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��Faculdade Estácio de Sá - BH
Educação Física
Curso de Educação Física
Faculdade Estácio de Sá - BH
FUTEBOL
,
apostila das aulas teóricas 
disciplina de futebol
,
Esta apostila destina-se aos alunos da disciplina de Futebol, ministrada no 2º período do curso de Educação Física da Faculdade Estácio de Sá - BH, 2º semestre de 2005. Foi montada pelo Professor Francisco Adolfo Ferreira, a partir da coletânea de livros da referencia bibliográfica.
Índice
 A História do Futebol no Brasil e no Mundo...............................................................................3
As Regras do Futebol.....................................................................................................................7
Os Sistemas de Jogo e Táticas.....................................................................................................17
O Perfil Físico-Motor...................................................................................................................40
Os Fundamentos do Futebol........................................................................................................47
Aprendizagem e Iniciação............................................................................................................52
Periodização do Treinamento......................................................................................................61
Capacidades Psíquicas e Aspéctos Sócio-Culturais...................................................................69
O Treinamento Físico...................................................................................................................75
Controle e Regulação do Treinamento (Testes).........................................................................90
A Psicologia do Esporte no Futebol............................................................................................90
Estrutura e Administração..........................................................................................................92
Glossário de Termos Técnicos.....................................................................................................95
Referências Bibliográficas...........................................................................................................98
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História do Futebol 
(no Brasil e no Mundo) 
Aulas – 1, 2, 3 e 4
	
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AULAS 1, 2, 3 e 4
HISTÓRICO do FUTEBOL
As Origens:
4.500 AC (Japão); 
2.500 anos AC (China); 
Era Cristã (Grécia e Roma), (Incas); 
Idade Média (Europa), Cálcio (Itália), Outros. 
O Futebol Moderno:
	26/10/1863 The Football Association , Inglaterra; 1904 FIFA
	1º Clube: 1862, Notts County, Inglaterra
	1ª Parida Internacional: 30/11/1872, Escócia 0 x 0 Inglaterra
As Principais Características:
“Jogo do Povo”, regras simples e fáceis de entender, barato, popular, democrático:
(qualquer pessoa pode jogar). 
O Futebol no Brasil:
	Virada do século XIX para o século XX, 
1ª bola: 1894, Charles Muller 
	1º Jogo: 14 ou 15/04/1895; Cia de Gás 2 x 4 Cia Ferroviária SP.
	1º Clube: 1895, São Paulo Athletic.
As Copas do Mundo (FIFA):
	1930, Uruguai 		Campeão: (Uruguai).
	1934, Itália 			Campeão: (Itália).
	1938, França 			Campeão: (Itália).
	1950, Brasil 			Campeão: (Uruguai).
	1954, Suíça 			Campeão: (Alemanha).
	1958, Suécia 			Campeão: (Brasil).
	1962, Chile 			Campeão: (Brasil).
	1966, Inglaterra 		Campeão: (Inglaterra).
	1970, México 			Campeão: (Brasil).
	1974, Alemanha 		Campeão: (Alemanha).
	1978, Argentina 		Campeão: (Argentina).
	1982, Espanha 		Campeão: (Itália).
	1990, Itália 			Campeão: (Alemanha).
	1994, USA 			Campeão: (Brasil).
	!998, França 			Campeão: (França).
	2002, Japão/Coréia 		Campeão: (Brasil).
	2006, Alemanha
	2010, África do Sul
	2014, Brasil (?)
O Futebol Contemporâneo:
Início após a década de 50. 
Última grande novidade: Seleção da Holanda, Copa do Mundo de 1974, Alemanha, (Rinus Mitchel); “A Laranja Mecânica”, “O Carrossel Holandês”.
Os Principais Centros:
Tradicionais: Brasil, Argentina, Inglaterra, Alemanha, Espanha, Holanda, Suécia, França, Itália, Uruguai, Portugal, Europa Oriental, Rússia, etc.
Emergentes: Japão, China, USA, Coréia, México, Austrália, África, Grécia, etc.
Os Principais Clubes:
	Europeus e Sul-Americanos
As Principais Competições:
	Européias, Sul-Americanas, Intercontinentais.
	Ligas Nacionais, Copas: UEFA, Campeões, Libertadores, Toyota.
As Principais Personalidades:
Grandes jogadores: Didi, Garrincha, Pelé, Tostão, Gerson, Rivelino, Zico, Falcão, Sócrates, Romário, Ronaldo, Ronaldinho. 
Di Stefano, Puskas, Yashin, Bob Moore, Beckenbauer, Johan Cruyff, Platini, Van Basten, Gullit, Maradona, Figo, Zidane, Beckham, etc.
Dirigentes: Jules Rimet; João Havelange, Joseph Blatter.
As Principais Federações/Órgãos
	FIFA
UEFA; CONMEBOL; CONCACAF; CAF; OFC; AFC.
	CBF; AFA; etc.
HISTÓRIA DO FUTEBOL DE CAMPO NO BRASIL
Antes de 1894: 	-Jogos de Futebol isolados e improvisados
				-Ligado a marinheiros, colégios e companhias.
1894:			-Implantação oficial do Futebol de Campo no Brasil
				-Chegada de Charles Muller a São Paulo
IMPLANTAÇÃO – até 1910
				-Incorporação do Futebol aos clubes esportivos
-Fundação dos primeiros clubes de Futebol
					-Associação Atlética Ponte Preta – Campinas
					-Sport Clube Rio Grande – Rio Grande do Sul
				-Fundação da Liga Paulista de Futebol
DIFUSÃO – de 1910 a 1925
				-Amistosos internacionais (Argentina, Uruguai).
				-Temporada do Corinthians Londrino no Brasil
				-Realização do Campeonato Sul-Americano (1916)
				-Brasil é Campeão Sul-Americano em 1919
				-Início da democratização do Futebol
				-Negros e operários são aceitos nos clubes
POPULARIZAÇÃO – de 1925 a 1933
				-Excursão do Paulistano pela Europa
				-Oficialização do profissionalismo
TRANSIÇÃO – de 1933 a 1938
	 			-Discussão entre profissionalismo ou amadorismo
AFIRMAÇÃO – de 1938 a 1958
				-Evolução técnica e tática do Futebol Brasileiro
				-Disputa do Brasil pelo título da Copa de 1938 (3o lugar)
ATUAL – de 1958 até hoje
				-Início marcado pela conquista do mundial de 1958 na Suécia
				-Planejamento e Preparação
-Preparação Física (década de 60) Pioneiros:
-Paulo Benigno (MG);
-Paulo Amaral (RJ). 
As Regras do Futebol
 
Aulas – 5 e 6
AULAS 5 e 6
	AS REGRAS DO FUTEBOL
Regra 1 - O terreno do jogo
O campo de jogo deve ser retangular, com um máximo de 120 m e um mínimo de 90 m de comprimento, por uma largura máxima de 90 m e mínima de 45 m. Em partidas internacionais, essas medidas mudam para 110/100 m de comprimento e 75/64 m de largura. Deve ser marcado com linhas visíveis de no máximo 12 cm de largura, sendo chamadas laterais as mais longas e de fundo as mais curtas. Em cada canto do retângulo deve haver uma bandeirola de no máximo 1,50 m de altura. O centro do campo será marcado com um ponto, em torno do qual se traçará uma circunferência com 9,15 m de raio. A pequena área será delimitada por duas linhas perpendiculares à linha de fundo, traçadas a 5,50 m de cada trave e avançando 5,50 m para dentro do campo, unidas então por outra linha. A grande área terá linhas semelhantes, colocadas a 16,50 m de cada trave a avançando outros 16,50 m campo adentro. Essa também é a área de pênalti, penalidade a ser cobrada de um ponto situado a 11 m do centro do gol. Desse ponto serão traçados, no exterior de cada grande área, arcos com 9,15 m de raio. E cada canto, a partir da bandeirola, devem ser traçados arcos com 1 m de raio. Naparte central de cada linha de fundo serão colocadas traves, separadas entre si, interiormente, por 7,32 m, unidas em cima por um travessão colocado a 2,44 m do solo. A largura ou diâmetro das traves não pode exceder 12 cm, e do lado de fora do campo elas podem ser guarnecidas por redes.
 
MEDIDAS
130 jardas
120m
8 pés
2,44m
120 jardas
110m
5 pés
1,50m
110 jardas
100m
28 polegadas
0,71m
100 jardas
90m
27 polegadas
0,68m
80 jardas
75m
9 polegadas
0,22m
70 jardas
64m
5 polegadas
0,12m
50 jardas
45m
¾ polegada
0,019m
18 jardas
16,50m
½ polegada
0,0127m
12 jardas
11m
3/8 polegada
0,010m
10 jardas
9,15m
14 onças
396gr
8 jardas
7,32m
16 onças
453gr
6 jardas
5,50m
8,5 lb/polegada
600gr/cm2
1 jarda
1m ~0,915cm
15,6 lb/polegada
1100gr/cm2
Regra 2 - A Bola
A bola dever ser esférica, recoberta de couro ou outro material aprovado, que não represente perigo à integridade dos atletas. Sua circunferência máxima será de 69,5 cm, e a mínima 68,5 cm; o peso dever estar entre 420 e 445 g no início da partida, e depois de cheia ela deve ter a pressão de 0,8 bar. Sem autorização do árbitro, não pode ser trocada no transcorrer do jogo.
Regra 3 - Número de Jogadores
O jogo será disputado por dois times, cada um deles formado por no máximo 11 jogadores, um dos quais atuará como goleiro. Permite-se até cinco substituições por equipe, em partidas amistosas, e duas mais o goleiro nas oficiais. Antes do início da partida, o juiz deve ser informado dos nomes dos eventuais reservas. Qualquer atleta poderá desempenhar a função de goleiro, desde que o árbitro seja antecipadamente informado. Caso, no intervalo ou durante o jogo, um atleta troque de posição com o goleiro sem notificar o juiz, será marcado pênalti assim que ele tocar a bola com a mão dentro da grande área.
Regra 4 - Equipamento dos jogadores
Nenhum jogador pode portar objeto perigoso para os demais. E suas chuteiras terão de obedecer às seguintes exigências:
as barras serão transversais e planas, com no mínimo 12,7 mm de largura, arredondadas nas extremidades da sola; 
os cravos substituíveis, montados diretamente nas solas, podem ser de couro, borracha, alumínio, plástico ou material similar, planos e com diâmetro mínimo de 12,7 mm. A parte que forma sua base não pode sobressair mais que 6 a 6,35 mm da sola. Não se permitem cravos rosqueáveis em porcas pregadas à sola, nem os que tenham bordas salientes, relevos ou adornos; 
cravos fundidos à sola e não substituíveis devem ser de plástico, borracha, poliuretano ou material macio, devendo haver no mínimo dez por sola, com diâmetro não inferior a 10 mm; podem ser empregadas combinações de barras e cravos, desde que o conjunto respeite as demais regras, e o comprimento não deve nunca exceder 19 mm. O goleiro deve usar cores que o distingam dos demais. 
Regra 5 – Árbitros
Será designado um juiz para dirigir cada partida, com as seguintes atribuições: cuidar da aplicação das regras e resolver todos os casos duvidosos, com decisões inapeláveis, mas evitando punições que beneficiem o infrator; anotar as ocorrências, cumprindo funções de cronometrista; interromper o jogo quando houver motivo válido; cuidar da disciplina dos atletas em campo; impedir a entrada de quaisquer elementos estranhos; expulsar definitivamente, sem advertência prévia, todo jogador culpado de falta violenta; decidir se a bola corresponde às exigências da regra II.
Regra 6 - Árbitros Assitentes
Serão designados dois juizes de linha, com a missão de indicar quando a bola estiver fora de jogo e a que equipe caberá o arremesso lateral, o tiro de meta e o escanteio - sempre sujeitos à decisão do árbitro. Em caso de intervenção indevida ou conduta incorreta, serão substituídos. Os juizes de linha usarão bandeirinhas fornecidas pelo dono do campo.
Regra 7 - Duração da partida
As partidas terão dois tempos iguais de 45 minutos, exceto acordo em contrário, e o árbitro poderá acrescentar o tempo que tenha sido perdido em conseqüência de acidente ou outro motivo. A duração de cada período será prolongada para a execução de um pênalti, e o descanso no intervalo - a menos que assim o autorize o árbitro - não poderá exceder 15 minutos.
Regra 8 - O início do jogo
Antes do início de cada partida se escolherá, com o auxílio de uma moeda, o lado do campo ou o chute inicial, cabendo a opção à equipe vencedora do sorteio. A um sinal do juiz, o jogo começará com um chute na bola parada e colocada no centro do gramado, em direção ao campo contrário. Todos os jogadores deverão estar em seu próprio campo, e os adversários não deverão ficar a menos de 9,15 m da bola no momento do chute inicial. O jogador que dá a saída não poderá tocar novamente na bola antes que outro o faça.
Depois de marcado um gol, a partida será reiniciada da mesma forma, por um jogador adversário daquele que assinalou o tento. Após o intervalo, as equipes trocarão de lado, e o chute inicial será dado pela adversária daquela que o fez no primeiro tempo. Em caso de infração a esta regra, se repetirá a saída - exceto se o jogador que deu o pontapé inicial a toque novamente antes de outro, caso em que se marcará tiro livre indireto. Não se pode marcar um gol, diretamente de um chute inicial.
Para reiniciar uma partida interrompida por causas que não as acima, e sempre que a bola não tenha ultrapassado as linhas lateral ou de fundo, o árbitro deixará a bola cair ao chão no local em que esta se encontrava no momento da interrupção, e ela será considerada em jogo assim que tocar o solo.
Regra 9 - Bola em jogo
A bola está fora de jogo quando:
tiver atravessado inteiramente uma linha lateral ou de fundo, seja por terra ou pelo ar; 
quando a partida tiver sido interrompida pelo árbitro. 
A bola estará em jogo:
se permanecer em campo depois de chocar-se com as traves, ou as bandeirinhas de córner, o juiz ou os fiscais de linha; 
enquanto não se toma uma decisão sobre uma suposta infração às regras. 
Regra 10 - O gol
Ressalvadas as exceções previstas nas regras, se considerará gol quando a bola ultrapassar totalmente a linha de fundo, entre as traves e por baixo do travessão, sem que tenha sido lançada, levada ou golpeada com a mão ou o braço de um jogador da equipe atacante - exceto o goleiro, quando dentro de sua própria área de pênalti. A equipe que marcar maior número de gols ganhará o jogo. Se não houver gols, a partida terminará empatada.
Regra 11 - Impedimento
Todo jogador é considerado impedido se estiver mais perto da linha de fundo adversária do que a bola - exceto se:
estiver em seu próprio campo; 
houver pelo menos dois adversários entre ele e a linha de fundo, mesmo que estejam na mesma linha; 
estiver recebendo a bola de um tiro de meta, um escanteio, um arremesso lateral ou bola ao chão. 
Por toda infração a esta regra se concederá um tiro livre indireto à equipe adversária, no local onde se cometeu a falta. Nenhum jogador impedido, porém, será punido se o juiz considerar que ele não influiu no jogo, perturbou um adversário ou tentou obter vantagem da posição.
Regra 12 - Faltas e incorreções
Um jogador que cometa intencionalmente uma das nove faltas seguintes será punido com tiro livre direto, cobrado do local onde ocorreu:
chutar ou tentar chutar um adversário; 
derrubar ou tentar derrubá-lo, usando a perna ou agachando-se atrás ou à sua frente; 
saltar sobre um adversário; 
atacar violenta ou perigosamente um adversário; 
atacar por trás um adversário que não lhe fez obstrução; 
atingir ou tentar atingir um adversário; 
segurá-lo com a mão ou o braço; 
empurrá-lo; 
carregar, golpear ou arremessar a bola com a mão ou o braço. Se qualquer dessas faltas for cometida por uma defensor dentrode sua grande área, será punido com um pênalti. 
O jogador responsável por uma das seis faltas seguintes, será punido com um tiro livre indireto:
jogar de forma perigosa (chutar a bola quando ela estiver com o goleiro, por exemplo); 
investir lealmente - isto é, com o ombro - sobre um adversário, quando a bola não estiver à distância de jogo dos envolvidos e estes não intencionam participar da jogada; 
sem tocar na bola, obstruir intencionalmente um adversário, colocando-se como obstáculo entre ele e a bola; 
atacar o goleiro, a menos que ele detenha a bola, obstrua um adversário ou esteja fora da grande área; 
sendo goleiro, dar mais de quatro passos com a bola nas mãos, tocá-la antes de outro jogador depois de tê-la colocado em jogo, ou retardar a partida; 
sendo goleiro, receber a bola atrasada por um companheiro com o pé. Será passível de repreensão o jogador que entrar em campo, sair dele ou a ele retornar sem autorização do juiz. Nesse caso, se o jogo tiver sido interrompido para a aplicação da reprimenda, será reiniciado por meio de um tiro livre indireto por parte do adversário, do lugar onde estava a bola no momento da paralisação. 
Também com um tiro livre indireto serão punidas as seguintes faltas:
infração constantes às regras de jogo; 
reclamação, com palavras ou gestos, a qualquer decisão do árbitro; 
conduta incorreta. 
Serão passíveis de expulsão os jogadores que:
se mostrarem, segundo a opinião do árbitro, violentos; 
usarem de linguagem injuriosa ou grosseira; 
persistirem nas infrações após terem sido advertidos; 
derrubaram por trás os adversários que estiverem correndo com a bola na direção do gol; 
evitarem gols eminentes desviando a bola com a mão. Partidas interrompidas para uma expulsão, sem que outra falta tenha sido assinalada, serão reiniciadas com um tiro livre indireto contra a equipe do jogador punido. 
Regra 13 - Tiros livres
Os tiros livres podem ser diretos (nos quais é permitido chutar diretamente a bola para o gol adversário) ou indiretos (nestes, um gol só será válido se a bola for tocada também por outro atleta, além daquele que cobrou o tiro).
Num tiro livre cobrado dentro da própria área de jogo do atleta, todos os adversários devem estar fora da área de pênalti e no mínimo a 9,15 m da bola, que entrará em jogo assim que percorrer uma distância igual à sua circunferência e tiver saído da grande área. O goleiro não poderá receber a bola em suas mãos com o objetivo de colocá-la em jogo; se ela não for atirada diretamente para fora da grande área a cobrança deverá ser repetida.
Se um jogador cobra um tiro livre fora de sua área de pênalti, os adversários também devem estar a 9,15 m da bola, salvo se se encontrarem entre as traves do gol. O jogador que cobra o tiro não poderá tocar na bola antes que outro o faça - e, se isso acontecer, um tiro indireto será concedido à equipe adversária.
Regra 14 - O pênalti
O pênalti será cobrado de seu ponto pré assinalado, com todos os jogadores - à exceção do que vai batê-lo - colocados fora da grande área e no mínimo a 9,15 m da bola. O goleiro adversário deverá permanecer sobre sua própria linha de meta, sem mover os pés, até que a bola seja chutada.
O cobrador da penalidade deverá bater diretamente para a frente, e não poderá tocar novamente a bola antes que outro o faça. A bola será considerada em jogo assim que percorrer uma distância igual à sua circunferência, e o gol valerá mesmo que o goleiro a toque antes de ultrapassar a linha de meta.
Para toda infração a estas regras haverá uma penalidade, Se for cometida pela equipe defensora, será repetida a cobrança do pênalti, caso este não resulte em gol; cometida por um atacante, que não o mesmo que cobra o pênalti, resultará em anulação de um eventual gol e na repetição da cobrança; se o infrator for o mesmo que cobrou o pênalti, e o fizer depois que a bola estiver em jogo, será marcado um tiro livre indireto a favor da equipe adversária.
Regra 15 - Arremesso lateral
Quando a bola ultrapassar a linha lateral, por terra ou pelo ar, será posta em jogo por um adversário daquele que a tocou por último, fazendo-o do ponto onde ela saiu. O cobrador de arremesso lateral deverá estar de frente para o campo, com os dois pés sobre a linha lateral ou fora de campo, lançando a bola sobre a cabeça com as duas mãos.
A bola entrará em jogo assim que penetrar em campo, devendo ser tocada primeiro por outro jogador que não aquele que a arremessou. Não se pode marcar um gol diretamente de um lateral, e se este for executado irregularmente reverterá em lateral para a equipe adversária.
Regra 16 - Chute a gol
Quando a bola sair pela linha de fundo (excluída a parte entre as traves), tendo sido tocada por um jogador da equipe atacante, será colocada num ponto qualquer da pequena área e lançada com o pé para fora da grande área, por um jogador defensor - o qual não deverá tocá-la novamente antes que outro o tenha feito. O goleiro não pode receber nas mãos a bola de um tiro de meta. Se a bola não sair fora da grande área, será repetida a cobrança. Não se pode marcar um gol diretamente dela, e os jogadores adversários devem estar fora da grande área até que o chute tenha sido desferido. Punição: se o jogador que cobra o tiro de meta tocar a bola fora da grande área, antes que outro o faça, será marcado um tiro livre indiretamente contra sua equipe.
Regra 17 - Escanteio
Quando a bola transpuser totalmente a linha de fundo, excluída a parte entre as traves, tendo sido tocada por um jogador da equipe defensora, será cobrado um tiro de canto.
A bola será colocada no interior do quarto de círculo, no canto correspondente à metade do campo por onde saiu a bola. A bandeirinha não poderá ser afastada, e é possível assinalar um gol diretamente de uma cobrança de escanteio - na qual os adversários não deverão estar a menos de 9,15 m da bola a menos que ela entre em jogo.
O jogador que cobrar o escanteio só poderá tocar novamente na bola depois que outro o fizer. A infração a esta regra será punida com tiro livre indireto favorável à equipe contrária, cobrado do local onde se cometeu a irregularidade.
 
CURIOSIDADES:
INTERNATIONAL BOARD = Órgão que delibera sobre alterações nas regras do jogo.
CARTÕES AMARELO E VERMELHO = Implantados na Copa do Mundo de 1970.
PARTIDAS INTERNACIONAIS = 64 a 75m Largura por 100 a 110m Comprimento.
NÚMERO MÍNIMO DE ATLETAS PARA SE INICIAR OU CONTINUAR UMA PARTIDA = 07.
PENALTY = Pode ser cobrado em tiro livre indireto.
NÚMERO DE SUBSTITUIÇÕES = Partidas Oficiais (03); Partidas Amistosas (05).
IMPEDIMENTO = Não há quando o atleta parte do seu próprio campo de jogo; quando de cobrança de lateral; escanteio ou tiro de meta. 
	 
ALGUMAS SUGESTÕES P/ MUDANÇAS DAS REGRAS DE FUTEBOL
02 árbitros;
uso de recursos tecnológicos p/ auxiliar a arbitragem (tape; ponto eletrônico; etc.);
abolir a regra do impedimento ou, passar a situação de impedimento para: apenas a partir da projeção da linha da área de pênalti;
permissão da cobrança de lateral com os pés e/ou c/ apenas uma das mãos;
aumento do nº de substituições;
permissão p/ substituições temporárias;
a criação do tempo técnico (3’ aos 30’ de cada tempo);
o tempo de jogo cronometrado por auxiliar fora do campo;
não paralisar o jogo p/ substituições;
faltas cumulativas até determinada nº, (até a 5ª)? após o qual passa a se cobrar tiro livre direto sem barreira da linha da meia lua (as faltas no ataque);
faltas cumulativas até determinada nº, (até a 5ª ?), após o qual o atleta estará eliminado do jogo. sua equipe deverá atuar c/ um jogador a menos por cinco minutos, após o que poderá entrar um substituto;
abolição da barreira nas faltas;
o atleta que causar lesão em adversário ficará impedido de jogar pelo tempo que este levar para se recuperar;
eliminação do empate pela cobrança de penalidades após o tempo normalde jogo;
maior nº de pontos para placares c/ diferença de 3 gols;
não permitir ao goleiro o recebimento da bola c/ as mãos em hipótese alguma;
aumento do tamanho do gol;
diminuição do nº de atletas p/ 10;
considerar como escanteio ou saída lateral apenas quando a bola tocar o solo após ultrapassar a linha de campo (a exemplo do basquetebol, handebol e voleibol).
Prof. Francisco Adolfo Ferreira
Os Sistemas de Jogo e Evolução Tática
(Aula – 7)
AULA – 7
O Sistema de Jogo
 
É à disposição dos jogadores nos espaços do campo, tendo em vista organizar a 
equipe e, ao mesmo tempo, permitir-lhe variar de tática.
Esquematização adotada, através do posicionamento e da movimentação que os 
atletas, previamente orientados e treinados, assumem dentro da quadra de jogo. 
É o posicionamento dos atletas no campo de jogo.
 
A Tática
Entende-se por tática, a maneira cuidadosamente planejada de combinar todos 
os meios ao nosso alcance, de forma a alcançar os fins desejados. 
Adaptação dos atletas a um sistema previamente estabelecido, o qual deverá, 
sempre, aproveitar e explorar ao máximo todas as qualidades físicas e técnicas 
dos atletas que compõe a equipe.
É a combinação da ação individual de cada jogador. 
É a coordenação dos jogadores entre si dentro de um sistema. 
Ações básicas de defesa e ataque
Ação individual
Ação da equipe
Marcação por zona
Marcação homem a homem
Marcação combinada ou mista
Para a escolha de um sistema de jogo deve-se levar em conta:
Potencial da equipe sem limitar as características dos atletas;
Características individuais dos atletas;
Características do adversário (equipe e atletas).
ESTÁGIOS
DA
Dr. Eduardo Gonçalves de Andrade “Tostão”
Prof. Wanderley Luxemburgo
Prova AV-1 
Aula - 8
Perfil Físico-Motor 
Aula - 9
AULA - 9
O PERFIL FÍSICO-MOTOR DO FUTEBOLISTA
BIOTIPOS
GOLEIRO: Longilíneo (ectomorfo), ambidestro, mmss compridos, incluindo mãos e dedos.
LATERAL: Estatura mediana (mesomorfo), membros inferiores longos, dominância da perna do lado em que atua.
ZAGUEIROS: Longilíneo (ectomorfo), ambidestro.
MEIO CAMPISTA: Estatura mediana (mesomorfo), ambidestro.
ATACANTE: Estatura mediana (mesomorfo), exceto atacante especialista em cabeceio (longilíneo, ectomorfo), ambidestro. 
CARACTERÍSTICASFÍSICO-TÉCNICO-TÁTICAS e PSICOLÓGICAS
DEFENSORES:
São os guardiões da meta, da baliza, a começar pelo goleiro, por vezes não citado no enunciado do sistema e que possui características bem peculiares, como poder usar as mãos na sua própria área, e pelos jogadores-zagueiros do time com melhor aptidão para marcar, desarmar, cobrir, rebater e cabecear defensivamente. Aqueles que, por instinto, se colocam entre a bola e o meio da linha de gol para defender sua cidadela.
	De forma geral, são futebolistas de boa compleição física, fortes, com boa impulsão, de velocidade explosiva e continuada, além de capacidade de recuperação.
	Do ponto de vista psicológico, são geralmente possuidores de grande senso de responsabilidade, perseverança e liderança, quase sempre com vigor próximo à violência, brutalidade e truculência. No inicio chamados beques e depois zagueiros. Xerifes!
ARMADORES:
	São os que atuam no meio de campo, geralmente, os de melhor qualidade técnica, boa visão de jogo, passes mais corretos, bons no controle da bola e do jogo, além de assistentes e finalizadores. Com a diminuição do número de atacantes, se costuma dizer que se os meias não fazem gols é melhor não os ter. Também possuem qualidades de marcação e desarme.
	Do ponto de vista da aptidão física, os de grande capacidade orgânica, resistentes, coordenados, ágeis. São capazes de percorrer, nos dias de hoje, mais de 11 quilômetros em diferentes ritmos, por partida. Geralmente de estatura mediana, ou mesmo baixos e muito ativos.
	Sob o prisma psicológico, atuam no meio de campo os determinados, perseverantes, altruístas, organizados e inteligentes, futebolisticamente falando. Considerados, pela soma de fatores, “o cérebro”, o “pulmão” e o “coração” dos times de futebol.
 
