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14/03/2018 
1 
Profa. Rafaella Bastos Leite Cavalcanti 
INTERRELAÇÃO PERIODONTIA-PRÓTESE 
 
DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA 
CONSIDERAÇÕES INICIAIS 
 “É de extrema importância que os 
Procedimentos Restauradores possuam uma 
relação de reciprocidade com a Saúde 
Periodontal, uma vez que a confecção de 
próteses inadequadas pode ter efeito 
iatrogênico sobre o periodonto, em 
contrapartida, a Doença Periodontal sem 
tratamento poderá comprometer o sucesso da 
terapia protética.” 
Santos et al.(2006) 
Tratamento Periodontal Pré-protético 
 Antes de qualquer procedimento clínico 
protético 
 
 Estabelecimento da saúde do Periodonto 
 
“A pressa nos leva a erros futuros 
que podem ser irreversíveis para o 
periodonto e para o paciente” 
Gusmão et al. (2005) 
14/03/2018 
2 
Tratamento Periodontal Pré-protético 
1. Assegurar margens gengivais estáveis 
ANTES do preparo do dente; 
 
 Tecidos saudáveis são menos prováveis 
de se alterar. 
 
 
(CARRANZA, 2008) 
O preparo dos tecidos periodontais só 
favorece aos procedimentos restauradores 
 
Tratamento Periodontal Pré-protético 
 “A contração gengival cria espaços entre 
os pônticos das próteses fixas e das áreas 
das selas das removíveis.” 
 
 Acúmulo de biofilme  Inflamação dos 
pilares. 
Tratamento Periodontal Pré-protético 
2. Permite um reposicionamento dentário: 
 
 Doença Periodontal  
 “desequilíbrio” das 
 estruturas de suporte 
Migração Patológica 
14/03/2018 
3 
 
Tratamento Periodontal Pré-protético 
3. Fornece comprimento dentário adequado para o 
preparo do dente, realização da moldagem 
(RACR). 
 
Tratamento Periodontal Pré-protético 
4. Forças traumáticas  mobilidade dentária  
Interferência na mastigação e na função; 
 
Carga excessiva num 
periodonto com inserção 
comprometida. 
 . Inflamação periodontal 
diminui a capacidade do 
dente em suportar a 
demanda funcional; 
Tratamento Periodontal Pré-protético 
5. Prótese parciais  modelos de gesso obtidos de 
moldagens de gengivas “alteradas”  não se 
ajustarão corretamente quando a saúde 
periodontal for restituída. 
 
14/03/2018 
4 
 “Num tratamento com Prótese, é fundamental 
que os princípios biológicos estejam presentes 
em todos os procedimentos. Antes de se iniciar 
a restauração, é imprescindível que a doença 
periodontal seja tratada e eliminada, e que os 
procedimentos realizados posteriormente, 
durante a execução da prótese, estejam de 
acordo com a biologia dos tecidos 
periodontais.” 
Nery (2009) 
Avaliação dos parâmetros clínicos 
 Avaliar: 
 Sangramento à sondagem; 
 Profundidade de Sondagem e Nível de Inserção Clínica; 
 Presença de Mobilidade Dentária; 
 Altura do rebordo na área edêntula; 
 Presença de nichos de retenção Bacteriana; 
 Perfil de emergência de coroas que podem ser 
anatomicamente modificados pela prótese; 
 Biótipo Periodontal; 
Sangramento gengival 
Um dos principais indicadores clínicos de alterações 
periodontais é a presença do sangramento 
gengival; 
Paiva; Almeida(2005) 
 Sulco gengival  0,5 a 2mm (faces livres) 0,5 a 3mm 
(faces interproximais); 
 Conhecimento da ponta ativa da sonda; 
Profundidade de sondagem 
Distância da margem gengival ao limite mais apical da bolsa 
periodontal ou ponto onde a sonda encontra resistência; 
Paiva; Almeida(2005) 
Lindhe (1998) 
14/03/2018 
5 
Instrumental, Instrumentação e Afiação 
 
