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Livro Eletrônico
Aula 12
Contabilidade Geral e Avançada p/ ICMS-SC (Todos os Cargos) Com videoaulas - 2018
Professores: Gabriel Rabelo, Luciano Rosa
04451242452 - Carla Di Fiori
 
 
 www.estrategiaconcursos.com.br 1 de 111
 
CONTABILIDADE GERAL PARA ICMS SC ± AULA 12 
PROF. GABRIEL RABELO/LUCIANO ROSA/JULIO CARDOZO 
 
 
SUMÁRIO: 
 
1 CONTINUAÇÃO ........................................................................................................... 1 
2 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA ....................................................................... 2 
2.1 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA NA LEI 6.404/76......................................... 2 
3 PRIMEIROS ENTENDIMENTOS SOBRE A DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA ................ 3 
4 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA ± MÉTODO INDIRETO ........................................ 9 
5 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA ± MÉTODO DIRETO .......................................... 13 
6 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA NO CPC ± 03 (REVISÃO 2) ................................ 16 
6.1 BENEFÍCIOS DAS INFORMAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA ........................................ 16 
6.2 APRESENTAÇÃO DE UMA DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA ........................... 16 
7 ATIVIDADES OPERACIONAIS ...................................................................................... 17 
8 ATIVIDADES DE INVESTIMENTO .................................................................................. 18 
9 ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO................................................................................ 19 
10 PONTOS DE ATENÇÃO - JUROS E DIVIDENDOS .......................................................... 21 
11 OUTROS PONTOS QUE PODEM CAIR EM PROVA .......................................................... 24 
11.1 SALDO NEGATIVO NA CONTA BANCOS ............................................................... 24 
11.2 FLUXO DE CAIXA EM MOEDA ESTRANGEIRA ........................................................ 24 
12 DEMAIS ................................................................................................................ 25 
13 MODELO MAIS AVANÇADO DE DFC PELOS MÉTODOS DIRETO E INDIRETO .................... 29 
13.1 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA ± MÉTODO INDIRETO ................................ 29 
13.2 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA ± MÉTODO DIRETO .................................... 30 
14 RESUMO GERAL SOBRE DFC .................................................................................... 36 
15 QUESTÕES COMENTADAS ....................................................................................... 37 
16 LISTA DE QUESTÕES COMENTADAS NESTA AULA ....................................................... 90 
17 GABARITO DAS QUESTÕES COMENTADAS NESTA AULA ............................................. 111 
 
1 CONTINUAÇÃO 
 
Olá, meus amigos. Como estão?! 
 
Prazer revê-los novamente em mais uma aula de Contabilidade Geral 
para ICMS SC! 
 
Hoje falaremos sobre a demonstração dos fluxos de caixa. A DFC tem um 
entendimento pouco mais complexo, mas, depois de compreendido o seu 
funcionamento, garantirá pontos importantes na prova. 
 
O plantão de dúvidas do site já está funcionando. Pedimos que seja 
usado, preferencialmente. 
 
 
 
 
 
Vamos à aula?! Então, aos estudos! Um abraço. 
 
Gabriel Rabelo/Luciano Rosa 
Instagram: @contabilidadefacilitada 
Fórum de dúvidas e mapas mentais: Professor Julio Cardozo 
 
AULA 12: DFC - DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA 
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CONTABILIDADE GERAL PARA ICMS SC ± AULA 12 
PROF. GABRIEL RABELO/LUCIANO ROSA/JULIO CARDOZO 
 
2 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA 
 
2.1 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA NA LEI 6.404/76 
 
A demonstração dos fluxos de caixa tornou-se obrigatória, no Brasil, a 
partir de 2008. 
 
Conforme a Lei 6404/76: 
 
Art. 176. Ao fim de cada exercício social, a diretoria fará elaborar, com 
base na escrituração mercantil da companhia, as seguintes demonstrações 
financeiras, que deverão exprimir com clareza a situação do patrimônio da 
companhia e as mutações ocorridas no exercício: 
 
IV ± demonstração dos fluxos de caixa; e (Redação dada pela Lei nº 
11.638,de 2007) 
 
§ 6o A companhia fechada com patrimônio líquido, na data do 
balanço, inferior a R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais) não será 
obrigada à elaboração e publicação da demonstração dos fluxos de caixa. 
(Redação dada pela Lei nº 11.638, de 2007) 
 
Art. 188. As demonstrações referidas nos incisos IV e V do caput do art. 
176 desta Lei indicarão, no mínimo: (Redação dada pela Lei nº 11.638,de 
2007) 
 
I ± demonstração dos fluxos de caixa ± as alterações ocorridas, durante o 
exercício, no saldo de caixa e equivalentes de caixa, segregando-se essas 
alterações em, no mínimo, 3 (três) fluxos: (Redação dada pela Lei nº 
11.638,de 2007) 
 
a) das operações; (Redação dada pela Lei nº 11.638,de 2007) 
b) dos financiamentos; e (Redação dada pela Lei nº 11.638,de 2007) 
c) dos investimentos; (Redação dada pela Lei nº 11.638,de 2007) 
 
Portanto, a demonstração dos fluxos de caixa é 
obrigatória para a companhia aberta e para a 
companhia fechada com patrimônio líquido 
superior a 2 milhões. 
 
A lei estabelece ainda que no mínimo teremos três fluxos 
evidenciados na DFC: 
 
- Operacional 
- Investimentos 
- Financiamento 
 
 
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Esquematizando: 
 
 
 
3 PRIMEIROS ENTENDIMENTOS SOBRE A DEMONSTRAÇÃO DOS 
FLUXOS DE CAIXA 
 
Antes de começar a estudar a demonstração dos fluxos de caixa é 
necessário se perguntar: O que é e qual a finalidade da DFC? A 
demonstração dos fluxos de caixa é a demonstração que evidencia 
a variação das contas caixa e equivalentes de caixa da companhia. 
 
O próprio CPC 03 diz que: 
 
Informações sobre o fluxo de caixa de uma entidade são úteis 
para proporcionar aos usuários das demonstrações contábeis uma 
base para avaliar a capacidade de a entidade gerar caixa e 
equivalentes de caixa, bem como as necessidades da entidade de 
utilização desses fluxos de caixa. As decisões econômicas que são 
tomadas pelos usuários exigem avaliação da capacidade de a entidade 
gerar caixa e equivalentes de caixa, bem como da época de sua 
ocorrência e do grau de certeza de sua geração. 
 
Antes de começarmos a falar sobre a DFC, há três entendimentos 
essenciais no CPC 03, que precisam ser conhecidos. Vamos lá! 
 
- Caixa compreende numerário em espécie e depósitos bancários 
disponíveis. 
- Equivalentes de caixa são aplicações financeiras de curto prazo, de alta 
liquidez, que são prontamente conversíveis em montante conhecido de 
caixa e que estão sujeitas a um insignificante risco de mudança de 
valor. 
- Fluxos de caixa são as entradas e saídas de caixa e equivalentes de 
caixa. 
 
Portanto, os fluxos de caixa são as entradas e saídas de dinheiro. 
Se você vendeu mercadoria à vista por R$ 150,00 e comprou mercadoria 
à vista por R$ 80,00, você teve um caixa líquido gerado de R$ 60,00. 
 
Se você comprou mercadoria à vista por R$ 100,00 e pagou empregados 
no valor de R$ 80,00, você tem um caixa líquido consumido de R$ 180,00. 
 
A lógica é essa. Apenas com isso já podemos resolver questões de prova! 
Vejamos: 
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(CESGRANRIO/Transpetro/Contador/2018) Ao final de um exercício, 
uma companhia apresentouos seguintes dados resumidos da 
Demonstração dos Fluxos de Caixa, elaborada pelo método indireto: 
 
Fluxo de caixa líquido das atividades operacionais R$ 385.570,00 
Fluxo de caixa líquido das atividades de investimento -R$ 106.350,00 
Fluxo de caixa líquido das atividades de financiamento -R$ 299.700,00 
 
Se a companhia iniciou o exercício com um saldo de caixa e equivalentes 
de caixa de R$ 353.100,00, é correto afirmar que 
 
(A) a variação no caixa foi de R$ 32.470,00. 
(B) o caixa líquido ao final do exercício foi de R$ 332.620,00. 
(C) o caixa total consumido nas atividades foi de R$ 406.050,00. 
(D) houve incremento nas disponibilidades financeiras ao final do 
exercício. 
(E) as atividades de investimento e de financiamento não afetaram as 
disponibilidades financeiras. 
 
Comentários: 
 
Temos um caixa inicial de R$ 353.100,00 
 
Fluxo de caixa inicial 353.100,00 
 
Agora, temos de olhar para as variações que ocorreram no período. O que 
for positivo é por que aumentou o caixa. O que for negativo é por que 
diminuiu o caixa. 
 
Fluxo de caixa do período 
 
Operacional 385.570,00 
Investimento -106.350,00 
Financiamento -299.700,00 
Total - 20.480,00 
 
Portanto, vejam, no período, você teve mais gastos, mais saída de caixa 
do que entradas. Portanto, podemos dizer que houve consumo de caixa, 
de R$ 20.480,00. 
 
Com efeito, temos que o fluxo de caixa do período é de R$ 20.480,00 
negativo. 
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Já o saldo da conta caixa é de R$ 353.100 (saldo inicial) ± R$ 
20.480,00 (consumo do período) = R$ 332.620,00. 
 
Vamos analisar as alternativas. 
 
(A) a variação no caixa foi de R$ 32.470,00. 
 
O item está incorreto. A variação do caixa foi de R$ 20.480,00 negativos. 
 
(B) o caixa líquido ao final do exercício foi de R$ 332.620,00. 
 
Este é o nosso gabarito. Ao final do exercício temos os R$ 353.100,00 
iniciais ± R$ 20.480,00 que foram consumidos no exercício, totalizando R$ 
332.620,00. 
 
(C) o caixa total consumido nas atividades foi de R$ 406.050,00. 
 
O item está incorreto. Já vimos que foi de R$ 20.480,00. 
 
(D) houve incremento nas disponibilidades financeiras ao final do 
exercício. 
 
Incorreto. Houve consumo de caixa. 
 
(E) as atividades de investimento e de financiamento não 
afetaram as disponibilidades financeiras. 
 
Incorreto. Uma vez que consumiram caixa, afetaram sim as 
disponibilidades. 
 
Gabarito Æ B 
 
Para o entendimento da sistemática da DFC, tomemos os seguintes fatos 
contábeis. 
 
1. A empresa KLS foi constituída com a integralização do Capital 
Social no valor de R$ 10.000,00 em dinheiro. 
 
D ± Caixa (Ativo) 10.000 
C ± Capital Social (PL) 10.000 
 
Razonetes: 
 
1 10.000,00 2 10.000,00 1
5
Caixa (Ativo) Capital Social (PL)
 
 
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2. Comprou mercadorias no valor de R$3.000,00, pagando à vista, 
sem incidência de impostos. 
 
D ± Estoque de Mercadorias (Ativo) 3.000 
C ± Caixa (Ativo) 3.000 
 
Razonetes: 
 
1 10.000,00 3.000,00 2 10.000,00 1 2 3.000,00 
Caixa (Ativo) Capital Social (PL) Estoque (Ativo) 
 
 
3. Vendeu metade da mercadoria em estoque a prazo, por 
R$2.000,00, sem a incidência de impostos. 
 
3. Registro da venda: 
 
D ± Duplicatas a Receber (Ativo) 2.000 
C ± Receita de Vendas (Resultado) 2.000 
 
4. Pela baixa do estoque: 
 
D ± Custo da Mercadoria Vendida (Resultado) 1.500 
C ± Estoque (Ativo) 1.500 
 
Após esses lançamentos, os razonetes devem ficar assim: 
 
1 10.000,00 3.000,00 2 10.000,00 1 2 3.000,00 1.500,00 4
3 2.000,00 2.000,00 3 4 1.500,00 
Caixa (Ativo) Capital Social (PL) Estoque (Ativo) 
Dupl. a rec. (At) Receita de Vendas CMV
 
 
5. Compra de uma máquina à vista, no valor de 6.000. 
 
D ± Máquinas e equipamento (Ativo Imobilizado) 6.000 
C ± Caixa (Ativo) 6.000 
 
Razonetes: 
 
1 10.000,00 3.000,00 2 10.000,00 1 2 3.000,00 1.500,00 4
6.000,00 5
3 2.000,00 2.000,00 3 4 1.500,00 
5 6.000,00 
Máquinas (Ativo)
Caixa (Ativo) Capital Social (PL) Estoque (Ativo) 
Dupl. a rec. (At) Receita de Vendas CMV
 
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6. Lançamento da depreciação referente ao primeiro mês da 
máquina adquirida no lançamento anterior. A máquina será 
depreciada em 10 anos. 
 
O que é depreciação? 
 
Segundo a Lei 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações): 
 
Art. 183, § 2o A diminuição do valor dos elementos dos ativos imobilizado 
e intangível será registrada periodicamente nas contas de: (Redação dada 
pela Lei nº 11.941, de 2009) 
 
a) depreciação, quando corresponder à perda do valor dos direitos que 
têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por 
uso, ação da natureza ou obsolescência; 
 
A depreciação reconhece a perda de valor pelo desgaste, perda de 
utilidade ou obsolescência dos bens físicos. No nosso exemplo, temos uma 
máquina de R$ 6.000 que irá durar 10 anos. Portanto a depreciação 
mensal pode ser calculada assim: $ 6.000 / 120 meses = R$ 50,00 
 
6 ± Contabilização da depreciação: 
 
D ± Despesa de depreciação (Resultado) 50 
C ± Depreciação Acumulada (Retificadora do Ativo) 50 
 
A conta depreciação acumulada é uma conta retificadora do ativo. Ou 
seja, é uma conta de saldo credor, embora fique no ativo. A máquina, 
com a depreciação acumulada, aparece assim na contabilidade: 
 
Máquina (Ativo) 6.000 
Depreciação Acumulada (Ret. Ativo) (50) 
Valor contábil 5.950 
 
Mês a mês, o valor da Depreciação Acumulada vai aumentando, até zerar 
o valor contábil do ativo. 
 
Até o momento, estamos assim: 
 
1 10.000,00 3.000,00 2 10.000,00 1 2 3.000,00 1.500,00 4
6.000,00 5
3 2.000,00 2.000,00 3 4 1.500,00 
5 6.000,00 6 50,00 50,00 6
Caixa (Ativo) Capital Social (PL) Estoque (Ativo) 
Dupl. a rec. (At) Receita de Vendas CMV
Máquinas (Ativo) Despesa de depre. Dep. Acum. (At)
 
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A partir dos lançamentos acima, podemos elaborar a Demonstração de 
Resultado: 
 
Demonstração do resultado do exercício 
 
Receita de vendas 2.000 
(-) Custo da Mercadoria Vendida (1.500) 
(=) Lucro Bruto 500 
(-) Despesas de depreciação (50) 
(=) Lucro Líquido 450 
 
E o balanço patrimonial: 
 
Balanço patrimonial 
 
Ativo 
 
Caixa 1.000 
Duplicatas a Receber 2.000 
Estoque 1.500 
Imobilizado 6.000 
Depreciação acumulada (50) 
Total do Ativo 10.450 
 
Patrimônio líquido 
 
Capital Social 10.000 
Lucro do Exercício 450 
Total Passivo + PL 10.450 
 
A demonstração do fluxo de caixa explica a variação ocorrida no 
caixa da empresa. 
 
A conta caixa começou com zero e terminou com R$ 1.000 (o saldo 
pode ser visto no balanço patrimonial, na própria conta caixa e 
equivalentes de caixa). Então, você já sabe que a variação total do caixa 
foi de R$ 1.000,00. Mas não houve uma única operação. Tivemos 
operações de entrada e de saída de dinheiro que, ao se compensarem, 
resultarãono valor de R$ 1.000,00. 
 
A demonstração do fluxo de caixa é dividida em três 
tipos de atividades: fluxo de caixa das atividades 
operacionais, das atividades de investimentos e 
das atividades de financiamento. 
 
Além disso, a DFC pode ser elaborada pelo método direto ou pelo 
método indireto. A diferença entre os métodos está somente no fluxo 
operacional. 
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Esquematizando: 
 
 
 
 
 
 
Mas, professores, qual a diferença? Basicamente, o método direto parte 
diretamente da conta caixa, enquanto que o indireto é feito 
partindo do lucro líquido do exercício, fazendo alguns ajustes na 
DRE. Só há diferença no fluxo operacional. O de financiamentos e 
investimentos é igual. 
 
Então vamos começar pelo método indireto: 
 
4 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA ± MÉTODO 
INDIRETO 
 
Os passos para fazermos a DFC pelo método indireto, no fluxo 
operacional, são os seguintes: 
 
Passo 1: Pegar o lucro líquido do exercício 
Passo 2: Ajustar as receitas e despesas que não afetaram o caixa. 
Passo 3 Eliminar o efeito das vendas e compras a prazo do caixa. 
 
Fluxo de Atividades Operacionais ± Método Indireto 
 
Passo 1: Pegar o lucro líquido do exercício 
 
Passo 2: Ajustar as receitas e despesas que não afetaram o caixa. 
 
Vamos começar a nossa DFC pelo método indireto, encontrando o fluxo 
operacional. 
 
Atenção: Partir do lucro líquido do exercício e 
procurar o que não afeta o caixa (seja receita, 
seja despesa). Basicamente é isso que fazemos 
no método indireto. Tenha em mente! 
 
Lucro Líquido 450 
(+) Depreciação 50 
Lucro Ajustado 500 
 
A despesa de depreciação de R$ 50 diminuiu o Lucro Líquido. Mas a 
Depreciação não é paga a ninguém. Não resulta em saída de caixa. 
Assim, devemos somar ao lucro líquido a despesa de depreciação e 
as outras despesas que diminuíram o Lucro, mas não são saídas de 
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caixa, como amortização, exaustão, despesas financeiras, perda 
no método da equivalência patrimonial, etc. 
 
 
Exemplo de despesas que não resultam em 
saída de caixa e devem ser ajustadas: 
 
- Depreciação. 
- Amortização. 
- Exaustão. 
- Despesas financeiras não pagas. 
- Perda no método da equivalência patrimonial. 
 
Da mesma forma, as receitas que aumentaram o lucro, mas não 
resultaram em entradas de caixa devem ser ajustadas no lucro 
líquido, diminuindo-o (receita de equivalência patrimonial, receita 
financeira não recebida, e outras). 
 
 
Exemplo de receitas que não resultam em 
entrada de caixa e devem ser ajustadas: 
 
- Equivalência patrimonial. 
- Receita financeira não recebida. 
 
Feito esse primeiro passo (ajuste das receitas e despesas que não afetam 
o caixa), passamos a um outro ponto importante. 
 
Passo 3 Eliminar o efeito das vendas e compras a prazo do caixa. 
 
Se todas as operações da empresa fossem realizadas à vista, o lucro 
ajustado já seria equivalente à movimentação do caixa. Mas é comum que 
as empresas realizem operações a prazo. Portanto, devemos eliminar o 
efeito das vendas e compras a prazo do caixa. 
 
Fazemos isso ajustando o saldo das contas patrimoniais. Vamos examinar 
caso a caso: 
 
Ajuste em Duplicatas a Receber: 
 
Saldo inicial 2.000,00 
Saldo final 2.000,00 
Dupl. a rec. (At)
 
 
Vejam que houve um aumento de R$ 2.000,00. E o que isso significa, 
professor? O aumento no saldo de duplicatas a receber significa que 
parte das entradas de vendas ficou retida nessa conta. 
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Entenda. As receitas de vendas ficam registradas na demonstração do 
resultado do exercício, correto? Na conta receita de vendas. Mas se 
olharmos a fundo, veremos que nem todas as vendas são à vista. Existem 
vendas à vista e vendas a prazo. Como partimos do lucro líquido, estamos 
considerando que o valor total das vendas entrou no Caixa. Veja 
novamente a DRE: 
 
Receita de vendas 2.000 
(-) Custo da Mercadoria Vendida (1.500) 
(=) Lucro Bruto 500 
(-) Despesas de depreciação (50) 
(=) Lucro Líquido 450 
 
Quando iniciamos o fluxo de caixa indireto pelo lucro líquido de 450, a 
premissa inicial é que todo o valor das vendas (2.000) entrou no caixa. É 
uma premissa! Da mesma forma, consideramos que todo o custo da 
mercadoria vendida representa efetiva saída de dinheiro do Caixa. Afinal, 
começamos o fluxo de caixa somando o lucro líquido com a depreciação. 
 
Mas existem as operações a prazo e operações que resultam em saídas de 
caixa, mas não afetam o resultado (por exemplo, a aquisição de estoque à 
vista). 
 
Para eliminar tais efeitos do caixa, usamos a variação das contas 
patrimoniais. Como a conta duplicatas a receber aumentou (o que 
significa que parte do dinheiro das vendas lá ficou represado), 
vamos diminuir $ 2.000 na demonstração do fluxo de caixa: 
 
Lucro Líquido 450 
(+) Depreciação 50 
Lucro Ajustado 500 
(-) Aumento Duplicatas a Receber (2.000) 
 
As variações das contas do AC/ANC RLP e PC/PCN ficam, em 
síntese, do seguinte modo: 
 
Aumento do ativo Diminui o caixa 
Diminuição do ativo Aumenta o caixa 
Aumento do passivo Aumenta o caixa 
Diminuição do passivo Diminui o caixa 
 
Ajuste nos Estoques: 
 
Analisando o balanço, vemos que a conta estoques aumentou $ 1.500. É 
similar à conta duplicatas a receber. O aumento do estoque deve diminuir 
o caixa. Afinal, a empresa comprou estoque e pagou com caixa. E se 
comprou a prazo? Nesse caso, a conta fornecedor, do passivo, irá 
aumentar e compensar o ajuste do aumento de estoque. 
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Lucro Líquido 450 
(+) Depreciação 50 
Lucro Ajustado 500 
(-) Aumento Duplicatas a Receber (2.000) 
(-) Aumento Estoque (1.500) 
Fluxo de Caixa operacional: (3.000) 
 
Cada fluxo pode gerar caixa ou consumir caixa. O valor de R$ 3.000 
negativos indica que o fluxo de caixa operacional consumiu (gastou) 
R$ 3.000 de caixa. 
 
 
 
São somente essas as atividades operacionais destes lançamentos. Mas, 
professores, o que são os fluxos operacionais? 
 
Conceito de Atividades Operacionais 
 
Atividades operacionais são as principais atividades geradoras de receita 
da entidade e outras atividades que não são de investimento e tampouco 
de financiamento. 
 
Por exemplo, recebimento de vendas, compra de mercadorias, pagamento 
a fornecedores, pagamento a empregados, recebimento pela prestação de 
serviços. 
 
Fluxo de Atividades de Investimentos ± Método Indireto 
 
O que é fluxo de investimento? Segundo o CPC 03: 
 
Conceito de Atividades de Investimento 
 
Atividades de investimento são as referentes à aquisição e à venda de 
ativos de longo prazo e de outros investimentos não incluídos nos 
equivalentes de caixa. 
 
