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Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Auditoria hospitalar EaD Abril/2018 Projeto Pedagógico de Curso 1 1 Sumário 1. Nome do Curso e Área do Conhecimento ...................................................................................... 2 2. Características Técnicas do Curso ................................................................................................... 2 3. Público Alvo ..................................................................................................................................... 2 4. Critérios de Seleção ........................................................................................................................ 2 5. Justificativa do Curso ...................................................................................................................... 3 6. Objetivos do Curso .......................................................................................................................... 3 7. Metodologia de Ensino e Aprendizagem ........................................................................................ 4 8. Estágio Não Obrigatório .................................................................................................................. 5 9. Matriz Curricular ............................................................................................................................. 7 10. Carga Horária .............................................................................................................................. 7 11. Conteúdo programático .............................................................................................................. 7 12. Infraestrutura Física e Pedagógica ............................................................................................ 32 2 2 1. Nome do Curso e Área do Conhecimento Nome do Curso: MBA em Auditoria hospitalar Grande Área: Ciências da Saúde (40000001) Área do Conhecimento: Multidisciplinar (9.00.00.00-5) Área do Conhecimento (CAPES): Interdisciplinar (9.01.00.00-0) Classificação OCDE: 3 - Ciências Sociais, Negócios e Direito 2. Características Técnicas do Curso Modalidade: Educação a Distância Número máximo de vagas por Polo/Unidade: 100 alunos Período de Oferecimento: O curso possui entrada intermitente, com duração de 10 meses. Limitações legais Resolução CNE/CES Nº 1, de 06 de abril de 2018, que estabelece normas para o funcionamento de cursos de pós-graduação lato sensu. O candidato deverá ser graduado com diploma devidamente registrado segundo as normas estabelecidas pelo MEC. 3. Público Alvo O curso destina-se aos profissionais graduados em cursos de Saúde ou Administração que buscam aperfeiçoamento dos seus conhecimentos diante das exigências do atual mercado de trabalho, e/ou que atuam ou pretendem atuar na área de Auditoria Hospitalar. 4. Critérios de Seleção O ingresso na pós-graduação será realizado por meio de processo seletivo descrito em Edital (inscrição, seleção e matrícula). 3 3 5. Justificativa do Curso A auditoria se consolida nas últimas décadas não apenas com a finalidade de fiscalizar e encontrar erros, mas sim, estudá-los cuidadosa e sistematicamente, normatizar e regularizar o serviço com o objetivo de alcançar melhor qualidade no atendimento, redução de custos e, em determinados serviços, aumentar a rentabilidade da instituição. Além disso, tem o papel de auxiliar a prevenção de desperdícios e monitorar e avaliar a assistência prestada aos clientes/pacientes. O hospital é conceituado pelo Ministério da Saúde como “organização médica e social, com função de proporcionar à população assistência médica integral, curativa e preventiva...”. O hospital está constantemente em processo de planejamento, orientada pelos seus princípios e diretrizes, traçando assim suas estratégias pela busca de solução dos problemas de saúde da população. O curso MBA de Auditoria Hospitalar visa capacitar os profissionais de saúde e administração para atuarem na auditoria das contas hospitalares seguindo os princípios inerentes à responsabilidade desta ocupação e legislação vigente. Desta forma, este curso justifica-se frente à necessidade de formar profissionais capacitados para atuarem em Auditoria Hospitalar, não somente na perspectiva de gerenciamento de custos, mas na gestão do conhecimento e utilização de ferramentas, técnicas e indicadores que o capacitarão a realizar a auditoria em padrões de excelência nacionais e internacionais. 6. Objetivos do Curso 6.1. Objetivos Gerais • Capacitar profissionais das áreas de Saúde e Administração para atuação na área de Auditoria Hospitalar. 6.2. Objetivos Específicos • Aprofundar o conhecimento na área da Auditoria Hospitalar, considerando desde a legislação vigente às suas ferramentas de gestão, como técnicas de auditoria e indicadores, diagnóstico, gestão de problemas, tecnologias e inovações em saúde; • Capacitar profissionais graduados em Saúde e Administração na compreensão e prática dos princípios da auditoria de qualidade, seguindo diretrizes nacionais e internacionais; • Capacitar estes profissionais para desenvolver e atualizar o conhecimento ético e crítico baseado nas pesquisas científicas envolvidas com a Auditoria Hospitalar; • Desenvolver o interesse pela pesquisa dentro da área de Auditoria Hospitalar. 4 4 7. Metodologia de Ensino e Aprendizagem O desenvolvimento das disciplinas do curso se dará no ambiente virtual, onde o aluno cumprirá 40 horas por disciplina. No ambiente virtual o aluno encontrará o conteúdo das disciplinas, organizado em 4 ou 8 aulas. Para cada um deles, o aluno realizará um conjunto de atividades: Leitura de textos de fundamentação teórica. Acesso às videoaulas. Aprofundamento dos seus conhecimentos, acessando elementos extratextuais. Realização de questões de autoestudo, para verificação de seu desempenho. Um tutor apoiará as atividades realizadas no ambiente virtual, atendendo o aluno nas suas dúvidas, por meio de ferramentas de comunicação. Avaliação do Desempenho do Aluno O aluno deverá realizar as atividades propostas no ambiente virtual. A realização das atividades irá compor sua frequência no curso, que será considerada para a sua aprovação Ele, também, deverá se submeter a uma prova presencial (1ª chamada) por disciplina e ao seu desempenho será atribuída uma nota. Essa prova presencial será agendada pelo aluno, respeitando o prazo de até 8 (oito) dias após a data fim da última disciplina de seu curso. As notas devem ser expressas no intervalo de 0 (zero) a 10 (dez). A média final do aluno na disciplina será calculada pela nota obtida nas atividades a distância, com peso 4 (quatro), e pela nota obtida na prova realizada presencialmente, com peso 6 (seis). Para a aprovação na disciplina, o aluno deverá obter nota igual ou superior a 7,0 (sete) e frequência de, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento), computada pelo acesso ao ambiente virtual. Se o aluno perder a 1ª chamada de Prova Presencial, poderá requerer, via sistema ou no polo de apoio, a 2ª chamada da prova, no prazo máximo de até 7 (sete) dias corridos, a contar da data da realização da atividade em questão. O aluno que obtiver média inferior a 7,0 (sete) terá direito à Avaliação Substitutiva, sendo: • Disciplinas Específicas: mediante a solicitação de requerimento até 60 (sessenta) dias após a data fim do curso, e substituirá a média do aluno. Ressalta-se que só terá direito à realização da Avaliação Substitutiva o aluno querealizar a Prova de 1ª ou 2ª chamadas. A avaliação substitutiva será realizada no ambiente virtual, sendo que o aluno terá uma única tentativa e um prazo de até 7 (sete) dias, após a compensação do boleto, para realizar a avaliação. • Disciplina Metodologia da Pesquisa Científica: mediante a solicitação de requerimento, até 8 (oito) dias após a data fim da disciplina, a nota obtida substituirá a média do aluno. A avaliação substitutiva será realizada no ambiente virtual, sendo que o aluno terá uma única tentativa e um prazo de até 7 (sete) dias, após a compensação do boleto, para realizar a avaliação. 