- TIPOS: 
- OMS: Marcações coloridas secções 3mm; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SPEIGHT, BARRETT 2002; NEVILLE et al., 2009. 
SONDAS PERIODONTAIS 
Instrumental, Instrumentação e Afiação 
 
 
TIPOS: 
Willians: Tem 10mm (os milímetros que não tem na sonda são o 4 e o 6 então 
temos apenas o 1, 2, 3, 5, 7, 8, 9, 10); 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SPEIGHT, BARRETT 2002; NEVILLE et al., 2009. 
SONDAS PERIODONTAIS 
Instrumental, Instrumentação e Afiação 
 
 
TIPOS: 
Carolina do Norte: Tem marcação de 15mm, e a cada 5mm ela tem uma marcação mais 
escura (o que facilita a identificação, mas com o passar do tempo e o passar das 
esterilizações essa marcação preta acaba sumindo) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SPEIGHT, BARRETT 2002; NEVILLE et al., 2009. 
SONDAS PERIODONTAIS 
Instrumental, Instrumentação e Afiação 
 
 
TIPOS: 
 
SONDA DE PLÁSTICO/TEFLON: Implantes(titânio), difícil no mercado. 
- Danos ou marcas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SPEIGHT, BARRETT 2002; NEVILLE et al., 2009. 
SONDAS PERIODONTAIS 
14/03/2018 
6 
Profundidade de sondagem (PS) 
 PS ≥ 4mm + achados clínicos e radiográficos 
 Sinal de Anormalidade 
 BOLSA PERIODONTAL 
Lesões de furca 
 
 
Gusmão (2005) 
Nível de Inserção 
Distância entre a junção cemento-esmalte e a porção apical 
ou profundidade sondável do sulco ou bolsa periodontal; 
Paiva; Almeida(2005) 
PERDA DE INSERÇÃO 
CLÍNICA 
Mobilidade dentária 
 Grau de mobilidade relaciona-se: 
 
 Quantidade de perda do osso alveolar; 
 Trauma de oclusão; 
 Lesões periapicais; 
 Grau de inflamação gengival; 
14/03/2018 
7 
Avaliação do rebordo na área edêntula 
 Realização de 
cirurgias periodontais 
Seibert, 1983 
Biotipo Periodontal 
Biotipo Fino 
 
 
 
Biotipo Espesso 
(Kao, Pasquinelli, 2002) 
Biotipo Fino e Festonado 
 Aspecto delicado; 
 Aparência translúcida; 
 Mínima faixa de tecido 
Queratinizado; 
 Topografia muito 
contornada. 
 
Lemos, 2008 
Biótipo Espesso e Plano 
 Aspecto denso; 
 Relativa faixa de 
tecido queratinizado; 
 Topografia plana; 
 Sugestão de tecido 
ósseo adjacente espesso 
Lemos, 2008 
14/03/2018 
8 
Na presença de Inflamação... 
 Biótipo Periodontal Fino ou Delgado: 
 Tendências à recessão gengival 
(inadequado controle de placa bacteriana 
e/ou presença de traumatismos locais); 
 Biótipo Periodontal Espesso: 
 Tendências à formação de bolsas 
periodontais (inadequado controle de placa 
bacteriana e/ou presença de 
traumatismosZlocais); 
Mais resistente às agressões ao periodonto; 
INTEGRIDADE PERIODONTAL E 
LONGEVIDADE PROTÉTICA 
Disposição da Margem 
 Supragengival 
 Gengival 
 Subgengival 
 
 
 Limite cervical do preparo deve: 
Prevenir formação e/ou retenção de placa 
Prevenir recorrência de cárie 
Possibilitar higienização 
 
