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Pós-Graduação Lato Sensu 
MBA em Auditoria hospitalar 
 EaD 
 Abril/2018 
Projeto Pedagógico de Curso 
1 
 
 
1
Sumário 
1. Nome do Curso e Área do Conhecimento ...................................................................................... 2 
2. Características Técnicas do Curso ................................................................................................... 2 
3. Público Alvo ..................................................................................................................................... 2 
4. Critérios de Seleção ........................................................................................................................ 2 
5. Justificativa do Curso ...................................................................................................................... 3 
6. Objetivos do Curso .......................................................................................................................... 3 
7. Metodologia de Ensino e Aprendizagem ........................................................................................ 4 
8. Estágio Não Obrigatório .................................................................................................................. 5 
9. Matriz Curricular ............................................................................................................................. 7 
10. Carga Horária .............................................................................................................................. 7 
11. Conteúdo programático .............................................................................................................. 7 
12. Infraestrutura Física e Pedagógica ............................................................................................ 32 
 
 
 
2 
 
 
2
1. Nome do Curso e Área do Conhecimento 
Nome do Curso: MBA em Auditoria hospitalar 
Grande Área: Ciências da Saúde (40000001) 
Área do Conhecimento: Multidisciplinar (9.00.00.00-5) 
Área do Conhecimento (CAPES): Interdisciplinar (9.01.00.00-0) 
Classificação OCDE: 3 - Ciências Sociais, Negócios e Direito 
 
2. Características Técnicas do Curso 
Modalidade: Educação a Distância 
Número máximo de vagas por Polo/Unidade: 100 alunos 
Período de Oferecimento: O curso possui entrada intermitente, com duração de 10 meses. 
Limitações legais 
Resolução CNE/CES Nº 1, de 06 de abril de 2018, que estabelece normas para o funcionamento de 
cursos de pós-graduação lato sensu. 
O candidato deverá ser graduado com diploma devidamente registrado segundo as normas 
estabelecidas pelo MEC. 
3. Público Alvo 
O curso destina-se aos profissionais graduados em cursos de Saúde ou Administração que buscam 
aperfeiçoamento dos seus conhecimentos diante das exigências do atual mercado de trabalho, 
e/ou que atuam ou pretendem atuar na área de Auditoria Hospitalar. 
4. Critérios de Seleção 
O ingresso na pós-graduação será realizado por meio de processo seletivo descrito em Edital 
(inscrição, seleção e matrícula). 
3 
 
 
3
5. Justificativa do Curso 
A auditoria se consolida nas últimas décadas não apenas com a finalidade de fiscalizar e encontrar 
erros, mas sim, estudá-los cuidadosa e sistematicamente, normatizar e regularizar o serviço com o 
objetivo de alcançar melhor qualidade no atendimento, redução de custos e, em determinados 
serviços, aumentar a rentabilidade da instituição. Além disso, tem o papel de auxiliar a prevenção 
de desperdícios e monitorar e avaliar a assistência prestada aos clientes/pacientes. O hospital é 
conceituado pelo Ministério da Saúde como “organização médica e social, com função de 
proporcionar à população assistência médica integral, curativa e preventiva...”. O hospital está 
constantemente em processo de planejamento, orientada pelos seus princípios e diretrizes, 
traçando assim suas estratégias pela busca de solução dos problemas de saúde da população. 
O curso MBA de Auditoria Hospitalar visa capacitar os profissionais de saúde e administração para 
atuarem na auditoria das contas hospitalares seguindo os princípios inerentes à responsabilidade 
desta ocupação e legislação vigente. 
Desta forma, este curso justifica-se frente à necessidade de formar profissionais capacitados para 
atuarem em Auditoria Hospitalar, não somente na perspectiva de gerenciamento de custos, mas na 
gestão do conhecimento e utilização de ferramentas, técnicas e indicadores que o capacitarão a 
realizar a auditoria em padrões de excelência nacionais e internacionais. 
6. Objetivos do Curso 
6.1. Objetivos Gerais 
• Capacitar profissionais das áreas de Saúde e Administração para atuação na área de 
Auditoria Hospitalar. 
6.2. Objetivos Específicos 
• Aprofundar o conhecimento na área da Auditoria Hospitalar, considerando desde a 
legislação vigente às suas ferramentas de gestão, como técnicas de auditoria e indicadores, 
diagnóstico, gestão de problemas, tecnologias e inovações em saúde; 
• Capacitar profissionais graduados em Saúde e Administração na compreensão e prática dos 
princípios da auditoria de qualidade, seguindo diretrizes nacionais e internacionais; 
• Capacitar estes profissionais para desenvolver e atualizar o conhecimento ético e crítico 
baseado nas pesquisas científicas envolvidas com a Auditoria Hospitalar; 
• Desenvolver o interesse pela pesquisa dentro da área de Auditoria Hospitalar. 
 
4 
 
 
4
7. Metodologia de Ensino e Aprendizagem 
O desenvolvimento das disciplinas do curso se dará no ambiente virtual, onde o aluno cumprirá 40 
horas por disciplina. 
No ambiente virtual o aluno encontrará o conteúdo das disciplinas, organizado em 4 ou 8 aulas. 
Para cada um deles, o aluno realizará um conjunto de atividades: 
 Leitura de textos de fundamentação teórica. 
 Acesso às videoaulas. 
 Aprofundamento dos seus conhecimentos, acessando elementos extratextuais. 
 Realização de questões de autoestudo, para verificação de seu desempenho. 
Um tutor apoiará as atividades realizadas no ambiente virtual, atendendo o aluno nas suas dúvidas, 
por meio de ferramentas de comunicação. 
Avaliação do Desempenho do Aluno 
O aluno deverá realizar as atividades propostas no ambiente virtual. A realização das atividades irá 
compor sua frequência no curso, que será considerada para a sua aprovação 
Ele, também, deverá se submeter a uma prova presencial (1ª chamada) por disciplina e ao seu 
desempenho será atribuída uma nota. Essa prova presencial será agendada pelo aluno, respeitando 
o prazo de até 8 (oito) dias após a data fim da última disciplina de seu curso. 
As notas devem ser expressas no intervalo de 0 (zero) a 10 (dez). 
A média final do aluno na disciplina será calculada pela nota obtida nas atividades a distância, com 
peso 4 (quatro), e pela nota obtida na prova realizada presencialmente, com peso 6 (seis). 
Para a aprovação na disciplina, o aluno deverá obter nota igual ou superior a 7,0 (sete) e frequência 
de, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento), computada pelo acesso ao ambiente virtual. 
Se o aluno perder a 1ª chamada de Prova Presencial, poderá requerer, via sistema ou no polo de 
apoio, a 2ª chamada da prova, no prazo máximo de até 7 (sete) dias corridos, a contar da data da 
realização da atividade em questão. 
O aluno que obtiver média inferior a 7,0 (sete) terá direito à Avaliação Substitutiva, sendo: 
• Disciplinas Específicas: mediante a solicitação de requerimento até 60 (sessenta) dias após 
a data fim do curso, e substituirá a média do aluno. Ressalta-se que só terá direito à 
realização da Avaliação Substitutiva o aluno querealizar a Prova de 1ª ou 2ª chamadas. A 
avaliação substitutiva será realizada no ambiente virtual, sendo que o aluno terá uma única 
tentativa e um prazo de até 7 (sete) dias, após a compensação do boleto, para realizar a 
avaliação. 
• Disciplina Metodologia da Pesquisa Científica: mediante a solicitação de requerimento, até 
8 (oito) dias após a data fim da disciplina, a nota obtida substituirá a média do aluno. A 
avaliação substitutiva será realizada no ambiente virtual, sendo que o aluno terá uma única 
tentativa e um prazo de até 7 (sete) dias, após a compensação do boleto, para realizar a 
avaliação. 
5 
 
 
5
O aluno que não realizou a Avaliação de 1ª e 2ª chamadas ou não obteve média igual ou superior a 
7,0, após realizar a Avaliação Substitutiva, terá direito ao Programa de Dependência e Recuperação 
– PDR, mediante a solicitação de requerimento até o período de duração do curso X 2 (dois) menos 
90 dias. O PDR será realizado no ambiente virtual, sendo que o aluno terá acesso ao conteúdo da 
disciplina e realizará uma AV, e a nota obtida substituirá a média do aluno. 
Para a obtenção do Certificado de Pós-graduação Lato Sensu – especialização, o aluno deverá 
cumprir todas condições seguintes: 
 Frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) em todas as disciplinas; 
 Nota igual ou superior a 7,0 (sete) em todas as disciplinas; 
Certificação 
O Certificado de conclusão de curso de Especialização será acompanhado por histórico escolar, 
em cumprimento às exigências da Resolução CNE/CES n°1, de 06 de abril de 2018, da Câmara de 
Educação Superior do Conselho Nacional de Educação. 
Composição do Corpo Docente 
O corpo docente do curso é constituído por profissionais qualificados, com comprovado saber em 
sua área de atuação, conforme Resolução CNE/CES n°1, de 06 de abril de 2018, sendo mínimo 30% 
(trinta por cento) portadores de título de pós-graduação strictu sensu, isto é, portadores de títulos 
de Mestrado e Doutorado, obtidos em programas de pós-graduação strictu sensu devidamente 
reconhecidos pelo poder público em território nacional, ou revalidados, conforme legislação 
vigente. Os demais docentes são certificados em nível de especialização, pós-graduação lato sensu, 
de reconhecida capacidade técnico-profissional. 
 
