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Obstetrícia Veterinária Pelves; Dolicopelvica; Ruminantes/ Biiliaco Mesatipelvica; Equino/Biiliaco Platipelvica; Raças Braquicefalico/Biiliaco Diagnóstico Gestacional Não repetição do estro Considerar espécie (monoéstrica ou poliéstrica) Problemas; Fidedignidade da observação Aciclia ou anestro Despesas com mão de obra (grandes rebanhos) PALPAÇÃO Risco de abortamento e período restrito de analise Fatores de influência Tamanho do animal (quanto menor, mais fácil) temperamento do animal (tensão abdominal) período da gestação número de fetos – obesidade experiência informações dadas pelo proprietário (confiança) Cadelas e Gatas; (vesículas gestacionais) A) Baixo custo B) Depende da sensibilidade, do temperamento C) A eficiência vem com a experiência D) Melhor período (+30d) E) Após aproximação (50d) é possível perceber movimentos fetais na parede abdominal Pequenos Ruminantes A) Abdominal clássica (Final da gestação) B) Após compressão uterina na via retal (risco de aborto e laceração retal) Porcas Braço lubrificado entra bem mas é pouco utilizado (se não repetir estro, ok) Vaca e égua Depende da experiência, difundido mundialmente. TESTES LABORATORIAIS Cadelas; NÃO HÁ eficácia na dosagem da progesterona (somente pra ovulação) Estrógeno Se mantém elevado durante a gestação, declinando aprox 2d antes do parto Relaxina – Aumenta entre 20 e 30 dias de gestação Fibrinogênio e Proteina C reativa (Não é especifica pois é um marcador inflamatório) Gatas; Progesterona (aumenta na cópula mas pode não ter ovulado) e relaxina a partir de 30d Pequenos Ruminantes; Progesterona – plasma ou leite (Observar hora da colheita do material) 1920d cabras /1718 ovelhas *Esperar passar metaestro, perigo de CL persistente Sulfato de Estroma (Produzido exclusivamente pela placenta) Porcas; Progesterona – Plasma (Observar hora da colheita do material) Repetição do estro é o melhor Estrógeno urinário (A cada 21d ação estrogênica) Biópsia (Vazia; Muitas camadas de células inflamatórias/Prenha; Poucas células, não tem pra que ter muitas células) Vacas; Progesterona – Plasma ou leite (Observar hora da colheita do material) Sulfato de estroma – Produzido pelo cloreto Proteina B especifica da prenhez – Secretada pelos células trofoblásticas dos filhotes (30d) Fator de gestação inicial Função imunosupressora –3d Após IA Éguas; Progesterona – plasma ou leite (Observar hora da colheita do material) ECG – Entre 50 e 90d após IA ou monta Estrógeno urinário 150 e 300d após a gestação Fator da gestação inicial Função imunossupressora; 7a 10d de ovulação – Proteina B especifica ULTRASSONOGRAFIA +Comum Diagnóstico precoce e de alta eficácia Permite avaliar viabilidade fetal Imagem em mãos Cuidados Necessários Diferenciar as camadas serosa, muscular, mucosa,submucosa Diferenciar de intestino e conteúdo intestinal Diarreia também aparece aneicogênico Avaliar Frequência Cardíaca; Menor que 120 – Perigo / Morfometria dos Fetos Ruminantes – Melhor fazer via transretal (3040 após 45 abdominal) Útero cheio de liquido – provável gestação (pode ser miometra) Porcas – Útero é comprido e emaranhado com intestino e as fezes são pastosas Éguas Sexagem assim como qualquer espécie. Realizada com 4045d Melhor de visualizar. Vacas – 14 dias, somente provavel. RAIO X +Comum em pequenos animais Permite a quantificação com alta acurácia (conj crânio) – Importante para raças braquicefalicas – Podese avaliar o diâmetro bi ilíaco (cíngulo pélvico) Alterações Físicas Ganho de peso – Desenvolvimento/Hiperemia da glândula mamária Alteração no formato do corpo *Cuidado com pseudogestação Estática Fetal 1 Apresentação; Relaciona o eixo longitudinal do feto com a mãe A) Longitudinal (anterior ou posterior) B) Transversal C) Vertical 2 Posição; Relaciona a pelve materna com o dorso do feto A) Dorsal – Superior – Dorsosacra;lombosancra B) Ventral – Inferior – Dorsopulmonar; Lombopulmonar C) Lateral – Dorso Iliaca 3 Atitude; Relaciona o feto com suas partes moles A) Estendida B) Flexionada Patologias da Gestação Desenvolvimento anormal do concepto A Susceptibilidade a diferentes agentes está relacionada com o estágio de desenvolvimento. (Pré implantação, fase embrionária, fase fetal) Podem ocorrer em casos de fatores genéticos, ambientais ou de uma associação de ambos Fatores ambientais; Clima – Estresse – Ambiente Uterino – Falha na gestação Agente infeccioso – Hormonal Nutrição e etc Fatores genéticos; Defeitos ligados a um gene ou a vários, anormalidades poligênicas, anormalidade cromossomais Obs; Nem