Margem Supragengival 
 VANTAGENS: 
Melhor determinação do término preciso do 
preparo; 
Reproduzir os limites pela moldagem; 
Verificar a adaptação da restauração; 
 Facilidade na eliminação de resíduos de 
cimentação da prótese; 
Paciente  fácil controle do biofilme; 
14/03/2018 
9 
Margem Subgengival 
 Impacto periodontal desfavorável; 
Acúmulo de restos alimentares 
 
Instalação do biofilme dental 
 
Inflamação gengival 
 
Propagação da inflamação em profundidade no periodonto 
 
 
 
 O preparo, a moldagem e a colocação de uma 
prótese subgengival contribuem para uma 
maior probabilidade de aparecimento de 
alterações periodontais. Cuidados devem ser 
tomados na preservação do epitélio juncional 
durante um processo de reabilitação por meio 
de próteses e/ou restaurações, principalmente 
das colocadas intrassulculares.”Bosco (2009) 
“A situação biologicamente ideal seria a de 
manter o término dos preparos 
supragengivalmente. 
E em situações estéticas 0,5 mm abaixo da 
margem gengival... 
...na região correspondente ao epitélio 
sulcular oral sem atingir ou invadir o epitélio 
juncional.” 
CONSIDERAÇÕES BIOLÓGICAS 
Relembrando.... 
14/03/2018 
10 
Avaliação do Espaço Biológico 
 Espaço 
Biológico 
 (2,04mm) 
 Procedimentos que invadam os espaços 
biológicos causarão mudanças no 
periodonto como sangramento e 
inflamação constantes, recessões 
gengivais, além de perdas de inserção e 
do nível ósseo. 
 
 Belli,2002 
 CONSEQUÊNCIAS: 
• Edema, vermelhidão da gengiva; alterações funcionais e 
estéticas; 
 
Invasão do Espaço Biológico Invasão do Espaço Biológico 
 CONSEQUÊNCIAS: 
 Tendência a sangramento ao mais leve toque, 
dores; 
14/03/2018 
11 
Restaurações Dentárias 
 
 
≤ 2mm 
Avaliação do Espaço Biológico 
 Interpretação Radiográfica; 
 Interpretação Clínica (Sondagem Óssea): 
 
Distância 
entre o osso 
e a margem 
da rest. 
VIOLAÇÃO 
CONFIRMADA 
Inserção da 
sonda 
Importância da Avaliação 
 
 DIAGNÓSTICO DEFINITIVO DAS VIOLAÇÕES; 
 
 CÁLCULO DA CORREÇÃO NECESSÁRIA; 
 
 PARÂMETRO PARA COLOCAÇÃO DE RESTAURAÇÕES FUTURAS. 
Diretrizes e Posicionamento da Margem 
 Profundidade do Sulco deve ser tomada como 
DIRETRIZ; 
 Base do sulco é o topo da inserção; 
 PS= 1,0 a 1,5mm  Extensão do preparo 0,5mm subg. 
 PS= 2mm  Extensão do preparo metade da PS. 
 PS> 2mm  GENGIVECTOMIA PARA DIMINUIR PS. 
 
 * Quanto + profundo o sulco > é o risco de recessão 
14/03/2018 
12 
Como 
restabelecer o 
Espaço Biológico 
quando este é 
invadido ? 
Correção da Violação 
RESTABELECER O ESPAÇO ENTRE O OSSO ALVEOLAR E A 
MARGEM GENGIVAL 
 
 Exposição ou Aumento de coroa clínica; 
 
 Extrusão ortodôntica: (regiões estéticas). 
 GENGIVECTOMIA 
(EXPOSIÇÃO DE COROA CLINICA)  AUMENTO DE COROA CLINICA 
14/03/2018 
13 
Aumento de Coroa Clínica 
 
Aumento de Coroa Clínica 
 
Tracionamento Ortodôntico 
 
Osso alveolar + Tecido gengival 
 
14/03/2018 
14 
 
O dente é estabilizado para corrigir os níveis ósseos e gengivais. 
Restaurações provisórias 
 Deve apresentar: 
 Adaptação da margem; 
 Contorno da coroa; 
 Acabamento da superfície; 
Contorno da Coroa 
Excesso de contorno 
 
