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Protozoologia
ESTUDO DOS PROTOZOÁRIOS
Reino Protista 
 Antony van Leeuwenhoek – primeiro a observar protistas – 1675.
Protozoários – do grego protos = primeiro e zoon = animal, em 1818;
Na época – incluídos no subgrupo Zoophyta – protistas, esponjas, cnidários, rotíferos e 
outros.
 Ernest Haeckel – reuniu algas e protozoários no Reino Protista.
 Primeira classificação – baseada no modo de nutrição e locomoção: Mastigophora
(locomoção com flagelos), Ciliophora (locomoção com cílios), Sarcodina (locomoção 
com pseudópodes) e Sporozoa (parasitas sem estruturas locomotoras).
 Ideias sobre a classificação e filogenia dos protistas – em grande estado de mudança –
novas técnicas de estudo.
In: http://www.brasilescola.com/biologia/protozoarios.htm
In: http://bioneogenios.blogspot.com.br
In: http://pixshark.com/paramecium.htm
In: http://pixshark.com/kingdom-protista-euglena.htm
In: http://www.eclinpath.com/exotics/
hematology-exotics/infectious-
agents/plasmod/
In: http://billybob400.weebly.com/protists.html
CLASSIFICAÇÃO DO REINO 
Segundo BRUSCA & BRUSCA, 2007
 Reino Protista 
 Filo Euglenida - 1.000 espécies. Ex.: euglenóides – Ascoglena, Colacium, Euglena, 
Rhobdomonas.
 Filo Kinetoplastida – 600 espécies. Ex.: tripanossomos – Bodo, Dimastigella, 
Leishmania, Trypanosoma.
 Filo Ciliophora – 12.000 espécies. Ex.: ciliados – Balantidium, Euplotes, Paramecium, 
Stentor, Vorticella.
 Filo Apicomplexa – 5.000 espécies. Ex.: gregarinas, coccídeos e piroplasmas –
Cryptosporidia, Eimeria, Gregarina, Plasmodium, Toxoplasma.
Dinoflagellata – 4.000 espécies. Ex.: dinoflagelados – Amphidinium, Ceratium, 
Noctiluca, Zooxantella.
CLASSIFICAÇÃO DO REINO 
Segundo BRUSCA & BRUSCA, 2007
 Reino Protista 
 Filo Stramenopila – 9.000 espécies. Ex.: diatomáceas, algas pardas e douradas 
(Chrysophita), flagelados silicosos, etc. 
 Filo Rhizopoda – 200 espécies. Ex.: amebas – Acanthamoeba, Amoeba, Arcella, 
Difflugia, Endolimax, Entamoeba, Iodamoeba.
 Filo Actinopoda – 4.240 espéceis. Ex.: radiolários, acantários e heliozoários –
Acanthocystis, Actinophrys, Lithocolla. 
 Filo Granuloreticulosa – 40.000 espécies. Ex.: foramíniferos – Biomyxa, , Globigerina, 
Cromia, Iridia, Nummullites, Rhizoplasma.
 Filo Diplomonadida – 100 espécies. Ex.: giárdias – Enteromonas, Giardia, Hexamida, 
Trimitus. 
CLASSIFICAÇÃO DO REINO 
Segundo BRUSCA & BRUSCA, 2007
 Reino Protista 
 Filo Parabasilida – 300 espécies. Ex.: tricomonadidos – Histomonas, Pentatrichomonas, 
Trichomonas.
 Filo Cryptomonada. Ex.: criptomonadidos – Chilomonas.
 Filo Microspora – 800 espécies. Ex.: microsporidos – Encephalithozoon, Nosema.
 Filo Ascetospora. Ex.: ascetosporídios: Haplosporidium, Paramyxa.
 Filo Choanoflagellata. Ex.: coanoflagelados – Codosiga, Monosiga, Proterospongia.
 Filo Chlorophyta. Ex.: algas verdes – Chlamydomonas, Eudorina, Polytonella, Volvox.
 Filo Opalina. Ex.: opalinados - Cepedea, Opalina, Protopalina.
In: http://www.clickescolar.com.br/reino-protista.htm
BAUPLAN DOS PROTISTA
 Pertencem a um clado monofilético ; 
 São unicelulares; 
 Desenvolvem funções básicas de um metazoário.
