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Apol Atelier de Artes Visuais Escultura 1

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Questão 1/5 - Atelier de Artes Visuais: Escultura
Consider e o e xc er to a segui r :
“[ Ric har d] Serr a c omeç ou a c onstr uir estr utur as gigan tesc as e pes ada s,
uti liz ando n o vos materi ais. Com o te mpo, c onseg uiu erguer suas
esc ulturas equi li br ada s ne las mes mas. Mui tas o bras e m esp aços b lic os.
Em 2 010, r ecebeu o p mio Prí nci pe de As túri as. O Mo MA organizou
retr ospec ti va para c o me morar se us quaren ta ano s. Além de
esc ulturas, Ser r a usa desen hos e f il mes n a c onstr ução de su as obr as .
Após e sta av ali ão , caso q ueir a l er o te xto i n teg r alme nt e, ele est á disp oní vel em: http:// artese an p.bl og spot.c om.br / 201 1/ 07/ as -escul t uras-de- r i char d-
ser ra.ht ml . Ac esso e m 30 d ez. 20 16.
Consider ando o e xc er to aci ma e os c ont eúd os do li vr o - base Ar t es visu ais
pr át icas tr idi men sio na is sobre a obr a de Ric har d Ser r a leia as alter na ti vas
seguin tes e marque V para as afir ma ti va s verdad eiras e F par a as
afi r mati va s f alsas:
I. ( ) Embora as f ormas d e Ric hard Ser r a seja m si mp les, o r esu ltado de s eu
tr aba lho é u ma c omple xa arti c ulaç ão do espaç o c om o ob ser vador e a
esc olha d os materi ais.
II . ( ) As c riações de Ri c har d Ser r a apr esenta m o de saf io de tr aba lh ar c om
o espaç o e os materi ais e estes c o m a gr a vidade, na busca pelo equilíbrio
da f orma.
III. ( ) As obras de Ric hard Serr a são pequena s, por isso são e xp ostas
apena s e m mu seu s ou lu gar es f echados.
IV. ( ) As princi pais c ar ac te sti c as do tr aba lho de Ric har d Ser r ao a
relaç ão do esp ec tador c om a obra e a r elação de sta c om o espaç o
c irc undante.
Agor a, assina le a alter na ti va q ue apr ese n t a a sequ ênc i a c or r eta:
Nota: 20. 0
A
V - F - V - F
B
V - V - F - F
C
V - V - F - V
Vo cê ace rto u!
A afir mativa II I é fals a porque a s obras de Serra s ã o de c a ráte r monume nta l e
es tabele ce m uma es treita re la ção com me io urbano . A s de mais o ve rdade ira s
porque embora a s formas de R ic hard Serra se jam sim p le s, o re sulta d o de se u
trabalho é uma c omp le xa a rtic u l ã o do e spaç o c om o obse rva dor e a e s colha dos
ma te ria is . Suas cria ç õe s aprese ntam o de sa fio de trabalhar com o espaço e os
ma te ria is e e s tes c om a gravidade , na busc a pe lo equilíbr io da forma . Sua obra
ma is rec e nte s ão as qua tro torre s de a ç o, c om c e rc a de quin ze me tros de alt ura , n o
des e rto de Qa tar, na Penínsu la Ará b ic a . As princ ipais ca rac te s tic a s do seu
trabalho o a re la ç ã o do e spe cta dor com a obra e a re la ç ã o desta com o e spa ç o
circ undante (livro-base , p.25 8-260).

