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APOSTILA aula teoria e pratica em IFRS

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IFRS/CPC 
Aplicação 
e 
Prática
Professor
José Miguel Rodrigues da Silva
josemiguel@jmrconsultoria.com.br
Mestre em Ciências Contábeis pela UERJ;
Pós-graduado em Administração Financeira
- FGV; Pós-graduado em Direito tributário;
Especialização em Fluxo de Caixa
empresarial - FGV; Especialização em
Orçamento Empresarial - FGV; Diversos
cursos - IBMEC, trabalhos expostos em
Congressos Nacionais e Internacionais;
Consultor de empresas; Professor
Universitário e pós graduação, CRC, IBEF,
OAB/ESA e Outras instituições; coordenador
de pós-graduação; Sócio da JMR
Consultoria Tributária e Contabilidade -
escritório especializado em empresas
inseridas no Lucro Real, Contador.
Da Obra 
Professor
José Miguel Rodrigues da Silva
josemiguel@jmrconsultoria.com.br
Normas brasileiras de Contabilidade 
A intelectualidade contábil numa visão simples que apresenta as 
dicas de uma abordagem direta aos seus principais pontos. 
2
Panorama 
Geral
Quem está obrigado
A adoção das regras contábeis deve ser adotada obrigatoriamente pelas 
seguintes sociedades:
Leis nº 11.638/2007, Leis nº 11.941/09 e Resolução do CFC nº 1.255/2009
Todas as 
empresas S.A.
de capital aberto
Empresas S.A. de capital 
Fechado ou empresas 
LTDA consideradas de 
grande Porte (SGP) 
Pequenas e 
Médias Empresas 
(PME)
O conceito para SGP é: ter um faturamento maior do que 
300 milhoes de Reais ou ativo total maior do que 240 
milhões de Reais
3
(PME) Pequenas e Médias Empresas
Resolução do CFC nº 1.255/2009
Segundo o CFC as (PME) Pequenas e Médias Empresas,
englobam o seguinte grupo de empresas:
Que não seja Empresa S.A.
Que não seja sociedade obrigada a fazer
prestação pública de suas contas.
Empresas LTDA e demais sociedades comerciais,
desde que não sejam enquadradas como
sociedades de grande porte.
Seção III
Do Contabilista e outros Auxiliares
Art. 1.177. Os assentos lançados nos livros ou fichas do
preponente, por qualquer dos prepostos encarregados de sua
escrituração, produzem, salvo se houver procedido de má-fé,
os mesmos efeitos como se o fossem por aquele.
Parágrafo único. No exercício de suas funções, os
prepostos são pessoalmente responsáveis, perante os
preponentes, pelos atos culposos; e, perante terceiros,
solidariamente com o preponente, pelos atos dolosos.
CC – art. 1.177
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Essência
Forma
CPC’s
novas normas contábeis
5
CPCs s/nº e 26 – Resols. CFC n°s 1.121/08 e 1.185/09, e Delibs. CVM n°s 
539/08 e 595/09
1)Balanço Patrimonial (BP)
2)Demonstração do Resultado do Exercício (DRE)
3)Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC)
4)Demonstração das Mutações do Patrimônio 
Líquido (DMPL)
5)Demonstração do Valor Adicionado (DVA)
6)Notas Explicativas (NE)
Conjunto completo das Demonstrações Contábeis
2010 2009
CIRCULANTE
Disponibilidades 
Direitos Realizáveis até 12 meses
Despesas do Exercício Seguinte
ATIVO NÃO CIRCULANTE MANTIDO PARA VENDA
NÃO CIRCULANTE
Realizável a Longo Prazo
Investimentos
Imobilizado
Intangível 
Balanço Patrimonial e a composição do ativo
Comparativo 
sempre com 
o ano 
anterior
6
Balanço Patrimonial e a nova composição do Passivo
2010 2009
CIRCULANTE
Obrigações Exigíveis até 12 meses
OBRIGAÇÕES VINCULADAS AO ATIVO NÃO CIRCULANTE MANTIDO PARA VENDA
NÃO CIRCULANTE
Obrigações Exigíveis após 12 meses
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
Capital Social
Reservas de Capital
Ajustes de Avaliação Patrimonial
Reservas de Lucros
Ações em Tesouraria
Prejuízos Acumulados
Lucro Acumulado – Pode existir
Comparativo
sempre com
o ano anterior
Balanço Patrimonial - Passivo
CIRCULANTE
Obrigações Exigíveis até 12 meses
OBRIGAÇÕES VINCULADAS AO ATIVO NÃO CIRCULANTE MANTIDO PARA VENDA
NÃO CIRCULANTE
Obrigações Exigíveis após 12 meses
Receita Líquida Diferida
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
Capital Social
Reservas de Capital
Ajustes de Avaliação Patrimonial
Reservas de Lucros
Ações em Tesouraria
Prejuízos Acumulados
RESULTADOS DOS EXERCÍCIOS
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2010 2009
(+) Receita Bruta das Vendas e Serviços
(-) Devolução de Vendas
(-) Descontos Incondicionais
(-) Tributos sobre Vendas e Serviços
(=) Receita Líquida
(-) Custo de Mercadorias e Serviços Vendidos
(=) Lucro Bruto
Demonstração do Resultado
Comparativo 
sempre com 
o ano anterior
Continua...