Reino Protista
 Organismos eucariontes (com núcleo celular organizado);
 Unicelulares;
 Maioria heterotróficos (que não realizam a fotossíntese).
 Cerca de 65.000 espécies conhecidas.
 50% são fósseis e o restante ainda vive hoje;
 destes, aproximadamente 25.000 são de vida livre.
 10.000 espécies são parasitos dos mais variados animais
 apenas cerca de 30 espécies atingem o homem.
Protistas fósseis
In: http://www.ufrgs.br/paleodigital/Microfosseis5.html
Foraminífero Radiolário
Dinoflagelado
Cocolitoforídeo
Características gerais
 São coloniais, de vida livre ou parasita; 
 Habitam os mais variados ambientes (terrestre, água doce, marinho e até 
mesmo trato digestório); 
 Apresentam uma grande variação de formas e coloração;
 Podem ser considerados bioindicadores em várias condições, desde uma 
poluição ambiental a infestação parasitária.
Célula do protozoário
 Membrana simples ou reforçada
 Estruturas celulares internas (microtúbulos e retículo endoplasmático); 
 Citoplasma diferenciado em duas zonas:
 externa, hialina, o ectoplasma,
 interna, granular, o endoplasma (vacúolos e inclusões)
Célula do protozoário
 Organelas adaptadas ao parasitismo;
 membrana lipoprotéica para limitar as trocas (permeabilidade);
 Uninucleados (divisão -vários núcleos).
Estrutura do corpo, trocas gasosas e excreção
 Condição unicelular – manutenção de uma razão elevada na relação da área superficial com 
volume – restrição da forma e do tamanho dos protozoários. 
 Trocas gasosas realizadas através das membranas celulares.
 Organelas: mitocôndrias (respiração celular) e cloroplastos (fotossíntese).
 Vesículas de expulsão de água – vacúolos contráteis – eliminação dos resíduos metabólicos e 
do excesso de água.
 Não possui camada germinativa; 
 Não possui órgãos ou tecidos organizados; 
 A maioria apresenta-se em formas coloniais
 São de vida livre, mutualista, comensais, parasitas, etc.
In: http://www.mundoeducacao.com/biologia/vacuolos.htm
Sustentação e locomoção
 Maioria mantém a forma mais ou menos constante (esférica, radial ou 
bilateralmente simétrica); 
 Apresentam uma teca (a qual é formada através do acúmulo de partículas a 
partir do ambiente, ou até mesmo por outros arranjos do esqueleto); 
 Utilizam pseudópodes, cílios ou flagelos que auxiliam na locomoção. 
http://www.infoescola.com/reino-protista/ciliados/
Oxytricha trifallax. Foto: Genome.gov / [Public domain}
http://mmegias.webs.uvigo.es/5-celulas/ampliaciones/7-cilio-flagelo.php
Nutrição
 Podem ser:
 Autótrofos,
 Heterótrofos 
 ou ambos.
 Autótrofos – têm cloroplastos e realizam a fotossíntese.
 podem diferir na estrutura do cloroplasto e utilizar pigmentos diferentes nos 
cloroplastos. 
 Heterótrofos – não realizam a fotossíntese.
 adquirem alimento através de alguma interação entre a superfície da célula e o 
ambiente. 
Nutrição
 Heterótrofos:
 Maioria são saprófitas - absorvem alimentos (matéria orgânica) dissolvidos por 
difusão, transporte ativo ou pinocitose.
 Podem ser holozóicos - alimentos sólidos (detritos orgânicos ou presas inteiras) 
– por fagocitose.
 Nos processos de fagocitose e pinocitose – há a formação de um vacúolo 
digestivo.
 Podem apresentar um citóstoma (boca celular). 
http://biologiaassuntos.blogspot.com.br/2011/09/citologia.html
Digestão
 Os vacúolos digestivos podem ser formados em qualquer lugar na superfície da célula.