5 5 O aluno que não realizou a Avaliação de 1ª e 2ª chamadas ou não obteve média igual ou superior a 7,0, após realizar a Avaliação Substitutiva, terá direito ao Programa de Dependência e Recuperação – PDR, mediante a solicitação de requerimento até o período de duração do curso X 2 (dois) menos 90 dias. O PDR será realizado no ambiente virtual, sendo que o aluno terá acesso ao conteúdo da disciplina e realizará uma AV, e a nota obtida substituirá a média do aluno. Para a obtenção do Certificado de Pós-graduação Lato Sensu – especialização, o aluno deverá cumprir todas condições seguintes: Frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) em todas as disciplinas; Nota igual ou superior a 7,0 (sete) em todas as disciplinas; Certificação O Certificado de conclusão de curso de Especialização será acompanhado por histórico escolar, em cumprimento às exigências da Resolução CNE/CES n°1, de 06 de abril de 2018, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação. Composição do Corpo Docente O corpo docente do curso é constituído por profissionais qualificados, com comprovado saber em sua área de atuação, conforme Resolução CNE/CES n°1, de 06 de abril de 2018, sendo mínimo 30% (trinta por cento) portadores de título de pós-graduação strictu sensu, isto é, portadores de títulos de Mestrado e Doutorado, obtidos em programas de pós-graduação strictu sensu devidamente reconhecidos pelo poder público em território nacional, ou revalidados, conforme legislação vigente. Os demais docentes são certificados em nível de especialização, pós-graduação lato sensu, de reconhecida capacidade técnico-profissional. 8. Estágio Não Obrigatório O estágio curricular não obrigatório tem como finalidade estimular o aluno a desenvolver atividades extracurriculares, para que possa inter-relacionar os conhecimentos teóricos e práticos adquiridos durante o curso e aplicá-los na solução de problemas reais da profissão, proporcionando o desenvolvimento da análise crítica e reflexiva para os problemas socioeconômicos do país, de acordo com a Resolução de Estágio curricular não obrigatório vigente na Instituição. Os principais objetivos da prática do estágio curricular não obrigatório são: I. proporcionar o exercício do aprendizado compromissado com a realidade socioeconômica-política do país; II. propiciar a realização de experiências de ensino e aprendizagem visando à educação profissional continuada, alicerçada no desenvolvimento de competências e habilidades e ao exercício do pensamento reflexivo e criativo; e II. incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando ao desenvolvimento da ciência, da tecnologia e da cultura. 6 6 A carga horária é definida pela concedente de estágio, não podendo ultrapassar a carga horária máxima de 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais, as quais podem ser realizadas em empresas públicas ou privadas, instituição de pesquisa, órgãos governamentais e não governamentais, e as próprias unidades da Universidade, desde que obedeçam às condições adequadas para que o estagiário possa aprofundar os seus conhecimentos teóricos e práticos adquiridos no curso. Para o Curso de Pós-Graduação EAD, a prática do estágio curricular não obrigatório é permitida durante a vigência do curso, não podendo exceder em um mesmo campo de estágio o período de 2 (dois) anos. Os estágios curriculares não obrigatórios devem estar apoiados em Termo de Compromisso e de comum acordo com a Instituição, devendo explicitar não somente os aspectos legais específicos, como também os aspectos educacionais e de compromisso com a realidade social. O Planejamento do Estágio Curricular Não Obrigatório é de responsabilidade do coordenador de curso em conjunto com o professor orientador e também do Departamento de Estágios, devendo conter os seguintes dados: I. matrícula regular especificando o semestre; II. disciplinas ou habilidades imprescindíveis ao seu desenvolvimento; III. atividades a serem desenvolvidas; IV. supervisor de campo; V. seguradora e apólice de seguro; VI. bolsa-auxílio ou contraprestação; VII. auxílio-transporte; VIII. período de realização; IX. período (s) de recesso; e X. carga horária diária e semanal. A orientação de estágio curricular pelo Departamento de Estágios deverá ser realizada por meio de orientação indireta mediante relatórios e, sempre que possível, visitas ao campo de estágio, além da utilização das tecnologias de informação e comunicação para contato das partes envolvidas. 7 7 9. Matriz Curricular DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA Ambientação 0h Orçamento e controles internos e externos 40h Métodos quantitativos de apoio à decisão 40h Auditoria hospitalar 40h Gestão da qualidade e acreditação hospitalar 40h Aspectos legais e normatizações em saúde 40h Tecnologia e inovação do trabalho em saúde 40h Negociação e gestão de conflitos 40h Noções de perícia 40h Auditoria médica em enfermagem, em odontologia e em farmácia 40h Metodologia da pesquisa científica 40h CARGA HORÁRIA TOTAL 400h 10. Carga Horária A carga horária total do Curso é de 400 horas/aula, sendo estas distribuídas em 10 (dez) disciplinas de 40 horas. 11. Conteúdo programático Disciplina: Ambientação Ementa: Histórico da Educação a Distância. Legislação da Educação a Distância no Brasil. Potencialidades da Educação a Distância. Flexibilidade de Acesso. Tecnologias para apoio à pesquisa. Aprendizagem colaborativa. Características do aluno na EAD. Boa convivência virtual: netiquetas. 8 8 Conteúdo Programático 1: Histórico da Educação a Distância. Conteúdo Programático 2: Legislação da Educação a Distância no Brasil. Conteúdo Programático 3: Potencialidades da Educação a Distância. Conteúdo Programático 4: Flexibilidade de Acesso. Conteúdo Programático 5: Tecnologias para apoio à pesquisa. Conteúdo Programático 6: Aprendizagem colaborativa. Conteúdo Programático 7: Características do aluno na EAD. Conteúdo Programático 8: Boa convivência virtual: netiquetas. Bibliografia: ALVES, L. Educação a distância: conceitos e história no Brasil e no mundo. Associação Brasileira de Educação A Distância, São Paulo, v. 10, n. 7, p.85-92, out. 2011. Mensal. Disponível em: <http://www.abed.org.br/revistacientifica/Revista_PDF_Doc/2011/Artigo_07.pdf>. Acesso em: 19 fev. 2018. GOTTARDI, M. de L. A autonomia na aprendizagem em educação a distância: competência a ser desenvolvida pelo aluno. Associação Brasileira de Educação a Distância, São Paulo, v. 14, n. 8, p. 110- 123, dez, 2015. Mensal. Disponível em: < http://seer.abed.net.br/edicoes/2015/08_A_AUTONOMIA_NA_APRENDIZAGEM.pdf> Acesso em: 19 fev. 2018. LITTO, F. M. FORMIGA, M. M. M. (org.) Educação a distância: o estado da arte. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009. MOORE, Michael; KEARSLEY, Greg. Educação a Distância,uma visão integrada. São Paulo: Thompson Learning, 2007. MORAES, M. C. O Paradigma educacional emergente. Campinas – SP: Papirus, 1997. MORAN, J. M. MASETTO, M. T. BEHRENS, M. A. Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica. 21ª Ed. Campinas, SP: Papirus, 2013. MORAN, J. M. O Uso das Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação na EAD - uma leitura crítica dos meios. http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/T6%20TextoMoran.pdf. Acesso em: 16 de fev de 2018. 9 9 PIVA, D. J. PUPO, R. GAMEZ, L. OLIVEIRA, S. EAD na Prática: Planejamento, métodos e ambientes de educação online. São Paulo: Elsevier, 2011. Disciplina: Aspectos Legais e Normatizações em Saúde Ementa: O direito à saúde e o SUS. A estruturação, organização e financiamento do SUS. Normas dos planos de saúde e regulamentação da Agência Nacional de Saúde Suplementar. Planos de saúde e as relações de consumo. Direito do consumidor em serviços de saúde. Código de ética. Princípios e valores éticos fundamentais na saúde. Implicações éticas na área da saúde a responsabilidade civil na assistência à saúde. Conteúdo Programático 1: A saúde como direito do cidadão. O processo de construção do SUS: aspectos jurídico-político, político-institucional e operativo. Conteúdo Programático 2: Lei Orgânica da Saúde (LOS) – Lei n. 8.080. Competências e responsabilidade da União, dos Estados e Municípios na gestão e financiamento do SUS. Conteúdo Programático 3: Saúde suplementar. Normas e regulamentações da Agência Nacional de Saúde Suplementar. Conteúdo Programático 4: Os planos privados de assistência à saúde. Operadoras de saúde e as relações de consumo. Conteúdo Programático 5: Contratos de planos e seguros privados. Requisitos legais, exigências, reembolso, garantias e coberturas. Conteúdo Programático 6: Direito do consumidor na prestação de serviços de saúde. Conteúdo Programático 7: Código de ética. Princípios e valores éticos fundamentais na saúde. Implicações éticas na área da saúde Conteúdo Programático 8: Responsabilidade civil na assistência à saúde. Bibliografia: BRASIL. Decreto-Lei n. 2.848, de 7 de dezembro de 1940. Código Penal. Diário Oficial da União, Brasília, 31 de dezembro de 1940 e retificado em 3 de janeiro de 1941. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del2848.htm >. Acesso em: 21 nov. 2016. ______. Lei n. 10.406, de 10 de janeiro de 2002. Institui o Código Civil. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10406.htm >. Acesso em: 21 nov. 2016. ______. Lei n. 8.078, de 11 de setembro de 1990. Dispõe sobre a proteção do consumidor e dá outras providências. Disponível em < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8078.htm> . Acesso em: 21 nov. 2016. ______. Lei n. 8.080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8080.htm >. Acesso em: 21 nov. 2016. 10 10 ______. Lei n. 9656, de 3 de junho de 1998. Dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9656.htm >. Acesso em: 21 nov. 2016. ______. Tribunal de Justiça do Paraná. Apelação cível. Cautelar de exibição de documentos. Prontuário médico. Documento pessoal. Sigilo médico. Apelação Cível: AC 6927975 PR 0692797-5. Relator: João Domingos Kuster Puppi. Curitiba. 2010f. DJPR 21/10/2010. Disponível em: < http://tj- pr.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/19510120/apelacao-civel-ac-6927975-pr-0692797-5 >. Acesso em: 21 nov. 2016. ______. Dignidade da pessoa humana e direitos fundamentais na Constituição Federal de 1988. 5. ed. Livraria do Advogado Editora: Porto Alegre, 2007. ALMEIDA, João Batista de. Manual de direito do consumidor. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2010. BETIOLI, Antonio Bento. Introdução ao direito: lições de propedêutica jurídica tridimensional. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 2011. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Constituicao.htm >. Acesso em: 21 nov. 2016. CAVALIERI FILHO, Sérgio. Programa de responsabilidade civil. 2. ed. São Paulo: Malheiros, 2000. CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. Resolução CFM nº 1931/2009. Aprova o Código de Ética Médica. Disponível em: < http://www.portalmedico.org.br/resolucoes/CFM/2009/1931_2009.htm >. Acesso: 28 out. 2014. DINIZ, Maria Helena. Compêndio de introdução à ciência do direito: introdução à teoria geral do direito, à filosofia do direito, à sociologia jurídica e à lógica jurídica, norma jurídica e aplicação do direito. 22. ed. São Paulo: Saraiva, 2011. DINIZ, Maria Helena. Curso de direito civil: responsabilidade civil. 23 ed. São Paulo: Saraiva, 2009. FERRAZ, Otávio Luiz Motta. Responsabilidade civil da atividade médica no código de defesa do consumidor. Rio de Janeiro: Elvesier, 2009. GAMA, Guilherme Calmon Nogueira da. A nova filiação: o biodireito e as relações parentais: o estabelecimento da parentalidade-filiação e os efeitos jurídicos da reprodução assistida heteróloga. Rio de Janeiro: Renovar, 2003. GOMES, Dinaura Godinho Pimentel. Direito do trabalho e a dignidade da pessoa humana, no contexto da globalização econômica: problemas e perspectivas. São Paulo: LTr, 2005. GONÇALVES, Carlos. Responsabilidade civil. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2009. KELSEN, Hans. Teoria pura do direito. 8. ed. São Paulo: Saraiva, 2009. MORAES, José Luiz Bolzan de. O direito à saúde. In: SCHWARTZ, Germano (Org.) A saúde sob os cuidados do direito. Passo Fundo: UPF, 2003. REALE, Miguel. Noções preliminares do direito. 27. ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 11 11 SÃO PAULO (Estado). Tribunal de Justiça São Paulo. Apelação Cível n°. 372.968-4/0-00. Dano moral. Responsabilidade Civil. Relator Beretta da Silveira. São Paulo, 25 de abril de 2006. SÃO PAULO (Estado). Tribunal de Justiça São Paulo. Responsabilidade civil. Internação de hospital. Apelação Cível. Relator José Cardinale. Revista dos Tribunais v. 523 n.68,São Paulo, 26 de outubro de 1978. SARLET, Ingo Wolfgang. Dignidade da pessoa humana e direitos fundamentais na Constituição Federal de 1988. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2001. SILVA, José Afonso da. Curso de direito constitucional positivo. 26. ed. São Paulo: Malheiros, 2006. STOCO, Rui. Tratado de responsabilidade civil: doutrina e jurisprudência. 8. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2011. TARTUCE, Flávio. Manual de direito civil: volume único. Rio de Janeiro: Forense, 2011. VENOSA, Sílvio de Salvo. Direito civil: responsabilidade civil. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2008. v. 4. Disciplina: Gestão da Qualidade e Acreditação Hospitalar Ementa: Conceitos e fundamentos de gestão da qualidade. Gestão com foco na qualidade em organizações hospitalares. Ferramentas de gestão da qualidade. Planejamento e Sistematização da Qualidade. Indicadores da Qualidade em Serviços em Saúde. Normas do ISO. O Sistema Brasileiro de Certificação. Conceitos e descrição do sistema de Acreditação Hospitalar. Processo e implantação do sistema de acreditação. Etapas da acreditação e organização dos serviços. Estrutura dos Manuais de Acreditação. Auditoria interna. Assim, quebrar paradigmas sobre a Gestão da Qualidade e Acreditação Hospitalar e apresentar o quanto se faz necessária nas organizações de saúde. Conteúdo Programático 1: Conceitos e fundamentos de gestão da qualidade. Conteúdo Programático 2: Gestão com foco na qualidade em organizações hospitalares. Conteúdo Programático 3: Ferramentasde gestão de qualidade. Conteúdo Programático 4: Planejamento e sistematização da Qualidade. Conteúdo Programático 5: Indicadores da Qualidade em Serviços em Saúde; Normas do ISO; O Sistema Brasileiro de Certificação. Conteúdo Programático 6: Conceitos e descrição do sistema de Acreditação Hospitalar. Conteúdo Programático 7: Processo e implantação do sistema de acreditação. Conteúdo Programático 8: Etapas da acreditação e organização dos serviços, estrutura dos Manuais de Acreditação. Auditoria interna. 