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Aminoácidos e Proteínas exercício

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Atividade Amin oácid os e Prote ínas
Profe ssor: A luno s:
1. V ári as formas de distrofi a muscul ar j á f oram identifi cadas, sendo que cada uma delas é
causada por uma mutação ge ti ca esp e cífica. As mu taçõe s ge né ti cas res ponsávei s l evam à
def i ci ência de prote ínas muscul are s e spe fi cas, l ocali zadas nos di fe re nte s comparti me ntos
ce l ul are s: prote ínas da matri x ex tracel ul ar (col ágeno I, me rosi na), da me mbrana cel ul ar
( distrofi na, s arcogl i canas, cave oli na-3, di sfe rl ina, inte gri nas), as enzimas cel ul are s ( cal p na- 3),
o sarcôme ro ( tel e to ni na), en vel ope s nucle ares (l ami ni na e e me ri na) e o utras. Di ante desta
i nformação apresentada e do assunto abordado em sal a de aul a sob re ami noáci dos e
prote ín as marque V para que stõe s ve rdadei ras e F para as q ue stõe s f als as
1. ( ) As P rote ínas são compo sto s orgâni cos bi o qmi cos, cons ti tu íd os po r um ou mai s
polipe p di os ti pi camente dobrada e m uma forma globul ar ou fi bros a, f acili tando u ma f unção
bi ol ógi ca.
2. ( ) As p rote ínas inf ormadas no te x to aci ma são de al ta complex i dade e pode m possui r uma
e strutu ra te rci ári a, a qual é consti tuída p el o padrão de dobrame n to d a e strutura se cundári a
e m uma conf ormação tri dimen si onal . Ne sta confi guração e strutural é manti do res íd uos
pol are s para p rote ínas ci tosólicas e re síduos hidrofóbi cos para p rote ínas transme mbrana.
3. ( ) As li gaçõe s entre os ami n oáci dos des tas prote ínas o fe itas p rincip al me nte por li gaçõe s
pe ptídi cas, na qual é o resul tado de uma li gação en tre doi s re duos de ciste ína, caracte rizada
por l i gação S - S.
4. ( ) A estrutu ra p rimári a é o ve l estrutural mai s si mple s e mais imp ortante, pois del e de riv a
todo o arranjo e spaci al d a mol é cul a. São e spe f i cas para cada prote ína, se ndo, ge ralmente,
de te rmi nadas gen e ti came nte . A e strutura primári a d a prote ín a re sul ta e m uma l ong a cadei a
de aminoáci do s, com uma extremidade "ami no te rminal " e uma extre mi d ade "carboxi
te rmi nal". Su a estrutura é s omente a seq uê nci a dos ami noáci dos, se m se pre ocupar com a
ori en tação e spaci al da mol é cul a. Suas li gaçõe s s ão li gaçõe s pe ptídi cas e li gaçõe s di ssulfe to.
5. ( ) Em uma e strutura se cundári a é obse rvado doi s p adrõ es di sti ntos de co nf i guração. A
e strutu ra do tipo alf a-héli ce, onde as re giõe s v izi nhas da cade i a p oli pe ptídi ca associ am- se por
mei o de l i gaçõe s de hi drogê ni o, re sul tando em uma e s trutura achatada e gi da. A e strutura do
ti po f ol ha be ta que é al tame nte flex ível de aspe cto cil índri co e també m é e stabili zada por
ponte s de h i drogênio e ntre aminoácidos.
6. ( ) A de sn aturão ocorre quando a prote ína pe rde su a e strutura se cun dári a e /ou te r ci ári a,
ou se j a, o arranjo tri di me nsi onal da cadei a polipe ptídi ca é rompido, f aze ndo com que, q uase
se mpre , pe rca su a ativ idade bi ol ógi ca caracte sti ca. Quan do as pro teínas s ofre m
de snaturação não o corre rompi me nto de ligaçõe s coval en tes do e squ ele to da c adei a
polipe p di ca, pres e rvando a se quê n ci a de ami noáci dos caracte sti ca da prote ína.
7. ( ) As p ropri ed ade s de cada aminoácido são de pe ndentes de s ua cade i a l ate ral ( - R); as
cade i as l ate rai s são grupos f un ci onais que constituem os princi pai s de te rminante s da e s trutura
e f unção das prote ín as, assi m como da carga elé tri ca d a mol é cul a.