1. Forma-se o vacúolo, este entra no citoplasma.
2. Começa a inchar com a secreção de várias enzimas e substâncias químicas.
3. Inicialmente o vacúolo digestivo acumula enzimas – se torna ácido.
4. A digestão avança e o fluido vacuolar se torna mais alcalino.
5. Em alguns Protista as excretas são lançadas através de uma abertura denomina – citoprocto.
6. Nos Protista as organelas responsáveis pela produção do ATP são as mitocôndrias; 
http://www.cientic.com/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=207:heterotrofia-parte-i&catid=21:obtencao-de-materia&Itemid=87
Um pouquinho de humor...
Atividade e sensibilidade
 Cílios e flagelos são organelas sensíveis ao tato – quando estimuladas param de bater 
ou batem em um padrão que movimenta o organismo para longe do ponto de estímulo.
 Alguns apresentam extrussomos (organelas envoltas por membrana contendo 
substâncias químicas) – quando submetidos a estímulos, descarregam imediatamente 
ou explosivamente seus conteúdos químicos.
 Possuem sensibilidade ao calor – maioria dos protistasprocurará uma temperatura 
ótima.
 Podem reagir positivamente ou negativamente para várias substâncias químicas. 
Exemplos:
 amebas – capazes de distinguir itens alimentares de não-alimentares;
 ciliados predadores – cílios sensoriais que auxiliam a encontrar presas.
Atividade e sensibilidade
Podem apresentar ocelos ou estigmas (pode ser manchas pigmentares ou 
estruturas em forma de lentes complexas) – organelas sensíveis à luz.
Estigmas – encontradas principalmente em flagelados fotossintetizantes.
In: http://www.nilesbio.com/prod148.htmlIn: http://www.biologia.seed.pr.gov.br/modules/ 
galeria/detalhe.php?foto=677&evento=4
Reprodução
 Sucesso dos protistas – grande variação de estratégias reprodutivas.
 Se utilizam das vantagens tanto da reprodução sexuada quanto da assexuada.
 Reprodução assexuada: fissão binária, fissão múltipla e brotamento.
 Reprodução sexuada: conjugação, singamia e autogamia.
Protozoários de vida livre normalmente recorrem à reprodução sexuada quando as 
condições ambientais tornam-se adversas.
 Quando fatores ambientais e disponibilidade de alimento são favoráveis, a reprodução 
é assexuada.
Reprodução assexuada
 Fissão binária = bipartição, fissiparidade ou cissiparidade.
 Envolve uma única divisão mitótica, resultando em duas células filhas.
In: http://www.as5ms8.blogspot.com.br/2006/
12/reproduo-assexual-reproduo-assexual-
ou.html
http://www.as5ms8.blogspot.com.br/2006/12/reproduo-assexuada-reproduo-assexuada.html
Reprodução assexuada
 Fissão múltipla = esquizogonia
 O núcleo sofre muitas divisões múltiplas antes da citocinese (divisão do citoplasma).
 Resulta em muitas células filhas.
Reprodução assexuada
 Brotamento
 Ocorre geralmente em Apicomplexa.
 Através de um processo denominado plasmotomia - um adulto multinucleado divide-
se em duas células filhas multinucleadas. 
Reprodução sexuada
Vantagem da reprodução sexuada – geração e manutenção da variabilidade 
genética nas populações e espécies. 
 Singamia: união completa de duas células haplóides (gametas). 
 As células que desenvolvem os gametas são chamadas de gamontes.
 A singamia pode envolver gametas de um único tamanho denominados isogâmicos, 
ou de tamanhos diferentes, anisogâmicos; 
 O processo meiótico pode preceder imediatamente a formação e união dos gametas 
(divisão reducional pré-zigótica) ou após a fertilização (pós-zigótica); 
 Como também envolver processos mitóticos, no entanto, referem-se à persistência do 
envelope nuclear. 
Reprodução sexuada
 Conjugação: união parcial transitória de dois indivíduos, na qual ocorre troca de 
material nuclear.
 Depois de realizada a separação, os núcleos dos ex-conjugantes possuem uma nova 
guarnição cromossômica combinada. 
A conjugação encontra-se somente nos ciliados, os protozoários mais altamente 
diferenciados e mais ricos em diferenciação citoplasmática. 
O ciclo é diplobionte.
Dois ciliados, na maior parte das vezes com a mesma forma, unem-se pela região oral; 
onde se forma uma ponte citoplasmática.