Portanto, fluxos de investimentos estão relacionados à compra e venda de 
ativos não circulantes e investimentos que não sejam equivalentes de 
caixa. 
 
Fluxo de Investimentos: Houve apenas a compra da Máquina, por R$ 
6.000, no Fluxo das atividades seInvestimentos. 
 
(-) Compra de máquina (6.000) 
 
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Fluxo de Atividades de Financiamentos ± Método Indireto 
 
Segundo o CPC 03: 
 
Conceito de Atividades de Financiamento 
 
Atividades de financiamento são aquelas que resultam em mudanças no 
tamanho e na composição do capital próprio e no capital de terceiros da 
entidade. 
 
É composto pelo dinheiro dos sócios (aumento de capital) e de 
terceiros (empréstimos). Nesse exemplo, só houve a integralização do 
capital dos sócios, no valor de R$ 10.000. 
 
(+) integralização do Capital 10.000 
 
Vamos somar o Caixa consumido ou gerado pelos fluxos: 
 
Total da Demonstração de Fluxo de Caixa ± Método Indireto 
 
Caixa Consumido pelo Fluxo Operacional: (3.000) 
Caixa Consumido pelo Fluxo de Investimento: (6.000) 
Caixa Gerado pelo Fluxo de Financiamento: 10.000 
Total de caixa gerado: 1.000 
 
Confira a movimentação da conta Caixa (saldo final menos o saldo inicial). 
Bate exatamente com este valor! 
 
Saldo inicial 10.000,00 3.000,00 
6.000,00 
Saldo final 1.000,00 
Caixa (Ativo)
 
 
5 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA ± MÉTODO DIRETO 
 
Pelo método indireto, usamos o Lucro Líquido e a variação do saldo das 
contas patrimoniais. 
 
No método direto, usamos as contas 
patrimoniais e ajustamos pelas contas de 
resultado. Ou seja, usamos as mesmas 
informações, mas a forma de cálculo muda. 
 
Fica bem simples se usarmos a fórmula universal, para o método direto, 
que é a seguinte: 
 
Saldo Inicial + Entradas ± Saídas = Saldo Final 
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O saldo inicial e final de cada conta vem do Balanço Patrimonial. E 
as contas de Resultado representam as entradas ou as saídas, 
dependendo da conta. 
 
Duplicatas a receber: 
 
Vamos iniciar com a conta duplicatas a receber: 
 
Saldo inicial - - Saídas
Entradas 2.000,00 
Saldo final 2.000,00 
Dupl. a rec. (At)
 
 
Saldo inicial = zero 
Entradas (é o total das vendas que aparece na DRE): 2.000 
Saídas: ? 
 
As saídas representam a entrada de dinheiro, e é o que vamos 
calcular. 
 
(=) Saldo Final = 2.000 
 
Resolvendo, temos: Zero + 2000 ± saídas = 2.000 
 
Saídas = zero (ou seja, não houve recebimento de clientes no 
período). 
 
Estoque: 
Saldo inicial - 1.500,00 Saídas
Entradas ?
Saldo final 1.500,00 
Estoque (Ativo) 
 
 
Saldo inicial = Zero 
Entradas (são as compras de estoque): ? 
Saídas: (É o CMV que aparece na DRE) 1.500 
(=) Saldo Final = 1.500 
 
Resolvendo: Zero + Entradas ± $ 1500 = $ 1500 
 Entradas = $ 3.000 
 
A entrada no estoque é também entrada na conta fornecedores. 
 
Vamos calcular a saída da conta fornecedores, que é o pagamento 
efetuado no período. 
 
 
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Fornecedores: 
 
Saldo inicial = Zero 
Entradas (é o total das compras): 3.000 
Saídas: ? 
 
As saídas representam a saída de dinheiro (pagamento a 
fornecedores), e é o que vamos calcular. 
 
(=) Saldo Final = Zero 
 
Resolvendo, temos: Zero + $3.000 ± saídas = zero 
 Saídas = $3.000 
 
Adendo! 
 
- Para calcular as saídas de caixa, precisamos calcular as saídas da conta 
fornecedores (é o pagamento do fornecedor). 
- Para calcular a saída da conta fornecedores, precisamos de três 
informações: o saldo inicial, o saldo final e as entradas. 
- As entradas da conta fornecedores são as entradas da conta estoque. 
 
Portanto: 
 
- Usamos a conta estoque para calcular as entradas no estoque (são as 
compras). 
- A entrada no estoque é igual a entrada em fornecedores. 
- Usamos a conta fornecedores para calcular a saída dessa conta (é igual 
às saídas de caixa). 
 
Fluxo de Caixa Das Atividades Operacionais ± Método Direto: 
 
Recebimento de clientes = Zero 
Pagamento a Fornecedores = (3.000) 
Fluxo de caixa consumido nas atividades operacionais = 3.000 
 
 
Entre o método indireto ou direto só há diferença no fluxo das 
atividades Operacionais. Os fluxos das atividades de Investimento 
e Financiamento são iguais nos dois métodos. 
 
 
 
 
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6 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA NO CPC ± 03 
(REVISÃO 2) 
 
O Comitê de Pronunciamentos Contábeis ± CPC ± regulamentou a forma 
de elaboração e apresentação da DFC, através do Pronunciamento Técnico 
CPC 03. Abaixo, alguns trechos do referido Pronunciamento Técnico: 
 
6.1 BENEFÍCIOS DAS INFORMAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA 
 
4. A demonstração dos fluxos de caixa, quando usada em conjunto com as 
demais demonstrações contábeis, proporciona informações que permitem 
que os usuários avaliem as mudanças nos ativos líquidos da entidade, sua 
estrutura financeira (inclusive sua liquidez e solvência) e sua capacidade 
para mudar os montantes e a época de ocorrência dos fluxos de caixa, a 
fim de adaptá-los às mudanças nas circunstâncias e oportunidades. As 
informações sobre os fluxos de caixa são úteis para avaliar a capacidade 
de a entidade gerar caixa e equivalentes de caixa e possibilitam aos 
usuários desenvolver modelos para avaliar e comparar o valor presente 
dos fluxos de caixa futuros de diferentes entidades. A demonstração dos 
fluxos de caixa também concorre para o incremento da comparabilidade 
na apresentação do desempenho operacional por diferentes entidades, 
visto que reduz os efeitos decorrentes do uso de diferentes critérios 
contábeis para as mesmas transações e eventos. 
 
5. Informações históricas dos fluxos de caixa são frequentemente 
utilizadas como indicador do montante, época de ocorrência e grau de 
certeza dos fluxos de caixa futuros. Também são úteis para averiguar a 
exatidão das estimativas passadas dos fluxos de caixa futuros, assim 
como para examinar a relação entre lucratividade e fluxos de caixa 
líquidos e o impacto das mudanças de preços. 
 
6.2 APRESENTAÇÃO DE UMA DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE 
CAIXA 
 
10. A demonstração dos fluxos de caixa deve apresentar os fluxos de 
caixa do período classificados por atividades operacionais, de 
investimento e de financiamento. 
 
Existem três classificações para os fluxos de caixas: operacionais, 
investimento e financiamento. 
 
Esquematizando: 
 
 
 
 
 
 
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11. A entidade deve apresentar seus fluxos de caixa advindos das 
atividades operacionais, de investimento e de financiamento da forma 
que seja mais apropriada aos seus negócios. A classificação por 
atividade proporciona informações que permitem aos usuários avaliar o 
impacto de tais atividades sobre a posição financeira da entidade e o 
montante de seu caixa e equivalentes de caixa. Essas informações podem 
ser usadas também para avaliar a relação entre essas atividades. 
 
12. Uma única transação pode incluir fluxos decaixa classificados em 
mais de uma atividade. Por exemplo, quando o desembolso de caixa para 
pagamento de empréstimo inclui tanto os juros como o principal, a parte 
dos juros pode ser classificada como atividade operacional, mas a parte 
do principal deve ser classificada como atividade de financiamento. 
 
7 ATIVIDADES OPERACIONAIS 
 
13. O montante dos fluxos de caixa advindos das atividades operacionais 
é um indicador chave da extensão pela qual as operações da entidade têm 
gerado suficientes fluxos de caixa para amortizar empréstimos, manter a 
capacidade operacional da entidade, pagar dividendos e juros sobre o 
capital próprio e fazer novos investimentos sem recorrer a fontes externas 
de financiamento. As informações sobre os componentes específicos dos 
fluxos de caixa operacionais históricos são úteis, em conjunto com outras 
informações, na projeção de fluxos futuros de caixa operacionais. 
 
14. Os fluxos de caixa advindos das atividades operacionais são 
basicamente derivados das principais atividades geradoras de 
receita da entidade. Portanto, eles geralmente resultam de transações e 
de outros eventos que entram na apuração do lucro líquido ou prejuízo. 
Exemplos de fluxos de caixa que decorrem das atividades operacionais 
são: 
 
(a) recebimentos de caixa pela venda de mercadorias e pela prestação de 
serviços; 
(b) recebimentos de caixa decorrentes de royalties, honorários, comissões 
e outras receitas; 
(c) pagamentos de caixa a fornecedores de mercadorias e serviços; 
(d) pagamentos de caixa a empregados ou por conta de empregados; 
(e) recebimentos e pagamentos de caixa por seguradora de prêmios e 
sinistros, anuidades e outros benefícios da apólice; 
(f) pagamentos ou restituição de caixa de impostos sobre a renda, a 
menos que possam ser especificamente identificados com as atividades de 
financiamento ou de investimento; e 
(g) recebimentos e pagamentos de caixa de contratos mantidos para 
negociação imediata ou disponíveis para venda futura. 
 
Resumindo: 
 
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Principais exemplos de atividades do fluxo 
Operacional 
Recebimento 
Venda de mercadorias 
Prestação de serviços 
Royalties, honorários, comissões 
Seguros 
Imposto de renda 
Pagamento 
Fornecedores de mercadorias 
Fornecedores de serviços 
Empregados 
Seguros 
Imposto de renda 
 
8 ATIVIDADES DE INVESTIMENTO 
 
16. A divulgação em separado dos fluxos de caixa advindos das atividades 
de investimento é importante em função de tais fluxos de caixa 
representarem a extensão em que os dispêndios de recursos são feitos 
pela entidade com a finalidade de gerar lucros e fluxos de caixa no futuro. 
Somente desembolsos que resultam em ativo reconhecido nas 
demonstrações contábeis são passíveis de classificação como atividades 
de investimento. Exemplos de fluxos de caixa advindos das atividades de 
investimento são: 
 
(a) pagamentos em caixa para aquisição de ativo imobilizado, intangíveis 
e outros ativos de longo prazo. Esses pagamentos incluem aqueles 
relacionados aos custos de desenvolvimento ativados e aos ativos 
imobilizados de construção própria; 
(b) recebimentos de caixa resultantes da venda de ativo imobilizado, 
intangíveis e outros ativos de longo prazo; 
(c) pagamentos em caixa para aquisição de instrumentos patrimoniais ou 
instrumentos de dívida de outras entidades e participações societárias em 
joint ventures (exceto aqueles pagamentos referentes a títulos 
considerados como equivalentes de caixa ou aqueles mantidos para 
negociação imediata ou futura); 
(d) recebimentos de caixa provenientes da venda de instrumentos 
patrimoniais ou instrumentos de dívida de outras entidades e 
participações societárias em joint ventures (exceto aqueles recebimentos 
referentes aos títulos considerados como equivalentes de caixa e aqueles 
mantidos para negociação imediata ou futura); 
(e) adiantamentos em caixa e empréstimos feitos a terceiros 
(exceto aqueles adiantamentos e empréstimos feitos por 
instituição financeira); 
(f) recebimentos de caixa pela liquidação de adiantamentos ou 
amortização de empréstimos concedidos a terceiros (exceto aqueles 
adiantamentos e empréstimos de instituição financeira); 
(g) pagamentos em caixa por contratos futuros, a termo, de opção e 
swap, exceto quando tais contratos forem mantidos para negociação 
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imediata ou futura, ou os pagamentos forem classificados como atividades 
de financiamento; e 
(h) recebimentos de caixa por contratos futuros, a termo, de opção e 
swap, exceto quando tais contratos forem mantidos para negociação 
imediata ou venda futura, ou os recebimentos forem classificados como 
atividades de financiamento. 
 
Quando um contrato for contabilizado como proteção (hedge) de posição 
identificável, os fluxos de caixa do contrato devem ser classificados do 
mesmo modo como foram classificados os fluxos de caixa da posição que 
estiver sendo protegida. 
 
Resumindo: 
 
Principais exemplos de atividades do fluxo 
Investimentos 
Recebimento 
Venda de imobilizado 
Venda de intangível 
Outros ativos de longo prazo 
Venda de participações societárias 
Pagamento 
Aquisição de imobilizado 
Aquisição de intangível 
Outros ativos de longo prazo 
Compra de participações societárias 
 
9 ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO 
 
17. A divulgação separada dos fluxos de caixa advindos das atividades de 
financiamento é importante por ser útil na predição de exigências de 
fluxos futuros de caixa por parte de fornecedores de capital à entidade. 
Exemplos de fluxos de caixa advindos das atividades de financiamento 
são: 
 
(a) caixa recebido pela emissão de ações ou outros instrumentos 
patrimoniais; 
(b) pagamentos em caixa a investidores para adquirir ou resgatar ações 
da entidade; 
(c) caixa recebido pela emissão de debêntures, empréstimos, notas 
promissórias, outros títulos de dívida, hipotecas e outros empréstimos de 
curto e longo prazos; 
(d) amortização de empréstimos e financiamentos; e 
(e) pagamentos em caixa pelo arrendatário para redução do passivo 
relativo a arrendamento mercantil financeiro. 
 
Resumindo: 
 
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f
 
 
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Principais exemplos de atividades do fluxo 
Financiamento 
Recebimento 
Emissão de ações/Instrumentos patrimoniais 
Debêntures (Caixa recebido pela emissão) 
Empréstimos, notas promissórias 
Pagamento 
Resgate de ações/Instrumentos patrimoniais 
Amortização de empréstimos 
Pagamento de arrendamento mercantil financeiro 
 
Atenção: apesar de ser atividade relacionada à 
ativo imobilizado (arrendamento mercantil 
financeiro), o pagamento em caixa para redução 
de passivo relativo a arrendamento mercantil 
financeiro é fluxo de caixa de financiamento. 
 
 
 
(CESPE/Auditor/TCM BA/2018) De acordo com o CPC, constitui 
exemplo de fluxo de caixa associado a atividades de investimento: 
 
A) o pagamento a empregados ou por conta de empregados. 
B) o pagamento a fornecedores de mercado de serviços. 
C) o recebimento de caixa decorrente de royalties. 
D) o recebimento de caixa por seguradora de prêmios e sinistro. 
E) o ganho ou a perda na alienação de imóveis. 
 
Comentários: Comentemos item a item... 
 
A) o pagamento a empregados ou por conta de empregados. 
 
Fluxo operacional, já quese trata de atividade principal da empresa. 
 
B) o pagamento a fornecedores de mercado de serviços. 
 
 Fluxo operacional, já que se trata de atividade principal da empresa. 
 
C) o recebimento de caixa decorrente de royalties. 
 
Fluxo operacional, já que se trata de atividade principal da empresa. 
 
D) o recebimento de caixa por seguradora de prêmios e sinistro. 
 
Fluxo operacional, já que se trata de atividade principal da empresa. 
 
O nosso gabarito, portanto, é a letra e: 
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E) o ganho ou a perda na alienação de imóveis. 
 
O ganho ou perda na alienação de imóveis está relacionado com 
atividades de investimento. Gabarito Æ E 
 
10 PONTOS DE ATENÇÃO - JUROS E DIVIDENDOS 
 
31. Os fluxos de caixa referentes a juros, dividendos e juros sobre o 
capital próprio recebidos e pagos devem ser apresentados 
separadamente. Cada um deles deve ser classificado de maneira 
consistente, de período a período, como decorrentes de atividades 
operacionais, de investimento ou de financiamento. 
 
32. O montante total dos juros pagos durante o período é divulgado na 
demonstração dos fluxos de caixa, quer tenha sido reconhecido como 
despesa na demonstração do resultado, quer tenha sido capitalizado, 
conforme o Pronunciamento Técnico CPC 20 ± Custos de Empréstimos. 
 
33. Os juros pagos e recebidos e os dividendos e os juros sobre o capital 
próprio recebidos são comumente classificados como fluxos de caixa 
operacionais em instituições financeiras. Todavia, não há consenso sobre 
a classificação desses fluxos de caixa para outras entidades. Os juros 
pagos e recebidos e os dividendos e os juros sobre o capital próprio 
recebidos podem ser classificados como fluxos de caixa operacionais, 
porque eles entram na determinação do lucro líquido ou prejuízo. 
Alternativamente, os juros pagos e os juros, os dividendos e os juros 
sobre o capital próprio recebidos podem ser classificados, 
respectivamente, como fluxos de caixa de financiamento e fluxos de caixa 
de investimento, porque são custos de obtenção de recursos financeiros 
ou retornos sobre investimentos. 
 
34. Os dividendos e os juros sobre o capital próprio pagos podem ser 
classificados como fluxo de caixa de financiamento porque são custos da 
obtenção de recursos financeiros. Alternativamente, os dividendos e os 
juros sobre o capital próprio pagos podem ser classificados como 
componente dos fluxos de caixa das atividades operacionais, a fim de 
auxiliar os usuários a determinar a capacidade de a entidade pagar 
dividendos e juros sobre o capital próprio utilizando os fluxos de caixa 
operacionais. 
 
34A. Este Pronunciamento encoraja fortemente as entidades a 
classificarem os juros, recebidos ou pagos, e os dividendos e juros 
sobre o capital próprio recebidos como fluxos de caixa das 
atividades operacionais, e os dividendos e juros sobre o capital 
próprio pagos como fluxos de caixa das atividades de 
financiamento. Alternativa diferente deve ser seguida de nota 
evidenciando esse fato. 
 
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Portanto, o pronunciamento encoraja fortemente a seguinte classificação: 
 
Juros Recebidos ou pagos Æ Atividades Operacionais 
Dividendos e Juros sobre o capital próprio recebidos Æ Atividades 
operacionais 
Dividendos e Juros sobre o capital próprio pagos Æ Atividades de 
financiamento 
 
A empresa pode adotar outra classificação, desde que evidencie tal 
fato em nota. Fica assim! 
 
 
 
CPC Encoraja Alternativa 
Juros 
Pagamento Operacional Financiamento 
Recebimento Operacional Investimento 
Juros sobre 
capital próprio 
e dividendo 
Pagamento Financiamento Operacional 
Recebimento Operacional Investimento 
 
 
 
Querem um macete para gravar isso? É simples! Viu que nós grifamos 
as iniciais em vermelho? Então, para gravar essa tabela, você fará o 
seguinte: 
 
1) Fará a primeira linha com os Juros. 
2) Fará a segunda linha com Juros sobre capital próprio e os dividendos. 
3) Depois, vem o pagamento e, depois, o recebimento. É só lembrar que 
está em ordem alfabética. 
4) Aí é só gravar: primeiro é o que CPC encoraja, depois é o procedimento 
alternativo. 
5) Por último, você lembrará de duas pessoas conversando uma com a 
outra, indagando se um terceiro tinha ido a algum lugar. 
 
Ô, FOI? Aí o outro responde: FOOI! 
 
OFOI FOOI 
 
Esse macete facilitará muito na resolução de questões na sua prova. Se 
não entendeu, copia este link no seu navegador e facilitará muito. 
 
https://www.youtube.com/watch?v=p28Aqt-nlmM&t=9s 
 
As bancas vêm cobrando muito esses pontos! Veja: 
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c
 
 
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(CESPE/Auditor/TCM BA/2018) De acordo com o Comitê de 
Pronunciamentos Contábeis, na demonstração de fluxo de caixa, quando 
do pagamento de empréstimo bancário, a parcela relativa a juros e a 
parcela relativa à amortização do principal classificam-se: 
 
A) atividade de financiamento, em ambos os casos. 
B) atividade operacional, em ambos os casos. 
C) atividade operacional e atividade de investimento, respectivamente. 
D) atividade de investimento e atividade de financiamento, 
respectivamente. 
E) atividade operacional e atividade de financiamento, respectivamente. 
 
Comentários: 
 
Quanto à parcela do principal, não resta dúvida de que se trata de 
atividade de financiamento. A dúvida pairaria quanto ao juros, mas é só 
lembrar o macete: 
 
 
 
CPC Encoraja Alternativa 
Juros 
Pagamento Operacional Financiamento 
Recebimento Operacional Investimento 
Juros sobre 
capital próprio 
e dividendo 
Pagamento Financiamento Operacional 
Recebimento Operacional Investimento 
 
Gabarito Æ E 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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e
 
 
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11 OUTROS PONTOS QUE PODEM CAIR EM PROVA 
 
11.1 SALDO NEGATIVO NA CONTA BANCOS 
 
 
 
 
 
Sabemos que quando a entidade tem um saldo negativo na conta bancos, 
esse saldo não se tratará de um valor que a entidade tem, mas, sim, uma 
obrigação perante a instituição financeira! Assim, faria sentido incluir 
esses valores na DFC? Teoricamente não, correto? Todavia, o CPC 03 
dispõe de forma distinta. Vejam! 
 
Conforme o CPC 03 ± (R2) Demonstração dos Fluxos de Caixa: 
 
³���(PSUpVWLPRV�EDQFiULRV�VmR�JHUDOPHQWH�FRQVLGHUDGRV�FRPR atividades 
de financiamento. Entretanto, saldos bancários a descoberto, decorrentes 
de empréstimos obtidos por meio de instrumentos como cheques 
especiais ou contas correntes garantidas que são liquidados em curto 
lapso temporal compõem parte integral da gestão de caixa da entidade. 
Nessas circunstâncias, saldos bancários a descoberto são incluídos como 
componente de caixa e equivalentes de caixa. Uma característica desses 
arranjos oferecidos pelos bancos é que frequentemente os saldos flutuam 
de devedor pDUD�FUHGRU��´ 
 
Os saldos de contas bancárias, ainda que negativos, também compõe o 
valor de caixa e equivalente de caixa. 
 
Esquematizando: 
 
 
 
11.2 FLUXO DE CAIXA EM MOEDA ESTRANGEIRA 
 
Segundo o CPC 03: 
 
Os fluxos de caixa advindos de transações em moedaestrangeira devem 
ser registrados na moeda funcional da entidade pela aplicação, ao 
montante em moeda estrangeira, das taxas de câmbio entre a moeda 
funcional e a moeda estrangeira observadas na data da ocorrência do 
fluxo de caixa. 
 
Segundo o CPC 02, moeda funcional é a moeda do ambiente econômico 
principal no qual a entidade opera. 
 
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Portanto, se você tem uma transação realizada em dólar, mas opera no 
Brasil, terá de fazer a conversão para o real. Em que data? Na data da 
ocorrência do fluxo de caixa. 
 
É muito importante que fique claro que a data do fluxo de caixa e a data 
da transação não necessariamente são coincidentes. 
 
