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universidade de guarulhos
FARMACOLOGIA
andressa ferreira ra 28253771
JENNIFER SOARES RA 28253224
IVAN 28252656
rosemara batista ra 28252000
EXAMES LABORATORIAIS 
APLICADOS À NUTRIÇÃO
Guarulhos, SP
2018
AVALIAÇÃO HEMATOLÓGICAS, BIOQUÍMICAS, 
FEZES, URINA E HORMONAIS.
Como são feitos, porque os nutricionistas precisam pedir esses exames, valores de referências, e quais as orientações que precisamos passar caso haja alterações.
Professora : MIDIÃN
Guarulhos, SP
2018
O nutricionista pode solicitar alguns exames laboratoriais de acordo com a Lei no. 8.234, 17 setembro de 1991 e Resolução No. 306, 25 de fevereiro de 2003 para averiguar a individualidade bioquímica em conjunto com os sinais clínicos e avaliação dietética.
Lei no. 8.234, 17 setembro de 1991 Art. 4o. Atribuem –se, também, aos nutricionistas as seguintes atividades, desde que relacionadas com alimentação e nutrição humanas:
I - elaboração de informes técnico-científicos; 
II – gerenciamento de projetos de desenvolvimento de produtos alimentícios; 
III – assistência e treinamento especializado em alimentação e nutrição; 
IV – controle de qualidade de gêneros e produtos alimentícios; 
V – atuação em marketing na área de alimentação e nutrição; 
VI – estudos e trabalhos experimentais em alimentação e nutrição; 
VII – prescrição de suplementos nutricionais, necessários à complementação da dieta; 
 VIII – SOLICITAÇÃO DE EXAMES LABORATORIAIS NECESSÁRIOS AO ACOMPANHAMENTO DIETOTERÁPICO;
Resolução 306, 25 de Fevereiro de 2003, Critérios sobre as solicitações de exames laboratoriais na área de nutrição clínica, onde: 
Art. 1º: Compete ao nutricionista a solicitação de exames laboratoriais necessários à avaliação, prescrição e a evolução nutricional do paciente; 
Art único II: considerar diagnósticos, laudos e pareceres dos demais membros da equipe multidisciplinar, definindo com estes, sempre que pertinente, outros exames laboratoriais 
Art V: solicitar exames laboratoriais cujos métodos ou técnicas tenham sido aprovados cientificamente;
Alguns cuidados antes de fazer coleta de sangue, de urina e de fezes para análise laboratorial: 
Não interrompa o uso de medicamentos, exceto por orientação médica;
Se estiver doente e os exames não são urgentes, convém aguardar a melhora, pois pode ocorrer interferência em certos exames;
Não fume e não pratique esporte no dia anterior aos exames para não alterar os exames;
Não beba álcool de 3 a 5 dias antes, principalmente se for coletar colesterol e triglicérides;
Na semana que antecede o exame faça a sua alimentação normal do dia-a-dia;
Beber água não quebra o jejum;
Mantenha a ingestão de água normal, sem excessos ou escassez, principalmente quando for coletar urina;
Para coleta de urina, despreze o primeiro jato de urina para “limpar”a uretra e colete o jato médio.
Não é obrigatório coletar a primeira urina da manhã (é o ideal), mas sugere-se que seja colhida a amostra após pelo menos 3 horas sem urinar;
Para qualquer tipo de exame de fezes não é necessário ser a primeira evacuação do dia, nem estar em jejum;
Quando coletar amostras de fezes em casa não ultrapasse 4 dias para levá-las ao laboratório;
Em exames de sangue oculto nas fezes não se deve beber álcool em grande quantidade;
Parasitológico de fezes: 72 horas antes suspenda uso de leite de magnésia, laxantes, medicamentos com bismuto, magnésio, carbonato de cálcio, anti-inflamatórios, antidiarreicos, antibióticos e antiparasitários. Avise o médico ou nutricionista.
