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MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br I MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br II PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA CNPJ 06.554.860/0003-64 Praça Marechal Deodoro, nº 860- Palácio da Cidade Teresina ● 64001-070 Teresina - PI ● Tel. (86) 3215 7512 FIRMINO DA SILVEIRA SOARES FILHO Prefeito Municipal RONNEY WELLINGTON MARQUES LUSTOSA Vice-Prefeito Municipal WASHINGTON BONFIM Secretário Municipal de Planejamento ERICK ELYSIO REIS AMORIM Diretor Presidente do Serviço Municipal de Águas e Esgotos Secrem Realce MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br III CONSULTORIA CONTRATADA DRZ GEOTECNOLOGIA E CONSULTORIA S/S LTDA. CNPJ: 04.915.134/0001-93 • CREA-PR Nº 41972 Avenida Higienópolis, 32,4° andar, Centro. Tel.: 43 3026 4065 - CEP 86020-080 - Londrina-PR Home: www.drz.com.br • e-mail: drz@drz.com.br DIRETORIA: Agostinho de Rezende - Diretor Geral Rubens Menoli - Diretor Institucional José Roberto Hoffmann - Eng. Civil e Diretor Técnico RESPONSÁVEIS TÉCNICOS: José Roberto Hoffmann - Engenheiro Civil - CREA-PR 6125/D Wagner Delano Hawthorne - Engenheiro Civil - CREA-PR 24572/D EQUIPE TÉCNICA MULTIDISCIPLINAR: Agenor Martins Junior - Arquiteto e Urbanista – CAU-RNP 33.181-3 (Coordenador) Antônio Carlos Picolo Furlan – Engenheiro Civil – CREA-PR 15962/D Claudia Leocadio – Assistente Social Demétrius Coelho de Souza – Advogado Letícia Leal Ferreira – Engenheira Ambiental – CREA/PR 132809/D Leandro Frassato Pereira – Advogado – OAB-PR 27275 Paulo Roberto Santana Borges – Economista – CORECON-PR 3192 Carla Maria do Prado Machado - Educadora Ambiental – Educação Ambiental Virginia Maria Dias – Contadora – CRC-PR 064.554/O-3 Agostinho de Rezende Sócio Administrador CRA-PR 6.459 Wagner Delano Hawthorne Engenheiro Civil CREA-PR 24572/D MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br IV SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO ...................................................................................................... 53 2. PLANO DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL ................................................................... 54 2.1 OBJETIVO GERAL....................................................................................................... 54 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ......................................................................................... 54 2.3 - METAS ...................................................................................................................... 54 2.4 METODOLOGIA ........................................................................................................... 55 2.4.1 ESTRUTURAÇÃO ...................................................................................................... 55 2.5 ETAPAS ....................................................................................................................... 58 2.6 - AGENDAS E CRÔNOGRAMAS ................................................................................ 62 2.7 ATIVIDADES ................................................................................................................ 65 2.7.1 REUNIÃO COM O COMITÊ DE COORDENAÇÃO E EQUIPE MUNICIPAL ............... 65 2.7.2 ATA: REUNIÃO TÉCNICA .......................................................................................... 66 2.7.3 SEMINÁRIO MUNICIPAL DE SENSIBILIZAÇÃO ........................................................ 69 2.7.4 FÓRUNS REGIONAIS ................................................................................................ 79 2.7.5 FÓRUM MUNICIPAL DO PMSB ................................................................................. 84 2.7.6 CONSULTAS PÚBLICAS ........................................................................................... 86 2.7.7 PRIMEIRA CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO ...................... 87 2.7.8 AUDIÊNCIA PÚBLICA ................................................................................................ 88 2.8 ATORES SOCIAIS ENVOLVIDOS ............................................................................... 89 2.9 - DIVULGAÇÃO ............................................................................................................ 90 2.10 - DIVULGAÇÃO DOS EVENTOS ........................................................................... 91 2.10.1 - MODELOS PARA A DIVULGAÇÃO ....................................................................... 93 2.11 DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS ................................................................... 101 3. PLANO DE TRABALHO..................................................................................... 101 3.1 - OBJETIVOS ............................................................................................................. 101 3.2 METODOLOGIA E ETAPAS DE TRABALHO ............................................................ 104 3.3 - ABRANGÊNCIA DO TRABALHO ............................................................................ 107 3.4 - DESCRIÇÕES DAS ETAPAS PREVISTAS PARA O PLANO ................................. 111 3.4.1 ETAPA 1 – PLANO MOBILIZAÇÃO SOCIAL ............................................................ 111 3.4.2 ETAPA 2 - DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO LOCAL DO SANEAMENTO BÁSICO ... 113 3.4.3 ETAPA 3 - PROGNÓSTICOS E ALTERNATIVAS PARA A UNIVERSALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS, CONDICIONANTES, DIRETRIZES, OBJETIVOS E METAS ......................... 114 3.4.4 ETAPA 4 - CONCEPÇÃO DE PROGRAMAS, PROJETOS E AÇÕES NECESSÁRIAS PARA ATINGIR OS OBJETIVOS E METAS PARA A UNIVERSALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS. DEFINIÇÃO DAS AÇÕES PARA EMERGÊNCIA E CONTINGÊNCIA ............................... 116 3.4.5 ETAPA 5 - MECANISMOS E PROCEDIMENTOS PARA A AVALIAÇÃO SISTEMÁTICA DA EFICIÊNCIA, EFICÁCIA E EFETIVIDADE DAS AÇÕES DO PMSB ............................ 117 3.4.6 ETAPA 6 - RELATÓRIO FINAL DO PMSB ............................................................... 117 3.5 CRÔNOGRAMA FÍSICO E FINANCEIRO .................................................................. 118 3.6 EQUIPE ...................................................................................................................... 120 4. DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO DO SANEAMENTO BÁSICO. ........................ 129 4.1 OBJETIVO GERAL..................................................................................................... 129 4.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ....................................................................................... 129 4.3 DIRETRIZES GERAIS ADOTADAS ........................................................................... 130 4.4 DIRETRIZES GERAIS ................................................................................................ 130 4.5 DIRETRIZES DO ABASTECIMENTO DE ÁGUA ....................................................... 131 4.6 DIRETRIZES DOESGOTAMENTO SANITÁRIO ....................................................... 132 4.7 DIRETRIZES DA LIMPEZA URBANA E MANEJO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS ........ 133 4.8 DIRETRIZES DA DRENAGEM E MANEJO DE ÁGUAS PLUVIAIS ........................... 134 4.9 METODOLOGIA ......................................................................................................... 134 4.10 CARACTERIZAÇÃO GERAL DO MUNICÍPIO, ASPECTOS SOCIOECONÔMICOS, CULTURAIS E AMBIENTAIS ............................................................................................ 136 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br V 4.10.1 LOCALIZAÇÃO, PERFIS SOCIOECONÔMICOS, SOLO, CLIMA, POPULAÇÃO... 136 4.10.1.1. Caracterização da área de planejamento ........................................................ 136 4.10.1.2. Demografia ..................................................................................................... 139 4.10.1.2.1. População ................................................................................................... 139 4.10.1.1.2 Demografia por gênero e faixa etária ................................................................. 142 4.10.1.1.3 Fluxo migratório ................................................................................................. 143 4.10.1.1.4 Densidade Demográfica ..................................................................................... 145 4.10.1.1.5 - Saneamento .................................................................................................... 145 4.10.1.1.6 Projeção de crescimento populacional ............................................................... 146 4.10.1.3. Acessos .......................................................................................................... 151 4.10.1.4. Perfil Socioeconômico .................................................................................... 152 4.10.1.4.1. Economia .................................................................................................... 152 4.10.1.4.2. Produto Interno Bruto – PIB ........................................................................ 152 4.10.1.4.3. Emprego e Renda ....................................................................................... 153 4.10.1.4.4. Setores da Economia .................................................................................. 155 4.10.1.4.4.1. Setor primário .............................................................................. 155 4.10.1.4.4.2. Setor Secundário ......................................................................... 155 4.10.1.4.4.3. Expansão industrial e saneamento básico ................................... 156 4.10.1.4.4.4. Setor Terciário ............................................................................. 157 4.10.1.4.5. - Oportunidades do Futuro .......................................................................... 160 4.10.1.4.6. - Renda Familiar ......................................................................................... 161 4.10.1.4.7. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM .............................. 161 4.10.1.5. Clima .............................................................................................................. 162 4.10.1.5.1. Temperatura do ar ...................................................................................... 162 4.10.1.5.2. Meteorologia ............................................................................................... 163 4.10.1.5.3. Séries Históricas de Dados Meteorológicos e Pluviométricos, com médias anuais e ocorrências de precipitações intensas e estiagens prolongadas .......................... 164 4.10.1.5.3.1. Precipitação média mensal e anual em Teresina ......................... 164 4.10.1.5.3.2. Umidade relativa do ar de Teresina ............................................. 166 4.10.1.5.3.3. Balanço hídrico ............................................................................ 167 4.10.1.5.3.4. Curva de Intensidade versus Período de Recorrência ................. 170 4.10.1.5.3.5. Descrição de fatores especiais de influência sobre o clima ......... 173 4.10.1.6. Topografia, Hidrologia e Geologia ................................................................... 173 4.10.1.7. Descrição dos sistemas públicos existentes ................................................... 177 4.10.1.7.1. - Saúde ....................................................................................................... 177 4.10.1.7.1.1. Infraestrutura de Saúde ............................................................... 178 4.10.1.7.1.2. Indicadores de Saúde .................................................................. 179 4.10.1.7.1.3. Cobertura Vacinal ........................................................................ 181 4.10.1.7.2. Educação .................................................................................................... 181 4.10.1.7.2.1. Ensino Superior ........................................................................... 183 4.10.1.7.2.2. Instituições de Ensino Superior Pública ....................................... 183 4.10.1.7.2.3. Instituições de Ensino Superior Privada ...................................... 183 4.10.1.7.3. - Sistema Público de Saneamento Básico ................................................... 184 4.10.1.7.4. - Esgotamento Sanitário .............................................................................. 186 4.10.1.7.5. Coleta e Disposição de Resíduos Sólidos ................................................... 186 4.10.1.7.6. Pavimentação ............................................................................................. 187 4.10.1.7.7. Energia Elétrica ........................................................................................... 188 4.10.1.7.8. Transporte .................................................................................................. 189 4.10.1.7.8.1. Transporte Coletivo – Ônibus ...................................................... 189 4.10.1.7.8.2. Transporte Coletivo - Pré Metrô ................................................... 189 4.10.1.7.8.3. Transporte Ferroviário ................................................................. 189 4.10.1.7.8.4. Transporte Aéreo ......................................................................... 190 4.10.1.7.9. Habitação .................................................................................................... 190 4.10.1.7.10. Telefonia ..................................................................................................... 191 Secrem Nota 4.10.1.2.2null4.10.1.2.3null4.10.1.2.4null4.10.1.2.5null4.10.1.2.6null MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br VI 4.10.1.7.11. Comunicação .............................................................................................. 191 4.10.1.7.12. Segurança .................................................................................................. 192 4.10.1.8. Condições Sanitárias ...................................................................................... 194 4.10.1.8.1. Ocorrência de doenças de veiculação hídrica ............................................. 197 4.10.1.8.2. Problemas relacionados com o saneamento básico ................................... 199 4.10.1.8.3. Séries históricas de indicadoressobre número de óbitos de 0 a 5 anos de Idade e Taxa de Mortalidade Infantil causados por falta de saneamento adequado .................... 200 4.10.1.9. Identificação e descrição da infraestrutura social da comunidade ................... 200 4.10.1.9.1. Postos de Saúde ......................................................................................... 200 4.10.1.9.2. Igrejas ......................................................................................................... 201 4.10.1.9.3. Escolas ....................................................................................................... 201 4.10.1.9.4. Associações ................................................................................................ 202 4.10.1.9.5. Cemitério .................................................................................................... 202 4.10.1.10. Identificação e descrição da organização social da comunidade .................... 203 4.10.1.11. Descrição de práticas de saúde e saneamento ............................................... 207 4.10.1.11.1. Práticas de Saúde ....................................................................................... 207 4.10.1.11.2. Práticas de Saneamento ............................................................................. 209 4.10.1.12. Identificação das principais carências de planejamento físico territorial que resultaram em problemas evidentes de ocupação territorial desordenada ......................... 210 4.10.1.13. Informações sobre a dinâmica social onde serão identificados e integrados os elementos básicos que permitirão a compreensão da estrutura de organização da sociedade e a identificação de atores e segmentos setoriais estratégicos, a serem envolvidos no processo de mobilização social para a elaboração e a implementação do plano ............... 210 4.10.1.13.1. Instituições Públicas Federais ..................................................................... 211 4.10.1.13.2. Instituições Públicas Estaduais ................................................................... 211 4.10.1.13.3. Instituições Públicas Municipais .................................................................. 212 4.10.1.13.4. Instituições Privadas ................................................................................... 212 4.10.1.13.5. Sociedade civil organizada ......................................................................... 212 4.10.1.13.6. Sociedade Interessada ............................................................................... 212 4.10.1.14. Descrição dos indicadores de educação e do nível educacional da população, por faixa etária 212 4.10.1.14.1. Indicadores da Educação ............................................................................ 212 4.10.1.14.2. Matrículas ................................................................................................... 213 4.10.1.14.3. Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) ............................ 215 4.10.1.14.4. Indicadores Educacionais do MEC .............................................................. 216 4.10.1.14.5. Nível educacional da população, por faixa etária ........................................ 217 4.10.1.15. Identificação e avaliação da capacidade do sistema educacional, formal e informal, em apoiar a promoção da saúde, qualidade de vida da comunidade e salubridade do município 218 4.10.1.16. - Identificação das áreas de proteção ambiental e identificação de áreas de fragilidade sujeitas à inundação ou deslizamento .............................................................. 220 4.10.1.16.1. Identificação das áreas de proteção ambiental: .......................................... 220 4.10.1.16.2. Praças ........................................................................................................ 226 4.10.1.17. Identificação de áreas de fragilidade sujeitas à inundação ou deslizamento: .. 227 4.10.1.17.1. Inundação ................................................................................................... 227 4.10.1.17.2. Deslizamento .............................................................................................. 232 4.10.1.18. Identificação e avaliação do sistema de comunicação local ............................ 234 4.10.2. CARACTERÍSTICAS URBANAS, TENDÊNCIAS DE EXPANSÃO, PERFIS INDUSTRIAIS .................................................................................................................... 235 4.11. ASPECTOS INSTITUCIONAIS ............................................................................ 237 4.11.1. LEGISLAÇÃO, ESTRUTURA ORGANIZACIONAL, NORMAS DE REGULAÇÃO, E PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL .................................................................... 237 4.11.1.1. Compilação da legislação vigente ................................................................... 237 4.11.1.1.1Comentário ......................................................................................................... 237 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br VII 4.11.1.2. Legislação Federal ............................................................................................. 237 4.11.1.2.1. Legislação Estadual .................................................................................... 240 4.11.1.2.2. Legislação Municipal ................................................................................... 240 4.11.1.3. Identificação de programas locais de interesse do saneamento básico .......... 241 4.11.1.4. Identificação das redes, órgãos e estruturas de educação formal e não formal e avaliação da capacidade de apoiar projetos e ações de educação ambiental combinados com os programas de saneamento básico................................................................................. 242 4.11.1.5. Identificação e avaliação do sistema de comunicação local e sua capacidade de difusão das informações e mobilização sobre o PMSB ...................................................... 243 4.11.2. ESTUDOS, PLANOS E PROJETOS E AVALIAÇÃO DOS SISTEMAS ................... 245 4.11.2.1. Procedimentos para a avaliação sistemática de efetividade, eficiência e eficácia dos serviços prestados ...................................................................................................... 245 4.11.3. INSTRUMENTOS E MECANISMOS DE PARTICIPAÇÃO ..................................... 247 4.12. DESENVOLVIMENTO URBANO E HABITAÇÃO ............................................... 249 4.12.1. DESENVOLVIMENTO URBANO ............................................................................ 249 4.12.1.1. Parâmetros de uso e ocupação do solo .......................................................... 250 4.12.1.1.1. - Uso do solo ............................................................................................... 250 4.12.1.1.2. - Ocupação do Solo .................................................................................... 252 4.12.1.2. Definição do Perímetro Urbano da sede e dos distritos do Município ............. 252 4.12.1.2.1. - As Zonas Residenciais ............................................................................. 253 4.12.1.2.2. - As Zonas Comerciais ................................................................................ 255 4.12.1.2.3. A Zona de Serviço ...................................................................................... 257 4.12.1.2.4. As Zonas Industriais ................................................................................... 258 4.12.1.2.5. As Zonas Especiais ....................................................................................259 4.12.1.2.6. - As Zonas de Preservação ......................................................................... 261 4.12.1.2.7. Definição das Zonas Especiais de Interesse Social – ZEIS......................... 262 4.12.1.3. Identificação da ocupação irregular em Áreas de Preservação Permanente – APPs 264 4.12.1.4. Definições de zoneamento como: áreas de aplicação dos instrumentos de parcelamento e edificação compulsórios e áreas para investimento em habitação de interesse social e por meio do mercado imobiliário. .......................................................................... 264 4.12.1.4.1. - A Aplicação das Leis de Uso, Parcelamento e Ocupação do Solo ............ 265 4.12.1.5. Identificação da situação fundiária e eixos de desenvolvimento da cidade, bem como de projetos de parcelamento e/ou urbanização ........................................................ 266 4.12.2. - HABITAÇÃO ......................................................................................................... 268 4.12.2.1. Organização institucional e objetivos do Plano e seus programas e ações ..... 268 4.12.2.1.1. - Marcos legais............................................................................................ 268 4.12.2.2. Estrutura administrativa .................................................................................. 269 4.12.2.3. Assentamentos precários e informais ............................................................. 269 4.12.2.4. Quadro da oferta de áreas para o uso habitacional ........................................ 271 4.12.2.5. Quadro da demanda habitacional ................................................................... 272 4.13. MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS ...................................................... 274 4.13.1. BACIAS HIDROGRÁFICAS .................................................................................... 274 4.13.1.1. Uso e oferta da água ...................................................................................... 284 4.13.2. DEGRADAÇÃO AMBIENTAL, CONDIÇÕES DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS E USO DA ÁGUA ............................................................................................ 287 4.13.2.1. Condições de gestão dos recursos hídricos .................................................... 287 4.13.2.1.1. Recursos Ambientais e Sociedade Local .................................................... 289 4.14. SAÚDE................................................................................................................. 291 4.14.1. SITUAÇÃO DE SAÚDE DA POPULAÇÃO NA PERSPECTIVA DO SANEAMENTO 291 4.14.1.1. Morbidade de doenças relacionadas com a falta de saneamento básico, mais especificamente, doenças infecciosas e parasitárias. ........................................................ 291 4.14.1.1.1. Indicadores de Saúde ................................................................................. 293 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br VIII 4.14.1.1.2. Morbidade ................................................................................................... 294 4.14.1.1.3. Mortalidade ................................................................................................. 295 4.14.1.2. Existência e análise do Programa Saúde na Família. ..................................... 297 4.14.1.3. Identificação dos fatores causais das enfermidades e as relações com as deficiências na prestação dos serviços de saneamento básico, bem como as suas consequências para o desenvolvimento econômico e social. ............................................. 299 4.14.2. DAS POLÍTICAS E PLANOS LOCAIS DE SAÚDE ................................................. 304 4.14.2.1. Programas Especiais de Saúde no Município ................................................. 304 4.14.2.2. Aprimoramento do polo de saúde ................................................................... 305 4.15. DIAGNÓSTICO DOS SERVIÇOS DE SANEAMENTO BÁSICO.......................... 307 4.15.1. CARACTERÍSTICAS GERAIS SOBRE O PRESTADOR DE SERVIÇOS DE ÁGUA E ESGOTO ........................................................................................................................ 307 4.15.2. ORGANOGRAMA DA AGESPISA – ESTRUTURA ORGANIZACIONAL ................ 308 4.15.3. ANÁLISE FINANCEIRA .......................................................................................... 309 4.15.4. REGULAÇÃO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA ............................ 311 4.15.5. OUTORGA ............................................................................................................. 312 4.15.6. TARIFAS ................................................................................................................ 317 4.15.6.1. Composição da tarifa praticada pela Agespisa ............................................... 317 4.15.2. DIAGNÓSTICO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA ...................... 321 4.15.2.1. HISTÓRICO ....................................................................................................... 322 4.15.2.2. CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA ............. 324 4.15.3. INDICADORES DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA ................................................. 326 4.15.3.1. População Atendida ........................................................................................ 328 4.15.3.2. Ligações e economias .................................................................................... 335 4.15.3.3. Volume de água tratada, consumida, faturada, micromedida e macromedida 337 4.15.3.4. Perdas de água, consumo médio per capita de água e demanda futura ......... 338 4.15.3.5. Situação atual de Teresina ............................................................................. 342 4.15.4. QUALIDADE DA ÁGUA .......................................................................................... 342 4.15.4.1. Qualidade da água bruta e tratada .................................................................. 345 4.15.5. AVALIAÇÃO DOS SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA .......................... 359 4.15.5.1. Captação ........................................................................................................ 377 4.15.5.2. Coagulação .................................................................................................... 379 4.15.5.3. Floculação ...................................................................................................... 380 4.15.5.4. Decantação .................................................................................................... 381 4.15.5.5. Filtração .......................................................................................................... 382 4.15.5.6. Desinfecção, Fluoretação e Ajuste de ph ........................................................ 383 4.15.5.7. Estações Elevatórias de Água Tratada ........................................................... 384 4.15.5.8. Reservação e Distribuição .............................................................................. 386 4.15.5.9. Centro de Reservação Parque Piauí ............................................................... 389 4.15.5.10. Sistema de Reservação Irmã Dulce ................................................................ 392 4.15.5.11. Centro de Reservação Dirceu Arcoverde ........................................................ 394 4.15.5.12. Centro de Reservação do Jóquei Club ........................................................... 394 4.15.5.13. Centro de Reservação Planalto Uruguai .........................................................396 4.15.5.14. Centro de Reservação Parque da Cidade ....................................................... 396 4.15.5.14.1. SAA Integrado Teresina/Demerval Lobão ................................................... 397 4.15.6. OPINIÃO PÚBLICA ................................................................................................ 404 4.15.6.1. Apresentação dos problemas identificados pela população nas reuniões regionalizadas .................................................................................................................... 404 4.15.6.2. Pesquisa de opinião pública ........................................................................... 414 4.15.7. NECESSIDADE DE INVESTIMENTO PARA ATENDIMENTO DA DEMANDA POPULACIONAL ATUAL E FUTURA ................................................................................ 431 4.15.8. INVESTIMENTOS ATUAIS ..................................................................................... 435 4.15.9. CONSIDERAÇÕES GERAIS DO ABASTECIMENTO DE ÁGUA ............................ 437 4.16. DIAGNÓSTICO DO SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO ...................... 442 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br IX 4.16.2. CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS SISTEMAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO 443 4.16.3. REDE COLETORA ................................................................................................. 448 4.16.4. ESTAÇÃO ELEVATÓRIA DE ESGOTO (EEE) ....................................................... 449 4.16.5. INTERCEPTORES E EMISSÁRIOS ....................................................................... 451 4.16.6. ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO – ETE .............................................. 451 4.16.6.1. Estação de Tratamento de Esgoto Leste (ETE Leste) .................................... 454 4.16.6.2. Estação de Tratamento Norte Pirajá (ETE Pirajá) ........................................... 464 4.16.6.3. Estação de Tratamento de Esgoto Alegria (ETE Alegria) ................................ 468 4.16.7. SISTEMAS INDIVIDUAIS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO ................................. 471 4.16.8. BALANÇO DA GERAÇÃO DE ESGOTO NO MUNICÍPIO ...................................... 481 4.16.9. TARIFAS ................................................................................................................ 484 4.16.10. CLASSIFICAÇÃO DOS CORPOS HÍDRICOS PARA LANÇAMENTOS DOS EFLUENTES ...................................................................................................................... 484 4.16.11. APRESENTAÇÃO DOS PROBLEMAS IDENTIFICADOS PELA POPULAÇÃO NAS REUNIÕES REGIONALIZADAS ........................................................................................ 493 4.16.12. INVESTIMENTOS ATUAIS EM ESGOTO ............................................................ 504 4.16.12.1. Instalação ETE SACI ...................................................................................... 504 4.16.12.2. Ampliação da ETE Pirajá ................................................................................ 504 4.16.12.3. Atualização Geral do Sistema existente .......................................................... 505 4.16.13. CONSIDERAÇÕES GERAIS DO ESGOTAMENTO SANITÁRIO ......................... 506 4.17. DIAGNÓSTICO DO SISTEMA DE LIMPEZA URBANA E MANEJO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS 509 4.17.2. CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS ....................................................................... 510 4.17.3. GERAÇÃO DE RSU - RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS – RESÍDUOS DOMICILIARES MAIS RESÍDUOS DE LIMPEZA PÚBLICA .............................................. 512 4.17.4. CARACTERIZAÇÃO DOS RESÍDUOS DOMICILIARES ........................................ 515 4.17.5. CRESCIMENTO POPULACIONAL E GERAÇÃO PER CAPITA DE RESÍDUOS SÓLIDOS DOMICILIARES ................................................................................................. 516 4.17.6. COLETA CONVENCIONAL .................................................................................... 517 4.17.6.1. Periodicidade e frequência .............................................................................. 519 4.17.6.2. Análise das rotas executadas ......................................................................... 522 4.17.6.3. Equipe e equipamentos disponíveis ................................................................ 531 4.17.6.4. Inclusão Social – O Trabalho dos carroceiros na Coleta Convencional........... 534 4.17.7. ÁREAS DE DISPOSIÇÃO IRREGULAR ................................................................. 534 4.17.8. COLETA DE PENAS E VÍSCERAS ........................................................................ 539 4.17.9. COLETA SELETIVA ............................................................................................... 541 4.17.10. PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ...................................................... 551 4.17.11. COMPOSTAGEM ................................................................................................. 552 4.17.12. GRANDES GERADORES DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS ................................... 553 4.17.13. RESÍDUOS ESPECIAIS ....................................................................................... 554 4.17.13.1. Pilhas e baterias: ............................................................................................ 554 4.17.13.2. Lâmpadas Fluorescentes: ............................................................................... 554 4.17.13.3. Óleos Lubrificantes: ........................................................................................ 555 4.17.13.4. Pneus: ............................................................................................................ 555 4.17.13.5. Embalagens de Agrotóxicos: .......................................................................... 556 4.17.14. LIMPEZA URBANA .............................................................................................. 557 4.17.14.1. Varrição .......................................................................................................... 557 4.17.14.2. Capina e roçagem .......................................................................................... 559 4.17.14.3. Poda e corte de árvores .................................................................................. 561 4.17.14.4. Entulhos de grande volume ............................................................................ 561 4.17.14.5. Limpeza das bocas de lobo e galerias ............................................................ 562 4.17.14.6. Limpeza de Parques ....................................................................................... 562 4.17.14.7. Total de gastos com limpeza pública .............................................................. 564 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br X 4.17.14.8. Considerações a respeito dos serviços de limpeza pública............................. 564 4.17.14.8.1. Serviços de Varrição ................................................................................... 564 4.17.14.8.2. Serviços de Capina e Roçagem, Limpeza de bocas de lobo e galerias ...... 567 4.17.15. RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL ................................................................. 568 4.17.16. RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE ............................................................ 570 4.17.17. SISTEMA DE COLETA NA ÁREA RURAL ...........................................................582 4.17.18. DESTINAÇÃO FINAL DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS ............................ 587 4.17.18.1. Aterro Sanitário ............................................................................................... 591 4.17.19. DEMONSTRATIVO FINANCEIRO COM A LIMPEZA PÚBLICA ........................... 596 4.17.20. ÓRGÃO MUNICIPAL RESPONSÁVEL PELA GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS –SEMDUH 598 4.17.20.1. Organograma – Estrutura Organizacional ....................................................... 598 4.17.20.2. Descrição dos colaboradores .......................................................................... 599 4.17.21. PROJETOS EM ANDAMENTO ............................................................................ 601 4.17.22. CONSIDERAÇÕES GERAIS DE LIMPEZA URBANA E MANEJO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS 605 4.18. DIAGNÓSTICO DA DRENAGEM E MANEJO DAS ÁGUAS PLUVIAIS .............. 607 4.18.2. LEI DE ZONEAMENTO, USO E OCUPAÇÃO DO SOLO URBANO ....................... 609 4.18.3. DRENAGEM NATURAL ......................................................................................... 609 4.18.4. ANÁLISE MORFOMÉTRICA DAS MICROBACIAS E BACIAS HIDROGRÁFICAS NA ÁREA RURAL .................................................................................................................... 619 4.18.5. MACROBACIAS DA ÁREA URBANA ..................................................................... 620 4.18.6. MICROBACIAS SUJEITAS À INUNDAÇÃO ........................................................... 621 4.18.7. BACIAS HIDROGRÁFICAS ÁREA RURAL ............................................................ 622 4.18.8. ANÁLISE LINEAR ................................................................................................... 623 4.18.9. ANÁLISE AREAL .................................................................................................... 624 4.18.10. ANÁLISE HIPSOMÉTRICA .................................................................................. 626 4.18.11. ESTUDOS HIDROLÓGICOS ............................................................................... 630 4.18.11.1. Índices Físicos ................................................................................................ 630 4.18.12. PERMEABILIDADE DOS SOLOS ........................................................................ 632 4.18.12.1. Erosão e fator de erodibilidade ....................................................................... 633 4.18.13. USO E OCUPAÇÃO DO SOLO URBANO – ÁREAS PERMEÁVEIS .................... 637 4.18.14. ANÁLISE DAS VAZÕES ...................................................................................... 645 4.18.14.1. Método para vazão de pico ............................................................................. 649 4.18.14.2. Chuvas Intensas ............................................................................................. 654 4.18.15. INDICADORES DE DRENAGEM ......................................................................... 656 4.18.16. SISTEMAS URBANOS DE DRENAGEM PLUVIAL .............................................. 657 4.18.17. ANÁLISE DE ESTUDOS E PROJETOS TÉCNICOS ANTERIORES .................... 662 4.18.17.1. Projetos em andamento .................................................................................. 664 4.18.17.2. Critérios de prioridade ..................................................................................... 667 4.18.17.3. Valores previstos para execução dos projetos ................................................ 670 4.18.18. APRESENTAÇÃO DOS PROBLEMAS IDENTIFICADOS PELA POPULAÇÃO NAS REUNIÕES REGIONALIZADAS ........................................................................................ 671 4.18.19. ANÁLISE DAS DEFICIÊNCIAS NO SISTEMA DE DRENAGEM DAS ÁGUAS PLUVIAIS DE TERESINA .................................................................................................. 681 4.18.19.1. Área urbana .................................................................................................... 682 4.18.19.2. Área rural ........................................................................................................ 682 5. PROGNÓSTICO E ALTERNATIVAS PARA UNIVERSALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SANEAMENTO BÁSICO E OBJETIVOS E METAS. .................... 683 5.1. FUNDAMENTOS TÉCNICOS ..................................................................................... 683 5.2. FASES E HORIZONTES DE PLANEJAMENTO ........................................................ 684 5.3. - PRINCIPAIS INDICADORES E INTERFACES COM O SANEAMENTO .................. 684 5.4. MODELO DE GESTÃO DOS SERVIÇOS DE SANEAMENTO BÁSICO .................... 685 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XI 5.5. - APLICABILIDADE DAS MODALIDADES DE GESTÃO PARA PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS ........................................................................................................................ 687 5.5.1. EXECUÇÃO DIRETA ................................................................................................ 687 5.5.1.1. Centralizada ......................................................................................................... 687 5.5.1.2. Descentralizada .................................................................................................... 688 5.5.1.2.1. Autarquia municipal ............................................................................................ 688 5.5.1.2.2. Empresa pública ................................................................................................ 688 5.5.1.2.3. Sociedade de economia mista ........................................................................... 689 5.5.2. EXECUÇÃO INDIRETA ............................................................................................ 689 5.5.2.1. Concessão Comum .............................................................................................. 689 5.5.2.2. Permissão ............................................................................................................ 690 5.5.2.3. PPP – Parceria Público Privada ........................................................................... 691 5.5.2.4. Gestão Associada ................................................................................................ 692 5.5.2.5. Subconcessão ...................................................................................................... 