ATACANTES:
	São aqueles com características ofensivas, bons fintadores e dribladores, boa condução da bola em velocidade, destacando-se, sobretudo, pela capacidade de finalizar e fazer o que deles mais se espera, a alegria de todos, o gol. Em quaisquer circunstâncias, mesmo nas mais adversas que possa imaginar, ou contra o relógio, o atacante, artilheiro, não nega fogo, tirando do fundo da sua “cartola” uma resposta positiva que leva ao delírio e ao êxtase seus admiradores, seus fãs. Nem sempre de forma plástica, artística e legal, mais pelo senso de oportunismo, colocação, coordenação e malandragem. Intuição, sangue frio, instinto puro!
	Geralmente possuem bom cabeceio ofensivo. Alguns são especialistas e quase somente assim fazem seus gols.
	No aspecto psicológico tem certa necessidade de aparecer e se exibir. Costumam ser vaidosos, irreverentes, um tanto moleques (no bom sentido da palavra) para ludibriarem zagueiros e goleiros adversários. Quase sempre egoístas, pro caber-lhes, na maioria das vezes a definição das jogadas. O tempo ensina-os a se tornarem menos egoístas, ajudando os companheiros nas ações defensivas e servindo-os quando melhor colocados, proporcionando-lhes créditos importantes para continuarem atuando como astros-reis, à semelhança do sol.
	De temperamento difícil, impulsivos, alguns ata mesmo agressivos, debochados, mas sempre objetivos, determinados, obstinados, predicados próprios da sua natureza.
	Principalmente os ponteiros, atacantes que atuam próximo da linha lateral do campo, tão raros hoje em dia, e que tem na impulsividade e explosão muscular as mais fortes características e que, devido ao desgaste em cada participação, pelo dispêndio de energia da potencia exigida para vencer os oponentes, precisam de maior período de recuperação. Isso levou os treinadores modernos a usarem em seus lugares jogadores com características de meio-campistas, a fim de aumentar o domínio e manter ao máximo a posse de bola, mesmo em prejuízo da beleza do espetáculo, sem a eficiente habilidade dos pontas natos, suas fintas, olés, dribles e arrancadas pelas laterais do campo, que faziam e ainda fazem a festa e alegria dos torcedores. 
AS QUALIDADES FÍSICAS
RESISTÊNCIA (ENDURANCE): Qualidade que permitea um jogador vencer o cansaço: 
AERÓBICA: Com predominância do sistema aeróbio, com equilíbrio entre consumo e gasto de oxigênio.
ANAERÓBIA LÁCTICA: Com predominância do sistema anaeróbio, em tempo prolongado o suficiente para a formação de acido lático na circulação sanguínea. 
ANAERÓBIA ALÁCTICA: Com predominância do sistema anaeróbio, em tempo curto de atividade, insuficiente para o acúmulo de ácido lático na corrente sanguínea.
MUSCULAR LOCALIZADA (RML): Com predominância do sistema aeróbio, qualidade de repetição de movimento por grupos musculares.
RESISTENCIA DE VELOCIDADE: Com predominância do sistema anaeróbio, qualidade de resistir ao esforço de sucessivos piques, em velocidade máxima ou sub-máxima. 
FORÇA: Qualidade que permite a um jogador vencer determinada resistência: 
EXPLOSIVA (POTÊNCIA): Qualidade do jogador de vencer determinada força num menor espaço de tempo; força X velocidade.
DINÂMICA: Capacidade de vencer uma determinada resistência com o movimento de seguimentos corporais.
ISOMÉTRICA: Capacidade de sustentar uma carga em equilíbrio (sem movimento) durante um determinado período de tempo. 
VELOCIDADE: Relação entre uma distância percorrida pelo jogador e o tempo de percurso, no movimento uniforme. 
BÁSICA: Implica percorrer um espaço maior, onde, além do deslocamento repentino, inclui-se também o trajeto a ser percorrido em alta velocidade. 
VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Caracteriza-se por arrancadas curtas, onde se procura sair do lugar de origem o mais rápido possível. 
VELOCIDADE DE REAÇÃO: Medida a partir de uma posição estática reagindo a estímulo. 
AGILIDADE:
Relação entre uma distância percorrida pelo jogador com troca de direção e o tempo de percurso.
FLEXIBILIDADE (MOBILIDADE ARTICULAR):
Qualidade que permite que as articulações do jogador tenham a maior amplitude possível; geralmente acompanhada de qualidade de elasticidade muscular.
EQUILÍBRIO:
Qualidade que permite ao jogador controlar suas ações e seu corpo em relação ao centro de gravidade. Pode ser: Estático e Recuperado.
COORDENAÇÃO PSICOMOTORA:
Qualidade que permite ao jogador executar uma ação de forma acertada com o menor dispêndio de energia e tempo.
PERCEPÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL:
Capacidade de percepção de distância, tempo e velocidade.
RITMO:
Qualidade do jogador de alterar seguidamente o tempo para percorrer uma distancia.
DESCONTRAÇÃO: 
Habilidade psicomotora também conhecida por relaxamento: 
PARCIAL / DIFERENCIAL: É o tipo de habilidade que permite a descontração dos grupos musculares que não são necessários à execução de um ato motor específico.
TOTAL: Habilidade que capacita o atleta a recuperar-se de esforços físicos realizados.
Visita Técnica
Aula – 10
Os Fundamentos do Futebol 
Aula - 11
AULA -11
OS FUNDAMENTOS DO FUTEBOL
1)PASSE
LADO DE DENTRO DO PÉ
Ë o passe clássico, o mais preciso, geralmente para distâncias curtas e médias. 
LADO DE FORA DO PÉ
Passe dado em jogadas rápidas, ou quando não há perigo nas saídas de bola pela defesa. mais usado em curtas distâncias
PEITO DO PÉ
Mais usado em distâncias médias e longas: Os lançamentos
BICO
Geralmente usado como último recurso quando o atleta está acossado pelo adversário (“bola na fogueira”) para salvar uma jogada
CALCANHAR
Improvisação usada para enganar o adversário, ou encurtar o caminho dando continuidade ou rapidez a uma jogada. 
OUTROS
Passes improvisados com peito, cabeça, ombro, coxa, joelho, etc.
2)RECEPÇÃO
Ação primária ao receber a bola, o primeiro toque com qualquer parte do corpo exceto mãos e braços.
3)DOMÍNIO
Ações subseqüentes à recepção da bola, ou seja, toque, ou toques adicionais com o objetivo de manter a bola dentro do seu domínio ou raio de ação de maneira já preparatória para dar seqüência ao jogo.
4)CONDUÇÃO DE BOLA
Deslocamentos conduzindo a bola em direção a um espaço seguro dentro do campo (ação defensiva), ou, em direção ao objetivo maior que é a meta adversária (ação ofensiva). 
5)DRIBLE
Arte ou habilidade de ludibriar o marcador com movimentos rápidos e imprevisíveis. Geralmente busca-se anular a capacidade de reação do oponente através da ginga ou finta, ou seja, fingindo que vai a uma direção mas mudando rapidamente de rumo em direção ao lado do seu pé de apoio, tornando possível que a bola e o seu detentor transponham o espaço ocupado pelo adversário. 
6)CHUTE A GOL
PEITO DE PÉ
O chute clássico, bonito, forte, preciso, rápido, com o peito do pé. Parado ou em velocidade. No solo ou no ar. 	
BICO
Chute forte, porém não tão preciso, por isso mesmo mais usado em curtas distâncias. Usado como último recurso por estar acossado ou quase perdendo o alcance da bola.
CHAPA (lado de dentro do pé)
Ë o chute de conclusão, ou toque final para dentro do gol. Curtas distâncias. Também usado pelos atletas com boa técnica nas cobranças de pênaltis, ou de faltas em curva (com efeito) próximas da área. 
LADO (lado de fora do pé)
Também como chute de conclusão, ou toque final para dentro do gol. Curtas distâncias. Geralmente dentro da pequena área, “na cara do gol”. 
CALCANHAR
Idem à situação anterior mas com maior improvisação
7)CABECEIO
FRONTAL
O cabeceio forte, de testa, vindo de trás de encontro à bola, ofensivo ou defensivo. 
LATERAL
Com o corpo posicionado lateralmente, faz-se uma semi-rotação e/ou semiflexão rápida da cabeça procurando dar uma “testada” na bola. O cabeceio com a parte lateral da cabeça não é o mais natural e portanto é usado mais como um recurso improvisado.
PARTE DE CIMA (“CUCURUTO”)
Toquinho sutil tentando encobrir o goleiro
PARA TRÁS
Toque rápido e sutil para trás tentando surpreender o goleiro, ou aliviar uma situação de perigo.
8)COMBATE INDIVIDUAL / DESARME
Ação de acossar e tomar a bola do adversário no corpo a corpo, ou, toque rápido na bola tirando-a do raio de ação do mesmo.
 
9)ANTECIPAÇÃO
Confunde-se com o desarme, porém difere por evitar o corpo a corpo antevendo a trajetória da bola e chegando antes do adversário para interceptá-la.
10)ARREMÊSSO LATERAL
Ato de repor a bola em jogo na cobrança de lateral. Com as mãos. Pode ser também uma jogada ofensiva quando jogadores especificamente treinados e com boa força de mm.ss. conseguem lançar a bola a distancias como a grande área adversária, por exemplo.
11)FUNDAMENTOS DO GOLEIRO
Único atleta ao qual é permitido jogar com as mãos.
Pegada
Encaixe
Entrada Frontal
Queda
Chute
Desvio
Saída de Gol
Deslocamentos Diversos
Posicionamento
Elemento fundamental para o jogo do Futebol, a principal função do goleiro é evitar o gol adversário. Tem também função primordial nos contra-ataques de sua equipe após chute do adversário. 
	Nenhuma outra posição no Futebol exige que o atleta seja um especialista como a posição de goleiro. No entanto, apesar de ser um especialista na posição que ocupa, ele deve ser também um jogador de múltiplas funções na equipe. O goleiro tem de comandar, orientar e transmitir confiança aos seus companheiros.
As qualidades físicas, motoras e psicológicas mais importantes para o seu aprimoramento técnico são:
	QUALIDADES FÍSICAS
	QUALIDADES MOTORAS
	QUALIDADES PSICOLÓGICAS
	
Flexibilidade
Força explosiva
Força de resistência
Resistência aeróbia
Resistência anaeróbia
Velocidade de reação
	
Coordenação motora
Destreza
Agilidade
Visão periférica
Percepção espacial e temporal
Habilidade
	
Equilíbrio emocional
Responsabilidade
Coragem
Ousadia
Atenção (concentração)
Liderança
Posicionamentos:
1 – Posição básica: pés ligeiramente afastados, pernas semiflexionadas à frente, tronco ligeiramente flexionado à frente assim como os braços e mãos abertas com dedos relaxadose olhar atento para não perder a bola de vista. Esta posição deve ser natural e descontraída, sem tensão, permitindo ao goleiro realizar defesas a qualquer momento.
2 – Empunhadura básica: o goleiro na posição básica segura a bola com as mãos em concha, devendo colocar o corpo atrás da bola para servir de proteção. Devido ao peso da bola, distância de onde são executados os chutes e a força que esses chutes são desferidos é de importância à colocação do corpo do goleiro entre as mãos que vão segurar a bola e a meta. Caso isso não seja possível o goleiro deverá adotar uma posição de proteção da bola com o corpo após a defesa a fim de evitar possíveis rebotes ou que a bola escape e entre na meta.
3 – Posição no campo: deve ser no centro da bissetriz do ângulo formado pela bola e as traves. Deve ficar um pouco à frente da linha do gol.
4 – Deslocamentos: deve deslocar-se segundo o posicionamento da bola em jogo, através de movimentos laterais sem cruzar os pés nem encostar um pé no outro. Numa situação próxima à defesa o goleiro deve se deslocar na ponta dos pés, facilitando o desequilíbrio para uma possível defesa.
5 – Saídas de gol: é fundamental que o goleiro tenha em mente, que a saída de sua área de pênalti é o último recurso a ser utilizado para se evitar o gol do adversário. É conveniente que o goleiro analise se a situação apresentada no momento do jogo é realmente de extrema necessidade sua atuação com os pés fora da área de pênalti.
	A fim de se evitar um drible fora da área de pênalti, já que o goleiro não tem a mesma habilidade dos jogadores de linha com a bola nos pés, às vezes é mais interessante ele se adiantar, sem sair da área de pênalti e diminuir o ângulo de chute deste jogador.
6 – Reposição de bola: a reposição de bola feita pelo goleiro pode ser:
Com as mãos;
Com os pés;
7 – Treinamento específico da velocidade de reação: esta qualidade física é fundamental para o goleiro. Mais difícil de obter melhorias que as outras qualidades físicas, está intimamente ligada com a carga genética do atleta. Assim, o bom goleiro já vem do berço e apenas indicamos as melhores formas dele desenvolver este dom. 
A velocidade de reação está ligada à coordenação do movimento, que por sua vez é decorrente do processamento correto de informação percebida e transformada em ação motora.
Esquema de processamento de informações segundo Marteniuk (1976):
Exemplo de processamento de informação do goleiro
8 – Trabalhos específicos com goleiros: Além do treino físico específico e de participar dos treinamentos táticos junto com os colegas, o goleiro deve trabalhar com bola os seguintes movimentos: �
•	Exercícios de manejo de bola
•	Exercícios acrobáticos
•	Exercícios de coordenação
•	Exercícios de velocidade de reação
•	Defesas altas
•	Defesas baixas
•	Defesas com os pés
•	Lançamentos com as mãos
•	Lançamentos com os pés
•	Defesas de tiros livres e pênaltis
�
�
Aprendizagem e Iniciação
Aula - 12
AULA - 12
	PROGRAMA FIFA
	IDADE
	< 6
	< 8
	< 10
	< 12
	< 14
	< 16
	< 18; < 20
	REFERENCIA
	MÃE
	PAI
	PROFESSOR
	TREINADOR
	ÍDOLO
	TREINADOR
	TREINADOR
	LOCAIS / INFLUÊNCIAS
	CASA
	RUA
	ESCOLA
	CLUBE
	NACIONAL
	INTERNACIONAL
	INTERNACIONAL
	 
	LOCAL
	QUINTAL
	METADE
	CAMPO
	CAMPO
	CAMPO
	CAMPO
	CAMPO
	 
	DE
	 
	CAMPO
	INTEIRO
	NOÇÕES
	INTRODUÇÃO
	APROFUNDAMENTO
	APERFEIÇOAMENTO
	 
	PRÁTICA
	LIVRE
	LIVRE
	LIVRE
	POSIÇÕES
	TÁTICA
	TÁTICO
	TÁTICO
	 
	TIPO
	BOLA 
	BOLA
	BOLA
	 
	 
	 
	 
	 
	DE
	DE
	 
	 
	BOLA Nº 4
	BOLA Nº 4 - 5
	BOLA Nº 5
	BOLA Nº 5
	REGRAS
	BOLA
	PLÁSTICO
	MIRIM
	INFANTIL
	
	 
	 
	 
	 
	TEMPO
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	DE
	DE
	X
	2 x 20'
	2 x 25'
	2 x 30
	2 x 35
	2 x 40
	2 x 45
	 
	JOGO
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	JOGO
	 
	 
	COMPANHEIRO
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	ENVOLVIMENTO
	INDIVIDUAL
	 
	COLEGAS
	EQUIPE
	EQUIPE
	EQUIPE
	EQUIPE
	 
	 
	 
	ADVERSÁRIO
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	COMANDO
	X
	PAI
	PROFESSOR
	ÁRBITRO NÍVEL 3
	ÁRBITRO NÍVEL 2
	ÁRBITRO NÍVEL 1
	ÁRBITRO FIFA
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	EXERCÍCIOS
	EXERCÍCIOS
	EXERCÍCIOS
	EXERCÍCIOS
	CONTRA
	CONTRA
	CONTRA
	 
	TÉCNICO
	 
	 
	 
	
	 
	 
	 
	 
	 
	INDIVIDUAIS
	BÁSICOS
	AVANÇADOS
	COMPETITIVOS
	ADVERSÁRIOS
	ADVERSÁRIOS
	ADVERSÁRIOS
	TREINO
	 
	 
	FLEXIBILIDADE
	FLEXIBILIDADE
	FLEXIBILIDADE
	FLEXIBILIDADE
	FLEXIBILIDADE
	FLEXIBILIDADE
	 
	FÍSICO
	X
	VELOCIDADE
	VELOCIDADE
	VELOCIDADE
	VELOCIDADE
	VELOCIDADE
	VELOCIDADE
	 
	 
	 
	NATURAL
	NATURAL
	NATURAL
	NATURAL
	RESITÊNCIA
	RESITÊNCIA
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	 
	ANAEROBIA
	ANAEROBIA
	CAPACIDADES
	DESIGNAÇÃO
	CARACTERÍSTICAS
	MOTORAS
	RESISTÊNCIA
FORÇA
	Determinadas fundamentalmente pelos processos energéticos
	COORDENATIVAS
	CONDUÇÃO de movimentos
ADAPTAÇÃO de movimentos
APRENDIZAGEM de movimentos
	Determinadas fundamentalmente pelos processos psicomotores de condução e regulação do movimento.
	MISTAS
	VELOCIDADE
FLEXIBILIDADE
	Onde os dois elementos anteriormente citados interagem, sendo até hoje difícil determinar um nível de predominância.
Aprendizagem Motora: 	Variação relativamente permanente no potencial de execução como resultado da prática ou de experiências anteriores. (SINGER, 1986).
Habilidade:
	Tão amplamente representadas e diversas como são as habilidades, é difícil defini-las de maneira a abranger todos os casos. O psicólogo E.R. GUTHRIE (1952) deu uma definição que envolve a maior parte das características fundamentais das habilidades:
		
Habilidade: 	Capacidade adquirida de atingir um resultado final com o máximo de certeza e um mínimo de dispêndio de energia ou tempo e energia. (Schmidt, 1993).
Objetivos:
Maximização de precisão;
Minimização do custo energético físico e mental da performance;
Minimização do tempo utilizado.
Técnica:
Interpretação no tempo, espaço e situação, do meio instrumental operativo inerente à concretização da resposta para a solução de tarefas ou problemas motores.
 
Técnica: 	Aquisição / aperfeiçoamento / formação da competência por parte do atleta para responder com êxito às situações que a competição lhe coloca. (ROTH, 1991).
Objetivos: 	
Formação de automatismos flexíveis dos movimentos ideais conforme modelos;
Otimização de programas motores generalizados;
Otimização da imagem do movimento;
Aprimoramento da capacidade de variação, combinação e adaptação do comportamento motor do esportista, na execução da técnica na situação de competição.
	O desenvolvimento das capacidades técnicas é uma fase importante dentro do processo ensino-aprendizagem-treinamento. A literatura nas áreas da teoria do treinamento, da psicologia do esporte, da teoria do movimento e do desenvolvimento motor, assim como da aprendizagem motora ressaltam que a melhor idade para o treinamento da técnica começa, aproximadamente, aos 14/16 anos. O processo de ensino-aprendizagem-treinamento da capacidade técnica deve ser incrementado no decorrer das fases direcionadas ao treinamento esportivo, isto é, as fases de orientação e direção, especialização e aproximação. Consideramos que as capacidades técnicas estão caracterizadas pela interação de dois momentos: por um lado o processo de aprendizagem motora, cujo objetivo principal é estabelecer bases sólidas para o domínio de habilidades motoras, que se apóiam no nível de rendimento das capacidades coordenativas; por outro lado, concomitantemente, deve se proceder ao desenvolvimento da capacidade gestual específica à solução de tarefas nas diferentes modalidades esportivas, de forma econômica (o nível energético), precisa (ou seja, com qualidade) e eficiente (ou seja, que dê resultado),o que implica em uma automatização dos programas motores gerais de movimento, com suas respectivas possibilidades de variação e de adaptação.
	Segundo BAYER (1986), a técnica individual representa todo um repertorio de gestos próprios da especialidade esportiva, “fruto da historia e da evolução de cada jogo esportivo coletivo. Para construir este patrimônio baseia-se, portanto na experiência acumulada e continua enriquecida pelas gerações precedentes de desportistas”.
	Definimos técnica como a interpretação, no tempo, espaço e situação, do meio instrumental operativo inerente à concretização da resposta para a solução de tarefas ou problemas motores.
	Entende-se por tarefas motoras aquelas atividades que solicitam do indivíduo a simples reprodução de programas motores. Tarefas em esportes são, por exemplo, as provas de atletismo, de ginástica olímpica, aquelas disciplinas “fechadas”, em que as condições da situação e da execução são constantes. Por problemas motores, compreendemos aquelas atividades que exigem do indivíduo a adaptação da técnica na busca de solução (motora) para uma situação especifica. Apresenta-se nos esportes “abertos”.
	A técnica representa um padrão de movimento que pode ser considerado válido e racional. A expressão motriz de uma técnica é limitada pelo regulamento do esporte; no entanto, a técnica também representa a base operativa que dará suporte ao comportamento tático, em cada situação, nos jogos esportivos coletivos.
	“Em definitivo, a técnica representa a utilização e transformação da motricidade para alcançar que esta seja cada vez mais adaptada às exigências do jogo”. (BAYER, 1986).
	Os gestos técnicos são “ferramentas” que o atleta possui para resolver tarefas e problemas em esportes. As habilidades básicas inerentes às capacidades coordenativas dão base e sustento à técnica. Toda técnica passa a ser uma habilidade básica, no momento em que o indivíduo possui um ótimo nível de domínio e controle da mesma.
	A literatura especializada em treinamento com crianças tem reafirmado, insistentemente, nos últimos tempos, a importância da motricidade, do desenvolvimento desta como base para o posterior ensino-aprendizagem-treinamento das técnicas. Quanto mais oportunidades, variações e riqueza de movimentos se ofereça às crianças, maiores serão as possibilidades destas para aprenderem novas técnicas. Esta é uma visão do processo educativo apoiado nos princípios da transferência, ou seja, no fato de que uma aquisição anterior facilita o aprendizado posterior.
Antes de iniciar a aprendizagem dos gestos técnicos propostos em cada jogo esportivo coletivo, e, portanto diminuir as ocasiões em que a criança vive uma motricidade rica e diversificada, e reduzi-lo em forma precoce a uma especialização intensiva, com o risco de criar estereótipos rígidos, convém desenvolver nela todas as suas potencialidades motrizes. (BAYER, 1986).
TREINAMENTO ABRANGE TODOS OS PROCESSOS PLANEJADOS E SISTEMÁTICOS QUE CONDUZEM AO MELHORAMENTO DO RENDIMENTO ESPORTIVO E TAMBÉM À ESTABILIZAÇÃO E À REDUÇÃO DO RENDIMENTO EM ALGUMAS ÁREAS DE APLICAÇÃO.
Grosser, 1987.
Processo simplificado de regulação e condução do treinamento (Grosser, 1986).
Possibilidade do início e continuidade do treinamento das diferentes capacidades ( Grosser et all)
	Faixa Etária
Cap. Físicas
	 Feminino 
 Masculino
	
	5 8
	8 10
	10 12
	12 14
	14 16
	16 18
	18
	Força
Máxima
	
	
	
	
	
+
	+
++
	++
+++
	+++
	Força 
Velocidade
	
	
	
	
+
	+
++
	++
+++
	+++
	
	Força
 Resistência
	
	
	
	
	
+
	+
++
	++
+++
	+++
	Resistência Aeróbia
	
	
	+
+
	+
+
	++
++
	++
++
	+++
+++
	
	Resistência Anaeróbia
	
	
	
	
	
+
	+
++
	++
+++
	+++
	Velocidade Resistência
	
	
	+
+
	+
+
	++
++
	++
++
	+++
+++
	
	Velocidade Acíclica
	
	
	
	
+
	+
++
	++
+++
	+++
	
	Velocidade Cíclica
	
	
	
	
+
	+
++
	++
+++
	+++
	
	Flexibilidade
	
	++
++
	++
++
	+++
+++
	+++
+++
	
	
	
Legendas:
+ 	Início 1 a 2 vezes por semana sempre com precauções
++ 	Aumento de treinamento de 2 a 5 vezes por semana
+++	Alto nível de treinamento
	Continuidade do treinamento
 
