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Antiinflamatórios não esteroidais e 
esteroidais
Estímulo lesivo
RESOLUÇÃO CRONIFICAÇÃO
Mediadores químicos
(PAF, PGs, LTs)
Histamina, Cininas, C5a
Neuropeptídeos, NO etc.
RESPOSTA INFLAMATÓRIA
AGUDA Infiltração celular
Vasodilatação
Permeabilidade
Vascular
Inflamação
Resumo - Autacóides
• Funções fisiológicas
- Modular a circulação local
- Influenciar o processo da inflamação
- Função terapêutica (alguns)
• Principais classes
- Aminoácidos descarboxilados (histamina, 5-HT)
- Polipeptídeos (bradicinina)
- Derivados de lipídeos (PAF e eicosanóides)
Fosfolipídios (Memb Cel)
Fosfolipase A2
Resumo 
Ácido araquidônico (AA)
12-HETE
(quimiotático)
12-LO
15-LO
Lipoxinas
COX
I e II
Endoperóxido cíclico
PGG2, PGH2
PGI2
- Vasodilator
-hiperalgésico
- anti-agregante
PGF2a
-broncoconstritor
-constracão miométrio
PGD2
-Inibe plaquetas
-vasodilator
PGE2
-hiperalgesia
-vasodilator
TXA2
- trombótico
- vasoconstritor
5-LO
5-HPETE
LTA4
LTC4 LTD4 LTE3
perm microvascular
broncoconstricção
LTB4
Quimio-
tático
PAF
- vasodilator
- microv perm
- brococonstritor
-quimiotaxia
Síntese de prostaglandinas a partir do ácido araquidônico
Síntese das tromboxanas 
TXA2 e TXB2 a partir da 
prostaglandina PGH2
:
Isoformas de Cicloxigenase: A enzima cicloxigenase 
(COX) ou prostaglandina sintase (PGS) existe em duas 
isoformas
COX-1 ou PGS-1: Forma essencial constitutiva
•Encontrada na maioria das células e tecidos, especialmente 
em mucosa gástrica, plaquetas, endotélio vascular e rins.
•Importante para a produção de PGs para a manutenção de 
funções fisiológicas
COX-2 ou PGS-2: Forma induzida
• Gerada em resposta à inflamação e presença de 
interleucinas - IL1, IL2 e TNFa
•Presente nos macrófagos, monócitos, músculo liso, 
endotélio, epitélio e neurônios;
• geram PGs que medeiam inflamação, dor e febre
Síntese de Prostaglandinas e Tromboxanas
Síntese a partir de um derivado do ácido araquidônico
A maior parte dos 
leucotrienos é produzida 
pela via 5-lipoxigenase
(presente nos basófilos, 
leucócitos 
polimorfonucleares, 
macrófagos e mastócitos). 
Leucotrienos
•Estimulação da contração da 
musculatura lisa;
• Indução da resposta alérgica;
• Indução da resposta 
inflamatória.
Formação de Leucotrienos
• 15-lipoxigenase: reticulócitos, eosinófilos, linfócitos-T e 
células do epitélio traqueal
• 12-lipoxigenase: plaqueta, pâncreas, musculatura lisa 
vascular, células glomerulares)
• 5-lipoxigenase: basófilos, leucócitos polimorfonucleares, 
macrófagos, e qualquer órgão que responde à inflamação.
Distribuição das Isoformas da Lipoxigenase
Síntese de Leucotrienos, HETEs e Lipoxinas
Principais Funções dos Eicosanóides
Prostaglandinas
• Controle da pressão arterial;
• Estimulação da contração da musculatura lisa (PGF);
• relaxamento vascular (PGE2, PGI)
• Indução da resposta inflamatória;
• Inibição da agregação plaquetária (PGI);
•Produção de febre (PGE2)
•Hiperalgesia por potencialização dos mediadores da dor 
•sensibilização das terminações nociceptivas periféricas
•Indução de contração uterina (PGE, PGF2a)
•Proteção de mucos gástrica (PGE1, PGI)
•Manutenção do fluxo renal e regulação do metabolismo 
de Na+ e K+ (PGE1, PGI2)
Lipoxinas
• Causam quimiotaxia e estimulam a produção de ânion 
superóxido (O2
-˙) pelos leucócitos. 
Epóxidos
• A função biológica destes compostos não está bem 
esclarecida;
• podem alterar o tônus da musculatura vascular lisa;
Leucotrienos
• Estimulação da contração da musculatura lisa;
• Indução da resposta alérgica;
• Indução da resposta inflamatória.