todas as anormalidades genéticas são fatais Perdas Gestacionais Bovino 4565% Suíno 3050% Ovino 2030% Equino 1524% Anormalidades Congênitas e Teratogênicas (+susceptíveis) Palato, cerebelo, parte do sistema cardiovascular, urogenital são os últimos a serem formados Isso os torna mais propensos a ação de elementos teratogênicos Terás = monstro / Gene = origem Exemplos Amorphous globosus– Bolota Anasarco – Toda inchada Cyclopia Hidrocefalia Predisposição a hidrocefalia; Colie; York Condrodisplasia Condrodisplasia tipo buldog Artrogripose (Professor fez um comentário, para diferenciar artrogripose de condrodisplasia anotei que na condrodisplasia há calcificação dos membros) Schistosomus reflexus Xifópagos PARTO EUTOCÍCO Fatores de influência Estresse (Aborto, antecipação do parto, interferência, expulsão fetal) Higiene (Trânsito de animais, afecções tosa higiênica/tosquia) Segurança (Ambiente; estacas, lama, ninho) O animal deve determinar o ambiente que sente confortavel Mecanismo do Parto.. Edema vulvar progressivo Fetos se prenunciam no canal do parto obstruindo Há redução da P4 e Aumento de E2 – Hiperemia, maior lubrificação, migração dos neutrófilos Relaxamento da cervice – sinfse púbica Comportamento – Isolamento, Redução da ingestão de alimentos, inquietação Liberação do colostro (ocitocina) Eliminação da quiescência (Depende da redução de P4) Corticoide (Mãe e feto) vai estimular a produção de surfactante que diminui a tensão superfical 17a hidroxilase > P4 reduzida aumenta estrógeno (Migração, receptor ocitocina, relaxamento cervical, produção de PGF2a luteolise) PGF2a estimula a contração do miométrio e junções GAP, Estimulam nervo pudendo contrações (liberar ocitocina pela adrenal) Contrações abdominais (Reflexo de Fergusson) Expulsão fetal QUESTÕES 1 Qual o principal fator desencadeante do parto? R. Estresse 2 O corticosteroide estimula a produção de que primeiramente?R. Surfactante. 3 Qual a função do surfactante?R. Reduzir a tensão dos liquidos nos alveolos . 4 Corticoide vai estimular a produção de que enzima? R. 17ahidroxilase 5 A 17ahidroxilase converte P4 em que?R. Estrógeno 6 O que o E2 faz no útero?R. Receptores ocitocina e contração 7 Além da 17ahidroxilase, o E2 estimula a produção de que enzima?R. Fosfolipase 8 Qual a ação da fosfolipase? R. Converter fosfolipidio em ácido aracdônico 9 O ácido aracdônico vai ser utilizado como substrato para a sintese de que? R. Prostaglandinas 10 Por que a PGF2a é importante? R. Luteolise e contração uterina O feto no canal do parto estimula o que? Contração abdominal/Reflexo de Fergusson 11 O reflexo de Ferguson vai induzir... OBSERVAÇÕES Variações Equinos Não tem picos após o nascimento nem 17a hidroxilase DHEA –E2 Cadelas CL é destruido, P4 é reduzido e elimina a quiescência uterina O pico de cortisol não tem função especifica Hipotermia (4ºC) 12 h antes Interferir um parto eutócicopode causar retenção de placenta Relaxina Produzida pelo CL Ação em fibras colágenas e elásticas dilatação da sinfise pubica, relaxamento dos ligamentos pelvicos, porcos, contração miometrial Fases do Parto 1 Fase Preparatória ou Prodrômica Reduz a ingestão de alimentos, hipotermia, isolamento, aninhamento, modificações comportamentais 2 – Fase de Dilatação (1º Estágio do Parto) 612h Caracterizado pela dilatação da cervice Contrações mais intensas, posicionamento fetal Placenta (adeciduada) degeneração Placenta (deciduada) hemorragia 3 – Fase clássica (2º estágio do parto) Mais importante que o tempo de contração é saber se é produtiva ou não Tempo normal de expulsão fetal; Vaca 16h Égua 30m – Cadela e gata 2h entre fetos – Porca 4h 4 Fase secundinação ou delivramento (3ºEstágio) Liberação das membranas fetais ou secundina Especies adeciduadas – Periodo longo.// Espécies deciduadas– periodo é curto. […] Patologias da Gestação Polideraminia (Aumento de liquidos gestacionais) Cuidado para não fazer descompressão rapida pode entrar em hipolemia pois os vasos estavam colabados e é necessário tempo para reajustar/geralmente por problemas fetais Hidropsia das membranas fetais Tratamento; pode morrer mãe e feto Toxemia da gestação Mias comum em pequenos ruminantes no terço final da gestação Aumenta a demanda nutricional, pela falta de energia, há produção de corpos cetônicos, trocando a utilização da via glicolitica pela utilização de glicogênio (figado e musculo) usa a gliconiogenese onde utilizase lipidios como fonte principal de energia Há sinais clinicos neurológicos, edema, falência renal, acidose, cetonúria Tratamento; Induzir o parto ou cesariana, fetos