�
METODOLOGIAS DE ENSINO PARA O FUTEBOL
A escolha da metodologia que um professor irá usar para o ensino do Futebol deve proporcionar situações-problema ou oferecer tarefas a executar que estejam adequados à capacidade do aluno, propiciando-lhe assim, momentos de prazer e alegria. 
O método também deve preparar o iniciante para integração com os níveis de treinamento formal que estarão direcionados à competição. Existindo a motivação, a perseverança, a intensidade e a persistência necessárias no aluno ou no grupo, estes objetivos não serão negligenciados. 
O método não poderá ser simplesmente a aplicação de seqüência de atividades estressantes ou desmotivadoras. As situações e problemas apresentados pelo método escolhido devem ser adaptados ao nível de capacidade do aluno, permitindo-o solucionar tarefas e problemas do jogo que o levem a vivenciar reforços positivos. 
A função da metodologia de ensino-aprendizagem-treinamento é proporcionar ao indivíduo os meios, caminhos e ferramentas que tornem possível a obtenção de um novo nível de treinamento. Assim a escolha do método é um dos aportes mais importantes que podemos oferecer aos alunos. Uma metodologia é muito mais que oferecer “ferramentas de trabalho”. Deve permitir ao aluno a conscientização do seu significado, formar conceitos de jogo e da atividade em si.
1. Método analítico-sintético
“Se caracteriza por apresentar cursos de exercícios ou, esporadicamente, jogos, os quais partem de elementos especiais (técnicos, táticos ou condicionais) dos jogos, reunindo-os pouco a pouco em conexões maiores (síntese) recolhendo, posteriormente às partes, em conjuntos lógicos. (DIETRICH et al., 1984)”.
Também chamado na literatura da educação física como “série de exercícios”, caracteriza-se pelo ordenamento de exercícios regidos pelos seguintes princípios:
do conhecido ao desconhecido;
do fácil para o difícil ( diminuição da ajuda;
do simples para o complexo ( aproximação gradativa;
divisão do movimento em fases funcionais.
Representação gráfica do método analítico (DIETRICH et al., 1984.)
São exercícios que apresentam uma divisão dos gestos técnicos e ação motora em componentes mínimos. São exercitados através da repetição de cada fundamento técnico, acoplado a exercícios cada vez mais complexos e difíceis. À medida que o aluno passa a dominar melhor cada exercício, passa-se a praticar uma nova seqüência. Estes movimentos são orientados ao modelo ideal, ao gesto do campeão. Quando muitos elementos forem dominados pelo menor, inicia-se um jogo em si. Uma aula de Futebol caracteriza-se pela seqüência de exercícios dirigidos ao aprendizado da técnica – geralmente após um “aquecimento” para no final da aula se proceder ao jogo.
2. Método global-funcional
“Se caracteriza pela criação de cursos de jogos, que partem de simplificação dos jogos esportivos formais de acordo com a idade, e, através de um aumento da dificuldade na apresentação dos jogos, em direção ao jogo final. (DIETRICH et al., 1984)”.
Caracteriza-se pela intenção de adequar toda complexidade do jogo esportivo (técnica, regras, conceitos táticos, etc.) através da apresentação de uma seqüência de jogos recreativos acessíveis à faixa etária e à capacidade técnica do aluno.
	JOGO		 JOGO		JOGO		 JOGO
								 FORMAL
Representação gráfica do método global-funcional (DIETRICH et al., 1984.)
O professor pode optar por algum dos métodos em que o Método global-funcional é dividido:
2.1 Método Global: aplica-se uma “série de jogos” respeitando-se os princípiosda “série de exercícios”. Nestes jogos procura-se a idéia central do jogo principal ou que suas estruturas estejam presentes na metodologia:
a divisão dos jogos não deve abranger muitas partes, de forma que aluno possa alcançar logo o jogo objetivado:
as formas de jogos prévias (jogos de iniciação, grandes jogos, jogos pré-esportivos) não podem ser mais difíceis que o jogo objetivado;
com jogos e pequenos grupos em pequenos espaços, os alunos aprendem de forma mais intensa.
2.2 Método de Confrontação: jogar o jogo do adulto com suas regras e formas. No caso o jogo não deve ser dividido em etapas ou tarefas, pois a idéia do todo deixaria de existir.
Vantagens:
proporciona maior motivação, pois se aproxima do objetivo da aprendizagem;
possibilidade de relacionamento social mais rápido, bem como conhecimento da técnica e do andamento do jogo;
alunos adquirem experiências de jogo e para o professor a organização da aula é mais fácil (metodologia do rola bola).
Desvantagens:
o número de variações é tão grande que dificulta ao aluno diferenciar o que é mais importante do supérfluo;
experiências de sucesso ocorrem com menor freqüência, o que implica em perda da motivação;
erros técnico e tático ocorrem descontroladamente, impedindo de se chegar rapidamente a conceitualização do que é técnica ou taticamente correto;
nas competições podem ocorrer conflitos sociais devido a possíveis diferenças nos níveis de rendimento.
2.3 Método Parcial: entende-se que o jogo é composto por alguns aspectos que devem ser desenvolvidos separadamente devido a sua complexidade. Utiliza a repetição da série de exercícios dirigidos ao domínio das técnicas.
Vantagens:
possibilita o domínio da técnica;
as correções são diretas e podem ser bem compreendidas pelos alunos;
dificilmente encontramos situações de conflito social entre os participantes.
Desvantagens:
não sacia o desejo de jogar do aluno;
corre-se o risco de ter uma aula com pouca motivação para alguns alunos e de alto grau de complexidade para outros;
algumas vezes o aluno não consegue relacionar a atividade realizada com o objetivo final, pois fogem à realidade do jogo.
A grande deficiência deste método é a segmentação das partes para se chegar ao todo. Isto faz com que descartemos a utilização do método parcial para a iniciação dos jogos esportivos coletivos, pois trás mais prejuízos do que vantagens para o iniciante.
2.4 Método Jogo Recreativo: destacam-se alguns valores dos dois métodos anteriores, como a prática constante do jogo e a sua construção através da seriação por partes: técnica, tática e etc. Busca-se a sua vivência conhecendo-se suas relações sociais, seu objetivo principal e formas de atingir este objetivo para depois se inserir os padrões externos e as regras oficiais. Permite que em algumas aulas possam ser realizados as correções e aperfeiçoamento dos gestos técnicos.
O conceito recreativo do jogo esportivo (ALBERTI, ROTHEMBERG, 1984)
3. Método Situacional
Compõe-se de jogadas básicas extraídas de situações padrões de jogo. Este conceito não é válido somente para iniciação esportiva na escola, mas também é uma alternativa interessante para as escolinhas e os clubes. Parte-se da idéia de “jogar para exercitar e exercitar através do jogo”.
Vantagens:
proximidade das ações e situações apresentadas com as situações reais de jogo competitivo formal;
conhecimento do jogo em suas diferentes fases e planos, inter-relacionando suas capacidades técnicas, táticas e cognitivas;
O aluno aprende desde o começo as regras do regulamento do jogo e as regras táticas.
Está apoiado na apresentação do jogo em diferentes estruturas funcionais. O aluno é confrontado com uma nova regra de conhecimento tático paralelo às regras inerentes ao regulamento do jogo. Possibilita ao aluno trabalhar e desenvolver as capacidades técnicas paralelamente às capacidades táticas, já que será exigida a execução de uma técnica (como fazer) como também tomar decisões (o que fazer). Desta forma podemos dizer que o aluno “cresce”, constrói o jogo partindo da realidade do mesmo; e passo a passo vai compreendendo, assimilando e dominando as complexas exigências que os jogos esportivos lhe apresentam.
É freqüente em aulas de Educação Física e escolinhas esportivas observar que os professores dedicam-se ao ensino-treinamento das técnicas procurando a performance do campeão. O rendimento não pode ser considerado em função do campeão. A metodologia deve ser adequada às necessidades, interesses e ao nível de performance individual. A metodologia não pode ser comum a todos os alunos, pois não há metodologia universal e infalível que possa ser aplicada a todos.
Prof. Sérgio Luís Falci de Carvalho 
Periodização do Treinamento
Aulas – 13 e 14 
AULAS – 13 e 14
Princípios do treinamento de acordo com desenvolvimento etário e rendimento (GROSSER et al)
	NÍVEL DE TREINAMENTO
	PRINCÍPIOS DO TREINAMENTO
	
INICIAÇÃO / BÁSICO
	Princípio da relação ótima entre carga e recuperação;
Princípio da individualidade biológica;
Princípio da motivação;
Princípio da variação.
	
ORIENTAÇÃO / FORMAÇÃO
	Princípio do aumento progressivo da carga;
Princípio da variação;
Princípio da repetição e continuidade.
	
ESPECIALIZAÇÃO / AVANÇADO
	
Princípio da periodização do treinamento;
Princípio da adaptação e regulação dos efeitos somatórios.
	
ALTO RENDIMENTO / ALTO NÍVEL
	Princípio da carga alternada;
Princípio da periodização da regeneração.
FONTE: OLIVEIRA (1999)
PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DO TREINAMENTO ESPORTIVO NO FUTEBOL
Treinamento esportivo: planejamento e organização das diversas partes que compõe um determinado esporte (físico, técnico, tático intelectual e moral), visando sua estruturação e desenvolvimento, com o intuito de se atingir altos níveis de performance.
Treinamento tático: conjunto de atividades que tem por finalidade ensinar, aperfeiçoar ou refinar os procedimentos técnicos e estratégicos mais adequados a certas tarefas ou situações que vão ser realizadas na competição ou jogo;
Treinamento técnico: seqüência estruturada do exercício que tem por finalidade a aprendizagem, formação, aperfeiçoamento ou refinamento das habilidades motoras específicas da modalidade praticada pelo executante;
Treinamento físico: tipo de treinamento cujo objetivo é desenvolver as capacidades motoras (condicionantes ou coordenativas) necessárias para obter rendimentos elevados, que se faz através de exercícios corporais.
ORGANIZAÇÃO DO TREINAMENTO FÍSICO
O planejamento é o passo inicial para alcançarmos os objetivos esperados. Na elaboração do planejamento devem ser considerados:
Tempo disponível para treinamento;
Elaboração da periodização conforme o calendário das competições;
Situação das condições físicas, técnicas e psicológicas iniciais, avaliadas segundo testes aplicados;
Definição do conteúdo do treinamento;
Definição dos meios de treinamento;
O planejamento clássico deve ser dividido em períodos (Matveiev):
Período Pré-preparatório: período em que serão levantadas todas as variáveis envolvidas no treinamento:
Anteprojeto do treinamento: estudo da competição alvo, disponibilidades dos recursos, elaboração do anteprojeto e mobilização de recursos;
Diagnóstico: exames médicos, levantamento do perfil psicológico e aplicação de testes físicos;
Planejamento:	estabelecer as possíveis linhas de ação dos objetivos intermediários para se chegar ao objetivo final.
Período Preparatório: período onde realizamos treinamentos característicos para desenvolver o Futebol. São divididos em duas fases:
Período Básico: Treinamentos visando à formação de uma boa base, aumentando o lastro fisiológico dos atletas. Será dado maior ênfase à variável VOLUME sem deixar de ser incrementada a variável intensidade;Período Específico: treinamento de caráter específico, onde se procura adquirir a forma para o desporto praticado, cujo objetivo é alcançar o "peak" na competição. A variável INTENSIDADE é de maior importância neste período e o volume é reduzido gradualmente;
Período Competitivo: este é o período onde é disputada a competição alvo. Se as fases anteriores forem bem estruturadas e realizadas, este período é o de maior performance individual e da equipe. Também chamado de período de manutenção, pois as cargas são diminuídas sensivelmente, não desprezando os treinos físicos e controlando e corrigindo os pontos fracos, bem como reforçando os pontos fortes.
Período de transição: período de intervalo entre uma temporada e outra. Fase que se busca a recuperação física e mental dos atletas. São orientados exercícios e práticas esportivas diferentes do Futebol, mas com gestos esportivos parecidos. Volume e intensidade são diminuídos sensivelmente, buscando um repouso ativo sem quebrar a continuidade do treinamento, para que os atletas comecem a temporada seguinte com níveis elevados em relação à temporada recém encerrada.
PRINCÍPIOS DO TREINAMENTO
Princípio da sobrecarga: estipula que as mudanças funcionais no corpo ocorrem somente quando a carga é suficiente para causar uma ativação considerável de energia e mudança plástica nas células relacionadas à síntese de novos tecidos. Podemos considerar como princípios da sobrecarga:
Adaptação:	ligado ao fenômeno do stress ou síndrome de adaptação geral (SAG).É a reação do organismo aos estímulos do treinamento que provocam adaptações ou danos. Podem ser:
- estímulos débeis .............................	não acarretam conseqüências;
- estímulos médios ............................	apenas excitam;
- estímulos fortes ..............................	provocam adaptações;
- estímulos muito fortes ....................	causam danos.
Continuidade: tem a diretriz de que não deve haver interrupções do treinamento em curso, ou quando houver necessidade destas interrupções (período de transição, por exemplo), que estas sejam planejadas e orientadas para que as valências físicas alcançadas não tenham grande queda de performance.
Interdependência volume Intensidade: é a coordenação entre as quantidades (volume) e qualidades (intensidade) do treinamento físico. O treinamento deve sair de uma ênfase no volume de trabalho e chegar até a intensidade de trabalho realizado.
O fator mais importante do princípio da sobrecarga é assimilação compensatória , que é a assimilação de maiores reservas de energias para o trabalho originado da perda inicial destas energias decorrentes do estímulo aplicado através do exercício.
Princípio da Individualidade Biológica: fenômeno que explica a variabilidade entre elementos da mesma espécie. Cada ser humano possui uma estrutura física e psíquica própria, portanto cada atleta tem limites de períodos de performances diferentes que devem ser respeitados na programação do treinamento. Em termos de treinamento esportivo, se optarmos por esta diferenciação em desportos coletivos, a programação será de difícil controle. O trabalho orientado em diversos grupos homogêneos tem facilitado os esquemas dos treinadores.
Princípio da especificidade do treinamento: um treinamento específico tem efeitos específicos sobre o organismo, ou seja, o organismo sempre se adapta de modo específico ao que lhe for oferecido. Se um jogador nadar muito, seu organismo terá efeitos de treinamento adicional, no caso, de natação, e a adaptação específica (o jogo) será perturbada e diminuída.
	PERÍODO PREPARATÓRIO
	
	SUGESTÕES DE SOBRECARGAS DE TREINAMENTO
	Fase Básica
	Fase Específica
	
	No volume (quantidade)
	Na Intensidade (qualidade)
	
	
	
	maiores percursos
maior número de trechos
maior número de repetições
maior duração do trabalho
maior número de séries
aumento do número de estímulos
	maior número de repetições no mesmo volume anterior
menor duração nos intervalos entre os estímulos
menor número de intervalos entre os estímulos
ritmos maiores em parte dos percursos
	 Volume
 Intensidade
	
	
	
PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO
É a divisão planejada do treinamento em períodos que possuem conteúdos específicos, durante um certo tempo. Os períodos têm durações variadas e são relacionados entre si. Pode ser simples, dupla ou tripla caracterizada por um, dois ou três peak no ano sendo um principal na competição mais importante da temporada. A mais comumente usada é a periodização dupla em que podemos ter uma competição de "controle" corri o objetivo de avaliar possíveis erros encontrados durante o treinamento. Para maior controle dos períodos, dividimos em macrociclos, mesociclos, microciclos e unidades de treinamento. Neste caso o período de transição do primeiro ciclo se confunde com a fase básica de treinamento do segundo cicio.
Macrociclo:	seria a periodização de uma temporada completa, pois no treinamento de alto nível devemos ter como objetivo maior um planejamento em longo prazo, tal como um ciclo entre uma olimpíada e outra ou a formação de uma equipe a partir das categorias de base.
Mesociclos:	representam algumas etapas de duração não muito curta. São muito usados para representar isoladamente as fases do período preparatório.
Microciclos: são representativos de divisões semanais ou mensais. Permitem a reflexão sobre os resultados realizados e dão informações precisas para as formulações dos microciclos seguintes.
Unidades de treinamento: ou sessão de treinamento. Estabelece os tipos de treinamento que devem ser realizados diariamente. de acordo com o planejamento desejado para o período. Alguns cuidados devem ser tomados para não prejudicar o treinamento como um todo.
Algumas combinações devem ser evitadas na mesma sessão de treinamento:
	Força máxima	Flexibilidade
	Descontração total	Velocidade
	Resistência aeróbia	RML
	Resistência anaeróbia	Força explosiva
	Resistência anaeróbia	Velocidade
Urna boa seqüência de treinamento pode ser a seguinte:
A primeira qualidade física trabalhada no dia deve ser a mais importante para Futebol, que corresponderá à entrada no ciclo acima. Além da flexibilidade um treino deve comportar no máximo outras duas qualidades físicas.
TREINAMENTO EM CIRCUITO
Objetivo: propiciam o treinamento conjunto das qualidades físicas e qualidades motoras específicas do Futebol. Também podem ser utilizados exercícios para o desenvolvimento das técnicas do Futebol. Portanto, o treinamento em circuito é um importante aliado no desenvolvimento do Futebol, pois sempre que pudermos treinar os fundamentos juntamente com o treino físico, melhor será a automatização dos movimentos no aspecto psicológico a importância do treinamento em circuito reside no fato do atleta sempre estar em contato com os movimentos do Futebol e também com a bola (em alguns tipos de exercícios ou circuitos), dando preferência a estes a ter que, por exemplo, realizar quaisquer tipos de corridas para o desenvolvimento das qualidades físicas. Não podemos, no entanto, deixar de utilizar outros meios de treinamento devido à sua importância específica no planejamento do treinamento (algumas qualidades físicas são melhores desenvolvidas com certos tipos de treinamento).
Meios de se realizar o Treinamento em circuito:
1 - Tempo fixo: o treinamento é realizado com tempo fixo para a execução e repouso de cada estação; 2 - Passagem direta: atletas passam de um exercício para o outro, tendo que realizar um número especifico de repetições para dar prosseguimento no trabalho.
O meio mais comum de treinamento em circuito é o de tempo fixo. Dependendo de como se dispõe tempo de execução e tempo de repouso, uma qualidade física é mais desenvolvida.Normalmente se trabalha com tempos completos de 60 segundos para uma estação (um exercício e um repouso).
	Qualidade Física
	Esforço
	Repouso
	Tipos de exercícios
	Exemplos de exercícios
	Resistência aeróbia
	40 s
	20 s
	Exercícios de intensidade moderada
	Deslocamentos, laterais, corrida continua
	Resistência anaeróbia
	20 s
	40 s
	Exercícios de intensidade alta
	Suicídio, burpee test, saltos laterais
	Velocidade
	15 s
	45 s
	Exercícios típicos de velocidade
	Sprints, skipping, 3 faixas
	RML
	30 s
	30 s
	Exercícios localizados
	Abdominais, dorsais, flexão de cotovelo
Orientações:
Exercícios podem ser feitos individualmente ou em duplas, o que é mais recomendado para exercícios técnicos;
O circuito deve ser disposto em 10 estações, que é mais facilmente controlado;
Com no mínimo duas voltas, o tempo total seria ideal para treinar, em qualquer tipo de circuito, a qualidade básica do Futebol de resistência aeróbia;
Em todos os movimentos são exigidas as perfeições técnicas, principalmente quando são colocados exercícios com bola;
Durante todo o circuito o professor deve incentivar a execução dos movimentos, pois primeiramente se alcança o stress psicológico que o físico;
Antes de quaisquer treinamentos, bem corno o de circuito, devemos realizar um bom aquecimento e alongamentos.
MÉTODOS E MEIOS DE TREINAMENTO
	Qualidades
	Métodos
	Meios
	Resistência
	Contínuo
	Corrida Contínua
Fartlek
Cross Training
	
	Intervalado
	Interval Training Lento
Interval Training Rápido
Interval Training Fracionado
Circuitos
	Força
	Máxima
	
	Treinamentos com aparelhos (sala de musculação)
	
	Hipertrofia
	
	
	
	RML
	Localizados
	
	
	Potência
	Pliométricos
	
	Velocidade
	Sprints
	Tiros de velocidade
Treinamento de reação
	Flexibilidade
	FNP
	3 S
	
	Alongamentos
	Ativo
Passivo
PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO DE FORÇA
CATEGORIAS:
Infantil: (14-15)	(Coordenativo + Corretivo)(predominantemente)
Juvenil: (16-17)	(Resistência + Hipertrofia)(predominantemente)
Júnior: (18 a 20)	(Resistência + Força/Hipertrofia + Potência)
Profissional: 		(Resistência + Força/Hipertrofia + Potência)
MACROCICLOS:
Básico 	Pré-Temporada (40 a 80%) Resistência/Força
Básico/Específico 	Fortalecimento (60 a 80%) Força/Potência
Específico/Competitivo 	Manutenção (50 a 70%) Potência/Manutenção
Todos 			Reabilitação (40 a 90%) de Funcional a Força 
EXEMPLO DE PERIODIZAÇÃO SIMPLES
EXEMPLO DE PERIODIZAÇÃO DUPLA
EXEMPLOS DE MICROCILCOS SEMANAIS
	Aumento da carga
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	2a
	3a
	4a
	5a
	6a
	S
	D
	
	2a
	3a
	4a
	5a
	6a
	S
	D
	
	2a
	3a
	4a
	5a
	6a
	S
	D
	
	Ciclo proposto por Boiko
	
	Ciclo proposto por Matveiev
	
	Ciclo proposto por Ozolin
Capacidades Psíquicas e Aspectos Sócio-Culturais do Futebol
Aula - 15
AULA - 15
CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS DO DESENVOLVIMENTO INFANTIL
	Idade
	Característica
	4 anos
	Sem controle sobre a unilateralidade; interesse por atividades como correr, saltar, trepar; menor capacidade de concentração; facilidade de executar movimentos amplos; equilíbrio em desenvolvimento.
	5 anos
	Melhor compreensão em relação ao espaço e tempo; lateralidade bem definida; melhor equilíbrio estático
	6 anos
	Insegurança com relação a ambientes desconhecidos; facilidade de participar de atividades com um companheiro; maior capacidade de concentração; melhor compreensão de informações verbais; maior domínio sobre as extremidades; capaz de executar ações motoras de baixa complexidade.
	7 anos
	Melhor noção de tempo e espaço; equilíbrio em geral mais estruturado; mais reflexivo; domínio sobre a lateralidade.
	8 anos
	Facilidade em atividades em grupos; facilidade de expressão; capaz de executar atividades em ritmos acelerados; gosta de atividades que envolvam força, agilidade, velocidade e destreza; não gosta de cobranças (instabilidade emocional).
	9 anos
	Persistência nos exercícios de habilidade; desenvoltura em atividades complexas; senso crítico; interesses subordinados ao grupo à que pertence; domínio sobre o corpo
	10 anos
	Melhor noção de tempo e espaço; maior interesse por atividades que envolvam competição.
	11 e 12 anos
	Idade de transição; senso crítico aguçado; ações motoras de alto grau de complexidade
Conteúdos do Treinamento Ordenados em Diferentes Níveis de Desenvolvimento ( Martin- 1980)
	- Maior quantidade de experiências Motoras (Jogo de descoberta);
- Educação motora variada;
- Combinações, jogos com saltos, equilíbrio;
- Iniciação das técnicas básicas;
	- Idem;
- Movimento no ar livre;
- Aprimoramento das técnicas básicas;
- Tarefas para aprimorar as capacidades motoras (força + velocidade);
- Jogo;
- Iniciação técnica em esportes;
	- Decisão por dois esportes;
- Desenvolvimento da técnica e da coordenação;
- Aumento das exigências das capacidades motoras;
	- Desenvolvimento da individualidade e da independência;
- Amplo desenvolvimento das capacidades coordenativas;
- Aumento das cargas;
- Estabilização das técnicas;
	- Quase totalmente capacitado para treinar as capacidades coordenativas e motoras no máximo das potencialidades;
- Aparecimentos de conflitos sociais e pedagógicos;
	 5 6 7 8 9 10 11 12	 13 14 15 16 17 18...
IDADE
	 Pré-escola	 Primário		Escola			 2o Grau	
			 (1a a 4a série)		(5a a 8a série)
		
Idade infantil			I Fase da II Fase da			Início do treinamento
				Puberdade Puberdade			de Alto Nível
Algumas qualidades necessárias aos comandantes (Professores, Técnicos, etc):
	