8. Estágio Não Obrigatório 
O estágio curricular não obrigatório tem como finalidade estimular o aluno a desenvolver atividades 
extracurriculares, para que possa inter-relacionar os conhecimentos teóricos e práticos adquiridos 
durante o curso e aplicá-los na solução de problemas reais da profissão, proporcionando o 
desenvolvimento da análise crítica e reflexiva para os problemas socioeconômicos do país, de acordo 
com a Resolução de Estágio curricular não obrigatório vigente na Instituição. 
Os principais objetivos da prática do estágio curricular não obrigatório são: 
I. proporcionar o exercício do aprendizado compromissado com a realidade socioeconômica-política 
do país; 
II. propiciar a realização de experiências de ensino e aprendizagem visando à educação profissional 
continuada, alicerçada no desenvolvimento de competências e habilidades e ao exercício do 
pensamento reflexivo e criativo; e 
II. incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando ao desenvolvimento da ciência, 
da tecnologia e da cultura. 
6 
 
 
6
A carga horária é definida pela concedente de estágio, não podendo ultrapassar a carga horária 
máxima de 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais, as quais podem ser realizadas em 
empresas públicas ou privadas, instituição de pesquisa, órgãos governamentais e não 
governamentais, e as próprias unidades da Universidade, desde que obedeçam às condições 
adequadas para que o estagiário possa aprofundar os seus conhecimentos teóricos e práticos 
adquiridos no curso. 
Para o Curso de Pós-Graduação EAD, a prática do estágio curricular não obrigatório é permitida 
durante a vigência do curso, não podendo exceder em um mesmo campo de estágio o período de 2 
(dois) anos. 
Os estágios curriculares não obrigatórios devem estar apoiados em Termo de Compromisso e de 
comum acordo com a Instituição, devendo explicitar não somente os aspectos legais específicos, como 
também os aspectos educacionais e de compromisso com a realidade social. 
O Planejamento do Estágio Curricular Não Obrigatório é de responsabilidade do coordenador de curso 
em conjunto com o professor orientador e também do Departamento de Estágios, devendo conter os 
seguintes dados: 
I. matrícula regular especificando o semestre; 
II. disciplinas ou habilidades imprescindíveis ao seu desenvolvimento; 
III. atividades a serem desenvolvidas; 
IV. supervisor de campo; 
V. seguradora e apólice de seguro; 
VI. bolsa-auxílio ou contraprestação; 
VII. auxílio-transporte; 
VIII. período de realização; 
IX. período (s) de recesso; e 
X. carga horária diária e semanal. 
A orientação de estágio curricular pelo Departamento de Estágios deverá ser realizada por meio de 
orientação indireta mediante relatórios e, sempre que possível, visitas ao campo de estágio, além da 
utilização das tecnologias de informação e comunicação para contato das partes envolvidas. 
 
 
 
 
7 
 
 
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9. Matriz Curricular 
DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA 
Ambientação 0h 
Orçamento e controles internos e externos 40h 
Métodos quantitativos de apoio à decisão 40h 
Auditoria hospitalar 40h 
Gestão da qualidade e acreditação hospitalar 40h 
Aspectos legais e normatizações em saúde 40h 
Tecnologia e inovação do trabalho em saúde 40h 
Negociação e gestão de conflitos 40h 
Noções de perícia 40h 
Auditoria médica em enfermagem, em odontologia e em farmácia 40h 
Metodologia da pesquisa científica 
40h 
CARGA HORÁRIA TOTAL 400h 
 
10. Carga Horária 
A carga horária total do Curso é de 400 horas/aula, sendo estas distribuídas em 10 (dez) disciplinas 
de 40 horas. 
11. Conteúdo programático 
Disciplina: Ambientação 
Ementa: Histórico da Educação a Distância. Legislação da Educação a Distância no Brasil. 
Potencialidades da Educação a Distância. Flexibilidade de Acesso. Tecnologias para apoio à pesquisa. 
Aprendizagem colaborativa. Características do aluno na EAD. Boa convivência virtual: netiquetas. 
8 
 
 
8
Conteúdo Programático 1: Histórico da Educação a Distância. 
Conteúdo Programático 2: Legislação da Educação a Distância no Brasil. 
Conteúdo Programático 3: Potencialidades da Educação a Distância. 
Conteúdo Programático 4: Flexibilidade de Acesso. 
Conteúdo Programático 5: Tecnologias para apoio à pesquisa. 
Conteúdo Programático 6: Aprendizagem colaborativa. 
Conteúdo Programático 7: Características do aluno na EAD. 
Conteúdo Programático 8: Boa convivência virtual: netiquetas. 
Bibliografia: 
ALVES, L. Educação a distância: conceitos e história no Brasil e no mundo. Associação Brasileira de 
Educação A Distância, São Paulo, v. 10, n. 7, p.85-92, out. 2011. Mensal. Disponível em: 
<http://www.abed.org.br/revistacientifica/Revista_PDF_Doc/2011/Artigo_07.pdf>. Acesso em: 19 
fev. 2018. 
GOTTARDI, M. de L. A autonomia na aprendizagem em educação a distância: competência a ser 
desenvolvida pelo aluno. Associação Brasileira de Educação a Distância, São Paulo, v. 14, n. 8, p. 110-
123, dez, 2015. Mensal. Disponível em: < 
http://seer.abed.net.br/edicoes/2015/08_A_AUTONOMIA_NA_APRENDIZAGEM.pdf> Acesso em: 19 
fev. 2018. 
LITTO, F. M. FORMIGA, M. M. M. (org.) Educação a distância: o estado da arte. São Paulo: Pearson 
Education do Brasil, 2009. 
MOORE, Michael; KEARSLEY, Greg. Educação a Distância,uma visão integrada. São Paulo: Thompson 
Learning, 2007. 
MORAES, M. C. O Paradigma educacional emergente. Campinas – SP: Papirus, 1997. 
MORAN, J. M. MASETTO, M. T. BEHRENS, M. A. Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica. 21ª Ed. 
Campinas, SP: Papirus, 2013. 
MORAN, J. M. O Uso das Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação na EAD - uma leitura 
crítica dos meios. http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/T6%20TextoMoran.pdf. Acesso em: 
16 de fev de 2018. 
9 
 
 
9
PIVA, D. J. PUPO, R. GAMEZ, L. OLIVEIRA, S. EAD na Prática: Planejamento, métodos e ambientes de 
educação online. São Paulo: Elsevier, 2011. 
Disciplina: Aspectos Legais e Normatizações em Saúde 
Ementa: O direito à saúde e o SUS. A estruturação, organização e financiamento do SUS. Normas dos 
planos de saúde e regulamentação da Agência Nacional de Saúde Suplementar. Planos de saúde e as 
relações de consumo. Direito do consumidor em serviços de saúde. Código de ética. Princípios e valores 
éticos fundamentais na saúde. Implicações éticas na área da saúde a responsabilidade civil na 
assistência à saúde. 
Conteúdo Programático 1: A saúde como direito do cidadão. O processo de construção do SUS: 
aspectos jurídico-político, político-institucional e operativo. 
Conteúdo Programático 2: Lei Orgânica da Saúde (LOS) – Lei n. 8.080. Competências e responsabilidade 
da União, dos Estados e Municípios na gestão e financiamento do SUS. 
Conteúdo Programático 3: Saúde suplementar. Normas e regulamentações da Agência Nacional de 
Saúde Suplementar. 
Conteúdo Programático 4: Os planos privados de assistência à saúde. Operadoras de saúde e as 
relações de consumo. 
Conteúdo Programático 5: Contratos de planos e seguros privados. Requisitos legais, exigências, 
reembolso, garantias e coberturas. 
Conteúdo Programático 6: Direito do consumidor na prestação de serviços de saúde. 
Conteúdo Programático 7: Código de ética. Princípios e valores éticos fundamentais na saúde. 
Implicações éticas na área da saúde 
Conteúdo Programático 8: Responsabilidade civil na assistência à saúde. 
Bibliografia: 
BRASIL. Decreto-Lei n. 2.848, de 7 de dezembro de 1940. Código Penal. Diário Oficial da União, Brasília, 
31 de dezembro de 1940 e retificado em 3 de janeiro de 1941. Disponível em: < 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del2848.htm >. Acesso em: 21 nov. 2016. 
______. Lei n. 10.406, de 10 de janeiro de 2002. Institui o Código Civil. Disponível em: < 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10406.htm >. Acesso em: 21 nov. 2016. 
______. Lei n. 8.078, de 11 de setembro de 1990. Dispõe sobre a proteção do consumidor e dá outras 
providências. Disponível em < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8078.htm> . Acesso em: 21 
nov. 2016. 
______. Lei n. 8.080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção 
e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras 
providências. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8080.htm >. Acesso em: 21 
nov. 2016. 
10 
 