Ferro, IgA, cortisol e ACTH devem ser coletados apenas pela manhã;
URINÁLISE
Mais conhecido como exame de urina, é um exame que possui grande utilidade clínica e por causa disso se tornou um procedimento com alta demanda, utilizado geralmente nos exames de triagem. A urinálise nos permite diagnosticar diversas patologia e até mesmo monitorar o progresso das mesmas, nos permitindo acompanhar se o tratamento está sendo eficaz. O exame é capaz de nos dar uma avaliação físico-química, onde na física avaliamos a cor e o aspecto do produto sem a ajuda de nenhum instrumento; na química o processo já é algo diferente, utiliza-se uma fita que em cada ponto reage de uma forma diferente com a urina e adquire uma cor que pode ser comparada com um padrão que vem junto da embalagem.
O exame é dividido em três etapas:
Análise das características gerais da urina, como propriedades físicas, volume, cheiro e coloração;
Pesquisa de elementos anormais (pesquisa química);
Sedimentoscopia, ou seja, exame microscópico da urina.
COLETA DA AMOSTRA
A coleta de urina deve ser feita observando todas as assepsias determinadas para obtenção de um exame correto. Algumas regras são comuns em quase todos os laboratórios de análises clinicas, tais como, fornecer aos pacientes frascos limpos e secos para a coleta da amostra, dando-se preferência à utilização de frascos descartáveis e, no caso de crianças, coletores de plásticos com adesivos, observando que os mesmos devem ser trocados a cada meia hora após a abertura.
Após a coleta, o recipiente de amostra deve ser entregue no prazo mínimo de uma hora e no máximo de 6 horas. Quando a amostra não puder ser analisada dentro deste prazo, deve ser refrigerada.
PRIMEIRA ETAPA: AVALIAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS GERAIS DA URINA
Propriedades: a urina possui um aspecto transparente a clara. Ela torna-se turva quando seus constituintes solúveis se tornam insolúveis, devido a mudança do pH, temperatura e saturação.
Volume: não existe um valor normal para o volume da urina. Geralmente a quantidade de urina é maior durante o dia e a noite é reduzida. O volume excretado varia muito com a alimentação, exercício físico, ingestão de líquidos e temperatura.
Odor: A urina possui um cheiro característico e normal denominado Suis Generis (S.G.). É muito comum encontrar em urinas de pacientes diabéticos um cheiro de frutas.
Cor: a cor da urina é variável podendo ser:
Amarelo pálido; urina diluída: (diabetes, consumo excessivo);
 Amarelo; urina normal
 As urinas patológicas são geralmente avermelhadas:
 Âmbar; urina concentrada, pigmentos de bilirrubina.
Marrom; Bilirrubina, hemoglobina e metahemoglobina;
Verde; Bilirrubina oxidada, azul de metileno, medicações. 
Vermelho/ Rosa; porfirinas, mioglobina, hemoglobina, medicações;
Preta; Melanina e ácido homogentísico
 Ao ingerir alguns medicamentos, estes podem contribuir na coloração da urina, tornando-a alaranjada, azul ou um tipo de amarelo brilhante.
SEGUNDA ETAPA: PESQUISA QUÍMICA
Utiliza-se uma fita (tira de plástico) que possui áreas de papeis impregnados com reagentes especiais que irão reagir com a urina, permitindo assim uma análise de modo mais rápido e mais sensível. Constitui um método colorimétrico e comparativo. Suas principais funções são: triagem de exames bioquímicos e de emergência, e controle de indivíduos diabéticos.
As avaliações realizadas por essas fitas são do tipo qualitativas e avaliam os seguintes itens:
Densidade: Valor Referência: 1,015 a 1,025
pH: Valores de referência: 5,0 a 6,0 (pH ácido)
Proteinúria: Sensibilidade: 5 a 20mg de albumina/dL. 
 Valor de referência: 30 mg/dL.
Proteína, sensiprot: Metodologia: Vermelho de Pirogalol 
 Sensibilidade: 0,2 mg de proteína 
 Linearidade: 100mg/dL 
 Valor de referência: < 30mg/dL de Urina
Glicosúria: Sensibilidade: 50 mg/dL urina. 