Inflamação gengival 
Mezzomo, 1999 
Contorno + 
plano 
14/03/2018 
15 
Conduta Estética do Sorriso 
 Ameia Interproximal  aloja a papila interdentária 
 
 A ALTURA DA PAPILA É ESTABELECIDA PELO NÍVEL 
ÓSSEO: 
 
 -MGL 3,0mm do osso; 
 A ponta da papila. 
3,0mm 
4,5 mm 
Tratamento da Forma da Ameia em Pacientes 
com Retração Gengival 
 Nas áreas anteriores: 
 
 Levar contatos interproximais apicalmente à 
papila (eliminando ameias abertas); 
 
Tratamento da Forma da Ameia em Pacientes 
com Retração Gengival 
 Nas áreas posteriores: 
 
 Proximidade excessiva dos contatos interproximais às 
papilas  grandes saliências nas restaurações; 
 
 Deve-se: 
 
 Deslocar o suficiente para evitar retenção de alimentos e 
proporcionar higiene adequada; 
14/03/2018 
16 
PÔNTICO 
Características: 
 Fácil limpeza; 
 
Estético; 
 
Confortável; 
 
Restabelecimento da oclusão. 
Desenho do Pôntico 
Opções: 
 (porcelana/resina) 
Higiênico; 
Em sela; 
Em sela modificada; 
Oval. 
 
* Diferença entre eles: Estética e higiene 
Higiênico 
PÔNTICO 
Oval 
Dentro da 
crista 
PÔNTICO 
 
Em sela Em sela 
modificada 
14/03/2018 
17 
Pôntico Higiênico 
 Superfície inferior convexa 
 Fácil acesso para higiene 
 3mm da crista subjecente 
 Anti-estético 
 
Pôntico Oval 
 Superfície inferior convexa 
 Fácil acesso para higiene 
 Criado formando PONTO RECEPTOR NA ÁREA 
EDENTADA; 
Pôntico Oval 
2,0mm 
1,5mm 
REGIÕES ANTERIORES 
Pôntico Oval 
REGIÕES POSTERIORES 
 REPOUSA SOBRE A CRISTA 
14/03/2018 
18 
 
Pôntico em sela total 
 Modelo em desuso 
 Superfície inferior (cervical) côncava  higiene 
IMPOSSÍVEL 
 
Pôntico em sela modificada 
 Indicação: 
 Se existir crista inadequada para criar pôntico oval; 
 Aspecto vestibular da superfície cervical: forma côncava 
 Configuração cervical lingual mais aberta: higiene 
possível; 
CONTROLE DO BIOFILME DENTAL 
14/03/2018 
19 
 Controle de Placa 
mecânico 
químico 
PÔNTICO 
 Modificações gengivais 
 Vermelhidão; 
 Edema; 
 Ulceração; 
 Hiperplasia; 
 Sangramento; 
 Reabsorção óssea; 
 Pseudobolsas. 
Considerações sobre Oclusão 
 Princípios básicos: 
 
1. Em RC e MIC deve haver contatos bilaterais 
simultâneos entre os dentes; 
2. Cargas oclusais devem ser direcionadas no sentido 
axial dos dentes; 
3. Desoclusão dos dentes posteriores no movimento 
protrusivo; 
14/03/2018 
20 
Trauma de Oclusão 
Máxima Intercuspidação Habitual (MIH): 
 - Posição de acomodação da mandíbula em que ocorre o maior número de 
contatos dentários, ou seja: os dentes estão em total oclusão; 
 
 
CARRANZA et al., 2016; LINDHE 2010. 
Trauma de Oclusão 
CONTATO PRÉ-MATURO E INTERFERÊNCIA OCLUSAL 
CARRANZA et al., 2016; LINDHE 2010. 
Trauma de Oclusão 
Características de contato clinicamente aceitável: 
• Ser puntiforme; 
 