8. ( ) Nas prote ínas, o grupo carbox il a de um ami n oácid o e stá li gado ao grupo ami no do
ami noáci do se gui nte , f ormand o uma l i gação amídi ca ( pe p di ca); uma molécul a de água é
e li mi nada durante a re ão
9. ( ) As gl obinas aumentam a sol ubil id ade em água do grupo p rosté ti co heme de outra fo rma
pouco solúve l, hi drof óbi co. Uma vez se que strado de ntro de uma bol sa hi drof ób i ca criada pel o
pe ptíde o de gl o bi na emp acotado, o heme e stá e m um ambi en te prote tor que mi ni mi z a a
oxi dação e spontâne a do F e 2+ a Fe 3+ (e nf e rruj ando) na pre se nça de O2.
10. ( ) A Anemi a Fal ciforme é causad a por mutação pontual he rdada no gene q ue codifi ca a β-
gl obi na, lev ando à ex pre ssão da vari ante HbS da Hb. A mut ação é V al →Gl u 6( β) . A glutami na
na subu ni dade β-gl obina mutante encaix a- se numa bol sa comp le me ntar formada na
subu ni dade β- globi na de uma mol é cul a de Hb deso xi ge nada.

2 . Para as s egu in tes qu es tõ es aba ixo res pon da V par a ve r dadeiro e F par a fa lso e de pois corr e lac ione
as re spostas com as a lter nativas c orr es pondentes .
( ) Os am ino ácid o s ã o un i dad es form a do ras das pro teínas , co ns tituídos po r um gru pam e nto ca rbo xíli co ,
um g rup am ento ami no , um átom o de h id rog ên io e um g ru pame nto R la teral, l ig a dos ao á tomo de ca rbo no
α (a lfa) da ca deia ca rbo nada d a m ol écu la .
( ) Os am ino áci dos g li cina , argi nina , fenil al ani na e p rol ina comp õem o gru po dos ami noá cidos cham a dos
s i cos , po rqu e s e ap res en tam to talmen te pro ton ados em pH neu tro , exi bi n do , portan to, ca rgas pos i tivas .
( ) A ci s tina é um amin oá cido s ul furad o q ue p od e form a r l iga ções d e h id rogên io com outros res ídu os do
m esmo am i no ácido , res u ltan do na fo rm a çã o da cis teína, qu e es tabil i za a es trutura de pro teínas .
( ) O co l ág en o , pro teína cons titui nte do te cid o con jun tivo , é rico nos amin oá ci dos g li cin a e prol ina.
a) VVVV b)VFF V c) VVF V d) FF VV e ) VF VV
3. A q ue ra tin a é um a p roteína cu ja es trutura trid im ens i on a l lh e co nfere ca racterís ticas e sp eciais :
m i cro fil ame ntos com res is tên ci a , el as ticid ade e imp e rm eab ilid ad e à á gua. É um a p roteína s e cun ria ,
fo rm a trid im ens i ona l de α -li ce -q u era tin a) ou d e folhas -β-p regue adas -quera tina ), co ns tituídas de
cerca de 15 am in cid os , pri n cip almen te d e um ami noá cido s ul fura do de nomin ad ocis teína . Essas
es truturas o correm p o rq u e os ami noáci dos da q ue ratin a in terag em e ntre s i atravé s d e li ga ções de
hi d rog ênio e l ig a ções cova le n tes b id dul fito ( -S-S-) d en omi nadas l ig ações cis teídi cas . Ace rca d a
class i fi caçã o qua n to à form a da quera tina pode -s e d enom i -la de pro teína :
a) Es trutural
b) Fi bros a
c) D in âm i ca
d) gl o bu la r
e) reg u la tóri a
4. . A fi gu ra a s egu i r rep res enta a e s trutura da h emo glob in a , p ro teína res po ns áve l p el o trans po rte d e
oxi n io e gás ca rbôni co no sa ngue h uma no . Pa ra as s eg u in tes qu es es ab ai xo res po n da V par a
ve rdadeiro e F par a fa lso e d epois corr e lac ione a s r e spos tas c om a s
alter nativas cor re sponde ntes .
( ) A he m og lobi na é um a p roteína te tram é rica , co ntend o duas cad ei as
α e du as , β, form an do a sua es trutura qua terná ri a q ue é es tabi l izad a p or
li g õ es de hid rog êni o en tre as cade ias .
( ) As ca d ei as p olip ep tídi cas d a h em ogl ob ina es tão associ ad as du as a
du as , a travé s d a in te ração h id ro fóbica entre os res íduos de am ino áci dos
qu e com põem as quatro es truturas em fo lh a pre guea da .