Tromboxanas
• Estimulação da contração da musculatura lisa;
• Indução da agregação plaquetária (TXA2);
Temperatura corporal
Receptores cutâneos
para frio e calor
Efetuadores
Centros Termorreguladores hipotalâmicos
(mediação e modulação: PGs, catecolaminas,
cininas, acetilcolina)
Fluxo sangüíneo
Glândulas sudoríparas
Ventilação pulmonar 
Pirogênios endógenos
Leucócitos e outras células
Pirogênios exógenos
Microorganismos
Hipotálamo anterior: calor, 
sudorese
hipotálamo posterior: frio, 
tremor, arrepios 
Dor e inflamação – sistema de termoregulação
PGE1= febre
Prostaglandinas
Tromboxanas
Aspirina
Acetaminofen
Ibuprofeno
Meclafenamato
Indometacina
Fenilbutazona
Ácido Araquidônico
Leucotrienos
Fosfatidilcolina
PLA2
Corticosteróides
(hidrocortisona, 
prednisona, 
betametasona)
Inibição da Síntese de Eicosanóides 
-
-
Inibição da Síntese de Eicosanóides 
Glicocorticóides
(como a dexametasona)
Síntese de lipocortinas ou macrocortinas
PLA2
Leucotrienos
Resposta inflamatória
+
-
TXA2 
Ácidos 
Graxos 
w-3
Ácido Araquidônico
TXA3
•Menos trombogênica 
•Menor risco de formação de placa 
aterosclerótica
Inibição da Síntese de Eicosanóides 
-
APLICAÇÕES TERAPÊUTICAS DAS 
PROSTAGLANDINAS 
• estimulação uterina: aborto entre 12a e 20a
semana (ilegal no Brasil)
• trato gastrintestinal: anti-ulceroso
• agregação plaquetária: substituto da 
heparina
• impotência masculina: corpos cavernosos
• inibidores dos leucotrienos: asma 
CLASSIFICAÇÃO QUÍMICA 
1. Inibidores não-seletivos da COX e 
Inibidores seletivos da COX ou 
antiinflamatórios não esteroidais (AINES)
2. Antiinflamatórios hormonais, esteroidais 
ou glicocorticóide (AIES)
ANTIINFLAMATÓRIOS
Anti Inflamatórios Não Esteróides
(AINEs)
AAA
Analgésicos
Antipiréticos e 
Antiinflamatórios 
Alívio da dor
Retardar ou 
interromper o 
processo 
responsável pela 
lesão tecidual
Mecanismo de ação
Inibição periférica e central da atividade da 
enzima ciclooxigenase e subsequente diminuição 
da biossíntese e liberação dos mediadores da 
inflamação, dor e febre (prostaglandinas).
Mecanismo da ação antiinflamatória 
• Bloqueio da formação de PGs por inibição da COX
• inibição da liberação de histamina
•diminuição da migração PMN e monócitos
Mecanismo da ação analgésica
• Bloqueio da formação de PGs por inibição da COX
Mecanismo da ação antitérmica 
• Bloqueio da formação de PGs por inibição da COX
•PGE como modulador na regulação da temperatura e 
ação antipirética relacionada com interferência na 
liberação de PGs
1. Derivados do ácido salicílico: Aspirina
2. Derivados da pirazolona: Dipirona, 
fenilbutazona
3. Derivados de ácidos acético: Indometacina, 
Sulindaco
4. Derivados de ácido heteroarilacético: 
Diclofenaco
5. Derivados do ácido fenilantranílico: Fenamatos 
6. Derivados do ácido propiônico: Ibuprofeno, 
Naproxen
7. Derivados do ácido enólico: Piroxicam, 
meloxicam
Classificação química dos antiinflamatórios
(Não-seletivos COX)
Reclassificação dos AINES
Inibidores seletivos Inibidores não inibidores Inibidores
seletivos seletivos altamente
seletivos
da COX-1 da COX-1 da COX-2 da COX-2
aspirina aspirina (↑doses) meloxicam celecoxib
indometacina etodolaco refecoxib
piroxicam nimesulida
diclofenaco salicilato
ibuprofeno
nabumetona
1. SALICILATOS
ÁCIDO ACETILSALICÍLICO (ASPIRINA®)
-AGENTE ANTIIFLAMATÓRIO, ANALGÉSICO E
ANTIPIRÉTICO MAIS PRESCRITO
- Mecanismo de ação: Bloqueio irreversível da COX I
(acetilação), sendo relativamente seletivo para essa
enzima.
Ácido acetil salicílico; Diflunisal, salicilatos não-
acetilados (salicilato de sódio, trisalicilato de colina e 
magnésico)
Inibição da Síntese de Eicosanóides 
A aspirina age como um inibidor 
irreversível das ciclooxigenases (COX-1 e 
COX2) 
Administração: VO
Absorção: estômago (35%)e intestino delgado (20%), 
níveis plasmáticos em 30 min; pico em 2 horas
•fatores que influenciam a absorção: velocidade de 
desintegração e dissolução, alimentos, pH, tempo de 
esvaziamento gástrico
•constante de dissociação ( pKa= 3,5), pH 2,5 - 91% 
não ionizada, pH 4,5 - 91 % ionizada
Distribuição: livres e ligados a proteína plasmática 
(albumina). BHE, B placentária, líquido sinovial, 
peritoneal. 