Esquematizando: 
 
 
 
12 DEMAIS 
 
1 - Empréstimo 
 
Principal: 
 
Empréstimo contraído: Financiamento 
Empréstimo concedido: Investimento 
 
Juros sobre empréstimos: Operacional 
 
2 - Arrendamento 
 
Arrendamento mercantil financeiro: financiamento (pagamento das 
parcelas). 
Arrendamento mercantil operacional: fluxo operacional 
 
3 - Compra e venda de ações: 
 
De outras companhias: fluxo de investimento 
Ações em tesouraria: fluxo de financiamento 
 
4 - Duplicatas descontadas: fluxo operacional 
 
Atualmente, as Duplicatas Descontadas ficam classificadas no Passivo, 
pois a operação constitui, em essência, um empréstimo garantido pelas 
duplicatas. 
 
Mas, para a Demonstração de Fluxo de Caixa, a operação de duplicatas 
descontadas entra no fluxo operacional. 
 
Vejamos a razão. 
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Contabilização: 
 
Pela venda 
 
D ± Duplicatas a Receber (Ativo) 10.000 
C ± Receitas de vendas (Resultado) 10.000 
 
Pelo desconto da duplicata: 
 
D ± Caixa (Ativo) 9.500 
D ± Juros a transcorrer (Passivo) 500 
C ± Duplicatas descontadas (Passivo) 10.000 
 
Atenção: aqui, houve entrada de caixa. 
 
Pela apropriação dos juros: 
 
D ± Despesa de juros (Resultado) 500 
C ± Juros a transcorrer (Passivo) 500 
 
Pelo pagamento da duplicata descontada (feito diretamente ao Banco): 
 
D ± Duplicata Descontada (Passivo) 10.000 
C ± Duplicatas a Receber (Ativo) 10.000 
 
Como se percebe, a única entrada de dinheiro ocorreu quando do 
desconto. Se fosse classificado como fluxo de financiamento (empréstimo 
garantido pela duplicata), no encerramento da operação a empresa 
deveria lançar uma entrada fictícia no fluxo operacional (recebimento do 
cliente) e ao mesmo tempo uma saída fictícia do fluxo de financiamento 
(SDUD�UHJLVWUDU�R�³SDJDPHQWR´�GR�HPSUpVWLPR�JDUDQWLGR�SHOD�GXSOLFDWD�� 
 
Ocorre que não pode ter entradas e saídas fictícias do Fluxo de Caixa. Só 
entra a efetiva movimentação de dinheiro. 
 
Assim, a entrada de dinheiro do desconto da duplicata entra no fluxo 
operacional. 
 
A CESPE já explorou esse assunto: 
 
 
 
(CESPE/Ministério da Saúde/Contador/2013) O valor das duplicatas 
descontadas em banco integra as atividades de financiamento da 
demonstração de fluxo de caixa. 
 
Errado, é fluxo operacional. 
 
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(CESPE/ANS/Especialista em Regulação /2013) No fluxo de caixa, 
entre os valores que compõem o fluxo de atividades operacionais constam 
aqueles relativos às duplicatas descontadas em banco. 
 
Correto. 
 
5 ± Professores, no método indireto eu não entendi por que o "resultado 
na alienação de imobilizado, investimentos ou intangíveis" está no fluxo 
de caixa das atividades operacionais se "a compra e venda de 
investimentos, imobilizado e intangível (parte do ativo não circulante)" faz 
parte do fluxo de caixa das atividades de investimento. 
 
Vamos supor que determinada empresa venda à vista por R$ 15.000 um 
imobilizado com valor contábil de R$ 12.000 (com um "lucro" R$ de 
3.000). O lucro total (já incluindo o R$ 3.000 de ganho de capital) foi de 
R$ 100.000. 
 
Os R$ 15.000 (dinheiro que entrou) ficam no fluxo das atividades de 
investimento. 
 
Mas, no método indireto, começamos o fluxo das atividades operacionais 
com o lucro líquido de 100.000. Esse valor inclui o "lucro" (o mais correto 
é "ganho") de R$ 3.000. Assim, precisamos ajustar o lucro líquido (tirar os 
R$ 3.000 de ganho de capital) no fluxo operacional e inclui o valor 
recebido (R$ 15.000) no fluxo de investimento. 
 
Assim: 
 
Método indireto: 
 
Fluxo operacional 
 
Lucro líquido 100.000 
(-) Ganho de capital (3.000) 
 
Fluxo de investimento 
 
Venda de imobilizado 15.000 
 
5 ± Imposto de renda 
 
Fluxo operacional, a não ser que possa ser claramente identificado com 
uma atividade de investimento ou de financiamento. 
 
 
 
 
 
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6 ± Imóveis destinados para locações a terceiros 
 
Segundo o CPC 03: 
 
Algumas transações, como a venda de item do imobilizado, podem 
resultar em ganho ou perda, que é incluído na apuração do lucro líquido 
ou prejuízo. Os fluxos de caixa relativos a tais transações são fluxos de 
caixa provenientes de atividades de investimento. Entretanto, pagamentos 
em caixa para a produção ou a aquisição de ativos mantidos para aluguel 
a terceiros que, em sequência, são vendidos, conforme descrito no item 
68A do Pronunciamento Técnico CPC 27 - Ativo Imobilizado, são fluxos de 
caixa advindos das atividades operacionais. Os recebimentos de aluguéis e 
das vendas subsequentes de tais ativos são também fluxos de caixa das 
atividades operacionais. 
 
Portanto, fica assim: 
 
 
 
 
(CESPE/Analista/EBSERH/2018) O valor pago na aquisição de um 
imóvel destinado a locação a terceiro é exemplo de fluxo de caixa 
decorrente de atividades de investimento. 
 
Comentários: 
 
Nota-se, claramente, que, segundo o CPC 03, nesta hipótese, trata-se de 
Fluxo Operacional! 
 
Gabarito Æ Errado. 
Pgto/Rcbto Imóvel
Uso Investimento
Aluguel Operacional
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13 MODELO MAIS AVANÇADO DE DFC PELOS MÉTODOS DIRETO E 
INDIRETO 
 
Apresentamos, abaixo, modelos de fluxo de caixa pelo método direto e 
pelo método indireto. 
 
13.1 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA ± MÉTODO INDIRETO 
 
Atividades operacionais 
 
Lucro líquido 
(+) Depreciação, amortização e exaustão 
(+)(-) Resultado da equivalência patrimonial 
(+)(-) Resultado na alienação de imobilizado, investimentos ou intangíveis 
(+) Despesas financeiras que não afetam o caixa 
(-) Receitas financeiras que não afetam o caixa 
(=) Lucro ajustado 
 
(+)(-) Variação nas contas do ativo circulante e realizável a longo prazo: 
 Duplicatas a receber 
 Clientes 
 (PDD) 
 (Duplicatas descontadas) 
 Estoques 
 Despesas antecipadas 
 
(+)(-) Variação nas contas do passivo circulante e passivo não circulante: 
 Fornecedores 
 Contas a pagar 
 Impostos a recolher 
 
Atividades de financiamento 
 
Terceiros 
Empréstimos e financiamentos (passivo ± captação e pagamento) 
 
Sócios 
Aumento/integralizaçãode capital (PL) 
Pagamento de dividendos 
 
Atividades de investimento 
 
Compra e venda de investimentos, imobilizado e intangível (parte do ativo 
não circulante) 
 
 
 
 
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13.2 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA ± MÉTODO DIRETO 
 
Atividades operacionais 
 
Recebimento de clientes 
Recebimento de juros 
Pagamentos 
 - A fornecedores de mercadorias 
 - De impostos 
 - De salários 
 - De juros 
 - Despesas pagas antecipadamente 
 
Atividades de financiamento terceiros 
 
Empréstimos e financiamentos (Passivo ± captação e pagamento) 
 
Sócios 
 
Aumento/integralização de capital (PL) 
Pagamento de dividendos 
 
Atividades de investimento 
 
Compra e venda de investimentos, imobilizado e intangível (parte do Ativo 
Não Circulante) 
 
Os fluxos das atividades de financiamento e de investimentos são 
iguais nos dois métodos. 
 
No método direto, a partir de informações do balanço e da DRE, usamos a 
fórmula: 
Saldo inicial + entradas - saídas = saldo final 
 
É só montar o seguinte razonete: 
 
Saldo inicial X W Saídas
Entradas Y
Saldo final Z
Conta de Ativo
 
 
Pagamento Z X Saldo inicial
Y Entrada
W Saldo final
Conta de Passivo
 
 
Para determinar os recebimentos e pagamentos. 
 
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Exemplo: A partir do Balanço Patrimonial e da Demonstração dos 
Resultados abaixo, elabore a Demonstração dos fluxos de Caixa pelo 
método Direto e pelo método Indireto. 
 
Empresa Exemplo S.A. 31.12.X1 31.12.X2 
Ativo Circulante 
Caixa 100 100 
Bancos 18.900 17.900 
Duplicatas a Receber 15.000 31.000 
Estoque de Mercadorias 22.000 21.500 
Ativo Não Circulante 
Investimentos Permanentes 10.000 10.000 
Imobilizado 20.000 27.000 
Depreciação Acumulada -6.500 -7.400 
Intangível 6.800 6.800 
Total do Ativo 86.300 106.900 
Passivo Circulante 
Fornecedores 26.800 35.800 
Salários a pagar 7.000 7.300 
Impostos a Recolher 4.500 3.300 
Passivo Não Circulante 
Empréstimos de Longo Prazo 18.000 23.000 
Patrimônio Líquido 
Capital Social 25.000 30.000 
Reservas de lucro 5.000 7.500 
Total Passivo + PL 86300 106900 
 
Demonstração do Resultado 
Receita de Vendas 35.000 
(-) Custo Mercadoria Vendida -18.000 
(=) Lucro Bruto 17.000 
(-) Despesas 
De Vendas -3.000 
De Salários -6.800 
Depreciação -900 
Financeiras -3.000 
(=) Lucro Operacional 3.300 
(-) Provisão IR e CSLL -800 
(=) Lucro Líquido 2.500 
 
Informações adicionais: 
 
1) Aumento de Empréstimos de Longo Prazo: R$ 3.000 refere-se a juros 
que serão pagos junto com o valor principal; R$ 2.000 refere-se a novos 
empréstimos. 
2) O aumento do Capital Social foi integralizado pelos sócios em dinheiro. 
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Resolvendo! 
 
Passo 1: No método indireto, partimos do resultado do período e 
somamos ou diminuímos os valores que afetaram o resultado, mas 
que não representam saídas ou entradas de dinheiro. 
 
Neste exemplo, temos a despesa de depreciação e os juros 
provisionados (que diminuíram o lucro líquido, mas não são saídas de 
caixa; portanto, devem ser somados ao lucro líquido) 
 
Fluxo de Caixa Operacional 
Lucro Líquido 2500 
(+) Depreciação 900 
(+) Desp. Juros não pagos 3000 
Lucro Ajustado 6400 
 
Passo 2: Depois, ajustamos as variações dos ativos e passivos 
relacionados com as atividades operacionais. 
 
Aumento do ativo Diminui o caixa 
Diminuição do ativo Aumenta o caixa 
Aumento do passivo Aumenta o caixa 
Diminuição do passivo Diminui o caixa 
 
Quais são as contas relacionadas ao fluxo operacional que devemos 
ajustar? Vamos ver! 
 
Empresa Exemplo S.A. 31.12.X1 31.12.X2 Variação 
Duplicatas a Receber 15.000,00 31.000,00 - 16.000,00 
Estoque de Mercadorias 22.000,00 21.500,00 500,00 
Fornecedores 26.800,00 35.800,00 9.000,00 
Salários a pagar 7.000,00 7.300,00 300,00 
Impostos a Recolher 4.500,00 3.300,00 - 1.200,00 
 
Lucro Ajustado 6400 
(-) Var. Duplicatas a Receber -16000 
(+) Var. Estoques 500 
(+) Var. Fornecedores 9000 
(+) Var. Salários a Pagar 300 
(-) Var. Impostos a Recolher -1200 
Caixa Consumido Ativ. Operacionais -1000 
 
Os fluxos de caixa das atividades de financiamento e de investimento são 
montados diretamente, a partir das informações da questão. 
 
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O Fluxo de Caixa Indireto completo fica assim: 
 
Fluxo de Caixa ± Método Indireto 
Fluxo de Caixa Operacional 
Lucro Líquido 2.500 
(+) Depreciação 900 
(+) Desp. Juros não Pagos 3.000 
Lucro Ajustado 6.400 
(-) Var. Duplicatas a Receber -16.000 
(+) Var. Estoques 500 
(+) Var. Fornecedores 9.000 
(+) Var. Salários a Pagar 300 
(-) Var. Impostos a Recolher -1.200 
Caixa Consumido Ativ. Operacionais -1.000 
Fluxo de Caixa Ativ. Investimento 
Aquisição de Imobilizado -7.000 
Caixa Consumido Ativ. Investimentos -7.000 
Fluxo de caixa Ativ. Financiamento 
Dos sócios 
Integralização de Capital 5.000 
Novos Empréstimos 2.000 
Caixa Gerado Ativ. Financiamentos 7.000 
Total de Caixa consumido -1.000 
Disponibilidades em X2 18.000 
Disponibilidades em X1 19.000 
 
Como foi encontrado o total do caixa consumido? É só fazer a soma dos 
fluxos. 
 
Fluxo de Caixa ± Método Direto: 
 
Para o cálculo dos valores do fluxo de caixa ± método direto, usamos 
sempre a fórmula: 
Saldo Inicial + Entradas ± Saídas = Saldo Final 
 
Geralmente, os saldos iniciais e finais vêm do Balanço Patrimonial. As 
entradas vêm da DRE. 
 
1. Recebimento de clientes (duplicatas a receber) 
 
Saldo inicial = 15.000 
(+) Entradas (vendas) = 35.000 
(-) Saídas (recebimentos) = ? 
(=) Saldo Final = 31.000 
 
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==f48ce==
 
 
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Saldo inicial 15.000,00 X Recebimentos
Vendas 35.000,00 
Saldo final 31.000,00 
Dupl. a rec. (At)
 
 
Portanto Recebimentos = 15.000 + 35.000 ± 31.000 = 19.000 
 
2. Pagamentos a fornecedores 
 
Neste caso, precisamos primeiro calcular as compras de mercadoria, e 
depois os pagamentos a fornecedores. 
 
Compra de mercadorias: 
 
Saldo Inicial Estoques = 22.000 
(+) Entradas (compras) = ? 
(-) Saídas (CMV) = 18.000 
(=) Saldo Final Estoque = 21.500 
 
Estoque inicial 22.000,00 21.500,00 Estoque final
Compras X
Saldo final 18.000,00 
CMV
 
 
Portanto, compras de mercadorias = 24.500 + 18.000 ± 22.000 = 17.500 
 
Fornecedores: 
 
Saldo Inicial: 26.800 
(+) Entradas (compras) = 17.500 
(-) Saídas (pagamentos): ? 
(=) Saldo Final = 35.800 
 
Pagamento 8.500,00 26.800,00 Saldo inicial
17.500,00 Entrada (compras)
35.800,00 Saldo final
Fornecedores
 
 
Pagamentos a fornecedores = 26.800 + 17.500 ± 35.800 = 8.500 
 
3. Pagamentode salários (salários a pagar) 
 
Saldo inicial = 7.000 
 
(+) Entradas (despesa de salários) = 6.800 
(-) Saída ( pagamentos) = ? 
(=) Saldo Final = 7.300 
 
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Pagamento X 7.000,00 Saldo inicial
6.800,00 Despesa de salários
7.300,00 Saldo final
Salários a pagar
 
 
Pagamento de salários = 7.000 + 6.800 ± 7.300 = 6.500 
 
4. Pagamento de impostos (Impostos a recolher) 
 
Saldo inicial = 4.500 
(+) Entradas (IR e CSLL) = 800 
(-) saídas (pagamentos) = ??? 
(=) Saldo Final = 3.300 
 
Pagamento X 4.500,00 Saldo inicial
800,00 IR e CSLL
3.300,00 Saldo final
Impostos a recolher
 
 
Pagamento de impostos = 4.500 +800 ± 3.300 = 2.000 
 
Quanto às despesas de vendas, devemos considerar que foram 
integralmente pagas no período. 
 
Fluxo de Caixa - Método Direto 
Fluxo das atividades operacionais 
Recebimentos de clientes 19.000 
(-) Pagamentos 
 A fornecedores -8.500 
 Salários -6.500 
 Impostos -2.000 
 Desp. Vendas -3.000 
Caixa Consumido Ativ. Operacionais -1.000 
Fluxo de Caixa Ativ. Investimento 
Aquisição de Imobilizado -7.000 
Caixa Consumido Ativ. Investimentos -7.000 
Fluxo de caixa Ativ. Financiamento 
Dos sócios 
Integralização de Capital 5.000 
Novos Empréstimos 2.000 
Caixa Gerado Ativ. Financiamentos 7.000 
Total de Caixa consumido -1.000 
Disponibilidades em X2 18.000 
Disponibilidades em X1 19.000 
 
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14 RESUMO GERAL SOBRE DFC 
 
1) A Demonstração de Fluxo de Caixa é obrigatória para as S.As., As 
companhias fechadas com Patrimônio Líquido inferior a R$ 2.000.000,00 
(dois milhões de reais) na data do balanço não serão obrigadas à 
elaboração e divulgação da Demonstração do Fluxo de Caixa. 
 
2) A Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) pode ser elaborada pelo 
método direto ou pelo método indireto. 
 
3) A DFC deve evidenciar os fluxos de caixa das atividades 
operacionais, de financiamento e de investimentos. 
 
4) O Pronunciamento encoraja fortemente as empresas a seguirem a 
seguinte classificação: 
 
Juros pagos e recebidos: Atividades operacionais 
Juros sobre o capital próprio e dividendos recebidos: Atividades 
operacionais 
Juros sobre o capital próprio e dividendos pagos: Atividades de 
financiamento 
 
Alternativa diferente deve ser evidenciada em Nota Explicativa. 
 
5) Transações de investimento e financiamento que não envolvem o uso 
de caixa ou equivalentes de caixa não devem ser incluídas na 
demonstração dos fluxos de caixa. 
 
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15 QUESTÕES COMENTADAS 
 
1) FEPESE/MPE-SC/ Analista - Auditoria /2014) De acordo com o 
CPC 03/R2/2010, a Demonstração dos Fluxos de Caixa deve ser elaborada 
destacando três tipos de atividades: Operacionais, de Investimentos e 
Financiamentos. 
 
Analise os itens abaixo e classifique-os de acordo com o tipo de atividade, 
conforme previsto na legislação. 
 
1. recebimento de vendas a prazo 
2. captação de empréstimos junto a instituições financeiras 
3. venda de veículo de uso da empresa 
4. aquisição de novos equipamentos para ampliação das atividades 
operacionais da empresa 
5. pagamento de dividendos 
6. compra de mercadorias para revenda 
 
Assinale a alternativa que indica a sequência correta das afirmativas 
acima, segundo o tipo de atividade 
 
a) Operacional; Investimento; Investimento; Investimento; 
Financiamento; Operacional. 
b) Operacional; Financiamento; Investimento; Investimento; Operacional; 
Operacional 
c) Operacional; Investimento; Investimento; Financiamento; 
Financiamento; Operacional 
d) Operacional; Financiamento; Investimento; Investimento; 
Financiamento; Operacional 
e) Investimento; Operacional; Investimento; Investimento; 
Financiamento; Operacional 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Comentários: 
 
Principais exemplos de atividades do fluxo 
Operacional 
Recebimento 
Venda de mercadorias 
Prestação de serviços 
Royalties, honorários, comissões 
Seguros 
Imposto de renda 
Pagamento 
Fornecedores de mercadorias 
Fornecedores de serviços 
Empregados 
Seguros 
Imposto de renda 
 
Principais exemplos de atividades do fluxo 
Investimentos 
Recebimento 
Venda de imobilizado 
Venda de intangível 
Outros ativos de longo prazo 
Venda de participações societárias 
Pagamento 
Aquisição de imobilizado 
Aquisição de intangível 
Outros ativos de longo prazo 
Compra de participações societárias 
 
Principais exemplos de atividades do fluxo 
Financiamento 
Recebimento 
Emissão de ações/Instrumentos patrimoniais 
Debêntures (Caixa recebido pela emissão) 
Empréstimos, notas promissórias 
Pagamento 
Resgate de ações/Instrumentos patrimoniais 
Amortização de empréstimos 
Pagamento de arrendamento mercantil financeiro 
 
Agora, vamos efetuar a classificação dos fluxos apresentados pela 
questão: 
 
1. recebimento de vendas a prazo Æ Operacional 
2. captação de empréstimos junto a instituições financeirasÆ 
Financiamento 
3. venda de veículo de uso da empresaÆInvestimento 
4. aquisição de novos equipamentos para ampliação das atividades 
operacionais da empresaÆInvestimento 
5. pagamento de dividendosÆ Operacional/Financiamento* 
6. compra de mercadorias para revendaÆOperacional 
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PONTOS DE ATENÇÃO - JUROS E DIVIDENDOS 
 
31. Os fluxos de caixa referentes a juros, dividendos e juros sobre o 
capital próprio recebidos e pagos devem ser apresentados 
separadamente. Cada um deles deve ser classificado de maneira 
consistente, de período a período, como decorrentes de atividades 
operacionais, de investimento ou de financiamento. 
 
32. O montante total dos juros pagos durante o período é divulgado na 
demonstração dos fluxos de caixa, quer tenha sido reconhecido como 
despesa na demonstração do resultado, quer tenha sido capitalizado, 
conforme o Pronunciamento Técnico CPC 20 ± Custos de Empréstimos. 
 
33. Os juros pagos e recebidos e os dividendos e os juros sobre o capital 
próprio recebidos são comumente classificados como fluxos de caixa 
operacionais em instituições financeiras. Todavia, não há consenso sobre 
a classificação desses fluxos de caixa para outras entidades. Os juros 
pagos e recebidos e os dividendos e os juros sobre o capital próprio 
recebidos podem ser classificados como fluxos de caixa operacionais, 
porque eles entram na determinação do lucro líquido ou prejuízo. 
Alternativamente, os juros pagos e os juros, os dividendos e os juros 
sobre o capital próprio recebidos podem ser classificados, 
respectivamente, como fluxos de caixa de financiamento e fluxos de caixa 
de investimento, porque são custos de obtenção de recursos financeiros 
ou retornos sobre investimentos. 
 
34. Os dividendos eos juros sobre o capital próprio pagos podem ser 
classificados como fluxo de caixa de financiamento porque são custos da 
obtenção de recursos financeiros. Alternativamente, os dividendos e os 
juros sobre o capital próprio pagos podem ser classificados como 
componente dos fluxos de caixa das atividades operacionais, a fim de 
auxiliar os usuários a determinar a capacidade de a entidade pagar 
dividendos e juros sobre o capital próprio utilizando os fluxos de caixa 
operacionais. 
 
34A. Este Pronunciamento encoraja fortemente as entidades a 
classificarem os juros, recebidos ou pagos, e os dividendos e juros 
sobre o capital próprio recebidos como fluxos de caixa das 
atividades operacionais, e os dividendos e juros sobre o capital 
próprio pagos como fluxos de caixa das atividades de 
financiamento. Alternativa diferente deve ser seguida de nota 
evidenciando esse fato. 
 