693 5.6. - PROJEÇÃO DE DEMANDA DE SERVIÇOS PÚBLICOS DE SANEAMENTO BÁSICO 693 5.6.1. PROJEÇÕES DE DEMANDA PARA O SETOR DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA .. 693 5.6.2. PROJEÇÕES DE DEMANDA O SETOR DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO ............ 697 5.6.3. PROJEÇÕES DE DEMANDA PARA O SETOR DE RESÍDUOS SÓLIDOS .............. 699 5.7. - MODELO DE FISCALIZAÇÃO E REGULAÇÃO OS SERVIÇOS LOCAIS DE SANEAMENTO BÁSICO ................................................................................................... 701 5.8. - ESTIMATIVA DAS DEMANDAS POR SERVIÇOS DE SANEAMENTO BÁSICO PARA TODO O PERÍODO DO PMSB .......................................................................................... 702 5.8.1. ESTIMATIVA PARA OS SERVIÇOS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA ................... 703 5.8.2. ESTIMATIVA PARA OS SERVIÇOS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO .................. 710 5.8.3. ESTIMATIVA PARA OS SERVIÇOS DE COLETA E MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS 711 5.8.4. ESTIMATIVA PARA OS SERVIÇOS DE DRENAGEM DAS ÁGUAS PLUVIAIS ....... 712 5.9. DEFINIÇÃO DE RESPONSABILIDADES DOS SERVIÇOS DE SANEAMENTO BÁSICO TRATADOS NO PMSB ..................................................................................................... 7145.10. ALTERNATIVAS PARA O ATENDIMENTO DAS DEMANDAS DOS 4 EIXOS DOS SERVIÇOS DE SANEAMENTO BÁSICO PARA ATENDIMENTO DAS CARÊNCIAS EXISTENTES, DE ACORDO COM A LEI Nº. 11.445/2007; .............................................. 717 5.10.1. ALTERNATIVA PARA O ATENDIMENTO DA DEMANDA PARA OS SERVIÇOS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO ........................................ 717 5.10.2. ALTERNATIVA PARA O ATENDIMENTO DA DEMANDA PARA OS SERVIÇOS DE COLETA E MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS ............................................................... 721 5.10.3. ALTERNATIVA PARA O ATENDIMENTO DA DEMANDA PARA OS SERVIÇOS DE DRENAGEM DAS ÁGUAS DAS CHUVAS ......................................................................... 726 5.11. OBJETIVOS E METAS PRETENDIDAS COM A IMPLANTAÇÃO DO PMSB ..... 726 5.12. - DESCRIÇÃO DOS OBJETIVOS E METAS PARA O SETOR DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA........................................................................................... 727 5.12.1. OBJETIVO GERAL: ................................................................................................ 727 5.12.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: .................................................................................. 728 5.13. DESCRIÇÃO DOS OBJETIVOS E METAS PARA O SETOR DE COLETA E TRATAMENTO DO ESGOTAMENTO SANITÁRIO ........................................................... 739 5.13.1. - OBJETIVO GERAL: .............................................................................................. 739 5.13.2. - OBJETIVOS ESPECÍFICOS: ................................................................................ 739 5.14. DESCRIÇÃO DOS OBJETIVOS E METAS PARA O SETOR DE DRENAGEM DAS ÁGUAS PLUVIAIS ............................................................................................................. 747 5.14.1. OBJETIVO GERAL: ................................................................................................ 747 5.14.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: .................................................................................. 747 5.15. DESCRIÇÃO DOS OBJETIVOS E METAS PARA LIMPEZA PÚBLICA E MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS ................................................................................................. 755 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XII 5.15.1. TRATAMENTO E DISPOSIÇÃO FINAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS ........................ 755 5.15.1.1. Identificação de áreas favoráveis para à disposição final ambientalmente adequada 755 5.15.1.2. Quanto a área com obras em andamento: ...................................................... 759 5.15.1.3. Quanto a possíveis areas para instalação de aterro sanitário: ........................ 763 5.15.1.4. Identificação das possibilidades de implantação de soluções consorciadas ou compartilhadas com outros municípios, considerando nos critérios de economia de escala, a proximidade dos locais estabelecidos e as formas de prevenção dos riscos ambientais ... 765 5.15.2. - METAS DE REDUÇÃO, REUTILIZAÇÃO, COLETA SELETIVA E RECICLAGEM, ENTRE OUTRAS, COM VISTAS A REDUZIR A QUANTIDADE DE REJEITOS ENCAMINHADOS PARA DISPOSIÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA ........... 769 5.15.3. - RESPECTIVAS MEDIDAS SANEADORAS PARA OS PASSIVOS AMBIENTAIS RELACIONADOS AOS RESÍDUOS SÓLIDOS, INCLUINDO ÁREAS CONTAMINADAS .. 770 5.15.4. - IDENTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS SUJEITOS AO PGRS E DIFERENCIAÇÃO DO PEQUENO E DO GRANDE GERADOR. ....................................... 773 5.15.5. - LOGÍSTICA REVERSA ........................................................................................ 774 5.15.6. PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS E ESPECIFICAÇÕES MÍNIMAS A SEREM ADOTADAS NOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE LIMPEZA URBANA E DE MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS. ...................................................................................................... 777 5.15.6.1. Procedimentos de Responsabilidade do Poder Público .................................. 777 5.15.6.1.1. - Coleta Convencional ................................................................................. 777 5.15.6.1.1.1. Frequência da coleta ................................................................... 777 5.15.6.1.1.2. Dimensionamento da frota e da equipe de trabalho ..................... 778 5.15.6.1.1.3. Número de motoristas: ................................................................ 779 5.15.6.1.1.4. Número de agentes de limpeza: .................................................. 780 5.15.6.1.2. - Considerações quanto a coleta convencional ........................................... 780 5.15.6.1.2.1. Área urbana ................................................................................. 780 5.15.6.1.2.2. Área Rural ................................................................................... 781 5.15.6.1.3. - Coleta Seletiva .......................................................................................... 783 5.15.6.1.3.1. CENÁRIO 1 ................................................................................. 790 5.15.6.1.3.2. CENÁRIO 2 ................................................................................. 791 5.15.6.1.3.3. CENÁRIO 3 ................................................................................. 792 5.15.6.1.3.4. COOPERATIVA DE CATADORES .............................................. 795 5.15.6.1.4. Limpeza Pública .......................................................................................... 801 5.15.6.1.5. Equipamentos de proteção ......................................................................... 805 5.15.7. PROCEDIMENTOS DE RESPONSABILIDADE PRIVADA ..................................... 807 5.15.7.1. Resíduos Industriais ....................................................................................... 807 5.15.7.2. Demais Recomendações: ............................................................................... 808 5.15.7.2.1. Segregação e armazenamento ................................................................... 808 5.15.7.2.2. Transporte .................................................................................................. 809 5.15.7.3. Resíduos de Saúde ........................................................................................ 809 5.15.7.3.1. Coleta, transporte e destinação final ........................................................... 809 5.15.7.3.2. Locais adequados para armazenamento .................................................... 809 5.15.7.3.3. Lixeiras e contêineres adequados ............................................................... 810 5.15.7.3.4. Monitoramento ............................................................................................ 810 5.15.7.3.5. Treinamento e segurança dos funcionários ................................................. 810 5.15.7.4. Resíduos de Construção Civil ......................................................................... 810 5.15.7.4.1. Destinação final .......................................................................................... 811 5.15.7.4.2. Unidades de reciclagem .............................................................................. 812 5.15.7.4.3. - Legislação e gestão municipal .................................................................. 813 5.15.7.5. Resíduos Especiais ........................................................................................ 815 5.15.7.5.1. Pilhas e Baterias ......................................................................................... 815 5.15.7.5.2. Lâmpadas Fluorescentes ............................................................................816 5.15.7.5.3. Óleos Lubrificantes e Graxas ...................................................................... 816 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XIII 5.15.7.5.4. Pneus ......................................................................................................... 817 5.15.7.5.5. Embalagens de agrotóxicos ........................................................................ 818 5.15.7.5.6. Eletroeletrônicos ......................................................................................... 819 5.15.8. INDICADORES DE DESEMPENHO OPERACIONAL E AMBIENTAL .................... 823 5.15.9. - PROGRAMAS E AÇÕES DE CAPACITAÇÃO TÉCNICA ..................................... 823 5.15.10. - PROGRAMAS E AÇÕES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ................................... 826 5.15.11. PERIODICIDADE NA REVISÃO DO PLANO MUNICIPAL DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS .................................................................................................. 834 5.15.11.1. Definição dos Objetivos e metas para os serviços de limpeza pública e manejo de resíduos sólidos ................................................................................................................. 834 5.15.11.1.1. Objetivo Geral: ............................................................................................ 834 5.15.11.1.2. Objetivos Específicos: ................................................................................. 834 5.16. ÁREAS DE INTERVENÇÃO PRIORITÁRIAS ...................................................... 840 5.17. CENÁRIOS DE REFERÊNCIA ............................................................................ 848 5.18. ANÁLISE DA VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA-FINANCEIRA DA PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS CONSIDERANDO OS CENÁRIOS DOS OBJETIVOS, METAS, PROGRAMAS, PROJETOS E AÇÕES ............................................................... 853 5.19. SETOR DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO...... 854 5.20. SETOR DE COLETA E MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS .............................. 864 5.21. SETOR DE DRENAGEM DAS ÁGUAS PLUVIAIS .............................................. 867 5.22. FONTES ESTRATÉGICAS PARA FINANCIAMENTOS ...................................... 867 5.23. MECANISMOS DE ARTICULAÇÃO E INTEGRAÇÃO COM DEMAIS INSTRUMENTOS DE POLÍTICAS PÚBLICAS INCLUINDO PROJETOS DE SAÚDE, HABITAÇÃO, MEIO AMBIENTE, RECURSOS HÍDRICOS E EDUCAÇÃO ...................... 873 5.23.1. - MECANISMOS DE ARTICULAÇÃO ..................................................................... 875 5.23.1.1. Gestão para integração .................................................................................. 875 5.23.1.2. Setor de saúde e saneamento básico ............................................................. 875 5.23.1.3. Setor de educação e saneamento básico ....................................................... 875 5.23.1.4. Setor de habitação e saneamento básico ....................................................... 876 5.23.1.5. Setor de meio ambiente e saneamento básico ............................................... 876 5.24. CONSIDERAÇÕES DO DIAGNÓSTICO. ............................................................. 876 6. – CONCEPÇÃO DE PROGRAMAS PROJETOS E AÇÕES NECESSÁRIAS PARA ATINGIR OS OBJETIVOS E AS METAS DO PMSB .................................. 878 6.1. DEFINIÇÃO DOS PROGRAMAS, PROJETOS E AÇÕES COM ESTIMATIVAS DE CUSTOS, BASEADAS NOS RESULTADOS DOS ESTUDOS “PROGNÓSTICOS E ALTERNATIVAS” QUE DEEM SOLUÇÃO DE CONTINUIDADE E CONSEQUÊNCIA ÀS AÇÕES FORMULADAS; ................................................................................................... 878 6.1.1. PROGRAMAÇÃO DAS AÇÕES IMEDIATAS E PRIORITÁRIAS .............................. 884 6.1.2. PROGRAMAÇÃO E CRONOGRAMA DAS AÇÕES DO PMSB – CURTO, MÉDIO E LONGO PRAZOS .............................................................................................................. 891 6.2. - HIERARQUIZAÇÃO E PRIORIZAÇÃO DOS PROGRAMAS, PROJETOS E AÇÕES E SEUS RESPECTIVOS INVESTIMENTOS, COMPATIBILIZAÇÃO COM O ORÇAMENTO E AS METAS ESTABELECIDAS;.......................................................... 892 6.3. - CONCEPÇÃO TÉCNICA DE PROJETOS EXISTENTES E/OU ANDAMENTO . 893 6.3.1. SÍNTESE DOS INVESTIMENTOS PARA OS SERVIÇOS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA 893 6.3.2. PROGRAMA DE UNIVERSALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA (SAA) ..................................................................................................................... 898 6.3.2.1. Construção da ETA Santa Maria da CODIPI considerando melhorias e adequações no sistema atual ................................................................................................................. 898 6.3.2.1.1. Síntese do projeto proposto: .............................................................................. 898 6.3.2.2. - Implantação do sistema simplificado de abastecimento de água na área rural e instalação e construção de poços; ..................................................................................... 902 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XIV 6.3.3. - IMPLANTAÇÃO DE SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA VILA DA PAZ 911 6.3.3.1. Síntese do projeto proposto demonstrado na Vila da Paz: ................................... 911 6.3.4. - ELABORAÇÃO DO PROJETO DE AMPLIAÇÃO E MELHORIA DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA - "PROJETO PARA UNIVERSALIZAÇÃO DO SAA - AGESPISA" 914 6.3.4.1. Ações nº. 1.4 e 1.8 e 1.9 do programa de melhorias operacionais e de qualidade do serviço - ações elencadas na Tabela 5. ............................................................................. 914 6.3.5. SÍNTESE DE AMPLIAÇÃO DO SISTEMA: .......................................................... 916 6.3.5.1. Proograma de Melhorias Operacionais e de qualidade do serviograma de Melhorias Operacionais e de qualidade do serviço ............................................................................. 918 6.3.5.1.1. Implantação de Reforço de Anel (macrodistribuição) ......................................... 918 6.4. - IMPLEMENTAÇÃO DE PROJETOS E AÇÕES SOCIOAMBIENTAIS ..................... 925 6.5. - PROJETO DE TRABALHO SOCIAL PRELIMINAR (PTS-P) ................................... 926 6.6. - PROJETO DE TRABALHO SOCIAL (PTS) .............................................................. 927 6.7. PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIOTERRITORIAL (PDST) ............................ 930 6.8. SUBSTITUIÇÃO/ADEQUAÇÕES DAS TUBULAÇÕES E MELHORIA NA ENTRADA E SAÍDA DO RESERVATÓRIO DO PARQUE DA CIDADE ................................................. 932 6.9. TROCA DO PARQUE DE HIDROMETRAÇÃO .......................................................... 934 6.9.1. TIPOS DE MATERIAIS A SEREM ADOTADOS: ................................................ 935 6.9.2. CRITÉRIOS DE DIMENSIONAMENTO: .............................................................. 935 6.9.2.1. Aspectos construtivos: .......................................................................................... 936 6.9.2.1.1. Considerações de instalação ............................................................................. 937 6.10. . REALIZAR A SETORIZAÇÃO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA – MUNICÍPIO ........................................................................................................................ 937 6.10.1.1. - Educação Ambiental..................................................................................... 939 6.11. MANUTENÇÃO E MONITORAMENTO DA QUALIDADE DA ÁGUA .................. 941 6.12. ELABORAR ESTUDO DE VIABILIZAÇÃO PARA ADEQUAÇÃO E/OU IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS DE CONTROLE E PREVENÇÃO DE INCÊNDIOS, COM HIDRANTES E RESERVATÓRIOS ................................................................................... 946 AÇÃO: ESTUDO SISTEMA DE CONTROLE DE INCÊNDIO COM HIDRANTES E RESERVATÓRIOS .......................................................................................................... 947 6.13. MONITORAMENTO DA QUALIDADE DA ÁGUA – ÁREA RURAL .................... 947 6.14. - PROGRAMA DE REGULARIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA 948 6.15. - SÍNTESE DOS INVESTIMENTOS PARA OS SERVIÇOS DE COLETA E TRATAMENTO DE ESGOTO .......................................................................................... 950 6.16. - PROGRAMA DE UNIVERSALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO (SEE) ........................................................................................................... 953 6.16.1. - ELABORAÇÃO DO PROJETO DE AMPLIAÇÃO E MELHORIA DO SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO - PROJETO PARA UNIVERSALIZAÇÃO DO SES - AGESPISA 953 6.16.1.1. Implantação de fossas sépticas na área rural ................................................. 958 6.16.1.2. Implantação de rede de esgoto nas comunidades rurais mais adensadas e implantação de estações compactas para tratamento ........................................................ 959 6.17. PROGRAMA DE MELHORIAS OPERACIONAIS E DE QUALIDADE DOS SERVIÇOS SES ............................................................................................................... 960 6.17.1. INSTALAÇÃO DE INFRAESTRUTURA: REDE COLETORA E INTERCEPTORES, ESTAÇÕES DE RECALQUE, LINHAS DE RECALQUE, REQUALIFICAÇÃO DA ETE PIRAJÁ 960 6.17.2. INSTALAÇÃO DE LABORATÓRIOS PARA ANÁLISES DE EFLUENTES ........ 964 6.18. PROGRAMA DE MONITORAMENTO PARA OS CORPOS RECEPTORES DE EFLUENTES..................................................................................................................... 972 6.18.1. - PROJETOS E AÇÕES SOCIOAMBIENTAIS .................................................... 972 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XV 6.18.2. - AMPLIAR PROGRAMA DE COMBATE A LIGAÇÕES IRREGULARES NA REDE DE ESGOTO E CADASTRO E MAPEAMENTO GEORREFERENCIADO DA REDE DE ESGOTO SANITÁRIO ...................................................................................................... 973 6.19. SÍNTESE DOS INVESTIMENTOS PARA O SERVIÇO DE DRENAGEM DAS ÁGUAS PLUVIAIS ........................................................................................................... 975 6.19.1. PROGRAMA DE UNIVERSALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE DRENAGEM DAS ÁGUAS PLUVIAIS ............................................................................................................ 979 6.19.1.1. Elaboração de projetos de engenharia para manejo das águas pluviais ......... 979 6.20. IMPLANTAÇÃO DE GALERIAS PLUVIAIS NA VILA DA PAZ ...................... 982 6.20.1. - SÍNTESE DO PROJETO: ................................................................................... 982 6.21. IMPLANTAÇÃO DE GALERIAS PLUVIAIS NA SUB-BACIA ZONA LESTE PD12 984 6.22. CONSTRUÇÃO DE GALERIAS MAIS MANUTENÇÃO. SUB- BACIAS PE31, PD02, PD06, PD07, PD12, PD14, P10 E P11 E P12 ..................................................... 984 6.23. CONSTRUÇÃO DE GALERIAS MAIS MANUTENÇÃO. SUB- BACIAS PE02, PE03, PE04, PE08, PE09, PE11, PE12, PE13, PE14, PE19, PE20, PE21, PE22, PE23, PE28, PE29, PD04, PD05, PD08, PD09, PD15, P01, P02, P05, P13, P14 ................... 988 6.24. CONSTRUÇÃO DE GALERIAS MAIS MANUTENÇÃO. SUB- BACIAS PE01, PE05, PE06, PE07, PE010 PE11, PE15, PE16, PE17, PE18, PE24, PE25, PE26, PE27, PE30, PE32, PD01, PD03, PD10, PD11, PD13, PD16, P03, P04, P06, P07, P08, P09, P12, P15, P16, P17, P18, P19, P20 ................................................................................ 993 6.25. PROGRAMA DE MELHORIAS OPERACIONAIS E DE QUALIDADE DOS SERVIÇOS DE DRU E PRESERVAÇÃO AMBIENTAL .............................................. 1011 6.25.1. INTERLIGAÇÕES DE LAGOAS, LIMPEZA DE LAGOAS, IMPLANTAÇÃO DE COMPORTAS, RECOMPOSIÇÃO TOPOGRÁFICA .................................................... 1011 6.26. DESOBSTRUÇÃO DE GALERIAS COM REQUALIFICAÇÃO URBANA .... 1017 6.26.1. COMPRA DE EQUIPAMENTOS PARA MANUTENÇÃO E LIMPEZA ............. 1018 6.27. REALIZAR ESTUDO DE DESAPROPRIAÇÃO DE CASAS LOCALIZADAS EM ÁREA DE RISCO ........................................................................................................... 1019 6.28. ESTRUTURA DE DEPARTAMENTO ESPECÍFICO PARA MANUTENÇÃO E FISCALIZAÇÃO DOS SISTEMAS DE DRENAGEM URBANA .................................. 1020 6.29. REVISÃO DO PDDRU COM PREVISÃO DE MAPEAMENTO E CADASTRAMENTO DO SISTEMA DE DRENAGEM.................................................. 1021 6.30. RECUPERAÇÃO DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE. ....... 1022 6.31. PROGRAMA DE REQUALIFICAÇÃO DE DRENAGEM PARA AS ÁREAS RURAIS 1025 6.31.1. ESTUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES TOPOGRÁFICAS E HIDROLÓGICAS PARA ANÁLISE E PLANEJAMENTO DE DRENAGEM DAS ÁGUAS PLUVIAIS....... 1025 6.32. LEVANTAMENTO DE LEITOS DE RIOS QUE ESTEJAM OBSTRUÍDOS .. 1027 6.32.1. ELABORAÇÃO DE DIAGNÓSTICO AMBIENTAL – PROPOSTA DE ZONEAMENTO .............................................................................................................. 1027 6.32.2. DESOBSTRUÇÃO DE LEITOS .......................................................................... 1030 6.33. SÍNTESE DOS INVESTIMENTOS PARA O SERVIÇO DE LIMPEZA PÚBLICA E MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS ......................................................................... 1031 6.34. PROGRAMA DE UNIVERSALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE CLP .............. 1035 6.34.1. AMPLIAR E AJUSTAR PERIODICIDADE DA COLETA CONVENCIONAL ..... 1035 6.34.2. IMPLANTAR 57 PONTOS DE ENTREGA VOLUNTÁRIA PARA RECICLÁVEIS NA ÁREA RURAL ................................................................................................................. 1036 6.34.3. PROGRAMA DE UNIVERSALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE CLP + PROGRAMA DE INCLUSÃO E DE CAPACITAÇÃO E AUXÍLIO TÉCNICO ..................................... 1038 6.35. - PARCERIA PÚBLICO PRIVADA ................................................................. 1039 6.36. - SUBPROGRAMA TERESINA CONSCIENTE ............................................. 1039 6.36.1. IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ....................... 1039 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XVI 6.36.2. IMPLANTAR PONTOS DE ENTREGA VOLUNTÁRIAS EM PONTOS ESTRATÉGICOS – PRÉDIOS PÚBLICOS ................................................................... 1041 6.37. IMPLANTAÇÃO E ADEQUAÇÃO DO ATERRO SANITÁRIO ...................... 1043 6.37.1. PROJETO DE ENCERRAMENTO DO ATERRO MUNICIPAL ......................... 1044 6.38. PROGRAMA DE REGULARIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE CRS ................. 1045 6.38.1. - IMPLANTAR SISTEMA DE INFORMAÇÃO CADASTRAL DE INDUSTRIAS PARA CONTROLE E MONITORAMENTO DA GESTÃO DOS RESÍDUOS INDUSTRIAIS 1045 6.39. ESTUDO PARA AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES POSSÍVEIS PARA DISPOSIÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS. AVALIAR CONDIÇÕES DO ATERRO MUNICIPAL E/OU ALTERNATIVAS ............................................................................1046 6.39.1. ELABORAR PMGRCC E PMGRSS ................................................................... 1047 6.39.2. TRANSFERÊNCIA ADMINISTRATIVA E DE FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE COLETA CONVENCIONAL DA ÁREA RURAL PARA SEMDUH .......................... 1048 6.40. RESÍDUOS ESPECIAIS - LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA ................................ 1049 6.41. CRIAR REGULAMENTO DEFININDO FORMA DE RECOLHIMENTO ADEQUANDO A TAXA DE COLETA DE LIXO NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA NO CASO DE GRANDES GERADORES ........................................................................... 1050 6.42. SUBPROGRAMA TERESINA CONSCIENTE – SERVIÇO DE LIMPEZA PÚBLICA E MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS ....................................................... 1050 6.42.1. PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL ................................................... 1050 6.43. MECANISMOS PARA AVALIAÇÃO SISTEMÁTICA DA EFICÁCIA, EFICIÊNCIA E EFETIVIDADE DAS AÇÕES PROGRAMADAS ................................. 1051 6.44. ESTRUTURAÇÃO DO SISTEMA DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO 1052 6.44.1. - MONITORAMENTO .......................................................................................... 1052 6.44.2. - AVALIAÇÃO ...................................................................................................... 1053 6.45. BASE DE DADOS PARA MONITORAMENTO DOS OBJETIVOS PROPOSTOS – MONITORAMENTO DA EFICIÊNCIA, EFICACIA E EFETIVIDADE. ...................... 1054 6.46. ATENDIMENTO DAS DEMANDAS TEMPORÁRIAS E OPERAÇÃO EM SITUAÇÕES CRÍTICAS ................................................................................................ 1071 6.46.1. EMERGÊNCIA E CONTINGÊNCIA ................................................................... 1071 6.46.1.1. Ações de Emergência e Contingência Para o Sistema de Abastecimento de Água 1071 6.46.1.2. Ações de Emergência e Contingência para o Sistema de Esgotamento Sanitário 1076 6.46.1.3. Ações de Emergência e Contingência para o Sistema de Drenagem Urbana 1079 6.46.1.4. Ações de Emergência e Contingência para o Sistema de Gerenciamento dos Resíduos Sólidos Urbanos ............................................................................................... 1080 6.47. PLANEJAMENTO PARA ELABORAÇÃO DOS PLANOS DE RISCOS PARA GARANTIA DA SEGURANÇA DA ÁGUA ................................................................... 1084 6.47.1. ASPECTOS GERAIS A SEREM CONSIDERADOS: ........................................ 1087 6.47.2. PLANEJAMENTO E GESTÃO ........................................................................... 1087 6.47.3. DIRETRIZES PARA ARTICULAÇÃO COM NORMATIVAS E INSTRUÇÕES . 1088 6.47.3.1. - Instalação de hidrante urbano na rede pública ......................................... 1089 6.48. FORMAÇÃO DA EQUIPE PARA ELABORAÇÃO DO PSA. ........................ 1090 6.48.1. AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA (SAA) ............. 1091 6.48.2. IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS......................................................................... 1092 6.48.3. CARACTERIZAÇÃO DE RISCOS ...................................................................... 1094 6.48.4. DEFINIÇÃO DE PONTOS CRÍTICOS: .............................................................. 1095 6.48.5. PROCEDIMENTO PARA AVALIAÇÃO DAS MEDIDAS DE CONTROLE........ 1096 6.48.6. - MEDIDAS DE CONTROLE .............................................................................. 1098 6.48.7. MONITORAMENTO ............................................................................................ 1099 6.48.8. GESTÃO E COMUNICAÇÃO ............................................................................. 1099 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XVII 6.49. GESTÃO DOS RESÍDUOS SOLIDOS ............................................................ 1100 6.49.1. PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS E ESPECIFICAÇÕES MÍNIMAS A SEREM ADOTADOS NOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE LIMPEZA URBANA E DE MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS, INCLUÍDA A DISPOSIÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DOS REJEITOS E OBSERVADAS A LEI Nº.11.445/2007. .................... 1100 6.49.2. - REGRAS PARA TRANSPORTE E OUTRAS ETAPAS DO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DE QUE TRATA O ART. 20, OBSERVADAS AS NORMAS ESTABELECIDAS PELOS ÓRGÃOS DO SISNAMA E DO SNVS E DEMAIS DISPOSIÇÕES PERTINENTES A LEGISLAÇÃO FEDERAL E ESTADUAL .............. 1104 6.49.2.1. - NBR 13.221/1994 - Transporte terrestre de resíduos ............................... 1104 6.49.2.1.1. Requisitos ................................................................................................. 1104 6.49.2.1.2. Resíduos perigosos .................................................................................. 1104 6.49.3. - PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS E ESPECIFICAÇÕES MÍNIMAS PARA O SERVIÇO DE COLETA SELETIVA ............................................................................... 1105 6.49.3.1. - NBR 11.174/1990 - Armazenamento de resíduos classe II – não inertes e classe III - inertes 1107 6.49.3.1.1. Definições ................................................................................................. 1107 6.49.3.1.1.1. Resíduos Classe II-não inertes .................................................. 1107 6.49.3.1.1.2. Resíduos Classe III-inertes ........................................................ 1107 6.49.3.1.1.3. Condições específicas ............................................................... 1107 6.49.3.1.1.4. Armazenamento ........................................................................ 1108 6.49.3.1.1.5. Acondicionamento de resíduos .................................................. 1108 6.49.3.1.1.6. Execução e operação das instalações ....................................... 1108 6.49.3.1.1.7. Isolamento e sinalização ........................................................... 1108 6.49.3.1.1.8. Acesso à área ........................................................................... 1108 6.49.3.1.1.9. Controle da poluição do ar ......................................................... 1109 6.49.3.1.1.10. Controle da poluição do solo e das águas ............................... 1109 6.49.3.2. - NBR 12.809/1993 - Manuseio dos Resíduos de Serviços de Saúde .......... 1109 6.49.3.2.1. - Definições ............................................................................................... 1109 6.49.3.2.2. Condições gerais ...................................................................................... 1109 6.49.3.2.2.1. Geração e segregação .............................................................. 1110 6.49.3.2.2.2. Manuseio e acondicionamento .................................................. 1110 6.49.3.2.3. Coleta interna I.......................................................................................... 1110 6.49.3.2.3.1. Armazenamento interno ............................................................ 1111 6.49.3.2.4. Coleta interna II ......................................................................................... 1112 6.49.3.2.5. Armazenamento externo ........................................................................... 1112 6.49.3.2.5.1. Forma de armazenamento ........................................................ 1112 6.49.3.2.5.2. Abrigo de resíduo ...................................................................... 1112 6.49.3.2.5.3. Abrigo reduzido ......................................................................... 1113 6.49.3.2.5.4. Higienização do abrigo de resíduo............................................. 1114 6.49.3.2.6. Condições específicas ..............................................................................1114 6.49.3.2.6.1. Geração e segregação .............................................................. 1114 6.49.3.2.6.2. Manuseio ................................................................................... 1115 6.49.3.2.6.3. Armazenamento interno ............................................................ 1116 6.49.3.2.7. Armazenamento externo ........................................................................... 1116 6.49.3.2.7.1. Forma de armazenamento ........................................................ 1116 6.49.3.3. - NBR 15.112/2004 - áreas de transbordo e triagem de resíduos de construção civil 1116 6.49.3.3.1. Definições ................................................................................................. 1116 6.49.3.3.2. Condições de Implantação ........................................................................ 1117 6.49.3.3.2.1. Isolamento ................................................................................. 1117 6.49.3.3.2.2. Identificação .............................................................................. 1117 6.49.3.3.2.3. Sistemas de proteção ambiental ................................................ 1117 6.49.3.3.3. Condições de operação ............................................................................ 1118 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XVIII 6.49.3.3.3.1. Controle de recebimento de veículos ......................................... 1118 6.49.3.3.3.2. Diretrizes gerais de operação .................................................... 1118 6.49.3.4. - NBR 12.235/1992 - Armazenamento de Resíduos Perigosos ................... 1118 6.49.3.4.1. Definições ................................................................................................. 1118 6.49.3.4.1.1. Armazenamento de resíduos ..................................................... 1118 6.49.3.4.1.2. Bacia de contenção de resíduos ................................................ 1119 6.49.3.4.1.3. Contêiner de resíduos ............................................................... 1119 6.49.3.4.1.4. Condições gerais ....................................................................... 1119 6.49.3.4.1.5. Acondicionamento de resíduos .................................................. 1119 6.49.3.4.1.6. Armazenamento de contêineres e/ou tambores......................... 1119 6.49.3.4.1.7. Armazenamento em tanques ..................................................... 1120 6.49.3.4.1.8. Armazenamento a granel .......................................................... 1120 6.49.3.4.1.9. Critérios de localização .............................................................. 1121 6.49.3.4.1.10. Isolamento e sinalização ......................................................... 1122 6.49.3.4.1.11. Iluminação e força ................................................................... 1122 6.49.3.4.1.12. Comunicação .......................................................................... 1122 6.49.3.4.1.13. Acessos ................................................................................... 1122 6.49.3.4.1.14. Manuseio ................................................................................. 1122 6.49.3.4.1.15. Armazenamento em contêineres e/ou tambores...................... 1122 6.49.3.4.1.16. Condições especiais para resíduos reativos e incompatíveis .. 1123 6.49.3.4.1.17. Armazenamento em tanques ................................................... 1124 6.49.3.4.1.18. Armazenamento de resíduos a granel ..................................... 1124 6.49.3.4.1.19. Projeto e operação .................................................................. 1125 6.49.3.4.1.20. Condições especiais para resíduos reativos e incompatíveis .. 1125 6.50. - DEFINIÇÃO DAS RESPONSABILIDADES QUANTO A SUA IMPLEMENTAÇÃO E OPERACIONALIZAÇÃO, INCLUÍDAS AS ETAPAS DO PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS A QUE SE REFERE O ART. 20 A CARGO DO PODER PÚBLICO. ...................................................................................... 1126 6.50.1. PRÉDIOS PÚBLICOS ......................................................................................... 1127 6.51. - PROGRAMAS E AÇÕES DE CAPACITAÇÃO TÉCNICA VOLTADOS PARA SUA IMPLEMENTAÇÃO E OPERACIONALIZAÇÃO E PROGRAMAS E AÇÕES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL QUE PROMOVAM A NÃO GERAÇÃO, A REDUÇÃO, A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DE RESÍDUOS SÓLIDOS ................................ 1129 6.52. - PROGRAMAS E AÇÕES PARA A PARTICIPAÇÃO DOS GRUPOS INTERESSADOS, EM ESPECIAL DAS COOPERATIVAS OU OUTRAS FORMAS DE ASSOCIAÇÃO DE CATADORES DE MATERIAIS REUTILIZÁVEIS E RECICLÁVEIS FORMADAS POR PESSOAS FÍSICAS DE BAIXA RENDA, SE HOUVER;.............. 1131 6.53. MECANISMOS PARA CRIAÇÃO DE FONTES DE NEGÓCIOS, EMPREGO E RENDA, MEDIANTE A VALORIZAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS; DESCRIÇÃO DAS FORMAS E DOS LIMITES DE PARTICIPAÇÃO DO PODER PÚBLICO LOCAL NA COLETA SELETIVA E NA LOGÍSTICA REVERSA, RESPEITANDO O DISPOSTO NO ART.33 E DE OUTRAS AÇÕES RELATIVAS À RESPONSABILIDADE COMPARTILHADA PELO CICLO DE VIDA DOS PRODUTOS; ................................ 1132 6.54. MEIOS A SEREM UTILIZADOS PARA O CONTROLE E A FISCALIZAÇÃO, NO ÂMBITO LOCAL, DA IMPLEMENTAÇÃO E OPERACIONALIZAÇÃO DOS PLANOS DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DE QUE TRATA O ART. 20 E DOS SISTEMAS DE LOGÍSTICA REVERSA PREVISTOS NO ART. 33; .......................... 1134 6.55. AÇÕES PREVENTIVAS E CORRETIVAS A SEREM PRATICADAS, INCLUINDO PROGRAMA DE MONITORAMENTO; ............................................................................ 1134 6.56. CONSIDERAÇÕES FINAIS ............................................................................... 1144 7. INDICADORES DE INTERESSE ...................................................................... 1146 7.1. PROCEDIMENTOS PARA MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DOS OBJETIVOS E METAS 1146 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XIX 7.2. DEFINIÇÃO DE INDICADORES TÉCNICOS, OPERACIONAIS E FINANCEIROS DE PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SANEAMENTO A SEREM SEGUIDOS PELOS PRESTADORES DE SERVIÇOS; ................................................................................... 1147 7.2.1. INDICADORES TÉCNICOS E OPERACIONAIS ............................................... 1147 7.2.1.1. Indicadores de desempenho operacional e ambiental dos serviços públicos de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos; ................................................................. 1152 7.2.2. INDICADORES FINANCEIROS .............................................................................. 1154 7.3. DETERMINAÇÃO DOS VALORES DOS INDICADORES E DEFINIÇÃO DOS PADRÕES E NÍVEIS DE QUALIDADE E EFICIÊNCIA A SEREM SEGUIDOS PELOS PRESTADORES DE SERVIÇOS; ............................................................................................................... 1162 7.3.1. SETOR DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA ............................................................. 1162 7.3.2. ESGOTAMENTO SANITÁRIO: ............................................................................... 1164 7.3.3. RESÍDUOS SÓLIDOS E LIMPEZA PÚBLICA: ........................................................ 1165 7.3.4. MANEJO DAS ÁGUAS PLUVIAIS: ......................................................................... 1165 7.4. DEFINIÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS, MATERIAIS, TECNOLÓGICOS E ADMINISTRATIVOS NECESSÁRIOS A EXECUÇÃO, AVALIAÇÃO, FISCALIZAÇÃOE MONITORAMENTO DO PLANO; .................................................................................... 1166 7.4.1. ESTRUTURA, COMPOSIÇÃO E SUBORDINAÇÃO HIERÁRQUICA ..................... 1166 7.4.2. ATRIBUIÇÕES DOS GRUPOS ............................................................................... 1168 7.4.3. RECURSOS MATERIAIS E TECNOLÓGICOS ....................................................... 1169 7.5. INDICADORES SANITÁRIOS, EPIDEMIOLÓGICOS, AMBIENTAIS E SOCIOECONÔMICOS; DEFINIÇÃO DE INDICADORES DO ACESSO, DA QUALIDADE E DA RELAÇÃO COM OUTRAS POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO URBANO; E INDICADORES NA QUALIDADE DE VIDA, SAÚDE E NOS RECURSOS NATURAIS E SALUBRIDADE AMBIENTAL ......................................................................................... 1169 7.6. INDICADORES ESPECÍFICOS PARA AVALIAÇÃO DAS AÇÕES PROPOSTAS POR EIXOS DO SANEAMENTO ............................................................................................. 1175 7.6.1. INDICADORES SANITÁRIOS, AMBIENTAIS E SOCIOECONÔMICOS; DEFINIÇÃO DE INDICADORES DO ACESSO, DA QUALIDADE E DA RELAÇÃO COM OUTRAS POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO URBANO; .............................................................................. 1175 7.7. CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DO PMSB E SUAS AÇÕES 1193 7.7.1. INSTRUMENTOS DE GESTÃO PARA AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DAS AÇÕES 1193 7.7.2. PERIODICIDADE DE SUA REVISÃO, OBSERVADO PRIORITARIAMENTE O PERÍODO DE VIGÊNCIA DO PLANO PLURIANUAL MUNICIPAL; ................................. 1197 7.7.3. ADOÇÃO DE DIRETRIZES PARA O PROCESSO DE REVISÃO DO PLANO A CADA 4 ANOS 1198 7.8. DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS DE CONTROLE SOCIAL E DE TRANSPARÊNCIA E DIVULGAÇÃO DAS AÇÕES ........................................................................................... 1201 7.8.1. MECANISMOS DE REPRESENTAÇÃO DA SOCIEDADE PARA O ACOMPANHAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DO PMSB; ......................... 1201 7.9. DEFINIÇÃO DE INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DE INDICADORES DE DESEMPENHO ............................................................................................................... 1207 7.10. ESTABELECER OS PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DE IMPACTOS, BENEFÍCIOS E AFERIÇÃO DE RESULTADOS ............................................................. 1207 7.11. ESTRUTURAÇÃO LOCAL DA FISCALIZAÇÃO E DA REGULAÇÃO NO ÂMBITO DA POLITICA DE SANEAMENTO BÁSICO, BEM COMO PARA ACOMPANHAMENTO DA AÇÕES DO PMSB ........................................................................................................... 1210 7.12. MECANISMOS PARA A DIVULGAÇÃO DO PLANO NO MUNICÍPIO, ASSEGURANDO PLENO CONHECIMENTO DA POPULAÇÃO; ................................... 1210 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XX REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS ..................................................................... 1212 ANEXOS ............................................................................................................... 1225 CONSIDERAÇÕES SOB O DIAGNÓSTICO: INFORMAÇÕES DE RELEVÂNCIA DO PONTO DE VISTA TÉCNICO ......................................................................... 1225 RESULTADO - ÁREAS PRIORITÁRIAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO – RELAÇÃO NUMÉRICA. ÁREAS EM PORCENTAGEM POR CLASSES. ........... 1228 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XXI LISTA DE FIGURAS Figura 2-1 – Fluxograma das atividades do Plano de Mobilização Social ............................ 60 Figura 2-2 - Reunião técnica dia 21/06/2013 do Plano Municipal de Saneamento Básico e Plano Municipal de Mobilização Social de Teresina, PI ........................................................ 67 Figura 2-3 – Lista de presença da Reunião Técnica dia 21/06/2013 .................................... 68 Figura 2-4– Memória de Reunião – Reunião Técnica dia 21/06/2013 .................................. 69 Figura 2-5 - Modelo de apresentação do Seminário Municipal de Sensibilização ................ 70 Figura 2-6 – Localização do município de Teresina em contexto regional. ........................... 