 
10
______. Lei n. 9656, de 3 de junho de 1998. Dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à 
saúde. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9656.htm >. Acesso em: 21 nov. 
2016. 
______. Tribunal de Justiça do Paraná. Apelação cível. Cautelar de exibição de documentos. 
Prontuário médico. Documento pessoal. Sigilo médico. Apelação Cível: AC 6927975 PR 0692797-5. 
Relator: João Domingos Kuster Puppi. Curitiba. 2010f. DJPR 21/10/2010. Disponível em: < http://tj-
pr.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/19510120/apelacao-civel-ac-6927975-pr-0692797-5 >. Acesso em: 
21 nov. 2016. 
______. Dignidade da pessoa humana e direitos fundamentais na Constituição Federal de 1988. 5. ed. 
Livraria do Advogado Editora: Porto Alegre, 2007. 
ALMEIDA, João Batista de. Manual de direito do consumidor. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2010. 
BETIOLI, Antonio Bento. Introdução ao direito: lições de propedêutica jurídica tridimensional. 11. ed. 
São Paulo: Saraiva, 2011. 
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF. Disponível em: < 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Constituicao.htm >. Acesso em: 21 nov. 2016. 
CAVALIERI FILHO, Sérgio. Programa de responsabilidade civil. 2. ed. São Paulo: Malheiros, 2000. 
CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. Resolução CFM nº 1931/2009. Aprova o Código de Ética Médica. 
Disponível em: < http://www.portalmedico.org.br/resolucoes/CFM/2009/1931_2009.htm >. Acesso: 
28 out. 2014. 
DINIZ, Maria Helena. Compêndio de introdução à ciência do direito: introdução à teoria geral do 
direito, à filosofia do direito, à sociologia jurídica e à lógica jurídica, norma jurídica e aplicação do direito. 
22. ed. São Paulo: Saraiva, 2011. 
DINIZ, Maria Helena. Curso de direito civil: responsabilidade civil. 23 ed. São Paulo: Saraiva, 2009. 
FERRAZ, Otávio Luiz Motta. Responsabilidade civil da atividade médica no código de defesa do 
consumidor. Rio de Janeiro: Elvesier, 2009. 
GAMA, Guilherme Calmon Nogueira da. A nova filiação: o biodireito e as relações parentais: o 
estabelecimento da parentalidade-filiação e os efeitos jurídicos da reprodução assistida heteróloga. Rio 
de Janeiro: Renovar, 2003. 
GOMES, Dinaura Godinho Pimentel. Direito do trabalho e a dignidade da pessoa humana, no contexto 
da globalização econômica: problemas e perspectivas. São Paulo: LTr, 2005. 
GONÇALVES, Carlos. Responsabilidade civil. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2009. 
KELSEN, Hans. Teoria pura do direito. 8. ed. São Paulo: Saraiva, 2009. 
MORAES, José Luiz Bolzan de. O direito à saúde. In: SCHWARTZ, Germano (Org.) A saúde sob os 
cuidados do direito. Passo Fundo: UPF, 2003. 
REALE, Miguel. Noções preliminares do direito. 27. ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 
11 
 
 
11
SÃO PAULO (Estado). Tribunal de Justiça São Paulo. Apelação Cível n°. 372.968-4/0-00. Dano moral. 
Responsabilidade Civil. Relator Beretta da Silveira. São Paulo, 25 de abril de 2006. 
SÃO PAULO (Estado). Tribunal de Justiça São Paulo. Responsabilidade civil. Internação de hospital. 
Apelação Cível. Relator José Cardinale. Revista dos Tribunais v. 523 n.68,São Paulo, 26 de outubro de 
1978. 
SARLET, Ingo Wolfgang. Dignidade da pessoa humana e direitos fundamentais na Constituição Federal 
de 1988. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2001. 
SILVA, José Afonso da. Curso de direito constitucional positivo. 26. ed. São Paulo: Malheiros, 2006. 
STOCO, Rui. Tratado de responsabilidade civil: doutrina e jurisprudência. 8. ed. São Paulo: Revista dos 
Tribunais, 2011. 
TARTUCE, Flávio. Manual de direito civil: volume único. Rio de Janeiro: Forense, 2011. 
VENOSA, Sílvio de Salvo. Direito civil: responsabilidade civil. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2008. v. 4. 
 
Disciplina: Gestão da Qualidade e Acreditação Hospitalar 
Ementa: Conceitos e fundamentos de gestão da qualidade. Gestão com foco na qualidade em 
organizações hospitalares. Ferramentas de gestão da qualidade. Planejamento e Sistematização da 
Qualidade. Indicadores da Qualidade em Serviços em Saúde. Normas do ISO. O Sistema Brasileiro de 
Certificação. Conceitos e descrição do sistema de Acreditação Hospitalar. Processo e implantação do 
sistema de acreditação. Etapas da acreditação e organização dos serviços. Estrutura dos Manuais de 
Acreditação. Auditoria interna. Assim, quebrar paradigmas sobre a Gestão da Qualidade e Acreditação 
Hospitalar e apresentar o quanto se faz necessária nas organizações de saúde. 
Conteúdo Programático 1: Conceitos e fundamentos de gestão da qualidade. 
Conteúdo Programático 2: Gestão com foco na qualidade em organizações hospitalares. 
Conteúdo Programático 3: Ferramentasde gestão de qualidade. 
Conteúdo Programático 4: Planejamento e sistematização da Qualidade. 
Conteúdo Programático 5: Indicadores da Qualidade em Serviços em Saúde; Normas do ISO; O 
Sistema Brasileiro de Certificação. 
Conteúdo Programático 6: Conceitos e descrição do sistema de Acreditação Hospitalar. 
Conteúdo Programático 7: Processo e implantação do sistema de acreditação. 
Conteúdo Programático 8: Etapas da acreditação e organização dos serviços, estrutura dos Manuais 
de Acreditação. Auditoria interna. 
 