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Portanto, o pronunciamento encoraja fortemente a seguinte classificação: 
 
Juros Recebidos ou pagos Æ Atividades Operacionais 
Dividendos e Juros sobre o capital próprio recebidos Æ Atividades 
operacionais 
Dividendos e Juros sobre o capital próprio pagos Æ Atividades de 
financiamento 
 
Percebam que a questão adotou o entendimento do CPC 03. 
 
GabaritoÆD. 
 
2) (FEPESE/Prefeitura de Palhoça ± SC/ Tec. Contabilidade 
/2014) Assinale a alternativa que apresenta a estrutura de um Fluxo de 
Caixa em uma empresa 
 
a) Entradas (A), Saídas (B), Saldo do Dia (A-B), Saldo do Dia Anterior, 
Saldo Atual. 
b) Saldo inicial; atividades operacionais; atividades de investimentos; 
atividades de financiamentos; saldo final. 
c) Venda de mercadorias e serviços; rendas de empréstimos feitos a 
terceiros (juros) e sobre investimentos em ações (dividendos); aquisição 
de materiais para produção ou revenda; salários e encargos sociais dos 
empregados; materiais e serviços gerais. 
d) Venda de imobilizado; venda de negócios; aquisição de imobilizado, 
inclusive juros e despesas capitalizadas; aquisição de novos negócios e 
empresas; aquisição de debêntures e investimentos financeiros a longo 
prazo. 
e) Aporte de capital pelos sócios / emissão de ações; empréstimos de 
curto e longo prazo, subscrição de debêntures e hipotecas; remuneração 
aos proprietários (dividendos e outros); pagamento de valores tomados 
por empréstimos, inclusive leasing. 
 
Comentários: 
 
A lei estabelece ainda que no mínimo teremos três fluxos 
evidenciados na DFC: 
 
- Operacional 
- Investimentos 
- Financiamento 
 
 
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A estrutura do fluxo de caixa de determinada empresa é representada 
por: 
 
Saldo inicial; atividades operacionais; atividades de investimentos; 
atividades de financiamentos; saldo final. 
 
GabaritoÆ B. 
 
3) (FEPESE/SEFAZ-SC/AFRE/2010) Quanto à caixa e equivalentes 
de caixa, pode-se afirmar: 
 
a) Equivalentes de caixa são todos os ativos que se tornarão em algum 
momento caixa. 
b) Caixa e equivalentes de caixa incluem somente caixa e depósitos à 
vista. 
c) Caixa e equivalentes de caixa incluem não somente caixa e depósitos à 
vista, mas também outros tipos de contas que possuem as mesmas 
características de liquidez em relação ao caixa. Equivalentes de caixa não 
incluem investimentos de curto prazo de alta liquidez. 
d) Caixa e equivalentes de caixa incluem não somente caixa e depósitos à 
vista, mas também outros tipos de contas que possuem as mesmas 
características de liquidez em relação ao caixa. Equivalentes de caixa 
incluem investimentos de curto prazo de alta liquidez. 
e) Caixa e equivalentes de caixa incluem não somente caixa e depósitos à 
vista, mas também outros tipos de contas que possuem as mesmas 
características de liquidez em relação ao caixa. Equivalentes de caixa 
incluem investimentos de curto prazo e médio prazo. 
 
Comentários: 
 
A demonstração dos fluxos de caixa é a demonstração que 
evidencia a variação das contas caixa e equivalentes de caixa da 
companhia. 
 
O próprio CPC 03 diz que: 
 
Informações sobre o fluxo de caixa de uma entidade são úteis 
para proporcionar aos usuários das demonstrações contábeis uma 
base para avaliar a capacidade de a entidade gerar caixa e 
equivalentes de caixa, bem como as necessidades da entidade de 
utilização desses fluxos de caixa. As decisões econômicas que são 
tomadas pelos usuários exigem avaliação da capacidade de a entidade 
gerar caixa e equivalentes de caixa, bem como da época de sua 
ocorrência e do grau de certeza de sua geração. 
 
Antes de começarmos a falar sobre a DFC, há três entendimentos 
essenciais no CPC 03, que precisam ser conhecidos. Vamos lá! 
 
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- Caixa compreende numerário em espécie e depósitos bancários 
disponíveis. 
- Equivalentes de caixa são aplicações financeiras de curto prazo, de alta 
liquidez, que são prontamente conversíveis em montante conhecido de 
caixa e que estão sujeitas a um insignificante risco de mudança de 
valor. 
- Fluxos de caixa são as entradas e saídas de caixa e equivalentes de 
caixa. 
 
'LDQWH� GR� H[SRVWR�� QRVVR� JDEDULWR� p� D� DOWHUQDWLYD� ³'´�� SRUTXH� &DL[D� H�
equivalentes de caixa incluem não somente caixa e depósitos à vista, mas 
também outros tipos de contas que possuem as mesmas características 
de liquidez em relação ao caixa. Equivalentes de caixa incluem 
investimentos de curto prazo de alta liquidez. 
 
GabaritoÆ D. 
 
4) (FEPESE/CASAN/Tec.Contabilidade/2011) Considere as 
seguintes informações sobre a companhia Prestasur: 
 
 
 
O saldo inicial da conta caixa, considerando as seguintes informações, é 
de: 
 
a) R$170.000. 
b) R$220.000. 
c) R$225.000. 
d) R$420.000. 
e) R$580.000. 
 
Comentários: 
 
Sabemos que: 
 
Saldo Final = Saldo Inicial + Entradas ± Saídas 
 
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Substituindo pelos valores, temos que: 
 
400.000 = Saldo Inicial +250.000 ± 5.000 ± 60.000 ± 5.000 
400.000 ± 250.000+5.000+60.000+5.000 = Saldo Inicial 
Saldo Inicial = 220.000 
 
GabaritoÆ B. 
 
5) (FEPESE/CELESC/Contador/2013) A lei das S/A define que a 
demonstração dos fluxos de caixa deve ser segregada em operações, 
financiamentos e investimentos. Classifique os itens abaixo, conforme 
define a lei. 
 
1. Desembolsos dos empréstimos concedidos pela empresa e pagamento 
pela aquisição de títulos de investimento de outras entidades. 
2. Pagamento de dividendos e juros sobre o capital próprio ou outras 
distribuições aos donos, incluindo o resgate de ações da própria empresa. 
3. Pagamentos aos fornecedores de insumos de produção, incluídos os 
serviços prestados por terceiros. 
4. Recebimentos de alugueis, royalties, direito de franquia e vendas de 
ativos produzidos ou adquiridos para esse fim (como no caso da venda de 
carros destinados a aluguel). 
5. Recebimentos resultantes da venda de imobilizado, intangível e de 
outros ativos não circulantes utilizados na produção. 
6. Venda de ações emitidas. 
 
Assinale a alternativa que indica correta e sequencialmente a classificação 
desses itens. 
 
a. ( ) Investimento; Financiamento; Operacional;Operacional; 
Investimento; Financiamento 
b. ( ) Investimento; Investimento; Operacional; Operacional; 
Financiamento; Financiamento 
c. ( ) Financiamento; Financiamento; Operacional; Operacional; 
Investimento; Investimento 
d. ( ) Operacional; Investimento; Financiamento; Operacional; 
Operacional; Investimento 
e. ( ) Operacional; Financiamento; Investimento; Operacional; 
Financiamento; Investimento 
 
Comentários: 
 
1. Desembolsos dos empréstimos concedidos pela empresa e pagamento 
pela aquisição de títulos de investimento de outras entidades. 
(Investimento) 
2. Pagamento de dividendos e juros sobre o capital próprio ou outras 
distribuições aos donos, incluindo o resgate de ações da própria empresa. 
(Financiamento) 
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3. Pagamentos aos fornecedores de insumos de produção, incluídos os 
serviços prestados por terceiros. (Operacional) 
4. Recebimentos de alugueis, royalties, direito de franquia e vendas de 
ativos produzidos ou adquiridos para esse fim (como no caso da venda de 
carros destinados a aluguel). (Operacional) 
5. Recebimentos resultantes da venda de imobilizado, intangível e de 
outros ativos não circulantes utilizados na produção. (Investimento) 
6. Venda de ações emitidas. (Financiamento) 
 
GabaritoÆ A. 
 
As demonstrações contábeis da Cia. Só Pizza são apresentadas a seguir, 
sendo constituídas dos Balanços Patrimoniais em 31/12/2016 e 
31/12/2017, e da Demonstração do Resultado de 2017: 
 
 
 
As seguintes informações adicionais são conhecidas: 
 
‡�$�GHVSHVD�ILQDQFHLUD��MXURV��QmR�IRL�SDJD� 
‡�2�Werreno foi vendido à vista. 
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‡�2�DXPHQWR�GH�FDSLWDO�IRL�LQWHJUDOL]DGR�FRP�5������������HP�GLQKHLUR�H�
R$ 50.000,00 em imóveis. 
‡� 'R� YDORU� GRV� LPyYHLV� DGTXLULGRV�� 5�� ���������� IRUDP� SDJRV� FRP�
recursos obtidos de um novo empréstimo e o restante com recursos da 
Cia. 
 
6. (FCC/Contador/SABESP/2018) É correto afirmar que o fluxo de 
caixa das Atividades de 
 
(A) Financiamento foi R$ 107.000,00, positivo. 
(B) Investimento foi R$ 10.000,00, positivo. 
(C) Financiamento foi R$ 150.000,00, positivo. 
(D) Investimento foi R$ 20.000,00, negativo. 
(E) Investimento foi R$ 70.000,00, negativo. 
 
Comentários: 
 
Fluxo de investimento 
 
Terreno (valor de venda = 150.000 + 80.000) 230.000,00 
Imóveis (250.000,00) 
Fluxo de investimento -20.000,00 
 
Fluxo de financiamento 
 
Novos empréstimos (157 ± 7 ± 100) 50.000,00 
Aumento do capital em dinheiro 50.000,00 
Fluxo de financiamento 100.000,00 
 
O valor da venda do terreno pode ser encontrado pela soma do valor 
contábil mais o lucro obtido na venda. 
 
O valor do empréstimo está no passivo não circulante. Veja que a questão 
diz que o juros não foi pago. Logo, ele está ali, dentro do passivo não 
circulante, no valor de 7.000. Mas o saldo é de 157.000,00. Isso significa 
que 50.000 são relativos a novos empréstimos. 
 
Gabarito Æ D 
 
7. (FCC/Contador/SABESP/2018) O fluxo de caixa das Atividades 
Operacionais gerado no ano de 2017 foi, em reais, 
 
(A) 143.000,00. 
(B) 123.000,00. 
(C) 173.000,00. 
(D) 93.000,00. 
(E) 63.000,00. 
 
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Comentários: 
 
Fluxo operacional 
 
Lucro líquido do exercício 136.000,00 
 
Ajustes da DRE 
 
+ Despesa financeira 7.000,00 
+ Depreciação 30.000,00 
- Lucro na venda de terreno (80.000,00) 
Lucro ajustado 93.000,00 
 
Ajuste das contas patrimoniais 
 
- Aumento de Duplicatas a receber (25.000,00) 
+ Diminuição de Estoques 30.000,00 
- Diminuição de Fornecedores (40.000,00) 
+ Aumento de impostos a pagar 5.000,00 
 
Fluxo operacional 63.000,00 
 
Variação do caixa = Disponível inicial +/- fluxo operacional +/- fluxo de 
investimento +/- fluxo de financiamento 
 
Variação do caixa = 180.000 + 63.000 ± 20.000 + 100.000 = 323.000 
 
Vejam que este valor bate com o saldo final das disponibilidades em 
31.12.2017. 
 
Gabarito Æ E. 
 
8. (FGV/Auditor/SEFIN RO/2018) A Cia. B efetuou as seguintes 
transações, em 2017. 
 
‡�,ntegralização de capital social, por meio de um imóvel no valor de R$ 
200.000; 
‡�&RPSUD�GH�FRPSXWDGRUHV��SDUD�SDJDPHQWR�HP�DJRVWR�GH�������SRU�5��
10.000; 
‡�3DJDPHQWR�GH�HPSUpVWLPR�EDQFiULR��FRQWUDtGR�HP������QR�YDORU�GH�5��
30.000; 
‡�3DJDPHQWR�GH�GHVSHVDV�Giversas, no valor de R$ 50.000; 
‡�5HVJDWH�GH�GHErQWXUH��QR�YDORU�GH�5��������� 
‡�3DJDPHQWR�GH�GLYLGHQGRV��TXH�KDYLDP�VLGR�UHFRQKHFLGRV�QR�DQR�DQWHULRU�
no valor de R$ 15.000; 
‡�9HQGD�GH�PHUFDGRULDV�j�YLVWD��SRU�5���������� 
‡�5HFRQKHFLPHQWR�GRV�FXVWRV�GDV�PHrcadorias vendidas, no valor de R$ 
200.000; 
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‡�&RPSUD�GH�SDUWLFLSDomR�HP�HPSUHVD�FROLJDGD��QR�YDORU�GH�5��������� 
 
Sobre a Demonstração dos Fluxos de Caixa da Cia. B, com base nas 
recomendações do Pronunciamento Técnico CPC 03- Demonstração dos 
Fluxos de Caixa, assinale a afirmativa correta. 
 
(A) A atividade operacional gerou R$ 50.000. 
(B) A atividade de investimento consumiu R$ 70.000. 
(C) A atividade de investimento consumiu R$ 88.000. 
(D) A atividade de financiamento consumiu R$ 63.000. 
(E) A atividade de financiamento gerou R$ 185.000. 
 
Comentários: 
 
Integralização de capital com terreno: não influencia a DFC. 
 
Fluxo de financiamento 
 
Empréstimo bancário (30.000,00) 
Pagamento de dividendos (15.000,00) 
Resgate de debêntures (18.000,00) 
Total (63.000,00) 
 
Fluxo operacional 
 
Mercadorias à vista 300.000,00 
Despesas diversas (50.000,00) 
Total 250.000,00 
 
Fluxo de investimentos 
 
Compra de ações em coligadas (40.000,00) 
 
Gabarito Æ D. 
 
9. (FGV/Prefeitura de Salvador/2017) A Cia. Branca tem 
participação no Capital Social da Cia. Azul. 
 
Em dezembro de 2016, a Cia. Azul transferiu à Cia. Branca, R$ 20.000 
relativos a juros de capital próprio da empresa. 
 
Assinale a opção que indica a correta classificação da transação na 
Demonstração dos Fluxos de Caixa da Cia. Branca, dado que a sociedade 
empresária não divulgou nota explicativa evidenciando o tratamento 
contábil. 
 
(A) Caixa e equivalente de caixa. 
(B) Atividade operacional. 
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(C) Atividade de investimento. 
(D) Atividade de financiamento. 
(E) Ajuste do lucro. 
 
Comentários: 
 
É só lembrar do macete do O, FOI? FOOI! 
 
 
 
CPC Encoraja Alternativa 
Juros 
Pagamento Operacional Financiamento 
Recebimento Operacional Investimento 
Juros sobre 
capital próprio 
e dividendo 
Pagamento Financiamento Operacional 
Recebimento Operacional Investimento 
 
Portanto, os juros sobre capital próprio recebidos são considerados fluxo 
operacional, já que foi utilizado o que o CPC encoraja! 
 
Gabarito Æ B. 
 
10. (CESPE/Analista/TRT 7ª/2017) Para efeito de levantamento da 
demonstração dos fluxos de caixa, o valor de caixa e equivalentes decaixa é composto por 
 
a) saldos de contas bancárias, ainda que negativos. 
b) aplicações de renda fixa, em moeda corrente, com resgate imediato. 
c) disponibilidades em moeda estrangeira de alta volatilidade. 
d) valores disponíveis em limites de créditos rotativos. 
 
Comentários: 
 
O gabarito preliminar da douta Banca foi a letra B, que está correto. 
- Equivalentes de caixa são aplicações financeiras de curto prazo, de alta 
liquidez, que são prontamente conversíveis em montante conhecido de 
caixa e que estão sujeitas a um insignificante risco de mudança de 
valor. 
 
Mas a letra A também está correta. 
 
Conforme o CPC 03 ± (R2) Demonstração dos Fluxos de Caixa: 
 
³���(PSUpVWLPRV�EDQFiULRV�VmR�JHUDOPHnte considerados como atividades 
de financiamento. Entretanto, saldos bancários a descoberto, decorrentes 
de empréstimos obtidos por meio de instrumentos como cheques 
especiais ou contas correntes garantidas que são liquidados em curto 
lapso temporal compõem parte integral da gestão de caixa da entidade. 
Nessas circunstâncias, saldos bancários a descoberto são incluídos como 
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componente de caixa e equivalentes de caixa. Uma característica desses 
arranjos oferecidos pelos bancos é que frequentemente os saldos flutuam 
GH�GHYHGRU�SDUD�FUHGRU�´ 
 
Os saldos de contas bancárias, ainda que negativos, também compõe o 
valor de caixa e equivalente de caixa. 
 
Nós solicitamos a anulação da questão em tela. Todavia, o CESPE não 
acatou! 
 
Gabarito Æ B. 
 
11. (FBC/Exame de Suficiência/2017.1) Uma Sociedade Empresária 
comercial apresentou os seguintes dados para elaboração da 
Demonstração dos Fluxos de Caixa relativa ao ano de 2016: 
 
 
 
O saldo de Caixa e Equivalentes de Caixa era de R$12.800,00, em 
31.12.2015. Considerando-se apenas as informações apresentadas e de 
acordo com a NBC TG 03 (R3) ± DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE 
CAIXA, em relação à Demonstração dos Fluxos de Caixa é CORRETO 
afirmar que: 
 
a) o caixa líquido gerado pelas Atividades Operacionais é de R$14.000,00. 
b) o caixa líquido gerado pelas Atividades de Investimento é de 
R$68.000,00. 
c) o caixa líquido consumido pelas Atividades de Financiamento é de 
R$120.000,00. 
d) o caixa líquido consumido por todas as atividades em conjunto é de 
R$12.000,00 
 
Comentários: 
 
Vamos elaborar a DFC com os dados fornecidos: 
 
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GabaritoÆA 
 
12. (FCC/Contabilidade/TRE/PR/2017) A Demonstração do 
Resultado do ano de 2016 e os Balanços Patrimoniais em 31/12/2015 e 
31/12/2016 da empresa Drones não voadores S.A. são apresentados nos 
dois quadros abaixo. 
 
 
 
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Durante o ano de 2016 a empresa não vendeu nenhum outro bem ou 
direito do Ativo não circulante além do terreno, não liquidou qualquer 
empréstimo e não pagou as despesas financeiras do ano. Os valores em 
reais no ano de 2016, correspondentes ao Caixa das Atividades 
Operacionais, Caixa das Atividades de Investimento e ao Caixa das 
Atividades de Financiamento foram, respectivamente, em reais: 
 
(A) 138.400 (negativo) ; 264.000 (negativo) e 616.000 (positivo). 
(B) 42.400 (negativo) ; 320.000 (negativo) e 576.000 (positivo). 
(C) 82.400 (negativo) ; 320.000 (negativo) e 616.000 (positivo). 
(D) 74.400 (negativo) ; 288.000 (negativo) e 576.000 (positivo). 
(E) 98.400 (negativo) ; 264.000 (negativo) e 576.000 (positivo). 
 
Comentários: 
 
Fluxo de caixa ± Investimento: 
 
Investimentos: 
 
Saldo inicial 56.000 
+ Resultado da Equivalência patrimonial 24.000 
+ Aquisição de investimento ? 
= Saldo final 144.000 
 
Resolvendo, temos: 
 
56.000 + 24.000 + X = 144.000 
X = aquisição = 64.000 (saída de caixa) 
 
Equipamento: 
 
Saldo inicial = 336.000 ± Depreciação 48.000 + aquisição = saldo final 
728.000 
 
336.000 ± 48.000 + aquisição = 728.000 
Aquisição = 440.000 (saída de caixa). 
 
Terreno: 
 
Saldo inicial 184.000 + Lucro venda terreno 56.000 = 240000 (entrada 
de caixa). 
 
Fluxo de caixa - Investimento 
 Investimento -64.000 
Equipamento -440.000 
Terreno 240.000 
Caixa consumido -264.000 
 
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Fluxo de caixa ± Financiamento 
 
O lucro do exercício de $72.800 foi usado para dividendos (26.520) e 
aumento de Reservas (46.280). Assim, todo o aumento de Capital Social 
foi integralização do Capital (entrada de dinheiro). 
 
Capital Social = 600.000 ± 400.000 = $ 200.000 (entrada de caixa) 
 
Conta Empréstimo: 
Saldo inicial 360.000 
+ Despesas financeiras 40.000 
+ novos empréstimos ? 
= saldo final = 776.000 
 
360.000 + 40.000 + X = 776.000 
 
X = novos empréstimos = 376.000 
 
Fluxo de caixa - Financiamento 
 Aumento de Capital 200.000 
Aumento de Empréstimos 376.000 
Caixa Gerado 576.000 
 
Já podemos apontar o gabarito: letra E, que é a única que apresenta tais 
valores de fluxo de investimento e de financiamento. 
 
Vejamos agora o fluxo operacional (método indireto): 
 
Fluxo de caixa ± Operacional 
 
Fluxo de caixa operacional - método indireto 
Lucro Líquido 72.800 
 + Depreciação 48000 
 (-) Resultado Equiv. Patrim. -24000 
 + despesa financeira 40000 
 (-) resultado venda terreno -56000 
Lucro Ajustado 80.800 
 (-) var. Clientes -160000 
 (-) var. estoque -128000 
 + var. Fornecedores 77600 
 + var. Imposto renda a pagar 31200 
Total caixa consumido -98.400 
 
Gabarito Æ E 
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13. (FCC/TRE-SP/Analista Judiciário/Contabilidade/2017) A Cia. 
Catarinense apresentou, em 31/12/2015, as seguintes demonstrações 
contábeis: 
 
 
 
 
Com base nas demonstrações acima, sabendo-se que houve distribuição e 
pagamento de dividendos no valor de R$ 25.000,00 e que as despesas 
financeiras não foram pagas, o fluxo de caixa gerado pelas Atividades 
Operacionais foi, em reais, 
 
a) 166.000,00. 
b) 146.000,00. 
c) 171.000,00. 
d) 121.000,00. 
e) 103.000,00. 
 
