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GDF \u2013 SEE \u2013 CEPROF \u2013 CRET \u2013 CEP \u2013 ETB
Curso Técnico em Telecomunicações
PROTOCOLOS DE RASTREAMENTO
Autores: 
Professor:
BRASÍLIA-DF
2018
Escola Técnica de Brasília
GDF \u2013 SEE \u2013 CEPROF \u2013 CRET \u2013 CEP \u2013 ETB
Curso Técnico em Telecomunicações
PROTOCOLOS DE RASTREAMENTO
Projeto de pesquisa ao curso Técnico em Telecomunicações da Escola técnica de Brasília, a ser utilizado como diretriz para o trabalho final da matéria.
Prof. Airton Junior
BRASÍLIA-DF
DEZEMBRO/2018
INTRODUÇÃO
Um protocolo de roteamento especifica como roteadores se comunicam uns com os outros, a distribuição de informações que permite selecionar rotas entre quaisquer dois nós em uma rede de computadores. Algoritmos de roteamento determinam a escolha específica da rota. Cada roteador tem um prévio conhecimento somente das redes ligadas diretamente ao mesmo. Um protocolo de roteamento compartilha estas informações entre os vizinhos imediatos, e, em seguida, em toda a rede. Desta forma, os roteadores adquirem conhecimento sobre a topologia da rede. As características específicas dos protocolos de roteamento incluem a forma pela qual eles evitam loops de roteamento, a forma que eles selecionam as rotas preferenciais, usando informações sobre custos de saltos, o tempo necessário para alcançar a convergência de roteamento, sua escalabilidade, e de outros fatores.
O presente trabalho traça uma metodologia descritiva, dividindo subitens para exposição escrita do tema escolhido. São eles: Protocolos de Roteamento Internos, RIP OSPF, EIGRP, BGP (Protocolos de Rastreamento Externos).
Palavras chave: Protocolo, Roteamento, Rede, Computadores 
Protocolos de Roteamento Internos
A Internet é uma coleção de redes interconectadas, e os pontos de ligação são os Roteadores. Estes, por sua vez, estão organizados de forma hierárquica, onde alguns Roteadores são utilizados apenas para trocar dados entre grupos de redes controlados pela mesma autoridade administrativa; enquanto outros roteadores fazem também a comunicação entre as autoridades administrativas. A entidade que controla e administra um grupo de redes e roteadores chama-se Sistema Autônomo [RFC 1930]. 
 
Roteamento e seus componentes
O Roteamento é a principal forma utilizada na Internet para a entrega de pacotes de dados entre hosts (equipamentos de rede de uma forma geral, incluindo computadores, roteadores etc.). O modelo de roteamento utilizado é o do salto-por-salto (hop-by-hop), onde cada roteador que recebe um pacote de dados, abre-o, verifica o endereço de destino no cabeçalho IP, calcula o próximo salto que vai deixar o pacote um passo mais próximo de seu destino e entrega o pacote neste próximo salto. Este processo se repete e assim segue até a entrega do pacote ao seu destinatário. No entanto, para que este funcione, são necessários dois elementos: tabelas de roteamento e protocolos de roteamento.
Roteamento Interno
Os roteadores utilizados para trocar informações dentro de Sistemas Autônomos são chamados roteadores internos (interior routers) e podem utilizar uma variedade de protocolos de roteamento interno (Interior Gateway Protocols - IGPs). Dentre eles estão: RIP
RIP (ROUTING INFORMATION PROTOCOL)
O protocolo RIP utiliza o conceito broadcast, desta forma um roteador envia sua tabela para todos os seus vizinhos em intervalos predefinidos de tempo (geralmente 30 segundos). Estas mensagens fazem com que os roteadores vizinhos atualizem suas tabelas e que por sua vez serão enviadas aos seus respectivos.