12 
 
 
12
Bibliografia: 
ADAMI, N. P. A melhoria da qualidade nos serviços de enfermagem. Acta Paulista de Enfermagem, 
São Paulo, v. 13, n. especial (Parte I), p. 190-196, 2000. 
AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA – ANVISA. Assistência segura: uma reflexão teórica 
aplicada à prática. Brasília: ANVISA, 2013. 
ARAÚJO, M. A. P. et al. Qualidade na atenção hospitalar: análise da percepção dos trabalhadores de 
saúde de um hospital do norte cearense. Revista de Administração em Saúde, São Paulo, v. 10, n. 39, 
p. 73-78, 2008. 
ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE MEDICINA. CQH - Programa de Controle da Qualidade do Atendimento 
Médico-Hospitalar. Manual de orientação aos hospitais participantes. 3 ed. São Paulo: Atheneu, 
2001. 
BALSANELLI, A. P.; JERICÓ, M. C. Os reflexos da gestão pela qualidade total em instituições hospitalares 
brasileiras. Acta Paulista de Enfermagem, São Paulo, v. 18, n. 4, p. 397-402, 2005. 
BERTELLI, S. B. Gestão de pessoas em administração hospitalar. Rio de Janeiro: Qualitmark, 2004. 
BOEGER, Marcelo. A competência dos processos: a base da excelência na prestação de serviços de 
saúde. In: ROSSO, Fabrízio; BOERGER, Marcelo; SILVA, Maria Júlia Paes; LOMELINO, Sérgio.Liderança 
em 5 atos: ferramentas práticas para gestores em instituições de saúde. São Caetano do Sul: Yendis, 
2012. 
BURMESTER, H. Manual de gestão hospitalar. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2012. 
CAMACHO, J. L. T. Qualidade total para os serviços de saúde. São Paulo: Nobel, 1998. 
CARAVANTES, G. R.; PANNO, C. C.; KLOECKNER, M. C. Administração: teorias e processo. São Paulo: 
Pearson, 2005. 
CROSBY, P. B. Qualidade é investimento. 7. ed. Rio de Janeiro: Olympio, 1999. 
D’INNOCENZO, M.; ADAMI, N. P.; CUNHA, I. C. K. O. O movimento pela qualidade nos serviços de saúde 
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Disciplina: Auditoria Hospitalar 
Ementa: A disciplina apresentará conteúdos que versam sobre a evolução histórica da auditoria, seus 
conceitos fundamentais, metodologias e técnicas, com o intuito de introduzir o pós-graduação aos 
conceitos fundamentais para a compreensão desse processo. Em seguida, serão discutidas as 
implicações éticas e legais relacionadas ao processo de auditoria em uma instituição, com enfoque 
para os limites de cada instância. A disciplina também versará sobre temas que tem vital importância 
para um administrador de serviço de saúde, tais como: os contratos de serviços, a negociação e 
interpretação de glosas, processo de reembolso, custos em saúde, entre outros. Em seguida, serão 
apresentadas algumas especificidades relacionadas aos processos de auditoria, procedimentos 
médicos e despesas hospitalares e a introdução e uso de tecnologias no apoio e gestão do processo 
de auditoria. 
Conteúdo Programático 1: História, conceitos, fundamentos e postura profissional de um auditor. 
Conteúdo Programático 2: Ética e legislação aplicada ao processo de auditoria. 
Conteúdo Programático 3: Classificação, técnicas e indicadores em auditoria. 
Conteúdo Programático 4: Credenciamento e negociação de contratos. Conhecimento sobre as 
tabelas e o processo de glosas. 
Conteúdo Programático 5: Custos em saúde. Auditoria contábil e financeira dos serviços de saúde. 
Conteúdo Programático 6: Auditoria em unidades assistenciais: procedimentos médicos e em contas 
hospitalares. Auditoria em sistemas de suprimento e em OPME. 
Conteúdo Programático 7: Auditoria do SUS e em serviços ambulatoriais e hospitalares 
Conteúdo Programático 8: Tecnologia da informação aplicada à auditoria em saúde. Auditoria dos 
sistemas de informação. Relatórios de auditoria em saúde 
Bibliografia: 
BORBA, Valdir. Gestão administrativa e financeira de organizações de saúde. Atlas, 2009. VitalBook 
file. Minha Biblioteca. http://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788522468270 
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no âmbito do Sistema Único de Saúde. 1995. 
BRASIL. Lei nº 8.080 de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, 
proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e 
dá outras providências. 1990. 
BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Auditoria do SUS: orientações básicas. Brasília: Ministério da Saúde, 
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CHING, Hong. Manual de custos de instituições de saúde : sistemas tradicionais de custos e sistema 
de custeio baseado em atividades (ABC), 2ª edição. Atlas, 2010. VitalBook file. Minha Biblioteca. 
http://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788522466399 
COFEN, CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução 266 de 05 de outubro de 2001 - dispõe 
sobre as atividades do Enfermeiro Auditor. 2001. 
DÏNNOCENZO, M. Indicadores, auditorias e certificações: ferramentas de qualidade para a gestão em 
saúde. 2 ed. São Paulo: Martinari, 2010. 
FALK, James. Tecnologia de informação para gestão de custos e resultado no hospital: considerações 
e dicaspráticas para implantação de um modelo brasileiro. Atlas, 2008. VitalBook file. Minha 
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Biblioteca. http://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788522478477 
 
Disciplina: Tecnologia e Inovação do Trabalho em Saúde 
Ementa: Princípios básicos: história da informática e principais conceitos. A Internet como 
instrumento de comunicação, trabalho, ensino e pesquisa. Conhecendo os cenários e 
desdobramentos da informática nos serviços de saúde. Utilização das tecnologias da informação no 
contexto das práticas de saúde e no processo de trabalho em saúde. Inovações tecnológicas na 
segurança do paciente. Uso de tecnologias nos diversos cenários e níveis de atenção. Modalidades e 
aplicações da informática na Educação em Saúde. Desafios atuais acerca da informática nos serviços 
de saúde. 
19 
 
 
19
Objetivo da disciplina: Proporcionar uma aproximação aos principais conceitos e nomenclaturas 
relacionados aos computadores e discutir as aplicações e importância da informática do trabalho em 
saúde. 
Conteúdo Programático 1: Princípios básicos: história da informática e principais conceitos 
(computador, computação, informática). 
Conteúdo Programático 2: A Internet como instrumento de comunicação, trabalho, ensino e 
pesquisa: evolução da internet e conceito de redes. 
Conteúdo Programático 3: Conhecendo os cenários e desdobramentos da informática nos serviços 
de saúde: Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em saúde. 
Conteúdo Programático 4: Utilização das tecnologias da informação no contexto das práticas de 
saúde e no processo de trabalho em saúde. 
Conteúdo Programático 5: Inovações tecnológicas para a segurança do paciente. 
Conteúdo Programático 6: Uso de tecnologias nos diversos cenários e níveis de atenção: Telesaúde, 
Realidade Virtual e videoconferências. 
Conteúdo Programático 7: Modalidades e aplicações da informática na Educação em Saúde: 
Educação a distância, Serious Games e Simulação. 
Conteúdo Programático 8: Desafios atuais acerca da informática nos serviços de saúde: 
Desenvolvimento científico e tecnológico e ética profissional. 
Bibliografia: 
ALBUQUERQUE, Eduardo da Motta e; SOUZA, Sara Gonçalves Antunes de and BAESSA, Adriano 
Ricardo. Pesquisa e inovação em saúde: uma discussão a partir da literatura sobre economia da 
tecnologia. Ciênc. saúde coletiva [online], v.9, n.2, p. 277-294, 2004. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento 
de Ciência e Tecnologia. Política nacional de ciência, tecnologia e inovação em saúde. Ministério da 
Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Ciência e 
Tecnologia, 2. ed., p.44 (Série B. Textos Básicos em Saúde) Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 
2008. 
OLIVEIRA, Guilherme Bueno. MS Project & Gestão de Projetos. Makron Books, São Paulo, 2005. 
Demais referências: 
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e Insumos Estratégicos. Ações de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde para a Amazônia Legal. 
Rev. Saúde Pública [online]. 2007, vol.41, n.1, pp. 158-162. ISSN 0034-8910. 
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento 
de Ciência e Tecnologia. Por que pesquisa em saúde? / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, 
20 
 
 
20
Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Ciência e Tecnologia. – Brasília : Ministério da 
Saúde, 2007. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento 
de Ciência e Tecnologia. Agenda nacional de prioridades de pesquisa em saúde / Ministério da Saúde, 
Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Ciência e Tecnologia. – 2. 
ed. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2008. 
GONICK, L. Introdução Ilustrada à Computação. São Paulo: Harper & Row do Brasil, 1984. 242 p. p. 
115-122. 
GUIMARAES, Reinaldo. Bases para uma política nacional de ciência, tecnologia e inovação em saúde. 
Ciênc. saúde coletiva [online], vol.9, n.2, pp. 375-387, 2004. ISSN 1413-8123. 
LORENZETTI, Jorge; TRINDADE, Letícia de Lima; PIRES, Denise Elvira Pires; RAMOS, Flávia Regina Souza. 
Tecnologia, inovação tecnológica e saúde: uma reflexão necessária. Texto Contexto Enferm, 
Florianópolis, v.21, n.2, p. 432-439, 2012. 
MINAYO, Maria Cecília de Souza. Global & Local, Meritocrático & Social: O papel da Ciência e 
Tecnologia em Saúde Coletiva no Brasil. Tempus Actas de Saúde Coletiva, [S.l.], v. 6, n. 2, Abr. 2012. 
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Acesso em: 05 mai. 2015. 
RIBEIRO FILHO, J.L. Telemedicina e Telessaúde – A Construção de Redes Colaborativas de Ensino, 
Pesquisae Assistência ao Diagnóstico e ao Tratamento em Saúde no Brasil. Informática Pública, 2008. 
SANTOS, S.G, Uso dos recursos de Internet na Enfermagem: uma revisão. Rev. bras. enferm., vol.59 
no.2 Brasília Mar./Apr. 2006 
SOARES DE CASTRO, M.A. Netiqueta – Guia de Boas Maneiras na Internet. São Paulo, Novatec Editora 
Ltda, 1997. 
 
