 2011. ............................. 181 
Tabela 4-26 - Teresina: Vacinação Contra a Poliomielite e Gripe. ..................................... 181 
Tabela 4-27 - Teresina: Número de Docentes por Nível de Ensino e Esfera Administrativa - 
Período: 2012. ................................................................................................................... 182 
Tabela 4-28 - Teresina: Principais Programas Especiais - Período: 2011. ......................... 182 
Tabela 4-29 - Teresina: Origem das Fontes de Abastecimento de Água por Domicílio - 
Período: 2000 e 2010. ........................................................................................................ 185 
Tabela 4-30 - Teresina: Serviços de Pavimentação - Período: 2008 – 2011. ..................... 188 
Tabela 4-31 - Teresina: Movimento de Passageiros, Aeronaves, Carga Aérea e Mala Postal 
no Aeroporto - Período: 2003 – 2012. ................................................................................ 190 
Tabela 4-32 - Estimativa do Déficit Habitacional de Teresina - Período: 2007 – 2011. ....... 191 
Tabela 4-33- Serviços de Comunicação em Teresina - Período: 2010 ............................... 192 
Tabela 4-34- Estrutura Geral da Polícia Militar de Teresina. .............................................. 193 
Tabela 4-35- Estrutura da Polícia Civil de Teresina............................................................ 194 
Tabela 4-36 - Doenças de Veiculação Hídrica. .................................................................. 198 
Tabela 4-37 - Número de Escolas por Nível de Ensino e Esfera Administrativa em Teresina - 
Período: 2012. ................................................................................................................... 201 
Tabela 4-38 - Relação de cemitérios existentes na área urbana de Teresina. ................... 203 
Tabela 4-39 - Cultura: Principais Obras Realizadas. .......................................................... 205 
Tabela 4-40 - Teresina: Matriculas por Níveis e Modalidades de ensino - Período: 2008 - 2011
........................................................................................................................................... 213 
Tabela 4-41 - Taxa de abandono, reprovação e aprovação em Teresina no ano de 2010. 214 
Tabela 4-42 - IDEB observado e metas projetadas para o ensino público em Teresina no 
período de 2007 a 2011. .................................................................................................... 215 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
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Tabela 4-43 - Teresina: Indicadores educacionais do Ministério da Educação ................... 216 
Tabela 4-44 - População residente em Teresina e a frequência escolar por faixa etária no 
Censo de 2010. .................................................................................................................. 218 
Tabela 4-45 - IDHM – Teresina. ......................................................................................... 220 
Tabela 4-46 - Nomenclatura das Parques .......................................................................... 223 
Tabela 4-47 - Principais Praças De Teresina. .................................................................... 226 
Tabela 4-48 - Formas de Comunicação. ............................................................................ 234 
Tabela 4-49 - Projetos para implantação previstos no município. .......................................236 
Tabela 4-50 - Programas em andamento com ênfase em saneamento básico. ................. 241 
Tabela 4-51 - Disciplinas e atividades voltadas para o saneamento básico nas escolas. ... 243 
Tabela 4-52 - Agenda Geral das Atividades do PMS. ........................................................ 248 
Tabela 4-53 - Sub-bacias da Região Hidrográfica do Parnaíba. ......................................... 277 
Tabela 4-54 - População da Região Hidrográfica do Parnaíba. .......................................... 278 
Tabela 4-55 - Principais biomas nas sub-bacias da região hidrográfica do Parnaíba. ........ 279 
Tabela 4-56 - Sistemas Aquíferos. ..................................................................................... 280 
Tabela 4-57 - Oferta e Demanda dos Mananciais na Região Hidrográfica do Parnaíba. .... 285 
Tabela 4-58 – Demanda dos Recursos Hídricos. ............................................................... 285 
Tabela 4-59 - Síntese das Demandas Hídricas. ................................................................. 286 
Tabela 4-60 – Síntese da Produção de Esgotos Sanitários. ............................................... 286 
Tabela 4-61 - Doenças relacionadas ao Saneamento Ambiental Inadequado – DRSAI ..... 292 
Tabela 4-62 - Quantidade de internações por grupo de causas em Teresina. .................... 294 
Tabela 4-63- Teresina - Percentual de cobertura da população. ........................................ 297 
Tabela 4-64 - Situação do saneamento básico no município de Teresina. ......................... 300 
Tabela 4-65 - Grupo, formas e principais doenças de veiculação hídrica. .......................... 301 
Tabela 4-66 - Teresina: Óbitos por Residência por Ano do Óbito, segundo Capítulo CID-10
........................................................................................................................................... 302 
Tabela 4-67 - Teresina: Informações sobre nascimentos por residência da mãe, no período 
de 2008 a 2011. ................................................................................................................. 303 
Tabela 4-68 – Despesas e percentual de participação do Município e Sistema Único de Saúde 
nos gastos com saúde em Teresina de 2008 a 2011. ........................................................ 303 
Tabela 4-69 - Teresina: Programas Especiais de Saúde no período de 2005 a 2008. ...... 305 
Tabela 4-70 - Teresina: Sugestões para Melhoria do Polo Saúde ...................................... 306 
Tabela 4-71 – Características do prestador de serviços. .................................................... 307 
Tabela 4-72 - Relação do quadro de funcionários – Agespisa. .......................................... 308 
Tabela 4-73 - Dados financeiros. ....................................................................................... 310 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
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Tabela 4-74 - Parcelas de receita bruta da Agespisa por grupo de consumidor - 2010 a 2012.
........................................................................................................................................... 310 
Tabela 4-75 -Tarifas normais referentes ao serviço de abastecimento de água. ................ 321 
Tabela 4-76 -Tarifação média mensal para os serviços de água e esgoto de Teresina. .... 321 
Tabela 4-77- Participação dos mananciais no abastecimento de Teresina. ....................... 325 
Tabela 4-78 - Sistema de Indicadores de avaliação dos serviços e do panorama atual. .... 327 
Tabela 4-79 –Abastecimento de água dos domicílios particulares permanentes – 2010. ... 328 
Tabela 4-80 –Abastecimento de água na zona rural de Teresina. ...................................... 332 
Tabela 4-81 - Histograma de consumo total – janeiro/2012. .............................................. 335 
Tabela 4-82 -Histograma de consumo com hidrômetros – janeiro/2012. ............................ 335 
Tabela 4-83 - Histograma de consumo sem hidrômetros – janeiro/2012. ........................... 336 
Tabela 4-84 - Volumes de água. ........................................................................................ 337 
Tabela 4-85 - Nível de perdas no sistema de abastecimento de água – 2012. ................... 340 
Tabela 4-86 -Consumo per capita de água estimado por Von Sperling (2005). .................. 341 
Tabela 4-87 – Demanda de água para consumo per capita de 300l/hab/dia. ..................... 341 
Tabela 4-88 - Parâmetros físico-químicos da água bruta captada no Rio Parnaíba. .......... 346 
Tabela 4-89 - Padrão microbiológico de potabilidade da água para consumo humano. ..... 346 
Tabela 4-90 - Apresentação quantitativa das análises exigidas pela Portaria nº 2.914. ..... 348 
Tabela 4-91 - Lista parcial de parâmetros do padrão de aceitação para consumo humano.
........................................................................................................................................... 350 
Tabela 4-92 – Poços na cidade de Teresina. ..................................................................... 363 
Tabela 4-93 – Poços na área rural de Teresina – Zona Norte ............................................ 366 
Tabela 4-94 – Poços na área rural de Teresina – Zona Sul ............................................... 367 
Tabela 4-95 – Poços na área rural de Teresina – Zona Leste ............................................ 368 
Tabela 4-96 – Poços na área rural de Teresina – Zona Sudeste........................................ 371 
Tabela 4-97 – Relação das localidades com sistema de abastecimento d’água domiciliar na 
zona rural de Teresina mantida pela PMT/SDR/GRSH. ..................................................... 373 
Tabela 4-98 -Dados das bombas da estação elevatória de água bruta. ............................. 377 
Tabela 4-99 – Características da ETAs. ............................................................................. 377 
Tabela 4-100 - Estações Elevatórias de Água Tratada - EEAT. ......................................... 385 
Tabela 4-101 – Características do Booster Petrônio Portela. ............................................. 395 
Tabela 4-102 – Características do sistema de Demerval Lobão. ........................................ 397 
Tabela 4-103 – Características hidráulicas da EEATC. ...................................................... 398 
Tabela 4-104 – Reservatórios de água. ............................................................................. 399 
Tabela 4-105 -Síntese dos problemas e sugestões apontados pela população no 1º Fórum 
Regional – área urbana - Centro de Formação Prof. Odilon Nunes ................................... 404 
 
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Tabela 4-106 - Síntese dos problemas e sugestões apontados pela população no 2º Fórum 
Regional – área rural. Escola Municipal Hermelinda de Castro Povoado São Vicente. ...... 406 
Tabela 4-107 - Síntese dos problemas e sugestões apontados pela população no 3º Fórum 
Regional – área urbana. Teatro João Paulo II no Bairro Dirceu Arco Verde. ...................... 407 
Tabela 4-108 - Síntese dos problemas e sugestões apontados pela população no 4º Fórum 
Regional – área rural. E.M. Tomaz de Oliveira Lopes - Povoado Formosa ........................ 408 
Tabela 4-109 -Síntese dos problemase sugestões apontados pela população no 5º Fórum 
Regional – área urbana. ..................................................................................................... 409 
Tabela 4-110 - Síntese dos problemas e sugestões apontados pela população no 6º Fórum 
Regional – área rural. Escola Municipal Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Povoado 
Cerâmica Cil ...................................................................................................................... 410 
Tabela 4-111 -Síntese dos problemas e sugestões apontados pela população no 7º Fórum 
Regional – área rural. Escola Municipal Nossa Santa Teresa - Povoado Santa Teresa ..... 412 
Tabela 4-112 - Síntese dos problemas e sugestões apontados pela população no 8º Fórum 
Regional – área urbana. Centro Social Cristo Rei .............................................................. 413 
Tabela 4-113 – Vazão média. ............................................................................................ 433 
Tabela 4-114 –Vazão de captação. .................................................................................... 434 
Tabela 4-115 –Vazão de Distribuição................................................................................. 435 
Tabela 4-116- Indicadores do Sistema de Esgotamento Sanitário de Teresina. ................. 444 
Tabela 4-117– Panorama dos índices de coleta e tratamento dos esgotos. ....................... 446 
Tabela 4-118– Características da rede coletora de esgoto. ............................................... 448 
Tabela 4-119-Estações Elevatórias de Esgoto de Teresina. .............................................. 449 
Tabela 4-120 – Atendimento da rede de esgoto com índice superior a 70%. ..................... 454 
Tabela 4-121 - Tipo de esgotamento em Teresina – IBGE 2010. ....................................... 476 
Tabela 4-122 - Sistemas de esgotamento sanitário na área rural de Teresina. .................. 477 
Tabela 4-123 - Tipo de esgotamento utilizado. ................................................................... 479 
Tabela 4-124 - Volume total de esgoto gerado na área urbana de Teresina. ..................... 481 
Tabela 4-125 - Consumo de água per capita de acordo com a faixa populacional. ............ 482 
Tabela 4-126 - Estimativas de vazões futuras de esgoto de Teresina. ............................... 483 
Tabela 4-127 - Parâmetros estabelecidos para Água Doce – Classe 1 - Resolução CONAMA 
nº 357 de 2005. .................................................................................................................. 487 
Tabela 4-128 - Ponto de lançamento de efluente na ETE Pirajá. ....................................... 489 
Tabela 4-129 - Ponto de lançamento de efluente na ETE Leste......................................... 489 
Tabela 4-130 - Ponto de lançamento de efluente na ETE Alegria. ..................................... 490 
Tabela 4-131 - Ponto de lançamento de efluente na ETE Tancredo Neves. ...................... 490 
Tabela 4-132 - Parâmetros de qualidade ETE Pirajá. ........................................................ 491 
 
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Tabela 4-133 - Parâmetros de qualidade ETE Leste. ......................................................... 491 
Tabela 4-134 - Parâmetros de qualidade ETE Alegria. ...................................................... 492 
Tabela 4-135 - Problemas e sugestões levantados no 1° Fórum Regional – Área Urbana. 
Local: Centro de Formação Professor Odilon Nunes Marquês. .......................................... 494 
Tabela 4-136 - Problemas e sugestões levantados no 2° Fórum Regional – Área Rural. ... 495 
Tabela 4-137– Problemas e sugestões levantados no 3° Fórum Regional – Área Urbana. 
Local: Teatro João Paulo II no bairro Dirceu Arco Verde. ................................................... 497 
Tabela 4-138 - Problemas e sugestões levantados no 4° Fórum Regional – Área Rural. ... 498 
Tabela 4-139- Problemas e sugestões levantados no 5° Fórum Regional – Área Urbana.Local: 
Paróquia Nossa Senhora de Fátima. ................................................................................. 499 
Tabela 4-140 - Problemas e sugestões levantados no 6° Fórum Regional – Área Rural. Local: 
Escola Municipal Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Povoado Cerâmica Cil ............... 500 
Tabela 4-141 - Problemas e sugestões levantados no 7° Fórum Regional – Área Rural. Local: 
Escola Municipal Nossa Santa Teresa - Povoado Santa Teresa. ....................................... 501 
Tabela 4-142 - Problemas e sugestões levantados no 8° Fórum Regional – Área Urbana. 
Local: Centro Social Cristo Rei........................................................................................... 502 
Tabela 4-143 - Total de Resíduos Sólidos Domiciliares coletados em Teresina – 2010/2013
........................................................................................................................................... 514 
Tabela 4-144 - Total de Resíduos de Limpeza Pública coletados em Teresina – 2010/2013
........................................................................................................................................... 514 
Tabela 4-145 - Síntese dos cálculos apresentados ............................................................ 515 
Tabela 4-146 - Síntese dos cálculos de caracterização para os resíduos encaminhados aos 
aterro municipal. ................................................................................................................ 516 
Tabela 4-147 - Projeção populacional e de geração per capita de resíduos ...................... 517 
Tabela 4-148 - Custo com a coleta domiciliar nos últimos três anos (2010-2012) .............. 519 
Tabela 4-149 - Frequência recomendada para coleta convencional .................................. 519 
Tabela 4-150 - Cronograma da coleta convencional de resíduos sólidos ........................... 520 
Tabela 4-151 - Circuito de coleta por seção ....................................................................... 523 
Tabela 4-152 - Quantidade de Veículos necessários para coleta convencional por setor de 
atendimento. ...................................................................................................................... 533 
Tabela 4-153 - Quantidade de resíduos coletados em toneladas nas áreas de disposição 
irregular. ............................................................................................................................. 537 
Tabela 4-154 - Coleta de penas e vísceras - total mensal e anual em toneladas ............... 541 
Tabela 4-155 – Condomínios atendidos por coleta seletiva ............................................... 545 
Tabela 4-156 - Quantitativo da coleta seletiva - mês de outubro/2013 ............................... 547 
Tabela 4-157 - Relação de empresas compradoras de material reciclável em Teresina .... 548 
 
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Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
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Tabela 4-158 - Total de quilômetros de ruas varridos mensalmente para o período de 2010-
2013 ................................................................................................................................... 559 
Tabela 4-159 - Total em toneladas de resíduos provenientes dos serviços de capina e 
roçagem .............................................................................................................................560 
Tabela 4-160 - Número de equipes disponíveis para os serviços de capina e roçagem ..... 560 
Tabela 4-161 - Total de gastos apenas com o serviço de capina ....................................... 561 
Tabela 4-162 - Equipe para Limpeza de Parques .............................................................. 563 
Tabela 4-163 - Gastos anuais com limpeza pública - 2010 a 2013 .................................... 564 
Tabela 4-164 – Previsão de garis para o serviço de varrição por SDU – frequência de 1 vez 
por semana ........................................................................................................................ 566 
Tabela 4-165 – Previsão de garis para o serviço de varrição por SDU – frequência diária para 
as áreas comerciais ........................................................................................................... 566 
Tabela 4-166 - Estabelecimentos de Saúde Público e geração de RSS ............................ 573 
Tabela 4-167 - Estabelecimentos de Saúde Público Estadual e geração de RSS .............. 577 
Tabela 4-168 – Estabelecimentos de Saúde Privado e geração de RSS ........................... 578 
Tabela 4-169 - Quantidade de Resíduos de Saúde Coletados - valor em toneladas .......... 580 
Tabela 4-170 – Principais artigos do decreto nº.9.432/2009 .............................................. 582 
Tabela 4-171 - Periodicidade de Coleta na área rural - zonas Norte e Leste...................... 583 
Tabela 4-172 - Periodicidade de Coleta na área rural - zonas Sul e Sudeste ..................... 583 
Tabela 4-173 - Dados gerais da área de disposição final de resíduos sólidos .................... 587 
Tabela 4-174 - Gastos gerados pelo aterro do município – Anos: 2010, 2011, 2012 e 2013
........................................................................................................................................... 590 
Tabela 4-175 - Uso do volume disponível, anualmente, no Aterro Sanitário....................... 594 
Tabela 4-176 - Vida útil por célula na Fase I ...................................................................... 594 
Tabela 4-177 - Vida útil por célula na Fase I + Fase II ....................................................... 594 
Tabela 4-178 - Vida útil por célula na Fase I + Fase II + Fase III ........................................ 595 
Tabela 4-179 - Relação de despesas com serviços de limpeza e coleta no ano de 2012 .. 597 
Tabela 4-180 – Receita Arrecadada Global no município de Teresina – ano 2012 ............ 597 
Tabela 4-181 - Quadro de trabalhadores para coleta convencional ................................... 600 
Tabela 4-182 - Quadro de trabalhadores na conservação urbana ...................................... 600 
Tabela 4-183 - Quadro de trabalhadores alocados no aterro municipal ............................. 600 
Tabela 4-184 - Quadro de servidores do administrativo na SEMDUH ................................ 600 
Tabela 4-185 - Taxas de permeabilização aplicadas em Teresina. .................................... 609 
Tabela 4-186 - Macrobacias urbanas e sub-bacias de Teresina. ....................................... 612 
Tabela 4-187- Classificação das macrobacias urbanas de Teresina. ................................. 620 
Tabela 4-188 - Classificação das microbacias urbanas de Teresina. ................................. 621 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
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Tabela 4-189- Classificação das bacias rurais de Teresina. ............................................... 622 
Tabela 4-190 - Parâmetros morfométricos das microbacias localizadas à margem direita do 
Rio Poti. ............................................................................................................................. 627 
Tabela 4-191 - Parâmetros morfométricos das microbacias localizadas à margem esquerda 
do Rio Poti ......................................................................................................................... 627 
Tabela 4-192 - Parâmetros morfométricos das microbacias localizadas à margem direita do 
Rio Parnaíba ...................................................................................................................... 628 
Tabela 4-193 - Parâmetros morfométricos das bacias hidrográficas da área rural ............. 630 
Tabela 4-194 - Tempo de Concentração das microbacias urbanas de Teresina. ............... 631 
Tabela 4-195 - Tempo de concentração das microbacias rurais de Teresina. .................... 632 
Tabela 4-196 - Classificação do tipo de solo. ..................................................................... 632 
Tabela 4-197 - Porcentagem do tipo de ocupação do solo urbano nas microbacias urbanas de 
Teresina. ............................................................................................................................ 639 
Tabela 4-198 - Porcentagem do tipo de ocupação do solo urbano nas Bacias Hidrográficas 
Rurais de Teresina. ............................................................................................................ 643 
Tabela 4-199 - Usos do solo em área de preservação permanente ................................... 644 
Tabela 4-200 - Valores de CN calculados para as bacias em estudo ................................. 646 
Tabela 4-201 - Valores das relações t/tp e q/qp – SCS. ..................................................... 652 
Tabela 4-202 - Vazões de pico para as microbacias e bacias hidrográficas em estudo. .... 653 
Tabela 4-203 - Intensidades calculadas para os diferentes Tempos de Retorno. .............. 655 
Tabela 4-204 - Lotes e respectivos valores de licitação para elaboração dos projetos. ...... 671 
Tabela 4-205 - Problemas e sugestões levantados no 1° Fórum Regional – Área Urbana. 
Centro de Formação Odilom Nunes. .................................................................................. 671 
Tabela 4-206 - Problemas e sugestões levantados no 2° Fórum Regional – Área Rural. Escola 
Municipal Hermelinda de Castro – Povoado São Vicente. .................................................. 673 
Tabela 4-207 - Problemas e sugestões levantados no 3° Fórum Regional – Área Urbana. 
Teatro João Paulo II – Bairro Dirceu Arco Verde. ............................................................... 675 
Tabela 4-208 -Problemas e sugestões levantados no 4° Fórum Regional – Área Rural. Escola 
Municipal Tomaz de Oliveira Lopes – Povoado Formosa. .................................................. 676 
Tabela 4-209 - Problemas e sugestões levantados no 5° Fórum Regional – Área Urbana. 
Paróquia Nossa Senhora de Fátima .................................................................................. 677 
Tabela 4-210 - Problemas e sugestões levantados no 6° Fórum Regional – Área Rural. Escola 
Municipal Nossa Senhora do Perpétuo Socorro – Ceramica Cil ......................................... 679 
Tabela 4-211 - Problemas e sugestões levantados no 7° Fórum Regional – Área Rural. Escola 
Municipal Santa Teresa- Povoado Santa Teresa. .............................................................. 680 
 
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Tabela 4-212 - Problemas e sugestões levantados no 8° Fórum Regional – Área Urbana. 
Centro Social Cristo Rei. ....................................................................................................681 
Tabela 5-1 - Cronograma de atividades para mobilização social ........................................ 683 
Tabela 5-2 – Vazões necessárias para suprir a demanda de água .................................... 695 
Tabela 5-3 – Relação demanda e déficit no sistema de abastecimento de água com base no 
consumo per capita de 140l/hab./dia. ................................................................................. 696 
Tabela 5-4 – Geração de esgotamento sanitário com base no consumo médio de 140/hab./dia 
de água. ............................................................................................................................. 698 
Tabela 5-5 - Projeções para vazões de esgotamento sanitário com referência ao consumo de 
140 hab./dia de água. ........................................................................................................ 699 
Tabela 5-6 - Projeção da Geração de Resíduos para o Horizonte de 20 Anos ............ 700 
Tabela 5-7 – Relação demanda e déficit no sistema de abastecimento de água com base no 
consumo per capita de 110l/hab./dia. ................................................................................. 703 
Tabela 5-8 – Relação demanda e déficit no sistema de abastecimento de água com base no 
consumo per capita de 140l/hab./dia e previsão de redução no índice de perdas – cenário 1.
........................................................................................................................................... 707 
Tabela 5-9 – Relação demanda e déficit no sistema de abastecimento de água com base no 
consumo per capita de 140l/hab./dia e previsão de redução no índice de perdas – cenário 2.
........................................................................................................................................... 708 
Tabela 5-10 – Relação demanda e déficit no sistema de abastecimento de água com base no 
consumo per capita de 140l/hab./dia, previsão de redução no índice de perdas – cenário 1 
mais instalação da ETA Sta. Maria da CODIPI. ................................................................. 709 
Tabela 5-11 – Geração de esgotamento sanitário com base no consumo médio de 
110l/hab./dia de água. ........................................................................................................ 710 
Tabela 5-12 - Projeções para vazões de esgotamento sanitário com referência ao consumo 
de 110 hab./dia. de água. ................................................................................................... 711 
Tabela 5-13 - Projeção da Geração de Resíduos para o Horizonte de 20 Anos........... 712 
Tabela 5-14 – Previsão de área a ser impermeabilizada conforme total de área residencial 
ocupada. ............................................................................................................................ 714 
Tabela 5-15 - Descrição Total dos Custos dos Serviços de Coleta de Lixo e da Limpeza no 
Município de Teresina-PI. .................................................................................................. 722 
Tabela 5-16 – indicadores do serviço de abastecimento de água ...................................... 728 
Tabela 5-17 – Metas para o setor de abastecimento de água ............................................ 728 
Tabela 5-18– Programas, Projetos e ações previstos para o setor de abastecimento de água 
na área urbana ................................................................................................................... 732 
Tabela 5-19 – Programas, Projetos e Ações para abastecimento de água da área rural ... 736 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
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Tabela 5-20 - indicadores do serviço de esgotamento sanitário. ........................................ 739 
Tabela 5-21 – Objetivos e metas para o setor de esgotamento sanitário ........................... 739 
Tabela 5-22 - Sistemas de Tratamento de Esgoto: vantagens e desvantagens ................. 741 
Tabela 5-23 – Programas, Projetos e Ações previstos para o setor de Esgotamento Sanitário 
para área urbana ............................................................................................................... 743 
Tabela 5-24 – Programas, Projetos e Ações para o setor de Esgotamento Sanitário para área 
rural ................................................................................................................................... 746 
Tabela 5-25 – indicadores para o serviço de drenagem ..................................................... 747 
Tabela 5-26 – Objetivos e metas para o setor de drenagem das águas pluviais ................ 747 
Tabela 5-27 – Programas, Projetos e Ações para os serviços de Drenagem e Manejo de água 
pluviais na área urbana ...................................................................................................... 750 
Tabela 5-28 – Programas, Projetos e Ações para drenagem e manejo de água pluviais na 
área rural ........................................................................................................................... 753 
Tabela 5-29 - Critérios para priorização das áreas para instalação de aterro sanitário – Análise 
de verificação para área com obras em andamento. .......................................................... 760 
Tabela 5-30 – Metas para redução per capita de produção de resíduos e ampliação da coleta 
seletiva ............................................................................................................................... 770 
Tabela 5-31 – Síntese dos passivos ambientais e respectivas medidas saneadoras propostas
........................................................................................................................................... 773 
Tabela 5-32 - Obrigações dos fabricantes e consumidores e a Logística Reversa. ............ 775 
Tabela 5-33 - Frequências e recomendações .................................................................... 777 
Tabela 5-34 - Vantagens e Desvantagens dos horários de coleta. ..................................... 777 
Tabela 5-35 - Comparação entre veículos de coleta .......................................................... 778 
Tabela 5-36 - Vantagens e desvantagens dos modelos de coleta seletiva ......................... 788 
Tabela 5-37 - Itens a serem considerados para eficiência do serviço de varrição. ............. 802 
Tabela 5-38 - Formas de reuso de resíduos da construção civil......................................... 811 
Tabela 5-39 - Classificação dos resíduos especiais e procedimentos para armazenamento, 
transporte e destinação ...................................................................................................... 821 
Tabela 5-40 - Objetivos que necessitam de treinamento previsto no prognóstico do PMSB
........................................................................................................................................... 824 
Tabela 5-41 - Estratégias de comunicação, informação e capacitação. ............................. 829 
Tabela 5-42 - Cronograma de atividades propostas para ações de educação ambiental ... 831 
Tabela 5-43 – indicadores para definição das metas de limpeza pública. .......................... 835 
Tabela 5-44 – Objetivos e metas para o setor de coleta de resíduos sólidos e urbanos e 
limpeza pública .................................................................................................................. 835 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
 DRZ Geotecnologia e Consultoria– www.drz.com.br XLIV 
Tabela 5-45 – Programas, Projetos e Ações para limpeza pública na área urbana e manejo 
de resíduos sólidos ............................................................................................................ 836 
Tabela 5-46 – Programas, Projetos e Ações para manejo de resíduos sólidos na área rural
........................................................................................................................................... 839 
Tabela 5-47 - Variáveis por descrição de prioridades ......................................................... 842 
Tabela 5-48 – Cenário para universalização do sistema de abastecimento de água.......... 849 
Tabela 5-49 – Cenário para universalização do sistema de esgotamento sanitário na área 
urbana ................................................................................................................................ 850 
Tabela 5-50 – Cenário para universalização do sistema de esgotamento sanitário na área rural
........................................................................................................................................... 850 
Tabela 5-51 – Cenário para universalização do sistema de coleta de resíduos sólidos urbanos 
e limpeza pública ............................................................................................................... 851 
Tabela 5-52 – Cenário para universalização do sistema de drenagem urbana e manejo de 
águas pluviais .................................................................................................................... 852 
Tabela 5-53 – Síntese dos investimentos/custeio* previstos para o horizonte de planejamento
........................................................................................................................................... 853 
Tabela 5-54 - Índices Contábeis e Financeiros da AGESPISA dos Anos 2011, 2012 e 2013.
........................................................................................................................................... 854 
Tabela 5-55 – Relação de despesas com o serviço de limpeza pública e coleta de resíduos 
sólidos em 2014 ................................................................................................................. 864 
Tabela 5-56 – Quadro de funcionários disponíveis para execução dos serviços e funcionários 
previstos para ampliação das atividades, conforme objetivos, metas e ações. .................. 866 
Tabela 5-57. Recursos para o PAC 2 – Saneamento – Cidade Melhor (em bilhões de reais).
........................................................................................................................................... 870 
Tabela 5-58. Programas do governo federal com ações diretas de saneamento básico. ... 871 
Tabela 5-59.Programa do governo federal com ações relacionadas ao saneamento básico.
........................................................................................................................................... 872 
Tabela 6-1 - Definição das ações imediatas e prioritárias para os serviços de abastecimento 
de água .............................................................................................................................. 886 
Tabela 6-2- Definição das ações imediatas e prioritárias para os serviços de esgotamento 
sanitário ............................................................................................................................. 888 
Tabela 6-3 - Definição das ações imediatas e prioritárias para os serviços de drenagem 
urbana ................................................................................................................................ 889 
Tabela 6-4 Definição das ações imediatas e prioritárias para os serviços de limpeza pública e 
manejo de resíduos sólidos ................................................................................................ 890 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
 DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XLV 
Tabela 6-5 - Definição das ações para o serviço de abastecimento de água na área urbana
........................................................................................................................................... 894 
Tabela 6-6- Definição das ações para o serviço de abastecimento de água na área rural4896 
Tabela 6-7 - Especificações das adutoras ....................................................................... 899 
Tabela 6-8- Especificações técnicas dos reservatórios ................................................... 900 
Tabela 6-9– Sistemas de abastecimento de água da região rural norte de Teresina. ... 902 
Tabela 6-10- Sistemas de abastecimento de água da região rural sul de Teresina ...... 904 
Tabela 6-11- Sistemas de abastecimento de água da região rural leste de Teresina ... 905 
Tabela 6-12- Sistemas de abastecimento de água da região rural sudeste de Teresina
........................................................................................................................................... 908 
Tabela 6-13- Implantação do sistema simplificado de abastecimento de água na área rural.
........................................................................................................................................... 910 
Tabela 6-14- Instalação e construção de poços. ............................................................. 910 
Tabela 6-15 – custo para implantação dos sistemas .......................................................... 911 
Tabela 6-16- Desativação dos poços da região norte – área a ser atendida pela nova ETA
........................................................................................................................................... 915 
Tabela 6-17- Extensões por diâmetro para os anéis de reforço. .................................... 925 
Tabela 6-18– Memorial de cálculo para implementação de Projetos e ações 
socioambientais ................................................................................................................ 932 
Tabela 6-19- Memorial de cálculo para substituição dos hidrômetros ............................ 935 
Tabela 6-20– Memorial de cálculo para setorização do sistema de abastecimento de 
água .................................................................................................................................. 939 
Tabela 6-21 - Memorial de cálculo para ações de educação ambiental na área rural ... 940 
Tabela 6-22 - Parâmetros de controle de qualidade da água da portaria 2.914/2011 ......... 945 
Tabela 6-23 - Parâmetros de controle de qualidade da água da portaria 2.914/2011 ......... 945 
Tabela 6-24– Memorial de cálculo para monitoramento da qualidade da água ............. 946 
Tabela 6-25 - Memorial de cálculo para elaboração de estudo de viabilização para 
adequação e/ou implantação de sistema de controle de prevenção de incêndios .. 947 
Tabela 6-26– Memorial de cálculo para elaboração do Plano de regularização 
fundiária ........................................................................................................................... 948 
Tabela 6-27– Memorial de cálculo para elaboração do Plano de segurança da água
........................................................................................................................................... 949 
Tabela 6-28 - – Memorial de cálculo para repasse da responsabilidade de gestão dos 
serviços de águana área rural para AGESPISA ............................................................. 949 
Tabela 6-29 Definição das ações para o serviço de esgotamento sanitário para área urbana9
........................................................................................................................................... 950 
Secrem
Realce
Secrem
Realce
 