• Aproximar-se o máximo do centro do dente; 
 
• Possuir a mesma intensidade de cor dos contatos adjacentes; 
 
• Ter o maior número de distribuição no arco; 
 
• Não defletir a mandíbula, nem dificultar os movimentos (DTM) 
 
CARRANZA et al., 2016; LINDHE 2010. 
Considerações sobre Oclusão 
 Princípios básicos: 
 
4. Ausência de contatos dentários no lado de 
balanceio; 
5. Ausência de interferência dos dentes posteriores 
no lado de traballho; 
14/03/2018 
21 
Periodonto e cargas oclusais excessivas 
 Apesar da capacidade de amortecimento do 
ligamento periodontal  recebe cargas  
excedem limite de tolerância fisiológica 
 
 
 
 
 TRAUMAS OCLUSAIS  Lesões periodontais 
 
Periodonto e cargas oclusais excessivas 
 Presença de inflamação  ausência de cargas 
traumáticas  reabsorção óssea horizontal; 
 
 Presença de inflamação  presença de cargas 
traumáticas  reabsorção óssea vertical; 
 
Periodonto e cargas oclusais excessivas Periodonto e cargas oclusais excessivas 
 
14/03/2018 
22 
Periodonto e cargas oclusais excessivas 
 
45 dias 
após o 
ajuste 
oclusal 
Etiologia das cargas traumáticas 
Ausência dentária; 
 
Restauração e próteses mal adaptadas; 
 
Demora na instalação da prótese; 
Trauma de Oclusão 
 
• Hábitos parafuncionais; 
• Perdas e migrações dentárias; 
• Extrações ou erupções irregulares; 
• Cárie; 
• Posicionamento ortodôntico indevido; 
• Contatos prematuros; 
• Interferências oclusais; 
• Iatrogenia odontológica; 
• Atividades profissionais; 
• Acidentes Oclusais. 
 
ETIOLOGIA 
 “Prótese parciais removíveis (extremidade livre) 
produzem cargas laterais excessivas nos dentes 
vizinhos ao espaço protético.... 
 A fibromucosa que reveste o espaço protético é 
comprimida, na sua espessura, mais de 10 vezes a 
área em que o dente se movimenta no interior do 
alvéolo, FORMANDO-SE NA SELA DA PRÓTESE UM 
BRAÇO DE ALAVANCA.” 
Araújo et al. (2005) 
14/03/2018 
23 
“ A resposta saudável dos tecidos 
periodontais retrata o respeitoque os 
procedimentos restauradores tiveram em 
relação aos princípios que regem o 
comportamento biofisiológico dos tecidos”. 
(Cagidiaco et al, 1992) 
E.S.G(1996) 
Bibliografia Consultada 
 
 Brunetti MC. Periodontia Médica – uma abordagem integrada. São Paulo:Ed. Senac, 2003 
 Carranza Jr FA, Newman MG, Takei, Klokkevold. CARRANZA Periodontia clínica. 10a ed., Rio 
de Janeiro: Elsevier, 2007. 
 Duarte CA et al. Cirurgia periodontal pré-protética e estética. São Paulo:Ed. Santos, 2003. 
 Duarte CA, Castro MVM. Cirurgia estética periodontal. São Paulo:Ed. Santos, 2004. 
 Gusmão ES et al. Sugestões terapêuticas. Recife:Edupe, 2005. 
 Lascala NT. Prevenção na clínica odontológica. São Paulo:Artes Médicas, 1997. 
 Lindhe J. Tratado de Periodontia e Implantodontia Oral. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 
2010. 
 Paiva J. S. ; Almeida R. V. Periodontia a atuação clínica baseada em evidências científicas. 
V. 1 São Paulo: Editora artes médicas. 2005