78 Figura 2-7– Áreas estimadas para realização dos Fóruns Regionais – Zona Urbana - Etapas 2 e 4 ..................................................................................................................................... 81 Figura 2-8- Áreas estimadas para realização dos Fóruns Regionais – Zona Rural - Etapas 2 e 4 ........................................................................................................................................... 82 Figura 2-9- Modelo de banner para a divulgação dos fóruns regionais do PMSB de Teresina, por região ............................................................................................................................. 93 Figura 2-10 - Modelo de Cartaz para a divulgação dos fóruns regionais do PMSB de Teresina, por região ............................................................................................................................. 94 Figura 2-11 - Modelo de folder para a divulgação dos fóruns regionais do PMSB de Teresina ............................................................................................................................................. 95 Figura 2-12 - Modelo de texto para divulgação em Carro de Som dos fóruns regionais do PMSB de Teresina ............................................................................................................... 96 Figura 2-13 - Modelo de texto para divulgação em Jornal da Primeira Conferência Municipal de Saneamento Básico de Teresina .................................................................................... 97 Figura 2-14 - Modelo de texto para divulgação em Rádio dos fóruns regionais do PMSB de Teresina ............................................................................................................................... 98 Figura 2-15 - Modelo de lista de presença dos fóruns regionais do PMSB de Teresina ....... 99 Figura 2-16 - Modelo das propostas ................................................................................... 100 Figura 2-17 - Modelo de crachá ......................................................................................... 101 Figura 3-1 - Fluxograma simplificado das principais atividades a serem desenvolvidas ..... 104 Figura 3-2- Fluxograma para elaboração do Plano de Saneamento Básico ....................... 106 Figura 3-3 – Àrea de estudo e municipios limítrofes ........................................................... 108 Figura 3-4 – Sub-bacia do Rio Parnaíba que compoem a área Limítrofe de Teresina. ....... 109 Figura 4-1 - Mapa de localização de Teresina e municípios limítrofes................................ 137 Figura 4-2- Localização das regiões administrativas de Teresina. ..................................... 138 Figura 4-3 - Mapa topográfico de Teresina ........................................................................ 175 Figura 4-4 - Pressões Sobre a Qualidade das Águas – Região Hidrográfica do Parnaíba. 195 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XXII Figura 4-5 - Área verde de Teresina -Zoobotânico, EMBRAPA, Centro de Ciências Agrárias e Jardim Botânico. ............................................................................................................. 221 Figura 4-6 - Teresina – Parques Ambientais na cidade. ..................................................... 222 Figura 4-7 - Áreas de risco de inundação identificada pela Defesa Civil em 2008. ............. 228 Figura 4-8 - Bairros de Teresina vulneráveis a inundação devido às cheias dos Rios Poti e Parnaíba. ........................................................................................................................... 229 Figura 4-9 - Pontos de inundação da cidade e setores censitários classificados segundo a vulnerabilidade ambiental, sob o indicador cobertura de esgoto. ....................................... 231 Figura 4-10 - Graus de suscetibilidade à erosão das sub-bacias urbana de Teresina. ....... 233 Figura 4-11 - Modelo de divulgação dos fóruns municipais e participação popular em Teresina. ........................................................................................................................................... 244 Figura 4-12 - Região Hidrográfica do Parnaíba. ................................................................. 277 Figura 4-13– Macrobacias de Teresina. ............................................................................. 282 Figura 4-14- Outorga concedida à Agespisa. ..................................................................... 314 Figura 4-15– Cadastro da rede de abastecimento da área urbana de Teresina ................. 330 Figura 4-16 -Laboratório de controle operacional. .............................................................. 344 Figura 4-17 - Laboratório físico-químico. ........................................................................... 345 Figura 4-18 - Laboratório Bacteriológico. ........................................................................... 345 Figura 4-19 – Qualidade da água tratada em ETA. ............................................................ 354 Figura 4-20 - Qualidade da água dos poços tubulares do Bairro Cerâmica Cil – 2011. ...... 355 Figura 4-21 - Qualidade da água dos poços tubulares do Bairro Deus Quer – 2011. ......... 356 Figura 4-22 - Qualidade da água dos poços tubulares do Bairro Parque Brasil – 2011. ..... 357 Figura 4-23 - Qualidade da água dos poços tubulares do Bairro Santa Maria da Codipi – 2011. ........................................................................................................................................... 358 Figura 4-24 – Localização ETA -Teresina. ......................................................................... 360 Figura 4-25 – Complexo ETA. ............................................................................................ 361 Figura 4-26 - Localização dos poços de responsabilidade da AGESPISA ......................... 376 Figura 4-27 - Captação de água no Rio Parnaíba. ............................................................. 378 Figura 4-28– Bombas (conjuntos elevatórios de água bruta). ............................................ 378 Figura 4-29 - Estação elevatória de água bruta (vertedores de alimentação de água bruta). ........................................................................................................................................... 379 Figura 4-30 -Canal de distribuição de água bruta. .............................................................. 379 Figura 4-31-Tanque para pré cloração ou pré dosagem de cal. ......................................... 380 Figura 4-32 - Coagulação. .................................................................................................. 380 Figura 4-33 – Floculação ETA IV. ...................................................................................... 381 Figura 4-34 –Tanque de decantação ETA IV. .................................................................... 382 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XXIII Figura 4-35 – Filtros ETA I. ................................................................................................ 382 Figura 4-36 – Sala de dosagem de cloro. ........................................................................... 383 Figura 4-37 - Sala de armazenagem de cloro. ................................................................... 384 Figura 4-38 - Estocagem de cal. ........................................................................................ 384 Figura 4-39 - Estação de Bombeamento de Água Tratada da ETA I .................................. 386 Figura 4-40 - Estação Elevatória de Água Tratada da ETA IV. ........................................... 386 Figura 4-41 - Fluxograma de distribuição da água tratada. .............................................. 388 Figura 4-42 - Centro de Reservação Parque Piaui ............................................................. 390 Figura 4-43 – Alguns reservatórios abastecidos pelo RN-1A. ............................................ 391 Figura 4-44 – Reservatórios Porto Alegre .......................................................................... 392 Figura 4-45 – Sistema de Reservação Irmã Dulce ............................................................. 393 Figura 4-46 – Reservatório Irmã Dulce ............................................................................... 393 Figura 4-47 - Centro de Reservação Dirceu Arcoverde ...................................................... 394 Figura 4-48 – Mapa com localização dos principais reservatórios e adutoras. ................... 403 Figura 4-49-Tipo de abastecimento de água da residência. ............................................... 415 Figura 4-50 – Comparação do serviço de abastecimento de água com um ano atrás. ....... 416 Figura 4-51 – Grau de satisfação dos usuários com o serviço de abastecimento de água prestado pela Agespisa. ..................................................................................................... 416 Figura 4-52 – Ocorrência de troca/ instalação de hidrômetros, nos últimos 12 meses. ...... 417 Figura 4-53 – Ocorrência de falta de água na residência, nos últimos 30 dias. .................. 417 Figura 4-54 – Quantidade de vezes que faltou água nos últimos 30 dias. .......................... 418 Figura 4-55 – Recebimento de um aviso com antecedência sobre a falta de água. ........... 418 Figura 4-56 – Quantidade de horas que antecedeu o recebimento do aviso. ..................... 419 Figura 4-57 – Meio pelo qual recebeu o aviso sobre a falta d’agua. ................................... 419 Figura 4-58 – Quantidade de horas, em média, que ficam sem água. ............................... 420 Figura 4-59 –Turno que costuma faltar água...................................................................... 420 Figura 4-60 – Grau de satisfação, quanto à pressão da água nas torneiras. ...................... 421 Figura 4-61 – Grau de satisfação com a qualidade da água recebida. ............................... 421 Figura 4-62 –Confiança no serviço de leitura do consumo de água. .................................. 422 Figura 4-63 - Percepção da melhoria da qualidade da água da Agespisa. ......................... 422 Figura 4-64 – Necessidade de recorrer a algum serviço de assistência da Agespisa e grau de satisfação. .......................................................................................................................... 423 Figura 4-65 – Confiança nos serviços da Agespisa............................................................ 423 Figura 4-66 – Conhecimento sobre o Estudo do Governo do Estado para contratar empresa privada para fornecimento de água e esgoto. .................................................................... 424 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XXIV Figura 4-67 – Grau de concordância com a contratação de empresa privada para fornecimento de água e esgoto. .............................................................................................................. 424 Figura 4-68 – Opinião sobre a medida servir para melhorar o serviço de abastecimento de água. .................................................................................................................................. 425 Figura 4-69 – Opinião sobre o preço da água, em relação às facilidades, confortos. ......... 425 Figura 4-70 –Opinião sobre o preço da água, de acordo com a qualidade do fornecimento. ........................................................................................................................................... 426 Figura 4-71 – Opinião sobre o preço da água, de acordo com a forma de atendimento ao consumidor. ....................................................................................................................... 426 Figura 4-72 – Hábito de procurar a Agespisa para fazer reclamação e o meio utilizado. ... 427 Figura 4-73 –Tipo de reclamação que costuma fazer na Agespisa. ................................... 427 Figura 4-74 – Grau de satisfação com o tempo gasto para ser atendido pela Agespisa, no ato da reclamação. .................................................................................................................. 428 Figura 4-75 – Grau de satisfação com a solução dada ao problema. ................................. 428 Figura 4-76 – Opinião sobre a quantidade de água consumida na residência. ................... 429 Figura 4-77 – Percepção na melhoria dos serviços de abastecimento de água nos últimos 12 meses. ............................................................................................................................... 429 Figura 4-78 –Percepção na melhoria dos serviços de abastecimento d’água, nos últimos 12 meses, por justificativa (SIM). ............................................................................................ 430 Figura 4-79 - Percepção na melhoria dos serviços de abastecimento d’água, nos últimos 12 meses, por justificativa (NÂO). ........................................................................................... 430 Figura 4-80 –Existência de caixa d’água na residência. ..................................................... 431 Figura 4-81 –Frequência de ocorrência de vazamento na rede de água da residência. ..... 431 Figura 4-82 - Lixo no entorno do Reservatório One Way ................................................... 438 Figura 4-83 - Falta de organização no interior do Centro de Reservação Parque Piauí ..... 438 Figura 4-84 - Ausência de manutenção na sala de dosagem da ETA ................................ 439 Figura 4-85 - Recipiente inadequados para coleta e armazenamento de água .................. 439 Figura 4-86 - Recipientes inadequados para coleta de água .............................................. 440 Figura 4-87 - Falta de proteção em estrutura do Centro de Reservação Parque Paiuí ....... 440 Figura 4-88 – Estações Elevatórias de Esgoto ................................................................... 450 Figura 4-89 – Estações de tratamento de esgoto e área de abrangência. .......................... 453 Figura 4-90 - Localização da ETE Leste. .......................................................................... 455 Figura 4-91 – Esquema do Sistema de Esgotamento da ETE Leste. ................................. 455 Figura 4-92– ETE Leste. .................................................................................................... 456 Figura 4-93 - Estação Elevatória da ETE Leste .................................................................. 457 Figura 4-94 - Cortina de eucaliptos. ................................................................................... 458 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XXV Figura 4-95 - Sistema de gradeamento. ............................................................................. 459 Figura 4-96-Tanque de desarenação. ................................................................................ 459 Figura 4-97-Lagoa facultativa aerada. ................................................................................ 460 Figura 4-98 - Uma das lagoas facultativas. ........................................................................ 461 Figura 4-99 - Lagoas de maturação. .................................................................................. 461 Figura 4-100 - Laboratório físico-químico. .......................................................................... 462 Figura 4-101 - Produção de espuma. ................................................................................. 463 Figura 4-102-Tanques de desenvolvimento de peixes e cultivo de milho e feijão. .............. 463 Figura 4-103 - Localização da ETE Pirajá. ......................................................................... 464 Figura 4-104 - Estação Elevatória ...................................................................................... 465 Figura 4-105 – Sistema de Esgotamento da ETE Pirajá .................................................... 466 Figura 4-106 - Lagoa facultativa aerada. ............................................................................ 467 Figura 4-107-Lagoa de maturação. .................................................................................... 467 Figura 4-108 - Baldes com óleo na ETE Pirajá ................................................................... 468 Figura 4-109 - Localização da ETE Alegria. ....................................................................... 469 Figura 4-110 - Sistema de esgotamento da ETE Alegria. ................................................... 469 Figura 4-111 - Lagoa facultativa aerada. ............................................................................ 470 Figura 4-112- Lagoa facultativa. ......................................................................................... 470 Figura 4-113 - Lagoa de maturação. .................................................................................. 471 Figura 4-114 – Sistema de Fossa Séptica .......................................................................... 472 Figura 4-115 - Sistema de fossas sépticas. ........................................................................ 473 Figura 4-116 - Sistema de valas de infiltração. ................................................................... 473 Figura 4-117 - Sistema de sumidouro. ............................................................................... 474 Figura 4-118 - Sistema Fossa/Filtro ................................................................................... 475 Figura 4-119 – Esgoto a céu aberto na área urbana: Bairro Irmã Dulce - zona Sul. ........... 479 Figura 4-120 - Esgoto a céu aberto na área rural: Povoado Santa Teresa. ........................480 Figura 4-121– Pontos de lançamento de efluente das estações de tratamento. ................. 486 Figura 4-122 - Assoreamento nas lagoas da ETE Pirajá .................................................... 507 Figura 4-123 - Assoreamento nas lagoas da ETE Leste .................................................... 508 Figura 4-124 - Presença de lodo nas lagoas ...................................................................... 508 Figura 4-125 - Toneladas totais de resíduos sólidos domiciliares coletados em Teresina .. 513 Figura 4-126 - Toneladas totais de resíduos de limpeza pública coletados em Teresina ... 514 Figura 4-127 - Frequência de Coleta Convencional ........................................................... 521 Figura 4-128 – Modelo Racional de Rota para coleta de resíduos sólidos ......................... 522 Figura 4-129 - Trecho 0101 - Conjunto Renascença II, Redonda, Parque Progresso e Parque do Sol. ................................................................................................................................ 525 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XXVI Figura 4-130 - Trecho 0103 - Alto da Ressurreição e Loteamento Frei Damião. ............... 526 Figura 4-131 - Trecho 0103 - Alto da Ressurreição e Loteamento Frei Damião – aproximado. ........................................................................................................................................... 526 Figura 4-132 - Trecho – 0105 - Vila Santa Barbara, Vila Teresa Brito, Res. Sigefredo Pacheco e Residencial Árvores Verdes. ........................................................................................... 527 Figura 4-133 - Trecho – 0105 - Vila Santa Barbara, Vila Teresa Brito, Res. Sigefredo Pacheco e Residencial Árvores Verdes – aproximado. ..................................................................... 527 Figura 4-134 - Trecho 0107 - Piçarreira, Novo Jockey e Vila Samaritana. ......................... 528 Figura 4-135 - Trecho 0202 - Angelim, Parque Eliana, Res. Mario Covas, Res. João Paulo II, Res. Dignidade, Vila Vitória, Conj. Jose Ribeiro, Conj. Justina Ribeiro. ............................. 528 Figura 4-136 - Trecho – 0204 - Vila Irmã Dulce, Conj. Esplanada e Lot. Sete Estrelas. ..... 529 Figura 4-137 - Trecho – 0204 - Vila Irmã Dulce, Conj. Esplanada e Lot. Sete Estrelas – aproximado. ....................................................................................................................... 529 Figura 4-138 - Trecho - 0301 - Vila Mocambinho II e III, Loteamento Mocambinho, Residencial São Jose, parte do Conjunto Mocambinho, Vila Firmino Filho. .......................................... 530 Figura 4-139 - Trecho 0601 - Morada Nova, Grandes Geradores. ..................................... 530 Figura 4-140 - Veículos compactadores utilizados para coleta domiciliar ........................... 532 Figura 4-141 - Funcionários em atividade de coleta ........................................................... 534 Figura 4-142 - Áreas de transbordo do município .............................................................. 536 Figura 4-143 - Área de transbordo na Zona Sul do município ............................................ 537 Figura 4-144 - Demais pontos de transbordo registrados pela SEMDUH ........................... 538 Figura 4-145 - Registro da presença de urubus no aterro e áreas adjacentes ................... 540 Figura 4-146 - Material de divulgação do programa de coleta seletiva ............................... 542 Figura 4-147 - Localização dos PEV's no município ........................................................... 543 Figura 4-148 - Fotos dos PEV's instalados ......................................................................... 544 Figura 4-149 - Mapa de localização das empresas privadas de reciclagem ....................... 550 Figura 4-150 - Localização da unidade de recebimento de embalagens de agrotóxicos em Teresina ............................................................................................................................. 557 Figura 4-151 - Funcionários da limpeza pública ................................................................. 558 Figura 4-152 - Áreas de disposição irregular de resíduos .................................................. 562 Figura 4-153 – Zona de comércio conforme Lei de Zoneamento Urbano de Teresina. ...... 567 Figura 4-154 - Área de disposição irregular de resíduos de construção civil ...................... 570 Figura 4-155 – Hospital Promorar - Ponto amostral de armazenamento de RSS (unidade pública de saúde) e coleta pela empresa terceirizada ........................................................ 581 Figura 4-156 - Periodicidade de Coleta na área rural - regiões Norte e Leste .................... 585 Figura 4-157 - Periodicidade de Coleta na área rural - regiões Sul e Sudeste .................. 586 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XXVII Figura 4-158 - Localização do Aterro Municipal ................................................................. 588 Figura 4-159 - Aterro Controlado - Destaque aos catadores informais e à lagoa de coleta do chorume ............................................................................................................................. 589 Figura 4-160 - Aterro Sanitário. Área em processo de adequação ..................................... 592 Figura 4-161 - Organograma SEMDUH ............................................................................. 598 Figura 4-162 - Organograma da Coordenação Especial de Limpeza Pública..................... 599 Figura 4-163 – Pontos de coletas regulares e irregulares. ................................................. 602 Figura 4-164 – Pontos de Coleta regulares. ....................................................................... 603 Figura 4-165 – Divulgação dos Pontos de coleta. .............................................................. 604 Figura 4-166 - Macrobacias de drenagem de Teresina ...................................................... 611 Figura 4-167 - Microbacias mais suscetíveis à inundação.................................................. 616 Figura 4-168– Mapa de localização dos diques instalados. ................................................ 618 Figura 4-169 - Diques de proteção Mocambinho e Boa Esperança .................................... 619 Figura 4-170 - Grupos de solos existentes no município. ................................................... 633 Figura 4-171 – Fator K – Taxa de perdas de solos ............................................................ 636 Figura 4-172 - Uso do solo - Município de Teresina e região ............................................. 638 Figura 4-173 – Curva número calculada para as bacias e microbacias. ............................. 648 Figura 4-174 - Características do hidrograma unitário proposto pelo SCS. ........................ 650 Figura 4-175- Hidrograma unitário curvilíneo – SCS .......................................................... 651 Figura 4-176 - Sistema de drenagem urbana no município – bueiros e redes coletoras .... 658 Figura 4-177 - Inundações registradas em Teresina - 2008 e 2009 ................................... 659 Figura 4-178 - Drenagem - Canalização ............................................................................661 Figura 4-179 – Microbacias previstas nas licitações ........................................................... 665 Figura 5-1 – Modelos de Gestão para os serviços de saneamento básico ......................... 687 Figura 5-2 – Modelos de Gestão do tipo concessão. .......................................................... 690 Figura 5-3 – Modelos de Gestão do tipo PPP – Parceria Público Privada .......................... 691 Figura 5-4 – Modelos de Gestão do tipo Gestão Associada ............................................... 692 Figura 5-5 – Cenário de atendimento da área B pelo município através da SEMAE .......... 720 Figura 5-6 - Modelos de Gestão Pública para o setor de resíduos sólidos ......................... 722 Figura 5-7 - Aterro Municipal – destaque para antiga área de disposição e a área escolhida para ampliação e adequação. ............................................................................................ 758 Figura 5-8 - Análise – área do aterro municipal destaque para as classes de declividade . 761 Figura 5-9 – Análise. Área do aterro municipal - destaque para as áreas urbanizadas ...... 762 Figura 5-10 - Resultado de análise. Possíveis áreas para instalação de aterros sanitários 764 Figura 5-11 - Análise de viabilidade para ações consorciadas ........................................... 768 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XXVIII Figura 5-12 - Locais caracterizados por passivos ambientais – Aterro Municipal e área de disposição irregular ............................................................................................................ 771 Figura 5-13 - Esquema – recuperação de áreas degradadas. ............................................ 772 Figura 5-14 - Sistema de Logística Reversa - atribuição e responsabilidades .................... 776 Figura 5-15 - Modelo de veículos para coleta de resíduos convencionais .......................... 778 Figura 5-16 – Sistema de Coleta Convencional, adequações necessárias para área rural 782 Figura 5-17 – Sistema de Coleta Convencional, adequações necessárias para área urbana ........................................................................................................................................... 783 Figura 5-18 - Padrão internacional da coleta seletiva. ..................................................... 785 Figura 5-19 - Modelo de Pontos de entrega voluntária para resíduos. ............................... 789 Figura 5-20 - Fluxograma de implantação do sistema de coleta seletiva ............................ 790 Figura 5-21 - Cenário 1 planejamento para implantação de sistema de coleta seletiva ...... 791 Figura 5-22 - Cenário 2 planejamento para implantação de sistema de coleta seletiva ...... 792 Figura 5-23 - Cenário 3 - planejamento para implantação de sistema de coleta seletiva ... 793 Figura 5-24 - Proposta de locais para instalação de PEVs na área rural ........................... 795 Figura 5-25 - Cenários de ampliação para o serviço de varrição ........................................ 804 Figura 5-26 – Modelo de equipamentos para capina e roçagem e servidores executando o serviço. .............................................................................................................................. 805 Figura 5-27 - Modelos de uniformes para coleta e equipamentos de proteção ................... 807 Figura 5-28 - Fluxograma de Gestão - Resíduos de Construção Civil ................................ 814 Figura 5-29 - Fluxograma - método da tríplice lavagem ..................................................... 819 Figura 5-30 - Áreas prioritárias para ampliação de atendimento com abastecimento de água ........................................................................................................................................... 841 Figura 5-31 - Áreas prioritárias para ampliação de atendimento com esgotamento sanitário ........................................................................................................................................... 844 Figura 5-32 - Áreas prioritárias para ampliação de serviços de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos ................................................................................................................. 845 Figura 5-33 - Áreas prioritárias para ampliação do serviço de drenagem urbana e manejo de águas pluviais ............................................................................................................. 847 Figura 5-34 - Fluxograma da Construção de Cenários ....................................................... 849 Figura 6-1- Síntese dos valores totais para investimentos do PMSB de THE. .............. 891 Figura 6-2– Hierarquia de prioridades das ações ............................................................ 892 Figura 6-3 -– Concepção do sistema de abastecimento de água Santa Maria da CODIPI ........................................................................................................................................... 901 Figura 6-4– Concepção do sistema de abastecimento de água Vila da Paz ................. 913 Figura 6-5– Concepção de ampliação do sistema de abastecimento de água .............. 917 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XXIX Figura 6-6- Projeto de reforço da rede de distribuição. Dimensionamento dos anéis principais. .......................................................................................................................... 919 Figura 6-7- Projeto de reforço da rede de distribuição. Dimensionamento dos anéis principais ........................................................................................................................... 920 Figura 6-8- Projeto de reforço da rede de distribuição. Dimensionamento dos anéis principais ........................................................................................................................... 921 Figura 6-9- Projeto de reforço da rede de distribuição. Dimensionamento dos anéis principais ........................................................................................................................... 922 Figura 6-10– Projeto de reforço da rede de distribuição. Dimensionamento dos anéis principais ........................................................................................................................... 923 Figura 6-11 - Projeto de reforço da rede de distribuição. Dimensionamento dos anéis principais ........................................................................................................................... 924 Figura 6-12 – Área de abrangência da ação ................................................................ 933 Figura 6-13 Esquema de instalação do hidrômetro ......................................................... 936 Figura 6-14– Planta da Instalação do Hidrômetro em Tubulação Existente ................... 937 Figura 6-15– Concepção de ampliação do sistema de esgotamento sanitário .............. 957 Figura 6-16 - Área de abrangência do projeto .............................................................. 962 Figura 6-17– Micro bacias com projetos de engenharia em fase de elaboração ........... 981 Figura 6-18 - – Sistema de drenagem e registro de obras executadas – Vila da Paz ...983 Figura 6-19– Localização das sub-bacias PE31, PD02, PD06, PD07, PD12, PD14, P10 e P11 e P12. ..................................................................................................................... 987 Figura 6-20- Localização das sub-bacias PE02, PE03, PE04, PE08, PE09, PE11, PE12, PE13, PE14, PE19, PE20, PE21, PE22, PE23, PE28, PE29, PD04, PD05, PD08, PD09, PD15, P01, P02, P05, P13, P14 ....................................................................................... 992 Figura 6-21– área de intervenção Programa Lagoas do Norte ............................... 1013 Figura 6-22- Visão esquemática da contribuição das bacias nas lagoas interligadas ......................................................................................................................................... 1015 Figura 6-23 Delimitação das áreas de preservação permanente na área urbana* 1024 Figura 6-24- Localização da Cerâmica Cil ..................................................................... 1026 Figura 6-25 - Memorial de cálculo da ação de levantamento de leitos de rios obstruídos. .................................................................................................................... 1027 Figura 6-26- Delimitação das macrobacias da área rural. ........................................ 1029 Figura 6-27 - Proposta de adequação da coleta convencional na área urbana e na área rural ................................................................................................................................ 1036 Figura 6-28 - Proposta para instalação dos pontos de entrega voluntária ................... 1037 Figura 6-29 - Fluxograma de análise cíclica do PMSB de Teresina ............................. 1052 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XXX Figura 6-30 - Os conceitos de Eficiência, Eficácia e Efetividade .................................. 1054 Figura 6-31 - – Etapas de implementação do PSA – Plano de Segurança da Água ......................................................................................................................................... 1088 Figura 6-32 - Modelo de Check List para avaliação de riscos ....................................... 1092 Figura 6-33 - Modelo de árvore de decisão .................................................................... 1096 Figura 7-1 – Modelo de avaliação para metas e objetivos propostos ............................... 1147 Figura 7-2 – Organograma proposto para Diretoria Técnica do saneamento ................... 1167 Figura 7-3 - Vertentes para a maximização de uma gestão eficaz. .................................. 1196 Figura 7-4 - Gerenciamento pelo ciclo PDCA. .................................................................. 1210 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XXXI LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 3-1- Taxa de Crescimento anual da população entre 2000 e 2010 ....................... 110 Gráfico 3-2– População residente no Município por faixa etária, entre 2000 e 2010 ......... 111 Gráfico 4-1- População de Teresina, nos quatro últimos censos ....................................... 139 Gráfico 4-2- Estrutura etária de Teresina .......................................................................... 140 Gráfico 4-3- Evolução populacional, urbana e rural. .......................................................... 141 Gráfico 4-4- Evolução das taxas de crescimento populacional de Teresina ...................... 142 Gráfico 4-5- Distribuição percentual das populações urbana e rural de Teresina, por grupos de idade ............................................................................................................................. 143 Gráfico 4-6 - Linhas de Tendência .................................................................................... 147 Gráfico 4-7 Crescimento populacional do Município de Teresina ...................................... 151 Gráfico 4-8- PIB Teresina: Estratificação por Setor. ......................................................... 153 Gráfico 4-9 - Teresina: Número de Empreendimentos Econômicos Solidários .................. 160 Gráfico 4-10 - Teresina: temperaturas máximas, médias e mínimas mensal ..................... 163 Gráfico 4-11 - Teresina: temperatura média anual - período de 1914 a 2009. ................... 163 Gráfico 4-12 - Teresina: precipitação média mensal no período de 1914 a 2009 .............. 164 Gráfico 4-13 - Teresina: Precipitação total e média anual – período: 1914-2009 .............. 165 Gráfico 4-14 - Umidade relativa média mensal e anual em Teresina. ............................... 167 Gráfico 4-15 - Balanço Hídrico Mensal de Teresina - período de 1961 a 1990. ................. 170 Gráfico 4-16 - Teresina: precipitação em 24 horas em relação ao período de retorno. ..... 171 Gráfico 4-17 - TERESINA: Curvas de Intensidade-Duração-Frequência (IDF). ................. 172 Gráfico 4-18 - Usos consuntivos da Região Hidrográfica do Parnaíba .............................. 275 Gráfico 4-19 - Teresina: Total de Óbitos por DRSAI. ......................................................... 293 Gráfico 4-20 - Óbitos por residência, segundo capitulo CID-10 em Teresina, no período de 2009 a 2011. ...................................................................................................................... 296 Gráfico 4-21 - Número de Equipes do Programa Saúde da Família .................................. 298 Gráfico 4-22 - Número de agentes da Saúde Bucal .......................................................... 298 Gráfico 4-23 - Percentual populacional coberto pelo PSF ................................................. 299 Gráfico 4-24– Receitas e Despesas Agespisa – SNIS (2010). .......................................... 309 Gráfico 4-25 - Receitas líquidas da Agespisa por grupo de consumidor - 2010 a 2012. .... 311 Gráfico 4-26 - População atendida com abastecimento de água em Teresina - 1997 a 2010. ........................................................................................................................................... 328 Gráfico 4-27 - Perdas na distribuição de água Agespisa - 2003 a 2010. ........................... 339 Gráfico 4-28- Famílias atendidas por poços por região da Zona Rural de Teresina .......... 375 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XXXII Gráfico 4-29– Propostas recebidas - 1º Fórum Regional – área urbana. Centro de Formação Prof. Odilon Nunes ............................................................................................................. 405 Gráfico 4-30 - Propostas recebidas - 2º Fórum Regional – área rural. Escola Municipal Hermelinda de Castro Povoado São Vicente. .................................................................... 407 Gráfico 4-31 - Propostas recebidas - 3º Fórum Regional – área urbana. Teatro João Paulo II no Bairro Dirceu Arco Verde .............................................................................................. 408 Gráfico 4-32- Propostas recebidas - 4ºFórum Regional – área rural. E.M. Tomaz de Oliveira Lopes - Povoado Formosa. ................................................................................................ 409 Gráfico 4-33- Propostas recebidas - 5º Fórum Regional – área urbana. ........................... 410 Gráfico 4-34 Propostas recebidas - 6º Fórum Regional – área rural. Escola Municipal Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Povoado Cerâmica Cil ..................................................... 411 Gráfico 4-35 - - Propostas recebidas - 7º Fórum Regional – área rural. Escola Municipal Nossa Santa Teresa - Povoado Santa Teresa .............................................................................. 412 Gráfico 4-36- Propostas recebidas para o serviço de abastecimento de água. 8º Fórum Regional – área urbana. Centro Social Cristo Rei .............................................................. 413 Gráfico 4-37 - População atendida com esgotamento sanitário em Teresina 2001-2010. . 445 Gráfico 4-38- Índices de atendimento e tratamento de esgoto ..................................... 447 Gráfico 4-39– Propostas recebidas no 1° Fórum Regional – Área Urbana. Local: Centro de Formação Professor Odilon Nunes Marquês. ..................................................................... 494 Gráfico 4-40 - Propostas recebidas no 2° Fórum Regional – Área Rural. Local: Escola Municipal Hermelinda de Castro – Povoado São Vicente. .................................................. 496 Gráfico 4-41 Propostas recebidas no 3° Fórum Regional – Área Urbana. Local: Teatro João Paulo II no bairro Dirceu Arco Verde .................................................................................. 497 Gráfico 4-42- Propostas recebidas no 4° Fórum Regional – Área Rural. Local: Escola Municipal Tomaz de Oliveira Lopes - Povoado Formosa ................................................... 498 Gráfico 4-43- Propostas recebidas no 5° Fórum Regional – Área Urbana. Local: Paróquia Nossa Senhora de Fátima. ................................................................................................. 499 Gráfico 4-44 - Propostas recebidas no 6° Fórum Regional – Área Rural. Local: Escola Municipal Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Povoado Cerâmica Cil ........................... 500 Gráfico 4-45 - - Propostas recebidas no 7° Fórum Regional – Área Rural. Local: Escola Municipal Nossa Santa Teresa - Povoado Santa Teresa. .................................................. 501 Gráfico 4-46- Propostas recebidas no 8° Fórum Regional – Área Urbana. Local: Centro Social Cristo Rei. .......................................................................................................................... 502 Gráfico 4-47- Grau de satisfação com o serviço de esgoto da Agespisa. .......................... 503 Gráfico 4-48- Tipo de esgotamento sanitário da residência. .............................................. 503 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XXXIII Gráfico 4-49- Média em toneladas de resíduos provenientes de limpeza de parques – 2010 a 2013 ................................................................................................................................... 563 Gráfico 4-50 - Total de resíduos domiciliares dispostos no Aterro Controlado ................... 590 Gráfico 4-51- Relação de Tempo de Duração x Intensidade. ........................................... 656 Gráfico 4-52 - Propostas recebidas no 1° Fórum Regional – Área Urbana. Centro de Formação Odilon Nunes. ................................................................................................... 673 Gráfico 4-53 - - Propostas recebidas no 2° Fórum Regional – Área Rural. Escola Municipal Hermelinda de Castro – Povoado São Vicente. ................................................................. 674 Gráfico 4-54 - Propostas recebidas no 3° Fórum Regional – Área Urbana. Teatro João Paulo II – Bairro Dirceu Arco Verde. ............................................................................................ 675 Gráfico 4-55- Propostas recebidas no 4° Fórum Regional – Área Rural. Escola Municipal Tomaz de Oliveira Lopes – Povoado Formosa. .................................................................. 676 Gráfico 4-56- Propostas recebidas no 5° Fórum Regional – Área Urbana. Paróquia Nossa Senhora de Fátima............................................................................................................. 678 Gráfico 4-57- Propostas recebidas no 6° Fórum Regional – Área Rural. Escola Municipal Nossa Senhora do Perpétuo Socorro – Ceramica Cil ......................................................... 679 Gráfico 4-58- Propostas recebidas no 7° Fórum Regional – Área Rural. Escola Municipal Santa Teresa- Povoado Santa Teresa ............................................................................... 680 Gráfico 4-59 Propostas recebidas no 8° Fórum Regional – Área Urbana. Centro Social Cristo Rei. .................................................................................................................................... 