Metabolização: Hepática
Excreção: Renal (> pH > excreção), saliva, fezes, leite, 
suor
1. SALICILATOS - Farmacocinética
Concentrações de 
salicilato total no 
plasma seguidas de 
administração de 
várias preparações 
de aspirina. A dose 
total foi equivalente 
a 640 mg de aspirina 
em todos os casos.
AÇÃO ANTIPIRÉTICA
Inibe a síntese de PGE1 induzida por 
citocinas (IL-1 e TNF) formadas no 
hipotálamo frente à pirógenos
X Aspirina/AINEs
AÇÃO ANALGÉSICA
SNP X AINES
SNC
X AINES
PGs QUE SENSIBILIZAM 
NOCICEPTORES AOS
MEDIADORES INFLAMATÓRIOS 
(BK)
SALICILATOS - INDICAÇÕES CLÍNICAS
•Antiinflamatório
•analgesia - dores leves a moderadas, cefaléia, 
dismenorréia, mialgias, artralgias, neuralgias, 
desconforto pós-operatório, pós-parto, cirurgias 
odontológicas, procedimentos ortopédicos
•antiagregante plaquetário
•queratolítico
•antitérmico (atenção síndrome de REYE)
Combinação de distúrbio hepático e encefalopatia. 
De causa desconhecida, mas epidemiologicamente
está ligada a viroses e fármacos, especialmente 
salicilatos
Exclusivamente em crianças abaixo de 15 anos
Características clínicas:
•Vômitos e sinais de lesão progressiva do SNC 
(estupor, convulsões, coma)
•sinais de lesão hepática (sem icterícia), 
hepatomegalia, microvacuolização lipídica de 
hepatócitos, alterações lipídicas de células tubulares 
renais, edema cerebral + degeneração neuronal, 
alterações mitocondriais em fígado, cérebro e 
músculos
hipoglicemia
•Pode haver morte (50%) 
•Tratamento
•infusões de glicose e plasma fresco
•manitol i.v. (para reduzir o edema cerebral)
Síndrome de Reye
TOXICIDADE
•TGI, mais freqüentes com tratamento prolongado e 
elevadas doses
•intolerância gástrica (dor, desconforto epigástrico, 
náuseas, vômitos, anorexia)
•ulceração da mucosa com sangramento
•exacerbação na presença de etanol
•Nefrotoxicidade – diminuição da função renal
•Hepatotoxicidade – aumento de transaminases
•Desequilíbrio ácido-base: alcalose respiratória (↑ 
consumo de O2), acidose metabólica
CONTRA-INDICAÇÕES
* Pelos efeitos anticoagulantes
•terapia anticoagulante, alterações na coagulação 
(hemofilia, deficiência vit K)
•cirurgias 
* Pelos efeitos sobre aparelho GI
•úlcera péptica, gastrite ou sangramento 
gastrintestinal
* Gravidez
•gestação prolongada, trabalho de parto prolongado
•risco sangramento materno
* febre crianças - etiologia infecções varicela e outros 
vírus tipo influenza
síndrome de Reye (lesão hepática severa e 
encefalopatia
16/03/2016
Regulação da secreção ácida gástrica e ações de drogas anti-ácidas
Inibidor 
irreversível da 
enzima 
H+K+ATPase: 
omeprazol
Antagonistas 
de receptor 
H2: Ranitidina, 
cimetidina
Antagonistas de 
gastrina: prolumida
Antagonistas de 
receptor muscarínico: 
pirenzepina
as 
prostaglandina 
E2 e I2 inibem a 
secreção 
gástrica
2. DERIVADOS DA PIRAZOLONA
 FENILBUTAZONA (BUTAZOLIDINA® )
 DIPIRONA
 Efeito antiinflamatório potente
 Pouco efeito ANTIPIRÉTICO E ANALGÉSICO
 Uso prolongado causa agranulocitose (muito tóxico)
INDICAÇÃO: artrite reumatóide, gota e febre reumática
EFEITOS ADVERSOS: distúrbios no TGI, reações cutâneas
 > Efeito uricosúrico que os salicilatos
 INDOMETACINA, SULINDACO,
DICLOFENACO
3. ÁCIDOS INDOLACÉTICOS/HETEROARILACÉTICOS 
 Efeito ANTIINFLAMATÓRIO e ANTIPIRÉTICO (indicação: 
osteoartrite)
 EFEITOS COLATERAIS:- TGI
- SNC (cefaléia, depressão) 
- ANEMIA APLÁSICA 
 Inibidor competitivo da COX
 EFEITO ANALGÉSICO - NÃO INDICADO
 Relativamente seletivo para COX-1
4. DERIVADOS DO PARA-AMINOFENOL