Disciplina: Métodos Quantitativos de Apoio à Decisão 
Ementa: Introdução as ferramentas estatísticas descritiva, tipos de dados. Amostragem Conceitos 
Fundamentais de Probabilidade. Distribuições de probabilidade. Estatística descritiva. Intervalo de 
confiança. Testes de hipóteses. Análise de regressão simples e correlação. Otimização. Uso de 
softwares e análise de casos aplicados à gestão da cadeia de suprimentos. 
Objetivo da disciplina: A busca por decisões mais acertadas nem sempre é um processo simples e em 
muitos profissionais se apoiam apenas na sua experiência profissional e intuição. O objetivo é 
capacitar o aluno com métodos e ferramentas quantitativas que possa auxiliá-lo no processo de 
tomada de decisões no campo de supply chain. Nesta disciplina também será apresentado para o 
aluno os recursos que lhes permita projetar, desenvolver e implementar sistemas de apoio à decisão 
baseados em planilhas eletrônicas para aplicações na supply chain management. 
21 
 
 
21
Conteúdo Programático 1: Estatística descritiva e amostragem, descrevendo dados qualitativos, 
descrevendo dados quantitativos. 
Conteúdo Programático 2: Medidas de posição, medidas de variação, medidas de forma e Box Plot. 
Conteúdo Programático 3: Probabilidade: conceito e teoremas fundamentais, variáveis aleatórias, 
distribuição de probabilidade. 
Conteúdo Programático 4: Métodos de estimação, estimação pontual e por intervalo. 
Conteúdo Programático 5: Teste de hipóteses, regressão linear simples e correlação 
Conteúdo Programático 6: Programação linear e linear inteira, conceito de variáveis de decisão, 
função-objetivo e restrições. 
Conteúdo Programático 7: Aplicação do solver do excel para otimizar modelos de programação linear, 
caso de problemas de transporte. 
Conteúdo Programático 8: Método multicritério de apoio a decisão, caso de avaliação da escolha de 
um fornecedor. 
Bibliografia: 
BOUZADA, M.A. C., RIBEIRO, L. O. M., PEIXE J. B. Métodos quantitativos aplicados a casos reais. 
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MEDEIROS, V. Z. et al. Métodos Quantitativos com Excel. Cenange Learning, 2008. 
RAGSDALE, C. T. Modelagem e Análise de Decisão. Cengage Learning, 2014. 
SIQUEIRA, J.O. Fundamentos de métodos quantitativos. Editora Saraiva, 2012. 
WALPOLE, R., MYERS, R. H. Probabilidade e estatística. Ed.8, Pearson Education, 2009, 
Demais referências: 
BALLOU, R, H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: Planejamento, Organização e Logística 
Empresarial. Porto Alegre: Bookman, 2006. 
LIMA JUNIOR, Francisco Rodrigues; OSIRO, Lauro; CARPINETTI, Luiz Cesar Ribeiro. Métodos de decisão 
multicritério para seleção de fornecedores: um panorama do estado da arte. Gest. Prod., São Carlos, 
v. 20, n. 4, p. 781-801, 2013 . 
PEREIRA, Alessandra Andrade; OLIVEIRA, Murilo Alvarenga; LEAL JUNIOR, Ilton Curty. Custo de 
transporte e alocação da demanda: análise da rede logística de uma produtora brasileira de 
fertilizantes nitrogenados. J. Transp. Lit., Manaus, v. 10, n. 4, p. 5-9, Dec. 2016 . 
STEVENSON, W. J. Estatística aplicada à administração. Harbra, 2001. 
 
22 
 
 
22
Disciplina: Negociação e Gestão de Conflitos 
Ementa: Introdução à compreensão dos diferentes tipos de conflito, sua importância nas relações 
humanas e técnicas para sua mediação e gestão. Levá-lo a compreender que existem estilos de 
negociação, e apresentar cada um deles, aplicando sempre princípios da ética e da legalidade. 
Objetivo da disciplina: Desenvolver a habilidades do aluno em identificar o conflito, bem como ser 
mediador, com objetivo de gerenciá-lo seja em ambiente corporativo ou afins, entre indivíduos e 
equipes. 
Conteúdo Programático 1: O conflito 
Conteúdo Programático 2: Motivações para negociação 
Conteúdo Programático 3: Estilos de negociação 
Conteúdo Programático 4: Estratégias de negociação 
Conteúdo Programático 5: Conciliação e mediação 
Conteúdo Programático 8: Introdução a Teoria dos jogos 
Conteúdo Programático 7: Ética na negociação 
 
Bibliografia base 
VANIN, Jorge Alexandre. Processos de negociação. Curitiba: Intersaberes, 2013. Cap 6, 7 e 8 
GABERLNI, V. M. P. Negociação e conflitos. Curitiba: InterSaberes, 2016. Cap 1, 
DORECKI, A. C. Resolução pacífica de conflitos: alternativas para a segurança pública. Curitiba: 
InterSaberes, 2017. Cap. 1 
Bibliografia Complementar 
DUBRIN, A. J. Fundamentos de Comportamento Organizacional. São Paulo: Pioneira Thomson 
Learning, 2006 – Poder? 
ROBBINES, S. P. Comportamento Organizacional. 11. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2008 – Tomada de 
decisão 
ANDRADE, R. O. B. et al. Cultura e ética na negociação internacional. São Paulo: Atlas, 2006. 2004 - 
Armadilhas 
Distributiva, integrativa, mista, 
VASQUES, E. F. V. [org.] Técnicas de negociação e apresentação. São Paulo: Pearson Education do 
Brasil, 2014. P. 150 
23 
 
 
23
Modelo de Jung; Modelo de LIFO de Bergamini; Modelo de Gottschalk; Modelo de Matos; 
Modelo de Junqueira 
CALDAS, Cícera das Dores de; SILVA, Glicério Fernandes da; PESSOA, Eliana. ESTILOS DE 
NEGOCIADORES: UMA ANÁLISE INICIAL. 2008. Disponível em: 
<http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/estilos-de-negociadores-uma-
analise-inicial/24850/>. Acesso em: 05 jun. 2017. 
VANIN, Jorge Alexandre. Processos de negociação. Curitiba: Intersaberes, 2013. Cap 3 
GUILHERME, Luiz Fernando o Vale de Almeida. Manual dos MESCs: meios extrajudiciais de solução 
de conflitos. Barueri: Manole, 2016. – Cap. 5 e 6 
VANIN, Jorge Alexandre. Processos de negociação. Curitiba: Intersaberes, 2013. Cap 5 
Conteúdo Programático 6: Processo de negociação 
Pré-negociação, Negociação, Fechamento, pós-negociação 
VANIN, Jorge Alexandre. Processos de negociação. Curitiba: Intersaberes, 2013. Cap 5 
VASQUES, E. F. V. [org.] Técnicas de negociação e apresentação. São Paulo: Pearson Education do 
Brasil, 2014. P. 144 
VANIN, Jorge Alexandre. Processos de negociação. Curitiba: Intersaberes, 2013. Cap 8 
GABERLNI, V. M. P. Negociação e conflitos. Curitiba: InterSaberes, 2016. Cap 6 
FIANI, Ronaldo. (2009) Teoria dos Jogos. 3ª Ed. Elsevier 
MARINHO, Raul. Prática Na Teoria: Aplicações Da Teoria Dos Jogos E Da Evoluçãoaos Negócios . Editora 
Saraiva, 2000. 
LEWICKI, Roy; SAUNDERS, David; MINTON, John. Fundamentos da Negociação. 2 ed. Porto Alegre: 
Bookman, 2002 
 
Disciplina: Orçamento e Controles Internos e Externos 
Ementa: Organização orçamentária no Brasil. Orçamento como ferramenta de planejamento 
gerencial. Programação e execução financeira. Controles Interno e Externo. Controle Social. 
Objetivo: Esta disciplina, Orçamento e Controles Internos e Externos, tem como objetivo apresentar 
aos alunos como a Administração Pública se organiza orçamentariamente para atender às 
expectativas da sociedade. Ao longo da leitura, os alunos poderão verificar que todo o processo se 
inicia pelo planejamento. Desta forma, os textos introduzem a questão do orçamento como 
ferramenta de planejamento gerencial. Serão elencadas Leis Orçamentárias vigentes no Brasil – O 
Plano Plurianual, a Lei de Diretrizes Orçamentárias e a Lei do Orçamento Anual – e apresentados de 
que forma elas são instituídas, seus conteúdos e aplicações. Após o entendimento sobre as Leis 
24 
 