681 Gráfico 5-1- Gráfico do total de água produzido com perdas menos a demanda para consumo de 140l/hab.dia. ................................................................................................................. 697 Gráfico 5-2- Gráfico do total de água produzido com perdas menos a demanda para consumo de 110l/hab.dia. ................................................................................................................. 704 Gráfico 5-3- Total de água produzido sem perdas menos a demanda para consumo de 110l/hab.dia. ...................................................................................................................... 705 Gráfico 5-4- Relação entre a produção e a demanda com e sem perdas no sistema para o consumo de 110l/hab.dia. .................................................................................................. 706 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XXXIV LISTA DE TABELAS Tabela 2-1 - Principais eventos a serem realizados em cada etapa ..................................... 55 Tabela 2-2 – Agenda Geral das Atividades do PMS ............................................................. 62 Tabela 2-3 - Cronograma geral das atividades do PMS ....................................................... 63 Tabela 2-4 - Cronograma das atividades do PMS ................................................................ 64 Tabela 2-5 – Reunião com o Comitê de Coordenação e Equipe Municipal – Etapa 1 .......... 65 Tabela 2-6 – Seminário Municipal de Sensibilização – Etapa 2............................................ 70 Tabela 2-7– Fóruns Regionais – Etapa 2 ............................................................................. 83 Tabela 2-8- Fóruns Regionais – Etapa 4 .............................................................................. 84 Tabela 2-9 - Fórum Municipal do PMSB - Etapa 2 ............................................................... 85 Tabela 2-10- Fórum Municipal do PMSB – Etapa 4.............................................................. 86 Tabela 2-11 - Consulta Pública através de página na internet – Etapa 3 e 5........................87 Tabela 2-12 – Conferência Municipal de Saneamento Básico – Etapa 6 ............................. 87 Tabela 2-13 - Audiência Pública – Etapa 6 .......................................................................... 88 Tabela 3-1 - Cronograma Físico e Financeiro .................................................................... 119 Tabela 3-2 -Relação de profissionais para execução do Plano .......................................... 120 Tabela 3-3 – Demonstrativo de alocação de custo com pessoal e total. ............................ 126 Tabela 4-1 - Distância de Teresina em Relação às Cidades de sua área metropolitana. ... 139 Tabela 4-2 - População urbana e rural de Teresina entre os anos 1960 e 2013. ............... 141 Tabela 4-3 - Evolução das taxas de crescimento populacional de Teresina nas últimas décadas. ............................................................................................................................ 142 Tabela 4-4 - Teresina: Proporção da População Urbana e Rural por Gênero. ................... 143 Tabela 4-5 - Migração Teresina - População residente por lugar de nascimento em 2010. 144 Tabela 4-6 - Migração Teresina - População residente por lugar nacionalidade em 2010. . 144 Tabela 4-7 - Densidade Demográfica de Teresina entre 1960 – 2010................................ 145 Tabela 4-8 – Estudo Populacional de Teresina – PI ........................................................... 150 Tabela 4-9 - PIB Teresina / PIB Piauí: Período 2000-2010. ............................................... 152 Tabela 4-10 - PIB Teresina: Dados Comparativos. ............................................................ 153 Tabela 4-11- Teresina: Flutuação do Emprego por Setor de Atividade Econômica (2010 - 2013¹) ................................................................................................................................ 154 Tabela 4-12 - Consumo médio de água por tipo de prédio. ................................................ 157 Tabela 4-13 - Teresina: Estatísticas do cadastro central de empresas. .............................. 158 Tabela 4-14 - Dificuldades e oportunidades ....................................................................... 160 Tabela 4-15 - Renda Familiar Mensal por Faixa de Salário Mínimo ................................... 161 Tabela 4-16 - IDHM – Teresina .......................................................................................... 162 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XXXV Tabela 4-17 - Resultados do Balanço Hídrico para Teresina. ............................................ 168 Tabela 4-18 - Teresina: intensidades das chuvas máximas (mm/h), conforme tempos de retorno e durações, calculadas pela equação IDF (eq. 11), obtida com dados de pluviômetro - período: 1914 a 2009. ...................................................................................................... 172 Tabela 4-19 - Teresina: Unidades de Atendimento da Rede Pública e Privada com Número de Leitos ................................................................................................................................. 178 Tabela 4-20 - Teresina: Rede Municipal de Saúde - Período: 2005 – 2010........................ 179 Tabela 4-21 - Teresina: Rede Privada de Saúde - Ano: 2010. ........................................... 179 Tabela 4-22 - Teresina: Número de Internações Conforme Origem e Ano - Período de 2000 – Outubro/2011. .................................................................................................................... 180 Tabela 4-23 - Número de partos realizados no Hospital Maternidade Evangelina Rosa .... 180 Tabela 4-24 - Teresina: óbitos infantis. .............................................................................. 180 Tabela 4-25 - Teresina: Doenças Registradas - Período: 2000 – 2011. ............................. 181 Tabela 4-26 - Teresina: Vacinação Contra a Poliomielite e Gripe. ..................................... 181 Tabela 4-27 - Teresina: Número de Docentes por Nível de Ensino e Esfera Administrativa - Período: 2012. ................................................................................................................... 182 Tabela 4-28 - Teresina: Principais Programas Especiais - Período: 2011. ......................... 182 Tabela 4-29 - Teresina: Origem das Fontes de Abastecimento de Água por Domicílio - Período: 2000 e 2010. ........................................................................................................ 185 Tabela 4-30 - Teresina: Serviços de Pavimentação - Período: 2008 – 2011. ..................... 188 Tabela 4-31 - Teresina: Movimento de Passageiros, Aeronaves, Carga Aérea e Mala Postal no Aeroporto - Período: 2003 – 2012. ................................................................................ 190 Tabela 4-32 - Estimativa do Déficit Habitacional de Teresina - Período: 2007 – 2011. ....... 191 Tabela 4-33- Serviços de Comunicação em Teresina - Período: 2010 ............................... 192 Tabela 4-34- Estrutura Geral da Polícia Militar de Teresina. .............................................. 193 Tabela 4-35- Estrutura da Polícia Civil de Teresina............................................................ 194 Tabela 4-36 - Doenças de Veiculação Hídrica. .................................................................. 198 Tabela 4-37 - Número de Escolas por Nível de Ensino e Esfera Administrativa em Teresina - Período: 2012. ................................................................................................................... 201 Tabela 4-38 - Relação de cemitérios existentes na área urbana de Teresina. ................... 203 Tabela 4-39 - Cultura: Principais Obras Realizadas. .......................................................... 205 Tabela 4-40 - Teresina: Matriculas por Níveis e Modalidades de ensino - Período: 2008 - 2011 ........................................................................................................................................... 213 Tabela 4-41 - Taxa de abandono, reprovação e aprovação em Teresina no ano de 2010. 214 Tabela 4-42 - IDEB observado e metas projetadas para o ensino público em Teresina no período de 2007 a 2011. .................................................................................................... 215 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XXXVI Tabela 4-43 - Teresina: Indicadores educacionais do Ministério da Educação ................... 216 Tabela 4-44 - População residente em Teresina e a frequência escolar por faixa etária no Censo de 2010. .................................................................................................................. 218 Tabela 4-45 - IDHM – Teresina. ......................................................................................... 220 Tabela 4-46 - Nomenclatura das Parques .......................................................................... 223 Tabela 4-47 - Principais Praças De Teresina. .................................................................... 226 Tabela 4-48 - Formas de Comunicação. ............................................................................ 234 Tabela 4-49 - Projetos para implantação previstos no município. .......................................236 Tabela 4-50 - Programas em andamento com ênfase em saneamento básico. ................. 241 Tabela 4-51 - Disciplinas e atividades voltadas para o saneamento básico nas escolas. ... 243 Tabela 4-52 - Agenda Geral das Atividades do PMS. ........................................................ 248 Tabela 4-53 - Sub-bacias da Região Hidrográfica do Parnaíba. ......................................... 277 Tabela 4-54 - População da Região Hidrográfica do Parnaíba. .......................................... 278 Tabela 4-55 - Principais biomas nas sub-bacias da região hidrográfica do Parnaíba. ........ 279 Tabela 4-56 - Sistemas Aquíferos. ..................................................................................... 280 Tabela 4-57 - Oferta e Demanda dos Mananciais na Região Hidrográfica do Parnaíba. .... 285 Tabela 4-58 – Demanda dos Recursos Hídricos. ............................................................... 285 Tabela 4-59 - Síntese das Demandas Hídricas. ................................................................. 286 Tabela 4-60 – Síntese da Produção de Esgotos Sanitários. ............................................... 286 Tabela 4-61 - Doenças relacionadas ao Saneamento Ambiental Inadequado – DRSAI ..... 292 Tabela 4-62 - Quantidade de internações por grupo de causas em Teresina. .................... 294 Tabela 4-63- Teresina - Percentual de cobertura da população. ........................................ 297 Tabela 4-64 - Situação do saneamento básico no município de Teresina. ......................... 300 Tabela 4-65 - Grupo, formas e principais doenças de veiculação hídrica. .......................... 301 Tabela 4-66 - Teresina: Óbitos por Residência por Ano do Óbito, segundo Capítulo CID-10 ........................................................................................................................................... 302 Tabela 4-67 - Teresina: Informações sobre nascimentos por residência da mãe, no período de 2008 a 2011. ................................................................................................................. 303 Tabela 4-68 – Despesas e percentual de participação do Município e Sistema Único de Saúde nos gastos com saúde em Teresina de 2008 a 2011. ........................................................ 303 Tabela 4-69 - Teresina: Programas Especiais de Saúde no período de 2005 a 2008. ...... 305 Tabela 4-70 - Teresina: Sugestões para Melhoria do Polo Saúde ...................................... 306 Tabela 4-71 – Características do prestador de serviços. .................................................... 307 Tabela 4-72 - Relação do quadro de funcionários – Agespisa. .......................................... 308 Tabela 4-73 - Dados financeiros. ....................................................................................... 310 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XXXVII Tabela 4-74 - Parcelas de receita bruta da Agespisa por grupo de consumidor - 2010 a 2012. ........................................................................................................................................... 310 Tabela 4-75 -Tarifas normais referentes ao serviço de abastecimento de água. ................ 321 Tabela 4-76 -Tarifação média mensal para os serviços de água e esgoto de Teresina. .... 321 Tabela 4-77- Participação dos mananciais no abastecimento de Teresina. ....................... 325 Tabela 4-78 - Sistema de Indicadores de avaliação dos serviços e do panorama atual. .... 327 Tabela 4-79 –Abastecimento de água dos domicílios particulares permanentes – 2010. ... 328 Tabela 4-80 –Abastecimento de água na zona rural de Teresina. ...................................... 332 Tabela 4-81 - Histograma de consumo total – janeiro/2012. .............................................. 335 Tabela 4-82 -Histograma de consumo com hidrômetros – janeiro/2012. ............................ 335 Tabela 4-83 - Histograma de consumo sem hidrômetros – janeiro/2012. ........................... 336 Tabela 4-84 - Volumes de água. ........................................................................................ 337 Tabela 4-85 - Nível de perdas no sistema de abastecimento de água – 2012. ................... 340 Tabela 4-86 -Consumo per capita de água estimado por Von Sperling (2005). .................. 341 Tabela 4-87 – Demanda de água para consumo per capita de 300l/hab/dia. ..................... 341 Tabela 4-88 - Parâmetros físico-químicos da água bruta captada no Rio Parnaíba. .......... 346 Tabela 4-89 - Padrão microbiológico de potabilidade da água para consumo humano. ..... 346 Tabela 4-90 - Apresentação quantitativa das análises exigidas pela Portaria nº 2.914. ..... 348 Tabela 4-91 - Lista parcial de parâmetros do padrão de aceitação para consumo humano. ........................................................................................................................................... 350 Tabela 4-92 – Poços na cidade de Teresina. ..................................................................... 363 Tabela 4-93 – Poços na área rural de Teresina – Zona Norte ............................................ 366 Tabela 4-94 – Poços na área rural de Teresina – Zona Sul ............................................... 367 Tabela 4-95 – Poços na área rural de Teresina – Zona Leste ............................................ 368 Tabela 4-96 – Poços na área rural de Teresina – Zona Sudeste........................................ 371 Tabela 4-97 – Relação das localidades com sistema de abastecimento d’água domiciliar na zona rural de Teresina mantida pela PMT/SDR/GRSH. ..................................................... 373 Tabela 4-98 -Dados das bombas da estação elevatória de água bruta. ............................. 377 Tabela 4-99 – Características da ETAs. ............................................................................. 377 Tabela 4-100 - Estações Elevatórias de Água Tratada - EEAT. ......................................... 385 Tabela 4-101 – Características do Booster Petrônio Portela. ............................................. 395 Tabela 4-102 – Características do sistema de Demerval Lobão. ........................................ 397 Tabela 4-103 – Características hidráulicas da EEATC. ...................................................... 398 Tabela 4-104 – Reservatórios de água. ............................................................................. 399 Tabela 4-105 -Síntese dos problemas e sugestões apontados pela população no 1º Fórum Regional – área urbana - Centro de Formação Prof. Odilon Nunes ................................... 404 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XXXVIII Tabela 4-106 - Síntese dos problemas e sugestões apontados pela população no 2º Fórum Regional – área rural. Escola Municipal Hermelinda de Castro Povoado São Vicente. ...... 406 Tabela 4-107 - Síntese dos problemas e sugestões apontados pela população no 3º Fórum Regional – área urbana. Teatro João Paulo II no Bairro Dirceu Arco Verde. ...................... 407 Tabela 4-108 - Síntese dos problemas e sugestões apontados pela população no 4º Fórum Regional – área rural. E.M. Tomaz de Oliveira Lopes - Povoado Formosa ........................ 408 Tabela 4-109 -Síntese dos problemase sugestões apontados pela população no 5º Fórum Regional – área urbana. ..................................................................................................... 409 Tabela 4-110 - Síntese dos problemas e sugestões apontados pela população no 6º Fórum Regional – área rural. Escola Municipal Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Povoado Cerâmica Cil ...................................................................................................................... 410 Tabela 4-111 -Síntese dos problemas e sugestões apontados pela população no 7º Fórum Regional – área rural. Escola Municipal Nossa Santa Teresa - Povoado Santa Teresa ..... 412 Tabela 4-112 - Síntese dos problemas e sugestões apontados pela população no 8º Fórum Regional – área urbana. Centro Social Cristo Rei .............................................................. 413 Tabela 4-113 – Vazão média. ............................................................................................ 433 Tabela 4-114 –Vazão de captação. .................................................................................... 434 Tabela 4-115 –Vazão de Distribuição................................................................................. 435 Tabela 4-116- Indicadores do Sistema de Esgotamento Sanitário de Teresina. ................. 444 Tabela 4-117– Panorama dos índices de coleta e tratamento dos esgotos. ....................... 446 Tabela 4-118– Características da rede coletora de esgoto. ............................................... 448 Tabela 4-119-Estações Elevatórias de Esgoto de Teresina. .............................................. 449 Tabela 4-120 – Atendimento da rede de esgoto com índice superior a 70%. ..................... 454 Tabela 4-121 - Tipo de esgotamento em Teresina – IBGE 2010. ....................................... 476 Tabela 4-122 - Sistemas de esgotamento sanitário na área rural de Teresina. .................. 477 Tabela 4-123 - Tipo de esgotamento utilizado. ................................................................... 479 Tabela 4-124 - Volume total de esgoto gerado na área urbana de Teresina. ..................... 481 Tabela 4-125 - Consumo de água per capita de acordo com a faixa populacional. ............ 482 Tabela 4-126 - Estimativas de vazões futuras de esgoto de Teresina. ............................... 483 Tabela 4-127 - Parâmetros estabelecidos para Água Doce – Classe 1 - Resolução CONAMA nº 357 de 2005. .................................................................................................................. 487 Tabela 4-128 - Ponto de lançamento de efluente na ETE Pirajá. ....................................... 489 Tabela 4-129 - Ponto de lançamento de efluente na ETE Leste......................................... 489 Tabela 4-130 - Ponto de lançamento de efluente na ETE Alegria. ..................................... 490 Tabela 4-131 - Ponto de lançamento de efluente na ETE Tancredo Neves. ...................... 490 Tabela 4-132 - Parâmetros de qualidade ETE Pirajá. ........................................................ 491 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XXXIX Tabela 4-133 - Parâmetros de qualidade ETE Leste. ......................................................... 491 Tabela 4-134 - Parâmetros de qualidade ETE Alegria. ...................................................... 492 Tabela 4-135 - Problemas e sugestões levantados no 1° Fórum Regional – Área Urbana. Local: Centro de Formação Professor Odilon Nunes Marquês. .......................................... 494 Tabela 4-136 - Problemas e sugestões levantados no 2° Fórum Regional – Área Rural. ... 495 Tabela 4-137– Problemas e sugestões levantados no 3° Fórum Regional – Área Urbana. Local: Teatro João Paulo II no bairro Dirceu Arco Verde. ................................................... 497 Tabela 4-138 - Problemas e sugestões levantados no 4° Fórum Regional – Área Rural. ... 498 Tabela 4-139- Problemas e sugestões levantados no 5° Fórum Regional – Área Urbana.Local: Paróquia Nossa Senhora de Fátima. ................................................................................. 499 Tabela 4-140 - Problemas e sugestões levantados no 6° Fórum Regional – Área Rural. Local: Escola Municipal Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Povoado Cerâmica Cil ............... 500 Tabela 4-141 - Problemas e sugestões levantados no 7° Fórum Regional – Área Rural. Local: Escola Municipal Nossa Santa Teresa - Povoado Santa Teresa. ....................................... 501 Tabela 4-142 - Problemas e sugestões levantados no 8° Fórum Regional – Área Urbana. Local: Centro Social Cristo Rei........................................................................................... 502 Tabela 4-143 - Total de Resíduos Sólidos Domiciliares coletados em Teresina – 2010/2013 ........................................................................................................................................... 514 Tabela 4-144 - Total de Resíduos de Limpeza Pública coletados em Teresina – 2010/2013 ........................................................................................................................................... 514 Tabela 4-145 - Síntese dos cálculos apresentados ............................................................ 515 Tabela 4-146 - Síntese dos cálculos de caracterização para os resíduos encaminhados aos aterro municipal. ................................................................................................................ 516 Tabela 4-147 - Projeção populacional e de geração per capita de resíduos ...................... 517 Tabela 4-148 - Custo com a coleta domiciliar nos últimos três anos (2010-2012) .............. 519 Tabela 4-149 - Frequência recomendada para coleta convencional .................................. 519 Tabela 4-150 - Cronograma da coleta convencional de resíduos sólidos ........................... 520 Tabela 4-151 - Circuito de coleta por seção ....................................................................... 523 Tabela 4-152 - Quantidade de Veículos necessários para coleta convencional por setor de atendimento. ...................................................................................................................... 533 Tabela 4-153 - Quantidade de resíduos coletados em toneladas nas áreas de disposição irregular. ............................................................................................................................. 537 Tabela 4-154 - Coleta de penas e vísceras - total mensal e anual em toneladas ............... 541 Tabela 4-155 – Condomínios atendidos por coleta seletiva ............................................... 545 Tabela 4-156 - Quantitativo da coleta seletiva - mês de outubro/2013 ............................... 547 Tabela 4-157 - Relação de empresas compradoras de material reciclável em Teresina .... 548 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XL Tabela 4-158 - Total de quilômetros de ruas varridos mensalmente para o período de 2010- 2013 ................................................................................................................................... 559 Tabela 4-159 - Total em toneladas de resíduos provenientes dos serviços de capina e roçagem .............................................................................................................................560 Tabela 4-160 - Número de equipes disponíveis para os serviços de capina e roçagem ..... 560 Tabela 4-161 - Total de gastos apenas com o serviço de capina ....................................... 561 Tabela 4-162 - Equipe para Limpeza de Parques .............................................................. 563 Tabela 4-163 - Gastos anuais com limpeza pública - 2010 a 2013 .................................... 564 Tabela 4-164 – Previsão de garis para o serviço de varrição por SDU – frequência de 1 vez por semana ........................................................................................................................ 566 Tabela 4-165 – Previsão de garis para o serviço de varrição por SDU – frequência diária para as áreas comerciais ........................................................................................................... 566 Tabela 4-166 - Estabelecimentos de Saúde Público e geração de RSS ............................ 573 Tabela 4-167 - Estabelecimentos de Saúde Público Estadual e geração de RSS .............. 577 Tabela 4-168 – Estabelecimentos de Saúde Privado e geração de RSS ........................... 578 Tabela 4-169 - Quantidade de Resíduos de Saúde Coletados - valor em toneladas .......... 580 Tabela 4-170 – Principais artigos do decreto nº.9.432/2009 .............................................. 582 Tabela 4-171 - Periodicidade de Coleta na área rural - zonas Norte e Leste...................... 583 Tabela 4-172 - Periodicidade de Coleta na área rural - zonas Sul e Sudeste ..................... 583 Tabela 4-173 - Dados gerais da área de disposição final de resíduos sólidos .................... 587 Tabela 4-174 - Gastos gerados pelo aterro do município – Anos: 2010, 2011, 2012 e 2013 ........................................................................................................................................... 590 Tabela 4-175 - Uso do volume disponível, anualmente, no Aterro Sanitário....................... 594 Tabela 4-176 - Vida útil por célula na Fase I ...................................................................... 594 Tabela 4-177 - Vida útil por célula na Fase I + Fase II ....................................................... 594 Tabela 4-178 - Vida útil por célula na Fase I + Fase II + Fase III ........................................ 595 Tabela 4-179 - Relação de despesas com serviços de limpeza e coleta no ano de 2012 .. 597 Tabela 4-180 – Receita Arrecadada Global no município de Teresina – ano 2012 ............ 597 Tabela 4-181 - Quadro de trabalhadores para coleta convencional ................................... 600 Tabela 4-182 - Quadro de trabalhadores na conservação urbana ...................................... 600 Tabela 4-183 - Quadro de trabalhadores alocados no aterro municipal ............................. 600 Tabela 4-184 - Quadro de servidores do administrativo na SEMDUH ................................ 600 Tabela 4-185 - Taxas de permeabilização aplicadas em Teresina. .................................... 609 Tabela 4-186 - Macrobacias urbanas e sub-bacias de Teresina. ....................................... 612 Tabela 4-187- Classificação das macrobacias urbanas de Teresina. ................................. 620 Tabela 4-188 - Classificação das microbacias urbanas de Teresina. ................................. 621 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XLI Tabela 4-189- Classificação das bacias rurais de Teresina. ............................................... 622 Tabela 4-190 - Parâmetros morfométricos das microbacias localizadas à margem direita do Rio Poti. ............................................................................................................................. 627 Tabela 4-191 - Parâmetros morfométricos das microbacias localizadas à margem esquerda do Rio Poti ......................................................................................................................... 627 Tabela 4-192 - Parâmetros morfométricos das microbacias localizadas à margem direita do Rio Parnaíba ...................................................................................................................... 628 Tabela 4-193 - Parâmetros morfométricos das bacias hidrográficas da área rural ............. 630 Tabela 4-194 - Tempo de Concentração das microbacias urbanas de Teresina. ............... 631 Tabela 4-195 - Tempo de concentração das microbacias rurais de Teresina. .................... 632 Tabela 4-196 - Classificação do tipo de solo. ..................................................................... 632 Tabela 4-197 - Porcentagem do tipo de ocupação do solo urbano nas microbacias urbanas de Teresina. ............................................................................................................................ 639 Tabela 4-198 - Porcentagem do tipo de ocupação do solo urbano nas Bacias Hidrográficas Rurais de Teresina. ............................................................................................................ 643 Tabela 4-199 - Usos do solo em área de preservação permanente ................................... 644 Tabela 4-200 - Valores de CN calculados para as bacias em estudo ................................. 646 Tabela 4-201 - Valores das relações t/tp e q/qp – SCS. ..................................................... 652 Tabela 4-202 - Vazões de pico para as microbacias e bacias hidrográficas em estudo. .... 653 Tabela 4-203 - Intensidades calculadas para os diferentes Tempos de Retorno. .............. 655 Tabela 4-204 - Lotes e respectivos valores de licitação para elaboração dos projetos. ...... 671 Tabela 4-205 - Problemas e sugestões levantados no 1° Fórum Regional – Área Urbana. Centro de Formação Odilom Nunes. .................................................................................. 671 Tabela 4-206 - Problemas e sugestões levantados no 2° Fórum Regional – Área Rural. Escola Municipal Hermelinda de Castro – Povoado São Vicente. .................................................. 673 Tabela 4-207 - Problemas e sugestões levantados no 3° Fórum Regional – Área Urbana. Teatro João Paulo II – Bairro Dirceu Arco Verde. ............................................................... 675 Tabela 4-208 -Problemas e sugestões levantados no 4° Fórum Regional – Área Rural. Escola Municipal Tomaz de Oliveira Lopes – Povoado Formosa. .................................................. 676 Tabela 4-209 - Problemas e sugestões levantados no 5° Fórum Regional – Área Urbana. Paróquia Nossa Senhora de Fátima .................................................................................. 677 Tabela 4-210 - Problemas e sugestões levantados no 6° Fórum Regional – Área Rural. Escola Municipal Nossa Senhora do Perpétuo Socorro – Ceramica Cil ......................................... 679 Tabela 4-211 - Problemas e sugestões levantados no 7° Fórum Regional – Área Rural. Escola Municipal Santa Teresa- Povoado Santa Teresa. .............................................................. 680 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XLII Tabela 4-212 - Problemas e sugestões levantados no 8° Fórum Regional – Área Urbana. Centro Social Cristo Rei. ....................................................................................................681 Tabela 5-1 - Cronograma de atividades para mobilização social ........................................ 683 Tabela 5-2 – Vazões necessárias para suprir a demanda de água .................................... 695 Tabela 5-3 – Relação demanda e déficit no sistema de abastecimento de água com base no consumo per capita de 140l/hab./dia. ................................................................................. 696 Tabela 5-4 – Geração de esgotamento sanitário com base no consumo médio de 140/hab./dia de água. ............................................................................................................................. 698 Tabela 5-5 - Projeções para vazões de esgotamento sanitário com referência ao consumo de 140 hab./dia de água. ........................................................................................................ 699 Tabela 5-6 - Projeção da Geração de Resíduos para o Horizonte de 20 Anos ............ 700 Tabela 5-7 – Relação demanda e déficit no sistema de abastecimento de água com base no consumo per capita de 110l/hab./dia. ................................................................................. 703 Tabela 5-8 – Relação demanda e déficit no sistema de abastecimento de água com base no consumo per capita de 140l/hab./dia e previsão de redução no índice de perdas – cenário 1. ........................................................................................................................................... 707 Tabela 5-9 – Relação demanda e déficit no sistema de abastecimento de água com base no consumo per capita de 140l/hab./dia e previsão de redução no índice de perdas – cenário 2. ........................................................................................................................................... 708 Tabela 5-10 – Relação demanda e déficit no sistema de abastecimento de água com base no consumo per capita de 140l/hab./dia, previsão de redução no índice de perdas – cenário 1 mais instalação da ETA Sta. Maria da CODIPI. ................................................................. 709 Tabela 5-11 – Geração de esgotamento sanitário com base no consumo médio de 110l/hab./dia de água. ........................................................................................................ 710 Tabela 5-12 - Projeções para vazões de esgotamento sanitário com referência ao consumo de 110 hab./dia. de água. ................................................................................................... 711 Tabela 5-13 - Projeção da Geração de Resíduos para o Horizonte de 20 Anos........... 712 Tabela 5-14 – Previsão de área a ser impermeabilizada conforme total de área residencial ocupada. ............................................................................................................................ 714 Tabela 5-15 - Descrição Total dos Custos dos Serviços de Coleta de Lixo e da Limpeza no Município de Teresina-PI. .................................................................................................. 722 Tabela 5-16 – indicadores do serviço de abastecimento de água ...................................... 728 Tabela 5-17 – Metas para o setor de abastecimento de água ............................................ 728 Tabela 5-18– Programas, Projetos e ações previstos para o setor de abastecimento de água na área urbana ................................................................................................................... 732 Tabela 5-19 – Programas, Projetos e Ações para abastecimento de água da área rural ... 736 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XLIII Tabela 5-20 - indicadores do serviço de esgotamento sanitário. ........................................ 739 Tabela 5-21 – Objetivos e metas para o setor de esgotamento sanitário ........................... 739 Tabela 5-22 - Sistemas de Tratamento de Esgoto: vantagens e desvantagens ................. 741 Tabela 5-23 – Programas, Projetos e Ações previstos para o setor de Esgotamento Sanitário para área urbana ............................................................................................................... 743 Tabela 5-24 – Programas, Projetos e Ações para o setor de Esgotamento Sanitário para área rural ................................................................................................................................... 746 Tabela 5-25 – indicadores para o serviço de drenagem ..................................................... 747 Tabela 5-26 – Objetivos e metas para o setor de drenagem das águas pluviais ................ 747 Tabela 5-27 – Programas, Projetos e Ações para os serviços de Drenagem e Manejo de água pluviais na área urbana ...................................................................................................... 750 Tabela 5-28 – Programas, Projetos e Ações para drenagem e manejo de água pluviais na área rural ........................................................................................................................... 753 Tabela 5-29 - Critérios para priorização das áreas para instalação de aterro sanitário – Análise de verificação para área com obras em andamento. .......................................................... 760 Tabela 5-30 – Metas para redução per capita de produção de resíduos e ampliação da coleta seletiva ............................................................................................................................... 770 Tabela 5-31 – Síntese dos passivos ambientais e respectivas medidas saneadoras propostas ........................................................................................................................................... 773 Tabela 5-32 - Obrigações dos fabricantes e consumidores e a Logística Reversa. ............ 775 Tabela 5-33 - Frequências e recomendações .................................................................... 777 Tabela 5-34 - Vantagens e Desvantagens dos horários de coleta. ..................................... 777 Tabela 5-35 - Comparação entre veículos de coleta .......................................................... 778 Tabela 5-36 - Vantagens e desvantagens dos modelos de coleta seletiva ......................... 788 Tabela 5-37 - Itens a serem considerados para eficiência do serviço de varrição. ............. 802 Tabela 5-38 - Formas de reuso de resíduos da construção civil......................................... 811 Tabela 5-39 - Classificação dos resíduos especiais e procedimentos para armazenamento, transporte e destinação ...................................................................................................... 821 Tabela 5-40 - Objetivos que necessitam de treinamento previsto no prognóstico do PMSB ........................................................................................................................................... 824 Tabela 5-41 - Estratégias de comunicação, informação e capacitação. ............................. 829 Tabela 5-42 - Cronograma de atividades propostas para ações de educação ambiental ... 831 Tabela 5-43 – indicadores para definição das metas de limpeza pública. .......................... 835 Tabela 5-44 – Objetivos e metas para o setor de coleta de resíduos sólidos e urbanos e limpeza pública .................................................................................................................. 835 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria– www.drz.com.br XLIV Tabela 5-45 – Programas, Projetos e Ações para limpeza pública na área urbana e manejo de resíduos sólidos ............................................................................................................ 836 Tabela 5-46 – Programas, Projetos e Ações para manejo de resíduos sólidos na área rural ........................................................................................................................................... 839 Tabela 5-47 - Variáveis por descrição de prioridades ......................................................... 842 Tabela 5-48 – Cenário para universalização do sistema de abastecimento de água.......... 849 Tabela 5-49 – Cenário para universalização do sistema de esgotamento sanitário na área urbana ................................................................................................................................ 850 Tabela 5-50 – Cenário para universalização do sistema de esgotamento sanitário na área rural ........................................................................................................................................... 850 Tabela 5-51 – Cenário para universalização do sistema de coleta de resíduos sólidos urbanos e limpeza pública ............................................................................................................... 851 Tabela 5-52 – Cenário para universalização do sistema de drenagem urbana e manejo de águas pluviais .................................................................................................................... 852 Tabela 5-53 – Síntese dos investimentos/custeio* previstos para o horizonte de planejamento ........................................................................................................................................... 853 Tabela 5-54 - Índices Contábeis e Financeiros da AGESPISA dos Anos 2011, 2012 e 2013. ........................................................................................................................................... 854 Tabela 5-55 – Relação de despesas com o serviço de limpeza pública e coleta de resíduos sólidos em 2014 ................................................................................................................. 864 Tabela 5-56 – Quadro de funcionários disponíveis para execução dos serviços e funcionários previstos para ampliação das atividades, conforme objetivos, metas e ações. .................. 866 Tabela 5-57. Recursos para o PAC 2 – Saneamento – Cidade Melhor (em bilhões de reais). ........................................................................................................................................... 870 Tabela 5-58. Programas do governo federal com ações diretas de saneamento básico. ... 871 Tabela 5-59.Programa do governo federal com ações relacionadas ao saneamento básico. ........................................................................................................................................... 872 Tabela 6-1 - Definição das ações imediatas e prioritárias para os serviços de abastecimento de água .............................................................................................................................. 886 Tabela 6-2- Definição das ações imediatas e prioritárias para os serviços de esgotamento sanitário ............................................................................................................................. 888 Tabela 6-3 - Definição das ações imediatas e prioritárias para os serviços de drenagem urbana ................................................................................................................................ 889 Tabela 6-4 Definição das ações imediatas e prioritárias para os serviços de limpeza pública e manejo de resíduos sólidos ................................................................................................ 890 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XLV Tabela 6-5 - Definição das ações para o serviço de abastecimento de água na área urbana ........................................................................................................................................... 894 Tabela 6-6- Definição das ações para o serviço de abastecimento de água na área rural4896 Tabela 6-7 - Especificações das adutoras ....................................................................... 899 Tabela 6-8- Especificações técnicas dos reservatórios ................................................... 900 Tabela 6-9– Sistemas de abastecimento de água da região rural norte de Teresina. ... 902 Tabela 6-10- Sistemas de abastecimento de água da região rural sul de Teresina ...... 904 Tabela 6-11- Sistemas de abastecimento de água da região rural leste de Teresina ... 905 Tabela 6-12- Sistemas de abastecimento de água da região rural sudeste de Teresina ........................................................................................................................................... 908 Tabela 6-13- Implantação do sistema simplificado de abastecimento de água na área rural. ........................................................................................................................................... 910 Tabela 6-14- Instalação e construção de poços. ............................................................. 910 Tabela 6-15 – custo para implantação dos sistemas .......................................................... 