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Tabela 6-30- Definição das ações para o serviço de esgotamento sanitário para área rural10
........................................................................................................................................... 952 
Tabela 6-31- – Síntese: projeto de ampliação e melhoria do sistema de esgotamento 
sanitário – macrossistema Norte ...................................................................................... 954 
Tabela 6-32 – Síntese: projeto de ampliação e melhoria do sistema de esgotamento 
sanitário – macrossistema Leste ................................................................................. 954 
Tabela 6-33 - Síntese: projeto de ampliação e melhoria do sistema de esgotamento sanitário 
– macrossistema Pirajá .................................................................................................... 955 
Tabela 6-34 - Síntese: projeto de ampliação e melhoria do sistema de esgotamento sanitário 
– macrossistema Sudeste ................................................................................................ 955 
Tabela 6-35 Síntese: projeto de ampliação e melhoria do sistema de esgotamento sanitário 
– macrossistema Sudoeste .............................................................................................. 955 
Tabela 6-36 – Implantação do sistema de coleta e tratamento do macrossistema sul .. 956 
Tabela 6-37– Implantação de infraestrutura para esgotamento sanitário - bairros 
zona sul ............................................................................................................................ 956 
Tabela 6-38 - Memorial de cálculo para implantação de fossas sépticas na área rural . 958 
Tabela 6-39- Memorial de cálculo para implantação de estações compactas de 
tratamento de esgoto e redes coletoras. .................................................................... 959 
Tabela 6-40– Memorial de cálculo de instalação de laboratórios para análises de 
efluentes .......................................................................................................................... 971 
Tabela 6-41– Memorial de cálculo de programa de monitoramento para os corpos 
receptores de efluentes .................................................................................................... 972 
Tabela 6-42 Memorial de cálculo para implementação de programas e ações 
socioambientais. ............................................................................................................... 973 
Tabela 6-43– Memorial de cálculo para programa de combate a ligações irregulares na 
rede de esgoto ................................................................................................................ 974 
Tabela 6-44– Memorial de cálculo de cadastro e mapeamento georreferenciado da rede de 
esgoto sanitário ................................................................................................................. 975 
Tabela 6-45 Definição das ações para o serviço de drenagem das águas pluviais para área 
urbana11 ............................................................................................................................ 976 
Tabela 6-46 Definição das ações para o serviço de drenagem das águas pluviais para 
área rural12 ...................................................................................................................... 978 
Tabela 6-47 Elaboração de projetos de engenharia para manejo das águas pluviais. .. 980 
Tabela 6-48– Informações técnicas para implantação das redes de drenagem ................. 986 
Tabela 6-49- Construção de galerias mais manutenção. Sub-bacias PE31, PD02, PD 06, 
PD 07, PD 12, PD 14, P10, P11 e P12 ............................................................................ 988 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
 DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XLVII 
Tabela 6-50– Informações técnicas para implantação das redes de drenagem ................. 990 
Tabela 6-51 Construção de galerias mais manutenção. Sub-bacias PE02, PE03, 
PE04, PE08, PE09, PE11, PE12, PE13, PE14, PE19, PE20, PE21, PE22, PE23, PE28, 
PE29, PD04, PD05, PD08, PD09, PD15, P01, P02, P05, P13, P14 ............................... 993 
Tabela 6-52– Informações técnicas para implantação das redes de drenagem ............... 1007 
Tabela 6-53 - Construção de galerias mais manutenção. Sub-bacias PE01, PE05, 
PE06, PE07, PE010 PE11, PE15, PE16, PE17, PE18, PE24, PE25, PE26, PE27, PE30, 
PE32, PD01, PD03, PD10, PD11, PD13, PD16, P03, P04, P06, P07, P08, P09, P12, P15, 
P16, P17, P18, P19, P20................................................................................................ 1011 
Tabela 6-54– Elementos projetados para o sistema de drenagem ................................... 1016 
Tabela 6-55 - Memorial de cálculo da ação de desobstrução de galerias com requalificação 
urbana ............................................................................................................................. 1018 
Tabela 6-56 – Memorial de cálculo da ação de compra de equipamentos para manutenção 
e limpeza pública ............................................................................................................ 1019 
Tabela 6-57 - Memorial de cálculo da ação de elaboração de estudo para desapropriação 
de casas localizadas em área de risco .......................................................................... 1020 
Tabela 6-58– Memorial de cálculo da ação de estrutura de departamento para 
manutenção ................................................................................................................... 1021 
Tabela 6-59– Memorial de cálculo da ação de revisão do PDDrU ............................... 1022 
Tabela 6-60 - Memorial de cálculo da ação de recuperação das áreas de preservação 
permanente na área urbana. ....................................................................................... 1023 
Tabela 6-61– Memorial de cálculo da ação de elaboração de estudo técnico das 
condições topográficas e hidrológicas para análise e planejamento de drenagem das 
águas pluviais ............................................................................................................... 1025 
Tabela 6-62– Memorial de cálculo da ação de elaboração de diagnóstico ambiental nas sub-
bacias rurais .................................................................................................................... 1028 
Tabela 6-63 - Memorial de cálculo da ação de desobstrução de leitos. ................ 1030 
Tabela 6-64- Definição das ações para os serviços de limpeza pública e manejo de resíduos 
sólidos para área urbana13 .............................................................................................. 1032 
Tabela 6-65- Definição das ações para o serviço de manejo e coleta de resíduos na área 
rural14 .............................................................................................................................1033 
Tabela 6-66- Memória de cálculo da implantação de 57 pontos de entrega voluntária para 
recicláveis na área rural ................................................................................................. 1037 
Tabela 6-67 - - Memória de cálculo do Programa de universalização dos serviços de CLP + 
programa de inclusão e de capacitação e auxílio técnico ............................................. 1038 
Tabela 6-68 - Memorial de cálculo de ações de educação ambiental .......................... 1040 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
 DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XLVIII 
Tabela 6-69 - Memorial de cálculo da ação pontos de entrega voluntária ................... 1042 
Tabela 6-70 Memorial de cálculo da implantação de 19 pontos de coleta regular ....... 1043 
Tabela 6-71 Memória de cálculo da implantação e adequação do aterro sanitário.
......................................................................................................................................... 1044 
Tabela 6-72 Memória de cálculo do projeto de encerramento do aterro municipal...... 1045 
Tabela 6-73 - Memória de cálculo da implantação de informação cadastral de industriais 
para controle e monitoramento da gestão dos resíduos industriais ............................. 1046 
Tabela 6-74- Memória de cálculo do estudo para avaliação das condições possíveis 
para disposição dos resíduos sólidos. ..................................................................... 1047 
Tabela 6-75- Memória de cálculo da elaboração do PMGRCC e PMGRSS ............ 1048 
Tabela 6-76 Memória de cálculo da transferência administrativa e de fiscalização dos 
serviços de coleta convencional da área rural para SEMDUH ...................................... 1049 
Tabela 6-77- Memória de cálculo dos resíduos especiais – legislação específica ...... 1049 
Tabela 6-78 Memória de cálculo do regulamento definindo forma de recolhimento 
adequando a taxa de coleta de lixo na legislação tributária no caso de grandes 
geradores ....................................................................................................................... 1050 
Tabela 6-79– Memória de cálculo dos programas de educação ambiental ................. 1051 
Tabela 6-80 - Tabela de avaliação - Ações correspondentes ao setor de abastecimento 
de água da área urbana ................................................................................................. 1057 
Tabela 6-81 - Tabela de avaliação - Ações correspondentes ao setor de abastecimento de 
água da área rural ............................................................................................................ 1059 
Tabela 6-82 - Tabela de avaliação - Ações correspondentes ao setor de esgotamento 
sanitário da área urbana ................................................................................................ 1060 
Tabela 6-83 - Tabela de avaliação - Ações correspondentes ao setor de esgotamento sanitário 
da área rural..................................................................................................................... 1062 
Tabela 6-84 - Tabela de avaliação - Ações correspondentes ao setor de drenagem pluvial da 
área urbana...................................................................................................................... 1063 
Tabela 6-85 - Tabela de avaliação - Ações correspondentes ao setor de drenagem pluvial 
da área rural ................................................................................................................... 1065 
Tabela 6-86 - Tabela de avaliação - Ações correspondentes ao setor de limpeza pública e 
manejo de resíduos sólidos na área urbana e rural .......................................................... 1066 
Tabela 6-87 - Tabela de avaliação - Ações correspondentes ao setor de manejo de resíduos 
sólidos na área rural ......................................................................................................... 1070 
Tabela 6-88 - Ações para emergências e contingências referentes ao serviço de 
abastecimento de água ................................................................................................ 1071 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
 DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XLIX 
Tabela 6-89 - Ações para emergências e contingências para os serviços de coleta e 
tratamento do esgotamento sanitário ............................................................................ 1076 
Tabela 6-90 Ações para emergências e contingências referentes aos serviços de drenagem 
e manejo das águas pluviais .......................................................................................... 1079 
Tabela 6-91- Ações para emergências e contingências referentes aos serviços de limpeza 
pública e manejo de resíduos sólidos ............................................................................ 1081 
Tabela 6-92– Principais procedimentos para rotina e gestão ....................................... 1100 
Tabela 6-93 - Síntese das diretrizes para gestão administrativa ...................................... 1101 
Tabela 6-94 - Síntese das diretrizes de gestão operacional ............................................. 1102 
Tabela 7-1 – Indicadores técnicos e operacionais. Serviço de abastecimento de água ... 1148 
Tabela 7-2 – Indicadores técnicos e operacionais. Serviço de esgotamento sanitário ..... 1150 
Tabela 7-3 – Indicadores técnicos e operacionais. Serviço de manejo das águas pluviais
......................................................................................................................................... 1151 
Tabela 7-4 – Indicadores técnicos, operacionais e ambientais. Serviço de manejo de resíduos 
sólidos e limpeza pública ................................................................................................. 1152 
Tabela 7-5 - Indicadores financeiros ................................................................................ 1155 
Tabela 7-6 – Setor de abastecimento de água - Metas previstas ..................................... 1162 
Tabela 7-7 - Setor de abastecimento de água - Indicadores específicos para avaliação das 
metas ............................................................................................................................... 1163 
Tabela 7-8 – Esgotamento Sanitário – Indicador/Metas ................................................... 1164 
Tabela 7-9 – Esgotamento Sanitário – Indicadores específicos ....................................... 1164 
Tabela 7-10 – Resíduos Sólidos e Limpeza Pública – Indicador/Metas ............................ 1165 
Tabela 7-11 – Resíduos Sólidos e Limpeza Pública – Indicadores específicos ................ 1165 
Tabela 7-12 – Manejo das águas pluviais – Indicador/Metas ........................................... 1165 
Tabela 7-13 – Manejo das águas pluviais – Indicadores específicos ............................... 1166 
Tabela 7-14 - Indicadores epidemiológicos para os quatro eixos do saneamento básico. 1171 
Tabela 7-15 - Indicadores de recursos naturais e salubridade ambiental ......................... 1172 
Tabela 7-16 – Indicadores de avaliação das ações do eixo de Abastecimento de água para 
área urbana...................................................................................................................... 1176 
Tabela 7-17 – Indicadores de avaliação das ações doeixo de Abastecimento de água para 
área rural ......................................................................................................................... 1179 
Tabela 7-18 - Indicadores de avaliação das ações do eixo de Esgotamento sanitário na área 
urbana .............................................................................................................................. 1181 
Tabela 7-19 - Indicadores de avaliação das ações do eixo de Esgotamento sanitário na área 
rural ................................................................................................................................. 1184 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
 DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br L 
Tabela 7-20 - Indicadores de avaliação do eixo de Drenagem das águas pluviais urbanas
......................................................................................................................................... 1185 
Tabela 7-21 - Indicadores de avaliação do eixo de Drenagem das águas pluviais rurais . 1188 
Tabela 7-22 – Indicadores de avaliação das ações do eixo de Limpeza Pública e Manejo dos 
Resíduos Sólidos Urbanos ............................................................................................... 1189 
Tabela 7-23 – Indicadores de avaliação das ações do eixo de Limpeza Pública e Manejo dos 
Resíduos Sólidos Rurais .................................................................................................. 1192 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
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QUADROS 
 
Quadro 4-1 - Considerações a respeito das microbacias licitadas. .................................... 668 
Quadro 5-1 - Vantagem e desvantagens de modelos de gestão para o setor de resíduos 
sólidos ................................................................................................................................ 723 
Quadro 5-2 – Frequência de varrição por tipo de área. ...................................................... 802 
Quadro 6-1 - Programas para os serviços de abastecimento de água ........................... 879 
Quadro 6-2– Programas para os serviços de esgotamento sanitário ............................. 881 
Quadro 6-3 - – Programas para os serviços de limpeza pública e manejo de resíduos sólidos
........................................................................................................................................... 882 
Quadro 6-4– Programas para os serviços de drenagem urbana .................................... 883 
Quadro 6-5– memória de cálculo de implantação de anéis de distribuição ................... 938 
Quadro 6-6– Eventos anuais e propostas de ação de educação ambiental paras as 
comunidades rurais .......................................................................................................... 939 
Quadro 6-7– Parâmetros de controle de qualidade da água da portaria 2.914/2011 .......... 944 
Quadro 6-8 - Requalificação da ETE Pirajá, rede coletora, interceptores e EEE ........... 961 
Quadro 6-9 Descrição das etapas de requalificação do sistema de tratamento Pirajá .. 963 
Quadro 6-10 - Nível de complexidade de laboratório ...................................................... 965 
Quadro 6-11 - Características básicas para projetos de salas de análises físico- químicas 
e microbiológicas de laboratório de efluentes ................................................................. 966 
Quadro 6-12- Características básicas para projetos de salas de análises de alta 
complexidade de laboratório de efluentes ....................................................................... 967 
Quadro 6-13– Salas de apoio técnico para laboratório de análise de efluentes. ... 969 
Quadro 6-14– Salas de apoio logístico para laboratório de análise de efluentes .......... 970 
Quadro 6-15 - Salas de apoio administrativo para laboratório de análise de efluentes.
........................................................................................................................................... 970 
Quadro 6-16 Salas de capacitação e treinamento para laboratório de análise de 
efluentes. ......................................................................................................................... 971 
Quadro 6-17– Valores médios do parâmetro CN por sub-bacia de drenagem para o cenário 
de prognóstico .................................................................................................................. 985 
Quadro 6-18– Valores médios do parâmetro CN por sub-bacia de drenagem para o cenário 
de prognóstico .................................................................................................................. 989 
Quadro 6-19 Valores médios do parâmetro CN por sub-bacia de drenagem para o cenário 
de prognóstico .................................................................................................................. 994 
Quadro 6-20 - Custos interligação limpeza comportas e recomposição topográfica ... 1017 
Quadro 6-21 - Eventos anuais e propostas de ação de educação ambiental .............. 1039 
Quadro 6-22 - Avaliação do sistema de abastecimento de água ............................ 1091 
 
MUNICÍPIO DE TERESINA 
Plano Municipal de Saneamento Básico 
 
 
 
 DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br LII 
Quadro 6-23– Identificação de perigos em um sistema de abastecimento de água .... 1093 
Quadro 6-24 Exemplo de escala de probabilidade ........................................................ 1094 
Quadro 6-25 - Exemplo de escala de severidade de consequência ............................ 1094 
Quadro 6-26 - Exemplo de matriz de classificação de risco ......................................... 1095 
Quadro 6-27 - Exemplo de matriz de prioridade qualitativa de riscos .......................... 1095 
Quadro 6-28 - Exemplo de medidas de controle associadas às etapas do sistema de 
água. ............................................................................................................................... 1097 
Quadro 6-29– Indicativos de medidas de controle ......................................................... 1099 
Quadro 6-30 Procedimentos operacionais e especificações mínimas para resíduos da coleta 
seletiva ............................................................................................................................. 1106 
Quadro 6-31 - Síntese dos programas de capacitação técnica – implementação e 
operacionalização ............................................................................................................ 1130 
Quadro 6-33 - Modelo de Gestão de resíduos recicláveis ................................................ 1132 
Quadro 6-34 - Medidas para situações emergenciais no serviço de coleta e manejo de 
resíduos sólidos e limpeza pública - etapa de acondicionamento. ................................... 1138 
Quadro 6-35 - Medidas para situações emergenciais no serviço de coleta e manejo de 
resíduos sólidos e limpeza pública - etapa de coleta. ....................................................... 1139 
Quadro 6-36 -Medidas para situações emergenciais no serviço de coleta e manejo de 
resíduos sólidos e limpeza pública - etapa de transporte. ................................................ 1140 
Quadro 6-37 - Medidas para situações emergenciais no serviço de coleta e manejo de 
resíduos sólidos e limpeza pública - etapa de tratamento. ............................................... 1141 
Quadro 6-38 - Medidas para situações emergenciais no serviço de coleta e manejo de 
resíduos sólidos e limpeza pública - etapa de destino final. ............................................. 1142 
 
 
Secrem
Nota
Corrigir para Quadro 6-32 e atualizar a lista de quadros;
 
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1. INTRODUÇÃO 
 
Com a institucionalização da Lei nº 11.445 de 2007 – Política Nacional 
de Saneamento Básico, tornou-se obrigatório, a elaboração do PMSB - Plano 
Municipal de Saneamento Básico. O PMSB, é instrumento da política de saneamento 
básico do país, visando atender a uma das principais diretrizes da Lei nº 11.445/2007 
– a universalização do acesso aos serviços de saneamento básico, ou seja, aos 
serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, drenagem das águas 
pluviais e coleta e manejo de resíduos sólidos. 
Para isto os PMSB’s devem apresentam alguns itens obrigatórios: 
 Diagnóstico técnico – social, a ser elaborado com a participação da sociedade 
através das atividades de mobilização social; 
 Objetivos e metas visando a universalização do acesso aos serviços; 
 Programas, projetos e ações, inclusive de assistência emergencial; 
 Mecanismos para avaliação sistemática da eficiência dos serviços prestados e 
das ações programadas; 
Desta forma, este estudo apresenta todas as etapas do Plano 
Municipal de Saneamento Basico - PMSB de Teresina – PI. A metodologia utilizada 
para elaboração do diagnóstico consistiu na análise de dados primários – levantados 
em campo, secundários – obtidos junto a órgãos oficiais e elaboração de banco de 
dados por meio do software ArcGIS 10. 
Espera-se que este estudo possa contribuir para outros estudos 
ambientais e urbanos para o município, além de apresentar resultados pertinentes à 
realidade local, visando a proposição de objetivos, metas e ações que venham atender 
as principais necessidades identificadas junto à população. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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2. PLANO DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL 
2.1 OBJETIVO GERAL 
A participação da população em processos de construção e decisórios é 
fundamental para garantir a corresponsabilidade entre órgão público e comunidade. 
Desta forma o objetivo principal do plano de mobilização social é apoiar e conceber 
mecanismos de envolvimento da sociedade durante todo o processo de elaboração e 
execução do Plano Municipal de Saneamento Básico - PMSB. 
2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS 
O Plano de Mobilização é desenvolvido com os seguintes objetivos 
específicos: 
 Divulgar a elaboração do Plano de Saneamento Básico para o Município 
de Teresina-PI. 
 Envolver a população na discussão das potencialidades e dos 
problemas de saneamento ambiental no Município e suas implicações 
na qualidade de vida. 
 Conscientizar a sociedade para a responsabilidade coletiva na 
preservação e conservação ambiental, por meio de uma reflexão crítica 
para o desenvolvimento de valores práticos rumo às mudanças culturais 
e sociais necessárias para adoção de uma política de saneamento 
ambiental. 
 Estimular os diversos atores sociais a participarem do processo de 
gestão ambiental. 
 Sensibilizar a comunidade para participação das atividades referentes 
ao PMSB. 
 Levantar diretrizes e propostas para soluções de problemas locais, por 
meio da manifestação popular, a serem consideradas na construção dos 
diagnósticos e propostas do Plano. 
2.3 - METAS 
Com esses objetivos, ao incorporar a participação da sociedade no 
processo de elaboração do Plano, pretende-se atingir as seguintes metas: 
 Considerar as necessidades e anseios da população. 
 
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 Incorporar a opinião da população na escolha de diretrizes, cenários 
futuros e priorização de programas, projetos e ações, compatíveis 
técnica e economicamente. 
 Aumentar a capacidade de consolidação e sustentabilidade dos 
investimentos necessários para adoção de uma política de saneamento 
ambiental no Município. 
2.4 METODOLOGIA 
A elaboração do Plano de Mobilização Social trata-se da primeira Etapa do 
Plano Municipal de Saneamento Básico de Teresina-PI, e deverá atender ao Termo 
de Referência e às tratativas gerais de interação com o Comitê Executivo e o Comitê 
de Coordenação ao longo dos trabalhos. Envolverá a execução de atividades, 
elaboração e apresentação de produtos. 
2.4.1 ESTRUTURAÇÃO 
O município de Teresina tem uma população de aproximadamente 814.000 
habitantes (IBGE, 2010) distribuídos na zona urbana e área rural do Município, onde 
serão realizadas as seguintes atividades de mobilização, conforme consta do Termo 
de Referência, ficando, entretanto, aberto para ajustes de acordo com as 
necessidades apuradas ao longo da construção do Plano, em sintonia com a empresa 
contratada e o Comitê Executivo e de Coordenação. 
Apresentamos abaixo na Tabela 1 os principais eventos a serem 
realizados: 
Tabela 2-1 - Principais eventos a serem realizados em cada etapa 
Etapas Eventos a serem realizados 
Etapa 1 
- Estudo e pesquisa da legislação e documentação de referência. 
- Reuniões com o Comitê de Coordenação e equipe municipal. 
- Sistematização das propostas e elaboração do Documento Final do Plano de Mobilização 
Social. 
Etapa 2 
- Constituição de Grupos de Trabalho-GT’s. 
- Seminário Municipal de Sensibilização sobre o PMSB-THE. 
- 08 Fóruns Regionais (sendo 04 na zona urbana e 04 na zona rural), em conformidade com 
as Regiões Administrativas do Município. 
- Reuniões dos especialistas dos GT’s. 
- Seminários temáticos abertos. 
- 01 Fórum Municipal do PMSB-THE. 
 