 Valor de referência: 0,0 mg/dL.
Corpos cetônicos: Sensibilidade: de 5 a 10 mg/dL urina de ácido acetoacético, reage também com acetona, mas não reage com o ácido beta hidroxibutírico. É um método qualitativo apenas para triagem. 
Valor de referência: Negativo.
Bilirrubina: Sensibilidade: 0,5 mg de bilirrubina/dL urina. 
Valor de referência: Negativo
Urobilinogênio: Valor de referência: ≤1,0 mg/dL ou Normal
Sangue: Valor de referência: Negativo
Nitrito: Valor de referência: Negativo
Leucócito: Valor de referência: Negativo
Ácido ascórbico: Valor de referência:Negativo
TERCEIRA ETAPA: SEDIMENTOSCOPIA
Sua finalidade é detectar e identificar elementos como hemácias, leucócitos, cilindros, células epiteliais, bactérias, leveduras, parasitas, muco, espermatozoides, cristais, etc. 
Essa observação microscópica fornece informações diferentes das situações do organismo, como: metabolismo dos açúcares, função hepática e função renal. 
EPF (Exame Parasitólogico de Fezes)
O exame de fezes tem o objetivo de pesquisar a presença de vermes parasitas no organismo; 	
É utilizado para identificação de diversas infestações parasitárias, ovos ou larvas de helmintos e de cistos de protozoários.
COMPOSIÇÃO DAS FEZES
As fezes são constituídas por 75% de água. O componente sólido é uma mistura de fibras, bactérias fecais, células intestinais e muco.
A Escala de Bristol é uma ferramenta que facilita a “leitura” do trânsito intestinal, dividindo as fezes em sete classes ou tipos, de acordo com a sua forma e consistência. As fezes do tipo três, quatro e cinco são consideradas ideais, pois ultrapassam o esfíncter anal sem esforço ou trauma. 
COLETA DA AMOSTRA
(03) amostras colhidas em dias diferentes, para isso o laboratório fornece um frasco com o MIF (Merthiolate-Iodo-Formol) na dosagem correta, que serve para coletar as amostras e acondiciona-las o tempo necessário. 
Tamanho referente a meia colher de sopa é suficiente.
Tipos:
Formato:
 
- Cocô em bolinhas: indica falta de fibras e líquidos. 
- Cocô comprido, cilíndrico e com rachaduras: indica que as fezes permaneceram muito tempo no cólon. Além disso, é necessário consumir mais água e frutas. 
- Cocô comprido e com algumas rachaduras na superfície: considerado normal, mas pode indicar princípio de desregulação nos processos intestinais. Beba mais água.
- Cocô comprido, macio e em formato cilíndrico: tipo de fezes ideal. Indica bom transito intestinal. 
- Cocô com gotas macias e divididas: aponta carência nutricional e desidratação. Coma mais legumes cozidos, grãos, aveias e frutas. 
- Cocô totalmente líquido: indica diarreia. Beba bastante líquido, evite alimentos gordurosos e fique de repouso. 
Cores: 
- Verde: a causa comum é diarreia. O consumo recente de antibióticos, ingestão de alimentos e bebidas verdes ou ingestão de ferro também pode deixar as fezes nessa cor. Comum em bebês que só se alimentam de leite materno. 
- Preta: Sangramento no trato gastrointestinal alto – esôfago, estomago ou duodeno. Pode indicar também consumo de medicamentos ou suplementos de ferro. 
- Amarelo: infecção intestinal, má digestão, doença celíaca ou em decorrência de alimentação rica em gordura. 
- Branca ou clara: podem indicam sinais de doenças como hepatite, cistos hepáticos ou cirrose. 
- Vermelha (com sangue): indica doenças com sangramentos ativo mais comumente do trato intestinal baixo que podem incluir: hemorroidas, divertículos, colite e tumores. 
