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Comparativo Novo CPC vs. Antigo CPC

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O quadro comparativo foi elaborado com base em informações colhidas nas versões dos projetos disponíveis 
no site do Senado Federal e nos textos das Leis 5.869/1973 e 13.105/2015 disponíveis no site da Presidência da República. Sugestões 
poderão ser enviadas para novocpc@medina.adv.br. 
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CPC/2015 CPC/1973 
§ 2° Os atos concertados entre os juízes cooperantes 
poderão consistir, além de outros, no estabelecimento 
de procedimento para: 
 
I – a prática de citação, intimação ou notificação de 
ato; 
 
II – a obtenção e apresentação de provas e a coleta de 
depoimentos; 
 
III – a efetivação de tutela provisória; 
IV – a efetivação de medidas e providências para 
recuperação e preservação de empresas; 
 
V – a facilitação de habilitação de créditos na falência 
e na recuperação judicial; 
 
VI – a centralização de processos repetitivos; 
VII – a execução de decisão jurisdicional. 
§ 3º O pedido de cooperação judiciária pode ser 
realizado entre órgãos jurisdicionais de diferentes ramos 
do Poder Judiciário. 
 
LIVRO III 
DOS SUJEITOS DO PROCESSO 
TÍTULO I TÍTULO II 
DAS PARTES E DOS PROCURADORES DAS PARTES E DOS PROCURADORES 
CAPÍTULO I CAPÍTULO I 
DA CAPACIDADE PROCESSUAL DA CAPACIDADE PROCESSUAL 
Art. 70. Toda pessoa que se encontre no exercício de 
seus direitos tem capacidade para estar em juízo. 
Art. 7º Toda pessoa que se acha no exercício dos seus 
direitos tem capacidade para estar em juízo. 
Art. 71. O incapaz será representado ou assistido por 
seus pais, por tutor ou por curador, na forma da lei. 
Art. 8º Os incapazes serão representados ou assistidos 
por seus pais, tutores ou curadores, na forma da lei civil. 
Art. 72. O juiz nomeará curador especial ao: Art. 9º O juiz dará curador especial: 
I – incapaz, se não tiver representante legal ou se os 
interesses deste colidirem com os daquele, enquanto 
durar a incapacidade; 
I - ao incapaz, se não tiver representante legal, ou se os 
interesses deste colidirem com os daquele; 
II – réu preso revel, bem como ao réu revel citado por 
edital ou com hora certa, enquanto não for constituído 
advogado. 
II - ao réu preso, bem como ao revel citado por edital 
ou com hora certa. 
Parágrafo único. A curatela especial será exercida pela 
Defensoria Pública, nos termos da lei. 
Parágrafo único. Nas comarcas onde houver 
representante judicial de incapazes ou de ausentes, a 
este competirá a função de curador especial. 
Art. 73. O cônjuge necessitará do consentimento do 
outro para propor ação que verse sobre direito real 
imobiliário, salvo quando casados sob o regime de 
separação absoluta de bens. 
Art. 10. O cônjuge somente necessitará do 
consentimento do outro para propor ações que versem 
sobre direitos reais imobiliários. 
§ 1º Ambos os cônjuges serão necessariamente citados 
para a ação: 
§ 1º Ambos os cônjuges serão necessariamente citados 
para as ações: 
I – que verse sobre direito real imobiliário, salvo quando 
casados sob o regime de separação absoluta de bens; 
I - que versem sobre direitos reais imobiliários; 
II – resultante de fato que diga respeito a ambos os 
cônjuges ou de ato praticado por eles; 
II - resultantes de fatos que digam respeito a ambos os 
cônjuges ou de atos praticados por eles; 
III – fundada em dívida contraída por um dos cônjuges 
a bem da família; 
III - fundadas em dívidas contraídas pelo marido a bem 
da família, mas cuja execução tenha de recair sobre o 
produto do trabalho da mulher ou os seus bens 
reservados; 
IV – que tenha por objeto o reconhecimento, a 
constituição ou a extinção de ônus sobre imóvel de um 
ou de ambos os cônjuges. 
IV - que tenham por objeto o reconhecimento, a 
constituição ou a extinção de ônus sobre imóveis de um 
ou de ambos os cônjuges. 
§ 2º Nas ações possessórias, a participação do cônjuge 
do autor ou do réu somente é indispensável nas 
hipóteses de composse ou de ato por ambos praticado. 
§ 2º Nas ações possessórias, a participação do cônjuge 
do autor ou do réu somente é indispensável nos casos 
de composse ou de ato por ambos praticados. 
§ 3º Aplica-se o disposto neste artigo à união estável 
comprovada nos autos. 
 