 
 
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Comentários: 
 
Elaborando a DFC pelo método Indireto, temos a seguinte estrutura: 
 
Atividades operacionais 
 
Lucro líquido 
(+) Depreciação, amortização e exaustão 
(+)(-) Resultado da equivalência patrimonial 
(+)(-) Resultado na alienação de imobilizado, investimentos ou intangíveis 
(+) Despesas financeiras que não afetam o caixa 
(-) Receitas financeiras que não afetam o caixa 
(=) Lucro ajustado 
 
(+)(-) Variação nas contas do ativo circulante e realizável a longo prazo: 
 Duplicatas a receber 
 Clientes 
 (PDD) 
 (Duplicatas descontadas) 
 Estoques 
 Despesas antecipadas 
 
(+)(-) Variação nas contas do passivo circulantee passivo não circulante: 
 Fornecedores 
 Contas a pagar 
 Impostos a recolher 
 
Organizando as informações fornecidas pela questão: 
 
Lucro líquido R$ 155.000,00 
(+) Depreciação, amortização e exaustão R$ 10.000,00 
(-) Resultado da equivalência patrimonial -R$ 14.000,00 
(+) Despesas financeiras que não afetam o caixa R$ 15.000,00 
(=) Lucro ajustado R$ 166.000,00 
 (-) Aumento Duplicatas a receber -R$ 70.000,00 
 +) Aumento em Fornecedores R$ 25.000,00 
 (+) Aumento em Impostos a recolher R$ 50.000,00 
Fluxo Gerado pelas Atividades Operacionais R$ 171.000,00 
 
Gabarito Æ C 
 
14. (CESPE/Analista/Contabilidade/TRE/PE/2017) Considerando 
que a demonstração dos fluxos de caixa (DFC) apresenta informações 
relevantes sobre a capacidade das entidades na geração de caixa, assinale 
a opção correta. 
 
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A Compõem o fluxo de atividades de investimento os recebimentos de 
caixa decorrentes de royalties, honorários e comissões, que não entram 
na apuração do lucro líquido da entidade. 
B O valor da venda de ativos de longo prazo não incluídos nos 
equivalentes de caixa deve ser classificado na DFC como fluxo das 
atividades de investimento. 
C O fluxo de caixa de uma entidade é representado pelo cálculo de 
entradas de caixa ou equivalentes de caixa em determinado espaço de 
tempo. 
D Uma entidade comercial, tendo adquirido mercadorias para revenda no 
valor de R$ 80.000, pagando 50% no ato, deverá registrar na DFC uma 
atividade de financiamento que consumiu caixa no valor de R$ 40.000. 
E Caso uma sociedade empresária tenha sido constituída com capital de 
R$ 200.000, dos quais R$ 100.000 tenham sido integralizados em dinheiro 
e R$ 60.000 em terrenos, com o saldo restante em capital a integralizar, a 
DFC deverá apresentar atividades de financiamento que geraram caixa no 
valor de R$ 140.000. 
 
Comentários: 
 
A Compõem o fluxo de atividades de investimento os recebimentos 
de caixa decorrentes de royalties, honorários e comissões, que não 
entram na apuração do lucro líquido da entidade. 
 
Item incorreto. Os citados itens são considerados fluxos operacionais, 
conforme item 14, b, do CPC 03. 
 
B O valor da venda de ativos de longo prazo não incluídos nos 
equivalentes de caixa deve ser classificado na DFC como fluxo das 
atividades de investimento. 
 
Item correto. Este é o nosso gabarito. Segundo o CPC 03: 
 
Atividades de investimento são as referentes à aquisição e à venda de 
ativos de longo prazo e de outros investimentos não incluídos nos 
equivalentes de caixa. 
 
C O fluxo de caixa de uma entidade é representado pelo cálculo de 
entradas de caixa ou equivalentes de caixa em determinado 
espaço de tempo. 
 
Item incorreto. Fluxos de caixa são as ENTRADAS e SAÍDAS de caixa 
equivalentes de caixa. 
 
D Uma entidade comercial, tendo adquirido mercadorias para 
revenda no valor de R$ 80.000, pagando 50% no ato, deverá 
registrar na DFC uma atividade de financiamento que consumiu 
caixa no valor de R$ 40.000. 
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Incorreto. A compra de mercadorias é fluxo operacional. Segundo o CPC 
03: 
 
Atividades operacionais são as principais atividades geradoras de receita 
da entidade e outras atividades que não são de investimento e tampouco 
de financiamento. 
 
Atividades de investimento são as referentes à aquisição e à venda de 
ativos de longo prazo e de outros investimentos não incluídos nos 
equivalentes de caixa. 
 
Atividades de financiamento são aquelas que resultam em mudanças no 
tamanho e na composição do capital próprio e no capital de terceiros da 
entidade. 
 
E Caso uma sociedade empresária tenha sido constituída com 
capital de R$ 200.000, dos quais R$ 100.000 tenham sido 
integralizados em dinheiro e R$ 60.000 em terrenos, com o saldo 
restante em capital a integralizar, a DFC deverá apresentar 
atividades de financiamento que geraram caixa no valor de R$ 
140.000. 
 
Item incorreto. Somente R$ 100.000,00 ingressaram em caixa. Este é o 
valor do fluxo de financiamento. 
 
Gabarito Æ B. 
 
15. (ESAF/Especialista em Regulação/ANAC/2016) Em relação à 
Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC), é correto afirmar que: 
 
a) não é uma demonstração obrigatória. 
b) divide-se obrigatoriamente em dois fluxos: das operações e dos 
financiamentos. 
c) esta deve refletir todas as despesas incorridas pela empresa, a exemplo 
de Variações Cambiais Passivas. 
d) o pagamento de um empréstimo para aquisição de maquinário é uma 
atividade de financiamento. 
e) a venda de um maquinário obsoleto é uma atividade operacional. 
 
Comentários: 
 
Comentemos item a item... 
 
a) não é uma demonstração obrigatória. 
 
Item incorreto. É uma demonstração obrigatória. A DFC somente é 
facultativa para companhias fechadas com PL < 2 milhões. 
 
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b) divide-se obrigatoriamente em dois fluxos: das operações e dos 
financiamentos. 
 
Item incorreto. São três fluxos, no mínimo: operações, financiamento e 
investimento. 
 
c) esta deve refletir todas as despesas incorridas pela empresa, a 
exemplo de Variações Cambiais Passivas. 
 
Item incorreto. As variações demonstradas na DFC são aquelas ocorridas 
na conta caixa e equivalentes de caixa, conforme preleciona o CPC 03. 
 
d) o pagamento de um empréstimo para aquisição de maquinário é 
uma atividade de financiamento. 
 
Este é o nosso gabarito. 
 
Principais exemplos de atividades do fluxo 
Financiamento 
Recebimento 
Emissão de ações/Instrumentos patrimoniais 
Debêntures (Caixa recebido pela emissão) 
Empréstimos, notas promissórias 
Pagamento 
Resgate de ações/Instrumentos patrimoniais 
Amortização de empréstimos 
Pagamento de arrendamento mercantil financeiro 
 
e) a venda de um maquinário obsoleto é uma atividade 
operacional. 
 
Item incorreto. 
 
Principais exemplos de atividades do fluxo 
Investimentos 
Recebimento 
Venda de imobilizado 
Venda de intangível 
Outros ativos de longo prazo 
Venda de participações societárias 
Pagamento 
Aquisição de imobilizado 
Aquisição de intangível 
Outros ativos de longo prazo 
Compra de participações societárias 
 
Gabarito Æ D. 
 
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16. (FBC/Exame de Suficiência/2016-1) Uma Sociedade Empresária 
apresentou os seguintes dados extraídos da contabilidade referente ao 
ano de 2015: 
 
 
 
A variação de Contas a Receber deveu-se única e exclusivamente a 
recebimentos de vendas de mercadorias efetuadas no período. Com base 
nos dados apresentados, o caixa gerado nas atividades operacionais foi 
de: 
 
a) R$10.000,00. 
b) R$25.000,00. 
c) R$40.000,00. 
d) R$115.000,00. 
 
Comentários: 
 
O Fluxo Operacional será obtido pelo valor recebido pelas vendas 
subtraído do pagamento a Fornecedores. 
 
Se a empresa efetua a venda de R$ 90.000 e há aumento em contas a 
Receber de 60.000, podemos entender que foram recebidos R$ 30.000. 
 
Como o pagamento a fornecedores foi de R$ 20.000, o fluxo de caixa 
gerado pelas Atividades Operacionais foi de30.000 ± 20.000 = R$ 
10.000,00. 
 
A compra de Imobilizado é Fluxo de Investimento. 
 
GabaritoÆ A 
 
17. (FGV/Auditor Fiscal/ISS Cuiabá/2016) Em janeiro de 2015 
uma entidade realizou as seguintes operações. 
 
- Integralização de capital social no valor de R$ 120.000,00, sendo R$ 
80.000,00 em dinheiro e R$ 40.000,00 em um automóvel a ser utilizado 
pela entidade. 
- Pagamento do seguro mensal do automóvel por R$ 2.000,00. 
- Pagamento do aluguel antecipado de dois anos por R$ 60.000,00. 
- Venda de mercadorias por R$ 100.000,00, sendo metade à vista e 
metade para recebimento em 2016. As mercadorias estavam avaliadas 
por R$ 60.000,00. 
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- Compra à vista de um computador para ser utilizado na empresa por R$ 
6.000,00. 
- Reconhecimento de despesas de salários no valor de R$ 12.000,00, que 
serão pagas no mês seguinte. 
- Contração de empréstimo bancário no valor de R$ 30.000,00. 
 
Assinale a opção que indica o fluxo de caixa gerado ou consumido pela 
entidade operacional e evidenciado na Demonstração dos Fluxos de Caixa, 
em 31/01/2015. 
 
(A) Consumo de R$ 12.000,00. 
(B) Consumo de R$ 10.000,00. 
(C) Geração de R$ 18.000,00. 
(D) Geração de R$ 48.000,00. 
(E) Geração de R$ 68.000,00. 
 
Comentários: 
 
Principais exemplos de atividades do fluxo 
Operacional 
Recebimento 
Venda de mercadorias 
Prestação de serviços 
Royalties, honorários, comissões 
Seguros 
Imposto de renda 
Pagamento 
Fornecedores de mercadorias 
Fornecedores de serviços 
Empregados 
Seguros 
Imposto de renda 
 
Principais exemplos de atividades do fluxo 
Investimentos 
Recebimento 
Venda de imobilizado 
Venda de intangível 
Outros ativos de longo prazo 
Venda de participações societárias 
Pagamento 
Aquisição de imobilizado 
Aquisição de intangível 
Outros ativos de longo prazo 
Compra de participações societárias 
 
 
 
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Principais exemplos de atividades do fluxo 
Financiamento 
Recebimento 
Emissão de ações/Instrumentos patrimoniais 
Debêntures (Caixa recebido pela emissão) 
Empréstimos, notas promissórias 
Pagamento 
Resgate de ações/Instrumentos patrimoniais 
Amortização de empréstimos 
Pagamento de arrendamento mercantil financeiro 
 
- Integralização de capital social no valor de R$ 120.000,00, sendo 
R$ 80.000,00 em dinheiro e R$ 40.000,00 em um automóvel a ser 
utilizado pela entidade. 
 
Financiamento. 
 
- Pagamento do seguro mensal do automóvel por R$ 2.000,00. 
 
Operacional. 
 
- Pagamento do aluguel antecipado de dois anos por R$ 60.000,00. 
 
Operacional. 
 
- Venda de mercadorias por R$ 100.000,00, sendo metade à vista 
e metade para recebimento em 2016. As mercadorias estavam 
avaliadas por R$ 60.000,00. 
 
Operacional. 
 
- Compra à vista de um computador para ser utilizado na empresa 
por R$ 6.000,00. 
 
Investimento. 
 
- Reconhecimento de despesas de salários no valor de R$ 
12.000,00, que serão pagas no mês seguinte. 
 
Não afeta a DFC. 
 
- Contração de empréstimo bancário no valor de R$ 30.000,00. 
 
Financiamento. 
 
Fluxo operacional: - 2.000 ± 60.000 + 50.000 = - 12.000,00 
 
Consumo de 12.000,00. 
 
Gabarito Æ A. 
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18. (FGV/Auditor Fiscal/ISS Cuiabá/2016) De acordo com as 
normas contábeis vigentes no Brasil, assinale a opção que indica a correta 
classificação contábil das perdas estimadas em contas a receber. 
 
(A) Redutora da receita de vendas na Demonstração do Resultado do 
Exercício. 
(B) Passivo no Balanço Patrimonial. 
(C) Atividade Operacional na Demonstração dos Fluxos de Caixa (método 
direto). 
(D) Ajuste positivo no lucro líquido na conciliação entre o lucro e o caixa 
na Demonstração dos Fluxos de Caixa (método indireto). 
(E) Distribuição do valor adicionado para financiadores na Demonstração 
do Valor Adicionado. 
 
Comentários: 
 
(A) Redutora da receita de vendas na Demonstração do Resultado 
do Exercício. 
 
Incorreto. A PDD não é dedução da receita bruta na DRE. 
 
(B) Passivo no Balanço Patrimonial. 
 
Incorreto. A conta é retificadora do ativo. 
 
(C) Atividade Operacional na Demonstração dos Fluxos de Caixa 
(método direto). 
 
Item incorreto. No método direto, a PDD não afeta a DFC. 
 
(D) Ajuste positivo no lucro líquido na conciliação entre o lucro e o 
caixa na Demonstração dos Fluxos de Caixa (método indireto). 
 
Gabarito da banca. Ocorre que a constituição da Provisão para Crédito de 
Liquidação Duvidosa (PCLD) e a sua reversão não deveriam entrar como 
ajustes ao Lucro Liquido. 
 
No método Indireto, o correto seria entrar junto com a variação do saldo 
da Conta Clientes (ou Duplicatas a Receber). 
 
Mas, para a FGV, a PCLD entra como ajuste do lucro, no método indireto. 
 
(E) Distribuição do valor adicionado para financiadores na 
Demonstração do Valor Adicionado. 
 
Errado. Entra como redutora da receita na DVA. 
 
Gabarito Æ D. 
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19. (FCC/Auditor Fiscal/SEFAZ/MA/2016) A Demonstração do 
Resultado do ano de 2015 da empresa Produtos de Segurança Porta 
Aberta S.A. é apresentada a seguir: 
 
 
 
As seguintes informações adicionais são conhecidas: 
 
í A empresa não tinha saldo a receber de vendas no início de 2015. 
í Do total das vendas efetuadas em 2015, 20% foram vendidos a prazo e 
serão recebidos em 2016. 
í Todas as mercadorias vendidas foram adquiridas e pagas em 2015 e 
não havia estoques iniciais de mercadorias. 
í No início do período, a empresa não tinha dívidas com fornecedores. 
í Todas as outras despesas operacionais foram pagas no próprio ano de 
2015. 
í Do total de Despesas Financeiras, a empresa pagou 80% no próprio ano 
de 2015. A empresa classifica as Despesas Financeiras no grupo das 
atividades operacionais. 
í O Imposto de Renda será pago em 2016. 
 
Desconsiderando os tributos sobre vendas e sobre compras, o valor 
correspondente ao Caixa das Atividades Operacionais do ano de 2015 foi, 
em reais: 
 
(A) 40.000 (positivo). 
(B) 123.200 (negativo). 
(C) 48.400 (positivo). 
(D) 20.400 (positivo). 
(E) 127.200 (negativo). 
 
Comentários: 
 
Questão tranquila. Basta olhar os saldos da DRE e ver o que foi ou não foi 
pago. 
 
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Receita de vendas (80%) 652.800,00 
(-) CMV - 524.000,00 
(-)Despesas operacionais - 236.000,00 
(-) Despesas financeiras - 16.000,00 
Fluxo operacional - 123.200,00 
 
Não há informações sobre o balanço patrimonial, então é mais fácil fazer 
os ajustes na própria demonstração do resultado. 
 
Os juros são considerados no fluxo operacional e o IR não foi pago no ano 
de 2015, portanto, não geraram desembolsos. 
 
Gabarito Æ B. 
 
20. (FGV/Auditor Tributário/ISS Niterói/2015) Os fluxos de caixa 
da Cia. Iota, durante o exercício de X1, foram os seguintes, em milhares 
de reais: 
 
 
De acordo com o CPC 03 (R2):Demonstração dos Fluxos de Caixa, o 
menor montante pelo qual o caixa líquido consumido nas atividades de 
investimento da Cia. Iota poderá ser apresentado é de: 
 
a) R$ 24.100.000 
b) R$ 25.000.000 
c) R$ 26.800.000 
d) R$ 27.700.000 
e) R$ 30.000.000 
 
Comentários: 
 
Com respeito a Juros, Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio, o 
pronunciamento encoraja fortemente a classificação em determinado 
fluxo. Mas aceita alternativa diferente, desde que acompanhado de nota 
explicativa: 
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CPC Encoraja Alternativa 
Juros 
Pagamento Operacional Financiamento 
Recebimento Operacional Investimento 
Juros sobre capital 
próprio e 
dividendos 
Pagamento Financiamento Operacional 
Recebimento Operacional Investimento 
 
Portanto, o menor valor que o caixa líquido consumido nas atividades de 
investimento poderá ser apresentado é: 
 
Aquisição de imobilizado - 30.000 
Juros recebidos 2.700 
Dividendos recebidos 900 
Alienação de participação societária 2.300 
Total - 24.100 
 
Gabarito Æ A 
 
21. (FCC/TRT 3/Contabilidade/2015) Considere as informações 
extraídas do Balanço Patrimonial e da Demonstração do Resultado do 
Exercício da empresa Horizonte, empresa comercial, referentes ao 
exercício de X2: 
 
 
 
Com base nestas informações, o valor recebido de clientes em X2 foi, em 
milhares de reais, 
 
A) 870.000,00 
B) 930.000,00 
C) 900.000,00 
D) 875.000,00 
E) 547.000,00 
 
 
 
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Comentário: 
 
Questão fácil. Basta aplicar a fórmula de sempre para a conta Clientes: 
 
Saldo inicial + entradas ± saídas = saldo final 
 
As entradas são as vendas; as saídas, os recebimentos de clientes. 
 
Vamos lá: 
 
Saldo inicial + entradas ± saídas = saldo final 
Saldo inicial + vendas ± recebimentos = saldo final 
 
110.000 + 900.000 ± Recebimentos = 140.000 
1.010.000 ± Recebimentos = 140.000 
 
Saldo inicial 110.000,00 X Saídas (Receb)
Entr. (Vendas) 900.000,00 
Saldo final 140.000,00 
Clientes (Ativo)
 
 
Resolvendo, temos Recebimentos = 870.000 
 
Gabarito Æ A 
 
22. (FCC/TCE CE/ACE/Ciências Contábeis/2015) A Cia. Brasileira 
apresentou as seguintes demonstrações contábeis (Valores em reais): 
 
 
 
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Com base nas demonstrações acima e sabendo que a venda do terreno foi 
à vista e os juros não foram pagos, o fluxo de caixa gerado pelas 
atividades operacionais foi, em reais, 
 
A) 202.000,00. 
B) 132.000,00. 
C) 292.000,00. 
D) 152.000,00. 
E) 344.000,00. 
 
Comentário: 
 
Vamos calcular o fluxo de caixa operacional pelo Método Indireto. 
Lembramos que, no Método Indireto, saímos do Lucro Líquido e ajustamos 
as despesas e receitas que afetaram o lucro, mas não afetaram o caixa. 
 
Além disso, somamos ou subtraímos a variação das contas operacionais 
referentes ao fluxo de caixa operacional. Assim: 
 
Demonstração de Fluxo de Caixa 
 Lucro Líquido 172.000 
 + Depreciação 15.000 
 (-) Lucro na venda do terreno - 20.000 
 + Despesa financeira 17.000 
Lucro Ajustado 184.000 
 (-) var. Duplicatas a receber - 40.000 
 (-) var. Estoque - 20.000 
 (-) var. Fornecedores - 80.000 
 + var. IR/CSLL a pagar 88.000 
Caixa Gerado no Fluxo Operacional 132.000 
 
Gabarito Æ B 
 
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23. (FCC/SEFAZ PI/AFFE/2015) Os Balanços Patrimoniais em 
31/12/2011 e 31/12/2012 e a Demonstração do Resultado referente ao 
exercício de 2012 da empresa Importados Chineses Comercial S.A. são 
apresentados nos dois quadros a seguir, em reais: 
 
Importados Chineses Comercial S.A. 
Balanços Patrimoniais em 31/12/2011 e 31/12/2012 
 
 
 
 
 
Informações complementares: 
 
Sabe-se que no ano de 2012 a empresa não vendeu participações 
societárias e nem veículos, não liquidou qualquer empréstimo, não pagou 
as despesas financeiras do ano e a integralização do capital social foi em 
dinheiro. 
 
O valor correspondente ao caixa consumido ou gerado pelas Atividades 
Operacionais no ano de 2012 foi, em reais, 
 
A) 108.000 (positivo). 
B) 116.000 (negativo). 
C) 52.000 (negativo). 
D) 116.000 (positivo). 
E) 108.000 (negativo). 
 
 
 
 
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Comentário: 
 
Vamos resolver pelo Método Indireto. Nesse método, começamos pelo 
Resultado, ajustamos as despesas e receitas que não afetam o fluxo de 
caixa operacional e finalmente ajustamos as variações das contas 
patrimoniais. Fica assim: 
 
Demonstração de Fluxo de Caixa 
 Lucro Líquido 38.400 
 + Depreciação 48.000 
 + Provisão para Riscos Trabalhistas 80.000 
 + Despesa financeira 96.000 
 (-) Resultado da Equivalência Patrimonial - 24.000 
 (-) Lucro na venda de terreno - 56.000 
Lucro Ajustado 182.400 
 (-) var. Valores a receber de Clientes - 168.000 
 + var. Perdas Estimadas com clientes 8.000 
 (-) var. Estoque - 128.000 
 (-) var. Fornecedores - 2.400 
Caixa consumido no Fluxo Operacional - 108.000 
 
Gabarito Æ E 
 
24. (FCC/SEFAZ PI/AFFE/2015) Os Balanços Patrimoniais em 
31/12/2011 e 31/12/2012 e a Demonstração do Resultado referente ao 
exercício de 2012 da empresa Importados Chineses Comercial S.A. são 
apresentados nos dois quadros a seguir, em reais: 
 
Importados Chineses Comercial S.A. 
Balanços Patrimoniais em 31/12/2011 e 31/12/2012 
 
 
 
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Informações complementares: 
 
Sabe-se que no ano de 2012 a empresa não vendeu participações 
societárias e nem veículos, não liquidou qualquer empréstimo, não pagou 
as despesas financeiras do ano e a integralização do capital social foi em 
dinheiro. 
 
Os valores correspondentes ao caixa consumido ou gerado pelas 
Atividades de Investimentos e ao caixa consumido ou gerado pelas 
Atividades de Financiamentos no ano de 2012 foram, respectivamente, 
em reais, 
 
A) 64.000,00 (positivo) e 616.000,00 (positivo). 
B) 64.000,00 (negativo) e 520.000,00 (positivo). 
C) 96.000,00 (negativo) e 32.000,00 (negativo). 
D) 64.000,00 (negativo) e 616.000,00 (negativo). 
E) 40.000,00 (negativo) e 520.000,00 (positivo). 
 
Comentário: 
 
Vamos iniciar com o fluxo de Investimento: 
 
Participações Societárias: tinha saldo inicial de $56.000, e ganho com 
a Equivalência Patrimonial de $24.000. Com isso, o saldo da conta 
Participações Societárias vai para $80.000. Mas o balanço apresenta o 
saldo final de $144.000. A diferença refere-se à aquisição de participações 
societária (diminuindo o caixa, portanto). 
 
$144.000 - $80.000 = $64.000 (aquisição = diminuição docaixa). 
 