12 12 Bibliografia: ADAMI, N. P. A melhoria da qualidade nos serviços de enfermagem. Acta Paulista de Enfermagem, São Paulo, v. 13, n. especial (Parte I), p. 190-196, 2000. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA – ANVISA. Assistência segura: uma reflexão teórica aplicada à prática. Brasília: ANVISA, 2013. ARAÚJO, M. A. P. et al. Qualidade na atenção hospitalar: análise da percepção dos trabalhadores de saúde de um hospital do norte cearense. Revista de Administração em Saúde, São Paulo, v. 10, n. 39, p. 73-78, 2008. ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE MEDICINA. CQH - Programa de Controle da Qualidade do Atendimento Médico-Hospitalar. Manual de orientação aos hospitais participantes. 3 ed. São Paulo: Atheneu, 2001. BALSANELLI, A. P.; JERICÓ, M. C. Os reflexos da gestão pela qualidade total em instituições hospitalares brasileiras. Acta Paulista de Enfermagem, São Paulo, v. 18, n. 4, p. 397-402, 2005. BERTELLI, S. B. Gestão de pessoas em administração hospitalar. Rio de Janeiro: Qualitmark, 2004. BOEGER, Marcelo. 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A disciplina também versará sobre temas que tem vital importância para um administrador de serviço de saúde, tais como: os contratos de serviços, a negociação e interpretação de glosas, processo de reembolso, custos em saúde, entre outros. Em seguida, serão apresentadas algumas especificidades relacionadas aos processos de auditoria, procedimentos médicos e despesas hospitalares e a introdução e uso de tecnologias no apoio e gestão do processo de auditoria. Conteúdo Programático 1: História, conceitos, fundamentos e postura profissional de um auditor. Conteúdo Programático 2: Ética e legislação aplicada ao processo de auditoria. Conteúdo Programático 3: Classificação, técnicas e indicadores em auditoria. Conteúdo Programático 4: Credenciamento e negociação de contratos. Conhecimento sobre as tabelas e o processo de glosas. Conteúdo Programático 5: Custos em saúde. Auditoria contábil e financeira dos serviços de saúde. Conteúdo Programático 6: Auditoria em unidades assistenciais: procedimentos médicos e em contas hospitalares. Auditoria em sistemas de suprimento e em OPME. Conteúdo Programático 7: Auditoria do SUS e em serviços ambulatoriais e hospitalares Conteúdo Programático 8: Tecnologia da informação aplicada à auditoria em saúde. Auditoria dos sistemas de informação. Relatórios de auditoria em saúde Bibliografia: BORBA, Valdir. Gestão administrativa e financeira de organizações de saúde. Atlas, 2009. VitalBook file. Minha Biblioteca. http://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788522468270 17 17 BRASIL, Manual de Normas de Auditoria. Brasília: Ministério da Saúde, 1998. BRASIL. Constituição Federal. 1988. BRASIL. Decreto nº 1.651, de 28 de setembro de 1995. Regulamenta o Sistema Nacional de Auditoria no âmbito do Sistema Único de Saúde. 1995. BRASIL. Lei nº 8.080 de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. 1990. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Auditoria do SUS: orientações básicas. Brasília: Ministério da Saúde, 2011. BRASIL. Lei no 9.961 de 28 de janeiro de 2000. Cria a Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS e dá outras providências. 2000. CALEMAN, G. Auditoria, Controle e Programação de Serviços de Saúde. v.5 . São Paulo: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, 1998. CFM, CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. Resolução 1.614 de 08 de fevereiro de 2001. CHING, Hong. Manual de custos de instituições de saúde : sistemas tradicionais de custos e sistema de custeio baseado em atividades (ABC), 2ª edição. Atlas, 2010. VitalBook file. Minha Biblioteca. http://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788522466399 COFEN, CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução 266 de 05 de outubro de 2001 - dispõe sobre as atividades do Enfermeiro Auditor. 2001. DÏNNOCENZO, M. Indicadores, auditorias e certificações: ferramentas de qualidade para a gestão em saúde. 2 ed. São Paulo: Martinari, 2010. FALK, James. Tecnologia de informação para gestão de custos e resultado no hospital: considerações e dicaspráticas para implantação de um modelo brasileiro. Atlas, 2008. VitalBook file. Minha Biblioteca. http://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788522471690 eradora de saúde. [Especialização] Universidade Tuiuti do Paraná. 2012. GUEDES, D.N.; ROCHA, T.A.; RIBEIRO, E.P.S.G.; ADORNO, L. O papel do Sistema Nacional de Auditoria e sua base legal na otimização da Gestão de serviços oferecidos pelo SUS. In: Âmbito Jurídico, Rio Grande, XV, n. 104, set 2012. Disponível em: < http://www.ambito-juridico.com.br/site/?n link= revista_artigos leitura &artigoid=12225 >. Acesso em: 21 nov. 2016. HESBEEN, Walter. 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Desafios atuais acerca da informática nos serviços de saúde. 19 19 Objetivo da disciplina: Proporcionar uma aproximação aos principais conceitos e nomenclaturas relacionados aos computadores e discutir as aplicações e importância da informática do trabalho em saúde. Conteúdo Programático 1: Princípios básicos: história da informática e principais conceitos (computador, computação, informática). Conteúdo Programático 2: A Internet como instrumento de comunicação, trabalho, ensino e pesquisa: evolução da internet e conceito de redes. Conteúdo Programático 3: Conhecendo os cenários e desdobramentos da informática nos serviços de saúde: Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em saúde. Conteúdo Programático 4: Utilização das tecnologias da informação no contexto das práticas de saúde e no processo de trabalho em saúde. Conteúdo Programático 5: Inovações tecnológicas para a segurança do paciente. Conteúdo Programático 6: Uso de tecnologias nos diversos cenários e níveis de atenção: Telesaúde, Realidade Virtual e videoconferências. Conteúdo Programático 7: Modalidades e aplicações da informática na Educação em Saúde: Educação a distância, Serious Games e Simulação. Conteúdo Programático 8: Desafios atuais acerca da informática nos serviços de saúde: Desenvolvimento científico e tecnológico e ética profissional. Bibliografia: ALBUQUERQUE, Eduardo da Motta e; SOUZA, Sara Gonçalves Antunes de and BAESSA, Adriano Ricardo. Pesquisa e inovação em saúde: uma discussão a partir da literatura sobre economia da tecnologia. Ciênc. saúde coletiva [online], v.9, n.2, p. 277-294, 2004. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Ciência e Tecnologia. Política nacional de ciência, tecnologia e inovação em saúde. Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Ciência e Tecnologia, 2. ed., p.44 (Série B. Textos Básicos em Saúde) Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2008. OLIVEIRA, Guilherme Bueno. MS Project & Gestão de Projetos. Makron Books, São Paulo, 2005. Demais referências: BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de Ciência e Tecnologia, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Ações de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde para a Amazônia Legal. Rev. Saúde Pública [online]. 2007, vol.41, n.1, pp. 158-162. ISSN 0034-8910. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Ciência e Tecnologia. Por que pesquisa em saúde? / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, 20 20 Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Ciência e Tecnologia. – Brasília : Ministério da Saúde, 2007. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Ciência e Tecnologia. Agenda nacional de prioridades de pesquisa em saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Ciência e Tecnologia. – 2. ed. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2008. GONICK, L. Introdução Ilustrada à Computação. São Paulo: Harper & Row do Brasil, 1984. 242 p. p. 115-122. GUIMARAES, Reinaldo. Bases para uma política nacional de ciência, tecnologia e inovação em saúde. Ciênc. saúde coletiva [online], vol.9, n.2, pp. 375-387, 2004. ISSN 1413-8123. LORENZETTI, Jorge; TRINDADE, Letícia de Lima; PIRES, Denise Elvira Pires; RAMOS, Flávia Regina Souza. Tecnologia, inovação tecnológica e saúde: uma reflexão necessária. Texto Contexto Enferm, Florianópolis, v.21, n.2, p. 432-439, 2012. MINAYO, Maria Cecília de Souza. Global & Local, Meritocrático & Social: O papel da Ciência e Tecnologia em Saúde Coletiva no Brasil. Tempus Actas de Saúde Coletiva, [S.l.], v. 6, n. 2, Abr. 2012. ISSN 1982-8829. Disponível em: <http://tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/1111>. Acesso em: 05 mai. 2015. RIBEIRO FILHO, J.L. Telemedicina e Telessaúde – A Construção de Redes Colaborativas de Ensino, Pesquisae Assistência ao Diagnóstico e ao Tratamento em Saúde no Brasil. Informática Pública, 2008. SANTOS, S.G, Uso dos recursos de Internet na Enfermagem: uma revisão. Rev. bras. enferm., vol.59 no.2 Brasília Mar./Apr. 2006 SOARES DE CASTRO, M.A. Netiqueta – Guia de Boas Maneiras na Internet. São Paulo, Novatec Editora Ltda, 1997. Disciplina: Métodos Quantitativos de Apoio à Decisão Ementa: Introdução as ferramentas estatísticas descritiva, tipos de dados. Amostragem Conceitos Fundamentais de Probabilidade. Distribuições de probabilidade. Estatística descritiva. Intervalo de confiança. Testes de hipóteses. Análise de regressão simples e correlação. Otimização. Uso de softwares e análise de casos aplicados à gestão da cadeia de suprimentos. Objetivo da disciplina: A busca por decisões mais acertadas nem sempre é um processo simples e em muitos profissionais se apoiam apenas na sua experiência profissional e intuição. O objetivo é capacitar o aluno com métodos e ferramentas quantitativas que possa auxiliá-lo no processo de tomada de decisões no campo de supply chain. Nesta disciplina também será apresentado para o aluno os recursos que lhes permita projetar, desenvolver e implementar sistemas de apoio à decisão baseados em planilhas eletrônicas para aplicações na supply chain management. 21 21 Conteúdo Programático 1: Estatística descritiva e amostragem, descrevendo dados qualitativos, descrevendo dados quantitativos. Conteúdo Programático 2: Medidas de posição, medidas de variação, medidas de forma e Box Plot. Conteúdo Programático 3: Probabilidade: conceito e teoremas fundamentais, variáveis aleatórias, distribuição de probabilidade. Conteúdo Programático 4: Métodos de estimação, estimação pontual e por intervalo. Conteúdo Programático 5: Teste de hipóteses, regressão linear simples e correlação Conteúdo Programático 6: Programação linear e linear inteira, conceito de variáveis de decisão, função-objetivo e restrições. Conteúdo Programático 7: Aplicação do solver do excel para otimizar modelos de programação linear, caso de problemas de transporte. Conteúdo Programático 8: Método multicritério de apoio a decisão, caso de avaliação da escolha de um fornecedor. Bibliografia: BOUZADA, M.A. C., RIBEIRO, L. O. M., PEIXE J. B. Métodos quantitativos aplicados a casos reais. Elsevier, 2013. LACHTERMACHER, G. Pesquisa operacional na tomada de decisões. Ed.5, Pearson Education, 2016. MEDEIROS, V. Z. et al. Métodos Quantitativos com Excel. Cenange Learning, 2008. RAGSDALE, C. T. Modelagem e Análise de Decisão. Cengage Learning, 2014. SIQUEIRA, J.O. Fundamentos de métodos quantitativos. Editora Saraiva, 2012. WALPOLE, R., MYERS, R. H. Probabilidade e estatística. Ed.8, Pearson Education, 2009, Demais referências: BALLOU, R, H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos: Planejamento, Organização e Logística Empresarial. Porto Alegre: Bookman, 2006. LIMA JUNIOR, Francisco Rodrigues; OSIRO, Lauro; CARPINETTI, Luiz Cesar Ribeiro. Métodos de decisão multicritério para seleção de fornecedores: um panorama do estado da arte. Gest. Prod., São Carlos, v. 20, n. 4, p. 781-801, 2013 . PEREIRA, Alessandra Andrade; OLIVEIRA, Murilo Alvarenga; LEAL JUNIOR, Ilton Curty. Custo de transporte e alocação da demanda: análise da rede logística de uma produtora brasileira de fertilizantes nitrogenados. J. Transp. Lit., Manaus, v. 10, n. 4, p. 5-9, Dec. 2016 . STEVENSON, W. J. Estatística aplicada à administração. Harbra, 2001. 22 22 Disciplina: Negociação e Gestão de Conflitos Ementa: Introdução à compreensão dos diferentes tipos de conflito, sua importância nas relações humanas e técnicas para sua mediação e gestão. Levá-lo a compreender que existem estilos de negociação, e apresentar cada um deles, aplicando sempre princípios da ética e da legalidade. Objetivo da disciplina: Desenvolver a habilidades do aluno em identificar o conflito, bem como ser mediador, com objetivo de gerenciá-lo seja em ambiente corporativo ou afins, entre indivíduos e equipes. Conteúdo Programático 1: O conflito Conteúdo Programático 2: Motivações para negociação Conteúdo Programático 3: Estilos de negociação Conteúdo Programático 4: Estratégias de negociação Conteúdo Programático 5: Conciliação e mediação Conteúdo Programático 8: Introdução a Teoria dos jogos Conteúdo Programático 7: Ética na negociação Bibliografia base VANIN, Jorge Alexandre. Processos de negociação. Curitiba: Intersaberes, 2013. Cap 6, 7 e 8 GABERLNI, V. M. P. Negociação e conflitos. Curitiba: InterSaberes, 2016. Cap 1, DORECKI, A. C. Resolução pacífica de conflitos: alternativas para a segurança pública. Curitiba: InterSaberes, 2017. Cap. 1 Bibliografia Complementar DUBRIN, A. J. Fundamentos de Comportamento Organizacional. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006 – Poder? ROBBINES, S. P. Comportamento Organizacional. 11. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2008 – Tomada de decisão ANDRADE, R. O. B. et al. Cultura e ética na negociação internacional. São Paulo: Atlas, 2006. 2004 - Armadilhas Distributiva, integrativa, mista, VASQUES, E. F. V. [org.] Técnicas de negociação e apresentação. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2014. P. 150 23 23 Modelo de Jung; Modelo de LIFO de Bergamini; Modelo de Gottschalk; Modelo de Matos; Modelo de Junqueira CALDAS, Cícera das Dores de; SILVA, Glicério Fernandes da; PESSOA, Eliana. ESTILOS DE NEGOCIADORES: UMA ANÁLISE INICIAL. 2008. Disponível em: <http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/estilos-de-negociadores-uma- analise-inicial/24850/>. Acesso em: 05 jun. 2017. VANIN, Jorge Alexandre. Processos de negociação. Curitiba: Intersaberes, 2013. Cap 3 GUILHERME, Luiz Fernando o Vale de Almeida. Manual dos MESCs: meios extrajudiciais de solução de conflitos. Barueri: Manole, 2016. – Cap. 5 e 6 VANIN, Jorge Alexandre. Processos de negociação. Curitiba: Intersaberes, 2013. Cap 5 Conteúdo Programático 6: Processo de negociação Pré-negociação, Negociação, Fechamento, pós-negociação VANIN, Jorge Alexandre. Processos de negociação. Curitiba: Intersaberes, 2013. Cap 5 VASQUES, E. F. V. [org.] Técnicas de negociação e apresentação. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2014. P. 144 VANIN, Jorge Alexandre. Processos de negociação. Curitiba: Intersaberes, 2013. Cap 8 GABERLNI, V. M. P. Negociação e conflitos. Curitiba: InterSaberes, 2016. Cap 6 FIANI, Ronaldo. (2009) Teoria dos Jogos. 