911 Tabela 6-16- Desativação dos poços da região norte – área a ser atendida pela nova ETA ........................................................................................................................................... 915 Tabela 6-17- Extensões por diâmetro para os anéis de reforço. .................................... 925 Tabela 6-18– Memorial de cálculo para implementação de Projetos e ações socioambientais ................................................................................................................ 932 Tabela 6-19- Memorial de cálculo para substituição dos hidrômetros ............................ 935 Tabela 6-20– Memorial de cálculo para setorização do sistema de abastecimento de água .................................................................................................................................. 939 Tabela 6-21 - Memorial de cálculo para ações de educação ambiental na área rural ... 940 Tabela 6-22 - Parâmetros de controle de qualidade da água da portaria 2.914/2011 ......... 945 Tabela 6-23 - Parâmetros de controle de qualidade da água da portaria 2.914/2011 ......... 945 Tabela 6-24– Memorial de cálculo para monitoramento da qualidade da água ............. 946 Tabela 6-25 - Memorial de cálculo para elaboração de estudo de viabilização para adequação e/ou implantação de sistema de controle de prevenção de incêndios .. 947 Tabela 6-26– Memorial de cálculo para elaboração do Plano de regularização fundiária ........................................................................................................................... 948 Tabela 6-27– Memorial de cálculo para elaboração do Plano de segurança da água ........................................................................................................................................... 949 Tabela 6-28 - – Memorial de cálculo para repasse da responsabilidade de gestão dos serviços de águana área rural para AGESPISA ............................................................. 949 Tabela 6-29 Definição das ações para o serviço de esgotamento sanitário para área urbana9 ........................................................................................................................................... 950 Secrem Realce Secrem Realce MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XLVI Tabela 6-30- Definição das ações para o serviço de esgotamento sanitário para área rural10 ........................................................................................................................................... 952 Tabela 6-31- – Síntese: projeto de ampliação e melhoria do sistema de esgotamento sanitário – macrossistema Norte ...................................................................................... 954 Tabela 6-32 – Síntese: projeto de ampliação e melhoria do sistema de esgotamento sanitário – macrossistema Leste ................................................................................. 954 Tabela 6-33 - Síntese: projeto de ampliação e melhoria do sistema de esgotamento sanitário – macrossistema Pirajá .................................................................................................... 955 Tabela 6-34 - Síntese: projeto de ampliação e melhoria do sistema de esgotamento sanitário – macrossistema Sudeste ................................................................................................ 955 Tabela 6-35 Síntese: projeto de ampliação e melhoria do sistema de esgotamento sanitário – macrossistema Sudoeste .............................................................................................. 955 Tabela 6-36 – Implantação do sistema de coleta e tratamento do macrossistema sul .. 956 Tabela 6-37– Implantação de infraestrutura para esgotamento sanitário - bairros zona sul ............................................................................................................................ 956 Tabela 6-38 - Memorial de cálculo para implantação de fossas sépticas na área rural . 958 Tabela 6-39- Memorial de cálculo para implantação de estações compactas de tratamento de esgoto e redes coletoras. .................................................................... 959 Tabela 6-40– Memorial de cálculo de instalação de laboratórios para análises de efluentes .......................................................................................................................... 971 Tabela 6-41– Memorial de cálculo de programa de monitoramento para os corpos receptores de efluentes .................................................................................................... 972 Tabela 6-42 Memorial de cálculo para implementação de programas e ações socioambientais. ............................................................................................................... 973 Tabela 6-43– Memorial de cálculo para programa de combate a ligações irregulares na rede de esgoto ................................................................................................................ 974 Tabela 6-44– Memorial de cálculo de cadastro e mapeamento georreferenciado da rede de esgoto sanitário ................................................................................................................. 975 Tabela 6-45 Definição das ações para o serviço de drenagem das águas pluviais para área urbana11 ............................................................................................................................ 976 Tabela 6-46 Definição das ações para o serviço de drenagem das águas pluviais para área rural12 ...................................................................................................................... 978 Tabela 6-47 Elaboração de projetos de engenharia para manejo das águas pluviais. .. 980 Tabela 6-48– Informações técnicas para implantação das redes de drenagem ................. 986 Tabela 6-49- Construção de galerias mais manutenção. Sub-bacias PE31, PD02, PD 06, PD 07, PD 12, PD 14, P10, P11 e P12 ............................................................................ 988 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XLVII Tabela 6-50– Informações técnicas para implantação das redes de drenagem ................. 990 Tabela 6-51 Construção de galerias mais manutenção. Sub-bacias PE02, PE03, PE04, PE08, PE09, PE11, PE12, PE13, PE14, PE19, PE20, PE21, PE22, PE23, PE28, PE29, PD04, PD05, PD08, PD09, PD15, P01, P02, P05, P13, P14 ............................... 993 Tabela 6-52– Informações técnicas para implantação das redes de drenagem ............... 1007 Tabela 6-53 - Construção de galerias mais manutenção. Sub-bacias PE01, PE05, PE06, PE07, PE010 PE11, PE15, PE16, PE17, PE18, PE24, PE25, PE26, PE27, PE30, PE32, PD01, PD03, PD10, PD11, PD13, PD16, P03, P04, P06, P07, P08, P09, P12, P15, P16, P17, P18, P19, P20................................................................................................ 1011 Tabela 6-54– Elementos projetados para o sistema de drenagem ................................... 1016 Tabela 6-55 - Memorial de cálculo da ação de desobstrução de galerias com requalificação urbana ............................................................................................................................. 1018 Tabela 6-56 – Memorial de cálculo da ação de compra de equipamentos para manutenção e limpeza pública ............................................................................................................ 1019 Tabela 6-57 - Memorial de cálculo da ação de elaboração de estudo para desapropriação de casas localizadas em área de risco .......................................................................... 1020 Tabela 6-58– Memorial de cálculo da ação de estrutura de departamento para manutenção ................................................................................................................... 1021 Tabela 6-59– Memorial de cálculo da ação de revisão do PDDrU ............................... 1022 Tabela 6-60 - Memorial de cálculo da ação de recuperação das áreas de preservação permanente na área urbana. ....................................................................................... 1023 Tabela 6-61– Memorial de cálculo da ação de elaboração de estudo técnico das condições topográficas e hidrológicas para análise e planejamento de drenagem das águas pluviais ............................................................................................................... 1025 Tabela 6-62– Memorial de cálculo da ação de elaboração de diagnóstico ambiental nas sub- bacias rurais .................................................................................................................... 1028 Tabela 6-63 - Memorial de cálculo da ação de desobstrução de leitos. ................ 1030 Tabela 6-64- Definição das ações para os serviços de limpeza pública e manejo de resíduos sólidos para área urbana13 .............................................................................................. 1032 Tabela 6-65- Definição das ações para o serviço de manejo e coleta de resíduos na área rural14 .............................................................................................................................1033 Tabela 6-66- Memória de cálculo da implantação de 57 pontos de entrega voluntária para recicláveis na área rural ................................................................................................. 1037 Tabela 6-67 - - Memória de cálculo do Programa de universalização dos serviços de CLP + programa de inclusão e de capacitação e auxílio técnico ............................................. 1038 Tabela 6-68 - Memorial de cálculo de ações de educação ambiental .......................... 1040 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XLVIII Tabela 6-69 - Memorial de cálculo da ação pontos de entrega voluntária ................... 1042 Tabela 6-70 Memorial de cálculo da implantação de 19 pontos de coleta regular ....... 1043 Tabela 6-71 Memória de cálculo da implantação e adequação do aterro sanitário. ......................................................................................................................................... 1044 Tabela 6-72 Memória de cálculo do projeto de encerramento do aterro municipal...... 1045 Tabela 6-73 - Memória de cálculo da implantação de informação cadastral de industriais para controle e monitoramento da gestão dos resíduos industriais ............................. 1046 Tabela 6-74- Memória de cálculo do estudo para avaliação das condições possíveis para disposição dos resíduos sólidos. ..................................................................... 1047 Tabela 6-75- Memória de cálculo da elaboração do PMGRCC e PMGRSS ............ 1048 Tabela 6-76 Memória de cálculo da transferência administrativa e de fiscalização dos serviços de coleta convencional da área rural para SEMDUH ...................................... 1049 Tabela 6-77- Memória de cálculo dos resíduos especiais – legislação específica ...... 1049 Tabela 6-78 Memória de cálculo do regulamento definindo forma de recolhimento adequando a taxa de coleta de lixo na legislação tributária no caso de grandes geradores ....................................................................................................................... 1050 Tabela 6-79– Memória de cálculo dos programas de educação ambiental ................. 1051 Tabela 6-80 - Tabela de avaliação - Ações correspondentes ao setor de abastecimento de água da área urbana ................................................................................................. 1057 Tabela 6-81 - Tabela de avaliação - Ações correspondentes ao setor de abastecimento de água da área rural ............................................................................................................ 1059 Tabela 6-82 - Tabela de avaliação - Ações correspondentes ao setor de esgotamento sanitário da área urbana ................................................................................................ 1060 Tabela 6-83 - Tabela de avaliação - Ações correspondentes ao setor de esgotamento sanitário da área rural..................................................................................................................... 1062 Tabela 6-84 - Tabela de avaliação - Ações correspondentes ao setor de drenagem pluvial da área urbana...................................................................................................................... 1063 Tabela 6-85 - Tabela de avaliação - Ações correspondentes ao setor de drenagem pluvial da área rural ................................................................................................................... 1065 Tabela 6-86 - Tabela de avaliação - Ações correspondentes ao setor de limpeza pública e manejo de resíduos sólidos na área urbana e rural .......................................................... 1066 Tabela 6-87 - Tabela de avaliação - Ações correspondentes ao setor de manejo de resíduos sólidos na área rural ......................................................................................................... 1070 Tabela 6-88 - Ações para emergências e contingências referentes ao serviço de abastecimento de água ................................................................................................ 1071 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br XLIX Tabela 6-89 - Ações para emergências e contingências para os serviços de coleta e tratamento do esgotamento sanitário ............................................................................ 1076 Tabela 6-90 Ações para emergências e contingências referentes aos serviços de drenagem e manejo das águas pluviais .......................................................................................... 1079 Tabela 6-91- Ações para emergências e contingências referentes aos serviços de limpeza pública e manejo de resíduos sólidos ............................................................................ 1081 Tabela 6-92– Principais procedimentos para rotina e gestão ....................................... 1100 Tabela 6-93 - Síntese das diretrizes para gestão administrativa ...................................... 1101 Tabela 6-94 - Síntese das diretrizes de gestão operacional ............................................. 1102 Tabela 7-1 – Indicadores técnicos e operacionais. Serviço de abastecimento de água ... 1148 Tabela 7-2 – Indicadores técnicos e operacionais. Serviço de esgotamento sanitário ..... 1150 Tabela 7-3 – Indicadores técnicos e operacionais. Serviço de manejo das águas pluviais ......................................................................................................................................... 1151 Tabela 7-4 – Indicadores técnicos, operacionais e ambientais. Serviço de manejo de resíduos sólidos e limpeza pública ................................................................................................. 1152 Tabela 7-5 - Indicadores financeiros ................................................................................ 1155 Tabela 7-6 – Setor de abastecimento de água - Metas previstas ..................................... 1162 Tabela 7-7 - Setor de abastecimento de água - Indicadores específicos para avaliação das metas ............................................................................................................................... 1163 Tabela 7-8 – Esgotamento Sanitário – Indicador/Metas ................................................... 1164 Tabela 7-9 – Esgotamento Sanitário – Indicadores específicos ....................................... 1164 Tabela 7-10 – Resíduos Sólidos e Limpeza Pública – Indicador/Metas ............................ 1165 Tabela 7-11 – Resíduos Sólidos e Limpeza Pública – Indicadores específicos ................ 1165 Tabela 7-12 – Manejo das águas pluviais – Indicador/Metas ........................................... 1165 Tabela 7-13 – Manejo das águas pluviais – Indicadores específicos ............................... 1166 Tabela 7-14 - Indicadores epidemiológicos para os quatro eixos do saneamento básico. 1171 Tabela 7-15 - Indicadores de recursos naturais e salubridade ambiental ......................... 1172 Tabela 7-16 – Indicadores de avaliação das ações do eixo de Abastecimento de água para área urbana...................................................................................................................... 1176 Tabela 7-17 – Indicadores de avaliação das ações doeixo de Abastecimento de água para área rural ......................................................................................................................... 1179 Tabela 7-18 - Indicadores de avaliação das ações do eixo de Esgotamento sanitário na área urbana .............................................................................................................................. 1181 Tabela 7-19 - Indicadores de avaliação das ações do eixo de Esgotamento sanitário na área rural ................................................................................................................................. 1184 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br L Tabela 7-20 - Indicadores de avaliação do eixo de Drenagem das águas pluviais urbanas ......................................................................................................................................... 1185 Tabela 7-21 - Indicadores de avaliação do eixo de Drenagem das águas pluviais rurais . 1188 Tabela 7-22 – Indicadores de avaliação das ações do eixo de Limpeza Pública e Manejo dos Resíduos Sólidos Urbanos ............................................................................................... 1189 Tabela 7-23 – Indicadores de avaliação das ações do eixo de Limpeza Pública e Manejo dos Resíduos Sólidos Rurais .................................................................................................. 1192 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br LI QUADROS Quadro 4-1 - Considerações a respeito das microbacias licitadas. .................................... 668 Quadro 5-1 - Vantagem e desvantagens de modelos de gestão para o setor de resíduos sólidos ................................................................................................................................ 723 Quadro 5-2 – Frequência de varrição por tipo de área. ...................................................... 802 Quadro 6-1 - Programas para os serviços de abastecimento de água ........................... 879 Quadro 6-2– Programas para os serviços de esgotamento sanitário ............................. 881 Quadro 6-3 - – Programas para os serviços de limpeza pública e manejo de resíduos sólidos ........................................................................................................................................... 882 Quadro 6-4– Programas para os serviços de drenagem urbana .................................... 883 Quadro 6-5– memória de cálculo de implantação de anéis de distribuição ................... 938 Quadro 6-6– Eventos anuais e propostas de ação de educação ambiental paras as comunidades rurais .......................................................................................................... 939 Quadro 6-7– Parâmetros de controle de qualidade da água da portaria 2.914/2011 .......... 944 Quadro 6-8 - Requalificação da ETE Pirajá, rede coletora, interceptores e EEE ........... 961 Quadro 6-9 Descrição das etapas de requalificação do sistema de tratamento Pirajá .. 963 Quadro 6-10 - Nível de complexidade de laboratório ...................................................... 965 Quadro 6-11 - Características básicas para projetos de salas de análises físico- químicas e microbiológicas de laboratório de efluentes ................................................................. 966 Quadro 6-12- Características básicas para projetos de salas de análises de alta complexidade de laboratório de efluentes ....................................................................... 967 Quadro 6-13– Salas de apoio técnico para laboratório de análise de efluentes. ... 969 Quadro 6-14– Salas de apoio logístico para laboratório de análise de efluentes .......... 970 Quadro 6-15 - Salas de apoio administrativo para laboratório de análise de efluentes. ........................................................................................................................................... 970 Quadro 6-16 Salas de capacitação e treinamento para laboratório de análise de efluentes. ......................................................................................................................... 971 Quadro 6-17– Valores médios do parâmetro CN por sub-bacia de drenagem para o cenário de prognóstico .................................................................................................................. 985 Quadro 6-18– Valores médios do parâmetro CN por sub-bacia de drenagem para o cenário de prognóstico .................................................................................................................. 989 Quadro 6-19 Valores médios do parâmetro CN por sub-bacia de drenagem para o cenário de prognóstico .................................................................................................................. 994 Quadro 6-20 - Custos interligação limpeza comportas e recomposição topográfica ... 1017 Quadro 6-21 - Eventos anuais e propostas de ação de educação ambiental .............. 1039 Quadro 6-22 - Avaliação do sistema de abastecimento de água ............................ 1091 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br LII Quadro 6-23– Identificação de perigos em um sistema de abastecimento de água .... 1093 Quadro 6-24 Exemplo de escala de probabilidade ........................................................ 1094 Quadro 6-25 - Exemplo de escala de severidade de consequência ............................ 1094 Quadro 6-26 - Exemplo de matriz de classificação de risco ......................................... 1095 Quadro 6-27 - Exemplo de matriz de prioridade qualitativa de riscos .......................... 1095 Quadro 6-28 - Exemplo de medidas de controle associadas às etapas do sistema de água. ............................................................................................................................... 1097 Quadro 6-29– Indicativos de medidas de controle ......................................................... 1099 Quadro 6-30 Procedimentos operacionais e especificações mínimas para resíduos da coleta seletiva ............................................................................................................................. 1106 Quadro 6-31 - Síntese dos programas de capacitação técnica – implementação e operacionalização ............................................................................................................ 1130 Quadro 6-33 - Modelo de Gestão de resíduos recicláveis ................................................ 1132 Quadro 6-34 - Medidas para situações emergenciais no serviço de coleta e manejo de resíduos sólidos e limpeza pública - etapa de acondicionamento. ................................... 1138 Quadro 6-35 - Medidas para situações emergenciais no serviço de coleta e manejo de resíduos sólidos e limpeza pública - etapa de coleta. ....................................................... 1139 Quadro 6-36 -Medidas para situações emergenciais no serviço de coleta e manejo de resíduos sólidos e limpeza pública - etapa de transporte. ................................................ 1140 Quadro 6-37 - Medidas para situações emergenciais no serviço de coleta e manejo de resíduos sólidos e limpeza pública - etapa de tratamento. ............................................... 1141 Quadro 6-38 - Medidas para situações emergenciais no serviço de coleta e manejo de resíduos sólidos e limpeza pública - etapa de destino final. ............................................. 1142 Secrem Nota Corrigir para Quadro 6-32 e atualizar a lista de quadros; MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 53 1. INTRODUÇÃO Com a institucionalização da Lei nº 11.445 de 2007 – Política Nacional de Saneamento Básico, tornou-se obrigatório, a elaboração do PMSB - Plano Municipal de Saneamento Básico. O PMSB, é instrumento da política de saneamento básico do país, visando atender a uma das principais diretrizes da Lei nº 11.445/2007 – a universalização do acesso aos serviços de saneamento básico, ou seja, aos serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, drenagem das águas pluviais e coleta e manejo de resíduos sólidos. Para isto os PMSB’s devem apresentam alguns itens obrigatórios: Diagnóstico técnico – social, a ser elaborado com a participação da sociedade através das atividades de mobilização social; Objetivos e metas visando a universalização do acesso aos serviços; Programas, projetos e ações, inclusive de assistência emergencial; Mecanismos para avaliação sistemática da eficiência dos serviços prestados e das ações programadas; Desta forma, este estudo apresenta todas as etapas do Plano Municipal de Saneamento Basico - PMSB de Teresina – PI. A metodologia utilizada para elaboração do diagnóstico consistiu na análise de dados primários – levantados em campo, secundários – obtidos junto a órgãos oficiais e elaboração de banco de dados por meio do software ArcGIS 10. Espera-se que este estudo possa contribuir para outros estudos ambientais e urbanos para o município, além de apresentar resultados pertinentes à realidade local, visando a proposição de objetivos, metas e ações que venham atender as principais necessidades identificadas junto à população. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 54 2. PLANO DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL 2.1 OBJETIVO GERAL A participação da população em processos de construção e decisórios é fundamental para garantir a corresponsabilidade entre órgão público e comunidade. Desta forma o objetivo principal do plano de mobilização social é apoiar e conceber mecanismos de envolvimento da sociedade durante todo o processo de elaboração e execução do Plano Municipal de Saneamento Básico - PMSB. 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS O Plano de Mobilização é desenvolvido com os seguintes objetivos específicos: Divulgar a elaboração do Plano de Saneamento Básico para o Município de Teresina-PI. Envolver a população na discussão das potencialidades e dos problemas de saneamento ambiental no Município e suas implicações na qualidade de vida. Conscientizar a sociedade para a responsabilidade coletiva na preservação e conservação ambiental, por meio de uma reflexão crítica para o desenvolvimento de valores práticos rumo às mudanças culturais e sociais necessárias para adoção de uma política de saneamento ambiental. Estimular os diversos atores sociais a participarem do processo de gestão ambiental. Sensibilizar a comunidade para participação das atividades referentes ao PMSB. Levantar diretrizes e propostas para soluções de problemas locais, por meio da manifestação popular, a serem consideradas na construção dos diagnósticos e propostas do Plano. 2.3 - METAS Com esses objetivos, ao incorporar a participação da sociedade no processo de elaboração do Plano, pretende-se atingir as seguintes metas: Considerar as necessidades e anseios da população. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 55 Incorporar a opinião da população na escolha de diretrizes, cenários futuros e priorização de programas, projetos e ações, compatíveis técnica e economicamente. Aumentar a capacidade de consolidação e sustentabilidade dos investimentos necessários para adoção de uma política de saneamento ambiental no Município. 2.4 METODOLOGIA A elaboração do Plano de Mobilização Social trata-se da primeira Etapa do Plano Municipal de Saneamento Básico de Teresina-PI, e deverá atender ao Termo de Referência e às tratativas gerais de interação com o Comitê Executivo e o Comitê de Coordenação ao longo dos trabalhos. Envolverá a execução de atividades, elaboração e apresentação de produtos. 2.4.1 ESTRUTURAÇÃO O município de Teresina tem uma população de aproximadamente 814.000 habitantes (IBGE, 2010) distribuídos na zona urbana e área rural do Município, onde serão realizadas as seguintes atividades de mobilização, conforme consta do Termo de Referência, ficando, entretanto, aberto para ajustes de acordo com as necessidades apuradas ao longo da construção do Plano, em sintonia com a empresa contratada e o Comitê Executivo e de Coordenação. Apresentamos abaixo na Tabela 1 os principais eventos a serem realizados: Tabela 2-1 - Principais eventos a serem realizados em cada etapa Etapas Eventos a serem realizados Etapa 1 - Estudo e pesquisa da legislação e documentação de referência. - Reuniões com o Comitê de Coordenação e equipe municipal. - Sistematização das propostas e elaboração do Documento Final do Plano de Mobilização Social. Etapa 2 - Constituição de Grupos de Trabalho-GT’s. - Seminário Municipal de Sensibilização sobre o PMSB-THE. - 08 Fóruns Regionais (sendo 04 na zona urbana e 04 na zona rural), em conformidade com as Regiões Administrativas do Município. - Reuniões dos especialistas dos GT’s. - Seminários temáticos abertos. - 01 Fórum Municipal do PMSB-THE. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 56 Etapa 3 - Reunião dos especialistas dos GT’s. - 01 Consulta Pública. - Seminários Temáticos abertos. - Reuniões técnicas com integrantes dos GT’s e Comitês Executivos. Etapa 4 - 08 Fóruns Regionais (sendo 04 na zona urbana e 04 na zona rural), em conformidade com as Regiões Administrativas do Município. - 01 Fórum Municipal PMSB-THE. - 04 seminários temáticos. - Reunião dos especialistas dos GT’s. Etapa 5 - 01 Consulta Pública através de página na internet. - Reuniões públicas, envolvendo os especialistas da GT’s e a sociedade. Etapa 6 - I Conferência Municipal de Saneamento Básico de Teresina. - Audiência Pública. Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. Além disto, serão realizadas reuniões técnicas e com especialistas dos Grupos de Trabalho, reuniões estas dentro das necessidades e previamente agendadas, e Seminários TemáticosAbertos, a serem pactuados entre a empresa e os Comitês. Em todas as reuniões públicas (seminário, fóruns, consultas e audiência) será oferecido ao público um coffee break. Tais reuniões deverão ser realizadas em locais devidamente adequados para os eventos, com capacidade suficiente de acentos, iluminação, mesa de apoio, som e mídia eletrônica, conforme abaixo detalhado nos quadros demonstrativos dos eventos constantes nas Tabelas 05 a 14. A logística de transporte de pessoal para os locais dos eventos será objeto de análises e deliberações da DRZ com o Município contratante em momento oportuno e tempestivo, eis que não há previsão financeira específica para tanto no Termo de Referência. Entretanto, considerando que na Planilha Financeira anexa ao referido TR há a previsão de gastos na Mobilização Social na ordem de R$ 46.000,00 (quarenta e seis mil reais), tal valor poderá ser alocado da maneira mais conveniente a ser definida consensualmente entre os contratantes, inclusive para viabilizar o transporte de participantes. Foi criado o Grupo de Trabalho-GT composto por um Comitê Executivo e um Comitê de Coordenação para que o PMSB assuma um modelo de planejamento participativo e de caráter permanente, a cargo do Município, contendo vários atores sociais para a elaboração do plano, identificando e sistematizando os interesses MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 57 múltiplos. Estes Comitês deverão se fazer representados nas reuniões técnicas a serem promovidas e conduzidas pela Consultoria. A Prefeitura Municipal de Teresina - Piauí, publicou na sexta-feira dia 19 de julho de 2013 no Diário Oficial do Município – Ano 2013 – nº 1.538 a nomeação do Comitê Executivo e Comitê de Coordenação que irão atuar no Plano Municipal de Saneamento Básico de Teresina. O Prefeito Municipal de Teresina, Estado do Piauí nomeou o Comitê Executivo de acordo com o Decreto nº 11.048, de 11.02.2013: I - Italo Portela Gomes – Representante da Secretária Municipal de Planejamento e Coordenação – SEMPLAN; II - Baltazar de Melo Sobrinho – Representante da Agência Municipal de Regulação de Serviços Públicos de Teresina – ARSETE; III - Márcio Antônio Souza da Rocha Freitas – Representante da Secretária Municipal de Meio Ambiente – SEMAM; IV - Erick Elysio Reis Amorim – Representante do Serviço Municipal de Águas e Esgotos de Teresina – SEMAE; V - Horácio Cogo Júnior – Representante da Superintendência de Desenvolvimento Rural - SDR; VI - Lilian Guimarães Coelho – Representante da Secretária Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação – SEDUH. O Comitê de Coordenação de acordo com o Decreto nº 11.047, de 11.02.2011: IV - Secretária Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação - SEMDUH; V – Secretária Municipal do Trabalho, Cidadania e de Assistência Social – SEMTCAS; VI Serviço Municipal de Águas e Esgotos de Teresina – SEMAE; VII - Agência Municipal de Regulação de Serviços Públicos de Teresina – ARSETE; VIII - Câmara Municipal de Vereadores; IX - Águas e Esgotos do Piauí S/A – AGESPISA; X - Ministério Público Estadual- MP-PI; XI – Conselho de Desenvolvimento Urbano – CDU; XII - Conselho Municipal de Saúde – CMS; XIII - Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente – CONDEMA; XIV - Federação das Associações de Moradores do Estado do Piauí – FAMEPI; XV – Federação das Entidades Comunitárias do Estado do Piauí – FACEPI; XVI – Federação das Associações de Moradores e Conselhos Comunitários do Piauí – FAMCC; XVII – Conselho Regional de Engenharia – CREA; XVIII – Conselho de Arquitetura e Urbanismo - CAU; XIX – Sindicato da Indústria da Construção Civil – SINDUSCON- PI; XX – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental- ABES-PI. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 58 2.5 ETAPAS O PMS constituirá de 6 Etapas, cada uma é detalhada de acordo com as atividades, divulgação, comunicação social e documentos produzidos. As Etapas são ilustradas através da Figura 1. Na Etapa 01 será realizado um estudo e pesquisa da legislação e documentação de referência, reuniões com o Comitê de Coordenação e equipe municipal e a sistematização das propostas e elaboração do Documento Final do Plano de Mobilização Social. Com isso será produzido o Plano de Mobilização Social de Teresina-PI. Na Etapa 2 vai ser definida a Constituição de Grupos de Trabalho-GT’s, será realizado 01 Seminário Municipal de Sensibilização sobre o PMSB-THE, 08 Fóruns Regionais (sendo 04 na zona urbana e 04 na zona rural), reuniões dos especialistas dos GT’s, Seminários Temáticos abertos, e um Fórum Municipal do PMSB-THE. Todos esses eventos serão divulgados em jornais de circulação local, faixas, cartazes e serão distribuídas cartilhas sobre a metodologia do PMSB-THE. Através da realização dessas atividades serão produzidos os seguintes documentos: Relatórios Temáticos; Relatórios dos Diagnósticos Regionais, Listas de Frequência, Diagnóstico Municipal e registro fotográfico; Durante a terceira Etapa serão realizadas reuniões dos especialistas dos GT’s, Consulta Pública, Fóruns regionais, Fórum municipal, Reuniões Técnicas com os integrantes dos GT’s e Comitê Executivo. Para a divulgação e comunicação social serão distribuídos cartazes e folder’s, divulgação em jornais de circulação local e disponibilização de informações na página da PMT na internet. Os documentos produzidos serão: Relatórios das discussões, Relatórios Temáticos; Relatório da Prospectiva e Planejamento Estratégico. Listas de Frequência e registro fotográfico das ações. A realização dos 8 Fóruns Regionais divididos entre a área urbana e rural, 1 Fórum Municipal do PMSB-THE e reuniões dos especialistas dos GT’s serão realizados na Etapa 4, os eventos serão divulgados em jornais, faixas e cartazes, para a comunicação social serão distribuídos boletins informativos e será disponibilizada informações na página da PMT na internet. A partir desses eventos serão produzidos Relatórios das discussões e propostas, Relatório dos programas, projetos e ações para alcance do cenário de referência, Plano de Execução, Listas de Frequência e registro fotográfico das ações. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 59 Na Etapa 5 vão ocorrer a realização de Reuniões Públicas, envolvendo os especialistas dos GT’s e a sociedade e Consulta Pública através de página na internet. A divulgação e comunicação social se dará em jornais de circulação local, distribuição de boletim informativo e disponibilização de informações na página da PMT na internet. Os documentos produzidos serão: Minuta de projeto de lei do Sistema Municipal de Saneamento Básico, Minutas das normas de regulação dos sistemas e estruturação local da fiscalização e da regulação, Indicadores de interesse, relatório sobre os indicadores de desempenho do PMSB-THE, Critérios para avaliação dos resultados do PMSB-THE, Listas de frequência e registro fotográfico. A última Etapa constituirá a I Conferência Municipal de Saneamento Básico de Teresina e Audiência Pública.As divulgações dessas atividades serão feitas através de jornais, distribuição de cartazes e faixas. As informações serão disponibilizadas na página da PMT, na internet. Nessa sexta Etapa serão produzidos os seguintes documentos: Relatório Síntese do PMSB-THE, Relatório final do PMSB- THE, Proposta de anteprojeto de lei ou de minuta de decreto para aprovação PMSB- THE. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 60 Figura 2-1 – Fluxograma das atividades do Plano de Mobilização Social MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 61 Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 62 2.6 - AGENDAS E CRÔNOGRAMAS A Tabela 2 apresenta as datas em que serão realizadas cada uma das atividades dentro das respectivas Etapas. Tabela 2-2 – Agenda Geral das Atividades do PMS Etapas Atividades Datas Etapa 1 Reunião com Comitê de Coordenação e equipe municipal 21/06/2013 Etapa 2 Seminário Municipal de Sensibilização sobre o PMSB 05/08/2013 Fóruns Regionais 9, 10, 23, 24, 30, 31 de agosto e 01 e 02 de setembro de 2013 Fórum Municipal do PMSB 23/09/13 Etapa 3 Consulta Pública 11/11/2013 Etapa 4 Fóruns Regionais 24/04,26/04,27/04,29/04 e 15/05,17/05,18/05 e 20/05/2014 Fórum Municipal 31/07/2014 Etapa 5 Consulta Pública através de página na internet 15/09/2014 Etapa 6 I Conferência Municipal de Saneamento Básico de Teresina 30/10/2014 Audiência Pública 10/11/2014 Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. O cronograma geral das atividades do PMS encontra-se na Tabela 3, nele contém os meses de início e previstos para término de cada atividade. A Tabela 4 representa apenas as atividades previstas no PMS, contendo reuniões, fóruns, consultas públicas, conferências e audiências. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 63 Tabela 2-3 - Cronograma geral das atividades do PMS CRONOGRAMA FISICO FINANCEIRO Produto/ Subprodut o % Tempo em Meses Valores Ano 2013 Ano 2014 Jul Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 1 1.1 3% 3 60.000,00 1.2 1.2.1 0,5% 0,5 10.000,00 1.2.2 0,5% 0,5 10.000,00 1.2.3 0,5% 0,5 10.000,00 1.2.4 0,8% 0,8 15.714,29 1.2.5 0,8% 0,8 15.714,29 1.2.6 0,8% 0,8 15.714,29 1.2.7 0,8% 0,8 15.714,29 1.2.8 0,8% 0,8 15.714,29 1.2.9 0,8% 0,8 15.714,29 1.2.10 0,8% 0,8 15.714,29 2 20% 20 400.000,00 3 15% 15 300.000,00 4 25% 25 500.000,00 5 15% 15 300.000,00 6 15% 15 300.000,00 Porcentagem Mensais 3 0,5 0,5 0,5 0,8 20,5 0,8 0,8 15 0,8 25,8 15,8 15,8 2.000.000,00 Revisado e adaptado: 2014 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 64 Tabela 2-4 - Cronograma das atividades do PMS Etapas Atividades Tempo em meses Ano 2013 Ano 2014 jun jul ago set out nov dez jan fev mar abr mai jul ago set out nov Etapa 1 Reunião com Comitê de Coordenação e equipe municipal Etapa 2 Seminário Municipal de Sensibilização sobre o PMSB Fóruns Regionais Fórum Municipal do PMSB Etapa 3 Consulta Pública Etapa 4 Fóruns Regionais Fórum Municipal Etapa 5 Consulta Pública através de página na internet Etapa 6 I Conferência Municipal de Saneamento Básico de Teresina Audiência Pública MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 65 2.7 ATIVIDADES As atividades realizadas em cada Etapa são descritas a seguir nas Tabelas 5 a 14, serão realizados no total: 1 Reunião com o Comitê de Coordenação e Equipe Municipal, 16 Fóruns Regionais, 2 Fórum Municipais do PMSB, 2 Consultas públicas, 1 Conferência Municipal de Saneamento Básico e 1 Audiência pública. 2.7.1 REUNIÃO COM O COMITÊ DE COORDENAÇÃO E EQUIPE MUNICIPAL A Reunião com o Comitê de Coordenação e Equipe Municipal foi realizada conforme explicitado abaixo: Tabela 2-5 – Reunião com o Comitê de Coordenação e Equipe Municipal – Etapa 1 Reunião com o Comitê de Coordenação e Equipe Municipal Objetivos Nomeação do Comitê Executivo – CE e Comitê de Coordenação-CC. Data, Local, Horário, Participantes 21/06/2013 SEMPLAN Das 10h30 as 12h 8 participantes Metodologia Exposição e argumentação para nomeação do CE e CC e coordenação do PMSB. Público Alvo Técnicos da SEMPLAN, ARSETE e SEMAE. Pré-Requisitos Aberto a qualquer setor interessado no assunto. Conteúdos Nomeação do CE e CC e coordenação do PMSB. Fonte de recursos Objeto do Edital. Equipe Técnica Equipe técnica da empresa DRZ em conjunto com os profissionais da SEMPLAN, ARSETE e SEMAE. Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 66 2.7.2 ATA: REUNIÃO TÉCNICA Data: 21/06/2013 Horário: 10h30 às 12 horas Local: SEMPLAN Presentes: Baltazar Melo Sobrinho, Paulo de Tarso Vilarinho Castelo Branco, Roberto José Amoma P. Fernandes, Carmen Deudélia Carvalho, Erick Elysio Reis Amorim, Márcia Fernanda de Sena Muniz, Agostinho de Rezende, Rubens Menoli, José João Braga. Pontos discutidos: Nomeação do Comitê Executivo – CE. Nomeação do Comitê de Coordenação –CC. Coordenação do PMSB-THE. Versão preliminar do Projeto de Mobilização Social (PMS). Correção do PMS. Protocolo do PMS na Caixa. Logomarca do PMSB. Projeto Vila da Paz. Coordenação do Projeto Vila da Paz. Encaminhamentos: Rever a nomeação do Comitê Executivo – CE. Rever a nomeação do Comitê de Coordenação –CC. Definir a Coordenação do PMSB-THE. O Comitê Executivo fica responsável em corrigir a versão preliminar do PMS e devolver para DRZ no prazo de uma semana. O Comitê Executivo fica responsável por protocolar na Caixa o PMS até o dia 28/06/2013. Para desenvolver a logomarca do PMSB a DRZ enviará marcas de outros municípios. Projeto Vila da Paz: Produção da PT pela DRZ até o dia 27/06/2013. Em relação ao projeto Vila da Paz o Comitê Executivo fará a revisão e entrega na caixa do PT para desembolso até o dia 12/07/2013. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria– www.drz.com.br 67 Figura 2-2 - Reunião técnica dia 21/06/2013 do Plano Municipal de Saneamento Básico e Plano Municipal de Mobilização Social de Teresina, PI Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 68 Figura 2-3 – Lista de presença da Reunião Técnica dia 21/06/2013 Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 69 Figura 2-4– Memória de Reunião – Reunião Técnica dia 21/06/2013 Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 2.7.3 SEMINÁRIO MUNICIPAL DE SENSIBILIZAÇÃO O Seminário de Sensibilização será realizado durante a etapa 2, conforme explicitado na Tabela 2-6 e Figura 2-5 abaixo: MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 70 Tabela 2-6 – Seminário Municipal de Sensibilização – Etapa 2 Seminário Municipal de Sensibilização Objetivos Introduzir o tema, saneamento básico e sensibilizar a comunidade sobre a importância do PMSB; Nivelamento de conhecimento. Apresentação das etapas, da metodologia do PMSB e da legislação. Data, Local, Horário, Número previsto de participantes 05/8/2013 SEMPLAN Das 10h às 14h 150 participantes Metodologia Apresentação de slides dos temas relacionados com a construção do PMSB. Público Alvo Técnicos dos órgãos municipais, estaduais e sociedade civil organizada. Pré-Requisitos Aberto a qualquer setor interessado no assunto e a população. Conteúdos Nivelamento do conhecimento em saneamento básico Apresentação do Projeto de Elaboração do Plano Municipal de Saneamento Básico de Teresina. Apresentação dos elementos que deverão compor o panorama do saneamento básico em Teresina, estudo de prospecção e escolha de cenários de referência, diretrizes e estratégias, metas e sistemática de acompanhamento, controle e avaliação da implementação do PMSB. Leis Federais, Estaduais e Municipais que subsidiam o Município. Fonte de recursos Objeto do Edital. Equipe Técnica Equipe técnica da empresa DRZ em conjunto com os profissionais do Comitê Executivo. Material a ser utilizado Datashow, caixa de som, microfone, papel, caneta e lista de presença. Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. Figura 2-5 - Modelo de apresentação do Seminário Municipal de Sensibilização MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 71 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 72 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 73 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 74 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 75 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 76 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 77 Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 78 Figura 2-6 – Localização do município de Teresina em contexto regional. Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 79 2.7.4 FÓRUNS REGIONAIS Os fóruns regionais ocorrerão conforme os esquemas apresentados nas Tabela 2-7 e Tabela 2-8, durante a etapa 2 e 4, respectivamente, seguindo o detalhamento dado com relação ao número e distribuição, objetivos e eleição de delegados. No entanto, devem-se considerar alguns aspectos adicionais quanto sua realização: As inscrições serão feitas por meio de lista de presença e com a devida identificação. Os presentes poderão ser divididos em grupos de no máximo dez pessoas para discussão e levantamento de propostas. Todos os presentes, desde que moradores de Teresina e idade mínima de 16 anos, terão direito a voto e poderão se candidatar a função de delegado. As propostas poderão ser apresentadas nas formas orais ou escritas e deverão ser aprovadas nas audiências. O tempo para intervenção oral dos presentes será limitado em três minutos. Os candidatos serão votados pelos demais presentes e aqueles com maior número de votos serão eleitos para delegados titulares e suplentes. Serão eleitos três delegados por zona, que votarão nas propostas finais do PMSB de Teresina. Terão o objetivo de representar a população nos fóruns e de aprovar as diretrizes, os objetivos, as metas e as ações propostas para plano de saneamento. A DRZ realizará reunião de capacitação do grupo consultivo para sistematização dos resultados da mobilização social e dará orientação e explicação de como desenvolver esta atividade. O grupo consultivo juntamente com a equipe técnica da DRZ fara a sistematização dos resultados das reuniões. A sistematização consiste em reunir todas as questões levantadas nas reuniões, agrupando-as por semelhanças, primeiramente por plenária e, na sequência, para todo o município. Este conjunto de propostas, já organizadas e agrupadas, será considerado na definição das diretrizes, objetivos, metas e ações do plano de saneamento. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 80 As informações resultantes das reuniões, ou seja, as propostas finalizadas por plenária e posteriormente agrupadas para o município, serão digitadas pela equipe da DRZ, a qual formulará um relatório com todo o resultado das atividades de mobilização, reunindo o número de participantes e delegados eleitos, o cadastro dos delegados eleitos, as propostas levantadas e os registros das reuniões (memória da reunião, fotos, listas de presença e demais informações). MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 81 Figura 2-7– Áreas estimadas para realização dos Fóruns Regionais – Zona Urbana - Etapas 2 e 4 Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 82 Figura 2-8- Áreas estimadas para realização dos Fóruns Regionais – Zona Rural - Etapas 2 e 4 Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 83 Tabela 2-7– Fóruns Regionais – Etapa 2 Fóruns Regionais (4 na zona urbana e 4 na zona rural) Objetivos Apresentação sobre saneamento básico com objetivo de elucidação dos presentes quanto ao tema; Discussão e acolhimento de propostas; Eleição de delegados representantes do setor/região, por meiode sistema manual, obedecendo ao critério de mais votado para a eleição. Nos Fóruns Regionais serão eleitos (03) três delegados por região, com um suplente, o segundo mais votado. Data, Local, Horário, Número previsto de participantes 09/08/2013 Zona urbana Das 8h às 14h 50 participantes 10/08/2013 Zona rural Das 8h às 14h 50 23/08/2013 Zona urbana Das 8h às 14h 50 24/08/2013 Zona rural Das 8h às 14h 50 30/08/2013 Zona urbana Das 8h às 14h 50 31/08/2013 Zona rural Das 8h às 14h 50 01/09/2013 Zona rural Das 8h às 14h 50 02/09/2013 Zona urbana Das 8h às 14h 50 Metodologia Apresentação de slides dos temas relacionados. Público Alvo Comunidade da Região. Pré-Requisitos Aberto a qualquer setor interessado no assunto e a população. Conteúdos Apresentação dos quatro eixos do saneamento, colher informações para elaboração de um diagnóstico participativo, escolha de delegados para o 1º e 2º Fóruns Municipais (etapa 2 e 4) e discussão em grupo das propostas. Fonte de recursos Objeto do Edital. Equipe Técnica Equipe técnica da empresa DRZ em conjunto com os profissionais do Comitê de Executivo. Material a ser utilizado Datashow, caixa de som, microfone, papel, caneta, lista de presença, crachás para os presentes com direito a voto, formulário para apresentação de propostas, formulário para cadastro dos delegados. Avaliação Por meio dos grupos de trabalho. Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 84 Tabela 2-8- Fóruns Regionais – Etapa 4 Fóruns Regionais (4 na zona urbana e 4 na zona rural) Objetivos Apresentação sobre o diagnóstico do Plano; Discussão e acolhimento de propostas. Data, Local, Horário, Número previsto de participantes 24/04/2014 Zona urbana Das 16h às 18h 50 26/04/2014 Zona rural Das 08h às 11h 50 27/04/2014 Zona urbana Das 16h às 18h 50 29/04/2014 Zona rural Das 15h às 18h 50 15/05/2014 Zona urbana Das 16h às 18h 50 17/05/2014 Zona rural Das 08h às 11h 50 18/05/2014 Zona rural Das 08h às 11h 50 20/05/2014 Zona urbana Das 16h às 18h 50 Metodologia Apresentação de slides dos temas relacionados. Público Alvo Comunidade da Região ou Setor. Pré-Requisitos Aberto a qualquer setor interessado no assunto e a população. Conteúdos Apresentação dos quatro eixos do saneamento, definição de prognóstico e alternativas para universalizar os serviços de saneamento básico, e discussão em grupo das propostas. Fonte de recursos Objeto do Edital. Equipe Técnica Equipe técnica da empresa DRZ em conjunto com os profissionais do Comitê de Executivo. Material a ser utilizado Datashow, caixa de som, microfone, papel, caneta, lista de presença, crachás, formulário para apresentação de propostas. Avaliação Por meio dos grupos de trabalho. Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 2.7.5 FÓRUM MUNICIPAL DO PMSB MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 85 Os Fóruns Municipais do PMSB ocorrerão na segunda (Tabela 2-9) e na quarta (Tabela 2-10) etapa do Plano, com o objetivo de acompanhar os trabalhos do Plano e esclarecer dúvidas dos Comitês Executivo e de Coordenação e segmentos afins da sociedade civil organizada. Esta atividade visa à participação dos gestores municipais, técnicos dos órgãos setoriais e sociedade civil organizada, em cada fórum haverá 50 vagas. O tema será exposto pela DRZ por meio de apresentação de slides. Tabela 2-9 - Fórum Municipal do PMSB - Etapa 2 Fórum Municipal do PMSB Objetivos Acompanhamento dos trabalhos dos quatro eixos do saneamento básico com objetivo de esclarecer dúvidas dos Comitês Executivo e de Coordenação e segmentos afins da sociedade civil organizada. Data, Local, Horário, Número previsto de participantes 15/10/2013 A definir Das 08h às 11h 50 participantes Metodologia Apresentação de slides dos temas relacionados. Público Alvo Gestores municipais, técnicos dos órgãos setoriais e sociedade civil organizada. Pré-Requisitos Aberto a qualquer setor interessado no assunto e a população. Conteúdos Temas desenvolvidos sobre os quatro eixos do saneamento básico abordados nos Fóruns regionais da Etapa Correspondente. Fonte de recursos Objeto do Edital. Equipe Técnica Equipe técnica da empresa DRZ em conjunto com os profissionais do Comitê de Executivo. Material a ser utilizado Datashow, caixa de som, microfone, papel, caneta, lista de presença e crachás. Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 86 Tabela 2-10- Fórum Municipal do PMSB – Etapa 4 Fórum Municipal do PMSB Objetivos Acompanhamento dos trabalhos dos quatro eixos do saneamento básico com objetivo de esclarecer dúvidas dos Comitês Executivo e de Coordenação e segmentos afins da sociedade civil organizada. Data, Local, Horário, Número previsto de participantes 31/07/2014 A definir Das 08h às 11h 50 participantes Metodologia Apresentação de slides dos temas relacionados. Público Alvo Gestores municipais, técnicos dos órgãos setoriais e sociedade civil organizada. Pré-Requisitos Aberto a qualquer setor interessado no assunto e a população abordados nos Fóruns regionais da Etapa Correspondente. Conteúdos Temas desenvolvidos sobre os quatro eixos do saneamento básico. Fonte de recursos Objeto do Edital. Equipe Técnica Equipe técnica da empresa DRZ em conjunto com os profissionais do Comitê de Executivo. Material a ser utilizado Datashow, caixa de som, microfone, papel, caneta, lista de presença e crachás. Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013 2.7.6 CONSULTAS PÚBLICAS A consulta pública tem por objetivo auxiliar na elaboração e coleta de opiniões da sociedade sobre temas de importância. Esse sistema permite intensificar a articulação entre a representatividade e a sociedade, permitindo que esta participe da formulação e definição de políticas públicas. Durante a Consulta (Tabela 2-11) Pública serão coletadas propostas por meio de formulário e página na internet. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 87 Tabela 2-11 - Consulta Pública através de página na internet – Etapa 3 e 5 Consulta Pública Objetivos Coletar opinião da sociedade sobre os quatro eixos do saneamento básico através da internet, intensificar a articulação entre a representatividade e a sociedade, e colher propostas. Data, Local, Horário, Número previsto de participantes Novembro de 2013 (etapa 3) Setembro de 2014 (etapa 5) Internet Metodologia Elaboração de site com acesso público para divulgação e acolhimento de propostas. Público Alvo Gestores municipais, sociedade civil organizada, técnicos dos órgãos setoriais e a sociedade interessada. Pré-Requisitos Aberto a qualquer setor interessado no assunto e a população. Conteúdos Produtos elaborados do PMSB e temas desenvolvidos sobre os quatro eixos do saneamento básico. Fonte de recursos Objeto do Edital. Equipe Técnica Equipe técnica da empresa DRZ em conjunto com os profissionais do Comitê de Executivo. Material a ser utilizado Internet e formulário paraapresentação de propostas. Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013 2.7.7 PRIMEIRA CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO A Primeira Conferência Municipal de Saneamento Básico ( Tabela 2-12)tem por objetivo apresentar o relatório síntese do PMSB para os gestores municipais, sociedade civil organizada, técnicos dos órgãos setoriais e a sociedade interessada. O evento conta com 150 participantes. Tabela 2-12 – Conferência Municipal de Saneamento Básico – Etapa 6 Conferência Municipal de Saneamento Básico MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 88 Objetivos Apresentação do Plano sobre os quatro eixos do saneamento básico no Município. Data, Local, Horário, Número previsto de participantes 30/10/2014 A definir Das 08h às 11h 150 participantes Metodologia Apresentação de slides dos temas relacionados no PMSB. Público Alvo Gestores municipais, sociedade civil organizada, técnicos dos órgãos setoriais e a sociedade interessada. Pré-Requisitos Aberto a qualquer setor interessado no assunto e a população. Conteúdos Os quatro eixos do saneamento básico no Município de Teresina e apresentação do relatório síntese do PMSB. Fonte de recursos Objeto do Edital. Equipe Técnica Equipe técnica da empresa DRZ em conjunto com os profissionais do Comitê de Executivo. Material a ser utilizado Datashow, caixa de som, microfone, papel, caneta e lista de presença. Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013 2.7.8 AUDIÊNCIA PÚBLICA Na última etapa haverá uma Audiência Pública para apresentação de todas as etapas desenvolvidas e aprovação do Plano (Tabela 2-13). Toda a comunidade será convidada, gestores municipais, técnicos dos órgãos setoriais e sociedade civil organizada e interessada. Tabela 2-13 - Audiência Pública – Etapa 6 Audiência Pública MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 89 Objetivos Apresentação e aprovação do Plano Municipal de Saneamento Básico de Teresina. Data, Local, Horário, Número previsto de participantes 10/11/2014 Câmara Municipal Das 08h às 11h 200 participantes Metodologia Apresentação de slides dos temas relacionados. Público Alvo Gestores municipais, sociedade civil organizada, técnicos dos órgãos setoriais e a sociedade interessada. Pré-Requisitos Aberto a qualquer setor interessado no assunto e a população. Conteúdos Apresentação do PMSB. Fonte de recursos Objeto do Edital. Equipe Técnica Equipe técnica da empresa DRZ em conjunto com os profissionais do Comitê de Executivo. Material a ser utilizado Datashow, caixa de som, microfone, papel, caneta, lista de presença e crachás. Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 2.8 ATORES SOCIAIS ENVOLVIDOS Diversos atores sociais poderão estar envolvidos no desenvolvimento de uma ou mais etapas do Plano de Saneamento Básico, tanto no processo de consultas e contatos para levantamento de dados técnicos dos quatro eixos do saneamento, bem como em assuntos correlatos ou com interfaces do Plano. Faz-se necessário no processo de mobilização a participação social por meio da sociedade civil organizada e sociedade interessada, além dos poderes constituídos (Legislativo, Judiciário, ministério Público). Dentre eles, destacam-se os abaixo alguns agentes relacionados, sem prejuízo de agregação de outros durante o processo de elaboração: Federais FUNASA – Fundação Nacional de Saúde; MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 90 IBAMA – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais; Estaduais AGESPISA – Águas e Esgotos do Piauí S.A; SEMAR – Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Piauí; Municipais ARSETE – Agência Municipal de Regulação de Serviços Públicos de Teresina; SEMAE – Serviço de Água e Esgoto de Teresina; Universidades UFPI – Universidade Federal do Piauí; UESPI – Universidade Estadual do Piauí; Sociedade Civil Sociedade civil organizada: o Lideranças populares, associações de classes, entidades atuantes no Município; o Organizações não governamentais: ONG + Vida, Emaús Trapeiros, Rede Ambiental do Piauí – REAPI, Fundação Rio Parnaíba – FURPA, Fundação Ecológica Cidade Verde e Recursos Hídricos, Fundação Agente do Agronegócio e Meio Ambiente. Sociedade interessada (comunidade em geral), de forma a representar os vários segmentos da sociedade e particularmente os voltados para os programas. 2.9 - DIVULGAÇÃO MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 91 2.10 - DIVULGAÇÃO DOS EVENTOS A metodologia a ser utilizada dos eventos e reuniões será definida caso a caso, mas normalmente com apresentação dos participantes em seu início, seguida de exposição (da DRZ e/ou dos atores envolvidos) em Power Point, fazendo uso de projetor de imagens, mesa de som e computador; e das discussões e dinâmicas de acordo com o objetivo de cada Etapa. Será efetuado registro dos participantes (lista de nomes, contatos e assinaturas). A divulgação das reuniões será realizada através de convites pessoais e principalmente pela Internet (e-mail), com participação dos Comitês. É válido ressaltar que, antes de cada evento de participação popular, este seja amplamente divulgado para todos os cidadãos da região. Esta divulgação deve ser realizada de forma a permitir que a população como um todo esteja informada antecipadamente. Deverão ser utilizados os meios de comunicação que melhor se adéquem à região, tais como: Cartazes; Banners; Faixas; Panfletagem; Carros de Som; Rádios AM/FM; Jornais de Circulação Local; Convites escritos; Sites da Prefeitura; Espaços ou auditórios cedidos por órgãos públicos. Esta metodologia de mobilização será adotada pelos Comitês formalizados pelo Município, caso seja considerada adequada e apropriada à realidade de Teresina e ainda suficiente para atingir os objetivos desejados, envolvendo diferentes atores sociais e promovendo a participação efetiva de grupos representativos da sociedade nestas atividades. A mobilização para elaboração do PMSB é de competência da Empresa DRZ com apoio técnico do Comitê Executivo – CE. Os Comitês de Coordenação e Executivo darão apoio à contratada no sentido de orientar seus técnicos para que a Mobilização Social atinja o maior número de munícipes possíveis. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 92 Os dados coletados nos eventos e reuniões serão registrados e apresentado em forma de relatório, e servirão de embasamento para o processo de mobilização ao longo das etapas. Apresentamos abaixo (Figura 2-9, Figura 2-10, Figura 2-11,Figura 2-12 , Figura 2-13,Figura 2-14,Figura 2-15,Figura 2-16 e Figura 2-17)modelos para divulgação para análise e aprovação dos Comitês. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 93 2.10.1 - MODELOS PARA A DIVULGAÇÃO Figura 2-9- Modelo de banner para a divulgação dosfóruns regionais do PMSB de Teresina, por região Fonte: Elaboração DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 94 Figura 2-10 - Modelo de Cartaz para a divulgação dos fóruns regionais do PMSB de Teresina, por região Fonte: Elaboração DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 95 Figura 2-11 - Modelo de folder para a divulgação dos fóruns regionais do PMSB de Teresina Fonte: Elaboração DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 96 Figura 2-12 - Modelo de texto para divulgação em Carro de Som dos fóruns regionais do PMSB de Teresina Fonte: Elaboração DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 97 Figura 2-13 - Modelo de texto para divulgação em Jornal da Primeira Conferência Municipal de Saneamento Básico de Teresina Fonte: Elaboração DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 98 Figura 2-14 - Modelo de texto para divulgação em Rádio dos fóruns regionais do PMSB de Teresina Fonte: Elaboração DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 99 Figura 2-15 - Modelo de lista de presença dos fóruns regionais do PMSB de Teresina Fonte: Elaboração DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 100 Figura 2-16 - Modelo das propostas Fonte: Elaboração DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 101 Figura 2-17 - Modelo de crachá Fonte: Elaboração DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 2.11 DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS Os relatórios e resultados referentes à implantação do PMSB-THE serão disponibilizados em páginas vinculadas a PMT, na internet. 3. PLANO DE TRABALHO 3.1 - OBJETIVOS O objetivo principal do presente trabalho é a elaboração de um Plano Saneamento Básico para o município de Teresina, contemplando os quatro eixos do saneamento: sistema de abastecimento de água, sistema de esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos e drenagem e manejo de águas pluviais urbanas. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 102 Além de outros instrumentos e normas legais pertinentes, o Plano se pautará nas seguintes leis: - Lei Federal nº 11.445/07, regulamentada pelo Decreto Federal nº 7217, de 21 de junho de 2010, que estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico, cunhando o conceito de saneamento básico como o conjunto de serviços, infraestruturas e instalações de abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos e drenagem de águas pluviais urbanas. - Lei Federal nº 12.305/10, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS, dispondo sobre seus princípios, objetivos e instrumentos, bem como sobre as diretrizes relativas à gestão integrada e ao gerenciamento de resíduos sólidos, incluídos às responsabilidades dos geradores e do poder público e aos instrumentos econômicos aplicáveis. É regulamentada pelo Decreto Federal nº 7.404, de 23 de dezembro de 2010. - Lei Federal nº 11.107/05, que defini os contornos para o relacionamento entre estado, municípios e prestadores de serviços, dispondo sobre o conteúdo e o formato dos convênios de cooperação e contratos de programa/concessão a serem firmados. - Lei Estadual nº. 12.493, de 22 de janeiro 1999, estabelecem princípios, procedimentos, normas e critérios referentes à geração, acondicionamento, armazenamento, coleta, transporte, tratamento e destinação final dos resíduos sólidos no estado do Piauí, visando controle da poluição, da contaminação e a minimização de seus impactos ambientais e adota outras providências. Destaca-se nesta oportunidade, o artigo 12 onde se determina que as empresas produtoras e/ ou comercializadoras de agrotóxicos, seus componentes e afins, em todo o território do estado do Piauí, são responsáveis pelo estabelecimento de mecanismos de coleta e recebimento e pela destinação das embalagens vazias dos produtos por elas fabricados e/ ou comercializados, bem como pelos produtos apreendidos pela ação fiscalizatória e pelos tornados impróprios para utilização, obedecidas às condições e critérios estabelecidos pelo Instituto Ambiental do Piauí – IAP. - Lei Ordinária nº 1940/88 – institui o Código Municipal de Postura e dá outras providencias; - Lei Complementar nº 3610/07 – nova redação ao Código Municipal de Postura e dá outras providências; MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 103 - Lei Ordinária nº 2601/1997 – dispõe sobre criação do Parque Regional Vale do Gavião, na Zona Leste de Teresina e dá outras providências; - Lei Ordinária nº 2535/97 – dispõe sobre a criação do Parque Ambiental Água Mineral, à margem esquerda do Rio Poty e dá outras providências; - Lei Ordinária de Teresina nº 3771/08 - autoriza o poder executivo municipal a abrir crédito especial ao orçamento-programa vigente, em favor da secretaria municipal de meio ambiente e recursos hídricos - SEMAM, no valor de R$ 250.000,00(duzentos e cinquenta mil reais), e a incluir a unidade orçamentária fundo municipal de meio ambiente, com as ações que serão desenvolvidas no exercício 2008; - Lei Municipal nº 3286/04 – prestação de serviço de abastecimento de água e esgotamento sanitário; - Lei Municipal nº 3600/06 – cria a ARSETE – Agencia Municipal de Regulação de Serviços Públicos de Teresina; - Lei Municipal nº 3620/07 – cria a SEMAE – Serviço Municipal de Água e Esgoto; A construção do PMSB é um trabalho de planejamento, cuja atribuição é inerente ao titular dos serviços (art. 9º - I) assim como é uma condição de validade dos contratos que tem como objeto a prestação de serviços públicos de saneamento básico (art. 11 – I,- todos da Lei 11.445/07). E em cumprimento ao disposto no art. 19 da Lei 11.445/2007, o plano de saneamento abrangerá no mínimo os seguintes temas: I - diagnóstico da situação e de seus impactos nas condições de vida, utilizando sistema de indicadores sanitários, epidemiológicos, ambientais e socioeconômicos e apontando as causas das deficiências detectadas; II - objetivos e metas de curto, médio e longo prazo para a universalização, admitidas soluções graduais e progressivas, observando a compatibilidade com osdemais planos setoriais; III - programas, projetos e ações necessárias para atingir os objetivos e as metas, de modo compatível com os respectivos planos plurianuais e com outros planos governamentais correlatos, identificando possíveis fontes de financiamento; IV – ações para emergências e contingências; V – mecanismo e procedimentos para a avaliação sistemática da eficiência das ações programadas. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 104 3.2 METODOLOGIA E ETAPAS DE TRABALHO A elaboração do Plano de Saneamento Básico deverá atender ao Termo de Referência do Ato Convocatório (TP) n. 01/2013, e às tratativas gerais de interação com o Comitê Executivo e o Comitê de Coordenação ao longo das diversas Etapas de trabalho. Na Figura 3-11, observa-se o fluxograma simplificado das principais atividades a serem desenvolvidas. Figura 3-1 - Fluxograma simplificado das principais atividades a serem desenvolvidas O Plano envolverá a execução de atividades, elaboração e apresentação de produtos para cada uma das seis Etapas previstas: a) Etapa 1: Elaboração do Plano de Mobilização Social. b) Etapa 2: Elaboração do diagnóstico da situação local do saneamento básico, com a devida caracterização do município, do ambiente, da prestação dos serviços de saneamento e com os diagnósticos da situação da política local do setor de saneamento e dos setores relacionados ao saneamento. c) Etapa 3: Elaboração de prognósticos e alternativas para a universalização dos serviços, condicionantes, diretrizes, objetivos e metas. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 105 d) Etapa 4: Concepção de programas, projetos e ações necessárias para atingir os objetivos e metas para a universalização dos serviços. Definição das ações para emergência e contingência. e) Etapa 5: Elaboração de mecanismos e procedimentos de controle social e dos instrumentos para monitoramento e avaliação sistemática de eficiência das ações programadas. f) Etapa 6: Elaboração do relatório final do Plano Municipal de Saneamento Básico. O fluxograma detalhado das etapas que serão desenvolvidas ao longo deste relatório está representado na Figura 3-2. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 106 Figura 3-2- Fluxograma para elaboração do Plano de Saneamento Básico1 1 Para melhor visualização do fluxograma verificar imagem em ANEXO. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 107 3.3 - ABRANGÊNCIA DO TRABALHO O trabalho abarcará todo o município de Teresina-PI, localizado nas coordenadas de latitude 5° 5’ Sul e Longitude 42° 46’ Oeste, a única capital nordestina que não se localiza no litoral, distanciando cerca de 350 km do mar no sentido norte. O Município faz limite a oeste com o Município de Timon, Estado do Maranhão, localizado à margem oposta do rio Parnaíba. Os outros municípios limítrofes no próprio estado do Piauí são União, José de Freitas, Altos, Pau D’arco do Piauí, Demerval Lobão, Lagoa do Piauí, Monsenhor Gil, Curralinhos, Palmeirais e Nazária (Figura 3-3). Dentre as rodovias de relativa importância para o município destacam-se a Rodovia BR 343, que liga a cidade ao litoral e ao Ceará no entroncamento com a BR 404, além de seguir sentido sul, cortando o estado, a BR 266 que faz a ligação sentido Oeste com o Estado do Maranhão e a BR 316, que liga a cidade ao litoral de Alagoas. Teresina tem área total de 1.391,981 km², sendo 190,7 km2 de área urbana e 1.201,3 km2 de área rural, correspondendo, respectivamente, a 13,7% e 86,3% de sua área total. A capital do Piauí é a sede da Região Integrada de Desenvolvimento da Grande Teresina instituída pela Lei Complementar n° 112 de 19 de setembro de 2011 e regulamentada pelo Decreto n° 4367 de 9 de setembro de 2002 composta por 14 municípios, sendo um do Maranhão (Timon) e 13 do Piauí (Altos, Beneditinos, Coivaras, Curralinhos, Demerval Lobão, José de Freitas, Lagoa Alegre, Miguel Leão, Monsenhor Gil, Nazária, Teresina e União). No total, a Região Integrada de Desenvolvimento de Teresina abrange mais de um milhão de habitantes, sendo assim uma das mais representativas regiões metropolitanas do Nordeste brasileiro (IBGE, 2013). O sistema hidrográfico do estado do Piauí está inserido totalmente na bacia do Rio Parnaíba, que nasce ao sul do estado, próximo ao limite estadual com a Bahia, Maranhão e Tocantins e deságua no oceano Atlântico. Cerca de 75% da área da bacia do Parnaíba estão inseridos no Estado do Piauí, 19% No Maranhão e 6% no Ceará. O Município de Teresina tem seus limites administrativos dentro de três sub-bacias do rio Parnaíba, a bacia do rio Longa ao norte, a bacia do Parnaíba II e a bacia do rio Poti, onde está inserida a maior parte do perímetro urbano. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 108 Desta forma, o rio Poti é o mais importante da cidade, sendo inclusive ponto de atração turística, por sua forma e grandiosidade que se impõe próximo à região central. Figura 3-3 – Àrea de estudo e municipios limítrofes Fonte: IBGE, 2013. Org.: DRZ, 2013. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 109 Figura 3-4 – Sub-bacia do Rio Parnaíba que compoem a área Limítrofe de Teresina. Fonte: IBGE, 2013. Org.: DRZ, 2013. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 110 De acordo com o censo demográfico do IBGE (2010) a população do Município é de 814.230 habitantes, sendo que 767.557 residem na área urbana e 46.673 residem em área rural, representando 94,27% e 5,73% da população, respectivamente. A densidade demográfica do Município é de 584,95 hab/km². Gráfico 3-1- Taxa de Crescimento anual da população entre 2000 e 2010 Fonte: IBGE, 2013. A população de Teresina teve nos últimos dez anos um crescimento anual acima da média, tanto em escala nacional como regional e estadual, ficando em 1,38% ao ano entre 2000 e 2010. Desta forma, foram acrescentados 98.870 habitantes neste período. O segmento etário da população é predominante na faixa de 20 a 24 anos, tanto para o sexo masculino e feminino, predominando o número total de mulheres, aproximadamente 45.000. Este índice demonstra um amadurecimento da população, uma vez que sua base já se demonstra estreita em relação às idades produtivas. A população entre 0 a 14 anos representa 23,4%, 15 e 39 anos representa 46,61% dos habitantes, enquanto de e acima dos 40 anos são 28,72%. 0 0,2 0,4 0,6 0,8 1 1,2 1,4 Brasil Nordeste Piauí Teresina - PI % % de crescimento MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 111 Gráfico 3-2– População residente no Município por faixa etária, entre 2000 e 2010 Fonte: IBGE, 2013. 3.4 - DESCRIÇÕES DAS ETAPAS PREVISTAS PARA O PLANO 3.4.1 ETAPA 1 – PLANO MOBILIZAÇÃO SOCIAL A participação da Sociedade deve ser estimulada durante o processo por meio de estratégias adequadas à realidade do Município, portanto os Comitêsde Coordenação e Executivo foram criados pelos Decretos nº 11047 e nº 11048, respectivamente, com data de 11 de fevereiro de 2011. A Prefeitura Municipal de Teresina - Pi, publicou na sexta-feira dia 19 de julho de 2013 no Diário Oficial do Município – Ano 2013 – nº 1.538 a nomeação do Comitê Executivo e Comitê de Coordenação que irão atuar no Plano Municipal de Saneamento Básico de Teresina. O Prefeito Municipal de Teresina, nomeou o Comitê Executivo de acordo com o Decreto nº 11.048, de 11.02.2013: I - Italo Portela Gomes – Representante da Secretária Municipal de Planejamento e Coordenação – SEMPLAN; II - Baltazar de Melo Sobrinho – Representante da Agência Municipal de Regulação de Serviços Públicos de Teresina – ARSETE; III - Márcio Antônio Souza 0 10.000 20.000 30.000 40.000 50.000 0 a 4 anos 5 a 9 anos 10 a 14 anos 15 a 19 anos 20 a 24 anos 25 a 29 anos 30 a 34 anos 35 a 39 anos 40 a 44 anos 45 a 49 anos 50 a 54 anos 55 a 59 anos 60 a 64 anos 65 a 69 anos 70 a 74 anos 75 a 79 anos Mulheres Homens MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 112 da Rocha Freitas – Representante da Secretária Municipal de Meio Ambiente – SEMAM; IV - Erick Elysio Reis Amorim – Representante do Serviço Municipal de Águas e Esgotos de Teresina – SEMAE; V - Horácio Cogo Júnior – Representante da Superintendência de Desenvolvimento Rural - SDR; VI - Lilian Guimarães Coelho – Representante da Secretária Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação – SEDUH. O Comitê de Coordenação de acordo com o Decreto nº 11.047, de 11.02.2011: IV - Secretária Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitação - SEMDUH; V – Secretária Municipal do Trabalho, Cidadania e de Assistência Social – SEMTCAS; VI Serviço Municipal de Águas e Esgotos de Teresina – SEMAE; VII - Agência Municipal de Regulação de Serviços Públicos de Teresina – ARSETE; VIII - Câmara Municipal de Vereadores; IX - Águas e Esgotos do Piauí S/A – AGESPISA; X - Ministério Público Estadual- MP-PI; XI – Conselho de Desenvolvimento Urbano – CDU; XII - Conselho Municipal de Saúde – CMS; XIII - Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente – CONDEMA; XIV - Federação das Associações de Moradores do Estado do Piauí – FAMEPI; XV – Federação das Entidades Comunitárias do Estado do Piauí – FACEPI; XVI – Federação das Associações de Moradores e Conselhos Comunitários do Piauí – FAMCC; XVII – Conselho Regional de Engenharia – CREA; XVIII – Conselho de Arquitetura e Urbanismo - CAU; XIX – Sindicato da Indústria da Construção Civil – SINDUSCON-PI; XX – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental- ABES-PI. Para garantir o andamento do processo de elaboração e implementação do PMSB, os comitês de trabalho participarão de reuniões técnicas para discussão pertinente e capacitação a respeito das fases de desenvolvimento do Plano. O processo de mobilização social se dará de forma a atender os seguintes objetivos: Sensibilizar a comunidade para a participação das atividades previstas para elaboração do PMSB; Inserir conteúdos referentes às questões do saneamento no município; Definir grupos ou munícipes representantes da população; Promover capacitação dos representantes; Apresentar o trabalho desenvolvido para conhecimento, sugestões e aprovação dos representantes. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 113 Além de: Formatação de mecanismos de divulgação e comunicação para a disseminação e o acesso às informações sobre o diagnóstico e estudos preliminares, os serviços prestados e sua avaliação, o processo e os eventos previstos e as propostas relativas ao Plano de Saneamento Básico; Estabelecimento de canais para recebimento de críticas e sugestões; Concepção dos eventos abertos à comunidade local, a exemplo de debates, seminários e audiências públicas para discussão e participação popular na formulação do Plano. A participação e o envolvimento da sociedade deve se desenvolver ao longo de todo o período de elaboração e implantação do PMSB, por meio de seminários, reuniões, oficinas e audiências, entre outras ações. O detalhamento da Mobilização Social está contemplado no Produto I– Plano de Mobilização Social. 3.4.2 ETAPA 2 - DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO LOCAL DO SANEAMENTO BÁSICO Nesta Etapa serão levantados dados e informações junto aos órgãos municipais e instituições atuantes no município. Para levantamento de informações serão utilizados questionários disponibilizados na internet (Web), formulário ou questionários impressos, visitas nos locais, pesquisas bibliográficas, correspondências e pedidos através de e-mail ou outras formas que melhor possa atender os objetivos a ser alcançados pelo Plano. Os dados primários poderão ser coletados em unidades dos sistemas de saneamento básico, junto a prestadores de serviços, à população ou às entidades da sociedade civil, entre outros. Este conjunto de informações deverá compor um diagnóstico da situação atual encontrada nas áreas objeto do Plano. O diagnóstico será construído a partir de dados primários e secundários, quando necessário e considerando os indicadores sanitários, epidemiológicos, ambientais socioeconômicos e educacionais apontando as causas das deficiências detectadas para os serviços de saneamento básico. Os dados primários, de acordo com Churchill Jr. e Peter (2000, p. 122) “são dados coletados especificamente para o propósito da investigação pretendida”, e dados secundários são aqueles que “não MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 114 foram reunidos para o estudo imediato em mãos, mas para algum outro propósito”, como, por exemplo, os dados d a Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O diagnóstico dos serviços públicos de saneamento básico englobará as zonas urbana e rural e serão elaborados com base nas informações bibliográficas, dados secundários disponibilizados e inspeções de campo. A base cartográfica a ser adotada para detalhamento do Plano será fornecida pelo Município, assim como todas as demais informações de que é detentora ou de que possa ter acesso. O diagnóstico conterá, entre outros: Caracterização geral do município, como: área, localização no Estado e regional, distâncias e relação com outros municípios, topografia, geologia, clima, entre outros; Aspectos socioeconômicos, culturais e ambientais relevantes para realização de estudos e avaliação do sistema de saneamento, dentre eles: dados históricos populacionais e projeções no horizonte de planejamento, renda, faixa etária, IDH, entre outros; Indicadores sanitários, de saúde, socioeconômicos e ambientais e recursos hídricos; Relatório contendo diagnóstico com a caracterização física das unidades territoriais de análise e planejamento; Descrição dos sistemas públicos de saúde, educação, energia elétrica, pavimentação, telefonia, entre outros, e o aprofundamento da análise no sistema do saneamento básico, compreendendo: o Abastecimento de água; o Esgotamento sanitário; o Limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos; o Drenagem e manejo de águas pluviais urbanas. 3.4.3 ETAPA 3 - PROGNÓSTICOS E ALTERNATIVAS PARA A UNIVERSALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS, CONDICIONANTES, DIRETRIZES, OBJETIVOS E METAS Nesta fase serão desenvolvidas e formuladas estratégias para alcançar os objetivos e metas definidas no PMSB num horizonte de 20 anos, considerandoas metas de: MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 115 a) curto prazo: 1 a 4 anos; b) médio prazo: entre 4 e 8 anos; e c) longo prazo: entre 8 e 20 anos. Os prognósticos das necessidades referentes aos serviços públicos de saneamento básico e a análise e seleção das alternativas serão realizadas de forma a projetar os estados progressivos de desenvolvimento, visando à melhoria das condições em que vivem as populações urbanas e rurais, no que diz respeito à sua capacidade de inibir, prevenir ou impedir a ocorrência de doenças relacionadas com o meio ambiente, bem como a universalização dos serviços e a conquista de um padrão de eficiência dos sistemas, levando a satisfação do usuário e da população em geral. Serão construídos cenários alternativos para orientar o processo de planejamento do saneamento básico e encontrar soluções que compatibilizem o crescimento econômico, a sustentabilidade ambiental e a equidade na prestação dos serviços. A etapa 3 abordará, entre outros: Projeções de demanda de serviços públicos de saneamento básico dentro do horizonte de planejamento; Modelo de fiscalização e regulação dos serviços locais de saneamento básico; Definição de responsabilidades dos serviços de saneamento básico tratados no PMSB; Alternativas para o atendimento das demandas dos quatro (quatro) eixos dos serviços de saneamento básico para atendimento das carências existentes, de acordo com a Lei 11.445/07; Objetivos e metas pretendidas com a implantação do PMSB; Análise da viabilidade técnica e econômico-financeira da prestação dos serviços considerando os cenários dos objetivos, metas, programas, projetos e ações. A partir dos resultados das propostas de intervenção nos diferentes cenários, será selecionado o conjunto de alternativas que promoverá a compatibilização quali-quantitativa entre demandas e disponibilidade de serviços, o MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 116 qual se caracterizará como o cenário normativo, que deverá nortear as ações do setor para atingir a situação desejada e necessária, tendo em vista as projeções realizadas. 3.4.4 ETAPA 4 - CONCEPÇÃO DE PROGRAMAS, PROJETOS E AÇÕES NECESSÁRIAS PARA ATINGIR OS OBJETIVOS E METAS PARA A UNIVERSALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS. DEFINIÇÃO DAS AÇÕES PARA EMERGÊNCIA E CONTINGÊNCIA Os programas, projetos e ações necessários para atingir os objetivos e as metas definidas, relacionadas a cada um dos sistemas de saneamento básico e ao meio ambiente de forma geral, serão definidos nesta fase, sendo abordados por meio de ações imediatas e ações resultantes do desenvolvimento do Plano. A programação das ações funcionará como instrumento de ligação entre as demandas das administrações municipais e o Plano. Os projetos e estudos existentes com suas conclusões e sugestões para minimizar os problemas de saneamento serão avaliados, identificados, hierarquizando-se as prioridades. Estratégias, políticas e diretrizes serão formuladas para alcançar os objetivos e metas, uma execução eficaz das ações preconizadas, incluindo programa destinado a promover o desenvolvimento institucional dos serviços públicos de saneamento para o alcance de níveis crescentes de desenvolvimento técnico, gerencial, econômico e financeiro e melhor aproveitamento das instalações existentes. A hierarquização e priorização dos programas, projetos e ações, estimativa de investimentos, análise da sustentabilidade econômica financeira e da compatibilização com os planos de orçamento das esferas governamentais e metas estabelecidas, serão abordadas nesta fase da seguinte maneira. Ações imediatas; Ações prioritárias; Programação das ações do PMSB; Cronograma de implantação das ações estabelecidas para o PMSB; Mecanismos para a avaliação sistemática da eficácia, eficiência e efetividade das ações programadas; Atendimento de demandas temporárias; Atendimento e operação em situações críticas; MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 117 Planejamento de planos de riscos para garantia da segurança da água. 3.4.5 ETAPA 5 - MECANISMOS E PROCEDIMENTOS PARA A AVALIAÇÃO SISTEMÁTICA DA EFICIÊNCIA, EFICÁCIA E EFETIVIDADE DAS AÇÕES DO PMSB Para avaliação sistemática das ações programadas, além de elaborar um programa para monitoramento e avaliação dos resultados do PMSB, poderá ser constituída uma comissão de acompanhamento e avaliação formada por representantes, autoridades e/ou técnicos das instituições do Poder Público Municipal, Estadual e Federal relacionadas com o saneamento ambiental, além de membros da Defesa Civil, do Conselho Municipal de Saneamento, de Saúde, de Meio Ambiente e de representantes da Sociedade Civil, podendo integrantes dos Comitês fazer parte da comissão. O Plano conterá uma série de indicadores e procedimentos para o monitoramento e a avaliação dos objetivos e metas, dentre eles: a) indicadores técnicos, operacionais e financeiros de prestação dos serviços de saneamento a serem seguidos pelos prestadores de serviços; b) indicadores de impactos na qualidade de vida, na saúde, e nos recursos naturais; salubridade ambiental; c) indicadores de padrões e níveis de qualidade e eficiência a serem seguidos pelos prestadores de serviços; d) mecanismos para a divulgação do plano no município, assegurando o acesso das informações à população; e) mecanismos de representação da sociedade para o acompanhamento, monitoramento e avaliação do PMSB; f) estrutura de fiscalização e regulação dos serviços de saneamento básico. A institucionalização do Plano Municipal de Saneamento Básico contemplará alterações administrativas e proposição de legislação básica referente à Política Municipal de Saneamento. 3.4.6 ETAPA 6 - RELATÓRIO FINAL DO PMSB O documento final do PMSB corresponde aos trabalhos desenvolvidos nas fases descritas anteriormente e ainda: a) Indicar soluções graduais e progressivas e instrumentos de gestão para atingir os objetivos do Plano. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 118 b) Contemplar pormenores que possibilitem com clareza, a contratação subsequente de elaboração e detalhamentos de projetos básicos e executivos para a execução posterior das obras correspondentes, visando à implantação ou ampliação dos sistemas de saneamento básico. c) Outras diretrizes e parâmetros não definidos nestes Termos de Referência, que sejam requeridos para o desenvolvimento satisfatório do plano, a serem fixados, ao longo da sua elaboração, envolvendo a Equipe responsável da contratante e a Equipe da Contratada. 