 
24
Orçamentárias brasileiras,apresentaremos como a administração pública trata da programação da 
execução financeira que, em seu propósito final, acaba por materializar os programas com seus 
projetos e atividades, exprimindo, de certa forma, as necessidades da sociedade. Por fim, trataremos 
do controle interno e externo como ferramentas de análise da legalidade, eficiência e eficácia do 
sistema orçamentário-financeiro no Brasil, apresentando a base conceitual e normativa na 
Administração Pública. Ao final, pautaremos a discussão na importância da participação da sociedade 
no acompanhamento das receitas e despesas públicas com o objetivo de analisar criticamente se suas 
necessidades estão sendo atendidas de acordo com o planejado. 
Conteúdo Programático 1: Orçamento e Planejamento. Introdução da a questão do orçamento na 
Administração Pública, a importância do planejamento. 
Texto de apoio: GIACOMONI, James. Orçamento Público. 16ª edição. Atlas, 2012 
Conteúdo Programático 2: Princípios Orçamentário. Valores basilares na construção do processo 
orçamentário na Administração Pública. 
Texto de apoio: GIACOMONI, James. Orçamento Público. 16ª edição. Atlas, 2012 
Conteúdo Programático 3: Modelo Orçamentário no Brasil. O objetivo desta aula é apresentar uma 
breve nota histórica sobre o orçamento e quais são as ferramentas instituídas para a formulação, 
validação e aprovação do orçamento no Brasil. 
Texto de apoio: BURKHEAD, Jesse. Orçamento Público. Rio de Janeiro. Fundação Getúlio Vargas, 1971. 
Conteúdo Programático 4: Leis Orçamentárias e Direito Financeiro. Estrutura e Organização da Leis 
Orçamentárias e sua relação com o Direito Financeiro. 
Texto de apoio: HARADA, KYOSHI. Direito Financeiro e Tributário. São Paulo. Editora Atlas, 2008 
Conteúdo Programático 5: Programação e Execução Financeira. Esta aula pretende demonstrar os 
instrumentos da programação e execução financeira anual que tem como objetivo a garantia de 
obtenção dos recursos necessários para a consecução dos programas previamente aprovados. Bem 
como tratar do assunto de créditos adicionais, caso não haja recursos suficientes para os programas. 
Texto de apoio: BALEEIRO, Aliomar. Uma introdução à ciência das Finanças. 16. ed. rev. e atualizada 
por Dejalma de Campos. Rio de Janeiro: Forense, 2002. 
Conteúdo Programático 6: Movimentações Orçamentárias. Créditos Adicionais. Mecanismos de 
alteração orçamentária na Administração Pública. Créditos adicionais. 
Texto de apoio: HARADA, KYOSHI. Direito Financeiro e Tributário. São Paulo. Editora Atlas, 2008 
Conteúdo Programático 7: O Controle da Execução Orçamentária. Formas de controle da execução 
orçamentária no Brasil, as figuras dos controles internos e externos, suas estruturas. 
Texto de apoio: BLIACHERIENE, Ana Carla e RIBEIRO, Renato Jorge Brown. Fiscalização financeira e 
orçamentária: controle interno, controle externo e controle social do orçamento. In. Conti, José 
Mauricio e Scaff, Fernando Facury. Coordenadores. Orçamentos Públicos e Direito Financeiro. Editora 
Revista dos Tribunais, 2011. 
25 
 
 
25
Conteúdo Programático 8: Controle Social e Transparência. Controle Social das Contas Públicas. 
Transparência nas contas públicas. 
Texto de apoio: UNIVERSIDADE ABERTA DO NORDESTE. Controle Social das Contas Públicas. 
Disponível em: www.controlesocial.fdr.com.br. Acesso em: Acesso em: 21 nov. 2016. 
Bibliografia: 
BALEEIRO, Aliomar. Uma introdução à ciência das Finanças. 16. ed. rev. e atualizada por Dejalma de 
Campos. Rio de Janeiro: Forense, 2002. 
DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo. 20ª edição. Atlas, 2007. 
GIACOMONI, James. Orçamento Público. 16ª edição. Atlas, 2012. 
Demais referências 
AGUIAR, Joaquim Castro. Sistema Tributário Municipal. Editora Jose Konfino.1971. 
AGUIAR, Ubiratan Diniz; FIGUEIREDO, Alexandre; FIGUEIREDO, Pedro Ângelo Sales. Controle Social 
das Contas Públicas. “O papel do Controle Externo: TCU, TCE, TCM”. Universidade Aberta do 
Nordeste. Disponível em: http://www.tcm.ce.gov.br/site/_arquivos/servicos/downloads/2010/ 
curso_controle_social/tcm-03.pdf. Acesso em: 21 nov. 2016. 
ALBUQUERQUE, Claudiano; MEDEIROS, Márcio; FEIJÓ, Paulo Henrique. Gestão de Finanças Públicas. 
Brasília, Coleção Gestão Pública, 2ª edição, 2008. 
BENEVIDES, Mauro. Controle Social das Contas Públicas. Educação fiscal e controle social. 
Universidade Aberta do Nordeste. Disponível em: http://www.tcm.ce.gov.br/site/_arquivos/servicos/ 
downloads/2010/curso_controle_social/tcm-09.pdf. Acesso em: 21 nov. 2016. 
BLIACHERIENE, Ana Carla e RIBEIRO, Renato Jorge Brown. Fiscalização financeira e orçamentária: 
controle interno, controle externo e controle social do orçamento. In. Conti, José Mauricio e Scaff, 
Fernando Facury. Coordenadores. Orçamentos Públicos e Direito Financeiro. Editora Revista dos 
Tribunais, 2011. 
BURKHEAD, Jesse. Orçamento Público. Rio de Janeiro. Fundação Getúlio Vargas, 1971. 
FERRER, Florência. “Déficit de Avaliação” na Administração Pública e seus Efeitos Perversos. 
Disponível em: <www.florenciaferrer.com.br>. Acesso em: 21 nov. 2016. 
FUNDAP – FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO ADMINISTRATIVO DO ESTADO DE SÃO PAULO. 
Gestão Orçamentária e Financeira. Programa de Desenvolvimento Gerencial. São Paulo, 2008. 
HARADA, KYOSHI. Direito Financeiro e Tributário. São Paulo. Editora Atlas, 2008. 
MARE - MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO FEDERAL E REFORMA DO ESTADO – Programa da 
qualidade e participação na administração pública, Caderno 4, Brasília, 1997. 
26 
 
 
26
MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, SECRETARIA DE GESTÃO. Melhoria da gestão pública por meio da 
definição de um guia referencial […]. Produto 1: Mapeamento bibliográfico e do Estado da Arte sobre 
indicadores de Gestão. Brasília, 2009. 
REIS, Heraldo da Costa; MACHADO JR, José Teixeira. A Lei 4.320 comentada e a Lei de 
Responsabilidade Fiscal. Rio de Janeiro. Lumen Juris Editora, 2012. 
UNIVERSIDADE ABERTA DO NORDESTE. Controle Social das Contas Públicas. Disponível em: 
www.ontrolesocial.fdr.com.br. Acesso em: 21 nov. 2016. 
 
Disciplina: Noções de Perícia 
Ementa: Introdução dos princípios da perícia médica, em que o aluno compreenderá a bioética e ética 
aplicada; perícia administrativa e previdenciária, ocupacional e doenças ocupacionais, bem como 
perícia em diferentes especialidades em que o aluno possa desempenhá-la. 
 Objetivo da disciplina: Capacitar profissionais formados nas áreas da Saúde e da Administração a 
compreender a perícia médica, de seus princípios ao seu campo de atuação, no desenvolvimento de 
suas atividades em diferentes especialidades. 
Conteúdo Programático 1: Princípios da perícia médica 
Conteúdo Programático 2: Ética na perícia médica e bioética 
Conteúdo Programático 3: Perícia médica administrativa e previdenciária 
Conteúdo Programático 4: Perícia ocupacional 
Conteúdo Programático 5: Acidente de trabalho 
Conteúdo Programático 6: Doenças ocupacionais 
Conteúdo Programático 7: Atividade pericial nas diferentes especialidades 
Conteúdo Programático 8: Informática e ferramentas computacionais aplicadas à Perícia 
Bibliografia: 
EPIPHANIO, E.B.; VILELA, J.R.P. X. Perícias Médicas – Teoria e Prática. 1 ed. Rio de Janeiro Guanabara 
Koogan 2009, ISBN 9788527715089. 
FRANÇA, G.V.De. Medicina legal. 9.ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2011, ISBN 978-85-
277-1693-2. 
 
FRANÇA, G.V.De. Direito Médico. 12. ed. Rio de Janeiro: Editora Forense, 2010 
MENDES, R. Patologia do trabalho. Rio de Janeiro: Editora Atheneu, 1995. 
27 
 
 
27
SAVARIS, J.A (Coord). Curso de Perícia Judicial Previdenciária. Noções elementares para a 
comunidade médico-jurídica: São Paulo: Conceito Editorial,2011 
 
SOUTO, D.F.Saúde no trabalho: uma revolução em andamento. Rio de Janeiro: Ed SENAC Nacional, 
2003. 
VIEIRA, S.I.; JUNIOR, C.P. Guia prático do perito trabalhista. Belo Horizonte: Ed Ergo Ltda, 1997. 
 
WALDRON, H. A. Conceitos básicos em medicina ocupacional. 2.ed. São Paulo: Ed Andrei Ltda, 1983. 
 
ALCANTARA,H. R. de. Perícia Médica Judicial. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Koogan, 2006 
BRANDIMILLER, P.A. Perícia judicial em acidentes e doença do trabalho. São Paulo: Editora Senac, 
1996. 
 