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Etapa 3 
- Reunião dos especialistas dos GT’s. 
- 01 Consulta Pública. 
- Seminários Temáticos abertos. 
- Reuniões técnicas com integrantes dos GT’s e Comitês Executivos. 
Etapa 4 
- 08 Fóruns Regionais (sendo 04 na zona urbana e 04 na zona rural), em conformidade com 
as Regiões Administrativas do Município. 
- 01 Fórum Municipal PMSB-THE. 
- 04 seminários temáticos. 
- Reunião dos especialistas dos GT’s. 
Etapa 5 
- 01 Consulta Pública através de página na internet. 
- Reuniões públicas, envolvendo os especialistas da GT’s e a sociedade. 
Etapa 6 
 
- I Conferência Municipal de Saneamento Básico de Teresina. 
- Audiência Pública. 
Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 
 
Além disto, serão realizadas reuniões técnicas e com especialistas dos 
Grupos de Trabalho, reuniões estas dentro das necessidades e previamente 
agendadas, e Seminários TemáticosAbertos, a serem pactuados entre a empresa e 
os Comitês. Em todas as reuniões públicas (seminário, fóruns, consultas e audiência) 
será oferecido ao público um coffee break. 
Tais reuniões deverão ser realizadas em locais devidamente adequados 
para os eventos, com capacidade suficiente de acentos, iluminação, mesa de apoio, 
som e mídia eletrônica, conforme abaixo detalhado nos quadros demonstrativos dos 
eventos constantes nas Tabelas 05 a 14. 
A logística de transporte de pessoal para os locais dos eventos será objeto 
de análises e deliberações da DRZ com o Município contratante em momento 
oportuno e tempestivo, eis que não há previsão financeira específica para tanto no 
Termo de Referência. Entretanto, considerando que na Planilha Financeira anexa ao 
referido TR há a previsão de gastos na Mobilização Social na ordem de R$ 46.000,00 
(quarenta e seis mil reais), tal valor poderá ser alocado da maneira mais conveniente 
a ser definida consensualmente entre os contratantes, inclusive para viabilizar o 
transporte de participantes. 
 Foi criado o Grupo de Trabalho-GT composto por um Comitê Executivo e 
um Comitê de Coordenação para que o PMSB assuma um modelo de planejamento 
participativo e de caráter permanente, a cargo do Município, contendo vários atores 
sociais para a elaboração do plano, identificando e sistematizando os interesses 
 
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múltiplos. Estes Comitês deverão se fazer representados nas reuniões técnicas a 
serem promovidas e conduzidas pela Consultoria. 
A Prefeitura Municipal de Teresina - Piauí, publicou na sexta-feira dia 19 de 
julho de 2013 no Diário Oficial do Município – Ano 2013 – nº 1.538 a nomeação do 
Comitê Executivo e Comitê de Coordenação que irão atuar no Plano Municipal de 
Saneamento Básico de Teresina. O Prefeito Municipal de Teresina, Estado do Piauí 
nomeou o Comitê Executivo de acordo com o Decreto nº 11.048, de 11.02.2013: I - 
Italo Portela Gomes – Representante da Secretária Municipal de Planejamento e 
Coordenação – SEMPLAN; II - Baltazar de Melo Sobrinho – Representante da 
Agência Municipal de Regulação de Serviços Públicos de Teresina – ARSETE; III - 
Márcio Antônio Souza da Rocha Freitas – Representante da Secretária Municipal de 
Meio Ambiente – SEMAM; IV - Erick Elysio Reis Amorim – Representante do Serviço 
Municipal de Águas e Esgotos de Teresina – SEMAE; V - Horácio Cogo Júnior – 
Representante da Superintendência de Desenvolvimento Rural - SDR; VI - Lilian 
Guimarães Coelho – Representante da Secretária Municipal de Desenvolvimento 
Urbano e Habitação – SEDUH. O Comitê de Coordenação de acordo com o Decreto 
nº 11.047, de 11.02.2011: IV - Secretária Municipal de Desenvolvimento Urbano e 
Habitação - SEMDUH; V – Secretária Municipal do Trabalho, Cidadania e de 
Assistência Social – SEMTCAS; VI Serviço Municipal de Águas e Esgotos de Teresina 
– SEMAE; VII - Agência Municipal de Regulação de Serviços Públicos de Teresina – 
ARSETE; VIII - Câmara Municipal de Vereadores; IX - Águas e Esgotos do Piauí S/A 
– AGESPISA; X - Ministério Público Estadual- MP-PI; XI – Conselho de 
Desenvolvimento Urbano – CDU; XII - Conselho Municipal de Saúde – CMS; XIII - 
Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente – CONDEMA; XIV - Federação das 
Associações de Moradores do Estado do Piauí – FAMEPI; XV – Federação das 
Entidades Comunitárias do Estado do Piauí – FACEPI; XVI – Federação das 
Associações de Moradores e Conselhos Comunitários do Piauí – FAMCC; XVII – 
Conselho Regional de Engenharia – CREA; XVIII – Conselho de Arquitetura e 
Urbanismo - CAU; XIX – Sindicato da Indústria da Construção Civil – SINDUSCON-
PI; XX – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental- ABES-PI. 
 
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2.5 ETAPAS 
O PMS constituirá de 6 Etapas, cada uma é detalhada de acordo com as 
atividades, divulgação, comunicação social e documentos produzidos. As Etapas são 
ilustradas através da Figura 1. 
Na Etapa 01 será realizado um estudo e pesquisa da legislação e 
documentação de referência, reuniões com o Comitê de Coordenação e equipe 
municipal e a sistematização das propostas e elaboração do Documento Final do 
Plano de Mobilização Social. Com isso será produzido o Plano de Mobilização Social 
de Teresina-PI. 
 Na Etapa 2 vai ser definida a Constituição de Grupos de Trabalho-GT’s, 
será realizado 01 Seminário Municipal de Sensibilização sobre o PMSB-THE, 08 
Fóruns Regionais (sendo 04 na zona urbana e 04 na zona rural), reuniões dos 
especialistas dos GT’s, Seminários Temáticos abertos, e um Fórum Municipal do 
PMSB-THE. Todos esses eventos serão divulgados em jornais de circulação local, 
faixas, cartazes e serão distribuídas cartilhas sobre a metodologia do PMSB-THE. 
Através da realização dessas atividades serão produzidos os seguintes documentos: 
Relatórios Temáticos; Relatórios dos Diagnósticos Regionais, Listas de Frequência, 
Diagnóstico Municipal e registro fotográfico; 
 Durante a terceira Etapa serão realizadas reuniões dos especialistas dos 
GT’s, Consulta Pública, Fóruns regionais, Fórum municipal, Reuniões Técnicas com 
os integrantes dos GT’s e Comitê Executivo. Para a divulgação e comunicação social 
serão distribuídos cartazes e folder’s, divulgação em jornais de circulação local e 
disponibilização de informações na página da PMT na internet. Os documentos 
produzidos serão: Relatórios das discussões, Relatórios Temáticos; Relatório da 
Prospectiva e Planejamento Estratégico. Listas de Frequência e registro fotográfico 
das ações. 
 A realização dos 8 Fóruns Regionais divididos entre a área urbana e 
rural, 1 Fórum Municipal do PMSB-THE e reuniões dos especialistas dos GT’s serão 
realizados na Etapa 4, os eventos serão divulgados em jornais, faixas e cartazes, para 
a comunicação social serão distribuídos boletins informativos e será disponibilizada 
informações na página da PMT na internet. A partir desses eventos serão produzidos 
Relatórios das discussões e propostas, Relatório dos programas, projetos e ações 
para alcance do cenário de referência, Plano de Execução, Listas de Frequência e 
registro fotográfico das ações. 
 
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 Na Etapa 5 vão ocorrer a realização de Reuniões Públicas, envolvendo 
os especialistas dos GT’s e a sociedade e Consulta Pública através de página na 
internet. A divulgação e comunicação social se dará em jornais de circulação local, 
distribuição de boletim informativo e disponibilização de informações na página da 
PMT na internet. Os documentos produzidos serão: Minuta de projeto de lei do 
Sistema Municipal de Saneamento Básico, Minutas das normas de regulação dos 
sistemas e estruturação local da fiscalização e da regulação, Indicadores de interesse, 
relatório sobre os indicadores de desempenho do PMSB-THE, Critérios para avaliação 
dos resultados do PMSB-THE, Listas de frequência e registro fotográfico. 
 A última Etapa constituirá a I Conferência Municipal de Saneamento 
Básico de Teresina e Audiência Pública.As divulgações dessas atividades serão 
feitas através de jornais, distribuição de cartazes e faixas. As informações serão 
disponibilizadas na página da PMT, na internet. Nessa sexta Etapa serão produzidos 
os seguintes documentos: Relatório Síntese do PMSB-THE, Relatório final do PMSB-
THE, Proposta de anteprojeto de lei ou de minuta de decreto para aprovação PMSB-
THE. 
 
 
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Figura 2-1 – Fluxograma das atividades do Plano de Mobilização Social 
 
 
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Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 
 
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2.6 - AGENDAS E CRÔNOGRAMAS 
A Tabela 2 apresenta as datas em que serão realizadas cada uma das 
atividades dentro das respectivas Etapas. 
Tabela 2-2 – Agenda Geral das Atividades do PMS 
Etapas Atividades Datas 
Etapa 1 
Reunião com Comitê de Coordenação e 
equipe municipal 
21/06/2013 
Etapa 2 
Seminário Municipal de Sensibilização sobre 
o PMSB 
05/08/2013 
Fóruns Regionais 
9, 10, 23, 24, 30, 31 de agosto e 01 e 02 de 
setembro de 2013 
Fórum Municipal do PMSB 23/09/13 
Etapa 3 Consulta Pública 11/11/2013 
Etapa 4 
Fóruns Regionais 
24/04,26/04,27/04,29/04 e 
15/05,17/05,18/05 e 20/05/2014 
Fórum Municipal 31/07/2014 
Etapa 5 
Consulta Pública através de página na 
internet 
15/09/2014 
Etapa 6 
I Conferência Municipal de Saneamento 
Básico de Teresina 
30/10/2014 
Audiência Pública 10/11/2014 
Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 
 
O cronograma geral das atividades do PMS encontra-se na Tabela 3, nele 
contém os meses de início e previstos para término de cada atividade. A Tabela 4 
representa apenas as atividades previstas no PMS, contendo reuniões, fóruns, 
consultas públicas, conferências e audiências. 
 
 
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Tabela 2-3 - Cronograma geral das atividades do PMS 
CRONOGRAMA FISICO FINANCEIRO 
Produto/ 
Subprodut
o 
 % 
 Tempo em Meses 
Valores 
Ano 2013 Ano 2014 
Jul Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 
1 
1.1 3% 3 60.000,00 
1.2 
1.2.1 0,5% 0,5 10.000,00 
1.2.2 0,5% 0,5 10.000,00 
1.2.3 0,5% 0,5 10.000,00 
1.2.4 0,8% 0,8 15.714,29 
1.2.5 0,8% 0,8 15.714,29 
1.2.6 0,8% 0,8 15.714,29 
1.2.7 0,8% 0,8 15.714,29 
1.2.8 0,8% 0,8 15.714,29 
1.2.9 0,8% 0,8 15.714,29 
1.2.10 0,8% 0,8 15.714,29 
2 20% 20 400.000,00 
3 15% 15 300.000,00 
4 25% 25 500.000,00 
5 15% 15 300.000,00 
6 15% 15 300.000,00 
Porcentagem 
Mensais 
3 0,5 0,5 0,5 0,8 20,5 0,8 0,8 15 0,8 25,8 15,8 15,8 2.000.000,00 
Revisado e adaptado: 2014 
 
 
 
 
 
 
 
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Tabela 2-4 - Cronograma das atividades do PMS 
 
 
 
Etapas Atividades 
Tempo em meses 
Ano 2013 Ano 2014 
jun jul ago set out nov dez jan fev mar abr mai jul ago set out nov 
Etapa 1 
Reunião com Comitê de Coordenação e 
equipe municipal 
 
Etapa 2 
Seminário Municipal de Sensibilização sobre 
o PMSB 
 
Fóruns Regionais 
Fórum Municipal do PMSB 
Etapa 3 Consulta Pública 
Etapa 4 
Fóruns Regionais 
Fórum Municipal 
Etapa 5 
Consulta Pública através de página na 
internet 
 
Etapa 6 
I Conferência Municipal de Saneamento 
Básico de Teresina 
 
Audiência Pública 
 
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2.7 ATIVIDADES 
As atividades realizadas em cada Etapa são descritas a seguir nas Tabelas 
5 a 14, serão realizados no total: 1 Reunião com o Comitê de Coordenação e Equipe 
Municipal, 16 Fóruns Regionais, 2 Fórum Municipais do PMSB, 2 Consultas públicas, 
1 Conferência Municipal de Saneamento Básico e 1 Audiência pública. 
 
2.7.1 REUNIÃO COM O COMITÊ DE COORDENAÇÃO E EQUIPE 
MUNICIPAL 
A Reunião com o Comitê de Coordenação e Equipe Municipal foi realizada 
conforme explicitado abaixo: 
 
Tabela 2-5 – Reunião com o Comitê de Coordenação e Equipe Municipal – Etapa 1 
Reunião com o Comitê de Coordenação e Equipe Municipal 
Objetivos Nomeação do Comitê Executivo – CE e Comitê de Coordenação-CC. 
Data, Local, 
Horário, 
Participantes 
21/06/2013 SEMPLAN Das 10h30 as 12h 8 participantes 
Metodologia 
Exposição e argumentação para nomeação do CE e CC e coordenação do 
PMSB. 
Público Alvo Técnicos da SEMPLAN, ARSETE e SEMAE. 
Pré-Requisitos Aberto a qualquer setor interessado no assunto. 
Conteúdos Nomeação do CE e CC e coordenação do PMSB. 
Fonte de recursos Objeto do Edital. 
Equipe Técnica 
Equipe técnica da empresa DRZ em conjunto com os profissionais da 
SEMPLAN, ARSETE e SEMAE. 
Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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2.7.2 ATA: REUNIÃO TÉCNICA 
 
Data: 21/06/2013 
Horário: 10h30 às 12 horas 
Local: SEMPLAN 
Presentes: Baltazar Melo Sobrinho, Paulo de Tarso Vilarinho Castelo Branco, 
Roberto José Amoma P. Fernandes, Carmen Deudélia Carvalho, Erick Elysio Reis 
Amorim, Márcia Fernanda de Sena Muniz, Agostinho de Rezende, Rubens Menoli, 
José João Braga. 
Pontos discutidos: 
 Nomeação do Comitê Executivo – CE. 
 Nomeação do Comitê de Coordenação –CC. 
 Coordenação do PMSB-THE. 
 Versão preliminar do Projeto de Mobilização Social (PMS). 
 Correção do PMS. 
 Protocolo do PMS na Caixa. 
 Logomarca do PMSB. 
 Projeto Vila da Paz. 
 Coordenação do Projeto Vila da Paz. 
Encaminhamentos: 
 Rever a nomeação do Comitê Executivo – CE. 
 Rever a nomeação do Comitê de Coordenação –CC. 
 Definir a Coordenação do PMSB-THE. 
 O Comitê Executivo fica responsável em corrigir a versão preliminar do PMS e 
devolver para DRZ no prazo de uma semana. 
 O Comitê Executivo fica responsável por protocolar na Caixa o PMS até o dia 
28/06/2013. 
 Para desenvolver a logomarca do PMSB a DRZ enviará marcas de outros 
municípios. 
 Projeto Vila da Paz: Produção da PT pela DRZ até o dia 27/06/2013. 
 Em relação ao projeto Vila da Paz o Comitê Executivo fará a revisão e 
entrega na caixa do PT para desembolso até o dia 12/07/2013. 
 
 
 
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Figura 2-2 - Reunião técnica dia 21/06/2013 do Plano Municipal de Saneamento Básico 
e Plano Municipal de Mobilização Social de Teresina, PI 
 
 
Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 
 
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 68 
Figura 2-3 – Lista de presença da Reunião Técnica dia 21/06/2013 
 
Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 
 
 
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Figura 2-4– Memória de Reunião – Reunião Técnica dia 21/06/2013 
 
Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 
 
 
2.7.3 SEMINÁRIO MUNICIPAL DE SENSIBILIZAÇÃO 
O Seminário de Sensibilização será realizado durante a etapa 2, conforme 
explicitado na Tabela 2-6 e Figura 2-5 abaixo: 
 
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Tabela 2-6 – Seminário Municipal de Sensibilização – Etapa 2 
Seminário Municipal de Sensibilização 
Objetivos 
Introduzir o tema, saneamento básico e sensibilizar a comunidade sobre a 
importância do PMSB; Nivelamento de conhecimento. 
Apresentação das etapas, da metodologia do PMSB e da legislação. 
Data, Local, 
Horário, Número 
previsto de 
participantes 
05/8/2013 SEMPLAN Das 10h às 14h 
150 
participantes 
Metodologia 
 
Apresentação de slides dos temas relacionados com a construção do PMSB. 
Público Alvo Técnicos dos órgãos municipais, estaduais e sociedade civil organizada. 
Pré-Requisitos Aberto a qualquer setor interessado no assunto e a população. 
Conteúdos 
Nivelamento do conhecimento em saneamento básico 
Apresentação do Projeto de Elaboração do Plano Municipal de Saneamento 
Básico de Teresina. 
Apresentação dos elementos que deverão compor o panorama do 
saneamento básico em Teresina, estudo de prospecção e escolha de cenários 
de referência, diretrizes e estratégias, metas e sistemática de 
acompanhamento, controle e avaliação da implementação do PMSB. 
Leis Federais, Estaduais e Municipais que subsidiam o Município. 
Fonte de recursos Objeto do Edital. 
Equipe Técnica 
Equipe técnica da empresa DRZ em conjunto com os profissionais do Comitê 
Executivo. 
Material a ser 
utilizado 
Datashow, caixa de som, microfone, papel, caneta e lista de presença. 
Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 
 
 
 
Figura 2-5 - Modelo de apresentação do Seminário Municipal de Sensibilização 
 
 
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Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 
 
 
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Figura 2-6 – Localização do município de Teresina em contexto regional. 
 
Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 
 
 
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2.7.4 FÓRUNS REGIONAIS 
 
Os fóruns regionais ocorrerão conforme os esquemas apresentados nas 
Tabela 2-7 e Tabela 2-8, durante a etapa 2 e 4, respectivamente, seguindo o 
detalhamento dado com relação ao número e distribuição, objetivos e eleição de 
delegados. No entanto, devem-se considerar alguns aspectos adicionais quanto sua 
realização: 
 As inscrições serão feitas por meio de lista de presença e com a devida 
identificação. 
 Os presentes poderão ser divididos em grupos de no máximo dez 
pessoas para discussão e levantamento de propostas. 
 Todos os presentes, desde que moradores de Teresina e idade mínima 
de 16 anos, terão direito a voto e poderão se candidatar a função de 
delegado. 
 As propostas poderão ser apresentadas nas formas orais ou escritas e 
deverão ser aprovadas nas audiências. 
 O tempo para intervenção oral dos presentes será limitado em três 
minutos. 
 Os candidatos serão votados pelos demais presentes e aqueles com 
maior número de votos serão eleitos para delegados titulares e 
suplentes. 
Serão eleitos três delegados por zona, que votarão nas propostas finais do 
PMSB de Teresina. Terão o objetivo de representar a população nos fóruns e de 
aprovar as diretrizes, os objetivos, as metas e as ações propostas para plano de 
saneamento. 
A DRZ realizará reunião de capacitação do grupo consultivo para 
sistematização dos resultados da mobilização social e dará orientação e explicação 
de como desenvolver esta atividade. 
O grupo consultivo juntamente com a equipe técnica da DRZ fara a 
sistematização dos resultados das reuniões. A sistematização consiste em reunir 
todas as questões levantadas nas reuniões, agrupando-as por semelhanças, 
primeiramente por plenária e, na sequência, para todo o município. Este conjunto de 
propostas, já organizadas e agrupadas, será considerado na definição das diretrizes, 
objetivos, metas e ações do plano de saneamento. 
 
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As informações resultantes das reuniões, ou seja, as propostas finalizadas 
por plenária e posteriormente agrupadas para o município, serão digitadas pela equipe 
da DRZ, a qual formulará um relatório com todo o resultado das atividades de 
mobilização, reunindo o número de participantes e delegados eleitos, o cadastro dos 
delegados eleitos, as propostas levantadas e os registros das reuniões (memória da 
reunião, fotos, listas de presença e demais informações). 
 
 
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Figura 2-7– Áreas estimadas para realização dos Fóruns Regionais – Zona Urbana - 
Etapas 2 e 4 
 
Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 
 
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Figura 2-8- Áreas estimadas para realização dos Fóruns Regionais – Zona Rural - 
Etapas 2 e 4 
 
Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 
 
 
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Tabela 2-7– Fóruns Regionais – Etapa 2 
Fóruns Regionais (4 na zona urbana e 4 na zona rural) 
Objetivos 
Apresentação sobre saneamento básico com objetivo de elucidação dos 
presentes quanto ao tema; Discussão e acolhimento de propostas; Eleição 
de delegados representantes do setor/região, por meiode sistema manual, 
obedecendo ao critério de mais votado para a eleição. Nos Fóruns Regionais 
serão eleitos (03) três delegados por região, com um suplente, o segundo 
mais votado. 
Data, Local, 
Horário, Número 
previsto de 
participantes 
09/08/2013 Zona urbana Das 8h às 14h 
50 
participantes 
10/08/2013 Zona rural Das 8h às 14h 50 
23/08/2013 Zona urbana Das 8h às 14h 50 
24/08/2013 Zona rural Das 8h às 14h 50 
30/08/2013 Zona urbana Das 8h às 14h 50 
31/08/2013 Zona rural Das 8h às 14h 50 
01/09/2013 Zona rural Das 8h às 14h 50 
02/09/2013 Zona urbana Das 8h às 14h 50 
Metodologia Apresentação de slides dos temas relacionados. 
Público Alvo Comunidade da Região. 
Pré-Requisitos Aberto a qualquer setor interessado no assunto e a população. 
Conteúdos 
Apresentação dos quatro eixos do saneamento, colher informações para 
elaboração de um diagnóstico participativo, escolha de delegados para o 1º 
e 2º Fóruns Municipais (etapa 2 e 4) e discussão em grupo das propostas. 
Fonte de recursos Objeto do Edital. 
Equipe Técnica Equipe técnica da empresa DRZ em conjunto com os profissionais do Comitê 
de Executivo. 
Material a ser 
utilizado 
Datashow, caixa de som, microfone, papel, caneta, lista de presença, crachás 
para os presentes com direito a voto, formulário para apresentação de 
propostas, formulário para cadastro dos delegados. 
Avaliação Por meio dos grupos de trabalho. 
Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Tabela 2-8- Fóruns Regionais – Etapa 4 
Fóruns Regionais (4 na zona urbana e 4 na zona rural) 
Objetivos 
Apresentação sobre o diagnóstico do Plano; Discussão e acolhimento de 
propostas. 
Data, Local, 
Horário, Número 
previsto de 
participantes 
24/04/2014 Zona urbana Das 16h às 18h 50 
26/04/2014 Zona rural Das 08h às 11h 50 
27/04/2014 Zona urbana Das 16h às 18h 50 
29/04/2014 Zona rural Das 15h às 18h 50 
15/05/2014 Zona urbana Das 16h às 18h 50 
17/05/2014 Zona rural Das 08h às 11h 50 
18/05/2014 Zona rural Das 08h às 11h 50 
20/05/2014 Zona urbana Das 16h às 18h 50 
Metodologia Apresentação de slides dos temas relacionados. 
Público Alvo Comunidade da Região ou Setor. 
Pré-Requisitos Aberto a qualquer setor interessado no assunto e a população. 
Conteúdos 
Apresentação dos quatro eixos do saneamento, definição de prognóstico e 
alternativas para universalizar os serviços de saneamento básico, e 
discussão em grupo das propostas. 
Fonte de recursos Objeto do Edital. 
Equipe Técnica 
Equipe técnica da empresa DRZ em conjunto com os profissionais do Comitê 
de Executivo. 
Material a ser 
utilizado 
Datashow, caixa de som, microfone, papel, caneta, lista de presença, 
crachás, formulário para apresentação de propostas. 
Avaliação Por meio dos grupos de trabalho. 
Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 
 
 
 
 
 
 
2.7.5 FÓRUM MUNICIPAL DO PMSB 
 
 
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Os Fóruns Municipais do PMSB ocorrerão na segunda (Tabela 2-9) e na 
quarta (Tabela 2-10) etapa do Plano, com o objetivo de acompanhar os trabalhos do 
Plano e esclarecer dúvidas dos Comitês Executivo e de Coordenação e segmentos 
afins da sociedade civil organizada. Esta atividade visa à participação dos gestores 
municipais, técnicos dos órgãos setoriais e sociedade civil organizada, em cada fórum 
haverá 50 vagas. O tema será exposto pela DRZ por meio de apresentação de slides. 
 
Tabela 2-9 - Fórum Municipal do PMSB - Etapa 2 
Fórum Municipal do PMSB 
Objetivos 
Acompanhamento dos trabalhos dos quatro eixos do saneamento básico 
com objetivo de esclarecer dúvidas dos Comitês Executivo e de 
Coordenação e segmentos afins da sociedade civil organizada. 
Data, Local, 
Horário, Número 
previsto de 
participantes 
15/10/2013 A definir Das 08h às 11h 
50 
participantes 
Metodologia Apresentação de slides dos temas relacionados. 
Público Alvo 
Gestores municipais, técnicos dos órgãos setoriais e sociedade civil 
organizada. 
Pré-Requisitos Aberto a qualquer setor interessado no assunto e a população. 
Conteúdos 
Temas desenvolvidos sobre os quatro eixos do saneamento básico 
abordados nos Fóruns regionais da Etapa Correspondente. 
Fonte de recursos Objeto do Edital. 
Equipe Técnica 
Equipe técnica da empresa DRZ em conjunto com os profissionais do Comitê 
de Executivo. 
Material a ser 
utilizado 
Datashow, caixa de som, microfone, papel, caneta, lista de presença e 
crachás. 
Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Tabela 2-10- Fórum Municipal do PMSB – Etapa 4 
Fórum Municipal do PMSB 
Objetivos 
 
Acompanhamento dos trabalhos dos quatro eixos do saneamento básico 
com objetivo de esclarecer dúvidas dos Comitês Executivo e de 
Coordenação e segmentos afins da sociedade civil organizada. 
 