3.5 CRÔNOGRAMA FÍSICO E FINANCEIRO A Tabela 1 apresenta o Cronograma Físico e Financeiro, na vertical são relacionados os diversos produtos e subprodutos que irão ocorrer em um determinado período, essas atividades estão representadas por números, sendo: 1) Produto 01 - Plano de Mobilização Social; 1.1) Elaboração do PMS; 1.2) Implantação do PMS; 1.2.1 ao 1.2.14 Relatório de Atividades da execução do PMS; 2) Produto 02 - Diagnóstico da situação da prestação dos serviços de saneamento básico; 3) Produto 03 - Prognósticos e alternativas para universalização dos serviços de saneamento básico. Objetivos e Metas; 4) Produto 04 - Concepção dos programas, projetos e ações necessárias para atingir os objetivos eas metas do PMSB. Definição das ações para emergência e contingência; 5) Produto 05 - Mecanismos e procedimentos de controle social e dos instrumentos para o monitoramento e avaliação sistemática da eficiência, eficácia e efetividade das ações programadas; e 6) Produto 06 - Relatório Final do Plano Municipal de Saneamento Básico e do Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos. Na horizontal estão os meses em que eles deverão ocorrer. O mesmo relaciona as datas previstas para o término de cada atividade dos trabalhos com as datas e valores dos pagamentos parciais. Os desembolsos ocorrerão por meio de parcelas sequenciais como mostra a figura, e são demonstrados em porcentagem e em reais, mensal e acumulado. O prazo total para a execução dos trabalhos é de 15 meses a contar da emissão da Ordem de Serviços expedida pela SEMPLAN. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 119 Tabela 3-1 - Cronograma Físico e Financeiro CRONOGRAMA FISICO FINANCEIRO Produto/ Subprodut o % Tempo em Meses Valores Ano 2013 Ano 2014 Jul Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 1 1.1 3% 3 60.000,00 1.2 1.2.1 0,5% 0,5 10.000,00 1.2.2 0,5% 0,5 10.000,00 1.2.3 0,5% 0,5 10.000,00 1.2.4 0,8% 0,8 15.714,29 1.2.5 0,8% 0,8 15.714,29 1.2.6 0,8% 0,8 15.714,29 1.2.7 0,8% 0,8 15.714,29 1.2.8 0,8% 0,8 15.714,29 1.2.9 0,8% 0,8 15.714,29 1.2.10 0,8% 0,8 15.714,29 2 20% 20 400.000,00 3 15% 15 300.000,00 4 25% 25 500.000,00 5 15% 15 300.000,00 6 15% 15 300.000,00 Porcentagem Mensais 3 0,5 0,5 0,5 0,8 20,5 0,8 0,8 15 0,8 25,8 15,8 15,8 2.000.000,00 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 120 3.6 EQUIPE Tendo em vista a complexidade e a importância da elaboração do Plano Municipal de Saneamento Básico, a equipe designada para desenvolver as atividades será constituída por uma equipe multidisciplinar com experiência em planejamento de cidades, tanto no que diz respeito ao planejamento urbano quanto ao ambiental. Para isto a DRZ disponibiliza de uma equipe de profissionais tecnicamente especializados e aptos à execução das atividades. Na Figura 3-2 abaixo é possível observar a descrição dos profissionais que serão designados para elaboração do Plano, vínculo com a empresa consultora e sua respectiva função no projeto. Tabela 3-2 -Relação de profissionais para execução do Plano ID PROFISSIONAL E QUALIFICAÇÃO TÉCNICA RESPONSABILIDADE I Agostinho de Rezende – Diretor - Administrador de Empresas, CRA-PR 6.459, Sócio Administrador e fundador da DRZ Geotecnologia e Consultoria, Graduado em Administração de Empresas em 1987. Experiência de mais de 20 anos exercendo o cargo de Consultor e Coordenador de projetos para empresas das áreas privadas e públicas. Em 2002, idealizador e fundador da empresa DRZ Geotecnologia e Consultoria, com atuação em gestão pública, gestão ambiental, geotecnologia e Serviços Técnicos de Engenharia e Arquitetura. Atualmente exerce a função de Diretor Geral da DRZ. Coordenador Geral do Projeto de relacionamento Estratégico com o Contratante II Rubens Menoli - Diretor Institucional - especialização em Direito Tributário Aplicado em 1986, Graduado em Bacharel em Direito em 1981, Graduado em Licenciatura em Química em 1971. Experiência de mais de 40 anos na área pública, já exerceu os cargos de Secretário de Fazenda da Prefeitura do Município de Londrina de 1982 a 1983, Secretário de Administração e RH da Prefeitura do Município de Londrina de 2001 a 2002, Secretário de Fazenda e Planejamento da Prefeitura do Município de Londrina em 2002, Secretário de Fazenda da Prefeitura de Londrina de 2002 a 2004. É Diretor Institucional da DRZ, Coordenador Operacional do Projeto e responsável pela análise da Legislação Municipal MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 121 sendo responsável pela elaboração de legislação urbanística, ambiental, tributária e administrativa III José Roberto Hoffmman, Engenheiro Civil, CREA-PR 6125/D. Graduação em Engenharia Civil em 1976 e mestrado em Engenharia Civil em 1979. Foi professor adjunto da Universidade Estadual de Londrina. Experiência de mais de 30 anos na área da Engenharia Civil, com ênfase em Estruturas, Meio Ambiente. É Diretor Técnico da DRZ, sendo responsável pela coordenação e orientação técnica nos projetos de engenharia. Coordenador Técnico – Atua nos projetos de engenharia IV Wagner Delano Hawthorne, Engenheiro Civil, CREA-PR 24572/D. Graduação em Engenharia Civil em 1991. Experiência de mais de 20 anos nas áreas de Engenharia de Recursos Hídricos, com ênfase em modelagem hidrológica e hidráulica para projetos de Drenagem de Águas Pluviais e Controle de Inundações. É engenheiro profissional (PE) registrado no estado da Califórnia, EUA, onde trabalhou por 10 anos em empresas de consultoria em engenharia. É gestor de projetos e responsável técnico na DRZ. Coordenador Técnico V Robson Ricardo Resende, Engenheiro Sanitarista e Ambiental – CREA-SC 996392/D. Graduação em Engenharia Sanitária e Ambiental em 2009. Engenheiro Sanitarista e Ambiental da DRZ, atuando na elaboração de planos e projetos na área de saneamento ambiental, utilizando ferramentas da geotecnologia. É Gestor de Projetos e responsável técnico da DRZ. Corresponsável Técnico MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 122 VI Antônio Carlos Picolo Furlan, Engenheiro Civil, CREA-PR 15962/D. Graduação em Engenharia Civil pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (1984) e Técnico em Agrimensura pelo Colégio Ind. Cambara-Fundação Gastão Conselvan (1978). Breve Histórico Profissional: Foi servidor publico na Sanepar desenvolvendo serviços na área de saneamento básico: Atualmente membro da equipe técnica da DRZ na elaboração de planos e projetos na área de saneamento básico. Responsável Técnico Atua nos projetos de engenharia VII Osmani Vicente Junior, Arquiteto e Urbanista. Breve Histórico Profissional: Em 1994 graduou em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Estadual de Londrina - PR. É membro da Equipe Técnica da DRZ desde 2010 atuando na área de Planejamento Urbano e Regional e Saneamento Ambiental em diversos municípios e nos processos de mobilização. Corresponsável Técnico - atuar nos diagnósticos dos serviços de água e esgoto e no processo de gestão. VIII Marcia Maria Bounassar, Arquiteta Urbanista, CAU A11950-4. Graduação em Arquitetura e Urbanismo pela UEL em 1985; especialização em Gestão Técnica do Meio Urbano – PUC/GTU França, Turismo: Planejamento e Marketing - UNOPAR e em Gestão Ambiental em Municípios - UFTPR; mestre em Planejamentoe Gestão do Turismo – UNIBERO/SP. Experiência de mais de 25 anos nas áreas de Arquitetura e Urbanismo, Planejamento Urbano e Engenharia Sanitária Ambiental. Atuou em prefeituras, estado e empresas privadas e atualmente é Gestora de Projetos da DRZ. Responsável Técnica - atua na construção dos diagnósticos da Estrutura Urbana e nos demais instrumentos de gestão municipal MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 123 IX Agenor Martins Junior, Arquiteto Urbanista, CAU A13861-4. Graduação em Arquitetura e Urbanismo em 1987 e especialização em Engenharia Sanitária e Ambiental, em 2006. Experiência de mais de 20 anos nas áreas de Arquitetura e Urbanismo e Engenharia Sanitária Ambiental. Membro titular do Conselho Estadual de Recursos Hídricos do MS para o biênio de 2008-2009. Foi Diretor durante oito anos da Autarquia de serviço autônomo de água e esgoto – SAAE de Bela Vista – MS. É Gestor de Projetos e responsável técnico da DRZ. Responsável Técnico em Planejamento Urbano e Saneamento. X Leandro Frassato Pereira - Graduação em Direito pela Universidade Estadual de Londrina - PR, 1996 – 2000; Pós-graduado em Direito 2001 – 2002, Direito Empresarial 2001 – 2002: Registrado na Ordem dos Advogados do Brasil – Subseção de Londrina/PR sob o n° 27275. Breve Histórico Profissional: Consultor técnico Jurídico da DRZ, atuando na elaboração de Leis e regulamentos aos municípios clientes da DRZ. Atuar na produção e proposição de Leis do saneamento Básico e ambientais XI Solange Passos Genaro, Assistente Social, CRESS-PR 6676, graduada em Serviço Social em 2007, pós-graduando em Gestão de Políticas Sociais com Centralidade na Família em 2008; Especialização em Gestão Ambiental em Municípios, em andamento. Breve Histórico Profissional: Autarquia Água de Sarandi– PR, Assistente Social e Membro do Grupo Executivo na elaboração do Plano Municipal de Saneamento Básico de Sarandi (Abastecimento de Água, Esgotamento Sanitário, Limpeza urbana e Manejo de Resíduos Sólidos e Drenagem e manejo de águas pluviais urbanas); Coordenadora da Mobilização Social e Educação Ambiental; Assistente social do Projeto de Trabalho Técnico Social do PAC na área de ampliação da rede de esgotamento sanitário. Atualmente é Assistente Social da DRZ, atuando na elaboração de planos e projetos onde há necessidades de envolvimento da comunidade e leitura social através de participação massiva. Coordenar o processo participativo e de Mobilização Social. Coordenar o processo participativo e de Mobilização Social MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 124 XII Paulo Roberto Santana Borges, Economista, CORECON-PR 3.192-5, graduado em Ciências Econômicas; extensão em Economia Solidária pela UFPR, especialização em Teoria Econômica e Mestre em Desenvolvimento Econômico Regional em 2009. Experiência de mais de 25 anos como professor de economia e consultoria técnica,. É consultor especialista da DRZ, atuando nas áreas de treinamento, finanças públicas, reforma administrativa, análise econômica e construção de cenários para elaboração de Projetos e Planos, construção de temáticas socioeconômica e de planos de investimentos. Para atuar na avaliação das finanças municipais e construção de planos de investimentos do PRSB. XIII Carla Maria do Prado Machado, Bacharel em Letras em 1987, pós-graduando em Educação Ambiental pela Universidade 2010. Experiência de mais de 10 anos na área de treinamentos e qualificação profissional e nos processos de mobilização e educação Ambiental. É educadora Ambiental da DRZ. Atua no processo participativo e no diagnóstico para inserção de diretrizes de educação ambiental nos PMSB. XIV Enéias de Oliveira Cesar, Engenheiro Agrônomo, CREA-PR 20.677/D e Advogado- OAB/PR 22.815. Graduação em Engenharia Agronômica em 1987 e em Direito em 1995, ambas pela UEL. Tem Especializações em Metodologia da Ação Docente, Direito Civil e Processual Civil e Análise Ambiental em Ciências da Terra. Atuou como Agrônomo em Associações de Produtores e Cooperativas Agrícolas 1987- 1992, como advogado desde 1995 com ênfase em Direito Ambiental. É Gestor de Projetos e responsável técnico da DRZ. Gestor de Projetos e responsável técnico. XV Ana Carolina Vizintim Marques, Bióloga, CRBio/PR 83022/07-D. Graduação em Ciências Biológicas em 2010 e Especialização em Gestão, Auditoria e Licenciamento Ambiental em 2012. Bióloga da DRZ e Responsável Técnica na área de Meio Ambiente e Biodiversidade, atuando na elaboração de planos na área de gerenciamento de resíduos sólidos, utilizando Sistema de Informações Geográficas (SIG). Bióloga MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 125 XVI Glauco Marighella Ferreira da Silva. Geógrafo, CREA/PR 131475/D, graduado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Participou do grupo PET de Geografia (2011). Aluno do programa de Pós Graduação stricto sensu da UTFPR no curso de Gestão Ambiental em Municípios e mestrando em Geografia no Departamento de Geociências. Atualmente é Analista Ambiental na DRZ Geotecnologia e Consultoria, atuando em planejamento municipal rural e saneamento, zoneamento ecológico-econômico e gestão resíduos sólidos com foco em Geoprocessamento. Analista Ambiental XVII Thamy Barbara Gioia. Geógrafa, CREA/PR 108852/D graduada pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Especialista em Gestão Ambiental em Municípios pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Atualmente é Analista Ambiental na DRZ Geotecnologia e Consultoria, atuando em planejamento urbano e ambiental com foco em Geoprocessamento. Analista Ambiental XVIII Érica Moraes dos Santos, Engenheira Florestal – Graduada pela Universidade do Estado de Santa Catarina em 2012. Trabalhou em projetos de pesquisa e extensão da UDESC: Kayuvá, Arborização Urbana da cidade de Lages-SC. Estagiária na ESALQ/USP na Recuperação de áreas degradadas e manejo de espécies arbóreas nativas. Atualmente é Analista Ambiental na DRZ atuando em planejamento urbano e ambiental. Analista Ambiental XIX Denise Santos de Luca, Geógrafa - Graduação em Licenciatura em Geografia (2010) e Bacharelado em Geografia (2012). Participou do projeto de extensão da UEL: Inventários dos Atrativos Naturais de Ortigueira - PR (2009-2010) e do projeto de pesquisa TERNOPAR (Turismo e Excursionismo Rural no Norte do Paraná) (2008- 2012). Estagiária da Prefeitura Municipal de Cambé no Recadastramento Imobiliário do município – coleta de dados no campo (2009- jan./2013). Aluna do programa de Pós Graduação stricto sensu da UEL no curso de Análise e Educação Ambiental em Ciências da Terra (mar./dez. 2013). Atualmente é Auxiliar Analista Ambiental MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 126 Administrativo na DRZ Geotecnologia e Consultoria. O demonstrativo de alocação de custo com pessoal se dará conforme a Figura 3-3, de acordo com o Termo de Referência para a contratação da elaboração do Plano Municipal de Saneamento Básico de Teresina. Tabela 3-3 – Demonstrativo de alocação decusto com pessoal e total. DEMONSTRATIVO DE ALOCAÇÃO DE CUSTO COM PESSOAL E TOTAL PRODUTOS UNID. QTDE VLR. COM ENC. SOCIAIS UNITÁRIO TOTAL Produto 01 - Plano de Mobilização Social Coordenador HORA 264,00 130,31 34.402,14 Engenheiro Sanitarista HORA 211,20 76,51 16.159,42 Engenheiro Ambientalista HORA 211,20 76,51 16.159,42 Engenheiro Civil HORA 105,60 76,51 8.079,71 Arquiteto e Urbanista HORA 105,60 76,51 8.079,71 Assistente Social HORA 246,40 76,51 18.852,66 Economista HORA 193,60 76,51 14.812,80 Demógrafo HORA 105,60 76,51 8.079,71 Biólogo HORA 140,80 76,51 10.772,95 Advogado HORA 123,20 76,51 9.426,33 Chefe do Escritório HORA 264,00 19,06 5.032,51 Cadista HORA 264,00 18,38 4.851,45 Digitador HORA 264,00 6,80 1.794,66 Motorista HORA 264,00 10,91 2.881,05 Auxiliar Escritório HORA 264,00 6,80 1.794,66 SUBTOTAL 161.179,16 Produto 02 - Diagnóstico da situação da prestação dos serviços de saneamento básico Coordenador HORA 528,00 130,31 68.804,27 Engenheiro Sanitarista HORA 422,40 76,51 32.318,84 Engenheiro Ambientalista HORA 422,40 76,51 32.318,84 Engenheiro Civil HORA 211,20 76,51 16.159,42 Arquiteto e Urbanista HORA 211,20 76,51 16.159,42 Assistente Social HORA 492,80 76,51 37.705,31 Economista HORA 387,20 76,51 29.625,60 Demógrafo HORA 211,20 76,51 16.159,42 Biólogo HORA 281,60 76,51 21.545,89 Advogado HORA 246,40 76,51 18.852,66 Chefe do Escritório HORA 528,00 19,06 10.065,02 Cadista HORA 528,00 18,38 9.702,89 Digitador HORA 528,00 6,80 3.589,33 Motorista HORA 528,00 10,91 5.762,09 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 127 Auxiliar Escritório HORA 528,00 6,80 3.589,33 SUBTOTAL 322.358,32 Produto 03 - Prognósticos e alternativas para universalização do PMSB Coordenador HORA 396,00 130,31 51.603,21 Engenheiro Sanitarista HORA 316,80 76,51 24.239,13 Engenheiro Ambientalista HORA 316,80 76,51 24.239,13 Engenheiro Civil HORA 158,40 76,51 12.119,56 Arquiteto e Urbanista HORA 158,40 76,51 12.119,56 Assistente Social HORA 369,60 76,51 28.278,98 Economista HORA 290,40 76,51 22.219,20 Demógrafo HORA 158,40 76,51 12.119,56 Biólogo HORA 211,20 76,51 16.159,42 Advogado HORA 184,80 76,51 14.139,49 Chefe do Escritório HORA 396,00 19,06 7.548,77 Cadista HORA 396,00 18,38 7.277,17 Digitador HORA 396,00 6,80 2.691,99 Motorista HORA 396,00 10,91 4.321,57 Auxiliar Escritório HORA 396,00 6,80 2.691,99 SUBTOTAL 241.768,74 Produto 04 - Concepção dos programas, projetos e ações do PMSB Coordenador HORA 660,00 130,31 86.005,34 Engenheiro Sanitarista HORA 528,00 76,51 40.398,55 Engenheiro Ambientalista HORA 528,00 76,51 40.398,55 Engenheiro Civil HORA 264,00 76,51 20.199,27 Arquiteto e Urbanista HORA 264,00 76,51 20.199,27 Assistente Social HORA 616,00 76,51 47.131,64 Economista HORA 484,00 76,51 37.032,00 Demógrafo HORA 264,00 76,51 20.199,27 Biólogo HORA 352,00 76,51 26.932,36 Advogado HORA 308,00 76,51 23.565,82 Chefe do Escritório HORA 660,00 19,06 12.581,28 Cadista HORA 660,00 18,38 12.128,62 Digitador HORA 660,00 6,80 4.486,66 Motorista HORA 660,00 10,91 7.202,61 Auxiliar Escritório HORA 660,00 6,80 4.486,66 SUBTOTAL 402.947,90 Produto 05 - Mecanismos e procedimentos de controle social das ações programadas. Coordenador HORA 396,00 130,31 51.603,21 Engenheiro Sanitarista HORA 316,80 76,51 24.239,13 Engenheiro Ambientalista HORA 316,80 76,51 24.239,13 Engenheiro Civil HORA 158,40 76,51 12.119,56 Arquiteto e Urbanista HORA 158,40 76,51 12.119,56 Assistente Social HORA 369,60 76,51 28.278,98 Economista HORA 290,40 76,51 22.219,20 Demógrafo HORA 158,40 76,51 12.119,56 Biólogo HORA 211,20 76,51 16.159,42 Advogado HORA 184,80 76,51 14.139,49 Chefe do Escritório HORA 396,00 19,06 7.548,77 Cadista HORA 396,00 18,38 7.277,17 Digitador HORA 396,00 6,80 2.691,99 Motorista HORA 396,00 10,91 4.321,57 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 128 Auxiliar Escritório HORA 396,00 6,80 2.691,99 SUBTOTAL 241.768,74 Produto 06 - Relatório Final do PMSB e do PGIRS. Coordenador HORA 396,00 130,31 51.603,21 Engenheiro Sanitarista HORA 316,80 76,51 24.239,13 Engenheiro Ambientalista HORA 316,80 76,51 24.239,13 Engenheiro Civil HORA 158,40 76,51 12.119,56 Arquiteto e Urbanista HORA 158,40 76,51 12.119,56 Assistente Social HORA 369,60 76,51 28.278,98 Economista HORA 290,40 76,51 22.219,20 Demógrafo HORA 158,40 76,51 12.119,56 Biólogo HORA 211,20 76,51 16.159,42 Advogado HORA 184,80 76,51 14.139,49 Chefe do Escritório HORA 396,00 19,06 7.548,77 Cadista HORA 396,00 18,38 7.277,17 Digitador HORA 396,00 6,80 2.691,99 Motorista HORA 396,00 10,91 4.321,57 Auxiliar Escritório HORA 396,00 6,80 2.691,99 SUBTOTAL 241.768,74 SUBTOTAL COM PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS 1.611.791,60 CUSTOS INDIRETOS COM VIAGENS E MATERIAIS GRÁFICOS 49.475,00 TOTAL SEM BDI 1.661.266,60 BDI - 20,39% 338.733,40 TOTAL GERAL 2.000.000,00MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 129 4. DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO DO SANEAMENTO BÁSICO. 4.1 OBJETIVO GERAL O objetivo geral do diagnóstico da situação do saneamento básico (água, esgotamento sanitário, drenagem e manejo de águas pluviais e limpeza urbana e resíduos sólidos) é consolidar informações sobre as condições de salubridade ambiental e dos serviços de saneamento básico, considerando os dados atuais e projeções como o perfil populacional, o quadro epidemiológico e de saúde, os indicadores socioeconômicos e ambientais, o desempenho na prestação de serviços e dados de outros setores correlatos. 4.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Caracterizar o município, considerando a inserção regional, incluindo a relação com os municípios vizinhos, o Estado e as bacias hidrográficas. Identificar causas das deficiências dos serviços de saneamento (água, esgotamento sanitário, drenagem e manejo de águas pluviais e limpeza urbana e resíduos sólidos), para que seja possível indicar as alternativas indispensáveis à universalização dos serviços de saneamento: Abastecimento de água: constituído pelas atividades, infraestruturas e instalações necessárias ao abastecimento público de água potável, desde a captação até as ligações prediais e respectivos instrumentos de medição; Esgotamento sanitário: constituído pelas atividades, infraestruturas e instalações operacionais de coleta, tratamento e disposição final adequados de esgotos sanitários, desde as ligações prediais até o lançamento final do efluente tratado ao meio ambiente; Drenagem e manejo de águas pluviais urbanas: conjunto de atividades, infraestruturas e instalações operacionais de drenagem urbana de águas pluviais, de transporte, detenção ou retenção para o amortecimento de vazões de cheias, tratamento e disposição final das águas pluviais; Limpeza urbana e manejo dos resíduos sólidos: compreendem o conjunto de atividades de infraestrutura, tais como: instalações MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 130 operacionais de coleta, manipulação, transporte, transbordo, tratamento e monitoramento e destino final dos resíduos sólidos, lixo doméstico e lixo originário de varrição e limpeza de logradouros e vias públicas do município, a partir das informações da caracterização dos resíduos sólidos e normas e leis pertinentes. 4.3 DIRETRIZES GERAIS ADOTADAS As diretrizes nacionais para o saneamento básico são estabelecidas pela Lei Federal n° 11.445/2007. Assim, o Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB) deve considerar o que a referida lei determina. Com base nessa premissa e considerando os anseios da população, foram estabelecidas as seguintes diretrizes do PMSB de Teresina, relacionadas aos diferentes setores: 4.4 DIRETRIZES GERAIS Garantir a adoção de ações para recuperação e conservação ambiental, evitando o assoreamento dos corpos hídricos e contaminação dos mananciais; Estimular a adoção de mecanismos que minimizem a poluição ambiental; Adotar medidas que contribuam para o desenvolvimento sustentável, considerando a relação existente entre os diversos setores do município; Assegurar a prestação de serviços eficientes, garantindo publicidade às informações e sistema de atendimento ao usuário; Priorizar ações que promovam a equidade social e territorial no acesso ao saneamento básico; Ampliar progressivamente o acesso dos cidadãos e localidades de baixa renda aos serviços de saneamento básico, considerando aspectos ambientais, sociais e viabilidade técnica e econômico-financeira; Buscar o desenvolvimento sustentável, a regularidade, qualidade, atendimento às normas, eficiência e à eficácia dos serviços de saneamento; Garantir meios adequados ao atendimento dos serviços de saneamento à população rural dispersa, inclusive, mediante a utilização de soluções compatíveis com suas características econômicas e sociais peculiares; MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 131 Fomentar o desenvolvimento científico e tecnológico, a adoção de tecnologias apropriadas e a difusão dos conhecimentos gerados; Estimular o uso de tecnologias modernas e eficientes, compatíveis com os níveis exigidos de qualidade, continuidade e segurança na prestação dos serviços; Buscar a uniformização dos bancos de dados do município, possibilitando a adoção da bacia hidrográfica como unidade de referência para o planejamento de suas ações; Adotar subsídios tarifários e não tarifários para os usuários e localidades que não tenham capacidade de pagamento ou escala econômica suficiente para cobrir o custo integral dos serviços de saneamento; Buscar os recursos necessários à realização dos investimentos, de modo a cumprir as metas e objetivos dos serviços de saneamento; Implementar ações referentes ao saneamento básico, atendendo o que é estabelecido pelos documentos legais pertinentes e contribuindo com as políticas públicas de outras esferas de governo, visando à melhoria da qualidade de vida, das condições ambientais e da saúde pública; Assegurar publicidade dos relatórios, estudos e instrumentos equivalentes que se refiram à regulação ou à fiscalização dos serviços de saneamento; Promover a conscientização ambiental da população, considerando questões relacionadas à preservação, saneamento e saúde pública; Promover educação sanitária e ambiental que vise à construção da consciência individual e coletiva e de uma relação mais harmônica entre o homem e o ambiente. 4.5 DIRETRIZES DO ABASTECIMENTO DE ÁGUA Ampliar progressivamente o acesso dos cidadãos, localidades de baixa renda e comunidades rurais aos serviços de abastecimento de água, considerando aspectos ambientais, sociais e viabilidade técnica e econômico-financeira; MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 132 Garantir o abastecimento de água eficaz a toda população municipal, considerando a qualidade da água, controle, regularidade e permanência na distribuição; Criar mecanismos que garantam a preservação e manutenção de mananciais de abastecimento, garantindo água em quantidade e qualidade adequadas ao abastecimento das presentes e futuras gerações; Garantir a adoção de ações de controle e monitoramento da qualidade da água utilizada para o abastecimento, inclusive em soluções individuais; Realizar avaliação periódica das tarifas e custos da manutenção dos serviços de abastecimento de água, incluindo subsídios à população de baixa renda, tendo em vista o equilíbrio econômico-financeiro; Implementar medidas que promovam o uso racional, reuso e reaproveitamento da água. 4.6 DIRETRIZES DO ESGOTAMENTO SANITÁRIO Ampliar o sistema de esgotamento sanitário para atender toda população municipal, adotando práticas adequadas ao tratamento do esgoto gerado, sem causar prejuízos ao meio ambiente e à saúde pública; Criar mecanismos que garantam maior controle e monitoramento do sistema de esgotamento sanitário, assegurando o funcionamento adequado do sistema e evitando a contaminação ambiental; Implementar medidas que garantam maior controle das fossas, promovendo a sua adequação aos critérios que assegurem a proteção dos mananciais; Garantir a implementação de sistemas de divulgação e esclarecimento à população, com relaçãoao esgotamento sanitário, incluindo obras previstas e executadas e custos cobrados pelos serviços prestados; Assegurar o acesso da população de baixa renda aos serviços de esgotamento sanitário. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 133 4.7 DIRETRIZES DA LIMPEZA URBANA E MANEJO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS Implementar medidas que garantam a redução, reutilização e reciclagem dos resíduos, diminuindo os passivos ambientais gerados com a sua destinação final; Criar mecanismos que assegurem a correta destinação dos resíduos gerados, com a prestação de serviço público de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos urbanos, reduzindo a proliferação de vetores e animais peçonhentos e a degradação ambiental; Promover a conscientização da população para práticas adequadas, com relação aos resíduos sólidos, considerando reaproveitamento dos resíduos, tendo em vista aspectos econômicos e ambientais e evitando possíveis danos causados pela destinação inadequada do lixo; Estabelecer sistema de controle e monitoramento que promova a gestão adequada dos resíduos de responsabilidade do gerador; Inibir o destino irregular de todos os tipos de resíduos, estimulando adoção de sistema eficiente de gerenciamento de resíduos sólidos, considerando aspectos ambientais, socioeconômicos e de saúde pública; Incrementar os serviços de limpeza urbana para todo município, tendo em vista a melhoria da qualidade de vida; Garantir serviços eficientes de manejo de resíduos sólidos a toda população, criando soluções para destinação adequada aos tipos de resíduos dos pequenos geradores (área urbana e rural), a fim de minimizar os impactos ambientais diretos e indiretos do seu manejo inadequado, considerando o desenvolvimento progressivo e viabilidade técnica e econômica das medidas; Ampliar e promover a coleta seletiva de resíduos, nas áreas urbana e rural, considerando questões socioeconômicas e ambientais. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 134 4.8 DIRETRIZES DA DRENAGEM E MANEJO DE ÁGUAS PLUVIAIS Implementar medidas sustentáveis de manejo de águas pluviais, tendo em vista a qualidade de vida e conservação ambiental, criando mecanismos que garantam a eficiência do sistema; Ampliar e incrementar sistema de drenagem, solucionando problemas causados por ineficiência do sistema e falta de manutenção (alagamentos, erosões), considerando a segurança pública, aspectos ambientais, desenvolvimento do município e possibilidade de ocorrência de eventos críticos. 4.9 METODOLOGIA O PMSB está sendo elaborado, conforme metodologia definida pelo Termo de Referência, com complementações e adaptações em função das peculiaridades locais, mediante sugestões e aprovação do Grupo Executivo, as quais se fazem necessárias no decorrer do processo. A participação da sociedade está ocorrendo ao longo do processo de elaboração do Plano, por meio dos Grupos de Trabalho, Fóruns Regionais e Municipais e Conferência Pública, além de interação com os principais atores sociais do município. Como parte do PMSB, foi elaborado o diagnóstico dos serviços públicos de saneamento básico, os quais, conforme a Lei Federal nº. 11.445 de 2007, compreendem: Abastecimento de água potável: constituído pelas atividades, infraestruturas e instalações necessárias ao abastecimento público de água potável, desde a captação até as ligações prediais e respectivos instrumentos de medição; Esgotamento sanitário: constituído pelas atividades, infraestruturas e instalações operacionais de coleta, transporte, tratamento e disposição final adequados dos esgotos sanitários, desde as ligações prediais até o seu lançamento final no meio ambiente; Limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos: conjunto de atividades, infraestruturas e instalações operacionais de coleta, transporte, MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 135 transbordo, tratamento e destino final do lixo doméstico e do lixo originário da varrição e limpeza de logradouros e vias públicas; Drenagem e manejo das águas pluviais urbanas: conjunto de atividades, infraestruturas e instalações operacionais de drenagem urbana de águas pluviais, de transporte, detenção ou retenção para o amortecimento de vazões de cheias, tratamento e disposição final das águas pluviais drenadas nas áreas urbanas. O diagnóstico dos serviços públicos de saneamento básico no município engloba as zonas urbana e rural, sendo elaborado com base em informações bibliográficas, inspeções de campo, dados secundários coletados nos órgãos e levantamentos feitos em diversos setores do município. Esta caracterização dos setores de saneamento foi realizada com base nas informações disponibilizadas pelo município dentro do prazo dado para a elaboração do Plano. A parte referente aos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário foi elaborada com as informações disponibilizadas pela Águas e Esgotos do Piauí S.A – Agespisa, responsável pelos serviços de água e esgoto e fontes secundárias. Ressalta-se que a Agespisa não repassou todos os dados necessários para descrição e análise do diagnóstico, o que prejudicou o desenvolvimento do trabalho. Se os dados forem obtidos, serão inseridos nas análises do diagnóstico e, posteriormente, do prognóstico. Na parte referente aos resíduos sólidos, as informações obtidas foram da prefeitura municipal, especialmente da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação – SEMDUH, assim como de fontes secundárias. A parte que se refere ao manejo das águas pluviais do município teve suas informações fundamentadas em levantamentos de campo e fontes secundárias, principalmente do Plano Diretor de Drenagem Urbana, elaborado, em 2010, pelo município. O Banco de Dados Georreferenciados do PMSB foi feito, utilizando o Sistema de Informações Geográficas (SIG) ArcGis 10. Os planos de informação desse sistema foram projetados no sistema de coordenadas Universal Transverso de Mercator (UTM), zona 23 S, SIRGAS 2000. Com relação ao detalhamento da metodologia utilizada, esta é complementada ao longo do texto do diagnóstico, conforme a necessidade. Da mesma forma, os impactos da situação do saneamento do município, na qualidade de MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 136 vida da população, estão sendo abordados junto com o diagnóstico, no decorrer do texto. 4.10 CARACTERIZAÇÃO GERAL DO MUNICÍPIO, ASPECTOS SOCIOECONÔMICOS, CULTURAIS E AMBIENTAIS 4.10.1 Localização, perfis socioeconômicos, solo, clima, população 4.10.1.1. Caracterização da área de planejamento O município de Teresina, capital do Estado do Piauí, está localizado na mesorregião Centro-Norte Piauiense, a 366 quilômetros do litoral, que constitui uma faixa de transição entre o Semiárido Nordestino e a Região Amazônica. Trata- se da primeira capital brasileira planejada, tendo sua fundação oficializada em 16 de agosto de 1852, se tornando capital por sua localização mais central, bem como pela navegabilidade dos rios Poti e Parnaíba. De acordo com IBGE, o território de Teresina compreende uma área total de 1.391,981 Km², onde, segundo a Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação de Teresina (SEMPLAN), 17% são considerados área urbana e 83% área rural. A Figura4-1 mostra a localização da sede do município que se dá nas coordenadas: 05º 05’ 12” latitude sul e 42º 48’ 42” longitude oeste de Greenwich, tendo como municípios limítrofes: União, José de Freitas, ao norte; Estado do Maranhão, a oeste; Palmeirais, Monsenhor Gil, Nazária, Demerval Lobão e Curralinhos, ao sul; Altos, Lagoa do Piauí e Pau d’Arco do Piauí, a leste. O território municipal é dividido administrativamente em quatro regiões: sul, sudeste, leste, centro-norte, os quais possuem planos de desenvolvimento urbano e rural conduzidos pela Superintendência de Desenvolvimento Urbano (SDU) e Superintendência de Desenvolvimento Rural (SDR) A área metropolitana da capital, Região Integrada de Desenvolvimento da Grande Teresina (RIDE), de acordo com Teresina (2010) é composta pelos municípios de Teresina, Altos, Beneditinos, Coivaras, Curralinhos, MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 137 Demerval Lobão, José de Freitas, Lagoa Alegre, Lagoa do Piauí, Miguel Leão, Monsenhor Gil, Nazária, Pau D’arco e União, no Estado do Piauí, além do município de Timon, que pertence ao Estado do Maranhão e juntos totalizam 1.154.716 de habitantes segundo dados do Censo Demográfico (IBGE, 2010). Figura 4-1 - Mapa de localização de Teresina e municípios limítrofes. Fonte: IBGE, 2013. Org.: DRZ, 2013. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 138 Figura 4-2- Localização das regiões administrativas de Teresina. Fonte: GEOVISTA, PRODATER. Na Tabela 4-1 verifica-se a distância da capital Teresina para os demais municípios formadores da RIDE. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 139 Tabela 4-1 - Distância de Teresina em Relação às Cidades de sua área metropolitana. RIDE Distância (Km) População (hab.) Teresina 814.230 Altos 43 38.822 Beneditinos 94 9.911 Coivaras 77 3.811 Curralinhos 88 4.072 Demerval Lobão 31 13.278 José de Freitas 53 37.085 Lagoa Alegre 85 8.008 Lagoa do Piauí 43 3.863 Miguel Leão 89 1.253 Monsenhor Gil 60 10.333 Nazária 32 8.068 Pau D’arco 75 3.757 União 60 42.654 Timon – MA 04 155.460 Fonte: IBGE, 2010. Guia Quatro Rodas Rodoviário, 2013. 4.10.1.2. Demografia 4.10.1.2.1. População A partir do levantamento e análise de dados dos Censos Demográficos de 1980 a 2010, observa-se que, nas quatro últimas décadas, Teresina passou por intenso crescimento populacional. Em 1980 a população não chegava a 400 mil habitantes e, em 2010, passou a 814.230 habitantes (Gráfico 4-1). Gráfico 4-1- População de Teresina, nos quatro últimos censos MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 140 Fonte: Censos Demográficos (IBGE, 2010). Este aumento considerável da população de Teresina e sua concentração na zona urbana acarretam numa maior demanda por serviços públicos de qualidade e políticas públicas eficientes que proporcionem a melhoria na qualidade de vida aos cidadãos. A estrutura etária do município de Teresina evidencia uma população jovem. De acordo com o IBGE, o maior volume populacional concentra-se na faixa entre 20 e 24 anos, em que a população alcança 87.962 habitantes com um índice de 5,1% de homens e 5,7% de mulheres. De acordo com o gráfico 4.2 a proporção da população de 0 a 24 anos concentra 43,44% da população total de Teresina, onde 174.936 habitantes são do sexo masculino e 178.744 habitantes pertencem ao sexo feminino, totalizando 353.680 habitantes nesta faixa etária. Os demais 460.550 habitantes do município de Teresina, um percentual de 56,56%, estão concentrados na faixa etária de 25 a 100 anos. Gráfico 4-2- Estrutura etária de Teresina Fonte: Censo Demográfico (IBGE, 2010). O Gráfico 4-3 apresenta os dados da evolução da população residente no município de Teresina nas zonas urbana e rural, que ocorreu ao longo das últimas décadas. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 141 Gráfico 4-3- Evolução populacional, urbana e rural. Fonte: Censos Demográficos (IBGE, 2010). A população urbana de Teresina apresentou entre 1980 e 2010 um crescimento significativo de aproximadamente 55,82%, o que corresponde a 428.515 habitantes, confirmando a evolução do processo de urbanização na capital. A situação do domicílio rural, em contrapartida, apresenta um quadro diferenciado, pois em 1980 a população era de 38.732 habitantes passando a 42.361 em 1991 (Tabela 4-2). Entretanto, no ano 2000, houve um decréscimo da população na zona rural passando para 37.890 habitantes, isso pode estar relacionado ao fato de que no ano de 1993 o Município de Nazária foi emancipado politicamente do Município de Teresina. Este panorama torna a ser modificado no ano de 2010, onde o índice populacional da zona rural volta a crescer, totalizando 46.673 habitantes. Tabela 4-2 - População urbana e rural de Teresina entre os anos 1960 e 2013. Período População Total População Urbana População Rural Densidade Demográfica Quantidade % Quantidade % Ano 1960 142.691 98.329 68,9% 44.362 31,1% 78,88 Ano 1970 220.487 181.062 82,1% 39.425 17,9% 121,88 Ano 1980 371.988 339.042 91,1% 38.732 10,2% 205,63 Ano 1991 599.272 556.911 92,9% 42.361 7,1% 329,58 Ano 2000 715.360 677.470 94,7% 37.890 5,3% 425,86 Ano 2010 814.230 767.557 94,3% 46.673 5,7% 584,93 Ano 2011* 822.364 - - - - - Ano 2012* 830.231 - - - - - Ano 2013* 836.475 - - - - - Fonte: IBGE – Censos Demográficos e estimativas populacionais. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 142 *Os dados dos referidos anos foram retirados de estimativas populacionais do IBGE. - Dados não disponíveis. O processo de crescimento populacional do município de Teresina, que teve início nos anos 50, intensificou-se nas décadas seguintes, apoiado pela localização e, também, pelos investimentos públicos em infraestrutura que ocorreram no mesmo período (Gráfico 4-4e Tabela 4.3). Tabela 4-3 - Evolução das taxas de crescimento populacional de Teresina nas últimas décadas. Ano 1940 1950 1960 1970 1980 1991 2000 2010 Teresina 63.684 93.352 122.289 220.487 377.771 599.272 715.360 814.230 Taxa - 3,90% 2,74% 6,07% 5,53% 4,28% 1,99% 1,2% Fonte: Plano Diretor de Drenagem Urbana de Teresina – PDDrU / IBGE, (2010). Gráfico 4-4- Evolução das taxas de crescimento populacional de Teresina Fonte: Plano Diretor de Drenagem Urbana de Teresina – PDDrU, (2010) e IBGE (2010). Percebe-se que nas últimas três décadas houve um declínio no crescimento populacional como pode ser observado no Gráfico 4. Estes dados corroboram a tendência já observada pelos pesquisadores do IBGE em 1966, que indicam a queda da fecundidade em todos os Estados do Brasil. 4.10.1.1.24.10.1.2.2 Demografia por gênero e faixa etária 0,0% 1,0% 2,0% 3,0% 4,0% 5,0% 6,0% 7,0% 0 100.000 200.000 300.000 400.000 500.000 600.000 700.000 800.000 900.000 1940 1950 1960 1970 1980 1991 2000 2010 % a o a n o H ab it a n te s MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 143 De acordocom os dados obtidos no Censo Demográfico 2010 (IBGE), a demografia Teresinense distribuída por gênero e faixa etária ficou definida seguinte forma: Tabela 4-4 - Teresina: Proporção da População Urbana e Rural por Gênero. ZONA URBANA ZONA RURAL Homens Mulheres Homens Mulheres 356.607 410.950 24.005 22.668 Fonte: Censo Demográfico (IBGE, 2010). Gráfico 4-5- Distribuição percentual das populações urbana e rural de Teresina, por grupos de idade Fonte: Censo Demográfico (IBGE, 2010). 4.10.1.1.3 Fluxo migratório Os resultados da migração interna e internacional foram analisados com base nas informações do lugar de residência há cinco anos da data de referência de cada um dos censos demográficos de 2000 e 2010. Quanto a eficácia migratória, o estado do Piauí passou da área de baixa evasão migratória para média evasão migratória. No período de 1995 a 2000 o volume de imigrantes no Piauí foi de 88.740 e emigrantes foi de 140.815 e, no período de 2005 a 2010, registro-se um volume de 73.614 imigrantes e 144.037 de emigrantes. O saldo migratório interno do Piauí, segundo dados do IBGE, foi negativo entre 2005 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 144 e 2010. O saldo migratório é definido através do volume de imigrante menos o volume de emigrantes, contabilizando um saldo negativo de 70.423 migrantes. A migração de retorno no estado do Piauí apresentou a maior redução relativa no volume de migrantes retornados, quando comparados com outros Estados da Região Nordeste onde, segundo informações do IBGE, no período de 1995 a 2000 foram registrados 41.311 migrantes de retorno e no ano de 2005 a 2010 registrou-se 28.695, evidente redução nos resultados. Na Tabela 4-5 pode-se observar o volume migratório interno em Teresina, por local de nascimento, no ano de 2010. A Região Nordeste evidencia o maior volume com 794.694 pessoas, seguido pela região sudeste com 8.092 pessoas e da região norte com 4.509 pessoas. Tabela 4-5 - Migração Teresina - População residente por lugar de nascimento em 2010. Região Migrantes Norte 4.509 pessoas Nordeste 794.694 pessoas Sudeste 8.092 pessoas Sul 919 pessoas Centro-Oeste 4.075 pessoas Brasil sem especificação 1.763 pessoas País estrangeiro 178 pessoas Fonte: Censo Demográfico, 2010/ Resultados da Amostra – Migração. O volume migratório quanto à nacionalidade em Teresina no ano de 2010, pode ser observado na Tabela 4-6. O número de estrangeiros e estrangeiros naturalizados brasileiros na capital Piauiense, pode ser considerado baixo visto que este volume contabiliza, respectivamente, 130 e 48 pessoas. Tabela 4-6 - Migração Teresina - População residente por lugar nacionalidade em 2010. Nacionalidade Migrantes Brasileiros natos 814.052 pessoas Naturalizados Brasileiros 48 pessoas Estrangeiros 130 pessoas Fonte: Censo Demográfico, 2010/ Resultados da Amostra – Migração. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 145 4.10.1.1.4 Densidade Demográfica O município de Teresina possui, atualmente, uma densidade média de 584,95 habitantes por quilômetro quadrado, distribuídos entre a zona urbana e rural. Os ambientes urbanos como tendência mundial, abrigam, cada vez mais, um maior percentual da população, apresentando assim maior densidade populacional (Tabela 4-7). Tabela 4-7 - Densidade Demográfica de Teresina entre 1960 – 2010. Ano População (hab.) Densidade (hab./Km²) Crescimento (%) 1960 142.691 85,011 - 1970 220.487 131,360 54,52% 1980 377.774 225,066 71,34% 1991 599.272 357,028 58,63% 2000 655.473 390,511 9,38% 2006 715.360 426,190 9,14% 2007 779.939 464,664 9,03% 2010 814.230 584,950 4,50% Fonte: IBGE, 2010. Utilizando dados do IBGE (2010), calculou-se a densidade demográfica de Teresina destacando área rural e urbana para o ano de 2010, que totalizou aproximadamente 3.057,996 hab./Km2 na área urbana e na área rural 40,870 hab./Km2. 4.10.1.1.5 - Saneamento De um total de 210.093 domicílios analisados na área urbana de Teresina, 69,20% têm acesso a saneamento de forma adequada, ou seja, com coleta de lixo, abastecimento de água e esgotamento sanitário ou fossa séptica. Aproximadamente 39,30% dos domicílios urbanos, segundo o IBGE, possui acesso ao saneamento ocorre de forma semiadequada, ou seja, os domicílios têm acesso a, pelo menos, uma forma de saneamento considerada adequada. Quando a residência não tem acesso a formas de saneamento, considera-se inadequado. Em Teresina, este percentual é de 0,6% dos domicílios. Na área rural, o percentual de domicílios com acesso a saneamento considerado adequado reduz consideravelmente. Dos 12.061 domicílios verificados no censo de 2010, apenas 8,3% enquadram-se na forma considerada adequada pelo MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 146 IBGE, sendo que a maioria dos domicílios, 64,1%, é considerada semiadequada e 27,7% são classificados como inadequados. 