Veículos: saldo inicial $336.000 ± depreciação $48.000 = $288.000 
 
Saldo final = $528.000 - $288.000 = $240.000 (aquisição de veículos, 
que diminui o caixa). 
 
Terrenos: tinha o valor de $184.000, e foi vendido com lucro de 
$56.000. Portanto, foi vendido por $184.000 + $56.000 = $240.000 
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Fluxo de Caixa de Investimentos 
 Aquisição participação societária -64.000 
Aquisição de veículos -240.000 
Venda de terreno 240.000 
Caixa consumido nas atividades de investimento: -64.000 
 
Agora, o fluxo das atividades de Financiamento. Vamos lá: 
 
Empréstimo: o saldo inicial era de $360.000. A empresa não liquidou 
qualquer empréstimo e não pagou as despesas financeiras do ano, no 
valor de $96.000. Assim, o saldo da conta, incluindo as despesas 
financeiras, é de $360.000 + $ 96.000 = $456.000. 
 
Como o saldo final de empréstimo é de $776.000, temos: 
 
$776.000 - $456.000 = $320.000 (novos empréstimos = entrada de 
caixa). 
 
Capital Social: A integralização do capital social foi em dinheiro. 
Saldo final $600.000 ± saldo inicial $400.000 = $200.000 aumento de 
capital em dinheiro. 
 
Fluxo de Financiamento 
 Novos empréstimos 320.000 
Aumento de Capital Social 200.000 
Caixa gerado - fluxo de financiamento 520.000 
 
 Gabarito Æ B 
 
25. (FGV/Analista/DPE/MT/2015) Uma empresa apresentava, em 
01/01/2013, o seguinte balanço patrimonial: 
 
 
 
Em 2013 a empresa vendeu o terreno por R$ 4.000,00 à vista e pagou 
imposto de renda de 34% sobre o lucro. 
 
Considerando apenas essa transação, assinale a opção que indica o valor 
que foi gerado pela atividade de investimento na DFC 2013. 
 
a) R$ 1.360,00. 
b) R$ 1.980,00. 
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c) R$ 2.640,00. 
d) R$ 2.980,00. 
e) R$ 4.000,00 
 
Comentários: 
 
A empresa vendeu por $ 4.000 um terreno que custou $ 1.000. Portanto, 
conseguiu um ganho de capital de $3.000, sobre os quais pagou imposto 
de renda de 34%. 
 
Imposto de renda = $ 3.000 x 34% = $ 1.020 
 
O recebimento da venda do terreno ($ 4.000) é uma entrada do fluxo de 
atividades de investimento. 
 
E o Imposto de renda? 
 
Normalmente, o imposto de renda (e a Contribuição Social sobre o Lucro) 
é classificado entre as atividades operacionais. 
 
Mas, quando o Imposto de renda for identificado com uma determinada 
transação, da qual resultem fluxos de caixa que sejam classificados como 
atividades de investimento ou de financiamento, o fluxo de caixa dos 
impostos deve ser classificado como atividade de investimento ou de 
financiamento 
 
Conforme o Pronunciamento CPC 03 (R2) ± Demonstração dos Fluxos de 
Caixa: 
 
Imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido 
 
35. Os fluxos de caixa referentes ao imposto de renda (IR) e contribuição 
social sobre o lucro líquido (CSLL) devem ser divulgados separadamente e 
devem ser classificados como fluxos de caixa das atividades operacionais, 
a menos que possam ser identificados especificamente como atividades de 
financiamento e de investimento. 
 
36. Os tributos sobre o lucro (IR e CSLL) resultam de transações que 
originam fluxos de caixa que são classificados como atividades 
operacionais, de investimento ou de financiamento na demonstração dos 
fluxos de caixa. Embora a despesa com impostos possa ser prontamente 
identificável com as atividades de investimento ou de financiamento, 
torna-se, às vezes, impraticável identificar os respectivos fluxos de caixa 
dos impostos, que podem, também, ocorrer em período diferente dos 
fluxos de caixa da transação subjacente. Portanto, os impostos pagos são 
comumente classificados como fluxos de caixa das atividades 
operacionais. Todavia, quando for praticável identificar o fluxo de caixa 
dos impostos com uma determinada transação, da qual resultem fluxos de 
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caixa que sejam classificados como atividades de investimento ou de 
financiamento, o fluxo de caixa dos impostos deve ser classificado como 
atividade de investimento ou de financiamento, conforme seja apropriado. 
Quando os fluxos de caixa dos impostos forem alocados em mais de uma 
classe de atividade, o montante total dos impostos pagos no período 
também deve ser divulgado. 
 
Assim, nesta questão, temos: 
 
Fluxo de Caixa das Atividades de Investimento 
 
Recebimento da venda de Terreno R$ 4.000,00 
Pagamento de IR sobre ganho de capital -R$ 1.020,00 
Total de caixa gerado R$ 2.980,00 
 
Gabarito Æ D. 
 
26. (ESAF/Auditor Fiscal da Receita Federal/2014) O lucro obtido 
na Venda de Imobilizado e o Resultado de Equivalência Patrimonial 
representam, na Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC): 
 
A) ingresso de caixa na atividade de investimento. 
B) aumento de atividades operacionais. 
C) ajustes do resultado na elaboração da DFC. 
D) ingressos por Receita Operacional. 
E) aumento de investimentos. 
 
Comentário: 
 
Faltou mencionar que a questão se refere ao Método Indireto. O lucro na 
venda de imobilizado aumenta o lucro líquido, mas não pertence ao fluxo 
de atividades operacionais. Assim, deve ser ajustado (retirado) do Lucro 
Líquido. 
 
O valor da venda do Imobilizado (não o lucro; o total da venda) é uma 
entrada do fluxo de Investimentos. 
 
Já o Resultado da Equivalência Patrimonial, embora afete o lucro líquido, 
não envolve entrada ou saída de caixa. Portanto, deve ser ajustado 
também. 
 
Gabarito Æ C 
 
27. (FGV/Técnico de Nível Superior/AL BA/2014) Determinada 
empresa, revendedora de material esportivo, apresentou os seguintes 
saldos em seu Balanço Patrimonial, em 31/12/2013: 
 
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Disponibilidades R$ 40.000,00 
Estoques R$ 30.000,00 
Clientes R$ 60.000,00 
Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa R$ 2.400,00 
Terrenos R$ 30.000,00 
Máquinas e equipamentos R$ 100.000,00 
Depreciação acumulada R$ 20.000,00 
Fornecedores (curto prazo) R$ 60.000,00 
Dividendos a pagar R$ 10.000,00 
Capital Social R$ 117.600,00 
Reserva de Lucros R$ 50.000.00 
 
Durante o primeiro trimestre de 2014, a empresa efetuou as seguintes 
operações: 
 
Recebimento de metade do saldo com clientes. Após o recebimento, foi 
feita nova análise e constatouǦse probabilidade de inadimplência de 2%. 
 
- Venda de um terço dos estoques por R$ 15.000,00. 
- Venda do terreno por R$ 25.000,00, à vista. 
- Reconhecimento e pagamento de despesas gerais, no valor de R$ 
8.000,00. 
- Pagamento da dívida de salários. 
- Pagamento dos dividendos. 
- Reconhecimento da depreciação das máquinas e dos equipamentos, no 
valor de R$ 3.000,00. 
 
Na Demonstração dos Fluxos de Caixa (método indireto), o valor total dos 
ajustes para conciliação entre Lucro Líquido e o Fluxo de Caixa 
operacional, em 31/03/2014, era de 
 
a) ±R$ 9.800,00. 
b) ±R$ 3.800,00. 
c) R$ 1.400,00. 
d) R$ 6.200,00. 
e) R$ 8.600,00. 
 
Comentários: 
 
No método indireto para a elaboração do fluxo de caixa, iniciamos pelo 
Lucro Líquido do Exercício mais ou menos os ajustes (itens que afetaram o 
lucro,não afetaram o caixa, como a Despesa de Depreciação). 
 
O modelo para cálculo do Lucro Ajustado, pelo método Indireto, é o 
seguinte: 
 
 
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DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA ± MÉTODO INDIRETO 
 
Atividades operacionais 
Lucro líquido 
(+) Depreciação, amortização e exaustão 
(+)(-) Resultado da equivalência patrimonial 
(+)(-) Resultado na alienação de imobilizado, investimentos ou intangíveis 
(+) Despesas financeiras que não afetam o caixa 
(-) Receitas financeiras que não afetam o caixa 
(=) Lucro ajustado 
 
Aparentemente, o cálculo da banca foi o seguinte: 
 
Depreciação R$ 3.000,00 
Prejuízo na venda de Terreno R$ 5.000,00 
Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa (PCLD) R$ 600,00 
Reversão da PCLD -R$ 2.400,00 
Total de ajustes R$ 6.200,00 
 
Ocorre que a constituição da Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa 
(PCLD) e a sua reversão não deveriam entrar como ajustes ao Lucro 
Liquido. 
 
No método Indireto, entram junto com a variação do saldo da Conta 
Clientes (ou Duplicatas a Receber). 
 
Precisamos ver se a FGV vai repetir esse procedimento nas suas questões. 
 
Gabarito Æ D. 
 
28. (FGV/Analista Judiciário/TJ GO/2014) Em 2013 a empresa XYZ 
apurou prejuízo em função de uma perda por impairment. Por esse motivo 
decidiu publicar sua Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) utilizando o 
método Indireto ± adicionalmente ao método Direto que sempre fora 
publicado pela empresa nos anos anteriores, enquanto a conciliação 
requerida pelo CPC 03 era feita apenas nas notas explicativas ± como 
modo de incrementar as possibilidades de análise de seus investidores, já 
que: 
 
a) a perda por impairment tem efeito no caixa do período em que é 
reconhecida, o que não é evidenciado pelo método direto; 
b) o Fluxo de Caixa Operacional (FCO) pelo método direto evidencia as 
perdas por impairment, o que não ocorre no método indireto; 
c) diferente do que ocorre com as perdas por impairment, os ganhos 
dessa natureza são geradores de caixa e são evidenciados apenas pelo 
método direto; 
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d) a perda impairment tem efeito no caixa futuro da entidade, o que é 
evidenciado pelo método direto; 
e) o Fluxo de Caixa Operacional (FCO) pelo método indireto evidencia as 
perdas por impairment, o que não ocorre no método direto. 
 
Comentários: 
 
Vamos imaginar que a empresa XYZ deveria produzir um lucro de 1000, 
mas, em virtude de uma perda com impairment de 1400, terminou com 
prejuízo de 1400. 
 
Se usar o método direto, o fluxo de caixa fica assim: 
 
Recebimento de clientes XX 
Pagamento a fornecedores (XX) 
 
E por aí vai, Não aparece a perda por impairment. 
 
Se usar o método indireto, o fluxo de caixa fica assim: 
 
Prejuízo do exercício (400) 
+ Perda por impairment 1.400 
Lucro ajustado 1.000 
 
Assim, fica claro que o prejuízo ocorreu devido à perda com o teste de 
recuperabilidade, 
 
A perda de impairment é tal qual a depreciação, diminui o lucro mas não 
afeta o caixa. 
 
Logo, o gabarito é a letra e. Gabarito Æ E. 
 
29. (FCC/Auditor Fiscal/SEFAZ/RJ/2014) Determinada empresa 
comercial apresentava as seguintes demonstrações contábeis (valores 
expressos em reais): 
 
 
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Com base nestas demonstrações contábeis e considerando, ainda, que os 
juros não foram pagos e foi recebido o valor da venda de terreno não 
destinado a aluguel, o fluxo de caixa gerado pelas Atividades Operacionais 
no primeiro trimestre de 2013 foi: 
 
(A) R$ 19.000,00. 
(B) R$ 42.000,00. 
(C) R$ 121.000,00. 
(D) R$ 98.000,00. 
(E) R$ 132.000,00. 
 
Comentários: 
 
Montemos a DFC pelo método indireto: 
 
Lucro líquido do exercício 76.000,00 
 
Uma vez que os juros não foram pagos, devemos somar ao valor do lucro 
líquido do exercício. 
 
O prejuízo com a venda do terreno também deve ser somado, já que é 
fluxo de investimento. 
 
Ademais, devemos fazer o ajuste da depreciação, já que não afeta o 
caixa. 
 
Lucro líquido do exercício 76.000,00 
+ Despesas de juros 12.000,00 
+ Prejuízo na venda de terreno 23.000,00 
+ Despesa de depreciação 10.000,00 
 
Além disso, temos que fazer os ajustes nas contas do ativo e passivo 
circulante. 
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Aumento do Ativo Æ diminui o caixa 
Diminuição do Ativo Æ aumenta o caixa 
Aumento do Passivo Æ aumenta o caixa 
Diminuição do Passivo Æ diminui o caixa. 
 
Lucro líquido do exercício 76.000,00 
+ Despesas de juros 12.000,00 
+ Prejuízo na venda de terreno 23.000,00 
+ Despesa de depreciação 10.000,00 
- Aumento de duplicatas a receber (48.000,00) 
+ Variação de estoques 8.000,00 
- Aumento na contas seguros antec. (5.000,00) 
- Diminuição de fornecedores (35.000,00) 
+ Aumento de salários a pagar 6.000,00 
- Adiantamento de cliente (5.000,00) 
Fluxo das atividades operacional 42.000,00 
 
Atenção! A FCC está explorando bastante esse formato de questão, 
informando o Balanço e a DRE, para calcular o fluxo de caixa. 
 
Assim, não custa calcular os fluxos das atividades de Financiamentos e de 
Investimento, também, para treinar. 
 
Vamos lá: 
 
Fluxo de Caixa das Atividades de Investimento: 
 
O terreno no valor contábil de $154.000,00 foi vendido com prejuízo de 
$23.000,00. Assim, o valor da venda (que já foi recebido) foi de 
$154.000,00 - $23.000,00 = $ 131.000,00 
 
+ venda de terreno 131.000,00 
(-) compra de máquina (120.000,00) 
 
Caixa gerado nas atividades de investimento: 11.000,00 
 
Atividades de financiamentos: 
 
O lucro do período de $ 76.000,00 foi utilizado para distribuir dividendos, 
no valor de $15.000,00, e para constituir Reservas de Lucro, no valor de 
$61.000,00 (confira no Balanço Patrimonial). 
 
Portanto, o aumento de Capital foi realizado em dinheiro. 
 
$210.000 ±$150.000 = $60.000 aporte dos sócios 
Quanto aos empréstimos: os juros não foram pagos. Assim, temos: 
 
Saldo inicial 100.000 + juros 12.000 = 112.000 
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Como o saldo final é de $120.000,00, houve um empréstimo de 
$8.000,00. 
 
Portanto, temos: 
 
+ Integralização de capital 60.000 
+ empréstimos 8.000 
 
Caixa gerado nas atividades de financiamentos: $68.000 
 
Variação total do caixa: 42.000 + 11.000 + 68.000 = $121.000,00 
 
Caixa final 254.000 ± Caixa inicial 133.000 = $121.000,00 
 
Gabarito Æ B. 
 
30. (ESAF/Analista de Finanças e Controle/STN/2013) A empresa 
Inovação S.A. produtora de cabos de energia efetuou as seguintes 
operações em 2012: 
 
I. Lançamento da depreciação do ano. 
II. Pagamento de dividendos. 
III. Juros sobre o Capital Próprio Recebidos. 
 
Pode-se afirmar que estes eventos afetam a Demonstração dos Fluxos de 
Caixa, respectivamente, como: 
 
a) ajuste das atividades operacionais; saída das atividades de 
financiamento; entrada das fontes de investimento. 
b) entrada das fontes deinvestimento; saída das fontes de financiamento; 
entradas das fontes de financiamento. 
c) entrada das fontes de financiamento; entrada das fontes de 
investimento; saída das fontes de financiamento. 
d) entrada das atividades operacionais; saída das atividades de 
financiamento; saídas das fontes de investimento. 
e) saída das atividades operacionais; saídas das atividades operacionais; 
entrada das atividades operacionais. 
 
Comentários 
 
Conforme dissemos: 
 
I. Lançamento da depreciação do ano. 
 
A depreciação é um ajuste no fluxo operacional, já que gera saída de 
caixa. 
 
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Atenção! Entendam. A depreciação não afeta o fluxo de caixa. Não é 
paga a ninguém, portanto não gera saída de caixa. No método indireto, 
saímos do lucro líquido. Esse lucro já foi diminuído pela despesa de 
depreciação. Portanto, para anular a depreciação do fluxo de caixa, 
precisamos ajustar o lucro líquido, aumentando o valor da depreciação 
(que anteriormente havia diminuído o lucro líquido). 
 
II. Pagamento de dividendos. 
 
Como dissemos durante a aula: 
 
Juros Recebidos ou pagos Æ Atividades Operacionais 
Dividendos e Juros sobre o capital próprio recebidos Æ Atividades 
operacionais 
Dividendos e Juros sobre o capital próprio pagos Æ Atividades de 
financiamento 
 
Portanto, trata-se de fluxo de financiamento. 
 
III. Juros sobre o Capital Próprio Recebidos. 
 
Questão polêmica. Segundo o CPC 03: 
 
33. Os juros pagos e recebidos e os dividendos e os juros sobre o capital 
próprio recebidos são comumente classificados como fluxos de caixa 
operacionais em instituições financeiras. Todavia, não há consenso 
sobre a classificação desses fluxos de caixa para outras entidades. 
Os juros pagos e recebidos e os dividendos e os juros sobre o capital 
próprio recebidos podem ser classificados como fluxos de caixa 
operacionais, porque eles entram na determinação do lucro líquido ou 
prejuízo. Alternativamente, os juros pagos e os juros, os dividendos 
e os juros sobre o capital próprio recebidos podem ser 
classificados, respectivamente, como fluxos de caixa de 
financiamento e fluxos de caixa de investimento, porque são 
custos de obtenção de recursos financeiros ou retornos sobre 
investimentos. 
 
34A. Este Pronunciamento encoraja fortemente as entidades a 
classificarem os juros, recebidos ou pagos, e os dividendos e juros 
sobre o capital próprio recebidos como fluxos de caixa das 
atividades operacionais, e os dividendos e juros sobre o capital 
próprio pagos como fluxos de caixa das atividades de 
financiamento. Alternativa diferente deve ser seguida de nota 
evidenciando esse fato. 
 
Não há consenso sobre a classificação para os juros sobre capital próprio 
recebido para entidades que não sejam financeiras. A ESAF, todavia, os 
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classificou como fluxo de investimentos. Contudo, a nossa ver, a questão 
está equivocada, já que deveria haver menção neste sentido. 
 
Gabarito Æ A. 
 
31. (FCC/Auditor Substituto de Conselheiro/TCE SP/2013) A 
Empresa Corrente S.A. apresentou, em 31/12/2011, as seguintes 
demonstrações contábeis: 
 
 
 
Com base nas demonstrações da Empresa Corrente S.A. e sabendo que 
houve distribuição e pagamento de dividendos de 70.000, e que as 
despesas financeiras não foram pagas, o fluxo de caixa gerado pelas 
Atividades Operacionais foi, em reais, 
 
(A) 202.000. 
(B) 274.000. 
(C) 280.000. 
(D) 295.000. 
(E) 316.000. 
 
 
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Comentários: 
 
Sabemos que a variação do fluxo de caixa operacional, de financiamento e 
de investimento é igual à variação total da conta caixa/disponível. 
 
Analisando a variação da conta disponível, vemos que, de 2010 para 
2011, tivemos um aumento de R$ 214.000,00 (314.000 ± 100.000). 
Portanto, temos que as variações dos três fluxos devem montar a este 
valor. 
 
Analisemos, primeiramente, o fluxo de investimentos. Compõe o fluxo de 
investimentos: 
 
Exemplos de fluxos de caixa advindos das atividades de investimento são, 
principalmente: 
 
(a) pagamentos em caixa para aquisição de ativo imobilizado, intangíveis 
e outros ativos de longo prazo. 
(b) recebimentos de caixa resultantes da venda de ativo imobilizado, 
intangíveis e outros ativos de longo prazo. 
(c) pagamentos em caixa para aquisição de instrumentos patrimoniais ou 
instrumentos de dívida de outras entidades e participações societárias em 
joint ventures. 
(d) recebimentos de caixa provenientes da venda de instrumentos 
patrimoniais ou instrumentos de dívida de outras entidades e 
participações societárias em joint ventures. 
(e) adiantamentos em caixa e empréstimos feitos a terceiros (exceto 
aqueles adiantamentos e empréstimos feitos por instituição financeira); 
(f) recebimentos de caixa pela liquidação de adiantamentos ou 
amortização de empréstimos concedidos a terceiros. 
 
Uma vez que as variações do ativo não circulante imobilizado e 
investimentos decorrem unicamente de receita de equivalência 
patrimonial e da depreciação acumulada, temos que não houve fluxo de 
caixa no que concerne a esse tipo de atividade. 
 
Passemos ao fluxo de financiamento. Compõe o fluxo de financiamento: 
 
(a) caixa recebido pela emissão de ações ou outros instrumentos 
patrimoniais; 
(b) pagamentos em caixa a investidores para adquirir ou resgatar ações 
da entidade; 
(c) caixa recebido pela emissão de debêntures, empréstimos, notas 
promissórias, outros títulos de dívida, hipotecas e outros empréstimos de 
curto e longo prazos; 
(d) amortização de empréstimos e financiamentos; e 
(e) pagamentos em caixa pelo arrendatário para redução do passivo 
relativo a arrendamento mercantil financeiro. 
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Vejam que, analisando o balanço patrimonial, houve aumento do passivo 
não circulante, na conta empréstimos. Todavia, como o montante de 
despesa financeira, de R$ 15.000,00, não foi pago, podemos inferir que o 
aumento no passivo não circulante ± conta empréstimos - se deu por 
causa destes juros, que ficaram apropriados no passivo. 
 
Além disso, houve pagamento de dividendos, para os quais vige a 
seguinte regra: 
 
Dividendos e Juros sobre o capital próprio recebidos Æ Atividades 
operacionais 
Dividendos e Juros sobre o capital próprio pagos Æ Atividades de 
financiamento 
 
Por fim, tivemos, ainda, um aumento do capital social. Mas este aumento 
adveio de subscrição ou de aumento por conta do lucro? 
 
Vejamos. O lucro líquido apontado na demonstração do resultado do 
exercício é de R$ 183.000,00. Temos que, deste montante, R$ 70.000,00 
foram destinados ao pagamento de dividendos. Restam R$ 113.0000,00. 
Mas, ao observarmos friamente o PL da companhia, vemos que as 
reservas de lucros tiveram um aumento de R$ 113.000,00 exatos. Logo, 
todo o lucro do exercício foi destinado: 
 
- 70.000 para pagamento de dividendos. 
- 113.000 para aumento das reservas de lucros. 
 
Assim, o aumento do capital social, no valor de R$ 10.000,00 foi subscrito 
em dinheiro. Logo, temos uma variação também de atividade de 
financiamento. 
 
Portanto, temoso seguinte... 
 