- Cor saudável: o ideal é que seja marrom, ainda que existam diversas variações e tons que também pode ser saudáveis como verde e amarelo. 
EXAMES BIOQUÍMICOS/ HORMONAIS
Os exames bioquímicos tem como objetivo medir o estado nutricional e são usados para detectar deficiências subclínicas e para confirmação diagnóstica.
Seu critério de vantagem é possibilitar seguimento de intervenções nutricionais ao longo do tempo. Suas desvantagens limitam o uso desses indicadores na avaliação do estado nutricional como: utilização de alguns medicamentos, presença de estresse, condições ambientais, inflamação, estado fisiológico ou injúria.
A princípio sua interpretação deve ser feita com cautela, particularmente em doenças hepáticas, renal e câncer. Dentro disso é importante ressalta-se que dosagens sanguíneas de componentes nutricionais específicos como (cálcio vitaminas, ferro, etc) apresentam indicação específica e não são consideráveis métodos convencionais.
a) Albumina Sérica: é frequentemente definida como um indicador de estado nutricional. No entanto, hipoalbuminemia pode refletir reação de fase aguda mediada por citocinas durante um evento inflamatório.
Tanto desnutrição, como hipoalbuminemia são achados relevantes na doença de Crohn.
O uso dos parâmetros bioquímicos para avaliar o estado nutricional de um indivíduo, de forma isolada, não é recomendado, pois também se correlacionam com a(s) doença(s) e podem gerar confusão no momento do diagnóstico nutricional. Portanto, devem ser usados em conjunto com os parâmetros antropométricos e de consumo alimentar para auxiliarem no diagnóstico e monitoramento nutricional.
	
	NORMAL
	DEPLEÇÃO LEVE
	DEPLEÇÃO MODERADA
	DEPLEÇÃO GRAVE
	ALBUMINA
	4 á 6
	2,8 á 3,5
	2,1 á 2,7
	< 2,1
b) Contagem Total de Linfócitos ou Linfocitometria: avalia a competência imunológica, indicando as condições de defesa celular do organismo. À medida que a desnutrição progride a imunidade celular e humoral decresce. A utilização deste teste deve ser avaliada com critério, pois há situações patológicas crônicas, e mesmo agudas (câncer, doença renal, etc) que levam à deficiência imunológica a despeito da condição nutricional.
CTL = % linfócitos x leucócitos/100
Resultados (referência) - Depleção Leve: 1.200-2.000/ mm3
Depleção Moderada: 800-1.199/mm3
Depleção Grave: < 800/mm3 
c) Índice Creatinina-Altura (ICA): é um método que avalia a massa muscular corporal, baseando-se no fato de que 98% da creatinina estão localizadas nos músculos (ACUÑA; CRUZ, 2004). É calculada a partir da dosagem da creatinina na urina de 24 horas (deve ser rigorosamente coletada), portanto fica impossibilitada sua realização em pacientes com insuficiência renal ou em uso de diuréticos.
	ICA(%) = creatinina urinária 24 horas (mg)/creatinina urinária ideal (mg) x 100
	%ICA
	Classificação nutricional
	>90%
	Normal
	80-90%
	Desnutrição Leve
	60-80%
	Desnutrição Moderada
	<60%
	Desnutrição Grave
FONTE: Blackburn, 1979 apud Kamimura et al., 2002.
d) Colesterol Sérico: valores de colesterol sérico abaixo de 150mg/dL têm sido apontados como um importante índice prognóstico em desnutrição, com detecção de aumento da mortalidade e tempo de permanência hospitalar. Níveis elevados são fatores de risco para doenças cardiovasculares. Existem vários outros exames bioquímicos que podem ser utilizados na identificação do estado nutricional de indivíduos hospitalizados, entretanto, na rotina diária os exames acima citados fazem parte da rotina de pedidos médicos de exames, ficando a critério do nutricionista e do médico a realização de outros exames para auxiliar na determinação do diagnóstico nutricional.