Conjugação
http://exercicios.brasilescola.com/exercicios-biologia/exercicios-sobre-
reproducao-nos-protozoarios.htm
Importância ecológica e econômica
IMPORTÂNCIA ECOLÓGICA:
biodiversidade, cadeia alimentar, produção de oxigênio para atmosfera, bioindicadores, 
etc.
 IMPORTÂNCIA ECONÔMICA:
 medicina, indústria farmacêutica, indústria pesqueira, indústria alimentícia, etc.
Marcos
Realce
Filos de importância ecológica e 
econômica
 Filo Euglenida – euglenóides.
 São dulcíaquolos, mas são conhecidas espécies marinhas e de águas salobras.
 Maioria de vida livre, porém podem ocorrer algumas formas coloniais.
 São comumente encontrados em coleções de água ricas em matéria orgânica em 
decomposição – indicadores úteis da qualidade da água (Leocinclis, Phacus, 
Trachelomonas).
 São também utilizados no tratamento da água, pois extraem metais pesados, tais 
como magnésio, ferro e zinco dos afluentes.
 Outras são pragas ambientais e produzem substâncias tóxicas que causam doença pelo 
consumo de truta e surtos tóxicos, com grande destruição de peixes e moluscos no 
Japão.
In: http://tolweb.org/Euglenida/97461
Fig. 1. Light micrographs showing general characteristics of euglenid cells. A-B. Two cells that glide along substrates showing a 
straight anterior flagellum (A) and a thick recurrent or posterior flagellum that trails the cell (B). C. A phagotrophic cell with about 
20 relatively thick pellicle strips that are more or less longitudinally arranged. D. A phagotrophic cell with >40 thin pellicle strips that 
are helically arranged and capable of metaboly. E-F. Photoautotrophic cells showing chloroplasts, the nucleus, the reservoir and the 
stigma. Images A-D and F © Brian S. Leander. Image E © L. Amaral-Zettler and D. J. Patterson.
Filos de importância ecológica e 
econômica
 Um terço das espécies têm cloroplasto e são fotoautotróficas.
 Apresentam uma dilatação que atua como fotorreceptor.
 Maioria é heterotrófica - alimenta-se da matéria orgânica em suspensão.
 Forma do corpo - mantida por uma película, formada por feixes protéicos
interconectados abaixo da membrana plasmática.
 Geralmente a película é sustentada por microtúbulos.
 Alguns ainda podem secretar lorica ou envelope externo da membrana celular.
 Geralmente apresentam dois flagelos, em alguns casos, um é tão curto que é 
representado apenas por um cinetossomo.
Filos de importância ecológica e 
econômica
Cada flagelo possui uma fileira de pelos.
 O deslocamento se dá por movimentos flagelares.
 Reprodução assexuada por fissão binária longitudinal.
Fig. 2. Scanning electron micrographs showing the relative number of pellicle strips and the size differences between a small 
bacterivore (left, with 4 pellicle strips) and a large euglenophyte (right, with 48 pellicle strips). © Brian S. Leander. 
In: http://tolweb.org/Euglenida/97461
Filos de importância ecológica e 
econômica
 Filo Kinetoplastida – tripanossomos e bodonídeos.
 Bodonídeos – de vida livre em ambientes marinhos e de água doce ricos em matéria 
orgânica.
 Tripanossomos – parasitos exclusivos e ocorrem no trato digestivo de invertebrados, 
vasos do floema de certas plantas e sangue dos vertebrados.
 Em humanos são parasitas os gêneros Leishmania e Trypanosoma.
 A forma da célula é mantida por uma película – membrana celular + camada de 
microtúbulos de sustentação.
 Tripanosomos têm capacidade de modificar seu revestimento de glicoproteína – torna 
difícil o tratamento das infecções por estes protozoários.
Filos de importância ecológica e 
econômica
 Todos são heterotróficos.
 Reprodução por fissão binária ou brotamento.
 Nem meiose nem reprodução sexuada foi confirmada.
http://www.lookfordiagnosis.com/mesh_info.php?term=kinetoplastida&lang=3
http://www.biolib.cz/en/taxonimage/id17375/?taxonid=14795&type=1
Filos de importância ecológica e 
econômica
 Filo Ciliophora
 São bentônicos e planctônicos marinhos e encontrados em água salobras, em água 
doce e em solos úmidos.