PARACETAMOL- TYLENOL®
 Ação ANTIPIRÉTICA e ANALGÉSICA 
 Inibidor reversível da COX (menos seletivo para COX-1)
 Pouca ação ANTIIFLAMATÓRIA
 Alternativa para AAS (desprovido de efeito nas plaquetas) 
 Doses Tóxicas causa HEPATOTOXICIDADE 
5. DROGAS DO TIPO FENAMATO
ÁC. MEFENÂMICO (PONSTAN®)
 Ação ANTIINFLAMATÓRIA, ANALGÉSICAS E ANTIPIRÉTICA
 USO TERAPÊUTICO:
- Dismenorréia e Artrite reumatóide
 Efeito colateral frequente: irritação TGI
PARECE NÃO OFERECER VANTAGEM ALGUMA SOBRE 
AINEs = AO AAS
6. DERIVADOS DO ÁCIDO PROPIÔNICO
IBUPROFENO (ADVIL®) 
NAPROXENO (NAPROSYN®)
< SELETIVO P/COX-1
= p/COX-1 e COX-2
 < Efeitos adversos do que o AAS e DICLOFENACO (TGI)
 Ação ANTIINFLAMATÓRIA, ANALGÉSICA e ANTIPIRÉTICA
USO TERAPÊUTICO: - Artrite Reumatóide, osteoartrite, 
tendinite aguda, Dismenorréia.
Interações perigosas: reduz o efeito de diuréticos tiazídicos e 
b-bloquedores 
PIROXICAM (FELDENE®)
7. DERIVADOS DE ÁCIDOS ENÓLICOS
 Inibidor competitivo da COX-1 (RAZOAVELMENTE
SELETIVO)
 Inibe a ativação de neutrófilos
 Uso terapêutico: artrite reumatóide, gota aguda, dismenorréia.
Melhor tolerado do que o AAS e INDOMETACINA
Antiinflamatórios
(Seletivos COX-2)
1. FURANONAS (“coxibs”): uma discussão!!!
Celecoxib (Celebra)
Rofecoxib (Vioxx) - proibido comércio (2004)
Etoricoxib (Arcoxia) proibido o de 120 mg (2008)
Valdecoxib (Bextra) – proibido o comércio (2005)
Parecoxib (Bextra IM/IV) – proibido o comércio 
(2005) – uso somente em hospitais
Lumiracoxib (Prexige) – proibido o comércio (2008)
NIMESULIDE (Nisulide)®
INIBIDORES COX-2
 Mais seletivo para COX-2
 Ação antiinflamatória, Antipirética e analgésica
 MELHOR TOLERABILIDADE
 Uso terapêutico: - DISMENORRÉIA
- INFLAMAÇÃO UROLÓGICA
 POSOLOGIA -100mg / 2x DIA
Glicocorticóides ou 
Antiinflamatórios esteroidais 
AIES
Supra renal 
Os corticosteróides constituem três 
grupos ou famílias de hormônios:
•Glicocorticóides: cortisol ou 
hidrocortisona
•Mineralocorticóides: aldosterona
•Esteróides Sexuais: andrógenos e 
estrógenos
Hormônios do Córtex Adrenal
O fator de liberação 
da corticotropina 
(CRF) do 
hipotálamo regula a 
liberação de 
corticotropina, que 
é regulado por 
fatores neurais e 
pelos mecanismos 
de retroalimentação 
negativa dos 
glicocorticóides 
plasmáticos
fator de liberação 
da corticotropina 
(ACTH)  secretado 
pela hipófise anterior 
regula a liberação de 
glicocorticóides pelo 
córtex da supra renal
A liberação de 
mineralocorticóides 
(aldosterona) do córtex 
da supra-renal é 
controlada pelo sistema 
de renina-angiotensina
Esteroides 
são 
hormônios 
endócrinos
Testosterona: testículo
Estradiol: ovário e placenta
Cortisol: adrenocórtex (glicose)
Aldosterona: adrenocortex (sal)
Prednisolone e prednisone: drogas
antiinflamatórias
CBG
S
R*
INTERAÇÃO ESTERÓIDE -
RECEPTOR
R
Hsp90
Hsp90
x
R
S
S R*
S R*
S
R*
SS
S
DNA
ERG
(Instável)
Resposta
Proteína
mRNA
Dímero 
esteróide-
receptor 
(ativado)
Maquinária
de transcrição
(polimerase do
RNA, etc)
Citoplasma
Núcleo
Pré-
mRNA
Principais Ações dos Glicocorticóides
AÇÕES METABÓLICAS
•Sobre os carboidratos:  a captação e utilização da 
glicose e  da gliconeogênese = hiperglicemia
• Sobre as proteínas:  catabolismo,  do anabolismo
• Sobre os lipídios: efeito permissivo sobre os 
hormônios lipolíticos e redistribuição da gordura(Síndrome de Cushing)
AÇÕES REGULADORAS
•Sobre o hipotálamo e a hipófise anterior: ação de 
retroalimentação negativa, resultando em diminuição da 
liberação dos glicocorticóides endógenos.