Fluxo de caixa das atividades de financiamento: 
 
Pagamento de dividendos (70.000) 
Aumento do capital social por subscrição 10.000 
Variação do caixa por conta das atividades de financiamento (60.000) 
 
Agora, é só fazer: 
 
Variação da conta caixa = Fluxo de caixa operacional 
 +/- Fluxo de caixa de investimentos 
 +/- Fluxo de caixa de financiamento 
 
214.000 = Fluxo de caixa operacional + 0 ± 60.000 
Fluxo de caixa operacional = 214.000 + 60.000 = 274.000 
 
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Há outro método de resolução, que é partindo da demonstração do 
resultado do exercício, fazendo os ajustes com as contas que não 
afetaram o caixa ou pertencem a fluxo de atividade que não seja 
operacional. 
 
Demonstração do resultado do exercício 
 
Receita Bruta de Vendas 850.000 
(-) Impostos sobre Vendas (153.000) 
(=) Receita Líquida de Vendas 697.000 
(-) Custo dos Produtos Vendidos (344.000) 
Lucro Bruto 353.000 
Despesas Gerais e Administrativas (58.000) 
Despesa de Depreciação (10.000) 
Resultado de Equivalência Patrimonial 6.000 
Despesa Financeira (15.000) 
Lucro antes do IR e CSLL 276.000 
Despesa com Imposto de Renda e CSLL (93.000) 
Lucro Líquido 183.000 
 
Façamos os ajustes com os lançamentos que não afetaram o caixa: 
 
Lucro líquido 183.000 
Despesa de Depreciação +10.000 
Resultado de Equivalência Patrimonial (6.000) 
Despesa Financeira +15.000 
Total 202.000 
+ Variação da conta duplicatas a receber 20.000 
- Variação da conta fornecedores (41.000) 
+ IR/CSLL (não gerou saída de caixa) 93.000 
Fluxo de caixa das atividades operacionais 274.000 
 
Gabarito Æ B. 
 
32. (FCC/Agente Fiscal de Rendas/ICMS SP/2013) Durante o ano 
de 2012, a Cia. Desenvolvida S.A. adquiriu ações de sua própria emissão, 
pagou fornecedores de matéria-prima e pagou três prestações de um 
arrendamento mercantil financeiro referentes à aquisição de uma 
máquina. Estas transações devem ser classificadas, respectivamente, na 
Demonstração dos Fluxos de Caixa como fluxos de caixa decorrentes das 
atividades: 
 
(A) de investimento, operacionais e de financiamento. 
(B) de financiamento, operacionais e de investimento. 
(C) de financiamento, operacionais e de financiamento. 
(D) operacionais, de financiamento e de financiamento. 
(E) de financiamento, operacionais e operacionais. 
 
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Comentários 
 
Vejamos item a item... 
 
- Adquiriu ações de sua própria emissão: 
 
Segundo o CPC 03: 
 
17. A divulgação separada dos fluxos de caixa advindos das atividades de 
financiamento é importante por ser útil na predição de exigências de 
fluxos futuros de caixa por parte de fornecedores de capital à entidade. 
Exemplos de fluxos de caixa advindos das atividades de 
financiamento são: 
 
(a) caixa recebido pela emissão de ações ou outros instrumentos 
patrimoniais; 
(b) pagamentos em caixa a investidores para adquirir ou resgatar 
ações da entidade; 
(c) caixa recebido pela emissão de debêntures, empréstimos, notas 
promissórias, outros títulos de dívida, hipotecas e outros empréstimos de 
curto e longo prazos; 
(d) amortização de empréstimos e financiamentos; e 
(e) pagamentos em caixa pelo arrendatário para redução do passivo 
relativo a arrendamento mercantil financeiro. 
 
Trata-se, pois, de fluxo de financiamento. 
 
- Pagou fornecedores de matéria-prima. 
 
Nos temos do CPC 03: 
 
 14. Os fluxos de caixa advindos das atividades operacionais são 
basicamente derivados das principais atividades geradoras de 
receita da entidade. Portanto, eles geralmente resultam de transações e 
de outros eventos que entram na apuração do lucro líquido ou prejuízo. 
Exemplos de fluxos de caixa que decorrem das atividades operacionais 
são: 
 
(a) recebimentos de caixa pela venda de mercadorias e pela prestação de 
serviços; 
(b) recebimentos de caixa decorrentes de royalties, honorários, comissões 
e outras receitas; 
(c) pagamentos de caixa a fornecedores de mercadorias e 
serviços; 
(d) pagamentos de caixa a empregados ou por conta de empregados; 
(e) recebimentos e pagamentos de caixa por seguradora de prêmios e 
sinistros, anuidades e outros benefícios da apólice; 
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(f) pagamentos ou restituição de caixa de impostos sobre a renda, a 
menos que possam ser especificamente identificados com as atividades de 
financiamento ou de investimento; e 
(g) recebimentos e pagamentos de caixa de contratos mantidos para 
negociação imediata ou disponíveis para venda futura. 
 
- Pagou três prestações de um arrendamento mercantil financeiro 
referentes à aquisição de uma máquina. 
 
 17. A divulgação separada dos fluxos de caixa advindos das atividades de 
financiamento é importante por ser útil na predição de exigências de 
fluxos futuros de caixa por parte de fornecedores de capital à entidade. 
Exemplos de fluxos de caixa advindos das atividades de financiamento 
são: 
 
(a) caixa recebido pela emissão de ações ou outros instrumentos 
patrimoniais; 
(b) pagamentos em caixa a investidores para adquirir ou resgatar ações 
da entidade; 
(c) caixa recebido pela emissão de debêntures, empréstimos, notas 
promissórias, outros títulos de dívida, hipotecas e outros empréstimos de 
curto e longo prazos; 
(d) amortização de empréstimos e financiamentos; e 
(e) pagamentos em caixa pelo arrendatário para redução do 
passivo relativo a arrendamento mercantil financeiro. 
 
Atenção: apesar de ser atividade relacionada à ativo imobilizado 
(arrendamento mercantil financeiro), o pagamento em caixa para redução 
de passivo relativo a arrendamento mercantil financeiro é fluxo de caixa 
de financiamento. 
 
Gabarito Æ C. 
 
33. (FCC/Contador/DPE RS/2013) Na Demonstração dos Fluxos de 
Caixa, pode-se citar como exemplos de fluxo de caixa das Atividades 
Operacionais: Recebimento de caixa: 
 
(A) decorrente de contratos mantidos para negociação imediata e 
pagamentos de caixa decorrentes da aquisição de ações da própria 
entidade. 
(B) decorrente da venda de ativo imobilizado e pagamentos de caixa 
decorrentes de arrendamento mercantil financeiro. 
(C) proveniente da emissão de debêntures e pagamentos por aquisição de 
instrumentos patrimoniais de controlada. 
(D) decorrente da emissão de ações e pagamentos de caixa decorrentes 
de imposto sobre a renda. 
(E) decorrente de royalties e pagamentos de caixa a fornecedores de 
mercadorias. 
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Comentários 
 
Segundo o CPC 03: 
 
14. Os fluxos de caixa advindos das atividades operacionais são 
basicamente derivados das principais atividades geradoras de receita da 
entidade. Portanto, eles geralmente resultam de transações e de outros 
eventos que entram na apuração do lucro líquido ou prejuízo. Exemplos 
de fluxos de caixa que decorrem das atividades operacionais são: 
 
(a) recebimentos de caixa pela venda de mercadorias e pela prestação de 
serviços; 
(b) recebimentos de caixa decorrentes de royalties, honorários, comissões 
e outras receitas; 
(c) pagamentosde caixa a fornecedores de mercadorias e serviços; 
(d) pagamentos de caixa a empregados ou por conta de empregados; 
(e) recebimentos e pagamentos de caixa por seguradora de prêmios e 
sinistros, anuidades e outros benefícios da apólice; 
(f) pagamentos ou restituição de caixa de impostos sobre a renda, a 
menos que possam ser especificamente identificados com as atividades de 
financiamento ou de investimento; e 
(g) recebimentos e pagamentos de caixa de contratos mantidos para 
negociação imediata ou disponíveis para venda futura. 
 
Vê-se, pois, que o gabarito é a letra E. 
 
As outras alternativas são: 
 
(A) 
 
Recebimento decorrente de contratos mantidos para negociação imediata: 
Fluxo operacional. 
 
Pagamentos de caixa decorrentes da aquisição de ações da própria 
entidade: Fluxo de financiamento. 
 
(B) 
 
Recebimento de caixa decorrente da venda de ativo imobilizado: Fluxo de 
investimento. 
Pagamentos de caixa decorrentes de arrendamento mercantil financeiro: 
Fluxo de financiamento. 
 
(C) 
 
Recebimento de caixa proveniente da emissão de debêntures: Fluxo de 
financiamento. 
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Pagamentos por aquisição de instrumentos patrimoniais de controlada: 
Fluxo de investimento. 
 
(D) 
 
Recebimento de caixa decorrente da emissão de ações: Fluxo de 
financiamento. 
Pagamentos de caixa decorrentes de imposto sobre a renda: Fluxo das 
atividades operacionais, a menos que possam ser identificados 
separadamente. 
 
Gabarito Æ E. 
 
34. (FCC/Analista Contábil/TRT 18/2013) De acordo com a 
estrutura da Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC), pagamentos de 
caixa decorrentes do resgate de ações da própria entidade, amortização 
de empréstimo obtido (pagamento de principal) e recebimentos de caixa 
decorrentes da venda de uma patente devem ser classificados, 
respectivamente, no fluxo de caixa das atividades: 
 
(A) de investimento, de investimento e de financiamento. 
(B) de financiamento, de financiamento e de investimento. 
(C) de investimento, de financiamento e de investimento. 
(D) de financiamento, de financiamento e operacionais. 
(E) operacionais, de financiamento e de investimento. 
 
Comentários 
 
Classifiquemos item a item... 
 
- Pagamentos de caixa decorrentes do resgate de ações da própria 
entidade. 
 
Fluxo de financiamento, conforme vemos a seguir: 
 
17. A divulgação separada dos fluxos de caixa advindos das atividades 
de financiamento é importante por ser útil na predição de exigências de 
fluxos futuros de caixa por parte de fornecedores de capital à entidade. 
Exemplos de fluxos de caixa advindos das atividades de financiamento 
são: 
 
(a) caixa recebido pela emissão de ações ou outros instrumentos 
patrimoniais; 
(b) pagamentos em caixa a investidores para adquirir ou 
resgatar ações da entidade; 
(c) caixa recebido pela emissão de debêntures, empréstimos, notas 
promissórias, outros títulos de dívida, hipotecas e outros empréstimos de 
curto e longo prazos; 
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(d) amortização de empréstimos e financiamentos; e 
(e) pagamentos em caixa pelo arrendatário para redução do passivo 
relativo a arrendamento mercantil financeiro. 
 
- Amortização de empréstimo obtido (pagamento de principal). 
 
Trata-se de fluxo de financiamento. 
 
17. A divulgação separada dos fluxos de caixa advindos das atividades 
de financiamento é importante por ser útil na predição de exigências de 
fluxos futuros de caixa por parte de fornecedores de capital à entidade. 
Exemplos de fluxos de caixa advindos das atividades de financiamento 
são: 
 
(a) caixa recebido pela emissão de ações ou outros instrumentos 
patrimoniais; 
(b) pagamentos em caixa a investidores para adquirir ou resgatar ações 
da entidade; 
(c) caixa recebido pela emissão de debêntures, empréstimos, notas 
promissórias, outros títulos de dívida, hipotecas e outros empréstimos de 
curto e longo prazos; 
(d) amortização de empréstimos e financiamentos; e 
(e) pagamentos em caixa pelo arrendatário para redução do passivo 
relativo a arrendamento mercantil financeiro. 
 
- Recebimentos de caixa decorrentes da venda de uma patente 
devem ser classificados. 
 
Trata-se de atividade de investimento. 
 
16. A divulgação em separado dos fluxos de caixa advindos das 
atividades de investimento é importante em função de tais fluxos de caixa 
representarem a extensão em que os dispêndios de recursos são feitos 
pela entidade com a finalidade de gerar lucros e fluxos de caixa no futuro. 
Somente desembolsos que resultam em ativo reconhecido nas 
demonstrações contábeis são passíveis de classificação como atividades 
de investimento. Exemplos de fluxos de caixa advindos das atividades de 
investimento são: 
 
(b) recebimentos de caixa resultantes da venda de ativo imobilizado, 
intangíveis e outros ativos de longo prazo. 
 
Gabarito Æ B. 
 
 
 
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35. (FCC/Agente de Fiscalização Financeira/TCE/SP/2012) Da 
Demonstração dos Fluxos de Caixa elaborada pela Cia. Araxá, relativa ao 
exercício findo em 31-12-2011, foram extraídas as seguintes informações: 
 
I. O valor do Disponível da Cia. Araxá aumentou R$ 186.500,00 entre 31-
12-2010 e 31-12-2011. 
II. Houve uma saída líquida de caixa e equivalentes-caixa das atividades 
de investimento no valor de R$ 54.680,00. 
III. O fluxo de caixa das atividades de financiamento registrou uma 
entrada líquida de R$ 38.640,00. 
 
À vista dessas informações, conclui-se que, no exercício de 2011, houve 
uma entrada líquida de caixa das atividades operacionais no valor de, em 
reais, 
 
(A) 170.360,00 
(B) 170.460,00 
(C) 182.500,00 
(D) 202.540,00 
(E) 208.520,00 
 
Comentários 
 
A variação total do caixa é igual à soma dos fluxos de caixa operacional 
(FCO), financeiro (FCF) e de investimentos (FCI). 
 
Variação do caixa = Fluxo de caixa operacional 
 +/- Fluxo de caixa de investimentos 
+/- Fluxo de caixa de financiamento. 
 
186.500,00 = Fluxo de caixa operacional ± 54.680,00 + 38.640,00. 
Fluxo de caixa operacional = R$ 202.540,00. 
 
Gabarito Æ D. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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16 LISTA DE QUESTÕES COMENTADAS NESTA AULA 
 
1) (FEPESE/MPE-SC/ Analista - Auditoria /2014) De acordo com 
o CPC 03/R2/2010, a Demonstração dos Fluxos de Caixa deve ser 
elaborada destacando três tipos de atividades: Operacionais, de 
Investimentos e Financiamentos. 
 
Analise os itens abaixo e classifique-os de acordo com o tipo de atividade, 
conforme previsto na legislação. 
 
1. recebimento de vendas a prazo 
2. captação de empréstimos junto a instituições financeiras 
3. venda de veículo de uso da empresa 
4. aquisição de novos equipamentos para ampliação das atividades 
operacionais da empresa 
5. pagamento de dividendos 
6. compra de mercadorias para revenda 
 
Assinale a alternativa que indica a sequência correta das afirmativas 
acima, segundo o tipo de atividade 
 
a) Operacional; Investimento; Investimento; Investimento; 
Financiamento; Operacional. 
b) Operacional; Financiamento; Investimento;Investimento; Operacional; 
Operacional 
c) Operacional; Investimento; Investimento; Financiamento; 
Financiamento; Operacional 
d) Operacional; Financiamento; Investimento; Investimento; 
Financiamento; Operacional 
e) Investimento; Operacional; Investimento; Investimento; 
Financiamento; Operacional 
 
2) (FEPESE/Prefeitura de Palhoça ± SC/ Tec. Contabilidade/ 
2014) Assinale a alternativa que apresenta a estrutura de um Fluxo de 
Caixa em uma empresa 
 
a) Entradas (A), Saídas (B), Saldo do Dia (A-B), Saldo do Dia Anterior, 
Saldo Atual. 
b) Saldo inicial; atividades operacionais; atividades de investimentos; 
atividades de financiamentos; saldo final. 
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c) Venda de mercadorias e serviços; rendas de empréstimos feitos a 
terceiros (juros) e sobre investimentos em ações (dividendos); aquisição 
de materiais para produção ou revenda; salários e encargos sociais dos 
empregados; materiais e serviços gerais. 
d) Venda de imobilizado; venda de negócios; aquisição de imobilizado, 
inclusive juros e despesas capitalizadas; aquisição de novos negócios e 
empresas; aquisição de debêntures e investimentos financeiros a longo 
prazo. 
e) Aporte de capital pelos sócios / emissão de ações; empréstimos de 
curto e longo prazo, subscrição de debêntures e hipotecas; remuneração 
aos proprietários (dividendos e outros); pagamento de valores tomados 
por empréstimos, inclusive leasing. 
 
3) (FEPESE/SEFAZ-SC/AFRE/2010) Quanto à caixa e equivalentes 
de caixa, pode-se afirmar: 
 
a) Equivalentes de caixa são todos os ativos que se tornarão em algum 
momento caixa. 
b) Caixa e equivalentes de caixa incluem somente caixa e depósitos à 
vista. 
c) Caixa e equivalentes de caixa incluem não somente caixa e depósitos à 
vista, mas também outros tipos de contas que possuem as mesmas 
características de liquidez em relação ao caixa. Equivalentes de caixa não 
incluem investimentos de curto prazo de alta liquidez. 
d) Caixa e equivalentes de caixa incluem não somente caixa e depósitos à 
vista, mas também outros tipos de contas que possuem as mesmas 
características de liquidez em relação ao caixa. Equivalentes de caixa 
incluem investimentos de curto prazo de alta liquidez. 
e) Caixa e equivalentes de caixa incluem não somente caixa e depósitos à 
vista, mas também outros tipos de contas que possuem as mesmas 
características de liquidez em relação ao caixa. Equivalentes de caixa 
incluem investimentos de curto prazo e médio prazo. 
 
4) (FEPESE/CASAN/Tec.Contabilidade/2011) Considere as 
seguintes informações sobre a companhia Prestasur: 
 
 
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O saldo inicial da conta caixa, considerando as seguintes informações, é 
de: 
 
a) R$170.000. 
b) R$220.000. 
c) R$225.000. 
d) R$420.000. 
e) R$580.000. 
 
5) (FEPESE/CELESC/Contador/2013) A lei das S/A define que a 
demonstração dos fluxos de caixa deve ser segregada em operações, 
financiamentos e investimentos. Classifique os itens abaixo, conforme 
define a lei. 
 
1. Desembolsos dos empréstimos concedidos pela empresa e pagamento 
pela aquisição de títulos de investimento de outras entidades. 
2. Pagamento de dividendos e juros sobre o capital próprio ou outras 
distribuições aos donos, incluindo o resgate de ações da própria empresa. 
3. Pagamentos aos fornecedores de insumos de produção, incluídos os 
serviços prestados por terceiros. 
4. Recebimentos de alugueis, royalties, direito de franquia e vendas de 
ativos produzidos ou adquiridos para esse fim (como no caso da venda de 
carros destinados a aluguel). 
5. Recebimentos resultantes da venda de imobilizado, intangível e de 
outros ativos não circulantes utilizados na produção. 
6. Venda de ações emitidas. 
 
Assinale a alternativa que indica correta e sequencialmente a classificação 
desses itens. 
 
a. ( ) Investimento; Financiamento; Operacional; Operacional; 
Investimento; Financiamento 
b. ( ) Investimento; Investimento; Operacional; Operacional; 
Financiamento; Financiamento 
c. ( ) Financiamento; Financiamento; Operacional; Operacional; 
Investimento; Investimento 
d. ( ) Operacional; Investimento; Financiamento; Operacional; 
Operacional; Investimento 
e. ( ) Operacional; Financiamento; Investimento; Operacional; 
Financiamento; Investimento 
 
 
 
 
 
 
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As demonstrações contábeis da Cia. Só Pizza são apresentadas a seguir, 
sendo constituídas dos Balanços Patrimoniais em 31/12/2016 e 
31/12/2017, e da Demonstração do Resultado de 2017: 
 
 
As seguintes informações adicionais são conhecidas: 
 
‡�$�GHVSHVD�ILQDQFHLUD��MXURV��QmR�IRL�SDJD� 
‡�2�WHUUHQR�IRL�YHQGLGR�j�YLVWD� 
‡ O aumento de capital foi integralizado com R$ 50.000,00 em dinheiro e 
R$ 50.000,00 em imóveis. 
‡� 'R� YDORU� GRV� LPyYHLV� DGTXLULGRV�� 5�� ���������� IRUDP� SDJRV� FRP�
recursos obtidos de um novo empréstimo e o restante com recursos da 
Cia. 
 
6. (FCC/Contador/SABESP/2018) É correto afirmar que o fluxo de 
caixa das Atividades de 
 
(A) Financiamento foi R$ 107.000,00, positivo. 
(B) Investimento foi R$ 10.000,00, positivo. 
(C) Financiamento foi R$ 150.000,00, positivo. 
(D) Investimento foi R$ 20.000,00, negativo. 
(E) Investimento foi R$ 70.000,00, negativo. 
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7. (FCC/Contador/SABESP/2018) O fluxo de caixa das Atividades 
Operacionais gerado no ano de 2017 foi, em reais, 
 
(A) 143.000,00. 
(B) 123.000,00. 
(C) 173.000,00. 
(D) 93.000,00. 
(E) 63.000,00. 
 
8. (FGV/Auditor/SEFIN RO/2018) A Cia. B efetuou as seguintes 
transações, em 2017. 
 
‡�,QWHJUDOL]DomR�GH�FDSLWDO�VRFLDO��SRU�PHLR�GH�XP�LPyYHO�QR�YDORU�GH�5��
200.000; 
‡�&RPSUD�GH�FRPSXWDGRUHV��SDUD�SDJDPHQWR�HP�DJRVWR�GH�������SRU�5��
10.000; 
‡�3DJDPHQWR�GH�HPSUpVWLPR�EDQFiULR��FRQWUDtGR em 2014 no valor de R$ 
30.000; 
‡�3DJDPHQWR�GH�GHVSHVDV�GLYHUVDV��QR�YDORU�GH�5��������� 
‡�5HVJDWH�GH�GHErQWXUH��QR�YDORU�GH�5��������� 
‡�3DJDPHQWR�GH�GLYLGHQGRV��TXH�KDYLDP�VLGR�UHFRQKHFLGRV�QR�DQR�DQWHULRU�
no valor de R$ 15.000; 
‡�9HQGD�GH�PHUFDGRULDV�j�vista, por R$ 300.000; 
‡�5HFRQKHFLPHQWR�GRV�FXVWRV�GDV�PHUFDGRULDV�YHQGLGDV��QR�YDORU�GH�5��
200.000; 
‡�&RPSUD�GH�SDUWLFLSDomR�HP�HPSUHVD�FROLJDGD��QR�YDORU�GH�5��������� 
 
Sobre a Demonstração dos Fluxos de Caixa da Cia. B, com base nas 
recomendações do Pronunciamento Técnico CPC 03- Demonstração dos 
Fluxos de Caixa, assinale a afirmativa correta. 
 
(A) A atividade operacional gerou R$ 50.000. 
(B) A atividade de investimento consumiu R$ 70.000. 
(C) A atividade de investimento consumiu R$ 88.000. 
(D) A atividade de financiamento consumiu R$ 63.000. 
(E) A atividade de financiamento gerou R$ 185.000. 
 
9. (FGV/Prefeitura de Salvador/2017) A Cia. Branca tem 
participação no Capital Social da Cia. Azul. 
 
Em dezembro de 2016, a Cia. Azul transferiu à Cia. Branca, R$ 20.000 
relativos a juros de capital próprio da empresa. 
 