O protocolo RIP facilita a troca de informações de roteamento numa rede Netware. Os roteadores Netwate utilizam o protocolo RIP para criar e manter uma base de dados com informações de roteamento (comumente denominado Tabela de Roteamento). Da mesma forma que o IPX, o RIP foi derivado do XNS. Entretanto, um campo foi adicionado a estrutura do pacote para implementar um critério de decisão que permitisse selecionar a rota mais rápida para chegar até um nodo destino. Esta troca proíbe a integração do RIP da Netware com outras implementações XNS.
A estrutura do pacote RIP permite a troca das seguintes informações:
- Workstations podem localizar a rota mais rápida para um determinado segmento da rede através de um broadcasting de uma requisição para os roteadores
- Roteadores podem requisitar informações de roteamento para outros roteadores através do broadcasting de uma requisição, atualizando desta forma suas tabelas internas
- Roteadores podem responder as requisições realizadas por workstations e outros roteadores
- Roteadores podem realizar periódicos broadcastings para terem certeza que todos outros roteadores estão cientes da configuração da rede
- Roteadores podem realizar broadcastings sempre que detectarem alterações na configuração da rede.
OPERAÇÕES RIP
Os pacotes RIP podem transportar requisições ou respostas, dependendo do conteúdo do campo operação. Se o pacote RIP é uma requisição de informações (campo operação = 1), somente o campo número de rede (interno ao campo "Entrada na rede") possui significado. Entretanto, os campos números de saltos e números de sinais devem ser incluídos para cada entrada na rede do pacote. Os valores atribuídos numa requisição para os campos de número de saltos e sinais são irrelevantes.
Os pacotes RIP de respostas (campo operação = 2) podem ser de dois tipos:
- Uma resposta para uma requisição genérica ou específica oriunda de um roteador ou de uma workstation.
- Um broadcast informativo realizado por um roteador. Estes broadcasts informativos ocorrem quando um roteador é inicializado, desativado ou quando um roteador detecta alguma alteração na configuração da rede. Os roteadores realizam periódicamente um broadcast de pacotes RIP informativos contendo todas informações de roteamento conhecidas pelo roteador.
Características da estabilidade do RIP
O RIP impede que os enlaces do roteamento continuem transmitindo infinitamente, a fim de evitar loops na rede. Para tal, o protocolo possui um limite no número dos hops permitidos em um trajeto da fonte ao destino. O número máximo dos hops em um trajeto é 15. Se um roteador receber uma atualização do roteamento que contenha uma entrada nova ou mudada, e se aumentar o valor métrico por 1 pode resultar em loop, o destino da rede será então considerado inalcançável. O ponto fraco desta característica da estabilidade é que limita o número de saltos máximos de uma rede RIP para 16 hops. O RIP inclui inúmeras outras características de estabilidade que são comuns a muitos protocolos do roteamento.
OSPF
O OSPF \u2013 Open Shortest Path First, é um protocolo de roteamento dinâmico, criado pelo IETF e que utiliza o algoritmo SPF \u2013 Shortest Path First, também conhecido como Dijkstra, nome de seu criador.
Ele é do tipo link state, e assim, ao invés de manter uma tabela com todas as rotas aprendidas, ele mantém uma tabela com o estado de todos os links de sua área. A partir daí ele consegue calcular o melhor caminho para cada rede.
O OSPF é o protocolo de roteamento interno (IGP) mais utilizado, por não ser proprietário e também por sua escalabilidade e robustez. Ele é mais pesado do que o RIP e o EIGRP, mas isso não é grande problema atualmente, considerando-se poder de processamento dos equipamentos existentes.
Itens básicos (mas relevantes) do OSPF
Áreas
Adicionam hierarquia e aumentam a escalabilidade da rede.
Cada área é um LSA Flooding Domain. Mudanças em uma área nem sempre requerem recálculo SPF fora desta área.
Todos os roteadores em uma área têm a mesma visão da topologia.
Roteamento entre áreas é semelhante ao feito por protocolos Distance Vector.
Área 0 (backbone) é usada para sumarizar informações entre áreas. E tráfego entre áreas precisa passar pela área 0.
As áreas precisam ser contíguas.
Outras áreas (sem ser 0) são chamadas non backbone area.
Tipos de Roteadores
Backbone