•Sobre os eventos vasculares: vasodilatação 
reduzida, diminuição da exsudação de líquidos.
Principais Ações dos Glicocorticóides
AÇÕES REGULADORAS
•Sobre os eventos celulares:
• nas áreas de inflamação aguda:  do influxo e da 
atividade dos leucócitos;
• nas áreas de inflamação crônica:  da atividade nas 
células mononucleares,  proliferação de vasos 
sangüíneos,  fibrose.
• Nas áreas linfóides:  expansão das cels T e B e ação 
 das cels T secretoras de citocinas.
Principais Ações dos Glicocorticóides
AÇÕES REGULADORAS
•Sobre os mediadores inflamatórios e imunes:
•  na produção e ação das citocinas, incluindo muitas 
interleucinas, TNF , GM-CSF;
•  da produção de eicosanóides.
•  da produção de IgG
•  dos componentes do complemento do sangue.
•Efeitos globais: 
•  da inflamação crônica e nas reações autoimunes; 
entretanto, ocorre também deteriorização da 
cicatrização 
• deteriorização da cicatrização e  nos aspectos 
protetores da resposta inflamatória.
• Taxa de secreção diária do cortisol em adultos 
normais:
10  2,7 mg/24hs (4,5 - 15,5 mg/24hs)
• Taxa de excreção diária do cortisol livre urinário 
(não metabolizado):
26  7,1 μg/24hs (12 - 40 μg/24hs)
METABOLISMO DO CORTISOL
12 16 20 24 4 8 12
0
5
10
15
20
C
o
rt
is
o
l 
n
o
 P
la
sm
a
 (
µ
g
/1
0
0
m
l)
Tempo (h)
PADRÃO TEMPORAL NORMAL DE SECREÇÃO 
DO CORTISOL
1. OS CORTICOSTERÓIDES ATUAM ATRAVÉS DE RECEPTORES 
ESPECÍFICOS:
GLICOCORTICÓIDES NOS RECEPTORES GC
MINERALOCORCÓIDES NOS RECEPTORES MC
2. AÇÃO GC OU MC DOS CORTICOSTERÓIDES DEPENDE DA 
MAIOR OU MENOR AFINIDADE POR ESTES RECEPTORES
3. EFEITO TERAPÊUTICO IDEAL DE UM CORTICOSTERÓIDE
 MÁXIMA ATIVIDADE ANTIINFLAMATÓRIA
 ATIVIDADE ANTIALÉRGICA E IMUNOSSUPRESSORA
 MÍNIMA ATIVIDADE RETENTORA DE SÓDIO E FLUÍDOS
CORTICOTERAPIA SISTÊMICA
OS GLICOCORTICÓIDES SÃO OS 
ANTIINFLAMATÓRIOS MAIS EFICAZES 
DISPONÍVEIS, SUPLANTANDO OS AINE QUANTO 
AO BLOQUEIO DO EDEMA.
A TERAPIA COM CORTICOSTERÓIDES É 
RESERVADA PARA CASOS DE COMPROVADA 
EFICÁCIA OU EM CASOS DE FALHA TERAPÊUTICA 
COM AGENTES MAIS INÓCUOS.
