PRÁTICA DE ENSINO EM PORTUGUÊS I
36 pág.

PRÁTICA DE ENSINO EM PORTUGUÊS I


DisciplinaPrática de Ensino e Estágio Sup. Português. I39 materiais145 seguidores
Pré-visualização36 páginas
PRÁ T ICA DE E NSI N O E M P O RT U GUÊ S I 4 º PE R ÍO DO
1a Q ue stã o
Le ia o te xt o a seguir.
Em t o do proces so de apre ndi zage m humana , a i nt e ração s o cia l e a
me di a çã o do o ut ro t e m f undament al i mpo rt â ncia . Na es co la, po de -s e
di zer que a i nte ra çã o prof e ss or-al uno é i mpre s ci ndí vel pa ra que
ocorra o s uces so no pro ce ss o ensi no a pre ndi za ge m. [... ] De acordo
com a s a borda ge ns de Pa ul o Frei re , pe rce be -s e uma vast a
de mo ns t ra ção s obre e ss e tema e uma f o rt e val o riz a çã o do di ál o go
como i mpo rt a nte i nst rument o na co nst it ui ção dos s uj ei tos. No
e nt a nt o, es se mes mo aut o r de fe nde a i dei a de que s ó é pos sí vel uma
prát i ca e ducat i va dia lógi ca por part e dos educadore s , se e ste s
a cre di t a re m no di ál o go como um f e nôme no huma no capaz de
mo bi li za r o re flet i r e o a gi r dos hom e ns e mul here s.
As si m, quanto ma is o pro fe ss o r compre e nde r a di me ns ão do di ál o go
como pos t ura necessá ri a e m s uas a ul as , mai ore s avanço s es tará
conqui st a ndo e m re l a ção a os al unos , pois dess e mo do, se nti r-se-ã o
ma i s curi o s os e mobi liz a dos pa ra t ransfo rmare m a rea l i dade . Q uando
o pro fe ss o r a t ua ne ss a pers pe ct i va, e le o é vi st o como um me ro
t ra ns mi ss o r de co nheci me nt os , mas como um me di a dor, a l gué m
ca paz de a rt i cul a r as e xperi ê ncias dos a l unos co m o mundo, l e vando -
os a re fl et i r s o bre s e u e ntorno, a ssumi ndo um pa pel mai s
humani z a dor e m s ua prát i ca do cent e .
Ada ptado de
<¿ht t p://www.dia a di a e ducacao. pr.go v. br/po rt a l s /pde /arqui vos /1534 -
8.pdf >. Aces so e m 09 fe v. 2019.)
A part i r de s ua l ei t ura, a nal is e as a f i rma ti va s a segui r
I. A i nt e raçã o prof es sor-a l uno é mui t o i mpo rt a nte pa ra o
proces s o e ns i no -a prendi za ge m.
II . Ai nda que o profe ss o r acre di te na prá ti ca dialógi ca, s e rá um
s i mples t ra ns mi ss o r de conheci me nt o s.
II I. O prof es s o r de ve encami nhar s uas a ul as para que o
conhe ciment o do s al unos s ej a a rt i culado co m o mundo.
É corret o o que se afi rma e m
I , a penas .
I e I II, ape nas.
II I, apena s.
II , apenas .
I , II e III .
Exp l i ca ção :
De a co rdo com o texto, a a firm a ti va II es tá in co rre ta : "qua n to ma is o p ro fesso r com p reende r a d imensão do
d iá logo com o p os tu ra ne ces ria em suas au las , ma io res a van ços es ta rá co nqu is tan do em rela ção aos a luno s
[ . ..] . Qua ndo o p rofes so r a tua nessa pe rspe ct i va , e le não é v is to como um me ro tra nsmi sso r de
co nhe cim en tos , mas como um m ed iado r"
2a Q ue st ã o
A di s ci pli na P ráti ca de Ensi no de Port uguê s I t o rna -s e f undament al
pa ra que m pre tende t ra bal ha r com a Lí ngua P o rt ugues a. A fi m de
of e re cer a o gra dua ndo uma vis ã o real do e ns i no bras il ei ro e
s ubsí dio s pa ra nele at uar:
Com p rof is sio nal ismo e es pírito crí tico .
Com o us o da g ram á ti ca e rep rodu zi r somen te a no rma pad rão .
Com o us o da g ramá tica e esp í rito críti co.
Com o p ro pós ito de ga ra n ti r somen te o uso da no rma pad rão .
Com p rof is sio nal ismo e p un ão aos al unos .
Exp l i ca ção :
De a co rdo com o PPC d o cu rso , e ste é um de nos sos o b je ti vos .
3a Q ue st ã o
Na re la ção en tre p ro fesso r e aluno em sa la de au la , a p rende r o que é e ns inado pe lo p rofe sso r s ign if ica q ue o
a luno p re cisa ap rende r a
de co ra r con ce i tos e def in i ções ap rese n tados .
b us ca r e a con s tru i r seu p ró p rio co nhe cim en to .
re te r co nte údos a inda que não os a pl iq ue.
mem o riza r os con td os e nsinados .
repe tir os con te údos ap ren di dos em ou tro s co n texto s.
Exp l i ca ção :
Mem o riza r, repe ti r, re te r e de co ra r não são cam inh os a se rem segu idos pe los al unos no p ro cesso ens ino -
ap re nd izagem . É impo rtan te que o a lu no busq ue e cons trua o se u p róp rio con he cimen to a pa rtir da
med ia ção do p rofe sso r.
4a Q ue st ã o
A di s ci pli na P ráti ca de Ens i no de Po rt uguês I te m como o bj et i vo
pri nci pa l a dqui ri r vi s ã o crí ti ca s obre a re al i da de do pro ce ss o
de ___________ _____ ______ ______ ____.
As si nal e a úni ca ass e rti va que po de ent re as vá ri a s que f aze m
pa rt e do pro ce ss o complet a r a l a cuna a ci ma .
Ha rmo ni z a ção .
Ens i no -a prendiz a gem.
Al i me nt a ção.
So ci a l iza ção.
Es t udo.
Exp l i ca ção :
A dis ciplina po ssu i fo co ex clus i vo nas p rá ti cas de sala de au la, p rin cipalmen te no que tange ao e ns ino -
ap re nd izagem .
5a Q ue st ã o
Sabemos q ue o p ro fesso r é um dos p ila res da Ed u ca ção . De n tre os de saf ios q ue esse p rofiss io nal e n con t ra ,
no seu d ia a d ia , temos :
I - faze r com que o a luno ap re nda o q ue fo i e n sinado;
II - co lo ca r seu traba lho em p rá ti ca com base no se u in s tin to;
II I- a valia r e rea valia r sua p rá ti ca e m d i fe ren tes m omentos;
IV- tra nsmi tir o con td o ao aluno ai nda que não o dom ine .
Es tã o co rre tas apenas as alte rna tiva s:
I e I II
II e III
I e I V
II I e I V
I , II e III
Exp l i ca ção :
O p rofe sso r, em seu d ia a d ia, de ve e sta r a te nto ao p ro ce sso de ap rend izagem do a l uno . A lém d isso , cabe
a va lia r e rea va lia r a sua p rá ti ca em d ife ren te s momento s pa ra q ue a jus tes ne ce ssá rios se jam fe i tos .