	-Capacidade de comando, liderança e aglutinação
	-Franqueza
	-Honestidade
	-Empatia e sensibilidade
	-Carisma
	-Capacidade de observação e análise
	-Inteligência e rapidez de raciocínio
	-Capacidade de planejamento e organização
	-Capacidade de comunicação
	-Conhecimento técnico
	-Constante aperfeiçoamento e atualização de conhecimentos científicos
Problemática do Futebol (artigo)
I – INTRODUÇÃO
No Brasil, o futebol é a grande paixão nacional e mobiliza milhares de torcedores aos estádios e na frente de televisores, sempre foi considerado um esporte para homens. Talvez pela sua rigidez ou pela força, a mulher que jogava era logo estigmatizada como qualquer pessoa que fizesse algo que ia contra a sociedade ou a opinião da maioria. Não é natural mulheres jogando futebol. Quem é estigmatizada, não tem apoio.
Nem mesmo o sucesso das meninas nas Olimpíadas, nem a proliferação de escolinhas, principalmente na praia, fizeram com que o apoio, tanto de mídia quanto de empresas patrocinadoras, crescesse esse esporte. Quantos jogos de futebol feminino são televisionados ao vivo pela televisão convencional ou até mesmo por rádio? Em noticiários, quantas vezes falam em futebol feminino? E na mídia impressa? Quantas reportagens têm falando sobre esse lado do futebol, o esporte mais adorado do país?
Essa falta de apoio prejudica o desenvolvimento e o crescimento. Em desenvolvimento porque não há um treinamento e uma dedicação adequada (precisa-se viver só do futebol para se ter uma melhor dedicação e isso não acontece no futebol feminino por causa da falta de patrocínio). E prejudica o crescimento, pois a maioria dos pais não quer ver suas filhas jogandofutebol, por acharem masculino demais, procurando assim outro esporte para a prática desportiva da menina.
Essa representação (de masculinização) faz com que a sociedade estigmatize a menina que joga futebol de “sapatão”. Será que os pais querem que as suas filhas fiquem com esse estigma? É claro que não. E pouquíssimos tem a visão de que o futebol é um esporte, que vai proporcionar para a criança uma gama de experiências motoras, como outro qualquer.
As mulheres nunca jogarão como os homens. Suas características fisiológicas e estruturais são diferentes. E a compreensão e rigidez tática e técnica que os homens tem as mulheres não tem, justamente porque não tem uma consciência dentro de quadra / campo que os meninos tem desde criança por jogarem futebol todos os dias nas diversas quadras espalhadas nas ruas.
Pretendo investigar as barreiras que a mulher enfrenta para a prática do futebol feminino, sejam elas sociais, culturais, econômicas ou política.
II – PROBLEMA 
Logo levanto como problemas para esta investigação, quais as barreiras que a mulher vem enfrentando para superar o estigma do preconceito no futebol?
III - HIPÓTESES 
A falta de apoio tanto de patrocinadores, que se disponham a tornar o esporte totalmente profissional, tanto o clube em ceder o seu espaço e tempo impede o crescimento e desenvolvimento do futebol feminino?
As representações que sempre surgem em volta da mulher que joga futebol ou os apelidos (Ana Machadão, Mulher Macho, Sapata e etc.) fazem com que crianças não tenham incentivo, principalmente dos pais, para a iniciação? 
Será que o desinteresse da mídia em divulgar o futebol feminino deve-se ao desinteresse do público por já está acostumado ao jogo masculino, muito mais rápido e preciso?
O apoio dos pais incentivando a menina em escolinhas de futebol facilita o aparecimento de novas “craques”?
IV – OBJETIVOS
Pretende-se com este estudo, identificar e analisar os obstáculos que a mulher como praticante de futebol tem de ultrapassar. Obstáculos sociais, que vão desde o questionamento sobre a sexualidade da mulher ao rótulo dessas mulheres socialmente. E obstáculos econômicos que é uma praticante conseguir sobreviver apenas do futebol, como os homens.
Demonstrar também que a mulher se tivesse uma iniciação (aprendizado de fundamentos) tão completa e rica como a do homem, poderia se aproximar mais da técnica e da precisão do jogo masculino.
Saber a influência da mídia em relação ao futebol feminino, se ela ajuda ou atrapalha, se ela apóia e etc.
V - JUSTIFICATIVA DO ESTUDO / RELEVÂNCIA DO ESTUDO 
Revelar as barreiras que as mulheres / meninas enfrentam para a prática do futebol, facilitando cada vez mais o acesso a essa área, alem de elucidar a discussão na sociedade que o futebol pode ser praticado por mulheres.
Incentivar cada vez mais a prática precoce desse esporte, para que as meninas tenham as mesma experiências que os meninos, aprendendo assim os segredos do futebol.
Mostrar que o futebol feminino é um mercado a ser explorado por profissionais de educação física, tanto no que se diz respeito a iniciação, com escolinhas desportivas, quanto no treinamento de times adolescentes e adultos e revelar as diferenças entre o futebol feminino e masculino, compreendendo assim porque o jogo é tão diferente e porque as barreiras são tão difíceis de serem superadas pelas praticantes desse esporte.
VI – METODOLOGIA
Esta pesquisa tem duas fases: Uma fase é um levantamento bibliográfico e a outra fase é de entrevistas com pessoas que tem experiência no futebol feminino, sendo divididas entre profissionais e praticantes.
O levantamento bibliográfico constituiu em uma procura de livros e trabalhos relacionados ao futebol de um modo geral, com explicações sobre a importância de fundamentos bem ensinados e praticados, influência dos patrocinadores e da mídia para o crescimento do futebol feminino. Foi procurado ainda alguns trabalhos e livros que esclarecesse a diferença entre homens e mulheres e saber se essas diferenças influenciam no jogo de futebol dentro de campo. Além disso, foi pesquisado o papel e as características da mulher na sociedade e a história dela no esporte em geral, para entender e confirmar se as barreiras a serem superadas são apenas do futebol ou já aconteceu com outros esportes.
Contei ainda com ajuda de pessoas que trabalham com o futebol feminino que forneceram materiais que não foram publicados ou que foram publicados por revistas de pequena circulação, como é o caso da Revista Bem – Forte.
Na entrevista, procurou-se trazer a opinião e a visão tanto dos profissionais e quanto de praticantes do futebol feminino quanto as barreiras levantadas com a bibliografia e assim confirmar ou contestar as afirmações feitas. Procurou-se levantar com as entrevistas aspectos que influenciam o futebol feminino como: mídia, patrocinador, iniciação tardia, pais, espaço físico e etc.
Assim sendo, todas as respostas serão levadas em consideração e colocadas em um quadro onde facilitará a visão dos resultados obtidos.
As populações a ser considerada foram praticantes de futebol feminino no Município do Rio de Janeiro.
A população é de 23 praticantes de Futebol no Município do Rio de Janeiro, sendo amadoras ou profissionais.
VII - RESULTADO DO ESTUDO
O futebol não é um esporte para homens e não só as praticantes sabem disso. A família, que entra como grande incentivadora também está consciente (se julgarmos pelo incentivo que dá as praticantes) que o futebol pode sim ser jogado por mulheres. E não é só a família que incentiva. Amigos, namorados e treinadores também entram nessa lista de incentivo e mostra que nós, professores, temos uma influência em cima dessas meninas. Porque então não ajudar nessa iniciação feminina ao futebol?
Esse esporte faz bem para as meninas. Elas procuram espaços para as práticas, procuram apoio e reclamam que a mídia poderia ajudar mais na divulgação de campeonatos que ocorrem no nosso estado. Divulgação que as façam lembrarem e terem com ídolos jogadoras de futebol e não jogador de futebol. Divulgação que mostrem que as diferenças enumeradas por elas não são por falta de prática não. As mulheres são mais lentas e menos fortes que os homens. E é por isso que o jogo é diferente. Nada de técnica ou tática. São diferenças que a anatomia e fisiologia humana explicam, não quem é melhor ou pior.
Quem me garante que se não houvesse toda uma história de exclusão da mulher no esporte, hoje em dia não seria o futebol um esporte leve que seria praticado melhor por mulheres já que elas não são violentas quantos os homens.
Os pais já estão incentivando, não, a maioria não sofre mais preconceito que sofriam antes. As mulheres estão vencendo as barreiras. Talvez se a houvesse um maior entendimento, um maior esclarecimento, essas barreiras diminuam. É esse o propósito desse estudo. Esclarecer as barreiras enfrentadas é fundamental para que essas sejam mais facilmente vencidas.
O NÍVEL SÓCIO-ECONÔMICO E CULTURAL DO ATLETA DE FUTEBOL BRASILEIRO
De tempos em tempos ouvimos histórias de jogadores de futebol que foram famosos, ganharam muitos títulos e muito dinheiro, mas que estão hoje em sérias dificuldades financeiras. O perfil do atleta de futebol brasileiro, com raras exceções não foge à regra: menino pobre que cresceu jogando bola, vidrado em futebol, tendo como ideal ser um dia um jogador profissional famoso e rico. Esta é muitas vezes a única possibilidade que se vislumbra para tentar alcançar uma ascensão social. 	
Ocorre que, estes garotos que vão tentar a sorte no futebol, em sua grande maioria, deixam os estudos indo se dedicar apenas aos testes, “peneiras”, e treinamentos nos clubes de futebol. Numa concorrência extremamente acirrada em busca de uma vaga no grande clube, competindo com outros meninos vindos de todas as partes do país, deixando família, estudos, amigos, etc. aqueles que chegam a alcançar a categoria profissional no grandeclube, podem muitas vezes não estar preparados para a possível fama, sucesso e dinheiro repentinos, caindo nas tentações e prazeres não condizentes com a vida de um atleta profissional, o qual depende inteiramente do seu bom estado físico e mental, o que só é possível respeitando-se a tríade: TREINAMENTO + ALIMENTAÇÃO + REPOUSO ADEQUADOS.
Geralmente, estes jovens são muito assediados e muitas vezes não conseguem resistir caindo nas armadilhas das noitadas, bebida, mulheres, falsos amigos, aproveitadores, golpistas, carrões, jóias, roupas de grife, etc. Fazem maus casamentos com as chamadas “Marias Chuteiras” e, quando deveriam, por volta dos 35 anos, estar encerrando a carreira com um bom patrimônio e uma boa condição financeira, estão na verdade vivendo a realidade de que gastaram tudo, que o seu futebol já não é mais o mesmo, que estão jogando em clubes de pouca expressão, com baixos salários, famílias desfeitas, sem os estudos ou a formação necessária para uma nova ocupação, a um passo de caírem nas drogas e no alcoolismo e esperando na caridade de ex-colegas que se deram bem ou dos clubes onde viveram dias de glórias. 
Esta realidade tem mudado um pouco de alguns anos para cá, o nível geral de informação e conscientização dos atletas já melhorou muito, hoje os grandes atletas são assessorados por empresários, procuradores, assessores de imprensa, etc. Muitos já se preocupam em estudar, se preparando para o dia em que encerrarem suas carreiras. No entanto, sempre vão continuar a surgir os deslumbrados, os “cabeças de vento” que se cansaram de tanto ouvir conselhos dos mais prudentes e experientes, conselhos que “entraram por um ouvido e saíram pelo outro”, para escreverem algumas das mais tristes histórias do futebol. 
Deve-se lembrar também da situação real da maioria esmagadora dos atletas: aqueles que jogam nas diversas divisões e seus respectivos campeonatos pelo país afora: clubes pequenos, sem estrutura, salários miseráveis (isto quando são pagos), times montados temporariamente, etc. São os “ciganos” do futebol que tem neste meio, quando muito, apenas o básico para a sobrevivência perseguindo sempre a ilusão de que um dia as coisa podem mudar e se tornarão como os grandes astros dos grandes clubes do futebol mundial. 
 Prof. Francisco Adolfo Ferreira.
O Treinamento Físico
Aulas – 16 e 17
AULAS – 16 e 17
O Futebol é uma forma de exercício fisicamente exigente, na qual uma situação de jogo é desempenhada durante um período de tempo prolongado. Para minimizar os efeitos negativos que a fadiga provocará no desempenho, uma parte importante de qualquer programa de treinamento para o futebol é o treino de performance. Isso se aplica tanto a um jogador profissional que treina uma ou duas vezes por dia, quanto para um atleta amador que treina uma ou duas vezes por semana.
	Planejar um programa de treinamento para um time de futebol é uma tarefa extremamente desafiadora. Além do treinamento dos aspectos técnicos e táticos do jogo, o nível de condicionamento dos jogadores deve ser aumentado e mantido em altos níveis. Em alguns clubes já existe uma ênfase, em todos os níveis do jogo, em desempenhar o máximo possível do treinamento do condicionamento empregando treinos com bola.
	O futebol é entretanto, um tipo de exercício intermitente onde períodos curtos de alta intensidade são entremeados com períodos mais longos de recuperação ativa ou passiva. Nesse tipo de exercício não é possível monitorar a intensidade do exercício da mesma forma como fazemos com exercício sem bola (por exemplo: corrida, ciclismo ou natação) onde o tempo para cobrir uma distância fixa pode ser facilmente registrado.
	O padrão de movimento de um jogador de futebol (as referências são feitas para qualquer jogador , exceto o goleiro) durante o jogo são influenciadas por numerosas variáveis, tais como o nível de treinamento do jogador, o nível da competição, exigências táticas impostas ao jogador ou ao time como um todo, a tática do time adversário, o resultado do jogo, condições ambientais, etc.
	Em termos gerais, este tipo de exercício intermitente é caracterizado por períodos muito curtos (em média menos que 5 segundos) de exercício de alta intensidade randomicamente entremeados com períodos mais longos de recuperação ativa (caminhada) ou passiva (ficar de pé, parado). Este padrão: exercício intermitente de alta intensidade é o que caracteriza a maioria dos esportes com bola e com raquete, tas como: hóquei, voleibol, basquetebol, handebol, rugby, futebol americano, tênis, squash e badminton. 
	Tem sido observado que durante um jogo de 90 minutos, independente do nível da competição, períodos de recuperação (ficar em pé ou caminhar) para um jogador correspondem a bem mais da metade do tempo total do jogo. Apesar disso, um jogador masculino sênior de nível elite, vai cobrir, em média, mais de 10 Km de distância durante um jogo, com um limite superior em trono de 14 Km, a velocidades variadas desde caminhado até sprint.
	Estatísticas tem mostrado que o tempo total de exercício em alta intensidade, definida como corrida em alta velocidade ou sprint durante um jogo, refere-se apenas a uma pequena proporção do tempo total do jogo. Tais períodos são, entretanto, instrumentos para determinação do caminho da bola e conseqüentemente o resultado final do jogo. A duração do sprint raramente excede 5 segundos e, além de uma fase de aceleração, geralmente inclui uma fase de desaceleração repentina com mudança de direção. O sprint em média dura 3 segundos e corresponde a uma distância entre 15 e 20 metros.
	O futebol é uma forma de exercício muito exigente e extenuante fisicamente. Além de cobrir distâncias maiores que 10 Km em velocidade variadas, outras etividades que consomem energia incluem: tomada de bola, pular e chutar. 
	Durante um jogo de 90 minutos podemos esperar que as demandas aeróbias alcancem uma média de 70 a 80 % do consumo máximo de oxigênio, apesar de que o jogador estará em alguma forma de atividade de recuperação (por exemplo: parado em pé ou caminhando) por bem mais que a metade do tempo de jogo.
	Quando se joga futebol, grandes quantidades de energia são produzidas de forma alternada tanto pela via aeróbia quanto pela anaeróbia. 
DE UM PONTO DE VISTA PURAMENTE QUANTITATIVO, A MAIOR PARTE DA ENERGIA NECESSÁRIA AO JOGO DE FUTEBOL PE PRODUZIDA POR VIA AERÓBIA. 
Não é possível estimar a demanda anaeróbia de joga futebol baseado em mediadas fisiológicas. O aumento nas concentrações de lactato no sangue, acima dos níveis de repouso, pode ser usado para indicar que a energia foi produzida anaerobiamente , através da quebra do glicogênio, a partir da formação resultante de ácido lático, mas não pode ser usada para quantificar a demanda de energia . Na média, os valores do lactato no sangue são de 5 a 10 vezes maiores durante um jogo do que em repouso. Entretanto, isso está sujeito a grandes variações individuais e à freqüência de amostragem.
DE UM PONTO DE VISTA PURAMENTE QUANTITATIVO, A PRODUÇÃO DE ENERGIA ANAERÓBIA CORRESPONDE A APENAS UMA PARTE MENOR, MAS SIGNIFICATIVA, DO TOTAL DE PRODUÇÃO DE ENERGIA DURANTE UM JOGO. 
O QUE É DESEMPENHO ESPECÍFICO NO FUTEBOL?
DE UM PONTO DE VISTA PURAMENTE FÍSICO, O DESEMPENHO ESPECIFICO NO FUTEBOL PODE SER DEFINIDO COMO: “A CAPACIDADE DE DESEMPENHAR MOVIMENTOS REPETIDOS DE CURTA DURAÇÃO E ALTA INTENSIDADE, ENTREMEADOS RANDOMICAMENTE COM PERÍODOS DE MOVIMENTOS DE MENOR INTENSIDADE E REPOUSO, AO LONGO DE UM PERÍODO PROLONGADO DE TEMPO”.
	Além de influenciar a taxa geral de trabalho durante um jogo, a capacidade de desempenho específica de um determinado jogador de futebol pode também influenciar seu desempenho técnico e concentração mental.
O TREINAMENTO DO DESEMPENHO ESPECÍFICO NO FUTEBOL
“A HABILIDADE DE UM JOGADOR DE FUTEBOL EM MANTER UMA ALTA TAXA DE TRABALHO DURANTE UM JOGO DE 90 MINUTOS PODE SER MANTIDAE APERFEIÇOADA COM O TREINAMENTO DE DESEMPENHO”
	O objetivo do treinamento especifico para o desempenho do futebol é: 
-Minimizar o tempo necessário para um jogador se recuperar entre exercícios com movimentos de alta intensidade e, conseqüentemente, aumentar a capacidade de desempenho de tais movimentos de exercício mais freqüentemente ao longo do jogo.
-Reduzir os efeitos negativos da fadiga no desempenho geral, especialmente, próximo ao final do jogo.
	Em termos gerais, é recomendado que, seja qual for o nível do jogo, a maior parte do treinamento para desempenho de um jogador de futebol inclua movimentos curtos e repetidos (menos que 10 segundos) em alta intensidade, preferencialmente com uma bola (por exemplo, na forma de pequenos jogos). Isso é muito diferente do treinamento de desempenho por atletas de profissionais, o qual consiste principalmente em períodos prolongados de exercício contínuo (aeróbios), os quais estão treinando para cobrir uma certa distância no menor tempo possível, por exemplo: ciclistas, corredores, nadadores, etc.
“PEQUENOS JOGOS É A TÉCNICA APLICÁVEL AO TREINAMENTO NO DESPORTO COLETIVO, ONDE O USO DE QUADRAS OU CAMPOS DE FORMATO REDUZIDO COMBINADO COM O NÚMERO MENOR DE JOGADORES E TÉCNICAS ESPECIAIS, É EMPREGADO PARA OBTER MELHORES NÍVEIS DE CONDICIONAMENTO E CAPACIDADE TÉCNICA COM BOLA”. 
As adaptações fisiológicas que acontecem no treinamento de resistência podem ser divididas em adaptações centrais (por exemplo: sistema de transporte de oxigênio) e periféricas (músculos locais). O efeito combinado destas adaptações é que mais oxigênio é entregue e utilizado pelos músculos em atividade. 
 	O sistema de transporte de oxigênio que consiste no coração, pulmões e sangue é responsável pela entrega do oxigênio aos músculos ativos. A quantidade de oxigênio entregue aos músculos ativos é determinada pela quantidade de sangue bombeado pelo coração (por exemplo: produto cardíaco) e pela capacidade deste sangue em transportar o oxigênio. Tanto o produto cardíaco quanto a capacidade do sangue em transportar oxigênio podem ser mantidas e aperfeiçoadas pelo treinamento de desempenho. Deve-se observar que as adaptações no sistema de transporte de oxigênio são comuns em todas as formas de treinamento do desempenho. 
	As adaptações musculares locais que ocorrem no treino de resistência influenciam a capacidade dos músculos utilizarem oxigênio. Em contraste com as adaptações centrais que ocorrem no mesmo tipo de treinamento, que foram previamente mencionados como comuns a todos os tipos de treinamento de resistência, as adaptações musculares locais são específicas para o tipo de exercício desempenhado (o padrão de movimento do exercício determina o padrão de recrutamento de fibras de reação lenta e rápida dos músculos ativos. Por exemplo, durante a corrida contínua a uma intensidade moderada de exercício, apenas as fibras de reação lenta são predominantemente ativadas. É durante os exercícios de alta intensidade que as fibras de reação rápida são recrutadas.
 
“AS ADAPTAÇÕES MUSCULARES LOCAIS QUE ESTÃO ASSOCIADAS COM O TREINAMENTO NA FORMA DE EXERCÍCIOS DE LONGA DURAÇÃO E INTENSIDADE MODERADA ESTÃO, EM SUA MAIORIA, EM CONFLITO COM AS ADAPTAÇÕES QUE SÃO ÓTIMAS PARA APERFEIÇOAR A CAPACIDADE DE RESISTÊNCIA ESPECIFICA DO FUTEBOL”. 
Treinar por longos períodos de tempo com exercícios contínuos, onde predominantemente fibras de reação lenta são recrutadas, vai inevitavelmente afetar o desempenho explosivo do músculo. Por exemplo, a habilidade de acelerar (que é de vital importância para o jogador de futebol) estará restringida. Em conseqüência, é importante que as adaptações musculares locais que ocorrem como resultado do treinamento de desempenho não apenas aperfeiçoem de forma otimizada o desempenho específico do futebol mas, não menos importante, não restrinjam de qualquer forma o potencial de desempenhar exercícios de alta intensidade.
 	Então porque nos dias de hoje uma grande parte do treinamento para desempenho da maioria dos jogadores de futebol de todos os níveis consiste em prolongados períodos de exercício contínuo, por exemplo, correndo sem a bola?
“DUAS DA RAZOES MAIS ÓBVIAS SÃO A TRADIÇÃO E A SIMPLICIDADE”.
	Para ser capaz de treinar efetivamente empregando sprints de curta duração e alta intensidade, os treinadores e jogadores precisam ter respostas em relação à intensidade do exercício. A medição da freqüência cardíaca provê tais respostas. 
	Esse tipo de resposta pode ser útil de muitas maneiras diferentes, por exemplo pode ser usada para: 
Assegurar que os jogadores estão trabalhando dentro ou acima de uma determinada zona de intensidade de exercício durante o treinamento de desempenho com bola. A oportunidade existe para um treinador objetivamente monitorar e até controlar (pelo ajuste de zonas alvo de freqüência cardíaca) a carga de trabalho de todos os jogadores durante um pequeno jogo.
Ajudar a determinar ou controlar a intensidade do exercício em atividades não especificas do condicionamento, por exemplo, treinos técnicos e táticos, jogadas ensaiadas. Isso pode envolver assegurar que os jogadores não estejam trabalhando acima de uma certa freqüência cardíaca, por exemplo durante uma sessão mais leve no dia anterior ou após um jogo. 
Dr. Paul D. Balson
O TREINAMENTO DE FORÇA NO FUTEBOL
FORÇA:
A FORÇA muscular é o “alicerce” que torna possível a aplicação e o desenvolvimento da potência (F x V) e o aprimoramento da velocidade de movimentos de acordo com o seu potencial hereditário.
Ambas são valências físicas fundamentais no futebol profissional de alto rendimento moderno.
O FUTEBOL ATUAL
= Dinâmica
= Competitividade
= Uma verdadeira “Guerra”
FORMA FÍSICA - TÉCNICA IDEAL
= Vitórias
= Títulos
= Fama e Prestígio
= Retorno Financeiro
FATORES PREPONDERANTES
I) Técnica
II) Capacidades físicas:
Destaque para o fator velocidade:
-Considerada cada vez mais como o pré-requisito mais importante na seleção de atletas desde as categorias de base
-É o que tem feito a diferença em termos físicos. Determinante p/ o sucesso (vitórias) nos jogos e conseqüentemente,nas competições.
III) Capacidades psíquicas
IV) Porte físico
V) Idade
LIMITES DA ADAPTAÇÃO HUMANA
R
esistência Geral Aeróbica Dinâmica:
Expressa pela absorção máxima de oxigênio – pode ser aumentada
em cerca de 40%
Resistência Local Aeróbica Dinâmica:
Representa o componente condicionado do desempenho humano – pode melhorar entre 100%, até mais de 1000%
F
orça:
No sentido de força máxima - pode ser melhorada em aproximadamente 40% em comparação ao nível inicial.
V
elocidade:
Mostra o determinante genético mais forte de todos os fatores físicos do desempenho e só pode ser aumentado de 15 a 20%, em alguns casos, até menos.
C
apacidades de Coordenação:
Pertencem, desde que haja uma aprendizagem em tempo hábil, certamente às formas de exigência motora mais treináveis.
PRINCÍPIOS CIENTÍFICOS DO TREINAMENTO:
1)Volume de Treino = Quantidade
2)Intensidade do Treino = “Qualidade”
3)Recuperação = Repouso adequado + Alimentação adequada = SUPERCOMPENSAÇÃO
Treino
Recuperação (Supercompensação)
Adaptação
Progressão de cargas
Condicionamento
Competição
Sucesso
Prof. Francisco Adolfo Ferreira
	IMPORTÂNCIA da CAPACIDADE 
	ANAERÓBIA no FUTEBOL
	
	I) Assegura uma base para realização dos padrões de movimentos
	típicos do jogo (mudanças de direção, acelerações, dribles).
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	II) Assimilação das sobrecargas intermitentes e repetitivas
	
	de corridas e acelerações
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	III) Melhor capacidade de resistir às mudanças de velocidade
	e poder acompanhar o alto ritmo de jogo.
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	WEINECK 1992�� EMBED Excel.Chart.8 \s �� EMBED Excel.Chart.8 \s 
	PADRÃO DE MOVIMENTO DE UM JOGADOR DE ALTO NÍVEL
	DURANTE UM PERÍODO DE 10' EM UM JOGO REAL
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	CADA CAIXA COLORIDA REPRESENTA O INTERVALO DE 1"
	
	E CADA LINHA REPRESENTA 1' 
	
	Martin Dahlin (Suécia)
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Caminhar / Ficar em Pé
	Trotar - Baixa Veloc.
	Correr - Alta Veloc.
	Sprint - Veloc. Máxima
	Posse de Bola
	
	
	Tempo / Min
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
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	Tempo / Seg
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	364"
	 
	60,6%
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	184"
	 
	30,6%
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	37"
	 
	6,1%
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	9"
	 
	1,5%
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	6"
	 
	1,0%
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	600"
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Prof Francisco A Ferreira
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
Dr. Paul D. Balson
	Perfil Motor no Futebol
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Baseado em observações sobre jogadores 
	de elite da Dinamarca, conclui-se que:
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Jogadores de elite caminham ou ficam parados por mais da metade 
	do tempo de jogo
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Apesar dos jogadores percorrerem distância maior no 1o tempo 
	do que no 2o, à distância percorrida em alta intensidade é a mesma. 
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Jogadores de elite desempenham mais atividades de alta intensidade
	do que jogadores que não são elite
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Meio-campistas fazem mais atividades de baixa intensidade do que 
	atacantes e defensores, mas o total de atividades de alta intensidade. 
	é o mesmo para os 3 grupos
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Alguns jogadores não utilizam totalmente sua capacidade física 
	 durante o jogo
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Prof. Francisco Adolfo Ferreira
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	FUTEBOL
	
	
	
	ESTATÍSTICAS DAS LESÕES NO FUTEBOL
	DE ROSE - (Brasil) *dados coletados durante 8 anos
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	CONTUSÕES
	52%
	
	
	
	
	
	
	
	
	LESÕES MUSCULARES
	29%
	
	
	
	
	
	
	
	
	ENTORSES
	18%
	
	
	
	
	
	
	
	
	FRATURAS
	1%
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	MMII
	85%
	
	
	
	
	
	
	
	
	MMSS/TRONCO/CABEÇA
	15%COXA
	34%
	
	
	
	
	
	
	
	
	JOELHO
	15%
	
	
	
	
	
	
	
	
	PERNA
	20%
	
	
	
	
	
	
	
	
	TORNOZELO
	17%
	
	
	
	
	
	
	
	
	
PÉ
	11%
	
	
	
	
	
	
	
	
	R. INGUINAL
	3%
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	FATORES PREDISPONENTES aos PROBLEMAS FÍSICOS no FUTEBOL
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	1 
	- Baixo nível de condicionamento físico
	
	
	
	
	2
	- Fraqueza muscular 
	
	
	
	
	
	
	3
	- Déficits musculares
	
	
	
	
	
	
	4
	- Desequilíbrios musculares
	
	
	
	
	
	5
	- Déficits de flexibilidade (encurtamentos; baixa ADM). 
	
	
	6
	- Alterações biomecânicas
	
	
	
	
	
	7
	- Má formação psicomotora (imperfeição do gesto técnico)
	
	8
	- Over-training (stress físico; fadiga; acidose).
	
	
	
	9
	- Repouso inadequado ou insuficiente
	
	
	
	
	10
	- Desnutrição e/ou maus hábitos alimentares
	
	
	
	11
	- Stress ambiental (frio; calor ou umidade excessivos).
	
	
	12
	- Chuva
	
	
	
	
	
	
	
	
	13
	- Baixa umidade relativa do ar
	
	
	
	
	
	14
	- Desidratação
	
	
	
	
	
	
	
	15
	- Campos inadequados
	
	
	
	
	
	
	16
	- Equipamentos inadequados (chuteiras, caneleiras, etc.).
	