3ª Ed. Elsevier MARINHO, Raul. Prática Na Teoria: Aplicações Da Teoria Dos Jogos E Da Evoluçãoaos Negócios . Editora Saraiva, 2000. LEWICKI, Roy; SAUNDERS, David; MINTON, John. Fundamentos da Negociação. 2 ed. Porto Alegre: Bookman, 2002 Disciplina: Orçamento e Controles Internos e Externos Ementa: Organização orçamentária no Brasil. Orçamento como ferramenta de planejamento gerencial. Programação e execução financeira. Controles Interno e Externo. Controle Social. Objetivo: Esta disciplina, Orçamento e Controles Internos e Externos, tem como objetivo apresentar aos alunos como a Administração Pública se organiza orçamentariamente para atender às expectativas da sociedade. Ao longo da leitura, os alunos poderão verificar que todo o processo se inicia pelo planejamento. Desta forma, os textos introduzem a questão do orçamento como ferramenta de planejamento gerencial. Serão elencadas Leis Orçamentárias vigentes no Brasil – O Plano Plurianual, a Lei de Diretrizes Orçamentárias e a Lei do Orçamento Anual – e apresentados de que forma elas são instituídas, seus conteúdos e aplicações. Após o entendimento sobre as Leis 24 24 Orçamentárias brasileiras,apresentaremos como a administração pública trata da programação da execução financeira que, em seu propósito final, acaba por materializar os programas com seus projetos e atividades, exprimindo, de certa forma, as necessidades da sociedade. Por fim, trataremos do controle interno e externo como ferramentas de análise da legalidade, eficiência e eficácia do sistema orçamentário-financeiro no Brasil, apresentando a base conceitual e normativa na Administração Pública. Ao final, pautaremos a discussão na importância da participação da sociedade no acompanhamento das receitas e despesas públicas com o objetivo de analisar criticamente se suas necessidades estão sendo atendidas de acordo com o planejado. Conteúdo Programático 1: Orçamento e Planejamento. Introdução da a questão do orçamento na Administração Pública, a importância do planejamento. Texto de apoio: GIACOMONI, James. Orçamento Público. 16ª edição. Atlas, 2012 Conteúdo Programático 2: Princípios Orçamentário. Valores basilares na construção do processo orçamentário na Administração Pública. Texto de apoio: GIACOMONI, James. Orçamento Público. 16ª edição. Atlas, 2012 Conteúdo Programático 3: Modelo Orçamentário no Brasil. O objetivo desta aula é apresentar uma breve nota histórica sobre o orçamento e quais são as ferramentas instituídas para a formulação, validação e aprovação do orçamento no Brasil. Texto de apoio: BURKHEAD, Jesse. Orçamento Público. Rio de Janeiro. Fundação Getúlio Vargas, 1971. Conteúdo Programático 4: Leis Orçamentárias e Direito Financeiro. Estrutura e Organização da Leis Orçamentárias e sua relação com o Direito Financeiro. Texto de apoio: HARADA, KYOSHI. Direito Financeiro e Tributário. São Paulo. Editora Atlas, 2008 Conteúdo Programático 5: Programação e Execução Financeira. Esta aula pretende demonstrar os instrumentos da programação e execução financeira anual que tem como objetivo a garantia de obtenção dos recursos necessários para a consecução dos programas previamente aprovados. Bem como tratar do assunto de créditos adicionais, caso não haja recursos suficientes para os programas. Texto de apoio: BALEEIRO, Aliomar. Uma introdução à ciência das Finanças. 16. ed. rev. e atualizada por Dejalma de Campos. Rio de Janeiro: Forense, 2002. Conteúdo Programático 6: Movimentações Orçamentárias. Créditos Adicionais. Mecanismos de alteração orçamentária na Administração Pública. Créditos adicionais. Texto de apoio: HARADA, KYOSHI. Direito Financeiro e Tributário. São Paulo. Editora Atlas, 2008 Conteúdo Programático 7: O Controle da Execução Orçamentária. Formas de controle da execução orçamentária no Brasil, as figuras dos controles internos e externos, suas estruturas. Texto de apoio: BLIACHERIENE, Ana Carla e RIBEIRO, Renato Jorge Brown. Fiscalização financeira e orçamentária: controle interno, controle externo e controle social do orçamento. In. Conti, José Mauricio e Scaff, Fernando Facury. Coordenadores. Orçamentos Públicos e Direito Financeiro. Editora Revista dos Tribunais, 2011. 25 25 Conteúdo Programático 8: Controle Social e Transparência. Controle Social das Contas Públicas. Transparência nas contas públicas. Texto de apoio: UNIVERSIDADE ABERTA DO NORDESTE. Controle Social das Contas Públicas. Disponível em: www.controlesocial.fdr.com.br. Acesso em: Acesso em: 21 nov. 2016. Bibliografia: BALEEIRO, Aliomar. Uma introdução à ciência das Finanças. 16. ed. rev. e atualizada por Dejalma de Campos. Rio de Janeiro: Forense, 2002. DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo. 20ª edição. Atlas, 2007. GIACOMONI, James. Orçamento Público. 16ª edição. Atlas, 2012. Demais referências AGUIAR, Joaquim Castro. Sistema Tributário Municipal. Editora Jose Konfino.1971. AGUIAR, Ubiratan Diniz; FIGUEIREDO, Alexandre; FIGUEIREDO, Pedro Ângelo Sales. Controle Social das Contas Públicas. “O papel do Controle Externo: TCU, TCE, TCM”. Universidade Aberta do Nordeste. Disponível em: http://www.tcm.ce.gov.br/site/_arquivos/servicos/downloads/2010/ curso_controle_social/tcm-03.pdf. Acesso em: 21 nov. 2016. ALBUQUERQUE, Claudiano; MEDEIROS, Márcio; FEIJÓ, Paulo Henrique. Gestão de Finanças Públicas. Brasília, Coleção Gestão Pública, 2ª edição, 2008. BENEVIDES, Mauro. Controle Social das Contas Públicas. Educação fiscal e controle social. Universidade Aberta do Nordeste. Disponível em: http://www.tcm.ce.gov.br/site/_arquivos/servicos/ downloads/2010/curso_controle_social/tcm-09.pdf. Acesso em: 21 nov. 2016. BLIACHERIENE, Ana Carla e RIBEIRO, Renato Jorge Brown. Fiscalização financeira e orçamentária: controle interno, controle externo e controle social do orçamento. In. Conti, José Mauricio e Scaff, Fernando Facury. Coordenadores. Orçamentos Públicos e Direito Financeiro. Editora Revista dos Tribunais, 2011. BURKHEAD, Jesse. Orçamento Público. Rio de Janeiro. Fundação Getúlio Vargas, 1971. FERRER, Florência. “Déficit de Avaliação” na Administração Pública e seus Efeitos Perversos. Disponível em: <www.florenciaferrer.com.br>. Acesso em: 21 nov. 2016. FUNDAP – FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO ADMINISTRATIVO DO ESTADO DE SÃO PAULO. Gestão Orçamentária e Financeira. Programa de Desenvolvimento Gerencial. São Paulo, 2008. HARADA, KYOSHI. Direito Financeiro e Tributário. São Paulo. Editora Atlas, 2008. MARE - MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO FEDERAL E REFORMA DO ESTADO – Programa da qualidade e participação na administração pública, Caderno 4, Brasília, 1997. 26 26 MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, SECRETARIA DE GESTÃO. Melhoria da gestão pública por meio da definição de um guia referencial […]. Produto 1: Mapeamento bibliográfico e do Estado da Arte sobre indicadores de Gestão. Brasília, 2009. REIS, Heraldo da Costa; MACHADO JR, José Teixeira. A Lei 4.320 comentada e a Lei de Responsabilidade Fiscal. Rio de Janeiro. Lumen Juris Editora, 2012. UNIVERSIDADE ABERTA DO NORDESTE. Controle Social das Contas Públicas. Disponível em: www.ontrolesocial.fdr.com.br. Acesso em: 21 nov. 2016. Disciplina: Noções de Perícia Ementa: Introdução dos princípios da perícia médica, em que o aluno compreenderá a bioética e ética aplicada; perícia administrativa e previdenciária, ocupacional e doenças ocupacionais, bem como perícia em diferentes especialidades em que o aluno possa desempenhá-la. Objetivo da disciplina: Capacitar profissionais formados nas áreas da Saúde e da Administração a compreender a perícia médica, de seus princípios ao seu campo de atuação, no desenvolvimento de suas atividades em diferentes especialidades. Conteúdo Programático 1: Princípios da perícia médica Conteúdo Programático 2: Ética na perícia médica e bioética Conteúdo Programático 3: Perícia médica administrativa e previdenciária Conteúdo Programático 4: Perícia ocupacional Conteúdo Programático 5: Acidente de trabalho Conteúdo Programático 6: Doenças ocupacionais Conteúdo Programático 7: Atividade pericial nas diferentes especialidades Conteúdo Programático 8: Informática e ferramentas computacionais aplicadas à Perícia Bibliografia: EPIPHANIO, E.B.; VILELA, J.R.P. X. Perícias Médicas – Teoria e Prática. 