Data, Local, 
Horário, Número 
previsto de 
participantes 
31/07/2014 A definir Das 08h às 11h 
50 
participantes 
Metodologia Apresentação de slides dos temas relacionados. 
Público Alvo 
Gestores municipais, técnicos dos órgãos setoriais e sociedade civil 
organizada. 
Pré-Requisitos 
Aberto a qualquer setor interessado no assunto e a população abordados nos 
Fóruns regionais da Etapa Correspondente. 
Conteúdos Temas desenvolvidos sobre os quatro eixos do saneamento básico. 
Fonte de recursos Objeto do Edital. 
Equipe Técnica 
Equipe técnica da empresa DRZ em conjunto com os profissionais do Comitê 
de Executivo. 
Material a ser 
utilizado 
Datashow, caixa de som, microfone, papel, caneta, lista de presença e 
crachás. 
Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013 
 
2.7.6 CONSULTAS PÚBLICAS 
 
A consulta pública tem por objetivo auxiliar na elaboração e coleta de 
opiniões da sociedade sobre temas de importância. Esse sistema permite intensificar 
a articulação entre a representatividade e a sociedade, permitindo que esta participe 
da formulação e definição de políticas públicas. 
Durante a Consulta (Tabela 2-11) Pública serão coletadas propostas por 
meio de formulário e página na internet. 
 
 
 
 
 
 
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Tabela 2-11 - Consulta Pública através de página na internet – Etapa 3 e 5 
Consulta Pública 
Objetivos 
Coletar opinião da sociedade sobre os quatro eixos do saneamento básico 
através da internet, intensificar a articulação entre a representatividade e a 
sociedade, e colher propostas. 
Data, Local, 
Horário, Número 
previsto de 
participantes 
Novembro de 2013 (etapa 3) 
Setembro de 2014 (etapa 5) 
Internet 
Metodologia 
Elaboração de site com acesso público para divulgação e acolhimento de 
propostas. 
Público Alvo 
Gestores municipais, sociedade civil organizada, técnicos dos órgãos 
setoriais e a sociedade interessada. 
Pré-Requisitos Aberto a qualquer setor interessado no assunto e a população. 
Conteúdos 
Produtos elaborados do PMSB e temas desenvolvidos sobre os quatro eixos 
do saneamento básico. 
Fonte de recursos Objeto do Edital. 
Equipe Técnica 
Equipe técnica da empresa DRZ em conjunto com os profissionais do Comitê 
de Executivo. 
Material a ser 
utilizado 
Internet e formulário paraapresentação de propostas. 
Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013 
 
 
2.7.7 PRIMEIRA CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO 
 
A Primeira Conferência Municipal de Saneamento Básico ( Tabela 2-12)tem 
por objetivo apresentar o relatório síntese do PMSB para os gestores municipais, 
sociedade civil organizada, técnicos dos órgãos setoriais e a sociedade interessada. 
O evento conta com 150 participantes. 
 
Tabela 2-12 – Conferência Municipal de Saneamento Básico – Etapa 6 
Conferência Municipal de Saneamento Básico 
 
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Objetivos 
Apresentação do Plano sobre os quatro eixos do saneamento básico no 
Município. 
Data, Local, 
Horário, Número 
previsto de 
participantes 
30/10/2014 A definir Das 08h às 11h 
150 
participantes 
Metodologia Apresentação de slides dos temas relacionados no PMSB. 
Público Alvo 
Gestores municipais, sociedade civil organizada, técnicos dos órgãos 
setoriais e a sociedade interessada. 
Pré-Requisitos Aberto a qualquer setor interessado no assunto e a população. 
Conteúdos 
Os quatro eixos do saneamento básico no Município de Teresina e 
apresentação do relatório síntese do PMSB. 
Fonte de recursos Objeto do Edital. 
Equipe Técnica 
Equipe técnica da empresa DRZ em conjunto com os profissionais do Comitê 
de Executivo. 
Material a ser 
utilizado 
Datashow, caixa de som, microfone, papel, caneta e lista de presença. 
Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013 
 
 
2.7.8 AUDIÊNCIA PÚBLICA 
 
Na última etapa haverá uma Audiência Pública para apresentação de todas 
as etapas desenvolvidas e aprovação do Plano (Tabela 2-13). Toda a comunidade 
será convidada, gestores municipais, técnicos dos órgãos setoriais e sociedade civil 
organizada e interessada. 
 
 
 
Tabela 2-13 - Audiência Pública – Etapa 6 
Audiência Pública 
 
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Objetivos 
Apresentação e aprovação do Plano Municipal de Saneamento Básico de 
Teresina. 
Data, Local, 
Horário, Número 
previsto de 
participantes 
10/11/2014 Câmara Municipal Das 08h às 11h 
200 
participantes 
Metodologia Apresentação de slides dos temas relacionados. 
Público Alvo 
Gestores municipais, sociedade civil organizada, técnicos dos órgãos 
setoriais e a sociedade interessada. 
Pré-Requisitos Aberto a qualquer setor interessado no assunto e a população. 
Conteúdos Apresentação do PMSB. 
Fonte de recursos Objeto do Edital. 
Equipe Técnica 
Equipe técnica da empresa DRZ em conjunto com os profissionais do Comitê 
de Executivo. 
Material a ser 
utilizado 
Datashow, caixa de som, microfone, papel, caneta, lista de presença e 
crachás. 
Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 
 
2.8 ATORES SOCIAIS ENVOLVIDOS 
Diversos atores sociais poderão estar envolvidos no desenvolvimento de 
uma ou mais etapas do Plano de Saneamento Básico, tanto no processo de consultas 
e contatos para levantamento de dados técnicos dos quatro eixos do saneamento, 
bem como em assuntos correlatos ou com interfaces do Plano. Faz-se necessário no 
processo de mobilização a participação social por meio da sociedade civil organizada 
e sociedade interessada, além dos poderes constituídos (Legislativo, Judiciário, 
ministério Público). 
Dentre eles, destacam-se os abaixo alguns agentes relacionados, sem 
prejuízo de agregação de outros durante o processo de elaboração: 
 Federais 
 FUNASA – Fundação Nacional de Saúde; 
 
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 IBAMA – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos 
Naturais; 
 Estaduais 
 AGESPISA – Águas e Esgotos do Piauí S.A; 
 SEMAR – Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do 
Piauí; 
 Municipais 
 ARSETE – Agência Municipal de Regulação de Serviços Públicos 
de Teresina; 
 SEMAE – Serviço de Água e Esgoto de Teresina; 
 Universidades 
 UFPI – Universidade Federal do Piauí; 
 UESPI – Universidade Estadual do Piauí; 
 Sociedade Civil 
 Sociedade civil organizada: 
o Lideranças populares, associações de classes, entidades 
atuantes no Município; 
o Organizações não governamentais: ONG + Vida, Emaús 
Trapeiros, Rede Ambiental do Piauí – REAPI, Fundação 
Rio Parnaíba – FURPA, Fundação Ecológica Cidade 
Verde e Recursos Hídricos, Fundação Agente do 
Agronegócio e Meio Ambiente. 
 Sociedade interessada (comunidade em geral), de forma a 
representar os vários segmentos da sociedade e particularmente 
os voltados para os programas. 
 
 
 
2.9 - DIVULGAÇÃO 
 
 
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2.10 - DIVULGAÇÃO DOS EVENTOS 
A metodologia a ser utilizada dos eventos e reuniões será definida caso a 
caso, mas normalmente com apresentação dos participantes em seu início, seguida 
de exposição (da DRZ e/ou dos atores envolvidos) em Power Point, fazendo uso de 
projetor de imagens, mesa de som e computador; e das discussões e dinâmicas de 
acordo com o objetivo de cada Etapa. Será efetuado registro dos participantes (lista 
de nomes, contatos e assinaturas). 
A divulgação das reuniões será realizada através de convites pessoais e 
principalmente pela Internet (e-mail), com participação dos Comitês. 
É válido ressaltar que, antes de cada evento de participação popular, este 
seja amplamente divulgado para todos os cidadãos da região. Esta divulgação deve 
ser realizada de forma a permitir que a população como um todo esteja informada 
antecipadamente. Deverão ser utilizados os meios de comunicação que melhor se 
adéquem à região, tais como: 
 Cartazes; 
 Banners; 
 Faixas; 
 Panfletagem; 
 Carros de Som; 
 Rádios AM/FM; 
 Jornais de Circulação Local; 
 Convites escritos; 
 Sites da Prefeitura; 
 Espaços ou auditórios cedidos por órgãos públicos. 
Esta metodologia de mobilização será adotada pelos Comitês formalizados 
pelo Município, caso seja considerada adequada e apropriada à realidade de Teresina 
e ainda suficiente para atingir os objetivos desejados, envolvendo diferentes atores 
sociais e promovendo a participação efetiva de grupos representativos da sociedade 
nestas atividades. 
A mobilização para elaboração do PMSB é de competência da Empresa 
DRZ com apoio técnico do Comitê Executivo – CE. Os Comitês de Coordenação e 
Executivo darão apoio à contratada no sentido de orientar seus técnicos para que a 
Mobilização Social atinja o maior número de munícipes possíveis. 
 
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Os dados coletados nos eventos e reuniões serão registrados e 
apresentado em forma de relatório, e servirão de embasamento para o processo de 
mobilização ao longo das etapas. 
Apresentamos abaixo (Figura 2-9, Figura 2-10, Figura 2-11,Figura 2-12 , 
Figura 2-13,Figura 2-14,Figura 2-15,Figura 2-16 e Figura 2-17)modelos para 
divulgação para análise e aprovação dos Comitês. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 93 
2.10.1 - MODELOS PARA A DIVULGAÇÃO 
 
Figura 2-9- Modelo de banner para a divulgação dosfóruns regionais do PMSB de 
Teresina, por região 
 
Fonte: Elaboração DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 
 
 
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Figura 2-10 - Modelo de Cartaz para a divulgação dos fóruns regionais do PMSB de 
Teresina, por região 
Fonte: Elaboração DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 
 
 
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Figura 2-11 - Modelo de folder para a divulgação dos fóruns regionais do PMSB de 
Teresina 
Fonte: Elaboração DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Figura 2-12 - Modelo de texto para divulgação em Carro de Som dos fóruns regionais 
do PMSB de Teresina 
 
Fonte: Elaboração DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Figura 2-13 - Modelo de texto para divulgação em Jornal da Primeira Conferência 
Municipal de Saneamento Básico de Teresina 
 
Fonte: Elaboração DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 
 
 
 
 
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Figura 2-14 - Modelo de texto para divulgação em Rádio dos fóruns regionais do PMSB 
de Teresina 
 
Fonte: Elaboração DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Figura 2-15 - Modelo de lista de presença dos fóruns regionais do PMSB de 
Teresina 
 
Fonte: Elaboração DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Figura 2-16 - Modelo das propostas 
 
Fonte: Elaboração DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Figura 2-17 - Modelo de crachá 
 
Fonte: Elaboração DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 
 
2.11 DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS 
Os relatórios e resultados referentes à implantação do PMSB-THE serão 
disponibilizados em páginas vinculadas a PMT, na internet. 
3. PLANO DE TRABALHO 
 
3.1 - OBJETIVOS 
O objetivo principal do presente trabalho é a elaboração de um Plano 
Saneamento Básico para o município de Teresina, contemplando os quatro eixos do 
saneamento: sistema de abastecimento de água, sistema de esgotamento sanitário, 
limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos e drenagem e manejo de águas pluviais 
urbanas. 
 
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 102 
Além de outros instrumentos e normas legais pertinentes, o Plano se 
pautará nas seguintes leis: 
- Lei Federal nº 11.445/07, regulamentada pelo Decreto Federal nº 7217, 
de 21 de junho de 2010, que estabelece diretrizes nacionais para o saneamento 
básico, cunhando o conceito de saneamento básico como o conjunto de serviços, 
infraestruturas e instalações de abastecimento de água, esgotamento sanitário, 
limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos e drenagem de águas pluviais urbanas. 
- Lei Federal nº 12.305/10, que instituiu a Política Nacional de Resíduos 
Sólidos – PNRS, dispondo sobre seus princípios, objetivos e instrumentos, bem como 
sobre as diretrizes relativas à gestão integrada e ao gerenciamento de resíduos 
sólidos, incluídos às responsabilidades dos geradores e do poder público e aos 
instrumentos econômicos aplicáveis. É regulamentada pelo Decreto Federal nº 7.404, 
de 23 de dezembro de 2010. 
- Lei Federal nº 11.107/05, que defini os contornos para o relacionamento 
entre estado, municípios e prestadores de serviços, dispondo sobre o conteúdo e o 
formato dos convênios de cooperação e contratos de programa/concessão a serem 
firmados. 
- Lei Estadual nº. 12.493, de 22 de janeiro 1999, estabelecem princípios, 
procedimentos, normas e critérios referentes à geração, acondicionamento, 
armazenamento, coleta, transporte, tratamento e destinação final dos resíduos sólidos 
no estado do Piauí, visando controle da poluição, da contaminação e a minimização 
de seus impactos ambientais e adota outras providências. Destaca-se nesta 
oportunidade, o artigo 12 onde se determina que as empresas produtoras e/ ou 
comercializadoras de agrotóxicos, seus componentes e afins, em todo o território do 
estado do Piauí, são responsáveis pelo estabelecimento de mecanismos de coleta e 
recebimento e pela destinação das embalagens vazias dos produtos por elas 
fabricados e/ ou comercializados, bem como pelos produtos apreendidos pela ação 
fiscalizatória e pelos tornados impróprios para utilização, obedecidas às condições e 
critérios estabelecidos pelo Instituto Ambiental do Piauí – IAP. 
- Lei Ordinária nº 1940/88 – institui o Código Municipal de Postura e dá 
outras providencias; 
- Lei Complementar nº 3610/07 – nova redação ao Código Municipal de 
Postura e dá outras providências; 
 
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 103 
- Lei Ordinária nº 2601/1997 – dispõe sobre criação do Parque Regional 
Vale do Gavião, na Zona Leste de Teresina e dá outras providências; 
- Lei Ordinária nº 2535/97 – dispõe sobre a criação do Parque Ambiental 
Água Mineral, à margem esquerda do Rio Poty e dá outras providências; 
- Lei Ordinária de Teresina nº 3771/08 - autoriza o poder executivo 
municipal a abrir crédito especial ao orçamento-programa vigente, em favor da 
secretaria municipal de meio ambiente e recursos hídricos - SEMAM, no valor de R$ 
250.000,00(duzentos e cinquenta mil reais), e a incluir a unidade orçamentária fundo 
municipal de meio ambiente, com as ações que serão desenvolvidas no exercício 
2008; 
- Lei Municipal nº 3286/04 – prestação de serviço de abastecimento de 
água e esgotamento sanitário; 
- Lei Municipal nº 3600/06 – cria a ARSETE – Agencia Municipal de 
Regulação de Serviços Públicos de Teresina; 
- Lei Municipal nº 3620/07 – cria a SEMAE – Serviço Municipal de Água e 
Esgoto; 
A construção do PMSB é um trabalho de planejamento, cuja atribuição é 
inerente ao titular dos serviços (art. 9º - I) assim como é uma condição de validade 
dos contratos que tem como objeto a prestação de serviços públicos de saneamento 
básico (art. 11 – I,- todos da Lei 11.445/07). 
E em cumprimento ao disposto no art. 19 da Lei 11.445/2007, o plano de 
saneamento abrangerá no mínimo os seguintes temas: 
I - diagnóstico da situação e de seus impactos nas condições de vida, 
utilizando sistema de indicadores sanitários, epidemiológicos, ambientais e 
socioeconômicos e apontando as causas das deficiências detectadas; 
II - objetivos e metas de curto, médio e longo prazo para a universalização, 
admitidas soluções graduais e progressivas, observando a compatibilidade com osdemais planos setoriais; 
III - programas, projetos e ações necessárias para atingir os objetivos e as 
metas, de modo compatível com os respectivos planos plurianuais e com outros 
planos governamentais correlatos, identificando possíveis fontes de financiamento; 
IV – ações para emergências e contingências; 
V – mecanismo e procedimentos para a avaliação sistemática da eficiência 
das ações programadas. 
 
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3.2 METODOLOGIA E ETAPAS DE TRABALHO 
A elaboração do Plano de Saneamento Básico deverá atender ao Termo de Referência 
do Ato Convocatório (TP) n. 01/2013, e às tratativas gerais de interação com o Comitê 
Executivo e o Comitê de Coordenação ao longo das diversas Etapas de trabalho. Na Figura 
3-11, observa-se o fluxograma simplificado das principais atividades a serem desenvolvidas. 
 
Figura 3-1 - Fluxograma simplificado das principais atividades a serem desenvolvidas 
 
 
O Plano envolverá a execução de atividades, elaboração e apresentação 
de produtos para cada uma das seis Etapas previstas: 
a) Etapa 1: Elaboração do Plano de Mobilização Social. 
b) Etapa 2: Elaboração do diagnóstico da situação local do saneamento 
básico, com a devida caracterização do município, do ambiente, da 
prestação dos serviços de saneamento e com os diagnósticos da 
situação da política local do setor de saneamento e dos setores 
relacionados ao saneamento. 
c) Etapa 3: Elaboração de prognósticos e alternativas para a 
universalização dos serviços, condicionantes, diretrizes, objetivos e 
metas. 
 
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d) Etapa 4: Concepção de programas, projetos e ações necessárias para 
atingir os objetivos e metas para a universalização dos serviços. 
Definição das ações para emergência e contingência. 
e) Etapa 5: Elaboração de mecanismos e procedimentos de controle social 
e dos instrumentos para monitoramento e avaliação sistemática de 
eficiência das ações programadas. 
f) Etapa 6: Elaboração do relatório final do Plano Municipal de Saneamento 
Básico. 
O fluxograma detalhado das etapas que serão desenvolvidas ao longo 
deste relatório está representado na Figura 3-2. 
 
 
 
 
 
 
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Figura 3-2- Fluxograma para elaboração do Plano de Saneamento Básico1 
 
1 Para melhor visualização do fluxograma verificar imagem em ANEXO. 
 
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3.3 - ABRANGÊNCIA DO TRABALHO 
O trabalho abarcará todo o município de Teresina-PI, localizado nas 
coordenadas de latitude 5° 5’ Sul e Longitude 42° 46’ Oeste, a única capital nordestina 
que não se localiza no litoral, distanciando cerca de 350 km do mar no sentido norte. 
O Município faz limite a oeste com o Município de Timon, Estado do 
Maranhão, localizado à margem oposta do rio Parnaíba. Os outros municípios 
limítrofes no próprio estado do Piauí são União, José de Freitas, Altos, Pau D’arco do 
Piauí, Demerval Lobão, Lagoa do Piauí, Monsenhor Gil, Curralinhos, Palmeirais e 
Nazária (Figura 3-3). 
Dentre as rodovias de relativa importância para o município destacam-se a 
Rodovia BR 343, que liga a cidade ao litoral e ao Ceará no entroncamento com a BR 
404, além de seguir sentido sul, cortando o estado, a BR 266 que faz a ligação sentido 
Oeste com o Estado do Maranhão e a BR 316, que liga a cidade ao litoral de Alagoas. 
Teresina tem área total de 1.391,981 km², sendo 190,7 km2 de área urbana 
e 1.201,3 km2 de área rural, correspondendo, respectivamente, a 13,7% e 86,3% de 
sua área total. A capital do Piauí é a sede da Região Integrada de Desenvolvimento 
da Grande Teresina instituída pela Lei Complementar n° 112 de 19 de setembro de 
2011 e regulamentada pelo Decreto n° 4367 de 9 de setembro de 2002 composta por 
14 municípios, sendo um do Maranhão (Timon) e 13 do Piauí (Altos, Beneditinos, 
Coivaras, Curralinhos, Demerval Lobão, José de Freitas, Lagoa Alegre, Miguel Leão, 
Monsenhor Gil, Nazária, Teresina e União). No total, a Região Integrada de 
Desenvolvimento de Teresina abrange mais de um milhão de habitantes, sendo assim 
uma das mais representativas regiões metropolitanas do Nordeste brasileiro (IBGE, 
2013). 
O sistema hidrográfico do estado do Piauí está inserido totalmente na bacia 
do Rio Parnaíba, que nasce ao sul do estado, próximo ao limite estadual com a Bahia, 
Maranhão e Tocantins e deságua no oceano Atlântico. Cerca de 75% da área da bacia 
do Parnaíba estão inseridos no Estado do Piauí, 19% No Maranhão e 6% no Ceará. 
O Município de Teresina tem seus limites administrativos dentro de três 
sub-bacias do rio Parnaíba, a bacia do rio Longa ao norte, a bacia do Parnaíba II e a 
bacia do rio Poti, onde está inserida a maior parte do perímetro urbano. 
 
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Desta forma, o rio Poti é o mais importante da cidade, sendo inclusive ponto 
de atração turística, por sua forma e grandiosidade que se impõe próximo à região 
central. 
Figura 3-3 – Àrea de estudo e municipios limítrofes 
 
Fonte: IBGE, 2013. Org.: DRZ, 2013. 
 
 
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Figura 3-4 – Sub-bacia do Rio Parnaíba que compoem a área Limítrofe de Teresina. 
 
Fonte: IBGE, 2013. Org.: DRZ, 2013. 
 
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De acordo com o censo demográfico do IBGE (2010) a população do 
Município é de 814.230 habitantes, sendo que 767.557 residem na área urbana e 
46.673 residem em área rural, representando 94,27% e 5,73% da população, 
respectivamente. A densidade demográfica do Município é de 584,95 hab/km². 
 
Gráfico 3-1- Taxa de Crescimento anual da população entre 2000 e 2010 
 
Fonte: IBGE, 2013. 
 
A população de Teresina teve nos últimos dez anos um crescimento anual 
acima da média, tanto em escala nacional como regional e estadual, ficando em 1,38% 
ao ano entre 2000 e 2010. Desta forma, foram acrescentados 98.870 habitantes neste 
período. 
O segmento etário da população é predominante na faixa de 20 a 24 anos, 
tanto para o sexo masculino e feminino, predominando o número total de mulheres, 
aproximadamente 45.000. Este índice demonstra um amadurecimento da população, 
uma vez que sua base já se demonstra estreita em relação às idades produtivas. A 
população entre 0 a 14 anos representa 23,4%, 15 e 39 anos representa 46,61% dos 
habitantes, enquanto de e acima dos 40 anos são 28,72%. 
 
 
 
 
 
 
0
0,2
0,4
0,6
0,8
1
1,2
1,4
Brasil Nordeste Piauí Teresina - PI
%
% de crescimento
 
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Gráfico 3-2– População residente no Município por faixa etária, entre 2000 e 2010 
 
Fonte: IBGE, 2013. 
 
 
3.4 - DESCRIÇÕES DAS ETAPAS PREVISTAS PARA O PLANO 
 
3.4.1 ETAPA 1 – PLANO MOBILIZAÇÃO SOCIAL 
 
A participação da Sociedade deve ser estimulada durante o processo por 
meio de estratégias adequadas à realidade do Município, portanto os Comitêsde 
Coordenação e Executivo foram criados pelos Decretos nº 11047 e nº 11048, 
respectivamente, com data de 11 de fevereiro de 2011. 
A Prefeitura Municipal de Teresina - Pi, publicou na sexta-feira dia 19 de julho 
de 2013 no Diário Oficial do Município – Ano 2013 – nº 1.538 a nomeação do Comitê 
Executivo e Comitê de Coordenação que irão atuar no Plano Municipal de 
Saneamento Básico de Teresina. O Prefeito Municipal de Teresina, nomeou o Comitê 
Executivo de acordo com o Decreto nº 11.048, de 11.02.2013: I - Italo Portela Gomes 
– Representante da Secretária Municipal de Planejamento e Coordenação – 
SEMPLAN; II - Baltazar de Melo Sobrinho – Representante da Agência Municipal de 
Regulação de Serviços Públicos de Teresina – ARSETE; III - Márcio Antônio Souza 
0 10.000 20.000 30.000 40.000 50.000
0 a 4 anos
5 a 9 anos
10 a 14 anos
15 a 19 anos
20 a 24 anos
25 a 29 anos
30 a 34 anos
35 a 39 anos
40 a 44 anos
45 a 49 anos
50 a 54 anos
55 a 59 anos
60 a 64 anos
65 a 69 anos
70 a 74 anos
75 a 79 anos
Mulheres
Homens
 
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da Rocha Freitas – Representante da Secretária Municipal de Meio Ambiente – 
SEMAM; IV - Erick Elysio Reis Amorim – Representante do Serviço Municipal de 
Águas e Esgotos de Teresina – SEMAE; V - Horácio Cogo Júnior – Representante da 
Superintendência de Desenvolvimento Rural - SDR; VI - Lilian Guimarães Coelho – 
Representante da Secretária Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação – 
SEDUH. O Comitê de Coordenação de acordo com o Decreto nº 11.047, de 
11.02.2011: IV - Secretária Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação - 
SEMDUH; V – Secretária Municipal do Trabalho, Cidadania e de Assistência Social – 
SEMTCAS; VI Serviço Municipal de Águas e Esgotos de Teresina – SEMAE; VII - 
Agência Municipal de Regulação de Serviços Públicos de Teresina – ARSETE; VIII - 
Câmara Municipal de Vereadores; IX - Águas e Esgotos do Piauí S/A – AGESPISA; 
X - Ministério Público Estadual- MP-PI; XI – Conselho de Desenvolvimento Urbano – 
CDU; XII - Conselho Municipal de Saúde – CMS; XIII - Conselho Municipal de Defesa 
do Meio Ambiente – CONDEMA; XIV - Federação das Associações de Moradores do 
Estado do Piauí – FAMEPI; XV – Federação das Entidades Comunitárias do Estado 
do Piauí – FACEPI; XVI – Federação das Associações de Moradores e Conselhos 
Comunitários do Piauí – FAMCC; XVII – Conselho Regional de Engenharia – CREA; 
XVIII – Conselho de Arquitetura e Urbanismo - CAU; XIX – Sindicato da Indústria da 
Construção Civil – SINDUSCON-PI; XX – Associação Brasileira de Engenharia 
Sanitária e Ambiental- ABES-PI. 
 
Para garantir o andamento do processo de elaboração e implementação do 
PMSB, os comitês de trabalho participarão de reuniões técnicas para discussão 
pertinente e capacitação a respeito das fases de desenvolvimento do Plano. 
O processo de mobilização social se dará de forma a atender os seguintes 
objetivos: 
 Sensibilizar a comunidade para a participação das atividades previstas 
para elaboração do PMSB; 
 Inserir conteúdos referentes às questões do saneamento no município; 
 Definir grupos ou munícipes representantes da população; 
 Promover capacitação dos representantes; 
 Apresentar o trabalho desenvolvido para conhecimento, sugestões e 
aprovação dos representantes. 
 