Art. 74. O consentimento previsto no art. 73 pode ser 
suprido judicialmente quando for negado por um dos 
cônjuges sem justo motivo, ou quando lhe seja 
impossível concedê-lo. 
Art. 11. A autorização do marido e a outorga da mulher 
podem suprir-se judicialmente, quando um cônjuge a 
recuse ao outro sem justo motivo, ou lhe seja impossível 
dá-la. 
 
Quadro comparativo elaborado pela grupo de pesquisa do Prof. José Miguel Garcia Medina. 4.a versão (10.04.2015). É permitida a 
distribuição ou reprodução, total ou parcial, do presente trabalho, desde que a título gratuito e citada a fonte, sendo vedada sua 
comercialização. O quadro comparativo foi elaborado com base em informações colhidas nas versões dos projetos disponíveis 
no site do Senado Federal e nos textos das Leis 5.869/1973 e 13.105/2015 disponíveis no site da Presidência da República. Sugestões 
poderão ser enviadas para novocpc@medina.adv.br. 
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CPC/2015 CPC/1973 
Parágrafo único. A falta de consentimento, quando 
necessário e não suprido pelo juiz, invalida o processo. 
Parágrafo único. A falta, não suprida pelo juiz, da 
autorização ou da outorga, quando necessária, 
invalida o processo. 
Art. 75. Serão representados em juízo, ativa e 
passivamente: 
Art. 12. Serão representados em juízo, ativa e 
passivamente: 
I – a União, pela Advocacia-Geral da União, 
diretamente ou mediante órgão vinculado; os Estados e 
o Distrito Federal, por seus procuradores; 
I - a União, os Estados, o Distrito Federal e os Territórios, 
por seus procuradores; 
II – o Estado e o Distrito Federal, por seus procuradores; 
III – o Município, por seu prefeito ou procurador; II - o Município, por seu Prefeito ou procurador; 
IV – a autarquia e a fundação de direito público, por 
quem a lei do ente federado designar 
 
V – a massa falida, pelo administrador judicial; III - a massa falida, pelo síndico; 
VI – a herança jacente ou vacante, por seu curador; IV - a herança jacente ou vacante, por seu curador; 
VII – o espólio, pelo inventariante; 
 
V - o espólio, pelo inventariante; 
VIII – a pessoa jurídica, por quem os respectivos atos 
constitutivos designarem ou, não havendo essa 
designação, por seus diretores; 
VI - as pessoas jurídicas, por quem os respectivos 
estatutos designarem, ou, não os designando, por seus 
diretores; 
IX – a sociedade e a associação irregulares e outros 
entes organizados sem personalidade jurídica, pela 
pessoa a quem couber a administração de seus bens; 
 
VII - as sociedades sem personalidade jurídica, pela 
pessoa a quem couber a administração dos seus bens; 
X – a pessoa jurídica estrangeira, pelo gerente, 
representante ou administrador de sua filial, agência ou 
sucursal aberta ou instalada no Brasil; 
VIII - a pessoa jurídica estrangeira, pelo gerente, 
representante ou administrador de sua filial, agência ou 
sucursal aberta ou instalada no Brasil (art. 88, parágrafo 
único); 
XI – o condomínio, pelo administrador ou síndico. IX - o condomínio, pelo administrador ou pelo síndico. 
§ 1º Quando o inventariante for dativo, os sucessores do 
falecido serão intimados no processo no qual o espólio 
seja parte. 
§ 1º Quando o inventariante for dativo, todos os 
herdeiros e sucessores do falecido serão autores ou réus 
nas ações em que o espólio for parte. 
§ 2º A sociedade ou associação sem personalidade 
jurídica não poderá opor a irregularidade de sua 
constituição quando demandada. 
§ 2º - As sociedades sem personalidade jurídica,