D
F - F - F - V
E
F - V - F - V
Questão 2/5 - Atelier de Artes Visuais: Escultura
Consider e o seg ui nt e trecho:
”Enquan to na s mãos de Rodin a mode la ge m apesar do i n ti mi smo do te ma
ha vi a s e tornad o p úblic a, agr essi va, e xtro ver ti d a e ge ner ali z ada, Bra nc usi
deu ao enta lh e um sen tido op osto: pr iva do, indi vidua l, isol ado, c oncentrado
e si lenc i oso. O entalhe é ob tido pe la re duç ão d e u m dado limi t e, mas
proc ura afi r mar as partic ulari dades desse li mit e. O e spec ta dor é visua l e
inte lec tua lme nte atr aído par a a área i lusór ia e ntre o potenc ial do bloco, a
madeira ou a pedra i ntacta e a r ea lidade d o objeto -esc ultura” .
Após esta av al ia ção, caso q uei ra l er o te xto integ r almen te, el e est á di spo vel em: TU CKER, Wi ll i am. A lingu ag em da e scultu ra . S ão P aul o: Cos ac & Naif y,
199 9. p. 43.
Te ndo e m vis ta estre tr echo de te xto e os c ont dos d o li vr o - base Ar t es
visuais pr át icas tr idimen siona is leia as afir mati vas a seg uir sobre a
model a gem e o esc ulpido:
I. Existe m t s gr ande s grupos de c la ssifi c aç ão das téc nic as esc ultóri c as,
que ocorr em a partir da ad ão de ma teri al: a mode lage m, o esc ulpido e a
asse mb la ge.
II . Na mode lag e m uti li za mos a s mã os c omo pri nci pal instrumen to, ma s
pode mo s uti li zar i nstr u men to s au xi li are s c omo esp átulas di versa s e uma
infinidade de estecas - i nstr ume nt os de madeir a, me ta l ou ar a me c om
pontas de formato s be m distin to s, apli c ados p ara r etir ar a massa e da r
volume ao obje to.
II I . A modelage m e m argila, ges so ou c er a é empregada c omo meio a u xiliar,
para est udos pré vio s ou c omo modelo par a fundiç ão de peç as de met al,
esc ulpida s e m bloc o de gran des di men sões o u par a a obt enç ão f inal de
uma o br a em c imento, por e xe mp lo.
IV. Par a a modela ge m e m c onc reto é nec essário c onstr uir uma armação
adequ ada ao p eso e a f orma da e scultura depois c obr ir a armaç ão c om
uma ma ssa ho mogên ea.
Estã o c orr etas apen as as afir ma ti vas:
Nota: 20. 0
A
I e II.
B
I, II e I II.
C
III e I V.

D
I, II e I V.
E
II, II I e I V.
Vo cê ace rto u!
Ape na s a a firma tiva I e stá incorreta, q ue ocorrem a part ir da a d iç ã o e da s u bta çã o
de mate ria l. P orque os d o is gra nde s gru pos de c las sif ic a ç ã o das e sc ulturas o a
mode la ge m e o e sc ulp id o ( livr o-bas e , p. 22). També m o os ma is tradic io na is e
antig os ut iliza dos a hoje . Ex iste m mu it os t ip os de instru me ntos a ux ilia re s para a
mode la ge m e també m po demos c ria r os nossos. A mode la gem e m a rg ila , ge ss o ou
ce ra é e mpre gada c omo e s tudo prév io ou c omo mode lo para gra ndes e s c ulturas ,
ma s na a rte c ontempo nea també m o utiliza dos c omo o bra fina l. A mode la gem
em c onc re to segue os pa s sos da modela gem e m a rgila e m gra nde s dimensões
(livr o-ba s e , p.22-23).
Questão 3/5 - Atelier de Artes Visuais: Escultura
Aten te para a se guin te c i tação:
“A i mpor tânc ia de Rodi n p ar a os esc u ltore s que viera m depoi s de le n ão es tá
tanto e m s ua fi deli dad e à e xp eri ênc ia vi s ua l [ .. . ] mas exc lu si va men te na
integr i dad e dos meio s t éc nic os que e mprego u, a c onfi anç a quase c ega e m
suas f er r ame nta s .
Após e st a avali aç ão, caso q uei ra l er o te xto int eg r almen te, ele est á di sponí vel em: H EAD , H er ber t. E scult ura modern a u ma hi st óri a concisa . Sã o Pa ulo:
Martins Font es, 20 03. p. 10.
De ac ordo c om a c i tação e o s c onte údo s trab alhados no li vr o - bas e Art es
visuais pr át ic as t r idime ns iona is s obr e a técnic a esc ul tóri c a da obr a de
Augus t Rodi n, assin ale a alterna ti va c or r eta:
Nota: 20. 0
A
Rod in de ixa va s uas obras co m um aspec to inacabado e esboç ado,
represe nta ndo mo me nto s fuga zes, re tra ta ndo a vida co t id ia na e m se us
peque nos gestos.
Vo cê ace rto u!
O es c ultor rompeu , e m s ua s c ri ões, c om os princíp ios da arte c lá s sic a e
neoclá s sic a , e vita nd o, p orta nto, te ma s mito g ic os ou a legór icos; a mode rn idade
de Rodin re side e m se us tema s de realis mo v is ua l; s ua obra é ca rac teris tic a me nte
mode rna , re gistra nd o insta ntes e s e nsa ç ões e me ra s (livro- ba se , p. 47-48).
B
O escultor inco rporo u e m s uas cr iações os pr inc íp io s da a rte c láss ica r igo r
téc nico e s uper c ie s e xt re ma me nte po lida s.
C
U ma ino vação s ignif ica t iva e m co mpa ração co m os te mas histó r icos, na
obra de Rod in se de ve ao fa to de ut ilizar te mas mito gico s ou a le gó r ico s
do neoc lass ic is mo.
D
A moder nidade de Rod in res id e e m se us te mas abs tra tos.