2010 2009
(-) Despesas com Vendas
(-) Despesas Administrativas
(+/-) Resultados de Participações Societárias
(+/-)
Ganhos e Perdas de Capital nos 
Investimentos
(+/-) Ganhos e Perdas de Capital no Imobilizado
(+/-) Ganhos e Perdas de Capital no Intangível
(+/-)
Outras Receitas e Despesas das Operações 
Continuadas
(=)
Resultado Antes das Receitas e Despesas 
Financeiras
Demonstração do
Comparativo 
sempre com 
o ano anterior
Continua...
8
2010 2009
(+) Receitas Financeiras
(-) Despesas Financeiras
(=)
Resultado do Exercício Antes dos Tributos 
sobre o Lucro
(-) Tributos sobre o Lucro
(-)
Participações de Debêntures, Empregados e 
Administradores
(-)
Contribuições para Instituições ou Fundos de 
Assistência ou Previdência de Empregados
(=)
Resultado Líquido das Operações 
Continuadas
Demonstração do
Comparativo 
sempre com 
o ano anterior
Continua...
2010 2009
(+/-)
Valor líquido dos seguintes itens:
• Resultado líq. após tributos das operações 
descontinuadas
• Result. Após tributos decorrente da mensuração 
ao valor justo menos desp. de venda ou na 
baixa dos ativos ou do grupo de ativos à 
disposição para venda que constituem a unidade 
operacional descontinuada
(+/-) Resultado Líquido de Operações Descontinuadas
(=) Lucro ou Prejuízo Líquido do Exercício
Resultado atribuído aos acionistas controladores (e 
LPA)
Resultado atribuído aos acionistas não controladores 
(e LPA)
Demonstração do
Comparativo 
sempre com 
o ano anterior
A segregação 
das 
operações 
descontinuad
as é 
obrigatória
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A entidade deve apresentar todos os itens
de receita e despesa reconhecidos no
período em duas demonstrações:
�Demonstração do Resultado do Período 
�Demonstração do Resultado Abrangente 
do Período; 
esta última começa com o Resultado Líquido
e inclui os outros resultados abrangentes.
Atenção
A segregação das operações 
descontinuadas é obrigatória
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DESCRIÇÃO 20X1 20X0
1 – Receitas
1.1) Vendas de mercadorias, produtos e serviços
1.2) Outras receitas 
1.3) Receitas relativas à construção de ativos próprios
1.4) Provisão para créditos de liquidação duvidosa – Reversão/(Constituição)
2 – Insumos Adquiridos de Terceiros 
(inclui os valores dos impostos – ICMS, IPI, PIS e COFINS)
2.1) Custos dos produtos, das mercadorias e dos serviços vendidos 
2.2) Materiais, energia, serviços de terceiros e outros
2.3) Perda / Recuperação de valores ativos
2.4) Outras (especificar)
3 – Valor Adicionado Bruto (1-2)
4 – Depreciação, Amortização e Exaustão
5 – Valor Adicionado Liquido Produzidos Pela Entidade (3-4)
6 – Valor Adicionado Recebido em Transferência
6.1) Resultado de equivalência patrimonial
6.2) Receitas financeiras
6.3) Outras
7 – Valor Adicionado Total a Distribuir (5+6)
DVA - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE
Continua...
8 – Distribuição do Valor Adicionado (item 8 = item 7) R$ %
8.1) Pessoal 
8.1.1 – Remuneração direta
8.1.2 – Benefícios
8.1.3 – F.G.T.S
8.2) Impostos, taxas e contribuições
8.2.1 – Federais
8.2.2 – Estaduais
8.2.3 – Municipais
8.3) Remuneração de capitais de terceiros
8.3.1 – Juros 
8.3.2 – Aluguéis 
8.3.3 – Outras
8.4) Remuneração de capitais próprios
8.4.1 – Juros sobre o capital próprio
8.4.2 – Dividendos 
8.4.3 – Lucros retidos / Prejuízo do exercício
8.4.4 – Participação dos não-controladores nos lucros retidos