1 ed. Rio de Janeiro Guanabara Koogan 2009, ISBN 9788527715089. FRANÇA, G.V.De. Medicina legal. 9.ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2011, ISBN 978-85- 277-1693-2. FRANÇA, G.V.De. Direito Médico. 12. ed. Rio de Janeiro: Editora Forense, 2010 MENDES, R. Patologia do trabalho. Rio de Janeiro: Editora Atheneu, 1995. 27 27 SAVARIS, J.A (Coord). Curso de Perícia Judicial Previdenciária. Noções elementares para a comunidade médico-jurídica: São Paulo: Conceito Editorial,2011 SOUTO, D.F.Saúde no trabalho: uma revolução em andamento. Rio de Janeiro: Ed SENAC Nacional, 2003. VIEIRA, S.I.; JUNIOR, C.P. Guia prático do perito trabalhista. Belo Horizonte: Ed Ergo Ltda, 1997. WALDRON, H. A. Conceitos básicos em medicina ocupacional. 2.ed. São Paulo: Ed Andrei Ltda, 1983. ALCANTARA,H. R. de. Perícia Médica Judicial. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Koogan, 2006 BRANDIMILLER, P.A. Perícia judicial em acidentes e doença do trabalho. São Paulo: Editora Senac, 1996. BUONO NETO, A.; BUONO, E.A. Guia prático para elaboração de laudo em medicina do trabalho. São Paulo: Editora LTDA, 2002. MALTA, C.G.T. Vade Mecum legal do perito de insalubridade e periculosidade. São Paulo: Editora LTr, 2000. CLT – Consolidação das Leis do Trabalho Decreto-Lei 5.452, de 01.05.1943. Disponível em: www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del5452.htm. Acesso em: 07 set.2017 NÁUFEL, J. Novo Dicionário Jurídico Brasileiro. 10.ed. Rio de Janeiro : Forense, 2002. SILVA, P.E. Vocabulário Jurídico. 2 vols. 7.ed. Rio de Janeiro : Forense, 1982. VITRAL, W. Vocabulário Jurídico. 2.ed. Rio de Janeiro: Forense, 1982. HORVARTH, J.M.Direito Previdenciário. 6.ed. São Paulo: Editora Quartie Latin, 2006. MENDES, R. Patologias do Trabalho. Editora Atheneu, 1999. Normas Regulamentadoras da portaria 3214/78 da lei 6514/77 atualizadas em 1999. LEGISLAÇÕES E PERÍCIAS DO TRABALHO. Disponível em: www.camara.gov.br/sileg/integras/839945.pdf. Acesso em 07 set. 2017 KFOURI, N.M. Responsabilidade Civil do Medico. 3.ed. São Paulo: RT, 1998. NEGRÃO,T. Código de Processo Civil. São Paulo: Editora Saraiva, 2004 Disciplina: Auditoria Médica em Enfermagem, em Odontologia e em Farmácia Ementa: Apresentação dos princípios e legislações da auditoria médica de serviços de saúde, em diferentes sistemas e processos multidisciplinares, nos serviços e procedimentos voltados à 28 28 assistência de Enfermagem, Odontologia e Farmácia, até orientações no relacionamento com fornecedores. Objetivo da disciplina: Capacitar o estudante na compreensão dos diferentes espectros de atuação do profissional auditor, segundo normas e legislações vigentes, em processos e equipes multidisciplinares e diferentes campos de atuação, no atendimento e auditoria de procedimentos relacionados a áreas específicas. Conteúdo Programático 1: Auditoria e Perícia Multiprofissional em Saúde Conteúdo Programático 2: Auditoria em Procedimentos Médicos Conteúdo Programático 3: Auditoria em Enfermagem: aspectos legais; fluxogramas e protocolo para análises em prontuário; uso eficiente de materiais e insumos, controle da assistência. Conteúdo Programático 4: Atribuições do Enfermeiro Auditor: aspectos legais e éticos Conteúdo Programático 5: Auditoria em Procedimentos Odontológicos: Biossegurança; Documentação odontológica; Análise de prontuário; Auditoria baseada em evidencias e Auditoria em cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial. Conteúdo Programático 6: Estatística aplicada: metas e gerenciamento de custos Conteúdo Programático 7: Informática aplicada a auditoria em saúde Conteúdo Programático 8: Estratégias de Relacionamento com Fornecedores Bibliografia: ADAMI NP, Maranhão AMSA. Qualidade dos serviços de saúde: conceitos e métodos avaliativos. Acta Paul Enferm 1995; 8(4): 47-55. Araújo IPS. Introdução à auditoria operacional. 2ª ed. Rio de Janeiro: FGV; 2001. ATTIE W. Auditoria conceitos e aplicações. São Paulo, SP: Athas; 2011. BICHANGA CA, Bud MH. Gerenciamento de custos através de avaliações de cobranças e sua efetividade. In: 7º ENFTEC; 2000; São Paulo. Anais eletrônicos. São Paulo; 2000. Brasil. Ministério da Saúde. Manual de Normas de Auditoria. Brasília: Ministério da Saúde; 1998. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria Executiva, Coordenação Geral de Controle, Avaliação e Auditoria (CAUDI). Sistema Único de Saúde. Manual Técnico de Auditoria Contábil, Financeira e Patrimonial do Sistema Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde. Brasília; 1996 [internet]. [Acesso em 17 ago. 2017]. Disponível em: http://www.saude.sp.gov.br/resources/ gestor/acesso_rapido/auditoria/procedimentos_e_roteiros_de_auditoria_contabil_financeira.pdf. 29 29 CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. RESOLUÇÃO N° 508 DE 29 DE JULHO DE 2009: Atribuições do farmacêutico no exercício de auditorias. Brasília - Df: Scrn712/13, 2009. 5 p. Disponível em: <http://www.cff.org.br/userfiles/file/resolucoes/508.pdf>. Acesso em: 28 ago. 2017. CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. RESOLUÇÃO N° 531 DE 27 DE ABRIL DE 2010: Normas e procedimentos orçamentários, contábeis e financeiros. Brasília - Df: Cff, 2010. 42 p. Disponível em: <http://www.cff.org.br/userfiles/file/resolucoes/531.pdf>. Acesso em: 28 ago. 2017. CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. RESOLUÇÃO N° 585 DE 29 DE AGOSTO DE 2013: Atribuições clínicas do farmacêutico. Brasília - Df: Cff, 2013. 11 p. Disponível em: <http://www.cff.org.br/userfiles/file/resolucoes/585.pdf>. Acesso em: 28 ago. 2017. CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. RESOLUÇÃO CFM N° 1.614/2001: O médico no exercício da auditoria. Brasília - Df: DiÁrio Oficial da UniÃo, 2001. Disponível em: <http://www.portalmedico.org.br/resolucoes/cfm/2001/1614_2001.htm>. Acesso em: 28 ago. 2017. CONSELHO FEDERAL DE ODONTOLOGIA. RESOLUÇÃO CFO-118/2012: CÓDIGO DE ÉTICA ODONTOLÓGICA. Brasília - Df: Cfo, 2012. 20 p. Disponível em: <http://cfo.org.br/wp- content/uploads/2009/09/codigo_etica.pdf>. Acesso em: 28 ago. 2017. COREN, Conselho Regional de Enfermagem. Principais legislações para o exercício da enfermagem. São Paulo, SP: COREN; 2003. COREN, Conselho Regional de Enfermagem. Resolução 266/2001. São Paulo, SP: COREN; 2003. http://www.cofen.gov.br/wp-content/uploads/2012/03/ANEXO2662001.pdf ERDMANN.A.L.e LENTZ R.A. Gerência do trabalho da enfermagem. Disponível em: www.saude.mt.gov.br.ultimo acesso em:15/11/2007 ESCRIVÃO JRA. Uso de indicadores de saúde na gestão de hospitais públicos da região metropolitana de São Paulo: relatório de pesquisa. São Paulo (SP): Fundação Getúlio Vargas, Escola de Administração de Empresas de São Paulo; 2004. FARACO MM, Albuquerque GL. Auditoria do método de assistência de enfermagem. Rev Bras Enferm 2004;57(4):421-4. FORTES. Julia Ekeda. Procedimentos Administrativos. In: Fundamentos de Enfermagem. 3ªed. EPU. 