RESPONSABILIDADE CIVIL - Aula 02 IV
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RESPONSABILIDADE CIVIL - Aula 02 IV


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RESPONSABILIDADE CIVIL 
 
 
 
1a Questão 
 
 
Joana deu seu carro a Lúcia, em comodato, pelo prazo de 5 dias, findo o qual Lúcia não 
devolveu o veículo. Dois dias depois, forte tempestade danificou a lanterna e o 
parachoque dianteiro do carro de Joana. Inconformada com o ocorrido Joana exigiu que 
Lúcia a indenizasse pelos danos causados ao veículo. 
 
 
 
Não há de se falar em responsabilidade civil no caso em tela. 
 
Lúcia incorreu em inadimplemento absoluto, pois não cumpriu sua prestação no 
termo ajustado, o que inutilizou a prestação para Joana. 
 
Lúcia não responde pelos danos causados ao veículo, pois foram decorrentes de 
força maior. 
 
Lúcia não está em mora, pois Joana não a interpelou, judicial ou 
extrajudicialmente. 
 Lúcia deve indenizar Joana pelos danos causados ao veículo, salvo se 
provar que os mesmos ocorreriam ainda que tivesse adimplido sua 
prestação no termo ajustado. 
 
 
2a Questão 
 
 
(FGV/ VII Exame de Ordem Unificado/2012 - adaptada) - Em relação à responsabilidade 
civil, assinale a alternativa correta. 
 
 
 
Na ação de indenização por dano moral, a condenação em montante inferior ao 
postulado na inicial implica em sucumbência recíproca. 
 
A responsabilidade civil objetiva indireta é aquela decorrente de ato praticado por 
animais. 
 
Empresa locadora de veículos responde, civil e subsidiariamente, com o locatário, 
pelos danos por este causados a terceiro, no uso do carro alugado. 
 O Código Civil prevê expressamente como excludente do dever de 
indenizar os danos causados por animais, a culpa exclusiva da vítima e a 
força maior. 
 
Na ação de indenização por dano material e moral, a condenação em montante 
inferior ao postulado na inicial implica em sucumbência recíproca. 
 
 
3a Questão 
 
 
(TST/2012) - Segundo o Código Civil, 
 
 
 o abuso do direito é um ato ilícito, cometido por quem, ao exercê-lo, 
excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou 
social, pela boa-fé ou pelos bons costumes. 
 
o negócio jurídico nulo pode ser confirmado pelas partes, salvo direito de terceiro. 
 
o negócio jurídico simulado, com subsistência do ato dissimulado, se for eficaz na 
substância e na forma, é anulável. 
 
o vício resultante do estado de perigo gera a ineficácia do negócio jurídico. 
 
a deterioração ou a destruição da coisa alheia, ou a lesão a pessoa, a fim de 
remover perigo iminente, constitui ilícito. 
 
 
4a Questão 
 
 
Fabíola, na tentativa de evitar um atropelamento realiza uma manobra arriscada e atinge 
um muro de uma casa causando graves prejuízos. Quanto a situação acima é correto 
afirmar: 
 
 
 Responderá pela reparação do dano, apesar de ter agido em estado de 
necessidade; 
 
Praticou um ato ilícito e deverá reparar o dano; 
 
Responderá pela reparação do dano, apesar de ter agido em legítima defesa; 
 
Não responderá pela reparação do dano, pois agiu em estado de necessidade; 
 
Nenhuma das alternativas. 
 
 
5a Questão 
 
 
XV EXAME DE ORDEM UNIFICADO Devido à indicação de luz vermelha do sinal de 
trânsito, Ricardo parou seu veículo pouco antes da faixa de pedestres. Sandro, que vinha 
logo atrás de Ricardo, também parou, guardando razoável distância entre eles. 
Entretanto, Tatiana, que trafegava na mesma faixa de rolamento, mais atrás, distraiu-se 
ao redigir mensagem no celular enquanto conduzia seu veículo, vindo a colidir com o 
veículo de Sandro, o qual, em seguida, atingiu o carro de Ricardo. Diante disso, à luz das 
normas que disciplinam a responsabilidade civil, assinale a afirmativa correta. 
 
 
 Caberá a Tatiana indenizar os prejuízos causados aos veículos de Sandro 
e Ricardo 
 
Caberá a Tatiana indenizar os prejuízos causados ao veículo de Sandro, e este 
deverá indenizar os prejuízos causados ao veículo de Ricardo 
 
Tatiana e Sandro têm o dever de indenizar Ricardo, na medida de sua culpa 
 
Cada um arcará com seu próprio prejuízo, visto que a responsabilidade pelos 
danos causados deve ser repartida entre todos os envolvidos. 
 
 
6a Questão 
 
 
(PREF. TERESINA/PI 2010 - FCC) - Para o legislador civil, o abuso do direito é um ato: 
 
 
 
ilícito abstratamente, mas que não implica dever indenizatório moral. 
 
lícito, embora possa gerar a nulidade de cláusulas contratuais em relações 
consumeristas. 
 ilícito objetivo, caracterizado pelo desvio de sua finalidade social ou 
econômica ou contrário à boa-fé e aos bons costumes. 
 
ilícito, necessitado da prova de má-fé do agente para sua caracterização. 
 
lícito, embora ilegal na aparência. 
 
 
7a Questão 
 
 
(TJ/PE 2013 - FCC) - O abuso de direito acarreta: 
 
 
 
indenização apenas em hipóteses previstas expressamente em lei. 
 indenização a favor daquele que sofrer prejuízo em razão dele. 
 
somente a ineficácia dos atos praticados e considerados abusivos pelo juiz. 
 
consequências jurídicas apenas se decorrente de coação, ou de negócio fraudulento 
ou simulado. 
 
apenas a ineficácia dos atos praticados e considerados abusivos pela parte 
prejudicada, independentemente de decisão judicial. 
 
 
8a Questão 
 
 
(TST/2012/FCC) - Segundo o Código Civil, 
 
 
 o abuso do direito é um ato ilícito, cometido por quem, ao exercê-lo, 
excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou 
social, pela boa-fé ou pelos bons costumes. 
 
o negócio jurídico nulo pode ser confirmado pelas partes, salvo direito de terceiro. 
 
a deterioração ou a destruição da coisa alheia, ou a lesão a pessoa, a fim de 
remover perigo iminente, constitui ilícito. 
 
o negócio jurídico simulado, com subsistência do ato dissimulado, se for eficaz na 
substância e na forma, é anulável. 
 
o vício resultante do estado de perigo gera a ineficácia do negócio jurídico.