 Sésseis ou de vida livre, ecto ou endossimbiontes e várias espécies parasitas.
São importantes como endossimbontes mutualistas de ruminantes como cabras, 
ovelhas e gado.
Parasitas de peixes e uma espécies, Balantidium coli, é parasita intestinal humano.
 São amplamente utilizados como indicadores de qualidade de água e para clarificar a 
água em unidade de tratamento de esgoto.
Batantidium coli In: ttp://web.stanford.edu/class/humbio103/
ParaSites2003/Balantidium/The_Parasite.htm https://tratamentodeefluentes.wordpress.com/
Entodinium - In: http://www.zoologie.frasma.cz/
mmp%200102%20Chromalveolata/Chromalveolata
%20web.html
Filosde importância ecológica e 
econômica
 Forma da célula mantida pela película consistindo em vesículas alveolares e camada 
fibrosa de epiplasma.
 Cílios para a locomoção.
 Dois tipos de núcleos – macronúcleo hiperpoliplóide e micronúcleo diploide.
 Reprodução assexuada – fissão binária transversal.
 Reprodução assexuada – conjugação.
http://research.plattsburgh.edu/Ciliates/bigpicture.asp?bigpic=282
Filos de importância ecológica e 
econômica
 Filo Apicomplexa
 Todas as espécies parasitas.
 Caracterizados pela presença de organela s na extremidade anterior da célula –
complexo apical.
 Complexo apical – prende o parasita a uma célula hospedeira e libera uma substância 
que faz com que a membrana da célula hospedeira englobe o parasita para dentro do 
citoplasma. 
 Espécies de parasitas humanos – Plasmodium spp. e Toxoplasma gondii.
 Reprodução assexuada – fissão múltiplas, fissão binária 
Reprodução sexuada é gamética.
Filos de importância ecológica e 
econômica
 Não possuem cílios.
 A locomoção se dá por deslizamento.
 Algumas espécies apresentam gametas flagelados.
 Alimentam-se por endocitose (fagocitose e pinocitose) através de micróporos.
 Ciclos de vida podem ser divididos em 03 estágios: gamontogonia (fase sexuada), 
esporogonia (formação de esporos) e a fase de crescimento. 
 Geralmente os ciclos são monogenéticos (envolvem apenas um hospedeiro), mas 
podem envolver mais de um.
Toxoplasma gondii - In: http://resumao-
e02.blogspot.com.br/2011/08/toxoplasmose
.html
Plasmpdium – In: http://sameens.dia.uned.es/Trabajos13/
Trab_Publicos/Trab_2/Melero_Alcibar_2/diagnostico.html
Filos de importância ecológica e 
econômica
 Filo Rhizopoda
 Emitem pseudópodes = utilizados tantos na alimentação quanto na locomoção. 
 Dois tipos primários de pseudópodes: lobópodes (rombudos) e filópodes (filetes). 
 Rizópodes podem estar circundados apenas por uma membrana- amebas nuas. 
 Outras são recobertas por teca – teca-mebas. 
 Apresentam vacúolo alimentar e alimentam-se por endocitose.
Filos de importância ecológica e 
econômica
 Amebíase Bucal - agente etiológico: Entamoeba gingivalis - sintomas clínicos: lesões 
nos dentes e processos inflamatórios bucais. 
 Amebíase intestinal – agente etiológico Entamoeba hystolitica - localizações das 
infecções parasitárias: intestinais, hepáticas, podendo ocorrer em outros locais 
(pulmões, cérebro e pele) – Transmissão: alimentos contaminados, relações sexuais, 
más condições de higiene.
 Acanthamoebidae - amebas pequenas, que causam meningoencefalite amebiana ou 
encefalite granulomatosa - pacientes apresentam alterações mentais, sinais e sintomas 
de irritação meníngea e a hipertensão intracraniana evoluindo para o coma. 
 Reprodução assexuada – fissão binária 
Reprodução sexuada é gamética.
disqus.com
Filos de importância ecológica e 
econômica
 Filo Dinoflagellata
 São comuns em quase todos os ambientes aquáticos do mundo.