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Além de: 
 Formatação de mecanismos de divulgação e comunicação para a 
disseminação e o acesso às informações sobre o diagnóstico e estudos 
preliminares, os serviços prestados e sua avaliação, o processo e os 
eventos previstos e as propostas relativas ao Plano de Saneamento 
Básico; 
 Estabelecimento de canais para recebimento de críticas e sugestões; 
 Concepção dos eventos abertos à comunidade local, a exemplo de 
debates, seminários e audiências públicas para discussão e participação 
popular na formulação do Plano. 
A participação e o envolvimento da sociedade deve se desenvolver ao 
longo de todo o período de elaboração e implantação do PMSB, por meio de 
seminários, reuniões, oficinas e audiências, entre outras ações. 
O detalhamento da Mobilização Social está contemplado no Produto I– 
Plano de Mobilização Social. 
3.4.2 ETAPA 2 - DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO LOCAL DO SANEAMENTO BÁSICO 
Nesta Etapa serão levantados dados e informações junto aos órgãos 
municipais e instituições atuantes no município. 
Para levantamento de informações serão utilizados questionários 
disponibilizados na internet (Web), formulário ou questionários impressos, visitas nos 
locais, pesquisas bibliográficas, correspondências e pedidos através de e-mail ou 
outras formas que melhor possa atender os objetivos a ser alcançados pelo Plano. Os 
dados primários poderão ser coletados em unidades dos sistemas de saneamento 
básico, junto a prestadores de serviços, à população ou às entidades da sociedade 
civil, entre outros. 
Este conjunto de informações deverá compor um diagnóstico da situação 
atual encontrada nas áreas objeto do Plano. 
O diagnóstico será construído a partir de dados primários e secundários, 
quando necessário e considerando os indicadores sanitários, epidemiológicos, 
ambientais socioeconômicos e educacionais apontando as causas das deficiências 
detectadas para os serviços de saneamento básico. Os dados primários, de acordo 
com Churchill Jr. e Peter (2000, p. 122) “são dados coletados especificamente para o 
propósito da investigação pretendida”, e dados secundários são aqueles que “não 
 
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foram reunidos para o estudo imediato em mãos, mas para algum outro propósito”, 
como, por exemplo, os dados d a Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e 
Estatística (IBGE). 
O diagnóstico dos serviços públicos de saneamento básico englobará as 
zonas urbana e rural e serão elaborados com base nas informações bibliográficas, 
dados secundários disponibilizados e inspeções de campo. 
A base cartográfica a ser adotada para detalhamento do Plano será 
fornecida pelo Município, assim como todas as demais informações de que é 
detentora ou de que possa ter acesso. 
O diagnóstico conterá, entre outros: 
 Caracterização geral do município, como: área, localização no Estado e 
regional, distâncias e relação com outros municípios, topografia, 
geologia, clima, entre outros; 
 Aspectos socioeconômicos, culturais e ambientais relevantes para 
realização de estudos e avaliação do sistema de saneamento, dentre 
eles: dados históricos populacionais e projeções no horizonte de 
planejamento, renda, faixa etária, IDH, entre outros; 
 Indicadores sanitários, de saúde, socioeconômicos e ambientais e 
recursos hídricos; 
 Relatório contendo diagnóstico com a caracterização física das unidades 
territoriais de análise e planejamento; 
 Descrição dos sistemas públicos de saúde, educação, energia elétrica, 
pavimentação, telefonia, entre outros, e o aprofundamento da análise no 
sistema do saneamento básico, compreendendo: 
o Abastecimento de água; 
o Esgotamento sanitário; 
o Limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos; 
o Drenagem e manejo de águas pluviais urbanas. 
3.4.3 ETAPA 3 - PROGNÓSTICOS E ALTERNATIVAS PARA A UNIVERSALIZAÇÃO 
DOS SERVIÇOS, CONDICIONANTES, DIRETRIZES, OBJETIVOS E METAS 
Nesta fase serão desenvolvidas e formuladas estratégias para alcançar os 
objetivos e metas definidas no PMSB num horizonte de 20 anos, considerandoas 
metas de: 
 
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a) curto prazo: 1 a 4 anos; 
b) médio prazo: entre 4 e 8 anos; e 
c) longo prazo: entre 8 e 20 anos. 
Os prognósticos das necessidades referentes aos serviços públicos de 
saneamento básico e a análise e seleção das alternativas serão realizadas de forma 
a projetar os estados progressivos de desenvolvimento, visando à melhoria das 
condições em que vivem as populações urbanas e rurais, no que diz respeito à sua 
capacidade de inibir, prevenir ou impedir a ocorrência de doenças relacionadas com 
o meio ambiente, bem como a universalização dos serviços e a conquista de um 
padrão de eficiência dos sistemas, levando a satisfação do usuário e da população 
em geral. 
Serão construídos cenários alternativos para orientar o processo de 
planejamento do saneamento básico e encontrar soluções que compatibilizem o 
crescimento econômico, a sustentabilidade ambiental e a equidade na prestação dos 
serviços. 
A etapa 3 abordará, entre outros: 
 Projeções de demanda de serviços públicos de saneamento básico 
dentro do horizonte de planejamento; 
 Modelo de fiscalização e regulação dos serviços locais de saneamento 
básico; 
 Definição de responsabilidades dos serviços de saneamento básico 
tratados no PMSB; 
 Alternativas para o atendimento das demandas dos quatro (quatro) eixos 
dos serviços de saneamento básico para atendimento das carências 
existentes, de acordo com a Lei 11.445/07; 
 Objetivos e metas pretendidas com a implantação do PMSB; 
 Análise da viabilidade técnica e econômico-financeira da prestação dos 
serviços considerando os cenários dos objetivos, metas, programas, 
projetos e ações. 
A partir dos resultados das propostas de intervenção nos diferentes 
cenários, será selecionado o conjunto de alternativas que promoverá a 
compatibilização quali-quantitativa entre demandas e disponibilidade de serviços, o 
 
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qual se caracterizará como o cenário normativo, que deverá nortear as ações do setor 
para atingir a situação desejada e necessária, tendo em vista as projeções realizadas. 
 
3.4.4 ETAPA 4 - CONCEPÇÃO DE PROGRAMAS, PROJETOS E AÇÕES 
NECESSÁRIAS PARA ATINGIR OS OBJETIVOS E METAS PARA A 
UNIVERSALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS. DEFINIÇÃO DAS AÇÕES PARA 
EMERGÊNCIA E CONTINGÊNCIA 
 
Os programas, projetos e ações necessários para atingir os objetivos e as 
metas definidas, relacionadas a cada um dos sistemas de saneamento básico e ao 
meio ambiente de forma geral, serão definidos nesta fase, sendo abordados por meio 
de ações imediatas e ações resultantes do desenvolvimento do Plano. 
A programação das ações funcionará como instrumento de ligação entre 
as demandas das administrações municipais e o Plano. Os projetos e estudos 
existentes com suas conclusões e sugestões para minimizar os problemas de 
saneamento serão avaliados, identificados, hierarquizando-se as prioridades. 
Estratégias, políticas e diretrizes serão formuladas para alcançar os 
objetivos e metas, uma execução eficaz das ações preconizadas, incluindo programa 
destinado a promover o desenvolvimento institucional dos serviços públicos de 
saneamento para o alcance de níveis crescentes de desenvolvimento técnico, 
gerencial, econômico e financeiro e melhor aproveitamento das instalações 
existentes. 
A hierarquização e priorização dos programas, projetos e ações, estimativa 
de investimentos, análise da sustentabilidade econômica financeira e da 
compatibilização com os planos de orçamento das esferas governamentais e metas 
estabelecidas, serão abordadas nesta fase da seguinte maneira. 
 Ações imediatas; 
 Ações prioritárias; 
 Programação das ações do PMSB; 
 Cronograma de implantação das ações estabelecidas para o PMSB; 
 Mecanismos para a avaliação sistemática da eficácia, eficiência e 
efetividade das ações programadas; 
 Atendimento de demandas temporárias; 
 Atendimento e operação em situações críticas; 
 
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 Planejamento de planos de riscos para garantia da segurança da água. 
3.4.5 ETAPA 5 - MECANISMOS E PROCEDIMENTOS PARA A AVALIAÇÃO 
SISTEMÁTICA DA EFICIÊNCIA, EFICÁCIA E EFETIVIDADE DAS AÇÕES DO 
PMSB 
Para avaliação sistemática das ações programadas, além de elaborar um 
programa para monitoramento e avaliação dos resultados do PMSB, poderá ser 
constituída uma comissão de acompanhamento e avaliação formada por 
representantes, autoridades e/ou técnicos das instituições do Poder Público Municipal, 
Estadual e Federal relacionadas com o saneamento ambiental, além de membros da 
Defesa Civil, do Conselho Municipal de Saneamento, de Saúde, de Meio Ambiente e 
de representantes da Sociedade Civil, podendo integrantes dos Comitês fazer parte 
da comissão. 
O Plano conterá uma série de indicadores e procedimentos para o 
monitoramento e a avaliação dos objetivos e metas, dentre eles: 
a) indicadores técnicos, operacionais e financeiros de prestação dos 
serviços de saneamento a serem seguidos pelos prestadores de serviços; 
b) indicadores de impactos na qualidade de vida, na saúde, e nos recursos 
naturais; salubridade ambiental; 
c) indicadores de padrões e níveis de qualidade e eficiência a serem 
seguidos pelos prestadores de serviços; 
d) mecanismos para a divulgação do plano no município, assegurando o 
acesso das informações à população; 
e) mecanismos de representação da sociedade para o acompanhamento, 
monitoramento e avaliação do PMSB; 
f) estrutura de fiscalização e regulação dos serviços de saneamento básico. 
A institucionalização do Plano Municipal de Saneamento Básico 
contemplará alterações administrativas e proposição de legislação básica referente à 
Política Municipal de Saneamento. 
3.4.6 ETAPA 6 - RELATÓRIO FINAL DO PMSB 
O documento final do PMSB corresponde aos trabalhos desenvolvidos nas 
fases descritas anteriormente e ainda: 
a) Indicar soluções graduais e progressivas e instrumentos de gestão para 
atingir os objetivos do Plano. 
 
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b) Contemplar pormenores que possibilitem com clareza, a contratação 
subsequente de elaboração e detalhamentos de projetos básicos e 
executivos para a execução posterior das obras correspondentes, visando 
à implantação ou ampliação dos sistemas de saneamento básico. 
c) Outras diretrizes e parâmetros não definidos nestes Termos de Referência, 
que sejam requeridos para o desenvolvimento satisfatório do plano, a serem 
fixados, ao longo da sua elaboração, envolvendo a Equipe responsável da 
contratante e a Equipe da Contratada. 
 
3.5 CRÔNOGRAMA FÍSICO E FINANCEIRO 
 
A Tabela 1 apresenta o Cronograma Físico e Financeiro, na vertical são 
relacionados os diversos produtos e subprodutos que irão ocorrer em um determinado 
período, essas atividades estão representadas por números, sendo: 1) Produto 01 - 
Plano de Mobilização Social; 1.1) Elaboração do PMS; 1.2) Implantação do PMS; 1.2.1 
ao 1.2.14 Relatório de Atividades da execução do PMS; 2) Produto 02 - Diagnóstico 
da situação da prestação dos serviços de saneamento básico; 3) Produto 03 - 
Prognósticos e alternativas para universalização dos serviços de saneamento básico. 
Objetivos e Metas; 4) Produto 04 - Concepção dos programas, projetos e ações 
necessárias para atingir os objetivos eas metas do PMSB. Definição das ações para 
emergência e contingência; 5) Produto 05 - Mecanismos e procedimentos de controle 
social e dos instrumentos para o monitoramento e avaliação sistemática da eficiência, 
eficácia e efetividade das ações programadas; e 6) Produto 06 - Relatório Final do 
Plano Municipal de Saneamento Básico e do Plano de Gestão Integrada de Resíduos 
Sólidos. Na horizontal estão os meses em que eles deverão ocorrer. O mesmo 
relaciona as datas previstas para o término de cada atividade dos trabalhos com as 
datas e valores dos pagamentos parciais. Os desembolsos ocorrerão por meio de 
parcelas sequenciais como mostra a figura, e são demonstrados em porcentagem e 
em reais, mensal e acumulado. O prazo total para a execução dos trabalhos é de 15 
meses a contar da emissão da Ordem de Serviços expedida pela SEMPLAN.
 
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Tabela 3-1 - Cronograma Físico e Financeiro 
CRONOGRAMA FISICO FINANCEIRO 
Produto/ 
Subprodut
o 
 % 
 Tempo em Meses 
Valores 
Ano 2013 Ano 2014 
Jul Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 
1 
1.1 3% 3 60.000,00 
1.2 
1.2.1 0,5% 0,5 10.000,00 
1.2.2 0,5% 0,5 10.000,00 
1.2.3 0,5% 0,5 10.000,00 
1.2.4 0,8% 0,8 15.714,29 
1.2.5 0,8% 0,8 15.714,29 
1.2.6 0,8% 0,8 15.714,29 
1.2.7 0,8% 0,8 15.714,29 
1.2.8 0,8% 0,8 15.714,29 
1.2.9 0,8% 0,8 15.714,29 
1.2.10 0,8% 0,8 15.714,29 
2 20% 20 400.000,00 
3 15% 15 300.000,00 
4 25% 25 500.000,00 
5 15% 15 300.000,00 
6 15% 15 300.000,00 
Porcentagem 
Mensais 
3 0,5 0,5 0,5 0,8 20,5 0,8 0,8 15 0,8 25,8 15,8 15,8 2.000.000,00 
 
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3.6 EQUIPE 
Tendo em vista a complexidade e a importância da elaboração do Plano 
Municipal de Saneamento Básico, a equipe designada para desenvolver as atividades 
será constituída por uma equipe multidisciplinar com experiência em planejamento de 
cidades, tanto no que diz respeito ao planejamento urbano quanto ao ambiental. Para 
isto a DRZ disponibiliza de uma equipe de profissionais tecnicamente especializados 
e aptos à execução das atividades. Na Figura 3-2 abaixo é possível observar a 
descrição dos profissionais que serão designados para elaboração do Plano, vínculo 
com a empresa consultora e sua respectiva função no projeto. 
Tabela 3-2 -Relação de profissionais para execução do Plano 
ID PROFISSIONAL E QUALIFICAÇÃO TÉCNICA RESPONSABILIDADE 
I 
Agostinho de Rezende – Diretor - Administrador 
de Empresas, CRA-PR 6.459, Sócio 
Administrador e fundador da DRZ Geotecnologia 
e Consultoria, Graduado em Administração de 
Empresas em 1987. Experiência de mais de 20 
anos exercendo o cargo de Consultor e 
Coordenador de projetos para empresas das 
áreas privadas e públicas. Em 2002, idealizador e 
fundador da empresa DRZ Geotecnologia e 
Consultoria, com atuação em gestão pública, 
gestão ambiental, geotecnologia e Serviços 
Técnicos de Engenharia e Arquitetura. 
Atualmente exerce a função de Diretor Geral da 
DRZ. 
Coordenador Geral do Projeto de 
relacionamento Estratégico com o 
Contratante 
II 
Rubens Menoli - Diretor Institucional - 
especialização em Direito Tributário Aplicado em 
1986, Graduado em Bacharel em Direito em 1981, 
Graduado em Licenciatura em Química em 1971. 
Experiência de mais de 40 anos na área pública, 
já exerceu os cargos de Secretário de Fazenda da 
Prefeitura do Município de Londrina de 1982 a 
1983, Secretário de Administração e RH da 
Prefeitura do Município de Londrina de 2001 a 
2002, Secretário de Fazenda e Planejamento da 
Prefeitura do Município de Londrina em 2002, 
Secretário de Fazenda da Prefeitura de Londrina 
de 2002 a 2004. É Diretor Institucional da DRZ, 
Coordenador Operacional do 
Projeto e responsável pela análise 
da Legislação Municipal 
 
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sendo responsável pela elaboração de legislação 
urbanística, ambiental, tributária e administrativa 
III 
José Roberto Hoffmman, Engenheiro Civil, 
CREA-PR 6125/D. Graduação em Engenharia 
Civil em 1976 e mestrado em Engenharia Civil em 
1979. Foi professor adjunto da Universidade 
Estadual de Londrina. Experiência de mais de 30 
anos na área da Engenharia Civil, com ênfase em 
Estruturas, Meio Ambiente. É Diretor Técnico da 
DRZ, sendo responsável pela coordenação e 
orientação técnica nos projetos de engenharia. 
Coordenador 
Técnico – Atua nos projetos de 
engenharia 
IV 
Wagner Delano Hawthorne, Engenheiro Civil, 
CREA-PR 24572/D. Graduação em Engenharia 
Civil em 1991. Experiência de mais de 20 anos 
nas áreas de Engenharia de Recursos Hídricos, 
com ênfase em modelagem hidrológica e 
hidráulica para projetos de Drenagem de Águas 
Pluviais e Controle de Inundações. É engenheiro 
profissional (PE) registrado no estado da 
Califórnia, EUA, onde trabalhou por 10 anos em 
empresas de consultoria em engenharia. É gestor 
de projetos e responsável técnico na DRZ. 
Coordenador Técnico 
V 
Robson Ricardo Resende, Engenheiro 
Sanitarista e Ambiental – CREA-SC 996392/D. 
Graduação em Engenharia Sanitária e Ambiental 
em 2009. Engenheiro Sanitarista e Ambiental da 
DRZ, atuando na elaboração de planos e projetos 
na área de saneamento ambiental, utilizando 
ferramentas da geotecnologia. É Gestor de 
Projetos e responsável técnico da DRZ. 
Corresponsável 
Técnico 
 
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VI 
Antônio Carlos Picolo Furlan, Engenheiro Civil, 
CREA-PR 15962/D. Graduação em Engenharia 
Civil pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos 
(1984) e Técnico em Agrimensura pelo Colégio 
Ind. Cambara-Fundação Gastão Conselvan 
(1978). Breve Histórico Profissional: Foi servidor 
publico na Sanepar desenvolvendo serviços na 
área de saneamento básico: Atualmente membro 
da equipe técnica da DRZ na elaboração de 
planos e projetos na área de saneamento básico. 
Responsável Técnico Atua nos 
projetos de engenharia 
VII 
Osmani Vicente Junior, Arquiteto e Urbanista. 
Breve Histórico Profissional: Em 1994 graduou 
em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade 
Estadual de Londrina - PR. É membro da Equipe 
Técnica da DRZ desde 2010 atuando na área de 
Planejamento Urbano e Regional e Saneamento 
Ambiental em diversos municípios e nos 
processos de mobilização. 
Corresponsável Técnico - atuar 
nos diagnósticos dos serviços de 
água e esgoto e no processo de 
gestão. 
VIII 
Marcia Maria Bounassar, Arquiteta Urbanista, 
CAU A11950-4. Graduação em Arquitetura e 
Urbanismo pela UEL em 1985; especialização em 
Gestão Técnica do Meio Urbano – PUC/GTU 
França, Turismo: Planejamento e Marketing - 
UNOPAR e em Gestão Ambiental em Municípios 
- UFTPR; mestre em Planejamentoe Gestão do 
Turismo – UNIBERO/SP. Experiência de mais de 
25 anos nas áreas de Arquitetura e Urbanismo, 
Planejamento Urbano e Engenharia Sanitária 
Ambiental. Atuou em prefeituras, estado e 
empresas privadas e atualmente é Gestora de 
Projetos da DRZ. 
Responsável Técnica - atua na 
construção dos diagnósticos da 
Estrutura Urbana e nos demais 
instrumentos de gestão municipal 
 
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IX 
Agenor Martins Junior, Arquiteto Urbanista, 
CAU A13861-4. Graduação em Arquitetura e 
Urbanismo em 1987 e especialização em 
Engenharia Sanitária e Ambiental, em 2006. 
Experiência de mais de 20 anos nas áreas de 
Arquitetura e Urbanismo e Engenharia Sanitária 
Ambiental. Membro titular do Conselho Estadual 
de Recursos Hídricos do MS para o biênio de 
2008-2009. Foi Diretor durante oito anos da 
Autarquia de serviço autônomo de água e esgoto 
– SAAE de Bela Vista – MS. É Gestor de Projetos 
e responsável técnico da DRZ. 
Responsável 
Técnico em Planejamento Urbano 
e Saneamento. 
X 
Leandro Frassato Pereira - Graduação em 
Direito pela Universidade Estadual de Londrina - 
PR, 1996 – 2000; Pós-graduado em Direito 2001 
– 2002, Direito Empresarial 2001 – 2002: 
Registrado na Ordem dos Advogados do Brasil – 
Subseção de Londrina/PR sob o n° 27275. Breve 
Histórico Profissional: Consultor técnico Jurídico 
da DRZ, atuando na elaboração de Leis e 
regulamentos aos municípios clientes da DRZ. 
Atuar na produção e proposição de 
Leis do saneamento Básico e 
ambientais 
XI 
Solange Passos Genaro, Assistente Social, 
CRESS-PR 6676, graduada em Serviço Social 
em 2007, pós-graduando em Gestão de Políticas 
Sociais com Centralidade na Família em 2008; 
Especialização em Gestão Ambiental em 
Municípios, em andamento. Breve Histórico 
Profissional: Autarquia Água de Sarandi– PR, 
Assistente Social e Membro do Grupo Executivo 
na elaboração do Plano Municipal de 
Saneamento Básico de Sarandi (Abastecimento 
de Água, Esgotamento Sanitário, Limpeza urbana 
e Manejo de Resíduos Sólidos e Drenagem e 
manejo de águas pluviais urbanas); 
Coordenadora da Mobilização Social e Educação 
Ambiental; Assistente social do Projeto de 
Trabalho Técnico Social do PAC na área de 
ampliação da rede de esgotamento sanitário. 
Atualmente é Assistente Social da DRZ, atuando 
na elaboração de planos e projetos onde há 
necessidades de envolvimento da comunidade e 
leitura social através de participação massiva. 
Coordenar o processo participativo e de 
Mobilização Social. 
Coordenar o processo participativo 
e de 
Mobilização Social 
 
 
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 124 
XII 
Paulo Roberto Santana Borges, Economista, 
CORECON-PR 3.192-5, graduado em Ciências 
Econômicas; extensão em Economia Solidária 
pela UFPR, especialização em Teoria Econômica 
e Mestre em Desenvolvimento Econômico 
Regional em 2009. Experiência de mais de 25 
anos como professor de economia e consultoria 
técnica,. É consultor especialista da DRZ, 
atuando nas áreas de treinamento, finanças 
públicas, reforma administrativa, análise 
econômica e construção de cenários para 
elaboração de Projetos e Planos, construção de 
temáticas socioeconômica e de planos de 
investimentos. 
Para atuar na avaliação das 
finanças municipais e construção 
de planos de investimentos do 
PRSB. 
XIII 
Carla Maria do Prado Machado, Bacharel em 
Letras em 1987, pós-graduando em Educação 
Ambiental pela Universidade 2010. Experiência 
de mais de 10 anos na área de treinamentos e 
qualificação profissional e nos processos de 
mobilização e educação Ambiental. É educadora 
Ambiental da DRZ. 
Atua no processo participativo e no 
diagnóstico para inserção de 
diretrizes de educação ambiental 
nos 
PMSB. 
XIV 
Enéias de Oliveira Cesar, Engenheiro 
Agrônomo, CREA-PR 20.677/D e Advogado-
OAB/PR 22.815. Graduação em Engenharia 
Agronômica em 1987 e em Direito em 1995, 
ambas pela UEL. Tem Especializações em 
Metodologia da Ação Docente, Direito Civil e 
Processual Civil e Análise Ambiental em Ciências 
da Terra. Atuou como Agrônomo em Associações 
de Produtores e Cooperativas Agrícolas 1987-
1992, como advogado desde 1995 com ênfase 
em Direito Ambiental. É Gestor de Projetos e 
responsável técnico da DRZ. 
Gestor de Projetos e responsável 
técnico. 
XV 
Ana Carolina Vizintim Marques, Bióloga, 
CRBio/PR 83022/07-D. Graduação em Ciências 
Biológicas em 2010 e Especialização em Gestão, 
Auditoria e Licenciamento Ambiental em 2012. 
Bióloga da DRZ e Responsável Técnica na área 
de Meio Ambiente e Biodiversidade, atuando na 
elaboração de planos na área de gerenciamento 
de resíduos sólidos, utilizando Sistema de 
Informações Geográficas (SIG). 
Bióloga 
 
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 125 
XVI 
Glauco Marighella Ferreira da Silva. Geógrafo, 
CREA/PR 131475/D, graduado pela Universidade 
Estadual de Londrina (UEL). Participou do grupo 
PET de Geografia (2011). Aluno do programa de 
Pós Graduação stricto sensu da UTFPR no curso 
de Gestão Ambiental em Municípios e mestrando 
em Geografia no Departamento de Geociências. 
Atualmente é Analista Ambiental na DRZ 
Geotecnologia e Consultoria, atuando em 
planejamento municipal rural e saneamento, 
zoneamento ecológico-econômico e gestão 
resíduos sólidos com foco em 
Geoprocessamento. 
Analista Ambiental 
XVII 
Thamy Barbara Gioia. Geógrafa, 
CREA/PR 108852/D graduada pela Universidade 
Estadual de Londrina (UEL). Especialista em 
Gestão Ambiental em Municípios pela 
Universidade Tecnológica Federal do Paraná. 
Atualmente é Analista Ambiental na DRZ 
Geotecnologia e Consultoria, atuando em 
planejamento urbano e ambiental com foco em 
Geoprocessamento. 
Analista Ambiental 
XVIII 
Érica Moraes dos Santos, Engenheira Florestal 
– Graduada pela Universidade do Estado de 
Santa Catarina em 2012. Trabalhou em projetos 
de pesquisa e extensão da UDESC: Kayuvá, 
Arborização Urbana da cidade de Lages-SC. 
Estagiária na ESALQ/USP na Recuperação de 
áreas degradadas e manejo de espécies arbóreas 
nativas. Atualmente é Analista Ambiental na DRZ 
atuando em planejamento urbano e ambiental. 
Analista Ambiental 
XIX 
Denise Santos de Luca, Geógrafa - Graduação 
em Licenciatura em Geografia (2010) e 
Bacharelado em Geografia (2012). Participou do 
projeto de extensão da UEL: Inventários dos 
Atrativos Naturais de Ortigueira - PR (2009-2010) 
e do projeto de pesquisa TERNOPAR (Turismo e 
Excursionismo Rural no Norte do Paraná) (2008-
2012). Estagiária da Prefeitura Municipal de 
Cambé no Recadastramento Imobiliário do 
município – coleta de dados no campo (2009-
jan./2013). Aluna do programa de Pós Graduação 
stricto sensu da UEL no curso de Análise e 
Educação Ambiental em Ciências da Terra 
(mar./dez. 2013). Atualmente é Auxiliar 
Analista Ambiental 
 
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 126 
Administrativo na DRZ Geotecnologia e 
Consultoria. 
 
O demonstrativo de alocação de custo com pessoal se dará conforme a 
Figura 3-3, de acordo com o Termo de Referência para a contratação da elaboração 
do Plano Municipal de Saneamento Básico de Teresina. 
 