Assinale a opção que indica a correta classificação da transação na 
Demonstração dos Fluxos de Caixa da Cia. Branca, dado que a sociedade 
empresária não divulgou nota explicativa evidenciando o tratamento 
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(A) Caixa e equivalente de caixa. 
(B) Atividade operacional. 
(C) Atividade de investimento. 
(D) Atividade de financiamento. 
(E) Ajuste do lucro. 
 
10. (CESPE/Analista/TRT 7ª/2017) Para efeito de levantamento da 
demonstração dos fluxos de caixa, o valor de caixa e equivalentes de 
caixa é composto por 
 
a) saldos de contas bancárias, ainda que negativos. 
b) aplicações de renda fixa, em moeda corrente, com resgate imediato. 
c) disponibilidades em moeda estrangeira de alta volatilidade. 
d) valores disponíveis em limites de créditos rotativos. 
 
11. (FBC/Exame de Suficiência/2017.1) Uma Sociedade Empresária 
comercial apresentou os seguintes dados para elaboração da 
Demonstração dos Fluxos de Caixa relativa ao ano de 2016: 
 
 
 
O saldo de Caixa e Equivalentes de Caixa era de R$12.800,00, em 
31.12.2015. Considerando-se apenas as informações apresentadas e de 
acordo com a NBC TG 03 (R3) ± DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE 
CAIXA, em relação à Demonstração dos Fluxos de Caixa é CORRETO 
afirmar que: 
 
a) o caixa líquido gerado pelas Atividades Operacionais é de R$14.000,00. 
b) o caixa líquido gerado pelas Atividades de Investimento é de 
R$68.000,00. 
c) o caixa líquido consumido pelas Atividades de Financiamento é de 
R$120.000,00. 
d) o caixa líquido consumido por todas as atividades em conjunto é de 
R$12.000,00. 
 
 
 
 
 
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12. (FCC/Contabilidade/TRE/PR/2017) A Demonstração do 
Resultado do ano de 2016 e os Balanços Patrimoniais em 31/12/2015 e 
31/12/2016 da empresa Drones não voadores S.A. são apresentados nos 
dois quadros abaixo. 
 
 
 
Durante o ano de 2016 a empresa não vendeu nenhum outro bem ou 
direito do Ativo não circulante além do terreno, não liquidou qualquer 
empréstimo e não pagou as despesas financeiras do ano. Os valores em 
reais no ano de 2016, correspondentes ao Caixa das Atividades 
Operacionais, Caixa das Atividades de Investimento e ao Caixa das 
Atividades de Financiamento foram, respectivamente, em reais: 
 
(A) 138.400 (negativo) ; 264.000 (negativo) e 616.000 (positivo). 
(B) 42.400 (negativo) ; 320.000 (negativo) e 576.000 (positivo). 
(C) 82.400 (negativo) ; 320.000 (negativo) e 616.000 (positivo). 
(D) 74.400 (negativo) ; 288.000 (negativo) e 576.000 (positivo). 
(E) 98.400 (negativo) ; 264.000 (negativo) e 576.000 (positivo). 
 
 
 
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13. (FCC/TRE-SP/Analista Judiciário/Contabilidade/2017) A Cia. 
Catarinense apresentou, em 31/12/2015, as seguintes demonstrações 
contábeis: 
 
 
 
 
Com base nas demonstrações acima, sabendo-se que houve distribuição e 
pagamento de dividendos no valor de R$ 25.000,00 e que as despesas 
financeiras não foram pagas, o fluxo de caixa gerado pelas Atividades 
Operacionais foi, em reais, 
 
a) 166.000,00. 
b) 146.000,00. 
c) 171.000,00. 
d) 121.000,00. 
e) 103.000,00. 
 
 
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14. (CESPE/Analista/Contabilidade/TRE/PE/2017) Considerando 
que a demonstração dos fluxos de caixa (DFC) apresenta informações 
relevantes sobre a capacidade das entidades na geração de caixa, assinale 
a opção correta. 
 
A Compõem o fluxo de atividades de investimento os recebimentos de 
caixa decorrentes de royalties, honorários e comissões, que não entram 
na apuração do lucro líquido da entidade. 
B O valor da venda de ativos de longo prazo não incluídos nos 
equivalentes de caixa deve ser classificado na DFC como fluxo das 
atividades de investimento. 
C O fluxo de caixa de uma entidade é representado pelo cálculo de 
entradas de caixa ou equivalentes de caixa em determinado espaço de 
tempo. 
D Uma entidade comercial, tendo adquirido mercadorias para revenda no 
valor de R$ 80.000, pagando 50% no ato, deverá registrar na DFC uma 
atividade de financiamento que consumiu caixa no valor de R$ 40.000. 
E Caso uma sociedade empresária tenha sido constituída com capital de 
R$ 200.000, dos quais R$ 100.000 tenham sido integralizados em dinheiro 
e R$ 60.000 em terrenos, com o saldo restante em capital a integralizar, a 
DFC deverá apresentar atividades de financiamento que geraram caixa no 
valor de R$ 140.000. 
 
15. (ESAF/Especialista em Regulação/ANAC/2016) Em relação à 
Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC), é correto afirmar que: 
 
a) não é uma demonstração obrigatória. 
b) divide-se obrigatoriamente em dois fluxos: das operações e dos 
financiamentos. 
c) esta deve refletir todas as despesas incorridas pela empresa, a exemplo 
de Variações Cambiais Passivas. 
d) o pagamento de um empréstimo para aquisição de maquinário é uma 
atividade de financiamento. 
e) a venda de um maquinário obsoleto é uma atividade operacional. 
 
16. (FBC/Exame de Suficiência/2016-1) Uma Sociedade Empresária 
apresentou os seguintes dados extraídos da contabilidade referente ao 
ano de 2015: 
 
 
 
A variação de Contas a Receber deveu-se única e exclusivamente a 
recebimentos de vendas de mercadorias efetuadas no período. Com base 
nos dados apresentados, o caixa gerado nas atividades operacionais foi 
de: 
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a) R$10.000,00. 
b) R$25.000,00. 
c) R$40.000,00. 
d) R$115.000,00. 
 
17. (FGV/Auditor Fiscal/ISS Cuiabá/2016) Em janeiro de 2015 
uma entidade realizou as seguintes operações. 
 
- Integralização de capital social no valor de R$ 120.000,00, sendo R$ 
80.000,00 em dinheiro e R$ 40.000,00 em um automóvel a ser utilizado 
pela entidade. 
- Pagamento do seguro mensal do automóvel por R$ 2.000,00. 
- Pagamento do aluguel antecipado de dois anos por R$ 60.000,00. 
- Venda de mercadorias por R$ 100.000,00, sendo metade à vista e 
metade para recebimento em 2016. As mercadorias estavam avaliadas 
por R$ 60.000,00. 
- Compra à vista de um computador para ser utilizado na empresa por R$ 
6.000,00. 
- Reconhecimento de despesas de salários no valor de R$ 12.000,00, que 
serão pagas no mês seguinte. 
- Contração de empréstimo bancário no valor de R$ 30.000,00. 
 
Assinale a opção que indica o fluxo de caixa gerado ou consumido pela 
entidade operacional e evidenciado na Demonstração dos Fluxos de Caixa, 
em 31/01/2015. 
 
(A) Consumo de R$ 12.000,00. 
(B) Consumo de R$ 10.000,00. 
(C) Geração de R$ 18.000,00. 
(D) Geração de R$ 48.000,00. 
(E) Geração de R$ 68.000,00. 
 
18. (FGV/Auditor Fiscal/ISS Cuiabá/2016) De acordo com as 
normas contábeis vigentes no Brasil, assinale a opção que indica a correta 
classificação contábil das perdas estimadas em contas a receber. 
 
(A) Redutora da receita de vendas na Demonstração do Resultado do 
Exercício. 
(B) Passivo no Balanço Patrimonial. 
(C) Atividade Operacional na Demonstração dos Fluxos de Caixa (método 
direto). 
(D) Ajuste positivo no lucro líquido na conciliação entre o lucro e o caixa 
na Demonstração dos Fluxos de Caixa (método indireto). 
(E) Distribuição do valor adicionado para financiadores na Demonstraçãodo Valor Adicionado. 
 
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19. (FCC/Auditor Fiscal/SEFAZ/MA/2016) A Demonstração do 
Resultado do ano de 2015 da empresa Produtos de Segurança Porta 
Aberta S.A. é apresentada a seguir: 
 
 
 
As seguintes informações adicionais são conhecidas: 
 
í A empresa não tinha saldo a receber de vendas no início de 2015. 
í Do total das vendas efetuadas em 2015, 20% foram vendidos a prazo e 
serão recebidos em 2016. 
í Todas as mercadorias vendidas foram adquiridas e pagas em 2015 e 
não havia estoques iniciais de mercadorias. 
í No início do período, a empresa não tinha dívidas com fornecedores. 
í Todas as outras despesas operacionais foram pagas no próprio ano de 
2015. 
í Do total de Despesas Financeiras, a empresa pagou 80% no próprio ano 
de 2015. A empresa classifica as Despesas Financeiras no grupo das 
atividades operacionais. 
í O Imposto de Renda será pago em 2016. 
 
Desconsiderando os tributos sobre vendas e sobre compras, o valor 
correspondente ao Caixa das Atividades Operacionais do ano de 2015 foi, 
em reais: 
 
(A) 40.000 (positivo). 
(B) 123.200 (negativo). 
(C) 48.400 (positivo). 
(D) 20.400 (positivo). 
(E) 127.200 (negativo). 
 
 
 
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20. (FGV/Auditor Tributário/ISS Niterói/2015) Os fluxos de caixa 
da Cia. Iota, durante o exercício de X1, foram os seguintes, em milhares 
de reais: 
 
 
De acordo com o CPC 03 (R2): Demonstração dos Fluxos de Caixa, o 
menor montante pelo qual o caixa líquido consumido nas atividades de 
investimento da Cia. Iota poderá ser apresentado é de: 
 
a) R$ 24.100.000 
b) R$ 25.000.000 
c) R$ 26.800.000 
d) R$ 27.700.000 
e) R$ 30.000.000 
 
21. (FCC/TRT 3/Contabilidade/2015) Considere as informações 
extraídas do Balanço Patrimonial e da Demonstração do Resultado do 
Exercício da empresa Horizonte, empresa comercial, referentes ao 
exercício de X2: 
 
 
Com base nestas informações, o valor recebido de clientes em X2 foi, em 
milhares de reais, 
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A) 870.000,00 
B) 930.000,00 
C) 900.000,00 
D) 875.000,00 
E) 547.000,00 
 
22. (FCC/TCE CE/ACE/Ciências Contábeis/2015) A Cia. Brasileira 
apresentou as seguintes demonstrações contábeis (Valores em reais): 
 
 
Com base nas demonstrações acima e sabendo que a venda do terreno foi 
à vista e os juros não foram pagos, o fluxo de caixa gerado pelas 
atividades operacionais foi, em reais, 
 
A) 202.000,00. 
B) 132.000,00. 
C) 292.000,00. 
D) 152.000,00. 
E) 344.000,00. 
 
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23. (FCC/SEFAZ PI/AFFE/2015) Os Balanços Patrimoniais em 
31/12/2011 e 31/12/2012 e a Demonstração do Resultado referente ao 
exercício de 2012 da empresa Importados Chineses Comercial S.A. são 
apresentados nos dois quadros a seguir, em reais: 
 
Importados Chineses Comercial S.A. 
Balanços Patrimoniais em 31/12/2011 e 31/12/2012 
 
 
 
 
 
Informações complementares: 
 
Sabe-se que no ano de 2012 a empresa não vendeu participações 
societárias e nem veículos, não liquidou qualquer empréstimo, não pagou 
as despesas financeiras do ano e a integralização do capital social foi em 
dinheiro. 
 
O valor correspondente ao caixa consumido ou gerado pelas Atividades 
Operacionais no ano de 2012 foi, em reais, 
 
A) 108.000 (positivo). 
B) 116.000 (negativo). 
C) 52.000 (negativo). 
D) 116.000 (positivo). 
E) 108.000 (negativo). 
 
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24. (FCC/SEFAZ PI/AFFE/2015) Os Balanços Patrimoniais em 
31/12/2011 e 31/12/2012 e a Demonstração do Resultado referente ao 
exercício de 2012 da empresa Importados Chineses Comercial S.A. são 
apresentados nos dois quadros a seguir, em reais: 
 
Importados Chineses Comercial S.A. 
Balanços Patrimoniais em 31/12/2011 e 31/12/2012 
 
 
 
 
 
Informações complementares: 
 
Sabe-se que no ano de 2012 a empresa não vendeu participações 
societárias e nem veículos, não liquidou qualquer empréstimo, não pagou 
as despesas financeiras do ano e a integralização do capital social foi em 
dinheiro. 
 
Os valores correspondentes ao caixa consumido ou gerado pelas 
Atividades de Investimentos e ao caixa consumido ou gerado pelas 
Atividades de Financiamentos no ano de 2012 foram, respectivamente, 
em reais, 
 
A) 64.000,00 (positivo) e 616.000,00 (positivo). 
B) 64.000,00 (negativo) e 520.000,00 (positivo). 
C) 96.000,00 (negativo) e 32.000,00 (negativo). 
D) 64.000,00 (negativo) e 616.000,00 (negativo). 
E) 40.000,00 (negativo) e 520.000,00 (positivo). 
 
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25. (FGV/Analista/DPE/MT/2015) Uma empresa apresentava, em 
01/01/2013, o seguinte balanço patrimonial: 
 
 
 
Em 2013 a empresa vendeu o terreno por R$ 4.000,00 à vista e pagou 
imposto de renda de 34% sobre o lucro. 
 
Considerando apenas essa transação, assinale a opção que indica o valor 
que foi gerado pela atividade de investimento na DFC 2013. 
 
a) R$ 1.360,00. 
b) R$ 1.980,00. 
c) R$ 2.640,00. 
d) R$ 2.980,00. 
e) R$ 4.000,00 
 
26. (ESAF/Auditor Fiscal da Receita Federal/2014) O lucro obtido 
na Venda de Imobilizado e o Resultado de Equivalência Patrimonial 
representam, na Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC): 
 
A) ingresso de caixa na atividade de investimento. 
B) aumento de atividades operacionais. 
C) ajustes do resultado na elaboração da DFC. 
D) ingressos por Receita Operacional. 
E) aumento de investimentos. 
 
27. (FGV/Técnico de Nível Superior/AL BA/2014) Determinada 
empresa, revendedora de material esportivo, apresentou os seguintes 
saldos em seu Balanço Patrimonial, em 31/12/2013: 
 
Disponibilidades R$ 40.000,00 
Estoques R$ 30.000,00 
Clientes R$ 60.000,00 
Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa R$ 2.400,00 
Terrenos R$ 30.000,00 
Máquinas e equipamentos R$ 100.000,00 
Depreciação acumulada R$ 20.000,00 
Fornecedores (curto prazo) R$ 60.000,00 
Dividendos a pagar R$ 10.000,00 
Capital Social R$ 117.600,00 
Reserva de Lucros R$ 50.000.00 
 
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Durante o primeiro trimestre de 2014, a empresa efetuou as seguintes 
operações: 
 
Recebimento de metade do saldo com clientes. Após o recebimento, foi 
feita nova análise e constatouǦse probabilidade de inadimplência de 2%. 
 
- Venda de um terço dos estoques por R$ 15.000,00. 
- Venda do terreno por R$ 25.000,00, à vista. 
- Reconhecimento e pagamento de despesas gerais, no valor de R$ 
8.000,00. 
- Pagamento da dívida de salários.- Pagamento dos dividendos. 
- Reconhecimento da depreciação das máquinas e dos equipamentos, no 
valor de R$ 3.000,00. 
 
Na Demonstração dos Fluxos de Caixa (método indireto), o valor total dos 
ajustes para conciliação entre Lucro Líquido e o Fluxo de Caixa 
operacional, em 31/03/2014, era de 
 
a) ±R$ 9.800,00. 
b) ±R$ 3.800,00. 
c) R$ 1.400,00. 
d) R$ 6.200,00. 
e) R$ 8.600,00. 
 
28. (FGV/Analista Judiciário/TJ GO/2014) Em 2013 a empresa XYZ 
apurou prejuízo em função de uma perda por impairment. Por esse motivo 
decidiu publicar sua Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) utilizando o 
método Indireto ± adicionalmente ao método Direto que sempre fora 
publicado pela empresa nos anos anteriores, enquanto a conciliação 
requerida pelo CPC 03 era feita apenas nas notas explicativas ± como 
modo de incrementar as possibilidades de análise de seus investidores, já 
que: 
 
a) a perda por impairment tem efeito no caixa do período em que é 
reconhecida, o que não é evidenciado pelo método direto; 
b) o Fluxo de Caixa Operacional (FCO) pelo método direto evidencia as 
perdas por impairment, o que não ocorre no método indireto; 
c) diferente do que ocorre com as perdas por impairment, os ganhos 
dessa natureza são geradores de caixa e são evidenciados apenas pelo 
método direto; 
d) a perda impairment tem efeito no caixa futuro da entidade, o que é 
evidenciado pelo método direto; 
e) o Fluxo de Caixa Operacional (FCO) pelo método indireto evidencia as 
perdas por impairment, o que não ocorre no método direto. 
 
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29. (FCC/Auditor Fiscal/SEFAZ/RJ/2014) Determinada empresa 
comercial apresentava as seguintes demonstrações contábeis (valores 
expressos em reais): 
 
 
 
Com base nestas demonstrações contábeis e considerando, ainda, que os 
juros não foram pagos e foi recebido o valor da venda de terreno não 
destinado a aluguel, o fluxo de caixa gerado pelas Atividades Operacionais 
no primeiro trimestre de 2013 foi: 
 
(A) R$ 19.000,00. 
(B) R$ 42.000,00. 
(C) R$ 121.000,00. 
(D) R$ 98.000,00. 
(E) R$ 132.000,00. 
 
30. (ESAF/Analista de Finanças e Controle/STN/2013) A empresa 
Inovação S.A. produtora de cabos de energia efetuou as seguintes 
operações em 2012: 
 
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I. Lançamento da depreciação do ano. 
II. Pagamento de dividendos. 
III. Juros sobre o Capital Próprio Recebidos. 
 
Pode-se afirmar que estes eventos afetam a Demonstração dos Fluxos de 
Caixa, respectivamente, como: 
 
a) ajuste das atividades operacionais; saída das atividades de 
financiamento; entrada das fontes de investimento. 
b) entrada das fontes de investimento; saída das fontes de financiamento; 
entradas das fontes de financiamento. 
c) entrada das fontes de financiamento; entrada das fontes de 
investimento; saída das fontes de financiamento. 
d) entrada das atividades operacionais; saída das atividades de 
financiamento; saídas das fontes de investimento. 
e) saída das atividades operacionais; saídas das atividades operacionais; 
entrada das atividades operacionais. 
 
31. (FCC/Auditor Substituto de Conselheiro/TCE SP/2013) A 
Empresa Corrente S.A. apresentou, em 31/12/2011, as seguintes 
demonstrações contábeis: 
 
 
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Com base nas demonstrações da Empresa Corrente S.A. e sabendo que 
houve distribuição e pagamento de dividendos de 70.000, e que as 
despesas financeiras não foram pagas, o fluxo de caixa gerado pelas 
Atividades Operacionais foi, em reais, 
 
(A) 202.000. 
(B) 274.000. 
(C) 280.000. 
(D) 295.000. 
(E) 316.000. 
 
32. (FCC/Agente Fiscal de Rendas/ICMS SP/2013) Durante o ano 
de 2012, a Cia. Desenvolvida S.A. adquiriu ações de sua própria emissão, 
pagou fornecedores de matéria-prima e pagou três prestações de um 
arrendamento mercantil financeiro referentes à aquisição de uma 
máquina. Estas transações devem ser classificadas, respectivamente, na 
Demonstração dos Fluxos de Caixa como fluxos de caixa decorrentes das 
atividades: 
 
(A) de investimento, operacionais e de financiamento. 
(B) de financiamento, operacionais e de investimento. 
(C) de financiamento, operacionais e de financiamento. 
(D) operacionais, de financiamento e de financiamento. 
(E) de financiamento, operacionais e operacionais. 
 
33. (FCC/Contador/DPE RS/2013) Na Demonstração dos Fluxos de 
Caixa, pode-se citar como exemplos de fluxo de caixa das Atividades 
Operacionais: Recebimento de caixa: 
 
(A) decorrente de contratos mantidos para negociação imediata e 
pagamentos de caixa decorrentes da aquisição de ações da própria 
entidade. 
(B) decorrente da venda de ativo imobilizado e pagamentos de caixa 
decorrentes de arrendamento mercantil financeiro. 
(C) proveniente da emissão de debêntures e pagamentos por aquisição de 
instrumentos patrimoniais de controlada. 
(D) decorrente da emissão de ações e pagamentos de caixa decorrentes 
de imposto sobre a renda. 
(E) decorrente de royalties e pagamentos de caixa a fornecedores de 
mercadorias. 
 
34. (FCC/Analista Contábil/TRT 18/2013) De acordo com a 
estrutura da Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC), pagamentos de 
caixa decorrentes do resgate de ações da própria entidade, amortização 
de empréstimo obtido (pagamento de principal) e recebimentos de caixa 
decorrentes da venda de uma patente devem ser classificados, 
respectivamente, no fluxo de caixa das atividades: 
 
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(A) de investimento, de investimento e de financiamento. 
(B) de financiamento, de financiamento e de investimento. 
(C) de investimento, de financiamento e de investimento. 
(D) de financiamento, de financiamento e operacionais. 
(E) operacionais, de financiamento e de investimento. 
 
35. (FCC/Agente de Fiscalização Financeira/TCE/SP/2012) Da 
Demonstração dos Fluxos de Caixa elaborada pela Cia. Araxá, relativa ao 
exercício findo em 31-12-2011, foram extraídas as seguintes informações: 
 
I. O valor do Disponível da Cia. Araxá aumentou R$ 186.500,00 entre 31-
12-2010 e 31-12-2011. 
II. Houve uma saída líquida de caixa e equivalentes-caixa das atividades 
de investimento no valor de R$ 54.680,00. 
III. O fluxo de caixa das atividades de financiamento registrou uma 
entrada líquida de R$ 38.640,00. 
 
À vista dessas informações, conclui-se que, no exercício de 2011, houve 
uma entrada líquida de caixa das atividades operacionais no valor de, em 
reais, 
 
(A) 170.360,00 
(B) 170.460,00 
(C) 182.500,00 
(D) 202.540,00 
(E) 208.520,00 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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17 GABARITO DAS QUESTÕES COMENTADAS NESTA AULA 
 
 
QUESTÃO GABARITO QUESTÃO GABARITO 
1 D 19 B 
2 B 20 A 
3 D 21 A 
4 B 22 B 
5 A 23 E 
6 D 24 B 
7 E 25 D 
8 D 26 C 
9 B 27 D 
10 B 28 E 
11 A 29 B 
12 E 30 A 
13 C 31 B 
14 B 32 C 
15 D 33 E 
16 A 34 B 
17 A 35 D 
18 D 
 
 
 
 
 
 
 
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