 Cerca de 90% são planctônicos.
 Aproximadamente metade das espécies são fotossintéticas, e estas são produtoras 
primárias em muitos ambientes aquáticos.
 Algumas espécies formam colônias filmentosas.
 Muitas são capazes da bioluminescência - sistema luciferina-luciferinase.
 Maioria apresenta dois flagelos – que giram ou rodam na medida em que nadam (do 
grego dinos = “girando, rodando”).
In: http://cifonauta.cebimar.usp.br
Mar com protozoários possuidores de bioluminescência.
In:http://www.petquimica.ufc.br/?p=734
Noctiluca scintillans é um grande dinoflagelado
heterotrófico marinho, que é bioluminescente e faz
o mar brilhar. Fotografia: Wim Van Egmond/Corbis
Bioluminescência
Filos de importância ecológica e 
econômica
 Dinoflagelados planctônicos podem sofrer surtos periódicos de crescimento 
populacional – responsáveis por um fenômeno conhecido como maré vermelha.
 Maré vermelha – faixa ou área oceânica de cor geralmente laranja-rosado, com a 
presença de bilhões de dinoflagelados.
Poluentes orgânicos de descargas terrestres podem ser a causa das marés vermelhas.
 Organismos causadores da maré vermellha – ex.: Alexandrium, Gymnodinium
catenatum e Pyrodinium bahamense – produzem substâncias tóxicas – as saxitoxinas.
 Saxitoxinas – bloqueiam a bomba de sódio-potássio nas células nervosas e impedem a 
transmissão de impulsos nervosos. 
 Doença nos humanos – envenenamento paralisante por frutos do mar (PSP) – paralisia 
muscular e falência respiratória.
Maré vermelha em praia de Fortaleza – CE 
- In: http//www.tribunadoceara.uol.com.br
Alexandrium tamarense cells (WHOI / D. Anderson)
Filos de importância ecológica e 
econômica
 Geralmente apresentam teca, a qual é constituída por uma epiteca.
 Osmorregulação se dá através de púsulas.
 Variados hábitos alimentares - maioria é saprofítica.
 Boa parte é autotrófica (cloroplastos), outros são predadores. 
 Reprodução assexuada - por fissão binária longitudinal.
 Reprodução sexuada se dá pela união de células haploides.
www.phoenix.org.br
Figura 2 - Imagens de M.E.V. dos gêneros atuais 
Ceratium, Protoperidinium e Gonyaulax. (escala 
gráfica = 20 mm).
Filos de importância ecológica e 
econômica
 Filo Choanoflagellata
 São células pedunculadas, sésseis, solitários ou em colônias.
São aparentemente idênticos aos coanócitos – celulares alimentares flageladas 
das esponjas.
 Têm um único flagelo, circundado por um colarinho transparente em forma de 
cesta
 Colarinho – funciona como uma rede de captura de alimentos.
 Alimento chega ao colarinho pelo batimento dos flagelos e é engobado ppor
pequenos pseudópodes.
Foto: Scott Nichol via The New York Times. Alimentação 
de esponjas se assemelha aos coanoflagelados.
megasun.bch.umontreal.ca www.keweenawalgae.mtu.edu www.dayel.com
Filos de importância ecológica e 
econômica
 Coanoflagelados são considerados um elo de transição entre os protistas e os 
poríferos (esponjas do mar). 
Seriam os verdadeiros ancestrais dos Metazoa – comprovado pela análise de 
sequências do DNA.
 Para alguns pesquisadores – como coanoflagelados não são relacionados com 
nenhum outro grupo de protistas, poderiam ser esponjas muito reduzidas.
Gêneros comuns – Codosiga, Monosiga e Proterospongia.
Uma possível sequência evolutiva explicando a origem das esponjas. A) coanoflagelado solitário; 
B) coanoflagelado colonial com indivíduos iguais unidos por um pedúnculo comum; 
C) coanoflagelado colonial com indivíduos unidos por uma base gelatinosa comum; os indivíduos 
superficiais ocupam-se da alimentação, os que estão mergulhados na gelatina perdem os flagelos 
e formam elementos de reprodução. In: http//www.interna.coceducacao.com.br.

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