Corticoterapia Sistêmica
Meia-vida Duração do Efeito
Fármaco (h) 
Cortisol (HC) 8 - 12 curta
Cortisona 12 curta
Prednisona 12 - 36 intermediária
Prednisolona 12 - 36 intermediária
Metilprednisolona 12 - 36 intermediária 
Triamcinolona 12 - 36 intermediária
Betametasona 24 - 72 prolongada
Dexametasona 24 - 72 prolongada
•Supressão dos sinais flogísticos: dor, calor, 
rubor, edema e perda de função
•Regulam a transcrição gênica 
• Bloqueio da via de metabolismo do ácido 
araquidônico, por inibição da fosfolipase A2 → 
inibição da liberação de alguns mediadores 
químicos da inflamação (Lts, PGs)
Glicocorticóides, mecanismo de Ação Anti-
inflamatória
Mecanismo de Ação - Glicocorticóides
Lipocortinas
•Diminuem o número e a atividade de células 
envolvidas na inflamação das vias aéreas: 
macrófagos, eosinófilos e linfócitos T
•INIBIÇÃO da liberação/ação de mediadores 
inflamatórios:
Prostaglandinas e leucotrienos
Citocinas
Aminas vasoativas
Radicais livres de oxigênio
Inibição da indução de enzimas (iNOS, COX-2)
Corticosteróides – Ações farmacológicas
GLICOCORTICÓIDES SINTÉTICOS
• Certas modificações estruturais alteram a reatividade 
cruzada do esteróide com o receptor 
mineralocorticóide, aumentando ou reduzindo sua 
atividade MC
• Outras alterações aumentam ou diminuem a 
solubilidade em água, favorecendo sua administração 
parenteral (IV) ou ampliando sua potência tópica, 
respectivamente
Usos terapêuticos dos AIES
Terapia de reposição para pacientes com insuficiência 
renal (p. ex. doença de Addison), juntamente com um 
mineralocorticóide
•Insuficiência adrenal aguda e crônica
•Artrite reumatóide e osteoartrite (uso intra-articular)
• Asma brônquica
• Lupus eritematoso
• Doenças de pele
•na prevenção da rejeição após transplante de órgãos
 Terapia de doenças neoplásicas
- em combinação com agentes citotóxicos no 
tratamento de malignidade especifícas (p.ex., Doença 
de Hodgkin, leucemia linfocítica aguda)
- para reduzir o edema cerebral em pacientes com 
tumores cerebrais primários e metastásicos 
(dexametasona)
- como componente do tratamento antiemético em 
combinação com a quimioterapia
QUANDO UTILIZADOS COM AGENTES 
ANTIINFLAMATÓRIOS E IMUNOSSUPRESSORES, 
AS AÇÕES METABÓLICAS TORNAM-SE EFEITOS 
INDESEJÁVEIS
Usos terapêuticos dos AIES
CÉLULAS MÚSCULO LISO: AÇÕES 
DOS GLICOCORTICÓIDES
•INIBIÇÃO MECANISMOS PRODUTORES DE 
CONTRAÇÃO: ↓Ca2+ intracelular
•POTENCIAÇÃO MECANISMOS PRODUTORES DE 
RELAXAMENTO: Aumento número receptores b2-
adrenérgicos
DepoisAntes
REPARAÇÃO EPITELIAL NO TRATAMENTO COM 
ESTERÓIDES
Os esteróides antitinflamatórios reduzem a inflamação 
revertendo o edema de mucosa, diminuindo a permeabi-
lidade de capilares e inibindo a liberação de leucotrienos
Vias de Administração -
Glicocorticóides
 Oral
 Aerossol
 Intra-muscular
 Endovenosa
 Intra-articular
 Conjuntival
 Nasal
 Percutânea
•Uso tópico: corticóides são 
eficazes e não determinam 
efeitos sistêmicos adversos, 
quando dados em doses 
terapêuticas em tempo curto. 
(Trianolona)
Glicocorticóides – Via Inalatória
 Nomes: Beclometasona, Triamcinolona, Flunisolide
 Açoes farmacológicas: Diminuem a hiperreatividade 
brônquica (previnem a fase tardia)
 Benefícios: redução dos efeitos sistêmicos
 Efeitos adversos: Osteoporose (relativamente 
importante), alterações no metabolismo de 
carboidratos e lipídeos (insignificante), Disfonia, 
candidíase (riscos pequenos), retardo no crescimento
Efeitos Colaterais – Uso sistêmico
 Supressão do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HHA).
 Síndrome de Cushing
Corcova de búfalo
Hipertensão
Enfraquecimento da pele
Braços e pernas 
finas
Osteoporose
Hiperglicemia
Aumento do apetite
Mais infecções (imunodeprimido)
obesidade
ANTIINFLAMATÓRIOS: PERSPECTIVAS PARA O 
FUTURO
• INIBIDORES DA FOSFODIESTERASE
ROLIPRAN - patologias com alterações de linfócitos T
ou cininas (TNFa), choque séptico, encefalomielite,
esclerose múltipla
• MECANISMO DE AÇÃO:
– Inibição liberação mediadores inflamatórios
– supressão migração de leucócitos
– inibição expressão células de adesão
– indução produção IL-10 (atividade inibitória)
– estimulação síntese e liberação esteróides e
catecolaminas
– indução de apoptose
• 1. Asma - é uma doença complexa, multifatorial, que 
se manifesta de forma diferente nas várias idades
2. Rinite alérgica
3. DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica) -
caracterizada pela obstrução ou limitação (crônica) ao 
fluxo expiratório, de progressão lenta e irreversível –
enfisema, bronquite aguda. Causa: tabagismo. 
Sintomas: tosse, expectoração, dispnéia, cansaço, 
edema de membros inferiores, cianose
Aparelho respiratório - Patologias
Fármacos que afetam o sistema respiratório 
•Inalação, via oral ou parenteral
•Atuam por vários mecanismos: relaxamento de 
musculatura lisa brônquica e modulação da resposta 
inflamatória.