	
	17
	- Stress psicológico
	
	
	
	
	
	
	18
	- História pregressa
	
	
	
	
	
	
	19
	- Histórico familiar
	
	
	
	
	
	
	20
	- Biótipo e individualidade biológica
	
	
	
	
	21
	- Idade e/ou grau de maturidade biológica 
	
	
	
	22
	- Sexo (período menstrual)
	
	
	
	
	
	23
	- Deficiência visual não detectada
	
	
	
	
	24
	- Focos dentários (?).
	
	
	
	
	
	
	25
	- Doenças infcto-contagiosas
	
	
	
	
	
	26
	- O jogo em si (contato e choques físicos)
	
Prof. Francisco Adolfo Ferreira
Prova AV-2
Aula - 18
Controle e Regulação do Treinamento
Aula - 19
AULA – 19
AVALIAÇÕES DAS QUALIDADES FÍSICAS
	Qualidade
	Teste
	Resistência Aeróbia
	- Corrida de 3200 m - Cicloergômetro
- Corrida de 2400 m - Esteira ergométrica
- Teste de Cooper - Limiar do lactato
- Margaria - Conconi 
- 1.000m (tempo; fc máx e lactato máx.)
	Resistência Anaeróbia
	Wingate
Corrida de 40 segundos (Matsudo)
	Velocidade
	Velocidade lançada
Velocidade 20m, 30m e 50 m
	Flexibilidade
	Flexiteste
Alcance máximo
	Força
	Teste de carga máxima (1RM)
Teste Isocinético: (força, potência e fadiga muscular)
	Resistência Muscular Localizada (RML)
	- Teste de repetições máximas
	Potência
	Counter movement jump test
Impulsão horizontal
Arremesso de medicine ball
Salto lateral
	Agilidade
	Shuttle Run
Burpee test
Teste das 3 faixas
	Antropometria
	Medidas corporais
Percentual de gordura corporal
OUTROS EXAMES:
EXAMES MÉDICOS:
LABORATORIAIS: SANGUE; FEZES; URINA
EXAME DE VISTA 
ERGOMÉTRICO / CARDIOLÓGICO
AVALIAÇÃO NUTRICIONAL
AVALIAÇÃO FISIOTERÁPICA
Visita Técnica
Aula - 20
A Psicologia do Esporte no Futebol (Filmes)
Aula - 21
Estrutura e Administração
Aula - 22
AULA – 22
ESTRUTURA E RECURSOS
	
RECURSOS HUMANOS:
ÁREA ADMINISTRATIVA
-PRESIDENTE
-VICE-PRESIDENTES
			
-SUPERINTENDENTE
		
-GERENTE / DIRETOR DE FUTEBOL
		
-CONTROLLER FUTEBOL
		
-SUPERVISOR
-ASSESSORES DE IMPRENSA
ÁREA TÉCNICA
-TÉCNICO
-COORDENADOR TÉCNICO 
-2 ASSISTENTES TÉCNICOS
		
-3 PREPARADORES FÍSICOS
-FISIOLOGISTA
ÁREA MÉDICA
-3 MÉDICOS: (2 ortopedistas; 1 clínico)
-2 FISIOTERAPEUTAS
-2 NUTRICIONISTAS
-DENTISTA
-PSICÓLOGO (?)
-2 MASSAGISTAS
APOIO
-CINEGRAFISTA
-2 ROUPEIROS
-GANDULA
-GARÇOM
-COZINHEIROS
-ADMINSTRADOR C.T.
-OUTROS (MANUTENÇÃO)
	
RECURSOS MATERIAIS:
TREINAMENTO
-4 CAMPOS OFICIAIS
-SALA de MUSCULAÇÃO
-CAIXA DE AREIA
-PISTA de CORRIDA
-PISCINA AQUECIDA
		
DEPARTAMENTO MÉDICO
			-2 CONSULTÓRIOS MÉDICOS
			-SALA de GÊSSO e RAIO-X
			-FISIOTERAPIA
			-AVALIAÇÃO FISIOTERÁPICA
			-PISTAS DE PROPRIOCEPÇÃO
-CONSULTÓRIO ODONTOLÓGICO
		HOTEL
			-SETOR DE INFORMÁTICA
			-EQUIPAMENTOS P/ TREINOS
			-EQUIPAMENTOS P/ TESTES
O FUTEBOL PROFISSIONAL DE ALTO NÍVEL ATUAL E
DO FUTURO EXIGE UM NOVO PERFIL PARA:
DIRIGENTES:
-ADMINISTRAÇÃO RESPONSÁVEL; (CLUBE-EMPRESA);
-CARGOS REMUNERADOS; (FORMAÇÃO GERENCIAL);
-TRANSPARÊNCIA; (PRESTAÇÃO DE CONTAS).
COMISSÕES TÉCNICAS:
-CONHECIMENTO TÉCNICO-CIENTÍFICO: (COMPETÊNCIA);
-UTILIZAÇÃO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS: (ATUALIZAÇÃO).
ATLETAS:
 -
PROFISSIONALISMO: (COBRANÇA DE RESPONSABILIDADES);
-PERFIL DE ATLETA: (COBRANÇA DE PERFORMANCE).
Glossário de Termos Técnicos
Ansiedade – Apreensão ou angustia da pessoa sobe incertezas futuras; a percepção de ameaça para si mesmo. Freqüentemente caracterizada pelo elevado nível de ativação.
 
Aprendizagem motora – Mudanças em processos internos que determinam a capacidade de um indivíduo para produzir uma tarefa motora. O nível de aprendizagem motora de um indivíduo aumenta com a prática e é freqüentemente inferido pela observação de níveis relativamente estáveis da performance motora da pessoa.
Atenção – Focalização e limitação dos recursos de processamento de informação.
Ativação – Nível de ativação ou excitação do sistema nervoso central; varia de níveis extremamente baixos durante o sono a novéis extremamente altos durante intensa atividade física e excitamento.
Capacidade – Traços estáveis e duradouros que, na sua maior parte, são geneticamente determinados e que embasam a performance habilidosa dos indivíduos. 
Coordenação – Integração do sistema nervoso central e da musculatura esquelética num movimento ou numa seqüência de movimentos.
Coordenação Óculo-manual – Capacidade de realizar movimentos precisos com as mãos baseados na informação visual.
Coordenação Óculo-pedal - Capacidade de realizar movimentos precisos com os pés baseados na informação visual.
Equilíbrio Estático – Capacidade de manter o corpo em uma posição específica.
Equilíbrio Dinâmico – Capacidade de manter o corpo em uma posição equilibrada enquanto se move.
Equilíbrio Recuperado – Recuperar uma posição estável após realizar movimentos rápidos ou de saltos.
Estágio de identificação do estímulo – Primeiro estágio de processamento da informação; durante esse estágio o indivíduo reconhece e identifica o estímulo.
Estágio de seleção da resposta – Segundo estágio de processamento da informação; durante este estágio o indivíduo decide qual, se é que alguma, resposta deveria ser dada.
Estágio de programação da resposta – Terceiro estágio de processamento da informação; durante este estágio, o indivíduo organiza o sistema motor para produzir o movimento desejado.
Estágio verbal cognitivo – Estágio inicial da aprendizagem, no qual processos verbais e cognitivos dominam a atividade do aprendiz.
 
Esquema – Conjunto de regras relacionando os vários resultados das ações de um indivíduo (exemplo: curta distância de um lançamento) com os valores de parâmetro que o indivíduo escolhe, a fim de produzir aqueles resultados (exemplo: pequena quantidade de força). 
Fracionalização – Tipo de prática parcial na qual duas ou mais partes de uma habilidade complexasão praticadas separadamente. 
Habilidade – Potencialidade para produzir um resultado de performance com máxima certeza, mínimo de energia ou tempo mínimo, desenvolvida como resultado da prática.
Habilidade aberta – Uma habilidade executada em ambiente imprevisível ou que está em movimento e que requer que as pessoas adaptem seus movimentos em resposta às propriedades dinâmicas do ambiente.
Habilidade cognitiva – Uma habilidade para a qual o determinante principal do sucesso é a qualidade da decisão do executante em relação ao que fazer.
Habilidade contínua – Uma habilidade organizada de maneira que a ação se desdobra sem início e fim identificáveis de uma forma contínua e repetitiva.
Habilidade discreta – Uma tarefa de habilidade organizada de maneira que a ação é normalmente breve em duração e tem início e fim bem definidos.
Habilidade fechada – Uma habilidade executada em ambiente previsível ou parado e que permite que as pessoas planejem seus movimentos com antecedência.
Habilidade motora – Uma habilidade para a qual os principais determinantes são o sucesso e a qualidade do movimento que o executante produz.
Habilidade seriada – Um tipo de organização da habilidade caracterizado por várias ações discretas conectadas em uma seqüência, sendo, freqüentemente, a ordem da ação crucial para o sucesso da performance.
Lateralidade – Consciência de que o corpo tem dois lados distintos que podem se mover “independentemente”. É uma componente da consciência corporal
Memória – Capacidade do indivíduo de reter e utilizar a informação de várias maneiras por vários períodos de tempo; composta de três componentes: armazenamento sensorial de curto prazo, memória de curto prazo e memória de longo prazo.
 
Percepção – Processo pelo qual o indivíduo se torna consciente dos objetos e relações no mundo circundante, na medida em que essa consciência depende dos processos sensoriais.
Percepção Espacial – capacidade de determinar o espaço disponível e atuar nele, utilizando todas as suas possibilidades. É também a capacidade de saber se relacionar adequadamente com os companheiros, adversários e com o objeto central do jogo. É o relacionamento com o espaço de jogo e suas possibilidades de execução. Também relacionamos a Percepção Temporal e a Percepção Espaço-Temporal dentro desta qualidade motora. Leva em conta o tempo ideal para a execução dos movimentos necessários. Relaciona o tempo necessário de execução com o espaço disponível para a sua realização. 
Performance motora – Tentativa observável de um indivíduo para produzir uma ação voluntária. O nível de uma performance de uma pessoa é suscetível a flutuações em fatores temporários, tais como motivação, ativação, fadiga e condição física.
Potencialidades – Características dos indivíduos que estão sujeitas a mudanças como um resultado da prática e que representam o potencial da pessoa para exceder na performance de uma tarefa.
Prática constante – Seqüência prática na qual os indivíduos treinam apenas uma variação de uma dada classe de tarefas durante uma sessão.
 
Prática distribuída – Escala prática na qual a quantidade de repouso entre tentativas de prática ou entre sessões de prática é relativamente mais longa do que a quantidade de tempo gasto com a prática.
 
Prática em blocos – Seqüência prática na qual os indivíduos treinam repetidamente a mesma tarefa.
Prática maciça – Escala de prática na qual a quantidade de repouso entre tentativas de prática ou entre sessões de prática é relativamente mais curta do que a quantidade de tempo gasta praticando.
Prática mental – Procedimento de treinamento mental no qual os executantes pensam sobre os aspectos cognitivos, simbólicos ou processuais da habilidade motora na ausência de movimento observável.
 
Prática parcial – Procedimento envolvendo a prática de uma habilidade complexa em uma forma mais simplificada; os três tipos de prática parcial são: fracionalização, segmentação e simplificação.
Prática randômica – Seqüência prática na qual os indivíduos realizam, uma variedade de diferentes tarefas sem ordem específica, assim evitando, ou minimizando, repetições consecutivas de qualquer tarefa única. 
Prática variada – Seqüência prática na qual os indivíduos praticam um número de variações de uma dada classe de tarefas durante uma sessão; também chamada de prática variável.
 
Programa motor – Conjunto de comandos motores que é pré-estruturado no nível executivo e que define os detalhes essenciais de uma ação habilidosa.
Programa motor generalizado – Programa motor que define um padrão de movimento em vez de um movimento específico; essa flexibilidade permite que os executantes adaptem o programa generalizado para produzir variações do padrão que atinjam as demandas ambientais alteradas (exemplo: tempo, amplitude e força do movimento), permitindo diferentes versões do movimento.
 
Resposta – Resposta que um indivíduo produz como resultado do processamento da informação.
Ritmo – Componente de um movimento que pode ser combinado em complexos de uma rede de
Habilidades motoras reconhecidas e distintas nas suas dimensões figurativa, espacial, mental e comportamental.
Segmentação – Tipo de prática parcial na qual uma parte de uma habilidade alvo é praticada até que seja aprendida, então a segunda parte é adicionada à primeira parte, e as duas são praticadas juntas e assim por diante, até que toda a habilidade alvo seja praticada. Também chamada de prática parcial progressiva.
Simplificação – Tipo de prática parcial na qual a dificuldade em algum aspecto da tarefa alvo pe reduzida (exemplo: praticar em câmera lenta ou utilizar uma bola maior para o saque no tênis).
 
Transferência de aprendizagem – Ganho ou perda de proficiência de uma pessoa em uma tarefa como o resultado da prática anterior ou experiência em outra tarefa.
Treinamento mental – Procedimento no qual os indivíduos pensam sobre a realização da habilidade motora, na ausência de movimento observável. �
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
WEINECK, JURGEN. Futebol Total, Phorte Editora, São Paulo, 2000.
WEINECK, JURGEN. Treinamento Ideal, Editora Manole, São Paulo, 1999.
DRUBSCKY, RICARDO. O Universo Tático do Futebol (Escola Brasileira), Editora Health, Belo Horizonte, 2003.
LEAL, JULIO CESAR. Futebol, Arte e Ofício, Editora Sprint, Rio de Janeiro, 2001.
DANTAS, ESTÉLIO H.M. A prática da Preparação Física, Editora Sprint, Rio de Janeiro, 1986.
ANDRADE, EDUARDO GONÇALVES “TOSTÃO”. Tostão: Lembranças, Opiniões, Reflexões sobre Futebol, Editora DBA, São Paulo, 1997.
AOKI, MARCELO SALDANHA. Fisiologia, Treinamento e Nutrição aplicados ao Futebol, Editora Fontoura, Jundiaí, 2002.
MELO, ROGÉRIO SILVA de. Futebol 1000 Exercícios, Editora Sprint, Rio de Janeiro, 1997.
VIANA, ADALBERTO RIGUEIRA, Futebol Prático, Viçosa, 1986.
BALSON, PAUL D. Futebol de Precisão, Polar Electro OY, Finlândia, 2000.
FERREIRA, FRANCISCO ADOLFO. Apresentações e palestras (gráficos e slides) pessoais.
Prof Francisco Adolfo Ferreira
(31) 9104-9620
(31) 3421-1670
chicotoca3@hotmail.com
francisco.ferreira@clube.cruzeiro.br
chicofutebol@bh.estacio.br
ESTÍMULOS
SÉRIE DE JOGOS
JOGAR
SERIAR
�
�
4-4-2
(1966)
Inglaterra
C.Alberto
Zagalo
4-3-3
(1958)
Brasil
Félix
Zagueiro
Central
Quarto 
Zagueiro
4-2-4
(Anos 50)
Brasil
Everaldo
O Ferrolho
1925
Karl Rappan
(Áustria)
Rivelino
Clodoaldo
1-2-7
(1870)
Piazza
Zagueiro Central
W-M
Herbert Chapman
(Arsenal)
14/7/1925
Diagonal
Flávio Costa
(Flamengo)
1941
Gerson
2-3-5
Sistema 
Clássico
ou Pirâmide
(Cambridge)
1883
Pelé2-2-6 ou
“4 defesas”
(1871)
Escócia
1-1-8
(1860)
Brito
Resistência Aeróbia
Deivid
(Mota)
Armadores 
Ofensivos
Ala Direito
Ala Esquerdo
Volantes ou 
Armadores
Defensivos
4-4-2
atual
(maioria dos
times no 
Brasil)
Resistência anaeróbia
Jairzinho
Tostão
Ataque e
 Defesa 
em 
Bloco
(1970)
Brasil
M. Santos
Bebeto
Romário
Zinho
Mazinho
Dunga
M. Silva
Branco
Tafarel
Cafu
Aldair
4-4-2
Brasil 
(1994)
Cruyff
O Carrossel
 Holandês 
A “Laranja
Mecânica”
(1974)
Júnior
Luizinho
Oscar
Éder
Serginho
Sócrates
Falcão
Zico
Cerezo
Leandro
Waldir Peres
O Carrossel
Brasileiro
(1982)
Líbero
O Líbero
(3-5-2)
Alemanha,
 Itália, etc.
Desde os anos
60
0
Volante
3-5-2
com 
3 defensores
em linha
Brasil
(1996)
Ronaldo
Rivaldo
Kléberson
Ronaldinho
G. Silva
R. Carlos
Cafu
Lúcio
Edmílson
Roque Jr.
Marcos
3-5-2
(2002)
Brasil
Ala Esquerdo
Ala Direito
Sobra Fixa ou Líbero
Zagueiro
 Esquerdo
0
Zagueiro
Direito
3-5-2 
ou 
5-3-2
(Alas) 
c/ sobra fixa
ou líbero 
Lateral Direito
Sobra
Lateral Esquerdo
0
Zagueiro
3-5-2
com 
2 zagueiros
(1 na sobra)
auxiliados p/
1 dos laterais
(alternando)
3-3-3-1 
(Bielsa)
Argentina
2002
Cavallero
Verón
Batistuta
Ortega
C. Lopez
Simeone
Sorín
Zanetti
Samuel
Placente
0
Pochetino
Armador Direito
Armador Esquerdo
Volante
� EMBED OrgPlusWOPX.4 ���
� EMBED OrgPlusWOPX.4 ���
TALENTO
� EMBED OrgPlusWOPX.4 ���
OBJETIVOS E NORMAS
CONDUÇÃO
PLANIFICAÇÃO
RESULTADOS
AVALIAÇÃO
CONTROLE DO TREINAMENTO
ÓRGÃOS
DOS
SENTIDOS
MECANISMOS
DE
PERCEPÇÃO
MECANISMOS
DE
DECISÃO
MECANISMOS
EFETOR
RESPOSTA
DEFINIÇÃO DO TIPO DE MOVIMENTO PARA A DEFESA
DECISÃO A SER TOMADA EM RELAÇÃO AO CHUTE
PERCEPÇÃO
DO
CHUTE
VISUALIZA-ÇAO DO CHUTE
AÇAO DO CHUTE
REALIZAÇÃO DO MOVIMENTO DE DEFESA DO CHUTE
RML
Flexibilidade
Velocidade
Força
Alex
Recife�
Wendel
Maldonado
Leandro
Alex
Recife
Maurinho
(Losango)
Cruzeiro
2003
Gomes
Wendel
Maldonado
Aristizábal
Maurinho
Dracena
Leandro
0
Luisão
(Cris)
�PAGE �
�PAGE �25�
Francisco Adolfo Ferreira - Professor de Futebol - Faculdade Estácio de Sá - BH - 2º Semestre de 2005	
_1181990355.xls
Gráf3
		10.13		11.39		10.47
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS P/ POSIÇÃO
GRÁFICOS
		
		
		0-15		1.95		1.8
		
		15-30		1.78		1.76
		
		30-45		1.84		1.75
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0-45		5.57		5.31
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0-15		1.83		2.1		1.86
		
		15-30		1.49		1.82		1.71
		
		30-45		1.75		1.92		1.7
		
		0-15		1.65		1.9		1.8
		
		15-30		1.66		1.85		1.7
		
		30-45		1.75		1.8		1.7
		
		
		
		
		
		
		0-45		1.83		2.1		1.86
		
		15-30		1.49		1.82		1.71
		
		30-45		1.75		1.92		1.7
		
		0-15		1.65		1.9		1.8
		
		15-30		1.66		1.85		1.7
		
		30-45		1.75		1.8		1.7
		
		0-90		10.13		11.39		10.47
		
		PARADO		9
		
		ANDANDO=3,4KM		30
		
		TROTANDO=3,2KM		24
		
		VELOCIDADE BAIXA=2,9KM		12
		
		VELOCIADADE MODERADA=1,7KM		7
		
		ALTA VELOCIDADE=0,7KM		1.3
		
		SPRINT=0,4KM		1
		
		DE COSTAS=0,2KM		1
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		A		868		9893
		B		1119		9146
		C		795		9660
		D		994		10218
		E		1105		9893
		F		1566		11083
		G		858		9663
		H		1454		9888
		I		1602		11004
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		1 T		3		4		8
		2 T		2		4		5
		1 T		8		6		7
		2 T		7		6		5
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0 a 15		55		38
		
		15 a 30		60		30
		
		30 a 45		72		25
		
		0 a 15		50		30
		
		15 a 30		70		15
		
		30 a 45		52		28
		
		
		
		
		
		
		
		
		
				0 a 15		130		85
		
				15 a 30		100		90
		
				30 a 45		135		88
		
				0 a 15		100		80
		
				15 a 30		130		65
		
				30 a 45		103		80
		
		
		
		
		
		
				0 a 15		250		170
		
				15 a 30		210		110
		
				30 a 45		255		165
		
				0 a 15		250		150
		
				15 a 30		230		115
		
				30 a 45		230		160
		
		
		
		
		PARADO		15		18
		
		ANDANDO		39		42
		
		TROTANDO		24		19
		
		VEL. BAIXA		20		19
		
		VEL. MÉDIA		10		7
		
		VEL. ALTA		3		4
		
		SPRINT		1		2
		
		DE COSTAS		1		2.5
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0 a 5		670		630
		
		5 a 10		645		580
		
		10 a 15		660		590
		
		15 a 20		600		610
		
		20 a 25		610		560
		
		25 a 30		558		585
		
		30 a 35		590		550
		
		35 a 40		620		578
		
		40 a 45		645		583
		
		
		0 a 45		5.6		5.25
GRÁFICOS
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1 TEMPO
2 TEMPO
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS DURANTE O JOGO
INTRODUÇÃO
		0		0
1 TEMPO
2 TEMPO
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS DURANTE O JOGO
Plan1
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
1o TEMPO 2o TEMPO
KM
DISTÂNCIAS P/ POSIÇÃO
Gráfico Suécia
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS P/ POSIÇÃO
		9		30		24		12		7		1.3		1		1
PARADO (0)
ANDANDO (3,4km)
TROTANDO (3,2km)
BAIXA VELOCIDADE (2,9km)
VELOC.MODERADA (1,7km)
ALTA VELOCIDADE (0,7km)
SPRINT (0,4km)
DE COSTAS (0,2km)
TEMPO (minutos)
ATIVIDADES DURANTE O JOGO
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
DIST. SPRINTS
DIST. PERCORRIDA
JOGADORES
DIST. TOTAL PERCORRIDA
DISTÂNCIAS
		0
		0
		0
		0
		0
		0
		0
		0
(m)
(%)
DISTRIBUIÇÃO da FREQÊNCIA de SPRINTS
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
ETAPA DO JOGO
NÚMERO
CABECEIOS COMBATE
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO2o TEMPO
(m)
SPRINTS
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
ALTA VELOCIDADE
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
VELOCIDADE MODERADA
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
FEMININO
MASCULINO
TIPO ATIVIDADE
(%)
(%) ATIVIDADES / TEMPO TOTAL DE JOGO
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1o TEMPO
2o TEMPO
TEMPO (minutos)
DISTÂNCIA (m)
DISTÂNCIAS PERCORRIDAS A CADA 5' DE JOGO
		0		0
1o TEMPO
2o TEMPO
TEMPO (minutos)
DISTÂNCIA (km)
DISTÂNCIA TOTAL (1o e 2o TEMPO)
		IMPORTÂNCIA da CAPACIDADE
		ANAERÓBIA no FUTEBOL
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		I) Assegura uma base para realização dos padrões de movimentos
		típicos do jogo (mudanças de direção, acelerações, dribles)
		
		II) Assimilação das sobrecargas intermitentes e repetitivas
		de corridas e acelerações
		
		III) Melhor capacidade de resistir as mudanças de velocidade
		e poder acompanhar o alto ritmo de jogo.
		