Tabela 3-3 – Demonstrativo de alocação decusto com pessoal e total. 
DEMONSTRATIVO DE ALOCAÇÃO DE CUSTO COM PESSOAL E TOTAL 
PRODUTOS UNID. QTDE 
VLR. COM ENC. SOCIAIS 
UNITÁRIO TOTAL 
Produto 01 - Plano de Mobilização Social 
Coordenador HORA 264,00 130,31 34.402,14 
Engenheiro Sanitarista HORA 211,20 76,51 16.159,42 
Engenheiro Ambientalista HORA 211,20 76,51 16.159,42 
Engenheiro Civil HORA 105,60 76,51 8.079,71 
Arquiteto e Urbanista HORA 105,60 76,51 8.079,71 
Assistente Social HORA 246,40 76,51 18.852,66 
Economista HORA 193,60 76,51 14.812,80 
Demógrafo HORA 105,60 76,51 8.079,71 
Biólogo HORA 140,80 76,51 10.772,95 
Advogado HORA 123,20 76,51 9.426,33 
Chefe do Escritório HORA 264,00 19,06 5.032,51 
Cadista HORA 264,00 18,38 4.851,45 
Digitador HORA 264,00 6,80 1.794,66 
Motorista HORA 264,00 10,91 2.881,05 
Auxiliar Escritório HORA 264,00 6,80 1.794,66 
SUBTOTAL 161.179,16 
Produto 02 - Diagnóstico da situação da prestação dos serviços de saneamento básico 
Coordenador HORA 528,00 130,31 68.804,27 
Engenheiro Sanitarista HORA 422,40 76,51 32.318,84 
Engenheiro Ambientalista HORA 422,40 76,51 32.318,84 
Engenheiro Civil HORA 211,20 76,51 16.159,42 
Arquiteto e Urbanista HORA 211,20 76,51 16.159,42 
Assistente Social HORA 492,80 76,51 37.705,31 
Economista HORA 387,20 76,51 29.625,60 
Demógrafo HORA 211,20 76,51 16.159,42 
Biólogo HORA 281,60 76,51 21.545,89 
Advogado HORA 246,40 76,51 18.852,66 
Chefe do Escritório HORA 528,00 19,06 10.065,02 
Cadista HORA 528,00 18,38 9.702,89 
Digitador HORA 528,00 6,80 3.589,33 
Motorista HORA 528,00 10,91 5.762,09 
 
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Auxiliar Escritório HORA 528,00 6,80 3.589,33 
SUBTOTAL 322.358,32 
Produto 03 - Prognósticos e alternativas para universalização do PMSB 
Coordenador HORA 396,00 130,31 51.603,21 
Engenheiro Sanitarista HORA 316,80 76,51 24.239,13 
Engenheiro Ambientalista HORA 316,80 76,51 24.239,13 
Engenheiro Civil HORA 158,40 76,51 12.119,56 
Arquiteto e Urbanista HORA 158,40 76,51 12.119,56 
Assistente Social HORA 369,60 76,51 28.278,98 
Economista HORA 290,40 76,51 22.219,20 
Demógrafo HORA 158,40 76,51 12.119,56 
Biólogo HORA 211,20 76,51 16.159,42 
Advogado HORA 184,80 76,51 14.139,49 
Chefe do Escritório HORA 396,00 19,06 7.548,77 
Cadista HORA 396,00 18,38 7.277,17 
Digitador HORA 396,00 6,80 2.691,99 
Motorista HORA 396,00 10,91 4.321,57 
Auxiliar Escritório HORA 396,00 6,80 2.691,99 
SUBTOTAL 241.768,74 
Produto 04 - Concepção dos programas, projetos e ações do PMSB 
Coordenador HORA 660,00 130,31 86.005,34 
Engenheiro Sanitarista HORA 528,00 76,51 40.398,55 
Engenheiro Ambientalista HORA 528,00 76,51 40.398,55 
Engenheiro Civil HORA 264,00 76,51 20.199,27 
Arquiteto e Urbanista HORA 264,00 76,51 20.199,27 
Assistente Social HORA 616,00 76,51 47.131,64 
Economista HORA 484,00 76,51 37.032,00 
Demógrafo HORA 264,00 76,51 20.199,27 
Biólogo HORA 352,00 76,51 26.932,36 
Advogado HORA 308,00 76,51 23.565,82 
Chefe do Escritório HORA 660,00 19,06 12.581,28 
Cadista HORA 660,00 18,38 12.128,62 
Digitador HORA 660,00 6,80 4.486,66 
Motorista HORA 660,00 10,91 7.202,61 
Auxiliar Escritório HORA 660,00 6,80 4.486,66 
SUBTOTAL 402.947,90 
Produto 05 - Mecanismos e procedimentos de controle social das ações programadas. 
Coordenador HORA 396,00 130,31 51.603,21 
Engenheiro Sanitarista HORA 316,80 76,51 24.239,13 
Engenheiro Ambientalista HORA 316,80 76,51 24.239,13 
Engenheiro Civil HORA 158,40 76,51 12.119,56 
Arquiteto e Urbanista HORA 158,40 76,51 12.119,56 
Assistente Social HORA 369,60 76,51 28.278,98 
Economista HORA 290,40 76,51 22.219,20 
Demógrafo HORA 158,40 76,51 12.119,56 
Biólogo HORA 211,20 76,51 16.159,42 
Advogado HORA 184,80 76,51 14.139,49 
Chefe do Escritório HORA 396,00 19,06 7.548,77 
Cadista HORA 396,00 18,38 7.277,17 
Digitador HORA 396,00 6,80 2.691,99 
Motorista HORA 396,00 10,91 4.321,57 
 
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 128 
Auxiliar Escritório HORA 396,00 6,80 2.691,99 
SUBTOTAL 241.768,74 
Produto 06 - Relatório Final do PMSB e do PGIRS. 
Coordenador HORA 396,00 130,31 51.603,21 
Engenheiro Sanitarista HORA 316,80 76,51 24.239,13 
Engenheiro Ambientalista HORA 316,80 76,51 24.239,13 
Engenheiro Civil HORA 158,40 76,51 12.119,56 
Arquiteto e Urbanista HORA 158,40 76,51 12.119,56 
Assistente Social HORA 369,60 76,51 28.278,98 
Economista HORA 290,40 76,51 22.219,20 
Demógrafo HORA 158,40 76,51 12.119,56 
Biólogo HORA 211,20 76,51 16.159,42 
Advogado HORA 184,80 76,51 14.139,49 
Chefe do Escritório HORA 396,00 19,06 7.548,77 
Cadista HORA 396,00 18,38 7.277,17 
Digitador HORA 396,00 6,80 2.691,99 
Motorista HORA 396,00 10,91 4.321,57 
Auxiliar Escritório HORA 396,00 6,80 2.691,99 
SUBTOTAL 241.768,74 
SUBTOTAL COM PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS 1.611.791,60 
CUSTOS INDIRETOS COM VIAGENS E MATERIAIS GRÁFICOS 49.475,00 
TOTAL SEM BDI 1.661.266,60 
BDI - 20,39% 338.733,40 
TOTAL GERAL 2.000.000,00MUNICÍPIO DE TERESINA 
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4. DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO DO SANEAMENTO BÁSICO. 
4.1 OBJETIVO GERAL 
O objetivo geral do diagnóstico da situação do saneamento básico (água, 
esgotamento sanitário, drenagem e manejo de águas pluviais e limpeza urbana e 
resíduos sólidos) é consolidar informações sobre as condições de salubridade 
ambiental e dos serviços de saneamento básico, considerando os dados atuais e 
projeções como o perfil populacional, o quadro epidemiológico e de saúde, os 
indicadores socioeconômicos e ambientais, o desempenho na prestação de serviços 
e dados de outros setores correlatos. 
4.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS 
Caracterizar o município, considerando a inserção regional, incluindo a 
relação com os municípios vizinhos, o Estado e as bacias hidrográficas. 
Identificar causas das deficiências dos serviços de saneamento (água, 
esgotamento sanitário, drenagem e manejo de águas pluviais e limpeza urbana e 
resíduos sólidos), para que seja possível indicar as alternativas indispensáveis à 
universalização dos serviços de saneamento: 
 
 Abastecimento de água: constituído pelas atividades, infraestruturas e 
instalações necessárias ao abastecimento público de água potável, 
desde a captação até as ligações prediais e respectivos instrumentos de 
medição; 
 Esgotamento sanitário: constituído pelas atividades, infraestruturas e 
instalações operacionais de coleta, tratamento e disposição final 
adequados de esgotos sanitários, desde as ligações prediais até o 
lançamento final do efluente tratado ao meio ambiente; 
 Drenagem e manejo de águas pluviais urbanas: conjunto de atividades, 
infraestruturas e instalações operacionais de drenagem urbana de 
águas pluviais, de transporte, detenção ou retenção para o 
amortecimento de vazões de cheias, tratamento e disposição final das 
águas pluviais; 
 Limpeza urbana e manejo dos resíduos sólidos: compreendem o 
conjunto de atividades de infraestrutura, tais como: instalações 
 
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operacionais de coleta, manipulação, transporte, transbordo, tratamento 
e monitoramento e destino final dos resíduos sólidos, lixo doméstico e 
lixo originário de varrição e limpeza de logradouros e vias públicas do 
município, a partir das informações da caracterização dos resíduos 
sólidos e normas e leis pertinentes. 
 
4.3 DIRETRIZES GERAIS ADOTADAS 
As diretrizes nacionais para o saneamento básico são estabelecidas 
pela Lei Federal n° 11.445/2007. Assim, o Plano Municipal de Saneamento Básico 
(PMSB) deve considerar o que a referida lei determina. Com base nessa premissa e 
considerando os anseios da população, foram estabelecidas as seguintes diretrizes 
do PMSB de Teresina, relacionadas aos diferentes setores: 
 
4.4 DIRETRIZES GERAIS 
 
 Garantir a adoção de ações para recuperação e conservação ambiental, 
evitando o assoreamento dos corpos hídricos e contaminação dos mananciais; 
 Estimular a adoção de mecanismos que minimizem a poluição ambiental; 
 Adotar medidas que contribuam para o desenvolvimento sustentável, 
considerando a relação existente entre os diversos setores do município; 
 Assegurar a prestação de serviços eficientes, garantindo publicidade às 
informações e sistema de atendimento ao usuário; 
 Priorizar ações que promovam a equidade social e territorial no acesso ao 
saneamento básico; 
 Ampliar progressivamente o acesso dos cidadãos e localidades de baixa renda 
aos serviços de saneamento básico, considerando aspectos ambientais, 
sociais e viabilidade técnica e econômico-financeira; 
 Buscar o desenvolvimento sustentável, a regularidade, qualidade, atendimento 
às normas, eficiência e à eficácia dos serviços de saneamento; 
 Garantir meios adequados ao atendimento dos serviços de saneamento à 
população rural dispersa, inclusive, mediante a utilização de soluções 
compatíveis com suas características econômicas e sociais peculiares; 
 
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 Fomentar o desenvolvimento científico e tecnológico, a adoção de tecnologias 
apropriadas e a difusão dos conhecimentos gerados; 
 Estimular o uso de tecnologias modernas e eficientes, compatíveis com os 
níveis exigidos de qualidade, continuidade e segurança na prestação dos 
serviços; 
 Buscar a uniformização dos bancos de dados do município, possibilitando a 
adoção da bacia hidrográfica como unidade de referência para o planejamento 
de suas ações; 
 Adotar subsídios tarifários e não tarifários para os usuários e localidades que 
não tenham capacidade de pagamento ou escala econômica suficiente para 
cobrir o custo integral dos serviços de saneamento; 
 Buscar os recursos necessários à realização dos investimentos, de modo a 
cumprir as metas e objetivos dos serviços de saneamento; 
 Implementar ações referentes ao saneamento básico, atendendo o que é 
estabelecido pelos documentos legais pertinentes e contribuindo com as 
políticas públicas de outras esferas de governo, visando à melhoria da 
qualidade de vida, das condições ambientais e da saúde pública; 
 Assegurar publicidade dos relatórios, estudos e instrumentos equivalentes que 
se refiram à regulação ou à fiscalização dos serviços de saneamento; 
 Promover a conscientização ambiental da população, considerando questões 
relacionadas à preservação, saneamento e saúde pública; 
 Promover educação sanitária e ambiental que vise à construção da consciência 
individual e coletiva e de uma relação mais harmônica entre o homem e o 
ambiente. 
 
4.5 DIRETRIZES DO ABASTECIMENTO DE ÁGUA 
 
 Ampliar progressivamente o acesso dos cidadãos, localidades de baixa renda 
e comunidades rurais aos serviços de abastecimento de água, considerando 
aspectos ambientais, sociais e viabilidade técnica e econômico-financeira; 
 
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 Garantir o abastecimento de água eficaz a toda população municipal, 
considerando a qualidade da água, controle, regularidade e permanência na 
distribuição; 
 Criar mecanismos que garantam a preservação e manutenção de mananciais 
de abastecimento, garantindo água em quantidade e qualidade adequadas ao 
abastecimento das presentes e futuras gerações; 
 Garantir a adoção de ações de controle e monitoramento da qualidade da água 
utilizada para o abastecimento, inclusive em soluções individuais; 
 Realizar avaliação periódica das tarifas e custos da manutenção dos serviços 
de abastecimento de água, incluindo subsídios à população de baixa renda, 
tendo em vista o equilíbrio econômico-financeiro; 
 Implementar medidas que promovam o uso racional, reuso e reaproveitamento 
da água. 
 
4.6 DIRETRIZES DO ESGOTAMENTO SANITÁRIO 
 
 Ampliar o sistema de esgotamento sanitário para atender toda população 
municipal, adotando práticas adequadas ao tratamento do esgoto gerado, sem 
causar prejuízos ao meio ambiente e à saúde pública; 
 Criar mecanismos que garantam maior controle e monitoramento do sistema 
de esgotamento sanitário, assegurando o funcionamento adequado do sistema 
e evitando a contaminação ambiental; 
 Implementar medidas que garantam maior controle das fossas, promovendo a 
sua adequação aos critérios que assegurem a proteção dos mananciais; 
 Garantir a implementação de sistemas de divulgação e esclarecimento à 
população, com relaçãoao esgotamento sanitário, incluindo obras previstas e 
executadas e custos cobrados pelos serviços prestados; 
 Assegurar o acesso da população de baixa renda aos serviços de esgotamento 
sanitário. 
 
 
 
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4.7 DIRETRIZES DA LIMPEZA URBANA E MANEJO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS 
 
 Implementar medidas que garantam a redução, reutilização e reciclagem dos 
resíduos, diminuindo os passivos ambientais gerados com a sua destinação 
final; 
 Criar mecanismos que assegurem a correta destinação dos resíduos gerados, 
com a prestação de serviço público de limpeza urbana e manejo de resíduos 
sólidos urbanos, reduzindo a proliferação de vetores e animais peçonhentos e 
a degradação ambiental; 
 Promover a conscientização da população para práticas adequadas, com 
relação aos resíduos sólidos, considerando reaproveitamento dos resíduos, 
tendo em vista aspectos econômicos e ambientais e evitando possíveis danos 
causados pela destinação inadequada do lixo; 
 Estabelecer sistema de controle e monitoramento que promova a gestão 
adequada dos resíduos de responsabilidade do gerador; 
 Inibir o destino irregular de todos os tipos de resíduos, estimulando adoção de 
sistema eficiente de gerenciamento de resíduos sólidos, considerando 
aspectos ambientais, socioeconômicos e de saúde pública; 
 Incrementar os serviços de limpeza urbana para todo município, tendo em vista 
a melhoria da qualidade de vida; 
 Garantir serviços eficientes de manejo de resíduos sólidos a toda população, 
criando soluções para destinação adequada aos tipos de resíduos dos 
pequenos geradores (área urbana e rural), a fim de minimizar os impactos 
ambientais diretos e indiretos do seu manejo inadequado, considerando o 
desenvolvimento progressivo e viabilidade técnica e econômica das medidas; 
 Ampliar e promover a coleta seletiva de resíduos, nas áreas urbana e rural, 
considerando questões socioeconômicas e ambientais. 
 
 
 
 
 
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4.8 DIRETRIZES DA DRENAGEM E MANEJO DE ÁGUAS PLUVIAIS 
 
 Implementar medidas sustentáveis de manejo de águas pluviais, tendo em vista 
a qualidade de vida e conservação ambiental, criando mecanismos que 
garantam a eficiência do sistema; 
 Ampliar e incrementar sistema de drenagem, solucionando problemas 
causados por ineficiência do sistema e falta de manutenção (alagamentos, 
erosões), considerando a segurança pública, aspectos ambientais, 
desenvolvimento do município e possibilidade de ocorrência de eventos 
críticos. 
4.9 METODOLOGIA 
O PMSB está sendo elaborado, conforme metodologia definida pelo Termo 
de Referência, com complementações e adaptações em função das peculiaridades 
locais, mediante sugestões e aprovação do Grupo Executivo, as quais se fazem 
necessárias no decorrer do processo. 
A participação da sociedade está ocorrendo ao longo do processo de 
elaboração do Plano, por meio dos Grupos de Trabalho, Fóruns Regionais e 
Municipais e Conferência Pública, além de interação com os principais atores sociais 
do município. 
Como parte do PMSB, foi elaborado o diagnóstico dos serviços públicos de 
saneamento básico, os quais, conforme a Lei Federal nº. 11.445 de 2007, 
compreendem: 
 Abastecimento de água potável: constituído pelas atividades, 
infraestruturas e instalações necessárias ao abastecimento público de 
água potável, desde a captação até as ligações prediais e respectivos 
instrumentos de medição; 
 Esgotamento sanitário: constituído pelas atividades, infraestruturas e 
instalações operacionais de coleta, transporte, tratamento e disposição 
final adequados dos esgotos sanitários, desde as ligações prediais até o 
seu lançamento final no meio ambiente; 
 Limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos: conjunto de atividades, 
infraestruturas e instalações operacionais de coleta, transporte, 
 
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transbordo, tratamento e destino final do lixo doméstico e do lixo 
originário da varrição e limpeza de logradouros e vias públicas; 
 Drenagem e manejo das águas pluviais urbanas: conjunto de atividades, 
infraestruturas e instalações operacionais de drenagem urbana de 
águas pluviais, de transporte, detenção ou retenção para o 
amortecimento de vazões de cheias, tratamento e disposição final das 
águas pluviais drenadas nas áreas urbanas. 
O diagnóstico dos serviços públicos de saneamento básico no município 
engloba as zonas urbana e rural, sendo elaborado com base em informações 
bibliográficas, inspeções de campo, dados secundários coletados nos órgãos e 
levantamentos feitos em diversos setores do município. Esta caracterização dos 
setores de saneamento foi realizada com base nas informações disponibilizadas pelo 
município dentro do prazo dado para a elaboração do Plano. 
A parte referente aos serviços de abastecimento de água e esgotamento 
sanitário foi elaborada com as informações disponibilizadas pela Águas e Esgotos do 
Piauí S.A – Agespisa, responsável pelos serviços de água e esgoto e fontes 
secundárias. Ressalta-se que a Agespisa não repassou todos os dados necessários 
para descrição e análise do diagnóstico, o que prejudicou o desenvolvimento do 
trabalho. Se os dados forem obtidos, serão inseridos nas análises do diagnóstico e, 
posteriormente, do prognóstico. 
Na parte referente aos resíduos sólidos, as informações obtidas foram da 
prefeitura municipal, especialmente da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e 
Habitação – SEMDUH, assim como de fontes secundárias. A parte que se refere ao 
manejo das águas pluviais do município teve suas informações fundamentadas em 
levantamentos de campo e fontes secundárias, principalmente do Plano Diretor de 
Drenagem Urbana, elaborado, em 2010, pelo município. 
O Banco de Dados Georreferenciados do PMSB foi feito, utilizando o 
Sistema de Informações Geográficas (SIG) ArcGis 10. Os planos de informação desse 
sistema foram projetados no sistema de coordenadas Universal Transverso de 
Mercator (UTM), zona 23 S, SIRGAS 2000. 
Com relação ao detalhamento da metodologia utilizada, esta é 
complementada ao longo do texto do diagnóstico, conforme a necessidade. Da 
mesma forma, os impactos da situação do saneamento do município, na qualidade de 
 
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vida da população, estão sendo abordados junto com o diagnóstico, no decorrer do 
texto. 
 
4.10 CARACTERIZAÇÃO GERAL DO MUNICÍPIO, ASPECTOS 
SOCIOECONÔMICOS, CULTURAIS E AMBIENTAIS 
4.10.1 Localização, perfis socioeconômicos, solo, clima, população 
 
4.10.1.1. Caracterização da área de planejamento 
 
O município de Teresina, capital do Estado do Piauí, está localizado 
na mesorregião Centro-Norte Piauiense, a 366 quilômetros do litoral, que constitui 
uma faixa de transição entre o Semiárido Nordestino e a Região Amazônica. Trata-
se da primeira capital brasileira planejada, tendo sua fundação oficializada em 16 de 
agosto de 1852, se tornando capital por sua localização mais central, bem como pela 
navegabilidade dos rios Poti e Parnaíba. 
De acordo com IBGE, o território de Teresina compreende uma área 
total de 1.391,981 Km², onde, segundo a Secretaria Municipal de Planejamento e 
Coordenação de Teresina (SEMPLAN), 17% são considerados área urbana e 83% 
área rural. 
A Figura4-1 mostra a localização da sede do município que se dá nas 
coordenadas: 05º 05’ 12” latitude sul e 42º 48’ 42” longitude oeste de Greenwich, tendo 
como municípios limítrofes: 
 União, José de Freitas, ao norte; 
 Estado do Maranhão, a oeste; 
 Palmeirais, Monsenhor Gil, Nazária, Demerval Lobão e Curralinhos, ao sul; 
 Altos, Lagoa do Piauí e Pau d’Arco do Piauí, a leste. 
O território municipal é dividido administrativamente em quatro 
regiões: sul, sudeste, leste, centro-norte, os quais possuem planos de 
desenvolvimento urbano e rural conduzidos pela Superintendência de 
Desenvolvimento Urbano (SDU) e Superintendência de Desenvolvimento Rural (SDR) 
A área metropolitana da capital, Região Integrada de 
Desenvolvimento da Grande Teresina (RIDE), de acordo com Teresina (2010) é 
composta pelos municípios de Teresina, Altos, Beneditinos, Coivaras, Curralinhos, 
 
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Demerval Lobão, José de Freitas, Lagoa Alegre, Lagoa do Piauí, Miguel Leão, 
Monsenhor Gil, Nazária, Pau D’arco e União, no Estado do Piauí, além do município 
de Timon, que pertence ao Estado do Maranhão e juntos totalizam 1.154.716 de 
habitantes segundo dados do Censo Demográfico (IBGE, 2010). 
Figura 4-1 - Mapa de localização de Teresina e municípios limítrofes. 
 
Fonte: IBGE, 2013. Org.: DRZ, 2013. 
 
 
 
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Figura 4-2- Localização das regiões administrativas de Teresina. 
 
Fonte: GEOVISTA, PRODATER. 
 
Na Tabela 4-1 verifica-se a distância da capital Teresina para os 
demais municípios formadores da RIDE. 
 
 
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Tabela 4-1 - Distância de Teresina em Relação às Cidades de sua área metropolitana. 
RIDE Distância (Km) População (hab.) 
Teresina 814.230 
Altos 43 38.822 
Beneditinos 94 9.911 
Coivaras 77 3.811 
Curralinhos 88 4.072 
Demerval Lobão 31 13.278 
José de Freitas 53 37.085 
Lagoa Alegre 85 8.008 
Lagoa do Piauí 43 3.863 
Miguel Leão 89 1.253 
Monsenhor Gil 60 10.333 
Nazária 32 8.068 
Pau D’arco 75 3.757 
União 60 42.654 
Timon – MA 04 155.460 
Fonte: IBGE, 2010. Guia Quatro Rodas Rodoviário, 2013. 
 
4.10.1.2. Demografia 
4.10.1.2.1. População 
A partir do levantamento e análise de dados dos Censos 
Demográficos de 1980 a 2010, observa-se que, nas quatro últimas décadas, Teresina 
passou por intenso crescimento populacional. Em 1980 a população não chegava a 
400 mil habitantes e, em 2010, passou a 814.230 habitantes (Gráfico 4-1). 
Gráfico 4-1- População de Teresina, nos quatro últimos censos 
 
 
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 Fonte: Censos Demográficos (IBGE, 2010). 
 
Este aumento considerável da população de Teresina e sua 
concentração na zona urbana acarretam numa maior demanda por serviços públicos 
de qualidade e políticas públicas eficientes que proporcionem a melhoria na qualidade 
de vida aos cidadãos. 
A estrutura etária do município de Teresina evidencia uma população 
jovem. De acordo com o IBGE, o maior volume populacional concentra-se na faixa 
entre 20 e 24 anos, em que a população alcança 87.962 habitantes com um índice de 
5,1% de homens e 5,7% de mulheres. 
De acordo com o gráfico 4.2 a proporção da população de 0 a 24 anos 
concentra 43,44% da população total de Teresina, onde 174.936 habitantes são do 
sexo masculino e 178.744 habitantes pertencem ao sexo feminino, totalizando 
353.680 habitantes nesta faixa etária. Os demais 460.550 habitantes do município de 
Teresina, um percentual de 56,56%, estão concentrados na faixa etária de 25 a 100 
anos. 
Gráfico 4-2- Estrutura etária de Teresina 
 
Fonte: Censo Demográfico (IBGE, 2010). 
 
O Gráfico 4-3 apresenta os dados da evolução da população 
residente no município de Teresina nas zonas urbana e rural, que ocorreu ao longo 
das últimas décadas. 
 
 
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Gráfico 4-3- Evolução populacional, urbana e rural. 
 
Fonte: Censos Demográficos (IBGE, 2010). 
 
A população urbana de Teresina apresentou entre 1980 e 2010 um 
crescimento significativo de aproximadamente 55,82%, o que corresponde a 428.515 
habitantes, confirmando a evolução do processo de urbanização na capital. A situação 
do domicílio rural, em contrapartida, apresenta um quadro diferenciado, pois em 1980 
a população era de 38.732 habitantes passando a 42.361 em 1991 (Tabela 4-2). 
Entretanto, no ano 2000, houve um decréscimo da população na zona rural passando 
para 37.890 habitantes, isso pode estar relacionado ao fato de que no ano de 1993 o 
Município de Nazária foi emancipado politicamente do Município de Teresina. Este 
panorama torna a ser modificado no ano de 2010, onde o índice populacional da zona 
rural volta a crescer, totalizando 46.673 habitantes. 
 
Tabela 4-2 - População urbana e rural de Teresina entre os anos 1960 e 2013. 
Período 
População 
Total 
População Urbana População Rural Densidade 
Demográfica Quantidade % Quantidade % 
Ano 1960 142.691 98.329 68,9% 44.362 31,1% 78,88 
Ano 1970 220.487 181.062 82,1% 39.425 17,9% 121,88 
Ano 1980 371.988 339.042 91,1% 38.732 10,2% 205,63 
Ano 1991 599.272 556.911 92,9% 42.361 7,1% 329,58 
Ano 2000 715.360 677.470 94,7% 37.890 5,3% 425,86 
Ano 2010 814.230 767.557 94,3% 46.673 5,7% 584,93 
Ano 2011* 822.364 - - - - - 
Ano 2012* 830.231 - - - - - 
Ano 2013* 836.475 - - - - - 
Fonte: IBGE – Censos Demográficos e estimativas populacionais. 
 
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 142 
*Os dados dos referidos anos foram retirados de estimativas populacionais do IBGE. 
- Dados não disponíveis. 
O processo de crescimento populacional do município de Teresina, 
que teve início nos anos 50, intensificou-se nas décadas seguintes, apoiado pela 
localização e, também, pelos investimentos públicos em infraestrutura que ocorreram 
no mesmo período (Gráfico 4-4e Tabela 4.3). 
Tabela 4-3 - Evolução das taxas de crescimento populacional de Teresina nas últimas 
décadas. 
Ano 1940 1950 1960 1970 1980 1991 2000 2010 
Teresina 63.684 93.352 122.289 220.487 377.771 599.272 715.360 814.230 
Taxa - 3,90% 2,74% 6,07% 5,53% 4,28% 1,99% 1,2% 
Fonte: Plano Diretor de Drenagem Urbana de Teresina – PDDrU / IBGE, (2010). 
 