Fármacos usados no tratamento de asma
•Agonistas b2-adrenérgicos
•Corticosteróides
•Cromolina e nedocromila
•Ipratrópio
•Montelucaste, zafirlucaste, zileutona
•Omalizumabe
•Teofilina
Fármacos usados no tratamento da rinite alérgica•Agonistas a-adrenérgicos
•Anti-histamínicos
•Corticosteróides
•Cromolina
Fármacos usados no tratamento de DPOC
•Agonistas b-adrenérgicos
•Corticosteróides
•Ipratrópio
Fármacos usados no tratamento de tosse
•Dextrometorfano
•Opióides
•A asma é subestimada nas estatísticas de mortalidade que 
consideram apenas a causa básica de morte.
• No Brasil, o coeficiente de mortalidade aumentou cerca de 50% 
considerando todas as menções de asma nas declarações de 
óbito. 
•Maiores coeficientes ocorreram entre as mulheres e nas idades 
mais avançadas. 
•A maioria das mortes ocorre em hospitais. 
•As doenças dos aparelhos circulatório e respiratório, 
destacando-se as doenças pulmonares obstrutivas crônicas, se 
apresentaram como causas básicas e associadas nas mortes 
relacionadas à asma. 
•A mortalidade pela asma como causa básica no Brasil tem sido 
maior que na Austrália, Escócia, Estados Unidos, Inglaterra e 
País de Gales, e Suécia.
Asma - Mortes no Brasil
• Inflamação brônquica e remodelamento com obstrução 
parcial (reversível) ao fluxo de ar resultante de contração 
de musculatura lisa brônquica
• Aumento da secreção de muco - tosse, respiração 
ruidosa e rápida
• Hiperresponsividade - aumento da sensibilidade que 
ocorre nos brônquios que culmina na capacidade 
exagerada de reação com substâncias irritantes (níveis 
elevados de IgE) as quais o asmático for sensível.
• Não é uma doença progressiva (fibrose cística), portanto 
não evolui necessariamente para uma DOPC
Principais características fisiopatológicas da asma
Mediadores primários
• Histamina
• Fatores quimiotáxicos 
liberados de leucócitos 
(LTB4)
Mediadores secundários
• LTs (LTC4, LTD4, LTE4
• PGD2
• PAF
Resposta 
Imediata
(aguda)
Reação tardia: leucócitos e seus produtos
Principais mediadores inflamatórios
Asma - resposta aguda e tardia
Os músculos dos 
brônquios estão relaxados 
permitindo fácil fluxo de ar
Os músculos dos brônquios 
estão enrijecidos e espessados. 
Adicionalmente os brônquios 
estão inflamados e cheios de 
muco, impedindo o fluxo de ar
Asma
Normal
Alterações 
morfológicas
Asma Atópica - Reação de 
hipersensibilidade (Tipo I)
+ Y
Fc
Fa,b
IgE
Mas
Histamina
Grânulos
Núcleo
Receptor
Explosão Mediadores (PAF, cininas, 5-HT, PGs) e efeitos farmacológicos
Constricção brônquios, pressão sangüínea, Permeabilidade Capilar, edema
X (Cromocalin sódico)
Tratamento: agonistas b2, bloqueadores muscarínico e a adrenérgico
- (anti-histamínicos)
• Broncodilatadores
- Agonistas b2 
adrenérgicos
- Xantinas
- Antagonistas 
muscarínicos
• Antiinflamatórios
- Glicocorticóides
- Antagonistas de receptores 
Cys-LTs
- Inibidores da síntese de LO
- Cromonas
- Anti-histamínicos
- Alternativos (ciclosporina A, 
imunoglobulina, sais de ouro)
Asma – Farmacologia
Agonistas b2 Adrenérgicos
Broncodilatadores mais potentes: Aliviam o 
broncoespasmo.Duas classes:
- Curta duração: Fenoterol, salbutamol, terbutalina
- Longa duração: Formoterol, salmetereol
Mecanismos:
Ativam receptores b2 no músculo liso pulmonar
Promovem broncodilatação (aliviam o 
broncoespasmo)
Reduzem a liberação de histamina e aumentam a 
motilidade ciliar
Agentes de ação direta
NA
NA
NA
a2
Receptor Pós-sináptico
COMT
Noradrenalina
Síntese
Intraneuronal
Adrenalina
• Forma preferida como terapia broncodilatadora 
• Via inalatória
• Complicações decorrentes do uso a longo prazo –
síndrome simpatomimética caracterizada por:
• Automedicação
• Não reduzem hiperreatividade brônquica
•Taquiarritmias (estimulação b1), tremores 
(estimulação b2), hipopotassemia, agitação 
psicomotora
Considerar o uso de beta-bloqueadores
Correção dos distúrbio hidroeletrolíticos
Agonistas b2-adrenérgicos
Fármacos anti-leucotrienos
Estratégias para inibir os leucotrienos
1. Inibição da síntese de leucotrienos
Inibidores da 5-lipoxigenase: Zileutona
Inibidores da proteína ativadora da 5-lipoxigenase
Inibidores da mobilização de cálcio
2. Antagonistas de receptores de leucotrienos: 
Zafirlucaste, montelucaste, pranlucaste
Efeitos adversos: ↑ enzimas hepáticas no sangue, exigindo 
monitoramento e interrupção se necessário. Cefaléia e 
dispepsia
METILXANTINAS
Teofilina
• Componente 
natural (chá) com 
propriedade 
broncodilatadora
• Usada desde 
1930 para o 
tratamento da 
asma.