														WEINECK 1992
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
						Prof. Francisco Adolfo Ferreira
		
										FUTEBOL
		
		
		
		
		
		
		
		Perfil Motor no Futebol
		
		
		Baseado em observações sobre jogadores
		de elite da Dinamarca, conclui-se que:
		
		
		Jogadores de elite caminham ou ficam parados por mais da metade
		do tempo de jogo
		
		
		Apesar dos jogadores percorrerem distância maior no 1o tempo
		do que no 2o, a distância percorrida em alta intensidade é a mesma
		
		
		Jogadores de elite desempenham mais atividades de alta intensidade
		do que jogadores que não são elite
		
		
		Meio-campistas fazem mais atividades de baixa intensidade do que
		atacantes e defensores, mas o total de atividades de alta intensidade
		é o mesmo para os 3 grupos
		
		
		Alguns jogadores não utilizam totalmente sua capacidade física
		durante o jogo
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		Prof. Francisco Adolfo Ferreira
		
										FUTEBOL
		Mesa Redonda: "O Futebol Moderno"
		
		18/05/2005, Auditório da Faculdade Estácio de Sá - BH (Campus Floresta)
		
		19:00hs		Toninho Almeida				"O Esporte Como Exemplo"
		19:30hs		Emerson Silami				"Fisiologia no Futebol"
		19:45hs		Francisco A Ferreira				"Aspectos Físicos do Futebol Moderno"
		20:00hs		Ney Franco/Moacir Pereira				"Importância da Técnica e da Tática"
		20:15hs		Interatividade				Perguntas e respostas
		20:40hs		Toninho Almeida				Noite de Autógrafos
		PADRÃO DE MOVIMENTO DE UM JOGADOR DE ALTO NÍVEL
		DURANTE UM PERÍODO DE 10' EM UM JOGO REAL
		
		CADA CAIXA COLORIDA REPRESENTA O INTERVALO DE 1"
		E CADA LINHA REPRESENTA 1'
		Martin Dahlin (Suécia)
		
		
				Caminhar / Ficar em Pé																								Trotar - Baixa Veloc.																								Correr - Alta Veloc.																								Sprint - Veloc. Máxima																								Posse de Bola
		Tempo / Min
		0																																																																																																																										1
		1																																																																																																																										2
		2																																																																																																																										3
		3																																																																																																																										4
		4																																																																																																																										5
		5																																																																																																																										6
		6																																																																																																																										7
		7																																																																																																																										8
		8																																																																																																																										9
		9																																																																																																																										10
				1		2		3		4		5		6		7		8		9		10		11		12		13		14		15		16		17		18		19		20		21		22		23		24		25		26		27		28		29		30		31		32		33		34		35		36		37		38		39		40		41		42		43		44		45		46		47		48		49		50		51		52		53		54		55		56		57		58		59		60
				Tempo / Seg
		
				364"										60.6%
				184"										30.6%
				37"										6.1%
				9"										1.5%
				6"										1.0%
				600"
																																																																																																																												Prof Francisco A Ferreira
_1181990639.xls
Gráf9
		130		85
		
		100		90
		
		135		88
		
		100		80
		
		130		65
		
		103		80
1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
ALTA VELOCIDADE
GRÁFICOS
		
		
		0-15		1.95		1.8
		
		15-30		1.78		1.76
		
		30-45		1.84		1.75
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0-45		5.57		5.31
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0-15		1.83		2.1		1.86
		
		15-30		1.49		1.82		1.71
		
		30-45		1.75		1.92		1.7
		
		0-15		1.65		1.9		1.8
		
		15-30		1.66		1.85		1.7
		
		30-45		1.75		1.8		1.7
		
		
		
		
		
		
		0-45		1.83		2.1		1.86
		
		15-30		1.49		1.82		1.71
		
		30-45		1.75		1.92		1.7
		
		0-15		1.65		1.9		1.8
		
		15-30		1.66		1.85		1.7
		
		30-45		1.75		1.8		1.7
		
		0-90		10.13		11.39		10.47
		
		PARADO		9
		
		ANDANDO=3,4KM		30
		
		TROTANDO=3,2KM		24
		
		VELOCIDADE BAIXA=2,9KM		12
		
		VELOCIADADE MODERADA=1,7KM		7
		
		ALTA VELOCIDADE=0,7KM		1.3
		
		SPRINT=0,4KM		1
		
		DE COSTAS=0,2KM		1
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		A		868		9893
		B		1119		9146
		C		795		9660
		D		994		10218
		E		1105		9893
		F		1566		11083
		G		858		9663
		H		1454		9888
		I		1602		11004
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		1 T		3		4		8
		2 T		2		4		5
		1 T		8		6		7
		2 T		7		6		5
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0 a 15		55		38
		
		15 a 30		60		30
		
		30 a 45		72		25
		
		0 a 15		50		30
		
		15 a 30		70		15
		
		30 a 45		52		28
		
		
		
		
		
		
		
		
		
				0 a 15		130		85
		
				15 a 30		100		90
		
				30 a 45		135		88
		
				0 a 15		100		80
		
				15 a 30		130		65
		
				30 a 45		103		80
		
		
		
		
		
		
				0 a 15		250		170
		
				15 a 30		210		110
		
				30 a 45		255		1650 a 15		250		150
		
				15 a 30		230		115
		
				30 a 45		230		160
		
		
		
		
		PARADO		15		18
		
		ANDANDO		39		42
		
		TROTANDO		24		19
		
		VEL. BAIXA		20		19
		
		VEL. MÉDIA		10		7
		
		VEL. ALTA		3		4
		
		SPRINT		1		2
		
		DE COSTAS		1		2.5
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0 a 5		670		630
		
		5 a 10		645		580
		
		10 a 15		660		590
		
		15 a 20		600		610
		
		20 a 25		610		560
		
		25 a 30		558		585
		
		30 a 35		590		550
		
		35 a 40		620		578
		
		40 a 45		645		583
		
		
		0 a 45		5.6		5.25
GRÁFICOS
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1 TEMPO
2 TEMPO
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS DURANTE O JOGO
INTRODUÇÃO
		0		0
1 TEMPO
2 TEMPO
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS DURANTE O JOGO
Plan1
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
1o TEMPO 2o TEMPO
KM
DISTÂNCIAS P/ POSIÇÃO
Gráfico Suécia
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS P/ POSIÇÃO
		9		30		24		12		7		1.3		1		1
PARADO (0)
ANDANDO (3,4km)
TROTANDO (3,2km)
BAIXA VELOCIDADE (2,9km)
VELOC.MODERADA (1,7km)
ALTA VELOCIDADE (0,7km)
SPRINT (0,4km)
DE COSTAS (0,2km)
TEMPO (minutos)
ATIVIDADES DURANTE O JOGO
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
DIST. SPRINTS
DIST. PERCORRIDA
JOGADORES
DIST. TOTAL PERCORRIDA
DISTÂNCIAS
		0
		0
		0
		0
		0
		0
		0
		0
(m)
(%)
DISTRIBUIÇÃO da FREQÊNCIA de SPRINTS
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
ETAPA DO JOGO
NÚMERO
CABECEIOS COMBATE
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
SPRINTS
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
ALTA VELOCIDADE
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		0		0
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1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
VELOCIDADE MODERADA
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FEMININO
MASCULINO
TIPO ATIVIDADE
(%)
(%) ATIVIDADES / TEMPO TOTAL DE JOGO
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		0		0
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		0		0
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		0		0
		0		0
1o TEMPO
2o TEMPO
TEMPO (minutos)
DISTÂNCIA (m)
DISTÂNCIAS PERCORRIDAS A CADA 5' DE JOGO
		0		0
1o TEMPO
2o TEMPO
TEMPO (minutos)
DISTÂNCIA (km)
DISTÂNCIA TOTAL (1o e 2o TEMPO)
		IMPORTÂNCIA da CAPACIDADE
		ANAERÓBIA no FUTEBOL
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		I) Assegura uma base para realização dos padrões de movimentos
		típicos do jogo (mudanças de direção, acelerações, dribles)
		
		II) Assimilação das sobrecargas intermitentes e repetitivas
		de corridas e acelerações
		
		III) Melhor capacidade de resistir as mudanças de velocidade
		e poder acompanhar o alto ritmo de jogo.
		
														WEINECK 1992
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
						Prof. Francisco Adolfo Ferreira
		
										FUTEBOL
		
		
		
		
		
		
		
		Perfil Motor no Futebol
		
		
		Baseado em observações sobre jogadores
		de elite da Dinamarca, conclui-se que:
		
		
		Jogadores de elite caminham ou ficam parados por mais da metade
		do tempo de jogo
		
		
		Apesar dos jogadores percorrerem distância maior no 1o tempo
		do que no 2o, a distância percorrida em alta intensidade é a mesma
		
		
		Jogadores de elite desempenham mais atividades de alta intensidade
		do que jogadores que não são elite
		
		
		Meio-campistas fazem mais atividades de baixa intensidade do que
		atacantes e defensores, mas o total de atividades de alta intensidade
		é o mesmo para os 3 grupos
		
		
		Alguns jogadores não utilizam totalmente sua capacidade física
		durante o jogo
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		Prof. Francisco Adolfo Ferreira
		
										FUTEBOL
		Mesa Redonda: "O Futebol Moderno"
		
		18/05/2005, Auditório da Faculdade Estácio de Sá - BH (Campus Floresta)
		
		19:00hs		Toninho Almeida				"O Esporte Como Exemplo"
		19:30hs		Emerson Silami				"Fisiologia no Futebol"
		19:45hs		Francisco A Ferreira				"Aspectos Físicos do Futebol Moderno"
		20:00hs		Ney Franco/Moacir Pereira				"Importância da Técnica e da Tática"
		20:15hs		Interatividade				Perguntas e respostas
		20:40hs		Toninho Almeida				Noite de Autógrafos
		PADRÃO DE MOVIMENTO DE UM JOGADOR DE ALTO NÍVEL
		DURANTE UM PERÍODO DE 10' EM UM JOGO REAL
		
		CADA CAIXA COLORIDA REPRESENTA O INTERVALO DE 1"
		E CADA LINHA REPRESENTA 1'
		Martin Dahlin (Suécia)
		
		
				Caminhar / Ficar em Pé																								Trotar - Baixa Veloc.																								Correr - Alta Veloc.																								Sprint - Veloc. Máxima																								Posse de Bola
		Tempo / Min
		0																																																																																																																										1
		1																																																																																																																										2
		2																																																																																																																										3
		3																																																																																																																										4
		4																																																																																																																										5
		5																																																																																																																										6
		6																																																																																																																										7
		7																																																																																																																										8
		8																																																																																																																										9
		9																																																																																																																										10
				1		2		3		4		5		6		7		8		9		10		11		12		13		14		15		16		17		18		19		20		21		22		23		24		25		26		27		28		29		30		31		32		33		34		35		36		37		38		39		40		41		42		43		44		45		46		47		48		49		50		51		52		53		54		55		56		57		58		59		60
				Tempo / Seg
		
				364"										60.6%
				184"										30.6%
				37"										6.1%
				9"										1.5%
				6"										1.0%
				600"
																																																																																																																												Prof Francisco A Ferreira
_1182766548.xls
Gráf6
		868
		1119
		795
		994
		1105
		1566
		858
		1454
(m)
(%)
DISTRIBUIÇÃO da FREQÊNCIA de SPRINTSGRÁFICOS
		
		
		0-15		1.95		1.8
		
		15-30		1.78		1.76
		
		30-45		1.84		1.75
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0-45		5.57		5.31
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0-15		1.83		2.1		1.86
		
		15-30		1.49		1.82		1.71
		
		30-45		1.75		1.92		1.7
		
		0-15		1.65		1.9		1.8
		
		15-30		1.66		1.85		1.7
		
		30-45		1.75		1.8		1.7
		
		
		
		
		
		
		0-45		1.83		2.1		1.86
		
		15-30		1.49		1.82		1.71
		
		30-45		1.75		1.92		1.7
		
		0-15		1.65		1.9		1.8
		
		15-30		1.66		1.85		1.7
		
		30-45		1.75		1.8		1.7
		
		0-90		10.13		11.39		10.47
		
		PARADO		9
		
		ANDANDO=3,4KM		30
		
		TROTANDO=3,2KM		24
		
		VELOCIDADE BAIXA=2,9KM		12
		
		VELOCIADADE MODERADA=1,7KM		7
		
		ALTA VELOCIDADE=0,7KM		1.3
		
		SPRINT=0,4KM		1
		
		DE COSTAS=0,2KM		1
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		A		868		9893
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		H		1454		9888
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		1 T		3		4		8
		2 T		2		4		5
		1 T		8		6		7
		2 T		7		6		5
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0 a 15		55		38
		
		15 a 30		60		30
		
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		0 a 15		50		30
		
		15 a 30		70		15
		
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				0 a 15		130		85
		
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				15 a 30		130		65
		
				30 a 45		103		80
		
		
		
		
		
		
				0 a 15		250		170
		
				15 a 30		210		110
		
				30 a 45		255		165
		
				0 a 15		250		150
		
				15 a 30		230		115
		
				30 a 45		230		160
		
		
		
		
		PARADO		15		18
		
		ANDANDO		39		42
		
		TROTANDO		24		19
		
		VEL. BAIXA		20		19
		
		VEL. MÉDIA		10		7
		
		VEL. ALTA		3		4
		
		SPRINT		1		2
		
		DE COSTAS		1		2.5
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0 a 5		670		630
		
		5 a 10		645		580
		
		10 a 15		660		590
		
		15 a 20		600		610
		
		20 a 25		610		560
		
		25 a 30		558		585
		
		30 a 35		590		550
		
		35 a 40		620		578
		
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		0 a 45		5.6		5.25
GRÁFICOS
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1 TEMPO
2 TEMPO
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS DURANTE O JOGO
INTRODUÇÃO
		0		0
1 TEMPO
2 TEMPO
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS DURANTE O JOGO
Plan1
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
1o TEMPO 2o TEMPO
KM
DISTÂNCIAS P/ POSIÇÃO
Gráfico Suécia
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS P/ POSIÇÃO
		9		30		24		12		7		1.3		1		1
PARADO (0)
ANDANDO (3,4km)
TROTANDO (3,2km)
BAIXA VELOCIDADE (2,9km)
VELOC.MODERADA (1,7km)
ALTA VELOCIDADE (0,7km)
SPRINT (0,4km)
DE COSTAS (0,2km)
TEMPO (minutos)
ATIVIDADES DURANTE O JOGO
		0		0
		0		0
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		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
DIST. SPRINTS
DIST. PERCORRIDA
JOGADORES
DIST. TOTAL PERCORRIDA
DISTÂNCIAS
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		0
		0
		0
		0
		0
(m)
(%)
DISTRIBUIÇÃO da FREQÊNCIA de SPRINTS
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
ETAPA DO JOGO
NÚMERO
CABECEIOS COMBATE
		0		0
		0		0
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		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
SPRINTS
		0		0
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		0		0
1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
ALTA VELOCIDADE
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1a DIVISÃO
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1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
VELOCIDADE MODERADA
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FEMININO
MASCULINO
TIPO ATIVIDADE
(%)
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		0		0
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1o TEMPO
2o TEMPO
TEMPO (minutos)
DISTÂNCIA (m)
DISTÂNCIAS PERCORRIDAS A CADA 5' DE JOGO
		0		0
1o TEMPO
2o TEMPO
TEMPO (minutos)
DISTÂNCIA (km)
DISTÂNCIA TOTAL (1o e 2o TEMPO)
		IMPORTÂNCIA da CAPACIDADE
		ANAERÓBIA no FUTEBOL
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		I) Assegura uma base para realização dos padrões de movimentos
		típicos do jogo (mudanças de direção, acelerações, dribles)
		
		II) Assimilação das sobrecargas intermitentes e repetitivas
		de corridas e acelerações
		
		III) Melhor capacidade de resistir as mudanças de velocidade
		e poder acompanhar o alto ritmo de jogo.
		
														WEINECK 1992
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
						Prof. Francisco Adolfo Ferreira
		
										FUTEBOL
		
		
		
		
		
		
		
		Perfil Motor no Futebol
		
		
		Baseado em observações sobre jogadores
		de elite da Dinamarca, conclui-se que:
		
		
		Jogadores de elite caminham ou ficam parados por mais da metade
		do tempo de jogo
		
		
		Apesar dos jogadores percorrerem distância maior no 1o tempo
		do que no 2o, a distância percorrida em alta intensidade é a mesma
		
		
		Jogadores de elite desempenham mais atividades de alta intensidade
		do que jogadores que não são elite
		
		
		Meio-campistas fazem mais atividades de baixa intensidade do que
		atacantes e defensores, mas o total de atividades de alta intensidade
		é o mesmo para os 3 grupos
		
		
		Alguns jogadores não utilizam totalmente sua capacidade física
		durante o jogo
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		Prof. Francisco Adolfo Ferreira
		
										FUTEBOL
		Mesa Redonda: "O Futebol Moderno"
		
		18/05/2005, Auditório da Faculdade Estácio de Sá - BH (Campus Floresta)
		
		19:00hs		Toninho Almeida				"O Esporte Como Exemplo"
		19:30hs		Emerson Silami				"Fisiologia no Futebol"
		19:45hs		Francisco A Ferreira				"Aspectos Físicos do Futebol Moderno"
		20:00hs		Ney Franco/Moacir Pereira				"Importância da Técnica e da Tática"
		20:15hs		Interatividade				Perguntas e respostas
		20:40hs		Toninho Almeida				Noite de Autógrafos
		PADRÃO DE MOVIMENTO DE UM JOGADOR DE ALTO NÍVEL
		DURANTE UM PERÍODO DE 10' EM UM JOGO REAL
		
		CADA CAIXA COLORIDA REPRESENTA O INTERVALO DE 1"
		E CADA LINHA REPRESENTA 1'
		Martin Dahlin (Suécia)
		
		
				Caminhar / Ficar em Pé																								Trotar - BaixaVeloc.																								Correr - Alta Veloc.																								Sprint - Veloc. Máxima																								Posse de Bola
		Tempo / Min
		0																																																																																																																										1
		1																																																																																																																										2
		2																																																																																																																										3
		3																																																																																																																										4
		4																																																																																																																										5
		5																																																																																																																										6
		6																																																																																																																										7
		7																																																																																																																										8
		8																																																																																																																										9
		9																																																																																																																										10
				1		2		3		4		5		6		7		8		9		10		11		12		13		14		15		16		17		18		19		20		21		22		23		24		25		26		27		28		29		30		31		32		33		34		35		36		37		38		39		40		41		42		43		44		45		46		47		48		49		50		51		52		53		54		55		56		57		58		59		60
				Tempo / Seg
		
				364"										60.6%
				184"										30.6%
				37"										6.1%
				9"										1.5%
				6"										1.0%
				600"
																																																																																																																												Prof Francisco A Ferreira
_1182766580.xls
Gráf5
		868		9893
		1119		9146
		795		9660
		994		10218
		1105		9893
		1566		11083
		858		9663
		1454		9888
		1602		11004
DIST. SPRINTS
DIST. PERCORRIDA
JOGADORES
DIST. TOTAL PERCORRIDA
DISTÂNCIAS
GRÁFICOS
		
		
		0-15		1.95		1.8
		
		15-30		1.78		1.76
		
		30-45		1.84		1.75
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0-45		5.57		5.31
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0-15		1.83		2.1		1.86
		
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		0-45		1.83		2.1		1.86
		
		15-30		1.49		1.82		1.71
		
		30-45		1.75		1.92		1.7
		
		0-15		1.65		1.9		1.8
		
		15-30		1.66		1.85		1.7
		
		30-45		1.75		1.8		1.7
		
		0-90		10.13		11.39		10.47
		
		PARADO		9
		
		ANDANDO=3,4KM		30
		
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				0 a 15		100		80
		
				15 a 30		130		65
		
				30 a 45		103		80
		
		
		
		
		
		
				0 a 15		250		170
		
				15 a 30		210		110
		
				30 a 45		255		165
		
				0 a 15		250		150
		
				15 a 30		230		115
		
				30 a 45		230		160
		
		
		
		
		PARADO		15		18
		
		ANDANDO		39		42
		
		TROTANDO		24		19
		
		VEL. BAIXA		20		19
		
		VEL. MÉDIA		10		7
		
		VEL. ALTA		3		4
		
		SPRINT		1		2
		
		DE COSTAS		1		2.5
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0 a 5		670		630
		
		5 a 10		645		580
		
		10 a 15		660		590
		
		15 a 20		600		610
		
		20 a 25		610		560
		
		25 a 30		558		585
		
		30 a 35		590		550
		
		35 a 40		620		578
		
		40 a 45		645		583
		
		
		0 a 45		5.6		5.25
GRÁFICOS
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1 TEMPO
2 TEMPO
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS DURANTE O JOGO
INTRODUÇÃO
		0		0
1 TEMPO
2 TEMPO
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS DURANTE O JOGO
Plan1
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
1o TEMPO 2o TEMPO
KM
DISTÂNCIAS P/ POSIÇÃO
Gráfico Suécia
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS P/ POSIÇÃO
		9		30		24		12		7		1.3		1		1
PARADO (0)
ANDANDO (3,4km)
TROTANDO (3,2km)
BAIXA VELOCIDADE (2,9km)
VELOC.MODERADA (1,7km)
ALTA VELOCIDADE (0,7km)
SPRINT (0,4km)
DE COSTAS (0,2km)
TEMPO (minutos)
ATIVIDADES DURANTE O JOGO
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
DIST. SPRINTS
DIST. PERCORRIDA
JOGADORES
DIST. TOTAL PERCORRIDA
DISTÂNCIAS
		0
		0
		0
		0
		0
		0
		0
		0
(m)
(%)
DISTRIBUIÇÃO da FREQÊNCIA de SPRINTS
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
ETAPA DO JOGO
NÚMERO
CABECEIOS COMBATE
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
SPRINTS
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
ALTA VELOCIDADE
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
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1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
VELOCIDADE MODERADA
		0		0
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		0		0
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FEMININO
MASCULINO
TIPO ATIVIDADE
(%)
(%) ATIVIDADES / TEMPO TOTAL DE JOGO
		0		0
		0		0
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		0		0
		0		0
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		0		0
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		0		0
		0		0
		0		0
1o TEMPO
2o TEMPO
TEMPO (minutos)
DISTÂNCIA (m)
DISTÂNCIAS PERCORRIDAS A CADA 5' DE JOGO
		0		0
1o TEMPO
2o TEMPO
TEMPO (minutos)
DISTÂNCIA (km)
DISTÂNCIA TOTAL (1o e 2o TEMPO)
		IMPORTÂNCIA da CAPACIDADE
		ANAERÓBIA no FUTEBOL
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		I) Assegura uma base para realização dos padrões de movimentostípicos do jogo (mudanças de direção, acelerações, dribles)
		
		II) Assimilação das sobrecargas intermitentes e repetitivas
		de corridas e acelerações
		
		III) Melhor capacidade de resistir as mudanças de velocidade
		e poder acompanhar o alto ritmo de jogo.
		
														WEINECK 1992
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
						Prof. Francisco Adolfo Ferreira
		
										FUTEBOL
		
		
		
		
		
		
		
		Perfil Motor no Futebol
		
		
		Baseado em observações sobre jogadores
		de elite da Dinamarca, conclui-se que:
		
		
		Jogadores de elite caminham ou ficam parados por mais da metade
		do tempo de jogo
		
		
		Apesar dos jogadores percorrerem distância maior no 1o tempo
		do que no 2o, a distância percorrida em alta intensidade é a mesma
		
		
		Jogadores de elite desempenham mais atividades de alta intensidade
		do que jogadores que não são elite
		
		
		Meio-campistas fazem mais atividades de baixa intensidade do que
		atacantes e defensores, mas o total de atividades de alta intensidade
		é o mesmo para os 3 grupos
		
		
		Alguns jogadores não utilizam totalmente sua capacidade física
		durante o jogo
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		Prof. Francisco Adolfo Ferreira
		
										FUTEBOL
		Mesa Redonda: "O Futebol Moderno"
		
		18/05/2005, Auditório da Faculdade Estácio de Sá - BH (Campus Floresta)
		
		19:00hs		Toninho Almeida				"O Esporte Como Exemplo"
		19:30hs		Emerson Silami				"Fisiologia no Futebol"
		19:45hs		Francisco A Ferreira				"Aspectos Físicos do Futebol Moderno"
		20:00hs		Ney Franco/Moacir Pereira				"Importância da Técnica e da Tática"
		20:15hs		Interatividade				Perguntas e respostas
		20:40hs		Toninho Almeida				Noite de Autógrafos
		PADRÃO DE MOVIMENTO DE UM JOGADOR DE ALTO NÍVEL
		DURANTE UM PERÍODO DE 10' EM UM JOGO REAL
		
		CADA CAIXA COLORIDA REPRESENTA O INTERVALO DE 1"
		E CADA LINHA REPRESENTA 1'
		Martin Dahlin (Suécia)
		
		
				Caminhar / Ficar em Pé																								Trotar - Baixa Veloc.																								Correr - Alta Veloc.																								Sprint - Veloc. Máxima																								Posse de Bola
		Tempo / Min
		0																																																																																																																										1
		1																																																																																																																										2
		2																																																																																																																										3
		3																																																																																																																										4
		4																																																																																																																										5
		5																																																																																																																										6
		6																																																																																																																										7
		7																																																																																																																										8
		8																																																																																																																										9
		9																																																																																																																										10
				1		2		3		4		5		6		7		8		9		10		11		12		13		14		15		16		17		18		19		20		21		22		23		24		25		26		27		28		29		30		31		32		33		34		35		36		37		38		39		40		41		42		43		44		45		46		47		48		49		50		51		52		53		54		55		56		57		58		59		60
				Tempo / Seg
		
				364"										60.6%
				184"										30.6%
				37"										6.1%
				9"										1.5%
				6"										1.0%
				600"
																																																																																																																												Prof Francisco A Ferreira
_1182766641.xls
Gráf12
		670		630
		
		645		580
		
		660		590
		
		600		610
		
		610		560
		
		558		585
		
		590		550
		
		620		578
		
		645		583
1o TEMPO
2o TEMPO
TEMPO (minutos)
DISTÂNCIA (m)
DISTÂNCIAS PERCORRIDAS A CADA 5' DE JOGO
GRÁFICOS
		
		
		0-15		1.95		1.8
		
		15-30		1.78		1.76
		
		30-45		1.84		1.75
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0-45		5.57		5.31
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0-15		1.83		2.1		1.86
		
		15-30		1.49		1.82		1.71
		
		30-45		1.75		1.92		1.7
		
		0-15		1.65		1.9		1.8
		
		15-30		1.66		1.85		1.7
		
		30-45		1.75		1.8		1.7
		
		
		
		
		
		
		0-45		1.83		2.1		1.86
		
		15-30		1.49		1.82		1.71
		
		30-45		1.75		1.92		1.7
		
		0-15		1.65		1.9		1.8
		
		15-30		1.66		1.85		1.7
		
		30-45		1.75		1.8		1.7
		
		0-90		10.13		11.39		10.47
		
		PARADO		9
		
		ANDANDO=3,4KM		30
		
		TROTANDO=3,2KM		24
		
		VELOCIDADE BAIXA=2,9KM		12
		
		VELOCIADADE MODERADA=1,7KM		7
		
		ALTA VELOCIDADE=0,7KM		1.3
		
		SPRINT=0,4KM		1
		
		DE COSTAS=0,2KM		1
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		A		868		9893
		B		1119		9146
		C		795		9660
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		E		1105		9893
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		I		1602		11004
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		1 T		3		4		8
		2 T		2		4		5
		1 T		8		6		7
		2 T		7		6		5
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0 a 15		55		38
		
		15 a 30		60		30
		
		30 a 45		72		25
		
		0 a 15		50		30
		
		15 a 30		70		15
		
		30 a 45		52		28
		
		
		
		
		
		
		
		
		
				0 a 15		130		85
		
				15 a 30		100		90
		
				30 a 45		135		88
		
				0 a 15		100		80
		
				15 a 30		130		65
		
				30 a 45		103		80
		
		
		
		
		
		
				0 a 15		250		170
		
				15 a 30		210		110
		
				30 a 45		255		165
		
				0 a 15		250		150
		
				15 a 30		230		115
		
				30 a 45		230		160
		
		
		
		
		PARADO		15		18
		
		ANDANDO		39		42
		
		TROTANDO		24		19
		
		VEL. BAIXA		20		19
		
		VEL. MÉDIA		10		7
		
		VEL. ALTA		3		4
		
		SPRINT		1		2
		
		DE COSTAS		1		2.5
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0 a 5		670		630
		
		5 a 10		645		580
		
		10 a 15		660		590
		
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GRÁFICOS
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1 TEMPO
2 TEMPO
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS DURANTE O JOGO
INTRODUÇÃO
		0		0
1 TEMPO
2 TEMPO
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS DURANTE O JOGO
Plan1
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
1o TEMPO 2o TEMPO
KM
DISTÂNCIAS P/ POSIÇÃO
Gráfico Suécia0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS P/ POSIÇÃO
		9		30		24		12		7		1.3		1		1
PARADO (0)
ANDANDO (3,4km)
TROTANDO (3,2km)
BAIXA VELOCIDADE (2,9km)
VELOC.MODERADA (1,7km)
ALTA VELOCIDADE (0,7km)
SPRINT (0,4km)
DE COSTAS (0,2km)
TEMPO (minutos)
ATIVIDADES DURANTE O JOGO
		0		0
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		0		0
		0		0
		0		0
DIST. SPRINTS
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JOGADORES
DIST. TOTAL PERCORRIDA
DISTÂNCIAS
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(m)
(%)
DISTRIBUIÇÃO da FREQÊNCIA de SPRINTS
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
ETAPA DO JOGO
NÚMERO
CABECEIOS COMBATE
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
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1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
SPRINTS
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1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
ALTA VELOCIDADE
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1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
VELOCIDADE MODERADA
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FEMININO
MASCULINO
TIPO ATIVIDADE
(%)
(%) ATIVIDADES / TEMPO TOTAL DE JOGO
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
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1o TEMPO
2o TEMPO
TEMPO (minutos)
DISTÂNCIA (m)
DISTÂNCIAS PERCORRIDAS A CADA 5' DE JOGO
		0		0
1o TEMPO
2o TEMPO
TEMPO (minutos)
DISTÂNCIA (km)
DISTÂNCIA TOTAL (1o e 2o TEMPO)
		IMPORTÂNCIA da CAPACIDADE
		ANAERÓBIA no FUTEBOL
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		I) Assegura uma base para realização dos padrões de movimentos
		típicos do jogo (mudanças de direção, acelerações, dribles)
		
		II) Assimilação das sobrecargas intermitentes e repetitivas
		de corridas e acelerações
		
		III) Melhor capacidade de resistir as mudanças de velocidade
		e poder acompanhar o alto ritmo de jogo.
		