 
Gráfico 4-4- Evolução das taxas de crescimento populacional de Teresina 
 
Fonte: Plano Diretor de Drenagem Urbana de Teresina – PDDrU, (2010) e IBGE (2010). 
 
Percebe-se que nas últimas três décadas houve um declínio no 
crescimento populacional como pode ser observado no Gráfico 4. Estes dados 
corroboram a tendência já observada pelos pesquisadores do IBGE em 1966, que 
indicam a queda da fecundidade em todos os Estados do Brasil. 
 
4.10.1.1.24.10.1.2.2 Demografia por gênero e faixa etária 
 
0,0%
1,0%
2,0%
3,0%
4,0%
5,0%
6,0%
7,0%
0
100.000
200.000
300.000
400.000
500.000
600.000
700.000
800.000
900.000
1940 1950 1960 1970 1980 1991 2000 2010
%
 a
o
 a
n
o
H
ab
it
a
n
te
s
 
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 143 
De acordocom os dados obtidos no Censo Demográfico 2010 (IBGE), 
a demografia Teresinense distribuída por gênero e faixa etária ficou definida seguinte 
forma: 
 
 
Tabela 4-4 - Teresina: Proporção da População Urbana e Rural por Gênero. 
ZONA URBANA ZONA RURAL 
Homens Mulheres Homens Mulheres 
356.607 410.950 24.005 22.668 
Fonte: Censo Demográfico (IBGE, 2010). 
 
Gráfico 4-5- Distribuição percentual das populações urbana e rural de Teresina, por 
grupos de idade 
 
Fonte: Censo Demográfico (IBGE, 2010). 
 
4.10.1.1.3 Fluxo migratório 
Os resultados da migração interna e internacional foram analisados 
com base nas informações do lugar de residência há cinco anos da data de referência 
de cada um dos censos demográficos de 2000 e 2010. 
Quanto a eficácia migratória, o estado do Piauí passou da área de 
baixa evasão migratória para média evasão migratória. No período de 1995 a 2000 o 
volume de imigrantes no Piauí foi de 88.740 e emigrantes foi de 140.815 e, no período 
de 2005 a 2010, registro-se um volume de 73.614 imigrantes e 144.037 de emigrantes. 
O saldo migratório interno do Piauí, segundo dados do IBGE, foi negativo entre 2005 
 
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 144 
e 2010. O saldo migratório é definido através do volume de imigrante menos o volume 
de emigrantes, contabilizando um saldo negativo de 70.423 migrantes. 
A migração de retorno no estado do Piauí apresentou a maior redução 
relativa no volume de migrantes retornados, quando comparados com outros Estados 
da Região Nordeste onde, segundo informações do IBGE, no período de 1995 a 2000 
foram registrados 41.311 migrantes de retorno e no ano de 2005 a 2010 registrou-se 
28.695, evidente redução nos resultados. 
Na Tabela 4-5 pode-se observar o volume migratório interno em 
Teresina, por local de nascimento, no ano de 2010. A Região Nordeste evidencia o 
maior volume com 794.694 pessoas, seguido pela região sudeste com 8.092 pessoas 
e da região norte com 4.509 pessoas. 
 
Tabela 4-5 - Migração Teresina - População residente por lugar de nascimento em 
2010. 
Região Migrantes 
Norte 4.509 pessoas 
Nordeste 794.694 pessoas 
Sudeste 8.092 pessoas 
Sul 919 pessoas 
Centro-Oeste 4.075 pessoas 
Brasil sem especificação 1.763 pessoas 
País estrangeiro 178 pessoas 
Fonte: Censo Demográfico, 2010/ Resultados da Amostra – Migração. 
 
O volume migratório quanto à nacionalidade em Teresina no ano de 2010, 
pode ser observado na Tabela 4-6. O número de estrangeiros e estrangeiros 
naturalizados brasileiros na capital Piauiense, pode ser considerado baixo visto que 
este volume contabiliza, respectivamente, 130 e 48 pessoas. 
 
Tabela 4-6 - Migração Teresina - População residente por lugar nacionalidade em 2010. 
Nacionalidade Migrantes 
Brasileiros natos 814.052 pessoas 
Naturalizados Brasileiros 48 pessoas 
Estrangeiros 130 pessoas 
Fonte: Censo Demográfico, 2010/ Resultados da Amostra – Migração. 
 
 
 
 
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 145 
4.10.1.1.4 Densidade Demográfica 
 
O município de Teresina possui, atualmente, uma densidade média 
de 584,95 habitantes por quilômetro quadrado, distribuídos entre a zona urbana e 
rural. Os ambientes urbanos como tendência mundial, abrigam, cada vez mais, um 
maior percentual da população, apresentando assim maior densidade populacional 
(Tabela 4-7). 
Tabela 4-7 - Densidade Demográfica de Teresina entre 1960 – 2010. 
Ano População (hab.) 
Densidade 
(hab./Km²) 
Crescimento (%) 
1960 142.691 85,011 - 
1970 220.487 131,360 54,52% 
1980 377.774 225,066 71,34% 
1991 599.272 357,028 58,63% 
2000 655.473 390,511 9,38% 
2006 715.360 426,190 9,14% 
2007 779.939 464,664 9,03% 
2010 814.230 584,950 4,50% 
Fonte: IBGE, 2010. 
 
Utilizando dados do IBGE (2010), calculou-se a densidade 
demográfica de Teresina destacando área rural e urbana para o ano de 2010, que 
totalizou aproximadamente 3.057,996 hab./Km2 na área urbana e na área rural 40,870 
hab./Km2. 
4.10.1.1.5 - Saneamento 
De um total de 210.093 domicílios analisados na área urbana de 
Teresina, 69,20% têm acesso a saneamento de forma adequada, ou seja, com coleta 
de lixo, abastecimento de água e esgotamento sanitário ou fossa séptica. 
Aproximadamente 39,30% dos domicílios urbanos, segundo o IBGE, possui acesso 
ao saneamento ocorre de forma semiadequada, ou seja, os domicílios têm acesso a, 
pelo menos, uma forma de saneamento considerada adequada. Quando a residência 
não tem acesso a formas de saneamento, considera-se inadequado. Em Teresina, 
este percentual é de 0,6% dos domicílios. 
Na área rural, o percentual de domicílios com acesso a saneamento 
considerado adequado reduz consideravelmente. Dos 12.061 domicílios verificados 
no censo de 2010, apenas 8,3% enquadram-se na forma considerada adequada pelo 
 
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 146 
IBGE, sendo que a maioria dos domicílios, 64,1%, é considerada semiadequada e 
27,7% são classificados como inadequados. 
 
4.10.1.1.6 Projeção de crescimento populacional 
As metas para a universalização do acesso e promoção da saúde pública, 
que serão previstas no Plano Municipal de Saneamento Básico, visam o horizonte de 
planejamento de 20 anos. Para isso, é necessário conhecer a população que se 
espera encontrar no município no final do período determinado. 
Diversos são os métodos aplicáveis para o estudo do crescimento 
populacional. Neste estudo foram utilizados o método do Crescimento, o método 
Aritmético, o método da Previsão e o método Geométrico, assim como os 
levantamentos da população total nos anos de 1991, 2000 e 2010, do Instituto 
Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. 
Com base nesses dados, realizou-se o estudo da evolução da população 
total do Município de Teresina, utilizando o crescimento populacional para determinar 
uma taxa de crescimento anual positiva. 
A fim de definir qual método matemático mais se adequa à realidade do 
município, pode-se obter linhas de tendência para os dados do IBGE, através do 
Software Excel, utilizando quatro tipos diferentes de curvas: logarítmica, linear, 
polinomial e exponencial. A evolução da população e a taxa de crescimento (%) ano 
a ano, obtidos através do ajuste dos dados do IBGE, são determinadas a partir do 
coeficiente de determinação, chamado de R², que é uma medida de ajustamento de 
um modelo estatístico linear em relação aos valores observados. 
O R² varia de 0 a 1, indicando em porcentagem o quanto o modelo 
consegue explicar os valores observados, quanto maior o R², mais explicativo é o 
modelo e melhor se ajusta à amostra. O Gráfico 4-6 abaixo ilustram as linhas de 
tendência com as quatro curvas utilizadas. 
 
 
 
 
 
 
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Gráfico 4-6 - Linhas de Tendência 
 
 
 
 
 
y = 30.438.679,29758120ln(x) - 230.665.722,91327800
R² = 0,98511740
0
200.000
400.000
600.000
800.000
1.000.000
1.200.000
1.400.000
1960 1970 1980 1990 2000 2010 2020 2030 2040
P
o
p
u
la
çã
o
 (
h
a
b
)
Período (anos)
Logarítimica
IBGE Logarítimica
y = 15.292,36410871x - 29.889.439,04916070
R² = 0,98450900
0
200.000
400.000
600.000
800.000
1.000.000
1.200.000
1.400.000
1960 1970 1980 1990 2000 2010 2020 2030 2040
P
o
p
u
la
çã
o
 (
h
ab
)
Período (anos)
Linear
IBGE Linear
 
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y = -137,02963125x2 + 560.643,02201058x -
572.458.766,76390400
R² = 0,99553243
0
200.000
400.000
600.000
800.000
1.000.000
1.200.000
1960 1970 1980 1990 2000 2010 2020 2030 2040
P
o
p
u
la
çã
o
 (
h
a
b
)
Período (anos)
Polinomial
IBGE Polinomial
y = 1E-209x65,084
R² = 0,9336
0
500.000
1.000.000
1.500.000
2.000.000
2.500.000
1960 1970 1980 1990 2000 2010 2020 2030 2040
P
op
u
la
çã
o 
(h
ab
)
Período (anos)
Potencial
IBGE Potencial
 
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Fonte: IBGE, 2010. Org.: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 
 
Sendo assim, a linha de tendência que melhor se ajustou aos dados do 
IBGE foi a polinomial, que apresentou um R² no valor de 0,99553243 
, resultando na equação: 
 
y = -137,02963125x2 + 560.643,02201058x - 572.458.766,76390400 
 
Onde y é a população em um determinado tempo (t) e x é o ano no mesmo 
tempo (t). Após definidas as taxas de crescimento da linha de tendência, compara-se 
os valores com os valores obtidos por cada método de crescimento. Dessa forma, foi 
indicado como o mais aplicável ao comportamento do município, o método de 
Crescimento, que retratou melhor a evolução da população, permitindo estimar a 
população futura. Este método indicou uma taxa de crescimento de 1,09% ao ano e 
apresentou a população para os próximos 20 anos, conforme a Tabela 4-8. 
 
 
y = 0,0000000000000000000000278e0,0326824554677565000000000x
R² = 0,9321569632772260000000000
0
500.000
1.000.000
1.500.000
2.000.000
2.500.000
1960 1970 1980 1990 2000 2010 2020 2030 2040
P
o
p
u
la
çã
o
 (
h
a
b
)
Período (anos)
Exponencial
IBGE Exponencial
 
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Tabela 4-8 – Estudo Populacional de Teresina – PI 
Ano População (Habitantes) 
2010 814.230 
 2011 824.117 
2012 834.004 
2013 843.891 
2014 853.778 
2015 863.665 
2016 873.552 
2017 883.439 
2018 893.326 
2019 903.213 
2020 913.100 
2021 922.987 
2022 932.874 
2023 942.761 
2024 952.648 
2025 962.535 
2026 972.422 
2027 982.309 
2028 992.196 
2029 1.002.083 
2030 1.011.970 
2031 1.021.857 
2032 1.031.744 
2033 1.041.631 
 Fonte: IBGE, 2010. Org.: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 
 
O Gráfico 4-7, demonstra o crescimento da população total do 
município conforme dados do IBGE, de 1970 a 2010, e a previsão do crescimento da 
população, conforme a taxa de crescimento anual de 1,09% no período de 2013 a 
2033, que representa o horizonte de 20 anos do Plano Municipal de Saneamento 
Básico. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Gráfico 4-7 Crescimento populacional do Município de Teresina 
 
Fonte: IBGE, 2010. Org.: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 
 
4.10.1.3. Acessos 
 
O acesso ao município por via terrestre é feito pelas seguintes 
rodovias federais: 
5. BR-316, que liga a capital ao município de Timon no Estado do Maranhão e ao 
município de Demerval Lobão no Piauí. 
6. BR-226, leva ao Estado do Maranhão; 
7. BR-343, que parte da capital em direção à cidade de Altos e interliga-se com BR-
222 em direção ao Estado do Ceará. 
Na capital também se encontra disponível o transporte aéreo, por 
meio das empresas aéreas TAM, GOL e AZUL. 
Teresina possui, ainda, algumas vias férreas, que servem tanto para 
a realização do transporte urbano interno de passageiros quanto para o transporte de 
produtos oriundos de outros Estados. Entretanto, é um meio de transporte pouco 
expressivo. 
Com relação ao transporte fluvial, apesar de Teresina estar situada entre 
dois rios, esse meio de locomoção tanto para pessoas quanto para transporte de 
produtos não ocorre na região. 
0
200.000
400.000
600.000
800.000
1.000.000
1.200.000
P
o
p
u
la
çã
o
 (
h
a
b
)
Período (anos)
IBGE Projeção Demográfica
 
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4.10.1.4. Perfil Socioeconômico 
 
4.10.1.4.1. Economia 
O comércio e a prestação de serviços são as principais atividades 
econômicas de Teresina. Historicamente, a transferência de Oeiras, capital da então 
Província do Piauí, para as margens do rio Parnaíba foi motivada pela facilidade de 
comunicação de toda a Província com o litoral piauiense, de onde se abriam as 
fronteiras para o comércio externo e interno. 
Nos dias atuais, além da importância do litoral como polo turístico e 
empresarial, Teresina está situada num entroncamento rodoviário com saídas para 
Fortaleza, São Luís, Belém, Recife, Salvador e Brasília, ocupando posição estratégica 
que favorece o desenvolvimento. 
4.10.1.4.2. Produto Interno Bruto – PIB 
Em 2010 o PIB de Teresina foi de R$10,5 bilhões de reais, o que 
representou 47,8% do PIB estadual. Ocupa, atualmente, a 8ª posição entre os Estados 
da Região Nordeste e a 49º entre todos os Estados do Brasil. 
Ao longo das últimas décadas, o setor terciário tem se mostrado mais 
expressivo que os demais, representando em 2010 pouco mais de 66% do PIB total 
do município (Tabela 4-9 - PIB Teresina / PIB Piauí: Período 2000-2010.e Tabela 
4-10). O setor primário, em termos percentuais, pouco contribui para a composição do 
PIB Total, não chegando a 1% (Gráfico 4-8). 
Tabela 4-9 - PIB Teresina / PIB Piauí: Período 2000-2010. 
Anos 
Em Valores Correntes (R$1.000,00) Representatividade 
percentual do PIB de 
Teresina para o Estado Teresina Piauí 
2000 2.504.321,80 5.329.536,34 46,99% 
2001 2.647.408,11 5.574.648,35 47,49% 
2002 3.733.038,03 6.165.848,44 60,54% 
2003 4.291.340,27 8.777.044,00 48,89% 
2004 4.491.322,43 9.816.735,00 45,75% 
2005 5.242.875,14 11.129.201,00 47,11% 
2006 5.989.116,52 12.788.465,00 46,83% 
2007 6.505.610,00 14.135.870,00 46,02% 
2008 7.505.653,00 17.797.000,00 42,17% 
2009 8.688.475,00 19.033.000,00 45,64% 
2010 10.539.378,00 22.060.000,00 47,77% 
Fonte: IBGE Cidades, 2013. 
 
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Gráfico 4-8- PIB Teresina: Estratificação por Setor. 
 
Fonte: IBGE Cidades, 2013. 
Tabela 4-10 - PIB Teresina: Dados Comparativos. 
PIB 2000 
PIB 2010 
Crescimento 
2000-2010 
PIB Per 
Capita 
Nordeste 
PIB Per Capita 
Nacional 
Total 
Per 
capita 
Total 
Per 
capita 
285,6% R$ 9,56 mil R$ 19,77 mil R$ 2,9 
bilhões 
 
R$ 3,4 
mil 
R$ 10,5 
bilhões 
R$ 12,9 
mil 
Fonte: PMT/Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação, 2010. 
 
4.10.1.4.3. Emprego e Renda 
De acordo com o Ministério do Trabalho e IBGE (2010), no ano de 
2000 o total de pessoas empregadas em Teresina era de 124.382 e no ano de 2011 
este número passou a 254.344. Pode-se observar neste período, um aumento de 
104,5% do pessoal empregado. 
O número de pessoas desocupadas ou trabalhando na informalidade 
no ano de 2000 era de 315.738, em 2011 este número passou a 396.724 (Ministério 
do Trabalho e IBGE, 2010). Este quantitativo significa um acréscimo de 5,38% quandoMUNICÍPIO DE TERESINA 
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comparado ao ano 2000, o que pode ser justificado pelo aumento populacional da 
capital. 
De acordo com os dados do MTE/CAGED, Teresina obteve em 2012 
um saldo de 3.641 empregos com carteira assinada, o que representou um resultado 
negativo de 25,8% em relação a 2011, quando foram registrados 4.912 novos postos 
de trabalho. 
A remuneração, de acordo com dados de 2011 do Ministério do 
Trabalho e Emprego, foi mais favorável aos trabalhadores dos serviços industriais, 
com valor médio de R$ 4.210,28 e menos favorável aos da indústria de transformação, 
com a média de R$ 837,00. 
Quando se faz referência a gênero, das 254.344 pessoas ocupadas 
58,8% são homens e 41,2% são mulheres. Em relação à faixa etária, 12,0% estão 
entre 18 a 24 anos (MTE/CAGED, 2013). 
Quanto à escolaridade, em 2000 a população ocupada que possuía 
nível superior era de 12%, em 2011 este percentual subiu para 27,7%, o que pode ser 
justificado pela demanda de qualificação de mão-de-obra no polo saúde e no setor da 
educação e pelo aumento da oferta de vagas em cursos de nível superior em 
faculdades particulares. 
Na Tabela 4-11 está discriminada a evolução do emprego segundo os 
principais setores de ocupação de mão-de-obra em Teresina no período 2010 a 
Outubro de 2013. 
 
Tabela 4-11- Teresina: Flutuação do Emprego por Setor de Atividade Econômica (2010 
- 2013¹) 
Ano 
Extrat. 
Mineral 
Indústria² Comércio Serviços³ Agropecuária TOTAL 
2010 41 3.627 5.248 5.316 355 14.587 
2011 34 1.512 1106 3.617 -29 6240 
2012 49 3.209 1.668 3.671 -260 8.337 
2013¹ 51 3.111 1.006 3.739 -79 7.828 
Fonte: Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) – MTE 
Nota: ¹ Dados de Janeiro a Outubro de 2013. 
 ² Engloba Indústria de Transformação, Serviços Ind. de Util. Pública e Construção Civil. 
 ³ Engloba Serviços Diversos e Administração Pública. 
 
 
 
 
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 155 
4.10.1.4.4. Setores da Economia 
4.10.1.4.4.1. Setor primário 
Embora a participação da agropecuária na composição do PIB e na 
ocupação de mão de obra não seja expressiva, é um setor de grandes oportunidades 
de investimento no município de Teresina. Justifica-se esta afirmação pelo forte grau 
de dependência de hortifrutigranjeiros importados de outros Estados. Além do 
mercado consumidor em expansão, existe um manancial de água de superfície e 
subterrânea abundantes, o que viabilizaria a irrigação dos produtos e a superação das 
adversidades de pluviometria em alguns meses do ano. 
Entretanto, a concentração fundiária da terra, destacando-se as 
margens dos rios perenes Poti e Parnaíba, representa outro grande desafio a ser 
vencido. A não superação do problema fundiário implica na continuidade da 
dependência externa. 
O destaque neste setor primário cabe à criação de aves que, com 
efetivos de 3.583.972 cabeças manejadas intensivamente, vem atraindo cada vez 
mais investimentos no contexto regional (IBGE – PPM 2012). 
Atualmente, a Prefeitura tem ações desenvolvidas pela Superintendência 
de Desenvolvimento Rural em 12 campos agrícolas, 45 hortas comunitárias, 17 
agroindústrias. Possui patrulha agrícola para o preparo em áreas, com quatro tratores 
e um microtrator, unidade de compostagem para o preparo de adubos orgânicos, 
viveiro de mudas. Os horticultores e agricultores teresinenses têm ainda apoio no 
garantia safra, comercialização por meio do PNAE, PAA e financiamentos pelo 
PRONAF, além do projeto Flores de Teresina. 
 
4.10.1.4.4.2. Setor Secundário 
 
Nos últimos anos a indústria teve significativo crescimento na 
economia teresinense com, aproximadamente, 18,4% do PIB e de 17,5% da 
população ocupada. A construção civil é a que mais tem crescido nos últimos anos. 
Outros segmentos importantes e relacionados à indústria de 
transformação são: confecção, polo cerâmico, alimentos e bebidas, o setor gráfico, a 
indústria de madeira e mobiliário e o setor químico e metalúrgico. 
 
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 156 
Merece destaque a indústria têxtil que possui, aproximadamente, 328 
empresas, sendo a maioria de pequeno porte. 
A política de incentivos fiscais da Prefeitura Municipal de Teresina – 
Lei de Incentivos Fiscais Nº 2.528, de 1997 - tem contribuído para a instalação de 
unidades fabris no Polo Industrial Sul, atualmente com seis fábricas. O Polo Industrial 
Norte, localizado a 27 Km do centro da capital, já está em funcionamento com uma 
unidade implantada e outra em fase de implantação. 
Um dos entraves verificados no setor secundário de Teresina é a 
utilização de baixa tecnologia no processo produtivo, o que reflete no maior uso de 
mão de obra por produto gerado. Obviamente, com o encarecimento no custo final da 
produção, torna difícil a competitividade no mercado externo. 
A solução pelo uso de tecnologias avançadas e apropriadas nos 
principais segmentos da economia municipal é um dos maiores desafios do poder 
público para o fortalecimento da cadeia produtiva. A iniciativa privada deverá ser um 
dos maiores parceiros nesse processo. 
É importante ressaltar que a modernização tecnológica deve partir da 
premissa do desenvolvimento harmônico, compensando a diminuição da mão de obra 
pouco ou má qualificada, por melhores oportunidades de inserção no mercado de 
trabalho. 
4.10.1.4.4.3. Expansão industrial e saneamento básico 
 
Conforme consta no planejamento municipal (Projetos de Transformação) 
disponíveis no site “pensar mais Teresina”, para áreas industriais e comerciais de 
grande porte, o município tem os seguintes objetivos: 
 Ampliar área física do Polo Empresarial Sul; 
 Instalar Distrito Atacadista, próximo ao polo empresarial sul; 
 Melhorar infraestrutura no Distrito Industrial Norte 
A ampliação e a instalação do Distrito Industrial acarretará em diversos 
impactos sociais, ambientais e econômicos para município, impactos positivos e 
também negativos. Tais impactos dependem do tipo e porte de cada indústria, dados 
ainda não disponíveis para análise. 
 
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De qualquer forma, diretrizes e parâmetros já instituídos em Lei delegam 
as obrigatoriedades necessárias para licenciamento ambiental de industrias de 
pequeno, médio e grande porte no município. 
No que diz respeito aos impactos nos serviços de saneamento básico, os 
serviços mais impactados poderão ser: abastecimento de água, coleta de resíduos 
sólidos e esgotamento sanitário. 
Apenas como referência para uma estimativa prévia de impacto a ser 
gerado podem ser considerados as seguintes referências: 
Consumo de água – Conforme Creder (1995) estima-se que no setor 
industrial o consumo de água esteja pré-definido da seguinte forma (a) 
 
Tabela 4-12 - Consumo médio de água por tipo de prédio. 
Prédio Consumo (litros/dia) Unidade 
Fábricas (uso pessoal) 70 a 80 Operário 
Fábricas com restaurante 100 Operário 
Usinas de Leite 5 Litro de leite 
Matadouros (animas de grande porte 300 Cabeça abatida 
Matadouros (animais de pequeno porte) 150 Cabeça abatida 
Fonte: CREDER, 1995. 
 
Esgotamento Sanitário – A geração de esgoto pode ser estimada 
considerando 80% do consumo de água. No caso de empreendimentos industriais, há 
de se considerar demais efluentes gerados durante o processo industrial. 
Resíduos Sólidos –Conforme dados da SEMDUH estima-se que no 
município o índice de geração de resíduos per capita seja de 0,6 Kg. Este valor pode 
ser utilizado para estimar os resíduos gerados pelos funcionários das indústrias. Além 
destes resíduos outros específicos poderão ser gerados conforme produção da 
empresa. Dependendo dos materiais utilizados, os resíduos devem ter tratamento 
adequado e ser encaminhado para aterros industriais. 
4.10.1.4.4.4. Setor Terciário 
 
As atividades ligadas ao setor da economia predominam em Teresina 
e possuem influência decisiva para a composição do PIB e da massa salarial, em 
especial as atividades ligadas ao setor público. 
 
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A Tabela 4-13 demonstra crescimento das empresas em Teresina no 
período de 2009 a 2011. 
 
Tabela 4-13 - Teresina: Estatísticas do cadastro central de empresas. 
TIPOS 
ANO 
2009 2010 2011 
Número empresa atuantes 15.783 16.582 16.922 
Número de unidades locais 16.989 17.860 18.279 
Fonte: IBGE Cidades, Cadastro Central de Empresas, 2013. 
Essa tendência de crescimento do setor terciário vem se reafirmando após 
o processo de requalificação do centro de Teresina e na expansão de unidades de 
empresas em outros bairros, concentrando uma grande atividade comercial voltada 
para o comércio tanto popular, quanto para o elitizado nos bairros de classe média-
alta. 
O serviço educacional de nível superior tem atraído alunos vindos do 
interior do Piauí e de outros Estados. Atualmente, uns números expressivos de vagas 
são ofertadas em cursos de ciências médicas, da natureza, exatas e humanas, 
qualificando pessoas e movimentando a economia da capital. 
O serviço voltado para a saúde tem atraído demandas do interior do Piauí, 
Maranhão, Pará, Amapá, Norte de Tocantins e oeste do Ceará. As principais causas 
que favorecem Teresina como Polo de Saúde são: 
38. Diversidade de serviços, incluindo os de média e alta complexidade; 
39. Facilidade de acesso aos estabelecimentos em sua maioria concentradas na área 
central da capital; 
40. Estrutura logística que permite a permanência na cidade de forma acessível; 
41. Sistema Único de Saúde (SUS) totalmente municipalizado, apoiado por unidades 
de saúde nas diversas regiões da cidade. 
Observa-se, entretanto, a tendência de descentralização desses 
serviços nos últimos anos através da criação de unidades de saúde em outros bairros. 
Quanto ao turismo, Teresina não apresenta belezas cênicas 
características de uma cidade turística. Não se localiza no litoral e nem é dotada de 
um patrimônio histórico relevante. Também, não se percebe algo que é fundamental 
para o desenvolvimento do turismo, que é uma forte identidade cultural - na qual o 
 
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folclore, a dança e a música regional são elementos atrativos de turistas como 
acontece, por exemplo, em São Luís, Salvador e Recife. 
Entretanto, por não ter características próprias de uma cidade 
turística, Teresina tem sido considerada uma capital apropriada para a realização de 
eventos regionais, nacionais e, até mesmo, internacionais, por entidades de classe, 
instituições de saúde, governamentais, educacionais, filantrópicas e culturais. A 
logística é composta por 88 auditórios, com capacidade para recepcionar 14 mil 
pessoas, fato que possibilita a realização de pequenos e médios eventos 
simultaneamente e a capacidade de hospedagem é de, aproximadamente, 3.200 
leitos entre hotéis, pousadas e flats. 
Por outro lado, eventos de grande porte deixam de ser realizados em 
Teresina em razão da ausência de estruturas apropriadas como, por exemplo, 
inexistência de um grande auditório com capacidade para receber mais de 2 mil 
participantes, como também estruturas para apoiar a realização. A Prefeitura 
Municipal de Teresina tem priorizado o incentivo aos pequenos empreendimentos 
através de programas como o Fundo de Geração de Emprego e Renda - FUNGER, 
atualmente denominado de Banco Popular, com a construção de centros de produção, 
ampliação da rede de lavanderias e de hortas comunitárias, polo cerâmico do bairro 
Poti Velho e o apoio na constituição de associações e cooperativas. 
Com estas iniciativas, municipais e federais, grande parte dos 
empreendimentos individuais informais existentes no início dos anos 2000 passou a 
ser coletiva. São esses os Empreendimentos Econômicos Solidários, caracterizados 
pela autogestão, autonomia, solidariedade, cooperação, dentre outros. 
O gráfico 4.9 demonstra a evolução destes empreendimentos 
registrados no Sistema Nacional de Economia Solidária. 
 