Camellia sinensis
Thea sinensis
Nativas do Tibet, Índia e China
Xantinas - Mecanismo de ação
• Inibição da fosfodiesterase (AMPc e GMPc)
• Antagonista de receptores de adenosina 
• Inibidor direto da mobilização de Ca2+
• Inibidor da quimiotaxia de neutrófilos
Uso clínico: fármaco de segunda escolha, somente
em caso de resistência aos agonistas b2, dispnéia
resultante do edema pulmonar. Doses excessivas
podem causar convulsões ou arritmias que podem
ser fatais.
(NÃO ASSOCIAR XANTINAS E AGONISTAS b2)
Broncodilatador Anticolinérgico
• Brometo de Ipratrópio (Atrovent)
• Vantagens:
Disponível nas vias aéreas atuando localmente.
Não tem efeitos colaterais sistêmicos.
Duração de ação prolongada.
• Efeito broncodilatador máximo em 90 min, 
permanecendo por até 6 h
• Usado em associação com agonista b2 adrenérgico 
de curta duração
• Não costuma ser utilizado de forma isolada.
Cromoglicato Dissódico
Cromonas
•Fármacos anti-inflamatórios e antialérgicos 
profiláticos eficazes
•Não são úteis nas crises agudas de asma
Cromolerg, Intal, Cromocato, 
Cromobak
Nedocromil Sódico
• Não causam broncodilatação
Adm prolongada: reduzem broncoconstrição em asmáticos
Usos clínicos: Tratamento profilático da asma brônquica
Tratamento profilático da rinite alérgica
Mecanismo de ação:
-Inibe desgranulação de Mastócitos pulmonares (Ag-Ab)
-Inibe produção de leucotrienos
-Inibe ação dos peptídeos quimiotáxicos
- Bloqueiam os canais de cloro da membrana celular de 
mastócitos, eosinófilos, nervos e células epiteliais
As cromonas apresentam ações sobre outras células como 
monócitos, plaquetas, macrófagos, células epiteliais e linfócitos 
T e B.
OMALIZUMABE (Xolair)
É um anticorpo monoclonal humanizado que se liga
seletivamente à imunoglobulina E (IgE), diminuindo assim a
ligação desta aos receptores de alta afinidade na superfície de
mastócitos e basófilos. Isso reduzirá a liberação de mediadores
da resposta alérgica, como por ex., a histamina.
Uso: tratamento de asma de difícil controle
Custo: alto
Efeitos adversos: os mais frequentes – cefaléia e reações no
local de aplicação (subcutânea), mais raramente reações
anafiláticas
Papel do IgE na Resposta Alérgica
A IgE aumenta o número de receptores FcεRI nos mastócitos
célula 
dendrítica
infiltração no tecido
eosinófilo
Plasmócito
IgE
mastócito 
Mediadores
ativam
eosinófilos
efeitos clínicos
linfócito T
alérgeno
linfócito B
efeitos clínicos
… e o omalizumabe bloqueia
essa ligação
mastócito
molécula de IgE
receptor 
FcRI
omalizumabe omalizumabe
FÁRMACOS UTILIZADOS NO TRATAMENTO DA 
TOSSE
•Dextrometorfano - derivado sintético da morfina que 
não apresenta potencial analgésico ou de vício.
•Levopropoxifeno
•Opióides - codeína - pequenas doses de opióides 
ou formas fracas chegam a eliminar a tosse,devido à 
depressão do centro neuronal da mesma, no cérebro.
Os opiáceos são substâncias derivadas da papoula. A 
codeína e a morfina são derivadas do ópio, e a partir 
destas produz-se a heroína.
Histórico do Ópio
• Obtido da planta denominadaPapaver somniferum, por 
incisão da bolsa de sementes após as pétalas terem caído. 
O látex branco, torna-se marrom e endurece. Esta goma 
marrom é o ópio. 
• Utilizado a mais de 6.000 anos, pelos egípcios, gregos e 
romanos.
• Contém cerca de 20 alcalóides, incluindo morfina, 
codeína, tebaína e papaverina.
• Em 1803, Sertürner, farmacêutico alemão isolou o 
principal alcalóide do ópio 
Morfina
Papaver somniferum

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