muito prematuros Glicose (fluido lenta) e corticoide(induz parto em ovelhas), interruminal glicerol Hipocalcemia Cadelas e gatas 12 semanas pós parto – Vacas; logo após o parto Há tremor muscular, sialorreia, problemas cardiacos (bradicardia, arritmias) Tratamento: Cálcio IV Prolapso de cervice e vagina; = comum em ruminantes (devido aos ligamentos, tamanho) Pode estar associado a desequilibrios hormonais, hipocalcemia. Comum no terço final de gestação pelo aumento do tamanho fetal, não confundir com hiperplasia da mucosa vaginal em cadelas. Tratamento; higienizar/lavar, aplicar gelo, epidural, relaxante muscular, retropulsão e sutura de binner Mumificação(desidratação sem contaminação) Maceração fetal (com contaminação, autólise) A mãe tem diminuição do apetite, febre, corrimento vulvar sanguinolento ou purulento Ruptura uterina Movimentação sem cuidados, o local é onde permite o animal morrer ou ficar vivo Incisão – Pequenos; região ventral. Grandes;Curvatura maior Hérnia de utero gestante – inguinal Não tem circulação suficiente e os fetos podem morrer Diagnóstico; Ultrassom Ruptura de tendão prepubico Torção uterina; Mais comum em bovinos (Peso fetal é alto, a maneira como a mãe vaca se levanta)cadelas e vacas (achados de necropsia ou US) Desvio na comissura vulvar do mesmo lado da torção, na porção caudal Ex; cesariana, OSH Partos distócicos; Avaliar o estado geral da mãe Avaliar o canal do parto – lubrificação, lesão, feto, acesso – depende da especie Observar estática fetal Consequências e custos Aumenta taxa de natimortos mortalidade neonatal, diminui produtividade da matriz, fertilidade subsequente e aumenta indice de esterilidade,aumenta patologias puerperais, aumenta custo com MV. Considerações econômicas x emocionais Tratamento Conservativo; Não é momento de interferir, estipulase um prazo. Tratamento Manipulativo; Parto via vaginal após correção da estática Terapia Medicamentosa; Aumenta atividade miometral (ocitocina – cuidado com estática fetal e torção uterina) Tratamento cirurgico; Cesariana, fetotomia Eutanásia Pontos chaves; Força de expulsão – intensas + força Canal do parto adequado – pelve fraturada, tipo de pelve Tamanho e estática fetal A episiotomia é feita para auxiliar a passagem do feto, na lateral da página Desproporção materno fetal – absoluta (origem fetal) – feto maior que o esperado – relativa (origem materna) – feto normal e mãe com problemas Fatores que podem afetar o peso ao nascimento; hereditariedades, fetos gemelares, saco de feto, duração da gestação, desproporção fetal intriseca (anasarca, ascite, monstruosidade, gigantismo) Fatores mãe no peso das crias. Nº de partos x balanço energético positivo, ambiente intrauterino – espaço x fenótipo dos filhotes, nutrição fetal, grande não passa, pequeno pode morrer Capacidade Pélvica Manobras obstétricas Fluxograma de como agir Manipulação vaginal Extração forçada, higienização, anestesia geral ou local, tranquilização, correção da estática fetal, lubrificar canal do parto, considerar fatores como viabilidade fetal, condição materna, equipamento disponivel e auto confiância Retropulsão; coloca de volta na cavidade uterina, cuidado com lubrificação Drogas com efeito de mobilidade uterina (xilazina) + usado; climbeterol RotaçãoMelhora a posição Versão – Melhora a apresentação Tração Extensão – Corrige a atitude Sinais de distorcia em pequenos Temperatura retal esteve baixa e voltou ao normal sem trabalho de parto Descarga vulvar esverdeada (cão) marromavermelhada(gato) sem expulsão fetal Após liberar fluidos anexos, +2h s/ sinal do feto Contrações intensas e não vem feto entre 30m Sinais evidentes Histórico de gestação Fetotomia – Percutânea; Direto na articulação – Sub cutânea; Abre a pele e puxa pelo SC Puerpério e Patologias Puerperais Puerpério é o periodo entre o parto e até o retorno do trato reprodutivo de suas caracteristicas antes da gestação, tem inicio imediatamente após o parto e sua duração varia de acordo com espécie equina (mais curto 710d) canina → (+longa) Importante; Progesterona imunossupresora, eliminar loquios e voltar o tamanho normal, pulso de frequencia de LH Influencia na duração; condição corporal, machos próximos, produção de leite Eventos cacteristicos; Contrações miométricas que facilitam a descarga dos fluidos e debris celulares (lóquios), diminui hemorragia, diminui tamanho uterino Presença de cria ao pé x contração uterina+ rapido pela persença de ocito 1 Ovulação silenciosa – Não tem progesterona no cerebro para aceitar E2 Atrofia Uterina – ra´pida 1s dias após o parto .