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São Paulo; 2004. Referencias RIOLLINO,A.N: KILUKAS,C.B.V. Relato de experiências de enfermeiras no campo de auditoria do prontuário – uma ação inovadora – R Nursing. São Paulo, v.65 n.65 p. 35-38, out. 2003. SALCEDO, Irsa Oviedo; MARTÍNEZ, Mauricio Tatiana Leuro. Facturación& auditoría de cuentas de salud. 4. ed. Bogotá: Ecoe Ediciones, 2010. 60 p. (Ciencias de la Salud. Administración en Salud, Administración en Salud). Silva AA. Relação entre operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços: um novo relacionamento estratégico. Porto Alegre; 2003. Disponível em: http://www.ans.gov.br. Ultimo acesso em:20/12/2007. Disciplina: Metodologia da Pesquisa Científica Ementa: A disciplina aborda os diferentes conhecimentos que circulam entre as pessoas e a origem de sua produção; aprofunda-se no conhecimento científico ao tratar do conceito de verdade, da compreensão histórica da ciência e de sua natureza e métodos. Aborda ainda as características de um projeto de pesquisa, do seu desenvolvimento e do relatório de apresentação dos resultados, sempre pautadas pela ética do pesquisador. Objetivo da disciplina: Distinguir as características dos diferentes tipos de conhecimento. Compreender como o conhecimento científico é produzido. Elaborar um projeto de pesquisa. Desenvolver um projeto de pesquisa. Elaborar um relatório de pesquisa na forma de um artigo científico. Adotar as normas acadêmicas no desenvolvimento da sua pesquisa. Seguir os princípios éticos de um pesquisador rigoroso. Conteúdo Programático 1: Entendimento do conceito e do universo da ciência em suas diversas acepções. Apresentação dos aspectos importantes da origem do saber científico. Conteúdo Programático 2: Entendimento do conceito e do universo da ciência em suas diversas acepções. Reflexão sobre a idealização da ciência como esfera da verdade. Apresentação dos aspectos importantes do pensamento científico. Conteúdo Programático 3: Apresentação dos autores e aspectos das suas obras que contribuíram para o surgimento do pensamento científico. Reflexão da visão geral dos dois pilares fundamentais do pensamento científico moderno. Identificação das perspectivas divergentes da metodologia e da filosofia das ciências naturais e sociais presentes nos debates contemporâneos. 31 31 Conteúdo Programático 4: Identificação da taxonomia das pesquisas nas Ciências quanto ao seu enfoque e quanto aos seus objetivos. Apresentação da natureza, o valor e a utilidade desses estudos. Conteúdo Programático 5: Identificação da taxonomia das pesquisas nas ciências quanto à natureza, os procedimentos de coleta e às fontes de informação. Conhecimento da natureza, o valor e a utilidade desses tipos de pesquisa. Conteúdo Programático 6: Aprimoramento e estruturação formal do processo de pesquisa. Apresentação dos elementos constitutivos de um projeto de pesquisa científica. Obtenção de um checklist de planejamento de projeto. Conteúdo Programático 7: Reconhecimento dos relatórios de resultados de pesquisas acadêmicas. Compreensão dos elementos que integram um relatório de pesquisa. Obtenção de um checklist para avaliação da própria pesquisa e para a redação de relatório. Conteúdo Programático 8: Reflexão sobre a ética e a integridade na prática da pesquisa científica. Identificação das modalidades de fraude ou má conduta em publicações. Conhecimento das diretrizes para a boa conduta em publicações. Bibliografia: APPOLINARIO, Fábio. Metodologia da Ciência: filosofia e prática de pesquisa. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning. 2012. BELL, Judith. Projeto de pesquisa: guia para pesquisadores iniciantes em educação, saúde e ciências sociais. Tradução: Magda França Lopes. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. FURTADO, José Augusto P. X. Trabalhos acadêmicos em Direito e a violação de direitos autorais através de plágio. Site: Jus Navigandi, 09/2002. Disponível em: <http://jus.com.br/artigos/3493/trabalhos-academicos-em-direito-e-a-violacao-de-direitos-autorais- atraves-de-plagio>. Acesso em: 21 jan. 2018. GLASER, André. Metodologia da Pesquisa Científica. Valinhos: Anhanguera Educacional, 2014. Disponível em: <www.anhanguera.com>. Acesso em: 21 jan. 2018. LAVILLE, Christian; DIONNE, Jean. A construção do saber: manual de metodologia de pesquisa em ciências humanas. Trad. Heloisa Monteiro e Francisco Settineri. Porto Alegre: Editora Artes Médicas Sul Ltda.; Belo Horizonte: Editora UFMG, 1999. SAMPIERI, Roberto Hernandéz, COLLADO, Carlos Hernadéz; LUCIO, Pilar Baptista. Metodologia de Pesquisa. Tradução: Fátima Conceição Murad, Melissa Kassner, Sheila Clara Dystyler Ladeira. 3 ed. São Paulo: Mc Graw-Hill, 2006. SANTOS, Antonio Raimundo dos. Metodologia Científica: a construção do conhecimento. 3 ed. Rio de Janeiro: DP&A editora, 2000. Bibliografia complementar: ALVES, Rubem. Filosofia da ciência: introdução ao jogo e suas regras. 2. ed. São Paulo: Edições Loyola. 2000. 32 32 ANDERY, Maria Amália Pie Abib et. al. Para compreender a ciência: uma perspectiva histórica. 10. Ed. Rio de Janeiro: Espaço e Tempo: São Paulo: Educ, 2001. BIANCHETTI, Lucidio; MACHADO, Ana Maria Netto. (organizadores) A Bússola do Escrever: desafios e estratégias na orientação de teses e dissertações. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2012 BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2008. CNPq. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Relatório da Comissão de Integridade de Pesquisa do CNPq. Disponível em< http://www.memoria.cnpq.br/normas/lei_po_085_11.htm>. Acesso em: 21 jan. 2018. GERHARDT, Tatiana Engel; SILVEIRA, Denise Tolfo. Métodos de pesquisa [organizado por] e; coordenado pela Universidade Aberta do Brasil – UAB/UFRGS e pelo Curso de Graduação Tecnológica – Planejamento e Gestão para o Desenvolvimento Rural da SEAD/UFRGS. – Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2009. Disponível em: <http://www.ufrgs.br/cursopgdr/downloadsSerie/derad005.pdf>. Acesso em: 21 jan. 2018. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2008. MALVEZZI, Mariana. Política Identitária Verde: uma questão de emancipação. 2011. Tese (Doutorado). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Faculdade de Ciências Humanas e da Saúde. São Paulo, 2011. STRAUSS, Anselm; CORBIN, Juliet. Pesquisa Qualitativa: técnicas e procedimentos para o desenvolvimento de teoria fundamentada. Tradução: Luciene de Oliveira da Rocha. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. 12. Infraestrutura Física e Pedagógica O aluno encontrará todo o conteúdo do curso e assistirá às aulas gravadas no ambiente virtual. Para assistir às aulas é fundamental que as especificações abaixo sejam obedecidas, possibilitando, assim, uma recepção de maior qualidade dos vídeos. Hardware: • Processador Intel Core 2 Duo ou superior. • 2Gb de Memória RAM. • Placa de vídeo com resolução 1024x768, qualidade de cor 32 bit e compatível com Microsoft DirectShow. • Microsoft DirectX 9.0c ou posterior. Software: • Navegador: Firefox, Google Chrome, Internet Explorer (sempre atualizado). • Sistema Operacional: Windows XP ou posterior. • Adobe Flash Player (atualizado). • Plugin de vídeos SilverLigth (atualizado) 33 33 Rede: • Conexão com a Internet banda larga de no mínimo 2 MB. • Em caso de acesso em ambientes corporativos além da velocidade, é necessário verificar as condições de segurança de rede de sua empresa e se certificar que o site não estará bloqueado. Adicionalmente, é prevista a utilização da biblioteca virtual para consultas bibliográficas e pesquisa de assuntos referentes às disciplinas ministradas. 3434