 
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Gráfico 4-9 - Teresina: Número de Empreendimentos Econômicos Solidários 
 
Fonte: PMT/Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação – Teresina 2000 a 2010. 
Diagnóstico, Avanços e Desafios, 2013. 
 
4.10.1.4.5. - Oportunidades do Futuro 
Apesar do esforço do Poder Público em elevar os indicadores de 
desenvolvimento econômico, Teresina possui uma estrutura produtiva que não 
favorece o efeito multiplicador na economia no sentido de gerar unidades produtivas 
que complementem as existentes. 
Na Tabela 4-14 a seguir estão descritas as atividades econômicas 
mais expressivas do município e os entraves para a consolidação de uma forte cadeia 
produtiva. Simultaneamente, indica investimentos que poderão alavancar e agregar 
valores aos segmentos indicados. 
 
Tabela 4-14 - Dificuldades e oportunidades 
DIFICULDADE OPORTUNIDADE 
Importação da maioria dos produtos 
hortifrutigranjeiros 
Existência de um amplo mercado consumidor de 
hortifrutigranjeiros. A representatividade da zona 
rural, em 85% da área total do município, indica 
a existência de espaço suficiente para a 
produção 
Importação de matéria prima de outros 
Estados e/ou Regiões do Brasil, o que 
eleva o custo de produção, em especial 
as relacionadas com o segmento de 
confecções 
Instalação de indústrias têxteis e de outros itens 
relacionados ao segmento de confecções 
Pouca visibilidade da economia local, 
em especial no setor da saúde 
Instalação de unidades de produção de 
medicamentos, produtos ortopédicos, materiais 
de uso hospitalar e outros itens relacionados 
 
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Baixa qualificação da mão de obra local Proporcionar a capacitação da mão de obra em 
todos os setores da economia, como estratégia 
para melhorar a satisfação profissional e 
pessoal, fato que reflete positivamente na 
produtividade, qualidade do produto/serviço 
gerado e nas relações humanas 
Infraestrutura deficiente com ênfase na 
recepção de eventos 
Instalação de estrutura para turismo de grandes 
eventos e de negócios. Existe a carência de 
auditório com capacidade para mais de 2 mil 
pessoas, empresas de locação de 
equipamentos, de estruturas para grandes 
eventos e de cerimonial 
Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria 
4.10.1.4.6. - Renda Familiar 
Na Tabela 4-15 observa-se a distribuição de renda familiar mensal por 
faixa de salário mínimo num total de 694.148 pessoas. 
 
Tabela 4-15 - Renda Familiar Mensal por Faixa de Salário Mínimo 
Pessoas com mais 
de 10 anos de idade, 
por classe de 
rendimento nominal 
mensal 
Intervalo de Salário Mínimo 
0-1 1-2 2-3 3-5 5-10 10-20 +20 
Sem 
Rend. 
 
Número de Pessoas 
 
 
233.432115.147 
 
36.376 
 
32.905 
 
27.317 
 
12.182 
 
6.271 
 
230.518 
Fonte: IBGE, 2010. 
 
4.10.1.4.7. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM 
Calculado com base no Censo do IBGE, o Índice de Desenvolvimento 
Humano Municipal leva em consideração três componentes: 
 Expectativa de vida ao nascer: medida pela esperança de vida ao nascer, 
em anos; 
 Educação: acesso ao conhecimento é medido pelo percentual da população, 
em diferentes faixas etárias, com frequência até o ensino médio completo; 
 Renda per capita: padrão de vida, medido pela renda mensal per capita. 
A escala para a medição do IDHM possui 05 faixas e quanto mais 
próximo de 1, mais o município é desenvolvido: 
 Muito Baixo – entre 0 e 0,499; 
 Baixo – entre 0,500 e 0,599; 
 Médio – entre 0,600 e 0,699; 
 
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 Alto – entre 0,700 a 0,799; 
 Muito Alto – maior que 0,800. 
Apesar da economia de Teresina não ter tido o mesmo desempenho das 
demais capitais do Nordeste e de possuir um dos menores PIB do país, alguns 
indicadores sociais, como o índice geral de educação e saúde que ocupa a 4ª posição 
e com o melhor índice em mortalidade infantil, surpreendem (Tabela 4-16). 
Possivelmente, estes resultados sejam frutos dos investimentos alocados pela 
Prefeitura Municipal nos bairros de periferia de Teresina desde 1986, com ações de 
melhoria habitacional, construção de escolas e pré-escolas, postos de saúde e 
hospitais, a exemplo do Programa Vila-Bairro. 
 
Tabela 4-16 - IDHM – Teresina 
Ano IDHM Ranking IDHM Renda IDHM Longevidade IDHM Educação 
1991 0,509 659º 0,606 0,708 0,308 
2000 0,620 1173º 0,664 0,734 0,488 
2010 0,751 526º 0,731 0,820 0,707 
Fonte: Atlas Brasil - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, 2013. 
 
4.10.1.5. Clima 
4.10.1.5.1. Temperatura do ar 
A temperatura média ao longo do ano no município de Teresina, assim 
como, em toda a região nordeste, sofre poucas alterações. Este fenômeno ocorre 
devido ao Estado do Piauí estar localizado próximo à linha do Equador, onde a 
incidência da radiação solar intensifica o calor sobre a região de Teresina no decorrer 
do ano. De acordo com Castelo Branco (2003), com a proximidade do município à 
linha do Equador, os raios solares atingem a cidade com o ângulo muito próximo a 
90°, o que permite uma intensa radiação e elevadas temperaturas, durante a maior 
parte do ano. 
No que diz respeito à temperatura média em Teresina, a temperatura 
mais elevada ocorre no mês de outubro, quando a máxima é de 36,5ºC e a mínima no 
mês de julho, a 20,4ºC. A temperatura média ao longo do ano é de 27,3ºC. (Gráfico 
4-10 ) 
 
 
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Gráfico 4-10 - Teresina: temperaturas máximas, médias e mínimas mensal 
 
Fonte: Lima, M.G., 2013. 
4.10.1.5.2. Meteorologia 
Os dados históricos da meteorologia de Teresina, em um intervalo de 
95 anos, compreendido pelo período de 1914 a 2009 e demonstrados no Gráfico 4-11, 
apresentam o menor valor de temperatura, no ano de 1929, e o maior valor, em 1997. 
 
Gráfico 4-11 - Teresina: temperatura média anual - período de 1914 a 2009. 
Fonte: PMT/ Plano Diretor de Drenagem Urbana de Teresina – PDDrU, 2010. 
Em Teresina, as estações não apresentam definições e nem 
características típicas das quatro estações do ano, como ocorre nas regiões Sul e 
 
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Sudeste do país. Este comportamento acontece, segundo a classificação de Köppen, 
pelo clima da cidade de Teresina pertencer ao tipo Tropical-Equatorial com chuvas de 
verão, e outono, quando o mês mais frio apresenta temperaturas acima de 18°C. 
4.10.1.5.3. Séries Históricas de Dados Meteorológicos e 
Pluviométricos, com médias anuais e ocorrências de 
precipitações intensas e estiagens prolongadas 
4.10.1.5.3.1. Precipitação média mensal e anual em 
Teresina 
O Nordeste brasileiro, assim como o Estado do Piauí, tem 
característica de clima semiárido, portanto, apresenta grande variabilidade temporal e 
espacial da precipitação anual e alta taxa de evaporação, o que deixa a região 
vulnerável aos efeitos das cheias e fortes estiagens. 
Analisando o Gráfico 4-12, referente à precipitação média mensal de 
Teresina, observa-se que o mês de março apresenta maior média, com 321 mm, e 
abril com altura de precipitação média de 247 mm No entanto, o mês de julho 
apresentou o menor índice médio de precipitação que foi de 8 mm, demonstrando 
assim ser o mês mais seco. A precipitação média anual acumulada em Teresina ficou 
em 1.332 mm, apesar da irregularidade do regime de distribuição. 
Gráfico 4-12 - Teresina: precipitação média mensal no período de 1914 a 2009 
 
Fonte: PMT/Plano Diretor de Drenagem Urbana de Teresina – PDDrU, 2010. 
 
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Com base na média anual ilustrada no Gráfico 12, verifica-se que os 
meses considerados úmidos ou chuvosos são os meses de janeiro, fevereiro, março 
e abril, e os mais secos vão de maio a dezembro. Os meses de junho, julho, agosto e 
setembro apresentam os menores níveis de precipitação, abaixo de 20 mm. A partir 
dessas informações, conclui-se que o maior percentual de chuvas concentra-se nos 
primeiros quatro meses do ano. Segundo dados do Plano Diretor de Drenagem 
Urbana de Teresina (PDDrU), esse período representa 75,6% do regime pluviométrico 
anual, restando apenas 24,4% do total de chuvas para os oito meses subsequentes. 
O Gráfico 4-13 mostra a tendência da precipitação média anual que 
ocorreu em Teresina durante 95 anos, de 1914 a 2009. Como se pode observar neste 
gráfico, o comportamento das chuvas é estável, ou seja, sem indícios de redução ou 
elevação da precipitação, ao longo dos anos. 
Gráfico 4-13 - Teresina: Precipitação total e média anual – período: 1914-2009 
Fonte: PMT/Plano Diretor de Drenagem Urbana de Teresina – PDDrU, 2010. 
No decorrer de um século, os anos de 1947 e 1950 destacaram-se 
pelo índice total de chuvas, quando foram registrados, respectivamente, 3.913 mm e 
4.013mm. Dos totais de precipitação mensais relativos aos anos supracitados, o mês 
de março, de ambos os anos, apresentou um índice elevado de chuvas, atingindo um 
total de 1.394 mm, em 1947, e 1.370 mm, em 1950. De acordo com PDDrU, estes 
valores, referentes ao mês de março, estão acima da média anual de 1.332 mm, ou 
seja, em apenas um mês, precipitou o volume médio esperado para o ano todo. 
 
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Em Teresina, as chuvas têm, como peculiaridade, o fato de serem 
rápidas e torrenciais (CEPRO, 2010), causando certa preocupação, principalmente 
pelos seus efeitos potencialmente danosos, quando em excesso. 
As inundações que acontecem na área urbana de Teresina, devido às 
chuvas intensas, ocorrem devido à presença de dois cursos d’água dentro do 
perímetro urbano do município, os rios Poti e Parnaíba. As chuvas intensas, 
normalmente, causam a superelevação dos níveis de água dos corpos hídricos, 
provocando alagamento das várzeas que, com a presença de imóveis e moradias 
nessas regiões, geram o fenômeno conhecido por Cheias Urbanas. 
4.10.1.5.3.2. Umidade relativa do ar de Teresina 
A umidade relativa do ar estádiretamente relacionada à quantidade de 
partículas de água existente no ar. No caso de Teresina, a presença elevada de 
umidade do ar ocorre somente nos primeiros quatro meses do ano, sendo que, nos 
demais meses, o ar da região apresenta pouca umidade. 
Os dados analisados no Gráfico 4-14 são referentes ao período de 1961 a 
1990, quando se registra que, no primeiro semestre do ano, o ar encontra-se 
relativamente úmido. Nesse espaço de tempo, o mês de abril costuma apresentar 
média de umidade mais elevada, com 84%. No segundo semestre, verifica-se uma 
redução acentuada na umidade do ar, com valor de 56%, no mês de setembro, o que 
evidencia a evaporação das partículas d’água elevadas em Teresina. 
 
 
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Gráfico 4-14 - Umidade relativa média mensal e anual em Teresina. 
Fonte: PMT/ Plano Diretor de Drenagem Urbana de Teresina – PDDrU, 2010. 
Segundo o PDDrU, essa variação da umidade do ar, entre os semestres, 
ocorre devido à oscilação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), que 
intensifica a convecção do calor e regula o balanço de umidade sobre o Estado do 
Piauí. 
Nos meses de junho a agosto, mesmo estando no período seco, a 
temperatura é agradável, porém, no período de setembro a dezembro, devido às 
baixas umidades e elevadas temperaturas, o desconforto na população é inevitável. 
4.10.1.5.3.3. Balanço hídrico 
 
O Balanço Hídrico é o volume de água em circulação na atmosfera, para 
um dado intervalo de tempo. Segundo Thornthwaitee Mather (1955), o Balanço 
Hídrico é uma das diversas maneiras de se monitorar o armazenamento de água no 
solo, além de ser um instrumento importante para: i) conhecimento dos efeitos 
antrópicos sobre o meio natural; ii) disponibilidade hídrica; iii) sustentabilidade 
ambiental. Várias escalas espaciais podem ser consideradas, para se calcular o 
Balanço Hídrico, tais como: precipitação, evapotranspiração potencial, condições do 
solo e uso do solo e geologia subterrânea. 
A evapotranspiração é a forma pela qual a água presente na superfície 
terrestre, seja no solo ou em plantas, passa à atmosfera no estado de vapor, cujo 
 
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processo é importantíssimo no Ciclo Hidrológico, em termos globais. Quanto à 
Evapotranspiração Potencial (ETP), entende-se pela perda total de água para a 
atmosfera por evaporação e transpiração, por unidade de tempo, de uma superfície 
extensa completamente coberta de vegetação de porte baixo e bem suprida de água. 
A Evapotranspiração Real ou Efetiva (ETR) é a soma total da transferência de vapor 
para a atmosfera que é evaporada pela superfície e transpirada pelas plantas nas 
condições atuais de parâmetros atmosféricos, umidade do solo e condições da 
cultura. 
Segundo PDDrU, o Balanço Hídrico Climatológico de Teresina foi 
desenvolvido utilizando o método de Thornthwaite e Mather(1955), por ser a técnica, 
tradicionalmente, empregada para estimar a variação do armazenamento de água no 
solo. Com relação aos dados meteorológicos empregados na estimativa do Balaço 
Hídrico, eles fazem referência ao período de 1961 a 1990. Ainda, segundo o PDDrU, 
para o método realizado por Thornthwaite e Mather(1955), a Capacidade de Água 
Disponível (CAD) é um parâmetro fundamental, em que assume-se, como valor de 
referência ,100 mm. 
Na Tabela 4-17, é possível observar os valores médios mensais de 
Evapotranspiração Real, da deficiência hídrica, do excedente hídrico, do 
armazenamento de água no solo, da temperatura e da precipitação. 
Tabela 4-17 - Resultados do Balanço Hídrico para Teresina. 
Fonte: PMT/Plano Diretor de Drenagem Urbana de Teresina – PDDrU, 2010. 
Legenda: 
 
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T = Temperatura 
P = Precipitação 
ETP = Evapotranspiração Potencial 
P-ETP = Diferença entre a coluna precipitação e a Evapotranspiração 
NEG.AC= Negativo acumulado de água no solo 
ARM = Armazenamento de água no solo. 
ALT = Alteração entre o ARM do mês atual e o ARM do mês anterior 
ETR = Evapotranspiração Real 
DEF = Deficiência Hídrica. 
EXC = Excedente Hídrico. 
Os resultados expostos na Tabela 4-17 demonstram a ocorrência de 
déficit hídrico, no período que compreendem os meses de maio a dezembro. O déficit 
máximo foi observado no mês de outubro com -176,1 mm para o município de 
Teresina. 
No entanto, nos meses de janeiro a abril, ocorre o inverso, com o 
volume de chuva maior que a Evapotranpiração, provocando o surgimento da 
reposição das reservas de água do solo. 
Devido ao excedente hídrico, comum nesse período, o solo atinge sua 
capacidade máxima de armazenamento, com 178,6 mm, no mês de fevereiro. 
Verifica-se no Gráfico 4-15 que, nos primeiros cinco meses do ano, 
período considerado úmido e identificado pela cor azul, concentram-se, 
aproximadamente, 81% da água excedente disponível. Os demais meses são 
considerados secos, sendo que, destes, o mês de outubro se destaca como o mais 
seco. 
 
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Gráfico 4-15 - Balanço Hídrico Mensal de Teresina - período de 1961 a 1990. 
 
Fonte: Plano Diretor de Drenagem Urbana de Teresina – PDDrU, 2010. 
4.10.1.5.3.4. Curva de Intensidade versus Período de 
Recorrência 
 
Os problemas ambientais causados pela intensidade das precipitações têm 
preocupado técnicos e administradores ligados, principalmente, à área de 
planejamento e ao uso e ocupação do espaço geográfico, sejam eles, rural ou urbano 
(MELLO et al., 1994). 
De acordo com Lima (1998), os procedimentos estatísticos utilizados para 
os cálculos das precipitações em 24 horas, para todos os períodos de retorno, estão 
descritos, segundo MOLINIER et al (1994). 
 
Ao analisar o Gráfico 4-16, referente às precipitações que ocorrem em 24 
horas, e sua frequência, constata-se um volume total inferior a 47 mm de chuva, em 
um período de 24 horas, quando são esperadas cinco vezes por ano. No entanto, no 
mesmo período, o volume de 91 mm precipitados ocorre somente uma vez a cada 
dois anos. 
 
 
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Gráfico 4-16 - Teresina: precipitação em 24 horas em relação ao período de retorno. 
 
Fonte: Lima, M. G., 2013. 
 
Na Tabela 4-18 referente ao período de retorno das precipitações máximas, 
observam-se que as precipitações mais elevadas acontecem em um curto espaço de 
tempo, ou seja, uma chuva com 178,81 mm, com duração de cinco minutos, ocorre a 
cada dois anos. Já uma precipitação de 352,89 mm, durante os mesmos cinco 
minutos, terá retorno a cada cem anos.(Gráfico 4-17 ) 
 
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Tabela 4-18 - Teresina: intensidades das chuvas máximas (mm/h), conforme tempos 
de retorno e durações, calculadas pela equação IDF (eq. 11), obtida com dados de 
pluviômetro - período: 1914 a 2009. 
 
Fonte: Plano Diretor de Drenagem Urbana de Teresina – PDDrU, 2010. 
Gráfico 4-17 - TERESINA: Curvas de Intensidade-Duração-Frequência (IDF). 
 
Fonte: Plano Diretor de Drenagem Urbana de Teresina – PDDrU, 2010. 
 
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4.10.1.5.3.5. Descrição de fatores especiais de influência 
sobre o clima 
 
A climatologia propõe que as diferenças de relevo, altitude, latitude, 
umidade relativa e a dinâmica das massas de ar, são fatores, diretamente, 
influenciadores no clima de uma região.Enquanto em Teresina, devido à baixa 
altitude, aproximadamente, 100 metros acima do nível do mar e a proximidade à linha 
do Equador, a variação térmica é menor. 
Apesar da presença de dois rios na área urbana de Teresina, a localização 
geográfica do município confere à cidade alguns aspectos intrínsecos, em relação ao 
clima da região, durante o ano todo, principalmente no que se refere à precipitação, 
umidade relativa do ar, ausência de ventos e altas temperaturas. 
São vários, os fatores que afetam o clima de uma cidade, principalmente a 
temperatura, pois o avanço tecnológico, ao longo dos anos, associado ao continuo 
crescimento dos centros urbanos, eleva o índice de áreas construídas, utilizando 
geralmente materiais que absorvem e refletem grande quantidade de calor, como altos 
edifícios, grandes áreas concretadas, vidros e concreto e, também, a elevada 
quantidade de espaços asfaltados. Além das propriedades térmicas do asfalto ou do 
concreto, outro fator que afeta a temperatura está relacionado à baixa umidade do ar, 
devido à redução dos espaços verdes e livres e à baixa evaporação, a partir do solo 
e da vegetação. 
A verticalização das cidades é outro fator de influência, principalmente no 
regime de ventos, pois formam corredores que impedem muitas vezes a circulação 
natural adequada do ar, o que contribui para a sensação de temperatura elevada. 
4.10.1.6. Topografia, Hidrologia e Geologia 
 
A Bacia Hidrográfica do Rio Parnaíba, uma das mais importantes bacias da 
Região Nordeste, apresenta uma área de 331.441 Km², sendo 249.497 Km² no 
território piauiense, 65.492 Km² no Estado do Maranhão, 13.690 Km² no Ceará e, 
ainda, 2.762 Km² de área em litígio entre Piauí e Ceará (Caderno da Região 
Hidrográ ca do Parnaíba - MMA, 2006). 
A Bacia Hidrográfica do Rio Poti, sub-bacia do Rio Parnaíba, compreende 
um território de aproximadamente 50.000 Km², que corresponde a, aproximadamente, 
 
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16% da área total da Bacia do Rio Parnaíba. O Rio Poti tem regime intermitente, 
com vazão média anual de 121 m³/s. 
A formação geológica do Município de Teresina é atribuída às Formações 
Piauí e Fogo, com presença de rochas ígneas, datadas do Período Cretáceo, que 
afloram sob forma de soleiras e diques de diabásio. 
A Formação Piauí, unidade mais antiga, é constituída por arenitos 
calcíferos, siltitos e folhelhos, aflorando ao Sul e ao Norte da cidade próximo ao Rio 
Parnaíba (AGENDA, 2015). Segundo o mesmo documento, a Formação Pedra de 
Fogo, com maior expressão geográfica, é constituída por uma alternância de silexitos, 
arenitos e siltitos, que afloram, frequentemente, nos topos dos baixos planaltos e nas 
encostas mais escarpadas do relevo. 
Estas Formações são atribuídas à Bacia Sedimentar do Piauí-Maranhão e 
ocupam uma área de aproximadamente 600.000 Km², abrangendo grande parte do 
território desses dois Estados, no caso do Piauí, cerca de 80% de seu território estão 
incluídos nesta bacia. 
Quanto à geomorfologia, o território teresinense é caracterizado por 
estruturas monoclinais e homoclinais, que abrangem camada de sedimentos, com 
leves inclinações, formando uma topografia tubular e assimétrica (Teresina: Banco de 
Dados, 2011). 
O relevo do município conta com uma das mais baixas altitudes do Estado 
(100-150m), formando uma área de chapada com relevo plano e suaves ondulações. 
(Figura 4-3) 
A vegetação predominante em Teresina é a típica de Cerrado, com 
cobertura vegetal de médio porte e densa. Faz-se presente, também, na área do 
município, a vegetação de matas e de coqueirais que servem de matéria prima para 
diversas atividades. 
 
 
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Figura 4-3 - Mapa topográfico de Teresina 
 
Fonte: SRTM. Org.: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013 
 
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Os solos de Teresina são dos tipos Latossolos Amarelo e Podzólicos 
Vermelho – Amarelo, caracterizados pela forte acidez, pouca fertilidade e baixo nível 
de nutrientes. Há ainda, em menor escala, os solos do tipo Brunizem Avermelhado, 
com alto teor de argila, baixo nível de acidez e elevado nível nutricional (PERFIL DE 
TERESINA: Econômico, Social, Físico e Demográfico (2010). 
Devido à posição geográfica, no Município de Teresina, a incidência dos 
raios solares é intensa durante todo o ano. Teresina apresenta clima tropical, 
subúmido, com temperaturas elevadas durante todo o ano, variando entre 22,0ºC a 
40,0ºC. 
A umidade relativa média do ar tem, os meses de fevereiro e março, como 
os de maior umidade do ar, e agosto a outubro, com as menores quantidades. 
O período de chuvas em Teresina ocorre praticamente em seis meses do 
ano, nos quais, a média anual de precipitação pluviométrica fica em torno de 1.365 
mm, tendo março como o mês com maior intensidade de chuvas, registrando 
precipitação de 335,5mm. 
O regime de chuvas de Teresina é predominantemente torrencial, 
decorrente das condições da circulação regional das massas de ar que definem as 
variações da posição do CIT (Convergência Intertropical), que se caracterizam pelo 
encontro das massas de ar Norte, Equatorial Continental e a Massa Atlântica. No 
município, ocorrem, também, chuvas convectivas, que geralmente caem de forma 
pontuada e descontínua no espaço (PERFIL DE TERESINA: Econômico, Social, 
Físico e Demográfico, 2010). 
O município conta com dois importantes mananciais superficiais, o Rio 
Parnaíba, principal rio piauiense que apresenta regime perene em todo o seu curso e 
recebe contribuições de vários tributários importantes e do lençol freático, desde sua 
nascente até a foz e o Rio Poti, um dos principais tributários do Rio Parnaíba de regime 
considerado intermitente, apresentando uma vazão média anual de 121 m3/s 
(AGENDA 2015). Segundo Moraes (2000), calcula-se que o Rio Parnaíba, em período 
chuvoso, despeje no mar um volume médio diário de 433 milhões de metros cúbicos 
de água. 
Na área urbana de Teresina, existe ainda a presença de vários riachos e 
uma centena de lagoas de médio e pequeno portes que drenam a região, sendo todos 
afluentes dos rios Parnaíba e Poti (AGENDA 2015). 
 
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Teresina, além de situar-se em uma região privilegiada em recursos 
hídricos, é permanentemente alimentada por águas subterrâneas provenientes de 
excelentes aqüíferos, dos quais, provem água, em geral, de muito boa qualidade. 
As matas de galeria localizadas no território municipal apresentam 
grande variedade de espécies vegetais representativas de áreas de transição. 
O Município de Teresina está localizado em uma área de contato das 
formações vegetais dos tipos floresta subcaducifólia, cerrado e caatinga, e, na área 
urbana do município, predomina a floresta subcaducifólia mesclada de babaçu. 
É significativa, a população de espécies da fauna silvestre que, ainda, 
habita os pontos de vegetação nativa da cidade, formada, geralmente, por pequenos 
roedores e aves. 
 
4.10.1.7. Descrição dos sistemas públicos existentes

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