BUONO NETO, A.; BUONO, E.A. Guia prático para elaboração de laudo em medicina do trabalho. São 
Paulo: Editora LTDA, 2002. 
 
MALTA, C.G.T. Vade Mecum legal do perito de insalubridade e periculosidade. São Paulo: Editora LTr, 
2000. 
CLT – Consolidação das Leis do Trabalho Decreto-Lei 5.452, de 01.05.1943. Disponível em: 
www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del5452.htm. Acesso em: 07 set.2017 
NÁUFEL, J. Novo Dicionário Jurídico Brasileiro. 10.ed. Rio de Janeiro : Forense, 2002. 
SILVA, P.E. Vocabulário Jurídico. 2 vols. 7.ed. Rio de Janeiro : Forense, 1982. 
VITRAL, W. Vocabulário Jurídico. 2.ed. Rio de Janeiro: Forense, 1982. 
HORVARTH, J.M.Direito Previdenciário. 6.ed. São Paulo: Editora Quartie Latin, 2006. 
MENDES, R. Patologias do Trabalho. Editora Atheneu, 1999. 
Normas Regulamentadoras da portaria 3214/78 da lei 6514/77 atualizadas em 1999. LEGISLAÇÕES E 
PERÍCIAS DO TRABALHO. Disponível em: www.camara.gov.br/sileg/integras/839945.pdf. Acesso em 
07 set. 2017 
KFOURI, N.M. Responsabilidade Civil do Medico. 3.ed. São Paulo: RT, 1998. 
NEGRÃO,T. Código de Processo Civil. São Paulo: Editora Saraiva, 2004 
 
Disciplina: Auditoria Médica em Enfermagem, em Odontologia e em Farmácia 
Ementa: Apresentação dos princípios e legislações da auditoria médica de serviços de saúde, em 
diferentes sistemas e processos multidisciplinares, nos serviços e procedimentos voltados à 
28 
 
 
28
assistência de Enfermagem, Odontologia e Farmácia, até orientações no relacionamento com 
fornecedores. 
Objetivo da disciplina: Capacitar o estudante na compreensão dos diferentes espectros de atuação 
do profissional auditor, segundo normas e legislações vigentes, em processos e equipes 
multidisciplinares e diferentes campos de atuação, no atendimento e auditoria de procedimentos 
relacionados a áreas específicas. 
Conteúdo Programático 1: Auditoria e Perícia Multiprofissional em Saúde 
Conteúdo Programático 2: Auditoria em Procedimentos Médicos 
Conteúdo Programático 3: Auditoria em Enfermagem: aspectos legais; fluxogramas e protocolo para 
análises em prontuário; uso eficiente de materiais e insumos, controle da assistência. 
Conteúdo Programático 4: Atribuições do Enfermeiro Auditor: aspectos legais e éticos 
Conteúdo Programático 5: Auditoria em Procedimentos Odontológicos: Biossegurança; 
Documentação odontológica; Análise de prontuário; Auditoria baseada em evidencias e Auditoria em 
cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial. 
Conteúdo Programático 6: Estatística aplicada: metas e gerenciamento de custos 
Conteúdo Programático 7: Informática aplicada a auditoria em saúde 
Conteúdo Programático 8: Estratégias de Relacionamento com Fornecedores 
 
Bibliografia: 
ADAMI NP, Maranhão AMSA. Qualidade dos serviços de saúde: conceitos e métodos avaliativos. Acta 
Paul Enferm 1995; 8(4): 47-55. 
Araújo IPS. Introdução à auditoria operacional. 2ª ed. Rio de Janeiro: FGV; 2001. 
ATTIE W. Auditoria conceitos e aplicações. São Paulo, SP: Athas; 2011. 
BICHANGA CA, Bud MH. Gerenciamento de custos através de avaliações de cobranças e sua 
efetividade. In: 7º ENFTEC; 2000; São Paulo. Anais eletrônicos. São Paulo; 2000. 
Brasil. Ministério da Saúde. Manual de Normas de Auditoria. Brasília: Ministério da Saúde; 1998. 
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria Executiva, Coordenação Geral de Controle, Avaliação e 
Auditoria (CAUDI). Sistema Único de Saúde. Manual Técnico de Auditoria Contábil, Financeira e 
Patrimonial do Sistema Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde. Brasília; 1996 [internet]. 
[Acesso em 17 ago. 2017]. Disponível em: http://www.saude.sp.gov.br/resources/ 
gestor/acesso_rapido/auditoria/procedimentos_e_roteiros_de_auditoria_contabil_financeira.pdf. 
29 
 
 
29
CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. RESOLUÇÃO N° 508 DE 29 DE JULHO DE 2009: Atribuições do 
farmacêutico no exercício de auditorias. Brasília - Df: Scrn712/13, 2009. 5 p. Disponível em: 
<http://www.cff.org.br/userfiles/file/resolucoes/508.pdf>. Acesso em: 28 ago. 2017. 
 CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. RESOLUÇÃO N° 531 DE 27 DE ABRIL DE 2010: Normas e 
procedimentos orçamentários, contábeis e financeiros. Brasília - Df: Cff, 2010. 42 p. Disponível em: 
<http://www.cff.org.br/userfiles/file/resolucoes/531.pdf>. Acesso em: 28 ago. 2017. 
CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. RESOLUÇÃO N° 585 DE 29 DE AGOSTO DE 2013: Atribuições 
clínicas do farmacêutico. Brasília - Df: Cff, 2013. 11 p. Disponível em: 
<http://www.cff.org.br/userfiles/file/resolucoes/585.pdf>. Acesso em: 28 ago. 2017. 
CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. RESOLUÇÃO CFM N° 1.614/2001: O médico no exercício da 
auditoria. Brasília - Df: DiÁrio Oficial da UniÃo, 2001. Disponível em: 
<http://www.portalmedico.org.br/resolucoes/cfm/2001/1614_2001.htm>. Acesso em: 28 ago. 2017. 
 CONSELHO FEDERAL DE ODONTOLOGIA. RESOLUÇÃO CFO-118/2012: CÓDIGO DE ÉTICA 
ODONTOLÓGICA. Brasília - Df: Cfo, 2012. 20 p. Disponível em: <http://cfo.org.br/wp-
content/uploads/2009/09/codigo_etica.pdf>. Acesso em: 28 ago. 2017. 
COREN, Conselho Regional de Enfermagem. Principais legislações para o exercício da enfermagem. 
São Paulo, SP: COREN; 2003. 
COREN, Conselho Regional de Enfermagem. Resolução 266/2001. São Paulo, SP: COREN; 2003. 
http://www.cofen.gov.br/wp-content/uploads/2012/03/ANEXO2662001.pdf 
ERDMANN.A.L.e LENTZ R.A. Gerência do trabalho da enfermagem. Disponível em: 
www.saude.mt.gov.br.ultimo acesso em:15/11/2007 
ESCRIVÃO JRA. Uso de indicadores de saúde na gestão de hospitais públicos da região metropolitana 
de São Paulo: relatório de pesquisa. São Paulo (SP): Fundação Getúlio Vargas, Escola de 
Administração de Empresas de São Paulo; 2004. 
FARACO MM, Albuquerque GL. Auditoria do método de assistência de enfermagem. Rev Bras Enferm 
2004;57(4):421-4. 
FORTES. Julia Ekeda. Procedimentos Administrativos. In: Fundamentos de Enfermagem. 3ªed. EPU. 
São Paulo; 2012 
HEREDIA, Aurelia Álvarez; HEREDIA, Francisco Álvarez. Auditoría médica y epidemiología. Bogotá: 
Ecoe Ediciones., 2009. 60 p. 
ITO.EE. Manual de Anotações de Enfermagem. São Paulo: Ateneu; 2004. 
KOTLER, P. Administração de Marketing: Análise, Planejamento, Implementação e Controle. 14 ed. 
São Paulo: Atlas, 2012. 
MARTINHO,E. Auditoria e faturamento hospitalar. São Paulo: Jotacê,2002 
30 
 