Algumas considerações finais são necessárias para complementar todo o exposto anteriormente:
- A avaliação do estado nutricional de um indivíduo engloba vários métodos e técnicas que precisam ser revisados e treinados para seu aperfeiçoamento, a fim de garantir boa acurácia na tomada das medidas.
- Os equipamentos usados para obtenção das medidas passam por manutenção constante e devem ser bem manuseados para evitar descalibração.
- Os diferentes grupos etários (crianças, adolescentes, adultos, idosos, gestantes, etc) têm diferentes padrões.
- Os indicadores a serem padronizados pela instituição hospitalar devem ser escolhidos com relação à disponibilidade financeira, material e humana, procurando-se selecionar indicadores de diferentes abrangências (antropométricos, bioquímicos, etc).
- Para maior fidedignidade das informações o indivíduo responsável pela obtenção dos dados deve ser adequadamente treinado e constantemente capacitado.
- A avaliação nutricional deve ser feita com periodicidade definida em curto intervalo de tempo. Para adultos: controle antropométrico 2-3 vezes/semana e bioquímicos na admissão e alta; para crianças: controle antropométrico semanal (com exceção do peso que deve ser diário) e bioquímico com maior frequência que adultos.
- A avaliação do estado nutricional, qualquer que seja o método e o grupo etário ou situação deinjúria, deve ser realizada no máximo até 48 horas da admissão hospitalar.
Além dos exames laboratoriais comuns, temos o conjunto de exames hormonais onde também podem ser pedidos pelo nutricionista,
Solicitar exames é muito importante e útil no fechamento do diagnóstico nutricional do paciente. Porém, lembre-se que compete ao nutricionista inteira responsabilidade sobre as justificativas técnicas para tais solicitações, bem como sobre a leitura e interpretação dos resultados que estes exames oferecem.
Ao Nutricionista, cabe ressaltar que o diagnóstico de doenças só deve ser feito por um médico! Os exames solicitados por você devem ser limitados à monitorização dietoterápica. Caso o mesmo encontre algum tipo de alteração quanto aos valores normais de algum exame, peça ao paciente que marque consulta com um médico.
 Dentre esses exames temos:
Exames laboratoriais utilizados em desnutrição proteica: hemograma completo, proteínas totais, proteína ligadora de retinol, índice de creatinina-altura (ICA)
Exames bioquímicos para avaliação e acompanhamento de doenças cardiovasculares:triglicérides, colesterol total, HDL, LDL, VLDL, apoliproteína A, apolipoproteína B, índice de Castelli I, índice de Castelli II
Exames utilizados para acompanhamento de doenças endócrinas: glicemia, teste oral de tolerância à glicose, insulina, peptídeo C, hemoglobina glicada
Exames para avaliação da tireoide: tiroxina (total e livre), triiodotironina, globulina ligadora de tiroxina (TGB), hormônio estimulador da tireóide (TSH)
Exames utilizados para acompanhamento de doenças renais: gasometria, uréia, creatinina, sódio, cálcio (total e iônico), potássio sérico, fósforo sérico, magnésio sérico, ácido úrico, oxalato, citrato, proteína, filtração glomerular
Exames laboratoriais para acompanhamento de doenças hepáticas: alanina aminotransferase (ALT); aspartato aminotransferase (AST), gama glutamiltransferase (GGT), bilirrubina
Exames laboratoriais para acompanhamento de anemia: ferro, transferrina, ferritina, capacidade total de ligação do ferro
Acompanhamento laboratorial de carências específicas advindas de cirurgia bariátrica e/ou outras desordens: vitamina B12, ácido fólico, cálcio total, cálcio iônico, ferro, zinco, sódio, fósforo, selênio, cloro, vitamina A, vitamina C, vitamina E, vitamina K, vitamina B6, vitamina B2, vitamina D3
Outros hormônios: ACTH, ADH, calcitonina, cortisol, FSH, GH, progesterona, prolactina, testosterona
Outros exames: amilase, amônia, beta HCG, ceruloplasmina, frutosamina, gastrina, leptina, lipase, oxalato, tempo de protrombina.

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