4.10.1.1.6 Projeção de crescimento populacional As metas para a universalização do acesso e promoção da saúde pública, que serão previstas no Plano Municipal de Saneamento Básico, visam o horizonte de planejamento de 20 anos. Para isso, é necessário conhecer a população que se espera encontrar no município no final do período determinado. Diversos são os métodos aplicáveis para o estudo do crescimento populacional. Neste estudo foram utilizados o método do Crescimento, o método Aritmético, o método da Previsão e o método Geométrico, assim como os levantamentos da população total nos anos de 1991, 2000 e 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Com base nesses dados, realizou-se o estudo da evolução da população total do Município de Teresina, utilizando o crescimento populacional para determinar uma taxa de crescimento anual positiva. A fim de definir qual método matemático mais se adequa à realidade do município, pode-se obter linhas de tendência para os dados do IBGE, através do Software Excel, utilizando quatro tipos diferentes de curvas: logarítmica, linear, polinomial e exponencial. A evolução da população e a taxa de crescimento (%) ano a ano, obtidos através do ajuste dos dados do IBGE, são determinadas a partir do coeficiente de determinação, chamado de R², que é uma medida de ajustamento de um modelo estatístico linear em relação aos valores observados. O R² varia de 0 a 1, indicando em porcentagem o quanto o modelo consegue explicar os valores observados, quanto maior o R², mais explicativo é o modelo e melhor se ajusta à amostra. O Gráfico 4-6 abaixo ilustram as linhas de tendência com as quatro curvas utilizadas. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 147 Gráfico 4-6 - Linhas de Tendência y = 30.438.679,29758120ln(x) - 230.665.722,91327800 R² = 0,98511740 0 200.000 400.000 600.000 800.000 1.000.000 1.200.000 1.400.000 1960 1970 1980 1990 2000 2010 2020 2030 2040 P o p u la çã o ( h a b ) Período (anos) Logarítimica IBGE Logarítimica y = 15.292,36410871x - 29.889.439,04916070 R² = 0,98450900 0 200.000 400.000 600.000 800.000 1.000.000 1.200.000 1.400.000 1960 1970 1980 1990 2000 2010 2020 2030 2040 P o p u la çã o ( h ab ) Período (anos) Linear IBGE Linear MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 148 y = -137,02963125x2 + 560.643,02201058x - 572.458.766,76390400 R² = 0,99553243 0 200.000 400.000 600.000 800.000 1.000.000 1.200.000 1960 1970 1980 1990 2000 2010 2020 2030 2040 P o p u la çã o ( h a b ) Período (anos) Polinomial IBGE Polinomial y = 1E-209x65,084 R² = 0,9336 0 500.000 1.000.000 1.500.000 2.000.000 2.500.000 1960 1970 1980 1990 2000 2010 2020 2030 2040 P op u la çã o (h ab ) Período (anos) Potencial IBGE Potencial MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 149 Fonte: IBGE, 2010. Org.: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. Sendo assim, a linha de tendência que melhor se ajustou aos dados do IBGE foi a polinomial, que apresentou um R² no valor de 0,99553243 , resultando na equação: y = -137,02963125x2 + 560.643,02201058x - 572.458.766,76390400 Onde y é a população em um determinado tempo (t) e x é o ano no mesmo tempo (t). Após definidas as taxas de crescimento da linha de tendência, compara-se os valores com os valores obtidos por cada método de crescimento. Dessa forma, foi indicado como o mais aplicável ao comportamento do município, o método de Crescimento, que retratou melhor a evolução da população, permitindo estimar a população futura. Este método indicou uma taxa de crescimento de 1,09% ao ano e apresentou a população para os próximos 20 anos, conforme a Tabela 4-8. y = 0,0000000000000000000000278e0,0326824554677565000000000x R² = 0,9321569632772260000000000 0 500.000 1.000.000 1.500.000 2.000.000 2.500.000 1960 1970 1980 1990 2000 2010 2020 2030 2040 P o p u la çã o ( h a b ) Período (anos) Exponencial IBGE Exponencial MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 150 Tabela 4-8 – Estudo Populacional de Teresina – PI Ano População (Habitantes) 2010 814.230 2011 824.117 2012 834.004 2013 843.891 2014 853.778 2015 863.665 2016 873.552 2017 883.439 2018 893.326 2019 903.213 2020 913.100 2021 922.987 2022 932.874 2023 942.761 2024 952.648 2025 962.535 2026 972.422 2027 982.309 2028 992.196 2029 1.002.083 2030 1.011.970 2031 1.021.857 2032 1.031.744 2033 1.041.631 Fonte: IBGE, 2010. Org.: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. O Gráfico 4-7, demonstra o crescimento da população total do município conforme dados do IBGE, de 1970 a 2010, e a previsão do crescimento da população, conforme a taxa de crescimento anual de 1,09% no período de 2013 a 2033, que representa o horizonte de 20 anos do Plano Municipal de Saneamento Básico. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 151 Gráfico 4-7 Crescimento populacional do Município de Teresina Fonte: IBGE, 2010. Org.: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013. 4.10.1.3. Acessos O acesso ao município por via terrestre é feito pelas seguintes rodovias federais: 5. BR-316, que liga a capital ao município de Timon no Estado do Maranhão e ao município de Demerval Lobão no Piauí. 6. BR-226, leva ao Estado do Maranhão; 7. BR-343, que parte da capital em direção à cidade de Altos e interliga-se com BR- 222 em direção ao Estado do Ceará. Na capital também se encontra disponível o transporte aéreo, por meio das empresas aéreas TAM, GOL e AZUL. Teresina possui, ainda, algumas vias férreas, que servem tanto para a realização do transporte urbano interno de passageiros quanto para o transporte de produtos oriundos de outros Estados. Entretanto, é um meio de transporte pouco expressivo. Com relação ao transporte fluvial, apesar de Teresina estar situada entre dois rios, esse meio de locomoção tanto para pessoas quanto para transporte de produtos não ocorre na região. 0 200.000 400.000 600.000 800.000 1.000.000 1.200.000 P o p u la çã o ( h a b ) Período (anos) IBGE Projeção Demográfica MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 152 4.10.1.4. Perfil Socioeconômico 4.10.1.4.1. Economia O comércio e a prestação de serviços são as principais atividades econômicas de Teresina. Historicamente, a transferência de Oeiras, capital da então Província do Piauí, para as margens do rio Parnaíba foi motivada pela facilidade de comunicação de toda a Província com o litoral piauiense, de onde se abriam as fronteiras para o comércio externo e interno. Nos dias atuais, além da importância do litoral como polo turístico e empresarial, Teresina está situada num entroncamento rodoviário com saídas para Fortaleza, São Luís, Belém, Recife, Salvador e Brasília, ocupando posição estratégica que favorece o desenvolvimento. 4.10.1.4.2. Produto Interno Bruto – PIB Em 2010 o PIB de Teresina foi de R$10,5 bilhões de reais, o que representou 47,8% do PIB estadual. Ocupa, atualmente, a 8ª posição entre os Estados da Região Nordeste e a 49º entre todos os Estados do Brasil. Ao longo das últimas décadas, o setor terciário tem se mostrado mais expressivo que os demais, representando em 2010 pouco mais de 66% do PIB total do município (Tabela 4-9 - PIB Teresina / PIB Piauí: Período 2000-2010.e Tabela 4-10). O setor primário, em termos percentuais, pouco contribui para a composição do PIB Total, não chegando a 1% (Gráfico 4-8). Tabela 4-9 - PIB Teresina / PIB Piauí: Período 2000-2010. Anos Em Valores Correntes (R$1.000,00) Representatividade percentual do PIB de Teresina para o Estado Teresina Piauí 2000 2.504.321,80 5.329.536,34 46,99% 2001 2.647.408,11 5.574.648,35 47,49% 2002 3.733.038,03 6.165.848,44 60,54% 2003 4.291.340,27 8.777.044,00 48,89% 2004 4.491.322,43 9.816.735,00 45,75% 2005 5.242.875,14 11.129.201,00 47,11% 2006 5.989.116,52 12.788.465,00 46,83% 2007 6.505.610,00 14.135.870,00 46,02% 2008 7.505.653,00 17.797.000,00 42,17% 2009 8.688.475,00 19.033.000,00 45,64% 2010 10.539.378,00 22.060.000,00 47,77% Fonte: IBGE Cidades, 2013. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 153 Gráfico 4-8- PIB Teresina: Estratificação por Setor. Fonte: IBGE Cidades, 2013. Tabela 4-10 - PIB Teresina: Dados Comparativos. PIB 2000 PIB 2010 Crescimento 2000-2010 PIB Per Capita Nordeste PIB Per Capita Nacional Total Per capita Total Per capita 285,6% R$ 9,56 mil R$ 19,77 mil R$ 2,9 bilhões R$ 3,4 mil R$ 10,5 bilhões R$ 12,9 mil Fonte: PMT/Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação, 2010. 4.10.1.4.3. Emprego e Renda De acordo com o Ministério do Trabalho e IBGE (2010), no ano de 2000 o total de pessoas empregadas em Teresina era de 124.382 e no ano de 2011 este número passou a 254.344. Pode-se observar neste período, um aumento de 104,5% do pessoal empregado. O número de pessoas desocupadas ou trabalhando na informalidade no ano de 2000 era de 315.738, em 2011 este número passou a 396.724 (Ministério do Trabalho e IBGE, 2010). Este quantitativo significa um acréscimo de 5,38% quandoMUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 154 comparado ao ano 2000, o que pode ser justificado pelo aumento populacional da capital. De acordo com os dados do MTE/CAGED, Teresina obteve em 2012 um saldo de 3.641 empregos com carteira assinada, o que representou um resultado negativo de 25,8% em relação a 2011, quando foram registrados 4.912 novos postos de trabalho. A remuneração, de acordo com dados de 2011 do Ministério do Trabalho e Emprego, foi mais favorável aos trabalhadores dos serviços industriais, com valor médio de R$ 4.210,28 e menos favorável aos da indústria de transformação, com a média de R$ 837,00. Quando se faz referência a gênero, das 254.344 pessoas ocupadas 58,8% são homens e 41,2% são mulheres. Em relação à faixa etária, 12,0% estão entre 18 a 24 anos (MTE/CAGED, 2013). Quanto à escolaridade, em 2000 a população ocupada que possuía nível superior era de 12%, em 2011 este percentual subiu para 27,7%, o que pode ser justificado pela demanda de qualificação de mão-de-obra no polo saúde e no setor da educação e pelo aumento da oferta de vagas em cursos de nível superior em faculdades particulares. Na Tabela 4-11 está discriminada a evolução do emprego segundo os principais setores de ocupação de mão-de-obra em Teresina no período 2010 a Outubro de 2013. Tabela 4-11- Teresina: Flutuação do Emprego por Setor de Atividade Econômica (2010 - 2013¹) Ano Extrat. Mineral Indústria² Comércio Serviços³ Agropecuária TOTAL 2010 41 3.627 5.248 5.316 355 14.587 2011 34 1.512 1106 3.617 -29 6240 2012 49 3.209 1.668 3.671 -260 8.337 2013¹ 51 3.111 1.006 3.739 -79 7.828 Fonte: Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) – MTE Nota: ¹ Dados de Janeiro a Outubro de 2013. ² Engloba Indústria de Transformação, Serviços Ind. de Util. Pública e Construção Civil. ³ Engloba Serviços Diversos e Administração Pública. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 155 4.10.1.4.4. Setores da Economia 4.10.1.4.4.1. Setor primário Embora a participação da agropecuária na composição do PIB e na ocupação de mão de obra não seja expressiva, é um setor de grandes oportunidades de investimento no município de Teresina. Justifica-se esta afirmação pelo forte grau de dependência de hortifrutigranjeiros importados de outros Estados. Além do mercado consumidor em expansão, existe um manancial de água de superfície e subterrânea abundantes, o que viabilizaria a irrigação dos produtos e a superação das adversidades de pluviometria em alguns meses do ano. Entretanto, a concentração fundiária da terra, destacando-se as margens dos rios perenes Poti e Parnaíba, representa outro grande desafio a ser vencido. A não superação do problema fundiário implica na continuidade da dependência externa. O destaque neste setor primário cabe à criação de aves que, com efetivos de 3.583.972 cabeças manejadas intensivamente, vem atraindo cada vez mais investimentos no contexto regional (IBGE – PPM 2012). Atualmente, a Prefeitura tem ações desenvolvidas pela Superintendência de Desenvolvimento Rural em 12 campos agrícolas, 45 hortas comunitárias, 17 agroindústrias. Possui patrulha agrícola para o preparo em áreas, com quatro tratores e um microtrator, unidade de compostagem para o preparo de adubos orgânicos, viveiro de mudas. Os horticultores e agricultores teresinenses têm ainda apoio no garantia safra, comercialização por meio do PNAE, PAA e financiamentos pelo PRONAF, além do projeto Flores de Teresina. 4.10.1.4.4.2. Setor Secundário Nos últimos anos a indústria teve significativo crescimento na economia teresinense com, aproximadamente, 18,4% do PIB e de 17,5% da população ocupada. A construção civil é a que mais tem crescido nos últimos anos. Outros segmentos importantes e relacionados à indústria de transformação são: confecção, polo cerâmico, alimentos e bebidas, o setor gráfico, a indústria de madeira e mobiliário e o setor químico e metalúrgico. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 156 Merece destaque a indústria têxtil que possui, aproximadamente, 328 empresas, sendo a maioria de pequeno porte. A política de incentivos fiscais da Prefeitura Municipal de Teresina – Lei de Incentivos Fiscais Nº 2.528, de 1997 - tem contribuído para a instalação de unidades fabris no Polo Industrial Sul, atualmente com seis fábricas. O Polo Industrial Norte, localizado a 27 Km do centro da capital, já está em funcionamento com uma unidade implantada e outra em fase de implantação. Um dos entraves verificados no setor secundário de Teresina é a utilização de baixa tecnologia no processo produtivo, o que reflete no maior uso de mão de obra por produto gerado. Obviamente, com o encarecimento no custo final da produção, torna difícil a competitividade no mercado externo. A solução pelo uso de tecnologias avançadas e apropriadas nos principais segmentos da economia municipal é um dos maiores desafios do poder público para o fortalecimento da cadeia produtiva. A iniciativa privada deverá ser um dos maiores parceiros nesse processo. É importante ressaltar que a modernização tecnológica deve partir da premissa do desenvolvimento harmônico, compensando a diminuição da mão de obra pouco ou má qualificada, por melhores oportunidades de inserção no mercado de trabalho. 4.10.1.4.4.3. Expansão industrial e saneamento básico Conforme consta no planejamento municipal (Projetos de Transformação) disponíveis no site “pensar mais Teresina”, para áreas industriais e comerciais de grande porte, o município tem os seguintes objetivos: Ampliar área física do Polo Empresarial Sul; Instalar Distrito Atacadista, próximo ao polo empresarial sul; Melhorar infraestrutura no Distrito Industrial Norte A ampliação e a instalação do Distrito Industrial acarretará em diversos impactos sociais, ambientais e econômicos para município, impactos positivos e também negativos. Tais impactos dependem do tipo e porte de cada indústria, dados ainda não disponíveis para análise. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 157 De qualquer forma, diretrizes e parâmetros já instituídos em Lei delegam as obrigatoriedades necessárias para licenciamento ambiental de industrias de pequeno, médio e grande porte no município. No que diz respeito aos impactos nos serviços de saneamento básico, os serviços mais impactados poderão ser: abastecimento de água, coleta de resíduos sólidos e esgotamento sanitário. Apenas como referência para uma estimativa prévia de impacto a ser gerado podem ser considerados as seguintes referências: Consumo de água – Conforme Creder (1995) estima-se que no setor industrial o consumo de água esteja pré-definido da seguinte forma (a) Tabela 4-12 - Consumo médio de água por tipo de prédio. Prédio Consumo (litros/dia) Unidade Fábricas (uso pessoal) 70 a 80 Operário Fábricas com restaurante 100 Operário Usinas de Leite 5 Litro de leite Matadouros (animas de grande porte 300 Cabeça abatida Matadouros (animais de pequeno porte) 150 Cabeça abatida Fonte: CREDER, 1995. Esgotamento Sanitário – A geração de esgoto pode ser estimada considerando 80% do consumo de água. No caso de empreendimentos industriais, há de se considerar demais efluentes gerados durante o processo industrial. Resíduos Sólidos –Conforme dados da SEMDUH estima-se que no município o índice de geração de resíduos per capita seja de 0,6 Kg. Este valor pode ser utilizado para estimar os resíduos gerados pelos funcionários das indústrias. Além destes resíduos outros específicos poderão ser gerados conforme produção da empresa. Dependendo dos materiais utilizados, os resíduos devem ter tratamento adequado e ser encaminhado para aterros industriais. 4.10.1.4.4.4. Setor Terciário As atividades ligadas ao setor da economia predominam em Teresina e possuem influência decisiva para a composição do PIB e da massa salarial, em especial as atividades ligadas ao setor público. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 158 A Tabela 4-13 demonstra crescimento das empresas em Teresina no período de 2009 a 2011. Tabela 4-13 - Teresina: Estatísticas do cadastro central de empresas. TIPOS ANO 2009 2010 2011 Número empresa atuantes 15.783 16.582 16.922 Número de unidades locais 16.989 17.860 18.279 Fonte: IBGE Cidades, Cadastro Central de Empresas, 2013. Essa tendência de crescimento do setor terciário vem se reafirmando após o processo de requalificação do centro de Teresina e na expansão de unidades de empresas em outros bairros, concentrando uma grande atividade comercial voltada para o comércio tanto popular, quanto para o elitizado nos bairros de classe média- alta. O serviço educacional de nível superior tem atraído alunos vindos do interior do Piauí e de outros Estados. Atualmente, uns números expressivos de vagas são ofertadas em cursos de ciências médicas, da natureza, exatas e humanas, qualificando pessoas e movimentando a economia da capital. O serviço voltado para a saúde tem atraído demandas do interior do Piauí, Maranhão, Pará, Amapá, Norte de Tocantins e oeste do Ceará. As principais causas que favorecem Teresina como Polo de Saúde são: 38. Diversidade de serviços, incluindo os de média e alta complexidade; 39. Facilidade de acesso aos estabelecimentos em sua maioria concentradas na área central da capital; 40. Estrutura logística que permite a permanência na cidade de forma acessível; 41. Sistema Único de Saúde (SUS) totalmente municipalizado, apoiado por unidades de saúde nas diversas regiões da cidade. Observa-se, entretanto, a tendência de descentralização desses serviços nos últimos anos através da criação de unidades de saúde em outros bairros. Quanto ao turismo, Teresina não apresenta belezas cênicas características de uma cidade turística. Não se localiza no litoral e nem é dotada de um patrimônio histórico relevante. Também, não se percebe algo que é fundamental para o desenvolvimento do turismo, que é uma forte identidade cultural - na qual o MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 159 folclore, a dança e a música regional são elementos atrativos de turistas como acontece, por exemplo, em São Luís, Salvador e Recife. Entretanto, por não ter características próprias de uma cidade turística, Teresina tem sido considerada uma capital apropriada para a realização de eventos regionais, nacionais e, até mesmo, internacionais, por entidades de classe, instituições de saúde, governamentais, educacionais, filantrópicas e culturais. A logística é composta por 88 auditórios, com capacidade para recepcionar 14 mil pessoas, fato que possibilita a realização de pequenos e médios eventos simultaneamente e a capacidade de hospedagem é de, aproximadamente, 3.200 leitos entre hotéis, pousadas e flats. Por outro lado, eventos de grande porte deixam de ser realizados em Teresina em razão da ausência de estruturas apropriadas como, por exemplo, inexistência de um grande auditório com capacidade para receber mais de 2 mil participantes, como também estruturas para apoiar a realização. A Prefeitura Municipal de Teresina tem priorizado o incentivo aos pequenos empreendimentos através de programas como o Fundo de Geração de Emprego e Renda - FUNGER, atualmente denominado de Banco Popular, com a construção de centros de produção, ampliação da rede de lavanderias e de hortas comunitárias, polo cerâmico do bairro Poti Velho e o apoio na constituição de associações e cooperativas. Com estas iniciativas, municipais e federais, grande parte dos empreendimentos individuais informais existentes no início dos anos 2000 passou a ser coletiva. São esses os Empreendimentos Econômicos Solidários, caracterizados pela autogestão, autonomia, solidariedade, cooperação, dentre outros. O gráfico 4.9 demonstra a evolução destes empreendimentos registrados no Sistema Nacional de Economia Solidária. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 160 Gráfico 4-9 - Teresina: Número de Empreendimentos Econômicos Solidários Fonte: PMT/Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação – Teresina 2000 a 2010. Diagnóstico, Avanços e Desafios, 2013. 4.10.1.4.5. - Oportunidades do Futuro Apesar do esforço do Poder Público em elevar os indicadores de desenvolvimento econômico, Teresina possui uma estrutura produtiva que não favorece o efeito multiplicador na economia no sentido de gerar unidades produtivas que complementem as existentes. Na Tabela 4-14 a seguir estão descritas as atividades econômicas mais expressivas do município e os entraves para a consolidação de uma forte cadeia produtiva. Simultaneamente, indica investimentos que poderão alavancar e agregar valores aos segmentos indicados. Tabela 4-14 - Dificuldades e oportunidades DIFICULDADE OPORTUNIDADE Importação da maioria dos produtos hortifrutigranjeiros Existência de um amplo mercado consumidor de hortifrutigranjeiros. A representatividade da zona rural, em 85% da área total do município, indica a existência de espaço suficiente para a produção Importação de matéria prima de outros Estados e/ou Regiões do Brasil, o que eleva o custo de produção, em especial as relacionadas com o segmento de confecções Instalação de indústrias têxteis e de outros itens relacionados ao segmento de confecções Pouca visibilidade da economia local, em especial no setor da saúde Instalação de unidades de produção de medicamentos, produtos ortopédicos, materiais de uso hospitalar e outros itens relacionados MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 161 Baixa qualificação da mão de obra local Proporcionar a capacitação da mão de obra em todos os setores da economia, como estratégia para melhorar a satisfação profissional e pessoal, fato que reflete positivamente na produtividade, qualidade do produto/serviço gerado e nas relações humanas Infraestrutura deficiente com ênfase na recepção de eventos Instalação de estrutura para turismo de grandes eventos e de negócios. Existe a carência de auditório com capacidade para mais de 2 mil pessoas, empresas de locação de equipamentos, de estruturas para grandes eventos e de cerimonial Fonte: DRZ Geotecnologia e Consultoria 4.10.1.4.6. - Renda Familiar Na Tabela 4-15 observa-se a distribuição de renda familiar mensal por faixa de salário mínimo num total de 694.148 pessoas. Tabela 4-15 - Renda Familiar Mensal por Faixa de Salário Mínimo Pessoas com mais de 10 anos de idade, por classe de rendimento nominal mensal Intervalo de Salário Mínimo 0-1 1-2 2-3 3-5 5-10 10-20 +20 Sem Rend. Número de Pessoas 233.432115.147 36.376 32.905 27.317 12.182 6.271 230.518 Fonte: IBGE, 2010. 4.10.1.4.7. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – IDHM Calculado com base no Censo do IBGE, o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal leva em consideração três componentes: Expectativa de vida ao nascer: medida pela esperança de vida ao nascer, em anos; Educação: acesso ao conhecimento é medido pelo percentual da população, em diferentes faixas etárias, com frequência até o ensino médio completo; Renda per capita: padrão de vida, medido pela renda mensal per capita. A escala para a medição do IDHM possui 05 faixas e quanto mais próximo de 1, mais o município é desenvolvido: Muito Baixo – entre 0 e 0,499; Baixo – entre 0,500 e 0,599; Médio – entre 0,600 e 0,699; MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 162 Alto – entre 0,700 a 0,799; Muito Alto – maior que 0,800. Apesar da economia de Teresina não ter tido o mesmo desempenho das demais capitais do Nordeste e de possuir um dos menores PIB do país, alguns indicadores sociais, como o índice geral de educação e saúde que ocupa a 4ª posição e com o melhor índice em mortalidade infantil, surpreendem (Tabela 4-16). Possivelmente, estes resultados sejam frutos dos investimentos alocados pela Prefeitura Municipal nos bairros de periferia de Teresina desde 1986, com ações de melhoria habitacional, construção de escolas e pré-escolas, postos de saúde e hospitais, a exemplo do Programa Vila-Bairro. Tabela 4-16 - IDHM – Teresina Ano IDHM Ranking IDHM Renda IDHM Longevidade IDHM Educação 1991 0,509 659º 0,606 0,708 0,308 2000 0,620 1173º 0,664 0,734 0,488 2010 0,751 526º 0,731 0,820 0,707 Fonte: Atlas Brasil - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, 2013. 4.10.1.5. Clima 4.10.1.5.1. Temperatura do ar A temperatura média ao longo do ano no município de Teresina, assim como, em toda a região nordeste, sofre poucas alterações. Este fenômeno ocorre devido ao Estado do Piauí estar localizado próximo à linha do Equador, onde a incidência da radiação solar intensifica o calor sobre a região de Teresina no decorrer do ano. De acordo com Castelo Branco (2003), com a proximidade do município à linha do Equador, os raios solares atingem a cidade com o ângulo muito próximo a 90°, o que permite uma intensa radiação e elevadas temperaturas, durante a maior parte do ano. No que diz respeito à temperatura média em Teresina, a temperatura mais elevada ocorre no mês de outubro, quando a máxima é de 36,5ºC e a mínima no mês de julho, a 20,4ºC. A temperatura média ao longo do ano é de 27,3ºC. (Gráfico 4-10 ) MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 163 Gráfico 4-10 - Teresina: temperaturas máximas, médias e mínimas mensal Fonte: Lima, M.G., 2013. 4.10.1.5.2. Meteorologia Os dados históricos da meteorologia de Teresina, em um intervalo de 95 anos, compreendido pelo período de 1914 a 2009 e demonstrados no Gráfico 4-11, apresentam o menor valor de temperatura, no ano de 1929, e o maior valor, em 1997. Gráfico 4-11 - Teresina: temperatura média anual - período de 1914 a 2009. Fonte: PMT/ Plano Diretor de Drenagem Urbana de Teresina – PDDrU, 2010. Em Teresina, as estações não apresentam definições e nem características típicas das quatro estações do ano, como ocorre nas regiões Sul e MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 164 Sudeste do país. Este comportamento acontece, segundo a classificação de Köppen, pelo clima da cidade de Teresina pertencer ao tipo Tropical-Equatorial com chuvas de verão, e outono, quando o mês mais frio apresenta temperaturas acima de 18°C. 4.10.1.5.3. Séries Históricas de Dados Meteorológicos e Pluviométricos, com médias anuais e ocorrências de precipitações intensas e estiagens prolongadas 4.10.1.5.3.1. Precipitação média mensal e anual em Teresina O Nordeste brasileiro, assim como o Estado do Piauí, tem característica de clima semiárido, portanto, apresenta grande variabilidade temporal e espacial da precipitação anual e alta taxa de evaporação, o que deixa a região vulnerável aos efeitos das cheias e fortes estiagens. Analisando o Gráfico 4-12, referente à precipitação média mensal de Teresina, observa-se que o mês de março apresenta maior média, com 321 mm, e abril com altura de precipitação média de 247 mm No entanto, o mês de julho apresentou o menor índice médio de precipitação que foi de 8 mm, demonstrando assim ser o mês mais seco. A precipitação média anual acumulada em Teresina ficou em 1.332 mm, apesar da irregularidade do regime de distribuição. Gráfico 4-12 - Teresina: precipitação média mensal no período de 1914 a 2009 Fonte: PMT/Plano Diretor de Drenagem Urbana de Teresina – PDDrU, 2010. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 165 Com base na média anual ilustrada no Gráfico 12, verifica-se que os meses considerados úmidos ou chuvosos são os meses de janeiro, fevereiro, março e abril, e os mais secos vão de maio a dezembro. Os meses de junho, julho, agosto e setembro apresentam os menores níveis de precipitação, abaixo de 20 mm. A partir dessas informações, conclui-se que o maior percentual de chuvas concentra-se nos primeiros quatro meses do ano. Segundo dados do Plano Diretor de Drenagem Urbana de Teresina (PDDrU), esse período representa 75,6% do regime pluviométrico anual, restando apenas 24,4% do total de chuvas para os oito meses subsequentes. O Gráfico 4-13 mostra a tendência da precipitação média anual que ocorreu em Teresina durante 95 anos, de 1914 a 2009. Como se pode observar neste gráfico, o comportamento das chuvas é estável, ou seja, sem indícios de redução ou elevação da precipitação, ao longo dos anos. Gráfico 4-13 - Teresina: Precipitação total e média anual – período: 1914-2009 Fonte: PMT/Plano Diretor de Drenagem Urbana de Teresina – PDDrU, 2010. No decorrer de um século, os anos de 1947 e 1950 destacaram-se pelo índice total de chuvas, quando foram registrados, respectivamente, 3.913 mm e 4.013mm. Dos totais de precipitação mensais relativos aos anos supracitados, o mês de março, de ambos os anos, apresentou um índice elevado de chuvas, atingindo um total de 1.394 mm, em 1947, e 1.370 mm, em 1950. De acordo com PDDrU, estes valores, referentes ao mês de março, estão acima da média anual de 1.332 mm, ou seja, em apenas um mês, precipitou o volume médio esperado para o ano todo. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 166 Em Teresina, as chuvas têm, como peculiaridade, o fato de serem rápidas e torrenciais (CEPRO, 2010), causando certa preocupação, principalmente pelos seus efeitos potencialmente danosos, quando em excesso. As inundações que acontecem na área urbana de Teresina, devido às chuvas intensas, ocorrem devido à presença de dois cursos d’água dentro do perímetro urbano do município, os rios Poti e Parnaíba. As chuvas intensas, normalmente, causam a superelevação dos níveis de água dos corpos hídricos, provocando alagamento das várzeas que, com a presença de imóveis e moradias nessas regiões, geram o fenômeno conhecido por Cheias Urbanas. 4.10.1.5.3.2. Umidade relativa do ar de Teresina A umidade relativa do ar estádiretamente relacionada à quantidade de partículas de água existente no ar. No caso de Teresina, a presença elevada de umidade do ar ocorre somente nos primeiros quatro meses do ano, sendo que, nos demais meses, o ar da região apresenta pouca umidade. Os dados analisados no Gráfico 4-14 são referentes ao período de 1961 a 1990, quando se registra que, no primeiro semestre do ano, o ar encontra-se relativamente úmido. Nesse espaço de tempo, o mês de abril costuma apresentar média de umidade mais elevada, com 84%. No segundo semestre, verifica-se uma redução acentuada na umidade do ar, com valor de 56%, no mês de setembro, o que evidencia a evaporação das partículas d’água elevadas em Teresina. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 167 Gráfico 4-14 - Umidade relativa média mensal e anual em Teresina. Fonte: PMT/ Plano Diretor de Drenagem Urbana de Teresina – PDDrU, 2010. Segundo o PDDrU, essa variação da umidade do ar, entre os semestres, ocorre devido à oscilação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), que intensifica a convecção do calor e regula o balanço de umidade sobre o Estado do Piauí. Nos meses de junho a agosto, mesmo estando no período seco, a temperatura é agradável, porém, no período de setembro a dezembro, devido às baixas umidades e elevadas temperaturas, o desconforto na população é inevitável. 4.10.1.5.3.3. Balanço hídrico O Balanço Hídrico é o volume de água em circulação na atmosfera, para um dado intervalo de tempo. Segundo Thornthwaitee Mather (1955), o Balanço Hídrico é uma das diversas maneiras de se monitorar o armazenamento de água no solo, além de ser um instrumento importante para: i) conhecimento dos efeitos antrópicos sobre o meio natural; ii) disponibilidade hídrica; iii) sustentabilidade ambiental. Várias escalas espaciais podem ser consideradas, para se calcular o Balanço Hídrico, tais como: precipitação, evapotranspiração potencial, condições do solo e uso do solo e geologia subterrânea. A evapotranspiração é a forma pela qual a água presente na superfície terrestre, seja no solo ou em plantas, passa à atmosfera no estado de vapor, cujo MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 168 processo é importantíssimo no Ciclo Hidrológico, em termos globais. Quanto à Evapotranspiração Potencial (ETP), entende-se pela perda total de água para a atmosfera por evaporação e transpiração, por unidade de tempo, de uma superfície extensa completamente coberta de vegetação de porte baixo e bem suprida de água. A Evapotranspiração Real ou Efetiva (ETR) é a soma total da transferência de vapor para a atmosfera que é evaporada pela superfície e transpirada pelas plantas nas condições atuais de parâmetros atmosféricos, umidade do solo e condições da cultura. Segundo PDDrU, o Balanço Hídrico Climatológico de Teresina foi desenvolvido utilizando o método de Thornthwaite e Mather(1955), por ser a técnica, tradicionalmente, empregada para estimar a variação do armazenamento de água no solo. Com relação aos dados meteorológicos empregados na estimativa do Balaço Hídrico, eles fazem referência ao período de 1961 a 1990. Ainda, segundo o PDDrU, para o método realizado por Thornthwaite e Mather(1955), a Capacidade de Água Disponível (CAD) é um parâmetro fundamental, em que assume-se, como valor de referência ,100 mm. Na Tabela 4-17, é possível observar os valores médios mensais de Evapotranspiração Real, da deficiência hídrica, do excedente hídrico, do armazenamento de água no solo, da temperatura e da precipitação. Tabela 4-17 - Resultados do Balanço Hídrico para Teresina. Fonte: PMT/Plano Diretor de Drenagem Urbana de Teresina – PDDrU, 2010. Legenda: MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 169 T = Temperatura P = Precipitação ETP = Evapotranspiração Potencial P-ETP = Diferença entre a coluna precipitação e a Evapotranspiração NEG.AC= Negativo acumulado de água no solo ARM = Armazenamento de água no solo. ALT = Alteração entre o ARM do mês atual e o ARM do mês anterior ETR = Evapotranspiração Real DEF = Deficiência Hídrica. EXC = Excedente Hídrico. Os resultados expostos na Tabela 4-17 demonstram a ocorrência de déficit hídrico, no período que compreendem os meses de maio a dezembro. O déficit máximo foi observado no mês de outubro com -176,1 mm para o município de Teresina. No entanto, nos meses de janeiro a abril, ocorre o inverso, com o volume de chuva maior que a Evapotranpiração, provocando o surgimento da reposição das reservas de água do solo. Devido ao excedente hídrico, comum nesse período, o solo atinge sua capacidade máxima de armazenamento, com 178,6 mm, no mês de fevereiro. Verifica-se no Gráfico 4-15 que, nos primeiros cinco meses do ano, período considerado úmido e identificado pela cor azul, concentram-se, aproximadamente, 81% da água excedente disponível. Os demais meses são considerados secos, sendo que, destes, o mês de outubro se destaca como o mais seco. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 170 Gráfico 4-15 - Balanço Hídrico Mensal de Teresina - período de 1961 a 1990. Fonte: Plano Diretor de Drenagem Urbana de Teresina – PDDrU, 2010. 4.10.1.5.3.4. Curva de Intensidade versus Período de Recorrência Os problemas ambientais causados pela intensidade das precipitações têm preocupado técnicos e administradores ligados, principalmente, à área de planejamento e ao uso e ocupação do espaço geográfico, sejam eles, rural ou urbano (MELLO et al., 1994). De acordo com Lima (1998), os procedimentos estatísticos utilizados para os cálculos das precipitações em 24 horas, para todos os períodos de retorno, estão descritos, segundo MOLINIER et al (1994). Ao analisar o Gráfico 4-16, referente às precipitações que ocorrem em 24 horas, e sua frequência, constata-se um volume total inferior a 47 mm de chuva, em um período de 24 horas, quando são esperadas cinco vezes por ano. No entanto, no mesmo período, o volume de 91 mm precipitados ocorre somente uma vez a cada dois anos. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 171 Gráfico 4-16 - Teresina: precipitação em 24 horas em relação ao período de retorno. Fonte: Lima, M. G., 2013. Na Tabela 4-18 referente ao período de retorno das precipitações máximas, observam-se que as precipitações mais elevadas acontecem em um curto espaço de tempo, ou seja, uma chuva com 178,81 mm, com duração de cinco minutos, ocorre a cada dois anos. Já uma precipitação de 352,89 mm, durante os mesmos cinco minutos, terá retorno a cada cem anos.(Gráfico 4-17 ) MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 172 Tabela 4-18 - Teresina: intensidades das chuvas máximas (mm/h), conforme tempos de retorno e durações, calculadas pela equação IDF (eq. 11), obtida com dados de pluviômetro - período: 1914 a 2009. Fonte: Plano Diretor de Drenagem Urbana de Teresina – PDDrU, 2010. Gráfico 4-17 - TERESINA: Curvas de Intensidade-Duração-Frequência (IDF). Fonte: Plano Diretor de Drenagem Urbana de Teresina – PDDrU, 2010. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br173 4.10.1.5.3.5. Descrição de fatores especiais de influência sobre o clima A climatologia propõe que as diferenças de relevo, altitude, latitude, umidade relativa e a dinâmica das massas de ar, são fatores, diretamente, influenciadores no clima de uma região.Enquanto em Teresina, devido à baixa altitude, aproximadamente, 100 metros acima do nível do mar e a proximidade à linha do Equador, a variação térmica é menor. Apesar da presença de dois rios na área urbana de Teresina, a localização geográfica do município confere à cidade alguns aspectos intrínsecos, em relação ao clima da região, durante o ano todo, principalmente no que se refere à precipitação, umidade relativa do ar, ausência de ventos e altas temperaturas. São vários, os fatores que afetam o clima de uma cidade, principalmente a temperatura, pois o avanço tecnológico, ao longo dos anos, associado ao continuo crescimento dos centros urbanos, eleva o índice de áreas construídas, utilizando geralmente materiais que absorvem e refletem grande quantidade de calor, como altos edifícios, grandes áreas concretadas, vidros e concreto e, também, a elevada quantidade de espaços asfaltados. Além das propriedades térmicas do asfalto ou do concreto, outro fator que afeta a temperatura está relacionado à baixa umidade do ar, devido à redução dos espaços verdes e livres e à baixa evaporação, a partir do solo e da vegetação. A verticalização das cidades é outro fator de influência, principalmente no regime de ventos, pois formam corredores que impedem muitas vezes a circulação natural adequada do ar, o que contribui para a sensação de temperatura elevada. 4.10.1.6. Topografia, Hidrologia e Geologia A Bacia Hidrográfica do Rio Parnaíba, uma das mais importantes bacias da Região Nordeste, apresenta uma área de 331.441 Km², sendo 249.497 Km² no território piauiense, 65.492 Km² no Estado do Maranhão, 13.690 Km² no Ceará e, ainda, 2.762 Km² de área em litígio entre Piauí e Ceará (Caderno da Região Hidrográ ca do Parnaíba - MMA, 2006). A Bacia Hidrográfica do Rio Poti, sub-bacia do Rio Parnaíba, compreende um território de aproximadamente 50.000 Km², que corresponde a, aproximadamente, MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 174 16% da área total da Bacia do Rio Parnaíba. O Rio Poti tem regime intermitente, com vazão média anual de 121 m³/s. A formação geológica do Município de Teresina é atribuída às Formações Piauí e Fogo, com presença de rochas ígneas, datadas do Período Cretáceo, que afloram sob forma de soleiras e diques de diabásio. A Formação Piauí, unidade mais antiga, é constituída por arenitos calcíferos, siltitos e folhelhos, aflorando ao Sul e ao Norte da cidade próximo ao Rio Parnaíba (AGENDA, 2015). Segundo o mesmo documento, a Formação Pedra de Fogo, com maior expressão geográfica, é constituída por uma alternância de silexitos, arenitos e siltitos, que afloram, frequentemente, nos topos dos baixos planaltos e nas encostas mais escarpadas do relevo. Estas Formações são atribuídas à Bacia Sedimentar do Piauí-Maranhão e ocupam uma área de aproximadamente 600.000 Km², abrangendo grande parte do território desses dois Estados, no caso do Piauí, cerca de 80% de seu território estão incluídos nesta bacia. Quanto à geomorfologia, o território teresinense é caracterizado por estruturas monoclinais e homoclinais, que abrangem camada de sedimentos, com leves inclinações, formando uma topografia tubular e assimétrica (Teresina: Banco de Dados, 2011). O relevo do município conta com uma das mais baixas altitudes do Estado (100-150m), formando uma área de chapada com relevo plano e suaves ondulações. (Figura 4-3) A vegetação predominante em Teresina é a típica de Cerrado, com cobertura vegetal de médio porte e densa. Faz-se presente, também, na área do município, a vegetação de matas e de coqueirais que servem de matéria prima para diversas atividades. MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 175 Figura 4-3 - Mapa topográfico de Teresina Fonte: SRTM. Org.: DRZ Geotecnologia e Consultoria, 2013 MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 176 Os solos de Teresina são dos tipos Latossolos Amarelo e Podzólicos Vermelho – Amarelo, caracterizados pela forte acidez, pouca fertilidade e baixo nível de nutrientes. Há ainda, em menor escala, os solos do tipo Brunizem Avermelhado, com alto teor de argila, baixo nível de acidez e elevado nível nutricional (PERFIL DE TERESINA: Econômico, Social, Físico e Demográfico (2010). Devido à posição geográfica, no Município de Teresina, a incidência dos raios solares é intensa durante todo o ano. Teresina apresenta clima tropical, subúmido, com temperaturas elevadas durante todo o ano, variando entre 22,0ºC a 40,0ºC. A umidade relativa média do ar tem, os meses de fevereiro e março, como os de maior umidade do ar, e agosto a outubro, com as menores quantidades. O período de chuvas em Teresina ocorre praticamente em seis meses do ano, nos quais, a média anual de precipitação pluviométrica fica em torno de 1.365 mm, tendo março como o mês com maior intensidade de chuvas, registrando precipitação de 335,5mm. O regime de chuvas de Teresina é predominantemente torrencial, decorrente das condições da circulação regional das massas de ar que definem as variações da posição do CIT (Convergência Intertropical), que se caracterizam pelo encontro das massas de ar Norte, Equatorial Continental e a Massa Atlântica. No município, ocorrem, também, chuvas convectivas, que geralmente caem de forma pontuada e descontínua no espaço (PERFIL DE TERESINA: Econômico, Social, Físico e Demográfico, 2010). O município conta com dois importantes mananciais superficiais, o Rio Parnaíba, principal rio piauiense que apresenta regime perene em todo o seu curso e recebe contribuições de vários tributários importantes e do lençol freático, desde sua nascente até a foz e o Rio Poti, um dos principais tributários do Rio Parnaíba de regime considerado intermitente, apresentando uma vazão média anual de 121 m3/s (AGENDA 2015). Segundo Moraes (2000), calcula-se que o Rio Parnaíba, em período chuvoso, despeje no mar um volume médio diário de 433 milhões de metros cúbicos de água. Na área urbana de Teresina, existe ainda a presença de vários riachos e uma centena de lagoas de médio e pequeno portes que drenam a região, sendo todos afluentes dos rios Parnaíba e Poti (AGENDA 2015). MUNICÍPIO DE TERESINA Plano Municipal de Saneamento Básico DRZ Geotecnologia e Consultoria – www.drz.com.br 177 Teresina, além de situar-se em uma região privilegiada em recursos hídricos, é permanentemente alimentada por águas subterrâneas provenientes de excelentes aqüíferos, dos quais, provem água, em geral, de muito boa qualidade. As matas de galeria localizadas no território municipal apresentam grande variedade de espécies vegetais representativas de áreas de transição. O Município de Teresina está localizado em uma área de contato das formações vegetais dos tipos floresta subcaducifólia, cerrado e caatinga, e, na área urbana do município, predomina a floresta subcaducifólia mesclada de babaçu. É significativa, a população de espécies da fauna silvestre que, ainda, habita os pontos de vegetação nativa da cidade, formada, geralmente, por pequenos roedores e aves. 4.10.1.7. Descrição dos sistemas públicos existentes