 
30
NORONHA, F. Auditoria odontológica em planos de saúde: a influência de um método padronizado 
de avaliação. 2003. 165 f. Tese de Doutorado. Dissertação (Mestrado em Sistemas de Gestão)- 
Universidade Federal Fluminense, Niterói. 
PELLEGRINI G. Auditoria em faturamento. In: Congresso Latino Americano de Serviços de Saúde e 3ª 
Jornada de Gestão e Clinicas Médicas; 2004; São Paulo. Anais eletrônicos. São Paulo; 2004. 
PELLEGRINI G. Glosas convênio x prestador. In: Congresso Latino Americano de Serviços de Saúde e 
3ª Jornada de Gestão e Clínicas Médicas; 2004; São Paulo. Anais eletrônicos. São Paulo; 2004. 
Referencias 
RIOLLINO,A.N: KILUKAS,C.B.V. Relato de experiências de enfermeiras no campo de auditoria do 
prontuário – uma ação inovadora – R Nursing. São Paulo, v.65 n.65 p. 35-38, out. 2003. 
SALCEDO, Irsa Oviedo; MARTÍNEZ, Mauricio Tatiana Leuro. Facturación& auditoría de cuentas de 
salud. 4. ed. Bogotá: Ecoe Ediciones, 2010. 60 p. (Ciencias de la Salud. Administración en Salud, 
Administración en Salud). 
Silva AA. Relação entre operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços: um novo 
relacionamento estratégico. Porto Alegre; 2003. Disponível em: http://www.ans.gov.br. Ultimo 
acesso em:20/12/2007. 
Disciplina: Metodologia da Pesquisa Científica 
Ementa: A disciplina aborda os diferentes conhecimentos que circulam entre as pessoas e a origem 
de sua produção; aprofunda-se no conhecimento científico ao tratar do conceito de verdade, da 
compreensão histórica da ciência e de sua natureza e métodos. Aborda ainda as características de um 
projeto de pesquisa, do seu desenvolvimento e do relatório de apresentação dos resultados, sempre 
pautadas pela ética do pesquisador. 
Objetivo da disciplina: Distinguir as características dos diferentes tipos de conhecimento. 
Compreender como o conhecimento científico é produzido. Elaborar um projeto de pesquisa. 
Desenvolver um projeto de pesquisa. Elaborar um relatório de pesquisa na forma de um artigo 
científico. Adotar as normas acadêmicas no desenvolvimento da sua pesquisa. Seguir os princípios 
éticos de um pesquisador rigoroso. 
Conteúdo Programático 1: Entendimento do conceito e do universo da ciência em suas diversas 
acepções. Apresentação dos aspectos importantes da origem do saber científico. 
Conteúdo Programático 2: Entendimento do conceito e do universo da ciência em suas diversas 
acepções. Reflexão sobre a idealização da ciência como esfera da verdade. Apresentação dos aspectos 
importantes do pensamento científico. 
Conteúdo Programático 3: Apresentação dos autores e aspectos das suas obras que contribuíram 
para o surgimento do pensamento científico. Reflexão da visão geral dos dois pilares fundamentais do 
pensamento científico moderno. Identificação das perspectivas divergentes da metodologia e da 
filosofia das ciências naturais e sociais presentes nos debates contemporâneos. 
31 
 
 
31
Conteúdo Programático 4: Identificação da taxonomia das pesquisas nas Ciências quanto ao seu 
enfoque e quanto aos seus objetivos. Apresentação da natureza, o valor e a utilidade desses estudos. 
Conteúdo Programático 5: Identificação da taxonomia das pesquisas nas ciências quanto à natureza, 
os procedimentos de coleta e às fontes de informação. Conhecimento da natureza, o valor e a 
utilidade desses tipos de pesquisa. 
Conteúdo Programático 6: Aprimoramento e estruturação formal do processo de pesquisa. 
Apresentação dos elementos constitutivos de um projeto de pesquisa científica. Obtenção de um 
checklist de planejamento de projeto. 
Conteúdo Programático 7: Reconhecimento dos relatórios de resultados de pesquisas acadêmicas. 
Compreensão dos elementos que integram um relatório de pesquisa. Obtenção de um checklist para 
avaliação da própria pesquisa e para a redação de relatório. 
Conteúdo Programático 8: Reflexão sobre a ética e a integridade na prática da pesquisa científica. 
Identificação das modalidades de fraude ou má conduta em publicações. Conhecimento das diretrizes 
para a boa conduta em publicações. 
Bibliografia: 
APPOLINARIO, Fábio. Metodologia da Ciência: filosofia e prática de pesquisa. 2. ed. São Paulo: 
Cengage Learning. 2012. 
BELL, Judith. Projeto de pesquisa: guia para pesquisadores iniciantes em educação, saúde e ciências 
sociais. Tradução: Magda França Lopes. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. 
FURTADO, José Augusto P. X. Trabalhos acadêmicos em Direito e a violação de direitos autorais 
através de plágio. Site: Jus Navigandi, 09/2002. Disponível em: 
<http://jus.com.br/artigos/3493/trabalhos-academicos-em-direito-e-a-violacao-de-direitos-autorais-
atraves-de-plagio>. Acesso em: 21 jan. 2018. 
GLASER, André. Metodologia da Pesquisa Científica. Valinhos: Anhanguera Educacional, 2014. 
Disponível em: <www.anhanguera.com>. Acesso em: 21 jan. 2018. 
LAVILLE, Christian; DIONNE, Jean. A construção do saber: manual de metodologia de pesquisa em 
ciências humanas. Trad. Heloisa Monteiro e Francisco Settineri. Porto Alegre: Editora Artes Médicas 
Sul Ltda.; Belo Horizonte: Editora UFMG, 1999. 
SAMPIERI, Roberto Hernandéz, COLLADO, Carlos Hernadéz; LUCIO, Pilar Baptista. Metodologia de 
Pesquisa. Tradução: Fátima Conceição Murad, Melissa Kassner, Sheila Clara Dystyler Ladeira. 3 ed. São 
Paulo: Mc Graw-Hill, 2006. 
SANTOS, Antonio Raimundo dos. Metodologia Científica: a construção do conhecimento. 3 ed. Rio de 
Janeiro: DP&A editora, 2000. 
Bibliografia complementar: 
ALVES, Rubem. Filosofia da ciência: introdução ao jogo e suas regras. 2. ed. São Paulo: Edições Loyola. 
2000. 
32 
 
 
32
ANDERY, Maria Amália Pie Abib et. al. Para compreender a ciência: uma perspectiva histórica. 10. Ed. 
Rio de Janeiro: Espaço e Tempo: São Paulo: Educ, 2001. 
BIANCHETTI, Lucidio; MACHADO, Ana Maria Netto. (organizadores) A Bússola do Escrever: desafios e 
estratégias na orientação de teses e dissertações. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2012 
BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes Trassi. Psicologias: uma 
introdução ao estudo de psicologia. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2008. 
CNPq. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Relatório da Comissão de 
Integridade de Pesquisa do CNPq. Disponível em< 
http://www.memoria.cnpq.br/normas/lei_po_085_11.htm>. Acesso em: 21 jan. 2018. 
GERHARDT, Tatiana Engel; SILVEIRA, Denise Tolfo. Métodos de pesquisa [organizado por] e; 
coordenado pela Universidade Aberta do Brasil – UAB/UFRGS e pelo Curso de Graduação Tecnológica 
– Planejamento e Gestão para o Desenvolvimento Rural da SEAD/UFRGS. – Porto Alegre: Editora da 
UFRGS, 2009. Disponível em: <http://www.ufrgs.br/cursopgdr/downloadsSerie/derad005.pdf>. 
Acesso em: 21 jan. 2018. 
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2008. 
MALVEZZI, Mariana. Política Identitária Verde: uma questão de emancipação. 2011. Tese 
(Doutorado). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Faculdade de Ciências Humanas e da 
Saúde. São Paulo, 2011. 
STRAUSS, Anselm; CORBIN, Juliet. Pesquisa Qualitativa: técnicas e procedimentos para o 
desenvolvimento de teoria fundamentada. Tradução: Luciene de Oliveira da Rocha. 2 ed. Porto Alegre: 
Artmed, 2008. 
12. Infraestrutura Física e Pedagógica 
O aluno encontrará todo o conteúdo do curso e assistirá às aulas gravadas no ambiente virtual. Para 
assistir às aulas é fundamental que as especificações abaixo sejam obedecidas, possibilitando, assim, 
uma recepção de maior qualidade dos vídeos. 
Hardware: 
• Processador Intel Core 2 Duo ou superior. 
• 2Gb de Memória RAM. 
• Placa de vídeo com resolução 1024x768, qualidade de cor 32 bit e compatível com Microsoft 
DirectShow. 
• Microsoft DirectX 9.0c ou posterior. 
Software: 
• Navegador: Firefox, Google Chrome, Internet Explorer (sempre atualizado). 
• Sistema Operacional: Windows XP ou posterior. 
• Adobe Flash Player (atualizado). 
• Plugin de vídeos SilverLigth (atualizado) 
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Rede: 
• Conexão com a Internet banda larga de no mínimo 2 MB. 
• Em caso de acesso em ambientes corporativos além da velocidade, é necessário verificar as condições 
de segurança de rede de sua empresa e se certificar que o site não estará bloqueado. 
Adicionalmente, é prevista a utilização da biblioteca virtual para consultas bibliográficas e pesquisa 
de assuntos referentes às disciplinas ministradas. 
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