( ) No cas o d e as cade i as p ol ipep d i cas da hemo glob in a s o frerem
des naturão p rocess o q ue des o rga n iza a es trutura te rciá ria d as
pro teínas , s ua ativid ad e bio gi ca s e rá pre ju di cad a .
( ) A an emi a fal ci forme é ge rad a a pa rti r de uma mutaçã o po ntual no gen e da cade ia β da
hem o gl obi n a. N os in di víd uos q ue ap res e ntam es ta do en ça, o bs e rva -se a troca de um am in oá ci do
(gl u tam a to por va l in a) na es trutura prim á ria de cada cad ei a β.
a) FF VV b) VVVV c) FF FF d) VF VF e ) VF F V
5 . Os o rga n ism os vivo s poss u em a ca pa cid ad e d e s in tetizar m il h ares de mol éculas d e d ifere ntes tip os em
pre cis as p rop orções , a fim de m anter o p rotop lasm a fun ci on al . Es tas re õ es d e s íntes e e de grada ção de
bi om ol é cul as , q ue com põ em o m e tabo lism o celu la r, são ca tal is adas po r um g rup o d e m o lé cu las
denomin ad as de ENZIMAS . Es tes im po rtan tes catalis ado res biol óg i cos p o dem p ossu i r al gum as das
s eg u in tes cara cterís ticas :
I. En zim as s ã o uma cl ass e esp eci al i za da de pro teínas .
II. En zim as poss u em g rand e esp eci ficid ad e pa ra s eus s u bs tratos e n ão atuam so bre mo l é cul as com
di fere a em sua co nfig ura ção .
III. Enzim as acel e ram as rea ções q uímicas , sem ser mod ificad as dura n te o pro cess o .
IV. Prod utos s ão s ubs tân cias s obre as qu a is as enzi mas ag em , con ve rte nd o -os em um o u m a is p rod u tos .
Marq ue a al tern ativa C ORR ETA:
a) Es tão corre tas ap en as as cara cterís ticas I, II e III .
b) Es tão corre tas ap en as as cara cterís ticas III e I V.
c) Es tão corre tas ape nas as cara cterís ticas I e I V.
d) To das as cara cterís ticas es tão corre tas .
e) To das as cara cterís ticas es tão in co rret as .
6 . As pro teínas , form ad as p ela un o de am i no áci dos , s ão compo ne ntes qu ím i cos fu ndam e ntais na
fi s io logi a e na es trutura ce lu l ar d os o rganism os . Em re la çã o às p roteínas , ass i na le V (ve rda d ei ro) ou F
(fa lso ) e de po is ass in ale a al tern a tiva co rreta.
( ) O col á gen o é a p roteína m enos a bun dante no corp o h uma n o a pres e ntand o form a g lo b ul ar com o a
m ai o ria das pro teínas .

( ) A l ig a ção p ep d i ca en tre do is amin oá ci dos aco ntece p ela re ação do g rup o ca rboxi la de um
ami n oá cido com o gru po am i no de o utro am in o ácid o.
( ) A ptia li n a, en zim a pro du zid a pel as glân du las s al iva res , atua na dig es tão de p roteínas .
( ) A a ne m ia fal ciform e , caus a da po r fatores nu tricio na is , é a tribu ída ao rom pim e nto d as hem á cias em
fu nçã o da des na turaçã o d a m o cul a p rotéi ca d e h emo gl ob i na em de co rrê ncia do a ume nto da
te m pe ratura corp oral .
( ) As proteínas cas e ína e alb um in a s ã o en con tradas no le ite e na cla ra do ovo, resp e ctiva m en te.
a) FVFF V; b) VVVF F; c) VVFF V; d)VF VVF; e) F VVF V
7 . As pro teína s pro du zem am i noáci dos atravé s de uma rea ção de :
a) isom e riza ção ; b ) h id ratação; c) h id ról ise ; d ) o xi d açã o; e) des ca rb o xi la ção
8 . Co ns tituem e xe mp los de p roteína glo bul a r e de proteína fibrosa res p ectivam e nte:
a) cel u los e e fib rin a
b) hem o gl o bi na e clo rofila
c) co geno e fi b rin a
d) fi bri na e clo ro fila
e) hem o gl obin a e col ágen o
9 .Ch am a -se am i no á cid o ess e nci al ao am ino ácido q ue :
a) nã o é s i ntetizad o no org a nism o human o .
b) é s in tetizad o em qu al q ue r org anism o anim a l .
c) s ó e xi s te em dete rm i na d os ve ge tais .
d) te m fu nção sem e lh an te à das vi tami n as .
e) é in d isp ensáve l ao metab o lism o energ é tico .