														WEINECK 1992
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
						Prof. Francisco Adolfo Ferreira
		
										FUTEBOL
		
		
		
		
		
		
		
		Perfil Motor no Futebol
		
		
		Baseado em observações sobre jogadores
		de elite da Dinamarca, conclui-se que:
		
		
		Jogadores de elite caminham ou ficam parados por mais da metade
		do tempo de jogo
		
		
		Apesar dos jogadores percorrerem distância maior no 1o tempo
		do que no 2o, a distância percorrida em alta intensidade é a mesma
		
		
		Jogadores de elite desempenham mais atividades de alta intensidade
		do que jogadores que não são elite
		
		
		Meio-campistas fazem mais atividades de baixa intensidade do que
		atacantes e defensores, mas o total de atividades de alta intensidade
		é o mesmo para os 3 grupos
		
		
		Alguns jogadores não utilizam totalmente sua capacidade física
		durante o jogo
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		Prof. Francisco Adolfo Ferreira
		
										FUTEBOL
		Mesa Redonda: "O Futebol Moderno"
		
		18/05/2005, Auditório da Faculdade Estácio de Sá - BH (Campus Floresta)
		
		19:00hs		Toninho Almeida				"O Esporte Como Exemplo"
		19:30hs		Emerson Silami				"Fisiologia no Futebol"
		19:45hs		Francisco A Ferreira				"Aspectos Físicos do Futebol Moderno"
		20:00hs		Ney Franco/Moacir Pereira				"Importância da Técnica e da Tática"
		20:15hs		Interatividade				Perguntas e respostas
		20:40hs		Toninho Almeida				Noite de Autógrafos
		PADRÃO DE MOVIMENTO DE UM JOGADOR DE ALTO NÍVEL
		DURANTE UM PERÍODO DE 10' EM UM JOGO REAL
		
		CADA CAIXA COLORIDA REPRESENTA O INTERVALO DE 1"
		E CADA LINHA REPRESENTA 1'
		Martin Dahlin (Suécia)
		
		
				Caminhar / Ficar em Pé																								Trotar - Baixa Veloc.																								Correr - Alta Veloc.																								Sprint - Veloc. Máxima																								Posse de Bola
		Tempo / Min
		0																																																																																																																										1
		1																																																																																																																										2
		2																																																																																																																										3
		3																																																																																																																										4
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		5																																																																																																																										6
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		7																																																																																																																										8
		8																																																																																																																										9
		9																																																																																																																										10
				1		2		3		4		5		6		7		8		9		10		11		12		13		14		15		16		17		18		19		20		21		22		23		24		25		26		27		28		29		30		31		32		33		34		35		36		37		38		39		40		41		42		43		44		45		46		47		48		49		50		51		52		53		54		55		56		57		58		59		60
				Tempo / Seg
		
				364"										60.6%
				184"										30.6%
				37"										6.1%
				9"										1.5%
				6"										1.0%
				600"
																																																																																																																												Prof Francisco A Ferreira
_1181990649.xls
Gráf10
		250		170
		
		210		110
		
		255		165
		
		250		150
		
		230		115
		
		230		160
1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
VELOCIDADE MODERADA
GRÁFICOS
		
		
		0-15		1.95		1.8
		
		15-30		1.78		1.76
		
		30-45		1.84		1.75
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0-45		5.57		5.31
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0-15		1.83		2.1		1.86
		
		15-30		1.49		1.82		1.71
		
		30-45		1.75		1.92		1.7
		
		0-15		1.65		1.9		1.8
		
		15-30		1.66		1.85		1.7
		
		30-45		1.75		1.8		1.7
		
		
		
		
		
		
		0-45		1.83		2.1		1.86
		
		15-30		1.49		1.82		1.71
		
		30-45		1.75		1.92		1.7
		
		0-15		1.65		1.9		1.8
		
		15-30		1.66		1.85		1.7
		
		30-45		1.75		1.8		1.7
		
		0-90		10.13		11.39		10.47
		
		PARADO		9
		
		ANDANDO=3,4KM		30
		
		TROTANDO=3,2KM		24
		
		VELOCIDADE BAIXA=2,9KM		12
		
		VELOCIADADE MODERADA=1,7KM		7
		
		ALTA VELOCIDADE=0,7KM		1.3
		
		SPRINT=0,4KM		1
		
		DE COSTAS=0,2KM		1
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		A		868		9893
		B		1119		9146C		795		9660
		D		994		10218
		E		1105		9893
		F		1566		11083
		G		858		9663
		H		1454		9888
		I		1602		11004
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		1 T		3		4		8
		2 T		2		4		5
		1 T		8		6		7
		2 T		7		6		5
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0 a 15		55		38
		
		15 a 30		60		30
		
		30 a 45		72		25
		
		0 a 15		50		30
		
		15 a 30		70		15
		
		30 a 45		52		28
		
		
		
		
		
		
		
		
		
				0 a 15		130		85
		
				15 a 30		100		90
		
				30 a 45		135		88
		
				0 a 15		100		80
		
				15 a 30		130		65
		
				30 a 45		103		80
		
		
		
		
		
		
				0 a 15		250		170
		
				15 a 30		210		110
		
				30 a 45		255		165
		
				0 a 15		250		150
		
				15 a 30		230		115
		
				30 a 45		230		160
		
		
		
		
		PARADO		15		18
		
		ANDANDO		39		42
		
		TROTANDO		24		19
		
		VEL. BAIXA		20		19
		
		VEL. MÉDIA		10		7
		
		VEL. ALTA		3		4
		
		SPRINT		1		2
		
		DE COSTAS		1		2.5
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0 a 5		670		630
		
		5 a 10		645		580
		
		10 a 15		660		590
		
		15 a 20		600		610
		
		20 a 25		610		560
		
		25 a 30		558		585
		
		30 a 35		590		550
		
		35 a 40		620		578
		
		40 a 45		645		583
		
		
		0 a 45		5.6		5.25
GRÁFICOS
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1 TEMPO
2 TEMPO
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS DURANTE O JOGO
INTRODUÇÃO
		0		0
1 TEMPO
2 TEMPO
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS DURANTE O JOGO
Plan1
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
1o TEMPO 2o TEMPO
KM
DISTÂNCIAS P/ POSIÇÃO
Gráfico Suécia
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS P/ POSIÇÃO
		9		30		24		12		7		1.3		1		1
PARADO (0)
ANDANDO (3,4km)
TROTANDO (3,2km)
BAIXA VELOCIDADE (2,9km)
VELOC.MODERADA (1,7km)
ALTA VELOCIDADE (0,7km)
SPRINT (0,4km)
DE COSTAS (0,2km)
TEMPO (minutos)
ATIVIDADES DURANTE O JOGO
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
DIST. SPRINTS
DIST. PERCORRIDA
JOGADORES
DIST. TOTAL PERCORRIDA
DISTÂNCIAS
		0
		0
		0
		0
		0
		0
		0
		0
(m)
(%)
DISTRIBUIÇÃO da FREQÊNCIA de SPRINTS
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
ETAPA DO JOGO
NÚMERO
CABECEIOS COMBATE
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
SPRINTS
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
ALTA VELOCIDADE
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
VELOCIDADE MODERADA
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
FEMININO
MASCULINO
TIPO ATIVIDADE
(%)
(%) ATIVIDADES / TEMPO TOTAL DE JOGO
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1o TEMPO
2o TEMPO
TEMPO (minutos)
DISTÂNCIA (m)
DISTÂNCIAS PERCORRIDAS A CADA 5' DE JOGO
		0		0
1o TEMPO
2o TEMPO
TEMPO (minutos)
DISTÂNCIA (km)
DISTÂNCIA TOTAL (1o e 2o TEMPO)
		IMPORTÂNCIA da CAPACIDADE
		ANAERÓBIA no FUTEBOL
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		I) Assegura uma base para realização dos padrões de movimentos
		típicos do jogo (mudanças de direção, acelerações, dribles)
		
		II) Assimilação das sobrecargas intermitentes e repetitivas
		de corridas e acelerações
		
		III) Melhor capacidade de resistir as mudanças de velocidade
		e poder acompanhar o alto ritmo de jogo.
		
														WEINECK 1992
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
						Prof. Francisco Adolfo Ferreira
		
										FUTEBOL
		
		
		
		
		
		
		
		Perfil Motor no Futebol
		
		
		Baseado em observações sobre jogadores
		de elite da Dinamarca, conclui-se que:
		
		
		Jogadores de elite caminham ou ficam parados por mais da metade
		do tempo de jogo
		
		
		Apesar dos jogadores percorrerem distância maior no 1o tempo
		do que no 2o, a distância percorrida em alta intensidade é a mesma
		
		
		Jogadores de elite desempenham mais atividades de alta intensidade
		do que jogadores que não são elite
		
		
		Meio-campistas fazem mais atividades de baixa intensidade do que
		atacantes e defensores, mas o total de atividades de alta intensidade
		é o mesmo para os 3 grupos
		
		
		Alguns jogadores não utilizam totalmente sua capacidade física
		durante o jogo
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		Prof. Francisco Adolfo Ferreira
		
										FUTEBOL
		Mesa Redonda: "O Futebol Moderno"
		
		18/05/2005, Auditório da Faculdade Estácio de Sá - BH (Campus Floresta)
		
		19:00hs		Toninho Almeida				"O Esporte Como Exemplo"
		19:30hs		Emerson Silami				"Fisiologia no Futebol"
		19:45hs		Francisco A Ferreira				"Aspectos Físicos do Futebol Moderno"
		20:00hs		Ney Franco/Moacir Pereira				"Importância da Técnica e da Tática"
		20:15hs		Interatividade				Perguntas e respostas
		20:40hs		Toninho Almeida				Noite de Autógrafos
		PADRÃO DE MOVIMENTO DE UM JOGADOR DE ALTO NÍVEL
		DURANTE UM PERÍODO DE 10' EM UM JOGO REAL
		
		CADA CAIXA COLORIDA REPRESENTA O INTERVALO DE 1"
		E CADA LINHA REPRESENTA 1'
		Martin Dahlin (Suécia)
		
		
				Caminhar / Ficar em Pé																								Trotar - Baixa Veloc.																								Correr - Alta Veloc.																								Sprint - Veloc. Máxima																								Posse de Bola
		Tempo / Min
		0																																																																																																																										1
		1																																																																																																																										2
		2																																																																																																																										3
		3																																																																																																																										4
		4																																																																																																																										5
		5																																																																																																																										6
		6																																																																																																																										7
		7																																																																																																																										88																																																																																																																										9
		9																																																																																																																										10
				1		2		3		4		5		6		7		8		9		10		11		12		13		14		15		16		17		18		19		20		21		22		23		24		25		26		27		28		29		30		31		32		33		34		35		36		37		38		39		40		41		42		43		44		45		46		47		48		49		50		51		52		53		54		55		56		57		58		59		60
				Tempo / Seg
		
				364"										60.6%
				184"										30.6%
				37"										6.1%
				9"										1.5%
				6"										1.0%
				600"
																																																																																																																												Prof Francisco A Ferreira
_1181990690.xls
Gráf11
		15		18
		
		39		42
		
		24		19
		
		20		19
		
		10		7
		
		3		4
		
		1		2
		
		1		2.5
FEMININO
MASCULINO
TIPO ATIVIDADE
(%)
(%) ATIVIDADES / TEMPO TOTAL DE JOGO
GRÁFICOS
		
		
		0-15		1.95		1.8
		
		15-30		1.78		1.76
		
		30-45		1.84		1.75
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0-45		5.57		5.31
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0-15		1.83		2.1		1.86
		
		15-30		1.49		1.82		1.71
		
		30-45		1.75		1.92		1.7
		
		0-15		1.65		1.9		1.8
		
		15-30		1.66		1.85		1.7
		
		30-45		1.75		1.8		1.7
		
		
		
		
		
		
		0-45		1.83		2.1		1.86
		
		15-30		1.49		1.82		1.71
		
		30-45		1.75		1.92		1.7
		
		0-15		1.65		1.9		1.8
		
		15-30		1.66		1.85		1.7
		
		30-45		1.75		1.8		1.7
		
		0-90		10.13		11.39		10.47
		
		PARADO		9
		
		ANDANDO=3,4KM		30
		
		TROTANDO=3,2KM		24
		
		VELOCIDADE BAIXA=2,9KM		12
		
		VELOCIADADE MODERADA=1,7KM		7
		
		ALTA VELOCIDADE=0,7KM		1.3
		
		SPRINT=0,4KM		1
		
		DE COSTAS=0,2KM		1
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		A		868		9893
		B		1119		9146
		C		795		9660
		D		994		10218
		E		1105		9893
		F		1566		11083
		G		858		9663
		H		1454		9888
		I		1602		11004
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		1 T		3		4		8
		2 T		2		4		5
		1 T		8		6		7
		2 T		7		6		5
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0 a 15		55		38
		
		15 a 30		60		30
		
		30 a 45		72		25
		
		0 a 15		50		30
		
		15 a 30		70		15
		
		30 a 45		52		28
		
		
		
		
		
		
		
		
		
				0 a 15		130		85
		
				15 a 30		100		90
		
				30 a 45		135		88
		
				0 a 15		100		80
		
				15 a 30		130		65
		
				30 a 45		103		80
		
		
		
		
		
		
				0 a 15		250		170
		
				15 a 30		210		110
		
				30 a 45		255		165
		
				0 a 15		250		150
		
				15 a 30		230		115
		
				30 a 45		230		160
		
		
		
		
		PARADO		15		18
		
		ANDANDO		39		42
		
		TROTANDO		24		19
		
		VEL. BAIXA		20		19
		
		VEL. MÉDIA		10		7
		
		VEL. ALTA		3		4
		
		SPRINT		1		2
		
		DE COSTAS		1		2.5
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0 a 5		670		630
		
		5 a 10		645		580
		
		10 a 15		660		590
		
		15 a 20		600		610
		
		20 a 25		610		560
		
		25 a 30		558		585
		
		30 a 35		590		550
		
		35 a 40		620		578
		
		40 a 45		645		583
		
		
		0 a 45		5.6		5.25
GRÁFICOS
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1 TEMPO
2 TEMPO
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS DURANTE O JOGO
INTRODUÇÃO
		0		0
1 TEMPO
2 TEMPO
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS DURANTE O JOGO
Plan1
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
1o TEMPO 2o TEMPO
KM
DISTÂNCIAS P/ POSIÇÃO
Gráfico Suécia
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS P/ POSIÇÃO
		9		30		24		12		7		1.3		1		1
PARADO (0)
ANDANDO (3,4km)
TROTANDO (3,2km)
BAIXA VELOCIDADE (2,9km)
VELOC.MODERADA (1,7km)
ALTA VELOCIDADE (0,7km)
SPRINT (0,4km)
DE COSTAS (0,2km)
TEMPO (minutos)
ATIVIDADES DURANTE O JOGO
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
DIST. SPRINTS
DIST. PERCORRIDA
JOGADORES
DIST. TOTAL PERCORRIDA
DISTÂNCIAS
		0
		0
		0
		0
		0
		0
		0
		0
(m)
(%)
DISTRIBUIÇÃO da FREQÊNCIA de SPRINTS
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
ETAPA DO JOGO
NÚMERO
CABECEIOS COMBATE
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
SPRINTS
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
ALTA VELOCIDADE
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
VELOCIDADE MODERADA
		0		0
		0		0
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		0		0
FEMININO
MASCULINO
TIPO ATIVIDADE
(%)
(%) ATIVIDADES / TEMPO TOTAL DE JOGO
		0		0
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1o TEMPO
2o TEMPO
TEMPO (minutos)
DISTÂNCIA (m)
DISTÂNCIAS PERCORRIDAS A CADA 5' DE JOGO
		0		0
1o TEMPO
2o TEMPO
TEMPO (minutos)
DISTÂNCIA (km)
DISTÂNCIA TOTAL (1o e 2o TEMPO)
		IMPORTÂNCIA da CAPACIDADE
		ANAERÓBIA no FUTEBOL
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		I) Assegura uma base para realização dos padrões de movimentos
		típicos do jogo (mudanças de direção, acelerações, dribles)
		
		II) Assimilação das sobrecargas intermitentes e repetitivas
		de corridas e acelerações
		
		III) Melhor capacidade de resistir as mudanças de velocidade
		e poder acompanhar o alto ritmo de jogo.
		
														WEINECK 1992
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
						Prof. Francisco Adolfo Ferreira
		
										FUTEBOL
		
		
		
		
		
		
		
		Perfil Motor no Futebol
		
		
		Baseado em observações sobre jogadores
		de elite da Dinamarca, conclui-se que:
		
		
		Jogadores de elite caminham ou ficam parados por mais da metade
		do tempo de jogo
		
		
		Apesar dos jogadores percorrerem distância maior no 1o tempo
		do que no 2o, a distância percorrida em alta intensidade é a mesma
		
		
		Jogadores de elite desempenham mais atividades de alta intensidade
		do que jogadores que não são elite
		
		
		Meio-campistas fazem mais atividades de baixa intensidade do que
		atacantes e defensores, mas o total de atividades de altaintensidade
		é o mesmo para os 3 grupos
		
		
		Alguns jogadores não utilizam totalmente sua capacidade física
		durante o jogo
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		Prof. Francisco Adolfo Ferreira
		
										FUTEBOL
		Mesa Redonda: "O Futebol Moderno"
		
		18/05/2005, Auditório da Faculdade Estácio de Sá - BH (Campus Floresta)
		
		19:00hs		Toninho Almeida				"O Esporte Como Exemplo"
		19:30hs		Emerson Silami				"Fisiologia no Futebol"
		19:45hs		Francisco A Ferreira				"Aspectos Físicos do Futebol Moderno"
		20:00hs		Ney Franco/Moacir Pereira				"Importância da Técnica e da Tática"
		20:15hs		Interatividade				Perguntas e respostas
		20:40hs		Toninho Almeida				Noite de Autógrafos
		PADRÃO DE MOVIMENTO DE UM JOGADOR DE ALTO NÍVEL
		DURANTE UM PERÍODO DE 10' EM UM JOGO REAL
		
		CADA CAIXA COLORIDA REPRESENTA O INTERVALO DE 1"
		E CADA LINHA REPRESENTA 1'
		Martin Dahlin (Suécia)
		
		
				Caminhar / Ficar em Pé																								Trotar - Baixa Veloc.																								Correr - Alta Veloc.																								Sprint - Veloc. Máxima																								Posse de Bola
		Tempo / Min
		0																																																																																																																										1
		1																																																																																																																										2
		2																																																																																																																										3
		3																																																																																																																										4
		4																																																																																																																										5
		5																																																																																																																										6
		6																																																																																																																										7
		7																																																																																																																										8
		8																																																																																																																										9
		9																																																																																																																										10
				1		2		3		4		5		6		7		8		9		10		11		12		13		14		15		16		17		18		19		20		21		22		23		24		25		26		27		28		29		30		31		32		33		34		35		36		37		38		39		40		41		42		43		44		45		46		47		48		49		50		51		52		53		54		55		56		57		58		59		60
				Tempo / Seg
		
				364"										60.6%
				184"										30.6%
				37"										6.1%
				9"										1.5%
				6"										1.0%
				600"
																																																																																																																												Prof Francisco A Ferreira
_1181990605.xls
Gráf7
		3		4		8
		2		4		5
		8		6		7
		7		6		5
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
ETAPA DO JOGO
NÚMERO
CABECEIOS COMBATE
GRÁFICOS
		
		
		0-15		1.95		1.8
		
		15-30		1.78		1.76
		
		30-45		1.84		1.75
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0-45		5.57		5.31
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0-15		1.83		2.1		1.86
		
		15-30		1.49		1.82		1.71
		
		30-45		1.75		1.92		1.7
		
		0-15		1.65		1.9		1.8
		
		15-30		1.66		1.85		1.7
		
		30-45		1.75		1.8		1.7
		
		
		
		
		
		
		0-45		1.83		2.1		1.86
		
		15-30		1.49		1.82		1.71
		
		30-45		1.75		1.92		1.7
		
		0-15		1.65		1.9		1.8
		
		15-30		1.66		1.85		1.7
		
		30-45		1.75		1.8		1.7
		
		0-90		10.13		11.39		10.47
		
		PARADO		9
		
		ANDANDO=3,4KM		30
		
		TROTANDO=3,2KM		24
		
		VELOCIDADE BAIXA=2,9KM		12
		
		VELOCIADADE MODERADA=1,7KM		7
		
		ALTA VELOCIDADE=0,7KM		1.3
		
		SPRINT=0,4KM		1
		
		DE COSTAS=0,2KM		1
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		A		868		9893
		B		1119		9146
		C		795		9660
		D		994		10218
		E		1105		9893
		F		1566		11083
		G		858		9663
		H		1454		9888
		I		1602		11004
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		1 T		3		4		8
		2 T		2		4		5
		1 T		8		6		7
		2 T		7		6		5
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0 a 15		55		38
		
		15 a 30		60		30
		
		30 a 45		72		25
		
		0 a 15		50		30
		
		15 a 30		70		15
		
		30 a 45		52		28
		
		
		
		
		
		
		
		
		
				0 a 15		130		85
		
				15 a 30		100		90
		
				30 a 45		135		88
		
				0 a 15		100		80
		
				15 a 30		130		65
		
				30 a 45		103		80
		
		
		
		
		
		
				0 a 15		250		170
		
				15 a 30		210		110
		
				30 a 45		255		165
		
				0 a 15		250		150
		
				15 a 30		230		115
		
				30 a 45		230		160
		
		
		
		
		PARADO		15		18
		
		ANDANDO		39		42
		
		TROTANDO		24		19
		
		VEL. BAIXA		20		19
		
		VEL. MÉDIA		10		7
		
		VEL. ALTA		3		4
		
		SPRINT		1		2
		
		DE COSTAS		1		2.5
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0 a 5		670		630
		
		5 a 10		645		580
		
		10 a 15		660		590
		
		15 a 20		600		610
		
		20 a 25		610		560
		
		25 a 30		558		585
		
		30 a 35		590		550
		
		35 a 40		620		578
		
		40 a 45		645		583
		
		
		0 a 45		5.6		5.25
GRÁFICOS
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1 TEMPO
2 TEMPO
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS DURANTE O JOGO
INTRODUÇÃO
		0		0
1 TEMPO
2 TEMPO
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS DURANTE O JOGO
Plan1
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
1o TEMPO 2o TEMPO
KM
DISTÂNCIAS P/ POSIÇÃO
Gráfico Suécia
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS P/ POSIÇÃO
		9		30		24		12		7		1.3		1		1
PARADO (0)
ANDANDO (3,4km)
TROTANDO (3,2km)
BAIXA VELOCIDADE (2,9km)
VELOC.MODERADA (1,7km)
ALTA VELOCIDADE (0,7km)
SPRINT (0,4km)
DE COSTAS (0,2km)
TEMPO (minutos)
ATIVIDADES DURANTE O JOGO
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
DIST. SPRINTS
DIST. PERCORRIDA
JOGADORES
DIST. TOTAL PERCORRIDA
DISTÂNCIAS
		0
		0
		0
		0
		0
		0
		0
		0
(m)
(%)
DISTRIBUIÇÃO da FREQÊNCIA de SPRINTS
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
ETAPA DO JOGO
NÚMERO
CABECEIOS COMBATE
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
SPRINTS
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
ALTA VELOCIDADE
		0		00		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
VELOCIDADE MODERADA
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
FEMININO
MASCULINO
TIPO ATIVIDADE
(%)
(%) ATIVIDADES / TEMPO TOTAL DE JOGO
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1o TEMPO
2o TEMPO
TEMPO (minutos)
DISTÂNCIA (m)
DISTÂNCIAS PERCORRIDAS A CADA 5' DE JOGO
		0		0
1o TEMPO
2o TEMPO
TEMPO (minutos)
DISTÂNCIA (km)
DISTÂNCIA TOTAL (1o e 2o TEMPO)
		IMPORTÂNCIA da CAPACIDADE
		ANAERÓBIA no FUTEBOL
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		I) Assegura uma base para realização dos padrões de movimentos
		típicos do jogo (mudanças de direção, acelerações, dribles)
		
		II) Assimilação das sobrecargas intermitentes e repetitivas
		de corridas e acelerações
		
		III) Melhor capacidade de resistir as mudanças de velocidade
		e poder acompanhar o alto ritmo de jogo.
		
														WEINECK 1992
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
						Prof. Francisco Adolfo Ferreira
		
										FUTEBOL
		
		
		
		
		
		
		
		Perfil Motor no Futebol
		
		
		Baseado em observações sobre jogadores
		de elite da Dinamarca, conclui-se que:
		
		
		Jogadores de elite caminham ou ficam parados por mais da metade
		do tempo de jogo
		
		
		Apesar dos jogadores percorrerem distância maior no 1o tempo
		do que no 2o, a distância percorrida em alta intensidade é a mesma
		
		
		Jogadores de elite desempenham mais atividades de alta intensidade
		do que jogadores que não são elite
		
		
		Meio-campistas fazem mais atividades de baixa intensidade do que
		atacantes e defensores, mas o total de atividades de alta intensidade
		é o mesmo para os 3 grupos
		
		
		Alguns jogadores não utilizam totalmente sua capacidade física
		durante o jogo
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		Prof. Francisco Adolfo Ferreira
		
										FUTEBOL
		Mesa Redonda: "O Futebol Moderno"
		
		18/05/2005, Auditório da Faculdade Estácio de Sá - BH (Campus Floresta)
		
		19:00hs		Toninho Almeida				"O Esporte Como Exemplo"
		19:30hs		Emerson Silami				"Fisiologia no Futebol"
		19:45hs		Francisco A Ferreira				"Aspectos Físicos do Futebol Moderno"
		20:00hs		Ney Franco/Moacir Pereira				"Importância da Técnica e da Tática"
		20:15hs		Interatividade				Perguntas e respostas
		20:40hs		Toninho Almeida				Noite de Autógrafos
		PADRÃO DE MOVIMENTO DE UM JOGADOR DE ALTO NÍVEL
		DURANTE UM PERÍODO DE 10' EM UM JOGO REAL
		
		CADA CAIXA COLORIDA REPRESENTA O INTERVALO DE 1"
		E CADA LINHA REPRESENTA 1'
		Martin Dahlin (Suécia)
		
		
				Caminhar / Ficar em Pé																								Trotar - Baixa Veloc.																								Correr - Alta Veloc.																								Sprint - Veloc. Máxima																								Posse de Bola
		Tempo / Min
		0																																																																																																																										1
		1																																																																																																																										2
		2																																																																																																																										3
		3																																																																																																																										4
		4																																																																																																																										5
		5																																																																																																																										6
		6																																																																																																																										7
		7																																																																																																																										8
		8																																																																																																																										9
		9																																																																																																																										10
				1		2		3		4		5		6		7		8		9		10		11		12		13		14		15		16		17		18		19		20		21		22		23		24		25		26		27		28		29		30		31		32		33		34		35		36		37		38		39		40		41		42		43		44		45		46		47		48		49		50		51		52		53		54		55		56		57		58		59		60
				Tempo / Seg
		
				364"										60.6%
				184"										30.6%
				37"										6.1%
				9"										1.5%
				6"										1.0%
				600"
																																																																																																																												Prof Francisco A Ferreira
_1181990623.xls
Gráf8
		55		38
		
		60		30
		
		72		25
		
		50		30
		
		70		15
		
		52		28
1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
SPRINTS
GRÁFICOS
		
		
		0-15		1.95		1.8
		
		15-30		1.78		1.76
		
		30-45		1.84		1.75
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0-45		5.57		5.31
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0-15		1.83		2.1		1.86
		
		15-30		1.49		1.82		1.71
		
		30-45		1.75		1.92		1.7
		
		0-15		1.65		1.9		1.8
		
		15-30		1.66		1.85		1.7
		
		30-45		1.75		1.8		1.7
		
		
		
		
		
		
		0-45		1.83		2.1		1.86
		
		15-30		1.49		1.82		1.71
		
		30-45		1.75		1.92		1.7
		
		0-15		1.65		1.9		1.8
		
		15-30		1.66		1.85		1.7
		
		30-45		1.75		1.8		1.7
		
		0-90		10.13		11.39		10.47
		
		PARADO		9
		
		ANDANDO=3,4KM		30
		
		TROTANDO=3,2KM		24
		
		VELOCIDADE BAIXA=2,9KM		12
		
		VELOCIADADE MODERADA=1,7KM		7
		
		ALTA VELOCIDADE=0,7KM		1.3
		
		SPRINT=0,4KM		1
		
		DE COSTAS=0,2KM		1
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		A		868		9893
		B		1119		9146
		C		795		9660
		D		994		10218
		E		1105		9893
		F		1566		11083
		G		858		9663
		H		1454		9888
		I		1602		11004
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		1 T		3		4		8
		2 T		2		4		5
		1 T		8		6		7
		2 T		7		6		5
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0 a 15		55		38
		
		15 a 30		60		30
		
		30 a 45		72		25
		
		0 a 15		50		30
		
		15 a 30		70		15
		
		30 a 45		52		28
		
		
		
		
		
		
		
		
		
				0 a 15		130		85
		
				15 a 30		100		90
		
				30 a 45		135		88
		
				0 a 15		100		80
		
				15 a 30		130		65
		
				30 a 45		103		80
		
		
		
		
		
		
				0 a 15		250		170
		
				15 a 30		210		110
		
				30 a 45		255		165
		
				0 a 15		250		150
		
				15 a 30		230		115
		
				30 a 45		230		160
		
		
		
		
		PARADO		15		18
		
		ANDANDO		39		42
		
		TROTANDO		24		19
		
		VEL. BAIXA		20		19
		
		VEL. MÉDIA		10		7
		
		VEL. ALTA		3		4
		
		SPRINT		1		2
		
		DE COSTAS		1		2.50 a 5		670		630
		
		5 a 10		645		580
		
		10 a 15		660		590
		
		15 a 20		600		610
		
		20 a 25		610		560
		
		25 a 30		558		585
		
		30 a 35		590		550
		
		35 a 40		620		578
		
		40 a 45		645		583
		
		
		0 a 45		5.6		5.25
GRÁFICOS
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1 TEMPO
2 TEMPO
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS DURANTE O JOGO
INTRODUÇÃO
		0		0
1 TEMPO
2 TEMPO
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS DURANTE O JOGO
Plan1
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
1o TEMPO 2o TEMPO
KM
DISTÂNCIAS P/ POSIÇÃO
Gráfico Suécia
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS P/ POSIÇÃO
		9		30		24		12		7		1.3		1		1
PARADO (0)
ANDANDO (3,4km)
TROTANDO (3,2km)
BAIXA VELOCIDADE (2,9km)
VELOC.MODERADA (1,7km)
ALTA VELOCIDADE (0,7km)
SPRINT (0,4km)
DE COSTAS (0,2km)
TEMPO (minutos)
ATIVIDADES DURANTE O JOGO
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
DIST. SPRINTS
DIST. PERCORRIDA
JOGADORES
DIST. TOTAL PERCORRIDA
DISTÂNCIAS
		0
		0
		0
		0
		0
		0
		0
		0
(m)
(%)
DISTRIBUIÇÃO da FREQÊNCIA de SPRINTS
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
ETAPA DO JOGO
NÚMERO
CABECEIOS COMBATE
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
SPRINTS
		0		0
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		0		0
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		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
ALTA VELOCIDADE
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
VELOCIDADE MODERADA
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
FEMININO
MASCULINO
TIPO ATIVIDADE
(%)
(%) ATIVIDADES / TEMPO TOTAL DE JOGO
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1o TEMPO
2o TEMPO
TEMPO (minutos)
DISTÂNCIA (m)
DISTÂNCIAS PERCORRIDAS A CADA 5' DE JOGO
		0		0
1o TEMPO
2o TEMPO
TEMPO (minutos)
DISTÂNCIA (km)
DISTÂNCIA TOTAL (1o e 2o TEMPO)
		IMPORTÂNCIA da CAPACIDADE
		ANAERÓBIA no FUTEBOL
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		I) Assegura uma base para realização dos padrões de movimentos
		típicos do jogo (mudanças de direção, acelerações, dribles)
		
		II) Assimilação das sobrecargas intermitentes e repetitivas
		de corridas e acelerações
		
		III) Melhor capacidade de resistir as mudanças de velocidade
		e poder acompanhar o alto ritmo de jogo.
		
														WEINECK 1992
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
						Prof. Francisco Adolfo Ferreira
		
										FUTEBOL
		
		
		
		
		
		
		
		Perfil Motor no Futebol
		
		
		Baseado em observações sobre jogadores
		de elite da Dinamarca, conclui-se que:
		
		
		Jogadores de elite caminham ou ficam parados por mais da metade
		do tempo de jogo
		
		
		Apesar dos jogadores percorrerem distância maior no 1o tempo
		do que no 2o, a distância percorrida em alta intensidade é a mesma
		
		
		Jogadores de elite desempenham mais atividades de alta intensidade
		do que jogadores que não são elite
		
		
		Meio-campistas fazem mais atividades de baixa intensidade do que
		atacantes e defensores, mas o total de atividades de alta intensidade
		é o mesmo para os 3 grupos
		
		
		Alguns jogadores não utilizam totalmente sua capacidade física
		durante o jogo
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		Prof. Francisco Adolfo Ferreira
		
										FUTEBOL
		Mesa Redonda: "O Futebol Moderno"
		
		18/05/2005, Auditório da Faculdade Estácio de Sá - BH (Campus Floresta)
		
		19:00hs		Toninho Almeida				"O Esporte Como Exemplo"
		19:30hs		Emerson Silami				"Fisiologia no Futebol"
		19:45hs		Francisco A Ferreira				"Aspectos Físicos do Futebol Moderno"
		20:00hs		Ney Franco/Moacir Pereira				"Importância da Técnica e da Tática"
		20:15hs		Interatividade				Perguntas e respostas
		20:40hs		Toninho Almeida				Noite de Autógrafos
		PADRÃO DE MOVIMENTO DE UM JOGADOR DE ALTO NÍVEL
		DURANTE UM PERÍODO DE 10' EM UM JOGO REAL
		
		CADA CAIXA COLORIDA REPRESENTA O INTERVALO DE 1"
		E CADA LINHA REPRESENTA 1'
		Martin Dahlin (Suécia)
		
		
				Caminhar / Ficar em Pé																								Trotar - Baixa Veloc.																								Correr - Alta Veloc.																								Sprint - Veloc. Máxima																								Posse de Bola
		Tempo / Min
		0																																																																																																																										1
		1																																																																																																																										2
		2																																																																																																																										3
		3																																																																																																																										4
		4																																																																																																																										5
		5																																																																																																																										6
		6																																																																																																																										7
		7																																																																																																																										8
		8																																																																																																																										9
		9																																																																																																																										10
				1		2		3		4		5		6		7		8		9		10		11		12		13		14		15		16		17		18		19		20		21		22		23		24		25		26		27		28		29		30		31		32		33		34		35		36		37		38		39		40		41		42		43		44		45		46		47		48		49		50		51		52		53		54		55		56		57		58		59		60
				Tempo / Seg
		
				364"										60.6%
				184"										30.6%
				37"										6.1%
				9"										1.5%
				6"										1.0%
				600"
																																																																																																																												Prof Francisco A Ferreira
_1181990519.xls
Gráf4
		9		30		24		12		7		1.3		1		1
PARADO (0)
ANDANDO (3,4km)
TROTANDO (3,2km)
BAIXA VELOCIDADE (2,9km)
VELOC.MODERADA (1,7km)
ALTA VELOCIDADE (0,7km)
SPRINT (0,4km)
DE COSTAS (0,2km)
TEMPO (minutos)
ATIVIDADES DURANTE O JOGO
GRÁFICOS
		
		
		0-15		1.95		1.8
		
		15-30		1.78		1.76
		
		30-45		1.84		1.75
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0-45		5.57		5.31
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0-15		1.83		2.1		1.86
		
		15-30		1.49		1.82		1.7130-45		1.75		1.92		1.7
		
		0-15		1.65		1.9		1.8
		
		15-30		1.66		1.85		1.7
		
		30-45		1.75		1.8		1.7
		
		
		
		
		
		
		0-45		1.83		2.1		1.86
		
		15-30		1.49		1.82		1.71
		
		30-45		1.75		1.92		1.7
		
		0-15		1.65		1.9		1.8
		
		15-30		1.66		1.85		1.7
		
		30-45		1.75		1.8		1.7
		
		0-90		10.13		11.39		10.47
		
		PARADO		9
		
		ANDANDO=3,4KM		30
		
		TROTANDO=3,2KM		24
		
		VELOCIDADE BAIXA=2,9KM		12
		
		VELOCIADADE MODERADA=1,7KM		7
		
		ALTA VELOCIDADE=0,7KM		1.3
		
		SPRINT=0,4KM		1
		
		DE COSTAS=0,2KM		1
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		A		868		9893
		B		1119		9146
		C		795		9660
		D		994		10218
		E		1105		9893
		F		1566		11083
		G		858		9663
		H		1454		9888
		I		1602		11004
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		1 T		3		4		8
		2 T		2		4		5
		1 T		8		6		7
		2 T		7		6		5
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0 a 15		55		38
		
		15 a 30		60		30
		
		30 a 45		72		25
		
		0 a 15		50		30
		
		15 a 30		70		15
		
		30 a 45		52		28
		
		
		
		
		
		
		
		
		
				0 a 15		130		85
		
				15 a 30		100		90
		
				30 a 45		135		88
		
				0 a 15		100		80
		
				15 a 30		130		65
		
				30 a 45		103		80
		
		
		
		
		
		
				0 a 15		250		170
		
				15 a 30		210		110
		
				30 a 45		255		165
		
				0 a 15		250		150
		
				15 a 30		230		115
		
				30 a 45		230		160
		
		
		
		
		PARADO		15		18
		
		ANDANDO		39		42
		
		TROTANDO		24		19
		
		VEL. BAIXA		20		19
		
		VEL. MÉDIA		10		7
		
		VEL. ALTA		3		4
		
		SPRINT		1		2
		
		DE COSTAS		1		2.5
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0 a 5		670		630
		
		5 a 10		645		580
		
		10 a 15		660		590
		
		15 a 20		600		610
		
		20 a 25		610		560
		
		25 a 30		558		585
		
		30 a 35		590		550
		
		35 a 40		620		578
		
		40 a 45		645		583
		
		
		0 a 45		5.6		5.25
GRÁFICOS
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1 TEMPO
2 TEMPO
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS DURANTE O JOGO
INTRODUÇÃO
		0		0
1 TEMPO
2 TEMPO
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS DURANTE O JOGO
Plan1
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
1o TEMPO 2o TEMPO
KM
DISTÂNCIAS P/ POSIÇÃO
Gráfico Suécia
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS P/ POSIÇÃO
		9		30		24		12		7		1.3		1		1
PARADO (0)
ANDANDO (3,4km)
TROTANDO (3,2km)
BAIXA VELOCIDADE (2,9km)
VELOC.MODERADA (1,7km)
ALTA VELOCIDADE (0,7km)
SPRINT (0,4km)
DE COSTAS (0,2km)
TEMPO (minutos)
ATIVIDADES DURANTE O JOGO
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
DIST. SPRINTS
DIST. PERCORRIDA
JOGADORES
DIST. TOTAL PERCORRIDA
DISTÂNCIAS
		0
		0
		0
		0
		0
		0
		0
		0
(m)
(%)
DISTRIBUIÇÃO da FREQÊNCIA de SPRINTS
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
ETAPA DO JOGO
NÚMERO
CABECEIOS COMBATE
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
SPRINTS
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
ALTA VELOCIDADE
		0		0
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1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
VELOCIDADE MODERADA
		0		0
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FEMININO
MASCULINO
TIPO ATIVIDADE
(%)
(%) ATIVIDADES / TEMPO TOTAL DE JOGO
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
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1o TEMPO
2o TEMPO
TEMPO (minutos)
DISTÂNCIA (m)
DISTÂNCIAS PERCORRIDAS A CADA 5' DE JOGO
		0		0
1o TEMPO
2o TEMPO
TEMPO (minutos)
DISTÂNCIA (km)
DISTÂNCIA TOTAL (1o e 2o TEMPO)
		IMPORTÂNCIA da CAPACIDADE
		ANAERÓBIA no FUTEBOL
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		I) Assegura uma base para realização dos padrões de movimentos
		típicos do jogo (mudanças de direção, acelerações, dribles)
		
		II) Assimilação das sobrecargas intermitentes e repetitivas
		de corridas e acelerações
		
		III) Melhor capacidade de resistir as mudanças de velocidade
		e poder acompanhar o alto ritmo de jogo.
		
														WEINECK 1992
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
						Prof. Francisco Adolfo Ferreira
		
										FUTEBOL
		
		
		
		
		
		
		
		Perfil Motor no Futebol
		
		
		Baseado em observações sobre jogadores
		de elite da Dinamarca, conclui-se que:
		
		
		Jogadores de elite caminham ou ficam parados por mais da metade
		do tempo de jogo
		
		
		Apesar dos jogadores percorrerem distância maior no 1o tempo
		do que no 2o, a distância percorrida em alta intensidade é a mesma
		
		
		Jogadores de elite desempenham mais atividades de alta intensidade
		do que jogadores que não são elite
		
		
		Meio-campistas fazem mais atividades de baixa intensidade do que
		atacantes e defensores, mas o total de atividades de alta intensidade
		é o mesmo para os 3 grupos
		
		
		Alguns jogadores não utilizam totalmente sua capacidade física
		durante o jogo
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		Prof. Francisco Adolfo Ferreira
		
										FUTEBOL
		Mesa Redonda: "O Futebol Moderno"
		
		18/05/2005, Auditório da Faculdade Estácio de Sá - BH (Campus Floresta)
		
		19:00hs		Toninho Almeida				"O Esporte Como Exemplo"
		19:30hs		Emerson Silami				"Fisiologia no Futebol"
		19:45hs		Francisco A Ferreira				"Aspectos Físicos do Futebol Moderno"
		20:00hs		Ney Franco/Moacir Pereira				"Importância da Técnica e da Tática"
		20:15hs		Interatividade				Perguntas e respostas
		20:40hs		Toninho Almeida				Noite de Autógrafos
		PADRÃO DE MOVIMENTO DE UM JOGADOR DE ALTO NÍVEL
		DURANTE UM PERÍODO DE 10' EM UM JOGO REAL
		
		CADA CAIXA COLORIDA REPRESENTA O INTERVALO DE 1"
		E CADA LINHA REPRESENTA 1'
		Martin Dahlin (Suécia)
		
		
				Caminhar / Ficar em Pé																								Trotar - Baixa Veloc.																								Correr - Alta Veloc.																								Sprint - Veloc. Máxima																								Posse de Bola
		Tempo / Min
		0																																																																																																																										1
		12
		2																																																																																																																										3
		3																																																																																																																										4
		4																																																																																																																										5
		5																																																																																																																										6
		6																																																																																																																										7
		7																																																																																																																										8
		8																																																																																																																										9
		9																																																																																																																										10
				1		2		3		4		5		6		7		8		9		10		11		12		13		14		15		16		17		18		19		20		21		22		23		24		25		26		27		28		29		30		31		32		33		34		35		36		37		38		39		40		41		42		43		44		45		46		47		48		49		50		51		52		53		54		55		56		57		58		59		60
				Tempo / Seg
		
				364"										60.6%
				184"										30.6%
				37"										6.1%
				9"										1.5%
				6"										1.0%
				600"
																																																																																																																												Prof Francisco A Ferreira
_954316251.doc
_1142768902.bin
_1181990339.xls
Gráf2
		1.83		2.1		1.86
		
		1.49		1.82		1.71
		
		1.75		1.92		1.7
		
		1.65		1.9		1.8
		
		1.66		1.85		1.7
		
		1.75		1.8		1.7
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
1o TEMPO 2o TEMPO
KM
DISTÂNCIAS P/ POSIÇÃO
GRÁFICOS
		
		
		0-15		1.95		1.8
		
		15-30		1.78		1.76
		
		30-45		1.84		1.75
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0-45		5.57		5.31
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0-15		1.83		2.1		1.86
		
		15-30		1.49		1.82		1.71
		
		30-45		1.75		1.92		1.7
		
		0-15		1.65		1.9		1.8
		
		15-30		1.66		1.85		1.7
		
		30-45		1.75		1.8		1.7
		
		
		
		
		
		
		0-45		1.83		2.1		1.86
		
		15-30		1.49		1.82		1.71
		
		30-45		1.75		1.92		1.7
		
		0-15		1.65		1.9		1.8
		
		15-30		1.66		1.85		1.7
		
		30-45		1.75		1.8		1.7
		
		0-90		10.13		11.39		10.47
		
		PARADO		9
		
		ANDANDO=3,4KM		30
		
		TROTANDO=3,2KM		24
		
		VELOCIDADE BAIXA=2,9KM		12
		
		VELOCIADADE MODERADA=1,7KM		7
		
		ALTA VELOCIDADE=0,7KM		1.3
		
		SPRINT=0,4KM		1
		
		DE COSTAS=0,2KM		1
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		A		868		9893
		B		1119		9146
		C		795		9660
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		F		1566		11083
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		H		1454		9888
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		1 T		3		4		8
		2 T		2		4		5
		1 T		8		6		7
		2 T		7		6		5
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0 a 15		55		38
		
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				0 a 15		130		85
		
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				0 a 15		100		80
		
				15 a 30		130		65
		
				30 a 45		103		80
		
		
		
		
		
		
				0 a 15		250		170
		
				15 a 30		210		110
		
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				0 a 15		250		150
		
				15 a 30		230		115
		
				30 a 45		230		160
		
		
		
		
		PARADO		15		18
		
		ANDANDO		39		42
		
		TROTANDO		24		19
		
		VEL. BAIXA		20		19
		
		VEL. MÉDIA		10		7
		
		VEL. ALTA		3		4
		
		SPRINT		1		2
		
		DE COSTAS		1		2.5
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		0 a 5		670		630
		
		5 a 10		645		580
		
		10 a 15		660		590
		
		15 a 20		600		610
		
		20 a 25		610		560
		
		25 a 30		558		585
		
		30 a 35		590		550
		
		35 a 40		620		578
		
		40 a 45		645		583
		
		
		0 a 45		5.6		5.25
GRÁFICOS
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1 TEMPO
2 TEMPO
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS DURANTE O JOGO
INTRODUÇÃO
		0		0
1 TEMPO
2 TEMPO
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS DURANTE O JOGO
Plan1
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
1o TEMPO 2o TEMPO
KM
DISTÂNCIAS P/ POSIÇÃO
Gráfico Suécia
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
TEMPO DE JOGO
KM
DISTÂNCIAS P/ POSIÇÃO
		9		30		24		12		7		1.3		1		1
PARADO (0)
ANDANDO (3,4km)
TROTANDO (3,2km)
BAIXA VELOCIDADE (2,9km)
VELOC.MODERADA (1,7km)
ALTA VELOCIDADE (0,7km)
SPRINT (0,4km)
DE COSTAS (0,2km)
TEMPO (minutos)
ATIVIDADES DURANTE O JOGO
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
DIST. SPRINTS
DIST. PERCORRIDA
JOGADORES
DIST. TOTAL PERCORRIDA
DISTÂNCIAS
		0
		0
		0
		0
		0
		0
		0
		0
(m)
(%)
DISTRIBUIÇÃO da FREQÊNCIA de SPRINTS
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
		0		0		0
DEFENSORES
MEIO-CAMPISTAS
ATACANTES
ETAPA DO JOGO
NÚMERO
CABECEIOS COMBATE
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
SPRINTS
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
ALTA VELOCIDADE
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1a DIVISÃO
2a DIVISÃO
1o TEMPO 2o TEMPO
(m)
VELOCIDADE MODERADA
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
FEMININO
MASCULINO
TIPO ATIVIDADE
(%)
(%) ATIVIDADES / TEMPO TOTAL DE JOGO
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
		0		0
1o TEMPO
2o TEMPO
TEMPO (minutos)
DISTÂNCIA (m)
DISTÂNCIAS PERCORRIDAS A CADA 5' DE JOGO
		0		0
1o TEMPO
2o TEMPO
TEMPO (minutos)
DISTÂNCIA (km)
DISTÂNCIA TOTAL (1o e 2o TEMPO)
		IMPORTÂNCIA da CAPACIDADE
		ANAERÓBIA no FUTEBOL
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		I) Assegura uma base para realização dos padrões de movimentos
		típicos do jogo (mudanças de direção, acelerações, dribles)
		
		II) Assimilação das sobrecargas intermitentes e repetitivas
		de corridas e acelerações
		
		III) Melhor capacidade de resistir as mudanças de velocidade
		e poder acompanhar o alto ritmo de jogo.
		
														WEINECK 1992Prof. Francisco Adolfo Ferreira
		
										FUTEBOL
		
		
		
		
		
		
		
		Perfil Motor no Futebol
		
		
		Baseado em observações sobre jogadores
		de elite da Dinamarca, conclui-se que:
		
		
		Jogadores de elite caminham ou ficam parados por mais da metade
		do tempo de jogo
		
		
		Apesar dos jogadores percorrerem distância maior no 1o tempo
		do que no 2o, a distância percorrida em alta intensidade é a mesma
		
		
		Jogadores de elite desempenham mais atividades de alta intensidade
		do que jogadores que não são elite
		
		
		Meio-campistas fazem mais atividades de baixa intensidade do que
		atacantes e defensores, mas o total de atividades de alta intensidade
		é o mesmo para os 3 grupos
		
		
		Alguns jogadores não utilizam totalmente sua capacidade física
		durante o jogo
		
		
		
		
		
		
		
		
		
		Prof. Francisco Adolfo Ferreira
		
										FUTEBOL
		Mesa Redonda: "O Futebol Moderno"
		
		18/05/2005, Auditório da Faculdade Estácio de Sá - BH (Campus Floresta)
		
		19:00hs		Toninho Almeida				"O Esporte Como Exemplo"
		19:30hs		Emerson Silami				"Fisiologia no Futebol"
		19:45hs		Francisco A Ferreira				"Aspectos Físicos do Futebol Moderno"
		20:00hs		Ney Franco/Moacir Pereira				"Importância da Técnica e da Tática"
		20:15hs		Interatividade				Perguntas e respostas
		20:40hs		Toninho Almeida				Noite de Autógrafos
		PADRÃO DE MOVIMENTO DE UM JOGADOR DE ALTO NÍVEL
		DURANTE UM PERÍODO DE 10' EM UM JOGO REAL
		
		CADA CAIXA COLORIDA REPRESENTA O INTERVALO DE 1"
		E CADA LINHA REPRESENTA 1'
		Martin Dahlin (Suécia)
		
		
				Caminhar / Ficar em Pé																								Trotar - Baixa Veloc.																								Correr - Alta Veloc.																								Sprint - Veloc. Máxima																								Posse de Bola
		Tempo / Min
		0																																																																																																																										1
		1																																																																																																																										2
		2																																																																																																																										3
		3																																																																																																																										4
		4																																																																																																																										5
		5																																																																																																																										6
		6																																																																																																																										7
		7																																																																																																																										8
		8																																																																																																																										9
		9																																																																																																																										10
				1		2		3		4		5		6		7		8		9		10		11		12		13		14		15		16		17		18		19		20		21		22		23		24		25		26		27		28		29		30		31		32		33		34		35		36		37		38		39		40		41		42		43		44		45		46		47		48		49		50		51		52		53		54		55		56		57		58		59		60
				Tempo / Seg
		
				364"										60.6%
				184"										30.6%
				37"										6.1%
				9"										1.5%
				6"										1.0%
				600"
																																																																																																																												Prof Francisco A Ferreira
_1142767520.bin
_1140709377.bin
_954314683.doc

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